One Vampire in my heart

null estava sentada no banco do parque pensando na vida. Estava tudo estranho e novo para ela . Apenas seu amigo Harry a entendia. Eles eram amigos desde pequenos. Compartilhavam tudo juntos. Houve até uma vez que null queria fugir para casa dele! Diz ela que não agüentava conviver com null, sua irmã mais velha e null, a mais nova. Ela estudava numa das escolas mais badaladas da Inglaterra, vista como umas das escolas que davam futuro para qualquer um, uma das melhores do mundo.
null era a menina mais popular daquela escola, do que mais ela precisava ? Sim, para ela, toda essa boa vida não passava de um pesadelo, o pior de todos. Era um inferno conviver com pessoas das quais ela não gosta, conviver com pessoas que vivem de um jeito fútil que ela nunca sonhara em viver e estava vivendo. Sentada ali naquele balanço, olhando para baixo sonhando com a vida, a vida da qual null era louca para ter . ‘What are you doing now ?’ , foi essa mensagem que null recebeu de Harry naquele momento. Ela fechou os olhos e sentiu lágrimas descerem pelo seu rosto e se desmancharem em seu queixo e respondeu ‘Nothing , I’m just thinking about my life now.’ Pelo menos Harry parecia se preocupar com ela naquela noite.
Londres estava agitada, temporada de Natal. Londres adorava o natal , era bonito ver as luzes brilhando iluminando a cidade de um jeito emocionante, deixando as pessoas pensarem que tudo poderia acontecer naquele natal. Era assim todo ano. null imaginava seu passado , sua infância , como era bom ter aquela quantidade de amigos de verdade ao seu lado. Agora, era ridículo... as pessoas mentiam sobre tudo para tentar se destacar sobre o mundo, tentar ser alguém na vida. Parece que isso ajuda as pessoas a crescerem no mundo de hoje. Harry chegou. Como ele sabia que null estava ali ? Talvez fosse a convivência e a infância juntos , aquele ali foi declarado oficialmente o local de desabafo dos dois. Harry via sua amiga muito angustiada nos últimos dias então esse foi o primeiro local onde ele foi procurá-la. Ele chegou cantarolando um pedaço da música da Avril: ‘She’s want go home, but nobody’s home ... ‘(Nobody’s Home- Avril Lavigne). null sorriu. Ela amava essa música. De um jeito ou de outro, ela era o complemento de sua vida, sempre se encaixava em todos os momentos da vida dela. Estava frio, ela estava com um agasalho preto e Harry, que estava sentado ao lado da menina, estava apenas com uma blusa de manga comprida. Ele pegou em sua mão e disse:
-Está frio aqui, que tal um chocolate quente com o filme ‘O sexto sentido’ ? Aluguei hoje de manhã.
null sorriu e aceitou o convite. Entraram no carro conversando sobre várias coisas. Falaram de música, cultura, Londres, etc. null gostava de ter esse tipo de conversas com Harry , afinal, ele a compreendia como ninguém. Na maioria das vezes, os raciocínios dos dois eram extremamente iguais. Por isso null gostava de falar com Harry, e, por isso, ele se tornou seu melhor amigo. Chegaram na casa de Harry e o DVD estava com problemas. Não queria passar de jeito nenhum o filme. Harry dava várias pancadas no DVD, fazendo null rir. E nada do filme começar. Harry resolveu colocar outro, estava passando “007 Cassino Royalle” com o Daniel Craig. null e Harry amavam esse filme. Era emocionante ver o James Bond lutando com seus inimigos.
O filme acabou. null estava deitada acima do peito esquerdo de Harry e os dois haviam dormido.
Era meia noite e null e null chegaram dando altas gargalhadas que acordaram null e Harry.
null pediu desculpas e null riu ainda mais e foi para o banheiro. null fez uma cara de que não entendeu. O que a patricinha de Beverly Hills estava fazendo ali na casa dos covardes da escola? Nunca viu algo como isso mais deixou pra lá e cumprimentou a menina com um beijo nas bochechas e um sorriso falsificado sem compreender a presença dela ali. Subiu as escadas ainda rindo ao lado de null e foi para o quarto cantarolando um pedaço de uma das músicas do RBD. null fez uma cara de que não entendeu o motivo das dúvidas de null e riu. Harry deu um beijo na testa da menina. null sabia que null e Harry eram amigos mais não sabia o motivo dela ali. Ela não suportava nem conviver com agente na mesma escola, quem dirá na mesma residência! O que era isso? Algum tipo de Reality Show esquisito que passa na Warner Channel à noite? Que estranho.
null se levantou a caminho da porta para voltar para casa, afinal, estava tarde demais e se seus pais soubessem que ela chegou àquela hora em casa, ela estava fodida. Ela encostou a mão na maçaneta da porta e ouviu alguns passos vindos de fora da casa. Ela abriu a porta e deu de cara com null e uma menina ao seu lado, mexendo em seu cabelo. Ela deu um sorriso falso e saiu ignorando a situação. null se sentiu mal e sentiu seu estômago revirar. null era a garota dos sonhos dele e encontrar ela lá e ao lado de outra menina era a pior coisa que poderia acontecer para null.
null caminhava chutando pedrinhas pensando na vida, já era segunda feira de madrugada, ela teria que dormir durante 8h para acordar novamente para ir à escola. Que droga!
null acordou sonolenta, levantou rapidamente e foi para o banheiro lavar o rosto e passar batom, sombra, lápis de olho, rimel, e blá blá blá. Era praticamente uma OBRIGAÇÃO ir maquiada à escola, se não sairia em colunas ridículas no jornal da escola. É o preço que se paga pela popularidade e null ODIAVA isso, além de nunca gostar de ser popular.
Sentada num banco em frente às escadas que levavam à casa de Harry, null se sentou à espera do amigo, afinal, eles tinhas que fazer tudo juntos, até ir à escola juntos, coisas de amigos, certo? Ou será que null estava apaixonada por Harry? Ah, que besteira. Isso não tem nada a ver. null viu Harry descendo as escadas correndo. Mais uma vez atrasado para a escola, ele descia com a mochila na mão e colocando o casaco.
-Pronta para mais um dia idiota, querida null?
null riu e concordou.
Harry parou com seu carro em frente ao portão da escola e abriu a porta do carona para null. Ela desceu do carro e foi em direção às suas amigas. As mais verdadeiras, porque as demais só falavam com ela pela popularidade. Isso acabava com a vida de null.
Ela estava andando pelo corredor quando viu um cartaz dizendo bem grande ‘Festa de Formatura com banda exclusiva’. Já estava perto do fim do ano, então a escola já arrumava as coisas para a festa de formatura para tudo sair perfeito. Então, já era época de null se acostumar com os trocentos pedidos para ser a companheira para o baile dos formandos.
null sentiu uma mão encostar em seu ombro e olhou para trás rapidamente. Era null. Ela olhou diretamente em seus olhos. Como brilhavam. A cor de seus cabelos fazia a cor de seus olhos realçarem em sua pele branca. Ele sorriu e null se sentiu nas nuvens. Mais ninguém sabia o que null sentia por ele. Dizia ela que não era nada, afinal ele era conhecido como um dos covardes do ‘London Prince School’.null fez uma cara de arrogante parecida com a que Blair do Gossip Girl fazia quando alguém ia falar com ela. Ela perguntou o que null queria falar com ela, e ele respondeu : -Nada demais, só queria saber se já tem par para o baile .
Então ele fez uma cara de desanimado para o baile, inventando um sorriso falso, e, então, null respondeu : - Ainda não, mas isso não vai ser tão difícil. Mais difícil vai ser estar preparada para babacas como você me pedindo para ser a acompanhante para o baile.
Então null virou as costas e saiu andando. Ela deu um sorriso maligno e revirou os olhos. null abaixou a cabeça e andou em direção aos amigos. Olhou diretamente para null. Ele era seu melhor amigo e lhe ajudara em tudo e não seria dessa vez que null não ajudaria seu amigo.
- Cara, eu ainda consigo essa menina para mim , ou eu não me chamo null null!
null riu e respondeu:
- Então é melhor você correr atrás de um novo nome,, porque sendo esse null null, eu aposto que você não consegue ela. Dude, você é um dos covardes do LPS, e que tipo de gata popular iria querer você, amigão? Eu sugiro você se chamar Nathaniel.
null fez careta olhando para baixo. Nathaniel era o garoto que todos diziam que null era apaixonada e que ele também era apaixonado por null. Era um dos mais populares da escola e null sabia que nunca chegaria aos pés de Nathaniel (Nate para os mais íntimos).

