There's something about the way
The street looks when it's just rained
There's a glow off the pavement
You walk me to the car
And you know I wanna ask you to dance right there
In the middle of the parking lot
Yeah
Oh yeah

(...)

And I don't know how it gets better than this
You take my hand and drag me head first
Fearless
And I don't know why but with you I'd dance
In a storm in my best dress
Fearless


— Viu, ? eu disse que deveríamos ter chegado mais cedo! Ficamos no fundão... Maldita chuva!
— Relaxa, ... — ele falou, tomando a mão da garota na sua e depositando um beijo nela.
— Relaxar? Quase não dá para ver o filme! E a propósito, já perdemos dez minutos. — ela puxou a mão de volta e cruzou os braços, fazendo bico.
— Oh, meu amor... — ele se levantou do banco do motorista e se aproximou do dela, o do passageiro. — não fica triste. Você já viu o filme antes... curte a companhia. — ele riu fraco, raspou o nariz pelo pescoço dela e voltou para seu assento.
A reabertura do cinema drive-in Lunar foi a melhor coisa que ocorreu no ano de 2010 para Melbourne. Era uma linda cidade da Austrália, mas e preferiam àquele programa vintage do que ir à praia ou qualquer outro lugar. Durante o período de janeiro a setembro, o casal adolescente teve que buscar novas fontes de entretenimento.
Ela não conseguiu conter o sorriso, ficar ao lado de era a melhor coisa do mundo. Não importava onde, como, ou quando. Eles se encaixavam como ninguém, e ai de quem fosse falar algo por terem ‘apenas nove meses de namoro e já se acharem almas gêmeas’. Eles confiavam um no outro de olhos fechados.
Eles realmente eram os últimos. Estavam bem distantes da tela e pra ajudar ainda mais, uma garoa caía, atrapalhando o som e a visão. O para-brisas não parava de movimentar no vidro, desconcentrando-os do filme.
se levantou, se esgueirou entre os bancos da frente e sentou-se no de trás. Pegou o balde de pipoca que levaram de casa no banco da picape de cabine dupla e chamou para juntar-se a ele. A princípio, ela entortou o nariz para a ideia e continuou no passageiro. Entretanto, dois minutos depois ela foi lá para trás, pois os vidros do carro estavam com frestas abertas e uma rajada fria o invadia, deixando-a arrepiada. A coberta que ele havia levado foi o maior atrativo para a decisão que ela tomou. Logo, já estava aconchegada e se aquecendo envolta nos braços de protegidos do frio pela manta e de quebra comendo pipoca que a sogra dela mandou. O clima não permitiu que eles fossem comprar, por prevenção ela preparou-a ainda em sua casa.
— Anjo? — ele chamou após notar a menina mais quieta. Como a sessão era tarde da noite, ele suspeitou que ela havia caído no sono em seu colo. Dúvida que foi dissipada quando ela resmungou como resposta ao chamado. — achei que você estivesse dormindo. — ele deu um beijo na testa dela, causando um estalo. Ela riu e ajeitou sua postura, devido uma certa dor que sentiu no trapézio.
— No fim das contas, assistir ‘A morte e a vida de Charlie’ por várias vezes não é tão divertido assim... — ela bocejou e espreguiçou. Consertou a postura e passou os braços pela cintura de , mas antes raspou a unha acima do cós de sua calça jeans. Ele envolveu-a passando o braço atrás dos ombros dela e com a outra mão, puxou o queixo da garota até alinhar seus lábios. A respiração dos dois se misturaram, ela entreabriu a boca e subiu o olhar para encará-lo diretamente nos olhos cinzas, sua parte favorita no corpo do garoto. Alguns diziam que os olhos eram a janela da alma e por isso, era muito difícil encarar alguém diretamente nos olhos. não sabia dizer se aquilo era verdade ou não, mas não havia coisa melhor no mundo do que se perder na imensidão acinzentada que eram os olhos de . Ele levemente escorregou a mão até a nuca de e terminou de puxá-la para mais perto. Seus narizes se tocaram, o atrito deu uma sensação de que uma breve corrente elétrica havia se espalhado pelas faces dos dois, elevando cada pelo, deixando-os completamente eriçados.
