Postada: 16/09/2017

Jongdae ajustou o blazer escuro no corpo e passou mais uma vez os dedos compridos pelos fios de cabelo já secos, tentando arrumá-los melhor, e saiu do vestiário em seguida. Jogou-se em um dos sofás ao lado de Baekhyun – que distraidamente mexia no próprio celular ao sugar o líquido de uma caixinha de leite – e tirou o seu aparelho do bolso imediatamente, sorrindo ao começar a digitar uma mensagem à namorada.
Os ensaios do dia já estavam terminados, os membros estavam liberados, e ele havia combinado um jantar com naquela noite. Sem refeições caseiras daquela vez, no entanto. Os dois eram um casal que comumente preferia o aconchego de casa, mas o sucesso nas promoções do último comeback o deixava tão animado que ele queria sair um pouco do comum. Fora que passar um tempo especial com era uma de suas prioridades e ele gostaria que ela apreciasse cada momento, especialmente depois do último mês estando tão pouco com ela por causa da correria com o grupo.

Estou livre! :) Quer que eu pegue você no campus?
Enviada às 7:22pm

soltou a meia-calça no meio da panturrilha ao perceber o celular vibrar sobre a cama. Pegou-o e sorriu ao ver a mensagem de Jongdae. Achava que ele ainda demoraria a sair, por isso preferiu passar em casa e estar mais apresentável para o que ele havia pensado para os dois naquela noite. Sentia-se especialmente animada, já que fazia algum tempo desde que eles haviam saído para fazer algo. Largou o corpo na cama para responder, já se sentindo ansiosa para encontrá-lo.

Estou em casa. Não achei que você estaria livre antes das 8pm ):
Enviada às 7:24pm

Mas estou quase pronta! Posso encontrar você lá em quinze minutos, que tal?
Enviada às 7:24pm

Jongdae riu ao ler a resposta. Se ela havia dito quinze minutos, seriam pelo menos trinta. Se ele a conhecia bem, como sabia que conhecia, provavelmente acabara de sair do banho e se distrairia com algo no celular até relembrar que precisava escolher os sapatos ainda. Ela sempre achava que chegaria a tempo, mas desistia de fazer isso no meio do processo. Sempre adoravelmente atrasada. Percebeu que ainda encarava a mensagem rindo quando o amigo ao seu lado o cutucou com o cotovelo.
– É a ? – Baekhyun perguntou amigavelmente, sorrindo, e deixou o riso escapar ao que o outro acenou com a cabeça afirmativamente, sorrindo com os olhos quase se fechando, dando-lhe uma expressão adorável – Se a gente fizesse uma competição entre você e o Sehun – ele apontou em direção ao maknae com a cabeça –, eu não saberia quem ganharia por estar mais apaixonado.
Rindo, Baekhyun levantou e tocou o ombro no amigo com duas batidinhas antes de arrastar a porta de correr e sair da sala. Jongdae também riu e encarou Sehun à sua frente, do outro lado do cômodo, sentado desleixadamente no sofá, igualmente com o celular nas mãos, sorrindo de um jeito implicante enquanto digitava algo na tela.

Tudo bem, parei! ㅋㅋㅋ Posso ir ou não?
Enviada às 7:30pm

Vem, seu chato! Insuportável!
Recebida às 7:30pm

Sehun riu abertamente com a resposta instantânea de . Ele não podia evitar implicar um pouco com ela, especialmente quando ela fazia o mesmo com muito gosto. Era simplesmente como o relacionamento deles se moldava, deixando pistas de como se gostavam aqui e ali, que evoluíram de sorrisos espertos e pequenos para esses tipos de provocações que se tornaram mais comuns.
E apesar de tê-la irritado um pouco no momento – não seriamente, ele sabia, já que o rapaz podia vê-la rir para a tela do celular assim como ele mesmo fazia –, tudo o que Sehun queria era poder aproveitar aquela noite com ela, depois de um dia exaustivo de práticas. O dia seguinte de folga lhe dava essa oportunidade que ele não gostaria de perder. Por isso ficou satisfeito ao saber que se encontrariam mais tarde, em seu apartamento.
Sorrindo, respondeu de um jeito que sabia que a faria sorrir e querer jogar o celular na parede ao mesmo tempo.

Te amo também, jagi <3
Enviada às 7:31pm

– Vocês têm planos pra hoje? – Jongdae perguntou ao mais novo, sorrindo amigavelmente.
Sehun levantou o olhar um pouco confuso sobre o que seu hyung falava.
– Você está falando com a , não está?
Compreensão passou pelo rosto dele, que sorriu um pouco sem jeito no início. Quase se esquecera que não estava sozinho na sala de conforto. Sehun então assentiu logo em seguida.
– Vocês estão planejando algo pra hoje? – Jongdae tornou a perguntar.
– Nada muito importante... – ele começou a responder, mas se interrompeu ao que o pensamento de que fazer algo, o que quer que fosse, com não fosse importante – Quer dizer, nada muito elaborado, nós só vamos nos ver e-
Jongdae riu dele, que acabou rindo junto.
– Eu entendi. Vou encontrar com a daqui a pouco no restaurante da família do Yoseob-ssi. Vocês não querem se juntar a nós?
Há pouco Jongdae havia mandado uma mensagem para a namorada perguntando o que ela achava sobre ele convidar o casal mais jovem para jantarem com eles. Ele sabia que não se oporia, mas ele sempre gostava de perguntar sua opinião, e como ele imaginava, ela se animou com a ideia.
– Sério? – ele sorriu, animando-se também – Tudo bem pra você, hyung? Sei que vocês não têm se visto muito ultimamente.
Jongdae abanou uma das mãos, ainda sorrindo.
– Eu não convidaria se isso fosse um problema. Chama ela! ainda está se arrumando, podemos esperar vocês.
– Vou ligar pra ela então!
O mais velho assentiu e avisou que iria tomar um café, enquanto o outro levava o aparelho telefônico até a orelha e esperava a namorada atender.
secava o cabelo sem pressa quando o telefone vibrou sobre o criado mudo. Riu ao ver que a chamada era de Sehun, com uma foto dele fazendo careta piscando na tela. Ela desligou o secador e atendeu.
– O que foi agora, Oh Sehun? – o tom de voz era entediado, mas ela sorria.
– Sempre adorável! – ele implicou – Mudanças de planos, jagi! Jongdae-hyung nos chamou pra jantar com ele e a hoje à noite! Vamos?
Ela sorriu ainda mais pelo tom animado que ele adquirira, mas pensou um pouco antes de responder. comentara mais cedo, em seu chat em grupo com os amigos, que sairia com Jongdae nesta noite. Ela estava animada em passar um tempo fora com o namorado e bem sabia como havia sido o último mês. Apesar de a ideia de um encontro duplo agradá-la, ela não queria atrapalhar a amiga.
– Hmmm, não sei, baby... Não vamos atrapalhar a noite deles?
O rapaz riu brevemente do outro lado.
– Eu pensei nisso, mas Jongdae disse que está tudo bem. E você e são amigas, duvido que ela se incomodaria.
Foi a vez de rir.
nunca se incomoda com nada. Mas eu me incomodo.
– Ah, vamos lá, jagi! Vai ser divertido...
então encarou o mural acima de sua mesinha, para uma foto específica dela e dos amigos, quatro pessoas que ela facilmente classificaria como as melhores e mais doidas pessoas do mundo, e estava inclusa.
– Tudo bem! – sorriu ao ouvir o namorado comemorar – Mas eu ainda preciso me arrumar! Meia hora pelo menos! – ela segurou o celular entre a orelha e o ombro enquanto abria as portas do guarda-roupa e encarava os cabides tentando escolher o que usar.
– Eu passo pra te buscar, que tal?
– Ótimo! Mando mensagem quando estiver pronta.
– Não demora muito...
Ela rolou os olhos com o pedido.
– Beijos, Sehun!
Desligou o telefone rindo e jogou na cama algumas peças de roupa para escolher. Entrou rapidamente na conversa com a amiga pelo aplicativo e mandou uma mensagem para a mais velha.

