Última atualização: 28/10/2017

Capítulo Único

ENCOSTOU A cabeça no vidro da janela de seu vagão. Não acreditava que finalmente, depois de meses de trabalho, conseguira uma folga e iria visitar seus avós em Daegu. Seu trabalho era cansativo e dificilmente conseguia sair, afinal, aqueles garotos viviam se metendo em confusão e ela, como assessora de imprensa, tinha a obrigação de cobrir as burradas de todos os integrantes, e podia gabar-se por nunca nada ter vazado a respeito deles.
Colocou seus fones de ouvido em uma música qualquer que a acalmasse, era tarde e não havia espaço algum para seus rocks barulhentos. Estava cansada, tinha saído a pouco de uma entrevista com o grupo, não sabia o que aquelas entrevistadoras tinham na cabeça, tivera que repetir as regras umas cinco vezes e ainda faziam perguntas que não podiam ser respondidas.
Ainda tivera que correr para pegar o ultimo trem do dia, ao menos conseguiria dormir no caminho.
Ajeitou-se em seu banco e apertou sua blusa contra o corpo, arrependeu-se de não ter pego uma coberta, porém esvaziou sua mente de todos os problemas, sentiu-a ficar mais leve e, por fim, dormiu. Caiu em um sono pesado e acordou depois de, provavelmente, meia hora com um forte bater da porta de sua cabine, uma batida forte ao ponto de ter acordado o trem inteiro.
esfregou os olhos e olhou para a pessoa que entrava em sua cabine, o responsável por acordá-la.
— Que porra é essa? — murmurou com a voz sonolenta. — ? Que porra você pensa que está fazendo?
— Não enche, , não enche! — Respondeu rabugento enquanto colocava sua mochila em qualquer canto.
— Ah, qual é, , já basta ter que te aturar todo dia, agora até na minha folga? — Bufou o observando sentar-se no banco da frente.
— Já disse, não enche, — O garoto revirou os olhos, ele não costumava ser tão mau humorado assim, exceto com ela, ele sempre chegava a ser grosso com ela — Também não estou nem um pouco feliz em dividir uma cabine com você.
— Então tá fazendo o que aqui? — Rebateu a assessora.
— O aquecimento de onde eu estava quebrou. Eu estava congelando lá e a única cabine que não está lotada e que não tem alguma adolescente pirada querendo arrancar um pedaço meu é essa. — Bufou — Que tem uma assessora maníaca. - Completou, fazendo rolar os olhos e deitar-se novamente.
— Só me deixa dormir, .
— Cala a boca, . — Respondeu deitando-se também.
— Vai se foder, .— A garota mostrou o dedo do meio sobre os ombros e fechou os olhos.
pensava em como o destino era, realmente, um verdadeiro filho da puta! Por que dentre tantas cidades seus avós tinham, justamente, que morar na mesma cidade que a família do único garoto que ela não se dava bem no grupo? Todos os outros integrantes eram extremamente simpáticos e divertidos, eles passavam bons momentos juntos e ela poderia dizer, inclusive, que tinham uma amizade. Exceto , que desde que a conheceu criou com ela um relacionamento de inimizade e grosserias, os dois viviam se alfinetando e xingando em toda oportunidade que existisse.

OS DOIS ACABARAM por cair no sono. Mas parecia que, naquela noite, o destino não queria facilitar a vida de .
Em certo momento enquanto os dois dormiam a neve começara a cair e, em um outro momento, o motor quebrara e o trem tivera que parar.
Ela acordou pouco tempo depois, sentindo frio. Por um tempo pensou que o aquecimento tivesse quebrado em sua cabine também, até perceber que a neve caía do lado de fora e que o trem estava parado. Levantou-se e saiu da cabine para ter alguma informação do que estava acontecendo, quando encontrou um funcionário ele lhe informou: O motor tinha pifado e conseqüentemente, toda a energia do trem havia caído, sem energia, sem aquecimento. Ele pediu-lhe para voltar para a cabine.
o fez e sentou-se no seu banco, se arrependeu novamente por ter esquecido sua coberta e abraçou os joelhos. Observou dormindo, ele estava enrolado em uma manta grossa e até parecia um anjo enquanto dormia, sorriu levemente e balançou a cabeça com o pensamento.
A garota não conseguiria dormir, sabia disso. A temperatura de seu corpo já começara a cair, ela já estava tremendo, seus dentes batiam-se freneticamente e calafrios passavam por seus corpo. Uma idéia veio-lhe a cabeça, mas era loucura!

