Seven -- Wrath
autora: Anne White || beta: Paah Souza.


P.UpInL.Era uma manhã agradável na casa da família null. Um churrasco que o homem da família, George null, estava fazendo para comemorar um ano de casamento com sua nova esposa, Abigail. Agora mais um ano como Abigail null. Os convidados conversavam alto, falando de assuntos diversos, mas sempre comentando como Abigail parecia radiante e como George voltara a sorrir. Os pais do casal estavam sentados na mesa de madeira com bancos compridos, todos relembrando os tempos da década de 30 – aqueles mesmos assuntos das nossas aulas de História. Já perto da churrasqueira de pé, estava George, pagando de churrasqueiro, null, o filho de Abigail, sentado numa cadeira de madeira com a namorada de dois meses, Victoria, em seu colo.
P.UpInL.Do lado oposto do casal 20, estava a menina null null, filha de George, sentada numa posição desconfortável, rabiscando em seus cadernos de desenhos. Olhava na direção de null, decorando cada traço de seu rosto, cada detalhe de seu corpo. Admirava como ele conseguia ser tão perfeito sem fazer nenhum esforço. Ela desenhara null sentado, todo lindo, na cadeira de madeira, com sua lata de cerveja na mão e no lugar da namorada piranhinha dele, colocou uma loira oxigenada com o pescoço cortado e a cabeça rolando no chão.
P.UpInL.null sorriu vitoriosa, erguendo uma sobrancelha. Era daquele jeito que Victoria deveria estar a muito tempo. Morta.
P.UpInL.Ela não conseguia se esquecer de como fora quando null chegou na casa de seu pai, junto com sua mãe chata e com mania de arrumação. Ele estava lindo, vestindo uma camisa Element azul, uma bermuda cinza e tênis largos brancos. Tinha uma mochila nas costas, uma capa de laptop nos braços e olhou para ela com um sorriso sem graça. Naquela época, ele tinha 17 anos, e ela, 16. null lembrava até do que tinha pensado quando o viu pela primeira vez. “Esse é o cara mais lindo que já conheci em toda a minha vida”, e até hoje, null não mudou de opinião. Depois de namorar mais ou menos três garotos, ela não conseguia ver ninguém mais bonito do que null.
P.UpInL.null era um típico garoto popular. Mesmo depois de se mudar para a casa de George, na parte Leste de Londres, e mudar de colégio, em menos de dois meses, null já estava popular de novo. Tudo por causa de uma banda. E null sempre dizia em seu diário como null ficava um tesão segurando um violão quando sentava na varanda de seu quarto só para tocar, ou como ela queria que null a jogasse em sua cama, os dois com seus corpos grudados e suados...
P.UpInL.Seus pensamentos foram interrompidos por um tapa no ombro que recebeu de sua melhor amiga de infância, null null.
P.UpInL.- Você não consegue ser mais discreta para babar pelo seu irmão, não é? – sussurrou ela, sentando-se atrás de null na espreguiçadeira.
P.UpInL.- Eu não estava babando... Por ele. – disse null, tentando esconder o desenho da amiga, apertando o caderno contra o peito.
P.UpInL.- Imagina, você desistiu do null e começou a ter uma quedinha lésbica pela Victoria, claro.
P.UpInL.- Cala essa boca, null! – gritou ela, rindo alto.
P.UpInL.Sentiu o olhar de null sobre ela e null puxou um pouco o short jeans para cima, na esperança de provocar null de modo discreto. Sendo que nunca era discreto. Mas não importava de nada para null, desde que null a olhasse. Virou um pouco o rosto para null, ainda com os olhos fixos nos de null.
P.UpInL.- Olhe a reação dele. – sussurrou null.
P.UpInL.Puxou um pouco mais o short, revelando por entre a barra do short que não era colado ao corpo que estava sem calcinha. Ela sempre fazia questão de ficar sem calcinha quando tinha oportunidade de provocar null. Para uma adolescente de 17 anos, ela tinha os hormônios a flor da pele, mas ainda era virgem. null dizia que o homem de sua vida era null, que ela esperaria o tempo que fosse. Mesmo que isso fosse um tanto quanto... Brega.
P.UpInL.null estremecera na cadeira com Victoria em seu colo, ficando desconfortável ali. Cruzou as pernas, tentando esconder a ereção da namorada e de null. Mais de null do que da namorada. null não admitia de jeito algum que null percebesse que tinha algum poder sobre ele. Era óbvio que ela tinha um baita poder.
P.UpInL.- Eu já volto, amor. – disse null, seco.
P.UpInL.Levantou-se da cadeira, quase deixando Victoria cair no chão com sua pressa. As imagens de null com as pernas abertas e sem calcinha vestindo aquele short mínimo foram se formando em sua cabeça e ele não estava agüentando aquilo. Passou pela porta de vidro dos fundos que dava para a sala de jantar, percorreu a sala de estar e correu pela escada, pulando de dois em dois degraus. A ereção dentro de sua bermuda agora parecia pulsar. Parou na porta de seu quarto, esperando se distrair um pouco. Encostou-se na porta, fechando os olhos e torcendo para que sua ereção acabasse logo. Ele tentava botar imagens broxantes na cabeça – como o dia em que a vovó se animara demais e entrara na piscina com um biquíni inapropriado -, mas a imagem de null com as pernas abertas para ele, se tocando como uma ninfeta de filme pornô vinha à tona em sua mente.
P.UpInL.Pervertido.
P.UpInL.Sentiu uma mão delicada tocar-lhe as coxas, chegando em sua ereção com uma rapidez inexplicável. null soltou a respiração pesada num suspiro alto e abriu os olhos ao sentir uma respiração quente batendo contra seu pescoço. null massageava o membro de null por cima da calça, dando beijinhos de leve em seu pescoço e sussurrando obscenidades ao pé de seu ouvido.
P.UpInL.- Por que não consegue admitir que se excita fácil só de me ver sem calcinha, hun? – murmurou, apertando a ereção de null em sua mão, mordendo o lábio. – Eu sei que você se imagina entre as minhas pernas, me penetrando naquela velocidade violenta que você tanto gosta... – ela lambeu o pescoço do mais velho.
P.UpInL.O rapaz estava entregue na mão dela, só null para saber seu ponto fraco. Com a outra mão habilidosa, abriu o botão e o zíper de seu short jeans e procurou a mão de null. Levou-a até dentro de sua peça de roupa, afastando um pouco as pernas. null começou a movimentar seus dedos na intimidade de null, enquanto ela começava a gemer baixinho em seu ouvido, pedindo por mais toda vez que ele ameaçava diminuir o movimento de seus dedos. Mesmo louco de tesão como null estava, ele a respeitava, somente estimulando-a no clitóris em vez de penetrá-la, como ele faria se fosse Victoria. Por mais pervertido que null fosse por trás de sua carinha de anjo, com null tudo era diferente.
P.UpInL.null começou a movimentar seus quadris a fim de provocar o meio-irmão, mordendo o lábio para abafar um gritinho. Ela levou a mão até o botão e o zíper da bermuda de null, puxando um pouco para baixo a peça de roupa junto com a boxer. Sorriu maliciosa ao ver o membro duro do rapaz, parecendo pulsar em sua mão, com null olhando-a com toda a luxúria alojada em seu olhar. Envolveu o pênis de null com a mão delicada, começando movimentos para cima e para baixo, arranhando de leve sua virilha e o vendo apertar os olhos.
