Contos Eróticos
Autora: Karla Renon
Beta-Reader: Amy Moore


Nota da Autora: ATENÇÃO: em cada conto (capítulo) o principal se relaciona com pessoas diferentes. (Apenas nos 2 primeiros capítulos que são a mesma pessoa). A pessoa do terceiro capítulo vai voltar a se relacionar no final da fic, então se vocês quiserem colocar nomes diferentes nos outros capítulos, fiquem à vontade. Obrigado por lerem e se quiserem dar sugestões ou críticas, fiquem à vontade. E não se esqueçam de comentar.



Capítulo 1
Título do conto: Uma deusa no sexo.


Primeiro eu gostaria de agradecer a todos os nossos fãs por nos amarem até hoje, mesmo a banda ter acabado há bastante tempo. Segundo, eu decidi escrever esse livro, com aprovação de todas as partes envolvidas, para detalhar e até mesmo explicar alguns fatos da minha vida sexual. Todos acham que eu tive e ainda tenho um caso com o vocalista. Confesso que de tanto falarem e até por excesso de brincadeiras, deixei meu orgulho de lado e mergulhei em um prazer intenso. Que durou apenas uma noite. Ou um pouco mais. Descreverei aqui (quase) todas as minhas aventuras sexuais, as traições e as loucuras que eu já fiz na vida até o dia de hoje com minha esposa. Contarei minha primeira vez, os incestos, loucuras com fãs e até uma noite homossexual. E vocês terão a certeza de quem realmente foi o mais safado dessa banda.
Cada capítulo é um conto diferente. E eu vou me descrever a cada início de conto, para saberem como eu era na época. Eu espero que vocês se divirtam e até se excitem, porque eu me excitei muito relembrando esses contos.
Obrigado por tudo. Eu amo vocês.
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O que eu vou narrar aqui foi o conto mais marcante para mim. Eu tinha 17 anos e não foi minha primeira vez. Eu era moreno, baixo, magro, mas com uma barriguinha definida. Também tenho uma bunda, particularmente, gostosa e bem, eu sou bem dotado. 22,5 cm. Graças à família do meu pai. Bem vamos ao conto.

Eu estudava na mesma escola desde os 5 anos de idade, então já conhecia todos os professores, funcionários e alunos. Mas nunca entrava alunos novos, o que me deixava frustrado. Mas isso mudou quando uma menina entrou na nossa sala depois das férias de julho. Seu nome era , e ela era muito gostosa. Loira, alta, com uns peitos deliciosos e dona de uma bunda enorme. Senti tesão por ela na hora e o menininho começou a dar sinal de vida. Desde que iniciei minha vida sexual – conto isso em outro conto –, eu passei a olhar as garotas com outros olhos. Sim, eu era faminto por elas, e queria fazer sexo toda hora, e com não foi diferente. Olhava aquela bunda na cadeira e imaginava ela cavalgando em mim, enquanto eu chupava e massageava aqueles seios enormes.
Minha sorte mudou quando a diretora entrou na sala e disse que eu devia ajudar a inocente menina a se adaptar à nova escola, e passar os conteúdos do semestre anterior. Ficávamos na escola depois do horário para estudar e fomos nos tornando amigos. E ela até chegou a me confidenciar que se sentiu atraída pelo nosso professor. Todo o dia ficava pensando em uma maneira para conseguir ficar com ela e um dia ela facilitou.
Fomos à tarde para a escola estudar. Como eu conhecia os funcionários de lá, pegamos a chave de uma das salas para ter mais privacidade na hora do estudo. As portas eram cinza, sem janelas, e se trancássemos a porta, ninguém ia saber que estávamos lá. Ela chegou à escola com uma saia curta e uma blusa de manga branca. Sim, ela queria me matar. O menininho cresceu na hora e eu tive que disfarçar colocando um livro em cima do meu colo.
Começamos a estudar matemática, e quando fomos passar para biologia, ela foi pegar o livro que estava no meu colo e encostou a mão no meu pênis, que com seu toque ficou mais duro. Ela deu um sorrisinho e eu já sabia que só precisava de uma atitude. E foi o que eu fiz. Levantei e fui direto trancar a porta. Puxei-a, fazendo-a se levantar, encostando nossos corpos. Desci minhas mãos para sua cintura e mordi seu lábio, beijando-a em seguida. Suas mãos subiram direto para a minha nuca, me fazendo arrepiar todo. Nossos beijos ficaram mais intensos e minha boca logo foi parar em seu pescoço, mordendo e chupando, fazendo a dar alguns gemidos baixos. Voltei a beijar sua boca, enquanto minhas mãos foram para baixo de sua saia, alisando e apertando aquela deliciosa bunda. Ela desceu suas mãos para minha calça, abrindo e abaixando a mesma, e logo suas mãos estavam dentro da minha cueca, massageando meu pênis, fazendo-me dar um gemido baixo em sua boca.
Terminei de tirar minha calça sem parar de beijá-la, agarrando sua cintura, fazendo-a encostar-se na mesa do professor. Olhei para ela e tirei sua blusa, vendo aquele sutiã pequeno segurar aqueles melões. Mordi fortemente o meu lábio, descendo minha boca para seus seios ainda por cima do sutiã, mas rapidamente fez o favor de tirá-los para fora e eu pude me deliciar em seu colo. Chupei, massageei, apertei, suguei e mamei nas tetas maravilhosas da minha deusa. Jessica gemia baixinho e puxava meus cabelos, o que me deixava louco. Deitei-a na mesa e continuei com a boca em seus seios, mas minhas mãos desceram para sua saia, abaixando-a e tirando-a rapidamente. Minha boca automaticamente foi parar em sua barriga; eu chupava e dava mordidas fortes, fazendo-a se arrepiar toda.
Ajoelhei-me no chão e coloquei suas pernas em cima dos meus ombros e afastando aquela calcinha branca e úmida. Passava meu dedo em cima de seu clitóris, fazendo-a gemer e implorar para que eu a chupasse. Depois de muito a torturando, afastei os lábios daquela grutinha e comecei a chupá-la ferozmente. Ela gemia alto e empurrava minha cabeça contra sua gruta. Que gosto maravilhoso minha deusa tinha! Suguei, dando leves mordidas e em seguida senti seu corpo tremendo por inteiro. Então ela liberou aquele melzinho gostoso e eu não desperdicei nenhuma gota. Que sabor maravilhoso minha deusa tinha! Continuei sugando aquela gruta e "enfiei" minha língua nela. estava fora de si, gritava alto, urrava de tesão e empurrava minha cabeça contra ela, e eu só a "fodia" com minha língua. Com o dedo, eu novamente massageava rapidamente o clitóris, e mais intensamente, ela "me entregou" o seu melzinho. E eu chupei até a última gota.
Ela me puxou e me beijou intensamente, já abaixando minha cueca. Ela segurou meu pênis e começou a masturbá-lo, enquanto eu ia me encostando na mesa do professor. Ela, rapidamente, desceu a boca para o encontro do meu pênis, passando a língua nele. Segurou-o e começou a passar a sua língua quentinha por ele todo, me torturando. Eu empurrava a cabeça dela contra o meu pênis, mas ela só ficava passando a língua nele. Depois de muito me torturar, ela enfiou a cabecinha na boca e chupou lentamente. Depois, colocou tudo na boca, chupando intensamente, me fazendo dar gemidos altos. Segurava a cabeça dela e empurrava cada vez mais contra mim. Minha deusa sabia chupar, fazia isso com muita maestria, e isso estava quase me fazendo gozar antes do tempo.
Puxei-a e rapidamente, a joguei em cima da mesa do professor, abri suas pernas e meti tudo de uma vez e sem camisinha. deu um grito alto, que eu abafei com um beijo intenso. Ela gemia e mordia forte o meu lábio. Eu metia rapidamente, e até um pouco violentamente. Ela adorava. Gemia pedindo mais. A cada estocada, eu sentia o meu pênis batendo no útero dela, e isso me excitava mais.
Tirei meu pênis dela e a virei logo em seguida. Voltei a meter nela, bem devagar, a fazendo sentir cada centímetro do meu pênis. Ela, entre gemidos, me pedia para ir rápido, e eu só a torturava. Ela começou a rebolar em cima do meu pênis, e foi sua vez de me torturar. Não aguentei e comecei a meter rápido e forte. Olhar aquela bunda, me excitava mais, e eu com o dedo comecei a masturbá-la. enlouqueceu. Gemia meu nome, me xingava, se contorcia e rebolava muito. Ela rapidamente gozou, e me jogou no chão. Subiu em cima de mim, e foi encaixando aquela grutinha no meu pênis. Mordi meu lábio forte e tive aquela visão dos meus sonhos: ela cavalgando em mim com aqueles melões balançando. Ela pulava, e eu gemia alto. Apertei seus seios, me contorcendo ao mesmo tempo em que gemia. Ela, vendo que eu ia gozar, começou a pular mais rápido e forte. Não aguentei e gozei dentro dela. Ela ainda deu uma reboladinha e se deitou por cima de mim, me beijando. Ficamos um tempo assim, até ela se levantar e colocar sua roupa por cima do seu corpo suado. Fiz o mesmo e rapidamente dei dinheiro a ela para comprar pílula do dia seguinte. Ela com um sorrisinho no rosto disse que não precisava. Me deu um selinho, pegou as coisas dela e foi embora, me deixando sozinho.
Essa foi nossa primeira vez. E depois teve mais. No próximo conto contarei sobre o segredinho dela. Amo vocês.


Capitulo 2
Título do conto: Deusa no sexo, parte II


Olá, meus fãs lindos! Espero que não tenham ficado em choque quando leram aquele conto, porque quando eu contar o segredinho dela é que vocês irão se surpreender. Foi surpreendente para mim, e confesso que até pouco tempo fazia uso dos serviços dela. De graça. Sim, vocês devem imaginar. Prometo que no próximo conto, irei relatar minha primeira vez, a que me marcou para sempre. E que marca até hoje, né? E a descrição é a mesma da anterior, tá?
Depois da nossa primeira vez, na escola, eu e sempre "repetíamos a dose". Não importava o lugar; bateu o tesão, nós fazíamos sexo. Sim, era só sexo, sem amor ou paixão.
No meio da sala ela chegava em meu ouvido e dizia coisas que ela iria fazer comigo, durante aquela aula e na frente de todos. Eu enlouquecia. Puxava ela discretamente para fora de sala e fazia ela me chupar até gozar. Sim, eu fazia isso. Ela me provocava e tinha que terminar o serviço.
Depois de um tempo, notei diferente. Estava cheia de orelhas e não me procurava para o nosso "ritual da manhã". E nas tardes, ela sempre falava que estava ocupada e não poderia me encontrar. Alguma coisa havia acontecido. E o que não saía da minha cabeça era gravidez. Eu não usava camisinha, pois ela me garantia que tomava pílula. Claro que se fosse isso, eu iria assumir. Não sou tão cafajeste. Só um pouco.

Não aguentando mais de tesão, pela falta de sexo com minha deusa, resolvi ir até a casa dela tirar satisfação sobre o ocorrido. Minha surpresa foi grande quando a mãe dela me disse, um pouco assustada, que ela disse que iria me encontrar. "Acho que nos desencontramos", eu respondi e saí procurando por ela. Aquela vadia dizia que ia me encontrar e sumia? Ela devia estar dando para outro cara, só pode. Mas eu iria descobrir e ela iria me pagar.
Saí andando pelo bairro atrás dela, e nada. Depois da segunda volta completa, a vi saindo de um carro, chique, com uma saia extremamente curta, um top branco com botas até o joelho e contando uma quantidade boa de dinheiro. Fiquei em choque quando vi que ela era uma vadia. Mais em choque ficou ela quando me viu. Aproximei-me dela ao mesmo instante que ela jogou o dinheiro dentro da mochila e começou a andar, fugindo de mim. Apertei meu passo e consegui segurar em seu braço fazendo-a olhar para mim.
– Então você mente para sua mãe, dizendo que está comigo, enquanto você ganha dinheiro vendendo seu corpo? – eu disse, enfurecido.
... Eu... Não...
– RESPONDE, VAGABUNDA!
Eu estava enfurecido com o que acabara de ver. Aquela doce menina é uma piranha. Ela olhava para mim com os olhos cheios de lágrimas. E isso me deu mais raiva ainda. Empurrei-a para um beco que vazio que estava ali e joguei-a na parede.
... Por favor... Eu te conto tudo. Só não fala para minha mãe.
– Cala a boca – eu dizia, enfurecido. – Como você pode ter mentido para mim?
, eu precisava de dinheiro. Minha mãe se muda de 6 em 6 meses.
– Isso não é desculpa para você se tornar uma vagabunda.
– O que você quer? – ela disse, se aproximando. – Eu faço qualquer coisa por você.
Confesso que fiquei com tesão. Não por ela ter mentido para mim, mas por imaginar ela fazendo sexo com outros caras. É, eu não ia conseguir ficar assim por muito tempo.
Ela me encostou na parede fria daquele beco e se ajoelhou na minha frente. Sabia muito bem o que ela ia fazer, e eu nem podia impedi-la, pois o volume no meio das minhas pernas denunciava o que eu estava sentindo. E ela percebeu isso ao abaixar minha calça e ver o volume em minha boxer. Eu não conseguia esboçar nenhuma reação. E ela, vendo isso, começou a passar os dedos em cima do meu membro, me causando arrepios.
Aquela vagabunda sabia como fazer a coisa.
Abaixou minha boxer e imediatamente segurou meu membro, passando a língua e me deixando alucinado.
– Se você é uma piranha, vai agir como tal – eu disse, segurando os cabelos dela e enfiando meu membro todo na boca dela. Ela ficou parada enquanto eu estocava meu membro até a garganta dela. Gemia alto e em pouco tempo gozei em sua boca. Hoje somente eu teria prazer. Literalmente. E ela percebeu isso, pois não parou de chupá-lo até ficar ereto novamente. O que não demorou muito. Puxei ela pelos cabelos e joguei-a na parede. Ela afastou as pernas dela e empinou a bunda. Eu era doido pela bunda dela. E aproveitei a oportunidade metendo todo o meu membro dentro dela. E que entrou com facilidade. A vadia tinha usado muito sua bunda hoje. Sem dó, foi assim que dei estocadas fortes e rápidas dentro dela. E estava adorando. Eu a segurava pela cintura enquanto metia mais fundo e rápido. Estava uma delícia. Se ela quisesse gozar, ela teria que se dar prazer. E era o que ela estava fazendo: se masturbando freneticamente. Eu estava alucinado. Estava comendo a bunda de uma vagabunda que era minha amiga e confesso: estava muito delicioso. Ela era profissional mesmo, inclinava e rebolava, sua bunda, com meu membro todo dentro dela.
– Só isso que sabe fazer, ? – ela disse, virando o rosto e me encarando.
Dei um sorrisinho e joguei a cabeça dela para a parede, segurando em sua cintura. A raiva que eu sentia por ela ter mentido para mim se tornou em estocadas fortes e rápidas dentro dela. Ela gemia de dor, mas eu não queria saber. Estava muito bom, e eu não queria e não iria parar. Era o MEU prazer. Ela já tinha gozado duas vezes e estava sem forças até para gemer. E eu estava segurando o meu gozo. Queria deixar ela mole no chão, para ela saber quem é que devia estar dentro dela. Mas ela era esperta, sabia que eu estava segurando meu gozo e começou a rebolar freneticamente. Não aguentei. Gozei e muito dentro da bunda dela.
Eu estava cansado, suado e minha respiração estava descontrolada, mas eu tinha que fingir que está bem, e que isso foi apenas sexo. Coloquei minhas roupas com dificuldade e fui para a casa, deixando ela sozinha e nua naquele beco.

No outro dia, conversamos e nos entendemos. Ela me disse que o dinheiro que ganhava ela gastava com as futilidades dela, e uma pequena parte ela guardava. Depois da minha descoberta, nós gastávamos o dinheiro dela quase todo com o nosso prazer. E no fim do ano, ela se mudou. Não para longe, apenas 40 minutos de carro da cidade onde eu morava. E nos víamos sempre que dava. Ela era deliciosa. Ela era minha deusa do sexo.


Capítulo 3
Título do conto: Minha Primeira Vez.


A primeira vez, para muitas pessoas, é um acontecimento muito marcante. Geralmente, são casais que se amam e que estão juntos há algum tempo. Ou não. No meu caso, só aconteceu a parte do amor. Eu não namorava, e naquela época eu nem sabia o que era amar. E minha primeira vez foi com minha irmã. Bom, não irmã de sangue, mas de leite.
Esse conto aconteceu quando eu tinha 15 anos e marcou muito. Mas eu só percebi isso anos depois. Muitos anos depois. Esse conto, provavelmente, será o mais romântico. Mas não estranhe. O Rock Star aqui já aprontou e muito. Vocês ainda irão ler incestos, sexo a dois, sexo a três, orgias em geral, uma visita a casa de swing e até mesmo um conto homossexual. Depois da minha primeira, eu só queria saber de sexo. Achava que todas deveriam dar para mim e, quando eu conseguia, partia o coração delas. Muito cruel.
Mas vamos deixar isso para os outros contos e nos focar nesse.

Bom, o nome dela é e como eu já disse, ela é minha irmã de leite, portanto nos conhecemos desde sempre. A verdade é que sou apenas alguns meses mais velho.
Eu não via apenas como irmã, mas como uma melhor amiga. Ela sabia de alguns segredos e do meu fracasso com as mulheres. Eu nunca imaginei que diria isso, mas eu não pegava ninguém. Beijo eu dava em pai, mãe e na , que aliás foi com ela que eu dei meu primeiro beijo. O meu fracasso mesmo era totalmente sexual. Eu não conseguia levar ninguém para a cama, ou carro ou apenas encostada em uma parede. Ela, ainda sendo virgem, dizia que o problema era mesmo comigo, e que eu devia aprender a conquistar mulher para levá-la para a cama. E diferente dela, eu não queria esperar alguém especial e blá, blá, blá. Era só sexo. Qualquer uma servia. E quanto antes ela chegasse, melhor para mim. E esse dia chegou. Um dia antes dela se mudar.
Quando o pai dela morreu, as coisas ficaram difíceis para a família dela, então a mãe dela decidiu ir para o interior para morar com a avó da . Elas iam embora na madrugada de domingo, então passamos o sábado juntos. E eu vou narrar esse dia.
Eram sete e cinco da manhã de sábado quando eu senti minha cama subindo e descendo. E quando eu abri meus olhos, encontrei pulando na cama.
– Acorda, – ela disse, pulando. – Vamos sair...
– Está muito cedo – eu disse, tentando me cobrir.
– Temos que aproveitar nosso último dia juntos – ela disse, parando. – Vamos, , por favor.
– É verdade, temos que aproveitar... – eu disse e ela levantou da cama.
– Então levanta, – ela disse, indo parando em frente à porta.
– Me espera lá embaixo que eu vou trocar de roupa – eu disse, levantando. – Não demoro.
Ela me olhou de cima embaixo, focando, por um bom tempo, o seu olhar no meio das minhas pernas. Depois mordeu o lábio e saiu do quarto dando uma piscadinha. E confesso que isso me deixou nervoso. Por que ela, minha irmã, fez isso? Para me provocar? Conseguiu.

Tomei um banho rápido e em 15 minutos eu já estava na frente dela. Minha mãe havia preparado um café da manhã com direito a ovos mexidos e bacon. E, claro, nos obrigou a comer. Depois desse banquete, eu e fomos ao lugar que sempre íamos: o parque. Ficávamos horas sentados embaixo de uma árvore conversando, ou se beijando, e hoje não iria ser diferente.

– Um dia é pouco para nos despedir – ela disse, sentando embaixo de uma arvore. – Você não acha?
– Verdade – eu disse, sentando ao seu lado. – Você não deveria ir embora.
– Não posso deixar minha mãe sozinha – ela disse, sem me encarar. – Queria ficar, mas...
– Não vamos falar disso – eu disse, sorrindo. – Eu comprei um presente para você não se esquecer de mim.
– Nem se passar mil anos eu vou te esquecer, . Você sabe disso.
– Eu sei – eu disse, puxando-a para um abraço. – Eu também jamais vou te esquecer.
– Nem quando você estiver em uma banda famosa? – ela disse, me encarando.
– Nem quando eu estiver em uma banda famosa – eu disse, sorrindo.

Ficamos conversando por bastante tempo. Relembramos todos os acontecimentos, o nosso primeiro beijo, as festas que íamos e até nossas brigas. E depois fomos almoçar cachorro quente.
Nosso dia estava passando muito rápido. E em menos de 24 horas ela estaria longe. Não queria pensar nisso, mas era inevitável.
– Seu presente – eu disse, entregando uma caixa a ela.
– Obrigado – disse ela, abrindo a caixa. – ... É lindo!
Dei um sorriso e coloquei o cordão em seu pescoço. O cordão abria e tinha duas fotos nossas e foi nesse momento que a ficha caiu: ela ia embora. Esse presente era de despedida.
, quem vai te ajudar com as mulheres agora? – ela disse, rindo. – Você nunca vai conseguir nada.
– Nem vou te responder isso, – eu disse, sério.
– Pode deixar – ela disse, se aproximando. – Antes de ir embora, eu vou te ensinar todos os truques para você conseguir pegar mulher.
... Para com isso – eu disse, a encarando.
– Por quê? Você tem medo?
– De te pegar? – eu disse, sorrindo. – Jamais!
E, no mesmo instante, a puxei para um beijo que foi se intensificando a cada segundo. Ela pegou minhas mãos e colocou em sua cintura, apertando. Depois pegou uma mão e subiu para sua nuca, e eu fiz o “trabalho” de arranhar. Eu puxei mais o corpo dela contra o meu e em seguida mordeu o meu lábio.
– É assim que se pega uma mulher – ela disse, sussurrando. – Sempre.
Dei um sorriso e voltei a beijá-la bem intensamente. Minhas mãos iam da nuca até a cintura dela, com direito a arranhões e apertões por todos os lados.
– Está aprendendo direitinho – ela disse, oferecendo seu pescoço.
E eu não perdi tempo. Ataquei como um vampiro com abstinência de sangue, e tenho certeza que deixei marcas que ficaram por muito tempo.

O parque estava praticamente escuro e vazio, e ela estava em cima de mim, explorando minha barriga com as mãos e dando mordidas em seu pescoço.
– Já era para ter tirado minha blusa – ela sussurrou em meu ouvido. – Está demorando muito.
No mesmo instante, a blusa dela escorregou do seu corpo para o chão, e ela parou embaixo de mim. Enquanto a beijava, minhas mãos acariciavam seus seios por cima do sutiã.
Eu estava aprendendo direitinho. Minha irmã estava me ensinando muito bem.
Sem pressa nenhuma, ela tirou minha camisa e deixou suas marcas em minhas costas. Eu já estava excitado e fazia questão de que ela soubesse disso, pressionando meu quadril contra o dela.
Rapidamente tirei o sutiã dela e minha boca seguiu em direção aos seios.
E ela já nem precisava mais me ensinar. Minha boca tinha vida própria. Chupava e mordia aqueles seios de tamanho perfeito. Minhas mãos também trabalhavam abrindo e tirando o short dela.

me puxou pelos cabelos e voltou a me beijar, e com uma rapidez tirou minha calça. Suas mãos arranhavam minha virilha, me deixando ainda mais excitado, se fosse possível.
Voltei a sugar seus seios, enquanto minhas mãos tiravam a única peça de roupa que lhe restava. E, com a ajuda de , passei a masturbá-la bem lentamente. Queria aproveitar cada segundo, porque afinal era minha primeira vez, ela era minha irmã e ia embora, portanto ignorei todos os pedidos para aumentar a velocidade.
Voltei a beijá-la enquanto meu dedo mexia em seu clitóris. Bem lentamente. Ela dava gemidos entre meus lábios e pedia mais, mas o que eu queria era prolongar o prazer dela. E uma coisa que aprendi assistindo aos filmes pornográficos foi fazer isso. Eu aumentava a velocidade do meu dedo, e quando ela ia gozar, eu diminuía até parar. Ela queria me matar, mas eu não ligava. Provocar foi uma das primeiras lições que aprendi e iria usar isso até os últimos dias da minha vida.
Depois de muito torturá-la, troquei meu dedo pela minha língua e passei a chupá-la intensamente até ela ter múltiplos orgasmos.
– Sabia que você não valia nada – ela disse, sorrindo. – Mas eu também não valho nada.
Ela, rapidamente, trocou de lugar, tirou minha cueca e atacou meu membro. Sempre no mesmo ritmo intenso. Isso estava me deixando mais louco. Eu já não tinha mais controle de nada. Gemia alto e empurrava a cabeça dela mais fundo contra o meu membro. Quando eu estava quase gozando, ela parou de me chupar e pegou uma camisinha do bolso da sua calça.
– Tenha SEMPRE uma camisinha na carteira – ela disse, rasgando e colocando a camisa no meu pênis. – E cuidado comigo. E com todas as outras virgens. Você é bem dotado, , então tem que ir sempre devagar.
Não contive um sorriso. Eu era mesmo bem dotado, graças à família do meu pai.
Comecei a penetrá-la bem devagar e a cada gesto de dor dela, eu parava até ela se acostumar. Realmente era bem dotado, e isso me atrapalhou várias vezes.
Depois de ela ter se acostumado com o meu membro, comecei a estocar nela bem lentamente, sentindo centímetro por centímetro invadindo-a.
– Seja homem, – ela disse, entre gemidos. – Mais rápido!
Eu sou homem, então obedeci. Metia rápido e forte, sentindo meu membro pulsar dentro dela.
Eu gemia alto, sem me importar de está fazendo sexo dentro de um parque escuro.
trocou de posição, ficando por cima, e começou a cavalgar. E eu a ajudava para ir mais rápido. Sentia que ia gozar a qualquer momento, então voltei à posição anterior, abri mais as pernas dela e meti como se fosse a última coisa que iria fazer na minha vida. No mesmo instante ela começou a se masturbar para gozarmos juntos. Olhei em seus olhos e um minuto depois estávamos gemendo e gozando juntos, sem parar de nos olhar. E eu me perdi com o olhar dela sobre o meu. Era sincero e fez meu coração acelerar. Deitei por cima dela, apoiando meu peso sobre meus braços, e recebendo um cafuné gostoso. Queria entender o que se passou naquela troca de olhar. Um sentimento, talvez?

Uma brisa fria passou sobre o meu corpo arrepiado – todo. Levantamos em silêncio e sem nos encarar.
– Não tenha... sentimentos – ela disse, se vestindo, ainda sem me olhar. – Só faça sexo e vá embora.
Terminamos de nos arrumar e fomos embora. Eu não sabia o que dizer. Era algo totalmente diferente do que eu podia imaginar sentir.

Já era bem tarde quando paramos em frente a casa dela. E antes de seguir em direção à porta, ela me entregou uma carta.
– Só abra amanhã – ela disse. – Depois que eu for embora.
– tudo bem – eu disse.
Abraçamo-nos por um longo tempo.
– Vou sentir sua falta – ela disse, finalmente.
– Eu também – eu disse. – Muita falta.
Ela entrou em casa e eu segui para a minha. Deitei em minha cama e passei o resto da noite pensando no quanto aquele olhar mexeu comigo.
Quando ouvi barulho de carro fui em direção da janela e a vi, colocando as últimas coisas dentro do carro. Ela me olhou, e antes de entrar no carro com sua mãe, nos despedimos com sorriso à distância. Para sempre.

Dois dias depois e eu não havia aberto aquela carta. E por algum motivo, eu não queria abrir. Naquela noite, aconteceu muito mais do que sexo. E abrir essa carta seria como se ela tivesse indo realmente embora. Eu sei que ela está longe, mas eu a mantenho comigo dentro dessa carta. Ela nunca vai ser aberta, nunca vai sair de perto de mim. Nunca vai sair da minha vida. Vai ser para sempre minha... Irmã?


