FFOBS - The Fall, por Betiza


The Fall

Última atualização: 25/10/2022

Capítulo Único


null olhou para o apartamento dos vizinhos pela quinquagésima vez naquele mês. Já fazia mais ou menos um mês que ele não os via pelo prédio e que ele não via null na academia. Os amigos disseram que ela havia desmarcado todas as aulas por um motivo pessoal, não revelado a eles. null por diversas vezes quis bater na porta dos dois para saber o que podia ter acontecido e diversas vezes ele quis repetir a noite de sexo… mas não só isso, ele queria mais. Queria fazer parte da vida do casal, queria ser importante para os dois a ponto de poder saber o que havia acontecido, a ponto de conseguir ajudar… Era como se ele quisesse ser namorado dos dois?

O moreno balançou a cabeça repetidas vezes enquanto tentava afastar os pensamentos da mente barulhenta. Respirou fundo e então se preparou para mais um dia de trabalho, hoje ele tinha muitas aulas para dar e agradeceu ao Universo por poder se ocupar o suficiente para não pensar em mais nada.

Quando ele voltava para casa a chuva começava a cair e o suor se misturou com a chuva que ele havia tomado, então ele entrou no elevador, ensopado. Ele ainda resmungava baixinho quando a porta se abriu em seu andar revelando null do outro lado, esperando para entrar no elevador.

Os olhos de null se esbugalharam ao ver o homem depois de tanto tempo tendo o mesmo somente em sua imaginação. Os cabelos dele agora bem pretos estavam grandes e deixavam-no com cara de ainda mais novo. Os dois permaneceram se encarando, imóveis.

– Boa noite! – null quebrou o silêncio-
null engoliu seco enquanto via os olhos de null passearem pelo corpo dele, molhado pela chuva e pelo suor com a camiseta – antes larga – colada.
– Boa noite! – null raspou a garganta -
– A chuva parece estar realmente forte! Você veio andando?
null assentiu para ele que sim.
– Tudo bem null?
null umedeceu os lábios com a língua e null acompanhou o movimento, se contendo o máximo que pôde para não agarrar o homem ali mesmo no elevador do prédio. Se null soubesse a vontade que os vizinhos também estavam sentindo…

– Tudo… – e eles ficaram mudos outra vez -
null entrou no elevador e então a porta se fechou atrás deles. null arregalou os olhos outra vez, e então abriu a boca para protestar dizendo que estava cansado e queria ir para seu apartamento, mas null apertou o botão que os levava até o subsolo, onde ficava o estacionamento.

– Você tem um minuto? Prometo ser rápido…
null não respondeu, ele não conseguia tirar os olhos de dentro dos olhos de null.
– E null? Como ela está? Como vocês estão? Vocês sumiram!
– Olha quem fala! – null sorriu mostrando as grandes covinhas – Você fugiu da gente durante dias depois daquela noite… medo?
O elevador abriu e então os dois saíram de lá dando de cara com o estacionamento vazio.
– O que você quer comigo null?
null foi direto ao ponto enquanto os dois caminhavam em direção ao carro.
– Quer mesmo saber? – null balançou a cabeça pra ele – Entra no carro!
O tom de voz de null havia mudado, aquilo soou como uma ordem para null, e ele havia gostado daquilo…

null obedeceu, sem questionar e então entrou no banco do passageiro, sentindo o cheiro adocicado de null invadir suas narinas. Se lembrou do gosto da boca dela e então o corpo começou a reagir. Ele colocou a grande mochila no colo e então null entrou também

