Theme Park

Autora: Cami e Isa
Beta: Nati

- Alô? – disse null com voz de sono.
- null? O que você tá fazendo na casa do null a essa hora da manhã, hein mocinha? – null riu do outro lado da linha.
- Ah, não enche vai. Você me acordou – disse ela, com o mesmo humor de um hipopótamo pisoteado. – O que você quer?
- Queria saber se vocês tão a fim de ir no parque de diversões comigo e com a null hoje.
- ONDE VOCÊ ENFIOU MEU CELU... Ah, achei, esquece – berrou null, ao fundo.
- Ah, pode ser e... Espera! Por que eu tô escutando a voz da null aí, hein mocinho? – null riu, vingando-se.
- Hã... Ah, estamos quites agora. – Eles riram. – Vou chamar o null, você chama o null?
- Tá bom, vou avisar o null. – Silenciou-se por alguns segundos. – , A GENTE VAI PRO PARQUE HOJE, VIU?
- AH! Você tá me deixando surdo, sua louca! Tchau! – disse null, e desligou.
- OOOOOOOOOI! – null saiu do banheiro enrolado na toalha. – Me chamou?
- null e null chamaram pra irmos no parque com eles – disse null entrando debaixo das cobertas, pra se esconder da luz que vinha do banheiro. - MEU, É MUITO CEDO PRA TUDO! ESSAS CRIATURAS DA MANHÃ QUE FICAM LIGANDO AQUI NA SUA CASA, !
- Que estranho, o null e a null sempre dormem até tarde quando ela tá lá! Sabe como é né, ela deve dar um trabalhão pra ele... – disse null com a voz carregada de malícia.
- Pois é, aposto que eles viraram a noite... – disse null, e eles riram.
- Você não pode falar nada! – disse null apontando pra ela enquanto ria.
- Shiu aí, null – disse null, jogando uma almofada na cara dele em seguida.
- Ah, vai me mandar calar a boca? – ele disse se aproximando dela.
- Isso mesmo, vai fazer o quê? – Ela encaixou o rosto na curva do pescoço dele. – Hmm, você tá cheiroso.
- Eu sou cheiroso, é diferente.
null ia preparar-se para beijá-la quando a campainha tocou.
- AH NÃO! – null enfureceu-se. – MAS NÃO É POSSÍVEL, MAIS CRIATURAS DA MANHÃ! QUE QUE É ISSO? O LEITEIRO POR ACASO?
- null, nós... Nós...
null começou a ter um ataque de riso, enquanto null resmungando pegava uma camiseta de null no chão e se encaminhava até a porta. null foi atrás, quase caindo das escadas por causa do seu ataque de riso. null abriu a porta com uma cara nada simpática, enquanto null ia rindo atrás dela.
- Oi null – disse null.
null abriu um sorriso enorme e simpático. Logo em seguida null fechou a porta em sua cara.
- Tchau, null – sussurrou, seguido de um sorriso maquiavélico.
Logo em seguida, abriu a porta novamente.
- OI! – disse null. – Eu acordei cedo hoje, e...
- Percebi – disse null.
- ! ! – Surgiu null se recuperando do ataque de riso. – Nós, nós não temos um leiteiro!
- Então, como eu estava dizendo... – null foi entrando na casa e se sentando. – Acordei cedo hoje e pensei em vir passar o dia com o null, mas não esperava encontrar você aqui, null. Bom, sem problemas, é bônus, null.
- Legal – disse null, comprimindo os olhos.
- É cedo demais pra ela, dude – explicou null.
- Ah, entendi – disse null compreendendo. – OU PERA, É CEDO MESMO! O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI, MULHER?
- Não enche – ela respondeu levemente irritada, subindo as escadas em direção ao quarto.
- Ah, null! – null começou a falar. – null e null chamaram pra ir num parque de diversão hoje.
- Ah, bora.
- Aham, acho que daqui a pouco eles passam aqui. Liga aí pra eles, que eu vou subir pra por uma roupa.