Capítulo 4
Título: Uma Prima Para toda hora - Categoria: Incesto


Depois que minha irmã foi embora, eu fiquei muito mal. Não tinha com quem conversar, desabafar ou contar algum segredo. E pra piorar ainda não havia esquecido o ocorrido daquela noite. Aquela carta, ainda fechada, ia ser impossível esquecer.
Seis meses depois, meus pais se divorciaram. Meu pai foi morar com outra mulher e minha mãe mudou de país. Eu fui morar com minha avó.
Minha avozinha é perfeita; morar com ela foi a melhor época da minha vida. A única coisa que ela me cobrava era a escola, portanto, sempre saía e chegava em casa a hora que quisesse. Era perfeito. E ficou ainda mais perfeito quando minhas priminhas passaram a frequentar a casa da vovó nos finais de semana. Aí sim a coisa ficou quente. Muito quente.
Minhas primas eram filhas da irmã do meu pai, ou seja, primas de primeiro grau. E nesse conto vou falar da minha prima mais velha. , 17 anos. Um espetáculo. Sua irmãzinha não fica atrás, mas ela é para outro conto.
Quando minhas primas iam para a casa da vovó, a farra era boa. Passávamos a noite em claro, comíamos muitas besteiras, fazíamos bagunça... Enfim, era muito bom.
Nesta época eu cantava em uma banda, mas meu forte era tocar baixo. Em um sábado qualquer, eu cheguei em casa bem mais tarde que o normal. Todos já estavam dormindo, exceto .
- O que faz acordada até agora? – perguntei, sentando no sofá ao seu lado.
- Não acha que é muito tarde para chegar em casa? – retrucou, sorrindo.
- Tarde? – Retribui seu sorriso. – Eu ainda não comi ninguém hoje. O que está assistindo?
- O dia ainda não acabou... – Ela me olhou, piscando. – Vai começar um filme agora, mas não sei qual é.
E o filme começou: Proibido e Selvagem - título interessante.
Primeira cena: um casal se despede com um beijo na porta de uma casa, que parece a deles. A mulher leva uma criança, provavelmente o filho, para a escola. O homem vai direto para um escritório. Entra em uma sala onde tem uma mulher com minissaia e uma blusa decotada, atrás de uma mesa. Segue por outra porta, dentro da mesma sala, sendo seguido pela mulher. Faltam 20 minutos para uma importante reunião. Os dois estão encostados na grande mesa oval em um ritmo sincronizado. Gemidos estão sendo controlados. Rosto, braços e pernas suadas. A reunião vai começar a qualquer minuto. Os dois quase chegando ao ponto máximo do prazer. Vozes estão sendo ouvidas, mas ninguém quer parar. O risco é grande, mas vale à pena. Segundos depois, os dois dão um beijo intenso enquanto chegam ao prazer juntos. A porta abre quando a porta do fundo, da mesma sala, se fecha. Sexo proibido e selvagem.
- Ah, que ótimo – eu disse, me excitando com a cena. – Um filme pornográfico!
- Pelo menos você vai ter algum estímulo hoje – disse, apontando minha mão e em seguida meu membro.
- Ah, claro – eu disse, olhando outra cena de sexo. – Bater punheta sábado a noite assistindo filme pornográfico com minha prima é um fim de noite perfeito, não?
- Eu também estou na seca – ela disse, me encarando. – Se você não quer aproveitar, eu aproveito.
E dito isso ela abriu suas pernas no sofá, colocando uma no meu colo, afastou sua calcinha e começou a se masturbar lentamente. Não sei o que eu assistia: sexo na televisão ou minha prima se masturbando. Eu escolhi a segunda opção. se masturbava lentamente, mordendo seu lábio para não gemer, enquanto assistia as cenas de sexo na televisão.
Segunda cena: Horário de almoço. O mesmo homem entra em uma casa. Encontra uma mulher de lingerie na cozinha. Não há sinal de "comida". O homem a empurra para o balcão ao lado do fogão e a beija intensamente. A mulher corresponde o beijo, retirando as peças de roupa do homem. Agora ele está nu e ela ajoelhada na frente dele, chupando seu membro. Em seguida, ele tira todas as peças de lingerie e coloca a sentada no balcão. Chupa seus seios e em seguida sua vagina. A mulher não poupa nos gemidos. O homem a penetra. Depois de um tempo, ele a retira do balcão, colocando-a de bruços, ainda encostada no balcão. Volta a meter nela. Ambos gemem alto. Muito suor pelo corpo todo. Ela começa a se masturbar e em pouco tempo eles gozam juntos. Ele toma banho e se despede com um beijo. Ele segue para um restaurante onde faz uma refeição rápida. E volta para o trabalho.

Sexo proibido e selvagem.


- Não vai me ajudar não, priminho?
E no mesmo momento meu dedo substituiu o dela, e muito bem, porque ela se contorcia, dando gemidos baixos.
Eu não estava ligando que ela era minha prima. Ela estava se masturbando na minha frente! E quem disse que primo é parente? Só queria e precisava fazer sexo. É o que dizem “depois que experimentam uma vez, querem repetir sempre”. E depois que eu transei pela primeira vez com minha irmã, eu queria fazer sempre. Mas confesso: eu nunca tentei fazer sexo com outra garota. Eu sei que se eu usar as dicas dela eu vou conseguir, mas eu não queria. E agora, minha prima estava de pernas abertas com meu dedo dentro da vagina dela. Isso sim era um fim de noite perfeito.
Eu movimentava meu dedo bem lentamente, enquanto ela movimentava o quadril, tentando, sem sucesso, que meu dedo aumentasse a velocidade. Eu estava controlando tudo. Hoje minha priminha estaria gemendo no meu ouvido e enlouquecida de prazer.
Substitui meu dedo pela língua e continuei fazendo meu trabalho. Chupava seu clitóris no mesmo ritmo. E em poucos segundo senti seu gosto em minha boca. Maravilhoso. Suguei todas as gotas, mas continuei com minha boca no mesmo lugar. Sem parar de chupar. Ela já soltava gemidos mais altos, mas eu não me importava. Se ela quisesse acordar todos da casa, até os vizinhos, ela ia acordar. Mas com meu membro atolado nela.
Depois de ela gozar pela segunda vez, eu a beijei para que sentisse seu próprio gosto. E para que eu sentisse o desejo contido naquele beijo. Ela me puxou para o sofá, enquanto tirava minha calça. Eu realmente não estava me importando se alguém fosse acordar. Minha avó tinha um sono muito pesado, então não tinha problemas. E a minha priminha?
me deitou no sofá, se colocando entre minhas pernas e abaixando minha cueca. Meu membro estava bastante ereto, implorando para ser chupado. O que não demorou muito.
- Uau – ela disse, passando a língua pelo meu membro. – Realmente a família do seu pai é abençoada. Eu adoro isso.
enfiou a cabeça até metade do membro. Afinal, eu era bem dotado e ninguém nunca ia conseguir enfiá-lo todo na boca. Mas eu gostava o quanto elas tentavam fazer isso. Era excitante, muito excitante.
Ela chupava metade do meu membro enquanto masturbava a outra metade. Meus gemidos já saíam involuntariamente da minha boca. Eu queria gozar na boca dela, mas sabia que o melhor da festa estava por vir. Segurei a cabeça dela e comecei a foder sua boca. O prazer que eu estava sentindo era grande, mas eu queria que isso ficasse melhor. Então tirei a cabeça dela do meu membro e a deitei no sofá.

Terceira cena do filme: O mesmo homem, depois de uma tarde cansativa no trabalho, resolve mudar o caminho e segue para uma boate. Mulheres dançando nas mesas, homens colocando dinheiro dentro das calcinhas delas. Não é isso que o homem quer. Ele começa a beber. Várias mulheres o procuram. Ele escolhe a melhor e leva para um quarto individual. 200 dólares a hora. Ele aceita e em pouco tempo a mulher já está fazendo um boquete que faz o homem delirar. Ele goza. Ela o chupa até o membro dele ficar ereto novamente. Ele masturba a mulher até a mesma gozar. Em seguida mete forte seu membro na vagina dela. Depois mete em sua bunda. Fica revezando até ele gozar na boca da mulher. O homem paga 400 dólares e vai embora. Chega em casa, beija a criança e segue para um banho. A mulher serve a janta e na hora de dormir procura sexo com o homem. Ele diz estar com dor de cabeça e vira para o canto a ignorando. Sexo proibido e selvagem.

- Você tem uma camisinha? – ela disse, me olhando.
Dei um sorriso a ela enquanto tirava o objeto de dentro da minha carteira. Eu era prevenido, como minha irmã me ensinara.
- Muito bom – ela disse, sorrindo e afastando as pernas. – Faça bom aproveito.

Minha prima era uma cachorra. E eu estava adorando. Coloquei a camisinha no meu membro e em seguida tapei a boca dela. Ela ficou me olhando, confusa, e só foi entender o motivo quando eu estoquei tudo de uma vez e ela deu um grito alto, abafado pela minha mão. Não me importava se estava doendo. Se ela era cachorra ia levar uma surra sem reclamar.
E eu não tinha pena. Estocava tudo e muito rápido para dentro dela. Ela só rebolava e dava gemidos que eram abafados pela minha mão. Ela contraía a vagina, fazendo meu membro ficar “preso” dentro dela. Isso estava me fazendo ficar mais doido. Eu iria gozar logo, mas agora era eu que teria o prazer prolongado. Tirei meu membro dela e sentei no sofá. Ela veio por cima, ficado de costas para mim, e sentou no meu membro. começou a cavalgar gostoso, me deixando mais louco.

Quarta cena do filme: final de semana. O homem sai de casa no sábado de manhã com a criança e encontra a cunhada com a filha. A mulher o convida para ir até a casa dela. Ele aceita. As duas crianças ficam com a empregada em um parque perto da casa. O casal entra em casa e a mulher o beija. Sem perda de tempo, o homem senta no sofá com ela por cima dele. Ela fica em pé. Começa lentamente a tirar a roupa, fazendo uma dança sensual. Ela fica nua e coloca uma perna no sofá. Aproxima a cabeça do homem na sua vagina, e ele não perde tempo e começa a chupá-la. Ela puxa os cabelos dele e solta gemidos alto até gozar. Ela tira as roupas dele e começa a chupá-lo. Ele solta gemidos baixos. Pouco tempo depois, a mulher senta no membro dele, cavalgando rapidamente. Entre gemidos altos, eles gozam juntos. O homem coloca sua roupa, pega seu filho e segue para a casa.

Eu segurava na cintura de enquanto ela me enlouquecia. Abaixei as alças da sua camisola e chupei em seus seios. Seios médios e durinhos. Muito gostoso. Já não aguentava mais segurar. Queria gozar logo. Tirei do meu colo e a coloquei de joelhos em cima do sofá. Afastei bem as pernas dela e voltei a meter em sua vagina. Passei a masturbá-la intensamente para gozar junto comigo.

Quinta e ultima cena do filme: há uma festa na casa do casal. Muita gente na casa. O homem puxa uma mulher para o seu quarto. Tranca a porta jogando a mulher atrás da mesma. Beija seu pescoço levantando seu vestido. Não podem demorar. O homem abre o zíper da sua calça, coloca uma camisinha e sem demora mete na mulher. Ambos se beijam para não gemerem alto. Pouco tempo depois, gozam juntos. Os dois voltam para a festa. O homem bebe incontrolavelmente. No fim da festa, ele puxa a esposa para a cama. Arranca a roupa dela e mete de uma vez. Ela pede para ele parar. Ele não obedece e começa a meter nela. Ele goza, vira para o canto e dorme. A mulher pede separação. Fim do filme.

rebolava no meu membro e isso me fazer ir cada vez mais rápido. Eu gemia em seu ouvido e comecei a gozar. Ela sentindo isso rebolava cada vez mais rápido e em seguida gozou junto comigo. Nesse momento, eu vi uma sombra atrás da porta da sala. Alguém estava nos espionando e não era minha avó. Eu coloquei minha roupa, sem deixar de olhar para aquela sombra. Com certeza gostou, porque ficou o tempo todo ali, espionando.
- Você até que é bom – minha prima disse, sorrindo. – Vou querer sempre!
- Claro – disse, ainda olhando aquela sombra. – Eu também vou querer sempre.

A sombra se desfez quando nós desligamos a televisão e seguimos para o quarto. Aquela sombra me encontrou no outro dia. E me fez pagar muito caro pelo seu silêncio. Eu adorei pagar. Mas isso é em outro conto.


Capítulo 5 – Revisão: Marie T.
Título: Duas Primas para toda hora.



Atenção: nesse capítulo (cinco) o nome da prima (capítulo anterior) será representado por Samantha.


Geralmente assombração só se via em filme de terror ou no dia das bruxas. Mas uma assombração ficou me atormentando durante um domingo inteiro. E continuou a me atormentar todos os meus finais de semana.

Atormentar – importunar; mortificar; torturar; molestar. No meu caso pode atribuir todos esses adjetivos. Eu fui literalmente atormentado. Pela sombra que espiou o sexo entre eu e Samantha. E essa assombração não tinha 68 anos, e sim 12.

Aos 12 anos, meninas gostam de brincar de boneca, casinha e coisas do gênero. Mas não , minha prima. Ela gosta de provocar e conseguir o que quer o que me deixou surpreendido, pois nunca imaginava que minha prima ia conseguir o que queria. Uma parte disso é minha culpa. Eu até que tentei evitar, mas...

Depois do fim de noite perfeito entre eu e Samantha, eu segui para o meu quarto e dormi até as duas horas da tarde de domingo. Com muito custo eu levantei da cama e fui direto para a cozinha procurar algo para comer. E dei de cara com uma criança sentada no sofá com um vestido curto, e pernas ligeiramente abertas. Seios em formação para sua idade, mas as coxas... Uma verdadeira tentação.

- Onde estão todos? – perguntei indo para a cozinha.
- Minha irmã teve que ir embora – ela disse me olhando – e sua avó foi passar o dia na casa de uma amiga.
- Por que você não foi embora?
- Porque eu queria fazer companhia para você, priminho

Foi aí que eu percebi: ela era a sombra do dia anterior. E eu não tinha noção do que ela estava aprontando para mim. E eu não queria saber. Eu iria ignorar.
Terminei de comer e fui direto para o meu quarto. Ao passar pela sala, notei a menina mais ousada. Com as pernas totalmente aberta e com uma cara de safada. E ela só tinha 12 anos.

- Vou tomar um banho e sair – eu disse seguindo para o meu quarto – se você quiser, fique aqui e espere minha avó chegar.
- Aham – ela disse me olhando – pode deixar!

Entrei no banheiro, que ficava dentro do meu quarto, tirei minha roupa e entrei no box. O que aquela garota estava pensando? Com certeza não era algo bom. Seu sorriso cínico entregava tudo. E o jeito que mostrava o corpo? Ela estava querendo me provocar e... Estava conseguindo! Mas eu não podia perder o controle com ela. Ela tinha apenas 12 anos. Uma criança ainda, mas com o corpo de dar inveja. E a bunda é a minha parte preferida. Querendo ou não, meu membro ficou ereto e eu tive que bater uma, pensando naquela bunda deliciosa. E minha imaginação viajava muito por aquele corpo. Se ela não fosse tão nova estaria na minha mira.

Depois de alguns minutos eu escutei um barulho de porta fechando e achei que minha prima havia ido embora. Ela não iria me propor nada indecente. Engano meu.
Sentia alguém me observando. E ao abrir os olhos dei de cara com minha prima de calcinha e sutiã.

- O-o que você está fazendo aqui? – perguntei tentando esconder minha ereção.
- Vendo meu priminho bater uma pensando em mim – ela disse abrindo a porta do Box – Ou seria na minha irmã? Acho que é em mim mesmo, você me devorou com os olhos. E ainda tentou disfarçar.
- Sua irmã? – perguntei fingindo desentendimento - Eu não penso em pessoas da família para fazer isso.
- Não pensa em pessoas da família para fazer bater uma, mas faz sexo com pessoas da família – ela disse mordendo o lábio – interessante isso.
- Sexo? Com pessoas da família? Tá ficando doida?
- Você acha que me engana – ela disse rindo – Eu te vi. E gostei do que vi. E quero experimentar também.
- Você viu o quê? – O meu desespero já era nítido e eu não queria ceder.
- Você quer ouvir todas as letras? – ela perguntou se aproximando e sussurrando no meu ouvido – Eu-vi-você-fazendo-sexo-com-minha-irmã.
Meu corpo se arrepiou com o sussurro dela, seguido de uma mordida na minha orelha. Mas eu não ia me entregar. Enrolei-me na toalha, tentando ainda esconder minha ereção.
- Você está ficando doida – eu disse saindo do banheiro – Agora, por favor, saia do meu quarto e me esquece.
- Se você não fizer sexo comigo... – ela disse encostada na porta do banheiro – Eu conto pra todo mundo o que você e minha irmã fizeram.
Eu parei no meio do quarto para olhar para ela. Como ela seria capaz de propor isso? Eu não ia fazer sexo com ela!
- Você não vai fazer isso – eu disse a olhando, incrédulo.
- Ah não? – ela disse sorrindo – É claro que eu vou fazer isso. Primeiro contarei aos meus pais, que com certeza a internaria em um colégio interno. Segundo contarei a vovó. Essa, coitada, iria ter um enfarte ao saber que dois primos transaram no sofá da sala dela. E por ultimo contarei a seus pais. Esses ficariam loucos, já que não moram com você e não saberiam o que fazer. Você iria se mudar daqui e perderia tudo. Principalmente sua banda. Agora, a escolha é sua. Ou tira minha virgindade e me faça gozar muito, ou eu conto tudo o que eu vi.
- Eu não posso fazer isso – eu disse incrédulo – Você só tem 12 anos! Isso é errado !
- A partir do momento que EU quero – ela disse se aproximando – não é algo errado. É algo prazeroso. E eu te garanto: você vai ter muito mais prazer comigo, do que com minha irmã.
- Pára com isso – eu disse me afastando – Eu não vou transar com você.
- Tem certeza, ? – ela perguntou tirando o sutiã, pegando minhas mãos e esfregando em seus seios – Isso aqui – disse apertando meu membro por cima da toalha – diz outra coisa!
Não tinha como resistir. Essa cachorra estava me provocando e agora estava batendo uma pra mim. Fechei meus olhos e me entreguei. Eu iria tirar a virgindade dela e ela ia gozar muito.
Soltei um gemido baixo e comecei a acariciar seus seios.
- Eu sabia que você não ia resistir – ela disse me jogando na cama – agora eu vou cuidar de você.
Ela subiu em cima de mim e me beijou. Ela não sabia muito que fazer, então só me beijava e passava a mão na minha barriga. Não teria outro jeito: eu teria que tomar conta da situação.

Coloquei deitada na cama e passei a beijar seu pescoço. Sentia cada pelo do seu corpo se arrepiando e a respiração dela ficando mais descontrolada. Desci minha boca para seus seios chupando e acariciando-os.
gemia alto e puxava forte os meus cabelos. Isso me enlouquecia. Fico descontrolado quando puxam meu cabelo enquanto eu dou prazer a uma mulher. Eu só não podia perder o controle agora.

Desci os beijos para a barriga dela e fui tirando a única peça de roupa que ela vestia. Se ela já gozou alguma vez, eu não sei. Só sei que hoje ela iria gozar como nunca. E sem duvida vai ser a melhor transa dela. Se eu não me superar nas próximas.

Meus lábios chegaram à região da virilha dela e ficaram ali por um tempo, ignorando os pedidos dela para chupá-la logo. Como eu já disse anteriormente: eu gostava de provocar. E com ela não seria diferente. Ela enlouqueceu completamente quando eu afastei bem suas pernas e passei a língua, levemente, pelo seu clitóris. Nesse momento enlouqueceu por completo. Empurrou minha cabeça e esfregava sua vagina no meu rosto. E eu só pude fazer uma coisa: chupar e muito.
se contorcia toda e gemia alto, muito alto. Com certeza não daria para fazermos sexo à noite. Ela era escandalosa e iria acordar a casa inteira. Mas eu adorava um escândalo. Isso significava que eu fazia a coisa direito. E pela intensidade dos gemidos eu fazia muito bem.

Suguei seu clitóris até sentir seu doce mel invadindo minha boca. E não parei por ai. Sem diminuir o ritmo continuei chupando ela até sentir, novamente, o seu gosto. Muito delicioso. Ela me puxou e me beijou, mas eu não estava disposto a parar. Desci a boca para o seu pescoço enquanto, com dois dedos, eu acariciava seu clitóris. Ela estava fora de si. Só sabia gritar e pedia mais. E eu só sosseguei quando ela gozou pela terceira vez. Voltei a beijá-la e a coloquei por cima. Era a minha hora de ter prazer. E ela entendeu o recado quando desceu sua boca para minha barriga e começou a depositar beijos e mordidas. Eu estava ficando cheio de marcas na barriga, mas não ligava. Ela desceu a boca até minha virilha e tirou minha toalha e começou a bater uma lentamente.
- Você é muito grande – ela disse olhando o meu membro.
Eu acho que nunca vou me cansar de ouvir isso.
- Os grandes são os melhores – eu disse sorrindo – Faça bom aproveito do que está na sua frente. Isso é só para poucos.
Ela abaixou a cabeça e começou a passar a língua sobre o meu membro. Estava na cara que era a primeira vez dela então, novamente, eu tive que dar uma ajudinha.
- Chupe como se fosse um picolé – eu disse mordendo meu lábio.
Era uma delícia ter uma garotinha inexperiente na cama. Tudo que ela vai fazer com outros caras fui eu que ensinei. E Isso era a melhor parte.
Segurei a cabeça de e fui enfiando meu membro, bem devagar, dentro da boca dela e ela tentava chupar tudo, o que era impossível. Em pouco tempo eu já estava fodendo a boca dela. Estava muito gostoso ver meu membro sumindo dentro da boca dela. Ela tentava chupar o máximo que conseguia, e para me dar mais prazer ela começou a punhetar enquanto chupava. Estava muito delicioso e eu não ia demorar para gozar.

Puxei ela pra cima de mim e comecei a beijá-la. As mãos delas me arranhavam todo, o que me dava mais prazer.
Coloquei por baixo e peguei uma camisinha na minha carteira, onde minha irmã havia me ensinado.
Voltei a chupar seus seios e a massagear seu clitóris com dois dedos. Ela estava quase gozando quando eu tirei meus dedos e comecei a enfiar meu membro nela. Não estava fácil, a cabecinha não entrava.
Ela abriu suas pernas e ficou totalmente exposta a mim. E eu aproveitei colocando a cabecinha do meu membro dentro. Fiquei uns minutos parado até ela me dar liberdade de continuar. Fui colocando centímetro por centímetro e sentindo ela se abrir mais. E só parei quando senti seu cabacinho se romper. deu um grito alto e algumas lágrimas escorreram pelo seu rosto. Eu fiquei com medo e queria parar, mas ela não deixou. Um tempo depois ela começou a se mexer e eu aproveitei a deixa para enfiar meu membro todo dentro dela. Os gritos de dor se misturaram com os gritos de prazer. Mas agora eu não me preocupava mais. Só queria meter, e muito, nela. Segurei em sua cintura e investia cada vez mais rápido. Não era qualquer uma que ia ter a sorte de perder a virgindade com um... Cavalo. Ela era uma privilegiada. estava doida. Gritava em cada investida minha e me arranhava forte. Muito forte. Isso de alguma maneira era... Excitante. A dor era um complemento do prazer e eu queria... Mais.

Deitei na cama e deixei ela comandar a situação. Mas só um pouco.
Eu me focava nos seus seios pequenos, porem deliciosos. Apertava-os com cuidado, mas com certa força. Ela deu um gemido mais alto indicando... Dor. E isso me fez ficar mais excitado. Coloquei ela novamente por baixo e dava investidas rápidas e fortes. A cada gemido de dor eu aumentava o ritmo. E eu ia gozar.

Passei a masturbá-la rapidamente até senti-la gozar pela quarta vez. Dei uma última e forte investida e gozei muito. Deitei ao lado dela com a respiração ofegante. Senti culpado por fazê-la sentir dor pelo meu prazer. Mas ela não demonstrou insatisfação, pelo contrario, ela adorou.

- Conseguiu o que queria – eu disse a encarando – Satisfeita com o resultado?
- Superou as expectativas – ela disse sorrindo – Eu quero mais.
- Calma – eu disse rindo – Você acabou de perder a virgindade. Só vai conseguir mais semana que vem.
- Claro – ela disse sorrindo e se levantando – Você fode minha irmã, sábado à noite, no sofá enquanto eu me masturbo espiando vocês e no domingo você me fode. Eu vou adorar.
- Claro – eu disse sorrindo – Nós vemos semana que vem.
- Sem dúvida – ela disse se vestindo e indo embora.

Até semana que vem... Priminhas!


Capítulo 6
Título: Doces ou travessuras?


Brasil. Como eu amo esse país. É sem duvida o lugar que tem mais mulher gostosa. É sério. Eu nunca vi um lugar que concentra tanta mulher boa. Eu me perco indo para esse país... Quantas loucuras eu fiz nesse lugar. O melhor de tudo é que elas vão atrás de você. Único lugar do mundo que precisa de segurança para nos proteger, apesar de que eu tenho meus esquemas. Durante o show eu preciso me concentrar muito para não perder o foco.

Confesso: uma vez eu fiquei excitado durante o show, mas apenas uma única vez. E eu tenho certeza que fotografaram, ou não. As brasileiras são diferentes. Têm carne. Tem peitos grandes, e bundas... enormes. Que corpo, que visão. É de se excitar só de imaginar. Não que as outras mulheres não sejam gostosas, mas... Sabe como é, né? Elas são brasileiras... BRASILEIRAS!
A primeira vez que uma brasileira cruzou o meu caminho foi quando eu estava no último ano do ensino médio. E deixou todos do colégio malucos. Mas fui eu que experimentei aquele corpo em cima de mim, por baixo, de lado... De todas as formas.

Era o fim do ano do meu ultimo ano na escola. Mas precisamente o fim do mês de outubro. E todos estavam preocupados com a festa de Halloween. Nossa turma, como era o último ano, estava organizando toda a festa. E seria aterrorizante. A escola seria transformada toda nas coisas mais assustadoras. Assombrações, terror, espíritos, fantasmas, monstros. Tudo da pior espécie. Porém, a visão que eu tive naquela semana de preparação para a festa foi outra. E muito melhor. Loira, alta, olhos azuis, peituda e com uma bunda... Espetacular. E o melhor: brasileira.
Até aquele momento eu só tinha visto brasileira por fotos. E algumas passando por mim na rua. Mas ao vivo e tão perto, era a primeira vez. Assim que ela entrou na minha sala a turma ficou em silêncio. Até o professor se hipnotizou com aquela beldade.

– Oi – ela disse, arranhando no inglês. – Aula de historia?
– Sim... – disse o professor. – Você é a aluna brasileira?
– Sou, sim... – ela disse, sorrindo.
– Ótimo – ele disse, também sorrindo. – Sente-se naquela carteira.

A carteira apontada era em frente a minha. Obrigado, Evan, por ter faltado à aula. E por um milagre aquela aula passou a ser a melhor e o professor, milagrosamente, deu a aula mais produtiva do ano inteiro. Eu queria alguma desculpa para puxar assunto com ela, mas não conseguia encontrar uma. Tive que esperar até o sinal tocar e por sorte, ou não, a próxima aula era de educação física.

– Hey – eu disse, sorrindo. – Qual o seu nome?
– ela disse, também sorrindo. – E o seu?
– Sou o – eu disse, aumentando o meu sorriso. – Prazer em conhecê-la.
– Prazer – ela disse, me olhando. – Você... Pode me ajudar? Eu preciso encontrar minha segunda aula e aqui só tem os nomes dos professores...
– Claro – eu disse, pegando o papel da mão dela. – É aula de educação física. Mas nós não estamos tendo aulas. Como somos do terceiro ano temos que organizar a festa de Halloween do próximo final de semana, e falta muita coisa para arrumar.
– Halloween? – ela disse, sorrindo ainda mais. – Eu sempre quis participar de uma festa de halloween, mas no Brasil não é comemorada essa data. Não é muito comum, entende?

– Sério? – eu disse, incrédulo. – É a festa mais importante que tem! A cidade toda se imobiliza para deixar todas as ruas assustadoras. É muito divertido; você vai adorar a desse ano. Nós realmente estamos nos empenhando para deixar o ginásio da escola muito assustador. Você vai se divertir.
– Eu já estou ansiosa para ver como vai ficar! – ela disse, se empolgando. – Será que eu posso ajudar?
– Claro – eu disse, sorrindo. - Fica perto de mim que você vai me ajudar na sala dos monstros.
– Sem dúvida – ela disse, sorrindo.