- Eu não sei mais o que faço, null – Disse null com uma voz chorosa.
-Porque essa deprê, amiga? – Respondeu null com uma cara preocupada.
Então null respondeu :
-Ontem eu estava na casa de Harry e vi null ao lado de uma menina. Eu não sei, mas parecia que ele fez aquilo para me provocar, me deixar enciumada, mas o que ele não sabe é que isso nunca vai acontecer
. null apenas concordou com a amiga e a chamou para tomar um sorvete. Ela aceitou e foram na sorveteria London’s Cream. Tudo em Londres tinha que ter o ‘London’ no nome da loja, ou da escola ou do shopping, ou do que seja. null pediu um sorvete de Flocos e null um de Chocolate. De repente, null olhou para trás procurando o que achar e achou o que menos queria ver naquela hora: null e aquela menina que ela havia visto quando saía da casa de Harry.
Então eles estavam juntos, é? Nada demais, mas aquela menina é muito ridícula. Sério, para null ela é feia demais. Que mau gosto o tal do null tem.
null terminou de comer o sorvete e saiu da sorveteria fazendo careta. null olhou para ela e a chamou num canto. Ela não entendeu e olhou para Harry que estava ao seu lado. Harry não sabia o que dizer. null puxou-a para um canto deserto e escuro. Dava medo aos dois, mas null precisava falar com null.
null fechou os olhos bem apertados e começou a dizer:
- Olha, null, eu percebi desde o dia na casa do Harry que você não curte a Jessé, mas ela gosta de mim e eu queria ter certeza de que se eu namorar ela você não vai ficar chateada comigo.
Então ela respondeu:
- E por que eu ficaria chateada com você? Que diferença faria você namorando ou não ?
Ele sorriu um pouco satisfeito, afinal , talvez ela não goste mesmo dele. Ou seja, isso não machucaria sua menina .

