Friendship or Relationship?

Última atualização: 19/11/2025

Capítulo 1

:
– Promete que nunca vai me esquecer? – perguntou com a voz embargada, enquanto segurava minhas mãos.
Nós dois estávamos a ponto de desabarmos em meio ao aeroporto de Guarulhos. Nenhuma pessoa que passava por ali sequer parecia perceber dois chorões, que se olhavam com súplica e uma saudade imensurável.
Eu estava para embarcar para estudar em Londres, terminar o colegial lá. Meu sonho sempre fora ir para outro país, manter uma grade curricular excelente e depois tentar uma faculdade. Não estava em meus planos começar a namorar quase quatro meses antes de ir embora. E agora eu sentia o amargor da distância. Não queria deixá-lo. Senti que não deveria, mas ele foi o primeiro a me apoiar em tudo.
– Eu nunca vou te esquecer, meu anjo. – Passei meu polegar embaixo de seu olho, limpando a lágrima insistente que caía.
– Eu te amo muito, minha linda. – Ele me abraçou, ainda chorando. Seu queixo apoiou-se em cima do meu ombro e eu pude ouvir o suspiro em meu ouvido.
– Eu volto, eu juro que eu volto, mas vou demorar. – Eu tentava acalmá-lo, mas sabia que era impossível. Eu mal conseguia me acalmar.
, você é tudo pra mim, cara. – Ele dizia com as duas mãos no meu rosto, mordendo o lábio, tentando a todo custo ignorar o choro preso em sua garganta.
A qualquer momento eu poderia desistir de tudo e ficar com ele, mas Londres sempre foi o meu sonho, e estava lá me esperando. Minha melhor amiga era tudo em minha vida. Nos conhecemos desde que tínhamos nove anos. Viramos unha e carne. Não nos desgrudamos mais, e senti que a sua partida deixou um buraco em mim, que foi logo preenchido por . Ele realmente me ajudou muito nesses últimos meses, e me senti péssima por ter que deixá-lo.
Já havíamos programado para nos encontrarmos durante as férias do Brasil, ele ficaria comigo na casa que eu dividiria com . Ele estava bastante empolgado para poder viajar para fora do país pela primeira vez também.
– Ah, meu Deus. – surgiu quase gritando no saguão do aeroporto – Mas que choradeira é essa?
– Você não quer que eu saia correndo gritando feito uma louca, né? – Perguntei, parando de chorar, enquanto ria das maluquices dela.
– Ai, mas não precisa disso tudo! Não é como se vocês nunca mais fossem se ver. E hello, amiga! Londres, né? – Ela estalou os dedos em frente ao meu rosto, e olhou para a mão dela, segurando o riso.
– Eu não sei se você sabe, mas eu tenho um namorado que está quase morrendo – Passei meus braços por cima dos ombros dele, que fez um bico quase engraçado. Mesmo sabendo que era brincadeira, eu podia reparar que ele fungava.
– Deixa de ser manteiga derretida, , ela vai voltar. – tentou consolar o amigo, mas era quase impossível.
Eu conhecia esse lado mais sensível dele, mas não imaginaria que fosse tão difícil ter que me despedir assim.
– Eu sei, mas não faz muito tempo que estamos juntos. – Ele encolheu os ombros.
me fazia um bem absurdo, em tão pouco tempo. adoraria poder conhecê-lo pessoalmente. Só conseguiram se ver através do Skype e, mesmo assim, nunca seria a mesma coisa.
Nós ficamos aguardando os próximos cinco minutos, próximos na sala de embarque. Estávamos calados, por algum motivo, e senti meu corpo gelar quando ouvi a última chamada. Olhei para os dois. Estava completamente ciente e certa que eu queria ir para a Inglaterra, mas vê-los ali e sentir que eu estava deixando-os para trás estava me rasgando por dentro.
Mas meu maior desejo era ir pra Londres – e cheguei a pensar na possibilidade de não existir uma outra oportunidade como essa. Morreria seca de vontade de ir para lá. Não era tão fácil, meus pais me ajudaram com o valor do intercâmbio e meu irmão, Nicholas, me ajudaria. Ele era outro – queria e insistiu para que eu o recebesse, caso fosse fazer uma visita, o que eu não duvidaria. Eu era a irmã caçula, haveria uma chance de ele aparecer por lá. Não somente para me visitar, claro, provavelmente me vigiaria, como se eu não soubesse me virar em um país estrangeiro.
Mesmo que estivesse com .
se virou, ficando de frente pra mim. Seus olhos voltaram a brilhar de novo e eu senti um nó na garganta.
– Não vai me esquecer nunca? – Ele perguntou, deixando as lágrimas rolarem e eu vi fazendo o mesmo.
– Nunca mesmo, , eu te amo! – Abracei o garoto com força, o mais confortável de todos.
– Eu não quero sobrar, então vamos fazer um abraço triplo. – brincou dando uma risadinha e arrancou algumas gargalhadas quase trêmulas minha e de .
– Nunca vamos te esquecer, – Ele acariciava meu rosto e eu sentia meu coração diminuir cada vez mais.
– É, pode ter certeza, a gente vai te esperar o tempo todo. – me abraçou de novo e peguei minha mala. Era hora.
– Eu te amo, minha linda. – Ele disse e me deu um selinho bastante demorado.
– Amo vocês. – Falei enquanto abanava minha mão, indo em direção ao embarque do avião.
O meu desejo está para ser realizado, mas por que sinto um vazio dentro do peito? Nunca imaginei que isso daria certo, e realmente aconteceu. Pensar que eu deixaria no melhor momento do nosso namoro – mesmo que estivéssemos acostumados a quase nos matar, quando não estávamos nos agarrando e quase nos engolindo. Não vou mentir, eu o amo muito. Ele é a melhor pessoa, depois das minhas amigas e do meu pai.
Assim que entrei no avião ainda chorando, fui direto ao meu assento e guardei a bagagem de mão embaixo do banco. Puxei meu capuz e coloquei New Found Glory no celular, testando minhas emoções. Eu precisava ouvir algo que não me lembrasse momentaneamente de a cada segundo. Mas tudo parecia uma grande perda de tempo, já que a dor aumentava e meu desejo de voltar lá e dizer que eu preferia ficar com ele infestava minha cabeça. Eu tenho dezessete anos, meu sonho de ir para a Inglaterra esteve em minha mente desde que eu tinha doze. Foram cinco anos esperando e minha mãe nunca havia me deixado fazer intercâmbio, então teria que esperar até completar dezoito.
A minha sorte é que é alguns meses mais velha e foi morar lá.
A minha sorte atual é que eu consegui um assento na janela, onde passei o maior tempo com a minha cabeça encostada.
***

