Capítulo Único
A sala de reuniões da agência em Miami exalava sofisticação e eficiência. A luz dourada do entardecer entrava pelas janelas, refletindo no vidro impecavelmente limpo, enquanto Amorim conferia pela última vez a pasta com o portfólio dos dançarinos que seriam apresentados à equipe de J‑Hope. Os melhores dos melhores. Não aceitava menos que a perfeição, e todos no ramo sabiam disso.
A batida leve na porta não tirou dela a compostura.
– Entre – pediu, sem levantar a cabeça.
A porta abriu e, por um instante, o silêncio pareceu ganhar peso quando levantou o olhar e encontrou Jung Hoseok parado ali. O astro sul‑coreano não era apenas o nome do momento… era tão intenso e tão presente pessoalmente que parecia roubar o ar do ambiente.
Hoseok entrou, esperando encontrar uma senhora experiente, e acabou perdendo as palavras por uma fração de segundo ao ver uma mulher elegante, de olhar firme e uma presença tão marcante que não poderia pertencer a mais ninguém.
– Você… é a ? – perguntou, surpreso e com uma ponta de incredulidade divertida.
Ela sorriu de canto, estendendo a mão para cumprimentá‑lo.
– Sim. Amorim. É um prazer, Jung Hoseok.
Hoseok não soltou a mão dela tão rápido. Não era assim que imaginava a famosa e tão mencionada chefe de uma das maiores agências de dança do mundo. Não esperava uma mulher tão jovem, tão segura e tão… hipnotizante.
– Disseram que a CEO era uma lenda viva – comentou, relaxando com uma leve risada –, mas não me disseram que era tão nova… e tão linda.
O canto dos lábios de subiu levemente, mas seu olhar não se desviou.
– Disseram certo. Sou uma lenda viva. Não tão velha assim… mas tão profissional e tão apaixonada pelo que faço que não aceito menos que o seu melhor. Espero que não venha me oferecer nada menos que isso.
Hoseok sustentou o olhar dela, uma energia diferente percorrendo a sala. Não era só uma reunião de trabalho… era uma batalha invisível, e cada palavra dela era tão precisa e tão carregada de intensidade que parecia uma coreografia.
– Não vim para oferecer menos que o meu melhor – respondeu com uma leve inclinação de cabeça e um sorriso tão irresistível quanto provocante. – Espero que esteja preparada para receber.
não desviou, não vacilou. Não era à toa que todos a conheciam assim.
– Não só preparada, mas muito seletiva – retrucou, batendo a pasta sobre a mesa e conduzindo-o para a cadeira à sua frente. – Vamos começar, Jung Hoseok.
E assim começou uma parceria feita de profissionalismo e uma química tão sutil e tão viva que parecia não pedir licença para acontecer.
A primeira tarde de ensaio foi tão intensa quanto promissora. Os dançarinos escolhidos por não decepcionaram — sincronização impecável, técnica apurada e uma energia tão viva que parecia alimentar a atmosfera do estúdio. No final, enquanto todos arrumavam suas coisas para ir embora, restaram apenas e Hoseok para o briefing combinado.
Ele passou uma toalha no rosto e no pescoço enquanto olhava para a mulher parada à beira do espelho, anotando detalhes em um tablet. Não era só a postura dela, era a forma como parecia tão presente e tão dona do ambiente, tão segura do que fazia, tão impossível de não admirar.
– O que achou? – perguntou sem tirar os olhos da tela.
Hoseok sorriu de canto e deu um passo para mais perto dela.
– Os dançarinos são tão bons quanto me prometeram. Não tive um segundo de dúvida sobre a técnica… mas o que me impressionou mais foi como todos parecem tão focados e tão seguros sob o seu comando. Dá pra ver a sua assinatura no trabalho deles.
levantou o olhar e encontrou o dele refletido no espelho, tão intenso que parecia pedir por mais.
– Não espero menos do que excelência de quem trabalha comigo – retrucou com uma calma elegante, desligando o tablet e virando‑se para encará‑lo. – E espero o mesmo de quem passa por essa porta para colaborar.
Hoseok deu um leve riso rouco e apoiou o ombro no batente da parede.
– Não sei o que me atrai mais… a sua perfeição profissional ou essa energia tão… tão segura que exala – murmurou, arriscando uma aproximação tão sutil quanto ousada.
não recuou. Não era de recuar. Não desviou o olhar, não perdeu o controle.
– Não misture as coisas, Jung Hoseok. Profissionalismo e paixão por uma coreografia não significam convite para ir além – rebateu, tão firme que poderia parecer intransponível para quem não prestava atenção nas nuances.
Mas Hoseok não era assim.
– Não misturo… – inclinou a cabeça, tão próximo que podia distinguir o leve cheiro do perfume dela –, mas às vezes a linha entre profissionalismo e paixão… é tão fina que não dá pra não tentar atravessar.
O silêncio caiu por um segundo antes de soltar um leve e quase imperceptível sorriso de canto de boca.
– Então… vamos ver quem de nós vai conseguir não perder o controle primeiro.
Hoseok sustentou o olhar dela, com uma intensidade tão viva quanto as batidas que guiavam suas músicas.
– Aceito o desafio.
E assim, no intervalo entre uma batida e outra, começou uma batalha tão provocante e irresistível que não poderia acabar no estúdio… e muito menos tão cedo.
A noite caiu sobre o estúdio enquanto as últimas batidas da música cessavam no ar. Os dançarinos saíam aos poucos, exaustos, mas satisfeitos com a energia do último ensaio antes da gravação do MV. O clima era tão elétrico que parecia continuar vibrando nas paredes do estúdio.
