Wicked Games

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Última atualização: 06/09/2021

Capítulo Único

Rodei meus olhos pelo lugar e tentei manter a minha melhor expressão, como se eu estivesse me divertindo pra caralho com aquela ideia da Celina em me levar para uma exposição de arte. Não é que eu detestasse, mas eu simplesmente não entendia merda nenhuma, então não era exatamente o meu passeio preferido para aquele dia, especialmente no meu aniversário.
O lugar era muito bem decorado e as artes também eram esplêndidas, eu não poderia negar. Contudo, as pessoas ali tinham uma vibe completamente diferente da minha e eu me sentia absurdamente deslocado, apesar da minha amiga não parar de falar um minuto sequer, me explicando detalhes que eu honestamente esquecia segundos depois de ter dito.
A acompanhei por mais algumas áreas do lugar, levando minhas mãos até os bolsos e me esforçando ao máximo para poder fixar um pouco das coisas que me dizia, mas parecia simplesmente impossível. Eu estava a ponto de desistir e simplesmente implorar para que fossemos até um bar onde eu poderia encher minha cara até não poder mais, quando uma pintura em específico chamou minha atenção e me aproximei.
O quadro era um homem, preso em algum tipo de paisagem como se ele estivesse pensando em algo que não fosse tão fácil de explicar, mas o desejo na face era explícito e aquilo fez com que eu franzisse o cenho levemente. Tinha algo ali que eu buscava uma explicação, mas não conseguia encontrar a resposta e fiquei ainda mais perto.
— No que você está pensando, hein? — questionei, como se o cara da pintura pudesse me escutar e ri exasperado. — Sexy, não posso negar. Talvez eu devesse posar para alguém me desenhar assim. — Soltei uma risada com aquilo, porque nem fodendo que aceitaria uma proposta daquelas.
Aquela ideia da Celina estava me deixando doido e nada daquilo estaria acontecendo se ela não tivesse me deixado ali sozinho, algo que só me dei conta ao olhar para o meu lado e não vê-la.
Puta merda, como eu tinha deixado aquilo acontecer?
— Tenho certeza de que o artista gostaria muito de desenhar alguém como você. — Uma voz em tom divertido ecoou não muito distante de mim e percebi que tinha vindo de um cara parado diante do quadro ao lado. E, mesmo não olhando diretamente para mim, consegui perceber o meio sorriso em seus lábios.
Arqueei uma sobrancelha diante daquele comentário, deixando um mínimo sorriso tomar conta dos meus lábios conforme tombei a cabeça levemente. Eu não sabia explicar o porquê, mas a ideia de que ele fosse o artista fez cada pelo do meu corpo se arrepiar e precisei respirar fundo para não deixar transparecer como aquilo havia me afetado.
— Ah, com certeza ele ia gostar bem mais de desenhar alguém como você — soltei sem me refrear, umedecendo meus lábios discretamente e levei meu olhar até ele.
Então o medi por inteiro, tomando nota de cada detalhe do homem parado quase ao meu lado. Ele usava um terno todo preto com o paletó totalmente aberto, revelando uma camisa social de mesma cor por baixo.
Uma risada baixa ecoou dos lábios dele antes de se virar para mim e me encarar de cima a baixo, da mesma forma que eu havia feito com ele, umedecendo a boca em seguida.
— Duvido muito. Mas eu também não sou de posar, não. — Deu de ombros, sem desviar seus olhos de mim.
O encarei sustentando seu olhar e ponderei o que ele havia dito. O cara era gostoso pra cacete, então era difícil manter a minha mente completamente clara.
— E você é mais do quê? — questionei, dessa vez me virando para encará-lo.
— De ficar do outro lado da tela. — Abriu um sorriso ladino.
Não consegui conter o sorriso largo que tomou conta das minhas feições, mas neguei com a cabeça, me sentindo um completo idiota por não ter constatado o óbvio desde suas primeiras palavras.
— Me desculpa. Eu não saquei que você era o artista. — Passei a mão nos cabelos de uma forma nervosa, os puxando para trás, e dei dois passos largos, ficando bem próximo. — . — Estiquei minha mão.
Eu não podia negar que iria adorar se ele me desse uma explicação bem detalhada do que o homem do quadro estaria pensando.
— ele respondeu, sem hesitar em segurar minha mão. — Nah, nem esquenta com isso. Eu podia ter falado logo de cara, mas confesso que me divirto falando por enigmas, então acho que eu é que devia me desculpar contigo. — Deu risada.
Apertei a mão dele, o encarando nos olhos conforme tomava nota do que ele dizia e não consegui deixar que um pensamento tendencioso inundasse minha cabeça.
Normalmente eu me irritaria pra caralho. Mas não com aquele homem delicioso.
— Sem problema. Tem outras formas muito boas de se divertir também, além de enigmas. — Sorri brevemente, mais uma vez não me contentando em o medir por inteiro.
era ainda melhor de perto.
— Ah, tem? — Ergueu uma sobrancelha, mordendo o canto da boca. — Tipo quais?
Tipo me deixar sentir essa sua boca gostosa.
Quase revirei os olhos com aquele pensamento e engoli a seco, conforme o encarava.
