Jogando Feito Mina

Última atualização: 15/08/2019

Capítulo Único

! Aqui!
Um repórter chamou a minha atenção durante a coletiva que eu estava fazendo após mais uma vitória do Manchester United, onde eu havia feito dois gols. Eu o olhei, levantando uma das sobrancelhas, indicando que ele falasse.
– Como você se sente a respeito das Olimpíadas? Nós ficamos sabendo que você foi convocada para jogar pela seleção brasileira.
– Sim, é verdade. – Afirmei contra o microfone que estava sobre a mesa a minha frente. – Eu joguei pelo Brasil em alguns amistosos, mas essa é minha chance de provar o meu valor. É incrível ver e sentir o quanto evoluí desde o Botafogo.
Mexi na peruca que usava, que tinha cabelos cacheados, longos e azuis. Eu tinha muitas delas, de vários tipos, já que eu raspara o meu cabelo quando comecei a jogar futebol profissionalmente. Lavar o cabelo todos os dias era um saco.
– Estou um pouco nervosa, sim, mas espero conseguir dar o meu melhor e trazer o ouro para o meu país. Sem ofensa a vocês, ingleses.
As pessoas ali presente riram.
– Senhorita Stoney, o que você acha disso? – Um repórter perguntou à nossa técnica. – Acha que a tem capacidade para uma responsabilidade como essa? – Eu entortei a boca em puro deboche, o Brasil me ensinou a ser assim. – Afinal, ela recebeu a camisa 9 da seleção.
– Claro que sim! – Casey Stoney respondeu prontamente, me fazendo sorrir feliz. – Eu confio na minha menina. Não é à toa que ela é nossa artilheira. Tenho certeza de que ela vai fazer um ótimo trabalho, mas espero que ela também esteja preparada para enfrentar a Inglaterra.
Nós rimos outra vez.
Mais algumas perguntas e conversas e eu estava liberada. O ônibus do time estava me esperando na frente do estádio onde o jogo havia acontecido. Todas as meninas deveriam estar lá. Já era noite, e nós comemoraríamos a nossa vitória em um bar, pub, ou uma balada qualquer. Entrei no ônibus incrivelmente grande e chique, com sofás vermelhos e tapetes felpudos da mesma cor. Ao chegar perto das minhas companheiras de time, elas gritaram e aplaudiram, dizendo o quanto eu tinha ido bem no jogo. Apenas agradeci e sorri tímida, tirando a minha mochila das costas e sentando ao lado das minhas amigas Ebony Salmon e Ella Toone, as que de fato se davam bem comigo. Mesmo que tivéssemos perdido o jogo, nós três, ainda assim, sairíamos pra curtir, porque gostávamos de farra.
– Acho bom você ir logo se trocar. – Disse Ella. – Todas nós já estamos prontas para os sortudos com quem iremos transar. – Ela sorriu safada, prendendo a língua entre os dentes.
Eu e Ebony rimos.
– Você tomou banho antes da entrevista, não foi? – Ebony perguntou, e eu concordei.
Estava vestida com a camisa do time, mas era aquela que continha inúmeras propagandas e patrocinadores.
– Então vai para o banheiro, anda! Não quer encontrar o time masculino desse jeito, não é?
Eu me levantei, com a sobrancelha arqueada.
– Quem disse que vamos encontrá-los? – Perguntei.
– Eu sinto no meu coração. – Ebony falou, e eu rolei os olhos.
Fui até o banheiro do ônibus, que era bem espaçoso. Abri minha mochila, pegando o vestido que havia separado. Era bem curto e justo, bem cara de “bailão do Rio de Janeiro”. Usar esse tipo de roupa em Manchester era ir contra todas as leis da física e pedir para ter uma hipotermia, mas eu ia mesmo assim.
Comecei a me trocar em frente ao espelho, tomando cuidado com minha lace e minha maquiagem lindíssima. Eu sempre jogava as partidas maquiada, com direito a cílios postiços e tudo. Sempre chamava atenção por causa disso. Eu entrava em campo sem cabelo nenhum, tinha que estar bonita de alguma forma. Durante o intervalo, entre um tempo e outro, eu sempre retocava a minha maquiagem e, antes do jogo acabar – e eu sempre acabo sendo substituída –, dá tempo de tomar um banho e me arrumar outra vez para as entrevistas. Dessa vez, com cabelo. Normalmente, durante o hino, eu também ficava de peruca, já que sempre recebia uns closes.
Eu me olhei no espelho, me sentindo gatíssima. Apenas retoquei meu batom e saí de lá de dentro com outra roupa, pronta para o frio. O ônibus estacionou alguns minutos depois em frente a um pub, e todas nós descemos animadas e afobadas feito crianças. Tínhamos entrada VIP lá, já que eram as pessoas envolvidas com o futebol que pagavam esse tipo de diversão pra nós.
Ao entrarmos, nós encontramos sim os meninos do masculino, mas eram os meninos do City, não United.
– Oh, merda. – Ella disse perto de mim ao reconhecer um grupinho deles. – Nossos rivais!
Eu ri.
– Tecnicamente, não, já que nunca jogaremos contra homens. – Eu esclareci.
– Ah, você entendeu. – Ela disse. – Fica longe deles, ouviu? – Ela me alertou.
– Claro. – Concordei.
– Vou pegar algo pra beber. Vocês querem? – Ebony perguntou e eu fiz careta.
– Sabe que eu não bebo. Nojo! – Falei e ambas reviraram os olhos.
– Eu quero. – Ella disse e as duas seguiram para o bar, indo para longe de mim.
Eu me vi sozinha e comecei a olhar ao redor para ver se havia algum homem que não aparentasse ser um babaca que me faria inúmeras perguntas sobre futebol, até que vi, sentando sozinho em um sofá, um alguém não tão estranho e, com certeza, não babaca.
Eu me aproximei.
Oh my gosh! It's ! – Falei em inglês, fazendo graça e tapando a minha boca com a mão, como se estivesse surpresa.
Ele levantou a cabeça e riu pra mim quando reconheceu que eu não era uma fã. Nós não nos conhecíamos pessoalmente, mas eu sabia quem ele era e vice versa. Ambos vivíamos aparecendo nos noticiários, e nos seguíamos no Instagram também. Eu caminhei até estar próximo do sofá, e me sentei ao seu lado.
"Fica longe deles", disseram. E pra onde eu vou? Para perto deles!