, sério isso de sairmos todos juntos essa noite?
Enviada às 7:45pm

Claro! <3 Não acredito que hoje dois casais vão protagonizar cenas de dorama!
Recebida às 7:46pm

apenas riu da amiga e voltou a encarar as roupas, pensando em como se arrumar rápido pra não deixar todo mundo esperando por sua causa. Se bem que era capaz de ainda chegar antes de , que estava sempre muito atrasada.
– E então, vamos juntos? – Jongdae perguntou quando voltou à sala com um copo de café.
– Vou passar para pegá-la antes. – Sehun respondeu começando a recolher as mangas da camisa azul clara, ajustando-as até próximo do cotovelo – Você vai pegar ?
O outro negou com a cabeça enquanto checava as horas no celular.
– Vou encontrá-la lá. – ele se aproximou um pouco do mais novo e tocou seu ombro – Eu vou antes para não deixá-la esperando, mas esperamos vocês para fazermos os pedidos juntos, ok? – ele sorriu.
– Obrigado, hyung! – ele sorriu fofo e voltou a mexer no celular enquanto o outro saía.
Esperava que não demorasse tanto, afinal, ele estava faminto.
ajustou o vestido azul escuro mais uma vez, olhando-se no espelho do quarto. A parte de cima cobria seus ombros e seu colo, e ajustava-se em seu dorso até a cintura, onde se tornava mais solto até a metade de suas coxas. Estava como sempre, mas isso a agradava de qualquer maneira. Ela colocou a alça da bolsa sobre um dos ombros, segurou o casaco nos braços e caminhou até a saída, enfiando os pés nas sapatilhas pretas. Saiu de casa, desceu o pequeno lance de escadas e acenou para sua senhoria antes de andar até o ponto de ônibus. No pequeno percurso até o restaurante, ela sorriu por antecipação pela noite agradável que teria, sentindo-se antecipadamente grata pelo que tinha conseguido até ali. Ela sempre achara que não precisava de muito, e o que Seul havia lhe proporcionado era nada além do que precisava.
– Annyonghaseyo! – ela respondeu à saudação da recepcionista da entrada, curvando-se levemente – Eu sou a acompanhante de Kim Jongdae. Ele tem uma reserva para esta noite.
recebeu um breve olhar curioso antes da mulher à sua frente checar uma lista eletrônica e sorrir educadamente.
– Mesa 22, no andar de cima. Ele já aguarda a senhorita.
Ela agradeceu e adentrou o lugar já conhecido. O restaurante pertencia à família de Choi Yoseob, um dos mais velhos staffs do EXO, e os rapazes gostavam de prestigiá-los sempre que podiam.
Assim que chegou ao andar de cima seus olhos logo procuraram por Jongdae e um sorriso se formou em seus lábios quando o encontrou, sentado à mesa de quatro lugares, olhando distraído para o cardápio, com o queixo descansando na mão direita. O blazer estava sobre a cadeira e a camisa branca de mangas compridas o deixava completamente lindo, isso era o que a mente completamente parcial de achava.
– Ei, baby! – ela o chamou e a expressão com qual Jongdae a saudou foi completamente adorável.
Um sorriso enorme logo se formou em seus lábios, fazendo todo o seu rosto se iluminar e ruguinhas charmosas aparecerem ao lado de seus olhos, que se tornaram pequenas fendas brilhantes.
– Jagiya! – ele exclamou, levantando-se rapidamente para agarrar uma de suas mãos e se aproximar para um beijo doce em sua bochecha, que fez todo o corpo de vibrar pelo carinho.
– Demorei muito? – ela perguntou sorrindo, sentando-se em frente a ele, que apoiou o queixo com as duas mãos, olhando para ela como uma criancinha animada.
– Nada que eu já não esperasse, ou que não valesse à pena.
Sehun encostou o carro e olhou em direção ao pequeno edifício, logo vendo abrir o portão de vidro. Ele sorriu com o canto dos lábios ao apreciar o quanto ela estava bonita. Ela caminhava segurando a alça da pequena bolsa e descia as escadas equilibrando-se sobre os saltos das botas pretas. Usava uma saia xadrez em vermelho e preto, uma camisa branca de botões e a jaqueta preta. Ela rapidamente contornou o carro e Sehun a seguiu com o olhar até que ela sentasse no banco do carona.
– Você está linda, jagi. – ele elogiou e inclinou-se para deixar um beijo breve em seus lábios pintados de vermelho, não se controlando em pressionar com certa intensidade seus lábios nos dela, enquanto a segurava pela nuca.
por pouco não aprofundou o beijo, sentindo algo em seu estômago afundar como sempre acontecia quando ele a tocava daquele jeito. Já fazia algum tempo e a sensação nunca parava.
– Você também não está mal... – ela implicou, observando seu corpo vestido na camisa azul de botões e a calça jeans preta.
Ele riu no momento que pegou a rua novamente e começou a dirigir até o restaurante.
Em pouco tempo eles estavam subindo as escadas do restaurante e Sehun segurava a base de suas costas enquanto eles caminhavam até os amigos. e Jongdae riam de algo que ela contava, gesticulando e mudando as expressões constantemente. parou de andar por um momento, fazendo Sehun a olhar interrogativo, com as sobrancelhas levemente franzidas.
– Tá vendo? Eles estão se divertindo num programa de casal e a gente só vai atrapalhar! – ela disse firme.
Sehun apenas riu e rolou os olhos ao mesmo tempo. Ela era inacreditável.
– Deixa de ser boba! – ele sorriu e continuou a andar – Jongdae-hyung!
Jongdae e viraram e direção aos dois e sorriram, levantando-se para cumprimentá-los.
– Não demoramos muito, né? – o rapaz mais novo perguntou à , sorrindo.
– Ela deve ter acabado de chegar! – comentou, rindo, indo para perto da amiga e recebendo um abraço apertado.
Elas trocaram um olhar confidente e sorrisos pequenos cheios de significados. Existia um background extenso por trás daquele momento e era completamente insano e divertido pensar nisso quando se reuniam assim.
Quando eles se voltaram para a mesa, prontos para tomarem seus lugares, uma ideia passou pela mente de .
– Por que não sentamos um ao lado do outro? – ela começou, fazendo todos a olharem – Eu e Jongdae aqui e vocês dois na nossa frente. – sorriu apontando para as cadeiras enquanto falava.
Wae? – Sehun perguntou, confuso e risonho.
riu dele, achando a coisa mais fofa e linda do mundo.
– É comum no Brasil casais sentarem assim, um ao lado do outro. – ela explicou olhando para o namorado.
– Mas por que se você vai precisar virar para o lado para poder olhar a pessoa que está com você? – Jongdae perguntou igualmente confuso.
Elas riram deles novamente e contornou a mesa para sentar ao lado do namorado e sentou onde ela anteriormente estava, fazendo Sehun segui-la e sentar ao seu lado como a mulher mais velha havia instruído.
– Você pode ficar mais próximo da pessoa, colocar seus braços ao redor dela... – explicou, enquanto pendurava o casaco e a bolsa na cadeira.
Sehun imediatamente apoiou um de seus braços longos na cadeira de , por trás de seu corpo. Ela gargalhou.
– Assim? – ele perguntou, quase inocentemente.
sorriu afetuosamente para os dois juntos daquele jeito.
– Assim! Não é tão ruim, não é?
Jongdae imitou o amigo, fazendo rir também.
– Não é tão ruim.
Ela olhou apaixonadamente para ele e deixou um beijo rápido em sua bochecha antes de se voltar para a mesa.
– E então, o que vamos pedir? A comida aqui é realmente boa! – Sehun olhava o cardápio enquanto falava.
– O ensopado de lula é a recomendação do dia. – Jongdae começou, analisando o cardápio também – Podemos pedir porções duplas e nakji bokkeum pra acompanhar, que tal?
Sehun reprimiu um riso ao que se mexeu desconfortavelmente na cadeira ao seu lado e ajustou os óculos no rosto. Com a expressão divertida, ele negou a oferta sabendo que ela não falaria nada, mesmo que Jongdae não fosse nenhum estranho para ela.
não come nada disso. não comia peixes nem frutos do mar, um prato com lula estava fora de cogitação. E nakji bokkeum era preparado com polvo, macarrão udon e cebolas fritas no molho picante. Nem pensar.
– Sério? – Jongdae se dirigiu a ela, que lhe deu um sorriso pequeno e sem graça. riu ao seu lado.
– A sempre foi chata com comida. Juro que ainda não sei como ela sobrevive aqui.
Sehun riu abertamente.
– Ela vive de ttteokbokki porque diz que parece nhoque.
Ele e gargalharam juntos.
