Finalizada em: 06/06/2018

Capitulo Unico


ANDAVA A passos longos pelos corredores do backstage onde seria o próximo show do BTS. Encarou os saltos que usava e alisou a saia irritada, sentindo falta de seu habitual jeans rasgado e par de tênis surrados, porém confortáveis. Mas sabia que era preciso abrir mão de alguns confortos quando necessitava, acabara de ter uma reunião com os executivos do YouTube, com quem tentava negociar sua idéia da série Burn the Stage. As gravações ainda não haviam sido iniciadas, mas a presença da moça já era constante para que pudesse estudar o máximo possível antes de fechar todos os detalhes quanto ao seu projeto.
Direcionou-se para o escritório do seu pai, que era um dos managers do grupo e sempre tinha uma sala reservada para si nos shows, ele lhe dissera que não conseguiria ir àquele show, pois estaria resolvendo alguns problemas burocráticos do grupo, então a moça se apossara da sala do pai naquele dia.
Era diferente conhecer o show por trás das cortinas do palco, os diversos corredores com salas cheias de pessoas trabalhando para que aquilo fosse real e incrível. conhecia aquilo desde que era muito nova, mas não conseguia se acostumar, era totalmente apaixonada por aquele mundo.
Observava as salas enquanto passava e ouviu a voz do melhor amigo chamá-la.
— Oi! — Cumprimentou virando-se para e o abraçando.
— Está linda hoje. — O rapaz brincou a fazendo dar uma voltinha, sentiu as bochechas esquentarem quando o sangue se acumulou ali e ele riu por isso.
— O que você quer? — Perguntou cruzando os braços e rolando os olhos.
— Você, por acaso, viu o por aí? — Perguntou lhe lançando um olhar desconfiado e a garota franziu o cenho, negando com a cabeça.
— Eu acabei de sair da reunião com o YouTube, . — Esclareceu. — Eu sequer o vi hoje. — suspirou irritado.
— Esse garoto… — Bufou — Precisamos começar a passagem de som daqui a pouco, mas queria conversar com ele antes. — se aproximou deles para falar com e ela sorriu, respondendo ao cumprimento que recebeu.
— O que está acontecendo? — Perguntou o mais velho.
— Não encontro o em lugar nenhum — o olhou estranhando.
— Ele ficou até tarde ontem na agência, e o vi logo cedo aqui hoje. — Olhou ao redor, como se fosse ver circulando por ali naquele momento. — Aquele garoto anda trabalhando demais ultimamente, todos os dias saí tarde e chega cedo. — disfarçou fingindo não saber nada do assunto e desviou o olhar do rosto de que a encarava.
— Bom, meninos, se eu o ver, digo que vocês estão procurando. — Sorriu e deu as costas, voltando em direção a sala do pai — Se precisarem estarei na sala do meu pai, ok? — Os meninos murmuraram em concordância e a moça sorriu de lado já de costas.
Naquele momento ela realmente não sabia onde o cantor estava, não o tinha visto ainda naquele dia, mas sabia que era culpada pelas “horas extras” que o rapaz andava fazendo. Lembrava-se claramente do “trabalho” que fizeram juntos na noite anterior dentro do estúdio de gravação, lembrava-se mais facilmente ainda do rapaz a pegando no colo e colocando-a sentada na mesa de som, logo se encaixando entre suas pernas e beijando seu pescoço com vontade. Suspirou com as lembranças e tomou um leve susto quando o celular tocou.
Olhou atentamente para a tela que brilhava com o nome escrito e atendeu logo em seguida:
— Alô.
Jagi, onde você tá? — A voz do rapaz estava chorosa quando perguntou e o peito de apertou.
, onde você está? — Perguntou preocupada — Os meninos estão te procurando. — Ouviu o suspiro do outro na linha e aproximou-se da porta da sala do pai.
Eu quero te ver — Choramingou e ela riu, em alguns dias era extremamente manhoso.
— Aonde você está? — Perguntou novamente, enquanto entrava na sala e o rapaz não lhe respondeu, acendeu a luz e fechou a porta. Assustou-se quando sentiu uma mão na sua cintura e uma respiração no seu pescoço.