- Ok. Só se controlem você e a null lá em cima, hein safadjhenhos – null disse rindo.
Depois de um tempo, quando null e null desceram vestidos, encontraram null, null null e null sentados no sofá da sala.
- E aí? Consertou o humor da null, null? – perguntou null assim que avistou os dois.
- OI MEUS LINDÕES! COMO ANDAM, HEIN? – null deu um surto de felicidade. – E , SEUS SAFADOS, TO SABENDO DE TUDO, HEIN!
- Responde sua pergunta? – disse null.
- Casal amigável!- chamou null, referindo-se a null e null. – Por que vocês não fazem um lanchinho pra nós enquanto a gente cuida da programação?
- Hmm, ok - disse null puxando null pela mão até a cozinha.
Chegando lá, null se sentou sobre a bancada e declarou:
- Agora cozinhe para mim, escravo.
null deu uma risada de lado.
- Ah, mas isso não tá certo, não.
- Não? Por quê? – Ela dobrou as pernas sobre a bancada.
- Porque eu que te queria de escrava - ele sussurrou no ouvido dela, puxando-a para perto.
De repente, null chegou batendo uma colher de madeira numa panela.
- EOOO, MENOS AMOR MAIS COMIDA, AÊ!
E sob a constante vigilância de null, que continuava batendo a colher na panela, null e null terminaram rapidinho os sanduíches.
- Tudo pronto, pessoal – declarou null, levantando uma cesta com os sandubas.
- Beleza, vamos indo então.
Foram para os carros: null, null e null no carro de null e null, null e null no carro de null.
- null, posso te fazer uma perguntinha? – disse null.
- Fala.
- Você sabe o caminho?
- Hã... O null sabe.
- Hãn? – disse null acordando de seu transe.
- Fudeu.
- Relaxa, amor, vou ligar o GPS, daí não tem erro.
Ligado o GPS, não demorou para que chegassem ao parque e encontrassem com os outros.
- Dudes, esse lugar é enorme! OLHA AQUELAS MONTANHAS RUSSAS! – berrava null, animado.
- OWN, OLHA, , TEM UM TÚNEL DO AMOR! – disse null, e as duas meninas suspiraram apaixonadas. – null, você vai me levar lá, né?
- Ahh, é, claro, claro – disse ele, sem prestar muita atenção no que a menina dizia, muito ocupado admirando o parque enorme cheio de atrações radicais à sua frente.
- VAMOS NA RODA GIGANTE! – decidiu null repentinamente, arrastando null pela mão até a fila do brinquedo. Os outros os seguiram.
Assim que chegaram ao fim da fila, entraram e acomodaram-se nos bancos, null com null, null com null e null com null.
- Dude, eu PRECISO de uma namorada. Não aguento mais ficar de vela pra esses quatro! – disse null, possesso. – Muito menos ter que ficar aturando VOCÊ!
- Ai, assim você me magoa! – disse null claramente humilhado, detonado, abalado, badalado, estraçalhado (Nota do null: TÁ, JÁ ENTENDEMOS!)

No banco acima...
- Olha, null, dá pra ver a cidade toda daqui de cima! – disse null admirada. – Não é lindo?
- Não consigo achar nada lindo quando você tá perto pra comparar.
- Ahhh, deixa disso! – disse null corando.
- Que boba, eu te falo essas coisas direto, desde quando você fica coradinha?
- É que sei lá, null! Eu achava que era só você fazendo graça, mas agora tô começando a acreditar, sabia?
- Mas é verdade. Nunca foi graça – ele disse passando um braço por seus ombros, trazendo a menina para mais perto.
- Que fofo...
- Aproveita porque dura pouco, fofura nunca foi comigo, você sabe.
- É. Mas eu gosto de você mesmo assim – deu-lhe um beijinho lento na bochecha.

No banco mais acima...
- QUE ALTO – disse null.
- Não sabia que você tinha medo de altura.
- ...
- null?
- QUE ALTO.
- Relaxa, amor. Eu nunca deixaria você cair – disse null rindo de leve.
