- Sh, null, você vai acordar alguém. – null bateu uma vez nas costas da amiga e deixou um riso fraco escapar por entre seus dentes. null e null subiam as escadas correndo e rindo. Elas entraram no quarto, e null trancou a porta.
- Me fala, exatamente, que horas que você volta? – null se sentou no chão, abrindo um dos pacotes de pipoca que ela havia trazido, e encarava null.
- Ai, null! Sei lá meu, acho que daqui a umas cinco ou seis horas. – null colocava seu sobretudo, cobrindo o seu mini shorts, e sua mini blusa. Aparentemente hoje, era seu dia de usar roupas minis, da qual null não podia reclamar.
- Eu estarei dormindo, então não me acorde. – null fez um bico, e encheu a boca de pipoca. null colocou um salto alto preto, e passou um pouco de gloss nos lábios.
- Não ria muito alto porque a gente não quer que meus pais acordem. – null mandou um beijo no ar para a amiga, antes de falar. - Não espere por mim. Boa noite. – E ela desapareceu pela janela. null continuou olhando para a janela depois de null ter desaparecido pela mesma. Era sempre assim. null vinha dormir na casa de null porque a amiga sabia que seu pai odiava entrar em seu quarto quando suas amigas estavam aqui. Mesmo null, a garota que ele viu nascer. null sai com Edward, um garoto que ela havia conhecido na aula de comércio. Os dois estavam se vendo a mais de quatro meses, e null sempre saía com ele à noite. Deixando null sozinha, assistindo Harry Potter, e comendo pipoca. A única coisa boa de dormir na casa de null era acordar de manhã e ver o irmão lindo, perfeito e maravilhoso da amiga, sentado na mesa, tomando suco de laranja, e sem camisa. null suspirou só de pensar naquela maravilha de garoto. É claro que a possibilidade dela e de null ficarem, ou pelo menos darem uns amassos, era fora de questão. null era cinco anos mais velho, e nunca (pelo menos era isso que ela pensava), nunca, havia sequer percebido a presença dela na casa. Mentira, ele falava bom dia, boa noite, e sorria ocasionalmente. null encarou a porta, que estava fechada, e percebeu que estava com vontade de ir ao banheiro. Ela se levantou, limpando a mão de pipoca no micro shorts que ela usava, e tirou o blusão, que havia pegado emprestado da amiga quando elas foram andar com o cachorro, revelando sua regata branca, que era mais apertada que um corsê, fazendo seus peitos parecerem maiores do que realmente eram. null calçou as Havaianas pretas, tamanho 35, e andou em direção a porta. O banheiro era logo ao lado, quando ela chegou à frente, prestes a virar a maçaneta, percebeu que sua vontade tinha passado. Odiava quando isso acontecia. Estava tudo escuro. Já eram duas horas da manhã e estavam todos dormindo. Ela olhou para escada, e decidiu ir beber água, rezando para que sua sede não passasse até lá. Ela desceu as escadas, olhando cuidadosamente para os degraus, para que não caísse. Ao chegar à cozinha, ela acendeu a luz, e tentou não fazer barulho quando abriu a geladeira para pegar a água. Adorava os copos da casa de null. Eles eram bem grandes e redondos, dando para colocar a quantidade desejada. Quando terminou de colocar a água no copo, ela foi até a geladeira, onde guardou a água e andou de volta para onde estava o copo. null segurou o copo com as duas mãos e tomou um gole da água gelada.
- PORRA! – null tampou a boca, ao perceber que havia gritado, e derramado toda aquela água gelada em sua blusa branca, que havia ficado transparente. Ela rapidamente olhou para o menino em sua frente, que havia pegado o copo do chão.
- Eu te assustei? – null fez uma cara de dã, em quanto mordia o lábio de frio.
- Imagina. – Ela falou ironicamente. Sua boca tremeu uma vez de frio, e agora que ela percebeu que null estava usando só um samba canção preto. Os olhos dele mediram null, subindo de suas coxas grossas, para sua cintura fina, e seus peitos cobertos pela blusa transparentes. O menino mordeu o lábio ao ver que ela estava com calafrios no peito. null percebeu null a olhando e sorriu maliciosamente. - Você se importa se eu tirar essa blusa?! Está me dando frio. – O menino a encarou por um instante, e balançou a cabeça.
- Á vontade. – Ele sorriu para ela, levantando uma sobrancelha. null tirou a blusa, ficando apenas de biquíni. A razão por ela estar de biquíni será esclarecida. - Porque que você está de biquíni? – null olhou para a barriga chapada de null.