Hoseok tirou a camiseta e jogou-a no canto, o peito subindo e descendo enquanto tentava recuperar o fôlego. Do outro lado do espelho, finalizava anotações no tablet, tão impecavelmente profissional como sempre, mas com uma leve camada de suor destacando as linhas do seu rosto e do pescoço. Não era só a energia dela que o atraía… era toda a intensidade com que parecia viver cada momento.
– Você não vai descansar? – perguntou rouco, aproximando-se dela enquanto passava a toalha pelos cabelos.
levantou o olhar e encontrou o dele no espelho. Não teve pressa de responder, não desviou, não amoleceu.
– Alguém aqui precisa garantir que amanhã tudo dê certo. Não posso me dar ao luxo de relaxar.
Hoseok sorriu de canto e deu mais um passo para perto dela, tão próximo que o cheiro amadeirado do seu perfume misturado ao suor preencheu o espaço entre eles.
– Alguém tão segura de si assim… não deveria ter medo de perder o controle uma noite – murmurou, tão baixo que pareceu uma confidência.
não vacilou. Não era medo que percorria suas veias, mas uma corrente quente e viva, tão impossível de disfarçar quando encontrou o olhar intenso dele.
– Não tenho medo de perder o controle, Hoseok – respondeu tão firme e tão rouca que parecia uma provocação –, só não costumo entregá‑lo tão facilmente.
Ele sorriu e, sem pedir licença, apoiou uma das mãos no espelho, inclinando‑se tão perto dela que podia ouvir sua respiração.
– Talvez não tão facilmente… mas talvez esta noite valha a pena tentar.
Por um instante, o silêncio caiu, tão denso e tão cheio de promessas não ditas que poderia derreter sob as luzes do estúdio. Não era só química, não era só desejo… era uma batalha declarada, tão irresistível que parecia não ter volta.
E naquela noite, antes que o dia seguinte trouxesse o peso do trabalho e das câmeras, cada olhar, cada respiração e cada batida da música perdida no fundo da sala parecia lançar uma única pergunta:
“E se a linha entre profissionalismo e paixão simplesmente não existisse?”
A última batida da música ecoou no enorme galpão adaptado para a gravação do MV, e uma salva de palmas irrompeu quando o diretor gritou “Corta!”. Os dançarinos comemoraram, exaustos e satisfeitos, enquanto Hoseok tentava controlar a respiração, retirando a jaqueta e jogando-a por cima do ombro.
Do canto do set, Jin se aproximou, com aquele sorriso experiente e olhar tão astuto que parecia ver através de todas as entrelinhas.
– Não sei quem arrasou mais… você ou a equipe dela – comentou, entregando-lhe uma garrafa d’água.
Hoseok sorriu, enxugando o suor do rosto antes de responder.
– Os dançarinos dela são de outro nível, hyung. Não teve uma falha… e dá pra ver que todos confiam demais no comando dela.
Jin olhou para do outro lado do set, coordenando as últimas instruções para o pessoal de produção. A postura dela, tão elegante e tão firme, parecia não perder uma batida, mesmo depois de três dias intensos de gravações.
– Não só no comando dela… – comentou Jin com uma leve sobrancelha arqueada e aquele tom de quem entende mais do que quer dizer –, mas nela mesma. Não dá pra não reparar.
Hoseok sorriu de canto e olhou para onde seguia alheia à conversa, tão focada e tão dona de si. Não era só profissionalismo… era uma aura tão única que parecia roubar a atenção de todos no ambiente.
– Hyung, quando dizem que uma profissional não passa batida… acho que não exageraram quando falavam dela. não deixa nada para depois, não deixa nada pra acaso.
Jin deu uma leve risada e bateu no ombro do mais novo.
– Não deixa nada para depois no trabalho, mas e fora dele? Porque do jeito que olha pra ela… – inclinou a cabeça para Hoseok, tão malicioso quanto direto –, tô achando que não é só o profissionalismo dela que te impressiona.
Hoseok sorriu de canto, mas não respondeu de imediato. O olhar escapou para por uma fração de segundo antes de retornar para Jin.
– Digamos que… não dá pra não reparar quando alguém faz tão bem tudo que se propõe a fazer. Seja no trabalho… ou não.
Jin soltou uma gargalhada divertida e deu um leve tapa nas costas do amigo.
– Ah, Hoseok… você e essa mania de não perder uma boa batida. Só não esquece: a linha entre profissional e pessoal às vezes não existe quando a química bate tão certo assim.
Hoseok não respondeu com palavras, mas seu sorriso e o leve acenar de cabeça diziam tudo. Porque naquela noite, depois do último “corta” e antes das luzes do set se apagarem, a batida certa poderia acontecer… e transformar uma simples parceria de trabalho em uma noite que nenhum dos dois poderia apagar tão facilmente.
A noite caiu sob Seul, e depois do último dia exaustivo de gravações, todos se dispersaram para aproveitar o descanso tão merecido. Todos… menos dois.
Hoseok encontrou no corredor do hotel, enquanto ela tentava driblar o peso de uma pasta de anotações e uma mochila no ombro. Os olhares se cruzaram por um instante e, sem precisar dizer nada, parecia que todas as últimas noites e todas as últimas batidas não ditas ganhavam forma naquele silêncio.
– Quer ajuda? – perguntou, tão rouco e tão direto que parecia não oferecer só ajuda para levar as coisas.