- Tá rindo da minha cara?
- Não, não, que isso, linda! – disse ele, mas não aguentou e deixou escapar um risinho.
- Você TÁ rindo da minha cara! – Então, começou a ventar. – ME SEGURA, , TÁ VENTANDO MUITO!
- Vem aqui – ele disse, e ela repentinamente saltou para mais perto dele. Bem mais perto. Perto demais...
- Tô me sentindo bem melhor agora – sussurrou ela.
- Eu também, pode acreditar – respondeu-lhe e beijou-a carinhosamente, enquanto a outra lhe afagava os cabelos. O medo sumira, dando espaço ao AMOR I LOVE YOU, AMOR I LOVE YOU...
Saindo da roda gigante, null deu um surto:
- AGORA A GENTE VAI NO TÚNEL DO AMOR, NÉ?
- ISSO! VAMOS, ! – concordou null.
- AH NÃO! NEM A PAU QUE EU VOU NO TÚNEL DO AMOR COM ESSA ALPACA FEDORENTA! – disse null apontando para null.
- Claro que não, né, seu energúmeno. Fiquem esperando aqui fora.
- Tradução: Fiquem esperando aqui enquanto nós nos comemos no túnel da pegação, digo, do amor! – zoou null, fazendo high-five com null em seguida.
- AH, SEUS LEGUMINÓIDES MALDITOS! ADEUS! VAMOS, !
- VEM, !
E lá se foram as meninas, arrastando seus parceiros para o túnel do amor/pegação.
Na porta havia uma funcionária controlando os cisnes enormes que levavam os casais pelo passeio mágico e encantador do reino das fadas que era o túnel.
- null, se liga no nome dela: GEISE STELLAMARIS! – disse null, e elas caíram na risada.
- Que nome infeliz!
- Vamos logo, meninas! – apressou null.
Entraram e cada casal sentou em seu cisne. O passeio começou, e eles navegaram seus cisnes por entre cupidos e corações durante metros no escuro, até que o cisne fez um barulho estranho e parou de andar. Depois de um tempo, as luzes também se apagaram, deixando o túnel em total escuridão.
- , EU TENHO MEDO DO ESCURO! – disse null, a medrosa.
- Sempre admirei sua coragem, null – disse null, fazendo ambos rirem.
- Pára de zoar e vê se me distrai – disse null numa indireta nem-tão-indireta-assim.
- Pode deixar comigo, senhorita medrosa. – E beijou-a novamente.

No outro cisne...
- AH QUE ÓTIMO – resmungou null.
- Na verdade, eu achei ótimo – disse null puxando-a para mais perto repentinamente pela cintura. – Agora a gente vai ter um tempinho a mais pra nós dois, pateta.
- Você sabe que eu odeio que me chame assim.
- É, mas eu não me importo – disse ele, e a beijou. Na verdade tentou, porque ela o afastou.
- Estou brava com você – decidiu ela, cruzando os braços e fazendo bico.
- Ah, qual é? – Ele riu. – Não devia me provocar desse jeito, garotinha.
- Ah, é? E por que, hein?
- Por isso – disse ele, e rapidamente pôs sua mão na água ao redor deles e jogou um punhado em null.
- Seu... Seu... AH! – gritou ela em fúria, e jogou o dobro de água nele. Ficaram nisso por mais uns segundos, até que null se cansou:
- Ah, pára com isso, vai. – E beijou-a repentina e vorazmente. Nisso, as luzes se acenderam e o brinquedo voltou a andar.
- Que merda! Bem quando tava ficando bom – disse null dando-lhe um selinho final.
Saíram do cisne quando este chegou ao final do passeio e os seis amigos se encontraram novamente.
- Caramba! O que aconteceu com vocês? – perguntou null referindo-se às roupas e cabelos molhados de null e null.
- ESSE ANIMAL QUE COMEÇOU! – disse null apontando para null.
- Tá, tá. AGORA VAMOS NA CASA MAL-ASSOMBRADA!