— Vamos fazer assim… — fiz uma pausa, analisando suas reações. — Você me conta o que aquele cara ali estava pensando e aí eu te mostro todas elas. — Desviei meu olhar para o quadro que encarava anteriormente, sinalizando ao que me referia.
sorriu mais uma vez, então se virou para encarar o mesmo quadro.
— Bom, ele estava pensando que, mesmo estando tão perto de um lugar como aquele, ao mesmo tempo está muito longe de contemplá-lo inteiramente. E no fim acabou se sentindo idiota por pensar pensar naquele tipo de coisa quando deveria estar apenas apreciando as pequenas coisas — explicou, parecendo ter se perdido em meio aos pensamentos.
Puta que pariu!
Porra. Ele estava me zoando e se divertindo de novo? Caralho. Eu devia ter ficado com uma puta cara de idiota encarando-o ao dizer todas aquelas coisas, porque eu sequer piscava enquanto o escutava.
— Puta merda. É sério isso ou você está se divertindo de novo, ? — Não me aguentei e acabei questionando, dessa vez o chamando pelo nome.
Ele tornou a me encarar, abrindo mais um sorriso, porém não se aguentando e soltando uma risada.
— Dessa vez, tô falando sério. Não sou eu o modelo do quadro, mas gosto de colocar um pouco das maluquices que passam pela minha cabeça de vez em quando — soltou a última parte em um tom de confissão.
— Não achei maluquice — respondi prontamente, rindo levemente.
Eu não sabia ao certo o que dizer, porque eu me sentia diretamente afetado por ele e levei meu olhar para o quadro mais uma vez, o analisando e pensando em tudo que havia falado.
— Não? — Ele ergueu uma sobrancelha em tom de surpresa e continuou me olhando atentamente.
— Não. — Neguei com a cabeça, abrindo um sorriso e sustentei seu olhar para mostrar que falava sério. — Parece que vou ter que te mostrar outras maneiras de se divertir — retomei o assunto, umedecendo meus lábios.
Os olhos dele desceram até a minha boca para acompanhar o gesto, então ele voltou a morder o canto da sua, fazendo com que eu sentisse cada parte do meu rosto reagir àquilo.
— Eu vou adorar que mostre.
— Vai mesmo? — questionei, dando um passo à sua frente e ficando quase colado a ele. Olhei ao meu redor, abrindo um sorriso tendencioso, então me voltei para ele. — Me leva pra um lugar menos movimentado que eu te mostro, — mandei, com a voz levemente rouca e afetada.
não se moveu com a minha aproximação, então deixou que seus lábios abrissem em um sorriso sacana enquanto, mais uma vez, o homem me olhou de cima a baixo.
Sem dizer uma palavra sequer, me lançou uma piscadela e, passando por mim, fazendo com que seus dedos roçassem de leve em minha mão, me fazendo arrepiar, se afastou, seguindo por entre algumas pessoas sem dar a elas muita atenção.
Seu rosto então se virou sutilmente na minha direção antes de ele dobrar em um corredor e a expressão dele era a de um claro convite para que eu o acompanhasse.
Abri um sorriso satisfeito com aquilo e não hesitei em acompanhá-lo nem por um minuto. Me virei rapidamente, também não dando a mínima para as pessoas ali presentes e o segui. O corredor em que ele havia virado segundos antes de mim era extenso e tinha uma iluminação muito mais baixa do que o lugar em que estávamos. Só aquilo já me fazia pensar em coisas insanas, na verdade, que aquele homem me fazia pensar naquelas coisas.
Ele poderia me pedir qualquer coisa que eu provavelmente cederia.
Então subiu uma escada em espiral que havia no final do corredor e mais uma vez me lançou um olhar sacana enquanto o fazia.
Os sons que vinham da exposição ficavam cada vez mais abafados e assim que eu também subi as escadas se tornaram quase inexistentes.
me esperava encostado na parede de mais um corredor. Sua expressão tão displicente que era como se ele estivesse ali o tempo todo.
— E não é que você veio mesmo? — comentou em um tom despreocupado.
Caralho.
Eu estava absurdamente afetado em vê-lo ali daquele jeito e não consegui evitar uma aproximação maior, quase colando meu corpo ao dele e levando minha boca até próximo de seu ouvido, conforme me apoiei levando as mãos até a parede.
— Eu iria para onde você quisesse. — Minha voz saiu rouca e acabei ofegando ao sentir seu cheiro delicioso me invadir.
passou a língua pelos lábios lentamente e eu pude jurar que seus olhos faiscaram em direção aos meus.
— Gostei de saber disso. — Aproximou seu rosto do meu, de forma que nossos lábios roçassem um no outro e eu grunhi instantaneamente com o gesto. — Mas aqui está perfeito pra você fazer o que quiser comigo, . — O apelido ecoou em um tom mais rouco de sua boca, demonstrando que ele havia se afetado com a proximidade.
— Puta que pariu — soltei absurdamente descontrolado, levando uma das minhas mãos até sua nuca sem nem um pouco de delicadeza. Embrenhei meus dedos em seus cabelos naquela região e colei ainda mais nossas bocas. — Está pedindo para foder comigo no meio desse corredor, ? — Então passei a ponta da minha língua em seus lábios, ouvindo uma risada rouca e provocativa escapar dele.