P.UpInL.- Goza pra mim. – sussurrou ela, mordendo o lóbulo da orelha do irmão, levando a outra mão para dentro de sua camisa, arranhando com força o abdômen definido de null. – Você sabe que quer. – ela riu maliciosa e deu um gritinho ao sentir null penetrar a ponta do dedo em sua entrada como uma provocação. – Continue, amor.
P.UpInL.Mas antes que eles pudessem chegar ao ápice juntos, null parou, empurrando gentilmente null e entrando em seu quarto correndo. Ele ia bater uma punheta, não tinha como se segurar naquele estado. Mas não podia deixar que null o fizesse gozar. Ela nunca fizera antes, ele não se entregaria agora.
P.UpInL.Eles sempre faziam aqueles joguinhos de provocações, sempre com null no controle. Eles sabiam que era totalmente errado, que eram da mesma família, mas era inevitável. null causava efeitos estranhos em null, assim como a menina loira de olhos azuis com aparência de anjo lhe causava coisas nas suas “áreas baixas”. Eles tinham de fingir que nada acontecia, mas null estava completamente louca por null e sabia que talvez ele pudesse não sentir o mesmo. Mas que enquanto isso, ela poderia muito bem provocá-lo para conseguir o que quisesse dele.
P.UpInL.Sempre que tinham uma oportunidade, eles estavam se tocando quase sem roupa em algum lugar da casa ou até em lugares públicos. null já perdera as contas de quantas madrugadas null apareceu em seu quarto com seus pijamas curtinhos e blusinhas brancas quase transparentes, pedindo para ele lhe tocar. Quantas vezes ela invadiu um banheiro masculino, indo atrás do meio irmão só para masturbá-lo por alguns minutos. Eram aqueles momentos que null nunca conseguia tirar de sua cabeça. Como uma menininha tão inocente conseguia deixá-lo louco daquele jeito? Se perguntava de vez em quando quantos filmes pornôs ela assistia por mês.
P.UpInL.Ele se trancara no banheiro de seu quarto, escorregando pela porta. De imediato, levantou um pouco o quadril, abaixando as calças e suas boxers num movimento rápido até os tornozelos. Levou a mão áspera e grande até seu membro, resmungando ao sentir a falta do toque delicado de null. Mordeu o lábio devagar ao iniciar os movimentos lentos, provocantes, como null os fazia (muito bem, diga-se de passagem).
P.UpInL.A menina abriu a porta pintada de branco do quarto de null devagar, olhando em volta. Reparou a porta do banheiro fechada e sorriu maliciosa, entrando no cômodo em passos lentos, olhando tudo em volta. Todos os pôsteres nas paredes, os instrumentos no canto, o laptop que nunca se desligava na mesa de frente para sua cama de casal. Na mesinha de cabeceira, ao lado da cama, tinha a coleção de camisinhas de null na segunda gaveta. Ela sempre roubava uma e jogava na cara de null só para rir.
P.UpInL.Seus pensamentos foram cortados quando ouviu um gemido num som alto o bastante vindo do banheiro. Era ele.
P.UpInL.null aumentava os movimentos aos poucos, apertando os olhos. Sua ereção parecia pulsar como antes, precisando ser estimulada. Chegava a ser desconfortável, não era o mesmo toque que ele pedia, que ele queria. Trincou os dentes, sentindo a dor aguda no maxilar. Murmurava o nome de null entre os gemidos, tombando a cabeça para trás, deixando-a apoiada e relaxada na porta.
P.UpInL.null encostou a cabeça contra a porta branca, ouvindo os gemidos de null num volume bom. Mordeu o lábio para segurar uma risada. Seu poder sobre null estava melhorando. Ela não tinha o coração, mas o pinto por enquanto era suficiente. Só por enquanto. Se sentou no chão, terminando de abrir o short jeans da forma adequada e levantou o quadril, empurrando-o para baixo com as mãos. Levou as mãos lentamente para sua intimidade, sentindo os dedos gélidos contra sua entrada. Soltou um breve suspiro, fechando os olhos e deixando que sua imaginação deixasse com que ela pensasse em null ali em sua frente, a estimulando de um jeito que ninguém faria.
P.UpInL.Já o mais velho estava numa velocidade mais avançada de seus movimentos, esperando mais do que tudo que assim que se aliviasse, que a imagem de null completamente aberta e se oferecendo para ele sumisse de sua cabeça. Era quase inevitável, ela fazia aquilo de propósito e null era homem! Nenhum homem agüentaria ficar vendo aquilo sem pelo menos cogitar a idéia de um cinco contra um. (n/a: pra quem não sabe, é um “apelido” pra masturbação, EURI).
P.UpInL.O short jeans de null agora estava mais afastado. Ela havia afastado um pouco mais as pernas, permitindo uma estimulação mais intensa, assim como null fazia. Seus gemidos eram mais altos, ela tinha os olhos apertados e os lábios vermelhos de tanto mordê-los. Os movimentos dos dedos ágeis foram aumentando gradualmente assim que os gemidos de null eram mais altos. Se ela pensasse bem, eles podiam estar fazendo sexo sem tocar um ao outro, aquilo até que podia funcionar...
P.UpInL.Os movimentos de dedos e mão dos dois era extremamente intenso, eles podiam sentir a sensação do prazer extremo próximo o bastante para permitir que seus gemidos saíssem roucos, porém altos. null trincou os dentes após o longo espasmo de prazer e os arrepios que sentiu ao ouvir um gemido alto do outro lado da porta. Um gemido que ele adorava ouvir. null agora estava deitada no chão, o short deixado de lado, com as pernas afastadas e costas arqueadas. Os olhos estavam apertados enquanto esta mordia o lábio inferior sem parar. Os movimentos de seus dedos foram aumentando, se tornando cada vez mais urgentes e uma onda de calor atingiu seu corpo violentamente. null gritou quando chegou ao seu ápice, logo em seguida ouvido um grunhido de null.
P.UpInL.O rapaz olhava derrotado para o nada enquanto se recuperava de uma das melhores punhetas de sua vida. Digamos que o motivo a tornava especial.
P.UpInL.
P.UpInL.

P.UpInL.- Não pode me evitar para sempre. – disse null, assustando null.
P.UpInL.null remexia em seu armário no corredor abarrotado de pessoas do colégio. Era o fim de apenas um dia do início de mais um ano naquela “prisão”, como null chamava carinhosamente. null, como sempre, estava com seus cadernos de desenhos e textos apertados contra o peito. Ela não era lá a garota mais popular do colégio, mas gostava de ser chamada só de gostosa pelo time de lacrosse da escola. Ela tinha um sorriso enorme no rosto, o que deixava null um pouco nervoso.
P.UpInL.Desde que eles ouviram um ao outro gozarem, separados somente por uma porta, uma semana antes, null e null não trocavam mais do que um “oi”, “bom dia” ou “tchau”. E aquilo havia deixado null de saco cheio e entediada. Sem contar que ficar sem falar com null lhe partia o coração. Coitadinha.