– A null está no trabalho, e eu estava indo buscá-la… nós dois sumimos porque a mãe dela faleceu! E ela mora em outro estado, então nós tivemos que correr para lá, o pai dela precisava de apoio e os outros irmãos dela não são muito apegados à família! Eu e a null precisamos ficar esse tempo por lá, cuidando do meu sogro.
null assentiu com a cabeça outra vez. Ele lamentava muito pela perda.
– Sinto muito! Eu não fazia ideia que a mãe dela não morava aqui! Quando ela era minha aluna, ela falava muito da mãe! Ela deve estar péssima!
– Ela e a família já esperavam! null é uma mulher incrível! Muito madura! Ela aceitou muito bem, a mãe estava sofrendo, um câncer muito agressivo, null sofreu muito mais com a mãe em vida e doente do que com a morte propriamente dita. Ficou muito abatida nos primeiros dias, foi horrível! Eu nunca havia visto a null da forma que ela ficou naqueles dias, em tantos anos de namoro. Me deixou mal também. Foi um mês meio caótico para nós dois, nesse aspecto. Foi por isso que sumimos.
– E o pai dela? – null virou o rosto na direção de null -
Ele havia emagrecido alguns quilos, o rosto longo estava mais fino. Mas ele continuava bonito, pensou null.
– Está melhor um pouco! Tem uma tia da null morando com ele agora, ela tá mais tranquila para seguir com a vida dela aqui!
– E vocês dois estão bem?
null olhou para ele, para os lábios dele mais especificamente.
– Estamos! E você? Como tem passado?
– Bem! – ele desviou o olhar do de null -
– Você ainda não respondeu a minha pergunta…
– Nem você a minha!
Os dois voltaram a se encarar enquanto o barulho da chuva se intensificava no teto do estacionamento.
– Eu não tenho medo de vocês dois null! Foi a melhor noite da minha vida! Eu nunca mais consegui sentir o que vocês dois me proporcionaram, e talvez isso me assuste um pouco, só isso! Fora que isso tudo é muito bizarro! Eu não sabia que gostava de homens também.
– Eu nunca quis definir a minha sexualidade, mesmo sabendo que durante basicamente toda a minha vida eu me vi atraído apenas por mulheres, mas com você foi diferente.
– Foi mesmo ou você só entrou na onda pela null?
null suspirou alto enquanto se ajeitava no banco do próprio carro.
– Você acha que eu só beijei você, só masturbei você é só fiquei duro como uma pedra enquanto fazia tudo isso pra agradar a null? Tem alguma lógica nisso?
Foi a vez de null se remexer, incomodado, no banco do carro.
– Medo de perdê-la! Ciúmes, não sei! – null bagunçou os cabelos, úmidos -
– E eu teria ficado excitado da forma que fiquei quando toquei você? O teu rostinho bonito, o jeito diferentão de olhar no olho da gente e de criar confusão, o teu andar malandrinho, teu cheirinho gostoso, a sua boca, a textura da sua pele… Essa fissura no ar… – null pausou – Parece que eu vou correndo, sem vontade de andar. Eu quis tudo aquilo, eu desejei você, tanto quanto a null. E tá tudo bem!
– Eu não sei! Não sei se tá tudo bem!
– Você não quer gostar de homens também, é isso? Se for isso, tudo bem, você tem esse direito. Eu só queria que você soubesse que eu e a null queríamos de novo… mas tudo bem! Especialmente eu. O tempo todo sonhando com a tua pica na minha. Você tem todo o direito de não querer se envolver mais comigo.
null sentiu o membro começar a pulsar dentro da calça de moletom larga que ele usava com as palavras e então ele fechou os olhos enquanto soltava um suspiro baixo.
O telefone de null tocou dentro do bolso da calça jeans que ele usava, e era null.
– Oi amor! – null engoliu seco com ele a chamando de amor – Desculpa o atraso! Eu tô saindo de casa agora! Me espera dentro da empresa, só sai quando eu estiver aí tá bom? A chuva tá muito forte.
Silêncio por parte de null, null falava algo. null abriu os olhos e encarou null o encarando de volta enquanto a namorada falava.
– Eu já comprei, tá tudo basicamente arrumado.
O olhar de null sobre null se intensificou.
– Eu estou com ele nesse exato momento, mas não sei se ele vai topar amor!
null arregalou os olhos pela terceira vez na noite.
Os dois se despediram e então null voltou a ajeitar a mochila sobre o colo.
– Você acha que eu não vou topar o que? Repetir uma noite de sexo com vocês dois?
– Não! Quer dizer, agora eu já não sei mais! Nós íamos te chamar para um jantar, só isso!
– Um jantar sem segundas intenções? – null levantou uma das sobrancelhas, intrigado -
– Um jantar de vizinhos, para gente se conhecer melhor um pouco. Se o jantar virasse uma noite de sexo, seria incrível, e caso não, seria incrível do mesmo jeito! Eu e a null sabemos ter outros tipos de relações com as pessoas, nós não pensamos em sexo o tempo todo null!
null notou o tom de ofensa na sentença de null.
– Me desculpe! Não quis ofender vocês dois!
– Porque está tão na defensiva?
– Me desculpe! – null abaixou o olhar e então começou a mexer no zíper da mochila -
– Eu estou indo buscar a null, quer me acompanhar?
– Acho que preciso pensar um pouquinho! Em tudo isso… que horas é o jantar? Ou eu não estou mais convidado?
– Claro que está! Pode aparecer lá quando quiser, quando for o melhor momento para você.
null assentiu para ele enquanto abria a porta do carro de null.

Subiu para seu apartamento, e enquanto tomava seu bom e velho banho quente ele pensou na breve conversa que tivera com null. Ele fechou os olhos enquanto se lembrava: “Eu só queria que você soubesse que eu e a null queríamos de novo… mas tudo bem! Especialmente eu. O tempo todo sonhando com a tua pica na minha…”

Ele abriu os olhos ao sentir o membro ficar duro, e então o segurou pela base. Se permitiu pensar no beijo do casal, se permitiu pensar nas coxas gostosas de null e de como era bom tocar a pele aveludada e cheirosa dela, se permitiu lembrar-se do som dos gemidos da loira… a mão dele começou a se movimentar lentamente sobre o próprio membro, enquanto ele apertava a base com força hora ou outra, foi ficando ainda mais excitado conforme permitia a si mesmo as lembranças da noite que dividiu com o casal. Ele sentia as veias do próprio membro pulsarem e ficarem ainda mais grossas de tesão conforme ele ia se lembrando, os movimentos da mão direita de null ganharam intensidade quando ele pensou no primeiro beijo que trocou com null… e quando ele se lembrou do homem pedindo que ele transasse com a namorada enquanto ele assistia tudo e se satisfazia sozinho, o membro pulsou intensamente e com mais algumas investidas fortes da própria mão, ele gozou com força e conteve os próprios gemidos mordendo o lábio, enquanto acompanhava o próprio abdômen contrair com os espasmos.

Saiu do banheiro e se jogou na cama ainda molhado. Ele não queria se envolver ainda mais com os vizinhos, tinha medo de se apegar ainda mais aos dois…

Antes mesmo que ele pudesse se vestir, a campainha do apartamento tocou, e ele caminhou ainda enrolado na toalha em direção a mesma. Abriu uma fresta da porta e encontrou null parada lá, com as mãos para trás. Os cabelos loiros presos num rabo de cavalo baixo… os olhos dela brilharam quando viram null.