– Não preciso, mas… – inclinou a cabeça e sorriu de canto –, não custa aceitar.
Ele se aproximou para ajudá-la, tão próximo que podia ouvir a respiração dela e ver cada linha do seu rosto sob a luz amarelada do corredor. Não era só a proximidade física… era uma energia tão densa e tão viva que parecia prestes a romper todas as fronteiras. – Você arrasou hoje. Não só hoje… todos os dias – murmurou Hoseok, tão honesto e tão direto que não deixava dúvida. – Não sei como, mas… cada detalhe que passa pela sua cabeça acaba ganhando vida no que faz.
sustentou o olhar e deu uma leve risada rouca.
– Não foi tão difícil assim, com um artista tão dedicado pra tornar tudo tão perfeito.
Hoseok deu mais um passo, tão perto que o silêncio parecia tão significativo quanto as batidas do coração dela.
– Não foi tão difícil assim… não, . Porque quando tem química… o resto não passa de detalhes.
A linha tão clara entre profissionalismo e desejo parecia não existir mais. Não quando a distância entre eles era tão mínima e tão carregada de promessas.
– Então… o que acha de transformar essa química em algo mais? – perguntou, tão baixo e tão intenso que parecia uma sentença.
E quando não respondeu com palavras, mas com um leve e firme puxão pela gola da camisa dele, Hoseok não precisou mais esperar. Os lábios dela encontraram os dele, tão intensos e tão quentes que pareciam incendiar todas as últimas noites de provocação não declarada.
O corredor estava silencioso, mas dentro deles o barulho era ensurdecedor — batimentos acelerados, pensamentos embaralhados, e uma tensão acumulada durante dias, ensaios, olhares e silêncios carregados e agora aquele beijo, eles precisavam ir para um lugar onde pudessem fazer todo o barulho do mundo e então, assim que separaram os lábios, Hoseok destrancou a porta do quarto com um leve “bip”, e entrou primeiro, largando a mochila ao lado do sofá como se o peso que carregava não fosse só físico. Assim que juntou as pastas do chão, ele entrou também e a porta se fechou atrás deles com um clique seco que parecia selar tudo o que viria depois.
Ela largou a mochila com um suspiro baixo, e quando se virou, o olhar que trocou com ele já não era o mesmo da reunião, do set ou do briefing.
Hoseok avançou sem pensar. Ou talvez estivesse pensando demais havia dias.
A mão dele pousou em sua cintura com uma firmeza tão natural que parecia inevitável. E então veio o beijo — urgente, denso, cheio de silêncios acumulados. As mãos de subiram pela nuca dele, puxando-o para mais perto, como se cada centímetro entre eles fosse um erro a ser corrigido.
A parede os recebeu com um leve baque quando ela foi empurrada de leve contra ela, o corpo inteiro de Hoseok colado ao seu. Não havia mais margem para dúvida, nem disfarce. O beijo aprofundou-se, o ritmo tornando-se mais lento, mais cuidadoso, como quem explora um terreno novo e perigoso ao mesmo tempo.
– Você tem ideia do que fez comigo nesses dias? – ele murmurou, a boca próxima da curva do pescoço dela, onde depositou beijos firmes e quentes, como se marcasse território.
Ela arqueou o corpo em resposta, os dedos apertando os ombros dele.
– Eu só… cumpri meu papel – sussurrou entre uma respiração e outra, os olhos semiabertos, os lábios entreabertos como se não soubessem mais formar defesas.
– E eu tô prestes a cumprir o meu – respondeu, com a voz baixa, carregada, e um olhar que dizia mais do que qualquer linha de letra que ele já tivesse escrito.
foi erguida com facilidade — pernas em volta da cintura dele, mãos agarrando seus cabelos com delicadeza e fome. Hoseok a levou até a cama, os corpos se tocando em ritmo desacelerado e ao mesmo tempo urgente. A respiração dos dois era irregular, cheia de entrecortes e expectativas.
Quando ele a deitou sobre o colchão e tirou a camiseta, o olhar dela percorreu cada linha do corpo dele com um misto de admiração e desejo contido. Ele se aproximou como quem não quer apenas tocar, mas descobrir. As mãos deslizaram por seus braços, pelas costelas, pela cintura, com um cuidado que contrastava com a intensidade da tensão entre os dois.
Foi retirando as roupas dela conforme ia passando as mãos pelo corpo, queria gravar de forma tátil todas as curvas daquele corpo e sentir a vibração que aquele corpo emanava de volta para ele. só conseguia sentir os dedos longos percorrendo seu corpo, e a energia dele se transferindo de forma sensual e eletrizante.
Assim que retirou todas as peças de roupas de , Hoseok se colocou de joelhos no meio das pernas, antes de levar a boca para a intimidade dela, olhou profundamente em seus olhos, se levantando um pouco para lamber da barriga dela para baixo. sentiu a língua quente em sua pele e gemeu em antecipação, sentiu que seu corpo iria entrar em combustão. Depois que ele lambeu toda aquela parte do corpo dela, desceu a boca para o clitores, e ela quase soltou um grito de prazer quando a língua dele tocou aquele lugar tão necessitado, ela tinha imaginado aquilo muitas vezes, desde começaram a trabalhar juntos, mas aquela boca naquele lugar trabalhava extremamente melhor do que ela um dia imaginou, era impressionante como ele fazia bem um oral, era difícil encontrar homens que fizeram aquele tipo de coisa tão bem, a forma com que ele a chupava e brincava com a boca naquela região, ele trabalhava tão bem que ela teve seu primeiro orgasmo da noite sem nem perceber, só sentiu a onda de prazer invadir seu corpo e os espasmos involuntários invadirem seus sentidos. Ele nem pensou duas vezes antes de sugar todo aquele prazer que ela soltou.
