Capítulo único
e se conheceram ainda na escola, todos diziam que eram como alma gêmeas que deveriam ter ficado juntos antes, e acreditava nisso com muita convicção. Ainda na escola, havia namorado com Cecília, uma líder de torcida, assim como . Agora, dez anos depois, tem o desprazer de encontrar Cecília em uma cafeteria próxima ao seu trabalho – e de .
— Ceci?! — Exclama , se aproximando da , acompanhado de .
– !!! — Ela salta da cadeira e pula em , abraçando seu pescoço, rola os olhos. — Ah, . — Murmura ela ao notar a presença da .
— Oi, Cecília. — não consegue evitar o descontentamento explícito.
— Não sabia que vocês frequentavam esse lugar! — rolou os olhos após a falsa surpresa de Cecília, ela curtia todas as fotos que postava naquela cafeteria. De repente, o celular de e toca; reunião de emergência.
— Vamos. — Diz , desanimada, que sai caminhando antes de a alcançá-la.
— Espera por mim, estava me despedindo da Ceci. — Diz ele, se aproximando de , que rola os olhos.
— É claro que estava. — podia parecer insegura, mas ela sabia exatamente os tipos de joguinhos que Cecília jogava.
Após a reunião, e foram para casa e cozinhou, fazendo com que esquecesse de Cecília um pouco. Era horrível competir com Cecília no ensino médio, e ela competia com em realmente tudo, se apaixonar por foi doloroso no começo, evitava o sentimento porque odiava estar com o ex de Cecília e ter isso jogado em sua cara todos os dias, mas ela não conseguiu evitar por muito tempo. Mas 10 anos se passaram e Cecília era apenas uma curtida no instagram, não incomodava ninguém, até reaparecer. tira Cecília dos seus pensamentos e foca no jantar que está sendo servido, trazia uma felicidade reconfortante para ela, era bom estar com ele e o relacionamento dos dois funcionava muito bem, eles sempre foram sinceros e companheiros um do outro.
— O que achou? — Perguntou , se referindo ao jantar.
— Muito bom. — Responde , dando uma garfada, suspira aliviado.
— Talvez você possa cuidar da sobremesa. — Ele sorri malicioso, fazendo rir, sabendo exatamente o que ele queria dizer com isso.
Após o jantar, se entrega ao calor dos braços de , sentindo seu toque incendiar sua pele. Ela nunca se cansava dele. Quando finalmente se deitaram, tudo ao redor pareceu desaparecer por alguns segundos… até o celular de tocar.
— Quem é? — Perguntou , enquanto lia a mensagem em seu celular.
— É a Ceci, ela está com um problema no carro e como não conhece ninguém aqui na cidade, precisa de ajuda. — Explica ele, já se vestindo.
— É sério que você vai me largar aqui para ir correndo atrás dela? — cruza os braços e rola os olhos.
— Não seja ciumenta, eu volto logo. — Ele dá um beijo em sua testa. — Prometo que assim que ajudá-la, eu estarei de volta. — Ele sai pela porta deixando incrédula com a situação.
não se lembra de tê-lo visto voltar na noite anterior, mas quando se levantou ele estava tomando café na mesa, enquanto lia reportagens no iPad.
— Como foi lá? — Pergunta .
— Bom dia, querida. — Respondeu . — Foi tudo bem.
— Que horas você voltou? — Perguntou enquanto se sentava.
— Interrogatório e eu nem ganho beijo de bom dia? — cerrou os olhos e ele engoliu seco. — Cerca de 1h30min depois que saí, esperamos o guincho chegar e o carro ficar pronto na oficina. — não sabia se era verdade, já que estava com raiva demais para ficar acordada esperando, mas assentiu. — E o meu beijo?
— Você não merece beijo. — Ela cruza os braços e faz um biquinho, fazendo-a rir. — Tá bom. — Ela finalmente se rende e dá um beijo de bom dia nele.
— Agora sim!