– Você vem? Eu acabei de chegar do trabalho, mas se você quiser pode esperar por mim com o null lá na sala!
– Eu só vou me vestir, e bato lá! Prometo!
– Não me faça vir aqui outra vez! Estamos te esperando!
– Não farei! Só vou me arrumar!
null balançou a cabeça para null então ele fechou a porta quando ela fez menção de já estar voltando para o próprio apartamento.

Já pronto ele ajustou a touca na cabeça antes de apagar a luz da sala e sair do apartamento. Encarou o apartamento dos vizinhos e então respirou fundo três vezes antes de dar os passos em direção ao lugar.

null abriu a porta e então deu espaço ao moreno, para que ele entrasse. null assim o fez e voltou a elogiar o lugar:

– O apartamento de vocês é incrivelmente bonito! Sério! – ele passeou o olhar pela sala planejada e pelo sofá azul meio jeans -
Depois encarou as obras de artes que decoravam o apartamento, achou incrível as divisões dos cômodos, pareciam esculturas feitas em uma madeira preta. Depois o olhar dele pulou para a sala de jantar do apartamento, que parecia coisa de outro mundo de tão sofisticada.

– Eu que planejei e decorei tudo! Sou design de interiores! Então, obrigada!
null sabia da profissão dele, null havia comentado, mas ele não pensou na possibilidade de ele próprio ter pensado naquela sofisticação toda, null parecia ser um homem muito simples.

– Você tem muito bom gosto, está na profissão certa! É incrível!
null sorriu abertamente, fazendo suas covinhas ficarem ainda mais profundas nas bochechas.
– Quando a null vai poder voltar a ser sua aluna?
A mudança súbita de assunto fez null se virar de frente para null e se surpreender com a proximidade do homem. Os narizes quase se tocaram. null passeou o olhar pelo rosto bonito e bronzeado dele, quis lhe beijar os lábios e então sentiu o coração palpitar embaixo da camisa preta larga que vestia.
– Ela gosta muito do seu amigo como professor, mas te acha infinitamente melhor que ele… não tem motivo para ela não ser sua aluna mais null!
– Eu não ia conseguir dar aula para ela direito depois de tudo que aconteceu!
– Não ia conseguir se concentrar? – null se jogou no sofá enquanto abria um sorriso bem sacana -
Lindo! null pensou analisando o sorriso dele.
– Sim! Eu não ia conseguir vê-la somente como aluna!
– Tem medo de se apaixonar por ela…
Aquilo não havia sido uma pergunta, o coração de null que já batia forte, acelerou ainda mais.
– Eu te entendo! Ela é fascinante, a mulher mais incrível que eu já conheci…
null abaixou a cabeça. Sim! null era cativante, desde a aparência até a personalidade dela de menina meiga e livre de amarras, de preconceitos, livre sexualmente, e null parecia sentir orgulho da namorada. null desejou mais uma vez ser parte daquilo tudo.
– Você não precisa fugir desse assunto. Aliás eu acho que fugir só vai piorar as coisas aí dentro de você.
– Você tem razão. – ele se sentou ao lado de null no sofá -
Transou com outras pessoas depois daquela noite?
null disse que sim com a cabeça para null.
– Não foi tão gostoso e muito menos teve a intensidade que eu tive com você e com a null! Eu inclusive fiquei com mais dois homens, quase consegui transar com um deles, mas não deu certo!
null travou levemente o maxilar com a informação. Como assim ele havia tentado transar com um homem e esse homem não era ele? null sabia que não podia sentir ciúmes daquela situação, mas foi impossível. Já que null teve sua primeira experiência com ele, porque não se sentiu confortável o suficiente para tentar fazer sexo com um homem pela primeira vez com ele? Será que ele não se sentia atraído por null o suficiente para passar por essa etapa?
– E porque quase? – ele cruzou os braços abaixo do peito e null observou os músculos dos braços dele -
Desviou o olhar de lá. Observou o semblante agora sério de null pelo canto dos olhos.
– Porque não era você! – fechou os olhos com força e se arrependeu logo em seguida -
– E você queria que fosse eu? – a voz de null ecoou agora próxima ao ouvido de null -
O corpo dele arrepiou com a gravidade do tom da voz do homem.
– Eu quis! – ainda de olhos fechados null respondeu -
– Você pensou em mim, null? Quando estava com ele?
null engoliu seco, sentindo os pelos se eriçarem ainda mais.
– Porque não procurou a gente? – null sentiu uma das mãos de null repousar sobre uma de suas coxas -
– Porque eu não tinha certeza se vocês queriam repetir!
– Eu te disse que quando e caso você quisesse de novo, era só bater aqui meu bem!
null abriu os olhos e então virou o rosto, dessa vez o nariz dos dois se encostou. A respiração de ambos começava a ficar descompassada, e batia uma no rosto do outro.

– Eu fiquei sem coragem!
Os dois já tinham os lábios encostados e então null apareceu chamando por null, sem saber que null já estava por lá. null deu um salto no sofá, se assustando com a voz dela e então se afastando de null.

– Eu não queria ter atrapalhado vocês dois! Perdão!
null parou perto dos dois no sofá, na parte detrás do mesmo, e null levou a mão ao peito, tentando acalmar as batidas do coração.