– Nossa, muito engraçados vocês! – forçou um riso e mostrou a língua para os dois, voltando a procurar algo que a agradasse no cardápio.
– Por que não pedimos churrasco então? O daqui é ótimo! – sugeriu.
– Completo? Todas as três opções? – Sehun perguntou, olhando divertido para ela.
– Claro! Você aguenta?
Eles riram um para o outro e deram um high five, e Jongdae sorriam para os dois. Era maravilhoso que se dessem bem.
– Bom, então vamos pedir logo. Não sei vocês, mas eu estou morrendo de fome. – Jongdae fez careta, passando a mão na barriga e em seguida chamou um dos atendentes – Ajusshi!
Em poucos minutos a mesa estava repleta de comida, com os ingredientes, os acompanhamentos e os molhos todos separados em pequenas tigelas de louça, e as carnes assando na pequena grelha a carvão, no centro. Sehun tomou cuidado em separar o samgyeopsal do bulgogi, já que o primeiro consistia em filés de carne de barriga de porco, que também não comia. O bulgogi era o tradicional churrasco de contra-filé bovino, que Jongdae se preocupava em virar sobre a grelha, dourando-os a seu gosto.
– Hmmm, quase lá! – ele exclamou, terminando de virar as pequenas fatias – Vocês sabem, a gente não deve mexer muito a carne... Ou a gente interfere na temperatura e não fica tão bom.
riu dele, assim como Sehun e .
– Mas é quase um chef! – sorriu, querendo beijá-lo ali mesmo.
Conforme as fatias de carne eram assadas eles começaram a comer, conversando e bebendo. não conseguia não sorrir e procurar pelos olhos da amiga ao observar os dois rapazes se deliciando com doenjang jjigae, a sopa de pasta de soja que geralmente servia de acompanhamento para o churrasco. Era divertido vê-los sugarem o líquido fazendo barulho, falando com a boca cheia e apontando o jeokkarak enquanto falavam um com o outro. Era adorável na visão das duas.
– Pra falar a verdade – Jongdae continuou, colocando em sua carne um pouco de ssamjang, molho de pasta apimentada –, Sehun ficou muito chato enquanto você esteve em Shanghai. Ele reclamava todos os dias sobre mensagens não respondidas.
gargalhou e Sehun ficou sem graça, abaixando a cabeça.
– Não foi bem assim...
– Como não? – foi a vez de falar – Você até me mandou mensagem um dia, perguntando se eu tinha falado com ela.
– Eu lembro mesmo da me contar isso! – riu, tomando mais um gole de soju.
– Ah, vocês também não sentem saudades por acaso? – ele argumentou, um tanto corado, e abaixou a cabeça para tomar mais da sopa.
Aigoooooo! – o mais velho exclamou, rindo.
– Você sabe que eu estava trabalhando, às vezes eu não podia responder. – olhou para ele, ainda sorrindo de um jeito um tanto bobo.
Por ter feito seu mestrado na China, ela conseguira muitos contatos por lá, e com frequência era solicitada para algum trabalho gratificante em sua área, traduções literárias.
– Às vezes eu também estou trabalhando e quando eu não respondo você fica do mesmo jeito...
– É diferente, oras.
– Não é não...
e Jongdae gargalhavam, mas a mulher achava-os simplesmente a coisa mais linda do mundo! Ela até se encolheu um pouco quando fez um som fofo e se inclinou para o lado para beijar Sehun na bochecha, que sorriu com o gesto.
– Só pra você saber, Jongdae também me enche de mensagens quando estou longe. – começou, pegando um pouco de kimchi – Mas na maioria das vezes são repetidos emojis tristes.
A mesa explodiu em gargalhadas.
– Isso é absolutamente a cara dele! – Sehun riu ainda mais, curvando-se sobre a mesa.
– Ei, isso foi quando você foi ministrar aquele curso em Macau! – Jongdae se defendeu, fazendo bico – Eram realmente muitos, muitos dias longe!
Ele se referia ao tempo que ela passara na região chinesa, trabalhando como ministrante em um curso de Estudos Feministas da universidade de lá, ao qual mantinha vínculo com a que ela estudava na Coréia.
– Eu amava seus emojis! – ela sorriu, inclinando-se para beijá-lo inúmeras vezes na bochecha, enquanto ele ria e se encolhia.
– Jongdae-hyung é muito bobo! – Sehun disse à , um pouco mais baixo, preparando para ela um embrulhado com a alface e o molho não apimentado.
– A é igual! – ela riu antes de abrir a boca para aceitar o que ele lhe oferecia.
Depois de terminado o sogalbi, a última opção de churrasco de costela, Jongdae encheu os quatro copos com soju e eles sorriram antes de virarem o líquido alcoólico de uma vez, segurando o copo com as duas mãos, como é costume quando é a pessoa mais velha da mesa que enche seu copo.
– E então, ainda tem espaço para a sobremesa? – ele perguntou, sorrindo para os outros três.
E mesmo que eles tivessem comido as três opções de churrasco, com todos os acompanhamentos, e isso significava comer muito, logo um garçom estava servindo-lhes os doces. e Sehun pediram tortas simples de limão e morango, enquanto Jongdae e dividiam um bingsu de chá verde.
Eles estavam um pouco mais silenciosos e sorriu quando Sehun tentou pegar um pedaço da torta da namorada e ela bateu de leve na mão dele, tirando um pedaço com a colher e levando até a boca dele. Sehun sorriu com os lábios fechados em agradecimento e a mulher mais velha puxou o celular para tirar uma foto dos dois no momento em que juntou seus lábios em um beijo demorado. Sorriu amplamente com o resultado. Jongdae se inclinou para olhar e sorriu também. Ela rapidamente enviou a foto para o grupo dos amigos, com uma legenda relacionada a uma antiga piada interna.
– A gente precisa sair assim em casais mais vezes... – Jongdae começou, após uma colherada da sobremesa gelada.
– Podemos chamar o Chany e o Baek também! – sugeriu, sorrindo.
– E a Yerim e o Minseok. Quem sabe assim eles não param de enrolar de uma vez! – comentou, fazendo os outros rirem.
– O que falta pra eles ficarem juntos, afinal? – Sehun perguntou, lambendo o chantilly dos lábios.
– Aparentemente a Yerim ainda tá insegura com algo. Ela é bem indecisa quando quer. – deu de ombros.
– Bom, então a gente precisa apressar o próximo encontro de casais pra ajudar esses dois. – os outros assentiram quando Jongdae terminou.
– Falando nisso, e nossa viagem pra Jeju? – a mulher mais velha lembrou – Vocês estão nos devendo isso! – ela apontou para si mesma e para a amiga, que confirmou rapidamente.
– Ah, a vai querer ficar enfurnada no Café do Jiyong-sunbae... – Sehun comentou, a contragosto, referindo-se ao líder do BIGBANG, grupo favorito da namorada.
e Jongdae até tentaram, mas não conseguiram conter as risadas.
– Claro! – a namorada riu – No mínimo eu vou precisar conhecer! Já pensou ele estar por lá? Simplesmente meu único sonho na vida! – ela falou exageradamente e Sehun rolou os olhos.
– É mesmo? E eu? – ele a olhou, implicante – E o EXO?
gargalhou e o outro casal a acompanhou.
– Eu te amo! – ela apertou o queixo dele, sorrindo – E amo o EXO. Só são amores diferentes e alguns vieram primeiro...
– Hmmmm.
Sehun apenas resmungou em resposta, enfiando um último pedaço de torta na boca.
– Yaaaa, isso é normal! – Jongdae argumentou, rindo – ainda ama Min Yoongi mais do que eu, por exemplo. Só me resta aceitar.
riu abertamente e quase se engasgou com o sorvete.
– Viu? – implicou mais um pouco – Jongdae entende.
Sehun não respondeu, apenas a olhou com uma das sobrancelhas arqueadas, como se dissesse que resolveriam aquilo depois.
Após tirarem uma fofa foto em grupo, os dois casais se despediram afetuosamente e seguiram por caminhos diferentes.
– Eles não são muito fofos juntos? – perguntou sorrindo, agarrada ao braço do namorado enquanto caminhavam até onde o carro dele estava estacionado.
– São! – Jongdae riu, destravando o veículo e virando para a namorada – Ela faz muito bem pra ele. Todo mundo nota isso.
Ela o soltou e entrou no carro enquanto ele fazia o mesmo. Colocou o cinto de segurança e virou para ele mais uma vez, relaxando a cabeça no banco confortável.
– Sabe, nós costumávamos brincar sobre a estar em relacionamentos. – começou a contar quando ele ligou o carro – A gente tinha uma piada ridícula sobre ela ter um coração de pedra. – ela riu e ele a acompanhou, saindo do estacionamento – Então é engraçado vê-la assim, tão apaixonada a ponto de agir assim com ele, feito boba!