Aproveitei que já estávamos tão próximos para acabar com a distância entre nossos corpos e me colei a ele para poder sentir como meu pau já estava duro feito pedra e pedindo por atenção. Sem demora, pedi passagem para um beijo, mas não tive muita paciência e logo tratei de explorar sua boca com voracidade, enroscando minha língua à dele e até grunhindo alto do tanto que eu estava maluco em tê-lo daquele jeito.
A sensação de que poderíamos ser pegos ali só me deixava mais enlouquecido.
Prontamente, retribuiu as carícias de minha língua, me beijando com vontade e levando as duas mãos até a barra da minha calça, brincando de se enroscar nos passadores do cinto, me fazendo exalar em expectativa. Ele abriu as pernas, permitindo que eu encaixasse ainda mais meu corpo ao dele e sugou meu lábio inferior com intensidade, pressionando de um jeito delicioso e grunhi sem me refrear.
— Eu foderia com você até no meio da galeria se não fossem nos prender por isso. — Riu mais uma vez.
As palavras dele me afetaram tanto que intensifiquei ainda mais o beijo entre nós. Minha mão que estava em seu cabelo puxou seus fios com força e a que eu usava para me apoiar na parede desci para sua cintura, o apertando com força e roçando nossos quadris, esfregando minha ereção contra a dele, fazendo-o gemer contra a minha boca.
Abri um sorriso em meio ao beijo e, conforme o interrompi, desci minha mão para sua bunda e o apertei, puxando-o ainda mais para mim, quase fazendo nossos corpos se fundirem. Totalmente descontrolado pelo tesão, desci um pouco mais e adentrei sua camisa, o arranhando com as minhas unhas curtas bem próximo ao cós de sua calça. grunhiu um pouco mais alto com isso, impulsionando ainda mais o quadril em minha direção. Minha boca desceu, explorando seu queixo e rocei meus lábios em sua pele, exalando sonoramente e até quase ronronando de excitação.
Meu pau estava a ponto de rasgar as calças e implorava cada vez mais por atenção, principalmente com ele brincando com meu cinto daquele jeito. Levei minha mão para trás ainda dentro de suas roupas e enfiei dentro da calça dele, entrando em sua cueca e dando uma apertada firme em sua bunda, que era deliciosa.
— Gostoso do caralho — soprei contra sua pele, ao chegar à altura de seu pescoço, onde deixei um chupão forte, sem me importar se o deixaria marcado.
— Puta que pariu, — ele gemeu de volta, puxando a barra da minha calça como se tentasse abaixá-la e aquilo me deixou descontrolado, porque eu só queria me livrar dela. Seus dedos adentraram o cós da peça e foi a vez dele me arranhar, ofegando mais uma vez e movimentando o quadril contra o meu. Sua ereção se esfregou na minha de um jeito delicioso, então trouxe as mãos para frente, acariciando meu pau por dentro da calça, mas ainda por cima da cueca, fazendo uma pressão e aquilo me arrancou um gemido sôfrego.
Perdi completamente o rumo com todas aquelas carícias e afundei meu rosto na curva de seu pescoço, depositando beijos naquela região conforme trouxe minha mão para frente e acariciei seu pau com firmeza por cima da cueca.
Puta que pariu, ele era simplesmente delicioso.
Sem me aguentar, enfiei a mão na cueca de e agarrei seu pau, a passando por toda sua extensão e aquilo me fez grunhir porque ele estava deliciosamente duro e quente. Em resposta, ele aumentou ainda mais a pressão de seus dedos, acariciando toda a minha extensão com afinco.
— Porra…— gemi descontrolado, conforme comecei a fazer movimentos de vai e vem, indo até sua cabecinha e sentindo como ja estava melado ao brincar com a ponta dos meus dedos, arrancando um grunhido sôfrego dele. — Caralho. Como você já está babado assim? — questionei, me vendo perder cada vez mais o controle.
— Eu to com um tesão desgraçado em você desde que te vi parado olhando para o meu quadro, . — Sua voz foi ecoando cada vez mais falha e ele não conteve mais um gemido que escapou de seus lábios, totalmente rendido às minhas carícias.
Aquilo só me incentivou e foi me deixando ainda mais insano. Trouxe meu rosto próximo ao seu de novo e voltei a atacar seus lábios, conforme eu aumentava o ritmo com que o masturbava bem gostoso, o sentindo pulsar deliciosamente contra minha palma. A língua dele foi se enroscando na minha, massageando, então ele a chupou intensamente, como se estivesse doido para fazer aquilo em outro lugar.
Aquilo estava delicioso e eu arfava a todo momento, quase perdendo o ar conforme empurrava meu quadril contra a mão de . Se continuássemos com aquilo, eu seria capaz de foder com ele ali naquele corredor sem me importar com porra nenhuma.
— E eu doido pra sentir esse seu pau delicioso desde que escutei sua voz — admiti ao interromper o beijo, o apertando com vontade e gemendo, porque eu estava louco para arrancar a calça dele e fazer o mesmo com a minha. — Quero te ouvir gemer esse apelido, — mandei, voltando a atacar sua boca conforme puxei seus fios de cabelo. Ele grunhiu com aquele gesto, levando uma mão pela minha barriga e subindo até meu peito.