— Bem aqui. — A voz do rapaz não era mais manhosa e agora adquirira um tom extremamente sedutor que a fez arrepiar. O corpo do moço se aproximou do dela e ela suspirou quando ele lhe deu um beijo no rosto.
— O que você está fazendo aqui, seu maluco? — riu e a virou para ele — Está todo mundo te procurando, ! — O rapaz mordeu o lábio, maroto.
— Eu não ligo. — A puxou pela cintura, olhando dentro dos olhos da moça que se sentiu sufocada e percebeu que esquecera de respirar. Era difícil explicar o efeito que aquele homem tinha sobre ela — Eu queria te ver — O moço sussurrou e ela pôde sentir as pernas tremendo.
sabia que o moço tinha responsabilidades e tinha que correr, mas não conseguia resistir a ele, não quando ele a seduzia daquela forma. Então apenas fechou os olhos e deixou as preocupações de lado, fechou os olhos e sentiu os lábios do cantor tocarem os seus, suspirou quando sentiu o sabor dele, já tão conhecido por sua boca e permitiu que ele aprofundasse o beijo, enquanto brincava com calma e intensidade com a língua dele. Mal percebeu que ele estava andando enquanto segurava com firmeza em sua cintura, até sentir as costas serem prensadas contra a porta, ela embrenhou seus dedos entre seus cabelos macios e ele apertou sua mão com força, encostando seu corpo com mais força ao dela.
partiu o beijo e deixou seu rosto próximo ao da moça, a fazendo sorrir e sorrindo de volta para ela enquanto a olhava de um jeito bonitinho.
— Preciso confessar uma coisa — Ele sussurrou com a voz rouca, enquanto enroscava uma das mãos no cabelo dela, soltando o prendedor que estava ali e fazendo as mechas do cabelo de escorrerem, ele os acariciou e continuou o caminho do corpo dela com as mãos, até chegar a seu quadril e suas pernas, encontrando a barra da saia que usava — Adoro quando você usa saia. — Sussurrou, apertando a coxa da moça em seguida, enquanto unia sua testa a dela e ela ofegou, quando ele apertou novamente sua perna e subindo a mão até sua bunda por debaixo da saia.
deslizou suas mãos pelos ombros de , acariciando todo pedaço de pele por onde passava, o abraçou pelo pescoço e o puxou para mais perto.
— Se eu soubesse que usar saia causava essa reação eu usaria todos os dias — Respondeu com voz rouca para o namorado.
— Você adora me provocar — acusou, tirando o cabelo da testa, puxou então a moça pelo quadril, fazendo com que qualquer espaço que havia entre eles sumir e tomou novamente a boca de na sua, as línguas se acariciavam numa sintonia que ainda os chocava, como se se conhecessem a décadas, fazendo o coração pular dentro do peito ao mesmo tempo em que os excitava ao extremo. A moça ficava impressionada como toda vez um simples beijo de conseguia fazer com que ela se acendesse por inteiro.
Eles tinham uma intimidade que parecia ser de anos e apenas de se olharem era como se seus corpos estivessem pegando fogo. Era difícil ficar na presença de , era preciso de muito autocontrole para que as pessoas não percebessem as faíscas que existia entre eles, e, talvez fosse exatamente por isso que sempre se encontravam a qualquer hora do dia para matar a vontade que sentiam um do outro.
ainda se saciava das pernas da moça, deslizou as mãos por seu quadril enquanto mordia o lábio dela para se saciar de toda a vontade que havia sentido desde que a viu entrar aquela manhã com aquela saia preta que se ajustava ao seu corpo, puxou uma das pernas da moça para cima a apoiando em sua cintura. cruzou a perna, mantendo-se naquela posição por si mesma, enquanto o cantor acariciava o restante de seu corpo, descendo a mão por seus seios, os apertando e massageando por cima da camisa que a moça usava e apertando sua cintura.
também não ficava para trás, suas mãos passeavam por debaixo da camisa dele, acariciando sua barriga, ombros e costas, sem decidir-se qual parte gostava mais do corpo dele, e já sentindo um volume conhecido no ponto em que seus quadris se encontravam.
As mão de já haviam encontrado os botões da camisa da moça, os abrindo lentamente enquanto beijava seu pescoço, quando ouviram batidas na porta. O casal se separou, assustado e ofegante, com medo de serem pegos, ali. fez gestos para o rapaz se esconder enquanto corria para o banheiro do escritório. Pôde ouvir as batidas novamente seguidas de uma voz:
?