Jongdae olhou para ela brevemente e pode ver o brilho em seus olhos. Era indescritivelmente apaixonante para ele.
– Você parece orgulhosa por isso. – ele comentou, voltando a prestar atenção na rua.
– Acho que fico... – ela suspirou – Pra algumas pessoas o amor parece mais distante, mas isso não quer dizer que não o desejamos, sabe? Então me enche o coração saber que ela é amada como merece e que pode igualmente amar alguém que merece tudo que ela tem no coração.
Jongdae sorriu com suas palavras e retirou a mão do câmbio para segurar a dela que repousava em sua coxa. Beijou-a delicadamente depois de entrelaçar seus dedos.
– Você é incrível. – ele disse simplesmente, ainda sem tirar os olhos da rua – Será que eu mereço você?
riu com certa incredulidade. Era ela quem pensava aquilo antes, mas não mais.
– Eu prefiro pensar que nos merecemos.
Ela beijou a mão dele na sua e fechou os olhos por alguns instantes, sem ver o sorriso que ficara no rosto do namorado com a resposta que dera.
– Do que você está rindo? – Sehun perguntou quando saiu do banheiro feminino.
Ela riu mais quando viu que ele já a esperava ali fora.
– É só a e Dae... – ela começou, andando ao lado dele, que logo pegou sua mão – Eles são exatamente como eu sempre imaginei que seria a namorando alguém. Jongdae é tão bobo pra ela! E ela merece muito isso! Aff!
Sehun riu, concordando.
– Ele é! Eu te disse! E gosto da . Ela é divertida e tem uma risada engraçada.
riu e segurou no braço dele enquanto desciam as escadas que davam para o estacionamento do restaurante. O silêncio logo foi interrompido por Sehun.
– Agora uma pergunta séria – ele parou em sua frente quando já estavam ao lado do carro dele –, eu ou Kwon Jiyong?
riu incrédula. Ele era doido, ridículo e lindo demais!
– E eu nem tô perguntando pelo Seunghyun porque sei a resposta e não vou gostar dela.
– Para de graça, Sehun! – ela empurrou o braço dele levemente – Vamos logo pra casa!
Ela segurou a porta do carona e esperou que ele destravasse o carro para entrar. Ele logo contornou o veículo e sentou no banco do motorista, virando-se para ela em seguida.
– É, vamos pra casa... Lá eu faço você responder isso.
continuou rindo.
– Ei, idiota! – ela chamou depois que ele já havia ligado o veículo.
Quando Sehun virou para ela, tomou seu rosto lindo e sério em suas mãos, apertando as bochechas com as mãos espalmadas nelas e roçou seus lábios lentamente. Ele engoliu em seco, mas logo reagiu segurando sua nuca e não deixando que se afastasse. Enfiou a língua entre seus lábios com pressa e ela suspirou em sua boca, segurando-o fortemente e deslizando uma das mãos pelos cabelos dele, que ela puxou levemente. Sehun puxou seu lábio inferior entre os dentes para terminar o beijo.
– Eu amo você.
Ela soprou ainda bem perto, olhando em seus olhos sem vacilar por um segundo sequer. Talvez tivesse adquirido aquela habilidade, já que era difícil olhar para ele de tão perto sem tremer minimamente.
– Eu te amo mais – ele sorriu ladino, descendo uma das mãos pela lateral de seu corpo, pressionando os dedos próximos ao seio esquerdo, fazendo-a suspirar – Só eu posso tocar você assim? Hmmmmm?
engoliu a saliva quando ele arrastou a boca pelo seu maxilar, deixando rastros de seus suspiros quentes e fazendo-a involuntariamente apertar as coxas, pressionando o ponto que começava a aquecer por tão pouco. Por que ele tinha de ser tão fodidamente atraente?
– Você não vai responder? – ele arrastou os dentes pelo seu pescoço, ao que ela apertou a mão que estava na nuca dele. Sehun sorriu sobre sua pele, ela podia sentir os lábios se curvando no lugar que ele havia acabado de sugar – Hein? Alguém mais deixa você assim?
Ele sugou a pele do pescoço mais uma vez e apertou seu seio esquerdo levemente, induzindo-a a falar.
– Não, Sehun! Ninguém! – ela falou devagar e entredentes, controlando-se para não beijá-lo de novo. Sehun riu, afundando o rosto entre seu pescoço e ombro – Satisfeito? – ela perguntou, forçando-se a respirar regularmente.
– Nem um pouco. – ele disse cada palavra lentamente, afastando-se e dando a ela um sorriso que ela odiava no momento.
– Vamos pra casa, por favor?
suspirou, irritada e excitada. Só queria estapeá-lo enquanto montava nele. Como diabos ele fazia aquilo tão rápido? Ela encostou novamente o corpo no banco ouvindo-o rir enquanto manobrava o carro, saindo da vaga no estacionamento.
– Ansiosa para chegar em casa? – ele perguntou sem olhá-la – Eu também.
Ele continuou rindo e ela fechou os olhos quando sentiu sua mão direita tocando sua coxa na parte que a saia não cobria.
– Você já está pronta pra mim? – ele apertou levemente o local, subindo a mão até levantar um pouco o tecido – Está ansiosa para que eu toque sua boceta molhada logo?
– Puta que pariu, Sehun! – ela xingou, apertando os braços que cruzara abaixo dos seios.
Ele riu sonoramente. Instigá-la era uma das melhores coisas do mundo e ele sentia o sangue pulsar mais rapidamente só de imaginar se ela já estava molhada o suficiente; só de imaginar seu interior apertando seu pau tão deliciosamente. Só o pensamento o fez apertar a mão esquerda no volante e a direita na coxa dela, subindo para mais perto da virilha.
– Sehun, para, sério. – ela tirou a mão dele do local – Presta atenção na rua. Acabou a brincadeira.
– Você acha que eu estou brincando? – ele trocou a marcha no câmbio enquanto isso e sorriu para a rua – Isso parece brincadeira?
olhou para ele no momento em que ele tomou seu pulso e levou sua mão direita até o meio de suas pernas, apertando os dedos dela em seu pau endurecido. Ela sentiu seu interior se contorcer com aquilo e apertou ainda mais as pernas juntas, soltando um gemido que o fez franzir a testa e apertar novamente a mão dela sobre seu pau.
– Você quer se tocar? – ele tirou a mão da dela e colocou-a no volante, mas ela não se afastou – Quer esfregar seu clitóris inchado? Ou prefere me esperar? Hmmmm?
Ela gemeu novamente e dessa vez o som se alongou um pouco mais em sua garganta, fazendo-a arrastar as unhas curtas pela região próxima a virilha dele. Sehun se remexeu no banco. Queria que ela puxasse seu pau pra fora e apertasse todo o seu comprimento entre seus dedos pequenos ali mesmo. Ele precisava chegar logo em casa.
não se conteve mais e continuou a deslizar a mão pela coxa dele coberta pelos jeans escuros, vez ou outra subindo para mais perto da virilha e fazendo pressão sobre o pênis, ouvindo-o respirar pesadamente. O silêncio dele significava que Sehun estava dando o máximo para se controlar, mas ela não queria mais saber. Arrastou a mão livre sobre a própria coxa esquerda, subindo um pouco a saia e apertando seus dedos em si mesma, subiu pelo tronco e apertou o seio, abrindo a mão sobre ele e apertando-o mais.
– Porra! – Sehun soltou ao olhá-la de esguelha, vendo os olhos dela fechados e sua boca entreaberta enquanto ela tocava seus seios – O que você está pensando, baby? No meu pau comendo sua bocetinha apertada ou na minha língua te fodendo enquanto você senta na minha cara? – ela grunhiu quando ele disse – O que você quer hoje?
Ele levou uma das mãos que estava no volante para apertar o próprio pau novamente, suspirando fortemente depois.
– Eu quero afundar meus joelhos na cama enquanto eu empino pro seu pau me comer de uma vez! – ele xingou em resposta alguns palavrões que ela não conseguiu entender, apertando as duas mãos no volante – Dirige mais rápido, Sehun, por favor!
Ela pediu gemendo e ele precisou se segurar para não pisar no acelerador imprudentemente, e respirou fundo. Quando pararam no sinal vermelho a um quarteirão do apartamento, ele virou para ela, puxando seu rosto, beijando-a intensamente e tocando seus seios sobre o sutiã, depois dela já ter desabotoado os primeiros botões da própria camisa. gemeu sobre sua boca e apertou seus braços tensos cobertos pela camisa.
– Nós já vamos chegar, baby – ele deixou beijinhos em seu rosto enquanto ela assentia – E eu vou te comer bem gostoso do jeito que você quer, ok? – ele olhou em seus olhos brevemente antes de deixar mais um beijo em seus lábios – Amo você, jagi.

