Bandernatch

Última atualização: 10/01/2019

Capítulo 1

There’s glitter on the floor after the party
Há glitter no chão depois da festa
Girls carrying their shoes down the lobby
Garotas carregando seus sapatos no salão
Candle wax and Polaroids on the hardwood floor
Cera de velas e Polaroides no piso de madeira

A melodia seguida pela voz magnifica da Taylor Swift ativou minha audição pela primeira vez naquele dia. Bocejei, sem disposição para levantar. A loira continuou a cantar à medida que eu tateava meu criado-mudo, o qual residia ao lado da minha cama, numa tentativa cega de desligar o alarme. Meus dedos tocaram objetos diversos; um relógio, protetor solar, estojo, a cropped preta de camurça do dia anterior e por fim meu celular. Deslizei o dedo indicador pela tela algumas vezes até cessar a canção, bem na parte que ela cantou New Year’s Day.
Amava a música, mas aquele silêncio foi um presente e tanto. Sorri preguiçosamente contra o travesseiro confortável, pronta para descansar mais.
Track.
Ignorei o barulho assim como havia feito com o despertador, decidida a conseguir mais alguns minutinhos extras de sono.
Track.
Droga, provavelmente era o gato da família que morava em frente a minha casa, faminto e arranhando a janela com suas garrinhas novamente. Maldito dia em que eu fui alimentar o obeso do Senhor Bigodes.
Track.
Bufei, sentando-me na cama, de olhos fechados. Era possível sentir os raios de sol acariciando minha pele com suavidade, alguns passos apressados dentro de casa que indicavam que a minha família estava acordada também eram facilmente escutados.
Ah, a magia das segundas-feiras.
Track.
– Certo, certo. – Disse, esfregando as costas da minha mão direita pelo rosto. Ainda não tinha coragem para separar as pálpebras e enfrentar o dia. A velha rotina de uma adolescente: dormir tarde e se arrepender pela matina. Repetidamente. O som se fez presente mais uma vez e eu bocejei, tentando me comunicar com o gato, como se ele fosse entender alguma coisa. – Calma, Senhor Bigodes. Eu pego alguma coisa para você na cozinha. Só deixa eu acordar de verdade.
– Senhor Bigodes? Apelido maneiro, mas não estou deixando a barba crescer. – A voz do meu velho melhor amigo soou divertida.
Abri os olhos imediatamente, sendo atingida pelo sol sem nenhuma simpatia como antes.
– Merda. – Fechei-os por puro reflexo, repetindo o ato algumas vezes até minha visão se habituar à claridade. Não me apressei para cobrir meu pijama do My Little Pony ou organizar o ninho que meu cabelo de certo estava. Afinal, era . O cara que cresceu junto comigo. Ele já tinha me visto em estados piores. – O que você quer, ein? – Resmunguei, mal-humorada.
– Hoje é dia do trote! – Comentou animado, sorrindo abertamente. O trote dos alunos do último ano do ensino médio era uma tradição: decidimos o tema em sala e nos vestíamos a caráter em um dia qualquer marcado pela comissão da formatura. , com seu jeito adorável de existir, já estava devidamente uniformizado como seu personagem favorito desde os sete anos de idade: Jason Voorhees. Isso mesmo, o assassino do clássico Sexta-Feira 13. Ele sempre amou aquele filme, mesmo morrendo de medo dele. Na verdade, acho que era disso que ele mais gostava: a capacidade de sentir tanto medo com algo fictício que ele podia simplesmente dominar com um controle remoto. Quase como se ele administrasse a dosagem de terror que ganharia a cada cena.
Balancei a cabeça de um lado para outro, ainda rabugenta por ser despertada no meio da minha procrastinação matinal.
– Não acredito que você me acordou para isso, . E que barulho era aquele na minha janela? Jogando pedrinhas de novo? Nunca ouviu falar de celular, não? Isso não é um romance dos anos 70. – Ele revirou os olhos e eu caí de costas na cama.
Sabia que deveria me levantar, mas o que uns segundinhos a mais mudariam, certo?
, nem tenta me enrolar. Sabia que você ia ficar dormindo até tarde por causa daquela série lá. Aposto que disse para minha sogra que nem tem aula hoje. – Seu tom era acusatório, todavia o que me fez levantar da cama indignada foi a primeira parte da sua fala. – E qual a graça de te ligar quando eu posso ter prazer de ver sua cara amassada e seus lençóis do Flash bem cedinho? Ah, não fale assim dos filmes dos anos 70. Ótima época para o cinema. – Ele franziu as sobrancelhas, pensando mais um pouco sobre aqueles anos enfadonhos. – Péssima época para a liberdade feminina, para os negros... – Suspirou. Essa era uma das coisas que eu mais admirava no meu amigo de longa data: mesmo sendo um homem branco e hétero, era bem ligado em assuntos sociais. Admito que tinha certa parcela de culpa nisso, mais uma coisa da qual me orgulho. – Mas uma ótima época para o cinema.