— Já vou! — A moça gritou em resposta, enquanto se arrumava em frente ao espelho, limpando parte borrada da maquiagem, fechando sua camisa e arrumando os cabelos que se encontravam desgrenhados àquele ponto. Ao voltar, olhou para o escritório e não viu em lugar algum, suspirou aliviada, alisando a roupa mais uma vez e abriu a porta.
! — Ela sorriu para o amigo que a olhou desconfiado.
— Por que a demora? — Perguntou entrando na sala sem que ela conseguisse, impedir. A moça então se direcionou a cadeira do pai e sentou-se, sua perna bateu em algo e ela olhou para debaixo da mesa assustada, encontrando ali. Disfarçou enquanto respondia a .
— Eu estava no banheiro, , quer saber o que eu estava fazendo lá também? — Ironizou e rolou os olhos.
— O por acaso não está aqui? — A moça arqueou a sobrancelhas para ele que estava de costas enquanto parecia procurar algo. ofegou baixinho ao sentir a mão gelada de acariciando suas pernas por debaixo da mesa e pôde sentir o arrepio que subia por suas pernas.
— Claro que não — Rolou os olhos quando o amigo a olhou e sorriu para ele. — Eu lhe disse que se o achasse eu lhe avisaria. — sentiu quando a fez descruzar as pernas e acariciá-las como se não tivesse feito isso ainda, as mãos do homem passeavam deixando uma sensação quente por onde passava, pelo interior de suas coxas e por baixo de suas pernas, era preciso de muito autocontrole para que não fechasse os olhos ali e se entregasse aos carinhos do rapaz.
— Não sei — Disse dando de ombros e sentando-se na cadeira que ficava de frente para ela, a moça só pode sentir-se aliviada por ser uma mesa com frontal fechada, mas agoniada para que o amigo fosse embora de uma vez. Retesou-se quando sentiu a mão de ser substituída por seus lábios, que subiam por suas pernas, desde suas panturrilhas até a parte interna de suas coxas. A moça apoiou os braços na mesa a sua frente, automaticamente escondendo de e inclinando-se mais na direção de sua boca. — Achei que ele pudesse estar aqui, vocês andam muito amiguinhos ultimamente. — O moço deu de ombros sorrindo provocante para ela, se preparava para responder quando sentiu os dedos do fugitivo alcançarem sua calcinha por debaixo da saia, a acariciando e apertando, enquanto seus beijos tomavam conta da parte interna de suas coxas.
— Você… — respirou fundo antes de continuar, por fim — Você está com ciúmes, ? — O vocal rolou os olhos e arqueou a sobrancelha, negando em seguida com a cabeça. A garota novamente se remexeu na cadeira, quando sentiu os dedos de deixarem a carícia de antes, afastando sua roupa íntima para o lado e, sem perder tempo, logo sentiu um dos dedos do garoto brincar em sua entrada e ofegou. a olhou estranhando o comportamento da amiga e essa disfarçou colocando a mão na cabeça.
— Tá tudo bem, ? — perguntou preocupado e ela assentiu, rápido levantando a cabeça para ele e sentindo o dedo do rapaz que estava debaixo da mesa a penetrar lentamente, a provocando a todo instante.
— Sim, , só estou com uma dor de cabeça enorme — Murmurou baixo para que nada mais lhe escapasse dos lábios e os mordeu em seguida, quando sentiu abrir suas pernas um pouco mais e acrescentar mais um dedo na penetração, e movê-lo lentamente no mesmo ritmo que antes, porém fazendo os dedos de gancho e raspando pelas paredes de sua vagina, a fazendo contorcer na cadeira, sem poder soltar quaisquer som.
— Você está suando, — O moço observou, se levantando de repente — Vou encontrar algum remédio para você. — A moça ia negar, mas o amigo já tinha dados as costas e carregava um sorriso malicioso debaixo da mesa. Ela iria matá-lo, o olhou com raiva, esperando que aquilo demonstrasse a bronca que queria, mas isso apenas fez com que ele aumentasse a velocidade dos dedos, a diminuindo em seguida e aumentando novamente, a fazendo se mexer em busca de um contato maior.
voltou do banheiro e ela se recompôs antes que ele percebesse algo estranho.
