O amanhecer do outono sempre fora o favorito de null. Ela sempre acordava mais cedo para ver o sol nascer e voltava para a cama antes que null pudesse parar de roncar. Mas, naquela manhã, ela não queria voltar para a cama. O vento frio batia em seu rosto e seus cabelos vermelhos voavam levemente com a brisa. A visão dela com a camisola branca, se abraçando à luz da manhã parecia um quadro pintado pelo mais talentoso artista. Pelo menos foi isso o que null pensou quando acordou e a viu.
- Eu poderia passar o dia todo te olhando assim, mas a cama está fria demais sem você aqui. - ele disse depois de ter colocado seus óculos.
null riu, mas não era seu riso normal. Era tenso e preocupado, ela sequer havia olhado pra ele. Apenas suspirou e se abraçou mais forte.
- null? O que houve? - ele perguntou se levantando da cama rapidamente, mas ela abaixou a cabeça. Parecia congelada daquela forma.
null desfez o laço de braços que ela havia feito, e levantou seu rosto com uma mão. Surpreendentemente os olhos verde-esmeralda estavam brilhantes de lágrimas e havia indecisão em seu rosto. Ela não estava feliz ou triste, ela estava entre os dois níveis de sentimentos e, por algum motivo, ele sentiu seu coração apertar.
- null? - e ao ouvir seu nome tão carinhosamente, ela chorou. - Não, não chore, meu amor. O que foi que aconteceu? null...
Ele a abraçou, o mais forte que podia sem machucá-la. E sentiu o corpo frágil de sua esposa sacudir em lágrimas. Resolveu não falar nada enquanto ela não se acalmasse e isso levou algum tempo, mas null era uma garota forte e quando parou, o encarou. Seus olhos haviam ficado mais claros, graças às lágrimas, mas ela estava mais firme.
- Você se lembra de quando seus pais ficaram cobrando um neto? Como eu tinha ficado insegura e completamente frustrada? Até que você me chamou no canto, longe de tudo e me disse que também não achava ser a hora? Que tinha a turnê, que éramos jovens, que nós tínhamos a vida inteira. "Talvez em dois anos, amor" você disse.
null permaneceu em silêncio, ele se lembrava de toda aquela conversa. Havia sido uma noite difícil, uma semana difícil e ele tinha dito aquilo para a esposa a fim de tranquilizá-la. Não queria ser pai daquele jeito, por pressão. E não queria deixar null sozinha e grávida durante a turnê. Bom, a turnê havia acabado há dois meses e os pais começariam tudo novamente.
- Eu me sinto feliz, mas...
- null, amor, você precisa me contar o que está acontecendo. - null disse.
- Estou grávida, null. - ela falou num sussurro, levando as mãos ao ventre. - Eu... estou... grá...
Ela não conseguiu terminar a frase porque os lábios de null tomaram os seus com uma intensidade surpreendente. Ele apenas a beijou e a apertou contra seu corpo. null riu entre o beijo fazendo com que null parasse para olhá-la um pouco. Então, ela riu mais e nada era capaz de impedi-lo de fazer o mesmo.
- Garota tola. - ele disse levando as mãos ao ventre dela - Achou mesmo que eu me importaria com planos quando você me dá a notícia mais importante da minha vida? Vamos ser pais, Srª Jonas. Nós vamos ser pais!
As lágrimas de felicidade pareciam rolar como um bálsamo no rosto dela, e sua textura parecia de um carinho feito com a mais pura seda. null abaixou-se devagar e não desviando os olhos dos dela, beijou a barriga ainda lisa demais para perceber que seu filho crescia ali, mas ele sabia e isso era o suficiente. Fechou os olhos numa oração muda, pediu a Deus que protegesse e abençoasse seu filho ou filha. E agradeceu porque seu maior sonho estava se tornando realidade.
- Eu te amo. - ele sussurrou perto da barriga e null, pela primeira vez, ficou feliz que aquela frase não havia sido dita pra ela.