PASSOU MAIS ALGUNS minutos tentando vencer o frio, mas, por fim, se rendeu.
! — Chamou e o garoto apenas se remexeu, clareou a voz e decidiu tentar novamente — ! — Chamou mais alto e o moço abriu os olhos.
— Hm...?
— O Trem quebrou, o aquecimento parou e está nevando bastante… — explicou-se — Vo... Você pode dividir sua coberta comigo? — coçou os olhos e arqueou a sobrancelha.
— Quem é você e o que fez com a ? — Perguntou ainda com voz de sono. revirou os olhos, o garoto viu que ela tremia e, após um suspiro, levantou a manta. — Deita aqui, vem. — A garota hesitou — Ou prefere morrer com hipotermia? — ela rendeu-se e levantou, caminhando lentamente até ele. — Anda, ! Tá frio! — a garota deitou-se ao seu lado e ele soltou a coberta por cima dos dois.
O banco era razoavelmente espaçoso para uma pessoa deitar-se confortavelmente, mas para duas ficava um tanto quanto pequeno, de forma que os dois tiveram que deitar-se bem perto um do outro, ou a garota acabaria caíndo. passou o braço ao redor da garota, e aos poucos ela foi voltando a temperatura normal, sua respiração foi se acalmando e, por incrivel que pareça, ela se sentiu relaxada e confortavel nos braços do rapaz que "odiava".
— Aproveita, — Ele provocou sussurrando em seu ouvido — Não é todo dia que se pode deitar com - Ela revirou os olhos e virou-se de frente para ele, ela calculou mal, estava mais proximo do que esperava.
— Grande coisa. — Respondeu sem deixar-se abalar pela pouca distancia.
— Admita! Você está adorando isso,
— Vai se foder, ! — Respondeu irritada.
— Tem certeza que quer que eu faça isso agora? — Arqueou a sobrancelha.
Aish! Nojento! — Ele riu — Qual o seu problema afinal, seu idiota?
— Meu problema, ? — Ele arqueou a sobrancelha — Meu problema é você! — ela olhou para , assustada. Ele revezava seu olhar entre os olhos e a boca dela.
— Co... Como assim? — o cantor se aproximou mais.
— Vou te explicar — E antes que ela pudesse falar ou fazer algo, puxou-a pela nuca e tomou seus labios nos dele.
se assutou com a ação dele e não soube o que fazer, assustou-se ainda mais quando percebeu que queria aquilo.
Ambos estavam confusos, não sabia de onde aquela vontade havia surgido, não sabiam o porque daquilo, mas era bom de mais para parar agora. O beijo esquentou aos poucos, a segurava cada vez mais perto de seu corpo, contradizendo a famosa lei de que dois corpos não ocupam o mesmo espaço, fazendo-a suspirar entre o beijo. Os cabelos já estavam bagunçados de tanto que os puxavam, o coração de batia dentro do peito, ele sabia como queria aquilo há tempos, não que ela também não quisesse, sempre o achara lindo e super atraente, mas ele sempre fora um ogro com ela. afastou-se aos poucos, estava completamente confusa com tudo aquilo, terminou o beijo com uma leve mordida no lábio inferior da garota que corou.
— O que foi isso? — Perguntou confusa.
— Não me pede pra explicar.— Respondeu, afastou-se do loiro e levantou-se do banco, prendendo os cabelos num coque e coçando a nuca. Eles tinham passado dos limites, certo?
— Esquece tudo. — Ela ouviu a voz dele próxima a ela, não tinha percebido que ele levantara — Nem que seja só por hoje. Mas esquece tudo, , só hoje. — Ele colocou a mão em sua cintura e a puxou de encontrou a seu corpo, abraçou-a e passou seu nariz gélido no pescoço da garota, a fazendo se arrepiar.
...
— To te pedindo uma noite, , uma noite! — Ele a virou lentamente, fazendo-a olhar em seus olhos — Uma noite pra sermos felizes juntos. — surpreendeu-se quando sentiu os lábios dela sobre os seus, puxou-a pela cintura para mais perto e pediu passagem com a lingua. explorava a boca do loiro enquanto suas mãos exploravam seu cabelo, como ela adorava aquele cabelo! Desceu as unhas levemente pelo pescoço dele e o garoto apertou sua cintura, ela sorriu em meio ao beijo. empurrou-a em direção a parede da cabine e desceu os beijos para seu pescoço, fazendo-a suspirar, ele alternava os beijos molhados trilhando o caminho de seu pescoço até seu ombro, puxando a gola do seu suéter para ter um contato maior com a pele da garota, ela puxou seu rosto para cima e voltou a beijar-lhe os lábios, a cabine, antes gelada, começava a esquentar aos poucos, os dois se separaram para o agasalho da garota sair de seu corpo e ele logo livrou-se de seu próprio suéter, as mãos do garoto deixaram de passear por seu tronco e se direcionaram para sua coxa a apertando e a puxando para cima, encaixando-a em sua cintura, ela passou as unhas levemente de seu pescoço para seu ombro e seu peito, desabotoando os botões de sua camisa, com ela já aberta pela metade, afastou-se para observar o tronco quase desnudo de e mordeu o labio inferior levemente e terminou de despir o tronco do homem.
desceu os lábios para o pescoço de com urgência, enquanto suas mãos subiam pelas costas dela levando sua blusa junto, fora sua vez de se afastar para observar os belos seios e cintura da mulher a sua frente, sentiu os beijos dela no lóbulo de sua orelha e a direcionou de volta ao banco onde antes deitavam. Deitou-se por cima dela e desceu os beijos para os ombros da moça, levando a alça do sutiã junto, a mão direita que antes apertava a coxa dela subiu e iniciou uma delicada massagem em seu seio, fazendo-a morder o lábio com o contato e soltar um rouco grunhido, o loiro direcionou as mãos para a parte de trás da lingerie e a abriu, tirando-a do corpo da garota e jogando-a em qualquer lugar da cabine, ele deixou-se levar pelo desejo e levou os lábios até um dos seios da garota enquanto massageava o outro, passou a lingua levemente pelo bico do peito, fazendo-a segurar seus cabelos, por fim, sugou o seio da mulher com vontade, fazendo-a jogar a cabeça para tras e gemer baixinho.
Ela não sabia mais o que fazer, só podia, então, aproveitar a maravilhosa sensação que ele estava lhe proporcionando, seu estomago revirava lentamente, ela podia sentir que estava excitada e sentia também a excitação dele. desceu os labios para a barriga da garota, fazendo-a suspirar, deu uma leve mordidinha no local, abriu o botão da calça jeans da garota e sorriu malicioso, observou-o abaixar sua calça e sentia todo o desejo dele observando cada pedacinho de seu corpo enquanto a despia.
Suspirou alto quando sentiu os labios do moço em sua coxa e deixou-se cair novamente no banco enquanto ele trilhava o caminho até sua virilha. Ele iniciou então uma brincadeira com o elastico de sua lingerie e quando a assessora bufou impaciente e ele riu, fazendo com que o ar quente de sua boca a fizesse estremecer. Ela puxou-o novamente pra cima, iniciando um novo beijo, desceu a mão até o cós da calça do homem e brincou com o botão, abrindo-o e ajudando-o a se despir, quando finalmente, se livraram da calça dele, enroscou uma perna ao redor do garoto e o puxou para mais perto, fazendo-a ter contato com a excitação dele, ele suspirou e puxou a calcinha da garota para baixo e levou um dedo a area já úmida da moça, iniciou uma massagem pelos pequenos labios enquanto olhava dentro dos olhos dela, quando, por fim, fez contato com seu clitóris, ela mordeu o lábio e sua barriga se contraiu, sentiu-se ficar mais umida ainda e com vontade de tê-lo dentro de si de uma vez por todas, ele movimentava o dedo lentamente, como se para torturá-la enquanto dava leves mordidinhas em seu pescoço, sentiu a mão da garota bater em seu peito e olhou para baixo, para ver uma cena que o deixou maluco: a mulher massageava os próprios seios, enquanto arranhava as costas de , ao mesmo tempo em que rebolava em seus dedos e movia os quadris mais para baixo a procura de um contato maior.
dirigiu seus labios para um dos seios da mulher, ao mesmo tempo em que a penetrou com um dedo, fazendo-a gemer baixinho. Ela arranhou seu abdomem, em busca de puxá-lo mais para perto e ele deu uma leve mordida em seu seio, fazendo-a se contorcer levemente, ele penetrou mais um dedo e aumentou o ritmo dos movimentos, fazendo-a perder o ar e murmurar qualquer coisa incompreensível, mordendo o labio inferior para não soltar gemidos que chamariam atenção das outras pessoas presentes ali naquele trem. sugou o ar em busca de folego quando o polegar do loiro iniciou uma massagem circular por seu clitóris. Fechou os olhos com força enquanto segurava o gemido preso em sua garganta. Porém quando sentiu a lingua do homem entrar em contato com a parte interna de sua coxa, indo em direção a sua virilha, ela desistiu, quando a lingua dele substituiu seu polegar na função de estimular o clitóris, a garota gemeu roucamente, não tinha mais como segurá-los, ela estava quase chegando a seu máximo e precisava soltá-los ou explodiria, sentia sua barriga se contrair e seu corpo queimar, mas só queria mais e mais, continuava rebolando em busca de um contato maior, quando sentiu os dedos de V serem substituídos por sua lingua, ali, penetrando-a, fazendo-a fechar os olhos e puxar os cabelos do garoto com um pouco de força. Arqueou a coluna, sentindo-se chegar ao máximo e soltou um gemido alto, não se importava mais com nada, nem com os funcionários ou com os outros passageiros, sabia apenas que necessitava dele ali com ela, sentiu aquela sensação de relaxamento dos músculos e o homem lambeu o líquido que desceu por ela com um sorriso malicioso nos lábios enquanto a olhava nos olhos.