– Você não atrapalha! – null olhou para ela – Eu te disse que viria!
Piscou divertido para null que sorriu para ele com os lábios pintados de vermelho.
– Eu não consigo achar o par de brincos que você me deu de presente no nosso aniversário do ano passado! Eu sempre deixo ele dentro da caixinha, mas sumiu de lá! E eu quero usá-los hoje! Sabe onde pode estar?
null passeou o olhar pelo corpo dela quando null saiu da parte de trás do sofá e se aproximou de null, tocando-lhe o ombro com delicadeza. O short jeans colado no corpo fez null salivar de vontade de lhe encher as coxas de beijos.
– Você sempre perdendo suas jóias, e eu sempre salvando você! – null gargalhou enquanto se punha de pé – Eu vou achar para você meu amor!
Ele depositou um beijo demorado na testa de null e null achou o gesto tão delicado, que sorriu. null saiu, deixando os dois sozinhos na sala. null se sentou no lugar do namorado, e null se pôs a observá-la. Ela ainda parecia um pouco abalada, um pouco menos radiante.
– Eu sinto muito pela sua grande perda! null me contou…
– Obrigada! Vai ficar tudo bem!
– Se vocês dois precisarem de algo, podem me chamar! É só bater!
null assentiu sorrindo para ele e então depositou uma das mãos sobre uma das coxas de null, e apertou o lugar logo em seguida.
– Porque você tem evitado a gente, depois de tudo que aconteceu?
– Porque não sei o que significou para vocês dois! Então não tive coragem de procurar vocês!
– E o que significou para você? Você fala muito sobre eu e o null, mas e você? O que aquela noite significou para você?
Outro suspiro, pesado, saiu dos lábios de null.
– Eu nunca senti nada parecido com o que senti enquanto transava com você! E eu fiquei muito mexido com tudo o que senti por vocês dois, me assustou um pouco, especialmente o que eu senti pelo null… Nossos lábios se tocaram e isto foi como o paraíso. Então eu fugi!
null balançou a cabeça na direção dele outra vez, e então segurou o rosto dele com uma das mãos.
– Baby, deixe-me tirar essa pressão de você… – os lábios dela encostaram-se nos dele – Eu vou dar o primeiro passo, e fazer o que eu tenho que fazer. Hum? Podemos fazer isso no meu ritmo?
null fechou os olhos enquanto sentia o membro começar a pular dentro da calça jeans, ele queria muito aquilo de novo!
– Eu vou fazer você se apaixonar! Você quer brincar um pouco? Você vai brincar comigo? Ah, e se eu brincar com seu corpo? Eu só quero brincar com seu corpo…
null, escorado na parede, tinha uma visão privilegiada dos dois. Observava null e null com desejo nos olhos, e ele quis muito que os dois se beijassem para que ele pudesse se deliciar ainda mais com a cena. Como na primeira vez em que tudo aconteceu, ela envolveu as duas pernas em volta dos quadris de null, e pressionou a intimidade já molhada no membro duro de null, que apertou os olhos com o calor que emanava de lá, mesmo ela ainda vestida e ele também.

– Deixe-me levá-lo de volta ao seu lugar, onde eu vou fazer você se apaixonar!
– Eu já estou null! – ele sussurrou, de olhos fechados – Já estou! Por favor, não me torture mais!
– Deixe-me mostrar-lhe o que meu corpo faz, como uma mulher de verdade…Vou colocar essa boceta na sua cara para lembrá-lo do seu lugar!
null apertou a cintura fina dela com força e abriu os olhos, encarando o rosto cheio de luxúria de null.
– Você irá perder todo o controle, quando eu gemer para você null! – pressionou a intimidade outra vez no membro de null -
– Você é maluca! Maluca null! Eu quero muito foder você de novo! Muito…
null acariciava o próprio membro ainda sobre a calça de moletom preta que usava, enquanto observava o diálogo dos dois. Estava duro, mas duro como nunca antes.
– Vocês dois podem facilitar para mim? Eu quero ver vocês dois se beijando, quero ver você comendo a null de novo, por favor null!
Como gasolina no fogo, as palavras de null impulsionam null a grudar os lábios nos de null, as mãos grandes dele se embrenharam nos cabelos loiros dela, puxando-os com força. null gemeu alto enquanto enfiava a mão dentro da própria calça e cueca, acariciando seu pênis já ereto. O quão satisfatório era ver os dois ali, com os lábios atracados um ao outro no sofá de sua sala? Com os olhos abertos, observando as mãos de null descerem pelas coxas da namorada, ele intensificou os movimentos em seu mastro enquanto se permitia gemer alto. Os gemidos de null acabaram chamando a atenção de null, que voltou a puxar os cabelos de null, fazendo com que ela tombasse levemente a cabeça para trás, com a força em que ele segurava seus cabelos. Ela encarou o namorado se masturbando e sentiu que poderia gozar, apenas assistindo a mão dele subir e descer.

– Eu quero trocar hoje! Eu quero ver você fodendo a null! E depois quero que você faça o mesmo comigo!