- null sujou o meu sutiã de geléia. Não me pergunte como, porque eu não sei. – Ele fez um ah de entendimento e sorriu.
- E aonde que ela está, falando nisso? Não me diga que ela saiu com aquele garoto, novamente? – null levantou as sobrancelhas, surpresa.
- Você sabia? – null chegou mais perto dele, o encarando.
- Ela faz questão de fazer barulho quando ela chega às oito horas da manhã, é incrível. – O menino rolou os olhos, sorrindo de lado. - E você está toda sozinha naquele quarto grande? – Ele fez um bico de tristeza. null o copiou.
- Eu estou. É muito grande, e eu tenho medo. Mas eu vou assistir Harry Potter, quer se juntar a mim? – Ela sabia que a resposta seria não, mais é legal ser legal.
- Qual Harry Potter? – “Ai como esse joguinho era chato, basta falar não.”
- O primeiro, porque obviamente...
- É o melhor. – null e null falaram juntos, e riram.
- Tem pipoca? – “ESPERA AÍ, ISSO É UM SIM? Ai meu Deus, obrigada. É provável que eu fique duas horas e trinta e dois minutos olhando para essa maravilha?”
- E quem temperou fui eu. – null sorriu.
- Então vamos! – null a pegou pela mão, e apagou a luz antes deles subirem as escadas. Os dois tomaram cuidado para não fazerem barulho quando entraram no quarto. Eles se sentaram no chão encararam a televisão, até null lembrar que tinha que apertar play. “Não acredito que estou sentado do lado dela. Olha para ela meu. Essas coxas, essa cintura, Essa bunda, esse cabelo. Esse sorriso. Esses olhos. Ela é perfeita. Eu tenho que conseguir pelo menos um beijo. Nem que seja roubado.” null desviou o olhar dela, ao ver que ela o olhava pelo canto do olho. Quem ele estava tentando enganar. Essa era a null. A menina que ele deseja desde a primeira vez que a viu entrar por aquela porta, quatro anos atrás. “A amiga de sua irmã vai estar na sua festa de boas vindas, então seja educado.” Foram as exatas palavras de seu pai para ele. Todas as amigas de null que null já havia conhecido na vida eram crianças, e ele não pensou que ela ia ser diferente. Mas quando a viu entrar, usando aquele vestido rodado, e com aquele sorriso na cara, nunca desejou uma menina tanto quanto começou a desejar dês daquele dia. Sonhava com ela quase todas as noites. Principalmente quando ela dormia na casa dele, e ele a via de manhã, com aquele cabelo meio desarrumado, e aquelas coxas descobertas. Mas, na opinião dele, ela era muita areia para seu mini caminhão. Era engraçada, linda, interessante (em todos os sentidos), e ele era medíocre, muito normal, e entediante. Ele nunca teria a coragem de dar em cima dela. E outra, ela devia ter namorado. Ele só queria dormir com ela. Eles não precisavam transar. Ele só queria a sentir, por alguma razão.
null colocou outro tanto de pipoca na boca, tentando não a encarar. A pipoca estava no colo dele, e quanto mais eles comiam, mais rapidamente ela ia acabando. Fazendo com que o espaço entre a mão de null, e o membro de null, fosse diminuindo. null voltou a olhar. Essa era sua chance. Ela virou o rosto para ele, o encarando também. null lambeu os lábios, e o olhou de baixo para cima. null chegou mais perto da menina, e, cuidadosamente, encostou seus lábios nos dela, pedindo passagem, a qual foi cedida sem restrição. A mão de null se direcionou a nuca de null, na qual ela raspou suas unhas. O beijou começou lento, pegando velocidade rapidamente. null deitou null no chão, ficando por cima dela. As mãos de null agora estavam nas costas nuas de null. Umas das mãos dele estavam na nuca de null e a outra nas costas dela. Seus dedos passaram pelas costas da garota, desfazendo o nó do biquíni dela rapidamente. O beijo só foi interrompido para null tirar o biquíni. null pressionou seu corpo contra o dela, sentindo mais desejo. null passou sua mão pelo membro ereto de null, o fazendo gemer. Ela tirou o samba canção dele com os pés e ele tirou o short dela com um movimento só. Ao perceber que ela estava sem calcinha, sorriu para si mesmo, e voltou a beijá-la. null virou null, ficando por cima dele. Ela distribuiu beijos no pescoço, no peito, e na barriga dele, até chegar a seu membro ereto. Ela o pegou com uma mão, e o olhou, o vendo pressionar a cabeça contra o chão, como se a quisesse jogar para trás e morder o lábio inferior. Ela voltou seu olhar para o membro de null, e o colocou na boca, o chupando rapidamente. null ofegava, e se contraia.