– Não é uma série lá. É YOU. – Cruzei os braços. Como ele ousava falar da minha bebê como se fosse algo banal? Eu estava completamente apaixonada pelo programa. Maratonei a primeira temporada em dois dias na Netflix. Era simplesmente incrível a capacidade dos produtores, roteiristas e atores de prenderem o telespectador a história, tentando fazê-lo esquecer que, na verdade, tudo aquilo é o ponto de vista do psicopata, embora sempre existam sinal para lembrar quem quer que esteja assistindo.
– Eu? – Ele riu bobamente da sua própria piada sem graça. Meu Deus, que tipo de melhor amigo eu fui arranjar? E isso em plena manhã. O dia já tinha começado de uma maneira esplêndida.
– Primeiro, vou ignorar esse projeto de piada. Segundo, eu disse isso à minha mãe porque é verdade. Toda vez que tem trote, a gente fica com o dia livre. – Andei até a janela e me inclinei, levantando o pedaço de ferro que a mantinha fechada e saindo de perto para que pudesse passar por ela, ato que ele realizou prontamente. Já estava acostumada com aquilo. – Aliás, é por essas e outras que minha mãe enche o saco falando que eu tenho que assumir nosso namoro.
De fato. e eu fomos melhores amigos desde o primeiro chute, quando eu chutei o joelho dele enquanto jogávamos futebol aos cinco anos. O fato dele ser meu vizinho só aumentou nossa proximidade. E isso misturado com as brincadeiras dele fizeram minha mãe achar que eu estava escondendo um relacionamento de natureza amorosa com ele. Entretanto, nós nunca ficamos. Alguns momentos... Diferentes aconteceram, como ele flertando comigo bêbado ou uma troca de olhares que durava tempo demais. Nada passou disso. Éramos melhores amigos acima de qualquer pseudossensação gerada pelos hormônios.
– Tá, tá. Depois a gente assiste junto. – Revirou as orbes verdes, provavelmente desejando que eu me arrumasse logo. e sua obsessão por fantasias. – Vai se arrumar, eu te espero. – Ele passou por mim e se jogou na minha cama, completamente folgado. Virei para ele e arqueei a sobrancelha, apontando com a cabeça para os seus sapatos. – Ah, . Nem vem. Eu só andei da minha casa até aqui. – Continuei o encarando, semicerrando os olhos. Inacreditável. – Eu moro do seu lado! – Tentou, exasperado. Apenas cruzei os braços. sentou na cama, tirando as botas e resmungando. Eu apenas sorri pela minha pequena vitória prevista e fui ao banheiro, minhas roupas já estavam lá desde ontem, felizmente. Tranquei a porta, começando a me despir. Não estava com rosto tão detonado quanto achei que estaria, isso era bom. Somente uma olheira leve, bochechas amassadas e uns fios castanhos espalhados aleatoriamente. Certeza de que meu cabelo seria a parte mais complicada. – , TEM CAFÉ DA MANHÃ? – Ouvi perguntar quando peguei minha escova, começando a pentear o caos que estava presente na minha cabeça.
– DEVE TER. ME ESPERA PARA A GENTE COMER JUNTO. – Respondi. Depois de alguns minutos, iniciei a pintura do cabelo, o castanho escuro natural substituído pelo branco, seguido pelo preto no meio. Spray de Carnaval, salvando a vida dos estudantes do século XXI.
Pus uma touca de banho no cabelo, minhas costas e mãos estavam imundas, mas eu não podia correr o risco de ferrar o meu trabalho. Entrei na ducha e liguei o chuveiro, a água fria me fez dar um pulinho. Choque térmico, nunca me acostumaria com isso. Continuei minha rotina matinal, finalizando meu banho em tempo recorde, dado que as chances de um invadir o banheiro porque eu estava demorando demais eram extremamente altas. Após me secar com a toalha verde, coloquei a minha própria fantasia: Sindel, de Mortal Kombat. A personagem mais poderosa e que havia sido a minha predileta durante os anos que eu jogava. Infelizmente, a história da Rainha de Ednia era trágica. Sua roupa consistia em uma espécie de maiô, seu centro era roxo, enquanto o resto dele era preto, contando com um decote no meio dos seios. Um colete de três cores – branco na frente, preto