Eu não consegui dormir quase nada. Passara horas dentro do avião para uma conexão em Miami. Nem tudo era sofisticação, não conseguimos pagar um voo direto. E eu só desci porque tinha que trocar de avião – caso contrário, ficaria ali sentada de qualquer maneira.
Esperei quase três horas. Não queria gastar o dinheiro guardado, porque tudo ali era simplesmente muito caro. Eu já sabia que aeroporto era uma grande roubada, mas não sabia que fosse tanto. Evitei olhar a vitrine do Duty Free, chacoalhando a cabeça. Poderia pagar mais barato na Europa, provavelmente. A única coisa com que gastei meu dinheiro foi a comida. E, mesmo assim, paguei uma fortuna.
Um dia eu gostaria de me tornar designer e me tornar rica. Até lá, ainda precisava me formar na escola.
Me sentei no lugar marcado, que não ficava na janela. A primeira coisa que fiz foi colocar os fones de ouvidos e dar play em All Time Low, rezando para que o shuffle não me colocasse “Therapy” ou “Remembering Sunday”. Teria graves consequências e eu provavelmente pularia do avião.
Estava tão distraída que não vi quando se sentaram ao meu lado.
– Tudo bem se eu sentar aqui? – Um garoto loiro perguntou, me tirando do meu transe – Era o assento da minha irmã, mas ela quis trocar pra se sentar do lado do namorado.
Ele explicou enquanto rolava os olhos e eu sorri, amigável. Não sei por quanto tempo havia chorado antes, no entanto, eu tinha a infelicidade de reter o choro por algum tempo. Meus olhos estavam um pouco inchados, isso eu reparei. E obviamente não dava para evitar ficar chateada.
– Não, tudo bem. Tranquilo. – Tentei evitar demonstrar tristeza, mas aparentemente minha cara acabou me entregando.
– Despedida? – Ele questionou, um pouco incerto. Pareceu não querer se intrometer, mas pelo meu rosto, era um pouco óbvio.
Concordei e dei de ombros, tentando não voltar a chorar ao imaginar e vendo o avião partir.
Ele entortou a boca, como se simpatizasse com a minha tristeza, não prolongando o assunto. Ficamos sentados sem dizer mais nenhuma palavra. Eu odiava quando puxavam assunto comigo em qualquer lugar, especialmente em ônibus ou avião. Não era como se eu tivesse uma escolha de sair dali.
Ele se apresentou como Dougie Poynter em certo momento, quando acenderam as luzes para oferecerem o lanche da noite. Celebrou quando recebeu um pacote de salgado e fez um barulho estranho quando tomou o refrigerante. Eu quase quis rir, parecia uma criança se divertindo com comida. O rapaz não era muito faladeiro, parecia meio tímido também, mas reparou que eu não tirava os fones e chegou a perguntar o que eu ouvia.
Quando respondi que era Blink-182, seus olhos brilharam e uma de suas mãos ameaçou querer pegar meu fone de ouvido – meu alerta de espaço pessoal quase despertou uma sirene dentro da minha cabeça. Mas ele não o fez.
– Já ouviu? – Perguntei, batucando em minha perna, vendo que ele sorria bastante.
– Claro, sou muito fã! – Dougie respondeu, enquanto se recostava no assento.
Suspirei, olhando de soslaio para ele, que tentava evitar manter contato visual. Não parecia saber disfarçar tão bem, mas eu entendi que ele não queria invadir meu espaço. Tirei um dos fones e ofereci para ele, que olhou com a testa franzida.
– Quer ouvir?
Ele assentiu, dando outro sorriso. Reparei que havia uma cicatriz de furo em um dos cantos de seu lábio inferior. Ele tinha uma argola no nariz e alargador em ambas as orelhas. Um dos braços coberto por uma tatuagem que percorria até seu peitoral, escondida por uma camiseta toda furada da Hurley.
Percebi que estava olhando mais do que deveria e virei o rosto pra frente.
O que diabos aconteceu aqui?


