CAPÍTULO 1

Uma menina de força, coragem e sem medo de seguir seus sonhos. Com certeza esses eram os adjetivos certos ao se referir a null. Uma brasileira naturalizada americana há um ano e meio, ela deixou a casa de seus pais super conservadores no Brasil para morar com sua tia em Los Angeles. No início, nada era fácil. null teve que trabalhar durante o dia e estudar a noite até terminar o colegial, e ainda conviver com piadinhas e brincadeirinhas que faziam pelo fato dela ser brasileira. Incrível como fora do Brasil todos a julgavam, não é por ser do meu país que ela era uma mulher fácil, alias, ela não era mesmo. Pensava que depois seria tudo mais fácil, e poderia até trocar de emprego, já que no supermercado em que trabalhava, ninguém suportava bem a ideia de uma estrangeira aparecer do nada, e em menos de dois anos de trabalho já arrancava altos elogios dos patrões, o que a maioria deles nunca havia conseguido em menos de quatro anos. Mas não foi como a garota fantasiava. Os estudos acabaram, mas a ralação não. Trabalhava de segunda a sábado, das oito da manhã, até as dez da noite sem folgas.
Como de costume, na hora do almoço, null comia na garagem, longe de todos. Ao terminar sua marmita, colocou os fones do MP3 e começou a cantarolar Love Will Tear Us Apart, do Fall Out Boy. Conforme a música tocava, a menina se entregava a ela, fechando os olhos e fazendo algumas mímicas exageradas com as mãos.
Com toda essa concentração nem percebeu que alguém se aproximava. Ao abrir os olhos deparou-se com um homem estranho, de terno azul-marinho que a observava de pé, a sua frente.

Ele sorriu ao ver o susto que a menina tomou com a sua presença.
- Me desculpa. Eu não queria te assustar, nem te atrapalhar.
- Qu... Quem é você? – ela não havia ao menos prestado atenção ao que ele disse.
- Eu sou Howard. E você? – ele disse estendendo a mão à garota que aceitou a ajuda e levantou-se. - Eu sou null. Trabalho no mercado, mas o que você estava fazendo aí? Me espionando? – disse fazendo cara de desconfiada.
- Não! Eu apenas saí do carro para ir até o mercado, quando te ouvi cantando e sua voz me chamou a atenção. Você canta profissionalmente?
- Que nada! Eu vivo no mundo real. Tenho que trabalhar doze horas por dia para poder colocar comida na mesa. Não tenho tempo pra cantar por aí.
- Pois saiba que você tem muito potencial para trabalhar com música!
- Bem, eu amo música, mas sempre quis mesmo é trabalhar por trás dos artistas. Fazer a magia acontecer por detrás da cabine de gravações.
- Hum. Você já ouviu a frase: “estar no lugar certo e na hora certa?”
- Já... Mas... O que tem isso?
- Acabou de acontecer com você.
- Como assim?
- Eu trabalho num grande estúdio de música, e estou precisando de mais pessoas pra trabalhar comigo. Você seria perfeita. Mas, se não quiser, ou não puder eu entendo...
- CLARO QUE EU QUERO! – null não agüentou segurar a animação toda e acabou meio que gritando isso. – Esse sempre foi meu
sonho. - Então esteja amanhã aqui nesse endereço bem cedo para começar com os testes. Teremos um longo dia. – Howard estendeu a ela um cartão com endereço e telefone do lugar.
- Pode deixar. Eu com certeza estarei!
- Até amanhã então null. – o homem falou se afastando em direção ao mercado.
- Até...
null ficou ali, olhando o cartão e procurando sem sucesso o nome da gravadora. Pensava se agora tudo iria dar certo, se sua vida poderia melhorar se conseguisse esse emprego, será que dessa vez faria amigos? Arrumaria um namorado? – Não, vai com calma null...– pensou consigo mesma. - Ter alguém já virou Utopia nos dias de hoje. Ninguém mais é de ninguém. – era o que achava ela.
Pensava no futuro a longo prazo, até lembrar de um detalhe da sua curta conversa com Howard. Como faltaria um dia inteiro no trabalho? Resolveu então, falar com seu superior que também morria de inveja dela.

- William, preciso falar com você.
- O que você pensa que está fazendo fora do seu posto de trabalho? Como você é irresponsável garota. O que você quer?
- Eu preciso, sabe... pedir uma folga... amanhã... tenho que faltar amanhã... o dia todo...
- Como é? Enlouqueceu de vez? É isso? Sem chance. Esperamos muito movimento amanhã!
- Mas amanhã é o dia de menor movimento aqui...
- Não quero ouvir mais nenhuma palavra sobre isso moça! Só te digo uma coisa: “SE FALTAR AMANHÃ, ESTÁ DEMITIDA!” – William retirou-se dali com um sorriso mal-escondido no rosto.

...