— Porra, você é tão gostoso — ofegou, trazendo a mão para baixo mais uma vez e parecendo perder o controle, passou a dar um jeito de abrir meu cinto e a braguilha da calça. — Eu vou adorar gemer pra você contigo todo atolado em mim — provocou, soltando um gemido de aprovação e puxando minha calça pra baixo junto da cueca que me fez sorrir satisfeito.
não fez cerimônia e logo eu senti sua mão envolver meu pau, acariciando toda a sua extensão e fazendo uma pressão na cabecinha, e acabei gemendo um pouco alto demais. Em resposta àquilo eu aumentei o ritmo com que batia uma pra ele, explorando toda a extensão de seu pau e me deliciando com o quanto estava melado.
Como ele havia feito comigo, me livrei de sua calça e da cueca e não consegui conter o sorriso sacana que se formou quando seu pau pulou para fora. Voltei a agarrá-lo e dessa vez colei nossos corpos porque queria o sentir ainda melhor, movimentando meu quadril em sua direção. Ele acariciou meu pau por inteiro mais uma vez antes de começar a movimentar sua mão, alternando a intensidade com que fazia isso ao mesmo tempo em que gemia sôfrego.
— Onde você me quer atolado, amor? — questionei entredentes, inclinando sua cabeça levemente e grudando nossas bocas, quase grunhindo de tanto tensão que eu sentia com aquilo tudo.
ofegou sonoramente entre o beijo, aumentando a pressão com que sua mão me masturbava.
— No meu cuzinho, . Quero você me empurrando contra a parede enquanto soca esse pau bem gostoso em mim — respondeu sem qualquer controle.
— Porra, ! — Mordi o lábio dele com força.
Aquilo tinha me atingido diretamente e eu perdi qualquer controle que ainda existia dentro de mim. De uma forma rápida, eu parei de o tocar e fiz com que interrompesse suas carícias em mim, deixando um muxoxo de protesto escapar dos meus lábios. Levei meus dedos até seu quadril e o apertei com vontade, então o virei para que ficasse de costas para mim e apoiado na parede.
— Delicioso — exclamei ao passar meus olhos por ele todo, mordendo a parte interna da minha boca, porque a bunda dele daquele jeito me deixava louco.
Exalei com aquilo, sentindo que meus olhos até faiscavam em sua direção e então colei meu corpo ao dele, deixando meu pau bem encaixado em sua bunda. Levei uma mão até seu abdômen para o segurar com firmeza conforme a outra eu direcionei até seu pescoço o segurando e colei meu lábio em sua orelha.
Puta que pariu, eu poderia gozar só de me esfregar nele daquele jeito.
Movimentei meu quadril com vontade, fazendo com que meu pau deslizasse bem no meio de sua bunda, gemendo contra seu ouvido e então desci minha mão, agarrando seu pau com vontade e passei a fazer movimentos de vai e vem, adorando assistir como ele reagia àquilo.
deixou o som de sua respiração afetada ecoar cada vez mais alto. Seu abdômen se contraía a cada movimento da minha mão, então ele abriu as pernas um pouco mais, me permitindo ficar ainda mais encaixado em sua bunda, que ele fez questão de empinar, rebolando contra o meu quadril.
— Me fode logo, . Se atola todinho em mim de uma vez. — Levou uma de suas mãos para trás, agarrando minha bunda e apertando com vontade.
Aquilo fez meus olhos se revirarem e meu corpo todo estremeceu. Ver ele implorar daquela forma era certeiro, porque eu não conseguia negar um pedido como aquele, não vindo dele.
Parei de me mover, assim como interrompi os movimentos em seu pau e então me afastei minimamente, levando minhas mãos em cada uma de suas nádegas e as abri para expor seu cuzinho. A visão dele aberto daquele jeito me fez grunhir e soltar uma porção de palavrões, então levei meus dedos até a boca, os chupando com vontade.
— Primeiro eu quero te ver rebolando bem gostoso nos meus dedos — soprei baixo, levando um até seu cu e pincelando a entrada só para provocá-lo, ouvindo-o arfar em expectativa. — Isso, se empina gostoso assim, amor — pedi, completamente descontrolado e sentindo que meu pau latejava de tanto tesão. Ele atendeu meu pedido obedientemente, se empinando ainda mais para mim enquanto usava a outra mão para se apoiar na parede.
Repeti o gesto anterior algumas vezes porque era uma delícia vê-lo implorar por mais, porém eu mesmo não me aguentei e atolei um dedo lentamente em seu cuzinho. Aquilo me fez arfar, porque era deliciosamente apertado e o rodei dentro dele, vendo como ele reagia.
— Ai, porra. Que delícia, — gemeu, movimentando ainda mais seu quadril, fazendo meu dedo girar de um jeito ainda mais delicioso e eu exalei ao ouvir suas palavras daquele jeito tão afetado.
aumentou a pressão de suas unhas contra a minha bunda, mas não se aguentou muito e logo suas duas mãos estavam buscando apoio na parede enquanto ele aumentava ainda mais a intensidade com que rebolava.
— Isso, me abre todinho pra você.