nas ombreiras e roxo nas laterais – bem curtinho, ia do pescoço, com a gola branca levantada, até o final do busto. O calçado era um par de botas cano alto que prosseguia a mesma cor de grande parte da fantasia: roxo e preto. A bota em si cobria até o joelho, a frente do pé e o tornozelo seguiam a cor mais escure, já a panturrilha e o calcanhar eram decorados pelo roxo. A parte da canela preta e, ligada a bota, um tipo de acessório feito de couro falso, tal como o a roupa em si, que apertava minha coxa levemente. Para minha sorte, Sindel não tinha nenhum acessório extravagante, só um par de luvas misturadas com braceletes as quais cobriam do torso da mão até o meio do rádio. A maquiagem foi simples, um gatinho exagerado, rímel e batom preto. Eu quase parecia uma gótica. Aposto que se tivesse me dado ao trabalho de comprar unhas de acrílico, seria confundida com uma vampira. Ou zumbi.
– Viu? Nem demorei muito. – Disse ao abrir a porta do banheiro. tirou os olhos do celular, mostrando-me uma cara de paisagem que não durou nem três segundos. Logo, ele estava olhando a minha roupa. – O que achou?
– Está linda. Mas isso não é novidade. – Rolei os olhos para o elogio, embora um sorrisinho fosse exposto nos meus lábios. Ele levantou da cama, guardando o aparelho telefônico no bolso. – Falando sério. E a fantasia ficou muito boa, dava para ser uma Cosplayer.
– Só Cosplayer mesmo, nada de Cosmaker. Comprei isso tudo na internet. – Dei de ombros. – Você também não está nada mal, assassino. – Realmente. A máscara de hóquei tinha um aspecto sujo, assim como suas roupas. As botas brutas e escuras pareciam ter sido usadas na lama. Sobretudo marrom, blusa comum azul escuro e um jeans surrado complementavam a fantasia.
– Obrigado, vítima. – Ele piscou. Soltei uma risada sarcástica como andou até mim, jogando o braço nos meus ombros ao andarmos juntos até a cozinha.
– Por favor, . Eu sou bem mais poderosa que um assassino de araque. Cuidado ou eu vou te dar um fatality.
Meu melhor amigo não teve a oportunidade de responder, dado que meu pai abraçou ele assim que pisamos no cômodo da casa que cheirava a suco, café e torradas. Ignorei a conversa deles, que provavelmente envolvia algum cantor ou banda antiga, procurando por comida. Meu estômago estava prestes a me matar.
– E você está linda, filha. Vamos tirar uma foto depois do desayuno. – Comunicou em espanhol, a nova língua que ele estava aprendendo. As vantagens de estar de férias, papai tinha bastante tempo livre.
Sí, papá. – Sentei na mesa, enfiando metade de um pão com queijo na boca. sentou na minha frente, colocando café em uma caneca vermelha com os dizeres Feliz Dia das Mães!
– Quer suco de laranja ou café? – Meu pai perguntou. O suco de laranja parecia saboroso, o meu preferido. Mas eu precisa estar 100% ativa para o trote. Continuei mastigando minha comida enquanto tentava decidir qual dos dois eu deveria tomar.
Suco de Laranja/Café
Mas, bem, eu não era a maior fã de café por n motivos. Então, rendi-me à vontade de bebericar o meu suquinho natural.
– Suco, por favor.
Terminamos de comer em poucos minutos, logo estávamos tirando as fotos preciosas de papai, e então nos despedindo para ir ao trote. Também chegamos lá rápido, o colégio não era tão distante, apenas três quadras e voilà. De qualquer maneira, tiramos mais fotos com o fotógrafo oficial; em grupo, sozinhos e em dupla. É claro que minha dupla foi , mesmo com a insistência de para que fôssemos eu e ela. Depois, a sessão de fotos foi bem mais descontraída, eram só os adolescentes com seus celulares e uma chuva de flashs, selfies e hashtags no Instagram. Geração Y, tão previsível.
Não demorou muito para que o desfile das roupas começasse. Naquele instante, todo o colégio se reunia no ginásio, prestes a prestigiar, gravar o melhor e o pior dos alunos do terceiro ano médio. As roupas variavam drasticamente: heróis da DC e Marvel, Winxs, bruxas, personagens de games, animes, animais, comidas, vilões, famosos, etc.
Os acordes de I Did Something Bad começaram a tocar. Um nível de dificuldade considerativo foi superado para convencer a deixar-me escolher uma música da Taylor na nossa entrada, contudo valeu a pena. Dava para ver no rosto da plateia e no dele que havia combinado bastante.
I never trust a narcissist
Eu nunca confio em um narcisista