– E você, Lourazza, a mais nova camisa 9 da seleção. – Ele falou em português mesmo, e eu sorri orgulhosa.
– Quieto. – Eu olhei em volta. – Ninguém pode saber meu nome completo. – Falei como se aquilo fosse segredo de estado, para fazer graça.
Ele riu.
– Vi seu jogo hoje. – Ele comentou.
– Sério? Achei que não gostasse do United. – Falei, mesmo sabendo que aquilo era uma grande bobeira.
– Eu não gosto, – Ele afirmou, eu o encarei. – mas gosto de mulheres. – Eu ri fraco. – Especialmente as que tem olhos de cores diferentes.
Eu olhei para baixo, tímida. Portadora de heterocromia, condição genética que fazia o meu olho esquerdo ser azul e o direito ser preto. Desde pequena, eu tinha muita vergonha usava lentes sempre mas, depois que virei jogadora, aquilo começou a chamar atenção das pessoas, e eu gostava de ser diferente, então parei de esconder.
– E aí... Você não curte beber, ou sei lá? – Dei de ombros, me encostando no sofá, e sentindo que minha cabeça encostou em seu braço, que estava ali atrás.
– Não. – Ele fez uma careta. – Não entendo o porquê das pessoas gostarem de bebidas alcoólicas. Tem gosto ruim e te fazem fazer merda! Literalmente, em alguns casos.
Eu ri, concordando.
– Sim, e por que as pessoas associam diversão a ficar bêbado? – Perguntei, indignada. – Se eu vou me divertir essa noite, quero lembrar amanhã.
– Exato! – Ele falou sorrindo. – Por que não nos conhecemos antes?
Eu ri.
– Estava me perguntando a mesma coisa! – Falei brincando. – Só não te levo pra casa porque vou viajar logo cedo.
Ele riu baixo.
– Eu também. – Ele suspirou. – Você está nervosa?
– Mais ou menos. – Dei ombros. – Eu só fico realmente nervosa depois que o hino acaba.
Ele riu.
– Bem, eu iria propor um brinde aos número nove... – Ele disse e eu ri fraco. – Mas já que não estamos com bebidas... – Ele esticou a mão fechada e demos um soquinho, sorrindo em seguida.
– Vê se não faz besteira e honra nosso número, ouviu? – Falei brincando e ele me olhou debochado.
– Não faz besteira você, novata. – Ele disse e eu ri. – E aí, quer fazer alguma coisa?
Ele olhou em volta.
– Tipo o quê?
– Jogar sinuca? – Ele perguntou me olhando e, em seguida, olhando para a mesa de sinuca ali próximo, onde alguns homens se divertiam.
– Eu contra você? – Desafiei.
– Pode se mas, antes, temos que tirar aqueles caras dali. – Ele falou e se levantou. – Me acompanha?
Estendeu a mão e eu a peguei, sorrindo e levantando também. Caminhamos até a mesa e ficamos um tempo só olhando os caras jogarem. Quando eles finalmente terminaram a partida, começou a falar.
– Então, que tal uma aposta? – Ele disse para os caras. – Eu e minha parceira contra vocês dois.
Os homens se entreolharam, pensativos.
– E o que vocês querem? – Um deles perguntou.
– Se vocês perderem, ficamos com a mesa. – Ele disse. – Se ganharem, e eu daremos ingressos grátis para vocês irem nos próximos jogos.
Eu o olhei, desconfiada.
– E quem disse que nós torcemos pelo City ou United? – O outro cara falou.
– Mas o City e o United jogam contra outros times, não? – Eu perguntei e eles se entreolharam, concordando.
– Vocês ouviram a moça. Aceitam? – Ele perguntou e eles concordaram. Assumimos nossas posições, eu e o de um lado, e os dois caras do outro. me entregou um taco.
– Olha, , esquecemos de mencionar um pequeno detalhe aqui. – Eu falei, pegando o giz que ele me oferecia para esfregar na ponta do taco.
– O que é? – Ele perguntou.
– Eu não sei jogar sinuca. – Falei mais baixo e ele riu.
– Relaxa, eu sou profissional. – Ele disse, esfregando o giz em seu taco. – Tenho uma mesa de sinuca em casa.
– É, eu sei, eu vejo seus stories. – Comentei. – Você fica fazendo seu irmão e seus amigos passarem se arrastando por baixo da mesa quando perdem. – Eu disse e ele riu alto. – Você não vale nada.
– Vem cá. – Ele disse e me fez virar de costas para ele e de frente para a mesa, então abandonou o seu taco brevemente encostado ali e segurou o meu, junto comigo. – Assim, olha... – Ele pegou uma de minhas mãos e a apoiou na mesa, pegando na outra em seguida e levando o taco para cima. – Você mira na bola branca e com essa mão. – Ele balançou levemente a minha mão que segurava o taco. – Você empurra ela, fazendo o taco deslizar por entre os seus dedos, assim você consegue medir a força. – Ele falou, fazendo o movimento com o taco, sem de fato acertar a bola.
Os dois caras nos olhavam, esperando que começássemos logo, mas não ligamos.
– Assim? – Perguntei imitando seus movimentos.
Eu, de fato, nunca havia jogado sinuca na vida.
– Isso. Se inclina um pouco mais. – Ele falou me empurrando para frente com o corpo, praticamente me abraçando por trás e, consequentemente, encostando o seu pau na minha bunda. – Perfeito. – Ele afirmou. – Hora de por as bolas no buraco.
Ele disse e forçou ainda mais nosso contato lá em baixo, me fazendo sentir o duplo sentido naquela frase. Neguei com a cabeça, sorrindo safada.
– Eles tão me olhando como se eu fosse retardada. – Eu falei para , sem desviar o olhar dos caras.
– Ah, mas eles não falam português, você pode xingar eles. – Ele sugeriu e eu ri, concordando.
– Verdade... Trouxas. – Falei e nós dois rimos.
– Por que não começa? – Ele falou e eu concordei com a cabeça.
Fiz como ele ensinou e mirei na bola branca, fazendo as outras bolas irem para todos os lados. Acabei encaçapando um delas.
– Boa. – Ele falou eu sorri.
– Ai, meu Deus! Você viu? – Falei animada. – Eu sou demais.
Ele riu.
– Nossas bolas são as listradas, já que você pôs pra dentro uma delas. As deles são as lisas. – Ele explicou e eu concordei. – Toma cuidado para não encaçapar as deles também, ok?
Assenti, vendo ele se aproximar para fazer a sua jogada.