Nos dias seguintes, se tornou comum Cecília ligar sempre que eles estavam indo deitar, seja indo dormir ou fazer sexo, parecia que ela tinha um sexto sentido que sabia o que estava acontecendo. estava irritada com toda a situação, e descontava sua raiva no apontador automático de lápis do escritório.
— ? — Ela escuta uma voz chamando seu nome de longe e finalmente volta sua atenção para , fotógrafo responsável pela campanha que ela estava trabalhando. , percebendo que a mulher não escutou uma palavra do que ele havia dito, não consegue conter uma leve risada. — Você está bem? — Perguntou ele.
— Sim, tudo bem. — Ela sorri.
— Pode me acompanhar? — tem um sorriso sapeca no rosto, assente e o acompanha para o estúdio, acreditando se tratar de algo sobre a campanha. Chegando no estúdio, no andar de cima, ela observa o cenário de um parque montado para as fotos que haviam sido feitas para a campanha.
— O cenário ficou realmente muito bom. — Ela sorri, analisando tudo.
— Ficou mesmo. — se aproxima e ela se vira para ele. — E temos sorvete de verdade. — Ela se surpreende ao ver o homem segurando dois sorvetes em suas mãos, estendidas para ela, que sorri e pega um deles.
— Que demais! — Exclama ela.
— Não sei o que está te deixando aérea, e não precisa me dizer, só toma o sorvete e observa a paisagem – falsa – enquanto relaxa um pouco. — tem um sorriso largo nos lábios.
— Obrigada, . — Ela se senta em uma cadeira e faz exatamente o que ele disse.
De noite, está tomando banho enquanto seu celular toca, se aproxima e desbloqueia quando se depara com fotos de Cecília de lingerie. sai do banho e sorri para .
— Quem é? — Pergunta ele, coloca o celular próximo ao rosto de .
— Que porra é essa? — Ela estava furiosa, rapidamente pega o celular da mão de .
— Eu não sei, amor, talvez ela tenha enviado errado. — Ele enxuga o cabelo com uma toalha.
— Sem essa! Desde que ela chegou nessa droga de cidade você perdeu o seu bom senso e fica correndo atrás dela feito um cachorrinho, e agora isso? Não vê o que ela está tentando fazer? — cruza os braços.
— Você é quem parece estar tentando transformar o passado em presente. — dá de ombros.
— Eu? Claro que sou eu! Você acha que não percebo ela puxando o saco de todos os seus amigos em comum? — começa a caminhar em direção à sala. — Vai me deixar falando sozinha???
— Vou! — Responde ele, com firmeza. — Amanhã eu tenho que ir para Palm Springs e não preciso aguentar suas crises de ciúmes, vou dormir no sofá-cama. — pensa em várias coisas para gritar com ele, mas decide ignorá-lo. Dormir se tornou algo difícil, sendo tomada por tanta raiva e mágoa por ter sido deixada falando sozinha, mas quando se deu conta, o dia já havia amanhecido.
— Jesus! — Exclamou quando entrou no estúdio para supervisionar a sessão de fotos. — Você está péssima! O que aconteceu?
— Nada. — sorri. — Perdi o sono de noite. — não se convence, mas volta ao trabalho. se senta na cadeira de equipe, enquanto enviava várias mensagens para . O que se estendeu até o anoitecer, todos foram embora e ela continuou sentada no estúdio, dessa vez, ligava para e não era atendida.
— ? — Ela escuta a voz de na porta do estúdio. — Não faz bem trabalhar tanto. — Diz ele, se aproximando dela.
— Acho que meu relacionamento já era. — Murmura ela, ao abrir o instagram. Cecília estava em Palm Springs e ela tinha certeza que o braço que apareceu no story dela, era de . Mas o que mais a surpreendeu, foi a cor e o corte de cabelo de Cecília, que estavam exatamente iguais ao dela. — Até meu cabelo ela copiou. — Ela ri, mostrando para .