Em casa, null tomou uma importante decisão. Iria fazer o teste na gravadora nem que aquilo custasse seu atual emprego. Já não agüentava mais ser tão maltratada por todos à sua volta.

CAPÍTULO 2

“Será que é aqui? Não. Impossível... ah, mas não custa tentar...” pensou null antes de entrar na porta do lugar indicado no cartão de Howard.
Apesar de não acreditar no que dizia a entrada: “Warner Bros.” De qualquer jeito, era aquele o endereço, então ela foi se aproximando da atendente:

- Olá moça, é aqui que trabalha o Sr. Howard?
- Sim, qual o seu nome?
- null.
- Ah, claro, o Sr. Howard a aguarda na sala 09. Fica nesse corredor à direita. É só seguir em frente.

Caramba! Aquilo estava realmente acontecendo. É real. Ao se aproximar da sala 09, null respirou bem fundo e bateu, quase instantaneamente a porta foi aberta por Howard que a recebeu animado:

- Nossa! Que pontualidade menina. Isso já é um ótimo começo!
- Obrigado, mas só fiz a minha parte.
- Muito bem, - disse ele sentando-se – então, pronta pra arrasar?
- Com certeza! O que posso fazer?
- Bem, pra começar tire a roupa... – Howard falou como se fosse a atitude mais normal do mundo pra ela.
- Como é? Quem você pensa que é? Ou melhor, quem você pensa que eu sou?
- Ok, - ele foi anotar algo num papel – você já passou no 1º teste.
- Ã? Como? Isso está tão confuso... O que você quer dizer?
-Calma null, me desculpe mas esse é o teste primordial para ser aceito na nossa empresa.
- Ainda não entendo...
- Nós não podemos contratar qualquer um. E saiba que no nosso ramo muitas pessoas, especialmente garotas, só entram pra dar uma de tiete depois. Por isso fazemos esse teste. Pra saber se a pessoa é ou não uma impostora. E você não é!
- Credo! Você me assustou, mas me fala... Muita gente reprova nesse teste.
- Pra falar a verdade. Esse é o teste que mais reprova candidatos, só pra essa vaga, as quatro outras garotas que fizeram, reprovaram aqui.
- Nossa! Que vadias.
- É, mas eu não as culpo por dois motivos. Trabalhar com seus ídolos é muito tentador.
- E o outro motivo...
- Eu sou lindo demais não sou?!
Os dois riram e conversaram sobre interesses profissionais por algum tempo. Depois Howard levou null para uma cabine de gravações onde a explicava todos os detalhes de mixar uma música.
Edições, etc., em seguida pediu que ela editasse e mixasse uma música.
Ela o fez, e melhor do que o esperado. No fim do dia a notícia. null estava contratada.
Ia trabalhar numa das maiores gravadoras da história, e só de pensar em quem sabe encontrar um de seus ídolos pelos corredores de lá, já dava arrepios.
Enfim, largar aquela ‘antiga vida’ e tudo de ruim que já havia passado para chegar até ali.

CAPÍTULO 3

null já estava trabalhando lá há dois meses, e tudo melhorara.
Seu salário era melhor, ela fazia o que gostava no trabalho, e tinha mais tempo livre, pois trabalhava ‘apenas’ oito horas por dia,
o que a fazia pensar no que gastar esse tempo, ou melhor, com quem gastar, mas isso era o de menos. Ela estava radiante, havia feito amigos, adorava quando a chamavam de ‘null’, mas sem dúvidas o melhor de tudo era sempre ver de perto os seus maiores ídolos. Já falava até com alguns deles.
Só faltava mesmo era conhecer o My Chemical Romance, sua banda favorita, mas que ainda estavam terminando uma turnê. Por isso não aparecia nos estúdios.
Tinha trabalhado na gravação de dois álbuns de duas bandas novas, daquelas que pagam pra gravar. E eles ficaram ótimos, toda a crítica a elogiou, e com certeza logo seria promovida.
Apesar de tudo estar indo bem, null continuava traçando metas a seguir. Agora queria mesmo era trabalhar numa turnê.
Não importava qual a banda, mas a emoção de sair em tour era indescritível para ela.

...

Mais dois meses se passaram, e null havia subido de cargo duas vezes. De ajudante para editora de gravação. E depois, de editora para diretora de gravações.
Estava cada vez melhor, principalmente por já ter visto algumas vezes os garotos do MCR que preparavam mais um CD, mas ainda não havia conseguido seu maior desejo.
Até que em uma sexta-feira, Howard pediu que null comparecesse na sua sala com urgência.