Pronto. Ela vai ficar perto de mim na próxima semana e eu sinto que essa festa de halloween vai ser inesquecível. Chegamos à quadra e todo mundo já estava fazendo suas tarefas. Era impossível não notar a presença daquela gostosa lá. Mas ela estava comigo. Bom, quase.
– eu disse, entrando na sala do técnico do time de basquete da escola. – Você pode me ajudar a procurar mais monstros?
– Monstros? – repetiu, sentando na frente do computador. – Que tipo de monstros?
– Dos filmes – eu disse, olhando-a. – O cara do Massacre da Serra Elétrica, o do Jogos Mortais, do Pânico... Esses.
– Ah – ela disse, abrindo o Google. – os vilões dos filmes. Entendi. Mas você quer fotos?
– Sim – eu disse, olhando a tela do computador. – Quero fotos dos vilões! Eu já tenho os bonecos de isopor e alguns prontos. Mas preciso do rosto do cara do Massacre da Serra Elétrica e do A Casa de Cera. Eu já peguei uma máscara do pânico e quando a pessoa colocar essa máscara ela vai ver uma cena do pânico matando uma pessoa.
– Nossa – ela disse. – Que assustador! Mas eu adorei.

Enquanto ela procurava as fotos na internet, peguei todos os bonecos que estavam dentro dos armários e comecei a finalizar alguns.

– Por que decidiu vir para cá? – perguntei, enquanto mexia nos bonecos.
– Eu tenho uma tia que mora aqui há anos – ela disse – e ela me convidou para passear na casa dela. Aí eu procurei uma agência de intercâmbio e vou passar quatro meses lá. Sem falar que aqui é um lugar lindo. Eu estou adorando.
– Que bom – eu disse. – Me conta sobre o Brasil.
– Lá é quente – ela disse. – Muito quente. E tem praias lindas. Eu adoro praia.

E minha imaginação foi para as marcas de biquíni que ela provavelmente tinha.

– Aqui faz frio – eu disse. – Muito frio. Lá as meninas são lindas como você? Quero dizer... É uma beleza diferente... É...
– Sim – ela disse, rindo. – Posso dizer que sou o padrão das mulheres brasileiras. Bem diferente das meninas daqui, né?
– Nossa – eu disse. – Muito! Aqui todas são retas, sem... Curvas! Você é... Muito gostosa. Com todo o respeito, claro.
– Obrigada – ela disse, corada. – Você é um gringo muito lindo.
E nesse momento o técnico entrou e eu não pude saber o que era... gringo. Talvez uma palavra feia em português.
– Essa é – eu disse. – Ela é do Brasil e está na minha turma.
– Mais uma para ajudar – ele disse, sorrindo. – Como andam as coisas?
– Bem – eu disse. – Todos os bonecos estão quase prontos. Só faltam dois. E amanhã mesmo nós começamos a montar na quadra.
– Perfeito – ele disse, saindo da sala. – O Carlos vai ajudar vocês.

Minha sorte era que Carlos era feio, muito feio. Mas nós não tivemos outra oportunidade de conversar. Mas a vantagem era que nós nos tornamos amigos e ela dispensou muitos caras pela escola. Será que ela me queria? Eu espero.

Faltando dois dias para a festa nós fomos comprar fantasias. Eu seria um morto. E ela a noiva cadáver. A minha noiva cadáver. Ela só não sabia disso.

... – eu disse, dando os últimos retoques no TNT que cobria o nosso Stand. - Eu não tenho par, e acho que você também não, então... Quer vir comigo amanhã?
– Claro – ela disse, sorrindo. – Se você não me convidasse eu teria que vir sozinha.
– Ótimo – eu disse, sorrindo. – Agora vamos embora que amanhã temos que estar aqui bem cedo.

Eu acompanhei até a casa da tia dela e eu descobri como era a vida no Brasil. E esse se tornou meu país preferido. No dia que eu tiver com uma banda bem famosa eu vou ter que comprar uma casa naquele lugar. E será minha convidada especial.

No dia da festa eu me arrumei e fui pelas ruas, todas decoradas, até a casa da tia da . Ela já estava pronta, e linda, com uma roupa que realçava todas as curvas daquele corpo perfeito. É hoje que eu vou me perder.
Chegamos à escola e providenciamos os últimos detalhes do som. Nosso stand estava realmente muito assustador. Ficamos cerca de três horas apresentando todos os monstros para as pessoas que iam nos visitar. Foi cansativo, mas muito divertido. O diretor veio anunciar a hora da coroação do rei e da rainha da festa e eu, como sempre não fui coroado nem como empregado do rei. Isso não era novidade. Depois na coroação foi à hora do DJ entrar em ação a animar a festa.
E era a hora de visitar os outros stands, bom, a nossa hora. Eu não havia a feito esperar tanto à toa. Queria aproveitar que todos estavam curtindo o DJ para ficar sozinho com ela em todos os stands. E aproveitar que a única luz que se via era as luzes do DJ. E minha previsão estava certa: todos os stands estavam vazios.

– O que acontece agora? – ela disse, entrando em outro stand.
– Bom – eu disse, seguindo-a. – O mais legal é antes, quando as pessoas assustam as outras, agora é o DJ que vai tocar até de madrugada.
– E os Doces ou travessuras? – ela disse, parando e me olhando. – Sempre sonhei em sair de casa em casa pedindo doces...
– Oh, Deus – eu disse, rindo. – Que criancinha fofa!
– Ah, ... – ela disse, se virando. – É que lá não tem isso... Desculpe.
– Para com isso – eu disse, segurando o braço dela para ela me encarar. – Não tem nada que pedir desculpa! Vamos pedir doces nas casas da vizinhança e depois voltaremos para ver o resto dos stands.
– Sério? – ela disse, sorrindo, com os olhos brilhando.
– Claro – eu disse, sorrindo. – Há anos eu não faço isso...

Ela pulou no meu colo para um abraço apertado. E eu aproveitei. Desci minhas mãos para a cintura dela, passando perto daquele monumento chamado bumbum. Ela percebeu e como resposta deixou os pelos do meu corpo arrepiado.
Eu segurei sua mão, entrelaçando nossos dedos, e fomos para fora da escola. Ainda havia muitas crianças na rua e nós nos juntamos a elas para o mesmo propósito: pegar doces ou fazer travessuras, mas a travessura nós vamos fazer sozinhos, mais tarde. Ela só não sabia, ou não tinha percebido.

se divertiu muito. Riu bastante, tirou muitas fotos e pegou muito doce. Sua bolsa estava completamente cheia de doces. E foi um sacrifício chegar de volta à escola. Ela queria mais.

– ela disse, entrando no nosso stand e enfiando um doce na boca. – Quer um?
– Não – eu disse, sorrindo. – Eu quero outra coisa.
– O que você quer? – perguntou, colocado outro doce de caramelo na boca. – Meu Deus, que negócio delicioso!
– Doces ou... Travessuras – eu disse, sorrindo, dando ênfase na última palavra.
– Ahn? – ela me encarava. Seus olhos brilharam quando eu mostrei minha bolsa cheia de doces. E ela pareceu entender o recado.

– Doces ou... Travessura? – ela disse, colocando a bolsa dela no chão.
–Você é um doce – eu disse, sorrindo. – Mas eu prefiro a travessura!

Ela deu um sorriso e eu o desfiz com o meu beijo. E ela correspondeu bem intensamente. Que beijo as brasileiras têm! Minhas mãos passavam das costas dela até a bunda. Já disse que minha parte preferida é a bunda?
Suas mãos não paravam em um só lugar. Arranhavam minha nuca e desciam arranhando minhas costas.
Empurrei para uma mesa quase invisível daquele stand e a coloquei sentada. Beijei e mordi o pescoço dela, provocando arrepios e gemidos baixos. Ela puxou meu cabelo e mordeu o lóbulo da minha orelha. Ela era muito gostosa. Nunca imaginei que uma mulher como ela me daria uma chance. Mas ela deu. E eu estou aproveitando muito bem.

... – ela disse, enquanto mordia minha orelha. – Alguém pode ver... Não acha melhor ir para outro lugar?
– Não se preocupe – eu disse, voltando a beijá-la. – Estamos no lugar certo, no dia certo, travessura. E também está muito escuro para alguém nos ver.

Ela não disse mais nada. Apenas me beijou intensamente. E devo dizer que eu não cansava de beijá-la. Obrigado por inventarem as brasileiras!
Enquanto eu mergulhava em pensamentos e agradecimentos ela começou a tirar minha fantasia. E eu agradeci novamente.

Deixei meus pensamentos de lado e me concentrei na garota em minha frente. Passei a beijar seu pescoço, enquanto ela se divertia com as unhas na minha nuca. Abaixei sua fantasia até sua cintura e minha boca automaticamente seguiu para os seus seios. E que seios. Eles tinham um gosto... Diferente, um gosto brasileiro. E eu aproveitei muito. Mordia, chupava e dava apertões enquanto ela dava gemidos baixos.

Eu sempre gostei de provocar e com ela não seria diferente. Ajoelhei-me na frente dela e passei a língua por toda a extensão da barriga (e que barriga!) dela. Ela mordia seu lábio e puxava meu cabelo. Minhas mãos percorriam suas coxas, deixando marcas e deixando ela mais excitada. Parabéns, , você é o cara!
Terminei de tirar sua fantasia e voltei a beijá-la.

Ela, meio afobada, tentou tirar minha fantasia e acabou rasgando os dois ombros. Quem se importa com a roupa quando tem uma gostosa na sua frente? Ninguém.

Ela passou suas enormes unhas pela minha barriga deixando marcas profundas. Ela me arranhou muito, deixando minha barriga completamente vermelha. E em alguns pontos roxos. Eu já disse que amo as brasileiras?
Coloquei deitada na mesa e subi em cima dela, pressionando meu membro, completamente ereto, em cima dela. Ela dava gemidos mais altos e puxou meu rosto para morder meu lábio, até eu sentir o gosto de sangue na minha boca. E isso me estimulou a dar mais prazer a ela.

Desci minha boca novamente até sua barriga e dei mordidas até ela trocar o grito de prazer pelo de dor. E ela em nenhum momento pediu para parar; pelo contrário, pedia cada vez mais. A dor definitivamente era algo excitante.
Afastei sua calcinha e antes que ela percebesse, eu comecei a chupá-la. Só deu tempo de ela gritar, de prazer, e de empurrar minha cabeça. Eu chupava e sugava seu clitóris até ela gozar em minha boca, mas eu não parei. Continuei chupando e enfiei dois dedos dentro dela. Ela definitivamente enlouqueceu. Rebolava e pedia por mais. Eu, sem perder tempo, tirei minha boxer coloquei uma camisinha, com muita dificuldade por falta de luminosidade, e meti nela de uma vez. Ela gritou. Gritou muito alto. Tapei a boca dela, com medo de alguém ter escutado, e senti uma lágrima escapando de seus olhos. Fiquei com pena da minha brasileirinha. O prazer por sentir dor me fez perder a cabeça. Mas já estava feito, e eu queria mais.

Tirei a minha mão de cima da boca dela e comecei a investir bem devagar. Ela mordeu o próprio lábio e, com um gesto na cabeça, me autorizou a aumentar as investidas. Eu aproveitei. Investia com toda a minha força e ela só me estimulava a aumentar. E eu afastei bem as pernas dela e meti. Ela se contorcia toda e começou a se masturbar. Eu não ia aguentar muito tempo. Aquela mulher me deixava louco. Ela gozou mais intensamente do que a primeira vez e duas investidas depois eu gozei também. Foi muito gostoso. Realmente muito gostoso.
Eu dei um selinho nela e levantei de cima dela, me livrando da camisinha e colocando minha fantasia. Ela me acompanhou sem dizer nada.

– Quer curtir a festa? – eu disse, segurando a mão dela.
– Claro – ela disse, entrelaçando nossos dedos. – Vamos lá

Quem liga para doce quando se tem uma travessura bem gostosa em baixo de você? O Brasil é o país mais lindo que existe, ou melhor, mais linda que existe.
Agora imagine: por que eu gostei tanto da minha formatura do colegial?


Capítulo 7
Título do conto: Vida infeliz


Depois que minha brasileirinha foi embora, a minha vida mudou completamente. Eu ainda morava com vovó, e também tive que arrumar um emprego, como atendente em uma lanchonete qualquer. E alternava minhas noites entre pegar mulher e ensaiar com a banda.
A banda. Essa já não tinha um futuro bom. Nenhum contrato, nenhum show e nenhuma esperança disso mudar. Era frustrante ensaiar quatorze músicas todas as noites e não ter ninguém para assistir, apenas as mulheres daquela noite. Às vezes conseguíamos tocar em um pub pequeno, mas era raro. As pessoas não se interessavam por rock. O nosso rock.
E não era por falta de tentativa. Nós tentávamos, e muito. Tinha, pelo menos, duas demos nossas espalhadas por todas as gravadoras do país. E nada, ninguém ouvia.
Desistir era a palavra mais dita nos ensaios. Mas não se desiste de um sonho, ou desiste? Existe sonho difícil, mas não impossível. Só que o nosso estava sendo impossível.
– Eu vou desistir, – disse o vocalista. – Já chega disso tudo.
– Espera – eu disse. – Vai haver uma oportunidade. Vários olheiros vão a muitos pubs, na semana que vem, para procurar por bandas novas. É uma excelente chance... Não podemos perder.
– E como vamos saber em qual pub eles vão estar? – perguntou o baterista.
– Teremos que contar com a sorte – eu disse. – Por favor...
– Não, – disse o guitarrista. – Vou vender minha guitarra. Para mim, acabou.
– Gente – eu disse –, só essa oportunidade. Se não der certo, eu... Vou desistir também. Por favor.
– Última oportunidade – disse o vocalista. – Se não der certo, eu desisto.
– Você venceu, – disse o baterista.
– Obrigado – eu disse, sorrindo. – Vamos ensaiar, pois temos um show para fazer.
Um show + um pub + um olheiro = sucesso.
Na teoria é fácil, mas na prática é completamente diferente. O show é fácil; nós temos vários. O difícil é arrumar um pub disponível e mais difícil ainda é achar um olheiro em um pub disponível. Mas eu era e nada era impossível para mim.
– Por favor, – eu disse. – Arruma uma vaguinha para tocarmos no seu pub.
. Loira, alta, cabelo curtinho, bem sucedida e dois belos melões siliconados na frente. Boa, bonita e gostosa. Além de ser super gente e boa e dar várias oportunidades para minha banda.
– disse ela, me olhando –, não dá. O pub está cheio.
– Por favor – eu disse –, é uma ótima oportunidade.
– O pub está cheio – ela disse –, sem chance.
– eu disse, olhando-a –, pelo amor à sua família, pelo amor a qualquer coisa, arruma um horário no pub... Apenas meia hora... Por favor.
– disse ela. – Para com isso...
– Olha – eu disse. – Os meninos querem desistir. Você sabe como a banda é a minha vida. E você sabe também como somos bons. Eu não sei se os olheiros virão aqui e se vierem não sei o dia que será. Eu só te peço meia hora porque depois disso não haverá mais banda.
– Apareça aqui na quinta às dezenove horas – disse ela, saindo. – Em ponto.
Parte da teoria estava pronta. Show + pub. Faltava apenas a sorte de ter um olheiro no dia e no mesmo lugar que nós. Difícil, mas não impossível. Os meninos ficaram eufóricos apenas com a oportunidade de ter um olheiro nos observando. E isso fez nossos ensaios serem mais produtivos.
Pegar mulher ficou fora de cogitação durante a semana. Eu passei todas as minhas noites ensaiando até tarde para termos um show perfeito. Nós íamos conseguir.
– Boa sorte para nós – eu disse, abraçando todos juntos. – Vamos esquecer tudo e nos divertir essa noite.
– Claro – disse o baterista. – Hoje é só diversão!
– Pode ser nosso show de despedida – disse o vocalista.
– Não vamos pensar nisso agora – eu disse. – Vamos para o palco e fazer o que sabemos fazer.
E não decepcionamos. O público presente realmente aplaudiu e gostou do que ouviu. Ficamos uma hora e meia tocando, o que deixou as outras bandas com raiva. Não tenho culpa de sermos os melhores. Só não sabíamos se os olheiros estavam presentes. Mas de qualquer forma, foi muito bom passar anos ao lado de pessoas como os meninos. Eles seriam sempre os meus irmãos.
– Parabéns – disse . – Vocês, mais uma vez, arrebentaram!
– Obrigado – eu disse, sorrindo.
– Eu só não sei se tem olheiro aqui – disse ela em um tom baixo.
– Tudo bem – disse o vocalista. – Valeu enquanto durou.
– É – eu disse, lutando contra minhas lágrimas. – Não era para ser.
– Desculpem – disse ela. – Queria muito ver o sucesso de vocês.
– Tudo bem – disse o baterista. – Acho que já vou. Obrigado, meninos.
E assim, um por um foi saindo, abandonando o sonho, dizendo um adeus eterno. Por que as coisas tinham que ser tão difíceis? Por que não podemos fazer o que gostamos? Por quê? Não temos sorte. Não temos sonhos. Somos agora apenas cinco caras, sozinhos e desiludidos, sem realmente saber o que fazer. Cada um no seu canto, trabalhando no lugar mais humilhante possível. Sim, porque sonhávamos alto e acabar em um emprego como o meu era humilhante. Todos tinham razão, para que lutar com o impossível? Nem devíamos ter começado algo que não ia para frente. E nós tentamos, e muito.
A noite não foi uma das melhores. Eu passei a noite toda olhando para o meu companheiro de anos, agora encostado na parede sem nenhuma utilidade. Teria que vendê-lo o mais rápido possível, ou eu ficaria surtado. Como pensar em trabalho depois de tudo o que aconteceu?
Consegui fechar os olhos às seis e quarenta e cinco da manhã. E parecia que estava entrando em outro pesadelo, só que desta vez muito mais intenso.
, acorda – minha avó gritava ao lado na minha cama. – Tem uma moça desesperada tentando falar com você. O que você aprontou, querido?
– Hã? – eu disse, abrindo os olhos. – O que aconteceu? Que horas são?
– São duas e quinze da tarde – disse minha avó, me olhando. – O que você aprontou? Essa moça liga de cinco em cinco minutos te procurando. Disse que você não atende o celular.
– Eu não aprontei nada, vó – eu disse, sentando na cama. – Depois eu vejo quem me ligou no celular e ligo de volta.
– Tudo bem, querido – disse ela, saindo do quarto.
O sonho da realidade era bem mais difícil do que o fictício. Senti o barulhinho do meu celular vibrando ao lado da minha cama e vi no visor o nome de . As lembranças vieram mais fortes e eu não consegui atender. Quando as vibrações cessaram vi no visor do meu celular trinta e três ligações perdidas e quatro novas mensagens com o mesmo conteúdo:

Eu PRECISO falar com você urgente, pelo amor de Deus, me liga.

E o celular vibrou na minha mão.
– Oi – disse ao atender.
? – perguntou, quase gritando. – Graças a Deus. Não acredito que você só viu minhas ligações agora! Sua avó te acordou dizendo que eu estava tentando ligar para você? Ah, , eu preciso muito falar com você. Ontem, quando o pub estava fechando, três olheiros entraram lá dizendo que ouviram falar da sua banda, que todos estavam comentando o quanto vocês são bons. E eles queriam ouvir vocês pessoalmente para terem a certeza que vocês são realmente tudo o que todo mundo falou. Então vocês têm um show aqui às vinte horas do dia de hoje, está entendendo tudo?
– O quê? – gritei. – Mas como? , está de brincadeira comigo? Três olheiros? Todo mundo comentando do show? Você tem certeza disso?
– Claro, – ela disse. – Prepara tudo com a banda e parabéns!
– Obrigado – eu disse, desligando o telefone.
Inacreditável. Simplesmente inacreditável. Tudo tem que acontecer na hora certa. Era incrível a nossa sorte. Consegui reunir todos na casa do baterista antes das três horas da tarde. E eles não estavam felizes com isso.
– Por que isso agora? – disse o baterista.
– disse o vocalista –, eu desisti; já chega.
– E eu já vendi minha guitarra – disse o guitarrista. – E já tenho um emprego novo.
– Vai ter que largar o emprego – eu disse. – E recuperar sua guitarra.
– Eu não vou voltar com a banda – ele disse, me olhando.
– Nós conseguimos – eu disse, sorrindo.
– Conseguimos o quê? – perguntou o vocalista.
– Três olheiros apareceram no pub ontem – eu disse –, quando ele estava fechando. Estavam procurando por nossa banda, porque eles disseram que todos estavam comentando como nossa banda é boa. me ligou e disse que eles querem nos ouvir pessoalmente, hoje, para terem a certeza de que estão fazendo um bom negócio.
– Você... Está falando sério? – perguntou o baterista.
– Eu nunca falei tão sério em toda a minha vida – eu disse. – Nós conseguimos, nós vencemos a teoria.
– Mas são três horas da tarde – disse o vocalista. – E não temos uma guitarra.
– Eu já volto – disse o guitarrista, correndo. – Eu não demoro.
Enquanto o guitarrista foi recuperar sua guitarra, nós ficamos organizando o show da noite. Decidimos pelas melhores músicas e até acrescentamos uma acústica. Ia ser o melhor show da nossa vida. Sucesso, aí vou eu.
– Eu estou tão feliz – disse , nos olhando. – Vocês são bons e merecem esse sucesso!
– Obrigado – eu disse, sorrindo. – Eu ainda não estou acreditando.
– Eles já chegaram? – perguntou o vocalista.
– Já sim – ela disse. – Estão na platéia, mas não pense nisso, por favor. Finja que não tem ninguém lá. Apenas se divirtam.
– Claro – eu disse –, hoje é só diversão.
– Bom show para vocês – disse ela, sorrindo.
E foi bom. Melhor do que ontem. Tinha um sabor diferente. A platéia estava animada, todos gostaram e os olheiros eram só sorrisos. Nós conseguimos. Só faltava o sucesso.
– Parabéns – disse um dos caras. – De todas as bandas que nós vimos e ouvimos a de vocês sem dúvida foi a melhor.
– Verdade – disse outro. – Apareçam amanhã à tarde na Warner. Quatro contratos esperam por vocês.
Quatro contratos. Havia quatro contratos nos esperando. O nosso sonho finalmente estaria se realizando. E depois que os olheiros foram embora, nós gritamos, choramos e esperneamos. Foi lindo.
– Hoje é tudo liberado no pub – disse . – Vão comemorar!
Comemorar. Era tudo o que nós precisávamos. E minha comemoração era sempre com mulher. Por que não com a que nos deu essa oportunidade?
– eu disse, quando todos saíram. – Obrigado pela oportunidade. Se não fosse você, nós não tínhamos conseguido.
– Não tem o que agradecer – ela disse. – Você é uma adorável, . Merece ter tudo isso.
– Você sempre nos ajudou – eu disse, me aproximando dela. – Nós vamos vir fazer um show especial aqui. Você merece.
– Obrigado – ela disse, me olhando. – Vou gostar de um show de vocês aqui.
– Você merece – eu disse, com um sorriso diferente. – Eu já disse isso.
– disse ela, me olhando. – Você está tentando me seduzir?
– Por quê? – perguntei, olhando-a. – Você é seduzível?
– Depende – disse ela, sorrindo. – Você é capaz de seduzir?
– Pode ter certeza que sim – eu disse, sorrindo.
Segurei-a pela cintura e a puxei contra o meu corpo. Mordi seu pescoço enquanto ela arranhava minha nuca. Subi minhas mordias até seus lábios e a beijei intensamente. E ela correspondeu, e muito bem. Segurei em seu curto cabelo e aprofundei o beijo enquanto ela arranhava o meu abdômen por baixo da minha camisa. Meu corpo se arrepiou por completo. Eu adoro quando me arranham. Joguei no chão todas as coisas de cima da mesa da e a coloquei sentada lá. Encaixei-me no meio das pernas dela, pressionando o meu membro, já ereto, contra sua intimidade. Essa era a melhor comemoração que eu poderia ter.
Tirei a blusa de , já descendo minha boca para sua barriga, dando mordidas por onde ela passava. Ela mordia o próprio lábio, enquanto arranhava minha nuca. Muito excitante. Ela me puxou, já tirando minha camisa, e me beijou intensamente. Que boca carnuda ela tinha.
Tirei seu sutiã e minha boca seguiu direto para os seus seios. 450 ml de peitos que não me atraíram como eu pensava que iriam atrair. Uma pena. Peitos siliconados são duros, e eu prefiro os naturais. Porém, eu não podia reclamar. Estava uma delícia mamar nos seios da .
Mordi, beijei e chupei naqueles gostosos seios. E não perdi tempo em tirar sua calça jeans. Minha atenção sairia dos seus duros seios e passaria para um local muito melhor: o meio das suas pernas.
Afastei suas pernas, ajoelhei no chão e comecei a brincar com seu clitóris por cima da sua calcinha. arfava e segurava os gemidos. Provocar é o meu nome do meio, então ninguém passou por mim sem ser provocada. Eu adorava.
Distribui beijos pela a parte interna das suas coxas e, por baixo da calcinha, meu dedo começou a fazer um trabalho muito bem aceito. gemia alto e se contorcia toda. Parabéns, , pelo trabalho bem feito. Substitui meu dedo pela minha língua e comecei a fazer um trabalho dobrado para ela ter um prazer inesquecível. Mas, afinal, quem esquece o ? Ninguém.
segurava, e puxava o meu cabelo descontroladamente até gozar em minha boca. Voltei a beijá-la para ela senti seu próprio gozo, enquanto dois dedos a invadiam por inteiro. Ela não gemia mais, ela gritava. Esse era o efeito de uma noite de sexo com o : gritos de prazer.
Metia meus dois dedos enquanto, em troca, eu recebia mordidas fortes no ombro. Outro efeito de uma noite de sexo com o Desrosiers: roxos. Ela gozou pela segunda vez, e eu levei meus dedos para ela saboreá-los.
inverteu as posições, me colocando sentado na mesa, e retirando por completo a minha calça jeans. Minha boxer demonstrava um volume superior já visto por ele. Obrigado papai pela herança. Ela retirou minha boxer por completo e deu uma atenção muito especial para o meu membro. Levou-o à boca e começou chupando bem devagar, enquanto ia me olhando com aquela cara safada.
Eu segurei sua cabeça obrigando-a a ir mais rápido. Muito melhor assim. Ela não ligava de sentir meu membro quase por inteiro em sua boca; aproveitava. Não queria acabar a festa agora, portanto, coloquei-a encostada à mesa e retirei sua calcinha. Dei mais algumas chupadas em seu clitóris, coloquei uma camisinha e meti tudo de uma vez. Se ela já gritava antes, agora então ela berrava. Sorte que a música estava alta, senão todos ouviriam, apesar de que eu acho que alguns seguranças ouviram.
Segurava pela cintura e metia profundamente nela. Estava muito gostoso; ela era apertadinha, parecendo uma virgem. Mas de virgem mesmo, só o signo. Ela rebolava e eu ficava mais enlouquecido.
Testei seus poderes e deixei-a na minha frente. Queria saber até onde ela sabia dar prazer ao homem. E ela soube, e muito bem. Rebolava bem devagar, fazendo sentir cada pedacinho daquela carne. Fazia movimentos lentos, me fazendo sentir um prazer maior a cada minuto. E num certo momento ela começou a fazer movimentos muito rápidos, me pegando de surpresa. Segurei em sua cintura e gozei longamente. Uma delícia. Meti três dedos dentro dela enquanto chupava seu clitóris. Ela gozou pela terceira vez. Foi o fim perfeito de uma etapa imperfeita da minha vida.
E que venham o dinheiro, a fama, os países incríveis e o principal: mulher.




Capitulo 8 – A Primeira Fã a gente nunca esquece.