With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
I'll show you everything
With arms wide open
With arms wide open
null dançava pela sala de estar, rindo de qualquer coisa na música que ouvia. null podia ouví-la do quarto de cima, enquanto cuidadosamente organizava cada detalhe. null e null pareciam brigar por alguma coisa no canto do quarto onde devia ficar a estante do bebê, mas ele só queria prestar atenção.
Seu filho já tinha três meses e mesmo não sabendo o sexo, . null achava que era um menino, null não queria tentar achar nada.
- Acabei aqui. - . null disse enxugando o suor da testa.
O berço, a última coisa que faltava naquele quarto. Os tons de bege e branco se misturavam deixando o quarto como um cômodo sempre iluminado pelo sol fraco do amanhecer de outono. Todas as paredes eram brancas com detalhes em bege, exceto a da janela que era decorada por um papel de parede bege quase amarelo com finas listras brancas. O berço era protegido por um mosqueteiro que descia do teto numa armação protetora e havia ursinhos de pelúcia espelhados por todo o canto.
- Acho que você pode chamar a sua dançarina. - null disse colocando o último quadro, uma foto do casamento do irmão, onde ele a esposa sorriam.
null desceu as escadas e viu a mulher ainda dançando e alisando a barriga carinhosamente. Ele percebeu que ela dançava com o bebê, como se fosse seu par. 'Just the way you look tonight' tocava no rádio e ela apenas seguia o ritmo.
Se aproximando devagar, null abraçou null de repente, mas não lhe deu o susto que esperava. Ela jogou a cabeça para trás, encostando em seu ombro e, rindo, colocou as mãos dele sobre sua barriga.
- Ele gosta de música. - ela disse, sabendo que ainda era cedo demais para sentí-lo mexer, que ainda tinha três meses e nada podia esperar, mas também sabia que o filho se sentia bem quando ouvia qualquer música - Talvez ele goste mais quando o pai canta.
- Prometo cantar depois que você fechar os olhos e vir comigo. - null sussurrou - Tenho uma surpresa pra você.
Ela concordou silenciosa. Não gostava de surpresas, mas não ia contar isso. Era melhor ficar na expectativa muda. Subiram as escadas e então ela fechou os olhos. null colocou uma das mãos na cintura dela, acariciando-a levemente pela camisa de malha fina. . null riu, sentindo o arrepio tão conhecido subir pela espinha.
- Concentração, senhora. - ele disse num tom desejoso.
- Só se você me prometer que a perderei completamente depois. - null retrucou.
- Por favor, só me esperem ir embora. - null brincou saindo do caminho do casal.
null tirou a mão que tapava o rosto dela e todos viram que suas bochechas estavam tingidas de vermelho. null abriu a boca pra dizer alguma coisa, porém null o tirou de perto antes que outra piadinha saísse.
A porta fechada era do antigo escritório de null. Na verdade nem chegava a ser um escritório, era mais como uma sala para repouso e criação. Um canto só dele.
- Minha surpresa. - ele disse, embora fosse óbvio.
null parou para olhar e se aproximou. A respiração ofegante, o coração acelerado, algo estranho estava acontecendo. Ela olhou para null e sentiu os olhos encherem de lágrimas, não era alegria. Ele deu um passo à frente, exatamente na hora em que o grito de dor dela ecoou pelo corredor.
- null, amor!
O cheiro logo invadiu as narinas de todos e enquanto ajudava a mulher se deitar no chão, ele sentiu. Suas mãos, o chão, o short jeans, tudo estava sujo com um vermelho forte que parecia não parar de aparecer.
- O bebê. - ela sussurrou - null, nosso bebê.
A cena parecia passar em câmera lenta. A voz de null pedindo uma ambulância, null ligando para os pais e a respiração de null cada vez mais fraca, mais dolorosa enquanto seu corpo se movia em espasmos de dor. Não tinha mais força para falar nada, mas os olhos dela imploravam para que ele não deixasse nada acontecer com o bebê.
Ainda assim, ele sentia a vida dos dois escorrendo pelos dedos.