- O que é Howard, ‘tô no meio de uma edição. Algum problema?
- Talvez. Só depende de você.
- Ai, você ‘tá me assustando, fala logo!
- É que o meu melhor funcionário se demitiu duas semanas antes de sair em turnê com uma banda.
- E...
- E você é a única em quem eu confio pra ficar no lugar dele.
- Peraí, me deixa ver se entendi... Você quer que eu saia em turnê com uma banda?!
- É, mas se você não puder tudo bem... Eu entend...
- Não fala mais nada pe-la-mor-de-Deus! Lógico que eu aceito. Esse é meu sonho!
- Mas você não quer nem saber quem é a banda?
- Não interessa!
- Então você acha que agüenta cinco caras por cerca de cinco meses?
- Cinco anos se for preciso!
- Então beleza! Segunda-feira bem cedo esteja aqui, pois eu vou convocar uma reunião geral, pra que você conheça melhor os rapazes ok?!
- Claro. Valeu mesmo Howard.
- Nada, obrigada você.

CAPÍTULO 4

Já fazia mais de 45 minutos que Howard e null estavam sentados numa mesa de reuniões esperando a tal banda.
Ele não parava de olhar para o visor do celular e ela já tinha se debruçado na mesa, quase dormindo. Quando alguém abriu a porta dizendo:

- Pow Howard, foi mal mas o trânsito dessa cidade ‘tá uma merda cara! Ops, tem dama no recinto...
null levantou a cabeça, vendo aquele cara alto e magro entrando na sala, e se assustou percebendo quem ele é.
Em seguida, outros quatro rapazes entraram, cumprimentaram Howard, e ficaram olhando para null de boca aberta olhando fixamente para todos eles.
Quando ela ‘acordou’ do transe, se levantou e estendeu a mão para os meninos em forma de cumprimento. Todos sentaram e começaram a conversar.
Aos poucos a garota foi se soltando e perdendo toda aquela timidez de quando deu de cara com ninguém mais ninguém menos do que os integrantes da sua banda favorita, a MY CHEMICAL ROMANCE.
- Bem gente, essa é a null que vai substituir o Edward na próxima turnê de vocês. – Howard apontava para a menina.
- Desculpa, mas ela não é muito novinha pra trabalhar numa turnê com cinco caras?! –
null por algum motivo não havia gostado muito da ideia.
- Que ela é novinha é verdade, mas tem uma capacidade imensa, e eu tenho absoluta certeza de que ela vai fazer um trabalho magnífico ao lado de vocês.
- Mas então, null, você não é americana é? – null perguntou.
- Não sou mesmo. Eu sou brasileira, estou aqui há mais ou menos dois anos. – ela respondeu.
- Brasil é?! Interessante... – ele disse se aproximando dela e passando o braço pelo seu ombro.
A conversa foi muito divertida. O tempo todo, os meninos faziam palhaçadas entre eles, e já envolviam null nelas.
Muitas vezes, acabavam fazendo piadinhas e brincadeirinhas com o fato dela ser brasileira. O que acabaria normalmente com tapas, ou palavrões normalmente, com eles era apenas motivo de risos para null. Na verdade ela até gostava disso.
Enfim, combinaram tudo para a tour, sairiam em duas semanas, e ficariam na estrada por cerca de cinco meses.
Nos dias seguintes, nada estragava a felicidade de null que estava super ansiosa. Mas a melhor parte, era sempre esbarrar com os rapazes pelos corredores da gravadora.
Ela já tinha até tomado um cafezinho com o null, e emprestado alguns CDs do null. Tudo estava saindo melhor do que o esperado.

CAPÍTULO 5

O grande dia havia chegado, e o combinado era todos estarem às sete da manhã nos fundos da Warner para se despedir de amigos e familiares.
Não foram muitas pessoas para essa despedida. Estavam lá, dois primos do null, alguns amigos de null e null, o pai e o avô de null e uma tia de null.
A tia de null não pode ir então se despediram em casa mesmo.

Tudo pronto. Entraram no ônibus, e seguiram viagem. null sentou em uma das camas perto de uma janela, por onde ela olhava a paisagem que passava.
Era indescritível a sensação de estar em turnê, mesmo que por apenas cinco minutos, ela não conseguia medir sua felicidade.

...

Os meninos sentados ao redor da mesa conversavam:

- Brasileira ela né?! – disse null fazendo sinal com a cabeça para onde null estava.
- Não sei, mas eu acho que ela ficou meio a fim de mim... – null falou, fazendo cara de desentendido e levando um pedala de null.
- Por que vocês não fazem uma aposta? – null perguntou.
- Como assim? – null enrugou a testa.
- Quem pegar ela primeiro, ganha!
- O que? – null se adiantou.
- Além de uma noite quente com uma brasileira safadinha... Eu aposto $10.000,00! – null bateu na mesa.
- ‘To dentro, e também aposto $10.000,00! – null disse.
null e null também aceitaram.
- E você null?! – null perguntou para o amigo que não tirava os olhos do monitor do Laptop.
- ‘To fora! Vocês nem sabem se ela é boa de cama, além disso, é só uma garota... Não vejo nada de mais...
Os garotos deram de ombro e continuaram conversando sobre outros assuntos.
Durante os primeiros dias null prestou muita atenção em null, ela não queria admitir, mas estava louca por ele.
Tão louca que nem percebia as investidas de null e null que a rodeavam o tempo todo.