P.UpInL.- Não estou te evitando.
P.UpInL.- Ah, claro. A quem está tentando enganar, null? – ela ergueu uma sobrancelha, o desafiando.
P.UpInL.- Por que não cuida da sua vida pelo menos uma vez na vida, null? – agora ele parecia irritado.
P.UpInL.null vestiu o moletom verde da Hurley, pegando a mochila do chão, e passou uma alça pelo ombro, cada movimento sendo acompanhado pelos olhinhos azuis da menina com cara de anjo. Ela balançava o corpo de um lado para o outro igual a uma criança impaciente esperando por seu doce. E nós sabemos que doce null null queria. null a encarou uma última vez antes de andar em direção às escadas, torcendo para ir embora sem a companhia da menina e trancar-se em seu quarto. Sem pensar nela, claro.
P.UpInL.- Nós podemos continuar com esse joguinho a semana toda, null, mas sabemos quem vai vencer. – disse ela, o acompanhando.
P.UpInL.O rapaz acelerou os passos, agora pulando degraus da escada. Alguém que pudesse salvá-lo daquela situação seria ótimo.
P.UpInL.- Você não desiste? – disse ele, parecendo mais alterado e rude.
P.UpInL.- De você? – retrucou, provocante.
P.UpInL.null aproveitou que chamou a atenção de null e o empurrou gentilmente contra a parede mais próxima, deixando todos os cadernos caírem no chão. Quem ligava para os cadernos quando null “Tesão” null estava bem à sua frente? Levou as mãos ágeis para dentro do moletom e da camisa de null, cravando de leve as unhas contra seu abdômen, sentindo os músculos do rapaz se enrijecerem. Os lábios levemente rosados se repuxaram num sorriso de lado e um tanto malicioso.
P.UpInL.As mãos de null agarraram os pulsos de null, retirando-as de sua pele imediatamente, antes que seu toque lhe causasse algum efeito.
P.UpInL.- Quer parar com isso? – disse ele entre dentes, provocando uma risada maliciosa da parte de null.
P.UpInL.- Ah, vamos null, por que não admite logo que se excita fácil na minha mão, hun? – ela soltou-se facilmente das mãos ásperas de null, descendo as suas pelo abdômen do rapaz e chegando ao bendito lugar, sentindo o suspiro trêmulo de null bater em seu rosto. Ele estava estático na parede enquanto a menina colava o corpo mais ao dele, agora aproximando os rostos dos dois.
P.UpInL.null beijou-lhe o queixo de leve, seguindo para a mandíbula e continuando a distribuir beijos pela lateral do rosto perfeito do rapaz até chegar à sua orelha, onde roçava os lábios, deixando um gemido proposital escapar, rindo maliciosa. Disfarçando com o corpo, ela movimentou lentamente a mão sobre o membro de null por cima de sua calça, o vendo tombar a cabeça na parede e pestanejar nervoso. Ela riu, o sorriso nada gentil em seu rosto fazendo o corpo de null pinicar. Mas que merda, pensou ele.
P.UpInL.null apertou os olhos com força, empurrando-a de forma brusca quando viu a figura de Victoria vestida numa mini saia caminhando confiante pelo corredor. null o encarou com um olhar fulminante e o rapaz se assustou. A menina se agachou no chão para juntar seu material largado de qualquer maneira no chão enquanto Victoria se aproximava. Esta olhou para null, revirando os olhos e passou um dos braços pelo pescoço de null, apoiando a lateral na parede em que o namorado estava.
P.UpInL.- Oi, bebê. – disse ela com uma voz manhosa que fez null fingir uma ânsia de vômito.
P.UpInL.A menina se levantou, passando a alça da mochila pelo ombro. Deu um olhar significativo para null e um sorriso cínico para a loira de merda do lado de seu homem. Seguiu caminhando pelo corredor até a saída do colégio, uma raiva louca alojada em seu peito. O ódio era tão forte que ela sentia que podia esmagar a cabeça de Victoria entre os dedos. Mordeu o lábio, respirando pesadamente. Ela iria se arrepender no momento em que null fizesse sua vida se tornar um inferno.
P.UpInL.
P.UpInL.

P.UpInL.Mais uma vez null e null ficaram sem se falar. Ela sabia o porquê e também não queria mais falar com ele. E aquilo doía em null, por mais que ele já tivesse – tentado – fazer o mesmo. Ficar sem null por perto o machucava mais do que ele podia imaginar, e aí jogava toda sua frustração numa noite de sexo com Victoria... E a melhor parte? Ela não se importava nem um pouco.
P.UpInL.Ele não podia fingir que não era null que tinha em sua cabeça a cada investida. Era o nome dela que ele sempre evitava que saísse de seus lábios entre seus gemidos. Era nela que ele pensava para se excitar. E doía quando ela estava longe ou todas as vezes que ela virava a cara quando null a olhava com um sorriso simpático e sincero. E aquilo continuava em qualquer lugar onde os dois estivessem. null estava a ponto de enlouquecer caso null continuasse com todo aquele fogo no cu.
P.UpInL.E foi numa tarde em que null ficaria na casa de null para estudar para algum teste, prova ou o que fosse. A casa estava vazia e silenciosa, a única coisa que se podia ouvir era o canto dos pássaros do lado de fora. Mas não por muito tempo. Um estrondo contra o vidro da porta do quintal ecoou pela casa e uma risadinha maliciosa pode se ouvir em seguida. As mãos rápidas de null escorregaram pela cintura de Victoria, subindo-as pela pele quente para dentro da blusa fina e branca quase transparente. Os lábios avermelhados da menina grudavam aos do rapaz com certa urgência, soltando suspiros enquanto descia as mãos pelo peito de null. Sorriu maliciosa com os lábios roçando aos de null ao sentir a ereção bem evidente por cima de sua calça e mexeu as mãos rapidamente para arrancar-lhe o cinto que prendia suas calças largas sem muito sucesso.
P.UpInL.null a afastou rapidamente, abrindo a porta de correr do quintal e entrando na casa. Puxou a menina pelo quadril e Victoria rapidamente levou os lábios ao pescoço de null, distribuindo chupões e leves mordidas por toda a pele branquinha. Subiram as escadas de forma desajeitada sem descolar os corpos um do outro, tropeçando em seus próprios pés. Ao chegarem ao corredor longo e estreito dos quartos, null riu baixinho com sua idéia de provocar alguma raiva em null. Era o único jeito de ele falar com ela, mesmo que fosse com null gritando e correndo atrás dele com uma faca, como uma psicopata. (n/a: sim, lembre-se daquela foto louca do Danny. HAUHAU)
P.UpInL.Empurrou gentilmente o corpo de Victoria contra a primeira porta do corredor, jogando-a sobre a cama de casal com um cobertor azul celeste cheio de nuvens cinzas felizes com raios coloridos. Deitou o corpo delicadamente sobre o da namorada, apoiando-se nos antebraços enquanto levava as mãos até os cabelos dourados brilhantes. Penetrou a língua por entre os lábios de Victoria, correndo as mãos pelas laterais de seu corpo, rapidamente retirando a blusa e jogando-a em qualquer lugar, sem preocupação alguma.
