The Number Three

Última atualização: 25/07/2019

Capítulo 1

07 de Novembro, 1983
Hawking's, Indiana

— Querida, vai se atrasar para a escola. — A senhora disse e bateu na porta do quarto.
Não demorou muito para uma cabeleira cacheada aparecer. tentava sem sucesso arrumar seu cabelo que parecia rebelde demais para obedecer.
— Estou pronta. Bom dia, mãe! — disse e dá um beijo no rosto de sua mãe desistindo de mexer nos fios rebeldes.
— Bom dia, desça para o café querida.
— Ahn, não vai dar. Preciso ir, posso pegar seu carro? — pergunta arrumando a mochila nos ombros e sua mãe balança a cabeça concordando.
— Cuidado ao dirigir ok? Seu irmão vai com você. — Sua mãe disse e a garota apenas concordou num resmungo e desceu as escadas a pressa.
— Dylan, vamos logo. — ela diz pegando a chave do carro da mãe sobre o chaveiro da cozinha e seu irmão se levanta rapidamente e pega a mochila enquanto sai mordendo sua torrada.
— Tchau, queridos. Amo vocês— A senhora disse descendo as escadas com um cesto de roupas.
— Tchau, mãe. A gente também te ama. — Dylan diz e corre para fora da casa.
Ele e atravessam o gramado às pressas e entram no carro. logo se ajeita e dá a partida, o caminho até a escola foi tranquilo.
Dylan logo desceu e foi encontrar seus amigos, assim que desceu viu Harrington agarrado com a Nancy.
Ela passou por eles e Steve chamou a mesma.
— Oi, . — Ele disse sorrindo e Nancy olhou para a garota.
— Tchau, Harrington! — Ela disse sem cerimônia e se apressou entrando na escola. — Babaca!
Na pressa para chegar ao seu armário, esbarrou em seu colega de Geometria, .
— Com pressa, ? — Ele disse rindo e parando de frente para seu armário.
— Um pouco, ou talvez evitando gente chata. — Ela responde e logo entende.
— Steve falou com você?
— Como sempre, continua tentando ser legal comigo. — ela revira os olhos e prende com um elástico seu cabelo, ela precisava cortar, estava muito grande já.
— Eu não entendo como você parou de ser amiga dele.
— Claro que entende, olha pra ele e pro grupinho de idiotas dele. Steve mudou muito e eu achei melhor me afastar, as vezes precisamos rever o conceito de amizade que temos. Preciso ir, te vejo depois.— ela diz fechando seu armário e deixando plantado lá.
e Steve eram melhores amigos desde que ela se mudou para Hawkings, mas o garoto passou a andar com pessoas descoladas demais e vinha sendo alvo das meninas. Já que a maioria achava Steve um gato, passou a andar sozinha. As vezes falava com , as vezes trocava umas palavras com Jonathan. Ela não era muito do tipo que fazia amizades facilmente e nem ligava para isso. Era melhor assim.

....

Laboratório de Hawkins

— O senhor pediu para me ver? — James apareceu na sala do Doutor Brenner.
— Sim, preciso que encontre alguém para mim. Quero que encontre a garota.
— Mas Dr, disseram que ela fugiu e já tem pessoas atrás dela. Como eu poderia encontrá-la?
— Você sabe muito bem como, James. — Brenner disse e se inclinou para trás na cadeira. — Sabe quem pode localizar ela.
— Mas senhor, se está falando da minha menina, ela não usa suas habilidades á anos, ela nem se lembra. O senhor mesmo garantiu que ela não se lembraria de nada disso. — James diz ficando aflito. Ele não queria que sua filha ativasse aquela aberração.
— Dê um jeito de fazer ela se lembrar de usar seus dons, você sabe que não estou te pedindo isto não é? Eu estou mandando. Preciso daquela garota, e sua filha vai me ajudar.
— Tudo bem. Mais alguma coisa?— Brenner negou com a cabeça e James saiu da sala pensando em como ele faria isso.
Ele jamais quis que sua filha tivesse poderes, mas ela os tinha. E agora ele teria que ajudar ela a ativar suas habilidades, ele sabia que aquilo era perigoso. Ele sabia que aquilo, faria ela se lembrar de seus traumas do passado. Ele arriscaria a vida de sua menina para ajudar seu chefe?