CAPÍTULO 6

A rotina de shows e eventos começou. Apesar de estar adorando tudo, null nem imaginava o quão cansativo era aquele trabalho, mas o que a animava para continuar era null, os dois estavam cada vez mais próximos.

- E aí cara? Ainda não pegou a brasileira por quê? – null perguntou.
- Sei lá, ela parece uma garota especial, não quero estragar tudo! – null baixou a cabeça.
- Peraí, é impressão minha ou você ‘tá a fim dessa brasileira aí?!
- E... Eu..? Mas é claro que não! Aposta é aposta, e eu só quero ganhar essa!
- É assim que se fala brother! Mas me fala, não rolou nada mesmo ainda?
- Não! Você sabe!
- Mas é que vocês dormem toda noite juntos, e conversam tanto... Ela já te contou as posições preferidas?
- Cala boca seu idiota! A null não é exatamente como eu pensava, nem como você e os outros ainda pensam. Nós falamos de música, cinema, livros e outras coisas do gênero...
- Nossa que gay! Mas se cuida hein?! Porque hoje de manhã eu vi o null fazendo uma massagemzinha nela.
- Ah...! Quer saber?! ‘Tô cansado dessa aposta idiota!

null foi até o trailer, mas não encontrou null. null disse que ela havia seguido para um bosque bem atrás de onde estavam estacionados. Então ele correu para encontrá-la. Ela estava sentada debaixo de uma árvore enorme, quando null se aproximou, ela pediu que ele ficasse junto a ela.

- Eu estou adorando trabalhar com vocês... Principalmente com você... – null disse meio envergonhada.
- É eu também adorei te conhecer. null, você é uma garota incrível! – null aproximou-se um pouco mais, encostou sua mão gelada no rosto de null e olhou nos olhos dela.
- null, não... Nós estamos trabalhando juntos...
- Que se dane o trabalho se eu não puder te dar prazer!
- Nossa, assim você me assusta...
- Eu quero você há tanto tempo... Desde que te vi pela primeira vez fico imaginando ter você com o corpo colado ao meu... – ela se aproximava cada vez mais, agora roçava o nariz no dela.
- Eu também quero você pra mim... Preciso de você em mim!

Os dois se beijaram fortemente, mas null conseguiu se afastar por um instante...

- Desculpa null, mas eu quero um relacionamento sério e você não parece ser do tipo que quer casar...
- “Que saco! Essa menina ‘tá fazendo muito cu doce pro meu gosto...” – null pensava consigo mesmo. – “Espero que todo esse esforço valha à pena!” – ele continuava.
- Por você eu faço qualquer coisa... Olha... Tive uma ideia... – ele tirou um canivete do bolso. – Podemos escrever nossas iniciais nessa árvore...
null cortou a árvore escrevendo nela. Voltaram então, a se beijar como nunca, cada vez ambos se mostravam mais animados, pois muitas ‘mãos bobas’ vinham de todos os lados.
Ao passar dois dedos pela parte mais sensível de null a menina hesitou:

- Não null, aqui não! Alguém pode nos encontrar aqui.
- Você tem razão. Eu conheço um lugar muito gostoso aqui perto, podemos ir para lá...