Aquilo só me incentivou e eu retirei meu dedo, voltando a atolar mais um dessa vez e os girei com vontade dentro dele, até os curvando um pouco. Era delicioso ver o jeito que seu cuzinho se abria para mim e só de imaginar como ficaria todo arrombadinho pelo meu pau eu sentia meu corpo todo estremecer.
Voltei a colar meu corpo ao dele, levando minha boca até seu ouvido e aquilo fez com que meus dedos fossem ainda mais fundo dentro do seu cu, arrancando dele um gemido mais alto que ecoou por todo o corredor e aquilo me deixou completamente maluco. A ideia de que poderiam escutar o que só eu poderia fazer com ele me tirava dos eixos.
— Vai rebolar assim enquanto eu esfolo seu cuzinho gostoso com meu pau, amor? — questionei, desesperado para ele responder exatamente o que eu havia perguntado.
Minhas palavras o fizeram se empinar mais pra mim com sua respiração ficando cada vez mais ofegante e atolei ainda mais meus dedos dentro dele.
— Vou rebolar e gemer o seu nome bem gostoso contigo esfolando meu cuzinho todo, — soltou em um tom quase manhoso conforme se movia mais contra meus dedos.
Não consegui formular frase alguma ao escutá-lo falar daquele jeito, porque fiquei ainda mais louco e os retirei de dentro dele. Dei mais uma passada de olho em sua bunda deliciosamente empinada e a apertei com força, logo em seguida estalando um tapa forte.
Caralho. era delicioso e eu estava completamente enlouquecido naquele momento.
Segurei meu pau pela base e o posicionei na entrada de seu cu, aproveitando como estava lubrificado pelo meu pré gozo, ao passo que subi minha mão até seu pescoço, fazendo com que ele virasse o rosto para mim e ataquei seus lábios, fazendo-o corresponder de prontidão. Fui empurrando meu quadril conforme minha língua acariciava a sua, atolando a cabecinha lentamente naquele cuzinho gostoso até estar completamente dentro dele, que foi se alargando pra mim. Aquilo me fez tremer de tanto prazer e precisei apertar meus olhos conforme grunhia, tentando me recuperar da sensação de estar dentro dele daquele jeito. resfolegou entre o beijo e eu pude sentir que seu corpo estremecia de tesão por finalmente me ter dentro dele.
— Caralho, que cuzinho delicioso — gemi descontrolado, interrompendo o beijo e sentindo meu corpo todo estremecer com o tanto que seu cu me apertava. Então levei minha mão livre até sua cintura e o puxei para se empinar ainda mais. — Rebola gostoso no meu pau, vai — implorei, me movendo lentamente e esperando que ele o fizesse. passou a língua pelos lábios lentamente, pressionando os dentes em seu lábio inferior em seguida e se firmando mais uma vez na parede para atender o meu pedido, rebolando de forma lenta com meu pau todo atolado dentro dele. Ele soltou a respiração com cada vez mais dificuldade e seus olhos se estreitavam, quase se revirando nas órbitas.
Desci minha mão por sua cintura até chegar ao baixo ventre e sem cerimônia agarrei seu pau que estava deliciosamente duro, iniciando movimentos de vai e vem em sincronia aos do meu quadril. Minha respiração saía entrecortada e eu não conseguia controlar os gemidos que ecoavam no corredor contra o ouvido dele.
estremeceu mais ao meu toque, jogando sua cabeça para trás e a apoiando na curva de meu pescoço, empinando ainda mais aquela bunda deliciosa, fazendo com que eu fosse ainda mais fundo dentro dele. Uma de suas mãos seguiu para trás, indo até meus cabelos e puxando os fios ao embrenhar seus dedos ali.
Seus lábios estavam entreabertos e ele deixou gemidos deliciosos ecoarem em sintonia com os meus enquanto rebolava com cada vez mais afinco no meu pau.
— Puta merda, … — Sua voz ecoou em meio a um gemido.
Meus gemidos saíam cada vez mais alto e eu estava enlouquecendo com o jeito que ele rebolava no meu pau e gemia tão gostoso daquele jeito.
Puta que pariu, eu estava perdendo totalmente o controle com ele.
Diminuí um pouco o ritmo com que minha mão deslizava em seu pau e fui até a cabecinha, apertando-a com um pouco de força conforme quase saí de dentro dele e voltei atolando com vontade em seu cu, arrancando um grunhido mais alto e descontrolado vindo dele. Aquilo fez meu corpo estremecer e aproveitei o jeito que se apoiou em mim para o tocar com meus lábios na região de seu pescoço, deixando um chupão forte. Minha outra mão que estava em sua cintura desceu para sua bunda e eu apertei com vontade, mas ao mesmo tempo o segurei com firmeza.
— Você é gostoso pra caralho, puta merda — gemi sôfrego, me atolando cada vez mais nele e sentindo que meus olhos até se reviravam nas órbitas cada vez que eu quase saía e voltava com tudo.
! — Ele puxou meus cabelos com mais força, gemendo mais alto e movimentando seu quadril de forma que minha mão deslizava com mais intensidade em seu pau ao passo que eu me atolava ainda mais em seu cu.
Me vi revirando os olhos com ele reagindo daquela forma e gemi em resposta contra seu ouvido, soltando uma porção de palavrões porque me tirava dos eixos.