[•••]


– Ai, meu Deus! – Eu falei, sem controlar a minha risada, correndo com até a saída do pub. – Nós somos tão ruins!
Ele também riu quando passamos pela porta. Quando nós perdemos, pedimos revanches, prometendo mais ingressos. "O dobro ou nada", como diziam por aí. Mas os caras perceberam que estávamos só enrolando e começaram a querer insinuar uma briga. e eu passamos os nossos números de telefone para eles, dizendo que nos ligassem quando voltássemos do Japão, que nós lhes daríamos ingressos. Óbvio que era mentira.
– Você não deu seu número de verdade para eles, deu? – Ele perguntou quando paramos de correr.
– Claro que não! – Falei rindo. – Aquele é o número da minha pizzaria favorita daqui. – Ele riu alto. – Você não deu o seu, né?
– Por que acha que eu to correndo? – Ele disse e nós rimos mais.
Ficamos ali na frente do pub alguns segundos. Eu nem sabia que horas eram, nem sabia onde estavam as minhas amigas. Isso porque eu não tinha bebido, imagina se tivesse.
– Bom, e aí... – Eu suspirei. – Te vejo no Japão?
Ele sorriu e eu também.
– Claro. – Ele disse e segurou a minha mão.
– Então... Hm... A minha casa fica para aquele lado. – Apontei para o lado oposto ao de , com o polegar da minha mão que estava livre.
Tentei andar para lá, mas ele pressionou a minha mão, fazendo força contrária.
– Jura? A minha fica pra esse. – Ele falou imitando o meu gesto, porém para o lado oposto ao meu.
– Uhum... – Concordei, sem saber o que dizer. – Eu... Eu vou indo. – Movimentei a cabeça, desconfortável.
– Eu também. – Ele disse e ambos demos as costas um para o outro, sem soltar as mãos.
Andamos, mas não saímos do lugar, pois um estava puxando o outro. Nós nos viramos um para o outro novamente e rimos.
– Se continuar fazendo isso, vai ganhar e vamos acabar na sua casa.
Eu ri baixinho olhando para o chão, me sentindo tímida.
– Sua casa é muito longe? – Perguntei, voltando a olhá-lo. – Se for mais perto que a minha... Talvez eu possa ir pra lá. – Dei de ombros.
– Na rua de trás. – Ele disse. – E a sua?
– Isso importa? – Falei. – Vamos logo antes que eu mude de ideia.
– Sério? – Ele falou feliz.
– É, eu quero ver de perto a sua piscina térmica no meio da sala. – Falei e ele pareceu surpreso.
– Nossa, você assiste mesmo os meus stories. – Ele falou e eu concordei.
– Anda!
Dessa vez, eu que o puxei pela mão. Não podia negar a atração que estava sentindo. Piscina térmica uma ova, eu quero é ver sem roupa.

[•••]