E finalmente as mulheres caíram aos meus pés. Eu podia escolher a dedo quantas eu queria pegar em cada noite. Era uma maravilha ter um cardápio ao meu dispor. E eu tive que esperar apenas um mês para conseguir tudo.
Um mês foi o tempo que tivemos para gravar o nosso primeiro CD. Ficávamos o dia inteiro no estúdio, mas tudo saiu como planejamos. Depois do sucesso repentino, eu tive que sair da casa da minha avó. Acredite, ou não, mas tinha paparazzi seguindo ela. Era estranho, mas adorável.
Sair na rua era impossível. Tinha fãs e paparazzi vinte e quatro horas por dia em frente da minha casa. A casa, alias, era em um condomínio de luxo ao lado das casas do pessoal da banda e acreditem, ou não, a minha era mais movimentada. Cheia de mulheres, claro. E nenhum paparazzi conseguiu registrar a cara da escolhida da noite. Eu era o cara.
Festas? Praticamente todos os dias. Seja em turnê ou em casa, descansando. Cara, a vodka rolava solta a noite toda e eu sempre acordava com uma diferente ao lado da cama sem ao menos lembrar como ela foi parar lá. É, essa era a vida que eu tinha. E eu não podia reclamar de nada. Hoje vou contar como eu peguei a minha primeira fã.
Era meio estranho não poder sair de casa. Tudo o que eu fazia saia na capa de revista de fofoca. Várias especulações sobre suposta namorada, doenças e até sobre minha possível morte por overdose. Eu nunca usei nenhum tipo de droga. Só álcool. Eu ria com todas essas noticias.
Quando o CD saiu, nós saímos em uma pequena turnê para fazer um show de divulgação. E claro nosso primeiro show grande seria na nossa cidade. Eu estava muito nervoso. Será que eu ia conseguir me lembrar de todas as músicas? Será que daria mais de dez pessoas no show?
E deu um pouquinho mais que isso. Dez mil pessoas compraram os ingressos com duas semanas de antecedência. E já tinha gente dormindo no local do show para ficar na frente. Inacreditável, não? E ainda pensavam em desistir.
Eu confesso: não dormi na noite do show. Eu ia tocar, ao vivo, para dez mil pessoas. E esse era apenas o primeiro de muitos shows. Depois do show a gravadora ia fazer uma festa em comemoração ao sucesso e nos autorizou a convidar algumas fãs da área vip do show. E claro que eu ia escolher a mais gostosa.
O show foi maravilhoso. As pessoas gritavam nosso nome, choravam e cantavam todas as músicas. Isso foi incrível, muito emocionante. E, claro, eu não me esqueci da minha festinha. Fiquei procurando na platéia vip a garota digna para ser a primeira pessoa que eu iria para cama comigo. E eu achei a sortuda. E ela era muito gostosa.
Depois do show nos descemos para a área VIP e tiramos fotos e conversamos com as fãs. E claro, eu fui direto à minha escolhida.
– Oi – eu disse, indo até ela. – Gostou do show?
– Eu adorei – ela disse, sorrindo. – Vocês são ótimos!
– Obrigado – eu disse, sorrindo. – Sou , e você?
– ela disse, me dando dois beijinhos. – Uma foto?
– Claro – eu disse, ficando ao lado dela. – Então... Quantos anos?
– Dezoito – ela disse, ficando à minha frent. – Devo ser a fã mais velha da banda.
– Não – eu disse, sorrindo. – Nossa família ganha!
– Claro – ela disse, gargalhando.
– o vocalista gritou. – Precisamos ir.
– Quer ir a festinha comigo? – eu disse, olhando .
– Festinha? – ela disse, me olhando.
– É – eu disse. – A gravadora vai promover uma festinha em uma boate em comemoração ao sucesso e podemos levar algumas fãs. Você é minha convidada especial. Vamos?
– Festinha com você? – ela disse, sorrindo. – Claro que sim
E ela foi e no meu carro. Imagina a minha tortura. : uma morena alta, com seios médios e um belo, e bem definido, par de coxas. Ela é gostosa. Uma perfeita comemoração. Na entrada da boate estavam todos os fotógrafos de todas as revistas da cidade e – acredite – tinha um tapete vermelho por onde nós devíamos passar. Eu sou foda. Foram quinze minutos de flashes e entrevistas até finalmente estar em um lugar mais calmo. Apesar de que não se pode chamar uma boate de calma.
A boate estava fechada para a banda e os convidados famosos da gravadora. E, claro, eu e minha convidada fomos para uma das áreas vip da boate, onde estavam o resto das fãs e da banda.
– Quer beber alguma coisa? – perguntei, sorrindo. – Tudo por conta da gravadora.
– Opa – ela disse, sorrindo. – Beber de graça e com o ? É claro que eu aceito. Sugestão?
– Vodka com limão?
– Boa escolha – ela disse, sorrindo.
Peguei as bebidas e fui parado várias vezes para tirar fotos. Eu adoro ser famoso. Entreguei a bebida a ela e começamos a dançar com o DJ particular da área VIP. Sim, eu posso.
Duas horas depois já estávamos bêbados. Eu puxei para uma das saletas de dentro da área VIP, junto com uma garrafa de Vodka. E a garrafa nem foi aberta, já que assim que a porta fechou, nós nos beijamos de uma forma bem intensa. Minha mão foi direta para o seu cabelo, puxando-o enquanto eu mordia o lábio. Sua mão desceu logo para minha bunda apertando-a enquanto aprofundava o beijo. É sério, eu acho que todo fã quer saber como é apertar a bunda do seu ídolo. Todo fã, sem nenhuma exceção. Gente, toda bunda de homem é igual. É sem graça.
Levantei a blusa de , já arranhando suas costas enquanto minha boca seguiu direto para o seu pescoço dando mordidas e arrancando pequenos gemidos dela.
– Vem – eu disse, puxando-a. – Vamos para o meu carro.
Despistamos os fotógrafos e fomos para o meu carro, que estava em um estacionamento particular. Entrei com no banco traseiro e em seguida ela me beijou. Tirei sua blusa e desabotoei seu sutiã com a maior facilidade. Eu sou mestre nisso. sentou no meu colo e ficou rebolando em cima do meu membro já excitado. Minha boca ficou na altura dos seus seios e eu não perdi tempo. Chupei-os e mordisquei-os ouvindo gemidos de no meu ouvido. Esse era o combustível para eu continuar. Eu tirei minha calça com muita dificuldade, devido ao espaço, e ela fez o mesmo.
Estava completamente desconfortável dentro do carro, mas o prazer, e o tesão falaram mais alto e não deixaram sairmos do lugar. Ela me deitou no banco e logo e depois deitou ao contrario da minha posição. O famoso sessenta e nove. abaixou minha boxer e em seguida levou sua boca até o meu membro. Soltei um gemido em aprovação e fiquei curtindo sua boca. Para aproveitar a situação, afastei sua calcinha rosa minúscula e coloquei minha língua em seu clitóris.
não aguentou muito. Inclinou o seu corpo fazendo minha língua se encaixar dentro dela. Eu a chupava ferozmente enquanto ela batia uma para mim. Seus gemidos eram cada vez mais altos e eu agradeci por todos estarem ainda na festa. soltou um gemido mais longo e eu senti seu liquido invadindo minha boca.
Ela saiu de cima de mim e terminou de tirar minha roupa. Eu sentei no seu banco e rapidamente coloquei uma camisinha. sentou em cima do meu membro e começou a cavalgar lentamente. Eu segurei em seus seios e os massageava enquanto ela dava gemidos baixos no meu ouvido. Eu segurei em sua cintura, fazendo-a subir e descer mais rápido. Estava uma delicia pegar uma fã. Principalmente uma fã tão gostosa quanto . Eu estava começando bem minha vida de famoso.
se apoiou no banco da frente enquanto cavalgava rapidamente em cima do meu membro. Ela começou a massagear seu clitóris enquanto eu investia nela cada vez mais forte. mordeu o próprio lábio enquanto gozava rebolando no meu membro. Eu apertei ainda mais sua cintura colocando meu membro dentro dela com mais força e gozando logo em seguida. Foi muito intenso.
Ficamos na mesma posição até nossa respiração se acalmar. Ela saiu de cima de mim e colocou sua roupa enquanto eu joguei a camisinha para fora do carro e em seguida coloquei minha roupa, exceto pela camisa. Estava muito calor e estávamos completamente suados. Todos os vidros estavam embaçados e o cheiro de sexo estava no ar. Liguei o ar condicionado no grau mínimo e levei em sua casa.
– Obrigado pela festinha – ela me disse, dando um selinho e saindo do carro. – Bons shows!
Eu não via a hora do próximo show acontecer. Queria saber quem seria a próxima a ir para a cama comigo. Ou carro. Ou qualquer outro lugar. Por favor, que todos os shows tenham um final desses. Amém.


Capítulo nove – Duas irmãs, duas gostosas.

Eu tocava baixo muito bem. E até arriscava como backing vocal da banda. Agora, ninguém conseguia pegar mais mulher do que eu. Até hoje acham que o vocalista era o pegador da banda. Mas não, ele não pegou nem metade das mulheres que eu peguei. Ser famoso ajudou, eu confesso. E eu era agradecida por esse pequeno detalhe. Eu só queria um bom sexo depois de um longo show, e isso acontecia todos os dias. Sim, todos os dias tinha uma estranha – que eu nem sabia o nome – ao meu lado no hotel. E não rolava sentimento nenhum. Era apenas sexo e só. Eu não me envolvia com ninguém, emocionalmente falando. Eu era feliz assim, só com o sexo.
Fomos a uma determinada cidade para um show único. E como tivemos dois dias de folga marcamos entrevistas com praticamente todos os meios de comunicação existentes lá. Toda entrevista, em todos os lugares, era igual. As mesmas perguntas, as mesmas respostas, tudo exatamente igual. Eu realmente não ligava – quando quem entrevistava era uma mulher gostosa.
Nessa cidade, em especial, fomos a uma famosa rádio e, infelizmente, não foi uma mulher que entrevistou. Foi o Alf, um cara extremamente engraçado. Mas o melhor disso tudo foi depois. Como o programa dele era um sucesso, eles reservaram um espaço para uma pequena recepção com direito a todo tipo de comida e bebida. E foi lá, junto com um copo de Vodka, que eu conheci as duas filhas do Alf. E eu quase me afoguei no meu copo de tão gostosas que elas eram. E foi a mesma coisa de sempre: fotos e autógrafos.
– E aí? – disse a mais velha. – Minha sala VIP da boate já está pronta e na temperatura agradável... Quer ir?
– Claro – eu disse, sorrindo e imaginando a temperatura da sala.
Depois de despistar os paparazzi, o que foi fácil, chegamos à boate em poucos minutos. O lugar era extremamente grande e como , a mais velha, disse, nossa sala estava pronta. Com o ar na temperatura agradável nos pedimos uma Vodka, o que foi prontamente atendido. Nossa sala era completamente de vidro e tínhamos uma visão ampla da pista principal e da área VIP com direito a dois DJs que se revezavam para entreter o público da noite.
Após algumas doses de Vodka, e sua irmã foram para o centro da sala e começaram a fazer uma dança extremamente sensual. Nem liguei se dançavam no ritmo da música. Meu foco foi para os seus traseiros empinados e bem redondos. E meu membro já dava sinais de vida.
Além de rebolar até o chão e elas começavam a fazer... Carinhos. Eram mãos nas pernas, nos braços, na barriga e até nos seios. Se elas queriam me provocar, estavam conseguindo. E o inusitado aconteceu. Elas se beijaram, na boca. Sim, duas irmãs se beijaram na boca. Por quê? É proibido? Para elas não. E eu confesso que não estava ligando para essa questão. Eu estava mordendo meu lábio vendo aquela cena. Uma delícia.
Não aguentei e me aproximei das duas. Elas me colocaram no meio e ora eu beijava uma, ora beijava outra. estava na minha frente, portanto, eu segurei nos seus seios e comecei a massageá-los por cima da blusa. Como sua irmã estava atrás de mim, ela segurou no meu membro também massageando. As duas me jogaram em um sofá de dentro da sala e foi aí que o show começou.
Elas começaram a fazer strip, uma tirando a roupa da outra, e isso fez minha excitação aumentar. Elas tiraram todas as roupas e começaram a se beijar novamente. Sim, elas queriam me matar.
desceu os beijos para o pescoço de sua irmã e consequentemente para os seios. Ela os segurava e passava a ponta da língua nos mamilos, que já estavam duros de excitação. Desceu sua língua para a barriga e seguiu o caminho para a virilha. E em poucos minutos a mais nova dava gemidos intensos por causa da língua de .
não demorou muito. Queria deixar a irmã completamente excitada e conseguiu. Ela me chamou com o dedo e, ao chegar perto delas, ela me colocou de joelhos e abriu as pernas da irmã, me obrigando a chupá-la, o que eu fiz com maestria, porque a menina só parou de gemer quando liberou seu primeiro orgasmo da noite.
rapidamente trocou de lugar com sua irmã e eu quis dar o mesmo carinho que ela deu a mais nova. Comecei beijando sua boca e descendo para o seu pescoço. Que cheiro maravilhoso ela tem. Continuei meu trabalho descendo minha língua para os seus seios e dei uma bela chupada em cada um. Desci para sua barriga e em pouco tempo afastei suas pernas e afoquei minha língua em seu clitóris. gemia alto e isso me impulsionava a chupar mais. Não demorou muito e ela também teve seu primeiro orgasmo da noite.
As duas me empurraram no sofá e terminaram de tirar minha calça, levando junto minha boxer. Seguraram o meu membro e fizeram dele um picolé. Era lindo ver as duas brigando para chupá-lo e não demorou muito para eu também gozar pela primeira vez da noite. As duas chuparam tudo até ele ficar ereto novamente, o que não demorou muito, pois a excitação era muito grande.
Eu rapidamente peguei uma camisinha dentro da minha carteira e coloquei no meu membro. me deitou no sofá e veio por cima, se encaixando em mim. Começou a cavalgar lentamente enquanto sua irmã ficou atrás dela, massageando seus seios e arranhando sua barriga. Eu mordia meu lábio e segurava em sua cintura, alternando a velocidade. Rapidamente ela gozou novamente e depois de eu trocar de camisinha, sua irmã se posicionou no mesmo lugar de . Ela era mais afobada, então cavalgava com mais pressão, o que me provocou gemidos altos. Com massageando seu clitóris, ela gozou rapidamente.
Novamente eu levantei e coloquei sentada no sofá e abri sua perna. Voltei a chupá-la e quando senti que ia gozar pela terceira vez eu, novamente, troquei de camisinha e meti nela. Seus gemidos ficavam mais altos em cada estocada minha. Eu metia pra valer. E em pouco tempo ela teve seu terceiro orgasmo. Enquanto eu chupava sua irmã, trocou minha camisinha e rapidamente eu meti em sua irmã. Eu não ia aguentar muito, estava quase gozando novamente. Então, com o meu dedo, estimulei o clitóris dela enquanto metia rapidamente. E claro ela gozou pela terceira vez. Eu levantei e tirei minha camisinha e as duas se ajoelharam e com a boca me fizera ter outro delicioso, orgasmo. Isso foi extremamente sexy, delicioso e muito excitante. e sua irmã superaram minha expectativa.
Se toda turnê tivesse duas gostosas assim eu não ia precisar de mais nada para viver. Que delícia de noite. Depois do ocorrido, nós pedimos outro drink e comemos uns petiscos antes de eu voltar para o hotel. No dia seguinte íamos para outra cidade, e no aeroporto, enquanto esperávamos o avião, apareceu por lá para terminar de deixar uma boa impressão da cidade. Como se precisasse disso, mas eu não ia reclamar.



Capitulo 10 – Feliz Ano Novo!

De todas as festas e comemorações que existe durante o ano, a do ano novo é melhor. É muito melhor. É, pra mim, a data mais alegre que existe. É onde todas as pessoas se juntam para comemorar a chegada de mais um ano, de fazer promessas e até simpatias. É lindo ver um céu iluminado pelos fogos de artifício. Parece... mágica, que tudo o que você sonha vai se realizar.
O ano que eu vou narrar foi sem dúvida o mais perfeito. Não pelo fato de eu ter passado o meu fim de noite na mesma cama do que a irmã do vocalista, mas pelo fato de que foi uma festa linda com meu único parente, que importa para mim, e amigos presentes. Sim, eu dormi com a irmã do vocalista e sim, eu quase morri. Lembram de uma época em que houve rumores de quem alguém, no caso eu, iria sair da banda? Pois é. E adivinhem o motivo? É, foi esse. Ele achava que a irmã dele era virgem e que eu tirei a pureza dela. Coitado, mal sabia ele que foi ela que deu em cima de mim. E sim, foi um início de ano perfeito. Depois disso ele quase me matou e queria que eu saísse da banda. E eu ia sair. Mas a irmãzinha dele o convenceu de que eu não tirei a pureza dela e eu permaneci na banda. Ainda bem.
Nesse ano em questão, nós da banda planejamos alugar uma casa e juntar todas as famílias para uma enorme festa. Decidimos por um lugar quente, sem neve e com praia. À meia noite nós iríamos soltar os fogos de artifício com todas as famílias e depois iríamos nos juntar para uma festa... Mais particular. Eu estava muito empolgado. Preparei meu ano novo com meses de antecedência. Eu e minha avó íamos ter o melhor ano novo de todos.
Comprei algumas bebidas e comidas para a festa, sem esquecer os fogos de artifício. E no dia trinta de dezembro eu e minha avó partimos de carro em direção à praia. Foram às três horas de viagem mais divertidas da minha vida. Minha avó é a pessoa mais engraçada que existe. Eu a amo. Pena que alguns meses depois ela faleceu, mas não vamos falar disso.
Chegamos à casa da praia pela manhã e logo todos chegaram com os seus respectivos familiares. Por que eu não levei meus pais? Pelo simples motivo que eles sumiram pelo mundo com famílias diferentes. E eu? Fui esquecido. Eu amo a minha avó.
O dia trinta foi bastante puxado. Para as mulheres, claro. Elas foram para a cozinha fazer o jantar da noite e nós, homens, preparamos a festinha particular de depois da meia noite. Moleza, não? Depois de tudo pronto fomos se arrumar para depois comer. Tinha, mais ou menos, cinquenta e três pessoas, contando os todos os parentes, entre a sala e a cozinha da casa comendo, quando ela chegou. , a irmã do vocalista. Linda, gostosa e de vestido branco e curto. Uma tentação. Até o irmão dela ficou de queixo caído quando viu aquele par de coxas a mostra. Uma delicia.
– Desculpem a demora – ela disse, cumprimentando todos. – Não deu para eu vir mais cedo.
Ao parar para me cumprimentar, ela colocou uma das coxas entre minhas pernas e deu um leve "chute", com o joelho, em cima do meu membro. Uma tentação. Dei dois beijinhos em cada bochecha dela e ela saiu, me encarando e mordendo seu próprio lábio. Eu não ia fazer nada essa noite, mas ela estava me provocando... Eu ia ter que abrir uma exceção.
Às onze da noite, depois de comermos, nós fomos para a praia e começamos a beber. Estouramos a champanhe e à meia noite vimos os fogos de artifício. Foi muito lindo. O céu estava completamente colorido com a chuva de fogos. Depois do famoso abraço de feliz ano novo os mais velhos foram para a casa e apenas eu, com o resto da banda, e algumas pessoas ficaram na praia para a nossa festinha particular, incluindo muitos tipos de bebidas e muito amasso na areia. E, claro, estava lá. E inacreditavelmente ela não me deu um abraço de feliz ano novo.
Fiquei sentado na areia junto com algumas pessoas, bebendo e conversando. Até que alguém sugeriu irmos para a água. Os que já estavam alterados, eu, por exemplo, aceitaram na hora. O vocalista, a irmã gostosa e eu dele entramos na água às duas horas da manhã.
– Oi, – disse , se aproximando. – Nem te desejei feliz ano novo, né?
– Não se preocupe – eu disse, sorrindo. – Pode me dar um abraço agora.
– Não – ela disse, saindo da água. – Agora não.
Agora não. O que ela queria dizer com agora não? Saí da água e notei que todos a encaravam. E logo descobri o motivo: seu vestido estava completamente transparente, mostrando o contorno dos seus seios, expostos sem sutiã, e a minúscula calcinha branca que ela usava. Se seu próprio irmão ficou excitado, imagina eu? Explodi dentro das calças.
Voltamos para a casa e fomos direto para a festinha dentro da piscina, bebendo. Eu não estava acostumado a um calor. Precisava ficar dentro da água por horas. Bebemos até as quatro e quinze da manhã quando mais um bêbado saía da piscina, deixando eu e a lá. Eu estava também estava saindo quando ela me puxou me obrigando a entrar na água novamente.
– Agora sim vamos comemorar o ano novo – ela disse, sorrindo.
– Comemorar o ano novo? – eu perguntei, encarando-a. – Eu vou dormir, .
– Ainda não – ela disse, se aproximando. – Nós vamos ter a comemoração perfeita. – Ela tirou as alças do vestido, deixando seus seios a mostra. – Feliz ano novo, .
Me diz, tinha como resistir? A irmã gostosa do vocalista da banda estava na minha frente com o vestido na cintura e mostrando aquele par de seios espetacular. Só um louco iria resistir.
– Feliz ano novo – eu disse, sorrindo, já pegando em seus seios e massageando-os. – Espero que goste da comemoração!
Ela sorriu e me beijou logo em seguida. Um beijo calmo que aos poucos foi ficando intenso. Ela rapidamente tirou minha camisa e começou a arranhar minha barriga. Meus beijos foram para o seu pescoço deixando mordidas no local.
Terminei de tirar o vestido de e a seguei pela bunda, fazendo-a entrelaçar suas pernas em volta da minha cintura. Voltei a beijar sua boca e meus dedos apertavam e empurravam sua bunda contra o meu membro já ereto. A sensação de estar dentro da água era maravilhosa. Parecia que a água tinha uma... Força diferente que estava deixando tudo mais gostoso.
abriu o zíper da minha calça e voltou a ficar de pé, tirando minha calça lentamente. Encostei-a na borda da piscina e voltei a atacar sua boca já vermelha pela minha. Afastei suas pernas, enquanto dois dedos entravam na calcinha dela e massageava seu clitóris. Abafei seu grito com o meu beijo e sempre que eu aumentava a velocidade dos meus dedos, ela mordia meu lábio mais forte. Já disse que gosto de dor?
Quando o gosto do sangue ficou evidente na minha boca, senti seu corpo tremer todo e ela gozou nos meus dedos. , em seguida, nadou até a parte mais rasa da piscina e sentou na borda, abrindo suas pernas. Isso foi um convite que eu logo tratei de aceitar. Nadei até ela, já afastando sua calcinha e sentindo o seu gosto, enquanto ela puxava meus cabelos e falava palavras ilegíveis. Ela deu um gemido mais alto, gozando novamente em seguida.
Ela caiu na piscina, me beijando em seguida. Colocou sua mão dentro da minha boxer e brincou um pouco com meu membro, fazendo-me soltar uns gemidos baixos. Ela me empurrou para cima e eu, entendendo o recado, sentei na borda da piscina. Ela mordendo o lábio tirou minha boxer e segurou meu membro, masturbando-o lentamente. Minhas mãos foram diretas para sua cabeça pressionando-a contra o meu membro, o que foi atendido em seguida. Ela segurou o meu membro e foi descendo a boca, o que não conseguia fazer por completo devido ao meu... tamanho especial, me fazendo gemer baixinho. Sua boca era especial. Fazia-me quere gritar de prazer, mas eu não podia. Seu irmão estava a poucos metros daquela piscina e se nos pegasse naquele estado, era morte na certa.
Não aguentando mais, entrei na piscina e rapidamente tirei sua calcinha. Peguei uma camisinha, que estava na minha carteira no lado de fora da piscina, e coloquei no meu membro. ficou de costas para mim e afastou suas pernas. Eu não perdi tempo e introduzi meu membro por completo dentro dela, de uma única vez. Ela tentou gritar, mas eu não deixei. Coloquei minha mão em sua boca até ela se acostumar com o meu pequeno membro. O que não demorou muito, porque rapidamente ela trocou os gritos por gemidos de prazer.
A água ajudava a ir com mais intensidade, porém com menos força. Eu a coloquei na escada da piscina e metia nela com mais intensidade e força. Estava bom. Estava muito bom. Eu sentei na borda da piscina e ela sentou em cima de mim cavalgando lentamente. E chupava os seus seios e ela mordia o próprio lábio de prazer. Delicioso. Ela aumentou o ritmo e com a estimulação do meu dedo em seu clitóris ela gozou novamente.
Tirei-a de cima de mim e a coloquei de quatro. Segurei em sua cintura e novamente meti nela. Essa posição é, sem dúvida, a minha preferida. Dá um prazer inexplicável para ambos. E eu não ia aguentar por muito tempo. Aumentei o ritmo enquanto ela estimulava o seu próprio clitóris. Eu estava quase lá e ela me ajudou rebolando lentamente no meu membro. Ela sentindo isso estimulou seu clitóris com mais rapidez, gozando em seguida. Com mais duas investidas eu também gozei. Uma delícia.
Vestimos nossas roupas íntimas e voltamos para a água. Ficamos em silêncio até nossa respiração voltar ao normal, mas o irmão dela, vocalista da banda, apareceu na aérea da piscina. E claro, ele notou. Mas nem dei tempo para ele reclamar. Peguei minhas coisas e fui direto para o quarto onde estava minha avó. Quatro horas depois, veio me acordar para o churrasco a pedido da minha avó. Eu nada falei. Estava cansado demais. Coloquei uma bermuda e segui com ela até a área da piscina, onde todos estavam lá. Até minha avó. Confesso: eu fiquei com nojo, mas nada podia falar. Só eu e não estávamos na água.
– Vem, gente – disse a mãe da . – A água está uma delícia.
– Eu imagino – disse , sorrindo. – Mas estou com dor de cabeça, não quero.
– Vem, querido – disse vovó, sorrindo.
– Não – eu disse, a encarando. – Eu vou comer porque estou morrendo de fome e... voltar a dormir.
Ninguém disse mais nada, mas o vocalista percebeu. Sua expressão mudou na hora e ele rapidamente saiu da piscina. Novamente nada falou. Eu segui novamente para o quarto e dormi pelo resto do dia. No dia dois de janeiro eu e minha avó voltamos para a casa. E o resto da historia todos já sabem. Desespero dos fãs pelos rumores da minha saída da banda. Alguns shows cancelados, mas tudo ficou bem. Eu e o vocalista nos entendemos e voltamos à rotina normal. Eu gostei de pegar a irmã dele. E pegaria outra vez, porém isso, infelizmente, não aconteceu. Uma pena para ela, pois nunca mais iria provar o gostinho do novamente.



Capitulo 11- Sim, isso existe.

Nesse capitulo eu vou falar de um assunto que metade das fãs vai gostar e a outra metade não. Algumas pessoas realmente acreditam que isso existe, outras não. É um assunto polêmico que gerou o fim de várias bandas. Isso também gerou apelidos de vários integrantes que não tinham noção do por que. Alguns até aderiram a essas brincadeiras. Riem e se divertem. As fãs, claro, adoram. Outras têm nojo. O meu caso foi mais... Realista. Colocaram apelidos e nós... Colocamos o apelido em prática.
Frerard, Hott Baguettes, Pudd, Flones... Vocês já devem saber do que eu estou falando. Sim, eu tive um caso com o vocalista da banda. Se você não gostar de ler sobre um relacionamento homossexual pode passar para a próxima página, sem ressentimentos. Eu não vou... Entrar em detalhes. Não do ato em si, mas de como começou e como terminou.
Eu não sou gay. Eu não sou bissexual. Eu não tenho atração por pessoas do mesmo sexo que eu. O que aconteceu foi apenas uma curiosidade de ambos. Por que eu decidi contar isso? Para todas as pessoas saberem que isso é sim uma verdade. Uma verdade que quase ninguém assume por medo de preconceito. E eu vim aqui assumir para todos os meus fãs: eu tive um caso com o vocalista da banda. Se eu estou contanto os meus contos sexuais mais marcantes para todos, por que não contar algo que os fãs vão adorar ler? Enfim, eu não sou gay e isso não faz de mim gay.
Tudo começou quando ouvimos o primeiro apelido. Era algo novo que nunca tínhamos ouvido antes e quando descobrimos o que era ficou um ar de constrangimento. Eu nunca pensei em ter qualquer relação com outro homem, nem um beijo ou um simples selinho. Eu fiquei totalmente envergonhado. E ele também. Depois apareceu mais dois apelidos. Aí a coisa mudou. As pessoas nos chamavam pelos apelidos, levavam cartazes dizendo que isso ou aquilo era o melhor da banda. O melhor!
Foi daí que saiu às brincadeiras até então inocentes. Só ficávamos perto um do outro, dávamos abraços mais... Calientes. As fãs enlouqueceram. Piraram. Surtaram. Aí as brincadeiras tomaram outra proporção. Passaram para beijos nos pescoço, arranhões na cintura e mordidas na orelha. Meu corpo involuntariamente se arrepiava com cada toque dele. Ele não ficava atrás. Seu corpo se arrepiava com cada toque meu e isso incrivelmente me deixava satisfeito.
A coisa realmente mudou depois de um show em que essas brincadeiras fizeram parte do ínicio ao fim deixando ambos... Excitado. A curiosidade já aflorava na pele e o desejo de descobrir o novo crescia cada vez mais. Fomos do local do show até o hotel em silêncio. E por ironia do destino iríamos dormir no mesmo quarto devido a um pequeno probleminha com os quartos. Tudo conspirava a nosso favor.
Dentro do quarto o silêncio reinou por completo. Eu queria falar algo, mas minha voz não saía. E quando nos olhamos um impulso tomou conta do nosso corpo e em menos de um segundo já estávamos na frente um do outro com a respiração acelerada. Um beijo, uma mordida na orelha, um chupão no pescoço. Isso foi totalmente diferente de qualquer brincadeira que tenhamos feito. Isso era... Real.
O ato em si foi estranho, mas confesso: gostoso. Eu jamais vou trocar qualquer mulher para ter outra noite como essa. Como eu disse, não foi ruim, mas isso apenas foi um impulso de curiosidade. Depois disso eu e o vocalista nunca mais falamos sobre isso. As brincadeiras continuaram, porém apenas como brincadeiras. Nada real. Agora nós temos a certeza de que os fãs sempre sabem do que se passa com seus ídolos. Elas sempre sabem. De alguma forma ou outra, elas sabem.