Capítulo 2

Dougie:
Não sei como acabei acordando com a cabeça encostada no ombro de , o que era muito estranho, já que ela me pareceu bastante recuada em relação ao próprio espaço pessoal. Ainda tinha uma música rolando no celular dela e percebi que era Boys Like Girls, quase sorri. No meio do voo, ela acabou me contando que deixou o namorado e uma das amigas em São Paulo, no Brasil, pois queria fazer intercâmbio em Londres. Ela desenrolava demais no inglês e eu achei isso incrível.
Senti por ela e o namorado – não deveria ser fácil. Já tive um namoro à distância e claramente não funcionava para mim. Era uma merda. Eu não tinha estabilidade mental e nem emocional para lidar com a ausência e não estava dando certo. Principalmente por causa do McFLY. O tempo todo que ela me contava, me senti caridoso. Apesar de quieto, sei demonstrar que me importo com as pessoas e os sentimentos delas, tal como e .
Menos , que parece que pensa mais em si do que nos outros.
Estava cansado. Passei as minhas férias na casa da minha mãe e, mesmo assim, não foi o suficiente para descansar. E viajar pra Inglaterra era péssimo – passar horas no avião sem ter nada para fazer, além de dormir. Eu amo dormir, cara, mas passar quase o dia inteiro acabou me consumindo demais.
Percebi que ela reparou no meu sotaque e perguntou se eu era inglês e o que estava fazendo nos Estados Unidos. Também percebi que ela não se vangloriava muito por morar no Brasil e reclamou quando eu citei “o país onde as mulheres eram bonitas e tinham bundas bonitas”. Ok, talvez eu tenha me empolgado um pouco.
A meia hora restante passou como num estalo e, quando vi, o avião já estava pousando. Sentia minha bunda ficar quadrada de tanto tempo sentado.
Me perdi de Jazzie primeiro, depois perdi de vista e segui para a área da bagagem. Encontrei ambas no saguão e estava para ajudar minha irmã com as malas, quando meu cunhado foi mais rápido.
– Tem que treinar o reflexo, Dougie. – Ele falou com uma entonação divertida e eu o ironizei – Os bíceps também.
Jazzie riu do namorado e eu mostrei a língua para ela.
Por trás dela, pude ver que ainda esperava por suas malas e andei até ela.
– Qual é a sua mala? – Perguntei, me escorando na pilastra atrás de mim e ela me explicou.
Tinham coisas que eu odiava em questão de viagens de avião, e a demora do caralho que era ter que esperar a bagagem aparecer era uma delas.
Normalmente viagens internacionais são o pico do teste de paciência. Já tinha visto a mesma mala verde neon rodar a esteira umas seis vezes e já estava a ponto de ir reclamar – quando apontou para as duas bagagens que, por sorte, vieram juntas.
– Bom, então é isso. Te vejo por aí? – Perguntei, um pouco inseguro. Tentei parecer amigável para não assustá-la, talvez fosse achar que estivesse flertando.
– Claro, foi bom te conhecer, você é super gente boa. – Ela pousou a mão em meu ombro, sorrindo.
Sorri também, vendo que ela já parecia se sentir menos triste.
– Você também! Quer me passar seu numero? – Perguntei, deixando minha mala no chão e dando meu celular a ela.
pareceu ponderar por alguns segundos, e abriu um pouco a boca, porque deve ter visto que meu iPhone era o modelo mais novo.
Vantagens de ser um baixista famoso em uma banda famosa.