— Ele está ligando. — Diz , ao perceber a chamada na tela, respira fundo e atende.
— Oi amor, meu celular morreu. — Diz do outro lado da linha.
— Nossa, que surpresa! — Exclama . — Consegue me explicar essa coincidência do destino?
— Que coincidência?
— Cecília está em Palm Springs. — Um silêncio ensurdecedor tomou conta da ligação, quando fez menção a responder, o interrompeu. — Diz a ela que ela conseguiu o que queria. Vou mandar suas coisas para a casa de seus pais, não volte para a minha casa depois da viagem, aproveita seu remember com ela. — desligou, e sentiu seu peito apertar, quase com falta de ar.
— Ei, você está bem? — se aproximou dela, percebendo a dificuldade em respirar. deixou as lágrimas escorrerem pelo seu rosto, conseguindo recuperar o fôlego. pensou em dizer algo, mas apenas ficou ali em silêncio, com a mão nas costas de , acariciando como se dissesse “vai ficar tudo bem”.
Algumas semanas se passaram e se mostrou uma boa companhia, apesar de claramente estar interessado em de outra forma, ele respeitava seu tempo e espaço, sendo apenas uma companhia a se apreciar. gostava da companhia dele, era uma coisa boa em meio a confusão que havia se estabelecido em sua vida.
Os meses se passaram e levou para conhecer paisagens verdadeiras, e se descobriu uma aventureira. Ela sentia que o destino estava mostrando que havia uma vida sem , e mesmo sem conseguir pensar muito nisso, havia outros homens além dele. disse que esperaria o tempo que fosse até ela estar preparada e aquilo era reconfortante, o riso era fácil e ele ajudou com que ela descobrisse como apreciar a própria companhia. Ela percebeu que nunca havia ficado sozinha desde o ensino médio, e era um dos motivos para não corresponder à ainda, ela estava descobrindo a felicidade por conta própria. Enquanto isso, Cecília voltou aos holofotes cantando e terminou com novamente. Aparentemente, isso serviu apenas para se libertar, então parte dela era grata à Cecília.
— Ceci?! — Exclama , se aproximando da , acompanhado de .
– !!! — Ela salta da cadeira e pula em , abraçando seu pescoço, rola os olhos. — Ah, . — Murmura ela ao notar a presença da .
— Oi, Cecília. — não consegue evitar o descontentamento explícito.
— Não sabia que vocês frequentavam esse lugar! — rolou os olhos após a falsa surpresa de Cecília, ela curtia todas as fotos que postava naquela cafeteria. De repente, o celular de e toca; reunião de emergência.
— Vamos. — Diz , desanimada, que sai caminhando antes de a alcançá-la.
— Espera por mim, estava me despedindo da Ceci. — Diz ele, se aproximando de , que rola os olhos.
— É claro que estava. — podia parecer insegura, mas ela sabia exatamente os tipos de joguinhos que Cecília jogava.
Após a reunião, e foram para casa e cozinhou, fazendo com que esquecesse de Cecília um pouco. Era horrível competir com Cecília no ensino médio, e ela competia com em realmente tudo, se apaixonar por foi doloroso no começo, evitava o sentimento porque odiava estar com o ex de Cecília e ter isso jogado em sua cara todos os dias, mas ela não conseguiu evitar por muito tempo. Mas 10 anos se passaram e Cecília era apenas uma curtida no instagram, não incomodava ninguém, até reaparecer. tira Cecília dos seus pensamentos e foca no jantar que está sendo servido, trazia uma felicidade reconfortante para ela, era bom estar com ele e o relacionamento dos dois funcionava muito bem, eles sempre foram sinceros e companheiros um do outro.
— O que achou? — Perguntou , se referindo ao jantar.
— Muito bom. — Responde , dando uma garfada, suspira aliviado.
— Talvez você possa cuidar da sobremesa. — Ele sorri malicioso, fazendo rir, sabendo exatamente o que ele queria dizer com isso.