Entramos no apartamento aos tropeços. Ele quase não conseguiu abrir a porta porque eu não parava de beijá-lo, e ele não conseguia fazer com que uma mão girasse a chave e outra me tocasse. Quando finalmente estávamos dentro, fechou a porta com o pé e pressionou com força a minha cintura. Eu gemi em meio ao beijo.
– Não tem ninguém aqui, né? – Perguntei ofegante depois de me soltar brevemente dele.
– Não, eu to sozinho hoje, relaxa. – Ele disse e eu concordei.
Voltando a beijá-lo. Levei uma de minhas mãos até a sua nuca, enquanto nossas línguas se tocavam com dureza. Minha outra mão foi para dentro da sua camisa, para a área das costas, subindo até próximo da nuca e descendo arranhando com as minhas unhas. Ele arfou em meio ao beijo e levou as duas mãos até a minha bunda, apertando com tesão, me puxando para cima e quase me tirando do chão. Eu soltei outro gemido contra a sua boca e cravei minhas unhas naquelas costas tatuadas.
Ele se separou de mim apenas para gemer com a cabeça para trás, e aquela foi a minha deixa para levantar a sua camisa e a tirar de vez. Ele me ajudou levantando os braços, apressado. Joguei a peça no chão e me dirigi até o seu pescoço, começando a chupar uma área específica com bastante força, ouvindo-o grunhir. Ele começou a beijar meu ombro lentamente, já que era única coisa que conseguia fazer com a cabeça por eu estar limitando seus movimentos. Percebi que ele tirou os tênis com os pés mesmo enquanto eu ainda sugava sua pele com vontade. Eu não tiraria os meus saltos agora, ou ficaria menor que ele e não conseguiria terminar minha arte.
Uma de minhas mãos estava em sua cabeça, o trazendo para perto de mim com possessividade, enquanto a outra arranhava levemente sua barriga e costelas. Ele levou ambas as mãos aos meus ombros e, lentamente, baixou as alças finas do meu sutiã que apareciam por causa do vestido tomara que caia. Ele gemia baixinho por causa das minhas provocações e eu, vez ou outra, soltava um muxoxo contra a sua pele, somente por sentir a sua respiração quente tocando no meu ombro.
No automático, ainda chupando aquela pele negra deliciosa, eu passei meus braços pelas alças do sutiã, sentindo colocar a mão dentro do meu vestido e puxar um dos meus seios para fora. Ele gemeu ao tocar nele, e eu também. Ele apertou forte a região e eu tive que soltar seu pescoço para gemer mais alto. Levei minha boca até a sua outra vez e, enquanto nossas línguas molhadas e quentes se tocavam, nós mexíamos a cabeça para os lados, tentando encontrar um encaixe perfeito.
Eu lentamente levei minha mão até sua calça jeans e a enfiei ali, sem precisar desabotoar. gemeu quando eu segurei com força na base do seu pênis, e apertou meu seio com ainda mais vontade, me dando um tapa na bunda e a apertando em seguida. Eu também gemi. Separei nossas bocas e nos olhamos nos olhos por uns segundos.
– Me bate com força. – Eu pedi baixo e ofegante.
Ele, apressadamente, levantou o meu vestido com as duas mãos, soltando arfadas por causa dos leves movimentos que eu fazia em sua calça, e me bateu em ambas as nádegas com as duas mãos, me fazendo gemer outra vez.
– Assim? – Ele perguntou, sua voz carregada de tesão.
– É. – Eu falei, começando a beijá-lo desajeitadamente.
abriu o botão da sua calça com rapidez, fazendo-a descer por suas pernas. Eu tirei minha mão de dentro da sua cueca, ouvindo-o reclamar. Baixei o pedaço de pano, encarando o pênis enorme de . Era verdade mesmo o que falavam por aí que homens negros eram maiores, já havia tido minhas experiências.
Desci do salto, o chutando para longe, então me ajoelhei na frente de , o ajudando a tirar o restante da sua roupa – incluindo as meias –, deixando-o completamente nu. Eu sorri safada, o olhando, e mordi os lábios antes de empurrá-lo para trás, o fazendo se encostar na porta. Segurei a base do seu pênis e cuspi na ponta, chupando a região lentamente. Tirei minha boca do local, cuspindo outra vez e somente o masturbando com a mão enquanto olhava para ele com cara de safada.
me encarava de boca entreaberta, sem saber o que fazer ou o que dizer. Levei minha boca até seu escroto, chupando levemente e propositalmente fazendo seu pênis encostar no meu rosto. Ouvi ele gemer e colocar uma mão nos meus cabelos falsos, me fazendo ir de encontro a ele.
Com a mão que ainda o masturbava eu guiei seu pênis até a minha boca, o engolindo de vez, ouvindo ele arfar. Eu forcei o máximo que pude, fazendo ele entrar em minha garganta. me empurrava com tanta força que, vez ou outra, eu sentia lágrimas se formarem no canto dos meus olhos. Soltava ele brevemente para tossir, mas logo voltava a chupá-lo com toda a minha vontade. Suguei minhas bochechas, fazendo com que tivesse mais contato com a minha boca e ele gemeu alto, segurando meu seio com força, em puro instinto e tesão. Ele me afastou, meio desajeitado, me puxando para cima com urgência. Passou ambos os braços pela minha cintura, me abraçando forte, e colou nosso lábios outra vez.
Senti uma de suas mãos escorregar pela minha bunda, adentrando a minha calcinha, sem afrouxar o aperto. Ele me deu outro tapa, mas leve dessa vez. Eu me soltei dele, mas ele continuou preso a mim por causa da sua mão em minha roupa íntima. Puxei o vestido para cima com certa dificuldade, já que este estava completamente embolado. Levei junto o sutiã, também o puxando para cima como se fosse uma blusa. Estava apressada demais para ter que desabotoar. Quando joguei as peças no chão, me puxou para mais perto, com a mão apertando a minha nádega, e voltou a me beijar. Começou a distribuir beijos pelo meu pescoço, fazendo eu me arrepiar. Minhas mãos embrenharam em seus cabelos e eu gemi baixo contra o seu ouvido.
– Quer ir pro quarto? – Ele perguntou, me olhando.
Meus olhos de duas cores o encaram com puro tesão e eu neguei com a cabeça.
– Não. – Eu falei baixo e voltei a beijá-lo.
Passei uma das minhas pernas ao redor de seu quadril, ficando na ponta do pé para sentir seu pênis roçando em minha intimidade coberta por uma renda fina. segurou em minha outra perna, puxando-a para cima, me levando para o seu colo. Ele me carregou aos tropeços até a mesa de sinuca, me colocando sentada ali na beirada. Separamos nossas bocas e passou a beijar meu colo. Em seguida, meus seios, que estavam na altura do seu rosto. Ele deu uma leve sugada na tatuagem que ficava em baixo e entre os meus seios. Enquanto ele brincava por ali, suas mãos desceram para a barra da minha calcinha, a puxando para baixo. Eu apoiei meus braços na mesa, fazendo força para afastar meu quadril da mesma para que ele pudesse retirar a única peça que me separava dele. Logo, senti a calcinha tocar meus pés, e sacudi ambos até que ela caísse.
me pegou no colo outra vez, fazendo nossas intimidades roçarem levemente. Caminhou comigo de volta para a sala e nos deitou no tapete felpudo, ficando por cima. Eu ia puxá-lo para perto, mas ele segurou meus braços em cima da cabeça, me impedindo. Novamente, senti sua boca em um dos meus seios, sugando lentamente o meu mamilo, me fazendo gemer e arquear o meu corpo, sentindo a minha intimidade pulsar e pedir por atenção.