null ainda achava null muito ignorante , mas ele gostava dela assim mesmo. Ele a achava a garota mais perfeita que poderia existir no mundo. Ela é o motivo o qual ele vai para a escola, o qual ele vive, mesmo sabendo que ele teria que mudar seu nome para qualquer outro para conseguí-la (sim, null disse isso a ele). Ela era a vida de null, mas ele não conseguia dizer isso à ela, ele tinha medo de que isso de um sentimento lindo, um dia, pudesse se transformar em uma arma contra ele em outro. null poderia usar os sentimentos dele para machucá-lo e ele não deixaria ninguém fazer isso, nem que seja ela!
Jesse chegou perto de null e deu um beijo em seus lábios na frente de null. Aquele beijo parecia ser verdadeiro, então, talvez, null não sentira algo forte por null como ela sente por ele. Talvez aquilo não passava de uma ilusão. Não, null nunca amara null como ela ama ele. Isso doía profundamente na garota.
Ela sentiu seu estômago revirar e sentiu lágrimas encherem seus olhos. Ela saiu dali com uma vontade imensa de que o mundo acabasse agora, que aquele lugar e aquele sentimento, aquele momento acabassem e nunca mais voltassem.
Como null poderia fazer isso com ela? Então é assim, ele pode fazer o que quiser com null? Então null vai mostrar para ele que null não é o único que sabe jogar com os sentimentos.
null havia ido embora e null achou estranho, mas ele tinha um pouco de certeza que não foi por causa de Jesse. Ou será que foi? AH, droga, isso confunde null demais.
Ele se despediu rapidamente de Jesse e saiu atrás de null. Jesse não permitiu e foi atrás do menino.
Jesse adorava ficar com os meninos mais velhos, talvez ela ficasse popular assim como null. Ela morria de inveja de null por causa de sua popularidade, de sua quantia de amigos e amigas, de sua quantia de meninos caindo aos seu pés. Ela tinha vontade de matá-la. Qualquer coisa que houvesse relacionada à null, ela se corroia de inveja. Não suportava o fato de que null era melhor que ela, e ela não iria conseguir tirar null dela. null era de Jesse e Jesse era denull, nada tirava isso da cabeça de Jesse.
null sentiu lágrimas descerem pelo seu rosto. Ela tentava parar mas não conseguia. Aquele rosto e aquele beijo rondavam através dos piscares de olhos da menina e ela não conseguia evitar a tristeza de vernull, seu null, com outra menina, isso era impossível.
null corria do melhor e mais rápido jeito possível de alcançarnull. Ela tinha uma expressão magoada no rosto, e ele sentiu que havia magoado sua menina, e isso era algo que ele nunca, nunca, poderia ter feito. Ele esperava que ela pudesse perdoá-lo por isso porque ele mesmo nunca se perdoaria se machucasse a menina alguma vez. Ele gritou :
-null! Onde está você ? Preciso falar contigo!
Ele gritava desesperadamente rodando em círculos a procura de menina. Ele sentiu seu coração se apertar, suas pernas tremerem, seu estômago revirar. Ele se sentiu zonzo, mas ele precisava encontrá-la o mais cedo possível. Ele ouviu uma voz tímida e chorosa falando:
-null, é você?
Ele deu um sorriso de um jeito que nunca dera antes. Ele viu null correndo tentando fugir de algo, mas não conseguiu ver o que era. null parou em frente a ele e abaixou a cabeça. Fechou os olhos e começou a chorar. null abraçou a menina bem forte e ficaram algumas horas abraçados ali. Ele segurou nas mãos de null e perguntou se ela queria ir a casa dele, os meninos estariam lá. Eles alugariam uns filmes e pegariam uns videogames para jogar. A maioria do Mário Bros, eles eram amantes do Mário.
null aceitou o convite e foi para a casa de Harry assistir filmes e jogar videogames. Como nos velhos tempos... null tinha saudades disso. Eles pararam numa conveniência de posto de gasolina e compraram Coca-Cola e Cheetos.
Chegaram na casa de Harry e se jogaram de qualquer jeito pela sala. Colocaram o videogame enquanto o povo não se arrumava para ver o filme. O filme era o Chamado 1 e o 2. null tinha medo da Samara, a garotinha do poço, por isso, os meninos alugaram esse filme. null ficou cheio de raiva, mas aceitou mesmo assim.
Logo depois estavam todos sentados de qualquer jeito no sofá de Harry e colocaram o filme. Harry apagou as luzes e null levou os refrigerantes para a sala. null estava vermelho de vergonha.
Que estranho, um dia null odiava ele e no outro estava na casa do amigo dele vendo filme com ele! Que incrível, e, o pior, ele não precisou nem mudar seu nome para Nathaniel. O que mais poderia acontecer para o momento ficar perfeito? Ah, claro, chuva! Começou a chover forte de dar trovoadas, null levou um susto e Harry fechou as janelas. Começou a chover mais forte ate que acabou a luz. null ficou com um pouco de medo , o escuro não trazia boas lembranças a ela. null sentiu o calor da menina se aproximar de seu corpo, ele tentou evitar mais abraçou null e ela disse:
-null, eu estou um pouco assustada.
null sorriu e olhou para as mãos deles entrelaçadas e sorriu outra vez. Como era bom ter a garota de seus sonhos ali com ele. Mas tudo aconteceu de repente, e quem liga? null deveria agradecer a falta de luz. Graças a ela essa situação não estaria acontecendo. Passavam horas e horas e nada da luz voltar. Então null deu a idéia de jogar Verdade ou Conseqüência. Todos aceitaram o jogo. Harry arranjou alguma lanterna e começaram o jogo.
null girou a garrafa. null tinha que fazer a null alguma pergunta e foi ela:
- Como você se sente ao lado de null ?
null e null se entreolharam, ficaram vermelhos e envergonhados. Ambos, então, tomaram fôlego e null respondeu: - Nada muito diferente do jeito que eu me sinto ao lado de outras pessoas.
Harry riu e null apenas agradeceu de um modo querendo dizer ‘Poxa, muito obrigado, sou inútil na sua vida, isso me deixa feliz, sabe...’ null percebeu o que null queria dizer com aquele agradecimento com o olhar e riu.
Olhos nos olhos dele e pediu para ele segui-la com o olhar. Ela apontou para um quarto no fim do corredor. null se sentiu assustado, ele sentiu as famosas borboletas no estômago. Era sempre bom estar ao lado dela, sentir seu cheiro, seu perfume e seu calor. Era isso o que null sentia por ela. Ele achava isso bonito, se sentia bem ao lado da menina, e, quando ele estava ao lado dela, nada, nada, no mundo poderia tirá-la dele, nada.
- NÃO, HARRY, NÃO FAÇA ISSO, DUDE ! – Gritou null.
Harry estava com uma faca na mão ameaçando quebrar o videogame de null. null estava gritando que nem idiota, pois estava a ponto de colocar fogo na casa, afinal, colocaram ele para fazer os ovos e ele mal sabia fazer gelo! Era assim toda manhã dos meninos, mais conhecidos como os covardes do ‘London Prince School’ ,era divertido. Era melhor do que acordar e ir direto ao banheiro para cuidar de sua aparência como null fazia toda manhã.
Ela pagava caro por ser popular e, se algum dia, ela não se maquiar ou ir para a escola de um jeito que não agrade aos demais, ela estaria em todas as colunas de jornal, estaria na boca dos alunos do LPS no meio de várias fofocas, e isso não é bom para uma boa convivência numa escola como aquela. Era realmente repugnante cuidar da sua aparência como se aquilo fosse mais que um simples rosto.
null se levantou correndo, já eram 8 horas da manhã. Se ele não levantasse, iria se atrasar para mais um dia idiota na escola.
null se levantou, foi ao banheiro arrumar o cabelo e colocar a roupa da escola. Quando ela levanta a cabeça, vê o reflexo de null no espelho entrando no banheiro com um sorriso idiota no rosto, então ela sorri sem graça e pergunta:
-Não percebeu que o banheiro está ocupado, queridinho ?
Ele sorriu de um jeito que podemos chamar de ‘maligno’ e piscou para ela respondendo sua pergunta:
-Percebi, mas preferi ficar. Você é pura sedução se arrumando e fica linda quando está furiosa.
null revirou os olhos e continuou se arrumando ignorando a presença de null ali. Por mais que ele esteja sem camisa, se arrumando para a escola junto dela, no mesmo banheiro, null nunca tinha reparado o quanto o corpo de null era perfeito. Ela sorriu sozinha, reparando no corpo dele pelo reflexo do espelho. Seus olhares se encontraram. null fingiu estar olhando para algo do espelho tentando deixar claro que ele não olhava para null. Ele sorriu. E ela também.

