Finalizada em: 09/11/2017

Capítulo Único


abriu o porta-malas do carro, assoviando despreocupado ao jogar sua bolsa lá de qualquer jeito. Podia ouvir os passos de sua agente logo atrás dele. Seus saltos batiamdesengonçados no chão enquanto tentavam correr atrás dele antes que partisse. Ele a estava enlouquecendo, sabia disso, mas divertia-se muito mais do que se sentia culpado. Precisava de um tempo e, eventualmente, esperava que ela entendesse.
Fechou o porta-malas e pegou o ray-ban preso em sua camisa jeans, na altura do peito devido a dois botões abertos. Levou o óculos até os olhos, encostando-se no carro para esperar a mulher com um sorrisinho torto brincando nos lábios e as mãos no bolso da calça escura.
Acabou rindo do olhar furioso que ela direcionou a ele pela atitude, muito bem ciente do que se passava em sua mente.
- Desgraçado. – ela reclamou, o estapeando ao finalmente conseguir alcançá-lo, mas ele não se importou. Na verdade, estava até acostumado. Deixá-la furiosa era um de seus passatempos preferidos. – Aonde, diabos, você pensa que vai?! – ela perguntou, exasperada, e ele deu de ombros sem encará-la.
- Por ai. – respondeu e sentiu o olhar chocado da mulher sobre si, mesmo sem encará-la.
precisou segurar o riso e cruzou os braços em frente ao peito, tentando disfarçar o quanto se divertia com a situação.
A verdade era que ele estava realmente satisfeito em fazer aquilo, jogar tudo para o alto. Precisava, realmente, de um tempo e nada poderia deixá-lo para baixo agora que finalmente conseguiria a pausa que tanto precisava.
- Seu contrato vence amanhã, . – a mulher o lembrou quando ele não disse mais nada e tudo que fez, mais uma vez, foi dar de ombros.
- Deixa vencer. – respondeu, finamente lhe encarando. Quando ela arregalou os olhos, riu, apertando sua bochecha carinhosamente antes de dar as costas, seguindo para o carro.
- ! – exclamou chocada, avançando em sua direção antes que entrasse no veículo. – A reunião para renovação do contrato é amanhã! Você enlouqueceu?
- Cancele. – disse, tocando a maçaneta para abrir a porta, mas parou para se voltar para ela. – Pode cancelar.
- O quê?! A reunião?! – perguntou e ele concordou imediatamente, como se fosse nada demais. – , não!
- Preciso de um tempo. – ele respondeu apenas, finalmente entrando no carro e ela se apoiou na porta do conversível para evitar que ele simplesmente desse partida e a largasse ali.
- É só pedir um tempo! – ela exclamou. – Quanto você precisa? Um ano? Dois? A gente dá um jeito nisso, mas você não pode ficar sem um contrato!
- Não sei se quero voltar. – respondeu, olhando para frente de forma pensativa por um instante, mas depois se voltou novamente para ela, sorrindo. – É, eu não quero.
- O quê?! , você está de brincadeira?!
- Não. – devolveu, mesmo que fosse uma pergunta retórica. E ele sabia disso. – Tracy, eu só quero dirigir por ai, viver por ai. Quero esquecer pra que existe uma agenda.
- E quanto tempo você acha que vai levar para ficar entediado com tanta monotonia?
- Não vou ficar entediado porque não vou estar sozinho.
- O quê? – ela repetiu e ele riu novamente, mas não respondeu, colocando o cinto de segurança antes de ligar o carro. – , você não vai fazer isso. – ela falou, em tom de aviso, mas ele apenas ergueu uma sobrancelha em sua direção antes de sorrir de lado, segurando suas mãos para tirá-las de cima da porta.
- Já está feito. – respondeu com toda a calma do mundo, aproveitando-se da distância dela com o carro para finalmente dar a partida, deixando sua agente aos surtos para trás ao acelerar pelas ruas.
Ele não sabia ir devagar, e tampouco queria. Tinha planos para aquela pausa de carreira, tinha um lugar bem específico para onde ir, quem encontrar lá e mesmo com centenas de quilômetros os separando, já podia senti-la mais perto.
Estava dirigindo rápido para encontrá-la.