Apareci sozinha na reta, andando tranquilamente entre a multidão de alunos. Eu e ele tínhamos ensaiado bastante, chegando a concordar que nem ao menos precisávamos revisar no dia do evento. E aqui estávamos, prestes a ver se tudo ocorreria como o planejado. Era excitante e aterrorizador finalmente mostrar tudo aquilo para mais pessoas além dos nossos pais.
But they love me
Mas eles me amam

Virei de costas, chamando com o dedo indicador.
So I play em’ like a violin
Então eu os manipulo como um violino

Meu melhor amigo entrou em cena, segurando a serra elétrica enferrujada e manchada de sangue falso que tinha pegado emprestado de , seu amigo babaca. Ele andou até mim, todavia eu me virei novamente antes que ele pudesse me alcançar, caminhando um pouco à frente.
And I make it look oh so easy
E eu faço parecer oh tão fácil

Parei e rebolei os quadris, movendo meu corpo de modo que, ao menos eu, considerava sensual. A plateia gritou e se inclinou para trás, emitindo um barulho da serra elétrica. Óbvio, aquilo aumentou o volume dos gritos.
‘Cause for every lie I tell them
Porque para cada mentira que eu conto a eles

Abaixei-me e levantei rapidamente, fazendo meu cabelo voar. No maior estilo Joelma do Calypso, na verdade. Contudo, não ouvi nenhuma risada. Era possível que ninguém tivesse entendido a piada interna.
They tell me three
Eles contam três

O passo deu tempo para me alcançar. Assim, estávamos lado a lado pela primeira vez. Ele já havia levantado a mascara.
This is how the world works
É assim que o mundo funciona

Demos alguns passos juntos, exibindo nossas fantasias e deixando que tirassem mais e mais fotos.
Now all he thinks about is me
Agora tudo no que ela pensa sou eu

Do nada, a mão livre dele agarrou minha cintura em um movimento possessivo. Ignorei o arrepio prazeroso que subiu pela minha espinha e minha respiração que tinha ficado esquisita do nada e continuei nosso show. Sempre tinha a mesma reação quando ensaiávamos.
I can feel the flames on my skin
Eu posso sentir as chamas na minha pele

Levantei minha perna e agarrou minha coxa, mantendo-a suspensa contra o seu corpo. Meu coração estava acelerado, meu braço segurava seu ombro e torci para que ele não notasse o meu estado atual. Inferno, várias nos assistiam. Eu devia me preocupar em errar um passo, não com isso.
Crimson red pain on my lips
Vermelho ardente nos meus lábios

Ele abaixou a cabeça, a fim de fingir que estava beijando o meu pescoço. Pelo menos, aquele era o plano inicial. Mas não tinha nada a ver com fingimento ou teatro no modo com que seus lábios tocaram minha pele sensível. Ao menos aquele ato confirmava que eu não era a única sentindo minha pele em chamas.
If a man talks shit, then I owe him nothing
Se um homem fala merda, então, eu não devo nada a ele

Essa era a parte na qual eu estava suposta a empurrar ele para longe. Respirei fundo, contendo um gemido acusador quando ele deixou mais um beijo simplório no meu pescoço. Bati na sua cabeça, como planejado.
I don’t regret it one bit, ‘cause he had it coming
Eu não me arrependo nem um pouco, pois ele mereceu

Por fim, empurrei para longe de mim. Como o bom ator que sempre foi, ele caiu com facilidade espantosa no chão e eu andei mais um passo até o fim da passarela improvisada, de costas para o público.
They say I did something bad
Eles dizem que eu fiz algo ruim

Pela coreografia, devia estar rastejando no chão. Com as mãos nos quadris, movi minha bunda de acordo com o ritmo da música, da esquerda para direita com pausas dramáticas.
Then why’s it feel so good?
Então, por que foi tão bom?