CAPÍTULO 7

Sem avisar ninguém os dois foram para um hotel na beira da estrada, a cerca de 20 km do trailer. Pegaram a chave e entraram num quarto bem escuro com uma grande e alta cama no centro e um largo sofá perto da parede.
null fechou a porta com dificuldades, pois null não o largava. Ele virou para ela a pegando no colo e empurrando fortemente contra a parede mais próxima.
Passou a beijá-la como louco, às vezes chupava forte o lábio de null que puxava o cabelo dele com uma mão e com a outra arranhava suas costas por baixo da roupa.
null resolveu então, jogá-la no sofá. Ele o fez. Admirou-a por alguns instantes fazendo cara de tarado, enquanto null sentava no sofá com as pernas abertas de frente para ele também fazendo uma cara bem sensual.
null ajoelhou-se na frente dela, tirando a sua blusinha. Ela fez o mesmo com a camisa que ele usava. Os dois se fitaram e rapidamente ela o envolveu com as pernas trazendo-o para mais perto, começaram então, outro violento beijo.
null passeava com as mãos por todo o lado esquerdo do corpo de null e beijava seu colo, ela se preocupava agora em alcançar a bunda dele sem sucesso.
null afastou-se um pouco e foi beijando a barriga dela até chegar ao cós da calça dela, lá ele começou a descer o zíper da mesma olhando vez ou outra para o rosto de excitação que ela fazia.
Não tardou a calça estar no chão com as outras roupas deles. null levantou e tirou sua própria calça ficando de frente para null que olhava para o seu corpo com cara de desejo.
Ela sem pensar pegou na bunda dele, puxando-o para mais perto, fazendo com que encostasse seu membro ainda coberto no rosto de null, que roçou o pênis de null.
Ele olhava para cima mordendo o lábio inferior. Ela olhou para ele, e começou a descer a boxer de null o olhando profundamente nos olhos.
Depois disso, passou a fazer movimentos circulares com a língua em torno do membro dele, mas sem encostar, só para deixá-lo mais maluco.
null passava as mãos nas costas de null e acabou tirando seu sutiã, encostando as mãos nos mamilos da garota.
Ela beijou a glande dele, fazendo-o olhar novamente para cima, mas dessa vez soltando um gemido que logo foi seguido por outros. Resolveu então, passar a língua por todo ele sempre de baixo para cima, e quando chegava à ponta, chupava com força.
Depois de fazer isso algumas vezes foi colocando-o na boca devagar, null puxava o cabelo dela. null conseguiu abocanhar boa parte dele, então passou a fazer movimentos de vai e vem, tirando e colocando o pênis de null na boca.
Fazia isso rápido, em seguida cuspia e lambia a glande. Fez isso muitas vezes, até sentir o pré-gozo de null que já estava gemendo muito alto.
Ele abaixou-se, tirando a calcinha dela. Voltou sua atenção para os seios já duros de null, beijava e chupava com vontade, às vezes cuspia neles e em seguida os lambia bem devagar olhando para null.
Aquilo fazia a garota jogar a cabeça com força para trás e segurar forte o cabelo de null. Ela o chamou para mais um beijo que não durou muito, pois null queria mesmo era retribuir todo o prazer que ela já havia lhe proporcionado.
Desceu até a virilha dela, a apertando, mordendo e arranhando. Resolveu então, encostar a língua levemente em null que puxou com muita força a cabeça de null para trás fazendo-o morder seu clitóris.
Ele voltou para a vagina da garota com ainda mais vontade, passando a língua por tudo, enquanto ela gemia alto sem pudor.
null colocou sua língua na abertura de null a fazendo sentir-se rasgada pelo meio. Ele então voltou para o clitóris, e penetrou dois dedos nela,
fez movimentos leves no início que logo se transformaram em investidas rápidas e fortes, tanto com os dedos como com a língua.
null adorava chupar todo o líquido que saía de null e cuspir de novo lambendo com mais vontade em seguida.
Ao sentir que null estava quase gozando ele parou e os dois começaram um novo beijo, enquanto se beijavam, null pegou null no colo e a levou para a cama onde a deitou e rapidamente se posicionou sobre ela a penetrando com muita força e de uma só vez o que deixou a menina sem ar, e acabou sentindo também uma pequena sensação dolorida que logo desapareceu dando lugar a um prazer extremo e sem explicação.
null não teve nem por um instante pena dela, colocava seu pênis em null com força e velocidade fora do normal, os dois gemiam alto, ele as vezes quase iniciava um grito ou coisa parecida mas sem parar um minuto sequer de penetrá-la.
Ele apoiava uma das mãos no colchão e a outra passava pelos seios de null que mantinha suas mãos na bunda de null o puxando para mais perto como se isso fosse realmente possível.
Ambos já não se agüentavam mais e os gemidos passaram, sim, a ser gritos, null e null não pensavam em mais nada, eles gritavam feito loucos, então ele intensificou ainda mais as investidas, quando em seguida, os dois sentiram aquele líquido pegajoso, um do outro vindo em sua direção.
Tiveram então, alguns espasmos ainda unidos pelo membro de null que logo depois deixou o corpo de null envolvido pelo gozo dos dois.
Ele caiu exausto do lado dela ainda com os pulmões procurando por ar. null encostou sua cabeça no peito de null no mesmo estado que ele, e ali dormiram o resto da noite. Nus. Completos.

CAPÍTULO 8

No dia seguinte, eles voltaram para o trailer, e durante o resto do dia tiveram que ouvir piadinhas do tipo: ‘namoradinhos, não falta dar mais nada!’. Mas eles nem ligavam.
No fim da tarde null precisou sair para resolver alguns probleminhas de um show, e os meninos chamaram null para a conversa.