Senti que ele me apertava com afinco, provocando ainda mais e estremecendo a cada estocada que eu dava. Era uma delícia o jeito que seu pau pulsava contra a minha mão e aquilo só me incentivou a intensificar os movimentos. Nossos corpos estavam suados, minha respiração saía cada vez mais entrecortada e os sons que saíam de sua boca eram como música para os meus ouvidos.
Diminuí um pouco a forma como saía e entrava e tirei minha mão de seu pau para poder o segurar pela cintura, grudando minha boca em seu ouvido.
— Rebola gostoso, amor. Quero ver meu pau esfolando esse cuzinho — pedi manhoso, conforme segurei sua bunda e a abri para que pudesse ver como eu entrava e saía dele e me afastei um pouco para ter uma visibilidade melhor, ouvindo gemer ainda mais ao atender meu pedido. Seus quadris se moveram de um jeito lento e delicioso, rebolando com afinco, fazendo meu pau tocar cada centímetro dele.
Aquilo era tão delicioso que não consegui conter um gemido mais alto, conforme eu olhava como seu cuzinho se abria a cada vez que eu saía e depois metia de novo em um ritmo mais lento. Eu estava adorando cada uma de suas reações e aquilo só me deixava ainda mais louco e os espasmos que se espalhavam pelo meu corpo eram cada vez mais intensos.
— Quero ver você bater uma enquanto me atolo todinho nesse seu cu apertadinho, — soltei, sentindo que cada vez mais eu perdia a sanidade.
Vi o exato momento em que mordeu o lábio inferior com força, grunhindo um pouco mais alto em resposta às minhas palavras e fazendo questão de rebolar com mais vontade, se empurrando contra mim e dando um tranco delicioso ao chocar sua bunda contra o meu quadril.
Aquilo me arrancou uma revirada de olhos e grunhidos escaparam da minha boca até alto demais.
— Soca bem gostoso, . Me deixa sentir seu pau todinho atolado em mim então — retrucou completamente afetado e aquelas palavras me afetaram diretamente, me fazendo mover o quadril com ainda mais força contra ele.
Soquei meu pau tão forte para dentro dele que eu conseguia sentir a cada estocada como se abria deliciosamente. gemeu mais alto e naquele momento parecia nem ligar se aquilo chamaria atenção ou não.
Eu estava a ponto de enlouquecer porque aquilo era delicioso demais.
apoiou uma das mãos na parede, levando a outra até seu pau e deslizando os dedos por toda a extensão dele com uma calma nada semelhante à forma como ele se movia de encontro ao meu quadril.
Eu não podia negar, aquela visão era deliciosa e eu até diminuí um pouco os movimentos só para poder observá-lo se dando prazer enquanto eu o comia tão gostoso.
Seus dedos então brincaram com a cabeça de seu pau, apertando enquanto outra vez gemia e ele voltou a jogar a cabeça para trás, se apoiando em um de meus ombros para gemer no meu ouvido. Em resposta, acabei gemendo para ele.
Suas reboladas se intensificaram, permitindo que eu o tocasse ainda mais fundo, enquanto passava a se acariciar com mais afinco, colocando mais velocidade nos movimentos de sua mão e se contorcendo de um jeito delicioso que só aumentava a cada segundo.
— Ah, … Porra, isso tá tão gostoso! — Sua voz ecoou falha e quase sussurrada quando ele gemeu de novo próximo ao meu ouvido.
Aquelas palavras mais uma vez mexeram comigo e eu aproveitei a forma como apoiou sua cabeça no meu ombro e ataquei seus lábios, sendo prontamente retribuído por ele. Minha língua explorava sua boca com afinco e eu segurei seu quadril com firmeza conforme fazia aquilo, voltando a socar meu pau com vontade, o que o levou a se apoiar com mais firmeza contra a parede, fazendo questão de chocar sua bunda ainda mais contra mim.
Brinquei com a sua língua, chupando com voracidade e de repente senti um desejo absurdo de experimentar seu gosto, me fazendo gemer contra sua boca bem alto.
Eu sabia que estávamos em um lugar onde podíamos ser pegos, mas eu não conseguia me controlar. Não com ele rebolando no meu pau daquele jeito e me dizendo aquelas sacanagens.
— Tá gostoso, é? — Afastei nossos lábios e levei minha boca até seu pescoço. Depositei beijos pela extensão, chupando sua pele com vontade e meus dedos apertavam sua cintura. — Você que é, rebolando assim, .
O vi aumentar a velocidade da sua mão em um vai e vem delicioso enquanto outra vez ele gemeu bem alto. Seu corpo se movia em espasmos deliciosos que faziam eu me atolar ainda mais e ele mordeu a própria boca com força, revirando os olhos de tesão.
— Tá uma delícia, — gemeu de volta, sem deixar de rebolar com afinco.
Só para torturá-lo um pouco, porque eu adorava vê-lo se contorcendo todo e implorando, diminuí mais uma vez meus movimentos. O jeito que passei a entrar e sair dele com uma lentidão quase torturante me deu a certeza de que ele podia sentir cada vez que meu pau entrava, o abrindo ainda mais.
— Puta que pariu — gemi descontrolado, porque aquilo me afetava também. — Você é tão apertado, amor.