Levantei os braços, sabia que ele estava interagindo com o público: apontando a serra e coisas do gênero.
Most fun I ever had
A maior diversão que eu já tive

Virei para o povo no instante em que chegou na minha frente. A serra elétrica entre nós foi ligada por um milésimo de tempo, apenas o necessário para fazer barulho.
E eu, dentro da personagem, soltei uma risada macabra e perturbada.
And I’d do it over and over and over again if I could
E eu faria de novo, de novo e de novo se eu pudesse

O que de certo não estava dentro do personagem era o modo como meu corpo estava em puro êxtase após aquela apresentação, especialmente o momento improvisado. Eu tinha plena consciência de que deveria me preocupar com o que aconteceria depois. Como reagiria? Como eu deveria reagir?
Entretanto, não tive tempo para me preocupar.
It just felt so good, good
Foi simplesmente tão bom, bom

Ele me puxou pela cintura, pronto para pose final. Seu corpo estava basicamente colado ao meu, ambos ofegantes, experimentando aquelas sensações que já havíamos sentido em pequenas doses tão intensas. Seus olhos verdes me encararam; não precisávamos pedir permissão, ambos sabíamos o que queríamos, o que o outro queria. Mas deveríamos? Era certo? Existia um certo e um errado, afinal de contas?
Beijar /Não beijar o




Continua...



Nota da autora: Oi, oi, amores! Primeiro de tudo, alguém notou de onde é o primeiro lyric que aparece na fic? ISSO MESMO, NEW YEAR’S DAY! Feliz Ano Novo, pessoal! <3
Mais uma fic em andamento? Pois é, aqui estamos. Agora, vamos explicar algumas coisas da história:
1. Sabe o filme que lançou na Netflix há uns dias? Black Mirror: Bandernatch. O filme basicamente deixa você, telespectador, escolher o que o personagem faz. É uma ficção interativa, segundo o Google. Então, aqui está! Uma versão fanfiction disso. Na real, eu já tinha vontade de escrever algo assim, só não sabia como. Aí, o filme me deu uma help enorme.
2. AS ESCOLHAS SÃO SUAS. Ou seja, das leitoras. A primeira escolha Suco x Café foi minha, mas, de agora em diante, o futuro da PP está nas suas mãos. Comente se querem que ela beije ou não o melhor amigo e kaboom, o que tiver mais votos, vence. Vou disponibilizar votação no grupo da fic no Facebook quando eu fizer ele e tiver uma quantidade razoável de gente. Daí, eu junto os votos de lá e daqui.
3. AS ESCOLHAS SAEM DE SIMPLES PARA PESADAS. Se você já viu o filme, sabe bem como o esquema é. O inicio é bem simples, escolhas banais. Até que coisas mais graves começam a acontecer.
4. Vou disponibilizar os “finais alternativos” no grupo do Facebook. O que isso quer dizer? Aqui, só dá pra escolher uma opção, certo? Pronto. Se, por exemplo, a opção não beijar ganhar, eu vou escrever e postar aqui, esse é o canon, o que rola na fic. Contudo, todavia, entretanto, vou escrever como seria se tivesse escolhido a outra opção também e vou postar esse alternativo no grupo do Facebook.
5. As músicas da Playlist da fic são adicionadas á medida que aparecerem nela. Ou quando eu ver alguma e achar que tem alguma relação com a história/personagem.

Sabem a cropped preta citada no inicio da fic? Eu perdi a minha. Alguém me ajuda a achar, sinto saudades. :c
XOXO, V.



Outras Fanfics:

Inimigos Com Benefícios – Outros, Restrita, Em Andamento
Minha Flor Preciosa – Outros, Em Andamento
Sóbria – Outros, ShortFics, Finalizada

Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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