Os olhos de dragão de null se transformaram e ele encarou null enquanto caminhava na direção dele e da namorada. null se levantou do colo de null e ficou em pé em frente ao namorado. Lentamente ela se desfez do cropped cinza que usava enquanto null se sentava no lugar dela, ao lado de null. O olhar de null percorreu o corpo da namorada, como se ele não conhecesse cada canto dela, o membro dele ainda exposto para fora da calça pulsava, com a cabeça vermelha. null levou a mão até o mesmo, mas se deteve antes de tocá-lo. null olhou para ele, enquanto null terminava de tirar o short jeans do corpo, segurou a mão fina de null e então colocou a mesma sobre seu membro, que pulsava e já estava lambuzado de pré-gozo.
– Porque você não prova? O gosto do null é maravilhoso, eu garanto! Vai me dizer que não está com vontade?
A voz de null o incentivando, fez com que ele virasse o rosto na direção dela, seminua, com uma lingerie azul marinha. A boca de null salivou ainda mais e ele quis muito se livrar das próprias roupas. O membro pulsava tanto que doía dentro da roupa íntima, e ele levou a mão até o local, pressionando o mesmo com a intenção de se aliviar mesmo que minimamente.
– Deixa que eu cuido disso para você… – null levou a mão sobre a de null – Você não acha que está vestido demais?
null, como se estivesse em transe, completamente hipnotizado se levantou, ficando ao lado de null, e então se livrou da grande camiseta preta que usava, logo as unhas de null lhe percorreram a lateral do corpo e as costas, fazendo-o fechar os olhos e morder o próprio lábio. Ele adorava sentir a dor gostosa provocada pelas unhas femininas.

Se livrou do jeans pesado que usava, ficando apenas com a cueca preta sobre o corpo. null se aproveitou da situação e se colocou atŕas de null, subindo e descendo as unhas pelas costas definidas dele.
– Ajoelha! – null terminou de descer a calça, levando a cueca acinzentada junto -
null, completamente submisso ao homem, fez o que ele pediu, sem contestar ou se opor. Grudou as duas mãos nas coxas grandes e grossas de null e encarou o membro ereto dele quase batendo em seu rosto. Umedeceu os lábios, não sabia direito como e o que fazer aquilo, mas ele queria. Queria sentir o sabor de null nos lábios e proporcionar prazer a ele…

null se agachou ao lado dele, percebendo que ele queria muito, mas não sabia ao certo como começar.

-É uma metáfora boba, mas funciona! É como um pirulito null, ou um picolé!
null gargalhou com a forma quase infantil de a namorada tentar ajudar null e então ele sentiu uma das mãos da namorada envolverem seu penis e então ele arfou com o contato repentino da mão quente dela.

null levou delicadamente o membro do namorado até os lábios de null que fechou os olhos e então abriu a boca o suficiente para conseguir engolir a glande do penis de null. O homem grunhiu alto quando a língua de null passeou por lá, a boca dele era molhada e quente, até um pouco mais que a de null.

null se atreveu a engolir alguns centímetros a mais do membro de null e então null embrenhou as mãos e unhas nos cabelos pretos e longos de null, incentivando-o a se movimentar com o membro do namorado na boca e ele assim o fez, circundando a língua pela cabeça do mesmo enquanto movia a cabeça para cima e para baixo, guiado por null. A sensação de ter null ali, lhe preenchendo a boca fez o membro dele pulsar com força de excitação e ele quis gemer. Mas quem gemeu foi null, sentindo o molhado da língua dele lhe circundar a cabeça do pau, enquanto ele lhe explorava com o resto da boca

null jogou a cabeça para trás no sofá com força enquanto mantinha a boca aberta, em completo êxtase a boca de null lhe engoliu praticamente inteiro e ele levou as mãos até os cabelos do moreno também, sobre a mão de null, completamente inebriado de tesão ele começou a movimentar o quadril dentro da boca de null, que cravou as unhas nas coxas dele, com a pressão dos movimentos.

– Que delicia foder a sua boca null! Ah! Por Deus! – ele levou uma das mãos até a nuca de null -
Os movimentos dele se intensificaram, mas ele sabia que não podia gozar na boca de null, aquilo poderia assusta-lo, afinal de contas aquilo poderia ser a primeira experiência dele fazendo sexo oral em outro homem. null não sabia se ele havia tentado aquilo com os outros dois homens… não queria que ele parasse de forma nenhuma, mas era o certo.
– Ei, é melhor a gente parar por aqui! Ou eu não vou aguentar…
Os movimentos do quadril de null cessaram e então null, puxou os cabelos de null para trás enquanto ele soltava um gemido baixo, gostava tanto daquela ardência provocada pela dor misturada com o tesao.

null grudou os lábios nos dele, e então os dois se beijaram com urgência enquanto null se juntava a eles no beijo. null sentia que podia explodir tamanho desejo sentia pelos dois. Quando o beijo chegou ao fim, null se levantou e então avisou aos dois que iria buscar os preservativos e já voltava.
null se sentou no sofá e observou null em pé, na frente dele. O corpo dela parecia coisa de outro mundo, tão bonito era. Os dois encostaram as testas e null fechou os olhos.

– Você quer mesmo transar com o null? A gente não quer que você faça nada que realmente não queira! Só o que tiver vontade!
– Eu quero! Quero muito null! Quero vocês dois! – ele apertou a cintura da loira que sorriu para ele -
Ela queria muito ver os dois transando, era como se estivesse tendo seu showzinho particular.
Quando null voltou para a sala, ele voltou a passear os olhos pelo corpo de null, que ficou frente a frente com o namorado, esperando por alguma atitude dele.

– Eu amo você! – null a segurou pela cintura trazendo o corpo pequeno dela para perto do seu -
null soltou um suspiro sôfrego quando viu as mãos de null se espalharem pelo bumbum dela. Quando null apertou o lugar, null sorriu, encostando o nariz ao dele. Os dois iniciaram um beijo lento, que fez null levar a mão ao próprio penis enquanto acariciava o lugar e respirava fundo. Ver os dois se beijando era gostoso demais e null não se atreveu a interromper ou se juntar aos dois. Ele não queria perder nenhum detalhe do que aconteceria dali para frente.