— Você é uma delícia em todos os sentidos, sabia? — Ele sussurrou no ouvido dela, depois que lambeu os lábios e subiu o rosto próximo ao dela.
— E olha que você nem me comeu ainda! — Ela mordiscou o lábio e o puxou com as pernas para mais perto de seu corpo.
— Você é sempre arrasa, gostei disso! — Deu um breve selar nos lábios dela e sorriu, puxando o resto da roupa que vestia, ficando totalmente pelado.
— Esse é o meu segredo! — Ela puxou novamente o corpo dele com as pernas.
E se inclinando para beijar o pescoço dela, encaixou seu pau na entrada e foi se enfiando lá, devagar conforme seus quadris iam se aproximando. Quando estava 100% dentro dela, apoiou os cotovelos um de cada lado do corpo dela e começou o vai e vem em um ritmos forte e lento, fazendo com que cada estocada que ele dava ela soltasse um gemido em forma de súplica para que ele aumentasse a velocidade, acontece que ele descobriu, que ouvir ela gemer era uma de suas coisas preferidas no mundo. Mas mesmo gostando muito daquilo, seu corpo também necessitava de algo mais, então aumentou o ritmo, gemendo junto com dela, os corpos se chocando e o prazer se espalhando por eles, conforme ele aumentava o ritmo das estocadas, ela segurava firme na cintura dele com as pernas, auxiliando na movimentação, eles pouco se importavam se alguém conseguiria ouvir. continuavam com os movimentos e envoltos em seu prazer. Algum tempo depois ele não aguentou, estava muito excitado e quando sentiu o corpo da mulher se estremecer novamente por mais um orgasmo e contrair sua intimidade ao redor de seu pau, ele gozou, sentindo as pernas amolecerem, o corpo todo queimar de prazer e a respiração desregulada.
Os lençóis se tornaram testemunhas silenciosas de algo mais profundo do que apenas desejo. Havia rendição. Havia descoberta. Havia uma entrega cuidadosa entre dois corpos que se conheciam antes mesmo de se tocarem por inteiro.
Os primeiros raios da manhã atravessavam a janela do quarto, desenhando listras douradas sobre os lençóis amassados. O ar ainda carregava o perfume adocicado do quarto — uma mistura de suor, desejo e algo mais profundo que pairava no silêncio confortável depois de uma noite que não parecia real.
se movia com a mesma elegância que tinha no cargo que exercia. Estava em frente ao espelho, vestindo a blusa preta de tecido fino que usara na noite anterior. A pele dela ainda estava levemente arrepiada, talvez pelo toque da brisa matinal que entrava pela janela, ou talvez pela lembrança dos dedos dele deslizando ali horas antes.
Hoseok a observava em silêncio da cama, os olhos semicerrados, o peito subindo e descendo devagar. Os lençóis cobriam até a cintura, mas a lembrança do corpo dela contra o seu ainda queimava sob a pele. Queria dizer alguma coisa, mas tudo que pensava parecia pouco. Ela era o tipo de mulher que não pedia explicações, mas deixava marcas.
Ela prendeu o cabelo em um coque rápido, pegou os brincos sobre a cômoda e olhou para ele pelo reflexo do espelho.
– Preciso ir – disse com suavidade, como quem não quer quebrar o silêncio, mas também não pretende fingir que ele não existe. – Meu voo sai à tarde, mas tenho que passar no estúdio antes. Despedida rápida.
Ele assentiu, forçando um sorriso sonolento. A voz saiu baixa, rouca, como se ainda carregasse o eco dos gemidos da noite anterior.
– Foi uma noite incrível.
virou-se, os olhos encontrando os dele com uma calma quase perigosa. Se aproximou devagar, e com a ponta dos dedos afastou uma mecha do cabelo dele da testa, num gesto tão íntimo que fez o estômago de Hoseok apertar. Então, inclinou-se e o beijou — sem pressa, sem cobrança. Um beijo leve, mas cheio de significado. Como se dissesse: “Foi real. E foi bom.”
– Foi mesmo. Obrigada... por tudo.
Ele segurou a mão dela quando ela se afastou, só por um instante. Longo o bastante para ela sentir o calor dele, curto o bastante para não transformá-lo em pedido.
Ela pegou o casaco jogado na poltrona, vestiu-o, e foi até a porta. Antes de sair, parou. Olhou por cima do ombro, os olhos escuros carregando aquela segurança natural, como se soubesse exatamente o que deixava para trás — e o que levava com ela.
– Tomara que esse seja só o primeiro capítulo – disse, com um sorriso enviesado, cheio de promessas não declaradas.
E então se foi.
A porta se fechou com um leve clique.
Hoseok ficou ali por alguns segundos, deitado entre os lençóis, o corpo ainda quente e o coração batendo num ritmo calmo, mas cheio de pensamentos. O cheiro dela ainda estava no travesseiro. A boca dele ainda carregava o gosto do beijo. E a mente… não parava de repassar cada detalhe da noite anterior, como uma coreografia que ele queria dançar de novo.
Ele soltou um suspiro leve, virando-se de lado.
– Tomara que não seja a última vez – murmurou sozinho, com um sorriso torto.
Porque algumas noites não são só noites. São começo.
A batida leve na porta não tirou dela a compostura.