Ele estendeu a língua até tocar o lábio superior da garota, ainda entreabertos. Extasiada e ansiosa, esperando pelo momento em que suas línguas se chocariam uma com a outra, ela tomou a inciativa de levar suas mãos às bochechas do namorado e abocanhar levemente o beiço dele. Quando os dentes suavemente o abandonaram, ela se dedicou em explorar pela enésima vez o interior da boca de . Ela conhecia cada canto como a palma de sua mão, mas não se enjoaria daquilo nunca. Suas línguas se tocaram, e ela pôde sentir o sabor salgado do tempero que a pipoca havia deixado por ali, misturando-se com o de menta dela, adquirido por uma bala que previamente foi consumida. O frescor entrou em contraste com o sal, deixando-os ainda mais envolvidos na carícia trocada pelas mãos e línguas.
se ajoelhou no banco, tomou a boca carnuda de novamente para si e devagar sobrepôs seu corpo sobre o dela, até o momento em que a coluna de sua garota estivesse completamente apoiada no assento. Ele apoiou as mãos ao lado do corpo escultural da namorada sustentando-se para que seu corpo não pesasse nela.
era muito suspeita para afirmar aquilo, pois não havia beijado muitos outros garotos antes de começar a namorar, mas ela jurava que nenhum deles tinha uma testosterona tão gostosa quanto a de . A química entre os realmente era muito forte, nenhum beijo parecia com outros, era sempre algo novo que despertava diferentes sensações, desde arrepios do começo da espinha aos pés a um frio similar ao inverno russo em seu estômago. Ou então, vários deles juntos. Ao mesmo tempo. Enlouquecendo-os.
se abaixou mais um pouco, deixando seus peitorais se tocarem. Os seios grandes da namorada estavam durinhos, ele teve que se controlar para não possuí-los com sua mão. Então, decidiu distraí-las em outro lugar, cravando os dedos na coxa esquerda de e puxando-a em direção à sua pélvis, onde ela apoiou a panturrilha e usou-a para puxar a púbis dele em encontro com a sua. Seus corpos se oscilavam durante a troca de carícias e há tempos já sequer prestavam atenção na tela ou no áudio do filme. Só existia eles e a picape.
O sangue borbulhando em suas veias, mantendo os corpos aquecidos e no caso de , concentrando-se em seu pênis. A cada momento era mais difícil de impedir aquilo e ele sabia que se não parassem em breve, a coisa ficaria muito feia para seu lado, ou provavelmente ele não responderia mais por si mesmo. Arranhou as coxas de em uma despedida, em seguida usou as mãos, impulsionando o corpo para sair de cima dela. Com o resto do controle que lhe restava, ele se jogou para trás e caiu sentado no assento, de frente para as pernas entreabertas de , mostrando sua calcinha rosa com alguma estampa que ele realmente queria descobrir, mas não podia. Não por enquanto.
Soltou um silvo, liberando todo o ar que havia ficado preso em seus pulmões e deixou a cabeça se dependurar, balançando-a em seguida para afastar qualquer pensamento que envolvesse sexo e na mesma cena. Seu coração bombeava sangue para o seu organismo em uma frequência alta, quase audível. Ele fechou os olhos fortemente e quis que o sangue deixasse seu pau de lado por um tempo.
Ele jurou para si mesmo e para que a deixaria confortável e que as coisas aconteceriam no tempo dela. Ele acreditou que aquilo poderia ser uma tarefa fácil, mas a partir do primeiro dia que a viu usar um decote mais ousado, ele percebeu que seria totalmente o oposto. provavelmente era a garota de dezessete anos que tinha os maiores seios da Austrália, e, porra... Não tinha nenhuma outra parte do corpo feminino que ele sentisse tanta tesão quanto o que ele sentia por seios.
Levou os dedos de uma mão à ponte do nariz e os manteve firme, pressionando o local. Estava impossível evitar aqueles pensamentos com a atmosfera do carro abafada e com cheiro de hormônio. O barulho da chuva se chocando com a lataria do carro só servia para lembrá-lo de que ele teria que ficar preso ali, com as janelas fechadas, no mínimo uma pequena greta aberta.
Ele internamente comemorou quando conseguiu pensar em qualquer outra coisa além dos peitos redondos e durinhos de , o que não durou muito. Em segundos, as unhas dela raspavam o seu ombro, distribuindo arrepios por toda a extensão do corpo dele, em diferentes focos.
— Porra, . — ele resmungou baixinho, mas não percebeu que o rosto dela estava próximo demais, acima de suas unhas traiçoeiras, espiando cada mínima linha de expressão do rosto dele, perdendo o olhar no maxilar travado. Ela arqueou as sobrancelhas e afastou as mãos quando escutou aquilo. Sentou-se sobre suas panturrilhas e pés, olhando em um ponto fixo no rosto de . Ele sentiu o olhar queimar sobre si e virou o rosto, ainda abaixado, para espiá-la. Ela parecia uma criança que havia tido seu doce roubado. — o que foi, anjo?