null chegou na escola com o fone no ouvido ouvindo Tókio Hotel . Ela era louca por essa banda, faria de tudo para ver o vocalista. Ele tem a voz mais linda que ela já viu, e, além de cantar super bem e curtir uma banda diferente, geralmente as bandas mais conhecidas são da Inglaterra ou EUA, mas essa é da Alemanha. null adorava as músicas da banda. Estava caminhando pelo parque do LPS até que encontrou sua amiga null. Ela estava sorridente correndo pelo parque olhando para null enquanto ele olhava para ela. Ela se virou e me olhou com as mãos nos lábios e disse:
-Preciso te contar o que aconteceu agora.
null fez uma careta curiosa e perguntou o que ela havia feito com apenas um olhar.
-Eu e o null. null, NÓS NOS BEIJAMOS! O null beija tão bem amiga .
null fez uma careta de que não entendeu e respondeu:
-Você e o null? Desde quando, amiga? Vocês não se odiavam por ele ser um covarde da escola e você, a popular?
- Até ontem, amiga. Ele disse que gostava de mim e aí a gente resolveu ficar. Mas foi só um beijo, talvez não signifique nada para ele e nem para mim.
null ficou assustada. Elas falaram sobre a ficada deles de ontem à noite no caminho da sala de aula. Era hora da aula de Química com a senhora Humphrey . Ela era uma das melhores professoras da escola, todos amavam ela. Simpática, não é muito velha, entende bastante de adolescência... o ruim é que ela, às vezes é grossa, mas isso não faz com que ela não seja legal. null adorava ela.
Bateu o sinal de fim de aula. Foi aquela correria toda. Faltavam 3 semanas para o baile de formatura e a menina já havia recebido cerca de 30 cartas em pedido para ser a companheira do baile. Ela não se sentia à vontade de ir com algum outro além de null. Mas se ela pedir a ele, vai ser completamente um estrago em sua reputação na escola. Mas ela queria muito ir com null para o baile. Mas será que ele iria?
Eram tantas perguntas na cabeça de null que ela se sentia muito confusa. Foi para casa, estava exausta .

