- null, pra onde que nós estamos indo? – null entrou no carro batendo a porta.
- Cara, você não vai ficar trancado dentro de um quarto ouvindo música triste em uma sexta-feira à noite! Você está me entendendo? Cara, esquece a null. A gente vai pra Open. – null ligou o carro, e tentava lembrar como chegava ao tal lugar.
- Open? Aquela balada nova? – null perguntou.
- Sim, aparentemente é aniversário de um velho amigo que eu não lembro o nome. Ele reservou o lugar para ter essa festa. Nós éramos colegas no colegial e então ele me chamou. Eu não estou nem aí para o que você quer fazer. Essa noite a gente vai beber. E se divertir pra caramba. – null sorriu, finalmente concordando com o amigo. null e null eram amigos desde sempre. Os dois tinham vinte e quatro anos e trabalhavam com música. Sexta-feira à noite era sagrada para os dois. Baladas, restaurantes, festas, era sempre a mesma coisa. Eram nacionalmente conhecidos como os baladeiros. Entravam como Vips em todas as baladas sem terem que fazer o menor esforço. null namorava uma modelo, null. Ele sabia que o namoro não estava dando certo, já tinha acabado muito tempo atrás. Ainda era cedo, o relógio marcava 11h30min quando o carro parou na frente de uma mansão. null jogou as chaves para o vale e admirava a casa. Em cima da balada estava escrito Open em neon e de baixo estava escrito Bem Vindo. A música soava alta, fazendo o chão tremer, e as luzes piscavam sem parar. - Pronto? – null perguntou. null olhou para o amigo e riu jogando a cabeça para trás.
- Você ainda pergunta? – null perguntou, andando em direção à corda vermelha e ao rapaz atrás da mesma.
- E ele está de volta! – null riu. O rapaz atrás da corda a abriu imediatamente ao ver os rostos de null e de null. Os meninos entraram na balada. Na casa não havia andares. Ela era completamente aberta. null e null olharam para baixo e viram as pessoas dançando. Eles desceram as escadas, ainda olhando em volta. Uma menina que dançava rebolando a pouca bunda que tinha, olhou para null e piscou.
- Se divirta, porque eu já achei a minha diversão por essa noite. – null deu um tapa nas costas do amigo e andou na direção da menina. null olhou em sua volta e não viu nenhum rosto conhecido. Ele viu uma placa grande escrita bar e se direcionou para a mesma. Algumas meninas vieram falar com null, praticamente se jogando em cima dele, mas ele simplesmente não estava a fim. null estava apoiado no balcão, bebendo uma cerveja e olhando as luzes no teto. Ele sentiu algum ser sentar do seu lado, mas não se interessou. null virou a cabeça ao ouvir seu nome sendo chamado.
- null, é você? – Ele não reconhecia a menina extremamente atraente que falava com ele.
- Desculpa mas eu te conheço? – Ele perguntou um pouco constrangido. A menina deu uma risadinha falsa.
- Não. Mas eu te conheço. – Ela chegou mais perto dele e deu um sorriso malicioso. null se afastou um pouco. - Quer dançar? – Ela perguntou. null fez uma cara ao pensar e a mediu.
- Não, obrigado. Eu não estou muito a fim. – Ele sorriu. A menina sorriu de volta, e desapareceu pelas pessoas da balada. Mesmo ele não sentindo nada por sua atual namorada, não conseguia traí-la. Parecia tão sujo fazer isso. null olhou para o relógio em seu pulso. Ele marcava meia noite em ponto. Ele bufou. - O que eu fiz para merecer isso? – Ele se perguntou em voz alta. null sentiu um sentimento estranho, mas prazeroso, como se alguém estivesse lhe chamando. Ele olhou para cima, mas não havia ninguém. Ele continuou encarando a porta da balada até ela se abrir e por ela entrar uma menina usando um salta alto agulha preto, uma mini saia jeans escura, e uma blusa colada, branca e de manga longa, com os três primeiros botões desabotoados. O cabelo dela estava solto e batendo até a cintura. Os olhos dela eram bem maquiados e brilhantes, com um olhar que se pudesse matar, todos estariam mortos. As bochechas cobertas por um rosa avermelhado. Sua boca coberta por um vermelho penetrante. Em seu pescoço um colar de pimenta que ia até o começo de seus peitos. null a olhava de boca aberta, se perguntando se havia alguém mais perfeita que ela. A menina olhou para null lambendo os lábios e depois mordendo o de baixo. Ela jogou o cabelo para trás e riu sozinha enquanto descia as escadas.
Eu tenho que ir atrás dela!” null pensou para si mesmo, já se levantando e andando em direção a escada. null deu várias voltas na balada e não a achou em lugar algum.
Será que você a imaginou? Ok, agora você está delirando em uma desconhecida que provavelmente nem existe, e é louco! Patético!” Ele voltou para o mesmo lugar de antes e pediu outra cerveja.