Well I don't know if I'm ready
To be the man I have to be
I'll take a breath, I'll take her by my side
We stand in awe, we've created life
A casa estava iluminada pelo sol de quase meio dia do dia seguinte ao acidente. Havia sido a pior noite da vida dos dois, mas ali estavam, ambos de pé, ainda que abatidos. null se apoiava em null e seu rosto estava pálido. Deixou a esposa no sofá, achando que era melhor fazê-la descansar antes de subir as escadas.
- Senhor Jonas, posso ajudá-lo em alguma coisa? - Dorota, a empregada, apareceu com o semblante preocupado.
- Um copo d'água, por favor. - ele respondeu cansado - A null precisa tomar um remédio.
Numa concordância muda, Dorota saiu em direção à cozinha e no mesmo silêncio ele colocou a mão na perna da mulher que mantinha o olhar perdido em algum escuro demais e particular demais para ele.
- A gente precisa conversar sobre isso, null. - ele disse com o tom de voz baixo e calmo.
- Não tem o que conversar, null. - ela respondeu fechando os olhos - Não há uma solução.
- O médico disse que continuar com isso pode te matar, null. - ele falou se levantando do sofá.
- Não me importo.
- Mas, eu me importo! - null se alterou - Você pode morrer! Morrer!
- Ele disse que há uma possibilidade, que será uma gravidez difícil, mas...
- Ele disse que há uma possibilidade de tudo dar certo, mas que é arriscado, perigoso. - respirando fundo por algumas vezes, null ajoelhou na frente dela - Por favor, amor, não faça isso.
- Você quer que eu aborte nosso filho. - ela disse firmemente, mas seus olhos estavam cheios de lágrimas.
- Não fala assim!
- Se você quer falar sobre isso, vamos usar os termos certos. Você quer que eu aborte nosso filho, que eu mate nosso bebê. -null se levantou do sofá, se afastando do marido.
null elevou as mãos na cabeça e engoliu as palavras quando encontrou o olhar da empregada que carregava nas mãos uma bandeja com dois copos d'água. Dorota entregou o copo nas mãos trêmulas de null, mas não tirou os olhos de null. Ele estava feroz, ferido e a "menina null", como gostava de chamá-la, estava desprotegida. Como se lutasse contra quem sempre amou.
- Dorota, eu preciso ficar sozinho com a minha mulher. - a voz de null saiu fria.
Ela ainda olhou por alguns segundos para a menina e incerta do que fazer, saiu da sala. null começou a beber a água devagar, sem encarar null.
- Eu não vou te perder para essa... essa...
- Criança. - ela completou - Essa criança. E você não vai me perder, amor. Essa criança é um presente de Deus.
- Me parece uma piada de mau gosto. - ele rebateu.
- Você sabe que não é assim. Esse não é você. Seus preceitos, conceitos, crenças. null, você não é assim.
- VOCÊ QUER QUE EU SEJA O VILÃO? ENTÃO EU SEREI O VILÃO. - null gritou. - Você não vai ficar com essa criança mais um dia. Diga adeus a ela hoje porque amanhã ela não estará mais tirando sua vida.
O copo que estava nas mãos da mulher parou na parede, estilhaçando-se em centenas de partes. null não demonstrou reação. Com passos cuidadosos e lágrimas molhando seu rosto, null se aproximou dele. A mão que guardava sua aliança e todas as promessas foi até o rosto do marido num carinho que fazia doer o mais profundo da alma dele.
- Eu vou fazer isso, null. - ela disse - Mesmo que eu faça sozinha.
E então, virou-se em direção às escadas.
- Para onde você está indo? - ele quis saber assustado.
- Ainda não vi a surpresa. - ela respondeu, ignorando todos os protestos dele para que ela se mantivesse longe daquele lugar.
Abriu a porta vendo que a poça de sangue já havia sumido e quando o quarto apareceu à sua frente, sorriu emocionada. Tudo ainda estava perfeitamente no lugar, tudo estava como num sonho.