- Como você está fazendo isso?! Vo... Você... Chu... Chupa... Muito bem! – null sorriu, satisfeita e continuou a chupar. Ela deu mais algumas lambidas, percebendo que null estava chegando lá, ela correu até o criado mudo de null, tirando dele uma camisinha, e a colocando rapidamente em null, subindo em cima dele logo em seguida. null se movia rapidamente em cima de null, o fazendo gemer alto de prazer. As mãos de null seguravam firme no quadril de null, que agarrava os cabelos dele com força. Os dois chegaram ao orgasmo juntos, se contraindo. null se jogou ao lado de null, sorrindo. Ela tirou o cobertor da cama e se cobriu. - Porque que você se cobriu? – null perguntou, fazendo null corar.
- Eu tenho vergonha. – Ela desviou o olhar.
- Não precisa ter. Você é linda. – null corou mais ainda, se virando de lado, e o encarando. Ela sorriu. Um sorriso que null nunca havia visto antes. Ele sorriu de volta. null procurava suas roupas de baixo do cobertor, e as vestia. Ela pegou o samba canção preto de null, e o entregou. Os dois ficaram se encarado por um tempo. O silêncio só crescia. Não porque não tinham mais nada para falar. Mas porque só olhar, já bastava. Os olhos de null começaram a se fechar pelo cansaço. null se levantou a pegando no colo. Os olhos de null se arregalaram.
- Aonde que você vai me levar?! – Ele sorriu, e a colocou deitada na cama. Ajeitando a cabeça dela no travesseiro. null pegou o cobertor do chão, o colocando em cima dela, desligando a televisão antes. Ele deu um beijo na testa da menina, e sorriu.
- Boa noite. – Ele falou, e sentiu null apertar seu pulso de leve antes de ir.
- Não vá. Fica aqui. – null a olhou. A cama era grande e ela era tão pequena. Ele sorriu de lado.
- Vai para o lado. – null se deitou de baixo das cobertas a abraçando. Ela se virou, o deixando a encoxar sem malícia. null deu um beijo na orelha da menina, e ela se aconchegou mais a ele. - But I lacked the courage and she had a boyfriend, and I was gawky and she was gorgeous and I was hopelessly boring and she was endlessly fascinating. So I walked back to my room and collapsed on the bottom bunk, thinking that if people were rain I was drizzle, and she was hurricane. – null sussurrou no ouvido dela. null sorriu para si mesma, e virou seu rosto para lhe dar um beijo.
- Looking for Alaska. – Ela sorriu, e se virou fechando os olhos.
*
- null, acorda! O café está na mesa. – null cutucava null, que parecia estar morta. null abriu os olhos e encarava a amiga. – O que você fez ontem à noite para estar com tanto sono assim? – null deu de ombros, se levantando rapidamente. Ela se olhou no espelho, e fez um coque no cabelo. - Pegue uma camisa, porque que a sua estava molhada? – null vestiu a camisa que a amiga havia lhe jogado.
- Deixei cair água. – null levantou as sobrancelhas, se direcionando para a porta. null calçou as mesmas Havaianas pretas de ontem, e seguiu null. O pai de null havia ido trabalhar e null, como sempre, estava sentado no balcão, tomando suco de laranja, e sem camisa.
- Bom dia maninho. – null deu um tapa no braço do irmão e já se direcionou a geladeira, se abaixando para pegar alguma coisa nela. null olhou para null, que sorria para ela.
- Bom dia. – Ele falou olhando para null. Ela andou até ele, que lhe roubou um selinho.
- Bom dia. – Ela falou, sorrindo envergonhada.
- Cadê o leite? – null se levantou, olhando para null.
- Está na dispensa, lá em baixo. – null bufou e se direcionou a uma escada do outro lado da cozinha. - Já volto null. – null desapareceu entre as escadas, e null não queria parar de olhar.
- Você é linda. – null olhou para ele, dando uma risada que soou falsa.
- Acho que você está cego. – Isso o fez rir, jogando a cabeça para trás, como sempre.
- Quando que a gente vai poder repetir a dose, null? – null a mediu, rindo baixinho logo em seguida.
- Quem sabe, logo. – Ela sorriu, fazendo o mesmo com ele.
- Mas, da próxima vez, eu quero que seja no meu quarto e na minha cama. Para eu me lembrar de você toda a vez que eu for dormir nela.