P.UpInL.- Que quarto é esse, bebê? – disse ela entre os suspiros, reparando na mobília e nas paredes azul piscina. Os pôsteres ela até poderia confundir com os de null, mas o mural de fotos post-its coloridos era muito feminino para ele.
P.UpInL.- Não importa. – disse ele com a respiração pesada, suspirando entre os beijos no pescoço de Victoria. – Eu não ia agüentar esperar chegar ao meu quarto.
P.UpInL.Riu malicioso, sendo acompanhado da namorada.
P.UpInL.null desabotoou de forma violenta os botões da saia jeans de Victoria, puxando-a para baixo enquanto se ajoelhava na cama. Victoria o encarava com o olhar transbordando de desejo. Era inevitável se sentir daquele jeito perto de null. Ele sabia muito bem o que fazer com uma mulher e como fazer.
P.UpInL.
P.UpInL.

P.UpInL.null empurrava com a maior dificuldade a porta da frente com as costas, segurando dois sacos de papel entupidos de besteiras. Era dia de ressaca de null null e ela adorava se trancar no quarto para comer besteira e tentar botar em sua cabeça o quão idiota ele era, repetindo aquilo como uma lavagem cerebral. Que nunca funcionava. Era inevitável não amá-lo. Ele era perfeito demais, mesmo que não prestasse – afinal, que irmão come a própria irmã? Ela bufou ao ver a mochila de null largada próxima a escada junto com a bolsa de marca de Victoria. Legal, agora ela precisaria ouvir música no último volume para não ter que ouvir os gemidos altos vindos do quarto do irmão. Devia ouvir Spice Girls, de preferência uma música bem broxante como Wannabe.
P.UpInL.Subiu as escadas quase que arrastada. Não estava com saco para aquilo. Por incrível que pareça, ignorar null era mais complicado do que ela podia imaginar. Suspirou fundo ao lembrar-se de como aqueles olhos a olharam durante aquela semana. De como ele sorria e de como ele parecia querer agradá-la todas as manhãs, dizendo um “bom dia” super meigo. Ao arrastar os pés pelo corredor estreito, pode ouvir os gemidos altos e desesperados. Se ela não soubesse que Victoria estava em casa, acharia que tinha talvez um gato morrendo no quarto de null.
P.UpInL.Mas os gemidos estavam mais altos na medida em que ela caminhava sem vontade na direção do quarto. null franziu o cenho e sentiu a respiração saindo pesada. Ah, não, não podia ser. Os dedos se fecharam em volta do papel dos sacos e ela trincou os dentes, um ódio incontrolável se alojou em seu peito, crescendo com o tempo. null chutou a porta de seu quarto com toda a força de seu corpo. Sua respiração falhou ao ver a imagem de null com o corpo sobre o de Victoria, os braços apoiados em sua cama, movimentando o quadril contra o dela, a penetrando com uma violência assustadora para quem vê null sempre tão delicado com ela.
P.UpInL.Victoria olhou na direção da porta com o barulho e deu um sorriso cínico para null, que ainda estava estática. Deixou os sacos com guloseimas caírem no chão, sentindo as pernas trêmulas. Ver null comendo Victoria era ainda pior do que só ouvir os gemidos, é claro. Ela saiu nervosa pelo corredor, descendo as escadas correndo. As lágrimas estavam a ponto de transbordar pelos olhos. Não era dor, era raiva. Uma raiva maluca que a deixava trêmula desde a ponta dos dedos até o último fio de cabelo.
P.UpInL.Ouviu os passos pesados contra os degraus das escadas e null apressou o passo para cozinha. Ficou com o corpo de frente para a pia, ignorando a aproximação de alguém. Limpou as lágrimas grossas que rolavam por sua face levemente rosada. Abaixou a cabeça, apertando os olhos com força.
P.UpInL.- Era o único jeito de fazer você falar comigo. – murmurou a voz que fazia seu coração saltar até a boca. O rosto de null estava próximo aos cabelos sedosos de null, tanto que sua respiração batia contra os fios e tocava levemente sua nuca, proporcionando arrepios por seu corpo.
P.UpInL.- Sai de perto de mim. – disse ela, nervosa. Perdeu o fôlego no momento em que null segurou firme em sua cintura com as mãos. – Sai, null.
P.UpInL.- Não. – ele grudou o corpo dela contra o seu, puxando com uma das mãos os cabelos sedosos por seus ombros e conseguindo alcançar seu pescoço com os lábios. Distribuiu alguns beijos pela região, arrancando da menina um suspiro trêmulo.
P.UpInL.- Eu não quero mais falar com você. – ela respondeu, o corpo duro, tentando segurar todas as reações com as provocações de null. Mordeu o lábio inferior quando ele a beijou perto da orelha, seu ponto fraco. – Pára com isso, null. Sua namorada está lá em cima. – ela tentou se soltar dele. Sua cabeça dizia não, mas seu corpo pedia por mais. null podia sentir a ereção de null por cima das boxers e aquilo lhe deu mais raiva ainda. – Sai de perto de mim.
P.UpInL.- Não é ela que eu quero e você sabe disso. – sussurrou. Uma das mãos pousou em seu ombro, deslizando a alça da blusa de null pelo mesmo. Beijou o ombro nu da menina com toda delicadeza, como se tivesse medo de machucá-la. Ela gostava tanto quando ele a tratava daquele jeito, o que era raro.
P.UpInL.null virou-se de frente para null, mantendo suas mãos longe de seu corpo. Ela enlouqueceria se ele a tocasse naquele instante. O encarava com os olhos marejados e viu a expressão excitada do rapaz se transformar em uma preocupada.
P.UpInL.- Se não é quem você quer, por que ainda está com ela? – ela disse, firme. Por mais que null quisesse parecer confiante, null sabia que ela não estava nada bem. Ninguém a conhecia melhor do que null. Ele sentiu um aperto forte no peito ao ver uma lágrima escorrendo rápido pelo rosto da menina. Levantou a mão até o rosto de null, mas ela negou, virando-o.
P.UpInL.- Porque eu não posso ter você. – levou as duas mãos até seu rosto, segurando-o enquanto limpava as lágrimas com o polegar. – Se não fossemos irmãos, eu não estaria com a Victoria. Se nossos pais nunca tivessem se conhecido, você seria minha. – beijou-lhe o nariz e em seguida depositou os lábios sobre os dela num selinho de leve. Ela arfou, a respiração ficando fraca só com a presença dele.
P.UpInL.Ela suspirou fundo, aproximando o rosto do dele mais uma vez. Grudou os lábios nos de null com certa urgência enquanto suas mãos corriam para a nuca do rapaz, cravando as unhas na região. null sentiu o corpo estremecer com o toque de null em sua cintura, as mãos deslizando para o cós da calça dela. null levou uma das mãos até suas coxas, puxando para cima e a colocando sentada sobre a bancada da pia.
P.UpInL.Um gemido trêmulo escapou pelos lábios de null quando sentiu o corpo de null encaixar-se entre suas pernas e ela sorriu maliciosa, apertando os lábios nos dele. Abriu vagarosamente os mesmos, permitindo um beijo mais intenso, sendo seguido pelo toque da língua ágil de null. As mãos do rapaz seguiram por dentro da camiseta da menina, levantando-a enquanto acariciava suas costas com a ponta dos dedos. Levou a boca até o colo de null, distribuindo beijos molhados por toda região. Os dedos longos de null se entrelaçaram nos cabelos de null, o puxando com certa força.