“Claro, pega aqui o meu. Mas me diz como mexe nisso, sou super burra com esse negócio de celular. O meu da Apple é mais velho, ainda estou perdida. – Ela resmungou e eu ri.
– Também tive essa dificuldade no começo.
Trocamos os números e, antes de devolver o celular, vi a foto do papel de parede do aparelho dela. Era ela e o namorado, , pelo que entendi. Os dois pareciam felizes. Ela realmente deveria estar bastante arrasada.
– Pronto, marcado, aí eu te ligo e a gente combina alguma coisa qualquer dia. – Falei, enquanto algo martelava incessantemente em minha cabeça.
– Pode deixar, eu tenho que ir porque minha amiga vai me matar se eu não for falar com ela agora. – Ela riu e se despediu, me cumprimentando na bochecha.
Pendi a cabeça pro lado. Brasileiros tinham uma mania curiosa de cumprimentar desconhecidos.
Outro estalo veio de imediato: ela não havia me reconhecido. Ou era isso, ou ela fingiu que não me conhecia para não parecer uma fã maluca. Ri com o meu próprio pensamento e chacoalhei a cabeça, vendo que Jazzie esperava pacientemente com um sorriso estranho no rosto, assim como Ethan. Rolei os olhos e nem me dei ao trabalho de explicar nada.
Olhei para o lado, mais a frente, e vi e supostamente sua amiga, se abraçando e chorando. Do meu outro lado, avistei duas antas pulando – eram e . estava parado mais longe, tentando se esconder de prováveis fãs e paparazzi. Fletch estava do lado dele, ao telefone, e acenou para que fossemos juntos ao carro que nos esperava. Apertei os passos, rezando para que não chamasse atenção do aeroporto inteiro.
– Doug, meu oitavo anãozinho. Como foi com os pais? – perguntou com uma cara animada e eu ri.
– Foi bem legal, mas agora só volto daqui cinco anos. – Respondi olhando pra cima, como se estivesse agradecendo aos céus por estar em casa de novo e recebi um tapão na nuca.
– Você é um otário, vou contar pra mãe. – Jazz resmungou e eu dei de ombros.
Nossa mãe sabia muito bem que eu não gostava muito dos EUA e que eu fazia um sacrifício para ir para lá. Muito além disso, a banda e a escola não me permitiam fazer muita coisa fora do país mesmo.
Às vezes, era difícil conciliar escola, fama e banda. Se não fosse Fletch e as terapias, nossa adolescência teria virado um inferno.
– O caso é, não é sobre isso, mas sim, e as gostosas daquele país? – perguntou, se apoiando em meu ombro. Seus olhos brilhavam, mas eu não podia achar aquilo mais .
– Nem reparei, minha família me arrastou para tantos passeios que mal tive tempo. – Dei de ombro. pareceu completamente afetado e fez um barulho com a boca.
– Tá de brincadeira? – Ele perguntou, e eu neguei. – Dougie, você não pegou ninguém?
– Pelo visto, voltou mais virgem do que foi. – falou e eu tentei dar uma rasteira sem sucesso nele.
– Cala a boca, idiota. – Ouvi meu cunhado rindo de e bufei – Fiz amizade no avião, com uma brasileira.
Os três se viraram pra mim e fui bombardeado de perguntas. Jazzie rolou os olhos, rindo.
– Ela ainda tá aqui? – perguntou, procurando por ela, e eu ri alto.
– Você é um burro, não sabe nem quem é. – bufou, dando uma cotovelada em , que revidou no amigo.
Procurei para tentar mostrá-la aos meus amigos, mas ela já não estava mais lá.
***