+++


Já era noite quando parou o conversível na frente de um bar. Não que fosse qualquer bar, não era. Aquele era o bar onde ela trabalhava e por isso tinha dirigido horas até ali, sem qualquer outro plano além de convencê-la a pegar a estrada com ele.
Era loucura, reconhecia. Depois de cinco anos sem qualquer contato, já poderiam se considerar estranhos um do outro. Não sabia mais quais eram seus costumes e se quer sabia onde ela morava e trabalhava até contratar um detetive particular para encontrá-la. Não se lembrava, exatamente, de como aquilo havia acontecido. Quando perderam totalmente o contato daquela forma, mas não importava. Estava disposto não só a tê-la de volta, como também a convencê-la a deixar tudo de lado.
Sabia que, no fundo, aquele sempre foi um dos maiores planos de pra a vida. Fazer as malas e simplesmente viajar, cair na estrada. Lembrava-se das horas que passaram falando sobre aquilo no passado. Planos que nunca tiveram a chance de realizar, mas ali estava ele, disposto a fazer aquilo acontecer. Só esperava que não fosse tarde, que poderia convencê-la a ir com ele.
Olhando ao redor, empurrou as portas e entrou no local.
Era tão sujo e mal iluminado quanto um bar de beira de estrada poderia ser, mesmo não sendo um. Apenas os imitava com perfeição lamentável e se perguntou como ela acabou parando ali.
Trabalhar em um bar, especialmente um como aquele, definitivamente não era o tipo de coisa que estava nos planos de vida de ninguém.
Tentando manter uma discrição que sua boa aparência definitivamente prejudicava, seguiu até o balcão enquanto seus olhos percorriam o local em uma tentativa de encontrá-la. Quando notou a atenção das pessoas sobre ele, no entanto, fixou sua atenção em um único ponto para ignorá-los. Se o haviam reconhecido ou não, ele não sabia, mas com certeza não se encaixava naquele ambiente.
chamou o barman com um gesto de mão e pediu uma bebida, planejava perguntar a ele sobre ela quando voltasse, mas antes que fosse necessário por seu plano em prática, ela apareceu, carregando caixas o suficiente para bloquear sua visão. Seu primeiro instinto foi o de se levantar para ajudá-la, mas imaginando que isso apenas serviria para chamar ainda mais atenção, se manteve no lugar, esperando que ela se livrasse das caixas para vê-lo ali.
deixou tudo em um canto atrás do balcão e, parecendo cansada, suspirou. Ela já não transmitia mais a mesma jovialidade da qual ele lembrava e por um instante tudo que fez foi encará-la, tentando imaginar o que havia acontecido com ela durante esses anos.
Quando o homem voltou com sua bebida, acabou bloqueando consequentemente seu campo de visão.
- O seu pedido. – falou ele, olhando de para como que para deixar claro que havia notado o interesse de por ela. – E nem sonha. – verbalizou, apontando por sobre os ombros na direção da garota. , em resposta, apenas lançou a ele um olhar irônico e um tanto quanto divertindo, levando o copo na boca para evitar falar algo que lhe comprometesse. – Ouviu? – o barman insistiu, não satisfeito com o silêncio do outro.
- Claro. – respondeu com um sorriso ao levar o capo de volta ao balcão. - Te agradar está realmente no topo da minha lista de tarefas.
- Ah, seu... - o rapaz começou, sob o olhar divertido de , mas foi impedido de continuar por que, notando o clima um tanto quanto suspeito, se aproximou.
- O que está havendo...? – começou, mas arregalou os olhos, surpresa, ao notar quem estava ali. – .
- Há quanto tempo. – ele respondeu com um sorriso e ela apenas concordou com a cabeça, ainda boquiaberta.
- Vocês se conhecem? – o barman perguntou e apenas deu de ombros, como se aquilo não fosse uma novidade.
- Todo mundo me conhece. – respondeu, mas ignorou o comentário.
- O que faz aqui? – quis saber.