Então voltei a atacar seus lábios, em uma tentativa de abafar o barulho que fazíamos ali. Ele retribuiu ao beijo com voracidade, enroscando a língua na minha de uma forma até desesperada enquanto mais gemidos escapavam de sua boca e se contorcia cada vez mais, intensificando as reboladas num pedido para que eu voltasse a socar com força.
— Eu sou apertado mesmo. Quero que você me arrombe todinho. — Sua respiração falhou no final da frase e notei ele diminuir um pouco o ritmo que se masturbava, deslizando a mão até a cabeça de seu pau e apertando, me fazendo notar o quanto ele estava melado.
O pedido dele me deixou completamente descontrolado e eu levei minha mão até seu braço que estava livre, fazendo sinal para que se apoiasse mais na parede. Quando ele atendeu ao meu pedido, levei minhas mãos até sua bunda e a abri, quase revirando os olhos com a cena do meu pau entrando e saindo lentamente.
— Vou arrombar você inteirinho até me implorar pra te comer bem forte. — Exalei com a ideia de sua voz me pedindo aquilo e um gemido mais alto escapou dos meus lábios.
Levei meu olhar até meu pau entrando e saindo daquele cuzinho apertado e o som que fazia era simplesmente delicioso. Eu sentia meu pau pulsando a cada estocada que eu dava, achando delicioso como ele deveria estar ainda mais molhado com aquilo.
Mantive o ritmo lento e aquilo era uma puta tortura, porque o jeito que me engolia estava me tirando completamente dos eixos. Acabei não me aguentando e estalei um tapa forte em sua nádega direita, nem aí para o barulho causado no ambiente. Um grunhido sonoro ecoou de seus lábios e estremeceu ainda mais, o que deixou claro o quanto ele havia gostado daquele gesto.
Acabei soltando uma risadinha sacana com a reação dele e se continuássemos naquele ritmo, eu não ia demorar muito para me derramar todinho dentro dele.
— Porra — xinguei, sentindo o tesão aumentar ainda mais. — Quero te ver gozar bem gostoso enquanto te deixo todo aberto, amor.
— Ah, é? — A voz de ecoou falha e suas unhas curtas rasparam contra a parede, num sinal de que procurava por mais apoio ao mesmo tempo em que seu quadril se moveu em uma rebolada lenta, permitindo mais uma vez o meu pau tocar cada centímetro de seu cu. — Então soca bem forte, . Se atola até encher o meu cuzinho de porra. — Dessa vez soou manhoso e ele voltou a bater uma com intensidade, fazendo com que os sons de seus movimentos ecoassem de um jeito delicioso pelo ambiente.
Aquele jeito lento dele de se mover me afetou tanto que mais uma vez revirei os olhos de tesão, além de suas palavras sacanas que me deixavam cada vez mais insano.
Seu pedido foi a deixa para que eu abrisse ainda mais sua bunda com as minhas mãos e aumentei as estocadas, vendo como seu cu se abria a cada vez que meu pau entrava nele.
Gemidos e grunhidos escapavam da minha boca sem que eu pudesse me controlar e ver o jeito que ele se dava prazer era simplesmente delicioso. fazia questão de gemer junto comigo, apertando seu cu e tornando aquilo ainda mais gostoso. Mal podia esperar para vê-lo se derramar todinho enquanto eu fizesse o mesmo dentro dele.
Cravei minhas unhas curtas em sua pele, ouvindo ofegar sonoramente com aquilo, e senti meu corpo estremecer cada vez mais, a um ponto que precisei soltá-lo para me apoiar na parede. Aproveitei aquilo para me atolar ainda mais, indo bem fundo e rodei meu quadril.
— Tá ouvindo esse barulho? — grunhi contra seu ouvido, não me aguentando e chupando o lóbulo de sua orelha. — É meu pau deixando seu cuzinho todo arrombado, .
— Ah, caralho… — A forma afetada como ele respondeu deixou claro o quanto estava gostando de ser fodido daquele jeito.
Continuei metendo bem forte, mas dei liberdade para ele rebolar também, porque a sensação era simplesmente deliciosa.
continuou a se movimentar contra o meu quadril, fazia questão de dar alguns trancos e toda vez que isso acontecia o meu pau se atolava por inteiro e gemia mais, até que ele soltou um grunhido completamente descontrolado e rebolou com mais afinco. Não demorei a perceber que eu havia atingido seu ponto de prazer.
— Puta que pariu, . Vai, mete gostoso assim.
Mais um gemido alto ecoou de seus lábios e sua mão passou a deslizar tão intensamente que ele nem precisou dizer nada, mas ainda assim foi delicioso ouvir.
— Porra, , eu vou gozar. — A voz dele falhou ao fim da frase e se inclinou, empinando mais sua bunda e rebolando com vontade.
Aquelas palavras me deixaram simplesmente maluco e eu passei a meter bem gostoso, como ele havia pedido para fazer. Me afundei com tanta força dentro dele que eu conseguia ouvir o barulho das minhas bolas batendo contra sua bunda e aquele som era simplesmente delicioso.
— Isso, goza pra mim, amor — implorei por aquilo, sentindo meu pau pulsar cada vez mais, denunciando que meu ápice estava próximo.