––


Jongdae se jogou no sofá marrom assim que eles chegaram à casa de . A jovem morava de aluguel, em um espaço de três cômodos pequenos que a acomodavam de forma aconchegante em um bairro suburbano de Seul. Sua senhoria, uma ajumma elegante e simpática, geralmente restringia e monitorava as visitas masculinas de suas inquilinas, mas a presença de Jongdae nunca havia sido um problema. não sabia dizer o porquê, mas apreciava a gentileza. Tê-lo em casa era muito mais tranquilo e seguro para os dois do que outros lugares ou o dormitório compartilhado do EXO, por exemplo. Amava os outros rapazes, mas definitivamente apreciava sua privacidade.
– Você não vai trocar de roupa? – ela chegou à frente dele, logo depois de trancar a porta com o alarme, e se colocou entre suas pernas, de pé – Temos dois episódios atrasados de My Sassy Girl.
Ela sorriu quando ele apenas assentiu e jogou o corpo para frente, colocando os braços ao redor de sua cintura e descansando a cabeça em sua barriga. levou suas mãos até os cabelos dele, começando um carinho que ele apreciou e demonstrou soltando um gemido baixo e inocente. Ela beijou o topo de sua cabeça e se afastou, pedindo que ele andasse logo.
Jongdae jogou-se preguiçoso no sofá novamente, encarando a decoração simples do lugar, com um toque rústico pelo excesso de móveis de madeira amarela. Sorriu para coleção de álbuns e DVDs que ela organizara na estante da TV e contou alguns do EXO por ali, tendo a plena certeza que estavam em menor número que os de BTS, e riu. Ela era adorável.
Levantou-se, alongou o corpo e arrastou os chinelos até o quarto dela, caminhando até o guarda-roupa, arrastando a porta de correr e escolhendo algumas peças de roupa mais confortáveis para que ele pudesse passar a noite. Na parte esquerda havia duas pilhas organizadas de roupas suas que ele deixara ali para quando precisasse, e retirou uma calça de moletom cinza e uma camisa preta de algodão. Sentou-se na cama dela e trocou-se ali mesmo. Dobrou as roupas usadas, as deixou sobre a cadeira perto da mesa e voltou ao guarda-roupa, agora abrindo as portas de cima, inclinando-se para pegar a manta azul com estampa de planetas que eles sempre usavam.
– Pronto? – perguntou sorrindo ao sair do banheiro, ela agora usava um vestido estampado estilo camisa, leve e solto.
O namorado assentiu e ela se agarrou nele enquanto caminhavam de volta à sala.
– Que horas você precisa voltar amanhã? – ela perguntou despreocupadamente, indo até o centro da sala.
– Às 2pm. – Jongdae respondeu enquanto arrumava as almofadas no sofá e abria a manta.
– Mas não era dia de folga? – tirou os olhos da TV, onde sincronizava o aplicativo para assistirem o dorama que estavam acompanhando, para encará-lo.
O rapaz apenas levantou os ombros, não podia fazer nada quanto a isso, e apenas suspirou, não querendo ficar irritada com aquilo naquele momento. Deu play e desligou as luzes, deixando a sala ser iluminada apenas pela TV e pelas luzes da rua que entravam pela porta de vidro da varanda, que lhes dava uma bonita vista do bairro abaixo, já que ela morava nos altos da casa, que ficava em uma ladeira. Ela caminhou até o sofá e Jongdae levantou a manta, sorrindo para ela com os olhinhos se fechando. sorriu de volta e se aconchegou em seus braços, entre suas pernas e com as costas encostadas no peito dele. Não havia muito mais que ela pudesse querer, a não ser talvez um dia de folga real para o namorado.
– Não se preocupe com isso. – Jongdae sussurrou em seu ouvido, como se ouvisse seus pensamentos, apertando-a em seus braços – Vamos só ficar juntinhos agora, hm?
assentiu e virou a cabeça para trás para deixar um beijo leve nos lábios dele, antes de ambos focarem os olhos na tela que começava a passar o drama ambientado na dinastia Joseon. Eles ficaram em silêncio, com vez ou outra comentando as aparições de Jungshin, baixista do CNBLUE.
Jongdae começou a lentamente mover o polegar em seu antebraço, delicada e despretensiosamente, mas sua atenção foi deixando cada vez mais os personagens em roupas de época e se concentrando mais na pele dela sob a sua, no cheiro que sua nuca emanava e no calor de seu corpo contra o seu. Seus dedos então começaram a arrastar-se pelo braço todo, deixando um rastro de arrepios para trás.
suspirou e fechou os olhos quando sentiu a pontinha do nariz de Jongdae por entre seus cabelos, inspirando em sua nuca. Ele afastou seus cachos e arrastou o nariz pela pele exposta do pescoço, para logo em seguida começar a beijá-la ali. Ela deixou a cabeça tombar para o lado, tornando o caminho livre para que ele pudesse ampliar a área beijada. Reagindo a seu carinho, ela levou uma de suas mãos até a coxa direita dele, começando a mover-se por ali, apertando-a e sentindo seus músculos tencionarem sob seu toque, bem mais grosseiro que o dele.
Estimulado pela forma como ela reagira, Jongdae arrastou a mão que ainda tocava o braço dela para as coxas descobertas, subindo por suas curvas até chegar ao lado de seu seio esquerdo, sem deixar de beijá-la. Espalmou a mão por ali, gemendo baixo em seu ouvido quando a sentiu sem sutiã, com o mamilo enrijecendo sob o toque circular de seus dedos.
Sem poder controlar os arrepios em seu corpo, começou a mover o quadril sobre o dele, roçando a bunda no pênis ainda não totalmente estimulado. Um sorriso malicioso apareceu em seus lábios no mesmo instante que ouviu o primeiro grunhido baixinho, quase inaudível, tão característico dele e que acendia algo nela que não havia sido estimulado em nenhum outro relacionamento antes. sentiu o peito queimar em excitação e seu líquido começar a molhar a calcinha.
Chutou a manta que ainda cobria seus corpos e virou-se para ele, apoiando as mãos e os joelhos no estofado, pairando sobre o corpo do homem, capturando seus olhos tão desejosos dela. Fechou os olhos brevemente quando o sentiu deslizar ambas as mãos pelas laterais de suas coxas, espalmando-as ali. Sentou-se sobre ele e deslizou-se para frente e para trás, sorrindo para a careta de prazer que tomou conta dele e para como os dedos compridos apertaram suas coxas com o estímulo em seu pau.
– Você me deixou tão pronta pra você, Dae... – ela se inclinou para dizer bem próximo ao ouvido dele, deixando um beijinho em seu maxilar em cada pausa, levando uma das mãos até seu pescoço e começando a arranhá-lo lentamente, bem na região onde ela poderia encontrar alguns sinais – Meu bebê é tão bom pra mim... – ela se insinuou sobre o pau dele novamente e Jongdae choramingou baixinho em seu ouvido, fazendo-a sorrir novamente – O que sua mulher pode fazer pra você, baby?
Ele não respondeu, mas ela não esperava que ele o fizesse. se afastou e tomou a barra da camisa dele entre os dedos, arrastando-a para cima e ajudando-o a tirar a peça. Ela não perdeu tempo em inclinar-se novamente para ele, finalmente tomando seus lábios e sentindo-o gemer em sua boca ao primeiro contato de suas línguas. Jongdae subiu uma das mãos por suas costas enquanto a outra continuava a apertar sua coxa. Sem parar o beijo, voltou a mover o quadril sobre ele, estimulando seu clitóris e o pau dele já duro sob ela.
Ele resmungou quando ela finalizou o beijo e sugou seu lábio inferior demoradamente, mas o acalmou dizendo que estava tudo bem e começou a deixar uma trilha de beijos molhados em seu pescoço, ombros e peitoral. A respiração pesada dele não deixando de ser ouvida em nenhum momento. Ela arrastou sua bochecha sobre a pele macia, querendo senti-lo de todas as maneiras possíveis, para depois voltar a beijar seu corpo, descendo para sua barriga, fazendo-o se remexer em expectativa. Ela se afastou novamente, sentando sobre ele e passeando as mãos pelo tronco definido, até as entradas bem marcadas. Arranhou as unhas por ali e ganhou mais um resmungo sofrido.
Sorriu para ele, que a encarava mais desejoso que antes, uma ruguinha na testa, mostrando que, ao mínimo estímulo, ele estaria lá choramingando por ela mais uma vez. Lentamente Jongdae foi subindo os dedos pelas suas coxas, subindo o tecido leve de seu vestido e parou suas mãos no meio do caminho.
– Você quer que eu tire isso?
Ele assentiu e ela guiou as mãos dele pelas laterais de seu corpo, levantando a roupa até sua cintura, deixando à mostra a calcinha preta simples. deixou as mãos de Jongdae em sua cintura e terminou de tirar toda a peça.