- Falar com você. – respondeu, ignorando o barman que estreitava os olhos em sua direção, desconfiado. – Você não tem mais nada pra fazer não? – perguntou, gesticulando para que se afastasse, mas o homem permaneceu ali, inabalável.
olhou para e ela suspirou.
- Connor, pode ir. – falou e mesmo insatisfeito, Connor deu as costas, deixando-os a sós.
- Seu namorado? – perguntou e revirou os olhos,
- Por quê? Está com ciúmes?
- Vou ficar se ele for seu namorado. – respondeu, para surpresa dela.
- O que você quer, ? – ela repetiu a pergunta.
- Falar com você, já disse. – respondeu.
- Por que agora, depois de anos?
- Porque eu sinto sua falta, me pergunto o tempo todo porque deixamos de nos falar e recentemente, também cansei da vida, de como as coisas estavam. Cansei de viver correndo de um compromisso para o outro e lembrando de todas as nossas conversas, decidi deixar tudo para trás, pegar o carro, cair na estrada, e ninguém melhor do que você para me fazer companhia.
- Você ficou louco? – ela perguntou e ele apenas deu de ombros.
- Por quê? Você tem algo a perder?
- O emprego. – ela devolveu rapidamente e ele revirou os olhos, mesmo o fazendo de forma divertida.
- Se fizermos isso, você não vai precisar de um emprego.
- Eu não tenho dinheiro pra fazer isso. A vida chama, .
- Eu tenho dinheiro por nós dois. Você não precisa se preocupar com isso.
- A vida não é assim tão simples para as pessoas do mundo real, .
- A vida também não foi simples para mim só porque eu tenho dinheiro. – ele respondeu. – Não nasci rico, conquistei isso com horas de trabalho exaustivo. Estou cansado, e quero sair por si. Tenho direito de aproveitar o que eu conquistei com alguém com quem eu me importo, alguém de quem gosto. Com você.
- Nós nem nos conhecemos mais. – falou, dando as costas para se afastar dele, mas a seguiu.
- Eu sei que não, mas já fomos próximos o suficiente para deixar de lado toda essa coisa.
- Eu tenho uma vida. Ela não pode parar só porque você está tendo uma crise de popstar.
- Crise de popstar? – ele perguntou debochado e ela lhe encarou como se o desafiasse a negar.
Mais uma vez, ele apenas deu de ombros.
- E o que você tem a perder? Vai realizar seu sonho de viajar o mundo com tudo pago e a melhor companhia.
- Narcisista. – resmungou e ele riu.
- Faço o que posso. – devolveu, sem deixar de acompanhá-la.
- Ei, você não pode entrar ai. – Connor protestou quando estava prestes a entrar no depósito junto com , colocando-se entre ele e a porta.
fez careta.
- Você é namorado dela, por acaso? – perguntou, analisando Connor de cima abaixo apenas para ser implicante. Não ligava para aparência dele e sabia que também não escolheria alguém apenas por isso.
Sentindo-se repentinamente intimidado, Connor vacilou um passo para trás.
- N... não. – gaguejou e sorriu. Para ele, soou muito com um “não, mas bem que eu gostaria”.
- Então não é da sua conta o que eu converso com ela. – respondeu, ignorando sua recente descoberta.
- Mas você não pode entrar ai. – Connor repetiu, se colocando mais uma vez entre ele e a porta e bufou, erguendo o pescoço para enxergá-la por sobre o homem a sua frente.
- Só me diz porque não! – gritou para ela, vendo a mulher entre as prateleiras. – Mas não me venha com “vida real”, eu sei que não está satisfeita com ela, sei que sempre sonhou em fazer isso.
- Sonho, . – de longe, ela saiu de trás da prateleira para entrar em seu campo de visão. – Nem todos eles podem ser realizados.
- Estou te dando a chance de realizar esse.
- Tchau, . – ela respondeu simplesmente, o deixando confuso pela resposta quando ele tinha todos os argumentos para convencê-la. – Eu estou trabalhando.
- Não precisaria...
- Tchau. – ela o interrompeu, olhando, em seguida, para Connor, que entendeu o recado e empurrou para longe.
- Eu não desisti ainda! – exclamou, mas se deixou arrastar para fora. Tinha todo o tempo do mundo para convencê-la.