CORREU OS olhos pelo corpo do homem e notou o volume extremo em sua cueca, enquanto ele passava a lingua nos labios tirando dali os resíduos dela, ela o puxou para um beijo e pode sentir ao longe, seu proprio gosto. Com um movimento rápido, ela inverteu as posições e ficou por cima do corpo dele. Sorriu maliciosa passando as unhas por seu abdomem definido até o cós de sua cueca, fazendo-o morder o labio. E então sentou por cima da ereção do garoto, deixando entre os dois apenas aquele pedaço de tecido preto, e ele gemeu baixinho, desceu as mãos e começou a massagear o membro do homem por cima da cueca e ele jogou a cabeça pra trás.
— Chega, não dá mais... Não dá... — murmurou rouco e ela já sentia-se pulsar novamente. Beijou-o nos lábios enquanto rebolava sobre o volume do moço, que gemia em seus lábios. Ela levantou-se, sob protestos do homem, e procurou pelo vagão pelas calças do mesmo, de onde tirou sua carteira e de dentro, um preservativo. Voltou ao banco, onde ele a observava e então tirou a cueca do rapaz, libertando seu pênis ereto. Massageou-o levemente com uma das mãos e fechou os olhos, abriu o preservativo e antes de colocá-lo lambeu a glade do membro dele, fazendo o gemer novamente, sugou-a e colocou o pênis do homem na boca enquanto ele sugava o ar em busca de oxigênio. Ela movimentava a boca lentamente, o levando a loucura, aquilo era tortura! Levantou o quadril e busca de contato maior e não viu resultado, continuando então a investir contra a boca da mulher que sorria maliciosamente de vez em quando, enquanto ele a chamava pelo nome em meio aos gemidos, massageou as bolas do rapaz, que sabia que explodiria a qualquer momento.
, eu preciso de você . — implorou o rapaz parando as investidas, observou a moça sorrir e colocar o preservativo nele. Ele a puxou novamente pra cima e beijou-lhe os labios, enquanto massageava os seios dela. Colocou-a deitada e separou os labios dos dela.