Uma das mãos de null desciam pelas costas largas de null, deixando aparentes vergões e a outra segurava o membro ereto dele, e ela fazia movimentos de vai e vem com uma precisão certeira. Coisa de quem se conhecia há anos, e eles pareciam se conhecer como a palma da mão um do outro.

O beijo dos dois cessou e a sala foi preenchida pelos gemidos de null enquanto a namorada o masturbava, e null não conseguia tirar os olhos das mãos dela segurando o membro de null.

– Este é o tipo de amor que você nunca esquece null! – os olhos dele se abriram e encararam null -
Ele enfiou a mão dentro da cueca e retirou o membro para fora da mesma enquanto ele pulsava loucamente em suas mãos. null acariciou a cabeça de seu penis enquanto soltava um gemido sôfrego, será que ele aguentaria até o final?

null esticou o sofá para que ele ficasse maior e então null se ajeitou sobre ele enquanto retirava o próprio sutiã, os olhos de null saltaram para os seios dela, e ele intensificou as carícias no próprio pau, e os gemidos também aumentaram.

null sorriu com os olhos fechados ouvindo null gemer, e null levou as duas mãos até os próprios seios enquanto encarava null. Ela o achava tão lindo…

null abriu as pernas para o namorado que retirou delicadamente a calcinha azul marinho que ela usava, os dois mantinham o contato visual durante todo o período. null diminuiu a intensidade das carícias sobre o membro mas ainda estava quase explodindo de tesao. Os dois eram definitivamente o casal mais bonito que ele já vira.

null se posicionou entre meio as penas de null e então deslizou o dedo do meio entre as pernas dela, na intimidade úmida e já inchada de null.

– Hum! – ela gemeu enquanto arqueava as costas – Ah null!
null fechou os olhos com os gemidos de null e voltou a acariciar o próprio membro que pulsava, com a cabeça molhada. Ele desejava tanto os dois!

null enterrou um dos dedos na intimidade de null, e os dois gemeram juntos. null um pouco mais alto, null apertou o penis com força e então começou a se masturbar.
O dedo de null começou a se movimentar dentro da boceta molhada de null e ela apertou os próprios seios enquanto gemia. null sabia fazer aquilo com ela tão bem…

– Com você doçura, eu sou o mais rico no mundo, tão rico!
null gemeu em resposta e então arranhou o abdômen definido de null, que sorriu para ela enquanto retirava o dedo de dentro da intimidade de null.

– Eu não preciso de dinheiro porque você é minha garota! – null ergueu as mãos na direção dela, que segurou as mesmas -
Num impulso, null estava sentado bem ao lado de null, que respirava profundamente, embebido em suor e tesão.
null agora tinha as pernas enroladas em volta de null e posicionava a entrada na cabeça de seu membro.

null virou o rosto e encarou null nos olhos:

– Quando ela faz amor é como uma cirurgia, mas você sabe disso, não sabe null?
Ele balançou a cabeça para null, incapaz de proferir uma palavra sequer. Ele sabia! Se lembrava de como era o interior quente e apertado de null, ele fechava os olhos e conseguia sentir a intimidade dela apertando seu pau com força…

Quando null começou a se sentar sobre o membro de null, lentamente, ele apertou a cintura dela com força.

– Ah que saudade meu bem! – ela jogou a cabeça pra trás – Que saudade de você!
As mãos dela lhe seguraram as costas e ombros com força e null mantinha os olhos vidrados no corpo dos dois. A visão de null sentada em null com a cabeça jogada para trás, o pescoço suado, os cabelos loiros jogados para trás… os seios intumescidos dela, a pele branquinha… null grunhiu com força quando ela começou a se movimentar em cima de null.

null sentia a intimidade de null apertar seu membro com força a cada enterrada da mesma sobre ele, ele passeou uma das mãos pelo sofá até alcançar a mão de null que estocava seu penis. null deixou que a mão de null substituísse a sua, conforme null gemia alto e cavalgava sobre o membro de null, a mão dele masturbava null, no mesmo ritmo. Os três gemiam em uníssono e null não aguentou, gozou com força nas mãos de null, que sorriu satisfeito em vê-lo gozar. Agora ele precisava dar uma atenção a mais a namorada, para que ela gozasse tão gostoso quanto null…

A mão ainda suja pelo líquido soltado por null lhe apertou a cintura e então null começou a ajudar a namorada, guiando o ritmo de seus quadris.

– Eu amo você em mim! – ela gemeu o nome dele em seguida enquanto enterrava o rosto no pescoço do namorado -

null gozou antes do namorado, o gemido que ela soltou foi tão satisfatório que os dois homens sorriram, null enquanto apertava a cintura de null e null de olhos fechados.

null deitou-se com ela sobre o sofá e null sentiu o membro voltar a endurecer quando vislumbrou a cena. O corpo dos dois colado um no outro, como se eles fossem um só… aquilo era tão bonito que o corpo de null voltava a reagir com força.

null voltou a se movimentar dentro de null e então ele gemeu quando ela pressionou as pernas em volta da cintura dele. Os movimentos dos quadris dele aumentaram o ritmo e null não conseguia parar de olhar para os dois. null mordeu os lábios com força enquanto anunciava que estava chegando lá. Ele grunhiu coisas sem sentido enquanto sentia o orgamo lhe atingir com força.

null acariciou o rosto de null e ele a beijou, gostava do gosto de morango dos lábios dela. A língua dos dois brigava uma com a outra conforme o beijo ia se intensificando. As mãos de null percorreram o corpo dela, com carícias feitas pelas pontas dos dedos dele. Quando os dois se separaram ela se sentou no sofá encarando o namorado que tinha o semblante calmo, mas ainda cheio de luxúria.