- AH, MAS OLHA O TAMANHO DA FILA! - reclamou null.
- Vamos, vai. Passa rápido – disse null.
Os seis foram andando até a fila quilométrica e entraram nela, as meninas logo se acomodaram apoiadas nas barras da fila, enquanto os rapazes, distraídos, começaram um assunto sobre videogames. Logo, algo, ou melhor, alguém as chamou. Dois homens, de mais ou menos vinte e poucos anos que estavam prestes a entrar na mansão mal assombrada, chamaram elas.
- Ei, Nirvana! – disse ele referindo-se a camiseta de null.
Ela se virou, deparando-se com um sujeito alto e loiro.
- O carrinho é de quatro. Será que você e sua amiga não querem ir com a gente? – Ele sorriu. – Somos dois.
- Claro! – disse null.
- null, não sei se é uma boa ideia – Sussurrou null ao seu ouvido.
- Relaxa, olha só pra eles! Eles são gays, null!
- Uh, é mesmo. – Depois se virou para os amigos. – Gente, eu e a null vamos com eles só pra não ter que ficar na fila, tá bom? Depois a gente se encontra na saída!
Nem tiveram tempo de protestar, e as meninas já haviam partido.
- QUEM SÃO ESSES BOYZINHOS METIDOS À BESTA QUERENDO ROUBAR NOSSAS GAROTAS? – enfureceu-se null.
- null, a null não é nada sua. Vocês não são comprometidos nem nada – lembrou null.
- É, mas... Ah, mas ela é minha e ponto!
- O mesmo com a null! Quem eles pensam que são?!
Passados os momentos de fúria, finalmente chegou a vez deles. Se divertiram na casa mal-assombrada, mas não tanto quanto teriam se divertido com as meninas.
Na saída avistaram as duas conversando e tomando sorvete.
- E aí, gente! Gostaram? – perguntou null.
- COMO ASSIM “E AÍ GENTE”? – disse null fazendo aspas com os dedos. – VOCÊ ME TROCA POR UM QUALQUER AÍ E ACHA QUE TÁ TUDO BEM?
- O MESMO PRA VOCÊ! – disse null apontando para null.
- SEUS IDIOTAS, ELES SÃO... HMPFFF! – null tampou a boca de null com a mão antes que ela pudesse terminar a frase.
- São... São... Adoráveis! É! Muito gente boa. – null piscou para null.
- Oh, é, é! Muito legais.
- AH É ASSIM ENTÃO? – furiou null. – VAI LÁ COM ELE ENTÃO!
- TALVEZ EU VÁ, MESMO!
- VOCÊ TAMBÉM, ! QUEM SABE ELE NÃO TE PROTEGE DOS SEUS MEDOS MELHOR DO QUE EU?
- POIS VAI PROTEGER SIM! ADEUS! – disse null, arrastando null consigo.
- null, eu adoro o null e o null, mas... ELES SÃO MUITO TCHOULOS ÀS VEZES!
- NÉ! – E caíram na risada.
Então, vendo que elas tinham realmente ido, null e null começaram a se tocar que era hora de agir. (TÃ NÃ NÃM)
- Dude, elas foram mesmo.
- AH, VAMOS ATRÁS DELAS, NÉ!
- Dudes, esperem – chamou null.
- O QUE VOCÊ QUER? VOCÊ INTERROMPEU MINHA BUSCA IMPLACÁVEL!
- É que... Eu acho, na minha sincera opinião, que vocês devem, tipo, dar um passo adiante com elas.
- null, você sabe que a gente já transou com elas, né?
- Não é isso, seus idiotas! Tô falando de pedi-las em namoro!
- Ah! – compreenderam null e null, em uníssono.
- VAI LOGO! ELAS TÃO FUGINDO! – berrou null repentinamente, e eles foram atrás delas.
Só que na verdade elas não estavam fugindo, e tinham até parado de andar porque null havia torcido o pé. Mas isso não impediu que null e null continuassem correndo em direção à elas. null assim que percebeu que elas tinham parado e que null estava sentada no chão, parou de correr. null não. Ele tropeçou no corpo abaixado de null, quase matando-a, e ainda por cima pisando no pé machucado.