Ela entrou, acariciando cada móvel, cada livro e foto que decoravam o lugar. Sabia que null estava parado na porta, mas o ignorou por um momento, até que viu. A foto do casamento, a prova de que conto de fadas podiam se tornar realidade como num filme qualquer da Disney. Pegou a foto e sentou-se na poltrona confortável, posta ali para que ela amamentasse seu filho. Colocou a foto no peito e com a outra mão acariciou a barriga. Então, olhou para ele.
- Você tem um pai incrível. - ela disse e mesmo olhando para null, era óbvio que falava com o bebê. - Ele tem medo algumas vezes, mas é o homem mais corajoso que eu conheci. Um cavaleiro com a armadura reluzente, tão lindo, tão perfeito. A primeira vez que olhei nos olhos dele, tive a certeza de que Deus sempre esteve olhando por mim.
As lágrimas desciam do rosto de null, mas sua expressão não mudara.
- Você vai me fazer um favor. - null continuou - Você vai protegê-lo quando o medo vier e quando ele olhar nos seus olhos, ele vai ter certeza de que Deus está olhando por ele também. E se eu não conseguir te ver crescer, ele vai saber exatamente o que eu diria para cada momento.
null deu um passo em direção a ela, sem secar uma lágrima. Depois outro passo, outro...
- E faça-o cantar todos os dias. - ela concluiu - Porque você gosta, porque eu gosto e porque é a vida dele.
Completamente rendido, null caiu de joelhos na frente da mulher e abraçou-a, mesmo sentada, fazendo com que sua cabeça ficasse apoiada no ventre já um pouco inchado por causa do bebê.
- Eu vou fazer isso, null. - null disse enquanto acariciava os cabelos dele.
- Não. - ele disse levantando a cabeça - Nós vamos fazer isso, null. Juntos.
If I had just one wish
Only one demand
I hope he's not like me
I hope he understands
That he can take this life
And hold it by the hand
And he can greet the world
With arms wide open
A neve caia fortemente lá fora, mas null não se importava. Gostava de como tudo cedia ao branco, de como aquela cor conseguia ser mais forte. Dedilhando alguns acordes no violão, ele via na lareira a dança das chamas.
- Amor? - a voz de null tirou-lhe dos pensamentos.
Levantou os olhos para ver a dona da voz que lhe acariciava os sentidos. null estava linda, com os cabelos soltos e livres, o rosto limpo de qualquer maquiagem e um leve vestido branco que ia até os pés a deixava parecendo um anjo.
- Vamos lá fora? - ela perguntou sorrindo enquanto lhe estendia a mão.
null pegou a mão da esposa e a acompanhou até o exterior da casa. Não tinha pensado no frio e na camisola de alças que ela vestia até sentir o vento congelante soprar em seu rosto.
- Vamos entrar, null. - ele falou segurando o braço da esposa, mas ela pareceu não ouvir.
- Quero ver você me alcançar. - ela disse fingindo correr.
Se não fosse pela cor mel de seus cabelos e sua pele dourada ou por sua velocidade mínima, ela sumiria naquela imensidão esbranquiçada. null sabia que só conseguiria tirá-la de lá se fizesse o que ela estava pedindo. E mesmo congelando até os ossos, ele começou brincar atrás dela, sem conseguir conter o riso. Correu um pouco mais do que achava que teria que correr. null estava particularmente animada naquela manhã. Até que, enfim, a alcançou.
Com rosto corado pelo exercício físico fora do comum, que não fazia há quase quatro meses de repouso, ela se agarrou no pescoço dele e juntando seus corpos, o beijou. Entre eles, null sentiu algo impedindo o contato completo e se afastou olhando para baixo. A barriga de null se fazia presente entre eles, grande e redonda, mostrando que seu filho estava ali, grande e forte. Sete meses, essa era a idade dele. Faltava tão pouco...
Devagar ele colocou a mão sobre ela e pôde sentir o bebê se mexer. Sorriu e olhou para a mulher, mas ela permaneceu séria.