- Achei! Finalmente! – null subiu, segurando o leite na mão, fazendo com que null não conseguisse responder null. Foi melhor assim, porque ela não sabia o que dizer. null se levantou e andou até a sala, onde ele se sentou no sofá, e pulava os canais. null colocou o leite em um copo, e olhava para null no sofá. - Ah não, se ele pode, a gente também pode, vamos. – A menina andou até a sala, se sentando no chão, e olhando para a televisão. null a seguiu, ficando nos pés de null, que a cutucava a todo minuto.
*
null olhou para a porta, que se abria lentamente. Quando se abriu por inteiro, lá estava ela. Usando apenas, uma toalha, e com um sorriso malicioso no rosto. null se sentou na cama, esfregando as costas da mão nos olhos. Ela andou até ele, e antes de subir na cama, jogou sua toalha no chão. Ela colocou uma perna em cada lado, subindo em cima dele e levou seus lábios ao ouvido dele.
- Promete que vai lembrar-se de mim? – Ela beijou seu lóbulo logo em seguida. null levou sua mão à cintura dela e antes dele poder beijá-la, ele acordou. null encarou o teto de seu quarto frustrado.
- Te acordei? – null olhou a menina que estava sentada na beirada de sua cama.
- null? – A menina reconheceu o apelido, e sorriu.
- O que você está fazendo aqui? – Ela se sentou mais perto dele.
- Eu estava sozinha lá no quarto da null, e decidi vim te fazer companhia. – Não! Ela não estava usando uma toalha. Estava usando o blusão de Harvard de null, que antes era seu e ia até a coxa da menina. - Gostou da surpresa? – null se sentou na cama, a olhando.
- Amei. – null segurou a ponta do blusão com as duas mãos, e, em um movimento, o tirou, revelando seu corpo absolutamente nu em baixo do mesmo.
- E agora? – A menina perguntou. null mordeu o lábio inferior, a deitando na cama, e ficando em cima dela. Ele a beijou, sentindo os pequenos dedos dela percorrerem todo seu pescoço. null tirou o samba canção que usava, e o jogou para fora da cama. null colocou a camisinha no membro já ereto de null, para não ter que se preocupar depois, e ele a penetrou com força. null tirava o membro quase todo e a penetrava com força, rapidamente. Os beijos aceleravam e null sentia a língua de null percorrer todo o espaço de sua boca. As mãos dele subiam e desciam as costas da menina. null se contraía cada vez mais, até chegar ao orgasmo. Ao ver que null ainda não estava lá, o empurrou para ficar de baixo dela, e desceu até ficar cara a cara com o membro de null. null tirou a camisinha, a atirando no lixo, o pegou e começou a chupá-lo, arrancando vários gemidos de null.
- Hum! – null gemeu, quase sussurrando. Ele passava seus dedos pelos cabelos de null, e pressionava a cabeça no travesseiro. Quando null gozou, null subiu, colando seus lábios nos dele.
- Posso, honestamente, falar que você foi a melhor que eu já tive. – null riu baixinho.
- Então você é inexperiente. – Ela procurava seu blusão de baixo do lençol.
- Não se cobre não, fica assim. Fica aqui. Por mim. – null o encarou por um minuto, depois deitou sua cabeça no travesseiro de null, o olhando e sorrindo. Ela passou a mão pelo rosto dele, o fazendo fechar os olhos ao sentir o toque dela. null acabou dormindo do lado dele. Por sua sorte, ela sentiu quando o sol bateu em seus olhos. null olhou para null, que ainda a segurava. Ela tirou as mãos dele cuidadosamente de sua cintura, e deu-lhe um selinho. Ela se levantou, colocando seu blusão, e o samba canção de volta nele. Ao sair, fechou a porta com cuidado para não fazer barulho. Quando null entrou no quarto de null não havia ninguém. Ela trocou de roupa, colocando calcinha, sutiã, e seu pijama normal. Quando estava colocando o blusão de null dentro do armário, ouviu um barulho e olhou para trás.
- Bom dia null, porque que você está acordada? – null entrava pela janela, e a deixou bater.
- Você sabia que esse barulho incomoda as pessoas que ainda estão dormindo? – null a olhou sem entender.
- Não, não sabia. Any way, estou acabada vou dormir. – A menina tirou seu vestido tomara que caia, que com certeza havia caído aquela noite, várias vezes, e se deitou na cama. null se deitou ao lado dela, e, por alguma razão, se lembrou de null.