— ‘O que foi?’ digo eu! — reclamou, com a voz mais aguda do que o normal. Ele novamente balançou a cabeça, mas se virou ainda sentado, ficando de frente para ela. Tomou suas mãos finas e pequenas nas suas grandes e passou a encará-la no fundo de seus olhos. — fiz alguma coisa errada? — ele sorriu com a inocência dela.
— Não — disse sorrindo, para deixar aquilo bem claro. — muito pelo contrário.
— Então qual é o problema? — mordeu a boca internamente.
— Nenhum. — mentiu, mas não conseguiu evitar direcionar o olhar para o meio de suas pernas. Ela acompanhou e entendeu quando percebeu a ereção ali, quase explodindo o fecho da calça. Ele passou as mãos fortemente pelo cabelo e desejou estar em qualquer outra situação.
— Ah, ... — eu... eu... eu acho que estou pronta. — engoliu seco e ele a olhou de olhos arregalados e queixo caído. Ele também engoliu, seu pomo-de-adão moveu desconfortavelmente e desviou o foco para qualquer ponto que não fosse uma adolescente coberta por hormônios. E com peitões.
— Não precisa se reocupar, amor...
— Não estou preocupada. — deu de ombros e escorregou as mãos curiosas pelo peitoral do namorado e parou no cós da calça, onde ela hesitou antes de tomar a próxima decisão. Ele analisava cada mínimo movimento com sede.
Cuidadosamente, ela passou a unha sobre a ereção no fecho da calça. Receosa, ela desabotoou e desceu o zíper. ainda estava estático, apenas encarando aqueles gestos sem conseguir esboçar reação alguma. Em seguida, ela olhou para ele esperando qualquer atitude, pois era impossível tirar a a calça com ele sentado. Ele não tinha certeza se estava delirando ou não, mas jurou ter visto os olhos de tão carentes quanto os do Gato de Botas do Shrek.
— Você tem certeza? — perguntou.
Ele só precisava de um sim.
Claro.
Com certeza.
Só um sinal verde, pois ele mal se segurava para experimentar aquilo.
Ela assentiu e tudo que viu depois foi se levantar e tirar a calça, em seguida, seu corpo já havia mais uma vez ido em encontro com o banco. Ele passou o nariz pelo tórax dela com fúria, desejo. Quando chegou na barra da camiseta, ele não prolongou nem um pouco o momento e a levantou sem dó, com erguendo um pouco o corpo a medida que ele tirava a blusa. Fizeram o mesmo com a saia e ela se sentiu indefesa quando ficou apenas de calcinha e sutiã na frente de , mas ela não fazia ideia como ele adorava capa parte daquele corpo maravilhoso. Palavras não eram suficientes para descrevê-lo. Não era a primeira vez que ele a via daquela forma, houveram inúmeras vezes em que ela usava apenas um biquíni como peça ao lado dele, fosse na praia ou em uma piscina. Mas aquele era um ambiente totalmente novo. Inexplorado.
Para ambos.
Eles deixavam o instinto guiá-los naquela situação totalmente nova. Ela se controlou aquele tempo todo com uma maior facilidade, mas o pobre garoto não conseguia aquilo com tanto êxito. Por vezes já pararam os amassos anteriormente para que o cacete dele não chegasse a um estado deplorável. Na pior delas, correu para o banheiro e usou sua fiel amiga, a mão direita, para bater uma punheta e aliviar aquele tensão.
Exatamente há uma semana atrás.
Talvez estivesse fazendo aquilo por pena. Talvez não.
Quando ele era solteiro, podia apostar que se arrumasse uma namorada virgem não aguentaria passar de um mês sem sexo. Pura hipocrisia, pois ele mesmo sequer já havia experimentado aquilo e se aguentou 17 anos de vida sem, o que seria alguns meses? Mas esse pensamento apenas se consolidou quando ele percebeu estar bem no meio da palma da mão de .
Agora ela deslizava suas mãos por todo o corpo dele, sem saber ao certo o que fazer com ela. Hora o puxava pelas nádegas, que por sinal era a parte que ela adorava nele, sua bunda que tinha um volume invejável, e sim, ela amava bundas de homens, ou hora puxava fios de cabelo...
Ele se ergueu um pouco, o suficiente para tirar a blusa e joga-la nos bancos da frente. Agora apenas peças íntimas os barravam. Ele aproveitou disso e se encaixou no meio das pernas dela, esfregando seu pênis duro contra a vagina molhada de , amaldiçoando a presença dos tecidos, mas ao mesmo tempo aprovando-os. Ela gemeu de contidamente, não esperava que aquilo fosse tão bom. Por segundos a fio, ele ficou os massageando, criando um atrito entre os dois órgãos inchados. chegou ao ponto em que não conseguiu mais se focar em reprimir os gemidos, por mais que tivesse certa vergonha, o foco naquele momento era outro.