P.UpInL.null se livrou da camiseta dela, deixando-a no chão enquanto seus lábios desciam para os seios da menina, ainda apertados num sutiã de bolinhas que o fez rir. Com os dedos rápidos, ele se livrou da lingerie, levando um dos seios da menina a boca de imediato. Passava lenta e gentilmente a língua pelos mamilos rígidos de null enquanto ela arqueava as costas, jogando a cabeça para trás com a onda de calor que se apoderou de seu corpo. Fazia movimentos circulares em volta do mamilo da menina, levantando os olhos para olhá-la e sentindo sua ereção pulsar ao vê-la sentindo aquele prazer por causa dele.
P.UpInL.Desceu os beijos molhados para a barriga dela, beijando cada centímetro da região reta e macia. Abriu devagar os botões do short de null, puxando-os até o final, deixando que a peça de roupa escorregasse para o chão. Ela usava uma calcinha pequena, branca com um lacinho preto na frente. O rapaz se ajoelhou de frente para ela, afastando gentilmente suas pernas enquanto beijava-lhe a parte interna de suas coxas. null mordeu o lábio ao sentir a boca de null tão próxima a sua intimidade, imaginando a sensação de ser sugada por ele. Sentiu um leve choque quando dois dedos de null entraram por dentro da calcinha, puxando o fundilho para o lado. Ela estava ali exposta pra ele, úmida do jeito que null queria.
P.UpInL.Tocou gentilmente a intimidade de null com a língua, vendo as pernas da menina tremerem. Sugou-a devagar, afastando a boca bruscamente. Mordeu o lábio ao ouvi-la gemer alto. Puxou a calcinha da menina pelas pernas, deixando-a junto ao short. Passou uma das pernas de null pelo seu ombro, grudando a boca contra sua vagina. A menina reprimiu um gemido ao morder os lábios. Tombou a cabeça para trás, arqueando as costas. Movimentou os quadris na direção de null, deixando assim o sexo oral mais prazeroso. Sentia arrepios fortes pelo corpo com a língua quente de null se movimentando contra sua entrada, a estimulando no clitóris.
P.UpInL.Ele soltou um grunhido abafado e retirou a boca do lugar. null o olhou com um olhar fulminante e reprovador. null se levantou, grudando os lábios no pescoço de null, soltando um fraco gemido perto de seu ouvido quando sentiu as mãos dela indo de encontro com os botões de sua calça. Ela abriu os botões e o zíper numa rapidez que ele nunca vira antes. As mãos delicadas de null pousaram sobre a lateral do corpo de null, descendo até encontrar o tecido de sua boxer. A arrastou para baixo, com os dedos por dentro da mesma. Mordeu o lábio inferior ao observar a ereção do rapaz, lembrando-se do efeito que causava nele. Sorriu maliciosa para ele, que imediatamente a beijou, penetrando a língua por entre seus lábios.
P.UpInL.null afastou-se devagar, partindo o beijo. A encarou e ergueu as sobrancelhas, apertando os lábios numa linha reta.
P.UpInL.- Quer mesmo ir até o final? – perguntou baixinho.
P.UpInL.Ela concordou, balançando a cabeça freneticamente. null riu baixinho, colando os lábios novamente.
P.UpInL.Segurou seu membro, guiando-o até a entrada de null. Quando sentiu a glande roçando-lhe a intimidade, a menina deixou um gemido baixinho escapar, com os braços apoiados na bancada da pia. null a penetrou devagar, vendo-a jogar a cabeça para trás, gemendo alto e demoradamente. Ele fechou os olhos, sentindo a melhor das sensações invadir seu corpo. Iniciou com movimentos lentos e investidas fortes. null revirou os olhos com o prazer, passando um dos braços pelos ombros de null, enquanto a outra mão se espalmava em seu peito, cravando as unhas ali. As mãos de null se encontravam nos quadris de null, puxando-a contra seu membro, a fazendo delirar. Ele encostou a testa na dela, enquanto uma das mãos dela caminhava em direção à sua nuca.
P.UpInL.Eles sentiam suas respirações ofegantes batendo contra a boca do outro. null grudava os lábios nos de null rapidamente, separando-os em seguida para respirar. Mordiscava os lábios do menino, soltando um gemido abafado. Ela o afastou devagar em seguida, fazendo null franzir o cenho. null soltou uma risadinha maliciosa, descendo da bancada da pia. Ela o encarou, mordendo o canto do lábio enquanto se virava de costas para ele, apoiando os braços esticados sobre a bancada. null mordeu o lábio inferior, a medindo, observando e guardando cada detalhe de cada curva de seu corpo. Ela era ainda mais gostosa do que ele se lembrava.
P.UpInL.null o encarou por sobre o ombro, jogando o cabelo. O chamou com o dedo indicador e o rapaz riu para ela, se aproximando. Ela arfou quando sentiu o corpo de null grudado ao seu e a língua dele passando por seu pescoço. O rapaz a puxou pela cintura para mais perto, vendo-a arquear as costas para ele e null entendeu o recado. null afastou um pouco as pernas e então null a penetrou de imediato, invadindo-a. Ela não se impediu de soltar um gemido alto, mesmo sabendo da existência de Victoria que estava no andar de cima.
P.UpInL.O corpo de null curvou-se para cima do dela, deitando a cabeça sobre seu ombro enquanto seus quadris se movimentavam, penetrando-a rápido e forte. null levou uma das mãos até a nuca do rapaz, acariciando-a com a ponta dos dedos, passando de leve as unhas. null sentiu todo seu corpo se arrepiar com o toque da menina. Fechou os olhos com força ao aumentar a velocidade de suas investidas. Ela entrelaçou seus dedos finos nos cabelos dele, puxando-o de forma gentilmente ao soltar um gemido alto.
P.UpInL.Uma das mãos de null apertava e puxava a cintura da menina contra seu quadril, levando a boca até a orelha de null. Dava leves beijos por ali, gemendo em seu ouvido. A ouviu respirar com dificuldade, suplicando por mais. Ele podia sentir seu corpo suando contra o dela, tudo ficando mais quente. Aumentou a velocidade dos movimentos, os dedos apertando sua cintura com força. null deixou um grito escapar pelos lábios.
P.UpInL.null endireitou o corpo, ficando ereto e puxando null para mais perto, colando as costas dela em seu peito. A mão que antes apertava sua cintura agora ia até seu pescoço. null jogou a cabeça para trás enquanto null afastava seu cabelo, distribuindo beijos molhados por toda região de seu pescoço. Ouviu um xingamento vindo de null e sorriu malicioso com aquilo.
P.UpInL.Ele pôde sentir o corpo esquentando ainda mais, chegando a lhe dar agonia. Suas investidas aumentavam por necessidade. Ele estava quase lá.