– Eu vou tomar um banho, vocês dois podem se curtir agora! Mas eu quero ver… também quero ver vocês dois! Vão se divertindo enquanto eu me limpo.
Ela riu e então os dois homens acompanharam a loira sumir de suas visões. Os dois se encararam.
– Você é tão bonito!
null sentiu as bochechas esquentarem e ele abaixou a cabeça. Ele ficava sem jeito quando null o elogiava, se sentia um adolescente com as emoções provocadas por ele, era tudo muito novo.
– Você também, null! Muito bonito!
null se arrastou até alcançá-lo no sofá. Passou o dedo pelos lábios dele e null se atreveu a sugar o dedo dele enquanto o encarava nos olhos. Os olhos de null brilharam em luxúria com o gesto.
– A gente pode ir pro quarto, o que acha? É mais confortável para nós dois!
null concordou.

Quando os dois chegaram no quarto, null ainda se banhava e os dois podiam ouvir o barulho da água, vindo da suíte do casal. null encarou null, que lhe segurou pela cintura.
– Você quer mesmo isso null? – null desceu o olhar para os lábios rosados dele -
– Quero! Meu corpo está implorando para conhecer o seu!
null sorriu e então selou os lábios de null rapidamente.
– Eu também quero muito isso! Eu prometo tentar não machucar muito você…
null mordeu o lábio inferior de null e então os dois se beijaram. A diferença entre os lábios de null e de null eram gritantes, os lábios de null eram delicados, tinham sempre o gosto bom do morango, a língua dela era molhada mas de uma forma diferente da de null… que era mais firme, mais áspera, porém igualmente gostosa. O beijo de null era mais intenso, mais forte e mais dominador.

null embrenhou as mãos nos cabelos também longos de null e deixou as mesmas descansarem por lá. Beijar ele deixava null flutuando. null saiu do banho e então se ajeitou na poltrona para conseguir observar a dinâmica dos dois. As mãos de null deixaram um aperto no bumbum do homem que estava na ponta dos pés para diminuir o desconforto para null que era mais alto.

Os dois caminharam até a cama, meio às cegas e então null sentiu o peso do corpo de null sobre o seu enquanto eles se deitavam. O corpo dele tremia de antecipação e de nervoso. Quando os pulmões pediram por ar, null afastou a boca da de null a tempo de ouvi-lo arfar de olhos fechados.
– A sua boca é uma delícia null! E eu quero te provar, quero sentir o gosto da sua pica! Quero saber se é gostoso, que nem o seu beijo! Eu posso?
null voltou a agarrar os cabelos de null enquanto descia o rosto dele em direção ao próprio membro, aquilo era a resposta que null havia pedido.

A língua de null passou em volta da glande rosada de null que gemeu manhoso fechando os olhos de prazer. null mordeu o lábio voltando a sentir a intimidade umedecer com o gemido de null. O abdômen dele contraiu quando null começou a engolir seu penis gradativamente, outro gemido escapou dos lábios dele. null estava sentindo como se tivesse quatorze anos novamente com todas as sensações novas que os toques de null estavam lhe provocando. A boca de null começou a se mover lentamente sobre o membro de null, e ele alternava entre sugar a glande rosada e lamber a mesma enquanto a boca dele subia e descia sobre toda a extensão. null não conseguia e nem queria controlar os gemidos que saiam de sua garganta.
– Que delícia vocês dois! – null sussurrou enquanto se livrava da toalha -
Ela levou os dedos até a própria boceta, molhada, e então quando ela gemeu, ao pressionar o dedo em seu clítoris, null olhou para ela. Ele quis gritar de tesão ao vê-la se masturbar enquanto null o chupava.

A boca de null subiu pela barriga e abdômen dele, distribuindo beijos pelo local e agora somente os gemidos de null e a respiração descompassada de null eram ouvidas.

– Você já quer tentar? Acha que está preparado?
As mãos de null passeavam pela lateral do corpo dele. Ele arrepiou então engoliu os lábios de null voltando a beijá-lo como se precisasse do beijo do mais forte para viver. Os gemidos de null ainda ecoavam o lugar quando null pegou o lubrificante e mais um preservativo, null acompanhou ele com os olhos.

– Prometa que você vai segurar minha mão se eu ficar com medo agora…
null prontamente segurou uma das mãos dele com força.
– Confia em mim! Hum? Não vou machucar você muito!
null fechou os olhos e os dois voltaram a se beijar. O gelado do lubrificante fez null suspirar contra os lábios de null, e então null se aproximou dos dois na cama, já vestida com uma nova lingerie.
– Relaxa null! – ela sussurrou contra o ouvido dele – Se você relaxar vai ser muito gostoso!
Ele assentiu para ela, que lhe beijou os lábios. O membro dele pulsava de desejo conforme o beijo dos dois ia ganhando intensidade. null passou lubrificante pelo membro, lambuzando bastante o mesmo antes de colocar a camisinha sobre ele.

null ainda beijava null quando sentiu um dos dedos de null lhe acariciar o anus com delicadeza. Ele não se retraiu, não se assustou, apenas continuou beijando null. Ele sabia muito bem que quanto mais nervoso ficasse, mais difícil seria e ele queria muito conseguir.

null forçou vagarosamente o dedo contra a entrada do anus de null, e sentiu o mesmo engolir um pouco seu dedo. null fechou os olhos.
– Isso! – null o incentivou – Isso, null! Você é tão bom para nós dois!
null mordeu o lábio quando sentiu o local arder um pouco quando null forçou mais um pouco. null lhe acariciava o rosto e hora ou outra os dois se beijavam, lentamente ou com força enquanto null o estimulava.