– Entre – pediu, sem levantar a cabeça.
A porta abriu e, por um instante, o silêncio pareceu ganhar peso quando levantou o olhar e encontrou Jung Hoseok parado ali. O astro sul‑coreano não era apenas o nome do momento… era tão intenso e tão presente pessoalmente que parecia roubar o ar do ambiente.
Hoseok entrou, esperando encontrar uma senhora experiente, e acabou perdendo as palavras por uma fração de segundo ao ver uma mulher elegante, de olhar firme e uma presença tão marcante que não poderia pertencer a mais ninguém.
– Você… é a ? – perguntou, surpreso e com uma ponta de incredulidade divertida.
Ela sorriu de canto, estendendo a mão para cumprimentá‑lo.
– Sim. Amorim. É um prazer, Jung Hoseok.
Hoseok não soltou a mão dela tão rápido. Não era assim que imaginava a famosa e tão mencionada chefe de uma das maiores agências de dança do mundo. Não esperava uma mulher tão jovem, tão segura e tão… hipnotizante.
– Disseram que a CEO era uma lenda viva – comentou, relaxando com uma leve risada –, mas não me disseram que era tão nova… e tão linda.
O canto dos lábios de subiu levemente, mas seu olhar não se desviou.
– Disseram certo. Sou uma lenda viva. Não tão velha assim… mas tão profissional e tão apaixonada pelo que faço que não aceito menos que o seu melhor. Espero que não venha me oferecer nada menos que isso.
Hoseok sustentou o olhar dela, uma energia diferente percorrendo a sala. Não era só uma reunião de trabalho… era uma batalha invisível, e cada palavra dela era tão precisa e tão carregada de intensidade que parecia uma coreografia.
– Não vim para oferecer menos que o meu melhor – respondeu com uma leve inclinação de cabeça e um sorriso tão irresistível quanto provocante. – Espero que esteja preparada para receber.
não desviou, não vacilou. Não era à toa que todos a conheciam assim.
– Não só preparada, mas muito seletiva – retrucou, batendo a pasta sobre a mesa e conduzindo-o para a cadeira à sua frente. – Vamos começar, Jung Hoseok.
E assim começou uma parceria feita de profissionalismo e uma química tão sutil e tão viva que parecia não pedir licença para acontecer.
A primeira tarde de ensaio foi tão intensa quanto promissora. Os dançarinos escolhidos por não decepcionaram — sincronização impecável, técnica apurada e uma energia tão viva que parecia alimentar a atmosfera do estúdio. No final, enquanto todos arrumavam suas coisas para ir embora, restaram apenas e Hoseok para o briefing combinado.
Ele passou uma toalha no rosto e no pescoço enquanto olhava para a mulher parada à beira do espelho, anotando detalhes em um tablet. Não era só a postura dela, era a forma como parecia tão presente e tão dona do ambiente, tão segura do que fazia, tão impossível de não admirar.
– O que achou? – perguntou sem tirar os olhos da tela.
Hoseok sorriu de canto e deu um passo para mais perto dela.
– Os dançarinos são tão bons quanto me prometeram. Não tive um segundo de dúvida sobre a técnica… mas o que me impressionou mais foi como todos parecem tão focados e tão seguros sob o seu comando. Dá pra ver a sua assinatura no trabalho deles.
levantou o olhar e encontrou o dele refletido no espelho, tão intenso que parecia pedir por mais.
– Não espero menos do que excelência de quem trabalha comigo – retrucou com uma calma elegante, desligando o tablet e virando‑se para encará‑lo. – E espero o mesmo de quem passa por essa porta para colaborar.
Hoseok deu um leve riso rouco e apoiou o ombro no batente da parede.
– Não sei o que me atrai mais… a sua perfeição profissional ou essa energia tão… tão segura que exala – murmurou, arriscando uma aproximação tão sutil quanto ousada.
não recuou. Não era de recuar. Não desviou o olhar, não perdeu o controle.
– Não misture as coisas, Jung Hoseok. Profissionalismo e paixão por uma coreografia não significam convite para ir além – rebateu, tão firme que poderia parecer intransponível para quem não prestava atenção nas nuances.
Mas Hoseok não era assim.
– Não misturo… – inclinou a cabeça, tão próximo que podia distinguir o leve cheiro do perfume dela –, mas às vezes a linha entre profissionalismo e paixão… é tão fina que não dá pra não tentar atravessar.
O silêncio caiu por um segundo antes de soltar um leve e quase imperceptível sorriso de canto de boca.
– Então… vamos ver quem de nós vai conseguir não perder o controle primeiro.
Hoseok sustentou o olhar dela, com uma intensidade tão viva quanto as batidas que guiavam suas músicas.
– Aceito o desafio.
E assim, no intervalo entre uma batida e outra, começou uma batalha tão provocante e irresistível que não poderia acabar no estúdio… e muito menos tão cedo.
A noite caiu sobre o estúdio enquanto as últimas batidas da música cessavam no ar. Os dançarinos saíam aos poucos, exaustos, mas satisfeitos com a energia do último ensaio antes da gravação do MV. O clima era tão elétrico que parecia continuar vibrando nas paredes do estúdio.
Hoseok tirou a camiseta e jogou-a no canto, o peito subindo e descendo enquanto tentava recuperar o fôlego. Do outro lado do espelho, finalizava anotações no tablet, tão impecavelmente profissional como sempre, mas com uma leve camada de suor destacando as linhas do seu rosto e do pescoço. Não era só a energia dela que o atraía… era toda a intensidade com que parecia viver cada momento.