P.UpInL.Os gemidos de null deixavam null ainda mais excitada. Sentiu-se contrair em volta do pênis do rapaz, denunciando seu orgasmo próximo. Cravou com força as unhas no braço de null, tombando a cabeça sobre o ombro dele, sem medo de gritar de prazer. O grunhido alto de null e seu impulso de agarrar sua cintura com força o entregou, deixando null pronta para finalmente saber que null havia gozado por causa dela. Mordeu o lábio inferior com força, com um sorriso satisfeito e malicioso no rosto de boneca.
P.UpInL.Os dedos do rapaz pressionaram sua barriga e ele soltou um gemido alto, deixando-se gozar e tombou a cabeça. E null curvou-se para frente, chegando a seu orgasmo na última investida forte e brusca de null. Ele escondeu o rosto na curva do pescoço de null, sorrindo com o perfume de seus cabelos. Ela tombou a cabeça sobre a dele, fechando os olhos enquanto tentava controlar sua respiração.
P.UpInL.- Victoria vai te matar se souber que você a traiu com a meia-irmã. – ela sussurrou, os olhos um pouco fechados.
P.UpInL.null beijou seu ombro, afastando-se devagar. A virou de frente para ele, passando seus braços por sua cintura. Ela tinha um olhar tristonho no rosto, olhando o nada atrás dele. Ele mexeu-se um pouco, conseguindo fixar os olhos nos dela, e nunca havia visto uma tristeza tão forte como aquela. Chegava a doer. null afastou-se gentilmente do corpo de null, abaixando-se para pegar suas roupas espalhadas pelo chão. null fez o mesmo, se vestindo rapidamente. Sabia que a culpa era dele. Pôde perceber que falar de Victoria como sua namorada era o ponto fraco de null e null se sentiu o maior idiota de todos os tempos.
P.UpInL.- Pequena...
P.UpInL.- Não me chame como você a chama. – cortou ela.
P.UpInL.- Eu não a chamo assim. – ele pousou a mão sobre seu ombro enquanto null estava de costas, terminando de fechar os botões de sua calça. – Não chamo ninguém assim, só você.
P.UpInL.- Por que ainda está com ela, null? – null virou-se bruscamente, sua voz saindo meio trêmula e nervosa. Seus olhos estavam marejados e ela tinha as mãos fechadas em punho, pôde reparar a força com que apertava as unhas contra a palma.
P.UpInL.- Você sabe por quê.
P.UpInL.- Mas nós podemos ficar juntos sem precisar assumir nada. – uma lágrima teimosa escorreu pela maçã de seu rosto e null rapidamente a limpou, virando-se. Demonstrar fraqueza – por ele – estava fora de questão. – Você disse que gosta de mim, não é?
P.UpInL.null a ouviu fungar, e isso fez com que seu coração se partisse. Ele se aproximou de null, levando as mãos até seus ombros. Encostou a testa em sua nuca, fechando os olhos. As mãos pousaram nas curvas de sua cintura. null sentiu seu corpo se arrepiar por completo ao sentir a respiração de null em sua nuca e mordeu o lábio para esconder o soluço. Ele a queria tanto e o machucava saber que ela estava chateada por sua culpa.
P.UpInL.
P.UpInL.

P.UpInL.- É claro que eu gosto de você, null. Você sabe disso mais do que ninguém.
P.UpInL.- Mas mesmo assim você continua com ela. – null soltou sua respiração, tirando as mãos de null de sua cintura. Apoiou-se nos braços na bancada da pia e olhou para o chão, evitando o olhar de null. Ela sofria por ele há tanto tempo e ele nunca viu isso. Foram dois meses de desenhos com uma Victoria morta, dois meses de choros abafados por travesseiros, dois meses agüentando ver null beijá-la e ter a vontade louca de matá-la ali mesmo.
P.UpInL.O rapaz se aproximou e abaixou um pouco o rosto para tentar encontrar seus olhos tristes. Levantou o rosto de null pelo queixo e reparou que ela insistia em não encontrar seus olhos. Roçou gentilmente a ponta do nariz no dela, a fazendo sorrir de lado. Aquilo foi um alívio. null encostou os lábios nos de null. Primeiro num leve selinho e em seguida um selinho demorado. Quando seus lábios se encaixaram mais uma vez para um beijo, null sentiu um arrepio forte com a ponta da língua de null fazendo o desenho de seus lábios e em seguida abriu devagar a boca, permitindo que ele intensificasse o beijo.
P.UpInL.Nem ela e muito menos ele sentiam que aquele beijo era um daqueles beijos que davam só para provocar um ao outro. Não tinha malícia alguma ali. Era um sentimento puro que parecia preencher o espaço vazio em cada um deles. As mãos de null estavam firmes na cintura de null, enquanto os braços desta envolviam o pescoço do rapaz. Ao partirem o beijo, os dois sorriram, fechando os olhos de novo. null encostou a testa na dela, sorrindo abertamente ao abrir os olhos e encontrar aquele sorriso de lado que null mantinha no rosto.
P.UpInL.- Eu posso terminar com a Victoria se você quiser. – ele sussurrou, convicto da decisão que havia tomado. null estava seguro de que queria null só para ele e queria ser dela. Não tinha mais como esconder seu segredo, até ela já sabia disso há muito tempo.
P.UpInL.Os olhos da menina se abriram no minuto em que ele completou sua frase. Ela franziu o cenho com um sorriso de lado e em seguida riu baixinho, corando de leve.
P.UpInL.- Faria isso por mim?
P.UpInL.- Faria muito mais. – ele murmurou com os lábios próximos dos dela, grudando-os em seguida num selinho demorado.
P.UpInL.null soltou um gritinho histérico e riu alto em seguida, sendo acompanhada de null. Ela o abraçou forte, escondendo o rosto na curva de seu pescoço. Tinha um sorriso enorme, um sorriso que ele adorava. Ele afagou suas costas, fazendo um carinho de baixo para cima. Virou um pouco o rosto para depositar um beijo em sua bochecha.
P.UpInL.- Obrigada. – sussurrou ela numa voz meiga.
P.UpInL.
P.UpInL.

P.UpInL.Dois longos meses se passaram desde que null havia terminado com Victoria. Foi uma tarde dramática cheia de choros e pedidos de desculpas da parte de Victoria por seus ataques de ciúmes e frescuras que nem o próprio null conseguia prestar atenção. Ele fora frio e seco com ela, dizendo que estava de saco cheio. Quis rir, mas não queria se mostrar tão insensível assim. Lembrava de que a primeira coisa que fez ao chegar em casa depois de ter terminado tudo com Victoria foi pegar null pelo colo na cozinha enquanto ela fazia waffles e levá-la para seu quarto, onde eles se trancaram o resto da noite. A felicidade era nítida nos olhos de null e null sentia seu coração bater mais forte por isso.
P.UpInL.Eles não admitiram estar juntos nem para os próprios amigos pelo medo de por acaso botar tudo a perder no melhor momento de suas vidas. Sempre que podiam, se escondiam no armário do zelador durante os intervalos para dar uns beijos e, ao chegarem em casa, conseguiam realizar todos os desejos acumulados enquanto estavam no armário apertado que cheirava a mofo.
P.UpInL.