....


— Ei, Dustin? — Dylan chama baixo o garoto que o olha confuso.
— O que foi?
— Como foi a campanha de Dungeons and Dragons? — O garoto perguntou e Dustin sorriu
— Ah, foi legal. Mas o demogorgon apareceu. — Dustin fez uma careta ao se lembrar da noite.
— Uau, deve ter sido demais. Por que o Will não veio hoje? — Dylan percebeu a ausência do Byers e estranhou pelo fato de Will nunca faltar.
— Ah, não sei. Procurei por ele hoje, vai ver a campanha deixou ele cansado. Jogamos por dez horas. — Dustin fala.
— Dez horas? Isso é tempo demais. Uau! — Dylan diz impressionado.
— Você podia ter ido jogar com a gente. — Lucas diz se metendo na conversa.
— Ah, meu pai não deixaria eu sair de casa. — Dylan fala meio triste. Ter um pai cientista que trabalha sempre e é bem rígido, tinha suas dificuldades.
Dylan e quase não saíam, seu pai dizia que eles deviam estudar para garantir um futuro brilhante. Mas Dylan nem se quer podia sair para andar de bicicleta até às seis da tarde, era tudo muito rígido.
O professor chegou na sala fazendo todos se sentarem direito e prestarem atenção na aula. Mas Dylan, só pensava em uma única coisa. Por que não podia viver como os outros garotos de sua idade? Qual era o problema?

....

.
ouviu boatos de que o irmão de Jonathan estava desaparecido, ela procurou o mais velho e não o encontrou na escola. Ela decidiu ir até a casa dele, se sua mãe descobrisse que ela estava matando aula, ela ficaria de castigo por vários meses.
Ela pegou o carro e dirigiu até a casa dos Byers, resolveu estacionar não muito perto e ao se aproximar da casa de Jonathan, ela viu uma van branca, homens com trajes de laboratório. Aquilo era bizarro, o que eles faziam ali? < se escondendo entre os arbustos, decidiu ver mais de perto. E com isso, ao ela ver um homem descendo por último, ela sentiu que o conhecia.
sente uma pontada em sua cabeça, ela reprime um grito de dor para que não chame atenção. Sua mente é invadida por um lapso de memórias.

“— Você sabe do que é capaz, sabe que têm poder. Então mostre-me do que é capaz, seu pai não pode guardar uma arma valiosa como você assim. — dizia um homem de cabelo grisalho.
A garota a sua frente, tinha fios e mais fios conectados a seus dedos e cabeça. Bem na sua frente, havia um pedaço de papel.
— Você vai falhar? Vai mesmo ser patética igual o seu pai vem sendo?— O homem caçoa dela e isso faz o sangue da pequena ferver.
Com raiva, ela concentra-se no papel a sua frente e uma fumaça começa a sair dele. Não demora para que o fogo queime a folha e o homem olhe satisfeito para a garota que limpa o sangue que escorria de sua narina, na manga de sua blusa.
— Genial. Você é incrível! — Diz o homem aplaudindo. — Descanse. Ele se levanta e segue para perto de um homem de jaleco branco.
— Eu te disse que ela era incrível demais para ser uma jovem normal. Vamos tentar com ela, e isso não foi um pedido James! — diz o homem e sai. "

fecha os olhos com força, sua cabeça doía. Mas o que era aquilo? Por que seu pai estava naquela lembrança? E de quem era aquela lembrança?




Continua...



Nota da autora: Sem nota.



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