Ele desceu seus beijos, soltando os meus braços, mas não os movi do lugar. Distribuiu alguns beijos molhados ao redor do meu umbigo e desceu, arrastando a língua até encostar em minha intimidade. Ele lambeu toda extensão da minha vulva, me fazendo gemer satisfeita e aliviada, ao mesmo que tempo em que sentia que tudo dentro de mim se contrair ao sentir o seu toque. Ele sugou meu clitóris com força, me fazendo literalmente gritar.
– Ah, como você sabe direitinho onde fica? – Perguntei em meio a gemidos, pois ele ainda estava com o pedaço de pele na boca.
– Por que eu não saberia? – Ele falou, tirando a sua boca dali.
– Os homens não sabem. – Eu expliquei, vendo ele aproximar seu corpo do meu, deixando nossas intimidades próximas.
– Talvez, os homens que já estiveram com você. – Ele disse e encostou nossos narizes, fazendo com que nos encarássemos.
Senti sua mão tocar a minha vulva, se movimentando por ali e me fazendo arfar contra o seu rosto.
– Me come, . – Eu sussurrei, fechando os olhos por causa do seu toque que me fazia ver estrelas.
– Tenho que ir buscar uma camisinha. – Ele falou e eu grunhi frustrada.
Ele fez menção de se levantar mas eu não deixei, o puxando pelos ombros.
– Ta tudo bem. – Eu falei e engoli seco, sentindo seus dedos se encharcarem no meu líquido. – Eu tomo anticoncepcional, vai com tudo. – Eu pedi e senti seu pênis encostar na minha intimidade.
– Tem certeza? – Ele perguntou, afastando um pouco o rosto do meu, se preparando para entrar em mim.
– Sim, tá tudo bem. Eu não tenho DST, você tem? – Falei ofegante e ansiosa. Ele riu.
– Olha, é a primeira vez que eu ouço essa pergunta enquanto estou prestes a transar. – Ele disse e ambos rimos.
– Então de nada. – Eu fiz graça e rimos outra vez.
Ele arrumou com uma das mãos o pênis na minha entrada e me olhou, como se pedisse que eu confirmasse.
– Eu quero você. – Sussurrei. – Agora.
Não foi preciso esperar mais meio segundo e ele já havia se enfiado em mim. Eu gemi alto, arranhando as suas costas. Ele tentou se movimentar, mas teve um pouco de dificuldade, como se estivesse meio preso.
– Ai, caralho. – Eu falei, respirando fundo e gemendo em seguida. – Puta merda, você é grande, hein? – Eu soltei o ar pela boca, revirando os olhos de prazer e vendo ele sorrir orgulhoso. – Pode esperar um minutinho? – Pedi, tentando puxar o ar.
Nem durante uma partida de futebol eu ficava ofegante daquela forma.
– Vai, – Eu pedi, ainda tentando normalizar a minha respiração. - devagarinho. – Alertei e senti ele se movimentar, lentamente.
O que eu estava sentindo era como se faltasse lubrificante para que ele deslizasse livremente, o que me causava uma dor incrivelmente boa. Sentia minha vagina se contrair a cada entra e sai lento de . Ambos gemíamos alto enquanto ele se enfiava de vez. Eu beijei a sua boca, levando um de meus pés até a sua bunda, o empurrando na minha direção, tentando acelerar os movimentos. entendeu o meu recado e começou a se mover mais rápido. Eu soltei sua boca para gemer, levando a cabeça para trás, e seguiu beijando o meu pescoço.
– Ah, gostosa... – Ele falou contra a minha pele. – Seu cheiro é tão bom.
– Que bom, porque eu nem tomei banho. – Eu soltei a piada e ele me olhou, querendo rir. – Brincadeira. – Eu falei, rindo fraco em meio a gemidos.
Fiz força o empurrando para o lado, ficando por cima dele. Eu lhe dei um selinho antes de me sentar, apoiando as mãos em seu peito, e movimentar o meu quadril sobre ele. Comecei rebolando, sentindo seu pau fazer movimento circulares dentro de mim. Nós gememos. As mãos de saíram da minha cintura e foram parar nos meus seios, os apertando outra vez.
– Você tem noção do quanto está linda vista assim? – Ele perguntou.
Mordi os lábios, gemendo em seguida, apertando as suas mãos por cima dos meus seios. Eu comecei a subir e descer sobre ele, abrindo a boca e fechando os olhos em um gemido mudo. Respirei fundo alguns segundos depois, cansada. Rebolei lentamente enquanto me recuperava e tirou as mãos dos meus seios, que deveriam estar vermelhos de tanto serem pressionados. Levou as mãos para a minha bunda, me batendo outra vez. Eu comecei novamente enquanto ele me desferia mais tapas. Ambos gemíamos coisas completamente desconexas. Quando eu novamente cansei, acabei por deixar meu corpo cair sobre o dele, respirando com dificuldade.
Ele começou a me guiar nos movimentos, levantando e abaixando minha bunda, que deveriam estar com a marca de suas mãos. Escondi a cabeça na curva de seu pescoço, gemendo baixinho. começou a se movimentar, indo de encontro ao meu quadril rápida e brutalmente. Ambos gememos alto e eu senti um nó se formar em meu ventre, sentindo que estava perto de gozar. Sentei novamente, deixando que ele trabalhasse sozinho. Em meio a gemidos, eu peguei uma de suas mãos, levando-a para perto do meu rosto e beijei seu dedo indicador, o chupando sensualmente enquanto via as expressões de prazer no rosto dele. Levei seu dedo molhado até a minha intimidade e ele o movimentou ali, do jeito que podia, enquanto eu rebolava.
Eu gemi descontroladamente quando atingi meu orgasmo. Caí sobre outra vez, ainda sentindo os espasmos tomarem conta do meu corpo. Ele continuou se movendo, buscando o próprio prazer.
– Como você consegue ser tão bom nisso? – Eu falei ofegante contra o seu ouvido, e senti ele me mexer mais rápido e me deixando meio tonta.
– Ah, eu adoro essa sua bunda de outro mundo. – Ele falou gemendo e se desmanchando em mim, me fazendo gemer mais ao sentí-lo se contorcer.
– Ai, você fode bem pra caralho. – Falei, ainda sentindo meu corpo tremer.
– Você é gostosa pra porra. – Ele falou, respirando pesado.
As coisas que estavam falando não faziam sentido nenhum, mas não dávamos a mínima. me deu um último tapa na bunda, antes que eu me jogasse ao seu lado no tapete. Ambos olhamos para o teto, ofegantes.
– Nossa, isso foi demais. – Eu falei.
– Se foi! – Ele disse mais baixo.
– Sabe qual a melhor parte disso tudo? – Perguntei, ele negou. – Você ainda vai lembrar amanhã cedo. – falei e ele me olhou sorrindo.
me puxou para perto, me fazendo deitar em seu peito. Voltamos a olhar o teto feito dois retardados.
– Que horas você viaja? – Perguntei, ainda sem olhá-lo.
– Às 10h. – Ele disse. – Você?
– Às 6h. – Fiz careta. – Acho melhor eu ir. – Eu disse. – Meu celular ficou no ônibus, minhas amigas devem estar preocupadas.
– Suas amigas devem estar bêbadas. – Ele disse. – Fica aqui, eu mando mensagem para elas avisando. Sabe o número delas de cor?
– Não. – Eu ri e ele também.
– Então manda todo mundo ir se foder. – Ele falou e eu ri baixinho, fechando meus olhos. – Você vai dormir?
– Posso? – Perguntei, já sentindo meus olhos pesados.
– Claro, eu te acordo amanhã cedo. – Ele falou e eu não ouvi mais nada depois disso.