+++


No dia seguinte, a esperava do lado de fora do bar. E no outro também, sendo resistentemente ignorado por mesmo seguindo-a até sua casa de perto, falando com ela que não o respondia independente do que era dito, ou feito. No terceiro dia, por exemplo, se pôs a cantar, apenas, sorrindo divertido quando notou que ela, por um segundo, desviou o olhar para ele.
- Eu vi isso. – cantarolou no ritmo da música que tocava na rádio. Sua música, e nem havia sido proposital.
revirou os olhos, como se não tivesse nada para ver, mas ele não deixou o riso morrer, apenas aumentando o tom de voz ao voltar a cantar.
- Dá pra parar com isso? – ela perguntou impaciente e se viu satisfeito. Era a primeira vez que ela o respondia e por isso apenas aumentou ainda mais o tom de voz, cantando agora aos berros. – , você vai acordar os vizinhos. – continuou entredentes, olhando para os lados, mas parou de andar quando ele apenas continuou. – Porra, ! – reclamou. – Mas que porra você quer de mim,afinal?
- Quero que pule no banco do meu carro e viagem comigo. – respondeu, parando com o carro ao seu lado e apoiando-se na porta, os braços cruzados sobre ela. – Quero que diga adeus a essa vida e pegue a estrada comigo, que seja livre, que veja o sol nascer. Nós dois sabemos que nada te prende aqui, . Nós dois sabemos que quer vir e porque está negando.
- E mesmo assim, ao invés de pedir desculpas você fica apenas repetindo a mesma coisa. – devolveu de forma amarga, voltando a andar enquanto deixava um um tanto quanto chocado para trás. Havia se desculpado infinitas vezes no passado. Ela que não havia aceitado.
Ao invés de lhe acompanhar com o carro, dessa vez, saiu dele, batendo a porta atrás de si e seguindo a mulher a sua frente.
- . – ele a chamou, mas como o esperado, foi ignorado. – . – insistiu, o tom de voz sério e firme e apertou o passo quando ela não olhou para trás, segurando-a pelo braço para fazê-la parar. – . – repetiu, agora usando seu apelido enquanto sentia seus olhos queimarem nos seus, como se guardassem coisas demais para si. – Teria começado pelas desculpas se achasse que valeria de alguma coisa. – se justificou. Haviam se afastado depois de uma briga boba, por culpa da distância que a carreira dele colocou da relação que tinham. Eram apenas amigos, mas ninguém, nem mesmo eles, negavam o clima que existia entre eles. Isso até se afastarem repentinamente. estava disposto a compensá-la. Arrependia-se por tê-la trocado pelo trabalho todos os dias se sua vida e tudo o que ele queria era uma segunda chance. Colocar os planos que tinham em prática depois de tanto tempo. – Eu nunca deveria ter deixado nada ficar entre nós. Eu sei disso e me odeio por ter levado tanto tempo para te procurar.
- Só me procurou porque cansou da sua vidinha de estrela. – ela respondeu, soltando seu braço para seguir seu caminho, mas se colocou na frente dela, obrigando-a parar.
- Você está sendo injusta. – falou. – Você sabe mais do que ninguém quantas vezes eu liguei atrás de você e quantas fui ignorado. Eu estava seguindo meu sonho, não podia simplesmente largar tudo. Eu estava deslumbrado com a nova vida, com minha realização profissional e mesmo pensando em você todos os dias, não fiz nada porque sabia que para te ter de volta, precisava deixar tudo de lado. E eu deixei, . Deixei porque não aguentava mais? Por que ter uma carreira não era tudo o que eu esperava? Sim, por isso, mas também porque pensava ainda mais em você a cada dia, porque eu estava morrendo de saudades da minha melhor amiga e porque nada disso, nada de nada, tem graça sem você.