Jongdae percorreu o corpo dela com os olhos, refrescando em sua memória cada pedacinho dela que ele já conhecia, cada curva, cada sinal que ele aprendera a amar e venerar. Sentia todo o seu corpo clamar por suas peles juntas, com ela comandando cada movimento e fazendo-o o mais feliz dos homens e o mais sortudo por tê-la.
– Você é tão bonita, ... Eu te amo tanto, mas tanto.
Sua declaração era tão sôfrega, que a fez se apertar entre as pernas e se inclinar para beijá-lo de novo. Ele levou uma mão até seu rosto, segurando-o delicadamente enquanto a outra estimulava seu seio direito, com um pouco mais de pressão e rigidez. se afastou minimamente, apenas para soprar seu amor para ele.
– Amo você, Dae... – ela juntou seus lábios por um instante novamente – E eu vou fazer você se sentir tão bem.
Ela então se arrastou para baixo, parando para contornar as entradas dele com as unhas novamente, fazendo-o grunhir baixinho. Enfiou os dedos no cós e tirou a calça e a cueca de uma vez, arrastando-as até onde ele pudesse chutá-las para longe. No próximo segundo sua mão direita já estava sobre o pau completamente rígido, apertando-o sob sua palma e deslizando para cima e para baixo lentamente, o polegar contornando a glande e fazendo pressão sobre ela. Jongdae choramingou mais sonoramente dessa vez, mesmo que mordesse os lábios tentando reprimir o som tão delicioso para ela.
– Shhhhhhh, baby – ela o reprimiu, falando bem próximo à cabeça do pau e fazendo-o apertar os olhos pela ação – Diz pra mim, Dae. O que você quer que sua mulher faça pra você?
continuou a masturbá-lo, mas quando fez a menção de chupá-lo, Jongdae se moveu mais bruscamente.
, não. – ele pediu fraquinho, não querendo fazer mais barulho que o permitido – Só... Monte em mim, jagiya... Por favor. Eu preciso de você.
Foi a vez de ela soltar um gemido baixo, apertando o pau dele em sua mão por tabela. Aquele era um típico pedido de Jongdae, para o qual ela jamais se recusaria em atender.
– O que você quiser, baby – ela engatinhou para ele, deixando beijos pelo seu corpo até chegar a sua boca, que ela beijou com a mesma devoção que ele lhe dava – Eu vou sentar em você muito, muito gostoso, porque eu te amo muito, muito.
Enquanto Jongdae sussurrava de volta para ela, voltou a se afastar apenas para tirar a única peça de roupa que faltava e o quando o fez, segurou o pau dele com as duas mãos, posicionando a glande em sua entrada completamente encharcada. Ela não pôde deixar de fazê-lo sentir aquilo e esfregou a cabeça do pau em sua boceta, demorando-se um pouco mais no clitóris. Ela gemeu baixinho junto ao choramingo do namorado.
Jongdae arfou ainda mais e apertou os olhos ao senti-la tão molhada por ele. Sua ação consequente a ela posicionar novamente a glande em sua entrada, e dessa vez realmente descer nele, foi apertar suas coxas e soltar um grunhido lento e baixo repetidamente, abrindo os olhos para vê-la sorrir maliciosamente para ele. Seu interior quente e tão deliciosamente úmido apertou cada centímetro de seu pau e ouvir gemer baixinho o fez involuntariamente levantar o quadril para ela.
– Você é tão grande, Dae – ela falou baixo, entre gemidos, ajeitando-se sobre ele para então começar a se mover lentamente – Olha pra mim, baby. – ela mandou quando ele apertou os olhos novamente – Não tire os olhos de mim enquanto eu sento e rebolo no seu pau gostoso.
Um gemido lento e baixo escapou novamente dos lábios dele, fazendo sorrir e continuar a se movimentar mais precisa e rapidamente, fazendo ambos ouvirem o som característico de suas partes intimas batendo juntas, assim como seus quadris. Jongdae moveu as mãos sobre suas coxas até a bunda, apertando-a e fazendo-a descer mais forte nele. Ele arfou.
pegou suas mãos e entrelaçou seus dedos, apertando-os enquanto se inclinava para frente e para trás, tirando quase todo o pau para colocá-lo dentro de si de novo.
– Jagiyaaaaa – ele gemeu baixinho, contorcendo o rosto em prazer ao senti-la se apertar ao redor dele – Tão apertada, tão gostosa, eu-
sorriu ao ouvi-lo e sentou ainda mais forte, inclinando-se sobre ele mais uma vez e levando suas mãos entrelaçadas juntas, levantando os braços dele acima da cabeça, onde segurou suas mãos fortemente, mesmo que Jongdae sequer fizesse pressão para se soltar. Ele amava qualquer coisa que ela fizesse.
Os braços flexionados dele eram uma bela visão para ela. Seus bíceps não tão fortes, mas moldados pelo constante exercício físico estavam lindos tensionados e isso estimulou ainda mais, que fez um movimento mais circular com o quadril, fazendo o namorado voltar a choramingar e ela própria gemer o nome dele. Ela continuou a se inclinar e a fazer o movimento mais gostoso alternadamente, até senti-lo empurrar mais, e gemer palavras tão baixas que ela não era capaz de entender.
– Você está vindo, Dae? – ela perguntou, sempre baixo, aproximando o rosto do dele e roçando seus lábios.
Jongdae acenou com a cabeça, olhando-a nos olhos, mas antes que ela pudesse falar qualquer coisa, ele respondeu firme.
– Primeiro você.
sorriu mais abertamente e se apertou ainda mais ao redor dele, que franziu a testa, segurando para que o orgasmo dela pudesse vir primeiro. Quando ele fez a primeira pressão nas mãos, que ela ainda segurava fortemente pelos pulsos, entendeu o que ele queria e o afrouxou o aperto, ao que a mão direita dele imediatamente foi até seu clitóris, apertando-o com o indicador e o polegar antes de começar a esfregá-lo circularmente. Ela reprimiu o grito e se concentrou em manter o ritmo, agora segurando o namorado nos ombros, enquanto a mão livre dele segurava firmemente sua cintura. O som de seus corpos juntos se tornando ainda mais alto.
– Fode, jagiyaaaa – Jongdae soltou em um fio de voz e se empurrou contra ela, apertando seu clitóris mais uma vez.
– Dae, eu... Porra!
Ela bateu seus quadris mais algumas vezes de forma completamente desregular graças ao orgasmo impetuoso que chegou para ela ao mesmo tempo em que chegou para Jongdae. Suas pernas tremeram ao redor da cintura dele enquanto ele ainda deslizava o polegar sobre seu ponto mais inchado, fazendo-a aproveitar a sensação até o último segundo.
Sentindo a cabeça zunir e os sons ao redor parecerem todos abafados, lentamente deitou sobre o corpo levemente suado de Jongdae, deixando-o sair de dentro de si antes de esticar as pernas sobre as dele. Ela levou uma das mãos até o pescoço do namorado, onde arranhou um carinho preguiçoso próximo à sua nuca, ao que ele arrumou seus cabelos e passou a deslizar o indicador sobre a curva da coluna dela, que continha igualmente uma camada de suor.
– Eu te amo – sua voz saía baixa e abafada pelo fato de sua bochecha estar pressionada no peito dele.
– Eu te amo, . Muito, muito, muito. – ele deixou vários beijos no topo de sua cabeça e respirou fundo algumas vezes antes de voltar a falar – Acho que essa foi uma das melhores... De todas!
Ambos riram do comentário e afastou seus corpos minimamente, apoiando-se no estofado com um dos braços. Ela puxou uma das mãos dele e verificou o local onde ela o segurara e constatou as marcas avermelhadas de seus dedos sobre sua pele clara. Levou seus lábios até lá e deixou beijinhos leves.
– Machuquei você, baby? Segurei forte demais? – ela perguntou mais séria e Jongdae riu fracamente.
– Nem que você quisesse poderia me machucar. Você é a última pessoa do mundo que poderia fazer isso. E você sabe que eu amo.
Ela sorriu mais relaxada, voltando a se deitar sobre ele, agora com o rosto virado para a TV, onde terminava o episódio que eles haviam começado.
– Vamos ter que assistir de novo. – ela resmungou, sonolenta, puxando a manta com o os pés até conseguir alcançá-la com as mãos.
– Vamos – Jongdae concordou, rindo –, mas não hoje. – ele cobriu os dois com a manta e remexeu-se no sofá, querendo que ela encontrasse uma posição mais confortável até que pudesse ir para a cama – Agora nós vamos descansar e eu não vou deixar você sair do meu abraço até eu precisar ir amanhã.
se apertou nos braços dele, virando-se de lado como ele fizera, e resmungando por lembrar que ele não ficaria o dia seguinte inteiro.
– Por mim eu não saía do seu abraço nunca.
Jongdae sorriu, recomeçando o carinho em suas costas.
– Mas você sempre vai poder voltar pra ele, porque eu sempre vou voltar pra você.
Ela apenas se aconchegou mais nele em resposta, sonolenta demais para falar qualquer coisa, e eles adormeceram na penumbra da sala, nos braços um do outro.