[•••]


Acordei vendo que a luz fraca do sol tomava conta do local. Estranhei a princípio, mas então me dei conta do que nós aprontamos horas antes. Eu me levantei devagar para não acordá-lo, já que ele me abraçava fortemente.
Andei pelo local, procurando algum celular ou relógio onde eu pudesse me informar se já tinha perdido a hora do meu voo. Olhei no relógio da parede da cozinha e ainda eram 5:36. Voltei para a sala, catando as minhas roupas, e vestindo-as. Demorei a achar a calcinha. Passei minutos procurando, já vestida com as outras peças, até que lembrei que eu havia tirado ela na mesa de sinuca. Achei-a no chão e, quando fui vestí-la, acabei pisando em um dos lados, tropeçando e a rasgando.
– Merda! – Xinguei baixinho.
Larguei o pano no chão e caminhei até a cozinha, anotando meu número no quadro de recados da geladeira. Voltei para perto da porta. Pegando meus sapatos com os dedos indicador e o do meio, caminhei até a porta, abrindo-a e olhando uma última vez para e fazendo um biquinho fofo ao vê-lo dormindo tão bem. Eu sorri e saí, deixando-o ali.

Oi,
Já chegou no Japão?

Desculpe, senhor
Acho que enviou a mensagem para o contato errado
Aqui é da pizzaria Happy

KKKKKKKKKKK Fui tapeado
KKKKKKKKK Ei
Edit sobre a nossa transa
Depois que saí do teu apartamento, fui para o meu e peguei um anticoncepcional pra tomar
Deixei cair no tapete sem querer, mas depois achei e tomei
Peguei minha mala pra sair e percebi que na verdade o remédio caiu no sofá
Ou seja
Eu comi lixo e vamos ter um filho

KKKKKKKKKKKKKKK
Rindo de nervoso
Mas ta tudo bem
Eu tomei o remédio

O que tu comeu, mano?
Cocô de cachorro?
KKKKKK
:o
Preocupada
Mas enfim
Estou em Tókio, e vc?

Também
Quero muito te ver


Por

– Ei, ei, tá fazendo o que aqui? – Perguntei para a menina quando ela invadiu o refeitório da seleção masculina horas antes de seu jogo ser exibido.
Era hora do almoço e todos os homens estavam ali. Eu estava gravando um story quando ela chegou.
– Eu vim buscar um prato pra mim. – Ela disse, olhando para a câmera.
– E lá não tem prato não? – Eu perguntei, sentando na cadeira já com o meu prato de comida.
– Não, acabou. Eu fiquei sem. – Ela falou triste.
– Mas aqui é só pra homem. – Eu provoquei, ouvindo alguns dos meus companheiros rirem.
– Ah, vai se foder. – Ela falou mas ainda soou fofo por ser ela quem falava.
Todos estávamos usando as camisas do Brasil pré-jogo, carregada de vários patrocínios. não estava diferente. Ela, dessa vez, tinha o cabelo rosa e liso, de tamanho médio. De alguma forma, aquele cabelo realçava mais seus olhos de cores diferentes.
– Vou comer aqui só de raiva. – Ela falou, pegando um prato e indo pra fila, junto dos outros caras.
ia se sentar à minha frente, mas o impedi.
– Não, não! – Falei, ainda gravando, e ele me olhou estranho. – Aqui é o lugar da menina dos olhos de Husky Siberiano. – Eu falei rindo e me mandou o dedo do meio de onde estava.
sentou na cadeira ao lado, negando com a cabeça.
– Olha, , tu me respeita! – Ela falou se aproximando e sentando à minha frente.
Eu ri. Ela ia levar a colher até a boca, mas eu bati na mão dela, fazendo ela derrubar a comida no prato. Ela me olhou indignada. Eu comecei a rir, ainda gravando.
– Gente, o é muito chato! – Ela falou para os meus seguidores. – Na moral, como é que tem 12 milhões de pessoas seguindo esse ridículo?
Ela falou como se realmente tivesse raiva, mas eu sabia que não.
– Ei, ei. – Eu cutuquei ela, que bufou. – Você ficou linda de cabelo rosa.
– Eu sei, eu sou linda de todo jeito. – Ela fbalou convencida e levou as mãos para de baixo do queixo, debochando.
E era desse mesmo jeitinho que ela comemorava um gol.
– Ei, , bota o meu usuário aí, pras pessoas me seguirem.
– Eu não. – Falei brincando. – Você já tem um monte de seguidor.
– Tenho nada, só 2 milhões. – Ela disse.
– Não tá de bom tamanho? – Perguntei.
– Claro que não, você tem 12! – Ela falou, indignada. – Gente, me sigam! – Ela falou, olhando a câmera. – @lourazza, vão lá! Lourazza com dois Z's, viu?
– Não! Não sigam não! – Eu falei pra provocar e ela me deu um tapa no ombro.
– Sigam sim! Futebol feminino é demais! – Ela falou e ambos rimos.
Depois do almoço, eu e tomamos rumos diferentes. Iríamos jogar no mesmo estádio, porém o time feminino iria primeiro. Eu e os caras ficamos assistindo o jogo delas no camarote. Lá também havia uma enorme tela, que exibia os rostos das meninas do Brasil enquanto o hino era reproduzido. foi a primeira a ser filmada. Sorria, o Sol fazendo seus olhos brilharem. Ainda estava com os cabelos rosa, e era de longe a mais bonita dali. Ao final do hino, vi tirar a peruca e entregar diretamente nas mãos de sua técnica. Ela continuava incrivelmente linda.
Ouvi a voz de Galvão falar "autoriza o árbitro" e tocou a bola para uma de suas companheiras. Um tempo depois, cometeram uma falta em , que a fez reclamar de dor e ficar um tempo no chão. Eu tentei não demonstrar nada para que meus amigos não percebessem que já tinha acontecido – ou estivesse acontecendo – algo entre nós dois, mas era difícil vê-la daquele jeito, pois ela me parecia muito frágil.
levantou do chão, fazendo uma careta e erguendo a meia, que havia se rasgado com a falta.
A juíza tá dizendo que simulou a falta. – Disse Galvão.
– Simulou? Simulou?! Ela se machucoucaralho! – Falei alto o bastante para que todos ali me ouvissem e me olhassem com cara de suspeição.
E não marcou a falta, mandou seguir o jogo.
– Puta que pariu. – Xinguei, vendo negar com a cabeça e voltar a correr em campo.
Eu achei um absurdo, viu, Galvão. – Disse Casagrande.
– Eu também. – Falei, indignado.
Uma falta claríssima! A jogadora da Itália praticamente chutou a , e uma prova clara é a meia rasgada. – Ele continuou e eu balancei a cabeça, concordando.
Pois é, a juíza não quis nem olhar o lance. Tirou uma ótima oportunidade do Brasil fazer um gol logo agora no comecinho, aos 10 minutos do primeiro tempo.
Mais alguns minutos de jogo e chegou pertíssimo de fazer um gol, mas a bola pegou na trave.
Na trave! A põe as mãos na cabeça, lamentando...
Ai, droga, não fica assim não, amorzinho.