- Olha só... O cara ganhou mesmo a aposta! – null ironizou.
- É... Eu já estava até com esperanças... – null baixou a cabeça.
- Aposta?! – null perguntou. – Ah, é a aposta! Quer saber, nem quero mais saber desse dinheiro. Podem ficar com ele. – ele deu de ombros.
- Cara você é mesmo um perdedor! Nem acredito que aquela brasileira seja tão boa assim... – null brincou.
- Cara, eu já ‘to de saco cheio! Para de falar assim dela! Você nunca vai chegar a ser nem um oitavo do que a null é como pessoa!

null saiu correndo, foi para aquele campo perto de onde o Trailer estava estacionado e ficou refletindo tudo que estava vivendo.
Na banda, na vida, com null... Ele tinha tantos problemas, e só conseguia se esquecer de tudo quando estava ao lado dela.
Nada mais fazia sentido fora null. Ele a amava. Todos os momentos que viveram juntos agora pareciam tão remotos, mas mesmo assim null via null como um anjo, ele se lembrava de seu rosto, seus lábios tão perto e que não estavam sendo tocados, os cabelos dela, suas mãos, como eram macias, a pele dela, mas principalmente seus olhos. Aquilo tudo mexia com ele, e com seus sentimentos.
null resolveu então, tomar uma decisão definitiva.

CAPÍTULO 9

Algumas horas depois os garotos ainda estavam conversando, até que null se aproximou deles ansioso e disse:

- Galera, o Jeff ligou pra mim dizendo que precisa falar com vocês urgente na casa dele!
- Mas como? A gente ‘tá em tour... Vou ligar pra ele... Droga! Não tem sinal nesse inferno aqui! – null deu um soco na mesa.
- E a casa do Watson fica a mais de 150 km daqui! – null continuou.
- Isso quer dizer que é algo muito sério... Quer dizer, mesmo a gente estando tão longe ele quer nos ver urgente... – null completou.
- Não tem como! Como vamos deixar o trailer sozinho? E a null, ela nem levou o celular... – null coçou a cabeça.
- Sem problemas. Vocês vão e eu cuido de tudo aqui! – null se fez de desentendido.
- Então ‘tá! Vambora pessoal! – null e os garotos entraram no trailer e pegaram algumas coisas sem nem prestar atenção em como null estava nervoso e estranho com aquela situação.
Em pouco tempo, todos já estavam prontos para viajar mais ou menos duas horas até se encontrarem com Jeff.
Logo que saíram null se deu conta da burrada que havia feito.
Na verdade Jeff não havia ligado, não tinha reunião nenhuma, ele só inventou toda essa história para poder conversar com null a sós, null queria abrir o jogo e dizer que a amava.
Mas a besteira já havia sido feita, então null parou pra pensar no que diria exatamente à null.
Para isso, ele deixou um bilhete no trailer dizendo que estaria no bosque.
Ao chegar, depois de algum tempo, null notou um silêncio estranhamente muito profundo no lugar.
Entrou, leu o bilhete de null, e seguiu preocupada para o bosque.

... Alguns quilômetros dali ...

- Cara! Você é mesmo um gênio null! – null abraçou o amigo.
- Se não fosse por você, nós chegaríamos à casa do Jeff em mais de duas horas, mas graças ao conhecimento em helicópteros, conseguimos alugar este! – null não continha a felicidade.
- Não foi nada não! Agora só espero que não seja nada de grave o que o Watson vai falar... – null e os garotos estavam muito preocupados.

...minutos depois...

- E aí Jeff? Tudo bem cara?! Viemos o mais rápido possível! – null gritou ao sair do helicóptero por causa do barulho.
- O que vocês estão fazendo aqui? E a turnê? Vocês estão loucos? Deixaram o trailer sozinho? – Jeff levou as mãos à cabeça enquanto os garotos desciam do helicóptero sem entender nada.
Depois de todos descerem, foram correndo até a varanda de Jeff, onde pararam pra conversar.

- Mas o null nos deu o seu recado. – null disse.
- Que recado? Eu não falei com o null desde que vocês saíram em tour! Nem dei nenhum recado pra ninguém! Que brincadeira de mau gosto é essa hein?! – Jeff também não entendera nada.
- Então quer dizer que ele mentiu pra gente? Mas, por quê? – null tentava achar uma solução.
- Eu não sei o porquê. Mas de uma coisa eu tenho certeza! O null me paga! – null estava visivelmente enraivecido.
- Então vamos logo embora! – null falou e todos o seguiram. Entraram no helicóptero e seguiram para o trailer.

... no bosque ...

- O que ‘tá acontecendo? Cadê todo mundo? – null se aproximava de null.
- Eles foram para a casa do Jeff. – ele respondeu cabisbaixo.
- Mas pra que? O Jeff mora longe! Não entendo... – ela ficou ainda mais confusa.
- Eu menti pra eles. Disse que o Jeff ligou e chamou a gente urgentemente, mas é mentira.
- Você é doido? Pra que isso? Eles vão acabar com você!
- Eu sei, e assumo o risco. Mas o motivo pelo qual fiz isso não me deixa arrependimento... Eu menti por você, por nós dois.
- Como assim?
- Preciso te confessar algo, Princesa! – null puxou null para si, encostando a cabeça da menina no seu peito e acariciando seus cabelos.
- Então fala logo! – ela apertou-se ainda mais contra null, fazendo desaparecer qualquer vestígio de espaço que houvesse entre eles.
- Eu...
null não pôde terminar a frase quando...