*
null se sentou na cama, ao ouvir alguém bater em sua porta. Ele piscou algumas vezes, reação a luz do sol que batia entre sua janela.
- null, acorda! Estou indo trabalhar, fica de olho na sua irmã. – null se jogou de volta na cama, bufando. Ao perceber que estava usando seu samba canção, se lembrou de null. O que o fez sorrir. Ele colocou uma calça de malha, e foi ao banheiro. Quando ele ia abrir a porta, ela se abriu, revelando null com cabelo solto, e sorrindo envergonhada para ele. null sorriu para ela, e roubou um selinho demorado.
- null, isso não se faz. – Ela sorriu para ele, antes de descer as escadas e se direcionar para a cozinha.
- O seu suco de laranja está em cima da mesa. Estou fazendo misto para a gente. – null apontou para a mesa, e voltou a mexer nos pães. null murmurou um obrigado, e se direcionou a mesa de mármore no meio da cozinha. Ela pegou seu suco na mão, e tomava goles pequenos. null desceu as escadas cantando.
- First my mouth with the softest kisses. Then my neck with your finger tips. Your looking at me and your licking your lipses. You press up against me with the smoothest tips. – null cantou e null reconheceu a música, e continuou.
- Your so good because you never do what you should. You’re so hot just the thought and I probably could. You’re so bad, and you had me on the first look. You’re so cool ‘cause you never do anything by the book. Your so fucking’ good. – null olhou para null, e riu jogando a cabeça para trás. Os dois perceberam que a música descrevia a situação deles.
- Não sabia que você gostava de Stroke 9. – null falou, tomando outro gole de seu suco de laranja.
- Pois é. Essa é a minha música favorita. – Quando null ia roubar outro beijo de null, null se virou a entregando um prato com seu misto quente.
- Brigada. – Ela falou, colocando o prato na mesa, e vendo null se afastar.
- Então null, quanto tempo que você vai poder ficar aqui? – null terminou de mastigar para responder a pergunta da amiga.
- A minha mãe foi viajar, então o tempo que eu quiser. Quer dizer, o tempo que você quiser que eu fique. – Ela refez a frase.
- Pode ficar até o fim da semana? – null pensou um pouco antes de responder.
- Hoje é terça? Então até esse domingo? – null sorriu, olhando para os lados.
- Sim, domingo que vem. – null quase se engasgou com o suco que estava tomando. Ele iria ter null na sua cama, até domingo que vem? Esse só podia ser outro sonho. null riu.
- Tudo bem. – Ela completou, e viu null desaparecer nas escadas.
- Vou fazer uma ligação! – A voz de null soou feliz no segundo andar da casa. null andou até null, a abraçando pela cintura. E colocando o cabelo dela atrás da orelha. Ele, lentamente, aproximou seus rostos, até grudar seus lábios. O beijo que havia começado como um selinho, agora parecia de cinema. null se afastou, tentando respirar.
- Eu vou ter você por uma semana, e seis dias. – Ele falou, a olhando.
- Você vai me agüentar por uma semana e seis dias, null? – Ele riu, jogando a cabeça para trás, novamente.
- Eu acho que sim, Pequena. – null sorriu, e grudou seus lábios novamente. Ao ouvir os passos de null, eles se desgrudaram.
- Nossa, você ainda não terminou de comer null? Está lerda, hein?! – A amiga sorriu.
- Vem, vamos comer na sala. – null pegou seu prato, e se direcionou para a sala. null olhou para null, que sorria para ela. Uma risada escapou por entre seus dentes, e ela seguiu a amiga.
“Essa semana vai ser longa. Graças a null e seu peguete.” O pensamente foi simultâneo. Os dois sabiam que essa semana e esses seis dias prometiam. E muito mais do que eles pensavam.
THE FUCKING END!
Nota da Autora: Ai gente vale por ter lido, sério mesmo. SEM BRINKS! Gostaram? Essa não é a minha primeira fic mais é a primeira que eu postei; Podem comentar, e fazer criticas, não vou até sua casa te matar, prometo. Então, eu escrevi essa em menos de duas horas. É que eu queria muito postar um, ai foi essa. Então é provável que eu faça a segunda parte mais não tenho certeza. Se vocês gostarem eu faço. Anyways beijos, e muito obrigada a beta linda Mara que agüentou a ler até o final.
Nota da Beta: Qualquer erro que você encontrou, mande um e-mail diretamente para mim. Ou ainda, se preferir, mande um tweet para @thaijustsmile. Obrigada, Thai.