– Você não vai descansar? – perguntou rouco, aproximando-se dela enquanto passava a toalha pelos cabelos.
levantou o olhar e encontrou o dele no espelho. Não teve pressa de responder, não desviou, não amoleceu.
– Alguém aqui precisa garantir que amanhã tudo dê certo. Não posso me dar ao luxo de relaxar.
Hoseok sorriu de canto e deu mais um passo para perto dela, tão próximo que o cheiro amadeirado do seu perfume misturado ao suor preencheu o espaço entre eles.
– Alguém tão segura de si assim… não deveria ter medo de perder o controle uma noite – murmurou, tão baixo que pareceu uma confidência.
não vacilou. Não era medo que percorria suas veias, mas uma corrente quente e viva, tão impossível de disfarçar quando encontrou o olhar intenso dele.
– Não tenho medo de perder o controle, Hoseok – respondeu tão firme e tão rouca que parecia uma provocação –, só não costumo entregá‑lo tão facilmente.
Ele sorriu e, sem pedir licença, apoiou uma das mãos no espelho, inclinando‑se tão perto dela que podia ouvir sua respiração.
– Talvez não tão facilmente… mas talvez esta noite valha a pena tentar.
Por um instante, o silêncio caiu, tão denso e tão cheio de promessas não ditas que poderia derreter sob as luzes do estúdio. Não era só química, não era só desejo… era uma batalha declarada, tão irresistível que parecia não ter volta.
E naquela noite, antes que o dia seguinte trouxesse o peso do trabalho e das câmeras, cada olhar, cada respiração e cada batida da música perdida no fundo da sala parecia lançar uma única pergunta:
“E se a linha entre profissionalismo e paixão simplesmente não existisse?”
A última batida da música ecoou no enorme galpão adaptado para a gravação do MV, e uma salva de palmas irrompeu quando o diretor gritou “Corta!”. Os dançarinos comemoraram, exaustos e satisfeitos, enquanto Hoseok tentava controlar a respiração, retirando a jaqueta e jogando-a por cima do ombro.
Do canto do set, Jin se aproximou, com aquele sorriso experiente e olhar tão astuto que parecia ver através de todas as entrelinhas.
– Não sei quem arrasou mais… você ou a equipe dela – comentou, entregando-lhe uma garrafa d’água.
Hoseok sorriu, enxugando o suor do rosto antes de responder.
– Os dançarinos dela são de outro nível, hyung. Não teve uma falha… e dá pra ver que todos confiam demais no comando dela.
Jin olhou para do outro lado do set, coordenando as últimas instruções para o pessoal de produção. A postura dela, tão elegante e tão firme, parecia não perder uma batida, mesmo depois de três dias intensos de gravações.
– Não só no comando dela… – comentou Jin com uma leve sobrancelha arqueada e aquele tom de quem entende mais do que quer dizer –, mas nela mesma. Não dá pra não reparar.
Hoseok sorriu de canto e olhou para onde seguia alheia à conversa, tão focada e tão dona de si. Não era só profissionalismo… era uma aura tão única que parecia roubar a atenção de todos no ambiente.
– Hyung, quando dizem que uma profissional não passa batida… acho que não exageraram quando falavam dela. não deixa nada para depois, não deixa nada pra acaso.
Jin deu uma leve risada e bateu no ombro do mais novo.
– Não deixa nada para depois no trabalho, mas e fora dele? Porque do jeito que olha pra ela… – inclinou a cabeça para Hoseok, tão malicioso quanto direto –, tô achando que não é só o profissionalismo dela que te impressiona.
Hoseok sorriu de canto, mas não respondeu de imediato. O olhar escapou para por uma fração de segundo antes de retornar para Jin.
– Digamos que… não dá pra não reparar quando alguém faz tão bem tudo que se propõe a fazer. Seja no trabalho… ou não.
Jin soltou uma gargalhada divertida e deu um leve tapa nas costas do amigo.
– Ah, Hoseok… você e essa mania de não perder uma boa batida. Só não esquece: a linha entre profissional e pessoal às vezes não existe quando a química bate tão certo assim.
Hoseok não respondeu com palavras, mas seu sorriso e o leve acenar de cabeça diziam tudo. Porque naquela noite, depois do último “corta” e antes das luzes do set se apagarem, a batida certa poderia acontecer… e transformar uma simples parceria de trabalho em uma noite que nenhum dos dois poderia apagar tão facilmente.
A noite caiu sob Seul, e depois do último dia exaustivo de gravações, todos se dispersaram para aproveitar o descanso tão merecido. Todos… menos dois.
Hoseok encontrou no corredor do hotel, enquanto ela tentava driblar o peso de uma pasta de anotações e uma mochila no ombro. Os olhares se cruzaram por um instante e, sem precisar dizer nada, parecia que todas as últimas noites e todas as últimas batidas não ditas ganhavam forma naquele silêncio.
– Quer ajuda? – perguntou, tão rouco e tão direto que parecia não oferecer só ajuda para levar as coisas.
– Não preciso, mas… – inclinou a cabeça e sorriu de canto –, não custa aceitar.
Ele se aproximou para ajudá-la, tão próximo que podia ouvir a respiração dela e ver cada linha do seu rosto sob a luz amarelada do corredor. Não era só a proximidade física… era uma energia tão densa e tão viva que parecia prestes a romper todas as fronteiras. – Você arrasou hoje. Não só hoje… todos os dias – murmurou Hoseok, tão honesto e tão direto que não deixava dúvida. – Não sei como, mas… cada detalhe que passa pela sua cabeça acaba ganhando vida no que faz.
sustentou o olhar e deu uma leve risada rouca.