- AH, ! – gritou ela. – EU VOU TE MATAR, SEU BONECO DE ALFAFA! VOCÊ PISOU NO MEU PÉ TROPEÇADO E QUASE ME MATOU!
- CALMA! Desculpa, mas também foi você quem inventou de sair andando! – retrucou ele.
- Ah, é? – ela respondeu indignada. – MAS FOI VOCÊ QUEM SUGERIU! E MUITO BEM SUGERIDO, SE VOCÊ QUER SABER!
Dito isso, ela tentou se levantar, quase sem sucesso por causa do pé torcido. Mas não deu o braço a torcer e saiu mancando.
- null! – gritou null. – Volta aqui!
- NÃO! – ela respondeu sem virar pra trás. – TÔ SAINDO ANDANDO ASSIM COMO VOCÊ SUGERIU. PASSAR BEM.
null e null começaram a rir dos dois, mas quando os olhares se cruzaram, ambos fecharam a cara novamente. Só pra depois começarem a rir de novo, começando um ciclo interminável.
- Você tem noção que só tá se movendo meio centímetro por hora com esse pé assim, certo? – ele perguntou, dando um passo e chegando onde ela havia demorado uns cinco minutos pra chegar.
- Tenho – respondeu virando a cara pro lado. – Não vou olhar pra você.
Ele riu e logo em seguida disse:
- Vem cá.
No momento seguinte, null pegou o corpo de null pela cintura, colocando-a de costas para ele, com o tronco apoiado nas costas do rapaz, e as pernas sobre a barriga dele. (n/a: tipo do jeito que o Shrek carregou a Fiona no Shrek 1).
- ME SOLTA! – Ela começou a dar socos fracos (que ela considerava fortes, diga-se de passagem) nas costas dele.
- Tá, eu vou te soltar pra você andar no seu ritmo rápido? – Ele riu de lado. – Vou te levar pro posto médico.
Ela desistiu de socar as costas dele, e cruzou os braços.
- EU NÃO PRECISO QUE VOCÊ ME CARREGUE, EU SOU IDEPENDENTE! – disse. – E NÃO PRECISO DE POSTO MÉDICO NENHUM.
- Ahh, você vai pro posto médico sim – ele insistiu.
null e null começaram a rir da cara de null, enquanto null e null continuavam no ciclo interminável. null olhou pra cara de null, e então teve uma ideia.
- Ah, tudo bem – disse. – É melhor eu ir pro posto médico sim. Tenho certeza que tem um médico gato disposto a cuidar de mim.
Assim que ela terminou de falar, null virou os calcanhares e deu meia volta. null imediatamente segurou null pela cintura com as duas mãos, como se ela fosse sair correndo atrás do médico gato.
- Na verdade... – null começou. – Não deve ser nada mesmo...
- É... – concordou null. – Então pode me soltar.
- Não, não – ele respondeu, negando com a cabeça. – É melhor eu te carregar pra não piorar.
null emburrou a cara, cruzando os braços novamente. null apontou pra ela, rindo da sua cara.
- null? – disse null.
- Oi? – perguntou ele meio brisando.
- ME LARGA!
- Não – respondeu ele.
null, assim que viu a cena da sua posição de telespectadora voraz do comportamento dos amigos, apontou o dedo na cara de null.
- SOLTA MINHA AMIGA! – Comprimiu os olhos. – SENÃO TE MATO!
- Ô null! – disse null. – Isso é falta de sexo.
- Vai se fuder – respondeu null, e então virou-se pra null. – NÃO VOU MAIS TE DEFENDER, O SEU NAMORADO É UMA PENGA.
- Mas eles não são namorados – disseram todos em uníssono.
- QUEM DISSE? – protestou null, possesso. – QUEM DISSE? EM? POSSO SABER?
Ele enfiava o dedo na cara de null enquanto falava isso, como se a culpa toda fosse dele.