Depois de um bom tempo, já era a noite do baile de formatura e null já havia decidido que iria com Nate, mas estava ainda na dúvida de pedir a null para ele ser seu par no baile.
null foi até a casa de Harry ver se null ainda estava lá. Harry atendeu a porta de bermuda enquanto o resto dos meninos estavam todos bebendo cerveja, comendo Cheetos e jogando videogame. null perguntou:
- Vocês não vão ao baile de formatura
? Harry negou e os outros meninos também. null disse:
- Nem sei para que você também vai. Tudo bem, você é a popular gatinha da escola, mas esse baile é inútil! Existem comemorações mais legais a se fazer ao invés de ficar horas dentro de um salão na escola dançando sem fazer nada. Tem um boliche, uma boate e um cinema aqui do lado, null, e você comemora na escola? Que desperdício!
null demorou um tempo para captar a mensagem até que sorriu. Ela ainda não estava com a roupa do baile. Estava com uma calça skinny xadrez preta e vermelha com uma T-Shirt roxa escrito:’Live your Life’.
null sorriu e deu a idéia de ir para uma boate de Londres. null chamou suas amigas null, e para ir com eles e elas aceitaram. Lá estavam os 8, sentados numa mesa da boate com umas garrafas de cerveja na mesa. null chamou para dançar até que todos os casais estavam formados. Só sobraram null e null na mesa.
null olhou profundamente nos olhos da menina e a chamou para conversar. Eles foram para fora da boate e ficaram num local onde podemos chamar de ‘varanda’. Logo depois da entrada da boate.
null disse:
- Você parece odiar minha presença, e isso não me faz bem. Eu quero que você me diga porque eu te faço tão mal. Porque eu vou lhe dizer uma coisa
. - O que é? –null respondeu.
- Eu sou louco por você. Seu sorriso, seus lábios, seus olhos. Você me enlouquece, null. Você é o motivo da minha existência. Você se lembra de quando eu entrei naquela escola e ficava olhando para você? Era porque desde aquele dia que eu entrei naquela escola você tomou conta da minha cabeça. Nunca ninguém fez isso comigo. Você é meu tudo e eu nunca machucaria você. Eu só quero saber o porque você me evita desse jeito. Se eu te machuquei alguma vez, me perdoe, não foi minha intenção. Eu espero que você me perdoe, porque eu nunca me perdoarei se um dia eu te fizer chorar.
null ficou calada por um tempo, com os olhos nos olhos do garoto. Pronto. É agora. Ele abriu o coração dele sem medo de nada, agora era a vez dela, o que ela vai dizer?
- Olha, null, vai ser bem difícil abrir meu coração para você do mesmo jeito que você fez...eu só tenho medo de me machucar depois. null, eu não evito você mesmo porque eu não tenho motivos para isso. Na verdade, eu tenho um, e ele se chama Jesse. A menina gosta muito de você e ela não merece ser machucada, entende? Eu sempre fui louca por você , pelo seu sorriso, tudo em você me faz delirar. Eu queria que minha vida fosse dormir com você o resto de minha vida porque você é o menino que se importa comigo, entende? Mas a Jesse, por mais que me odeie, eu não vou para o nível baixíssimo dela, porque você sabe como é minha vida na escola. E você me pergunta se eu gosto disso. Não, eu não gosto. Eu queria mais que tudo ser como vocês, não ter que acordar o mais cedo possível para ver a roupa que mais está na moda, etc. Sendo como você, eu poderia cometer os maiores erros da minha vida, poderia beber sem parar e chegar na escola de ressaca que ninguém notaria, mas eu sou popular, e, logo, logo isso vira fofoca,o que vai acabar comigo. Você não sabe o quanto eu queria ficar o resto de minha vida contigo, mas não dá. Eu até posso, mas vou pôr em risco muita coisa de minha vida, como minha reputação na escola. Mas saiba que eu amo você. Eu amo muito você, null, e você não faz idéia.
null olhou profundamente nos olhos da menina e disse se aproximando do ouvido dela. Sussurrou bem baixinho no ouvido da menina:
- Você é minha vida. Fica comigo só pelo resto dessa noite. Por favor. Eu preciso de você, null.
Ela sorriu e puxou null para um lugar mais deserto ainda. Puxou ele pela camiseta e deu um beijo nele como sempre sonhara em dar. O beijo deles havia paixão, amor, ódio e tudo o que você pode imaginar. Era bonito ver os dois. Os lábios deles se encaixavam perfeitamente. null estava louco de ansiedade. Ansiedade de ter sua menina, ansiedade de que o tempo nunca mais passasse para ele passar o resto da vida ao lado dela. Ela era o que ele precisava. Nada mais além dela. Ela era o motivo de tudo e de todos os atos dele .null era a vida dele. Os dois estavam loucamente apaixonados um pelo outro, e à cerca de 4 anos eles sofriam com esse amor não correspondido. Toda noite null fazia músicas sobre ela, sobre os olhos dela. Toda noite ele sonhava que um dia pudesse tocar nos lábios, no corpo e nos cabelos dela. Ele vivia escrevendo em seu caderno o nome dela. O corpo dela, o sorriso de null estava gravado em sua mente e nada fazia ele esquecer dela. Nunca. Ele a abraçou, passando o calor do corpo dele para o dela. Estava com as mãos em seu rosto, beijando-a com todo o amor que havia guardado em seu coração por todos esses anos. Ninguém sabia o quanto null precisava dela.
Já era meia noite e no dia seguinte todos tinham compromisso. Não seria legal se acordassem tarde e saíssem atrasados.
Chegaram em casa e ligaram a TV. Não adiantou nada se lembrar do compromisso do dia seguinte. Mas ninguém se importa.
null ligou a TV e null pegou uns cobertores caso dormissem pela sala mesmo.
O filme tinha acabado de começar. Era o filme ‘O diabo veste Prada’ , ninguém dali tinha visto ainda, então foi motivo de silêncio. Não demorou muito para abraçar null e dormir juntinhos.
O filme já havia acabado e nada de null e null dormirem. Sempre acabava em um encontro de olhares e um dos dois desviava. Até que o silêncio tomou conta do lugar e null quebrá-lo gritando com medo de um bichinho que estava no banheiro. Mas enfim, o bichinho não era nada demais.
null chamou null até o segundo andar da casa.
null ligou o rádio e tocava uma música da banda Kiss. Era um rock N’ Roll legal, dava para ouvir sem reclamar. Pelo menos havia ritmo nas músicas. null chamou a menina num canto. A noite ainda não havia acabado, certo? Essa era a chance dele de ficar com null e convencê-la de que ela é a coisa mais preciosa do mundo para ele. Ela não aceitou e dizia que estava cansada, que precisava dormir, pois “amanhã seria um longo dia”. Só que null não aceitou e pediu novamente um beijo da menina. A menina fez careta e aceitou. Ele a abraçou forte e a beijou. Aquele parecia o 1º beijo. Todos pareciam o primeiro beijo. E null gostava disso, era como se ele tivesse sua menina para sempre ali ao seu lado. Ele queria mais que tudo viver o resto da eternidade ao lado dela. Ela era o que ele realmente precisava, ele dizia isso milhares de vezes mais parece que nunca ninguém acreditou, mais é a pura verdade. É o sentimento dele , e ele não precisava mostrar a ninguém a não ser a null .