OLHOU NAQUELES profudos olhos castanhos, em uma das raras ocasiões em que o rapaz não usava lentes, e ela sabia que a partir daquela noite, ela pertencia a ele, não por causa de todo sexo, mas talvez porque sempre pertencera, mas só percebeu naquele instante.
Ele a segurou pela cintura e posicionou o pênis em sua entrada, penetrando-a de forma cuidadosa e carinhosa, o contato iniciou-se dessa maneira, mas seus corpos pediam por mais, eles queriam mais, ainda sem tirar os olhos uns dos outros, o ritmo aumentou e seus corpos se chocavam com força e rapidez, gemidos ecoavam pela cabine, o ar faltava em seus pulmões, o corpo queimava, mal se lembravam de que estavam em um trem, atolados com a neve, que a pouco tempo sentiam frio e agora seus corpos queimavam. Ela rebolava contra seu membro e ele sentia-se tonto, de uma maneira prazerosa, ela deixava-o louco. Ela gostava da maneira como sentia-se com ele, a forma como forçava o corpo contra o dela, como ele apertava sua cintura e beijava seu pescoço, da forma como ele a segurava...
O homem aumentou o ritmo e ela percebeu que ele também estava pra chegar em seu ápice, decidiu dar uma ajuda e começou a rebolar com mais firmeza contra o membro dele, o fazendo gemer alto, enquanto ele estimulava seu clitóris com dois dedos, por fim tirou o pênis todo e penetrou-a com uma pouco mais de força, ela sentiu o alívio momentâneo, a moleza nas pernas e soube então que havia chegado ao seu máximo.
— Oh, — gemeu no ouvido do moço e com esse ultimo estímulo ele chegou ao orgasmo. Seu corpo passou por aquele alívio também e ele saiu de dentro da moça enquanto depositava um leve beijo nos lábios dela. Levantou-se e dispensou o preservativo na lixeira próxima a porta e vestiu sua cueca, voltando para o banco, onde observou a garota vestir a calcinha e o sueter dele, sorriu com a visão e a chamou para deitar-se novamente no banco. Ela corou e deitou-se ao lado de , que a puxou para um abraço, puxando a coberta para cima dos dois. encostou a cabeça no peito do homem e ali dormiu, ele a observou com um sorriso no rosto, acariciou uma mecha de cabelo que caia sobre seus ombros e também dormiu enquanto a observava.