Se aquela masturbação improvisada fazia uma pressão ideal em seu clitóris deixando-a ansiosa por mais, ela mal podia esperar pela penetração. Talvez com todo aquele prazer, não doesse tanto como diziam por aí no momento em que o hímen se rompesse. Sexo era para ser gostoso, não era?
perdeu o resto da sanidade que tinha quando passou a encarar o movimento oscilante dos peitos de . O tórax dela subia e descia em uma frequência indefinida e anormal, fazendo com que eles se balançassem acompanhando o ritmo dos pulmões. Ele parou de se esfregar na garota e a arranhou até alcançar o seio com uma das mãos. Ele a esguiou por debaixo do sutiã e quando alcançou o santo graal, viu estrelas. Apalpou aquele pedaço de carne delicioso como se fosse a última coisa que faria na vida. Em um toque de mágica o sutiã havia sido desabotoado pelos dedos ágeis de , no fecho frontal na mesma altura do vale dos seios. Ela não sabia dizer porque fez aquilo sem hesitar ou sem ter vergonha... Mas a massagem que ela recebia nos mamilos não era de deus. Puta que pariu. Sentir acariciar ambos os peitos a fez revirar os olhos. Talvez aquele ponto do seu organismo fosse muito mais erógeno. Até o leve aperto que ele deu no bico dos seios foi delirante, mas no momento em que a boca dele se encontrou com o local, foi indescritível. Ela tinha certeza que ali o número de sinapses que ocorriam no seu sistema nervoso havia dobrado.
Santo pai. Aquilo não podia ser obra de deus, não mesmo. Seu corpo estava em combustão. Tão quente, que ela jurou naquele momento que sexo era coisa do diabo. Mas no fundo ela sabia que era coisa da natureza, do instinto animal que habitava o corpo de cada pessoa. E os chupões e lambidas distribuídos com maestria por deixavam-na totalmente à mercê. Um rapaz que tinha o dom de beijar super bem, com certeza teria herdado algum resquício daquilo para guiar agilmente o seio em sua boca. Ele deslizava aquele pedaço de carne entre os dentes fazendo pouquíssima força, mas o chupava sem dó. E era daquilo que jamais ficaria sem.
Ela já não aguentava mais quando pôs as mãos na bochecha dele. Se fosse assim, ela entraria em colapso sem mesmo experimentar o tal do coito. Afinal, ela morria de curiosidade para desvendar a sensação daquilo. Tinha que ser bom demais. Enquanto suas línguas rolavam uma sobre a outra em uma dança sem ritmo, ela escorregou as mãos até alcançar a cueca de . E sem hesitação alguma, ela trespassou o dedo por ela e a escorregou até um pouco acima do joelho, onde alcançou.
Algo fincou seu ventre bem próximo à virilha e ela interrompeu o beijo para ver o que era. Quando viu o pau duro, grande e pulsante de ela quase chorou. Aquilo tinha um tamanho colossal. Não era possível que garotos de 17 anos tivessem um pênis daquele tamanho, era?
Ela não fazia ideia, nunca viu nenhum outro para comparar. Mas quando imaginou aquilo rompendo-a, ela quase chorou. Mas era destemida demais para voltar atrás, assim ela pensou.
Já haviam chegado até ali, para quê interromper? Balançou a cabeça para livrar-se de qualquer pensamento negativo, mas não conseguiu parar de pensar no tamanho daquela ereção. Sua cabeça chocou-se com o banco quando ela perdeu inconscientemente a força para sustenta-la.
— O que foi, anjo? — ele raspou o nariz na clavícula da menina. — pode olhar... e pegar, se quiser. — ele deu de ombros e mentalmente adicionou um por favor, pegue.
Ela ergueu o tórax até se encostar na porta do carro, enquanto suas mãos foram em encontro àquele mastro. Ela precisava tocar. Conhecer o desconhecido.
Sua palma o abraçou logo no topo e numa tortura que ela não tinha a capacidade de imaginar, desceu até a base, onde ela se distraiu com as bolas dele. Tudo muito suave. As revistas teen deixaram bem claro que era uma parte super sensível para toque. Dor não era exatamente o que ela procurava naquele momento... muito pelo contrário, ela queria prazer.
Chamar o nome de enquanto ele a preenchesse com seu membro. Contorcer-se de prazer no banco em uma tenacidade incrível e invejável, herdada do seu lado ginasta olímpica.
— Me fala como você gosta? — ela sussurrou e sua mão voltou lentamente até a glande e depois ela repetiu os movimentos de sobe e desce com certo receio.
Nada de dor.
Nada de dor.
Nada de dor.