Me apoiei melhor na parede e desci minha boca, beijando seu ombro e sentindo como ele estava absurdamente quente. Movi meu quadril cada vez com mais força e tudo que se fazia presente no ambiente era o som dos nossos gemidos e nossos corpos se chocando.
Nada poderia ser mais gostoso naquele momento.
— Caralho — gemi contra seu ouvido, sentindo meu quadril contrair e minhas pernas ficarem falhas. Eu estava quase lá, mas queria ver ele se derramar primeiro.
Então baixei uma das minhas mãos e a levei até seu pau, afastando a dele e o envolvendo com a minha, o que arrancou dele mais um grunhido alto, seguido por palavrões desconexos. estava tão duro que me vi grunhindo com aquilo e mordi seu ombro com força, conforme passei a bater uma pra ele bem gostoso.
Quanto mais ele se empinava, mais eu metia e aumentava o ritmo da minha mão contra o seu pau.
Era nítido para mim o quão entregue estava porque seu abdômen se contraía em espasmos ao mesmo tempo em que ele gemia e se movimentava, aumentando a intensidade das minhas estocadas e da minha mão deslizando nele inteiro.
— Porra, que pau gostoso do caralho. Eu tô gozando, amor. — Sua voz ficou tão manhosa que pareceu um ronronar, então ele estremeceu completamente, perdendo o equilíbrio quando um gemido alto e prolongado escapou de sua boca e eu usei uma das minhas mãos para segurá-lo.
Não demorou muito para jorrar seu prazer de forma intensa, eu intensifiquei os movimentos, então ele melou minha mão todinha e sua porra respingou na parede. Seu cu se apertou com intensidade no meu pau e a cabeça dele tombou para trás em um claro sinal de descontrole total.
O jeito que me engoliu me arrancou um gemido alto misturado à minha respiração que saía cada vez mais entrecortada. O jeito que ele tinha gozado na minha mão foi simplesmente delicioso e eu continuei a movimentando até que ele se acalmasse.
Afundei meu rosto na curva de seu pescoço conforme movia meu quadril com cada vez mais velocidade e sentia seu cuzinho ainda me engolindo. Saí quase por completo dele, sentindo meu abdômen se contrair e minhas pernas falharem e voltei em um tranco forte.
— Porra. Gostoso é esse seu cuzinho apertado, amor — gemi contra seu ouvido.
De repente, senti meu corpo todo estremecer e meus olhos se reviraram nas órbitas, então precisei usar as duas mãos para me apoiar na parede conforme gozei descontrolado. Era como se eu simplesmente não fosse mais parar de gozar, porque eu sentia meu abdômen contraído e minhas pernas tremendo cada vez mais
— Puta que pariu! — rosnei, conforme fui diminuindo o ritmo com que entrava e saía de dentro dele.
Me deixei relaxar e o som que se fazia presente era o da nossa respiração descompassada.
Não consegui conter o quanto tudo aquilo tinha me afetado e levei minha mão melada com seu prazer até minha boca, chupando meus dedos com vontade, vendo inclinar a cabeça para assistir aquilo bem de perto, então ele fez questão de lamber os lábios em aprovação.
— Delicioso do caralho — soltei contra seu ouvido e levei minha mão até sua cintura, o virando para ficar de frente para mim. ainda estava meio entorpecido pela gozada intensa e não ofereceu resistência alguma ao meu gesto.
Eu precisava sentir sua boca misturada ao seu gosto.
Ataquei seus lábios antes que ele pudesse me dizer qualquer coisa, grudando nossos corpos e deixei um grunhido escapar do tanto que eu estava afetado. não hesitou em retribuir o beijo com vontade, lambendo minha boca e chupando minha língua. As mãos dele envolveram meus ombros e seus dedos o apertaram em um abraço que nos manteve bem colados um no outro.
Então ele foi diminuindo a intensidade do beijo e sugou meu lábio inferior, puxou-o entre os dentes e roçou o nariz no meu de leve antes de afastar seu rosto para me encarar, me fazendo sorrir.
Eu poderia até ficar duro de novo com ele fazendo tudo aquilo, se não tivesse acabado de gozar tanto.
— Com certeza eu pintaria um quadro desses — brincou e o canto de seus lábios se curvou.
Não consegui conter o sorriso, desci minha mão por suas costas, o segurando com firmeza e brinquei com meus dedos em sua pele.
Trouxe uma das minhas mãos até seu rosto e mordi meu lábio ao encará-lo.
— Tanto tempo casados e esse negócio de fingir que não nos conhecemos nunca deixa de ser uma delícia. — Selei meus lábios aos dele. — Eu sou completamente apaixonado por você, . — Olhei no fundo de seus olhos, porque queria deixar claro o quanto estava sendo sincero e voltei a beijá-lo.
abriu outro sorriso enquanto me retribuía e interrompeu o beijo momentaneamente, deixando seus lábios colados aos meus apenas para responder.
— E eu por você, .


FIM



Nota das autoras: Olha, bem vindes ao clube de quem não tá sabendo lidar com esse casal.
Aquela vontade de continuar escrevendo sobre eles faz a mão tremer, não vamos mentir hehehe. Comentem aqui se gostaram e o que acharam desse plot twist dos dois serem casados o tempo todo hehehe.
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Beijos e até a próxima.
Ste e Van.

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