P.UpInL.Um gemido alto escapou dos lábios de null quando sentiu null dentro de si, penetrando-lhe de forma brusca e rápida. Uma de suas mãos estava em sua nuca, com as unhas cravadas na mesma enquanto a outra se apoiava em seus ombros. Seu rosto estava enterrado no pescoço do rapaz enquanto ele lhe beijava o ombro nu. Naquele dia, eles não conseguiram segurar a excitação e esperaram a movimentação do lado de fora se acalmar.
P.UpInL.O corpo de null estava grudado entre a parede e um null seminu, vestindo uma camisa amassada com a bermuda e a boxer abaixada até os tornozelos. Uma das pernas de null pendia sobre uma das de null, deixando a penetração um pouco mais fácil. Seus dedos entrelaçaram nos cabelos do rapaz, os puxando quando os movimentos foram tomando uma velocidade maior, a fazendo revirar os olhos e tombar a cabeça para trás. Ele roçava de leve a ponta do nariz no pescoço de null, arrancando-lhe arrepios e suspiros trêmulos. null movimentava seu quadril para frente e para trás rapidamente, sorrindo malicioso ao ver os delírios de sua garota.
P.UpInL.Quando os movimentos de null se tornaram um pouco mais brutos, ela não agüentou. Afundou o rosto em seu pescoço e ali abafou um grito ao chegar ao orgasmo perfeito. Sorriu, mordendo o lábio inferior ao ouvir os gemidos cansados e excitantes de null em seu ouvido, denunciando que ele havia acabado de gozar. null deu um leve beijo em seu pescoço, fazendo um carinho em sua nuca. Ele afastou um pouco o rosto, sorrindo abertamente para ela. Colou gentilmente seus lábios nos da menina, com os cantos da boca se curvando num sorriso.
P.UpInL.Se afastaram devagar e sem vontade um do outro, ajeitando suas roupas. Enquanto null terminava de vestir sua camiseta, sentiu os lábios quentes de null colarem em seu pescoço.
P.UpInL.- Já disse o quanto eu te amo? – ele sussurrou contra sua pele, a fazendo estremecer de leve.
P.UpInL.- Hoje não. – respondeu manhosa.
P.UpInL.- Eu te amo muito, – beijou-lhe o pescoço novamente – muito, – seu maxilar – muito. - virou-a de frente, beijando seu queixo e a boca em seguida.
P.UpInL.null riu baixinho, passando os braços por seu pescoço. As mãos de null pousaram em sua cintura, puxando-a para mais perto. Ela fechou os olhos quando ele encostou a testa na sua, sorrindo.
P.UpInL.- Eu te amo mais ainda.
P.UpInL.Selaram os lábios uma última vez antes de finalmente saírem do armário, null saindo primeiro para reparar alguma alma viva no corredor os observando.
P.UpInL.Aproveitaram para cabular uma aula e agora estavam no intervalo, que podiam aproveitar com seus amigos, finalmente. null esperava por null perto da arquibancada do outro lado do prédio principal, onde sempre passavam todos os intervalos desde que se conheceram. Ali assistiam a turminha popular – a turminha de null, ou seja – se divertindo. null gostava de observar null e de reparar quando ele olhava para ela, dando uma piscadela discreta. Mas ao sentar-se na arquibancada pintada de branco, reparou que null parecia nervosa ao seu lado.
P.UpInL.- Você está bem? – perguntou, preocupada.
P.UpInL.- É que... – ela suspirou fundo e olhou para a melhor amiga. – Tenho uma coisa para te contar.
P.UpInL.null ergueu a sobrancelhas, balançando a cabeça para que ela prosseguisse. null mordeu o lábio inferior e soltou a bomba.
P.UpInL.- Parece que o null e a Victoria voltaram.
P.UpInL.O rosto um pouco sorridente de null se transformou numa expressão leve de raiva. Seus lábios estavam apertados numa linha reta e null pôde reparar suas mãos fechadas em punho. null fechou os olhos com força. null teve medo até de se aproximar e quando achou que a amiga tinha finalmente se controlado e aceitado o fato, null soltou um grito estridente. A raiva a consumira por inteira, ela podia senti-la passeando por suas veias enquanto seu sangue fervia.
P.UpInL.
P.UpInL.

P.UpInL.null, que tinha sua atenção completamente voltada para a TV, se assustou quando a porta da frente da casa bateu com força. Sentou-se rapidamente no sofá e franziu o cenho. Em seguida, pôde reparar uma null enfurecida caminhando firme pelo corredor na direção do sofá. Ela arremessou a mochila no rapaz, acertando-o no peito e fazendo-o perder o fôlego rapidamente.
P.UpInL.- Você não presta! Seu mentiroso, canalha! Era tudo pela droga do sexo, não era? – ela gritou, avançando para cima dele.
P.UpInL.null a segurou pelos pulsos, arregalando os olhos. Ela estava irreconhecível raivosa daquele jeito. Mexia os braços na direção do rosto do rapaz tentando de qualquer jeito socar seu rosto de anjo. Ele pôde ver as lágrimas grossas descerem pelas maçãs do rosto de null, doendo em seu peito só de vê-la chorando.
P.UpInL.- Você voltou com a Victoria, não foi? – gritou, se livrando das mãos de null e se sentando no sofá, sem forças.
P.UpInL.Ele arfou baixinho, apertando os olhos. Droga. Ela havia descoberto. Ele não havia feito aquilo de propósito, na intenção de trocá-la por Victoria, era só um jeito dos amigos pararem de enchê-lo, perguntando porque porra ele havia terminado com a garota mais gostosa do colégio.
P.UpInL.null se agachou no chão de frente para null, apoiando as mãos em seus joelhos. As mãos delicadas cobriam seu rosto já avermelhado pelo choro excessivo e só de pensar nisso, ele pôde sentir seu estômago afundar. Tirou as mãos de null de seu rosto e beijou-lhe os dedos. Ela ainda soluçava e fungava baixinho, fazendo o coração de null dar um solavanco, implorando baixinho para que ela parasse de chorar. Colocou delicadamente as mãos da menina sobre seu rosto, fazendo assim com que ela finalmente o olhasse.
P.UpInL.- Não fiz isso pra machucar você, pequena. Está sendo um namoro de fachada. Eu e Victoria só nos beijamos em público, me recuso a beijá-la. – ele agora estava de joelhos com as mãos nos braços de null, acariciando o local com o polegar. A viu parar de chorar aos poucos e levou devagar uma das mãos para enxugar suas lágrimas. – Eu amo você e mais ninguém, null. Eu só estava de saco cheio dos meus amigos me perguntando por que eu tinha terminado com a Victoria. Mas eu sou só seu, sempre fui só seu.
P.UpInL.Segurou as mãos dela, beijando a palma de cada uma. A viu dar um sorriso de lado e sorriu do mesmo jeito, levantando um pouco o rosto e o corpo para encostar os lábios nos dela.
P.UpInL.- Você me ama? – ele perguntou.
P.UpInL.- Mais do que tudo.
P.UpInL.- Então pode entender isso só por uns tempos? Eu juro para você que vou terminar com ela de novo e dessa vez sem volta. Aí seremos só nós dois.