- Então é por isso? Você fez a gente de otário pra ficar com essa vadia?! – null gritava enquanto ele e os garotos se aproximavam de null e null que agora se levantavam.
- Calma gente... Eu explico... – null entrou na frente de null.
- Não tem o que explicar! Eu já entendi tudo! Você gostou da brasileira na cama, e queria repetir a dose! – null insistia.
- Do que ele ‘tá falando? – null perguntou.
- É que eles fizeram uma aposta, você não soube?! – null ria sarcástico. – Quem pegasse você primeiro, ganhava além de uma noite com você, $10.000,00 de cada um!
- Isso é sério null? Como você teve coragem de me enganar desse jeito? – null começou a chorar e saiu correndo.
-Espera! Espera! Eu tenho que explicar tudo direito! A aposta aconteceu mesmo, mas não foi bem assim... Além disso, eu descobri que te amo! – null andava apressado atrás de null que nem olhava para trás.
Ela então parou, virando-se para ele.

- Já não me fez de idiota o bastante? Do que mais você precisa? Tem mai alguma forma de me humilhar mais? Eu não sei como pude ser tão imbecil, mas chega!
Agora chega! – ela continuou andando. – E não me siga!
null parou arrasado e começou a chorar. null e null se aproximaram.

- Fala a verdade, por que você fez isso? – null estendeu a mão para o amigo.
- Eu comecei a gostar de verdade da null, e queria falar a sós com ela, por isso inventei a ligação do Watson. Me desculpa galera, não sei onde eu estava com a cabeça... – null levantou-se com a ajuda de null e se explicava enquanto voltavam para o trailer.
Ao chegar lá, null se explicou e pediu desculpas a todos eles. Os garotos pareceram aceitar bem, menos null que continuou discutindo, e tentando fazer com que os outros ficassem contra null.
Certamente ele não estava completamente errado, afinal, eles foram feitos de bobos, mas levar aquela briga a diante não traria nenhum beneficio, muito pelo contrário, só trouxe prejuízos.
null não suportava mais ouvir a voz de null falando naquilo, e já estava preocupado com o paradeiro de null que não deu notícias.
Resolveu então ir a outro lugar, para fugir das acusações de null.
Ele seguiu àquele hotel, aonde levou null da outra vez, sem saber que a garota também tinha ido para lá.

CAPÍTULO 10

null ainda muito abalada pediu um quarto, o número 9, pegou a chave e foi.
Lá, ela deitou na cama para pensar e se torturar com o fato de ter sido enganada pelo homem que agora ela amava. Então era isso! Ela o amava, demais, como se fossem feitos unicamente para ficarem juntos.
Mas não era o que ele sentia, nem pensava. “Era só sexo?” ela pensava. Apesar do pouco tempo juntos, a certeza do amor de null era completa para null, mas agora tudo havia mudado.
Quando parou para pensar em tudo que estava acontecendo, ela percebeu que aquela sua vontade de mudar, de obter algo, de conseguir concluir uma meta, havia desaparecido.
Depois de conseguir seu trabalho dos sonhos, null só tinha mais um sonho, ter um grande amor, e este não poderia mais ser alcançado, pois null não queria nada demais com ela.
Era difícil aceitar, mas ela não tinha mais nenhum objetivo nem certeza. Bem, na verdade ela tinha sim uma certeza, a morte! Ao pensar nessa possibilidade, null se assustou, resolveu ocupar a cabeça com outra coisa, seria difícil, mas ela teria de tentar.
Ela saiu do quarto e foi até uma máquina de refrigerantes no corredor. Enquanto esperava a latinha observou a entrada do hotel e viu null entrando pela porta, sentiu no mesmo instante um vazio que subia e descia pelo seu estômago.
Ela bateu na máquina que não cuspia a latinha, mas foi em vão. Ao perceber que null vinha na sua direção, null voltou correndo para o quarto, e ficou espiando pela janela.
Ele entrou no quarto ao lado, onde os dois tiveram um encontro bem mais amistoso outro dia. A dor invadiu seu corpo novamente.
null foi até a parede onde seu quarto fazia divisa com o de null, encostou suas costas lá e foi escorregando até o chão com as mãos no peito, num pranto silencioso.
Cada lágrima que escorria de seu rosto tinha gosto de sangue, de tristeza e desespero.