O tempo parecia não passar. Ele olhou no relógio que marcava 02h55min da manhã. Não importava quem ela era agora. Ela já deveria ter ido embora com algum sortudo. Novamente aquele sentimento cobriu o corpo de null e ele encarou sua volta. Uma menina dançava na pista. Seu corpo ia de um lado para o outro junto com seu quadril, nunca tinha visto alguém tão sexy como ela. Aquelas curvas, aquele sorriso... Ela parecia uma miragem. A menina olhava para null sorrindo de lado. Quando ele ia até ela, a multidão a cobriu de sua vista e ele a perdeu novamente. Na sua quarta cerveja, null ainda estava pensando nela. Ele estava sentado na ponta da cadeira e com as costas encostadas ao balcão. Alguém sentou de seu lado e ele rezava para não ser a menina da última vez, insistindo para que ele dançasse com ela. Um perfume cobriu o ar e null sentiu como se estivesse inalando cocaína, porque ele estava viciado. Ele virou seu rosto para olhar a figura ao seu lado. null se endireitou em seu lugar ao ver a menina de seus sonhos com o corpo jogado no balcão, pedindo uma cerveja que imediatamente foi dada à ela. A garota olhou para null e sorriu. null sorriu de volta, desajeitado.
- Oi! Eu sou null null, mas pode me chamar de null. – Ele estendeu a mão para ela, quem a apertou.
- null. – A menina tomou um gole de sua cerveja, e mediu null enquanto mordia o lábio inferior. Ela voltou seu olhar para a pista de dança. Depois de só alguns goles de sua cerveja, a colocou de volta no balcão. Ela pegou na mão de null, como quem faz isso todos os dias, e o levou até a pista de dança. If I Never See Your Face Again do Maroon 5 tocava e a menina jogava seu corpo de um lado para o outro. null colocou sua mão na cintura dela, e grudou seus quadris. Ela passava a mão pelo cabelo e jogava a cabeça para trás, fazendo seu pescoço ficar totalmente a mostra. null tinha essa coisa por pescoço que era incontrolável. Ele beijou o pescoço dela, sentindo mais uma vez aquele perfume penetrante. A garota voltou seu olhar para null, encarando a boca do garoto, e o olhando novamente. Ela chegou seu rosto perto do dele, e null a beijou. Sua língua passeava cobrindo toda a região da boca da garota. Nem se ele quisesse ele iria conseguir se afastar dela agora. Não tinha para onde correr, ele tinha que tê-la. A casa parecia estar girando, mas não tinha como desistir agora, ela não o deixaria ir embora agora. Ele sentiu a mão dela agarrando seu pescoço e suas unhas o arranhando cuidadosamente. A língua quente da garota o fazia delirar, e as mãos dela em seu pescoço o faziam gemer. Ela amarrou a perna dela contra a coxa dele, fazendo ela sentir a excitação do garoto. A mão de null passeava pelas costas da garota, e uma delas descia até o começo da bunda dela. Ela se afastou dele e lambeu os lábios.
- Acho que a gente deveria sair daqui. – A menina sorriu maliciosamente.
- Minha casa. – Ele sorriu igualmente, pegando a mão dela e a levando até a porta.
Os dois pegaram um táxi até a casa de null que não era muito longe. Quando o táxi parou em frente de uma casa grande vermelha, ele jogou uma nota de cinqüenta no banco e puxou a menina para fora do carro. Os dois andaram até a porta, atropelando os próprios pés ao se beijarem. null abriu a porta e a levou pela mão para dentro da casa bem decorada. Eles andaram até a escada ainda se beijando. O salto da menina e o tênis de null foram quicados fora do pé. A mão dela corria pelas costas de null, arrancando a blusa dele e a jogando em um dos andares. Ela amarrou a perna nele de novo, e ele a puxou para cima, pegando a garota no colo. O beijo estava rápido e o calor ia aumentando. A mão de null fez o caminho por de baixo da saia dela e apertou um de seus glúteos, fazendo a menina gemer alto de prazer. Os corpos dos dois estavam colados e as escadas pareciam atrapalhar. Quando eles finalmente chegaram ao quarto de null, ele a pressionou contra a parede, descendo sua boca até o pescoço da menina e para seus peitos. Ela segurava