- QUEM DISSE QUE A NÃO É A MINHA NAMORADA, PORRA? – ele gritou, e o parque inteiro ouviu.
Um cara que tava passando ainda disse:
- Relaxa aí, cara. Isso daqui não é Esparta não.
- VOCÊ! – null foi caminhando apontando o dedo na cara do homem, enquanto gritava.
Depois ele voltou, pegou null pelo ombro e levou ela até lá.
- É VOCÊ QUE TÁ FALANDO QUE ELA NÃO É MINHA NAMORADA? – ele gritou. – PORQUE ELA É.
- Ok – o cara respondeu e voltou a andar.
null levou null de volta com um sorriso da testa esquerda a testa direita. Veja bem, eu diria sorriso de orelha a orelha, mas o dele era maior do que isso.
- null? – chamou null. – Tá mais calmo?
- Eu sempre tô calmo. TÁ FALANDO QUE EU NÃO TO CALMO? – ele gritou. – Brincadeira. Tô calmo sim.
- Que lindo! – disse null, atraindo os olhares dos cinco – Ah, quer dizer, null! Não que eu queira te deixar bravo de novo, mas... Eu não sou sua namorada.
- NÃO? – Ele encarou-a. – COMO ASSIM NÃO? VOCÊ TÁ DOIDA? FUMADA?
- Não? Ah, toma meu telefone então, gata – disse o cara de Esparta surgindo novamente. null dilatou as narinas e respirou fundo.
- VOCÊ! SOME DAQUI, INFELIZ! – null fez menção de socá-lo na fuça, mas null segurou seu braço. O espartano brisado foi embora.
- ! CACETE! DEU DE FICAR FAZENDO SHOWZINHO, NÉ? VOCÊ TÁ DE TPM POR ACASO? – gritou null segurando o rosto do rapaz com as duas mãos e olhando no fundo dos olhos dele. – Me escuta agora. Eu gosto muito de você, e você sabe disso, mas você NUNCA me pediu em namoro! Então para de agir como uma menininha, porque a culpa é toda SUA!
- null.
- Que foi?
- Você quer namorar comigo? – perguntou null, o sorriso meigo brotando em seu rosto. null fez cara de má e pensou em dizer não, mas sabia que ele levaria a sério e começaria a dar piti.
- Só se você comprar um algodão doce ali pra mim – ela disse apontando para a barraquinha de doces do parque.
- Eu compro, se você me beijar agora.
- Não, sem essa, você não pode impor uma condição para a minha condi... – Não teve como terminar a frase, pois null selara seus lábios nos dela.
- Vai logo comprar meu algodão doce. – Ela o afastou e deu-lhe um selinho. Ele riu e foi comprar o algodão doce.
- OWN – disseram todos em uníssono, admirando a cena.
- VIU, ? ELES TÃO NAMORANDO AGORA! – disse null, meio que possessa. – FAZ ALGUMA COISA, SEU INÚ...
null puxou-a do ombro dele pelo quadril, encaixando-a com as pernas ao redor de seu corpo, então agarrou-a pela cintura e beijou-a, rapidamente aprofundando o beijo, submetendo-os a uma pegação indecente no meio do parque.
- Têm crianças no parque! – cantarolou null ao fundo.
- null, você quer namorar comigo? – ele perguntou subitamente.
- Vou pensar.– Ela deu-lhe um selinho. – MENTIRA. QUERO SIM!
- Dude, eu vou chorar – disse null. – Pedido duplo!
- É, eu também vou chorar – concordou null. - De tristeza porque todo mundo tá namorando menos eu.
- AH, VEM CÁ, SEU RAPARIGO! – null abraçou-o pelos ombros, gerando revoltas por parte de null.
- Tá aqui seu algodão doce, null. – null voltou com o doce em mãos.
- OBRIGADA! – ela disse e deu um beijo nele.
null então desencaixou null da posição obscena, pegando-a no colo por causa do pé, como se tivessem acabado de casar. Mas então, QUASE, a derrubou com o grito que null deu.
