Capítulo Único
Era uma noite de sexta-feira e estava havendo a festa de aniversário de Eliza, uma garota da faculdade, amiga de null. Ela havia chamado todas as pessoas da turma e até mais algumas outras; o salão estava lotado.
null, que também estava na mesma turma, foi convidado por Michael — ou apenas Mike —, namorado de Eliza. O rapaz estava sentado no bar sozinho, tomando um drink, quando null aparece ao seu lado.
— null? – ela diz e ele se vira para olhá-la. Sorriu e a cumprimentou.
— Oi, null.
— Não sabia que você viria – disse, se sentando em um dos banquinhos em frente ao balcão.
— Mike me chamou. Disse que queria muito que eu viesse. – Riu anasalado. — E você? Também não esperava te encontrar aqui.
— Liza é minha amiga. Tudo bem que não somos super chegadas, mas eu não podia deixar de vir. – null fez um sinal de compreensão com a cabeça e tomou um gole de seu drink. null chamou o garçom e pediu um também.
Eles não trocaram nenhuma palavra enquanto isso. null e null não eram de conversar muito, talvez pelo fato de sentirem um pouco de vergonha um do outro e ficarem em um clima estranho na maioria das vezes.
— Bom, eu já vou indo – disse ela, pegando seu copo e se preparando para sair.
— Já? – ele a interrompeu.
— Tenho que ficar com as minhas amigas. E também a Gracie pode aparecer e me ver aqui com você. Não seria muito agradável.
Gracie era a garota com quem null namorava, até onde null sabia.
— Não, pode ficar. Eu e Gracie não estamos mais juntos. — o null disse meio cabisbaixo e null ficou parada sem saber direito o que falar.
— Ah... me desculpe, eu... – começou, embolando-se nas palavras.
— Está tudo bem, você não sabia. – Sorriu fraco.
— Você pode falar sobre isso comigo se você quiser. Pode confiar em mim. – Ela se ofereceu e null respirou fundo antes de aceitar a proposta. Naquele momento, ele sentiu vontade de conversar abertamente com ela.
— Podemos ir para outro lugar? – pediu e ela concordou.
Saíram de perto do bar e foram para os fundos do salão, onde havia uma varanda com um piso de madeira. Sentaram no chão e ficaram olhando o céu escuro iluminado pela luz da lua. null sabia que tinha que começar a falar, mas não sabia como. Até que null deu um indício para que ele começasse.
— Então... o que aconteceu? – perguntou a null.
— Gracie não gostava de verdade de mim. Acho que eu fui só uma diversão pra ela. Ela chegou pra mim e disse que estava tudo terminado. Foi bem inesperado.
— Quando foi isso?
— Ontem. – Suspirou pesado. — Não queria vir pra cá hoje, mas eu precisava distrair a cabeça. Eu amava a Gracie.
— É, dava pra ver mesmo. – null comentou baixinho, encarando a madeira do piso.
— E você? – ele perguntou.
— O quê? – O olhou sem entender.
— Ainda está com aquele cara?
— O Ben? Eu nunca namorei ele.
— Mas vocês não ficaram naquela festa?
— Foi coisa de apenas uma noite. Ele até veio me procurar no dia seguinte, mas eu não quis nada. Não gosto dele de verdade.
— Então no seu caso foi você quem partiu corações – disse com humor na voz e ela soltou um riso.
— É, talvez. – Mexeu na barra de seu vestido.
O único som que se ouvia agora era a música alta vinda de dentro do salão. A conversa parecia estar encerrada, mas null resolveu continuar.
— null – chamou e ela murmurou um ‘Hum’, olhando em seus olhos. — Vai parecer loucura se eu fizer uma coisa agora? – enquanto falava, ele foi se aproximando do corpo dela.
— Depende, o quê?
— Isso. – Juntou seus lábios com os dela em um beijo calmo. null segurou na nuca de null, pedindo passagem com a língua, que ela prontamente cedeu, aprofundando o contato.
Eles separaram segundos depois, soltando o ar que ficara preso em seus pulmões. null não sabia onde enfiar a cara. Sentia-se envergonhado e null não estava muito diferente. O garoto mordeu o lábio inferior, contendo um riso. Por dentro, ele estava feliz.
— null... por que...? – Ela parecia confusa.