— Adoraria, mas essa vai ficar para depois... Juro, querida, você está prestes a me matar. — afastou a mão dela dali e foi em direção à calcinha rosa com florzinhas dela. Quando fez que ia tirá-la, ela o impediu, segurando pelo pulso. Ele subiu o olhar até o rosto dela em busca de uma resposta.
— E-eu não estou depilada. — confessou baixinho.
— E eu tenho pelos assim como você tem. — aos poucos ele sentiu a pressão em seu punho diminuir até o toque desaparecer. Ele puxou a peça e ela se ergueu brevemente para ajudá-lo e desejou imensamente não ver a expressão dele quando visse o resultado da ausência de depilação.
Preocupação que não foi tão necessária, pois em questão de segundos voltaram a posição anterior, deitados, com ele por cima, mais uma vez tomando os lábios carnudos de para si. Apenas um selinho. Então ele se afastou para colocar o preservativo e finalmente descobriu algo que tinha certeza do que estava fazendo. Ao contrário de todos os outros gestos anteriores, ele já havia colocado preservativos antes para treinar. De volta ao nariz de tocando-o com o seu, encarando-a diretamente no fundo de seus olhos, ele desceu o ventre de encontro ao dela. Seu pênis a tocou na altura do clítoris, depois ele o escorregou para o sul, procurando seu encaixe. Não obteve muito êxito. Ela devia realmente ser pequena e apertada demais.
Deixou um muxoxo escapar e se martirizou milhares de vezes por não ter conseguido segurá-lo. Puta merda. Aquilo era humilhante. O seu pequeno alívio era que a pessoa deitada sob si era , caso fosse qualquer outra ele teria murchado de tanta vergonha.
Ela silenciosamente alcançou o pênis dele e o guiou até o buraco certo. Como ele não conseguiu achar aquilo? Santo cristo!
— Não se preocupe, a prática leva à perfeição. — deu um beijo na bochecha dele e ele agradeceu com um sorriso.
— Eu vou agora, tá? — avisou e ela fechou os olhos. Quando sentiu uma leve pressão na cavidade, ela o interrompeu.
... Você tem lubrificante? — Deslizou a mão despretensiosamente pelos fios negros do cabelo dele.
— Não, anjo... — suspirou. — mas não se preocupe, a camisinha tem lubrificante extra. — ela assentiu e voltou a fechar os olhos.
? — chamou mais uma vez quando voltou a sentir a pressão na sua entrada, mas dessa vez ele não voltou atrás, apenas manteve o membro parado lá. Ele a encarou. — e se eu sangrar? Vai manchar o couro do banco. E ele é cor de creme...
— Não se preocupe com isso. — ele a beijou no pescoço. — nós limpamos depois — ela voltou a concordar e ele voltou a forçar seu cacete em meio aquela boceta que havia esperado por ele. Ela gemeu, mas daquela vez não foi de prazer.
— Amor? — sussurou com a voz fina — se doer e eu pedir, você para?
— Claro, princesa. — ele a beijou na testa. — eu estou indo bem devagar.
Ele com certeza era muito mais forte do que imaginava. Surpreendeu-se com aquela atitude e voltou a empurrar contra o canal apertado. Ela gemeu mais uma vez.
— Falta muito? — ofegou.
— Flor... vamos parar, ok? Depois tentamos mais uma vez, quando você estiver segura. — foi carinhoso mas deu de ombros.
— Falta muito, né? — o ignorou. Ele se limitou a suspirar. Não queria sob hipótese alguma machucá-la. Ela reuniu toda sua força e coragem para tomar a próxima decisão; empurrou-se contra ele de uma vez.
Doeu como o inferno. Ardeu como pimenta.
Mas passaria.