– Não foi tão difícil assim, com um artista tão dedicado pra tornar tudo tão perfeito.
Hoseok deu mais um passo, tão perto que o silêncio parecia tão significativo quanto as batidas do coração dela.
– Não foi tão difícil assim… não, . Porque quando tem química… o resto não passa de detalhes.
A linha tão clara entre profissionalismo e desejo parecia não existir mais. Não quando a distância entre eles era tão mínima e tão carregada de promessas.
– Então… o que acha de transformar essa química em algo mais? – perguntou, tão baixo e tão intenso que parecia uma sentença.
E quando não respondeu com palavras, mas com um leve e firme puxão pela gola da camisa dele, Hoseok não precisou mais esperar. Os lábios dela encontraram os dele, tão intensos e tão quentes que pareciam incendiar todas as últimas noites de provocação não declarada.
O corredor estava silencioso, mas dentro deles o barulho era ensurdecedor — batimentos acelerados, pensamentos embaralhados, e uma tensão acumulada durante dias, ensaios, olhares e silêncios carregados e agora aquele beijo, eles precisavam ir para um lugar onde pudessem fazer todo o barulho do mundo e então, assim que separaram os lábios, Hoseok destrancou a porta do quarto com um leve “bip”, e entrou primeiro, largando a mochila ao lado do sofá como se o peso que carregava não fosse só físico. Assim que juntou as pastas do chão, ele entrou também e a porta se fechou atrás deles com um clique seco que parecia selar tudo o que viria depois.
Ela largou a mochila com um suspiro baixo, e quando se virou, o olhar que trocou com ele já não era o mesmo da reunião, do set ou do briefing.
Hoseok avançou sem pensar. Ou talvez estivesse pensando demais havia dias.
A mão dele pousou em sua cintura com uma firmeza tão natural que parecia inevitável. E então veio o beijo — urgente, denso, cheio de silêncios acumulados. As mãos de subiram pela nuca dele, puxando-o para mais perto, como se cada centímetro entre eles fosse um erro a ser corrigido.
A parede os recebeu com um leve baque quando ela foi empurrada de leve contra ela, o corpo inteiro de Hoseok colado ao seu. Não havia mais margem para dúvida, nem disfarce. O beijo aprofundou-se, o ritmo tornando-se mais lento, mais cuidadoso, como quem explora um terreno novo e perigoso ao mesmo tempo.
– Você tem ideia do que fez comigo nesses dias? – ele murmurou, a boca próxima da curva do pescoço dela, onde depositou beijos firmes e quentes, como se marcasse território.
Ela arqueou o corpo em resposta, os dedos apertando os ombros dele.
– Eu só… cumpri meu papel – sussurrou entre uma respiração e outra, os olhos semiabertos, os lábios entreabertos como se não soubessem mais formar defesas.
– E eu tô prestes a cumprir o meu – respondeu, com a voz baixa, carregada, e um olhar que dizia mais do que qualquer linha de letra que ele já tivesse escrito.
foi erguida com facilidade — pernas em volta da cintura dele, mãos agarrando seus cabelos com delicadeza e fome. Hoseok a levou até a cama, os corpos se tocando em ritmo desacelerado e ao mesmo tempo urgente. A respiração dos dois era irregular, cheia de entrecortes e expectativas.
Quando ele a deitou sobre o colchão e tirou a camiseta, o olhar dela percorreu cada linha do corpo dele com um misto de admiração e desejo contido. Ele se aproximou como quem não quer apenas tocar, mas descobrir. As mãos deslizaram por seus braços, pelas costelas, pela cintura, com um cuidado que contrastava com a intensidade da tensão entre os dois.
Foi retirando as roupas dela conforme ia passando as mãos pelo corpo, queria gravar de forma tátil todas as curvas daquele corpo e sentir a vibração que aquele corpo emanava de volta para ele. só conseguia sentir os dedos longos percorrendo seu corpo, e a energia dele se transferindo de forma sensual e eletrizante.
Assim que retirou todas as peças de roupas de , Hoseok se colocou de joelhos no meio das pernas, antes de levar a boca para a intimidade dela, olhou profundamente em seus olhos, se levantando um pouco para lamber da barriga dela para baixo. sentiu a língua quente em sua pele e gemeu em antecipação, sentiu que seu corpo iria entrar em combustão. Depois que ele lambeu toda aquela parte do corpo dela, desceu a boca para o clitores, e ela quase soltou um grito de prazer quando a língua dele tocou aquele lugar tão necessitado, ela tinha imaginado aquilo muitas vezes, desde começaram a trabalhar juntos, mas aquela boca naquele lugar trabalhava extremamente melhor do que ela um dia imaginou, era impressionante como ele fazia bem um oral, era difícil encontrar homens que fizeram aquele tipo de coisa tão bem, a forma com que ele a chupava e brincava com a boca naquela região, ele trabalhava tão bem que ela teve seu primeiro orgasmo da noite sem nem perceber, só sentiu a onda de prazer invadir seu corpo e os espasmos involuntários invadirem seus sentidos. Ele nem pensou duas vezes antes de sugar todo aquele prazer que ela soltou.
— Você é uma delícia em todos os sentidos, sabia? — Ele sussurrou no ouvido dela, depois que lambeu os lábios e subiu o rosto próximo ao dela.