Capitulo 12 – Pegando uma santa.

Não sei por onde começar. E eu não sei porque eu decidi contar isso. Claro que ambas as partes autorizaram, mas mesmo assim, só de pensar no que eu fiz eu me arrependo. Eu fico totalmente constrangido. Eu me sinto uma merda, um ninguém. Todos os dias eu me pergunto do porque eu ter feito isso. Como eu fui capaz de fazer tal ato? No final da historia tudo deu certo e o que eu fiz até ajudou um relacionamento chato e murcho a ficar... Excitante. Mas isso não justifica o que eu fiz, não mesmo.
Foi bom? Sim, muito. Mas mesmo assim... Eu me sinto mal toda vez que eu lembro. Eu sei que eu não devia ter feito isso, mas eu fui fraco. Eu devia ter ficado na minha, não ter dado em cima dela, mas foi inevitável. Eu precisava ter aquela garota na minha cama, por pelo menos uma noite, para provar a ela como que é ter... Um homem de verdade. Para ensinar a ela o que é sentir prazer.
Eu consegui. E como eu disse o relacionamento deles melhoraram. Não de imediato, claro. Logo quando ele descobriu o que eu fiz me deu um soco na boca e sumiu por três meses fazendo as "férias" da banda se estender. E não foi só ele. Todos da banda ficaram sem falar comigo por um longo tempo. A banda ficou "separada" por três longos meses. Sem noticias para os fãs, sem músicas, sem nada. Desaparecidos do mundo. Salvo algumas fotos de paparazzi e algumas notas de revistas, fora isso, nada. E eu fui o único prejudicado nisso tudo.
Eu fiquei todas as noites desses longos três meses sem conseguir dormir por causa disso. Era raro ver mulher comigo na cama. Noventa dias e eu peguei umas dez, doze mulheres. Eu, milagrosamente, não tinha vontade de pegar ninguém. Eu me lembrava do que fazia e sentia... Raiva de mim. Raiva sim, por ter feito isso com o meu melhor amigo.
Eu peguei a namorada do guitarrista da banda. Sim, eu fiz isso. Podem me xingar eu mereço. Eu sei que fiz algo que eu não devia, mas eu sinceramente queria salvar um relacionamento que eu sabia que não ia ter futuro! Sim eu sabia. Eu via na cara dos dois, principalmente do dela, que prazer era algo que ela definitivamente não conseguia sentir. E que ele definitivamente não conseguia dar. Eu sabia que se eu a ajudasse a... sentir prazer, ela salvaria a relação dela com o guitarrista. Ela o amava. E ele também a amava.
E era um amor bonito de se ver. Sério. Eu sentia... Inveja. Inveja por ter pegado todas essas mulheres sem nenhum sentimento, apenas pelo prazer do corpo. Minha mente se focava em dar e receber prazer. Apenas isso. Não consegui em nenhum momento ter algum tipo de sentimento por elas. Nenhum. Estranho, não?
É mentira. Houve uma única vez que eu... Senti algo diferente. Em uma única transa eu consegui reunir algo... Diferente. Uma única garota. Com ela, minha irmã. Um sentimento que eu não sei o que significa. E acho que nem quero significar.
Pois bem, tudo aconteceu quando o guitarrista apresentou sua tão falada namorada. E ela é muito linda. Muito mesmo, do tipo que eu daria em cima fácil. Seu nome era . Uma morena linda. Dois anos mais nova que ele, um espetáculo de garota. Sabe aquele cara que é... Bonitinho? Com carinha de anjo? Pois o guitarrista é assim. Porém, com um único defeito. O cara é totalmente sem sal. Não sabe fazer as coisas, não em pegada. No sexo só ele sente prazer, ela não. É daqueles caras que beija, faz um papai-mamãe mal feito e goza em dois minutos. Eu tenho pena dela, muita pena.
Quantas vezes eu já vi ela saindo do quarto dele com uma cara de frustrada por não conseguir sentir prazer na relação, e sem falar nada. Isso tudo porque o ama e não quer vê-lo magoado. Complicado, não? Mas ela tinha o aqui. E ele resolve todos os problemas.
– Oi – ela disse, saindo do quarto. – Acordado ainda?
– Claro – eu disse, sorrindo. – Frustrada? – Ela me olhava, sem entender. – Na relação... com ele. – Ela fica completamente vermelha. – Relaxa, . Isso é normal.
– Do que você está falando? – ela disse, me olhando. – Está doido?
– eu disse, me aproximando. – Eu vejo em seus olhos que não consegue ter prazer com ele. Não precisa mentir para mim.
– Você está enlouquecendo – ela disse. – Eu o amo!
– Eu sei – eu disse, a encarando –, mas não estamos nos referindo ao amor, e sim ao sexo. – Eu toco em um dos seus seios e ela estremece. – Está vendo?
– Você... É...
Ela não conseguiu completar a frase. Saiu correndo de volta ao quarto do seu namorado e deve estar na cama pensando em tudo o que eu disse. É claro que a bebida me encorajou a falar isso tudo. Eu podia ter acabado com a minha amizade com o guitarrista, mas ela não disse nada a ele. Fiquei alguns dias sem puxar muito assunto com os dois. E evitava estar no mesmo ambiente que ambos.
Só que algo me chamou a atenção. A não parava de... Encarar-me. No sentindo sexual da palavra. Sempre que uma garota aparecia, ela encarava todos os meus movimentos. Atitudes com as mãos, movimento com o quadril, até o estilo de beijar. Isso me fez ter a certeza de que ela queria saber o que é ter prazer. Era só uma questão de tempo.
Pouco tempo depois, em uma cidade qualquer, eu deixei de sair com o pessoal da banda para ficar no quarto de hotel descansando. Coisa rara de acontecer. Eu nunca deixava de sair à noite para pegar mulher, nunca mesmo. Mas eu realmente estava a fim de ficar deitado descansando. É, estou velho.
Só que, claro, eu não consegui ficar trancado no quarto. Eu peguei uma garrafa de Whisky e fui para uma sala reservada só para a banda. Que fim de noite perfeito. Eu, surpreendentemente, resolvi ficar em um quarto de hotel, em vez de ir pegar mulher. E terminar a noite bebendo, sozinho, em uma sala vazia.
Quando eu estava na metade da garrafa escutei gritos vindos do corredor e notei todos entrando em seus respectivos quartos. Exatos vinte e cinco minutos depois, sai do quarto e vem direto para a sala onde estou.
– Oi – ela disse, sorrindo. – Não saiu por quê? Tinha muita mulher lá.
– Realmente não estava a fim – eu disse, a encarando. – Quer um pouco?
Ela sorriu e pegou meu copo, virando todo o conteúdo em sua boca. Ela fez uma careta engraçada e devolveu o meu copo pedindo mais. Em questão de tempo ela seria minha.
– Demorou hoje, hein? – eu disse, sorrindo. – Digo, ele demorou hoje. Deve ser o efeito da bebida – ela concordou com a cabeça. – E você... – Ela negou com a cabeça. – Nada, como eu imaginei. Sabe que não precisa ser sempre assim. – Ela me encarou. – Eu... Posso te ajudar a sentir prazer.
No primeiro momento ela me olhou assustada. Nunca passou pela cabeça dela trair o seu namorado. Mas depois ela me olhou com curiosidade. Ela sabia que eu conseguia fazer uma mulher ter prazer. Ela escutava os gritos quando elas estavam dentro do quarto embaixo de mim, ou em cima. Só que, como eu imaginei, ela recuou. Pegou meu copo, que eu havia acabado de encher, e novamente, bebeu todo o conteúdo fazendo em seguida uma careta. olhou no fundo dos meus olhos e mordeu o canto do seu lábio, demonstrando toda a sua excitação e a vontade de terminar, ou melhor, começar algo que seu namorado não fazia. Mas eu a respeitei. Sentado eu estava, sentado eu fiquei. Ela seguiu para o seu quarto, com o guitarrista, e eu terminei com a garrafa de whisky antes de seguir para o meu.
E nos dias que se seguiram nenhuma outra palavra foi trocada. Eu não a evitava, nem ela a mim. Apenas conversávamos sobre assuntos fúteis, sem nem tocar no nosso assunto particular. Só que eu ainda não sabia se ela seria capaz de traí-lo. Talvez todas as nossas conversas eram apenas por uma curiosidade dela. Mas se ela continuasse a me provocar, eu não ia resistir. Eu iria agarrá-la a força.
Em todos os hotéis ela conseguia ficar no quarto ao lado do meu, claro que junto com o seu namorado. E isso me estimulava a fazer as garotas que entravam no meu quarto, a gritarem mais. Queria que ela escutasse o que eu fazia com as mulheres e o que eu poderia fazer com ela. Ela poderia ter esse prazer todo só para ela. Se ela quisesse.
– Hoje você se superou, hein? – ela disse, entrando na salinha particular do andar. – Os gritos foram ouvidos até no andar de cima.
– Sabe como é, né? – eu disse, sorrindo. – Cada dia eu me supero!
Ela sorriu e não disse mais nada. Era visível no rosto dela que ela queria sentir o prazer que eu fazia as garotas sentir.
– E você? – eu disse, a encarado. – Nada essa noite? – ela negou com a cabeça. – , eu já disse. Você pode sentir todo esse prazer comigo. Ninguém vai ficar sabendo de nada. Um segredinho nosso.
– Não – ela disse, levantando. – Melhor não. Eu amo meu namorado.
– Não é uma questão de amor – eu disse, sorrindo. – É apenas sexo. Não vai rolar sentimento. Só quero mostrar um lado que você desconhece.
– Não foi sempre assim – ela disse, me olhando. – Mas eu o amo demais, então eu... Aceito. Boa noite, .
Porque ninguém fazia algo assim por mim? Digo, me amar com essa intensidade capaz de esquecer algo que eu faça de ruim, talvez. Elas nunca vão poder reclamar da falta de sexo ou de prazer. Eu, particularmente, sou muito bom de cama. E ninguém até agora reclamou do meu desempenho.
Acho que ficava com peso na consciência de falar comigo sobre o desempenho do seu namorado na matéria sexo. Ela sempre passava dias e mais dias sem falar comigo, mal dizendo o necessário. Não sei o que se passava na cabeça dela. Nós apenas conversávamos e não praticávamos nada, ainda. Eu não forçava nada, apenas ouvia e falava que ela merecia ter um momento de prazer que ela jamais esqueceria e que ainda iria ajudá-la em sua relação com o namorado dela. Acho ainda que ela ficava decepcionada com a minha falta de atitude. Mas eu não podia fazer nada, ela namorava um dos meus melhores amigos.
Mas um dia a coisa mudou de figura. Era ultimo dia de uma pequena turnê de divulgação do nosso terceiro álbum e nós saímos para comemorar o sucesso das novas musicas. Fomos para boate e começamos a beber. Minha intenção era terminar a noite com alguma garota na minha cama, mas a coisa mudou quando insistia para dançar com o seu namorado. E ele, como sempre, negava. Tocava uma musica muito animada e seus pés se mexiam loucos para irem para a pista de dança, mas ele se recusava a levá-la. Até que eu, o bondoso , ofereceu para levá-la o que fez o seu namorado concordar rapidinho.
Fomos para ao meio da pista de dança, longe de todas as pessoas conhecidas, e começamos a dançar. E claro eu tirei uma casquinha dela. Eu segurava em sua cintura e apertava conforme o ritmo da musica. Ela mordia seu lábio e dançava sensualmente. Eu a virei colocando suas costas na minha barriga, pressionando meu corpo contra o dela. E isso estava me excitando, e a ela também. Coloquei minhas mãos por dentro da blusa dela e arranhava sua cintura e barriga. A coisa estava indo longe demais.
Voltamos para a área VIP da boate, onde todos estavam, e estava bastante eufórica. Pouco tempo depois voltamos para o hotel e incrivelmente não tinha ninguém comigo. Segui direto para um jardim particular do andar e apareceu, como eu imaginei, vinte minutos depois de entrar no quarto. Eu tirei a minha noite para ser dela, somente dela.
– Sabia que você ia estar aqui – ela disse, sorrindo. – Obrigado por dançar comigo.
Eu sorri e me aproximei dela. Ela se encostou-se em uma das arvores e ficou me encarando. Novamente segurei em sua cintura, apertando-a. Minha boca foi direto para o seu pescoço, depositando beijos fazendo seu corpo se arrepiar todo.
– Não – ela disse, me empurrando. – Não podemos fazer isso.
, eu sei que você quer – eu disse, a encarando. – E eu também quero. Hoje você vai saber como é sentir o verdadeiro prazer.
Ela nada mais disse, mas relutava em ceder. Eu continuei com minha boca em seu pescoço dando mordias fracas enquanto minha mão seguia para sua bunda, apertando-a. Ela se debatia e tentava se livrar de mim, mas seu corpo mostrava que queria que eu continuasse. E foi esse o incentivo de continuar. Eu me esqueci do meu melhor amigo, esqueci que a garota em minha frente era namorada dele, esqueci que ele estava perto. Só a puxei para o meu quarto, trancando a porta em seguida.
Encostei ela na parede e tirei sua blusa rapidamente. Comecei a beijá-la bem lentamente enquanto passava minhas mãos por sua barriga. Arranhava bem devagar enquanto ela colocava suas duas mãos em volta do meu pescoço. Ela havia se entregado. Hoje saberia como uma mulher sente prazer.
Desci meus beijos para seu pescoço enquanto minhas mãos subiam pelas costas dela desabotoando seu sutiã branco. Minhas mãos foram direto para seus seios massageando-os lentamente enquanto soltava um gemido baixo em meu ouvido. Levei até a cama deitando-a em seguida. Olhei para ela e sorri, indo com minha boca ao encontro de seus seios. Eu segurava um e chupava o outro. mordia o lábio e gemia baixinho. Minhas mãos desceram para sua calça de moletom abaixando- a por completo.
sentou na cama e tirou minha camisa, me puxando para beijá-la. Minhas mãos não paravam em um só lugar, percorriam todo o corpo dela enquanto as mãos dela arranhavam minhas costas. Deitei-a novamente na cama e voltei minha boca para os seus seios. Eu tirei minha própria calça, mostrando um volume avantajado (obrigado, papai) dentro da minha boxer preta. Afastei sua calcinha e, ainda chupando seus seios, comecei a estimular seu clitóris, ouvindo um gemido alto sair da boca dela.
Ora eu estimulava rápido, ora devagar. Ela estava enlouquecendo. Estava sentindo um prazer jamais sentido com o namorado dela. Era nítido no rosto dela. Continuei estimulando-o ate ouvir um gemido mais alto e seu corpo tremendo todo. Ela havia tido seu primeiro orgasmo.
Voltei a beijá-la lentamente até sua respiração se acalmar. E novamente desci minha boca, passando direto pelos seus seios, e indo de encontro a sua virilha. Tirei sua calcinha e depositei beijos pela região da virilha e da parte interna da sua coxa. Afastei suas pernas e passei a língua no seu clitóris sentindo-a estremecer toda. Comecei a chupá-la lentamente, fazendo-a dar gemidos altos. Tamanho era o prazer que ela sentia, e esse era só começo! Eu ia fazê-la desmaiar de prazer.
Passei a chupá-la mais rápido fazendo ela segurar em meus cabelos e puxar com uma força sobrenatural. E isso só me motivava a ir mais rápido. Em pouco tempo ela gozou pela segunda vez. Voltei a beijá-la enquanto ela invertia as posições na cama deixando-me por baixo. Eu entendi o que ela queria e novamente fiquei por cima.
– Hoje é você quem vai sentir prazer – eu disse, sussurrando no ouvido dela. – Apenas você.
Ela sorriu e eu voltei a beijá-la. No mesmo instante eu tirei minha boxer e coloquei uma camisinha em meu membro. Afastei suas pernas e introduzi meu membro lentamente para dentro dela. Ela mordeu meu lábio e fincou as unhas em meu ombro.
Eu segurava em sua cintura e metia lentamente nela, fazendo-a sentir centímetro por centímetro do meu membro. Ela gemia baixinho no meu ouvido e isso me enlouquecia. Resolvi mostrar para ela o motivo dos gritos de todas as garotas que já deitaram comigo. Aumentei a velocidade e a força das minhas estocadas, deixando-a enlouquecida. Ela gritava e se contorcia toda. Ela definitivamente nunca tinha sentido um prazer como aquele. Ela não sabia que parte do meu arranhava. Minha nuca, meu ombro ou minha barriga. Mas uma coisa ela sabia fazer bem: gritar de prazer.
Ela gritava e pedia mais, e eu, claro, obedecia. Ia cada vez mais rápido, enquanto meu dedo estimulava novamente o seu clitóris. Ai a garota enlouqueceu de vez. Se contorcia toda e gritava sem se importar que seu namorado estava no quarto ao lado. E não tardou muito para ela gozar pela terceira vez, fazendo-me gozar junto com ela.
Ficamos um tempo assim, sem nos mover, ouvindo a respiração do outro, até ela se lembrar que seu namorado estava no quarto ao lado. Ela levantou rapidamente, colocou sua roupa e saiu do quarto. Eu acompanhei e nesse momento o seu namorado saiu do quarto. quase enlouqueceu.
– Você se superou, ! – ele disse, sorrindo. – Ninguém conseguiu dormir.
Eu não falei nada. Nem . E ele percebeu isso. Ficou procurando com os olhos a garota que não fazia ninguém dormir e vendo o estado da sua namorada, ele fechou a cara. Ele ainda tinha esperança de encontrar alguém dentro do meu quarto, mas nada. Ele não encontrou ninguém. Estava na cara que sua namorada era a garota que gritava em meu quarto.
– Como você... Vocês fizeram isso comigo? – ele disse, vindo pra cima de mim. – Você não vale nada, . – E me de um soco, e muito bem dado, na boca. – Você é uma vagabunda, .
E ele saiu do hotel com apenas a roupa do corpo. chorava e todos da banda saíram dos seus respectivos quartos para ver o que tinha acontecido. Eu não me movi. O sangue escorria da minha boca e eu não conseguia ir ao banheiro me limpar. contou a todos o que acabara de ocorrer e correu atrás de seu então ex-namorado.
A banda toda ficou separada por um mês e meio. Eu encontrei o baterista e me expliquei, contando toda a historia, exagerando um pouco quando falei que ela me provocava. Conversei com o resto da banda e todos se entenderam. Faltava o guitarrista. Mas ninguém tinha sinal dele. havia sumido. Não queria me ver nem pintado a ouro. Ela conversava apenas com o baterista. Até que quando completou três meses do desaparecimento repentino do guitarrista, o baterista o viu, e me contou, mandando-me ir pedir desculpa a ele.
E eu fui. Cheguei de surpresa e ele quase me deu outro soco para eu sair da frente dele, mas eu não saí. Respirei fundo e o encarei. Ele estava péssimo.
– Eu preciso conversar com você – eu disse. – E depois, se você ainda não quiser me perdoar, beleza, eu saiu da banda e você nunca mais vai ouvir falar no meu nome. – Ele não falou nada, e eu continuei: – Eu errei e muito em ter ficado com sua namorada. Como eu me arrependo disso. Mas, cara, eu não aguentava vê-la sair do seu quarto com uma cara de quem não tinha prazer nenhum, mesmo depois de você ficar vinte minutos em cima dela.
Ele veio para cima de mim e eu segurei seu pulso antes mesmo dele encostar no meu lindo rostinho.
– Vamos conversar de homem para homem – eu disse. – Eu não quero brigar. Você pode não acreditar, mas você não dava prazer nenhum a ela. E eu confesso: provocava ela. Ela não queria, mas você sabe como eu sou. Eu ensinei a ela a como ter prazer em uma relação. Cara, ela te ama mais que a vida dela.
– Ela nunca disse isso – ele disse, me olhando.
– Claro que ela nunca ia dizer – eu disse. – Ela te ama. Você não faz ideia do quanto. Perdoe-me pelo o que eu fiz. Só queria dar uma animada na relação de vocês.
– Você não precisava ter dormido com ela para animar a relação.
– Eu sei – eu disse –, mas você sabe como eu sou. Me perdoa?
– Tudo bem – ele disse. – Já passou.
– Cara, corre atrás dela – eu disse. – Vocês se amam! Não perca mais tempo.
E ele foi. Duas semanas depois eles já estavam de bem. E eu não tinha coragem de olhar para eles. Simplesmente fingia que eles não existiam. No primeiro dia da nossa turnê do terceiro álbum eles entraram no meu quarto e agradeceram por tudo o que eu fiz, apenas dele não concordar que eu tenha dormido com a namorada dele. Depois disso eles ainda me convidaram para ser padrinho do casamento deles. Achei isso incrível e claro eu concordei.
E eles se casaram. No fim dessa turnê, que durou dois anos e meio. E eu fui o padrinho junto com uma prima da , que era noiva e estava de casamento marcado. E como eu não presto, já sabem o que aconteceu conosco. O casamento foi um conto de fadas. Sem dúvida o mais bonito que eu já fui na vida. Mas o que valeu a pena mesmo foram as duas horas que eu perdi, junto com a madrinha do casamento, atrás do palco principal da festa. Foi o sexo mais perigoso que eu já fiz. E o efeito da adrenalina fez o prazer ser dobrado. Nós dois naquele espaço pequeno, com o longo vestido vermelho dela pela cintura, a calcinha afastada e eu fazendo pressão para dentro daquele corpo maravilhoso. Eu segurava em sua bunda, enquanto ela abraçava minha cintura com as pernas enquanto subia e descia sobre o meu membro. E o noivo dela estava na festa, despreocupado. Eu tapava sua boca com meu beijo. Qualquer barulhinho e alguém iria nos pegar no flagra. E eu não queria arrumar briga nesse casamento. Mas por mulher eu só capaz de fazer um sacrifício. Adrenalina e medo são elementos fundamentais para um sexo. Preciso ensinar isso a . Ou é melhor deixá-la aprender com o seu marido?



Capítulo 13 – A Última Turnê

Foram vinte e três anos de carreira. Oito álbuns, cinco DVDs, e mais de dez anos de turnê. E eu me emociono ao lembrar cada dia da minha carreira. Isso tudo é muito mágico sabia? Foram vinte e três anos estando na lista das dez bandas consideradas as melhores. Até o momento, dezoito milhões de pessoas compraram nossos CDs, dezessete milhões os nossos DVDs e vinte e dois milhões fizeram download dos CDs, pela internet. Fora livros, roupas, e objetos levando o nome da banda. Milhares de vendas. E esse livro que eu decidi escrever reunindo os quinze contos mais marcantes da minha vida. Porque eu sei que toda fã gosta disso e vai comprar. Dá para ser mais feliz do que isso? Ter mais vinte milhões de fãs não é pra qualquer banda. E pensar que se não fosse pela minha insistência para fazer aquele show no pub (que eu peguei a dona, claro) nós não estaríamos aqui.
Eu posso afirmar com certeza que nós, da banda, estamos muito felizes por tudo o que conquistamos. Nosso ultimo show, que eu vou narrar no capitulo seguinte, teve quase três milhões de pessoas do mundo inteiro. Pensa em três milhões de pessoas cantando as músicas da sua banda? As músicas que você e seus amigos fizeram em uma tarde tediosa de domingo e que está na boca de milhares de pessoas. Isso é arrepiante. Fazer o que eu mais amo no mundo, que é tocar baixo, e ver as pessoas idolatrando o que eu faço é algo inexplicável.
E foi aí que decidimos terminar com a banda. Terminar é uma palavra muito forte. Nós não terminamos. Apenas decidimos que já era a hora de vivermos para as outras funções. De nos dedicarmos a nós mesmos, já que passamos vinte e três anos vivendo para os nossos fãs. Era hora da nossa vida pessoal, apesar dos paparazzi não darem folga para nós. Só que agora é diferente. São Vinte e quatro horas para nossa vida. E apesar de ter fã que não aceita isso, nós sabíamos que era a hora certa. A hora de dizermos até logo para os palcos. E eu arrumei outra função. Uma função que eu nunca imaginei experimentar e que eu confesso que estou adorando. A função de marido.
Eu sinto falta das noites perdidas durante o processo de gravação dos álbuns, das noites perdidas durante nossa turnê e das noites perdidas pegando mulher. Apesar da fama do vocalista de ser o mais pegador da banda. Era eu o especialista em mulher. E durante os mais de dez anos de turnê eu conheci pessoas maravilhosas, lugares incríveis. Experimentei comidas deliciosas e peguei mulheres gostosas. Eu só tenho que agradecer.
Turnê é a coisa mais foda que existe. É cansativo, mas é maravilhoso. Viajar por lugares novos e cantar para pessoas diferentes é incrível. Mas o que é turnê? É apenas sair para outro lugar e cantar? De acordo com o dicionário online sim, mas a pratica é diferente. A saída da nossa casa para entrar em um avião é estar turnê. Comer, beber, cantar. Tudo é turnê. Turnê é ter pessoas gritando o seu nome, cantando suas musicas e delirando por quere estar perto de você. Turnê é ter pessoas escrevendo o seu nome na pele. Eu nunca entendi isso. Braço fechado com uma foto minha tatuado na pele. É incrível ouvir “eu te amo, ” de pessoas que eu nunca vi. Isso tudo é turnê.
E só tem um lugar do mundo que isso tudo é mais intenso. O Brasil. Não é que eu não gostei dos outros lugares. Eu gostei e muito, mas no Brasil a coisa foi mais intensa. É o único lugar do mundo em que precisamos de segurança para sair do quarto do hotel. Único lugar do mundo que somos acordados por pessoas gritando nosso nome na frente do hotel. É o único lugar do mundo onde tem os fãs mais loucos e intensos. E, claro, as melhores comidas, bebidas e mulheres. E foi por isso que deixamos o Brasil ser o ultimo país da nossa turnê final. Queremos fechar esse ciclo da melhor forma possível. Um mês no país maravilhoso. Dez datas em oito lugares diferentes. Todos os ingressos esgotados. E muita mulher na minha cama.
E tudo começou dentro do avião. Tinha varias fãs brasileiras dentro da primeira classe para passar treze horas comigo. E uma em especial chamou minha atenção. Uma linda morena dos olhos verdes veio timidamente falar comigo. Seu inglês era horrível, mas o corpo compensava qualquer erro. Fomos, disfarçadamente, para o banheiro do avião e eu pude realizar um fetiche. Fazer sexo no banheiro do avião.
E eu não perdi tempo. A coloquei sentada na pia e ataquei o seu pescoço. Mas a morena queria me provocar. Não deixava tirar sua blusa, mordia meu pescoço e arranhava minhas costas. Mas a tarefa de provocar sempre foi minha. E com ela não seria diferente. Pressionei meu membro já ereto contra a intimidade dela e rapidamente tirei sua blusa. Dei mais atenção para o seu pescoço e não demorou muito para seu sutiã seguir o mesmo destino da sua blusa. E minha boca foi em direção aos seus seios, onde me dediquei por um bom tempo enquanto ela puxava meu cabelo deliciosamente. Voltei e beijá-la enquanto minhas mãos arranharam sua barriga indo em direção ao zíper da sua calca jeans que foi parar no chão rapidamente.
A morena tirou minha camisa e deixou as primeiras marca de uma turnê marcante em minhas costas. Eu não podia perder tempo. Estávamos dentro do banheiro de um avião. As pessoas geralmente gostam, e precisam usar o banheiro. Eu não perdi tempo. Afastei sua calcinha e introduzi dois dedos dentro dela. Ela mordeu meu ombro abafando seu gemido e isso me fez aumentar o ritmo dos meus dedos. Já disse que a dor me provoca... Prazer?
Ela mordia meu ombro com mais força e as estocadas dos meus dedos iam com mais força para dentro dela. Ela não demorou muito e gozou em meus dedos. Voltei a beijá-la sentindo a ardência no meu ombro enquanto eu mesmo tirei minha calça. Invertemos de posição e eu encostei-me à bancada da pia. Sua boca seguiu para o meu pescoço me deixando completamente arrepiado. Mas não parou por aí. Desceu pela minha barriga depositando mordidas fazendo todos os meus músculos se contraírem. E mais uma vez ela não parou por aí. Desceu a boca para minha virilha e puxou o elástico da minha boxer com a boca. Eu já estava mais que excitado. Precisava sentir a boca dela. Eu mesmo abaixei minha boxer e deixei-a fazer o serviço completo. Ela segurou o meu membro e deslizou a boca por ele me fazendo gemer alto. Eu mordia meu lábio, para diminuir meus gemidos, e segurava em seu cabelo fazendo-a continuar o trabalho que começou. Ela estava fazendo direitinho.
Como não podia demorar mais, puxei-a pelos cabelos e virei coloquei ela de costas para mim. Rapidamente eu peguei uma camisinha de dentro da minha carteira e coloquei em meu membro. Não perdi tempo e coloquei meu membro todo dentro dela. Em frente a pia do banheiro tinha um espelho enorme e era muito sexy ver a cara de prazer dela pelo espelho. Isso era muito excitante. Eu estimulei seu clitóris com meu dedo e aumentei o ritmo das estocadas. Pouco tempo depois ela gozou em meus dedos e duas estocadas depois eu também gozei.
Ficamos nos encarando, pelo espelho, até nossa respiração voltar ao normal. Colocamos nossa roupa rapidamente e eu saí do banheiro sozinho sentando em meu lugar. Dez minutos depois ela apareceu sentando ao meu lado. Por ser de madrugada, todas as luzes do avião já estavam apagadas, porem a conversa rolava solta nos bancos ao lado. Colocamos um cobertor, oferecido pela companhia aérea, e eu e a morena, ficamos brincando com nossos dedos.
É, a turnê no Brasil seria emocionante. Foi sim a melhor escolha que nós, da banda, fizemos. Um mês no país maravilhoso, um mês de comidas maravilhosas, um mês de festa todos os dias, um mês de mulheres gostosas. E o tempero começou dentro do avião. Eu amo esse país. Depois de brincarmos muito, eu e a morena dormimos até ouvir que já estávamos em solo brasileiro. Fizemos uma despedia com um abraço simples, sem demonstrar nada.
Peguei algumas das minhas malas e a confusão foi grande. Tinha mais de mil pessoas nos esperando no aeroporto do Rio de Janeiro. Os seguranças vieram me proteger, mas em vez disso eu dei minhas malas para ele. Se era a ultima turnê da nossa carreira, seria vivida intensamente. Confesso que foi uma loucura. Levei arranhões, puxões de cabelo e apertões da bunda. Mas eu não estava ligando. Tirei fotos com todas as pessoas presentes e quase duas horas depois fomos para o hotel, que não estava diferente. Havia muitas fãs na portaria do hotel nos esperando. E nós atendemos todas, sem exceção.
Devido ao fuso horário, e o vôo bem... cansativo, eu tomei um demorado banho e dormi até o dia seguinte. Eu estava proibido de pegar mulher em dia de véspera de show, e em alguns casos no dia do show, e em dias de entrevistas ou em alguma coisa do gênero. Portanto sobra apenas oito dias para pegar mulher. Seria vinte e três dias de shows, entrevistas e participações em programas de televisão. Um mês no Brasil e apenas oito dias que eu poderia dedicar para as mulheres. E eu não podia desobedecer. Eu já aprontei demais para ainda continuar na banda, então, eu me contento com oito dias.
Foram dois dias de entrevistas, e alguns passeios pela cidade incluindo a ida a uma churrascaria. E depois de varias caipirinhas fizemos um show totalmente perfeito com quase três horas de duração. Esses fãs são completamente pirados. E isso faz o Brasil ser um país mais diferente. É tudo reunido em um só lugar. Comidas, bebidas, fãs e mulheres. Só os melhores. E para comemorar fomos a uma boate. Tudo bem que no dia seguinte nós devemos descansar para o show extra na cidade, que teve também todos os ingressos vendidos, mas não ligamos. Queremos comemorar. E isso significa uma coisa. Mulher.
E não foi difícil arrumar uma. O bom do Brasil é que as mulheres dão em cima mesmo. E não demorou muito para uma loira, que tinha o cabelo visivelmente falsificado, me puxar e me beijar. E claro eu aproveitei. Estávamos no canto da área VIP da boate. Ela estava com um vestido justo e curto e isso facilitou tudo. Enquanto nos beijávamos minha mão foi para aquela bunda grande que só brasileira tem. Ela abriu o zíper da minha calça e colocou minha mão dentro de minha boxer e começou a masturbar bem lentamente. Se ela queria provocar eu também podia. Com minha boca em seu pescoço eu comecei a estimular seu clitóris. Ela soltou um gemido em meu ouvido e sua mão se tornou mais ágeis em meu membro fazendo–me soltar um gemido alto.
Fazer sexo dentro de uma boate era proibido. Só em casa de swing. O que não era aquela boate. Só que não daria tempo de sair. Eu estava muito excitado e precisava ter ela ali, naquele momento. Voltei a beijá-la enquanto abaixava disfarçadamente minha boxer e colocava uma camisinha. Eu levantei uma perna dela, levando o vestido junto e meti meu membro dentro dela. Eu segurava em sua cintura estocando com força para dentro dela. Eu queria fazê-la gritar o meu nome, mas eu simplesmente não podia. Ela mordia o meu lábio e eu apertava sua cintura. A qualquer momento nos podíamos ser pegos e a manchete de todos os jornais seria “astro do rock faz sexo dentro de boate”. Acabaria com a nossa banda antes mesmo da ultima turnê acabar. E eu não podia trazer mais problemas para a banda. Em vinte e três anos eu fui o que mais trouxe problemas. Como por exemplo, ter ficado com a irmã do vocalista e a namorada do guitarrista. Eu não presto.
A posição cansou e ela virou para a parede levantando a parte de trás do vestido. Olhar aquela bunda só me fez ter mais certeza de uma coisa: mulher brasileira é perfeita. Não existe outro tipo de mulher que seja melhor. Não mesmo. Aquela visão da bunda me fez ficar mais excitado. Eu afastei suas pernas e meti nela. Ela mordia o próprio lábio e gemia baixinho para ninguém ouvir. Meu dedo foi para o seu clitóris estimulando-o. Eu não ia aguentar por muito tempo. Ela percebeu isso e começou a rebolar fazendo-me gozar em seguida. Pouco tempo depois ela deu um gemido mais alto, fazendo algumas pessoas olharem para nós, e gozou em meus dedos. Sem perder tempo colocamos nossas roupas e saímos daquele canto em que estávamos e eu me encontrei com o resto da banda. Tomamos mais algumas bebidas e voltamos para o hotel. Descansamos e no dia seguinte fizemos outro show de quase três horas. E foi perfeito. Primeira cidade, ok!
O tempo estava passando rápido demais. Estava quase na hora de dizer adeus. E eu confesso que isso estava me deixando com medo. O que eu ia fazer depois que tudo terminasse? Eu não tinha ninguém. Iria ficar solitário dentro de uma grande casa? Foi aí que eu pensei em ter alguém. Não uma garota para me satisfazer sexualmente, mas uma garota para ser minha... Namorada. E a ideia foi embora rapidamente. era para ser um homem livre.
A viagem para a próxima cidade durou cerca de cinquenta minutos. Ou seja, nada de sexo dentro do avião, infelizmente. Aeroporto e hotel completamente lotado de fãs. Me deixa arrepiado, até hoje, de lembrar toda a confusão que nossa banda causava. Decidimos fazer uma Little Party em nossos quartos, e convidamos algumas fãs, as mais bonitas, que estavam hospedadas no mesmo hotel, por nossa causa. Bebidas a vontade e musica moderadamente alta a Little Party estava ótima. E me rendeu uma boa noite. Já eram quase duas da manhã quando alguém avisou que a Vodka tinha acabado. Como o som estava alto fui até o meu quarto para ligar para a recepção e pedir mais algumas garrafas.
E sem eu perceber uma linda ruiva me seguiu. Toda tímida pediu uma foto e como, eu e ela, estávamos bêbados a foto saiu... Estranha. O sorriso da garota era lindo e eu me encantei por ele. Aproximei-me lentamente e a segurei pela cintura dançando no ritmo da musica que tocava no quarto ao lado. Ela aproximou seu rosto do meu e nos beijamos intensamente. Minhas mãos apertavam sua cintura enquanto as delas foram para minha nuca arranhando bem fraquinho. “Quero ver se tua fama é mesmo verdadeira” ela disse com um inglês perfeito enquanto nos beijávamos. Um sorriso se formou no canto de meus lábios e o beijo se tornou mais intenso. Minhas mãos percorriam seu corpo a apertavam suas coxas por cima do short curto.
Sem demora ela tirou minha blusa e arranhou minha barriga definida. E não deixou-me tirar sua blusa. Olhei para ela sem entender e ela me jogou na cama. Sentou em cima da minha barriga e segurou minhas mãos no alto da minha cabeça. Com a minha camisa ela amarrou minhas mãos junto à grade da cama. Eu estava submisso a ela. E isso me deixou com um pouco de medo. Não queria morrer estrangulado em um quarto de hotel. Não antes de ter um intenso orgasmo.
Mas o medo acabou quando ela saiu de cima de mim e foi trancar a porta do quarto. Lentamente ela tirou sua blusa, e ainda de costas para mim, tirou seu sutiã. Ela fez uma dança sensual e ainda sem virar tirou o seu short mostrando uma calcinha amarela em uma bunda linda e lisa. Minha vontade era de ir até lá e tirar aquela calcinha com a boca, mas ela conseguiu dar um nó forte impossibilitando que minhas mãos se movessem.
Ela virou lentamente e ficou com as mãos nos seios, tampando-os. Veio em minha direção e novamente sentou em minha barriga. Suas mãos esfregavam seus próprios seios enquanto ela inclinava seu corpo colocando seus seios a alguns centímetros da minha boca. Sem a possibilidade de massageá-los com as mãos eu coloquei a língua para fora os tocando. Seu corpo se arrepiou todo e ela tirou as mãos por completo. Os bicos estavam duros mostrando que já estava excitada. E comigo não era diferente.
Ela afastou seus seios da minha boca e saiu de cima da minha barriga. Ela tirou minha calça jeans e voltou a sentar, agora, em cima da minha boxer vermelha. Ela me fazia sentir prazer apenas com o movimento de seu quadril. Eu implorava para ser desamarrado, mas ela apenas ria. Eu precisava tocá-la, precisava fazê-la sentir prazer. Mas era tudo do jeito que ela queria.
Soltei um gemido de reprovação quando ela saiu de cima do meu membro. Mas eles voltaram quando ela tirou minha boxer, segurou o meu membro e envolveu sua boca nele todo. Eu precisava encostar minha mão nela. Segurar seus cabelos e fazê-la sentir meu membro por completo dentro da boca dela. Precisava arranhar sua nuca sentindo seus pelos se arrepiando. Mas ela se recusava a me soltar. E isso me deu um prazer enorme.
Eu me contorcia todo sentido sua boca no meu membro. Gemia alto sem me preocupar de alguém ouvir. O som no quarto ao lado ainda estava alto. Enquanto me chupava, ela arranhava minha barriga toda. Estava muito bom. Quando sentiu que eu ia gozar ela parou. Ainda sorrindo subiu em cima de mim e me beijou. Sem parar de me beijar ela tirou sua calcinha e seus dedos estimulavam seu clitóris. Eu queria fazê-la gozar em meus dedos, mas ela não deixava. “Hoje o prazer é todo seu” disse sorrindo e sentando na ponta da cama.
Ela afastou suas pernas e começou a se masturbar enquanto gemia me olhando. Isso me deixou louco. Eu comecei a puxar minha mão sem obter sucesso. Ela enfiava dois dedos e mordia o lábio com um sorriso sacana no rosto. Essa menina não existia. Ela deu um gemido mais longo e eu a viela gozando em seus dedos. A menina ainda colocou seus dedos em minha boca me fazendo sentir mais desejo por chupá-la. Ela subiu em cima de mim e pegou uma camisinha de dentro da minha carteira. Com a boca colocou a camisinha no meu membro e sentou nele. Suas mãos arranhavam minha barriga e ela subia e descia de cima de mim. Eu gemia alto enquanto ela mordia meu pescoço sussurrando palavras ilegíveis no meu ouvido.
Essa garota definitivamente não existia. E esse prazer que ela me proporcionava era desconhecido. Eu nunca imaginei ser submisso de alguma mulher, mas confesso que eu adorei a experiência.
Ela literalmente pulava em cima do meu membro. E eu não ia agüentar mais. A garota percebeu e pulou mais forte. E eu gozei intensamente. Que mulher deliciosa.
Ela saiu de cima de mim, se livrando da minha camisinha, e colocou apenas sua calcinha. Assim que ela desamarrou minhas mãos eu a puxei violentamente e deitei na cama. Afastei suas pernas e rasguei sua calcinha com as mãos. Minha boca foi direto para o seu clitóris e sem parar de chupar ela gozou duas vezes. Essa mulher é muito boa. Inverteu as posições e novamente me chupou. Ela sabia o que fazer com a boca e me fez gozar rapidamente em sua boca. Beijamo-nos, um sentido o gosto do outro, até nossa respiração se acalmar. Tomamos uma ducha rápida, juntos e voltamos para o quarto da Little Party Muitas pessoas já haviam ido embora e os meninos estavam loucos atrás da Vodka. A Vodka que eu me esqueci de pedir. E que também ninguém queria mais. Fomos dormir com o dia clareando e eu com uma sensação maravilhosa de prazer. Como era bom estar no Brasil...
Tivemos mais quatro dias de entrevistas e visitas a alguns pontos turísticos, o que foi bem legal. O show também foi ótimo com quase três horas de duração. E nem deu tempo de ir atrás de outra mulher, no outro dia foi o show extra, que também estava lotado. Quando nosso empresário disse que teríamos dois shows extras nós não acreditamos. Como conseguimos não só um show, mas dois no mesmo lugar? Eu realmente só tenho que agradecer. Por tudo, todos os fãs.
Seguimos para a terceira cidade depois do show extra. Foram duas horas de viagem, e fomos para o sul do país. Um lugar completamente lindo, com lugares impecáveis e com garotas lindas. Todas loiras dos olhos azuis. Eu não podia ir embora sem pegar uma, certo? Essa cidade tem uma festa muito popular de cerveja, o que torna uma combinação perfeita: mulher e cerveja Porem eu só pude aproveitar essa festa um dia antes de ir embora. E claro, foi com mulher.
Fomos para a festa e claro os fãs fizeram uma roda enorme em volta de nós. Depois de termos atendidos todos eu, claro, peguei uma cerveja e fui à busca da verdadeira diversão da cidade. E encontrei próxima a um dos barris de decoração da festa. Eu cheguei perto dela e dei um dos meus melhores sorrisos. Ela nem sorrio. Apenas me olhou e disse “Oi, , não gosto da sua banda e não falo inglês”. Isso me deixou intrigado. Eu sabia que tinha gente que não gostava da banda. Mas nunca uma pessoa falou tão diretamente pra mim. “Eu não me importo, nós não precisamos falar” eu disse bem devagar e gesticulando com a mão, para ela entender.
Ela não só entendeu como deu um sorriso de canto de lábio e saiu andando. Eu entendi isso como um convite e então eu a segui. Eu não me arrependi. Ela entrou em um carro e eu a acompanhei. Ela, calmamente, dirigiu pelo estacionamento da festa e seguiu por um caminho movimentado até parar em uma rua deserta. Foi nessa hora que eu pensei que ela ia me matar e jogar meu corpo naquela rua. Mas eu estava enganado. Ela sorriu e me beijou.
“Eu ainda não gosto da sua banda” ela disse entre o beijo. A verdade era que eu também não me importava. Ela estava ali, comigo. E isso é o que eu me importava. Fomos para o banco de trás do carro e rapidamente tirei sua blusa. Sexo no carro não era algo muito bom, eu confesso, mas era ali mesmo que eu ia ter aquela loira com cara de boneca.
Ela tirou seu sutiã, de fecho frontal, e inclinou o corpo. Minha boca foi direta para seus seios e minhas mãos fizeram o trabalho de abrir o fecho e retirar, por completo, sua saia. Ela mordia o próprio lábio e arranhava minha nuca. Seu carro era um típico carro popular brasileiro, ou seja, o banco de trás era completamente pequeno. Mas eu não conhecia a cidade, não sabia nem onde eu estava então, não tinha como eu arranjar um motel. Ia ser naquele carro mesmo. E nós não podíamos demorar. Como é que eu ia voltar para o meu hotel se nem eu mesmo sei o nome dele? Eu não sei falar português. Eu ia me ferrar por causa de uma garota. De novo.
Tirei minha roupa toda ficando apenas com minha boxer verde. Comecei a massagear seus seios e suas mãos arranhavam minha nuca. Com dificuldades, desci minha boca para sua barriga depositando beijos e fracas mordidas. Minha boca seguiu o caminho e parou na sua virilha. Ela soltava pequenos gemidos e com as mãos empurrava minha cabeça um pouco mais para baixo. Eu não tinha tempo para provocações. Afastei sua calcinha e chupei, bem intensamente, seu clitóris. A menina gemia alto e puxava forte meus cabelos. Enfiei dois dedos nela sem parar de chupá-la. Ela enlouqueceu. Arqueava como podia o seu corpo e gemia meu nome alto. Ela pedia mais força e eu obedecia. Eu enfiava com força e chupava forte seu clitóris, ela gozou intensamente.
Ela sorriu de satisfação e me beijou para sentir seu próprio gosto. E foi a vez dela me provocar. Ela não ligava se podíamos, ou não, demorar. Bem devagar ela foi beijando meu pescoço e minha barriga provocando arrepios pelo meu corpo. Também lentamente ela tirou minha boxer e depositou beijos na região da virilha. Segurou meu membro e bem devagar foi depositando beijos até colocá-lo todo na boca. Isso me enlouquecia. Todas as mulheres deviam saber que provocar o homem dessa maneira não é muito legal. Mas quase sempre o resultado é bem excitante.
Eu segurei em seu cabelo e empurrei contra o meu membro, mas não adiantou. Ela continuou chupando devagar. Até que eu não aguentei e comecei a movimentar meu quadril fodendo a boca dela. Ela tirou a boca do meu membro, mas continuou usando a mão para masturbá-lo. Beijamo-nos e eu entreguei a ela uma camisinha que em seguida foi colocada no meu membro.
Ela deitou no banco e eu, por cima, dela penetrei meu membro no famoso papai e mamãe. Não dava para fazermos de outro jeito dentro daquele carro pequeno. Eu levantei uma de suas pernas e metia bem fundo dentro dela. Ela não pareceu se importar com o locar. Gemia alto e apertava seus seios. Eu confesso que a minha posição preferida é quando a mulher esta em cima de mim cavalgando. Eu gosto de ver os seios balançando, é mais excitante.
A loira estimulou seu clitóris e eu percebi que ela não ia demorar a gozar. Intensifiquei minhas investidas e eu gozei primeiro, seguido por ela. Ela sorriu e nos beijamos até nossa respiração voltar ao normal. Colocamos nossas roupas, com dificuldade por causa do tamanho do carro, e voltamos para a festa. “Isso não me fez gostar da banda, mas comecei a gostar de você” ela disse quando se afastou de mim.
Eu encontrei o resto da banda e nós voltamos para o hotel. Mal dormimos e seguimos viagem para a quarta cidade. Um lugar quente, mas muito receptivo. Passamos apenas quatro dias e estes foram muito intensos. Não deu para pegar nenhuma mulher. O que é muito triste. Seguimos para a quinta cidade e lá ficaríamos uma semana. Dois dias serão dedicados para elas, mulheres.
Eu nunca falei abertamente sobre uma má relação sexual que eu tive. Eu sempre achei falta de educação falar isso para uma mulher e, acredite, eu nunca falei nada sobre esse assunto para nenhuma mulher. Mas eu vou falar. Eu não vou falar o nome da menina, como eu não falei de nenhuma, nem o nome da cidade. Mas vocês sem duvida sabem. Qual foi a quinta cidade que nós fizemos show? Pois bem. Eu dei o azar de encontrar com uma argentina que morava no Brasil. O sotaque era carregado, mas pelo papo achei que seria interessante. Engano meu. A garota nem beijava direito. Imagina o resto? A pior transa da minha vida. Desculpe-me pela sinceridade tão tardia.
Mas a do dia seguinte compensou. Primeiro eu me certifiquei de que ela era mesmo uma brasileira. Depois eu fui com jeitinho e nós paramos em uma praia que não era muito utilizada pelos banhistas porque era cheia de pedras. Estávamos encostados em uma pedra grande na areia e ela já estava sem sua roupa. Eu já havia sentido o seu gosto e naquele momento ela sentia o meu. Chupava com bastante intensidade e eu quase gozei na boca dela. Coloquei uma camisinha e fiquei encostado na pedra. Ela veio de costa para mim e penetrou o meu membro todo dentro dela. Eu não fazia trabalho nenhum. Ela movimentava seu quadril e rebolava no meu membro. Ela ia com intensidade que não demorou muito e eu gozei intensamente. Ela gozou logo em seguida. Foi uma transa diferente, onde eu não tive esforço nenhum, porem muito gostoso. Compensou todas as transas que eu tive ruim.
O Brasil se revela um país de muitas qualidades. As mulheres brasileiras sabem dar prazer para um homem. Não que elas são... vagabundas. Eu não acho isso. Tenho mais amigas brasileiras do que de todos os lugares do planeta juntos. Elas são incríveis. Educadas, sinceras e muito humildes. E tem esse pequeno, porem grande, diferencial. Na cama são muito boas.
Partimos para a sexta cidade. Era o interior de um estado. Primeira vez que íamos lá. Era quase como um desafio. Um lugar onde não tinha grandes shows internacionais e não tinha muitos fãs. A maioria das pessoas ia por ser um show de uma banda internacional. Nossa missão era fazer as pessoas conhecerem nossa musica, porem, era meio tarde para fazer isso.
Depois do show nós atendemos a todos os fãs que estavam lá. Todas eram simpáticas e eu, particularmente, adorei conhecê-las. Depois nós fomos a uma pequena, e única, boate da cidade. E posso dizer que é melhor do que muitas outras. Como sempre algumas fãs nos seguiram até lá e duas conseguiram o acesso a área VIP da boa. A loira colocou o baterista na contra a parede e pouco tempo depois eles já estavam se beijando.
A morena foi ousada. Veio ate mim e disse “eu quero perder minha virgindade com você”. Eu olhei para a cara dela e dei o meu melhor sorriso. “eu não posso fazer isso, você é nova demais e não”. Eu tentei sair de perto dela, mas ela segurou o meu braço e disse olhando dentro dos meus olhos “ , você não faz ideia do quanto eu amo você. Você não me conhece, eu sei, mas foi pra você que eu me guardei ate hoje”.
Eu fiquei estático olhando para ela. Ela havia se guardado para mim? Eu não ia fazer isso. Não fazia meu gênero tirar virgindade de ninguém. A primeira vez tem que ser com alguém especial, tipo a minha irmã. Ela pode me considerar especial por eu ser famoso, mas isso não me torna como alguém especial para perder a virgindade.
“Eu sei da sua fama” ela disse me olhando “para você vai ser só mais uma transa. Pra mim vai ser mais que especial. Por favor, , faça isso por mim”. Eu não resisti. Segurei seu rosto e beijei bem calmamente. O que eu podia fazer? Eu vou realizar o desejo da minha fã.
Fomos para um motel que tinha perto da boate e lá ela se mostrou experiente. Tirou seu casaco, ficando de tomara que caia, e me beijou. Sem querer seu tomara que caia caiu e minhas mãos foram para os seus seios. Apertei-os e massageei os dois. Ela gemia enquanto me beijava e arranhava minha nuca. A morena tirou minha camisa e me deitou na enorme cama. Veio por cima de mim e me beijou lentamente. Ela queria que a primeira vez dela fosse romântica. Apesar de eu não ter sentimentos nenhum por ela eu fiz a noite dela ser romântica.
Sem parar de beijá-la inverti a posição e com as mãos abri o zíper da sua calça. Desci minha boca para o seu pescoço e depositei beijos naquela região sentindo seu corpo se arrepiar todo. Fui beijando seu ombro e colo até chegar aos seus seios. Chupei-os lentamente. Ela gemia baixo e puxava meu cabelo. Abaixei sua calça até seu joelho e ela terminou de tirar com os pés. Desci a boca para sua barriga e dei atenção especial para seu umbigo. Continuei descendo e parei no cós da sua calcinha. Fiquei brincando com o elástico de sua calcinha rosa com florzinhas e ela lentamente foi afastando suas pernas.
Tirei sua calcinha lentamente e fui beijando dos pés até o interior de sua coxa. Afastei suas pernas e comecei a chupá-la devagar. Passava a língua em seu clitóris e mordiscava fraco. Seus gemidos aumentaram e suas mãos empurravam minha cabeça contra sua intimidade. Mas o que eu fazia de melhor era provocar, então eu ignorei suas mãos. Continuei passando a língua lentamente pelo seu clitóris. Ela fincou suas mãos no meu ombro e começou a mexer seu quadril. Eu segurei suas pernas e passei a chupá-la bem rápido.
Ela arqueava as costas e apertava seus próprios seios. Seus gemidos eram altos e minha língua mexia freneticamente. Ela se remexia toda e gozou em minha boca. Eu resolvi dar mais prazer a ela e não parei de chupá-la. A garota enlouqueceu. Gritava palavras desconhecidas, gemia meu nome alto e se remexia na cama. Não demorou muito e ela gozou novamente.
Ela me puxou e me beijou sentindo seu próprio gosto. Ela ainda estava ofegante, mas mesmo assim inverteu nossas posições. Tirou minha calça jeans, junto com minha boxer, e segurou o meu membro olhando-o. “É a primeira vez que eu faço isso, então se eu fizer qualquer coisa errado me desculpe” ela disse sem me encarar. Eu achei isso fofo, eu confesso.
Dei um sorriso e ensinei a ela como fazia a coisa. E ela fez direito. Chupou meu membro de um jeito bem gostoso. Mas o principal da noite era ela. Eu queria que saísse do jeito que ela tinha imaginado. Mesmo que nós nunca mais vamos nos ver.
Voltei a inverter a posição e coloquei uma camisinha no meu membro. Afastei suas pernas e comecei a enfiar meu membro. Fui bem devagar, por ser a primeira vez dela e também porque meu membro é... Exagerado. Ela mordeu seu lábio para não demonstrar dor. Mas eu estava indo bem devagar e parando a cada centímetro que eu colocava. Quando rompeu o hímen ela deu um gemido de dor. Parei de imediato e fiquei esperando ela se acostumar.
Depois de um tempo comecei a me movimentar lentamente e aos poucos fui intensificando as estocadas. Seus gemidos eram altos e ela arranhava forte minhas costas. Eu segurava em sua cintura e estocava com força. Ela me deitou na cama e sentou em cima do meu membro. Eu segurei em sua cintura e ajudei-a a cavalgar em meu membro.
Passei a estimular seu clitóris com meu dedo e ela passou a rebolar no meu membro. Eu estava quase lá quando ela gozou pela terceira vez. Eu gozei depois de mais duas estocadas dentro dela. Ela deitou por cima de mim e me beijou delicadamente. Foi bem romântica essa relação. Mas eu não posso dizer que mexeu com o meu coração. A única relação sexual que fez meu coração pular foi a minha primeira.
Mudamos de roupa e ela me acompanhou até o hotel. “Obrigado, foi muito importante pra mim” ela disse sorrindo. Abraçamo-nos e fui para o meu quarto dormir. Essa relação me fez pensar na minha irmã. Mais de vinte e três anos sem qualquer tipo de contato. Será que era a hora de ler a carta que ela havia escrito?
Acordamos cedo e partimos para a sétima cidade. A sétima! Isso significa que daqui a uma semana tudo iria acabar. Só que eu não queria pensar nisso. Eu queria aproveitar muito a ultima semana de turnê no Brasil. A ultima semana de turnê da nossa carreira.
Os dias foram intensos nessa cidade. E eu desobedeci a regra de não pegar ninguém em dia anterior a entrevistas, shows e afins. Mas porra, eu estava no Brasil na ultima semana de turnê da banda. Eu não estava nem aí. Não ia ter tempo de sairmos para conhecer a cidade, ia ser dois dias de entrevista e um dia de show. Na véspera do show eu fui para o restaurante do hotel e pedi uma caipirinha. Eu não tinha intenção de passar a noite toda lá, ou de pegar alguém. O que eu menos queria era desobedecer ao pessoal da banda. Eu já havia aprontado muito.
Eu estava na metade da minha caipirinha quando uma moça sentou ao meu lado e pediu a mesma bebida que a minha. Em suas mãos ela tinha uma maquina fotográfica, e logo eu percebi que ela era jornalista. Ela sorriu pra mim, disse o nome da revista que ela trabalha e perguntou se eu podia dar uma entrevista para ela. Eu a olhei de cima em baixo e constatei que a revista a mandou por ser gostosa e que queria de qualquer custo uma entrevista exclusiva comigo. E a revista estava certa. Ela era linda. Morena, com luzes no cabelo, e um corpo perfeita. Ela vestia um jeans justo e uma regata, com um decote singelo, branca que modelava o corpo dela. Ela ia ter essa entrevista exclusiva e eu uma noite inesquecível. Mesmo que eu estava proibido, eu ia pegar essa mulher. Era uma questão de honra masculina. “depende. Aceita fazer a entrevista no meu quarto?” Ela sorriu e entendeu as minhas intenções. “Sem duvida” ela disse sorrindo. Fomos para o meu quarto em silencio. Eu não queria que ninguém da banda me visse com uma mulher em véspera de show. Eu pretendia não contar a ninguém sobre essa entrevista.
Já no quarto eu preparei um drink para ela. Ela tirou algumas fotos minhas e nós nos sentamos na cama para dar inicio a entrevista. Claro que ela queria que eu tomasse alguma atitude, como por exemplo, arrancar a roupa dela com a boca e chupá-la o corpo todo, mas eu não a queria saindo pelada pelos corredores do hotel. Eu me ferrar.
– Então – eu disse, sorrindo. – O Brasil é um lugar extremamente quente. Não gostaria de ficar mais a vontade? Eu não ligo se quiser tirar sua roupa.
– Jura? – ela disse, me olhando. – Que bom porque eu não estou aguentando ficar com essa roupa. Eu estou com essa prancheta aqui... Não gostaria de me ajudar e tirar a minha roupa? Se não for muito incômodo...
Levantei da cama sorrindo e coloquei minhas mãos em sua cintura. Segurei a barra de sua regata branca e fui subindo devagar apreciando a vista maravilhosa de sua barriga e dos seus seios. Abri o zíper de sua calça e tirei também devagar. Sua calcinha, azul, combinava com seu sutiã. Eu sorri e tirei minha blusa, ficando apenas de calça. Meu volume já era notado pela minha bermuda, mas deixei-a ter o trabalho de tirar. O que não demorou muito.
Sentamos na cama ambos com a roupa intima. Minha boxer preta fazia contorno em meu membro. Essa garota estava me excitando muito. Ela cruzou as pernas e fez a primeira pergunta. Confesso que eu não estava prestando atenção. Meu olhar se dirigia para o meio de suas pernas. Ela riu e refez a primeira pergunta. “O que te faz sentir prazer?” Claro que a intenção dela não era o prazer sexual. Mas quem disse que eu estava prestando atenção na entrevista?
Eu afastei sua calcinha e com dois dedos comecei a estimular seu clitóris. Sem esperar muito meti esses dois dedos dentro dela e comecei a estocar rápido. Ela gemia alto e segurava nos lençóis da cama. Com um dedo da outra mão estimulei seu clitóris. Seus gemidos viraram gritos de prazer e um sorriso se fez no meu rosto. “Isso é o que me faz ter prazer” eu disse sentindo-a gozar nos meus dedos. Levei meus dedos em minha própria boca para sentir seu gosto.
Ela sorriu e gostou da brincadeira. Começou a elaborar perguntas que levassem a uma atitude minha. Perguntas sexuais, e não para ser publicada em uma revista teen.
– Qual tipo de mulher te chama mais atenção? – ela perguntou.
– Brasileira – eu respondi sem pensar.
Ela gostou da resposta e formulou outra pergunta. “O que mais te atrai, em uma brasileira?”
Eu abri seu sutiã e segurei em seus seios massageando-os. “não tem nada melhor do que fazer isso” eu disse colocando a boca e chupando-os por um longo período. “E agora? O que você mais gosta de fazer?” ela disse entre gemidos. “tudo” eu respondi atacando o corpo dela.
Afastei suas pernas e chupei seu clitóris intensamente. Ela arqueava as costas e puxava meu cabelo. Segurei suas pernas e meti a língua nela. Ela gritava o meu nome e logo gozou novamente. Ela me colocou deitado, tirou minha boxer e começou a chupar meu membro. Era uma das únicas que conseguia colocá-lo todo na boca. Alguém aqui conhece um superdotado, não?
Eu segura em seus cabelos e ajudava-a com os movimentos. Sua boca era maravilhosa, mas eu queria o prato principal. Ainda deitado eu coloquei uma camisinha e ela sentou no meu membro. Com as mãos em sua cintura eu a ajudei a sincronizar os movimentos e rapidamente ela quicava nele. O prazer era enorme que ela gozou pela terceira vez.
Ela deitou na minha frente, tipo conchinha, e eu levantei suas pernas metendo em seguida. A posição era mais favorável para mim, do que para ela. Não que ela se importou. Ficou estimulando seu clitóris para obter, sem muita demora seu quarto orgasmo e eu, sem me segurar, tive o meu primeiro, porem intenso orgasmo. Fomos juntos para o chuveiro e tomamos um banho delicioso. Eu fiz, e recebi outro sexo oral maravilhoso.
Ao sair do chuveiro eu fiquei apenas de boxer, e ela colocou sua roupa toda. Estávamos cansados, mas ela ainda precisava da entrevista. Com seu laptop ela fez doze perguntas de respostas curtas e saiu do meu quarto satisfeita. Além de ter conseguido uma entrevista com um rock star concorrido, teve uma noite de sexo intenso com ele. E viva o mundo das celebridades.
Eu fechei meus olhos com o céu clareando e abri apenas três horas depois. Todos notaram o meu cansaço, mas ninguém perguntou nada para justamente evitar problemas. Afinal, era a ultima vez que estaríamos juntos. Eu consegui dormir duas horas à tarde e fiz o show perfeitamente bem.
E enfim viajamos para a última cidade. O local em que íamos dar adeus aos shows e as turnês. Só tínhamos mais quatro dias e depois tudo ia acabar. O sonho que vivemos havia chegado ao fim. Mas com um final diferente. Um final cheio de conquistas, um final orgulhoso.
A última cidade seria, sem duvida, mais corrida. Além do show e das entrevistas, nós iríamos a uma filial local da nossa gravadora para finalização do nosso último DVD da carreira. O show foi no primeiro dia, e foi lindo e emocionante, como todos os outros que fizemos nesse país. Nós acertamos em ter escolhido o Brasil para o fim. O segundo dia foi de entrevistas e não saímos à noite. Eu confesso que eu tentei sair escondido, mas me pegaram quando eu ia entrar no elevador. O terceiro dia, foi para sessão de fotos para o DVD e a gravação de alguns depoimentos e agradecimentos. Dormimos e acordamos cedo. Ficamos o dia inteiro sentados em uma cadeira de estúdio para dar o toque final do DVD. O dia foi longo, mas valeu à pena. Foi o melhor DVD que fizemos.
Como era a última noite no Brasil, a , que é a representante da gravadora, organizou uma festa particular para a banda e alguns convidados Vips. era uma mulher nova e muito bonita. Ela estava com um vestido justo roxo extremamente sexy. E eu estava de social, muito charmoso.
Fui para o bar e o barman preparou uma caipirinha pra mim. Até hoje eu tento descobrir uma bebida melhor do que caipirinha, mas infelizmente eu não encontrei. Eu queria fechar essa passagem no Brasil da melhor forma possível, ou seja, pegando a última brasileira. Já eram quase meia noite e eu percebi que ali eu não ia conseguir ninguém.
– eu disse, sorrindo. – A festa está boa, mas eu já vou indo.
– Não são nem meia noite – ela disse, me olhando. – Já sei, quer sair para pegar alguma mulher, certo?
– Claro – eu disse, sorrindo. – Fechar esse ciclo da melhor forma possível.
– ela disse, se aproximando e apertando minha coxa. – Espere mais meia hora que você vai ter um final como você gostaria.
Dei um sorriso e voltei para o bar. Tomei quatro caipirinhas até ela me chamar. Ela saiu primeiro da festa e dez minutos depois eu também saí. Fomos direto para o seu apartamento, o que não era longe. Nós não podíamos demorar. Meu voo era às seis da manhã e nós combinamos com nossos faz de aparecermos bem antes para uma última conversa. A última conversa.
– Se importa de eu tirar o meu vestido? – ela disse, me olhando. – É que está muito quente...
– Sem problema – eu disse, me aproximando. – Eu vou te ajudar.
Abri o fecho do seu vestido e o mesmo deslizou pelo seu corpo. Ela estava apenas com uma calcinha branca, bem pequena. Encostei meu corpo, ainda vestido, em suas costas e beijei seu ombro e nuca.
– Acho que você deveria tirar suas roupas também – ela disse, se virando. – Mas pode deixar que eu faço isso por você.
Ela tirou minha roupa deixando – me apenas de boxer preta. Em seguida ela subiu no meu colo, entrelaçando suas pernas na minha cintura, e eu a beijei. Sem parar de beijá-la eu afastei sua calcinha e coloquei um dedo em seu clitóris, massageando–o em seguida. arranhou minha nuca e deu um gemido baixo. Ainda com ela no colo eu segui por um curto corredor até entrar no quarto dela. Coloquei-a deitada na cama e troquei o dedo pela língua.
Chupava lentamente enquanto metia dois dedos dentro dela. Ela se contorcia toda e gemia meu nome alto. Ouvir mulher gritando meu nome de prazer era muito excitante. Estimulava-me a dar mais prazer a ela. E foi o que eu fiz. Enquanto metia dois dedos eu chupava seu clitóris rapidamente. Ela puxou meu cabelo e gozou em seguida.
me colocou deitado na cama e veio por cima de mim tirando minha boxer. Segurou o meu membro e o colocou na boca. Entrelacei meus dedos em seus cabelos e empurrei sua cabeça contra o meu membro. Essa era a ultima brasileira que eu ia pegar. Eu tinha que deixar uma boa impressão, certo?
Eu continuei deitado na cama e ela veio por cima de mim se encaixando no meu membro. Eu segurei em sua cintura e fui controlando seus movimentos. Era minha ultima noite e eu tinha que aproveitar todos os segundos ao lado dela.
Ela cavalgava em meu membro e eu apertava os seus seios. Ela mesma estimulou seu clitóris gozando em seguida. Coloquei-a deitava na cama, afastei suas pernas e meti novamente dentro dela. Eu arranhava sua barriga enquanto ela rebolava no meu membro. Aumentei a velocidade das minhas investidas e eu gozei intensamente.
Eu e nos beijamos e em seguida eu fui embora. O avião sairia do Brasil em algumas horas então eu não podia mais demorar. Eu cheguei ao hotel tomei meu banho e arrumei minhas coisas rapidamente. Fomos para o aeroporto duas horas antes e ficamos conversando com nossos fãs.
Eu nem lembrava que tinha acabo de pegar uma mulher. O que não saia da minha cabeça era que tinha acabado. Os shows, as turnês, a banda. Agora é definitivo: A banda acabou. O que fazer a partir de agora é algo que ninguém sabe. Como será que vai ser acordar e saber que o seu sonho se aposentou? Não existe mais a obrigação de passar meses viajando pelo mundo fazendo nossos shows para pessoas enlouquecidas. Acabou. Tudo acabou.
Mas eu não tenho nada a reclamar. Só agradecer. Obrigado. E até logo.



Capítulo 14

Até hoje gera polêmica sobre o fim da banda. Algumas pessoas falam uma coisa, outras pessoas falam outras coisas, mas ninguém acredita na verdade. Nós quatro somos melhores amigos até hoje. Sempre nos reunimos para nos divertimos juntos. Nós nos falamos todos os dias. O fim da banda não foi provocado por nenhum tipo de briga.
Outro assunto que é muito falado é sobre mulher. Nenhuma mulher influenciou na decisão do fim da banda. E em nenhuma outra decisão. Todas as decisões da banda foram feita por nós. Os membros da banda. O que realmente aconteceu foi um desgaste natural. E esse termo também gera polêmica. Viajar em turnê, os fãs e as músicas não nos desgastaram. Isso foi acontecendo naturalmente. Estávamos e estamos ficando velho. E todos tinham uma vida particular muito mais intensa do que a minha. Eles tinham uma família. E nós sempre nos dedicando por completo no nosso sonho. Até que chegou uma hora de pensar em cuidar da nossa vida. Afinal, passamos vinte e três anos nos dedicando a todas as pessoas do mundo inteiro. Viajando para lugares onde nunca imaginaríamos ir e emocionar todas as pessoas com a nossa música. Era a hora de darmos o até logo da nossa carreira. E assim que finalizamos a ultima turnê, no Brasil, seguimos para o apartamento que dividimos no início de carreira. Ficaríamos isolados por uma semana até o nosso último show, que seria em um grande estádio com fã clubes do mundo inteiro.
Se não fosse a minha insistência, nós não estaríamos aqui. Após aquele show no pub, nós conseguimos um contrato inicial, na gravadora, e iríamos gravar um EP inicial com cinco músicas e teríamos dois meses para fazer sucesso. Mas o mais incrível foi que conseguimos colocar nossa música em primeiro lugar no top10 das mais tocadas de uma rádio da nossa cidade. E isso tudo foi em apenas duas semanas. Nós batemos um recorde da gravadora. E depois do sucesso repentino fomos morar juntos em um apartamento de quatro quartos. E passamos a última semana revivendo tudo. Foi incrível dormir e acordar tarde. Comer pizza em todas as refeições do dia. Ver televisão até de madrugada. Comer porcaria. E o melhor: fazer muita bagunça.
Mas os dias passam e o fim chegou mais rápido que o previsto. E como bons moleques nós deixamos tudo para a última hora. Decidimos, no dia do show, as músicas que tocariam. O show seria sem um roteiro e sem um cenário exuberante. Apenas um telão, com nossas fotos e fotos com fãs. Apenas isso. Passamos a tarde toda afinando os instrumentos e saímos de casa com uma hora de atraso.
O estádio estava lotado. Quase três milhões de pessoas e os gritos eram ouvidos a quilômetros de distancia. Parecia que era nosso primeiro show. O meu nervosismo era grande e eu não consegui dormir no dia anterior. Mas não era o primeiro show. Era o último.
Nossa família estava toda presente para o fim de um brilhante ciclo na nossa vida. Mas eu senti falta e duas pessoas que eu daria tudo para estar lá. Minha avó, que faleceu, e uma pessoa que é o meu tudo. , minha irmã. Ela não esteve nenhum momento da minha carreira e isso fez sentir um aperto no meu coração. Como eu queria ter aquela garotinha me abraçando depois do primeiro show, dizendo que tudo ia acabar bem, que nós somos a melhor banda do mundo. Como eu a queria perto de mim. Será que se eu tivesse lido aquela carta, as coisas agora seriam diferentes?
O show foi incrível. Mais de trinta e cinco músicas tocadas em mais de quatro horas de show. Muita conversa entre os fãs e muita emoção. O nosso sentimento é de missão cumprida. Conquistamos e emocionamos milhares de fãs em toda carreira. Foi uma puta carreira. De orgulho. O que eu vou fazer da vida? Acho que agora vou ter que procurar uma mulher para um relacionamento sério, para acordar comigo todos os dias e... Okay, é brincadeira.
Após o show fomos direto para o nosso apartamento para passarmos a última noite juntos. Mas ainda tinha a entrevistas, que seriam no dia seguinte do show. O sono demorou a chegar, e quando chegou não durou muito. E como se fosse a nossa primeira vez, acordamos ansiosos para a nossa última entrevista.
Nós ficamos em uma mesa em cima do palco e os jornalistas, que eram do mundo inteiro, ficaria disputando um espaço no campo. Depois iremos atender alguns jornalistas selecionados para uma rápida entrevista de dez minutos. E quase no fim da entrevista entrou uma loira que fez o meu coração acelerar. Seu corpo, com as roupas justas, me deixou louco. Seu cabelo, longo e loiro, dava um chame especial nela. Era ela que eu queria para ser minha eu tinha certeza disso. Era , minha irmã.
Eu não tinha reação. Meu coração batia trezentas vezes mais que o normal. Eu ria e parava de rir. Gargalhava, mexia no cabelo e apertava as mãos. Eu não sabia o que fazer, nem o que falar. Foi como se um choque percorresse o meu corpo. Um sentimento que eu não sabia que existia, um... Sentimento. Ela estava linda e por uma noite ela foi minha. Ela foi minha por pena e compaixão do melhor amigo que não sabia como conquistar uma mulher. Ela deixou de ter uma primeira vez perfeita para me ensinar a “manhã” masculina que eu não sabia. Manhã que eu usei muito durante vinte e três anos. Incontáveis mulheres passaram pela minha cama, me deram prazer. Eu era um cafajeste e eu me orgulhava disso. Mas quando ela entrou dentro desse stand e me olhou dentro dos olhos, notei que nenhum sexo foi tão importante quanto o meu primeiro. Havia sentimento nele. Da minha parte, mas tinha.
... – eu sussurrei olhando ela – mas você... Voltou?
– Olá – ela disse se sentando – temos apenas oito minutos e eu preciso fazer essa entrevista.
Alguém aqui falou em entrevista? Eu dou quantas entrevistas ela quiser. E pelo visto eu sou o único feliz com esse reencontro. Peguei o ipad da mão dela e respondi brevemente todas as perguntas que estavam ali.
– Pronto – eu disse serio – Será que agora você pode ficar os seis minutos restantes conversando comigo, ou também não pode?
– Sem problemas – ela disse – eu só não podia ficar sem essa exclusiva.
– Você não está sem a sua exclusiva. E pelo visto só eu fiquei feliz pelo nosso reencontro.
– Não é isso, . Você sabe que eu estou feliz. Só que... as coisas mudaram... e eu também mudei. Não sou mais aquela garotinha bobinha. E eu não vou voltar a ser. Eu aceitei a sua decisão e agora entendo os motivos. Eu acho que já esperava a sua decisão, mas confesso que tinha alguma esperança de você mudar de ideia. Você teve uma carreira linda e eu o admiro por isso. Eu só queria ter a oportunidade de te agradecer por ter sido o meu melhor amigo por tanto tempo. Obrigado, por tudo. E pelo visto o tempo da entrevista acabou. Obrigado pela entrevista, Senhor . E boa sorte.
– Espera – eu disse, a encarando. – Eu não entendi nada do que você falou. Que decisão que eu tomei?
– Esquece isso – ela disse, saindo do stand. – Não vale mais nada agora.
Fiquei olhando para a porta fechada do stand sem entender nada do que ela falou. Minha vontade era de correr até ela e exigir que ela me explicasse tudo. Eu não tomei decisão nenhuma, como ela pode entender os motivos? Quais motivos?
Depois de atender os dois últimos jornalistas, fui para o estádio a procura de , mas ela já havia ido embora. Eu precisava falar com ela e entender tudo o que ela dissera. Peguei a lista dos jornalistas selecionados para a entrevista particular e anotei todos os dados do local que ela trabalha. Antes de sair do estádio, nos juntamos para as últimas fotos juntos. Foi um mar de flashes que durou mais de quinze minutos. Agora sim, tudo acabou. Todas as obrigações.
E eu não perdi tempo. Peguei o meu carro e estacionei em frente ao local de trabalho dela. Liguei para lá e aguardei pacientemente até procurarem ela. Por fim, disseram que ela estava ocupada e que era para ligar mais tarde. Pedi o numero do celular dela, mas não quiseram informar. A solução foi esperar. Já era noite quando ela saiu da redação, e mais que depressa eu sai e fui até ela. Eu precisava saber de tudo.
– eu gritei para ela me ouvir. – Eu preciso falar com você.
, achei que passaríamos mais vinte e cinco anos sem nos ver.
Eu parei na hora que ela disse essa frase. Eu sei que ela não gosta mais de mim, mas achar que ficaríamos sem nos ver é demais. Nem me importei em saber do que ela falava mais cedo. Eu me virei e voltei a andar pro meu carro. Pra mim, ela morreu.
– ela veio em minha direção. – Eu... só achei que você não vinha atrás de mim.
– Não se preocupe – eu disse, entrando no meu carro. – Eu nunca mais vou atrás de você.
– Como na nossa primeira vez – ela disse em tom baixo, me olhando.
– Do que diabos você está falando? – eu disse, furioso, saindo do carro. – Me explica que porra foi aquela que você disse hoje cedo.
– Não há nada o que explicar – ela disse –; você não quis e pronto.
– O que eu não quis? – eu disse, com a voz alterada. – Será que você pode falar?
– Você não quis ficar comigo, porra.
– Eu não quis ficar com você? Quando?
– Depois da nossa primeira vez – ela disse.
– Você ia viajar, . Como eu ia ficar com você?
, eu estou indo embora. E por favor, não venha mais aqui.
Vê-la partir me fez lembrar uma coisa que eu não via há anos. Um pedaço de papel que eu tinha certeza que fazia parte dessa confusão toda e que me esclareceria tudo o que estava acontecendo. A carta que ela me mandou.
Entrei no carro e literalmente corri até a minha casa – e as multas chegariam durante a semana. Eu fui até o meu quarto e peguei uma caixa onde está “enterrado” o meu passado. Encontrei fotos da minha infância, com amigos com minha a minha avó. Quanta saudade eu sinto dessa época...
A carta estava no fundo da caixa e ao tocá-la as memórias daquele dia voltaram na minha cabeça. E lembrar-se disso fez o meu coração saltitar. E me fez lembrar um momento, quando nossos olhares se cruzaram naquele momento único. Foi ali que eu comecei a me apaixonar por ela. E foi hoje, mais de vinte e cinco anos depois, que eu tive a certeza. Eu amo .

Oi, irmãozinho!
Ah, será que eu devo te chamar assim? Acho que depois de hoje não, né? Primeiramente, eu quero dizer que esses foram e vão ser os melhores quinze anos da minha vida. Eu passei grandes momentos com você, e , eu JAMAIS vou esquecê-lo. Você sabe de mais coisa do que minha própria mãe! E eu não me arrependo de ter te contado. Você é a pessoa mais confiável que eu conheço, e se não fosse, eu não teria escolhido você para ser o meu primeiro. Sim , eu te escolhi para ser o meu primeiro.


Depois de ter ficado mais de vinte e cinco anos sem ler essa carta eu não sou uma pessoa confiável. Eu sou idiota. O meu negócio não era escolher alguém para fazer sexo. Eu só queria e pronto. Mas eu usei a para aprender a pegar mulher. E não pra ser minha mulher.

Confesso que tive várias oportunidades de perder minha virgindade, mas eu não queria ninguém além de você. Nos demos o nosso primeiro beijo juntos e lembra que tínhamos dito que “iríamos compartilhar todas as outras experiências existentes”? Então não poderíamos fazer sexo com nenhuma outra pessoa, a não ser entre nós.

Oportunidades de perder a virgindade? Ela não ousaria perder a virgindade com algum desconhecido. O comum é um menino mais velho ensinar uma pura e inocente menina, tipo uma prima mais nova, como conquistar alguém. Mas ela, minha irmã, um ano mais nova, me ensinou tudo o que eu sei até hoje. Desde o meu primeiro beijo até minha primeira vez.

Sabe por que eu te escolhi? Porque eu te amo. É, , eu amo você. Tenho 15 anos, mas o amor já visitou minha porta. Engraçado isso, né? Ainda estou procurando o momento exato de como eu me apaixonei por você. Deve ter sido no dia em que nós estávamos naquele parque e você estava tentando me animar, lembra? Talvez fosse no dia que fomos ao cinema ver um filme romântico só porque eu pedi. E todos acharam que nós éramos namorados e ficavam fazendo aqueles comentários idiotas. Eu só sabia rir, e você ficava puto. Sempre respondia que éramos irmãos. Mas , irmãos não se beijam! E não fazem sexo. Acho que me apaixonei por você no dia que nos beijamos. Eu não sei , só sei que todos os dias eu fui me apaixonando mais por você.

Espera aí... Ela me ama? Ela sempre me amou?

Eu não sei como vai ser nossa primeira vez, mas eu imagino que vai rolar um grande sentimento entre nós. Mas os nossos olhares irão se cruzar, nosso coração vai acelerar e o sentimento vai se sentido mais do que qualquer prazer.

Por que eu só fui entender o que aconteceu naquela noite um pouco tarde demais? O desespero era grande. Eu não conseguia terminar de ler a carta. Eu queria ir até ela e dizer que eu a amava e que eu queria ela pra mim.

Ver você contando de todas as meninas que você já ficou me doía tanto... Você não faz ideia do quanto. E eu gostava quando você dizia não saber como levar uma para a cama. Agora você já sabe. E sei que você vai usar muito. Mas eu não ligo, sabe por quê? Sua primeira vez foi comigo. Sou eu que vou estar SEMPRE na sua memória, não importa quantas mulheres você tenha na sua vida! , nós vamos estar um na vida do outro para sempre. Por isso que você foi meu primeiro. Eu te amo. Com o sentimento mais puro que alguém pode ter.

Eu usei e muito, mas ela nunca saiu do meu pensamento. Quantas vezes eu olhei para as mulheres que eu ficava e imaginei comigo... Eu sempre procurei alguma característica que me lembrava dela. Sempre.

Sabe o que eu fiz na última semana? Pedi, implorei para ficar aqui. Eu chorei todos os dias dizendo a ela que o meu lugar era aqui... Com você. E sabe do melhor? Ela concordou. , eu vou ficar com você. Eu, agora, chorei de alegria. Será que você vai gostar? Acho que depois de hoje sim. Então, eu preciso que você seja como você é: ansioso. E leia essa carta logo que chegar em casa.

Eu não acredito.

Eu sei que pedi para você ler quando eu já tiver ido embora, mas , eu SEI que você não vai me obedecer, como você NUNCA me obedeceu. Então o final vai ser perfeito: nós dois juntos. Não sei se vamos ficar juntos namorando, mas pelo menos eu terei meu irmão comigo.

Não. Foi por minha culpa.

Eu sei que você me quer por perto, então leia logo essa carta. Aliás, eu sei que você vai ler. Eu te conheço. Se eu pedir para você não fazer tal coisa, você vai fazer logo em seguida, então eu sei que você vai ler essa carta e vai atrás de mim, pelo menos para sermos amigos.

Por que eu sou tão idiota?

É o que eu espero. E se você não for eu vou entender que você só queria saber como conquistar mulher e não queria outra aqui para atrapalhar sua vida sexual.

Eu sou um cafajeste.

Eu te amo demais, nunca se esqueça disso. Sua irmã, .

Eu a perdi. Como eu pude ser tão idiota em pensar que se eu não lesse a carta ela estaria comigo? Por que eu pensei nisso? Eu achei que só a mulher sofre por amor. Eu achei que só a mulher fosse... idiota em chorar por alguém. Mas eu estou sofrendo. Ela sempre foi minha melhor amiga, a pessoa que eu mais confiava. Ela nunca estaria comigo por interesse ou algo parecido. Ela ama o pessoa, não o rock star. E por um pequeno detalhe, eu a perdi. Mas eu preciso de alguma forma conquistá-la novamente. Desistir de uma vida de galinha, em que eu posso ter qualquer mulher comigo, por uma única é basicamente uma loucura. Mas eu não vou me arrepender.
Do mesmo jeito que eu entrei em casa, eu saí. Com a carta na mão dirigi, até a casa em que ela morava quando criança. As coisas melhoraram bastante. A casa foi reformada e ganhara mais um andar. Eu não sabia se ela ainda morava lá, mas eu precisava arriscar. Eu não me importei se já havia passado da meia noite. Havia luzes acessas e não pensei duas vezes. Toquei a campainha e alguns segundos ela apareceu. Eu havia acertado. Ela ainda morava lá.
Meu coração batia em um ritmo descompensado. Eu tremia e não conseguia formular frases. Eu mostrei a carta para ela e ela olhou sem entender. Seu rosto estava fechado e seu olho inchado. Ela chorou por minha causa e isso fez o meu coração se apertar no meu peito. Fiz um gesto com a cabeça de que eu queria entrar e ela abriu espaço. Ela não estava feliz por eu estar dentro da casa dela.
– Foi por isso que você disse que entendeu os motivos – eu mostrei a carta –, mas , eu tenho uma coisa para te contar. Eu nunca li a carta. Aliás, eu só li hoje. Eu fui idiota o suficiente de achar que se eu não lesse a carta, você de alguma maneira estaria comigo. Eu nunca te obedeci e na primeira vez que faço isso, eu te perco.
– ela disse, com um sorriso no rosto. – Eu fico feliz por ouvir isso. Mas você foi muito feliz pegando todos os tipos de mulheres. Você se lembra daquele show que você fez em uma cidade pequena que você foi até uma rádio que o cara era muito famoso pela cidade? – eu afirmei com a cabeça. – Eu estava lá. Eu fui até a boate que você foi para tentar falar contigo e dizer que o que eu sentia ainda estava aceso. Mas você estava com as duas filhas do cara e foram para a área VIP. Eu sabia que lá iria acontecer de tudo. E pela sua cara, quando você saiu de lá, aconteceu. E você não sabe o quanto isso doeu. Eu decidi que você não iria me magoar mais. Eu entendi que como você não foi atrás de mim essa era a vida que você escolheu. E você não pode vir aqui, depois de tanto tempo e depois de ter pegado todas essas mulheres e falar que você sente alguma coisa por mim.
– Mas eu sinto – eu disse e me aproximei dela. – Eu não sabia o que era isso. Eu tentava ver você em todas as mulheres que eu peguei. Eu sempre pensava em você, . E quando aconteceu nossa primeira vez eu senti que algo diferente aconteceu. Um sentimento que eu só fui entender agora. Eu preciso de você. Eu te amo.
– Não diga isso – ela disse, me cortando. – Se você estivesse lido à carta antes, quem sabe as coisas seriam diferentes?! Por que isso depois que sua carreira acabou? Você ainda pode pegar quem você quiser. Você não pode decidir se apaixonar por mim de uma hora para outra. , por favor, vá embora.
– Não vou – eu disse, num tom de voz elevado. – Você sabe o que ver todo mundo acordando com uma pessoa ao lado, uma namorada, e eu acordando com uma vadia qualquer? Você sabe por que eu não tinha alguém para chamar de minha? Porque toda vez que eu achava ter encontrado alguém ela me mostrava que o lance dela era ser famosa e ter dinheiro. Eu sempre gostei de você – eu segurei em sua mão. – Eu só não entendia que esse sentimento era de amor, e não de amizade. Por favor, acredite em mim. Eu nunca pensei que eu diria isso para alguém. Eu te amo, .
Ela nada disse. E eu nunca fui tão sincero. Eu tentava transmitir isso pelo meu olhar e acho que ela estava entendendo. Aproximei meu rosto e encostei meus lábios nos lábios dela. Um choque percorreu o meu corpo e o dela também. Nosso beijo era urgente e minhas mãos foram levantando sua blusa. Eu precisava dela.
– ela sussurrou entre o beijo. – Para, por favor.
Eu a olhei sem entender. Eu me precipitei?
– Vá embora – ela disse, levantando. – Eu estou confusa sobre tudo e preciso de um tempo sozinha.
– Eu esperei mais de vinte e cinco anos – eu disse, indo até a porta. – O que são mais alguns dias?
Cheguei a minha casa com uma sensação boa. O final de semana tinha sido de grandes emoções. Com um final... feliz. Acho que agora vou viver completo, por ter minha de volta. Eu não me arrependo de ter ficado com todas essas mulheres. Foram experiências excitantes. Mas é hora de parar. E por que não com ela? Eu a amo. Eu seria dela e ela seria minha.
Duas semanas se passaram e nem sinal dela. As revistas publicavam o meu sumiço. Eu não ia a festas. Eu não dava festas. Eu não era visto com nenhuma mulher. Eu queria e iria esperar por ela, mas eu estava ansioso. Eu queria ligar e saber o que ela havia decidido. Pela primeira vez eu estava com medo. Será que ela havia desistido de mim?
? – eu disse ao telefone.
– Não – uma voz masculina respondeu –, é o namorado dela. Gostaria de deixar recado?
Eu não respondi. Desliguei o telefone na cara do sujeito e joguei-o contra a parede, destruindo-o. Era por isso que ela não havia me procurado. Eu estava sentindo raiva por ser rejeitado e por ela ter mentido para mim. Eu sentia uma dor no peito que eu desconhecia. Meus olhos se encheram de água, mas eu recusei derramar alguma lágrima por mulher. Eu fui rejeitado inúmeras vezes durante as turnês, mas nada se compara a essa. Eu sentia dor por ser rejeitado. Se o meu destino é ficar com uma vagabunda na cama, eu iria aceitar. E o que se faz quando sofre uma desilusão amora? Foge. Eu iria viajar e esquecer ela e esquecer que um dia ela voltou para minha vida.
Abri a geladeira e bebi todas as latinhas de cerveja que havia dentro dela e acabei dormindo no sofá. Mas para minha sorte a campainha me acordou às sete horas da manhã. Olhei para cozinha e a empregada não tinha chegado. Minha vontade era ir para o meu quarto e ignorar essa campainha, mas ela não ia parar de tocar tão cedo. Levantei e fui atender a porta do jeito que eu estava, de boxer. Eu ia xingar o sujeito, mas percebi que era a . Meu coração se acelerou, minha raiva aumentou. Seu sorriso era grande e confiante. Tarde demais.
– ela disse, entrando na minha casa. – Eu estava com tanta saudade...
– O que aconteceu? – eu disse, trancando a porta e me virando para ela. – O namorado viajou? Deu uma folga a você? Cuidado; ele pode ter te seguido.
– ela disse me olhando –, eu terminei com ele ontem. Foi por isso que eu pedi um tempo para você. Eu estava confusa, achava que gostava dele. Mas quando eu fui te entrevistar eu percebi que eu nunca deixei de amar você. Ele estava viajando e só chegou ontem. E eu vi que você me esperou. Ficou duas semanas sem sair de casa, por mim.
– Eu liguei para você ontem. Ele atendeu e disse que era o seu namorado.
– Ele tinha a chave da minha casa – ela disse. – Eu estava no banho quando ele chegou. Eu não ouvi quando ele atendeu ao telefone. Mas eu terminei com ele, . Por você, porque eu te...
– No banho? – eu disse, a cortando. – Imagino o que aconteceu dentro daquele chuveiro.
– Eu não acredito – ela disse, rindo. – Você não mudou nada; continua o mesmo encrenqueiro com uma imaginação fértil. E sempre me cortando.
Eu não aguentei e ri. Ela se aproximou e nos abraçamos forte. Antes de qualquer coisa eu sentia falta da minha pequena. Ela segurou o meu rosto e nos beijamos. Um beijo de saudade, vontade e amor. E se na nossa primeira vez ela tomou todas as iniciativas, desta vez sou eu quem manda.
Sentei no sofá com ela por cima e meus beijos foram para o seu pescoço. Minhas mãos arranhavam suas costas, por baixo da sua blusa, e as dela puxavam o meu cabelo. Desgrudei minha boca do pescoço dela e tirei sua blusa. Ela ainda estava em desvantagem então sua calça foi para junto da sua blusa.
Enquanto eu a beijava, seu sutiã seguiu o mesmo caminho do resto de sua roupa. Minhas mãos foram para seus seios, massageando-os. gemia baixo e arranhava minha nuca. Eu deitei-a no sofá e, enquanto eu a beijava, meus dedos desceram e começaram a massagear seu clitóris. Ela arqueava as costas e mordia forte o meu lábio. Troquei meus dedos pela minha língua e chupei-a até ela gozar.
puxou-me, beijou-me e trocou de lugar. Desceu seus beijos pelo meu corpo e parou em minha virilha. Lentamente ela abaixou minha boxer e colocou o meu membro em sua boca, chupando-o lentamente. Eu segurei em seus cabelos e a fiz ir mais rápido. Eu gemia alto e literalmente metia em sua boca. Eu preciso estar dentro dela, agora.
Coloquei-a novamente deitada no sofá e rapidamente coloquei uma camisinha. Afastei suas pernas e meti meu membro lentamente dentro dela. Ela não era acostumada com o meu tamanho. Eu segurei em sua cintura e metia lentamente dentro dela. Queria que essa manhã se tornasse especial para ela, como na primeira vez. Ela gemeu baixo e pediu mais. Eu obedeci. Eu levantei uma perna dela e meti rápido. gemia alto e arranhava o meu braço. Pela primeira vez eu não estava fazendo sexo. Eu estava fazendo amor.
Eu segurei em seu rosto e a fiz olhar para mim. Ela mordia o próprio lábio sem deixar de olhar dentro dos meus olhos. Seus gemidos aumentaram e ela fincou as unhas no meu braço. Sem parar de nos olhar eu aumentei as estocadas. Sem parar de nos olharmos, nós gozamos juntos. Foi uma troca de sentimentos que rolou naquele momento. Não era preciso dizer nada. Nossos olhares falavam por si só. Nosso corpo se completava. Nosso beijo se completa. Nós nos completávamos. Se isso que eu estou sentindo for amor eu nunca quero deixar de sentir. Ela será sempre minha.
Espera aí, sempre minha? Isso quer dizer que eu só serei de uma mulher para o resto da vida? Não vou poder pegar nenhuma outra mulher? Nenhumazinha? O que está acontecendo comigo? Afinal, será que eu vou conseguir?


Capítulo 15 - Betado por Andie

Para começar o capítulo final, vou falar das razões desse livro. Eu já recebi várias perguntas nas minhas redes sociais sobre minhas relações sexuais. No começo, achei estranho, mas depois acabei me acostumando. Era até engraçado. Mas aí eu pensei: Por que não matar a curiosidade deles? E eu resolvi escrever esse livro sobre meus contos sexuais, com o nome de "Contos Eróticos". As pessoas podem ler como quiser; como fã, descobrindo o que seu ídolo já aprontou, ou até se excitando.
Para fazer este livro eu tive que escolher os quinze melhores sexos da minha vida. E ainda pedir permissão para as pessoas envolvidas, mas todas estão com nome trocado, para evitar confusão. Se você já ficou comigo e não faz parte dos quinze contos selecionados, não se preocupe. Pense que você fez parte de uma das minhas noites. Pode não ter sido uma noite boa, mas você ficou com o , então você pode se achar. E não é que as pessoas leram? E ainda ficou entre os três mais lidos por um longo tempo. Eu só tenho que agradecer aos fãs por terem lido. Obrigado. Só uma pessoa não gostou muito disso. .
Se alguém me dissesse que no final eu iria para um casamento sendo o noivo, eu não iria acreditar. Eu? Casando? Nem nos meus piores pesadelos. Se namorar é algo complicado por justamente não poder pegar ninguém, imagina casado?! Aí sim eu iria ficar amarrado. E justamente com uma aliança de ouro na mão esquerda. , casado. Sim, isso parece uma piada. não gostava de egoísmo. Era muito bom em dividir e não ser de uma única mulher. É, mas eu estou casado. E muito bem casado, diga-se de passagem. Isso enlouquece.

Depois do ocorrido na sala da minha casa, o clima foi meio estranho entre nós. Eu ligava para ela, ela ia até a minha casa e nós fazíamos sexo. Sem compromisso. Até que um dia ela se estressou.
– ela disse, ainda ofegante, depois do prazer que eu lhe proporcionei –, estamos nessa de eu vir para cá e fazer sexo há quatro meses. E até agora é só sexo.
– Só com você – eu disse, interrompendo-a. – Eu não estou ficando com mais ninguém além de você. Eu juro.
– O problema é esse – ela disse, me olhando. – A gente está ficando. , o que você sente por mim?
– O que aconteceu? – eu disse, sentando na cama. – Você sabe que eu amo você.
– Então – ela disse, sorrindo –, eu também te amo. Mas eu quero ser mais do que uma ficante. Eu quero ser sua namorada, sua esposa. , eu quero ser sua no papel.
– Você quer casar? – eu disse, incrédulo. – Como alguém quer casar?
! – ela disse, levantando da cama. – Eu não acredito que eu ouvi isso. Adeus, .
– Não, não, meu amor – eu disse, puxando-a pela cintura. – Vem morar aqui comigo, vamos ser felizes juntos.

E ela veio. Poucas semanas depois do intimado da , ela se mudou de mala e cuia para a minha casa. Dividíamos o mesmo banheiro, a mesma cama, a mesma casa. Eu confesso que eu achei que seria pior. Talvez casar não seria tão ruim.
As revistas borbulhavam de informações. Diziam que eu estava amarrado, que eu não iria aguentar viver com uma mulher, e até inventaram que eu era visto com várias. Os paparazzi cercavam a minha nossa casa e seguiam a durante a ida para o seu trabalho. Alguns fãs enlouqueceram. Outros aprovaram e até criaram fã clubes para o novo casal. Os caras da banda não acreditavam que alguém finalmente iria colocar juízo na minha cabeça. Pela primeira vez eu tinha uma namorada.
Tudo bem que nossa vida já era vida de casado, mas para ela não era suficiente. O que ela queria era casar mesmo, no papel, de vestido branco, véu e grinalda e blá, blá, blá. Eu já sou dela; para que ela quer casar? Eu nunca me imaginei casando, não me canso de dizer isso. Eu sempre fui pegador e me orgulho disso. E sim, eu me acho quando eu pego uma gostosa. Principalmente as famosas. Ninguém tem noção do que é a vida nos bastidores.
Mas na verdade, eu não tenho medo de casamento. É que todas as pessoas que casam se separam. Parece que o amor acaba quando eles assinam o papel. Não quero que o que eu sinto pela acabe. Eu a amo demais. Mas mesmo assim ela queria casar. E com a ajuda do guitarrista da banda, comprei um anel de noivado. E no dia que completamos um ano de ficada + namoro eu dei a ela. Ou melhor, ela achou o anel dentro da taça de sorvete.

– Você preparou um jantar romântico para no fim tomarmos sorvete de morango deitados na cama? – ela disse, me olhando.
– Claro – eu disse, ligando a televisão. – Tem coisa melhor que sorvete?
– Mas eu tenho uma surpresa para você – ela disse, mordendo o lábio.
– Depois do meu sorvete – eu disse, sem olhá-la.
Ela deu um longo suspiro frustrado e começou a tomar o seu sorvete. A recompensa seria muito melhor. O anel estava misturado ao sorvete. A ansiedade era grande, mas eu nada falei. Eu sabia que não ia demorar muito para ela ver algo estranho no meio do sorvete.
... – ela disse, segurando o anel – O que é isso?
– Oi? – eu disse, desviando o olhar da televisão – Eu não sei. O que é isso?
– Um anel, ? – ela disse, subindo em cima de mim. – Você está me pedindo em casamento! Eu te amo, , e eu aceito!
– Casamento? – eu disse, olhando ela – Eu não pedi ninguém em casamento! Eu estou apenas tomando o meu sorvete de morango.
– ela disse, tirando a taça de sorvete da minha mão –, para de fingir que você não colocou esse anel aqui. Ah, eu esperei tanto por isso. – Ela sorriu e uma lágrima escorreu de seus olhos. – Nunca imaginei que você tomaria essa iniciativa! E você é contra casamentos...
– Você sabe que eu te amo – eu disse, sorrindo. – E isso é importante para você. E você também me fez querer casar.
– Eu te amo, – ela disse, sorrindo.
Eu segurei seu rosto e nós nos beijamos. Um beijo calmo, com amor, que logo se tornou um beijo urgente. Coloquei-a deitada na cama e meus beijos foram para o seu pescoço. Minhas mãos tiraram sua blusa, junto com o seu sutiã. Minha boca desceu para os seus seios chupando-os e dando leves mordidas. As mãos de seguiram para minha nuca, arranhando-as. Voltei a beijá-la enquanto ela abria e tirava minha bermuda. Sem parar de beijá-la, tirei seu short e joguei ao encontro da minha calça. Minha boca foi novamente para seus seios, enquanto minha mão afastava sua delicada calcinha rosa e meus dedos estimulavam seu clitóris. segurou em meus cabelos e empurrava minha cabeça ao encontro de seus seios.
Eu mordia o bico do seu seio e estimulava seu clitóris mais rápido. Ela gemia alto e se contorcia na cama. Quando estava quase gozando eu tirei meus dedos dela. Ela me olhou sem entender, mas sorriu ao me ver tirando minha boxer e afastando sua calcinha novamente. abriu mais suas pernas e deu um alto gemido quando eu meti dentro dela de uma só vez. Com o polegar estimulei seu clitóris e em seguida ela gozou intensamente.
subiu em cima de mim e beijou-me intensamente e com minha ajuda ela cavalgava rápido em meu membro. Eu estava quase gozando e ela percebeu isso e começou a estimular seu clitóris. Eu apertei seus seios e em seguida gozei. Poucas estocadas depois ela gozou em meu membro. Uma delícia. Era ela que eu amava. Era com ela que eu queria me casar.

E só foi colocar um anel em seu dedo que a garota surtou e começou a fazer orçamentos e planejamentos para o casamento. E me fez surtar junto com ela. Como se eu entendesse que as flores adequadas para um casamento no verão são as gérberas ou as peônias brancas, e para um casamento no inverno as gardênias e os ranúnculos. Ainda assim a flor continua sendo a mesma coisa, tanto no verão quanto no inverno.
As revistas pipocavam sobre o assunto. Todos achavam que eu iria abandoná-la antes do dia do casamento. Um terrível engano. , um astro do rock, finalmente ia colocar uma algema no dedo. É, finalmente.
me fez andar por todos os lugares olhando e escolhendo tudo para o casamento. Eu acordava antes das oito horas da manhã para ouvir meia dúzia de músicos tocarem centenas de músicas para nós escolhermos apenas oito. Nós conseguimos decidir tudo com um mês de antecedência do casamento. Só ficaria faltando as nossas roupas, mas isso era individual. Nesse meio tempo voltou para a casa da mãe. Achei super desnecessário, porque eu fiquei exatamente um mês sem sexo. Encontrávamos durante a tarde, mas não rolava nenhum beijo mais quente. Mas o esforço valeu à pena.
No dia do casamento eu acordei nervoso. Eu sabia que ela não iria me largar, mas todos os homens têm essa insegurança. Nosso casamento seria no final da tarde, junto ao pôr do sol, em um parque. Eu não queria algo formal, portanto eu fechei o parque para nós. Este parque é especial. Eu vinha com minha avó para passearmos durante o inverno, sentindo nossos pés afundarem na grossa neve do chão. E no verão vínhamos e sentávamos nesse jardim particular de dentro do parque, onde será o casamento. Essa parte do parque era toda cercada com árvores e flores, tornando um lugar... Especial. Era uma decoração natural, assim com o nosso amor.
O esquema de segurança foi intensificado e somente os convidados e os fotógrafos do casamento entraram no parque. Os meninos da banda foram os meus padrinhos e ainda não acreditavam que eu estava casando. Nem eu acreditava. Cada minuto que demorava a chegar parecia uma eternidade. Eu sabia que atraso de noiva é normal, mas isso é algo exagerado. Até que ela finalmente chegou. Estava extremamente linda com um vestido tomara-que-caia e um lindo penteado. Minha estava perfeita. E para quem tinha alguma dúvida, o meu sorriso denunciou o quanto eu estava apaixonado.
A cerimônia foi rápida, mas muito bonita e emocionante. Cumprimentamos todos os padrinhos ainda no parque e depois seguimos para o clube onde seria a festa e ficamos em uma sala até todos os convidados chegarem. Entramos no salão principal embaixo de uma chuva de pétalas de rosas. Passamos duas horas cumprimentando todos os convidados da festa e tirando fotos. Depois foi só diversão. Comemos, bebemos e dançamos a noite toda. Eu só senti falta de uma coisa: minha avó. Eu queria muito que ela estivesse aqui, mas sei que ela está feliz e orgulhosa de mim. Ela sempre dizia que um dia alguma mulher iria me amarrar e eu iria me apaixonar. Ela só não sabia que essa mulher seria a . Meus pais vieram com suas novas famílias, mas foi só um beijo e um singelo parabéns pelo casamento. Minhas primas também vieram mais gatas do que nunca, mas agora, para mim, elas são como irmãs. Eu as amo e as protejo contra os marmanjos. Alguns famosos também marcaram presença, alguns que eu peguei e ninguém nunca soube.
A festa foi perfeita. Aproveitamos todos os momentos ao lado de pessoas especiais. Era quase de manhã quando eu e chegamos ao hotel para nossa noite de núpcias.
– Eu te amo. – ela disse, sorrindo – Obrigada pelo dia perfeito.
– Obrigado a você. – eu disse, sorrindo – Obrigado por me fazer o homem mais feliz do mundo.
Eu entrei no quarto com no meu colo, como manda o figurino. Coloquei champagne em duas taças enquanto ela trancava a porta.
– A nós. – eu disse, brindando minha taça com a dela.
– A nós. – ela repetiu, sorrindo.
Coloquei as taças em cima do criado mudo e a beijei lentamente. Sem pressa e sem parar de nos beijar, ela desfez o penteado e tirou seu véu. Desci minha boca para o seu pescoço e depositei beijos e fracas mordidas. Com as mãos fui abrindo seu vestido, deixando-a com uma lingerie branca. Voltei a beijá-la enquanto suas mãos tiravam o meu paletó e minha blusa social. Ainda sem parar o beijo fui caminhando com ela até a cama, deitando-a. Fiquei olhando para ela, sorrindo e admirando o seu rosto. Como a minha é perfeita.
Deitei por cima dela e voltei a beijá-la. Minhas mãos passeavam pela barriga dela, arranhando lentamente. Ela abriu o zíper da minha calça social e com os pés, tirou-a. Fiquei de joelhos na cama e tirei suas sandálias, depositando beijos por onde minhas mãos passavam. Subi os beijos, passando por suas coxas e seios até chegar novamente em sua boca. Tirei seu sutiã e com as mãos massageei seus seios. mordeu meus lábios e arranhou minha nuca. Desci meus beijos para os seus seios e chupei-os devagar, mordendo fraco o bico. Minha esposa gemia baixo e puxava os meus cabelos.
Voltei a descer minha boca e parei em sua virilha. Lentamente tirei sua calcinha e afastei suas pernas. Passei a língua na parte interna de suas coxas até chegar ao seu clitóris. Chupei, mordisquei e massageei seu clitóris com a minha língua. gemia meu nome alto e arqueava as costas na cama. Sem parar de chupá-la meti dois dedos dentro dela. Ela gemeu mais alto e puxou mais forte o meu cabelo. Aumentei a velocidade da minha língua e em seguida gozou em minha boca. Continuei chupando-a enquanto ela gritava de prazer.
Era assim que queria vê-la: gritando de prazer. Gritando com minha língua no meio das suas pernas, gritando com o meu membro dentro dela, gritando de prazer, pelo prazer que eu lhe proporciono.
Parei no momento em que ia gozar em minha boca pela segunda vez e recebi um gemido de reprovação. Subi em cima dela, afastei suas pernas e meti meu membro dentro dela de uma só vez. colocou suas pernas em volta da minha cintura enquanto eu metia rapidamente. Encostei meu polegar em seu clitóris e ela gozou intensamente em meu membro.
Eu a beijei lentamente enquanto estocava meu membro lentamente. Segurei em seu rosto e a fiz olhar em meus olhos. Sem desviar de seus olhos eu aumentei o ritmo das estocadas. Ela mordia seu lábio e gemia baixo. Nossos olhos se comunicavam entre si e o único som que era ouvido era dos nossos gemidos.
Minhas estocadas eram fortes e já denunciava o seu terceiro gozo. O meu também estava chegando. Minha esposa começou a estimular seu clitóris enquanto eu metia fundo dentro dela. Nossos olhares não se desviavam, apenas se encaravam e transmitiam o amor que um sentia pelo outro. gemeu meu nome alto gozando em seguida, sendo seguido pelo meu gozo.
Segurei novamente em seu rosto e a beijei até nossa respiração voltar ao normal. deitou em minha frente e eu a abracei pela cintura.
– Eu te amo. – sussurrei em seu ouvido.
– Eu te amo. – ela respondeu, sorrindo.
Depositei beijos em sua nuca e assim dormimos. O despertador nos acordou algumas horas depois, e após um rápido banho, com direito a carícias, seguimos para a lua de mel.

Eu não me arrependi de nada do que eu fiz na minha vida. Todos os momentos valeram à pena, todas as mulheres que passaram por mim valeram à pena, mas aquilo que eu senti na minha primeira vez eu não consegui sentir com nenhuma outra mulher. Só com a . Eu a amava antes mesmo da nossa primeira vez, mas só percebi isso quando a reencontrei e notei o quanto ela fez falta na minha vida. Percebi o quanto necessitava ter ela na minha vida. Eu descobri o significado do amor.
Ao contrário do que pensei, o casamento só fortaleceu o nosso amor. A gente se entende apenas no olhar. Eu a amo demais e sei que é para sempre. O amor é igual a uma pequena planta, tem que ser regado todos os dias para que ela cresça e se fortaleça. O nosso amor é assim, regado todos os dias e vem crescendo e se fortalecendo.
Eu só quero agradecer a todos por lerem esses contos. A todos os meus fãs, sem vocês isso não sairia. Agradecer a por apoiar a minha breve carreira de escritor. Foi cansativo ir atrás de todas as pessoas para pedir autorização, mas no final tudo valeu à pena. Obrigado por tudo.
Eu estou vivendo uma vida que jamais imaginei, e estou amando. Estou vivendo um dia após o outro sem pensar no futuro. E agradecendo por tudo o que consegui até agora. Obrigado mais uma vez.

Com carinho,
.

Continua...

Nota da Autora: Eu nem acredito que essa é minha última n/a... A minha fic, finalmente, chegou ao fim.
Para falar a verdade, quando eu comecei a escrever essa fic eu não imaginei que ela seria lida. E, oh, ela ficou em segundo lugar no Top Fictions *-* Awn vocês são lindos :')
Eu sei que ela só chegou no segundo lugar porque ela é toda restrita e vocês gostam disso né safadinhos?! HAHAHA brincadeirinha :B
Então, esclarecendo tudo mais uma vez, esses contos não têm nada haver comigo. Eles não são baseados em fatos reais e eu nunca fiz nenhum deles. Só tenho vontade de fazer com o meu ídolo, mas... HAHAHAHHAHA mentira!!!!
Bom, obrigado a todos por lerem minha fic, vocês são lindos :') Obrigado por todos os comentários e pelos tweets... E continuem comentando ok? Meu twitter é @kaahhxx, não tenha vergonha e fale comigo =)
Obrigado a Muri pela sua opinião e a Amy por betar minha fic :)
E, ah, se vocês quizerem pode rolar uma segunda temporada... hahaha

Obrigado mais uma vez, vocês são lindas :)
Comentem :)




Nota da Beta: Comentem. Não demora, faz a autora feliz e evita possíveis sequestros - só um toque. Qualquer erro encontrado nesta fanfiction é meu. Por favor, me avise por email ou Twitter. Obrigada. Amy Moore xx

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