Vi a cara de quase choro que ela fez.
Galvão, queria abrir um parêntese aqui pra falar o quanto a tá jogando bem.
Sim, claro.
17 minutos do primeiro tempo e ela já chutou 3 vezes a gol.
Sim, a é a grande promessa da seleção feminina. Joga muito bem e tem grandes chances de um dia receber a camisa 10. – Galvão falou e eu sorri, orgulhoso.
Aos 45 minutos do primeiro tempo, conseguiu, finalmente, fazer o seu gol. Eu vibrei mais do que se fosse um meu.
Olha o gol, olha o gol, olha o gol... Sabe de quem? Lourazza é o nome dela!
Vi que pulou alto quando viu que a bola entrou. Ela olhou para câmera e fez sua típica cara de deboche. As outras meninas se aproximaram dela e ela balançou a bunda como se dançasse funk. Em seguida, fez um telefone com a mão, como eu fazia, e apontou para a câmera, sorrindo.
Aos 45 minutos do primeiro tempo. No último suspiro, ela conseguiu abrir o placar. E comemorou igual o , viu?
Meus companheiros de time começaram a me zoar e eu ri, tímido.
Ouvi uns rumores de que eles possivelmente estão juntos, Galvão. – Disse Karol, a comentarista que fica calada a maior parte do tempo e deveria continuar assim.
Começou a zoação de meus amigos e a negação da minha parte. Após o show do intervalo, estava prestes a começar o segundo tempo e apareceu conversando com a técnica e molhando a boca, já que não podíamos beber água entre as partidas para não pesar no estômago.
Você ta vendo aí a Lourazza, artilheira do Manchester United e autora do gol de hoje em cima da Itália.
notou que estava aparecendo no telão e sorriu, piscando o olho preto.
Além de talentosa, muito bonita a com um olho de cada cor. – Completou Galvão.
A chama bastante atenção por causa desses olhos, né? Esse é o diferencial dela. Você vê que, mesmo sem cabelo, ela continua lindíssima. – Falou Karol e eu concordei em pensamento.
Mas você sabe o que foi, Karol? Com os olhos dela. Foi algum acidente ou coisa assim?
Não, não. A informação que eu tenho é que ela nasceu assim. É condição genética.
Então tá legal. Vai começar agora o segundo tempo, as meninas se posicionam, posse de bola italiana e... Autoriza o árbitro!
5 minutos de jogo e estava outra vez perto de fazer um gol, dentro da área da goleira, quando foi derrubada, aparentemente puxada para trás pelo short. Eu fiquei puto. Se pudesse, bateria naquela mulher, e também, pela expressão dela.
A reclamou, pediu pênalti. Tá dizendo pra juíza que foi puxada mas a juíza, outra vez, tá dizendo que ela fingiu.
Desgraçada... Vi gritar com a juíza, indicando que ela havia sim sido puxada, e a jogadora italiana que cometeu a falta negava e mandava calar a boca.
Elas tão se estranhando ali, a e a Laura Fusetti.
A juíza foi checar o possível e claro pênalti.
Tem que tomar cuidado, né, Galvão, porque, se a perde o controle ali, empurra ela ou agride de alguma forma, é cartão vermelho na hora.
E eu realmente estava com medo de acertar um tapa na cara daquela mulher que estava provocando-a desde o primeiro tempo.
A juíza tá olhando o vídeo. É pênalti claríssimo, mas vamos ver a decisão dela.
A juíza se afastou da tela, e correu para o campo, apitando e fazendo um gesto de que o pênalti seria cobrado. A torcida vibrou e deu dedo para Laura. Eu ri, negando com a cabeça.
Lourazza se prepara para cobrar o pênalti.
tomou uns metros de distância da bola e correu em direção a ela, chutando-a tão devagar que ela mal saiu do lugar. Toda a torcida vaiou. A goleira se jogou no chão, achando que a bola iria para lá e, durante o momento em que todos estavam com uma interrogação na cabeça, chutou a bola com força dessa vez, fazendo ela entrar bonito no gol, sem riscos de a goleira segurar. E toda a torcida vibrou outra vez.
Gool! Lourazza!
saiu correndo e pulando, outra vez mandando sua cara de deboche para as rivais.
Todo mundo ficou perdido, mas foi uma jogada ensaiada incrível.
Muito esperta a foi. Ninguém esperava, né?
Isso sim é o verdadeiro significado de "jogar feito mina". Eu tinha muito o que aprender com aquela mulher.

[•••]


Por

Eu estava em meu hotel, vendo o fim do jogo masculino. se superou e marcou três gols. Eu estava muito fodida. Literalmente. estava dando algumas entrevistas, todo suado e gostoso. Alguns minutos depois, ele me mandou uma mensagem, dizendo que estava vindo me ver. Coloquei minha melhor lingerie e esperei por ele. Enquanto isso, abri uma caixa de perguntas no Instagram, para me distrair. Algumas perguntas sobre eu estar nas Olimpíadas, outras chegavam a ser bem engraçadas.

vc é virgem?
Áries ✌


Quantos anos vc tem?
15, rs


E o ?
Nunca nem vi


Por que você raspou o cabelo?
Pra economizar água


Bolada nos peitos dói?
Bolada no pinto dói?