- E você precisou de todo esse tempo para perceber isso? – perguntou ela, mas seu tom já não era mais tão agressivo quanto antes. Agora era mais ameno, controlado e até mesmo triste, como se o assunto fosse delicado demais para ser tratado tão abertamente.
sentiu sua dor e a manteve para si enquanto negava com a cabeça em resposta para a sua pergunta.
- Não, eu demorei tanto tempo para tomar coragem. – confessou. – Mais difícil do que realizar um sonho é perceber que não queria aquilo de verdade, que ele não era o que você esperava. – ele sorriu de forma ligeiramente melancólica. – Imagina o quão pior foi saber que te perdi por isso. Me desculpa, . Me desculpa por ter te esperado ir antes de perceber que você sempre foi mais importante do que aquilo tudo. Me desculpe por ter sido um covarde, me desculpe por te decepcionar tanto.
abaixou o olhar, como se de repente visse muito mais graça em encarar o chão e acabou não vendo quando se aproximou até tê-la segurando-o delicadamente pelo queixo, fazendo com que erguesse o olhar para encará-la.
- Você não me decepcionou, . – respondeu por fim, lançando a ele um sorrisinho fraco. – Eu acompanhei você e sua carreira todos os dias. Eu senti orgulho por cada nova conquista, eu vi todo os passos que deu, mesmo que doesse não poder mais participar da sua vida. Não poder ligar para parabenizá-lo por mais um prêmio. Eu me magoei, sim. Eu chateada por você ter ido embora e até com raiva por nunca mais ter tentado me ver, mas acho que me decepcionei muito mais comigo mesma por ter sido egoísta ao ponto de destruir o que tínhamos em uma tentativa de te fazer escolher entre mim e seu sonho.
Ele negou com a cabeça.
- Você nunca me pediu para escolher.
- Não diretamente. Mas colocar nossa amizade em prova, não foi isso?
- Você apenas pediu que eu fosse um amigo, o que eu não vinha mais sendo. Não pode se culpar por isso. – falou e desse vez foi ela quem abaixou o olhar. mordeu seu lábio inferior. – , vamos começar de novo. – pediu. – Eu te levo pra casa, você faz as malas e saímos juntos por ai. Você sabe que não tem nada a perder. – insistiu quando a viu vacilar.
- Eu sei, mas... É muita loucura. Não é?
- E desde quando você se importa em fazer uma loucura ou outra? – perguntou e sorriu quando a viu rir.
- Desde que não temos mais dezoito anos. – ela devolveu e ele deu de ombros, segurando sua mão e a arrastando para o carro. não o impediu.
abriu a porta e depois de relutar mais uma vez, ela entrou no veículo, deixando que ele fechasse a porta atrás de si. Apenas depois de entrar ao seu lado, ele voltou a falar:
- Então finge que temos dezoito, aperte o cinto e vamos fazer o que não podíamos naquela época. – piscou para ela, voltando-se para frente ao dar a partida no carro, aumentando o som do carro. riu, e ele desviou o olhar para ela mais uma vez, sorrindo em tê-la de volta.
A estrada era longa e estavam prontos para ela. Era hora de dizer adeus.
Nunca esteve tão satisfeito em dizer adeus.


Fim.



Nota da autora: Ai, gente. Sei que desperdicei o plot da música, mas infelizmente só me dei conta disso um dia antes da entrega que já havia sido prolongada. Espero, sinceramente, que para quem leu não tenha sido de todo mal.
Xx
Mayh.



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