- Eu te amo, null Jonas. - null disse e ela deu um passo para trás.
- O bebê. - ela chorou começando a tremer.
Ele conseguiu segurá-la antes que ela atingisse o chão, mas era como se tivesse segurando um cadáver. Frágil e mole, null se contorcia de dor, gritando e dizendo coisas sem sentido. null não sabia bem o que fazer. Tentou gritar por ajuda, mas ninguém parecia ser capaz de ouví-lo. Estava revivendo o pesadelo de meses atrás. Decidiu que seria a ajuda que a mulher precisava e colocou os braços embaixo do corpo da esposa, quando sentiu que algo quente escorrendo em sua pele.
O branco da neve, que antes parecia tão impotente e poderoso, fora vencido pelo vermelho escarlate do sangue de sua esposa na neve, misturado com a água da bolsa que estourara. null sangrava e aos poucos perdia a consciência.
- Não. Abra os olhos. Deixe-me ver seus olhos. - ele pediu sentindo o rosto ser inundado por lágrimas. - Amor, fique comigo.
Um grito de socorro saiu de sua garganta, mais forte e mais audível que qualquer outro grito dado em toda sua vida.
- Eu te amo. - ela sussurrou e fechou os olhos.
A hora que perderia sua esposa tinha chegado e null sentiu seu coração parar.
With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
I'll show you everything
With arms wide open
Now everything has changed
I'll show you love
I'll show you everything
With arms wide open
O sol brilhava fortemente no parque enquanto várias crianças corriam gastando toda a energia extra que carregavam. null estava sentado, observando um pouco distante a garotinha de cabelos castanhos cacheados que brincava no escorrego. Regularmente ela olhava para onde ele estava e sorria. Sempre querendo ter a certeza de que não a deixaria.
Ele nunca a deixaria, sabia disso há bastante tempo, mas a menina com sua inocência de uma criança de seis anos, ainda se questionava. E toda vez que a perguntava o quanto ele a amava, as respostas mais mirabolantes eram formadas. "Mais do que o céu tem estrelas"
"Mais do que o Tio Joe ama pizza.
"Mais do que o Tio Nick ama a si próprio.
Ela ria e então perguntava. - "Mais do que você ama a mamãe?"
Essa ele demorava a responder. Era impossível pensar na esposa e não pensar na filha e vice e versa, elas estavam conectadas, ligadas por um fio quase sobrenatural.
- No que você está pensando? - a voz de null o tirou do transe emocional.
- Na resposta que eu dou para a Marie sempre que ela me pergunta se eu a amo mais do que eu te amo. - null respondeu abraçando a esposa que trazia em mãos sorvete de menta com chocolate, seu favorito.
- E qual é mesmo? - ela brincou dando-lhe um beijo rápido e gelado.
- Que eu amo as duas mais do que a minha própria vida e que isso me faz prisioneiro de vocês - ele explicou olhando-a profundamente.
O desejo no olhar se acendeu e logo estavam procurando os lábios um do outro com uma sede e um amor que só crescia. Mas, foram interrompidos pelo grito agudo da filha que vinha correndo na direção deles com apenas uma palavra saindo da boca: sorvete.
null abriu os braços para pegá-la e quando a teve, fechou fortemente, como no dia em que ela nascera. Quando null desmaiara entrando quase em coma após dizer a ele que estava errado, que era uma menina. Quando ele prometeu, em meio às lágrimas e ao medo de perder a esposa e criar a filha sozinho, que estaria ao lado dela, para sempre.
Fim
Nota da beta intrometida:Faz tempo que não choro numa fic, cara... Ok, que One Life de James Morrison ajudou nisso, mas essa fic é linda, sério *-* Fiquei mesmo emocionada, porque não imaginei que você fosse colocar tanta história numa short fic ainda mais com um assunto tão clichê hoje em dia que é a gravidez. Parabéns, Barbara *-*
Atenção: Qualquer erro nessa fanfic é meu, então me avise por email. Se deseja saber quando essa fic vai atualizar, visite esta página. Obrigada. Xx.