P.UpInL.Ela sorriu abertamente, concordando com a cabeça. null beijou-lhe a testa, sorrindo para ela antes de selar os lábios, iniciando um beijo calmo que logo se tornou um beijo mais intenso. Apesar daquela felicidade momentânea, ela sabia que toda aquela história com Victoria poderia voltar a acontecer. Então, null teria que resolver tudo aquilo com as próprias mãos.
P.UpInL.
P.UpInL.

P.UpInL.null estava sentada na cadeira de rodinhas em frente à escrivaninha de seu quarto. Segurava uma foto dela e de null tirada num acampamento que a família decidiu fazer uns tempos antes. Fora uma foto espontânea em que os dois andavam numa trilha conversando. A mão de null estava firme em sua cintura enquanto ela tinha a mão por dentro do casaco e dentro da camisa de null. Ninguém reparava nos detalhes daquela foto, até porque havia sido tirada de frente, mas quem os conhecia sabia bem que eles tinham uma forte tensão sexual.
P.UpInL.Ela riu com esse pensamento e virou o rosto, encontrando um null dormindo tranqüilamente sobre sua cama de solteiro com o edredom cobrindo até seu quadril, deixando o peito nu completamente a mostra. Ele tinha uma expressão serena no rosto, os lábios vagarosamente abertos e o cabelo mais comprido caindo sobre os olhos. null não conseguiu não sorrir. Ele era tão perfeito e tão dela. Ninguém podia e nem ia ficar no meio daquilo.
P.UpInL.Ao virar-se para frente novamente, sentiu sua mãos se fechar num punho, sentindo a raiva lhe penetrar a pele ao lembrar-se de Victoria. Quem aquela vadia de merda pensava que era para se meter no meio do romance deles dois? Será que ela não entendia? Os olhos de null estavam fixos num ponto da parede enquanto girava sem parar o canivete cor de rosa suíço que seu avô havia lhe dado anos antes. Os olhos raivosos da menina eram iluminados somente pelo abajur ligado na mesinha, deixando o ambiente um tanto sinistro. Com o dedo, deu um leve empurrão no cabo rosa de metal do canivete, vendo-o girar mais uma vez enquanto a lâmina brilhava contra a luz fraca.
P.UpInL.Um canivete lhe parecia muito pouco.
P.UpInL.Levantou-se devagar, indo lentamente até a cama, tomando cuidado para não fazer barulho algum. Ajoelhou-se na cama, vendo null se mexer devagar e parou por um segundo. Apoiou a mão na cama e se debruçou sobre o rapaz, beijando-lhe o rosto. Afastou devagar os cabelos de seus olhos e sorriu abertamente quando o viu sorrir de lado.
P.UpInL.Saiu da cama, largando o canivete no chão, sobre as roupas deles jogadas, impedindo um impacto alto do metal contra o chão. Ela vestiu um moletom e uma calça comprida qualquer, calçando seus tênis surrados e amarelos. Se retirou do quarto, ainda observando null e então fechou a porta sem fazer barulho. Foi até o quarto vazio dos pais que haviam saído para viajar e agachou em frente à mesinha de cabeceira do lado da cama que o pai costumava se deitar. Abriu a última gaveta, encontrando um objeto enrolando em um pano branco amarelado. Foi desenrolando o primeiro pano, reparando a presença de outro pano. E assim que terminou de se livrar do último pano, pôde ver o brilho da pistola de seu pai. Sorriu para a arma, vendo o sorriso maldoso refletido no tambor.
P.UpInL.Fechou a porta de casa devagar, trancando-a pelo lado de fora. Colocou a chave no bolso traseiro de sua calça e caminhou devagar e despreocupada, virando à esquerda. Depois de muito caminhar, por várias vezes brincando com a pistola em sua mão, se viu de frente para a casa imensa da família de Victoria. Sorriu abertamente, lhe dando um parabéns mentalmente. Prendeu a arma no cós da calça na parte de trás. Subiu pelo caramanchão do lado direito da casa, até chegar à janela aberta de Victoria, coberta somente por uma fina cortina branca.
P.UpInL.Pisou devagar sobre o piso de madeira corrida, vendo a garota dormindo abraçada com uma almofada e um travesseiro grande e alto debaixo de uma das pernas. Vestia uma camisola de seda champanhe e tinha um sorriso de lado no rosto, dormindo tranqüilamente. null deu uma leve risada maliciosa, se ajoelhando na cama de casal da garota. Deve ser para os trezentos caras que ela já trouxe para cá, pensou ela.
P.UpInL.Deitou-se devagar na cama de frente para Victoria, apoiando o cotovelo nela enquanto tombava a cabeça sobre sua mão livre. Com a outra mão, puxou a pistola presa em sua calça, passando o cano brilhante pelos cabelos que caíam sobre o rosto da garota. Mordeu o canto do lábio inferior, rindo baixinho. Viu os olhos de Victoria se abrirem devagar e sorriu, erguendo as sobrancelhas.
P.UpInL.Quando Victoria puxou o ar para dar um grito, null riu.
P.UpInL.- Boo. – sussurrou.
P.UpInL.Um clarão pôde ser visto pela janela do quarto. O barulho do disparo ecoou pela rua, fazendo cachorros uivarem.




EVERYBODY KNOWS THE END.

nota da autora: Acabei mais uma fic, AEAEAE. *-* Espero que tenham gostado, porque essa demorou séculos pra ficar pronta. Sabe como é, fico morrendo de medo de vocês acharem fraco e. .-. Espero que todo mundo que leu as outras Sevens comentem aqui também, por favor. :D Eu adoooooro comentários, adooooro olhar e ter tipo 40 comentários aqui. –s HAUHAUAHUA Enfim, terminei essa fic no dia do meu aniversário de 15 anos, dia 21 de janeiro. Love* Bom, vamos aos agradecimentos: obrigada minhas irmãs, Lou e Lu q, por tudo que vocês fizeram por mim, me deixando cada dia mais orgulhosa de ter amigas/irmãs como vocês. *-* Naaaaaty, minha paulista favorita. Obrigada por toda preocupação, por todo apoio e por tudo. Até pelos presentes. <3 HAUHAUHAU Amo você. E obrigada, Bruno aka Jacó Preto, meu Bruno mais importante. Te amo demais da conta, nunca se esqueça. Ainda não sei como te agradecer por tudo que você já fez. .-. E OBRIGADA PAAAH SOUZA. *-* Pelo puta apoio de sempre. :D Seven não seria a mesma coisa sem você. :DD

nota da beta: Heey, gente!
RE RE RE RE OLHA ESSA FIC, MEU DEUS!
*pirando*
Ok, então. Eu sou a ´punica que apoia essa busega, e fica no pé da autora tipo ALL THE TIME, mandando ela escrever. Por isso que ela quer me ver morta me ama u-u
Falando nisso, E O FIM DESSA FIC? Sou POUCO mal então, né?
Quero que essa mulher se exploda mesmo, hunf.
Enfim, erros? Me avisem por aqui e eu corrigirei!

Cometer sete pecados nunca foi tão prazeroso...
Beijoquinhas molhadas, Paah Souza.

Another Seven's fanfics:
[/fanfics/s/sevengreed.html] Avareza || [/fanfics/s/sevengluttony.html] Gula || [/fanfics/s/sevenenvy.html] Inveja


comments powered by Disqus