, só encontrei uma aspirina. — Ela sorriu para ele, acariciando o pescoço, resistindo o máximo que podia quando chegou à conclusão que era a pior pessoa do universo.
— Obrigada, . — Arfou e voltou a pôr a mão na cabeça como se fosse culpa de alguma dor, mas internamente se perguntando como aquele homem podia ser assim, que tipo de tentação era aquela, qualquer que fosse a provação que Deus estava fazendo com ela, falhara miseravelmente.
E então, quando sentiu os lábios dele encontrarem seu centro, soube que venderia a alma à Satã para que nunca mais parasse de sentir aquilo. Quando a língua dele a encontrou, perdeu todas as forças que ainda existiam dentro de si e apenas olhou para muito rapidamente quando murmurou:
— Vá ensaiar — O amigo a olhou confuso e ela falou novamente — Vá, , eu vou ficar bem, só preciso ficar sozinha por um tempo. — O rapaz a olhou confuso, mas assentiu ainda assim.
— Qualquer coisa me chama. — Falou e ela assentiu rapidamente, deu as costas, saindo da sala e fechou a porta atrás de si, no exato momento em que não pode mais resistir às investidas de , que a sugava copiosamente e gemeu, em alto e bom som. E sequer se importou se alguém do outro lado da porta a ouvira.

continuava a lamber e sugar variando a velocidade e enlouquecendo a mulher que continha os gemidos mordendo os lábios, segurava o apoio da cadeira com força e então arqueou as costas, deixando escapar um gemido de puro desespero e ele a olhou rindo.
— Você está muito barulhenta, , vão acabar nos descobrindo. — A moça o olhou ofegante, podia sentir o suor escorrer por seu corpo e olhou para a porta da sala, quando estava prestes a se levantar para trancá-la, a prendeu na cadeira, segurando suas mãos no encosto dela e fez com que suas bocas se encontrassem, a impedindo com um beijo calmo e profundo. Ao mesmo tempo sua mão desceu, começando a masturbá-la com velocidade, os dedos escorregando com facilidade por sua entrada já extremamente molhada. — Ah, eu não aguento mais ficar um segundo sem te tocar, — disse com a voz rouca no ouvido dela, a fazendo se arrepiar por inteiro e agarrar seus cabelos, fazendo-o voltar a beijá-la e abafando os gemidos que escapavam por sua boca, devido os toques dele. Já podia sentir o nó se formando atrás de seu umbigo e quando o namorado deu um leve beliscão em seu clitóris e mordeu seu lábio inferior não pôde mais segurar um segundo, de olhos fechados arqueou as costas na cadeira, e mordeu os lábios com força para abafar o gemido que saía estrangulado de sua garganta.
Ao abrir os olhos, ofegante, encontrou a encarando com um sorriso malicioso nos lábios, sorriu para ele e gargalhou quando o moço lambeu os dedos.
— Você não toma jeito, . — Ele arqueou a sobrancelhas.
— Não tenho culpa se não consigo me controlar perto de você. — A moça sorriu e levantou-se da cadeira, arrumando a calcinha e a saia no percurso até a porta. — Aonde você pensa que vai? — Bufou o rapaz a seguindo e logo colando seu corpo ao dela. A moça ofegou quando sentiu a excitação de em sua bunda e automaticamente a empinou, buscando um contato maior e o fazendo suspirar profundamente.
— Eu só vou… — Foi interrompida pelos beijos que o rapaz começou a dar em seu pescoço.
— Vai…? — Incentivou-a a continuar, acariciando seu corpo, enquanto a moça cambaleava até a porta e a trancava. — Hm… Por que você trancou a porta? O que pretende fazer comigo, Jagiya? — Apertou os seios dela que gemeu baixinho enquanto ele abria os botões de sua camisa e os acariciava apenas baixando o sutiã, aproveitou a fragilidade de para baixar sua saia e a moça rebolou o ajudando a se livrar da peça e causando um contato maior com sua excitação.
virou-se para e ele analisou com paixão - e extremo tesão - a moça a sua frente, com os cabelos soltos e desgrenhados emoldurando seu rosto com bochechas coradas e um meio sorriso extremamente sexy, o sutiã de tule branco dobrado, com os seios da moça escapando por cima, para que ele pudesse ter um maior contato com eles, os mesmos se movendo conforme a respiração ofegante e excitada de , a camisa branca aberta por cima do corpo, a calcinha também de tule branca e um par de sapatos de salto alto no pé.
se perguntou quanto tempo mais aguentaria, pois só de olhar para ela sentia-se pulsando e a ponto de explodir.