— E olha que você nem me comeu ainda! — Ela mordiscou o lábio e o puxou com as pernas para mais perto de seu corpo.
— Você é sempre arrasa, gostei disso! — Deu um breve selar nos lábios dela e sorriu, puxando o resto da roupa que vestia, ficando totalmente pelado.
— Esse é o meu segredo! — Ela puxou novamente o corpo dele com as pernas.
E se inclinando para beijar o pescoço dela, encaixou seu pau na entrada e foi se enfiando lá, devagar conforme seus quadris iam se aproximando. Quando estava 100% dentro dela, apoiou os cotovelos um de cada lado do corpo dela e começou o vai e vem em um ritmos forte e lento, fazendo com que cada estocada que ele dava ela soltasse um gemido em forma de súplica para que ele aumentasse a velocidade, acontece que ele descobriu, que ouvir ela gemer era uma de suas coisas preferidas no mundo. Mas mesmo gostando muito daquilo, seu corpo também necessitava de algo mais, então aumentou o ritmo, gemendo junto com dela, os corpos se chocando e o prazer se espalhando por eles, conforme ele aumentava o ritmo das estocadas, ela segurava firme na cintura dele com as pernas, auxiliando na movimentação, eles pouco se importavam se alguém conseguiria ouvir. continuavam com os movimentos e envoltos em seu prazer. Algum tempo depois ele não aguentou, estava muito excitado e quando sentiu o corpo da mulher se estremecer novamente por mais um orgasmo e contrair sua intimidade ao redor de seu pau, ele gozou, sentindo as pernas amolecerem, o corpo todo queimar de prazer e a respiração desregulada.
Os lençóis se tornaram testemunhas silenciosas de algo mais profundo do que apenas desejo. Havia rendição. Havia descoberta. Havia uma entrega cuidadosa entre dois corpos que se conheciam antes mesmo de se tocarem por inteiro.
Os primeiros raios da manhã atravessavam a janela do quarto, desenhando listras douradas sobre os lençóis amassados. O ar ainda carregava o perfume adocicado do quarto — uma mistura de suor, desejo e algo mais profundo que pairava no silêncio confortável depois de uma noite que não parecia real.
se movia com a mesma elegância que tinha no cargo que exercia. Estava em frente ao espelho, vestindo a blusa preta de tecido fino que usara na noite anterior. A pele dela ainda estava levemente arrepiada, talvez pelo toque da brisa matinal que entrava pela janela, ou talvez pela lembrança dos dedos dele deslizando ali horas antes.
Hoseok a observava em silêncio da cama, os olhos semicerrados, o peito subindo e descendo devagar. Os lençóis cobriam até a cintura, mas a lembrança do corpo dela contra o seu ainda queimava sob a pele. Queria dizer alguma coisa, mas tudo que pensava parecia pouco. Ela era o tipo de mulher que não pedia explicações, mas deixava marcas.
Ela prendeu o cabelo em um coque rápido, pegou os brincos sobre a cômoda e olhou para ele pelo reflexo do espelho.
– Preciso ir – disse com suavidade, como quem não quer quebrar o silêncio, mas também não pretende fingir que ele não existe. – Meu voo sai à tarde, mas tenho que passar no estúdio antes. Despedida rápida.
Ele assentiu, forçando um sorriso sonolento. A voz saiu baixa, rouca, como se ainda carregasse o eco dos gemidos da noite anterior.
– Foi uma noite incrível.
virou-se, os olhos encontrando os dele com uma calma quase perigosa. Se aproximou devagar, e com a ponta dos dedos afastou uma mecha do cabelo dele da testa, num gesto tão íntimo que fez o estômago de Hoseok apertar. Então, inclinou-se e o beijou — sem pressa, sem cobrança. Um beijo leve, mas cheio de significado. Como se dissesse: “Foi real. E foi bom.”
– Foi mesmo. Obrigada... por tudo.
Ele segurou a mão dela quando ela se afastou, só por um instante. Longo o bastante para ela sentir o calor dele, curto o bastante para não transformá-lo em pedido.
Ela pegou o casaco jogado na poltrona, vestiu-o, e foi até a porta. Antes de sair, parou. Olhou por cima do ombro, os olhos escuros carregando aquela segurança natural, como se soubesse exatamente o que deixava para trás — e o que levava com ela.
– Tomara que esse seja só o primeiro capítulo – disse, com um sorriso enviesado, cheio de promessas não declaradas.
E então se foi.
A porta se fechou com um leve clique.
Hoseok ficou ali por alguns segundos, deitado entre os lençóis, o corpo ainda quente e o coração batendo num ritmo calmo, mas cheio de pensamentos. O cheiro dela ainda estava no travesseiro. A boca dele ainda carregava o gosto do beijo. E a mente… não parava de repassar cada detalhe da noite anterior, como uma coreografia que ele queria dançar de novo.
Ele soltou um suspiro leve, virando-se de lado.
– Tomara que não seja a última vez – murmurou sozinho, com um sorriso torto.
Porque algumas noites não são só noites. São começo.
Fim
Nota da autora: Olá Jiniers, como estamos? Que eu enlouqueci todo mundo sabe, que a culpa é do Hobi tambem, entao aqui estamos hahahaha. Espero que goste e não esquece de comentar, ok?
ps: Se quiser conhecer mais fanfics minhas vou deixar aqui embaixo minha página de autora no site e as minhas redes sociais, estou sempre interagindo por lá e você também consegue acesso a toda a minha lista de histórias atualizada clicando AQUI.
AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.
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