No dia seguinte, null havia ligado o computador para falar com suas amigas e alguns amigos que possuía em Manhattan. Ela morava lá junto com seus pais, mas aquela cidade estava ficando muito ‘valorizada pelo dinheiro’, estava ficando muito cara, então, os pais de null decidiram morar em Surrey, há poucos quilômetros de Londres. E, além de tudo, os pais dela sonhavam com a formatura da filha na Oxford da Europa. 5 minutos depois null entra no MSN.

hta sedutora from Rocinha diz: Oi gata!

null 100% favelada diz: maoe amor *-*, tudo bein ctg?

hta sedutora from Rocinha diz: Tudo e com você amor?

null 100% favelada diz: Nem tanto. Aquele mesmo problema com o null . Ficamos noite passada, mais em sinto meio insegura. Não sei porq.

hta sedutora from Rocinha diz: Ah amiga, não tem porque se preocupar. Se for por causa da , fica fria ela não curte mais ele.

null 100% favelada diz: Ah amiga, mais ele com a Jesse... sabe como é né? Parece que ele so me quer para ficar e não para algo sério. Algo sério ele tem a Jesse. Isso fica estranho para mim e para os outros que vêem entendeu?

hta sedutora from Rocinha diz: Ok amiga, eu entendo mais fica fria. Acho que ele realmente gosta de ti :D

null 100% favelada diz: Ok, agora vou ter que sair, null está me chamando lá em baixo :D Beijos.

hta sedutora from Rocinha diz: Deu o endereço de sua casa para ele amiga ? :o

null 100% favelada está ofline.

hta sedutora from Rocinha diz: Me deixou falando sozinha. *superando*

null esperava null na porta da casa dela. Ela vestiu um casaco rapidamente e a expressão que null havia no rosto não agradava muito à menina.
Ela sentiu um calafrio e um arrepio na espinha que não conseguiu manter o controle. Ela sorriu forçado e de um jeito falso e seguiu em frente no caminho de null.
Ele olhou para o chão, dizendo que precisava contar uma verdade a ela e não sabia por quanto tempo ela aceitaria isso ou por quanto tempo ele ficaria sem contar a verdade para a menina. Ela se assustou e perguntou:
- Qual foi o problema? Você está me assustando. Você é gay? É isso?
null fez uma cara de que não tinha entendido o que a menina quis dizer com o ‘Você é gay’, mas deixou pra lá. null puxou null pelo braço e fez com que ela ficasse drebuçada em suas costas. Ela sorriu estranho e perguntou o que estava acontecendo.
null ignorou a pergunta da menina e seguiu em frente. Ele deu um pulo alto e veloz que assustou null . Ela ficou com medo e fechou os olhos. null corria com toda velocidade possível com a menina em suas costas. Ele a levou para o topo da montanha da floresta que havia um pouco próximo da divisão de Londres e Surrey. null correu com toda a energia que possuía em seu sangue e levou null até o topo da montanha que estavam. Estava frio lá, e ela estava pálida, mas ele não. Ele havia uma pele diferente de qualquer humano acima da pressão atmosférica normal da qual ficava entre Surrey e Londres.
Lá, no topo da montanha, era mais frio, null havia ficado surda graças a pressão. Mas null continuava igual. null fez uma cara estranha e perguntou:
- O que aconteceu com você? Por que você é assim?
null ficou calado por um tempo e encarou a menina. Ficaram um tempo se olhando em silêncio até que o silêncio foi cortado pela voz fraca de null .
- Não sou o que você pensa.
null não entendeu o que null queria dizer com aquelas palavras. Mas de uma coisa null sabia, null não era assim e que ela estava completamente confusa com a situação.
null olhou no fundo dos olhos da menina, fazendo com que ela sentisse medo, mas ela não sentiu e foi adiante. Ele perguntou:
- Você sabe o que é um morto-vivo?
- Sim, eu sei o que é um morto-vivo. Por que a pergunta? – null retrucou com vingança nos olhos e curiosidade ao mesmo tempo.
- Você sabe como eles são? – null disse com uma expressão de ódio no rosto olhando fundo nos olhos da menina.
A menina ficou em silêncio e se aproximou de null, percebendo que eles estavam sendo distanciados por 1 centímetro, ou, talvez, até menos. null olhou para o rosto da menina e repetiu a pergunta.
- Sei um pouco sobre eles e quem eles são. Mas por que quer que eu saiba? – null respondeu.
- Você sabe como é a pele deles? – null disse. despertando uma ansiedade e desprezo na menina.
- O que você quer dizer com isso? – null disse.
- Eu tenho pele fria, não como, não durmo, tenho uma velocidade nada igual às outras... –null disse. null ficou pasma e fechou os olhos bem apertados, tentando acreditar na mentira sendo que era óbvio que isso não seria o certo e nem o mais saudável.
- Eu sei o que você é. Por que não me contara antes?- null perguntou.
- Não se sinta segura de sua pergunta, mesmo porque a resposta não pode ser o que você realmente espera.
null fechou os olhos bem apertados, tentando não colocar o medo que sentia a mostra em sua face. Afinal, talvez fosse isso que null queria. Ela sorriu maliciosa e com um pouco de medo em seus olhos e disse:
- Você não teria coragem de me machucar. Tenho certeza disso.
null mordeu os lábios o mais forte que podia e balançou a cabeça concordando com o que a menina tinha dito.
- Talvez seja só o medo. Mas e se fosse necessário?
null fez uma cara confusa, sem entender o que null queria dizer com aquilo.
- E seu eu precisasse machucá-la? Você, um dia, me perdoaria?
- Talvez, null .Eu nunca presenciei algo tão real e irreal ao mesmo tempo como o que eu estou vivendo contigo agora.
null sentiu as palavras da menina ecoarem em sua mente e sentiu um leve aperto no coração, ele olhou a menina , com os olhos apertados tentando desviar o olhar dele dos olhos dela, mas parecia que o momento era eterno e ele não tinha forças para fazer o que ele queria. null olhou firmemente para e pele da menina e disse sem pensar:
-Já fui humano.
A menina não compreendeu com muita clareza e não sentiu necessidade de entender aquilo. Ela só pensava nas perguntas que faria ao menino. Eram tantas que ela não tinha forças para organizar seus raciocínios. Ela não tinha tempo para respirar. O tempo passava e muita coisa que parecia nunca acontecer, estava ali, diante dos olhos deles. Era complicado definir aquilo. O momento os sentimentos. Eles não sabiam o que viriam a diante.