— Acho que estou em desvantagem — Falou a moça o analisando com o lábio entre os dentes.
— Eu não estou com remorso por isso — Respondeu o rapaz, novamente a olhando por inteiro, e puxando-a para ainda mais perto dele, ele a beijou profundamente e deslizou suas mãos pelos ombros dele até chegar a suas costas, puxou a camiseta cinza que ele usava para cima, sentindo tocar em sua pélvis um volume conhecido, enquanto ele facilitava sua vida e se afastava dela alguns centímetros para terminar de tirar a camiseta, foi a vez de observar e admirar o físico do cantor.
Sorriu maliciosa ao avaliá-lo, os músculos marcados, porém sem excesso, tudo naquele homem era anormalmente perfeito se comparado ao resto do mundo. Passou a mão pela barriga definida e mordeu os lábios, quando a beijou, a moça deslizava a mão por seu corpo inteiro, agradecendo mentalmente a Deus por ter lhe presenteado com àquele homem maravilhoso, em resposta o homem deslizou as mãos geladas por suas costas a fazendo arrepiar a cada toque, respirava pesadamente e a cada segundo, podia se sentir mais quente e excitada.
empurrou o namorado para trás, até que alcançasse o tampo da mesa, o fazendo se apoiar ali, deslizou suas mãos lentamente pelo corpo dele, desenhando com cuidado cada um dos seus músculos e cada quadradinho que marcava sua barriga por onde passava, ao chegar até o botão de sua calça desabotoou e abaixou o zíper da mesma, enquanto analisava o volume que ali crescia, acariciou-o por cima da cueca e o namorado grunhiu, tirando o par de tênis com os pés e abaixando a calça em seguida. o empurrou de volta sobre a mesa, e iniciou um beijo profundo em seu pescoço, o descendo para os ombros e peitos, brincou com os mamilos do rapaz, que grunhiu para ela, excitado, e logo desceu para a barriga, ao mesmo tempo em que suas unhas faziam levemente o percurso entre o ponto que beijava e o cós da sua cueca.
agarrou seus cabelos, e acariciou o membro, o apertando levemente para provocá-lo. Alcançou o cós da cueca Boxer preta que ele usava e a tirou, sem pudor algum, enquanto sorriu maliciosamente para ele. As mãos da moça passearam pelas coxas grossas e definidas que tanto amava, e não se conteve quando foi atingida pela vontade de mordê-las, dando uma mordida desejosa na coxa de , seguida de um selinho no local, o moço gargalhou com o gesto e só então ela voltou sua atenção para o membro já enrijecido a sua frente. Sem tirar os olhos do rapaz por um segundo, deu um beijo na glande e sorriu torto antes de lambê-lo desde sua base e colocá-lo na boca, ao máximo, o fazendo soltar um gemido rouco e fechar os olhos, segurando os cabelos que tanto adorava em um rabo de cavalo improvisado que enrolou em sua mão. E então quando ela olhou novamente pra ele tirando seu pênis da boca, ele soube que era hora da vingança e que era sua vez de enlouquecer.
E tudo que pôde fazer naquele momento foi se entregar ao prazer que a namorada lhe proporcionava lhe lambendo, sugando e chupando, o levando ao êxtase. O suor já escorria pelo seu corpo e os cabelos grudavam em sua testa, o casal se entreolhou, e suspirou quando sentiu a boca de ser substituída por sua mão, que o masturbou em um ritmo acelerado e sorriu maliciosa ao vê-lo se contorcer de prazer.