––


Sehun precisou se concentrar ao máximo para estacionar corretamente na porta do pequeno edifício onde morava, lugar onde eles passavam a maior parte do tempo juntos. Desligou o carro enquanto a namorada abotoava novamente a camisa e arrumava a saia, apressada em sair dali. Ambos respiraram fundo para manterem a compostura ao saírem do veículo, que logo foi travado pelo rapaz.
Enquanto destravava o portão de entrada, colocando a senha no painel, Sehun apoiou o queixo em seu ombro enquanto esperava e sussurrou para ela.
– Você está muito molhada? – a voz baixa e grave tão próxima ao seu ouvido a fez errar a numeração e bufar – Meus dedos vão ficar encharcados quando mergulharem na sua bocetinha gostosa?
soltou o ar aliviada ao ouvir o bip característico, e empurrou porta para entrar. Sehun segurou sua cintura ao que eles chamaram o elevador. Ele estava prestes a sussurrar mais alguma obscenidade em seu ouvido quando a porta do hall foi aberta novamente, por uma jovem mãe com um bebê de pouca idade no colo.
– Annyonghaseyo! – eles responderam juntos ao cumprimento da mulher e sorriram simpáticos ao se curvarem antes de voltarem a encarar a porta de aço do elevador.
Sehun teve vontade de rir pela forma como se colocou protetoramente em sua frente quando a porta se abriu, impedindo que o volume em suas calças pudesse ser visto.
Eles saíram primeiro, no quinto andar, e entre ela destrancar a porta e ele a pressionar sobre a mesma, já do lado de dentro, foram poucos segundos. Sehun chocou seus lábios, enfiou a língua na boca dela com pressa e agarrou uma de suas coxas, levantando-a até seu quadril, pressionando-se para ela, que agarrou fortemente seus ombros. No fim do beijo, ainda juntou suas bocas repetidas vezes antes de percorrer seus lábios até o pescoço dele, onde começou a deslizar sua língua e chupar a região sensível, sorrindo ao ouvi-lo reagir.
– E então, baby? Vai querer me comer na porta? – provocou, afastando seus rostos e olhando para ele com uma sobrancelha arqueada, ao que ele não a soltou e não parou de apertá-la ali.
– Eu poderia te comer em qualquer lugar do jeito que eu tô duro por você, jagi. – ele sorriu, encostando suas testas – Mas vou fazer como você quer, do jeitinho que você imaginou no carro.
gemeu em ansiedade e o empurrou pelos ombros, levantando um pé de cada vez para começar a desamarrar os cadarços e tirar as botas. Largou a bolsa e a jaqueta no sofá antes de sentir novamente os lábios dele nos seus. Sehun já não conseguia tirar as mãos dela, e sem parar de beijá-la, os dois trilharam o caminho curto até o quarto.
Quando sentiu o corpo sobre a cama e foi agraciada com a visão dele pairando sobre ela, olhando-a tão intensamente pelo tesão, se apressou em começar a desabotoar a camisa que ele usava, enquanto o sentia deixar beijos molhados e chupões em seu pescoço. Ela passou a ponta dos dedos pelo abdômen rígido e ele se afastou para tirar a peça de seus braços. Ao mesmo tempo ela começou a desabotoar a própria camisa. não conseguia tirar os olhos dele desafivelando o cinto e jogando-o no chão logo em seguida. Sehun abriu o botão, abaixou o zíper da calça e subiu o olhar para ela, que o encarava mordendo os lábios e massageando os próprios seios sobre o sutiã. Se não estivesse tão necessitado de fodê-la na boceta, ele imediatamente pediria para que ela se tocasse lá e comandaria seus movimentos até que ela implorasse para que ele a tocasse. Mas ele não tinha a mínima condição no momento. Tanto que respirou aliviado ao se livrar da calça.
apertou as pernas ao vê-lo se aproximar novamente e fechou ainda mais as mãos em seus seios, gemendo. Sehun sorriu e foi subindo uma de suas mãos pela perna dela, apertando ao chegar em suas coxas e levantando um pouco a saia.
– Minha jagi está tão pronta pra mim. – ele falou próximo ao ouvido dela, buscando o zíper da saia na lateral e abrindo logo em seguida.
Sem provocações, ele puxou o tecido pelas longas pernas dela e mordeu os lábios ao olhá-la apenas de lingerie. A combinação dos dois indicava que ela já pensava nele fodendo-a naquela noite, e o pensamento fez Sehun levar a mão até seu pau e apertá-lo sobre a cueca.
Com as mãos, ele começou a tocar suas pernas, subindo desde a panturrilha até suas coxas grossas, onde ele se abaixou e começou a deixar beijos leves, soprando em sua pele para deixá-la arrepiada. A respiração de se tornou ainda mais pesada. As mãos grandes de Sehun afastaram as pernas e ela deixou a cabeça cair sobre os travesseiros, prestes a explodir de tesão. Ela sabia que ele sequer estava torturando-a, pois ele sabia ser muito mais lento que aquilo, mas ela sentia que não poderia mais esperar.
Logo seus lábios úmidos estavam beijando-a na parte interna das coxas, subindo para a virilha e chupando-a, virando-se para fazer o mesmo com a outra perna. Sua língua deixava rastros de saliva pelo local e o impulso dela era fechar as pernas, mas ele a segurava firmemente, beijando-a devotamente enquanto os sons que saiam da boca dela enchiam o quarto.
Quando ele subiu um pouco, se remexeu ainda mais, com uma mão apertando o seio e a outra o lençol da cama. Sehun roçou o nariz levemente sobre a calcinha, sorrindo ao sentir o tecido fino tão molhado quanto ele esperava. Segurando em seus joelhos para manter as pernas abertas, ele beijou o local do clitóris, fazendo a gemer e empurrar o quadril para ele, buscando mais contato. Sehun riu.
– Sua bocetinha quer mais a minha língua ou o meu pau?
grunhiu e gemeu seu nome.
– O quê? – ele riu novamente – Você quer os dois? – ele deixou de segurar um dos joelhos para deslizar a mão sobre a calcinha, apertando levemente – Eu deveria te chupar antes e depois te colocar de quatro pra enfiar nessa boceta molhada, apertando a sua bunda gostosa? Hein?
– Sehun, porra!
Ele riu, mas decidiu não mais prolongar aquilo. Puxou sua calcinha para baixo e subiu na cama até que seus olhos estivessem na mesma direção. empurrou a roupa íntima com os pés e logo entrelaçou suas pernas na cintura dele, levantando a lombar do colchão, tentando mais contato. Ele segurou uma de suas coxas para ajudá-la, e ela grunhiu com a pequena pressão.
Sehun abaixou para beijá-la e empurrou o cós da cueca com os pés, abaixando-a até metade das coxas, imediatamente levando uma das mãos até o pau dele. Ele separou o beijo e descansou a testa do travesseiro, gemendo ao lado do ouvido dela, que apertava a mão em seu comprimento, usando seu pré gozo para facilitar seus dedos a deslizarem.
– Você gosta, Sehun-ah? – ela perguntou entre gemidos, extasiada por ouvi-lo – Gosta assim? – ela usou o polegar para apertar a veia mais proeminente na parte de trás do pau e mordeu os lábios ao ouvi-lo grunhir e empurrar o quadril para ela.
Ele roçou seus lábios antes de se apoiar na cama com uma das mãos e com a outra abrir o fecho de seu sutiã, tirando-o de seu corpo habilmente. Enquanto ela ainda o masturbava, ele começou a massagear seus seios, segurando e levando a boca até o mamilo, chupando e deixando que sua língua fizesse barulho enquanto isso. Deu o mesmo tratamento para o outro seio antes de se afastar dela, fazendo com que ela soltasse seu pênis.