os cabelos dele com força, pressionando a cabeça dele contra seu corpo quente. A garota pulou do colo dele, e o empurrou até a cama, subindo em cima dele e beijando seu pescoço e voltando até seus lábios. Ela se afastou dele, e desabotoou-lhe a blusa lentamente, fazendo ele ficar mais excitado ainda. Quando finalmente a tirou, jogou a mesma bem longe e fez o mesmo com a saia. null encarava a lingerie vermelha e perfeitamente bordada da garota. Ela desabotoou a jeans de null, e a jogou do outro lado do quarto, sorrindo. null esticou o braço, pegando a cabeça dela e a beijando com vontade. Ele mudou de posição, ficando por cima da garota e tirando seu sutiã. Ele chupou o bico do peito dela e com uma mão massageou o outro. Ele desceu até a calcinha dela, tirando ela com a boca e voltando a beijá-la. A menina empurrou null para o outro lado da cama e se jogou em cima dele. Ela beijou o pescoço do garoto, descendo seus beijos até seu samba canção vermelho e preto. Ela o tirou e o colocou cuidadosamente do lado da cama. A garota agarrou o membro de null com uma mão e a movimentou para cima e para baixo, lentamente. null fechou os olhos e gemeu alto. Ela lambeu a cabeça do membro dele, e o colocou na boca, começando a chupar devagar e depois acelerando e colocando mais pressão. Ele tirava o cabelo dela do rosto e ofegava. A menina tirava o pênis todo da boca e depois o colocava de volta. null segurava os lençóis, e mordia o lábio com força, se perguntando se muito prazer poderia matar.
- E-eu es-estou chegando lá.. – Ele falou tremido. A menina continuou a chupar e depois desacelerou os movimentos. Ela esticou o braço, pegando a saia e tirando de um bolso interno uma camisinha. Ela a colocou em null, e logo em seguida o garoto a puxou para cima, deitando ela na cama e a penetrando. Ele tirava seu membro quase todo de dentro dela e o colocava novamente, fazendo a menina gemer seu sobrenome, o que fez ele delirar mais ainda. Ela arranhava as costas do garoto com força e ofegava sem parar. Ele beijava o pescoço dela, dando vários chupões e lambidas. A velocidade aumentava cada vez mais, e ela gritava de prazer. As mãos de null estavam na cintura dela, subindo e descendo por seu corpo delicado. Os dois chegaram ao orgasmo juntos, e null se deitou do lado dela. A menina recuperou a respiração a se cobriu com o lençol. null a olhava sorrindo. A garota virou seu olhar para null e o encarou sorrido igualmente. Ela colocou a mão no rosto dele, e deu-lhe um selinho. Ele nunca havia conhecido alguém tão meiga e tão pequena quanto ela.
- Você vai dormir aqui, não é? – A garota se sentou na cama, cobrindo o peito com o lençol.
- Não, eu não quero incomodar. – null se sentou na cama, assim como ela.
- Não é incômodo nenhum. E eu realmente não vou deixar você sair essa hora. Amanhã a gente toma café da manhã, conversamos um pouco, depois almoçamos, e então você pode ir. – A menina sorriu, desistindo. Ela se levantou, levando com ela o lençol e andou até uma estante que tinha no quarto de null, cheia de livros, jogos de videogame, filmes, e CDs. Ela olhava um por um com o dedo. null se levantou, colocando seu samba canção e admirando a bunda perfeita da garota. Ele chegou perto dela, dando-lhe um beijo no pescoço e abraçando sua cintura.
- Você tem Guitar Hero. – Ela falou, tirando uma caixa da estante, e a olhando.
- Quer jogar? – Ele perguntou.
- Quero. – Ela sorriu como uma criança e foi achar suas peças de roupa. null ligou a televisão de plasma que tinha de frente para sua cama, e colocou o CD no Playstation logo em baixo.
- Eu emprestei a guitarra para um amigo meu, tudo bem se a gente jogar no controle? – null desamarrava os controles os colocando no chão. A menina colocou a calcinha e o sutiã, e logo em seguida colocou a blusa que null estava usando.
- Eu não sou muito boa no controle, mas tudo bem. – Ela se sentou com as pernas cruzadas no chão, e pegou um dos controles. null se sentou do lado dela e eles começaram a jogar.