O hímen já havia sido rompido, então ela só precisava desviar o pensamento da dor. Todos diziam que a dor era psicológica. Ela decidiu firmemente se agarrar àquela teoria, só quando o fez que extravasou tudo que sentiu antes em um gemido forte.
— Porra, ... — ele riu descrente e movimentou-se para sair de dentro dela. Ela o impediu mais uma vez, então ele se limitou a passar a mão pelo rosto dela. — eu disse que poderíamos esperar, anjo...
— Cale-se e me come logo, . Uma hora tinha que acontecer, né? — resmungou rindo. Quem era ele para se opor?
Obedeceu.
Começou a investir devagar para que ela fosse se adaptando. Mas hora ou outra ela contraía o períneo, dificultando por completo todos os esforços que ele fazia.
era insaciável.
E suas paredes vaginais contraindo ao redor de seu pau fez desconfiá-lo que ele também era. Só descobriria fazendo.
Então ele investiu. E de novo, e mais uma vez, mais tantas vezes, para que ela se cansasse. Ficou ofegante no banco esperando que ele terminasse. Ela já não esperava ter um orgasmo, mesmo porque era a primeira vez. Mas tirando a dor, havia sido incrível. Cada toque, cada masturbação e até mesmo as investidas finais, que não doeram tanto quanto as primeiras.
Logo depois ele se saciou, sentiu a camisinha ser preenchida com seu líquido morno e saiu de dentro dela, impulsionado seu corpo para trás, caindo escorado na porta do outro lado.
Não tinha palavras para descrever aquilo. Santo graal talvez fosse a mais próxima de todas. Só não queria ter feito-a sentir dor, mas já imaginava que aquilo era praticamente impossível.
? — a voz tímida o chamou. Ele apenas resmungou como resposta. Precisava de todo o ar do mundo para se recuperar. — Obrigada pela paciência, amor. E o carinho. — ela tateou o banco em busca da mão dele, entrelaçou os seus dedos quando a encontrou. — e me desculpe pelo teste não intencional — confessou e ele fincou a testa. — li em uma revista que se o cara perdesse a paciência é porque ele não era o cara certo. Agora eu tenho mais certeza do que nunca de que você foi feito pra mim. — apertou a mão dele.
, isso não é hora para brincadeiras. — riu. — mas... eu te amo, tá? — devolveu o aperto.
— Eu também, amor.


x Cinema Drive-in são aqueles em que você assiste o filme de dentro do carro.
x As informações sobre o cinema drive-in lunar são inspiradas em outro drive-in, atualmente fechado.
x o termo Santo Graal foi utilizado como uma analogia ao cálice sagrado.




Well, you stood there with me in the doorway
My hands shake
I'm not usually this way
But you pull me in and I'm a little more brave
It's the first kiss,
It's flawless,
Really something,
It's fearless.

(...)

'Cause I don't know how it gets better than this
You take my hand and drag me head first
Fearless
And I don't know why but with you I'd dance
In a storm in my best dress
Fearless


Fim!



Nota da autora: (30/10/2015)
Não tenho tempo para fazer uma n/a bonitinha :( Não tive tempo nem para escrever a ideia original que tive para Fearless por falta de tempo devido ao maldito ENEM exame nacional do ensino médio tão amado e querido, mas inclusive quem me acompanha no grupo do whatsapp sabe que eu perdi a prova no segundo dia, o que foi a oportunidade perfeita para escrever Fearless... Inclusive preciso parar de escrever restritas na correria, porque o final sempre fica a desejar.
Agora vou correr, porque ainda falta State of Grace HAUSHSUSHAUAHAUAH

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Beijos mil,
Berrie.




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