Sehun saiu da cama e foi até a mesinha dela, no canto do quarto, e abriu a caixinha onde ela guardava os preservativos. Sem conseguir aguentar a falta de contato, deslizou uma das mãos por entre os seios, pela barriga, e mergulhou o dedo do meio entre seus grandes lábios, começando a esfregar o clitóris, voltando a gemer e mover o quadril. Sehun voltou à cama e deixou o preservativo no colchão ao se ajoelhar de frente para ela.
– Não comece a se divertir sem mim, baby. – ele falou, segurando-a pelo pulso e afastando sua mão – Nós já vamos terminar isso, ok?
Ele segurou o próprio pau e arrastou a glande na boceta, brincando com ele na entrada e esfregando-o sobre o clitóris. grunhiu novamente.
– Levante, jagi. – ele pediu, pegando o pacote do preservativo, abrindo-o, e começando a deslizar sobre seu comprimento – Faça o que você disse que queria fazer.
também se ajoelhou sobre o colchão e segurou o rosto do namorado, abaixando-o para beijá-lo. Sehun a segurou pela cintura e com a outra mão apertou sua nuca, embrenhando os dedos em seus cabelos cheios, puxando-os levemente, fazendo-a gemer sobre sua boca.
– O que você disse que queria fazer, jagi? – ele segurou seu rosto e a fez olhar em seus olhos; o desejo nublando ambas as íris escuras.
– Que eu queria afundar meus joelhos no colchão – ela começou a dizer, virando-se para ele e apoiando-se de quatro no colchão –, e queria empinar a minha bunda pra você bem assim – ela moveu o quadril e se insinuou para ele –, pro seu pau me comer gostoso.
A visão maravilhosa dela fez Sehun gemer, aproximando-se ainda mais até tocar as duas partes de sua bunda grande. virou o rosto para olhá-lo. Sorriu ao ver seu rosto tomado pelo prazer.
Ele não demorou a encostar seu quadril nela e deslizar o pau na direção de sua entrada, entre suas nádegas Os gemidos de ambos continuaram ao que ele continuou a apenas brincar por ali.
– Você vai gostar tanto, jagi – ele começou a falar, inclinando-se sobre ela e encostando seu tronco em suas costas –, vai gostar tanto quando eu começar a meter no meio dessa sua bunda gostosa e comer sua boceta como você quer.
Ele afastou seus cabelos para que pudesse ver melhor seu rosto, e deixou beijos em suas costas antes de se afastar. empinou ainda mais para ele.
– Vamos logo, Sehun! – ela pediu, gemendo impaciente – Enfia logo esse teu caralho em mim! Eu não aguento mais!
Ele grunhiu ao ouvi-la pedir tão explicitamente e segurou sua cintura com uma das mãos fortemente.
– Como você quiser, baby. – e segurou seu pau na entrada dela, posicionando-se corretamente para começar a enfiar.
quase urrou quando ele meteu de uma vez, parando dentro dela e deixando-a se ajustar a ele. Sehun mordeu os lábios ao sentir suas paredes quentes se apertarem ao redor dele e logo voltou a se mover precisamente, afastando e aproximando o quadril, estabelecendo um ritmo rápido, como ambos gostavam.
Tão molhadinha. – ele gemeu – O meu pau só desliza em você de tão encharcada que você está, baby. Você pode apertar pra mim, jagi?
O movimento involuntário de seu interior o fez gemer mais, ao que ela se apertou nele. Sehun pôs as duas mãos em sua cintura e continuou a enfiar, ouvindo-a gemer sem parar e soltar palavrões em português de vez em quando, o que o deixava ainda mais louco por ela.
O barulho de seus corpos se chocando se misturava com a confusão de gemidos e palavrões que saiam de suas bocas. Sem perder o ritmo, Sehun se inclinou sobre ela e juntou seus cabelos nas mãos, puxando-os levemente para aproximá-la dele.
– Gostosa! – ele sussurrou, arrastando a palavra, a voz grave e rouca fazendo se arrepiar – Rebola esse rabo gostoso em mim, vai, jagi!
Gemendo mais alto e sentindo o nó em seu ventre só aumentar, ela empinou novamente para ele, que puxou ainda mais seus cabelos em aprovação.
– Mais rápido, Sehun. – ela pediu, apertando as mãos no lençol – Me fode mais rápido!
Ele afastou seu quadril dela um pouco mais, quase retirando todo o pênis de sua vagina, para depois enfiá-lo novamente de uma vez, fazendo-a urrar pelo ponto atingido em seu interior.
– Assim? – ele perguntou, refazendo o movimento e puxando o cabelo dela para que o olhasse – Seu orgasmo está vindo, jagi? Hmmmm?
apenas assentiu, incapaz de formar qualquer frase coerente. Percebendo seu estado, e sabendo que ele próprio estava em seu limite, Sehun levou a mão que estava na cintura da namorada até seu clitóris, usando dois dedos para esfregá-lo. urrou e se empurrou ainda mais para ele, assim como se apertou ainda mais em seu pau.
– Vamos lá, jagi, goza pra mim!
Gemendo o nome dele e movendo o corpo todo em excitação, ela apertou ainda mais as mãos no lençol ao sentir suas pernas começarem a tremer e todo o seu corpo ser agraciado com o prazer. Um último grito saiu de sua boca ao chamar por ele e espasmos tomaram conta dela. Sehun mordeu a boca ao senti-la se apertar fortemente nele, que continuou a meter para atingir seu próprio orgasmo.
– Fode, baby!
Uma última pressão foi o suficiente para que ele também chamasse seu nome e liberasse seu gozo dentro dela, na proteção da camisinha. Ainda tremendo, empinou mais uma vez para ajudá-lo e largou o corpo no colchão em seguida.
Apoiando-se no colchão, Sehun deslizou para fora dela e retirou o preservativo, jogando-o no chão para em seguida se jogar na cama ao lado dela, puxando seu corpo para encostar-se ao seu. As peles suadas logo se grudaram e ele arrumou os cabelos dela para cima, deixando um beijo em seu ombro.
– Tudo bem, jagi. – ele sussurrou ao seu ouvido – Você pode descansar agora.
Ele arrumou o travesseiro e se virou para ela, vendo-a tentar recuperar o fôlego de olhos fechados.
– Eu te amo.
Foi tudo o que ela conseguiu dizer em meio aos suspiros. Sehun sorriu e a aconchegou em seus braços, virando-a para si. abriu seus olhos e sorriu cansada para ele.
– Eu te amo. – ele repetiu sua frase a aproximou seus rostos, deslizando o nariz pela pele suada dela – Linda – deixou um beijo em seu nariz –, gostosa – outro em seu queixo –, e minha! – e mais um em sua bochecha.
riu dele. – Sua! – ela respondeu.
– Você já sabe que eu sou seu... – ele a olhou nos olhos, carinhoso – Todo seu.
assentiu, ainda sorrindo, e se aninhou em seus braços, sentindo o coração dele ainda tão acelerado quanto o seu. E ela sabia que poderia ter aquilo para sempre sem jamais se cansar e sem precisar de mais ninguém.

Fim.



Nota da autora: Pra começo de conversa, a responsabilidade por isso aqui não é minha, mas do meu eu-lírico!
Essa fanfic foi escrita especialmente como um presente pra amiga responsável por me jogar no poço do amor desse grupinho e foi escrita com todo amor e carinho do mundo, pra ser um universo compartilhado e produto das nossas conversas mais malucas. Te amo, miga!
E ela não estaria no ar se não fosse pelo incentivo da Vivi em fazer o KPOP crescer no FFOBS, então fica aqui a menção honrosa pra essa maravilhosa! <3
Obrigada minha beta e anjo que agora me atura nesse mundo também! <3
Espero que tenham gostado de ler tanto quanto eu gostei de escrever e me deixem saber o que acharam!
xx
Thainá M.

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09. Long Way Home (Ficstape #030 – 5 Seconds Of Summer)
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