- VAMOS NAQUELA MONTANHA RUSSA, GENTE! – disse null arrastando null e null pelas mãos. Isso porque só tinha duas mãos, pois se tivesse mais teria arrastado todo mundo. Os outros o seguiram até uma montanha russa extremamente alta, que tinha uma queda em noventa graus cravados.
- NEM A PAU QUE EU VOU NISSO! – disseram null e null em uníssono.
- Vamos logo, suas cagonas! Anda logo, nem tem fila! – disse null
- LÓGICO que não tem fila! Ninguém é idiota o suficiente pra querer ir nisso! – disse null e null riu. Não tiveram muito tempo para protestar, pois eles rapidamente as arrastaram para a fila. – EU NÃO VOU NA PONTA DO CARRINHO!
- . – sussurrou null. – OLHA ISSO. TEM UM CARA MUITO NOJENTO ATRÁS DA GENTE. NÃO, NÃO OLHA AGORA!
- JÁ OLHEI AGORA! – null sussurrou de volta. – Que horror! Ele parece o professor do Timmy Turner em padrinhos mágicos, só que pior. BEM PIOR.
- Putz! Como era o nome dele mesmo?
- CROCS! SENHOR CROCS! – disse null no mesmo tom em que se grita “EUREKA”!
- Mas se ele tá atrás da gente... Quer dizer que vai do nosso lado no brinquedo! – disse null. – RÁPIDO , FAÇA SUA ESCOLHA! PONTA OU SR. CROCS?
- AI MEU DEUS, NÃO ME PRESSIONA ASSIM!
- Ai que nojo, null. Ele tá se aproximando.
- ! DÁ UM JEITO NO CIDADÃO AQUI! – disse null usando null como escudo contra o Sr. Crocs.
- Pára de ser doida, vocês duas! Ele vai acabar percebendo! – Os meninos riam.
Algumas risadas e ataques de nojinho depois, chegaram ao brinquedo. Sentaram-se nas fileiras e colocaram os cintos.
- Eu. Vou. Morrer. – disse null, e null riu.
- Você não vai morrer, sua tonta! Aproveita, vai ser legal! – ele disse. – Além de tudo, eu tô aqui, não tô?
null sorriu, mas não se sentiu mais tranquila com a subida à sua frente. O brinquedo só subia, não parava mais de subir.
- CADÊ A PORRA DA DESCIDA? – null já começava a entrar em pânico. – DÁ PRA VER SEATTLE AQUI DE CIMA!
- Não dá não – disse null.
- – surtou null –, NÃO TEM ONDE SEGURAR, NÃO TEM ONDE SEGURAR!
- Pode segurar na minha mão, null – ele respondeu.
- , NÃO É O MOMENTO PRA SER FOFO, NÃO TEM MESMO ONDE SEGURAR! – começou a surtar, sem notar a barra de segurar na sua cara.
- PUTA MERDA, TÁ CHEGANDO A DESCIDA. – null segurou-se com força na barra protetora, até seus nós dos dedos ficarem brancos. – , SE EU MORRER, EU TE AMO!
- E , SE EU MORRER, EU TO GRÁVIDA!
- AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH – gritaram todos quando atingiram a descida de noventa graus. Os meninos, de diversão. As meninas, de pavor.
Após o passeio da morte, null e os meninos saíram rindo.
- CADÊ A ? – notou null que ela não estava lá.
- ! – gritou null. – NÃO ACREDITO QUE VOCÊ ESQUECEU DE CARREGAR A MINHA AMIGA E ABANDONOU ELA LÁ COM OS PASSOS DE MEIO CENTÍMETRO!
Assim que null terminou de falar, null surgiu sendo empurrada numa cadeira de rodas por um cara vestido de Oompa-Loompa. Ela estava com os braços cruzados, e a expressão mais emburrada que eles já tinham visto na vida.
- Vocês esqueceram a moça do pé machucado lá – disse o Oompa-Loompa. – Podem tirar ela daqui? Nós vamos precisar da cadeira.
null então tirou-a da cadeira, colocando-a sentada em seus ombros pra ver se compensava o fato de tê-la esquecido lá. Aparentemente compensou, porque ela não disse nada.
