Aos 28 anos ele havia conquistado o que ninguém na sua idade havia conseguido: Se tornar o vice diretor da Whistler’s Company. Prestes a se tornar o grande nome da empresa, ele havia deixado toda a rebeldia e irreverência para trás, bem como os sonhos da juventude, ao se tornar um visionário homem de negócios, escravo do próprio trabalho. Com o corpo jovem e a mente idosa, achou que não podia mudar seus ideais conservadores e antiquados quando uma jovem feminista, revolucionária e respondona apareceu inesperadamente em sua vida, provando que não só sua rotina como suas concepções e sonhos estavam prestes a virar de cabeça para baixo.


Escrita por: Priscila Santiago
Betada por: Dafne M.

Capítulos 01 ao 13

Ele acreditava que, pelo título, aquele era um livro muito pessoal. Folheou entre desenhos, colagens de revistas, flores ressecadas e algumas frases em outro idioma que não saberia reconhecer. Quanto mais folheava, mais conectado se sentia com aquela menina. Eram tantas frases parecidas com as que ele costumava escrever, músicas que ele costumava ouvir... Era quase como se estivesse vendo uma versão de si mesmo do passado.

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Capítulos 14 ao 21

“Eu já estava de casamento marcado e meu relacionamento estava passando por uma turbulência. Eu estava vulnerável, prestes a assumir um cargo que nunca quis, cheio de sobrecarga… E ai você veio, com seu jeitinho peculiar de me irritar, me dizia tudo o que queria, na hora que queria, me contestava em tudo e me dava todos esses apelidos. Me esnobando e me tratando desse jeito... Claro que me apaixonei”

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Capítulos 22 em diante

“Descobriu da pior forma possível que tomar as rédeas da própria vida era algo que deveria ser visto como prioridade. Estava cansado de ser produto das escolhas de outras pessoas, estava cansado de olhar-se no espelho e não reconhecer a si mesmo, ou, pior: não saber definir a si mesmo. “Você não pode desistir, não agora, não ainda. Não por mim, ou por ela, ou por qualquer um, mas por você. Por favor, não desista por você”. E estava destinado a não desistir. Iria permanecer vivo para parar de realizar os sonhos dos outros e viver os seus próprios. ”

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