Foi a noite mais difícil que null passou. Toda vez que conseguia dormir, sonhava com algo estranho e um pouco incompleto. Ela acordava confusa. E aquela não era a primeira vez que sonhava com null null. Não seria fácil esquecer daquela noite tão rápido ...

Chegou o último dia de aula. null estava cansado e com medo do que poderia acontecer naquela manhã. O que será que null faria depois de saber de tudo sobre ele? null sentia medo de tudo, do mundo acabar e ele por em risco a vida dele e a vida da menina. Isso era a última coisa que null faria na vida.
null desceu as escadas e foi a caminho da escola. Hoje haveria uma festa de despedida de colegial, null vestia um vestido da Prada com a cor preta e um penteado que lembrava um pouco a Amy Winehouse. Seu cabelo estava fino e macio como nunca estava antes.
null não gostava do cabelo dela. Por ela, a solução era ficar careca igual à Britney Spears.

null estava ligando para ela. Ele estava se perguntando se poderia levá-la à festa de despedida em seu carro. Daria o que falar. Bem e mal, mas quem liga? Ah, sim, null era desse tipo de menina que se importa com a aparência. Mas o máximo que poderia acontecer era ele levar um não na cara, e isso não era uma situação com a qual null se importava, afinal, quantas vezes ele não recebeu um não dela?

null leu com um pouco de dificuldade o visor de seu celular o nome de null. Ela atendeu e ele sentiu a menina sorrir do outro lado.

- Será que o null aí não pode me esquecer nem um minuto?

- Capaz da resposta ser negativa. Afinal, nós vampiros ...

null não pode terminar a frase que já houve um silêncio em ambos. O silêncio foi cortado com a voz de null.

- O que você quer ?

null se sentiu um pouco intimado com aquela pergunta mais levou a conversa em diante.

- Queria lhe perguntar se a senhorita null não se sentiria à vontade de ser acompanhada pelo senhor null num Volvo do ano passado para a festa de despedida. null riu.

- A senhorita null iria adorar.

Já estavam todos na festa com seus respectivos pares. Nate estava com Jesse. Por incrível que pareça, Jesse estava com Nate agora. null olhou para eles e sorriu. De certa forma aquilo o ajudou a ter null ao seu lado , naquela noite. Começou a tocar músicas eletrônicas. Era divertido ver os meninos e as meninas imitando robôs na pista de dança ao som das músicas eletrônicas. null olhou para null e perguntou:

- Que ir embora? Comemoraremos lá em casa com os meninos o que supostamente perderíamos tempo fazendo aqui com esse povo.
null riu e olhou para null. Como aqueles olhos ainda podem encantar a menina do mesmo jeito que a encantou há anos atrás? Tudo havia mudado, menos o poder que null tinha de hipnotizar a menina com apenas um gesto de olhar.

null optou por ir a pé para a casa dele com algumas pessoas. Entre elas estava Harry, null e null.

- Acho que eles estão precisando de uma ajudinha para chegar lá, não é, James? – Havia um grupo de meninos atrás deles, estavam todos com casacos pretos, afinal, era inverno. Alguns deles possuíam óculos escuros para tampar os olhos.

- Eu ficaria honrado de ajudá-los a achar o caminho, Jhon...

null fechou os olhos e abraçou Harry. Ele também estava com um pouco de medo.

- Harry , estamos perto da casa do null?

- Estamos quase perto, meu amor, quase chegando. Ok?