Após o jantar, se entrega ao calor dos braços de , sentindo seu toque incendiar sua pele. Ela nunca se cansava dele. Quando finalmente se deitaram, tudo ao redor pareceu desaparecer por alguns segundos… até o celular de tocar.
— Quem é? — Perguntou , enquanto lia a mensagem em seu celular.
— É a Ceci, ela está com um problema no carro e como não conhece ninguém aqui na cidade, precisa de ajuda. — Explica ele, já se vestindo.
— É sério que você vai me largar aqui para ir correndo atrás dela? — cruza os braços e rola os olhos.
— Não seja ciumenta, eu volto logo. — Ele dá um beijo em sua testa. — Prometo que assim que ajudá-la, eu estarei de volta. — Ele sai pela porta deixando incrédula com a situação.
não se lembra de tê-lo visto voltar na noite anterior, mas quando se levantou ele estava tomando café na mesa, enquanto lia reportagens no iPad.
— Como foi lá? — Pergunta .
— Bom dia, querida. — Respondeu . — Foi tudo bem.
— Que horas você voltou? — Perguntou enquanto se sentava.
— Interrogatório e eu nem ganho beijo de bom dia? — cerrou os olhos e ele engoliu seco. — Cerca de 1h30min depois que saí, esperamos o guincho chegar e o carro ficar pronto na oficina. — não sabia se era verdade, já que estava com raiva demais para ficar acordada esperando, mas assentiu. — E o meu beijo?
— Você não merece beijo. — Ela cruza os braços e faz um biquinho, fazendo-a rir. — Tá bom. — Ela finalmente se rende e dá um beijo de bom dia nele.
— Agora sim!
Nos dias seguintes, se tornou comum Cecília ligar sempre que eles estavam indo deitar, seja indo dormir ou fazer sexo, parecia que ela tinha um sexto sentido que sabia o que estava acontecendo. estava irritada com toda a situação, e descontava sua raiva no apontador automático de lápis do escritório.
— ? — Ela escuta uma voz chamando seu nome de longe e finalmente volta sua atenção para , fotógrafo responsável pela campanha que ela estava trabalhando. , percebendo que a mulher não escutou uma palavra do que ele havia dito, não consegue conter uma leve risada. — Você está bem? — Perguntou ele.
— Sim, tudo bem. — Ela sorri.
— Pode me acompanhar? — tem um sorriso sapeca no rosto, assente e o acompanha para o estúdio, acreditando se tratar de algo sobre a campanha. Chegando no estúdio, no andar de cima, ela observa o cenário de um parque montado para as fotos que haviam sido feitas para a campanha.
— O cenário ficou realmente muito bom. — Ela sorri, analisando tudo.
— Ficou mesmo. — se aproxima e ela se vira para ele. — E temos sorvete de verdade. — Ela se surpreende ao ver o homem segurando dois sorvetes em suas mãos, estendidas para ela, que sorri e pega um deles.
— Que demais! — Exclama ela.
— Não sei o que está te deixando aérea, e não precisa me dizer, só toma o sorvete e observa a paisagem – falsa – enquanto relaxa um pouco. — tem um sorriso largo nos lábios.
— Obrigada, . — Ela se senta em uma cadeira e faz exatamente o que ele disse.
De noite, está tomando banho enquanto seu celular toca, se aproxima e desbloqueia quando se depara com fotos de Cecília de lingerie. sai do banho e sorri para .
— Quem é? — Pergunta ele, coloca o celular próximo ao rosto de .
— Que porra é essa? — Ela estava furiosa, rapidamente pega o celular da mão de .
— Eu não sei, amor, talvez ela tenha enviado errado. — Ele enxuga o cabelo com uma toalha.
— Sem essa! Desde que ela chegou nessa droga de cidade você perdeu o seu bom senso e fica correndo atrás dela feito um cachorrinho, e agora isso? Não vê o que ela está tentando fazer? — cruza os braços.