Com a cabeça apoiada no colo de null, null e null voltaram a se beijar. Aos poucos null conseguiu introduzir um dos dedos dentro de null, que mesmo com dor, gemeu de prazer e então apertou a cintura de null, que voltou a incentivá-lo, depois os dois trocaram mais beijos e null acariciava o rosto dos dois homens.

null voltou a lambuzar null com mais lubrificante e então conseguiu introduzir um segundo dedo. Agora eles se movimentavam dentro de null que começava a se acostumar com a dor e com os dedos de null… ele segurava os gemidos e então null mordeu o lóbulo da orelha dele.

– Geme null! Pode gemer! É tão gostoso o seu gemido manhoso!
null soltou todo o ar preso em seus pulmões e então gemeu, especialmente quando null posicionou a cabeça do pau em seu anus. Ele fechou os olhos com força.

– Relaxa meu bem! Me deixa entrar, hum? Eu prometo que vai ser gostoso! Pra nós dois!
null apertou as coxas de null enquanto pressionava o membro, forçando lentamente sua entrada. A dor de null se misturava ao prazer, então ele apertou com ainda mais força a cintura de null.
– Talvez lhe diga para parar um pouco, querido, ir devagar!
– Pode pedir! Eu faço da forma que você quiser meu bem! Só relaxa, hum?
A voz grave de null entrou dentro dos ouvidos de null e ele fez o que o homem pediu, relaxou todos os músculos do corpo e então sentiu o membro de null começar a entrar, a sensação de dor logo foi sendo substituída pelo prazer enquanto ele entrava aos poucos.

null agora beijava os lábios de null, tentando mantê-lo o mais relaxado e excitado o possível, para que aquilo tudo pudesse ser prazeroso. null jogou a cabeça para trás enquanto sentia o anus de null o receber aos poucos. Ele não imaginou que seria tão gostoso daquele jeito.

Aos poucos null foi relaxando, especialmente quando null voltou a masturbá-lo. A sensação gostosa da boca de null beijando-o, com as mãos de null em seu membro, se movimentando com tanta precisão quase o fizeram gozar outra vez.

Quando ele conseguiu receber null inteiro dentro de si, ele soltou a boca de null de uma vez para poder gemer. A loira sorriu satisfeita e então observou o namorado com os olhos fechados enquanto o suor descia por sua testa e peito. Tão sexy, ela pensou.

null aguardou até que null se acostumasse com seu tamanho e então deitou o corpo sobre o do mais magro, sem sair de dentro dele. null entrelaçou as pernas na cintura dele, e quando null finalmente se movimentou, a intimidade de ambos se encostou e null gemeu, alto, como nunca antes, enquanto null apenas gemeu no ouvido dele, enlouquecendo-o um pouco mais.

null estava de volta à poltrona assistindo os dois homens foderem, de camarote. Ela não quis se masturbar, queria apenas apreciar o quão bonito os dois ficavam fazendo sexo, ela não precisaria se tocar, estava quase gozando apenas de assisti-los.

Os movimentos de null já não machucam mais tanto assim, e null focou a mente no prazer de sentir o homem o preenchendo. Ele jamais imaginou que fosse sentir tanto prazer assim com outro homem. null realmente era diferente…

Os movimentos do quadril de null agora mantinham um ritmo quase frenético e ele balbuciava coisas sem sentido, enquanto null deixava alguns beijos por seu pescoço suado. Quando ele estava quase gozando, pediu autorização à null para que ele pudesse vir antes do moreno que permitiu, se sentindo o homem mais feliz do mundo por conseguir fazê-lo gozar. Mais algumas estocadas e null chegou lá, em silêncio apenas com a testa colada a de null, os dois se olhavam e o peito de null queimava. O coração de null ainda estava acelerado, e depois do orgasmo ele teve certeza absoluta que queria repetir aquilo com null mais uma infinidade de vezes.

Depois de alguns minutos foi a vez de null explodir num orgasmo tão intenso quanto o de null, as pernas dele apertaram os quadris de null enquanto ele gemia e sentia os espasmos se espalharem por seu corpo.

E agora? Ele pensou quando null se levantou, se desfazendo do preservativo e caminhando para o banheiro. De olhos fechados ele ouviu null o convidar para tomar um banho. Antes de se juntar a ele, null e null trocaram mais um beijo, um tanto quanto apaixonado.

Já dentro do box, os dois tomaram sei banho em silêncio. Quando null já estava vestido e pronto para ir embora, null o chamou.

– Você acha que pode funcionar?
Ele arregalou levemente os olhos.
– O que exatamente?
– Nós três…– null respondeu -
– Nós três? Já funcionamos! Pelo menos na minha cabeça sim!
null e null se olharam e então olharam pra ele.
– Nós dois queremos você null! E não só para sexo! Você quer também?
null deu um sorriso aberto e então assentiu.
-É o que eu mais quero!

As bocas dos três se encaixaram num beijo que já parecia ter sido feito para se completar há muito tempo.



Fim!



Nota da autora: Veio aiiiiiiiiiiii a continuação de The Edge! Mais um mega desafio para mim, mas espero que vocês gostem!



Nota da scripter: Oi! O Disqus está um pouco instável ultimamente e, às vezes, a caixinha de comentários pode não aparecer. Então, caso você queira deixar a autora feliz com um comentário, é só clicar AQUI.

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