— Eu tinha muita vontade de te beijar – confessou. — Sempre gostei de você.
— Mas... e a Gracie? – null ficava cada vez mais confusa.
— Eu amei ela sim, mas não foi o suficiente. E agora você deve estar me achando um idiota por ter te beijado, porque você não gosta de mim, e-... – null segurou no rosto dele delicadamente com os dedos, o fazendo virar para encará-la.
— Quem disse que eu não gosto de você? – falou bem perto do rosto dele, quase sussurrando.
— E gosta? – disse no mesmo tom de voz.
— Eu amo você – também confessou.
— Nunca pensei que isso aconteceria. – Sorriu.
— Pra falar a verdade, nem eu. – Os dois riram e se abraçaram. null encostou sua cabeça no ombro de null e ele acariciou os cabelos dela.
— Namora comigo, null? – ele perguntou bem próximo do ouvido dela.
— Claro. – Ela sorriu largo, erguendo a cabeça e lhe dando um selinho.
— , VOCÊ TÁ... – Michael apareceu, procurando pelo amigo junto a Eliza na varanda, e parou ao encontrá-lo abraçado a null. — Espera, vocês estão...
— Sim, Mike, estamos juntos – null respondeu.
— E oficialmente – null completou.
— Ai, sempre soube que isso ia acontecer! – Eliza disse animada. — Sério, null, a Gracie não tinha nada a ver com você. Mil vezes a null. – Ambos riram.
— Enfim, agora que os pombinhos estão juntos, vamos voltar pra festa. – Mike os chamou com a mão.
— Vem. – null estendeu a mão para que null se levantasse.
— Vai parecer loucura se eu fizer uma coisa agora? – Ela sorriu de canto, repetindo a pergunta que ele fizera antes.
— Depende, o quê? – repetiu a resposta dela. null apenas segurou o rosto do rapaz entre as mãos e o beijou, dessa vez mais intensamente.
— Quero cometer essa loucura todos os dias – disse null, com os lábios rente aos dele.
— Nós vamos – respondeu e a beijou mais uma vez.
null e null nunca se cansariam daquela loucura.
— null? – ela diz e ele se vira para olhá-la. Sorriu e a cumprimentou.
— Oi, null.
— Não sabia que você viria – disse, se sentando em um dos banquinhos em frente ao balcão.
— Mike me chamou. Disse que queria muito que eu viesse. – Riu anasalado. — E você? Também não esperava te encontrar aqui.
— Liza é minha amiga. Tudo bem que não somos super chegadas, mas eu não podia deixar de vir. – null fez um sinal de compreensão com a cabeça e tomou um gole de seu drink. null chamou o garçom e pediu um também.
Eles não trocaram nenhuma palavra enquanto isso. null e null não eram de conversar muito, talvez pelo fato de sentirem um pouco de vergonha um do outro e ficarem em um clima estranho na maioria das vezes.
— Bom, eu já vou indo – disse ela, pegando seu copo e se preparando para sair.
— Já? – ele a interrompeu.
— Tenho que ficar com as minhas amigas. E também a Gracie pode aparecer e me ver aqui com você. Não seria muito agradável.
Gracie era a garota com quem null namorava, até onde null sabia.
— Não, pode ficar. Eu e Gracie não estamos mais juntos. — o null disse meio cabisbaixo e null ficou parada sem saber direito o que falar.
— Ah... me desculpe, eu... – começou, embolando-se nas palavras.
— Está tudo bem, você não sabia. – Sorriu fraco.
— Você pode falar sobre isso comigo se você quiser. Pode confiar em mim. – Ela se ofereceu e null respirou fundo antes de aceitar a proposta. Naquele momento, ele sentiu vontade de conversar abertamente com ela.
— Podemos ir para outro lugar? – pediu e ela concordou.
Saíram de perto do bar e foram para os fundos do salão, onde havia uma varanda com um piso de madeira. Sentaram no chão e ficaram olhando o céu escuro iluminado pela luz da lua. null sabia que tinha que começar a falar, mas não sabia como. Até que null deu um indício para que ele começasse.
— Então... o que aconteceu? – perguntou a null.
— Gracie não gostava de verdade de mim. Acho que eu fui só uma diversão pra ela. Ela chegou pra mim e disse que estava tudo terminado. Foi bem inesperado.
— Quando foi isso?