null não podia controlar a dor no seu peito. Ao entrar no quarto, sentou num canto encostado na parede, exatamente de costas para null.
Pensava em como tinha sido egoísta e estúpido. Por que não havia contado a ela da aposta? Agora seu maior desejo tinha sido destruído pelo destino, e não teria como voltar atrás.
null nunca amou antes, achava que nunca conseguiria sentir algo mais intenso do que tesão por alguém, mas agora ele viu que o sentimento por null era muito mais do que uma simples excitação.
“Tarde demais para me arrepender”. null começou a pensar na sua vida como um todo. Nada parecia estar indo bem.
Sua relação com null não era boa há algum tempo e isso atrapalhava na hora de trabalhar em palco.
Seus negócios fora da banda não andavam muito rentáveis. Havia perdido muito dinheiro em ações. Um de seus cães estava doente e ele não podia estar por perto.
Mas o que mais o incomodava era ter decepcionado null. Ao perceber que tudo estava errado, null pensou em ir atrás dela, tentar se explicar de novo, mas, por onde procurar?
Ele não fazia ideia de onde null estaria. Analisando um pouco mais, null chegou à conclusão de que seria melhor deixá-la livre, pois ele acreditava ser capaz de fazê-la feliz o suficiente.
Sem objetivos, sem ânimo, sem forças pra continuar vivendo, null puxou o canivete que carregava no bolso e empunhou-o contra seu próprio pescoço, respirou fundo e afundou a lâmina na pele.
O sangue de null escorreu pela sua roupa até tocar o chão. Quando percebeu que demoraria muito tempo até tudo se acabar, ele começou a chorar desesperadamente.

...

null que ainda chorava, agora ouvia gritos de aflição vindos do quarto de null, ela parou de respirar por alguns instantes e pode perceber que era a voz dele que agora ecoava por todo o lugar.
Sem pensar em mais nada, null saiu correndo do quarto onde estava para o de null, não foi difícil arrombar a porta, pois a casa era velha e a madeira já não era tão resistente.
Ao entrar, ela olhou para o canto onde ele estava. Evanescendo-se em sangue. null correu para perto, se abaixou analisando os ferimentos dele, e constatou que logo não o teria mais por perto, nem para pedir perdão.

- Eu vou buscar ajuda! Não vai embora, por favor... – ela chorava enquanto alisava o rosto de null.
- N... Não vá! Deixe-me morrer... Esse é meu último pedido. – quase sem forças ele segurou o braço dela.
- Por que null? Por que foi acabar com sua vida? Você tem sucesso, dinheiro, mulheres, fama...
- Posso ter mesmo tudo isso, mas o que eu mais quero, não posso ter... Você!
- Não fala isso. Você fez aquela aposta, não quer nada sério comigo...
- Mesmo ganhando a aposta, eu não aceitei o dinheiro, e briguei com os rapazes quando falaram mal de você. Só aí fui perceber que te amo!
Mas agora é tarde... Meu último e maior medo será concretizado em poucos minutos.
- Q... Que medo?
- O de morrer sozinho. Mas não se preocupe. Sempre saiba que pelo menos uma pessoa te amou mais do que a si própria. Eu.
- Eu não posso e não vou deixar seu medo vencer!

null meio assustada pegou o canivete do chão, colocou-o na altura do punho esquerdo e se cortou com toda força, fazendo com que um pouco de sangue espirrasse na roupa de null.
- Não! – ele ainda gritou, mas não foi o bastante para conter a ação dela.
Ele puxou-a para perto de si, null sem exitar deu-lhe um selinho demorado, depois se encostou ao peito dele.
Os dois ficaram ali por longos minutos, em silêncio, apenas sentindo a respiração e o sangue um do outro que agora se misturavam, formando um só.
null sentiu uma dor muito forte perto do peito, e percebeu que não agüentaria por muito mais tempo,
então com esforço, passou uma das mãos pelos cabelos de null, deixando-os com sangue, em seguida deu um leve beijo no topo da cabeça dela, o que fez seus lábios ficarem manchados também.

- Princesa... – ele sussurrou. – Você consegue me escutar?... Fala comigo! – ao perceber que o grande amor de sua vida se fora, null disse:
- Às vezes achei que morreria sozinho, mas você não deixou que isso acontecesse. Sempre vou te amar... – depois respirou fundo – Até logo!
Dizendo isso, null se foi, junto com sua amada para uma vida talvez melhor.
Nunca saberemos direito como essa história acabou, pois afinal, depois da morte, o que nos espera?
Lógico que, se houver mais além daqui, podemos ter a certeza de que null e null viveram SIM felizes para sempre.

FIM

Heeeey MCR fans!!!
Espero mesmo que vocês tenham gostado tá?!
Essa é mais uma das minhas Fics que saem sem querer, mas depois ficam com gostinho bom! (nuooossa, que comparação terrível!)

Vc deve estar se perguntando como esse meu comentário está sendo tão 'bem humorado' depois de escrever uma Fic dessas!
Pois bem, saiba que eu estava sim, bem deprê, mas uma notícia me animou agora à pouco:
Ontem nasceu a filhinha do Gerard! Estou tããão ansiosa pra saber como ela é! Enfim..:
'' WELCOME TO THE WORLD 'BANDIT LEE WAY' ''

Outras Fics de minha autoria:
Call My Aunt Marie
Cartas de Despedida

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PS: Faça uma autora feliz e comente!

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