— Arfou a fazendo parar — Eu não vou aguentar, preciso de você agora. — a moça sorriu e se afastou para pegar o preservativo em sua bolsa, ao voltar, rasgou a embalagem, com cuidado, utilizando os dentes e a posicionou de forma correta no membro dele. Assim que terminou, o namorado a virou, trocando de posição e a fazendo se apoiar na mesa, deu-lhe um beijo, enquanto deslizava as mãos pelo seu corpo, desejoso, aproveitou aquele momento para arrancar de uma vez a camisa que ainda pendia aberta sobre os ombros da moça, e o sutiã branco de tule. Não resistindo a tentação, colocou um dos seios da moça da boca, lambendo e sugando o bico do peito dela. Arrancou a calcinha, com o auxílio dela e levantou uma de suas pernas a apoiando em sua cintura. Quando seu membro roçou pela entrada de , ela ofegou e rebolou ali, em busca de um contato maior.
. — Arfou e o rapaz, entendendo o que ela desejava, a penetrou de uma única vez, os dois gemeram e as unhas da moça se fincaram em seus ombros quando ele começou, por fim, a se movimentar dentro dela, movimentando-se em velocidade contínua e prazerosa.
As investidas os fazia suar e gemer, e quando era demais para suportar, simplesmente deixavam os gemidos se misturarem e se perderem na boca e na pele do outro.
O casal sentia o suor escorrer pelo corpo e a sala esquentar, as unhas de passeavam pelos ombros e costas do namorado e ele em resposta apertava seu corpo, suas coxas, e cintura, puxando a contra seu corpo, como se fosse possível a trazer para mais perto dele.
aumentou o ritmo e levou dois de seus dedos para o ponto que se uniam, os molhando com o lubrificante produzido por eles, e então os levou até o clitóris da moça, a observando durante todo o tempo, para vê-la gemer por ele. Massageou o botão em movimentos circulares e teve a resposta desejada, soltou um alto gemido, chamando por ele e implorando para que não parasse.
levantou sua outra perna, também a apoiando sobre a cintura de , e sentando-se de vez na mesa do escritório, puxou o rapaz para a frente com as pernas e novamente deixou um gemido alto e claro escapar quando o sentiu mais fundo dentro de si.
— Não para — implorou. O rapaz, obediente, continuou a investir de forma rápida e profunda e massagear o botão que a levaria ao ápice. Vê-la daquela forma, com a cabeça jogada para trás e o lábio entre os dentes era estímulo suficiente para que ele chegasse ao máximo.
Quando sentiu que não aguentava mais, finalizou a massagem com um beliscão no local, seguido de um leve tapa, o que a fez gritar e arquear as costas, chegando ao orgasmo junto com ele.
abraçou a namorada e deixou-se descansar ali em seus braços.
Com os corpos ainda grudados, a moça subiu um rastro de selinhos pelos ombros do namorado até chegar a sua boca.
— Dizem por aí que você anda trabalhando demais, . Você precisa diminuir o ritmo. — brincou com um sorriso leve no rosto, apreciando o carinho em movimentos circulares que ele fazia na parte inferior de sua coluna.
— Jamais. Eu sou muito esforçado, não posso deixar meu ritmo cair. — Ela gargalhou e ele sorriu em resposta. — Tava com saudades de você. — Suspirou.
— Você me viu ontem a noite, amor. — ele revirou os olhos com a resposta dela.
— E o que isso tem a ver? — Ela riu novamente e ele beijou seu ombro em resposta, saiu de dentro dela e deu as costas se direcionando até ao banheiro do escritório.
suspirou, observando o namorado sair de perto dela, o frio na barriga a tomando e um sorriso bobo nos lábios revelando o amor que sentia por aquele homem. Se perguntava se um dia ia deixar de ter aquelas sensações e de suspirar por ele. Ela duvidava.

MAIS TARDE NAQUELE mesmo dia, enquanto fazia a última rodada de ensaios, focou na platéia e observou ao longe a garota conversar com . Aparentemente, ela tinha assaltado o guarda roupas do grupo e usava um de seus moletons vermelhos, os cabelos presos num rabo de cavalo, e os lábios preenchidos por um gloss incolor, o mesmo se encontrava entre seus dentes, e sentiu inveja, desejando mordê-los também. Desceu o olhar e arfou ao ver o corpo dela preencher maravilhosamente uma calça de couro que pertencia a e os pés ainda em seus saltos.
Aproximou-se dos amigos, com em seu encalço e a cumprimentou, como se fosse a primeira vez que a visse naquele dia.