Ouvi batidas na minha porta.
– Entra. – Falei e larguei celular na cama, passando as mãos pela minha peruca loira para checar se não estava despenteada.
– Acho que alguém vai cumprir uma promessa. – falou, abrindo a porta e sorrindo safado ao me ver.
Eu me levantei e caminhei até ele.
– Eu nem sei o que você vai fazer comigo, não combinamos o que aconteceria se você fizesse três gols. – Falei e peguei na sua mão, o puxando para dentro.
– Porque você duvidou da minha capacidade, né? – Ele falou, empurrando a porta atrás de si.
Eu ri, então o puxei para perto, sentindo seu corpo suado.
– Você nem tomou banho? – Perguntei.
– Eu tava com muita pressa. – Ele falou. – Vai por mim, daqui a pouco você vai ficar desse mesmo jeito.
Eu ri de lado. Aproximei-me dele para beijá-lo, mas ele me impediu, me empurrando até a cama com força.
– Sabe, ... Naquela última vez, você não teve o que merecia. – Ele disse e eu franzi a testa. – Por isso, eu sou todo seu hoje.
Ele tirou a própria camisa. Fiquei de pé e levei minhas mãos até a sua bermuda, puxando-a para baixo juntamente com a sua cueca. Antes que ele pudesse se livrar de ambas as peças, eu o empurrei para a cama.
– Não só hoje, né, ? – Eu confirmei. – Todo dia que você me vê. – Falei carregada de tesão enquanto puxava seus sapatos, os largando no chão. – Desde aquela entrevista que gravamos no Brasil. – Eu tirei as suas meias e ele me olhou confuso. – Você sabe bem que não nos conhecemos no pub semana passada, – Eu disse, retirando o restante das suas roupas. – mas isso é assunto para outra hora. – Falei subindo na cama e passando uma perna de cada lado do seu corpo.
Ele se sentou, me fazendo ficar em seu colo, e me tocou com as suas mãos quentes e suadas.
– Porque... Sabe o que eu quero agora? – Perguntei e ele negou com a cabeça. – Quero que você me coma.
– Como da última vez? – Ele perguntou, se deitando e me levando junto.
– Melhor que da última vez. – Eu sussurrei contra os seus lábios e passei a língua por eles em seguida.
achou que eu iria beijá-lo, mas eu me afastei, vendo ele ficar confuso. Eu lhe dei um selinho rápido e arrastei meu corpo até estar quase sentada no seu rosto.
– Me mostra que você não é só bom de bola.
– Mas eu já mostrei. – Ele disse e levou ambas as mãos para a minha bunda.
– Jura? – Perguntei, olhando para baixo.
– Nossa... Se você pudesse ver o quanto você fica gostosa desse ângulo... – Ele falou, me olhando.
– Cala a boca e me chupa. – Eu falei e ele concordou com a cabeça, afastando a minha calcinha para o lado e começando a lamber toda a minha extensão.
Eu passei a segurar a minha calcinha, dando mais liberdade para que ele me lambesse. Sua língua áspera e quente se movia rapidamente e em um ponto específico, me fazendo gemer alto o seu nome. Senti ele me tocar com um dedo por trás e eu quase delirei. sugou o meu clitóris com vontade, me fazendo gritar. Eu estava tão entregue que acabei não segurando meu peso e realmente me sentando no rosto dele, tapando seu nariz. Ele logo sentiu falta de ar e parou de me chupar para respirar.
– Ai, desculpa. – Eu falei, me sentindo mal por quase tê-lo matado.
– Tá tudo bem. Vem, senta na minha cara. Hoje eu só saio daqui quando você gozar. – Ele disse de uma forma que eu nunca tinha o ouvido falar.
voltou a me chupar com vontade e eu levei minha mão até a minha intimidade, não me aguentando, querendo gozar logo. Eu me masturbava rapidamente, gemendo agudo enquanto sugava lugares diferentes um pouco mais embaixo. Eu senti meu braço doer pelo movimento rápido que fazia, mas não pararia, não tão perto. Senti que o meu orgasmo se formava e passou a mover sua língua rapidamente, quase igual ao meu braço. Meu orgasmo chegou, me fazendo parar de mexer o braço aos poucos, mas língua de continuou trabalhando até que meus espasmos chegassem ao fim e eu me sentisse sensível o suficiente para me separar dele.
Fui um pouco para trás, apenas para ver o rostinho dele todo sujo. Passei o lençol por ali, parcialmente o limpando. Caí na cama, virada de lado, e senti que ele puxou a minha calcinha para baixo. Jogou-a em algum lugar e me fez deitar de bruços, ficando por cima de mim, com o pênis bem próximo a minha bunda.
– Posso? – Ele perguntou contra o meu ouvido e eu apenas concordei, empinando a bunda para que ficasse mais fácil.
se enfiou em mim, com dificuldades outra vez. Ele entrava lentamente para que eu me acostumasse com tudo aquilo. Onde esse homem esteve esse tempo inteiro?
– Merda... – Eu grunhi em satisfação por me sentir apertada para ele.
Todo aquele suor e calor do seu corpo contra o meu me fazia ficar dez vezes mais excitada. Ele beijou minhas costas brevemente, se concentrando nos seus movimentos lá embaixo.
– Toda vez que a gente for transar, vai ser desse jeito?
– Quer dizer vão haver outras vezes? – Ele me respondeu com outra pergunta e estocou com força, me fazendo erguer a bunda naquela direção.
– Se você continuar com isso, pode ter certeza de que sim. – Eu afirmei e olhei para ele por cima do meu ombro, sorrindo safada.
Ele saiu de dentro de mim, apressado e me fez virar de frente para ele, metendo em mim outra vez. Eu gemi alto, arranhando as suas costas com uma mão indo para cada direção. Ele me encarou e eu fiz o mesmo, o beijando em seguida. Entrelacei as pernas em seu quadril, sentindo que ele foi mais fundo. suspirou em meio ao beijo.
– Ah, puta merda, ... – Eu falei contra os seus lábios, o apertando contra mim.
Fechei os olhos para apreciar melhor o momento e senti que ele baixou o sutiã de renda só até que meus seios estivessem livres. Sua boca encostou em meu mamilo e eu mordi o lábio, querendo gemer.
– Você é gostosa demais. – Ele falou, deixando um chupão acima da auréola, e eu suspirei.
– Você também. – Eu disse, quase engasgando com o gemido que queria sair da minha garganta. – Eu quero dar pra você todo dia.
– Todo dia? – Ele falou baixo, beijando o meu pescoço e esfregando o nariz ali, mexendo os quadris mais rapidamente na minha direção.
– É. Até doer. – Eu falei e revirei os olhos, sentindo mais um orgasmo se aproximando.
– Eu adoro isso. – Ele falou e eu gemi alto, atingindo meu máximo.
– Ah, porra! – Eu disse depois de sentir os espasmos me atingirem pela segunda vez na noite.
não se segurou por muito mais tempo e também gozou, sussurrando sacanagens em meu ouvido. Ele não saiu de dentro de mim, ficamos alguns segundos ainda naquela posição e eu toquei em seu rosto, que estava ainda mais suado.
– Eu amo seu caralho. – Eu falei quase em um sussurro, soltando o ar pesadamente pela boca.
Ele me encarou, os olhos confusos, indecisos. Parecia querer me falar algo, mas não conseguia fazer sair. Indecifrável. Então ele falou.
– E eu te amo pra caralho.





Fim.



Nota da autora: Gostou? :D Comente e me faça feliz, ok? S2 Meu dedo coça pra escrever uma long desses dois kkk



Outras Fanfics:
Para Todos os Caras que Já Transei
Um Quarto em Roma
O Diário de uma Trouxa


Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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