- null... – disseram todos apavorados. – Você tá grá-grá...
null e null olharam uma pra cara da outra, conversando por telepatia.
- Ok, chega de esconder, null. Conta pra ele. – null fez a sua maior expressão atriz-de-novela-mexicana.
null virou-se para o null em choque a sua esquerda, e começou a rir.
- Não, não tô. – Ela começou a rir enquanto null a encarava com fúria. – Eu fiquei com dó, null! Olha a carinha dele!
Ela segurou as duas bochechas dele, virando a “carinha fofa” dele para null.
- NUNCA MAIS FAÇAM ISSO, VOCÊS DUAS! – disse null. – Mas, e aí? Gostaram?
- FOI DEMAIS! – null pulou no pescoço de null. – Que bom que você me arrastou, amor. Adorei!
- O que você falou? – perguntou null rindo.
- Que eu adorei.
- Não, antes.
- Hã... castor! Que bom que você me arrastou, castor! – null riu da desculpinha.
- Não colou, AMOR! – Ele riu e a beijou depois.
- EU TAMBÉM ADOREI, NAMORADO! – disse null beijando a bochecha do null.
- Bochecha, sério? Vem aqui, namorada-não-grávida-que-quase-me-matou-do-coração! – null beijou-a, colocando as mãos nas costas dela para flexioná-la até que seus lábios se encostassem.
- Não aguento mais ser vela – disse null.
- OBRIGADO! AGORA VOCÊ ENTENDE MEU DRAMA! – disse null.
Eles continuaram rindo e se divertindo muito no parque. null e null trocando alfinetadas como sempre, null e null cada vez em posições mais esquisitas por causa do pé dela, e null culpando null por estar solteiro.



N/A 1: OIIIIIIIIIII, ISA AQUI!
Ai gente, essa fic é meu xodó. Perdi a conta de quantos OWNNNNNs eu falei enquanto escrevíamos. Mas a gente riu MUITO também! Muitos dos acontecimentos que vocês acabaram de ler são reais, como a STELLAMARIS, o SR CROCS e a montanha russa da morte. Essa montanha russa existe, fica no busch gardens, e a gente quase morreu nela. E tinha MESMO um cara nojento atrás da gente!!!! E a Cami falou mesmo que dava pra ver Seattle lá de cima...
É isso, queria agradecer a vocês que leram a fic, à nossa beta linda que coloca HTML em tudo pra gente (somos péssimas com isso) e aos meus pais por me porem no mundooooooooooooooooo s2 te amo pais
N/A 2: OOOOOOI GENTE!
Eu NUNCA entendo porque eu deixo a Isa fazer a N/a dela primeiro, mas ok. Então óbvio que aqui é a autora mais legal da fic, vulgo EU = CAMI (especificando pras lesas, ou Isas, tanto faz). ENTÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO, a Isa já disse basicamente tudo de legal que tinha pra falar, mas eu vou contar uma coisa:
FOI DÍFICL PRA CARAMBA ESCREVER ESSA FIC, PORQUE A ISA SEMPRE FICAVA PUXANDO SARDINHA PRO LADO DELA!
Mas fora isso, ri demais. E a Stellamaris gente, chama só stellamaris tá, geise é uma outra história. Quem quiser me manda email q eu conto (3bjs) é do meu irmão cm a minha mãe, a Isa ta mandando eu apagar isso mas vou deixar #rebelde
ENFIMMMMMMM, OBRIGADO (SOU HOMEM- na verdade não) POR LEREM A FIC E ME DEEM FORÇAS PRA COMEÇAR UMA DIETA
3 (ou mais) BEIJOSSSSSSSSSSSSSS
***********************E LEIAM NOSSAS OUTRAS FICS***********************
Horror Movie
Truth or Dare
Nota da Beta: Qualquer erro encontrado, me avise pelo e-mail.

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