— Você é quem parece estar tentando transformar o passado em presente. — dá de ombros.
— Eu? Claro que sou eu! Você acha que não percebo ela puxando o saco de todos os seus amigos em comum? — começa a caminhar em direção à sala. — Vai me deixar falando sozinha???
— Vou! — Responde ele, com firmeza. — Amanhã eu tenho que ir para Palm Springs e não preciso aguentar suas crises de ciúmes, vou dormir no sofá-cama. — pensa em várias coisas para gritar com ele, mas decide ignorá-lo. Dormir se tornou algo difícil, sendo tomada por tanta raiva e mágoa por ter sido deixada falando sozinha, mas quando se deu conta, o dia já havia amanhecido.
— Jesus! — Exclamou quando entrou no estúdio para supervisionar a sessão de fotos. — Você está péssima! O que aconteceu?
— Nada. — sorri. — Perdi o sono de noite. — não se convence, mas volta ao trabalho. se senta na cadeira de equipe, enquanto enviava várias mensagens para . O que se estendeu até o anoitecer, todos foram embora e ela continuou sentada no estúdio, dessa vez, ligava para e não era atendida.
— ? — Ela escuta a voz de na porta do estúdio. — Não faz bem trabalhar tanto. — Diz ele, se aproximando dela.
— Acho que meu relacionamento já era. — Murmura ela, ao abrir o instagram. Cecília estava em Palm Springs e ela tinha certeza que o braço que apareceu no story dela, era de . Mas o que mais a surpreendeu, foi a cor e o corte de cabelo de Cecília, que estavam exatamente iguais ao dela. — Até meu cabelo ela copiou. — Ela ri, mostrando para .
— Ele está ligando. — Diz , ao perceber a chamada na tela, respira fundo e atende.
— Oi amor, meu celular morreu. — Diz do outro lado da linha.
— Nossa, que surpresa! — Exclama . — Consegue me explicar essa coincidência do destino?
— Que coincidência?
— Cecília está em Palm Springs. — Um silêncio ensurdecedor tomou conta da ligação, quando fez menção a responder, o interrompeu. — Diz a ela que ela conseguiu o que queria. Vou mandar suas coisas para a casa de seus pais, não volte para a minha casa depois da viagem, aproveita seu remember com ela. — desligou, e sentiu seu peito apertar, quase com falta de ar.
— Ei, você está bem? — se aproximou dela, percebendo a dificuldade em respirar. deixou as lágrimas escorrerem pelo seu rosto, conseguindo recuperar o fôlego. pensou em dizer algo, mas apenas ficou ali em silêncio, com a mão nas costas de , acariciando como se dissesse “vai ficar tudo bem”.
Algumas semanas se passaram e se mostrou uma boa companhia, apesar de claramente estar interessado em de outra forma, ele respeitava seu tempo e espaço, sendo apenas uma companhia a se apreciar. gostava da companhia dele, era uma coisa boa em meio a confusão que havia se estabelecido em sua vida.
Os meses se passaram e levou para conhecer paisagens verdadeiras, e se descobriu uma aventureira. Ela sentia que o destino estava mostrando que havia uma vida sem , e mesmo sem conseguir pensar muito nisso, havia outros homens além dele. disse que esperaria o tempo que fosse até ela estar preparada e aquilo era reconfortante, o riso era fácil e ele ajudou com que ela descobrisse como apreciar a própria companhia. Ela percebeu que nunca havia ficado sozinha desde o ensino médio, e era um dos motivos para não corresponder à ainda, ela estava descobrindo a felicidade por conta própria. Enquanto isso, Cecília voltou aos holofotes cantando e terminou com novamente. Aparentemente, isso serviu apenas para se libertar, então parte dela era grata à Cecília.
Fim!
Nota da autora: oii gente, tudo bem? espero que sim! espero que tenham gostado, vou deixar meu insta de autora, pra vcs conferirem minhas outras fics, beijinhoss!
Nota da scripter:Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.
Nota da scripter: