- Por que ele tinha que estragar tudo? - Perguntava-se toda hora em seu quarto.
Ela estava deitada em sua cama de casal chorando com os olhos inchados e segurando um porta-retrato dela e do Nate se beijando. Mais por que tinha que ser assim? Ela não merecia isso. E o pior de tudo, o amava.
Jogou o porta-retrato no chão com força, quebrando o vidro e chorando mais uma vez. Não era um choro de tristeza, era um choro de raiva que sentia nesse mês todo!
Já fazia um mês que descobrira que Nate andava a traindo. Esse foi com certeza um dos seus piores dias. E ainda mais, foi na sua própria cama! Onde ela viu Nate transando com uma garota. Ela tinha até nojo de dormir na sua própria cama.
ouviu o seu celular tocando e viu na bina que era , uma de suas melhores amigas.
- Alô. - Disse parando de chorar e secando as suas lágrimas.
- Ai, , que bom que você atendeu, estou preocupada com você! Faz mais de uma semana que eu não falo com você, amiga. É por causa do Nate, não é?
- Uhum, ele não sai da minha cabeça! E o pior de tudo é que quando eu me lembro dele eu começo a chorar.
- Amiga, você tem que parar com isso, esquecer dele e de tudo, ele não te merece mais.
- Eu sei, mas tá tão difícil. - respirou fundo.
- Olha, eu já sei o que nós podemos fazer para esquecer o Nate. Nós podemos sair, ir para a balada do jeito que você gosta, e ainda mais você pode conhecer os meus amigos - Disse animada.
- Eu não sei, , eu não tô com muito espírito de sair.
- , preste atenção! Faz um mês que você não sai dessa sua casa, então tira essa sua bunda daí e vamos ao cinema agora! Eu te pego em uma hora. - gritou no telefone que fez até se assustar e se distanciar um pouco.
- Tá bom, vai.
- Não reclama e vai se arrumar. Tchau. - desligou o telefone na cara da amiga.
- Que educação ela tem. - Disse para si mesma, rindo.
tirou o seu pijama que estava vestida desde de manhã. Entrou em seu banheiro e logo ligou o chuveiro, e após isso ficou tomando banho por uns vinte minutos.
Saiu do banheiro com uma toalha enrolada em seu corpo e foi caminhando para o seu guarda-roupa pegando uma blusa simples, uma calça jeans e o seu all star branco favorito.
Ela tentaria se divertir hoje pelo menos, e iria conseguir.
...
"Give it to me, yeah. No one's gonna show me how." estava cantando Madonna no banheiro alto na casa de . Era a segunda vez que dormira na casa de seu amigo. Os dois estavam de férias no trabalho e queriam aproveitar bastante nessas férias.
- , dá para parar de cantar alto? Está irritando. Você tem uma voz um pouco fina, sabe. - Disse em seu quarto, se jogado em sua cama.
- Não enche o saco, ! Hoje estou animado. - disse desligando o chuveiro e se enxugando por lá mesmo, colocando uma de suas boxers favoritas listradas, e a sua camisa da Hurley.
deu de ombros.
- Que filme nós vamos ver hoje aqui em casa?
- Você tem "O Chamado?".
- Tenho sim, a gente pode assistir esse então.
- Isso! Deu-me vontade de assistir.
- Okay, então eu vou preparando a pipoca e a cerveja, enquanto você vai colocando o filme - disse antes de sair do quarto.
...
- Ai, que bom que você me tirou de casa, eu não estava mais agüentando ficar sozinha - Disse enquanto pagava a sua pipoca.
- Eu sei, amiga, eu tava preocupada com você. Lembre-se que pode sempre contar comigo, - Disse .
- Obrigada, xuxu! -Disse dando um beijo no rosto de sua amiga - Já peguei a nossa pipoca. Podemos ir agora?
- Lógico, vamos lá que "Os Simpson" estão nos esperando! - Dizia enquanto dava o seu ingresso e também.
As duas foram caminhando até a sala sete à esquerda e entrando no filme. Elas pegaram os lugares mais no fundo e ficaram quietas quando o trailer começou a passar.
A sala do cinema estava cheia, era a estréia dos Simpson, e como gostava de assistir, teve a idéia de chamá-la para assistir.
Depois de uma hora meia a sala estava uma bagunça, todos estavam se organizando para sair. estava atrás de descendo as escadas tentando se equilibrar para não cair.
- Ai, graças a Deus que nós saímos dessa sala, ela estava impossível - Dizia enquanto entrava em seu carro.
-Nossa, nem me fale, , mas pelo menos eu me diverti hoje - disse colocando o sinto do passageiro.
- Ai que bom, amiga, fico feliz em poder te ajudar - disse ligando o seu carro
As duas ficaram conversando até chegarem à casa de .
- Bom, até mais, - deu um beijo no rosto de sua amiga.
- Até, . Ah, você vai fazer alguma coisa amanhã?
- Não, por quê?
- Eu vou te ligar pra fazer alguma coisa amanhã.
- Liga sim - disse saindo do carro.
acenou para a amiga e finalmente entrou em sua casa subindo diretamente para o seu quarto.
Ligou a televisão de seu quarto e estava passando a primeira temporada de "Gossip Girl".
Ficou assistindo até que ouviu o seu telefone tocar, sem olhar na bina ela atendeu.
- Alô? - Disse .
- , até que enfim você atendeu as minhas ligações! - Disse Nate.
- Eu não acredito que ainda você tem cara de me ligar, seu CANALHA - Gritou .
- Me escute, por favor, linda.
- Não me chame de linda.
- Okay, mais prometa que você vai me escutar?
- Tenho cinco minutos para ouvir tudo.
- Tá bom. Olha, aquilo foi um erro, eu não sei por que eu fiz isso.
- Pensasse antes.
- Deixa eu terminar, eu não consigo falar com toda essa pressão.
- Então termina logo que não estou a fim de ouvir a sua voz.
- Bom, lembra a minha melhor amiga?
- Infelizmente sim.
- Então, quando ela veio na minha casa dormir, eu simplesmente transei com ela. Sabe foi uma aventura, e eu me arrependo até hoje. Desculpa-me, ?
- SEU TEMPO ACABOU! -E desligou na cara de Nate.
...
- , lembra aquela minha amiga ? -Perguntou enquanto comia o seu miojo.
O filme já havia terminado há mais de meia hora, e havia preparado o miojo para ele e comerem.
- Lembro sim, . Afinal eu nunca falei pra você, ela é muito gata - Disse tomando a sua coca-cola.
- Ei, tira o olho dela que ela é minha!
- Então por que você nunca teve iniciativa?
- Eu já tentei, mas ela sempre virava a cara.
- Iiiih, cara, então você é muito broxa.
- Não enche o saco, ! Mas enfim, a gente podia a chamar para sair na balada com a gente. O que você acha?
- Eu que não vou ficar de vela.
- Calma meu amigo, ela pode levar uma amiga dela. E aí, topa?
- Aí sim, eu posso até tentar alguma coisa com amiga dela - deu um sorriso maroto.
- Mas você não presta mesmo, hein, - balançou a cabeça rindo se levantando da cadeira e deixando o seu prato em cima da pia.
- Eu tô encalhado, tá, cara? E vê se você tenta alguma coisa com a amanhã, viu? - gritou.
deu de ombros rindo e pegando o telefone ligando diretamente para a .
dançava em seu quarto animadamente ouvindo o som alto de Rock. Porém ouviu o telefone tocar e abaixou rapidamente o volume do som.
- Alô? -Disse ofegante respirando alto.
- Oi, , sou eu, o . Atrapalhei-te em alguma coisa?
- Não atrapalhou nada, eu estava só dançando passando o tempo.
- Hm entendi... Mas enfim, você vai fazer alguma coisa amanhã?
- Não que eu saiba. Por quê?
- Eu estava pensando se nós podíamos sair para a balada. O que você acha?
- Ah, pode ser, eu iria adorar. Tudo bem se eu levar uma amiga minha? Sabe, ela anda meio pra baixo, acabou de levar chifres do namorado dela...
- Putz, coitada dela. Leva sim, assim nós podemos animar ela, e eu vou levar um amigo, se não tiver problema.
- Pra mim tá fechado, . Então até amanhã, fofo.
- Até fofa, às nove horas passo na sua casa.
- Okay. Beijos.
-Até, tchau.
E ambos desligaram o telefone com os sorrisos estampado nos rostos.
...
- Por que ele é capaz ainda de me ligar? Ele não cansa? - estava tomando um belo de um banho quente por uns vinte minutos. Ela estava nervosa por causa de Nate, porém ainda o amava, mais tentava esquecer.
- AAAAAH que raiva desse filho da p... - gritou do nada saindo do chuveiro com uma toalha enrolada no corpo se enxugando por lá mesmo e colocando um dos seus pijamas favoritos.
- Eu não mereço isso... eu não mereço isso... mas eu o amo, e agora o que eu faço? Perguntava-se enquanto arrumava a sua cama de casal. Olhou para a aliança em seu dedo, ela era bonita, tinha o nome do Nate e a data em que ele a pediu em namoro. nunca tinha percebido que, mesmo depois de um mês que descobrira a traição, ela não havia tirado a aliança. Caminhou até o banheiro levantou a tampa da privada e a jogou, depois logo em seguida apertou descarga. Tchauzinho aliança. sorriu vitoriosa com isso.
Voltou para o seu quarto e olhou para o relógio, eram dez e meia da noite. Estava morrendo de sono, então se deitou em sua cama e finalmente foi fechando os seus olhos delicadamente.
CAPÍTULO 02
A luz do sol atravessava a janela do quarto de , ela foi abrindo os olhos delicadamente e logo depois se espreguiçou sentindo-se um pouco cansada com isso. Fazia mais de um mês que não dormira bem, sempre estava com os olhos inchados e muito magra, não havia se alimentado muito bem, sentiu fome, nesse momento olhou para o relógio, que marcava uma hora da tarde. Agora iria preparar uma macarrona para o seu almoço.
Saiu do seu quarto com a cara toda amassada caminhando até a cozinha. Pegou a panela no armário e colocou água para ferver, andou até a sua dispensa e pegou um pote de spagetti colocando na panela.
Depois de meia hora cozinhando, já estava à mesa, almoçando silenciosamente ouvindo o som de Pop Rock no seu rádio da sala de estar.
Ouviu o telefone tocar e se levantou da cadeira para atender.
- Alô? - disse .
- Oi, ! Acordei você? - Perguntou .
- Não, que isso, eu acabei de almoçar.
- Ah tá... eu só te liguei para saber se você não quer ir hoje para a balada.
- Não estou muito a fim, mas eu vou com você.
- Oba, agora eu fiquei feliz! O , se lembra dele?
- Aquele seu amigo bonitão de sardas?
- Isso mesmo! Ele que teve a idéia, e ainda mais vai levar um amigo junto.
- Ah não, , eu não estou a fim de conhecer gente nova.
- Por favor, , por mim. Eu te amo vai, você sabe disso.
- Ai tá bom, sua chata. Agora tenho que desligar que eu vou fazer uma pequena faxina no meu apartamento.
- Okay, vai lá faxineira. Beijos, gata.
E assim as duas desligaram o telefone.
...
saiu do quarto de hóspedes segurando a sua mala e encontrando na sala de TV assistindo algum seriado dos Simpson.
- Aonde você vai, dude? - perguntou percebendo quando estava segurando uma mala.
- Vou para a casa, a minha mãe está sentindo falta de mim - respondeu sem dar muita importância.
- Own, que coisa fofa, - Disse rindo.
- Vai se fuder, ! Bom, eu tô indo, a gente se vê à noite - disse abrindo a porta da casa de seu amigo e saindo.
- Enfim a sós! - Gritou .
ouviu do outro lado da casa e começou a rir sozinho "Como o é idiota". Pensou entrando em seu carro e partindo para a sua casa.
...
terminava de varrer a sua sala após fazer uma faxina em sua cozinha, no quarto, no banheiro e finalmente na sala.
Estava exausta, nesse momento jogou-se no sofá grande na sala de TV e ligou a sua própria televisão. Passou a tarde inteira fazendo faxina e já fazia um mês que não limpava, era muito preguiçosa e como morava sozinha precisava pelo menos ter a casa em ordem.
Quando eram oito horas da noite, já havia tomado banho e estava colocando a sua calça de couro preta e uma blusa branca básica jogando um colar grande prata, passou a maquiagem de leve e o seu gloss favorito.
combinara de se encontrar com na frente da Pacha (que era o nome dessa balada) junto com o e mais um amigo dele. Pegou a sua bolsa prata e saiu do seu quarto caminhando até o hall da casa e finalmente saindo.
CAPÍTULO 03
chegou à rua da balada estacionando o seu carro, encontrou e e mais um amigo deles esperando na fila. Desceu do carro e caminhou até a fila.
- Olá, gente! - Disse .
- Oi, ! - Disseram e .
- Bom, esse daqui é o ... essa é a - disse apresentando os dois.
- Prazer em conhecer você - disse dando um beijo no rosto do garoto.
sorriu sem graça. Ele nunca havia visto uma garota tão linda em sua vida, ela era encantadora.
- Hey, , para de babar e dá logo o seu ingresso VIP para o segurança - disse rindo batendo no braço de seu amigo.
sorriu mais uma vez, sem graça, dando o seu ingresso para o segurança. , e fizeram o mesmo, entrando na balada.
- Bom, eu e o vamos dançar, vocês não se importam, né? - Perguntou .
- Não, que isso - respondeu.
e se afastaram dos dois, os deixando sozinhos.
- Você quer beber alguma coisa? - Perguntou , sendo simpático.
- Pode ser, vamos até o bar - respondeu tímida. pegou na mão dela e assim os dois caminharam até bar.
Pediram duas cervejas e ficaram conversando.
- E ai? O que você faz da vida, ? - Perguntou enquanto bebia a sua cerveja.
- Eu trabalho numa loja, não era o emprego que sempre quis, mas da para me sustentar.
- Hm legal. Você mora sozinha?
- Aham, há mais de quatro anos estou morando em Londres.
- Que bom. Vamos dançar? - Perguntou .
deu de ombros o seguindo.
Começou a tocar uma música lenta, os casais já foram se aproximando. colocou as mãos na cintura de e ela colocou as suas mãos no ombro dele.
tinha que confirmar que era realmente bonito. E ela tinha se esquecido de Nate, isso era muito bom, talvez pudesse ajudar nisso.
foi se aproximando cada vez mais e, de repente, sentiu os seus lábios serem pressionados pelos dele. Um sentimento em seu estômago fez com que o seu corpo inteiro tremesse. nunca sentira isso com o Nate.
gostou de , a achara encantadora, uma pessoa maravilhosa. É, quem sabe talvez eles pudessem ter algum futuro juntos?
O beijo começou a ficar mais intenso, colocou uma de suas mãos na nuca de e ela passava as suas mãos embaixo da camisa dele.
e dançavam perfeitamente coladinhos, olhou em volta e encontrou e se beijando. Por que ela nunca tinha sorte?
- Acho que o e a estão se dando bem - comentou.
- Mas a gente também pode - disse sorrindo e finalmente a beijando, ficou assustada no começo, porém gostou. Estava esperando isso há muito tempo.
bagunçava os cabelos de , o beijo ficava cada vez mais intenso.
separou-se do beijo e deu uma leve mordida nos lábios de .
- Eu gostei tanto de conhecer você, - disse dando um de seus melhores sorrisos.
- Eu também, - Disse com um pouco de vergonha. sorriu, adorava garotas envergonhadas.
encostou a sua testa na de . Os dois ficaram se admirando por alguns segundos e ouvindo a música "Beautiful Soul" do Jesse McCartney.
- Quando eu ouvir essa música, sempre vou lembrar-me de você - disse.
- Ai, , que lindo. Nunca ninguém falou isso para mim - falou.
- Mas agora já falaram - disse dando um selinho demorado em .
e ficaram dançando, mas depois voltaram para o bar e encontraram e bebendo Martini.
Quando eram quatro horas da manhã, os quatro decidiram ir embora, estavam todos cansados, porém felizes, principalmente . Nunca imaginara que fosse capaz de dizer aquelas frases bonita para ela, Nate nunca fez isso, mas pelo menos ele era bom de cama. Que se foda Nate, e suma da sua vida! Ele não te merece mais. CAPÍTULO 04
Na manhã de sábado, acordou com o som da voz da mãe.
-? Posso entrar?
-Que foi? – sentou-se na cama. Ela ainda não se acostumara a morar novamente com a sua mãe após sair na casa de Nate. Era meio enjoado.
A porta se abriu alguns centímetros.
-Tenho uma novidade para contar a você.
não se importava que a mãe a tivesse acordado, mas não queria que a mãe pensasse que podia entrar em seu quarto a qualquer hora.
-Tudo bem – disse ela, parecendo mais aborrecida do que realmente estava.
A Sra. parecia estar feliz e mais animada, tudo bem que não gostava muito do namorado dela, Robert. Ele parecia sempre estar mal humorado, mais ao mesmo tempo feliz em conhecer sua mãe, Mary.
Mary entrou e se sentou na beira da cama e respirou fundo.
- Eu e o Robert vamos nos casar – Disse Mary.
ficou surpresa. Será que isso era verdade mesmo? Isso não era possível, sua vida estava de cabeça para baixo, o cara que ela amava a traiu e a sua mãe ainda se casaria. Isso era injusto com . Mas ao mesmo tempo lembrou-se de na noite passada, o beijo dele, as palavras fofas que ele falou, enfim, queria que estivesse nesse momento com ela.
-É verdade isso mãe?
-Sim, eu e o Robert estamos mais apaixonados do que nunca, e vamos nos casar no fim de semana de Ação de Graças.
ficou mais surpresa ainda! Isso não era justo. O sábado de Ação de Graças. Só daqui a um mês, e era seu aniversario também. Era o dia dela, mas não este ano, aparentemente.
-E você vai ser uma das primeiras a ser a dama de honra.
-Mãe, isso tudo está errado! – Gritou .
-Por que querida? Vai ser perfeito, eu estou mais feliz do que nunca.
-O papai sabe do casamento? – Perguntou . Ela lembrou-se do seu pai, e agora nesse momento ele estaria com o outro homem na Europa.
-Não, mas ele nem precisa ficar sabendo – Mary deu de ombros.
-Ele vai vir no dia de Ação de Graças, mãe!
-E daí? Qual é o problema, ele nos abandonou.
-Ele abandou você não a mim!
Mary abaixou a cabeça e levantou-se da cama.
-Eu só quero não ter mais problemas depois que Nate me traiu. Por favor, é muita coisa para minha cabeça.
-Está bem, eu vou sair do seu quarto e não me procure mais hoje. – A mãe de saiu pela porta e desceu as escadas.
afofou um travesseiro e se recostou na guarda da cama, enfiando os joelhos quase debaixo do queixo. Ela ainda não estava acreditando nisso. Sua mãe iria se casar, ainda mais no dia do seu aniversario. Sra. não tinha pensado na sua própria filha? Antes de aceitar se casar? Acho que não.
Fazia uma semana que não ligava para o seu pai, os dois sempre se telefonavam nos fins de semana. Mas agora ele estaria com um homem nessa hora, se divertindo, e a sua mãe nem para pensar no seu próprio pai. Era uma confusão só, quem pensaria nessa história.
A Sra. se separou após descobrir que o seu ex marido virou gay, quando aceitou morar com Nate. Isso já fazia há um ano.
Mas depois de um ano, Nate a traíra no apartamento onde havia decidido morar com ele e viver felizes para sempre. Ela percebeu que conto de fadas não existe. No começo era tudo perfeito, mas depois se desmanchou em pedaços, e agora a vida de estava de cabeça para baixo.
Portanto, se lembrou de , queria tanto que ele ligasse agora para ela e a tirasse de sua casa.
ouviu o celular tocar e olhou na bina; um número desconhecido.
-Alô? -Perguntou .
-! – disse.
- que surpresa você ter ligado para mim! Como você descobriu o número do meu celular?
-Eu liguei para a e pedi para ela.
-Hm... então o que você quer comigo?
-Eu queria saber se você quer ir comigo ao Central Park agora?
-É tudo mais que eu quero! Ainda mais sair da minha casa, estou com muitos problemas aqui.
-O que houve?
-Depois eu te conto, vou desligar para eu me arrumar. Beijos.
-Beijos, até mais, linda.
E assim os dois desligaram o telefone.
tirou o seu pijama e o jogou na cama, o dobrando. Caminhou até o banheiro ligando o chuveiro e logo depois entrou.
Ficou tentando esquecer a briga que teve com a sua mãe, mas lembrando que sairia com o . É, talvez pudesse ajudá-la a esquecer os seus problemas, e tentaria se divertir com ele.
CAPÍTULO 05
-Pode me deixar aqui? – Perguntou .
O motorista de táxi havia pegado na sua casa. Porém o trânsito estava terrível e eles ficaram parados no mesmo sinal por dez minutos. queria chegar logo no parque, e como o trânsito estava terrível, desceu do carro pagando o taxista.
Avançou os seus passos quando encontrou em pé mais a frente, observando algumas pombas que estavam perto dele.
-Olá, ! – disse o abraçando por trás.
-Pensei que você não viria mais – Disse ele dando um selinho na garota.
-O trânsito estava terrível! Você sabe como é o transito de Nova York – Comentou .
-Eu entendo, mas ainda bem que eu moro aqui perto – falou – Mas enfim, o que você quer fazer?
-Sei lá, andar pelo parque um pouco?
-Ótima idéia, o tempo está bom, e nós dois podemos curtir juntos esse clima – disse antes de dar um beijo intenso em .
Ambos se separaram e sorriram um para o outro. pegou na mão de e começaram a caminhar.
-E ai, o que você faz da vida? Você ainda não me contou – Disse quebrando aquele silêncio entre os dois.
-Eu e o meu pai fazemos barcos. Lá no Maine.
-Sério? – perguntou surpresa. Nunca conheceu alguém que construísse barcos, ainda mais com o pai. Isso era incrível!
-Aham, nós estamos trabalhando agora num barco. É um Cruiser, e tem um casco mais pesado do que os barcos que construímos para a competição. Vamos velejar pelo Caribe primeiro. E depois talvez até na Europa – respondeu orgulhoso. Adorava o que fazia com o pai, ainda mais que era o sonho dos dois.
-Eu adoraria aprender a velejar.
-Talvez você possa ir ao Maine e ai eu posso ensinar a você – Murmurou ele.
-Eu iria adorar – Disse animada.
estendeu o braço e tocou seus cabelos loiros lisos, penteando-os com a maior delicadeza com os dedos.
Depois ele olhou diretamente para os lábios de e dando um de seus sorrisos, chegava cada vez mais perto e finalmente encostando os seus lábios nos dela.
Ficaram apenas uns dez minutos se beijando e depois se soltaram. olhou para a e ficou admirando-a.
-Nunca ninguém olhou assim desse jeito para mim – Disse com vergonha.
-É que eu te acho tão linda, desde a primeira vez que eu vi você, , que você já é uma das pessoas maravilhosas que eu conheço – comentou.
-Ai , obrigada, você não tem idéia do quanto está fazendo um dos meus melhores dias – deu um selinho nele.
-Fico feliz em poder saber disso – Ele sorriu – Bom, agora vamos à sorveteria, estou morrendo de vontade tomar um sorvete – disse animado.
-Mas está abaixo de 10 graus, a gente não está num país tropical – Brincou .
-Eu sei, né, sua bobinha. Mais me deu vontade do mesmo jeito – falou num tom engraçado. Que teve vontade de apertar as bochechas dele.
-Ei, não me chame de bobinha! Você só me conhece há dois dias!
mostrou a língua.
-Não mostra língua que é feio!
-Você parece a minha mãe falando quando eu era pequeno. Isso é perseguição.
-Hm... então eu preciso saber de algumas coisas sobre a sua mãe quando ela dava bronca em você – soltou uma risada gostosa.
-Ah sem essa, , já basta a minha mãe, agora duas! Tenha dó! – fez bico.
-Own que baby, eu estou brincando, xuxu. – deu um beijo nele.
-Bom, agora podemos ir, mãe, para tomar um sorvete? – perguntou tirando uma de .
-Sim filhinho – respondeu rindo. pegou na mão dela, e ambos caminharam para a sorveteira mais próxima do parque.
...
-Amorzinho, o que você vai fazer de almoço? – Perguntou entrando na sala de estar na casa de . Ela havia chamado para dormir na sua casa, pois a sua mãe havia viajado naquele dia. E como você sabe, a noite deles foi maravilhosa, tudo que planejava há anos.
chegou à sala e viu falando no telefone com alguém e fez um sinal de espera para ele, que no momento se jogou no sofá grande vermelho da sala.
desligou o telefone e se sentou ao lado de .
-O que aconteceu, amorzinho? – Perguntou curioso.
-A mãe da vai se casar novamente - respondeu.
-Os pais dela são separados?
-Aham, e ainda mais vai ser bem no dia do aniversario da – disse com pena da amiga, imaginando como ela deveria estar sentindo uma raiva da mãe e ainda mais do namorado dela, Robert.
-Putz, coitada dela. Agora eu senti pena da – disse sério, ele gostava da mesmo, como uma grande amiga e só queria ver ela feliz.
-E a mãe dela acabou de me ligar me chamando para eu ser uma das damas de honra dela – Disse sem dar muita importância.
-Nossa que legal, – Exclamou .
-Mas enfim, vamos para de falar desse casamento. Você vai me ajudar a fazer uma macarronada – levantou- se do sofá, puxando pela mão, que fez uma cara de sofrimento.
-Tem certeza, ? Porque eu não sou muito bom na cozinha, sabe – disse tentando se livrar.
-Não tente escapar, ! Você vai ajudar e ponto final! – se fingiu de mandona.
bufou e a seguiu até a cozinha, mas antes disso, os dois caíram em um beijo profundo.
...
-Então, você não vai contar o que está acontecendo na sua casa? Você disse que tava com alguns problemas... Você me prometeu contar – Dizia enquanto tomava o seu sorvete de casquinha de chocolate. Era um dos preferidos dele. não pediu nada, não estava muito a fim de tomar sorvete.
-Mas você não se esqueceu do problema, né – falou num tom engraçado. Ela não queria falar do seu problema em que a sua mãe se casaria novamente, ela estava tão bem com o a seu lado, se esquecendo de todos os problemas.
-Ah vai, por favor, fiquei preocupado.
-É que a minha mãe vai se casar novamente.
-E você não está feliz com isso?
-Não. Ainda mais porque ela marcou o casamento bem no dia do meio aniversário! Isso é injusto, sabe! Por mais que ela esteja feliz e apaixonada ao mesmo tempo, ela não pensou em mim – disse com raiva.
-Calma linda, qualquer coisa, eu vou estar sempre do seu lado quando você mais precisar – Disse pegando as duas mãos de , enquanto ela se sentia tranqüila por estar perto dele.
CAPÍTULO 06
Após passar uma tarde maravilhosa com , volta para a sua casa mais tranqüila. Quando entrou na sua casa, pôde ver de imediato que alguma coisa estava diferente. Ternos e caixas se espalhavam pelo corredor. O TRL gritava da TV gigante da sala. Ela podia ouvir o arranhar de patas de cachorro no piso de madeira e havia baba na maçaneta.
entrou e atirou a sua bolsa no chão do hall da casa. Foi recebida por um enorme boxer marrom, que trotou e enfiou a cabeça em sua virilha.
-Ei – disse ela, afastando focinho do cachorro – Vai se fuder – Ela subiu o longo corredor da casa – Mãe?
A porta do quarto da mãe se abriu e Robert saiu, usando seu robe Versace de seda vermelha favorito e sandálias de bambu. Ele parecia muito relaxado.
-Oi, ! – gritou ele, arrastando os pés e colocando os braços em torno dela em um abraço de urso – Sua mãe está no banho. Mas agora é oficial... estou me mudando. E Zac e Mookie se mudaram também!
-Mookie? – recuou um passo. Ela não gostava de ficar tão perto de Robert quando era bem possível que ele não estivesse usando nada por baixo.
-O cachorro do Zac! É um malandro perfeito. Rá-rá! Mookie malandro – Robert estalou os dedos cheios de anéis de ouro – A mãe do Zac vai ficar muito tempo fora, e ele estava entediado e de saco cheio naquela casa grande na Califórnia, só com o Mookie para conversar, então ele decidiu vir morar com a gente.
ficou parada ali, incapaz de acreditar no que ouvia.
O cachorro, Mookie, veio por traz dela e cheirou sua bunda.
-Mookie, não! – Disse Robert rindo – Vem aqui, garoto. Ajude-me a apresentar a Zac. Vem – Ele pegou a coleira do cão e o levou para a sala de TV.
teve a sensação de que devia segui-los, mas ficou onde estava ainda em choque.
Um minuto depois apareceu um garoto moreno de olhos azuis atrás da sala de TV, com os cabelos bagunçados e uma blusa regata branca que mostrava os seus belíssimos músculos. Pelo menos teve sorte de ter um irmão gato.
-Oi – disse o garoto – Eu sou Zac Efron – Ele piscou mostrando um de seus melhores sorrisos.
o analisou de cima a baixo. Até que Zac não era tão esquisito assim, mas ele tinha uma cara de metido.
-Espero que não se importe, mas eu tranquei a sua gata no seu quarto porque ela estava meio assustada com o Mookie. O rabo dela ficou enorme – Zac riu.
-Vou para o meu quarto – falou indo para o seu quarto, batendo a porta na cara do Zac.
Sozinha no quarto, pegou a gata e se atirou na cama.
-Está tudo bem, meu amor – murmurou , trazendo-a para o peito. Ela fechou os olhos e colocou a cabeça em seu pêlo macio, desejando que o mundo desaparecesse.
Permaneceu de olhos fechados. Se ficasse assim por bastante tempo, talvez todo mundo se esquecesse dela e ela não teria de ser , vivendo sua vida cada vez mais imbecil. Tendo um ex-namorado que lhe dera novos chifres, isso parecia uma loucura, ainda mais tendo um irmão chato que acabara de ganhar e um padrasto irritante, e uma mãe pouco preocupada com ela. A sua vida estava acabada, mas se sentiu feliz em ter ao seu lado, pelo menos ele era o único que se preocuparia com ela, mesmo o conhecendo apenas por dois dias. já sentia confortável em estar perto de .
...
entrou na sua casa e ouviu a televisão ligada. Caminhou até lá e encontrou sentado no sofá grande assistindo alguma coisa inútil na TV.
-, o que faz aqui em casa a essa hora? – Perguntou tirando o seu casaco de couro e o jogando em cima do sofá ao lado de seu amigo.
-Eu te liguei várias vezes no seu celular e você não atendeu, então decide passar por aqui e a sua mãe que atendeu a porta falando que você saiu com uma garota, e ela falou para eu esperar você aqui – respondeu.
-Tá, mas o que você quer de mim?
-Vamos sair, dude, vamos para um pub, me deu vontade – disse animado.
-Ah, não, , não estou muito afim de ir – falou sem muita animação.
-Por favor, a me expulsou da casa dela, e eu queria sair com você. É a noite dos garotos, cara – disse se levantando do sofá – Eu estou até pronto, .
-Tá bom vai, já que você me convenceu eu só vou subir para trocar de roupa – disse antes de subir para o seu quarto, e voltou a se sentar animado.
...
Finalmente soltou a sua gata e se sentou. Pegou o controle remoto da TV e colocou no canal da E!. Era um dos canais preferidos de .
Houve uma batida na porta e rolou na cama para ver quem podia ter a coragem de perturbá-la. A porta se abriu. Era Zac. Mookie abriu o caminho entre as pernas dele e entrou no quarto. A sua gata Kitty gemeu e disparou para o armário.
-Mookie, não! – Resmungou Zac, pegando a coleira do cão – Desculpe – Disse ele, olhando para como quem se lamentava. Ele puxou Mookie para fora e deu um tapa em seu traseiro – Mau – resmungou ele.
ficou olhando para ele, o queixo nas mãos, odiando-o mais a cada segundo.
-Olha – Tentou Zac – Quer uma cerveja ou coisa assim?
não respondeu. Ela até que gostava de cerveja, mas não estava afim de tomar.
Os dois ficaram em silêncio por alguns minutos até que Zac fala alguma coisa.
-Eu sei que deve ser muito estranho para você que a gente tenha se mudado de repente, com o casamento e tudo. Eu só pensei que, se você quiser tipo assim conversar e essas coisas, tudo bem pra mim – insistiu Zac.
-Não estou muito afim – disse sem dar muita importância.
-Tá legal. Hmmm, a gente vai sair pra jantar mais tarde – Disse Zac. deu de ombros.
Zac já estava de saco cheio de ficar no quarto de , então ele sorriu resignado e fechou a porta.
bufou de raiva depois que Zac saiu do seu quarto e voltou a assistir televisão.
CAPÍTULO 07
- Não acha que fica Barbie camponesa demais? – perguntou a mãe de . Ela deu uma voltinha na plataforma do departamento de noivas da Sack’s. A saia do vestido de noiva branco de cetim e renda abrindo-se num rodopio em seus pés.
sacudiu a cabeça. A visão de sua mãe toda embonecada em um vestido de noiva branco cheio de frescura com decote baixo lhe dava náuseas, mas quando partisse dali, seria melhor.
- Parece legal – mentiu .
- É meio vergonhoso para mim usar branco – refletiu Mary. – Quero dizer, eu já tive meu casamento de branco. – Ela se virou para . – E se eu mandasse tingir? Podia ficar adorável em um lindo bege dourado ou um lilás clarinho.
deu de ombros e mudou de posição desconfortavelmente no sofá de dois lugares, a falsa antiguidade em que estava sentada.
- Eu não ligo para branco. –A história de tingir parecia que ia levar mais tempo.
- Sempre podemos tingir depois de pronto – sugeriu a vendedora. – Devo fazer o pedido e ajustar este para a senhora, então? – Até ela estava impaciente. Já haviam passado por sete vestidos e três conjuntos de saia e casaco. Se Mary queria que o vestido ficasse pronto em duas semanas, tinha de se apressar.
Mary parou de rodar e se examinou criticamente no espelho de quatro faces.
- Acho que é o mais promissor que experimentei – disse ela – Não acha, ?
assentiu, entusiasmada.
- Definitivamente, mãe. Deixa você mais magra.
A mãe sorriu, deliciada.
A melhor maneira de atingir o coração de uma mulher é dizer que ela parece magra. As mulheres morrem para ficar magras.
- Tudo bem, então – concordou Mary, brilhando de excitação. – Vou fazer isso.
A vendedora começou a dobrar e alfinetar o vestido, medindo coisas e rabiscando numa folha de papel. olhou o relógio. Já eram três e meia. Todo esse episódio chato estava durando para sempre.
pegou o seu celular na bolsa e mandou uma mensagem para .
“Me encontre na frente na loja de noivas da Sack’s” By ;*
- Já achou alguma coisa de que tenha gostado para as damas de honra? – perguntou-lhe a mãe. escutou a voz de sua mãe e colocou o celular na bolsa se levantando.
- Ainda não – disse , embora nem tivesse procurado. Sua mãe queria que ela encontrasse um vestido pronta-entrega que ela absolutamente amasse e o comprasse para todas as damas de honra. adorou a loja, mas estava tendo dificuldades e falta de animação para comprar esse vestido em particular.
sentiu o celular vibrando na bolsa e o olhou, era a mensagem de . Graças a Deus!
“Já estou aqui embaixo, amiga” by .
- Mãe, tenho que ir, vou me encontrar com a – disse .
- Tudo bem querida... aah, avise para a que amanhã será o almoço das damas de honra junto comigo e com a sua tia, na nossa casa.
- Claro, mamãe – disse num tom debochado antes de sair da loja.
encontrou em frente à vitrine da loja observando os vestidos de noiva.
- Ai, que bom que você veio amiga – disse .
- Não tem de que – disse . – Mas e aí, a sua mãe já arranjou um vestido de noivas?
- Aham, foi mais difícil do que eu esperava.
- Que bom, pelo menos você não vai mais com a sua mãe nas lojas de noiva.
- É, só que o problema é que a minha mãe marcou com as damas de honra amanhã na minha casa para almoçar. – disse bufando, enquanto as duas caminhavam pelas ruas de Nova York.
- E é para eu estar amanhã no almoço das damas?
- É lógico, , você é uma das damas!
bufou.
- Olha amiga, eu sei que isso é um saco, imagine para mim! Eu estou sofrendo com isso – disse engolindo as lágrimas e percebeu isso.
- Desculpa amiga, eu estou do seu lado e você sabe disso, melhores amigas são para essas coisas – disse abraçando a amiga que agora tinha lágrimas escorrendo por seu rosto.
As duas caminharam para a lanchonete mais a frente e ficaram conversando por meia hora, até que teve que voltar para o seu trabalho, enquanto voltava para a sua casa mais tranqüila, esquecendo desse casamento idiota.
entrou em sua casa e subiu para o seu quarto. Dessa vez não encontrou nada de Mookie. Sorriu aliviada.
Jogou a sua bolsa na poltrona branca e pegou a sua gata, deitando-se na cama.
Sentiu o celular vibrar mais uma vez. pegou na bolsa o celular e viu que era uma mensagem de . Sorriu mais uma vez. Ele era perfeito.
“Amanhã vc vai fazer alguma coisa? Não consigo ficar longe de vc” By .
“Sim, eu tenho o almoço das damas de honra da minha mãe na minha casa, mais se vc puder pode ser á noite? Eu tbm não consigo ficar longe de vc =D” By .
“Perfeito assim eu levo vc a um restaurante, um dos meus preferidos e vc vai gostar. Beijos, minha linda” By .
sorriu, ela não conseguia parar de sorrir ao lembrar-se dele. Ele era um homem perfeito, que todas as mulheres desejariam.
ligou a televisão e ficou assistindo qualquer coisa, enquanto ela ficava fazendo carinho na sua gata em cima de sua barriga.
CAPÍTULO 08
acordou sentindo alguém entrar em seu quarto. Virou novamente ao lado esquerdo fingindo que estava dormindo.
- Mookie, não! – ouviu a voz de Zac e bufou, porém sentiu uma coisa pesada nas suas costas.
- Sai de cima, Mookie! – gritou Zac mais uma vez e fez acordar.
- Dá pra parar de me lamber, seu cachorro – disse mal humorada virando o rosto para Mookie enquanto ele lambia o seu rosto.
- Mookie, agora chega! – Zac andou até a cama de , tirando Mookie de cima da cama dela e o botando para fora do quarto.
- Desculpe, , mais uma vez, eu acho que o Mookie adora você – disse Zac rindo.
- O que você quer, Zac? – perguntou brava.
- Só vou te falar que a sua mãe já está tomando banho, e ela me mandou acordar você para se apressar – respondeu Zac.
- Que horas são?
- Dez e meia da manhã.
- Ai, que saco! – bufou se levantando da cama e vendo Zac parado na sua frente. – Você não vai deixar eu me arrumar?
- Só uma coisa, – Zac caminhou mais a frente dela – Você namorou com Nate Archibald?
- Sim, por quê?
- É que eu o conheço, sou muito amigo dele... e sabe Nate tá super mal, eu acho que você deveria dar mais uma chance a ele.
- De jeito nenhum, Nate fez a coisa errada e não tem volta!
- E você já conversou com ele, deu alguma chance a ele? Eu já soube do acontecimento, antes que você me pergunte.
- Isso é da sua conta por acaso? – perguntou com raiva.
- Não, mas eu acho que você deveria dar uma chance para ele, Nate ainda te ama. Pense nisso – Zac sorriu e saiu do quarto de .
“Por que Zac tinha que se intrometer na minha vida? Nate saiu da minha cabeça antes que eu esqueça. Agora eu estou com !”. Pensou irritada indo para o banho.
Após alguns minutos no banho, sai com uma toalha enrolada no corpo e abre a porta do banheiro, mas quando entra em seu quarto leva um pequeno susto com ali parada na sua cama brincando com a sua gata.
- ! O que você faz aqui há essa hora, cacete! – exclamou .
- Cheguei um pouco antes do almoço – respondeu .
- E você acha que é festa, né? – disse num tom de ironia.
- Ah vai não reclama... Porque você nunca me falou que o seu novo “irmão” é tão gato – disse suspirando se deitando na cama.
- Porque eu o odeio – disse abrindo o seu guarda roupa.
- Mas ele me parece ser tão simpático.
- É, mas o problema aqui minha querida, Zac, me falou que ele é amigo do Nate.
- Qual é o problema nisso?
- Oooh, sua lesada, o problema é que se o Zac souber do ele conta para o Nate.
- Fudeu!
- Pois é, e você sabe que o Nate tem ciúmes de mim e adora fazer uma briga com os homens que dão em cima de mim – disse pegando sua roupa em seu armário. – Tá, mas até aí nada de falar do perto do Zac.
- Você sabe que eu não vou contar a ninguém. Estou de bico fechado – disse .
- Bom mesmo – falou vestindo a sua roupa.
Depois de meia hora, estava pronta e arrumada. e saíram do quarto descendo as escadas encontrando várias damas de honra, a maioria delas eram as suas primas.
O almoço foi excelente, Mary ficou muita satisfeita, ficaram conversando sobre o casamento e discutindo sobre a cor do vestido das damas de honra.
pensou que esse almoço não fosse acabar nunca, até estava de saco cheio, queria sair dali o mais rápido possível.
Já eram seis horas da tarde. As primas de e a tia dela já estavam indo embora, assim como , porém as duas não iriam escapar por tanto tempo assim, Mary marcou mais uma reunião amanhã para irem a Sack’s de novo escolher o vestido das damas de honra. Seria mais um dia longo.
ia subindo para o seu quarto e de repente ouvi o seu celular vibrar no bolso de sua calça. Ela pegou o celular e viu que era uma mensagem de .
“Eu te pego às oito em ponto” By .
tinha esquecido completamente da saída com , estava cansada, porém não iria desistir de sair com ele.
entrou logo no seu quarto e tirou a roupa ficando apenas de calçinha e sutiã.
Zac saiu do seu quarto estranhando o silêncio que percorria o quarto de . Caminhou até o quarto dela e abriu a porta sem fazer barulho e encontrou apenas de calçinha e sutiã.
Ele caminhou até sem que ela percebesse e pegou em sua cintura.
- Zac, seu tarado o que você faz aqui? – gritou se assustando se virando de frente a ele.
- Shiu, não fala nada – disse Zac encostando no armário e aprendendo-a com as suas pernas ficando bem próximos.
- Zac, me solta! – gritou mais uma vez assustada.
Zac não disse nada, apenas encostou seus lábios nos dela.
com a sua força empurrou Zac e deu um tapa na cara dele.
- Nunca mais faça isso, tá entendendo? Some daqui – disse recuperando o ar.
- Você não vai escapar assim tão fácil de mim – ele disse antes de sair do quarto dela.
ficou alguns segundos em transe. Zac tinha a beijado? Isso só poderia ser loucura.
Ela balançou a cabeça colocando um de seus vestidos vermelhos curtos até o joelho, era uma tomara que caia. Estava linda. Essa produção era toda para .
olhou no relógio, que marcava oito horas em ponto. Saiu do seu quarto descendo as escadas, e tentou fugir do Zac, mais foi impossível.
- Aonde você vai toda linda? – perguntou Zac saindo da cozinha com uma latinha de cerveja.
- Não te interessa – respondeu .
- Só vou dizer uma coisa, tome cuidado, minha lindinha – disse Zac chegando perto dela dando um selinho na .
- E eu já falei pra você sair de perto de mim – falou antes de ouvir a buzina do lado de fora. ignorou Zac e caminhou até a porta abrindo-a e encontrando na frente do carro.
Zac andou mais a frente da janela grande de vidro da casa. Olhou e mais um cara se beijando.
- Alguém vai sofrer conseqüências – falou Zac rindo em voz alta.
...
- Já disse que eu não consigo ficar longe de você? – perguntou pela segunda vez passando as suas mãos com delicadeza no rosto de .
- Já, meu fofo – respondeu sorrindo amigável para ele.
arregalou os olhos quando percebeu que um garoto observava os dois dentro da casa de .
- , quem é aquele garoto lá dentro da sua casa?
virou o rosto e percebeu que não tinha mais chances. E se Zac fosse contar para o Nate que ela estaria ficando com o ? Ela estava totalmente perdida.
- É o meu novo “irmão” – disse sem muita animação.
- Você não gosta dele, né?
- Como você sabe?
- Dá pra perceber isso na sua cara.
- É que ele é meio irritante às vezes.
- Hmmm, bom vamos indo.
- Para onde é que nós vamos mesmo?
- Restaurante italiano, você vai gostar, e depois nós vamos para um pub – disse abrindo a porta do carro para a que entrou no banco do passageiro. ligou o carro partindo para o restaurante.
CAP.09
e chegaram ao restaurante pedindo duas mesas no canto.
queria que esse jantar fosse perfeito.
Porém, o único problema de , era que aquele restaurante italiano era do pai do Nate.
tinha medo se Nate estivesse lá, naquele momento.
Era a única coisa que não queria ver.
O garçom havia trazido o cardápio de vinhos, pois , que havia escolhido para que os dois tomassem nessa noite.
- Que vinho você quer? – perguntou .
- Eu não sou muito boa de escolher vinhos, mas que tal um vinho tinto?
- Ótima idéia, – disse , chamando o garçom, pedindo duas taças de vinho tinto, caríssimos.
Depois de dez minutos, o garçom trouxe as taças de vinho tinto e depois saiu de perto, deixando e brindarem.
- Muito bom o vinho que você escolheu, – comentou , deixando a taça do vinho em cima da mesa.
- Eu tenho uma boa escolha, fofa – disse piscando.
- Eu percebi – disse rindo.
Depois mais uns quatro goles de vinhos, os dois estavam alterados, rindo de qualquer coisa.
Porém, uma coisa fez se assustar. Nate estava no restaurante e não parava de andar um minuto sequer, mas, pelo menos, ele não percebeu que estava lá.
e haviam pedido a comida, que era o prato principal do restaurante.
Nate parecia estar passando pela todas as mesas do restaurante. Ele com certeza estava sendo gerente nesse local.
- Vocês estão gostando da comida? – perguntou Nate, de repente, sendo simpático. Ele ainda não percebeu que estava na mesa, ela meio que se escondia dele.
- Está uma delicia, é um dos meus restaurantes preferidos – comentou .
- E você senhorita? – perguntou Nate achando estranho atitude dela, se escondendo atrás do cardápio.
- Está ótimo, Nate – respondeu , mais depois se arrependeu de ter falado o nome dele.
- ? Você está ai? – perguntou Nate.
- Erm, eu vou ao banheiro – disse, levantando da cadeira e correndo até o banheiro.
- Quem é você, cara? – Nate perguntou para , com uma cara nada boa.
-Sou que está saindo no momento com a . Algum problema? – respondeu, furioso.
-Tem sim – disse Nate, chegando perto dele dando um soco na maçã do rosto de .
deu um berro quando viu essa cena, após sair do banheiro, toda confusa.
Dois seguranças haviam visto essa cena e seguraram e Nate antes que acontecesse de novo a briga.
- Nunca mais quero ver você perto da minha garota! – gritou Nate, furioso, tentando se soltar do segurança.
- Que garota, Nate? eu já disse pra você que ACABOU TUDO, você me traiu idiota, pensa que eu não esqueci isso? – perguntou , sentindo as veias saltarem pelo corpo todo.
só observava a cena, ele só estava completamente confuso nessa hora, , teria que explicar uma hora ou outra.
- Vamos indo, ; esse restaurante é uma merda mesmo, quer dizer, sempre foi uma MERDA! – gritou, puxando pela mão.
Os dois saíram de mãos dadas pelo restaurante, indo até o carro de .
ligou o som do rádio e ficou tocando qualquer coisa, para os dois se tranqüilizarem nesse momento.
A única coisa que havia doído em , era o soco que havia levado desse tal de Nate.
estava preocupada com tudo, como Nate podia fazer aquilo? Eles não estavam mais juntos!
- , você e aquele tal do Nate já namoraram? – perguntou , de repente.
- Sim, nós namoramos há um ano, e depois de um mês atrás, descobri que ele andava me traindo – explicou , encostando a cabeça na janela do carro.
- E você me usou só para esquecer ele, não é? – perguntou , olhando para , sentindo seu sangue espalhar pelo corpo inteiro.
- Não, ! Da onde você tirou isso? Eu nunca gostei tanto de uma pessoa, como de você – disse , envergonhada.
- Que bom... Você também foi uma das pessoas mais importantes que eu já conheci – falou, dando um selinho nela.
Ficaram conversando, sobre qualquer coisa, até chegar à casa de .
- Bom, como o jantar não foi muito agradável, a gente podia sair amanhã de novo. O que você acha? – perguntou .
- Boa idéia, – respondeu , saindo do carro dele.
- Então, na minha casa. Às nove horas.
- por que a gente não sai para comer, em ver de ser na sua casa? Senão vou te atrapalhar.
- Atrapalhar o que, ? Você nunca me atrapalha, eu gosto de ficar com você.
- Hm, já que você insistiu, às nove, então. Na sua casa – disse ,antes de dar um último beijo nele.
subiu as escadas de sua casa, e observou ir embora. Estava ansiosa para esse jantar, não sabia o porquê, mas ela tinha certeza que vai ser uma de suas melhores noites.
CAP.10
O dia havia passado devagar para .
Sua mãe havia levado todas as damas de honra para escolher os vestidos, e a decoração da festa do casamento.
A cor do vestido era vermelha, com alguns detalhes dourados e tomara que caia, a decoração da festa era vermelho também, foi por isso que Mary escolheu a cor do vestido para ser igual à decoração da festa.
A festa iria ser perfeita, Mary, estava muito ansiosa assim como o seu noivo Robert.
Porém, o único problema da casa era . Ela não estava feliz com esse casamento, ela só queria que chegasse o dia de Ação de Graças para ver o seu pai.
Depois de uma comprinha leve na loja Chanel, Mary e suas damas de honra foram para o cabeleleiro.
O salão era tipo um restaurante lotado, só que cheirava a xampu e gel para cabelos em vez de comida.
Era grande e iluminado, e as funcionárias corriam de um lado a outro, atendendo as mulheres em aventais beges tipo de hospital, que elas usavam para proteger as roupas.
As primas de , Kati, Izabel, sua tia, Fran, Mary e , foram para lá; para o tratamento de mãos e pés com leite e mel, as máscaras faciais de lama, e, é claro, bater papo sobre o casamento.
- Mês chéries! – gritou Pierre, o japonês magricelo que trabalhava na recepção – Três de vocês vão para pedicure, enquanto outras três vão para a máscara facial. Acompanhe-me!
não sabia bem o que ia acontecer, mas logo se viu sentada entre e a sua mãe, as mãos e os pés mergulhados em tigelas cheias de leite quente e mel, enquanto Kati, Izabel e a sua tia faziam máscara facial em outra seção do salão.
- Isso não é uma beleza? – comentou Mary de repente.
- Concordo, fazia tempo que eu não faço a minha mão e o meu pé – disse.
- Esse leite fede – disse, nervosa.
- Como é que você vai querer a sua unha? – a manicure perguntou, ignorando o mau humor da garota.
- Eu quero quadrada – respondeu .
- Eu também gosto de quadrada, por favor – avisou .
fez cara feia e se assustou ao sentir o seu celular vibrar. Pegou o celular do bolso e abriu o flip. Viu que era uma mensagem do .
“Quando te vejo sorrir, apenas sorriu no mesmo momento. Porque o que me faz sorrir é ver que eu te faço feliz.
Não se esquece do jantar de hoje em? Já estou com saudades =) ...”. .
não conteve um sorriso ao ver essa mensagem. era um cara perfeito, isso ela tinha que concordar.
Mesmo o conhecendo há alguns dias, estava começando a gostar dele. Mais que gostava do Nate.
Ela não sabia o porquê gostava tanto do Nate, quando começou a namorar com ele.
sabia sim ele era um cara perfeito também, que dava jóias de aniversário para ela, só que o problema dele, era que era tão carinhoso, como .
- Mãe, eu preciso ir – disse .
- Por que minha filha? – perguntou Mary.
- Eu não estou passando muito bem, acho que eu estou enjoada e com tontura – respondeu , mentindo.
- Bom, então tudo bem, que pena que você vai perder o almoço, querida – Mary disse.
sorriu e viu a cara nada boa de . Ela tinha que deixar sozinha com a sua mãe, ela não iria agüentar tanto tempo esse almoço idiota.
saiu do cabeleleiro e foi direto para uma sorveteira.
caminhava até a sorveteria mais a frente do cabeleleiro, ao som de sua banda favorita Blink 182. estava tão distraída, que entrou em choque ao se deparar com o seu ex-namorado no local. Ela não o queria ver de novo ele, depois da confusão no jantar de ontem à noite com , então saiu rápido da sorveteria, antes que Nate pudesse vê-la de novo.
CAPÍTULO 11
estava nervosa para esse jantar na casa do .
Ela nunca tinha ido a casa dele, só saia com ele para ir aos parques, ou restaurantes.
- ! Eu não sei o que eu ponho! – disse desesperada, jogando todas as roupas possíveis na cama.
- Calma, amiga... Ainda você tem aquela calça de onça? – perguntou . As duas já estavam no telefone a mais de vinte minutos, tentando escolher que roupa iria usar.
- Tenho sim – respondeu .
- Então a coloque, e aí, você pode colocar uma blusa branca básica.
- Mas não vai ficar muito chique?
- , preste atenção, é um encontro, um jantar na casa do , e você tem que estar linda para ele nessa noite.
- Tudo bem vai, é que eu só estou nervosa.
- Você já saiu tantas vezes com ele.
- É só que vai ser na casa dele, e não, um jantar qualquer.
- AAAAAAH! Agora que eu entendi, vai ser aquela noite, hein amiga.
- ECAAAAA! Eu não tinha pensado nisso, sua idiota!
- Ai eu só estava brincando, xuxu – dizia entre risadas.
- Bom, eu tenho que terminar de me arrumar. Beijos.
- Beijos, amiga, depois eu quero saber de tudo, hein.
- Pode deixar! – disse antes de desligar o telefone.
havia deixado o telefone na cama e prosseguiu para o seu guarda-roupa. Seguiu o conselho de , e vestiu a roupa.
olhou no relógio que marcava seis e meia da tarde, ainda tinha que se apressar na maquiagem.
Caminhou até a cristaleira do seu quarto, onde ficavam todas as suas maquiagens. Começou a se maquiar.
Ouviu a porta se abrir e de canto de olho reparou que era Zac. Bufou alto.
- Até aqui você não me deixa em paz, Zac? – perguntou com raiva sem olhar pra ele.
- Eu só vim te dizer que eu não me esqueci daquele beijo – respondeu Zac caminhando até .
- E eu já esqueci. Você é um cara idiota sabia?
- Eu sei que você me ama – Zac piscou e colocou suas mãos no ombro de .
- Zac, tira as suas mãos, eu preciso me arrumar.
- Hmmm aonde você vai toda linda?
- Não te interessa.
- Eu sei que você tá saindo com um tal de – Zac disse de repente.
- Como você sabe? – perguntou nervosa.
- Nate me contou ontem à noite no restaurante dele, ele me falou que levou uma bela de uma surra dele – Zac riu.
revirou os olhos e se virou para Zac.
- Eu só quero que você saia do meu quarto! – disse tranquilamente.
- Eu não vou desistir de você. – Zac piscou e saiu do quarto de .
não estava gostando nem um pouco dessa perseguição toda de Zac.
As coisas estavam piores ainda.
Quando tudo estava bem, entra uma pessoa na história para destrui-lá.
Mas não iria deixar as coisas funcionarem assim desse jeito.
Tudo tinha uma solução.
saiu do quarto dela descendo as escadas, pegou a sua chave do carro e foi direto para a casa de .
A casa de ficava a uns vinte minutos da casa de .
estacionou o carro na frente da casa dele e saiu do carro subindo as pequenas escadas.
Respirou fundo e apertou a campainha. Ouviu dizer um “já vai” e logo depois abriu a porta todo sorridente.
- Eu pensava que você não iria vir mais. – disse dando espaço para que entrasse.
- Eu me atrapalhei um pouquinho. – mentiu.
- Vamos até a sala, o jantar está quase pronto – disse pegando na mão de .
- Você não quer ajuda no jantar? – perguntou assim que entrou na sala de jantar.
- Não precisa, fique a vontade que eu já volto – respondeu indo até a cozinha.
sentou-se na cadeira nervosa, quer dizer, ela já estava nervosa.
Minutos depois trouxe um prato de Camarão ao alho.
tinha que concordar que estava extremamente bom.
disse que fez alguns cursos de culinária, por causa da sua mãe algum tempo atrás, para ajudar a sua mãe no restaurante italiano que ela tinha.
Agora estava na cozinha preparando a sobremesa, ele não queria dizer o que era.
estava esperando que fosse chocolate.
entrou com uma travessa de sobremesa, mas , não conseguia ver.
-Adivinha o que é? – perguntou fazendo voz de suspense.
-Hmmm... – deu uma olhadinha na sobremesa e sorriu. – Mousse de chocolate, o meu preferido! – disse batendo palmas, parecendo uma criança.
-Também é uma das minhas preferidas. – sorriu . – Posso? – perguntou oferecendo o mousse de chocolate.
Os dois ficaram apreciando o mousse de chocolate em silêncio, enquanto uma música tocava de fundo, que parecia ser Lifehouse – Everything.
amava essa música.
Quando os dois terminaram a sobremesa, tirou a mesa, e o ajudou.
- Essa música e uma das minhas preferidas. – comentou enquanto dava a sua tigela de sobremesa.
- Lifehouse, é, as músicas deles são boas, e principalmente a letra. – disse , concordou.
Eles terminaram de tirar a mesa e voltaram para a sala de estar, ainda escutando Lifehouse.
- Quer dançar comigo, ? – perguntou .
- Eu aceito! – respondeu e pegou na mão dela levando-a para o centro da sala.
Find me here,
And speak to me
I want to feel you
I need to hear you
You are the light
That's leading me to the place
Where I'll find peace... Again
envolveu os seus braços na cintura de , e ela colocou os braços nos ombros dele.
Os dois juntaram mais os seus corpos e deitou a sua cabeça no ombro de sentindo o perfume dele.
You are the strength
That keeps me walking
You are the hope
That keeps me trusting
You are the life
To my soul
You are my purpose
You're everything
cantava um pedacinho no ouvido de .
Parecia que cada palavra que ele falava, era verdadeira. Porque era um homem perfeito, ele fazia a vida valer à pena.
Isso era verdade. era tudo na vida.
And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this
Era como se não quisesse mais sair dali, sem se comover.
Uma das coisas incríveis é que a deixava assim.
Desde a primeira vez que ficaram, sentiu as pequenas borboletas no estômago.
You calm the storms
And you give me rest
You hold me in your hands
You won't let me fall
You steal my heart
And you take my breath away
Would you take me in
Take me deeper, now
não pensava em mais nada nesse momento.
Agora chovia, mas era como se a tempestade fosse calma, um lugar calmo, que somente existe os dois no mundo.
tinha roubado o coração de , ele a deixava sem fôlego a cada beijo que dava.
And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this
And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this
Cause you're all I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
Everything, everything
estava pensando a mesma coisa, era isso, ele tinha certeza.
Ele precisava dela, assim como ela dele.
Os dois foram feitos um para o outro.
CAPÍTULO 12
- , essa música é tão perfeita. – disse se jogando no sofá.
- Verdade, essa música me lembra de uma coisa. – disse coçando a sua testa.
- Lembra do que? – perguntou interessada.
- De que eu preciso mais de você, , do que de qualquer outra pessoa. – falou sentando-se ao lado dela. sorriu sem graça.
- Como as coisas mudam. – comentou . – Pra mim, quando eu te conheci, você era um homem qualquer, mas com esse tempo em que saímos juntos, você foi se tornando uma pessoa especial. Sabe? Que está sempre do meu lado.
- Você é tudo na minha vida, , eu nunca vou te esquecer. – disse antes de encostar os lábios macios nos lábios grossos de .
O beijo ficava mais intenso quando deitou no sofá colocando uma de suas mãos embaixo da camisa dela.
apertava o cabelo de e o bagunçava fortemente.
brincava com a sua língua devagar, sentindo o gosto de a cada vez que ele encontrava a língua dela.
estava praticamente sem fôlego. Agora , com as suas duas mãos, num movimento rápido tira a camisa dela e a joga em qualquer canto da sala.
arranha a barriga de tirando alguns arrepios dela.
chega ao pescoço dele e começa o beijá-lo deixando extremamente nervoso.
Porém um único problema restava.
estava indo rápido demais, querendo tirar tudo de .
ficou preocupada, ela não era assim, mesmo o conhecendo a pouco tempo ele estava indo longe demais.
- . – murmurou percebendo que ele desabotoava a sua calça jeans. – , pára com isso. – ela avisou.
- Ahn? Que? Você falou comigo? – perguntou ele todo atrapalhado.
- Aham, eu acho muito cedo, , para nós dois. – respondeu .
- Tudo bem minha linda, eu faço o que você mandar. – disse ele se levantando do sofá.
ficou um pouco com vergonha, mas ela estava certa, não era a hora ainda.
Ela levantou-se também do sofá e foi vestir a sua camisa e abotoar a sua calça.
- Eu acho melhor eu ir, . – avisou .
- , é melhor você ficar aqui, está chovendo. – disse .
- Mas eu não quero incomodar.
- E desde quando você incomoda? – perguntou fazendo uma carinha fofa.
sorriu e o abraçou fortemente.
- Que tal assistir um filme? – sugeriu .
- Ótima idéia, ! – disse animada.
- Me deu vontade de assistir o Exorcista.
- Ah não, , eu tenho medo. – choramingou.
- Eu não acredito que você tem medo de filme de suspense. – disse rindo.
- Eu tenho, tá? – mostrou a língua, fazendo bico logo em seguida. achou graça e deu um selinho demorado.
- Qualquer coisa eu te protejo, . – fez uma cara fofa.
- Tá bom, vai, se eu tiver com medo de noite você vai ver só. – disse e riu.
- Vou pegar colchão pra gente dormir aqui na sala. – disse antes de ir para o quarto.
Depois de meia hora os dois estavam deitados no colchão que havia pegado.
O filme estava passando ainda, morria de medo, ainda mais quando a menina do exorcista desceu das escadas de cabeça para baixo. deu um berro e se escondeu de baixo do braço de .
- Calma, não precisava ficar tão apavorada assim. – disse mexendo no cabelo dela.
- , você não acabou ver? Essa cena é a que eu mais me assusto! – exclamou ainda continuando embaixo do braço dele.
- Você quer parar de ver o filme?
- Eu não disse isso, mas você vai ter que me aturar depois. – disse voltando à posição normal.
bufou rindo.
Uma hora e meia havia se passado, não estava mais agüentando de tanto sono, então ela dormiu sentindo a mão pesada de na sua cabeça fazendo de leve um cafuné que tanto adorava.
Por ele passava a vida inteira olhando dormir.
Ela parecia um anjo, quer dizer, ela parece, com aqueles olhos azuis e o seu cabelo loiro.
era uma garota perfeita.
se mexia de um lado para o outro. O filme não havia ajudado em nada a deixar ela dormir.
Tudo que via na sua cabeça era a menina do exorcista.
A chuva lá fora não ajudava e aumentava cada vez mais, alguns relâmpagos apareciam, o que fazia com que tremesse ainda mais.
Ela estava abraçada com de conchinha, e quando dava um relâmpago ela o abraçava forte, mas mesmo assim não ajudava.
saiu da posição de conchinha e se virou para percebendo que ela estava acordada.
- Ainda está com medo? – perguntou preocupado.
apenas respondeu concordando com a cabeça.
- Canta pra mim? – perguntou fazendo uma cara fofa. não agüentou e apenas concordou começando a cantar.
'Cause everytime I breathe I take you in
And my heart beats again
Baby I can't help it
You keep me drowning in your love
Everytime I try to rise above
I'm swept away by love
Baby I can't help it
You keep me drowning in your love
foi fechando os olhos delicadamente quando escutou essa música.
Era uma música velha dos Backstreet Boys, porám aquele ritmo de música ajudava ela dormir.
Ela sentiu fazer carinho nas suas costas enquanto ele cantava.
Aquele clima estava perfeito, e havia se esquecido de tudo, até das partes mais aterrorizantes do filme.
a fazia esquecer-se de tudo.
Se o mundo acabasse nesse momento, morreria feliz ao lado da pessoa que ela mais gostava.
Continua...Capítulo 7.
Encerrei o beijo e demorei alguns segundos para abrir os olhos outra vez. Quando o fiz, encontrei um par de olhos azuis me encarando. Senti minhas bochechas ficarem vermelhas e dei um sorrisinho sem graça.
- Sabia que você fica linda quando está sem graça? – ele disse me dando um beijo na bochecha e eu fiquei mais sem graça ainda.
- Eu acho que devo dizer obrigada. – sorri e ele me puxou para um abraço meio desajeitado.
Fiquei algum tempo ali inalando seu perfume, que ficava melhor a cada minuto, me lembrei na hora de que ele tinha uma namorada e me soltei dele em um pulo.
- ? O que foi? – ele perguntou estranhando a minha reação e eu fiquei um pouco desconcertada, olhei para os lados tentando encontrar minha futura salvação e vi Josh andando na nossa direção, respirei um pouco aliviada e me voltei para .
- Er... Vou beber alguma coisa, dançar um pouco... – me agarrei ao braço de Josh e dei as costas para ele. Pouco me importava de que ele ia me achar uma louca – Te encontro depois. – gritei, mas não sei ao certo se ele ouviu.
Caminhei com Josh até a cozinha e ele me olhou sem entender.
- Longa história. – respondi a cara de interrogação dele e ele deu de ombro, abrindo a geladeira e tirando duas cervejas de lá e me entregando uma. Eu me perguntei onde havia deixado a cerveja que me dera e pouco me importei em tentar lembrar quando Good Girls Go Bad do Cobra Starship começou a tocar. Eu olhei para Josh, que me olhou sorrindo e me puxou para dançar.
Algumas pessoas cantavam junto com a música e eu não fazia diferente, qual é, a voz de Gabe Saporta era tudo que eu precisava ouvir naquele momento. Josh passou suas mãos pela minha cintura e piscou para mim, não entendi muito bem o que ele quis me mostrar com aquele gesto, mas ele deu um giro de 180º e eu pude ver encarando nós dois dançando enquanto falava com ele.
Não que eu quisesse me insinuar para ele ou qualquer coisa do tipo, mas ao ver que ele me observava, comecei a requebrar e a fazer movimentos sensuais, usando e abusando de Josh.
Josh, que ora mordia o lábio inferior, ora gargalhava, contribuía para o meu momento de loucura. Olhei para ele e pisquei, ele afundou um pouco seu rosto em meu pescoço e eu me inclinei um pouco para trás.
Olhei para e ele mantinha um sorrisinho no canto de sua boca, não era malicioso nem cheio de segundas intenções, era um sorrisinho normal, como de alguém que estivesse gostando daquela loucura toda.
A música foi terminando e eu parei de dançar, dando um beijo estalado na bochecha de Josh e bebendo um longo gole da minha cerveja.
- , eu juro, se eu não estivesse tão a fim de outra pessoa, eu teria agarrado você na primeira passada de perna. – Josh disse e eu gargalhei, dando um tapa em seu ombro em seguida.
- Seu bobo. – me virei discretamente para onde estava e não o vi, me virei pra Josh e fiz uma careta, ele deu de ombros e me puxou para dançar Lost In Stereo do All Time Low, que começava a tocar.
- Esquece ele e me mostra do que você é capaz. – Josh disse no meu ouvido e eu olhei para ele com um sorrisinho malicioso. Dei uma mordida em sua bochecha e nós recomeçamos a dançar.
Já passava das quatro horas da manhã e tudo que podia ser visto era copos e papéis coloridos por toda a sala e escada, no som tocava uma música no volume baixo e nós (eu, , Josh e Katie) estávamos com sacos de lixo e vassouras limpando toda a bagunça.
Não me lembro de ter visto desde o começo da festa ou depois que ele me viu dançando. Eu só me lembro de ter dançado muito e ter conversado com várias pessoas diferentes e legais das quais eu não lembro os nomes.
- And I wait 'til I'm on my own and I wait for you to see… - eu cantava junto com a música e isso parecia fazer o tempo passar mais rápido, eu não estava com um pingo de sono e parecia que ninguém que estava ali comigo também estava.
- . – chamou e eu levantei minha cabeça do monte de copos para olhar para o dono daquele nome. Ele entrava pela porta meio bêbado e com um roxo enorme no pescoço. Desviei meus olhos dele e voltei a juntar os copos.
Aquele roxo devia ter sido obra de uma ótima noite com a namorada. Me senti uma ridícula.
Eu jamais iria ser mais do que a amiga da irmã. Como eu pude ser tão burra? Ele tinha namorada, nunca iria querer nada com uma garota feito eu. Uma garota de vinte e um anos que estava no penúltimo ano da faculdade. Uma garota que não era tão bonita quanto a namorada, nem tão gostosa ou tão magra e fina.
Senti meu estômago dar voltas e algumas lágrimas se formarem nos meus olhos. Tentei respirar fundo para conseguir aguentar a vontade de chorar que havia me dado e acabei derrubando o saco de lixo no chão, espalhando todos os copos outra vez, fazendo todos olharem para mim.
- Me desculpem, eu só... – tentei falar, mas minha garganta estava com um nó enorme e eu não consegui, dei as costas e eles e subi as escadas rapidamente.
- Ela bebeu um pouco demais ontem. – pude ouvir Josh dizer antes que eu fechasse a porta do quarto e me jogasse em cima da cama.
Senti alguém passar a mão pelos meus cabelos e abri os olhos lentamente tentando me acostumar com a claridade do ambiente.
- Acho que tá na hora de acordar. – ouvi a voz de dizer e abri os olhos, rapidamente me sentando na cama – Calma, .
- Desculpa , achei que fosse o Josh ou a . – fiz um coque frouxo no cabelo e olhei para o relógio no criado mudo, já eram seis horas da tarde – Nossa, eu nem dormi.
- Você foi a que acordou mais cedo. – ele riu – Ainda tá todo mundo dormindo e eu acabei de levantar e vim falar com você e você ainda estava dormindo e me desculpe te acordar, mas é que eu queria mesmo falar com você e...
- , calma. – eu ri do desespero dele – Tudo bem, eu nem ligo. O que foi?
- A é uma pessoa incrível, não é? – ele disse receoso e eu tentei imaginar aonde ele queria chegar.
- Sim, a é a irmã que eu nunca tive. – ele assentiu e começou a fazer gestos desconexos com as mãos.
- Eu teria alguma chance com ela? – ele me perguntou e eu deixei meu queixo cair surpresa.
- Vo-você quer pegar a ? – ele riu sem graça e eu, sem consegui me conter, caí na gargalhada.
Imagina, a fim da minha amiga, que arrastaria um bonde por ele.
- Sabe , a é meio difícil, mas acho que você consegue. – menti. pularia no pescoço dele na primeira oportunidade que tivesse.
Ele assentiu e se deitou na cama, olhei para ele, que encarava o teto, e sorri. Quando foi que eu morri e fui para o céu? Era mesmo deitado na minha cama? Eu tinha mesmo beijado ?
.
A noite anterior veio com tudo na minha cabeça e eu comecei a reviver tudo aquilo mentalmente, o colar, o beijo, o roxo no pescoço...
- ? – me chamou e eu olhei para ele meio pensativa – Você ouviu o que eu disse?
- Desculpa, não. – Fiquei sem graça e ele sorriu.
- Fui eu quem escolhi a cor do colar...
- Como assim? Que colar? – me fiz de desentendida e ele se sentou novamente, fazendo uma careta para mim.
- O pediu para que eu fosse com ele comprar o colar, e o fundo dele, se você reparar, é colorido. – ele apontou para o colar no meu pescoço e eu o peguei e olhei atentamente, era verde bem clarinho e só prestando bastante atenção para reparar – O queria dar o rosa, mas não achei que rosa combinasse com você.
- Eu não devia ter aceitado esse colar, vale uma fortuna. – eu disse me jogando nos travesseiros e deu uma risadinha abafada.
- O me disse que tá confuso, ... – ele disse baixo e eu senti meu estômago afundar. Fiquei em silêncio esperando ele terminar de falar, minha respiração já começava a ficar um pouco mais acelerada e minhas mãos, nervosas, procurando por alguma coisa que as segurasse – Ele disse que você não sai da cabeça dele.
- Mas o não deveria dizer essas coisas, . – respondi meio desesperada – Quero dizer, ele namora a Geórgia, não pode dizer que não me tira da cabeça, ela é um superstar, não pode querer nada com uma garota feito eu. Eu não sou metade do que a namorada dele é e...
- , que idiotice é essa? – ele me repreendeu e eu fiquei quieta – Você não conhece a namorada dele, ninguém é melhor que ninguém e não é ela que vai ser melhor que você, nunca mais repita isso. - assenti com a cabeça e ele respirou fundo, passando a mão pelos cabelos – Ok, eu não devia ter falado assim, é só que você se colocou tão lá em baixo que eu não aguentei, você é mais que isso .
- Tudo bem, . – passei a mão por seu braço mostrando que estava realmente tudo bem – Sempre fui assim, sou uma idiota.
- Sério, pára com isso, se não farei cócegas em você até você fazer xixi na roupa. – ele disse fingindo de sério e tentando segurar o riso. Tentei segurar o riso também e alguns segundos depois voltamos a ficar em silêncio.
- Então...
- Ele também me disse que...
- , não acho legal isso...
- Ele também me disse que não sabia se teria alguma chance com você e que não conseguiria terminar com a Geórgia. – disse sem se importar com o que eu ia falar e em seguida olhou para mim. Eu devia estar sem nenhuma expressão. Mas que expressão se tem depois que se ouve uma coisa daquelas? – Ele está realmente muito confuso.
Encarei um ponto fixo no edredom e respirou fundo, se levantou da cama, me deu um beijo na testa e já ia saindo pela porta quando eu me lembrei de e resolvi falar.
- E você está tão confuso quando o , não está? – ele me olhou e sorriu sem graça – Obrigada por ter me dito isso, . - ele piscou para mim e saiu do quarto, me deixando sozinha com meus pensamentos.
Continua.
N/A: Hey, eu sei que o capítulo ta meio pequeno e não ta lá essas coisas, mas eu prometo compensar no próximo.
Vai demorar um pouquinho pra ele sair, porque agora eu to trabalhando e são 12 horas por dia e eu chego em casa esgotada, o pior é que meus amigos ainda cobram a minha atenção... Não que eu me importe com isso... Mas, quase não tenho tempo pra ficar no pc mais :/.
Enfim...
Quero agradecer a Bih por ter a paciência de betar a minha fic. HAHAHAHA. Obrigada, mesmo, mesmo.
E me perdoem a demora.
Xx
@ohpah_ N/B: por nada, sugar ;)
qualquer erro, por favor: bih_hedegaard@hotmail.com
obrigada!