*


- Eu desisto, você é muito boa. – Ele jogou o controle no chão e se levantou. Ela riu e se levantou junto.
- É você que é péssimo, null. – Ele riu junto com ela, admitindo a derrota.
- Vem, vamos comer alguma coisa. – null estendeu a mão para ela, que a pegou, entrelaçando seus dedos e sorrindo para si mesma. Os dois foram até a cozinha rindo quando viram as peças de roupas. null a colocou sentada em cima do balcão da cozinha americana e foi preparar alguma coisa para ela comer.
- O que você vai querer? Macarrão, arroz e feijão? Fala para mim. – Ele a olhava. A menina pensou um pouco e depois deu de ombros.
- Pão com manteiga e geléia. – null riu. “Como que alguém tão sexy pode comer pão com manteiga e geléia?” null pensou. Ele preparou um pão para ela e um para ele. Os dois conversaram enquanto comiam, depois voltaram para o quarto de null e, por escolha dela, decidiram assistir Up Altas Aventuras. null estava sentado na cama com a cabeça dela em seu colo. Ele passava a mão pelo cabelo da garota fazendo carinho. Quando acabou o filme, null já estava dormindo. Ele a endireitou na cama e desligou a televisão. null se deitou do lado dela e a abraçou.

*


A luz do sol bateu nos olhos de null os fazendo arder. Ele se lembrava da noite anterior. Ele abriu os olhos, procurando a garota que dormiu em seus braços. null se levantou e andou pela casa. Não tinha nenhum rastro dela. null pegou o celular e discou o telefone de null.
- Alô? - Uma voz abafada falou.
- null? – null perguntou. Houve um silêncio e depois a voz de null.
- null! E aí! Pra onde que você foi ontem?
- Cara, ontem eu tive a melhor noite da minha vida. Conheci uma garota na festa, a null. Ela era perfeita, sedutora, fofa, engraçada, carinhosa. Eu tive a melhor transa da minha vida com ela, eu acho que me apaixonei. E hoje de manhã ela foi embora, sem dizer nada.
- Cara, eu posso te ligar daqui a pouco? – null desligou o telefone se jogando em cima da cama e encarou o teto. Ela era perfeita. Linda, sedutora, sexy. Nunca nenhuma menina chegaria perto do que ela era. Ele iria achá-la. Não importa o que ele iria ter que fazer. Ela seria dele.



Nota da Autora: Ia ser só party girl mais aaai né, fazer oque? Eai gente oque acharam? Seduziu vocês? Hehe. Comecei e terminei no mesmo dia. Na verdade eu tava escrevendo outra, ai a idéia surgiu e eu comecei essa. Vão querer a segunda parte? É só falar que sim AHSUAHUHAUSHA. Caso tenha alguma critica, sugestão, idéia para a segunda parte é só deixar um comentário ou um alô para a @shakequake_le. Queria mandar um beijo e um enorme obrigada a beta Thais que sempre agüenta as minhas fics very pervertidas hoho :B E outra obrigada para você leitora linda e maravilhosa! Obrigada pela preferência gata! Beeeeijones ;)

Nota da Beta: Qualquer erro que você encontrou, mande um e-mail diretamente para mim. Obrigada, Thai.


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