TRÊS DIAS DEPOIS
ESTACIONOU O carro, tinha uma entrevista em plena segunda e ele a veria pela primeiram vez desde então, ela não saía de sua cabeça… o doce dos seus lábios, a sua lingua massageando a dele, a forma como ela agarrava sua nuca e arranhava seu abdômen e suas costas enquanto gemia seu sobrenome em seu ouvido... Ele nunca gostara tanto dela chamando seu sobrenome quanto naquele momento. Com ela era diferente, eles se odiavam desde sempre e ela era, exatamente, o tipo de mulher que não abaixava a cabeça pra ninguém. Antes tudo o que ele desejava era ficar longe dela. Antes. Por que agora tudo o que ele queria era proximidade.
Ele acordara aquele dia no trem e ela não estava mais lá, o mesmo já estava em movimento e já estava quase chegando a seu destino, vestiu sua calça e camisa e percebeu que a garota havia ido com seu sueter, sorriu ao lembrar de como ela havia ficado vestida em sua roupa. Estava definitivamente ficando louco, só podia!
Pegou o celular e enviou mensagem: "Quero meu suéter de volta, baby xX" e entrou no predio cumprimentando alguns conhecidos, então viu o elevador quase fechando-se, correu para o mesmo, pois estava atrasado, então correu na direção e gritou para segurarem-no, a porta se abriu novamente, recebeu uma mensagem e entrou no elevador olhando para a tela do mesmo: "Vai ter que pegar você mesmo, ". Sorriu com a mensagem e olhou para cima para agradecer a pessoa que segurou o elevador para ele. Encostada na parede oposta do elevador, vestida com uma calça jeans e um suéter vermelho que ele conhecia muito bem estava a dona daquela mensagem.
— Acho que você tem algo que me pertence. - Falou se aproximando dela e a puxando para mais perto pela cintura. sorriu e selou os labios do garoto.
Eu pertenço a você, .




Fim...?



Nota da autora: Nossa, eu ainda to sem fôlego, nem sei o que escrever aqui. Enfim, banhos gelados a parte, espero que você tenha, er, gostado, aproveitado e curtido muito sua noite com o bias. Se não gostou, lê de novo porque você leu errado. HAHAHAH mentira, se não gostou me conta o porquê aqui em baixo, ok? Se gostou também pode me contar. Tô falando nada com nada, né? Já falei que ainda to sem folego? É que to pensando no me beijando ainda... Ai, nossa. Melhor eu parar por aqui. Comentem, hein?





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