Chegamos em nosso flat, e a primeira coisa que fiz foi tomar um banho. Deixaria para desfazer a mala em aproximadamente duas semanas, que era o tempo que eu levava até tirar tudo de lá. Acabei pegando o mau costume de ir procurar as coisas aos poucos quando precisava de algo. E por dividir o quarto com , sempre ouvia uma bronca ou outra. Ele era o mais certinho da banda – sempre organizado, limpo, cheiroso e cheio de regras. Talvez realmente precisássemos de alguém assim. também era assim, claro.
Acho que acabou se perdendo no meio do caminho da fase de amadurecimento. Parece que viveria em um chiqueiro, se pudesse.
Depois da janta, nos sentamos para assistirmos um filme. Sempre tínhamos alguma ideia ou uma opção de como faríamos para ver quem escolheria o filme do dia. Hoje, ficou responsável por decidir se veríamos Star Wars, Homem-Aranha ou Um Amor para Recordar. Eu queria muito que ele tirasse o último no papel só para ver que cara que e fariam. já havia assistido ele antes, então sabia no que estava se metendo – não ligaria.
Já os outros dois bundões, seria um circo. Não que eu gostasse, eu não tentava me limitar com os gêneros de filmes, mas eu sabia que e não o perdoariam, mesmo que não tivesse como saber que filme seria. Eu e rimos muito alto durante dois minutos, quando ele tirou Um Amor para Recordar no papel. Fizemos questão de nós dois prepararmos as pipocas para que os dois pudessem assistir ao começo do filme. Não perderíamos a piada por nada.
Me senti em casa de novo. Não gostava de passar tanto tempo longe da Inglaterra e, mesmo que odiasse ter que terminar a escola, sei que sentiria falta.


Continua...



Nota da autora: Sem nota.

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