— Conheço essa blusa. — Brincou arqueando a sobrancelha pra ela.
— Sei que vocês não sem importam. Esfriou demais, eu estava morrendo de frio circulando por aí de saia. — A moça rolou os olhos.
, você não fica tão bonito nessa calça — Brincou e o loiro fingiu-se de ofendido.
— Claro que fico! — Protestou.
— Não foi dessa vez, . — A moça respondeu, segurando a mão que estendia para ela e dando uma voltinha. se perdeu no delineado do corpo dela, na bunda bem preenchida (coisa que para disputar com era difícil) e sentiu um desejo imenso tomar conta de si.
Quando conseguiria olhar para ela sem ter aquela necessidade enorme de tocá-la e tomá-la para si?
e engataram em uma conversa sobre algo que não se deu ao trabalho de entender e o olhou, percebendo que ele a encarava e sorriu maliciosa para ele.
! — o chamou e o rapaz o olhou, enquanto disfarçava. — Você vai? — O maknae franziu a testa, confuso, mas negou, mesmo sem saber do que se tratava.
— Desculpa, hyung. Estou trabalhando numa gravação. — arqueou a sobrancelha.
— Vai trabalhar até tarde de novo? — Protestou e ele apenas acenou com a cabeça.
— Porque não faz isso no seu estúdio? — perguntou, desconfiado.
— Minha mesa de som está com problemas. — Deu de ombros.
sorriu torto e ) a olhou, desconfiado.
— E você? — Ela o olhou com a sobrancelha arqueada.
— O que tem eu?
— Vai com a gente? — Perguntou e ela entortou a boca em negação.
— Desculpa, amores. — Falou simplesmente. — Bom, vou indo que tenho que resolver uns problemas. — Mandou um beijinho no ar para cada um. — se alimenta direito e não exagera no trabalho, garoto! — Os dois reviraram os olhos e a observaram sair. encarou, encantado, o balançar do quadril dela e sentir-se novamente desejoso.
Realmente, precisava de mais algumas horas com ela. Sentiu seu celular vibrar no bolso e o pegou para ler a mensagem que recebera do número que conhecia bem.
“Te vejo na hora extra ;)”
E sorriu, porque trabalhar demais, às vezes, tinha suas vantagens.


Fim...?



Nota da autora: Fica cada vez mais dificil escrever N/A e eu nem tenho mais criatividade pra isso. Vamos lá, essa é minha primeira fanfic restrita com o Jungkook e MEU. DEUS. DO. CÉU. Quase não consegui escrever porque eu não me aguentava! Eu olhava pra esse nenê, e via as fotos, e olhava pra ele e ficava pensando em mil cenas diferentes (Alô shoot novo, você me deu material pra mais umas 10 restritas!) e queria escrever todas, mas enfim... Essa fanfic surgiu nessa ideia do Jungkook estar relacionado com alguém do staff do grupo, no caso, a filha do Manager. A Layh é uma personagem muito especial, e a partir da ideia dessa fic surgiu a ideia de uma longfic que vai estar sendo escrita com minha Biscoita Mayh e logo logo vai entrar aqui no site.
Agora vamos lá: BIBA E VIVI VOCÊS JÁ SABEM, amo vocês. Mayh, obrigada por me acompanhar e embarcar nessa loucura dessa fanfic comigo, tamo junto, te amo! Julia, minha loira maravilha, obrigada pelas capas incriveis, por ler essa fanfic antes de todo mundo e por me dar uma mega mão ♥
E por ultimo: obrigada você que está lendo, mais obrigada ainda se você deixou um comentário, pq ele é muito especial pra mim <3
Só pra finalizar essa N/A, queria deixar aqui um recadinho: criei um grupo para todas as minhas fics, com meus leitores e minhas autoras, se você quiser entrar e participar dessa bagunça, clica aqui que você vai ser muito bem recebida!
Beijos Beijos ♥



Outras Fanfics:

FICSTAPES:
10. Jenny [Ficstape #084: The Maine – Pioneer]

MUSIC VIDEOS:
MV: Runaway - Bobby [Music Video: KPOP]

SHORTFICS:
The Midnight Train [K-Pop – Restritas – Finalizada]
O Casal Favorito [Outros – Shortfics]



Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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