— Ontem. – Suspirou pesado. — Não queria vir pra cá hoje, mas eu precisava distrair a cabeça. Eu amava a Gracie.
— É, dava pra ver mesmo. – null comentou baixinho, encarando a madeira do piso.
— E você? – ele perguntou.
— O quê? – O olhou sem entender.
— Ainda está com aquele cara?
— O Ben? Eu nunca namorei ele.
— Mas vocês não ficaram naquela festa?
— Foi coisa de apenas uma noite. Ele até veio me procurar no dia seguinte, mas eu não quis nada. Não gosto dele de verdade.
— Então no seu caso foi você quem partiu corações – disse com humor na voz e ela soltou um riso.
— É, talvez. – Mexeu na barra de seu vestido.
O único som que se ouvia agora era a música alta vinda de dentro do salão. A conversa parecia estar encerrada, mas null resolveu continuar.
— null – chamou e ela murmurou um ‘Hum’, olhando em seus olhos. — Vai parecer loucura se eu fizer uma coisa agora? – enquanto falava, ele foi se aproximando do corpo dela.
— Depende, o quê?
— Isso. – Juntou seus lábios com os dela em um beijo calmo. null segurou na nuca de null, pedindo passagem com a língua, que ela prontamente cedeu, aprofundando o contato.
Eles separaram segundos depois, soltando o ar que ficara preso em seus pulmões. null não sabia onde enfiar a cara. Sentia-se envergonhado e null não estava muito diferente. O garoto mordeu o lábio inferior, contendo um riso. Por dentro, ele estava feliz.
— null... por que...? – Ela parecia confusa.
— Eu tinha muita vontade de te beijar – confessou. — Sempre gostei de você.
— Mas... e a Gracie? – null ficava cada vez mais confusa.
— Eu amei ela sim, mas não foi o suficiente. E agora você deve estar me achando um idiota por ter te beijado, porque você não gosta de mim, e-... – null segurou no rosto dele delicadamente com os dedos, o fazendo virar para encará-la.
— Quem disse que eu não gosto de você? – falou bem perto do rosto dele, quase sussurrando.
— E gosta? – disse no mesmo tom de voz.
— Eu amo você – também confessou.
— Nunca pensei que isso aconteceria. – Sorriu.
— Pra falar a verdade, nem eu. – Os dois riram e se abraçaram. null encostou sua cabeça no ombro de null e ele acariciou os cabelos dela.
— Namora comigo, null? – ele perguntou bem próximo do ouvido dela.
— Claro. – Ela sorriu largo, erguendo a cabeça e lhe dando um selinho.
— , VOCÊ TÁ... – Michael apareceu, procurando pelo amigo junto a Eliza na varanda, e parou ao encontrá-lo abraçado a null. — Espera, vocês estão...
— Sim, Mike, estamos juntos – null respondeu.
— E oficialmente – null completou.
— Ai, sempre soube que isso ia acontecer! – Eliza disse animada. — Sério, null, a Gracie não tinha nada a ver com você. Mil vezes a null. – Ambos riram.
— Enfim, agora que os pombinhos estão juntos, vamos voltar pra festa. – Mike os chamou com a mão.
— Vem. – null estendeu a mão para que null se levantasse.
— Vai parecer loucura se eu fizer uma coisa agora? – Ela sorriu de canto, repetindo a pergunta que ele fizera antes.
— Depende, o quê? – repetiu a resposta dela. null apenas segurou o rosto do rapaz entre as mãos e o beijou, dessa vez mais intensamente.
— Quero cometer essa loucura todos os dias – disse null, com os lábios rente aos dele.
— Nós vamos – respondeu e a beijou mais uma vez.
null e null nunca se cansariam daquela loucura.
FIM
Nota da autora: Oieee! Bom, dessa vez eu venho com uma fic mais amorzinho e talvez um pouco clichê, mas eu adoro escrever histórias assim. Convenhamos que um clichêzinho de vez em quando é bom, né? Kkkk
Não tenho muito o que escrever aqui nas notas, então só deixo o meu obrigada a quem leu até aqui e gostou da fic :3
Beijos! <3
Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.
Para saber quando essa fanfic vai atualizar, acompanhe aqui.
Não tenho muito o que escrever aqui nas notas, então só deixo o meu obrigada a quem leu até aqui e gostou da fic :3
Beijos! <3
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