Após terminar a frase, Harry abraçou a menina e beijou a testa dela. De alguma forma, aquilo deixava-a segura nos braços dele. Seu melhor amigo. Seu Harry. Os caras estavas mais próximos deles cada vez mais. null abraçou fortemente null, deixando a menina segura com ele. De qualquer modo, o abraço deles fazia null e null se sentirem mais protegidos.

null olhou para trás, olhando profundamente e frustradamente para o rosto dos caras. Ele passava medo e pavor para os meninos que estavam os seguindo. Ele, de alguma forma, os comia com os olhos.
Os caras estavam se aproximando cada vez mais deles. Até que estavam a apenas 3 passos dos 4. Aumentaram o tamanho dos passos, com passos mais rápidos e largos, mas aquela droga daquela residência do null parecia longe demais! Ou era só o nervoso de estar sendo perseguidos como uma série policial? Ah, tanto faz também.
Os passos e a pressa dos 4 foram interrompidos quando um dos caras cruzaram o caminho que estava para ser percorrido por eles. O cara sorriu malicioso para Harry. Ele olhou com angústia nos olhos para o cara e ameaçou iniciar uma briga das feias ali na rua. Só foi interrompido porque ele havia segurado null com força pelo braço, ameaçando matar a menina. Ele havia uma pistola na mão. null procurou ser forte e não sentir medo. Ela conseguiu superar e não chorou. O homem apertava cada vez mais forte o braço da menina, fazendo ela sentir muita dor. Harry procurava acalmar enquanto null procurava ajuda. Harry pegou para um canto com null e pediu para que o menino pudesse ficar com ela, enquanto Harry acertava as coisas com o cara e ajudava null a sair dali.

Agora estava somente ela e eles. O que mais poderia piorar a situação? null. Sim, null null apareceu em alta velocidade com seu Volvo de ano de 2008 para 2009 fazendo o pneu cantar cada vez mais alto. Ele olhou para null com um olhar de vingança, deixando a menina preocupada. Ele segurava cada vez mais forte em seus punhos, se preparando para acabar com a raça dos filhos da puta que estavam naquele momento machucando null. SUA null. Ele se aproximou do homem que segurava null, olhando profundamente em seus olhos. O homem vez uma cara maligna e disse:

- John, acho que a menininha aqui tem um amiguinho para ser morto também.

- Sério, James? Poxa, um assassinato nunca havia ficado tão bom como este. O que o garotinho vai fazer? Sonhar que é o Super homem para salvar sua pequena namoradinha, é? Deixa de ser veado, cara!

null fez uma cara nada agradável que fez o homem ceder cada vez mais seus músculos, soltando a menina aos poucos e escondendo sua faca em seu bolso. O homem soltou a menina. Ele dava passos para trás, demonstrando medo, angústia e vontade de fugir dali o mais rápido possível. O homem correu junto de seu amigo.
null teve mais velocidade, afinal, ele era um vampiro e correu na frente. Puxou o homem que segurava null pelo braço e socou ele até o homem desmaiar. Ele havia colocado toda sua raiva para fora. Enquanto isso, um carro vinha em direção ao Volvo no qual null estava no banco carona. null havia pedido para ela ficar ali, seria o lugar mais seguro para ela naquele momento.

- null. Dude, como você conseguiu? – Harry disse.
- Consegui o que, Harry ? – Respondeu null.
- Salvar a menina desse jeito. Cara, isso foi demais. Spider Man!- Harry respondeu, fazendo uma cara de criança feliz.

Já haviam chegado todos na casa de null. Estavam todos vestidos formalmente para a ocasião. Todos vestiam os melhores ternos do Hugo Boss e do D&G, enquanto as mulheres conseguiam ser as mais estilosas possível com vestidos da Prada, D&G, e estavam com perfumes deliciosos.
null havia ganhado de null um 212 da Carolina Herrera. null deu a , especialmente para a festa, um perfume da linha da JLo.

Já estavam todos com seus respectivos pares, null e , e null, e Harry.
null se aproximou da menina, segurou em suas mãos e foi, aos poucos, fazendo leves passos de dança. Minutos depois estavam os dois abraçados dançando uma música feita com apenas o piano. A iluminação estava perfeita. Nada muito escuro e nada muito iluminado, e nada com uma iluminação muito colorida. A casa de null era numa colina, onde nevava mais que qualquer porra que você pense. Lá era o ambiente perfeito para ele e o resto da família. null abraçou null, dançando levemente com seus corpos colados um ao outro.
Dava para sentir o perfume dele, o que fazia a menina enlouquecer. Ela sorriu e ele também. Passaram o resto da noite dançando em silêncio entre o resto dos convidados, até que o silêncio foi quebrado pela voz de null no ouvido de null:
- Eu te amo. Agora e para todo o sempre...
Ela sorriu, fechou os olhos, se aproximou dos lábios dele e o beijou. Esse beijo foi melhor que o primeiro. Havia uma química, do tipo “esse ficará para a história”. Mas que se foda essa química. Nenhum dos dois estava se importando com isso, apenas como ficariam depois de tudo.
null achava estranho... Como poderia se apaixonar por um vampiro? E como ele conseguiu seu coração num simples golpe de olhar? Que se dane o mundo!
null null, esse era o nome do qual null ama.


N/a:Oie, RS minha fic ta muito puxada para o Twilight ( Crepúsculo ) Mais eu achei que seria mais emocionante se seu mcguy fosse um vampiro :D . Espero que ela não tenha ficado tãao ruim assim ;] bjs :*. Ah e hojr Ru aprendi o significado da palavra Ronaldo e...
Peraí qe tem algo me picano e ta doeno DDD:
Era um bicho pretinho voante (: Mais enfim , adios e qqr coisa a sushi esta no bat papo do FFADD *-*

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