Escrita por: Mari Fibla | Beta-reader: Estela
CAPÍTULO 1
Demetri pov.
Estava uma chuva completamente atípica aqui em Volterra, cinco dias seguidos, três dias sem caças generosas, apenas cinco ou seis vitimas, hoje estava tão forte que deixava a paisagem prateada; e claro o tédio de não ter nada para fazer, afinal Caius não permitiu nenhuma caça individual (Sorte não termos nenhum recém-criado aqui u.u) como dentro do castelo estava silencioso, cada um fazendo o que mais gostava resolvi ficar na porta da torre do relógio, não havia ninguém na praça... Nenhuma alma viva e quente, e deliciosa, e que fará minha sede cessar...Minha garganta queimava,coçava sim,é essa a palavra certa, olhava a praça,vazia,vendo a chuva escorrer até a menor brecha dentre o chão da rua,até um clarão invadir o ambiente e segundos depois o barulho do trovão em seguida mais outro,o clarão... segundos depois uma menininha e trovão...Olhei para a menina,ela estava perdida,mas eu nem sequer a ouvi se aproximar.Ela olhava a volta com a mão na cabeça tentando se proteger da chuva,percebia que ela olhava para a roupa desesperada,então eu ouvi uns soluços e ela devagar foi soltando as mãos da cabeça e, chorou mais alto levantando a barra da camisola (sim ela estava de camisola) desconsolada, e reparei que estava descalça também,como se tivesse acordado ali,os cabelos já estavam grudados no rosto,olhei para ela,e pensei...ou melhor pela minha curiosidade ver como ela chegou ali.Peguei um guarda-chuva que alguns de nós usávamos para sair com o sol á pino. Silenciosamente andei até ela.
-O que aconteceu com você menininha? - Falei usando minha voz mais doce.
Ela pulou com minha aproximação, o coração de passarinho pulando descompassado, enfim me olhou nos olhos, que estavam cheios de lágrimas, deixando a cor castanha mais clara e brilhante.
-E-eu acordei aqui! – ela estava com raiva na voz – quem é você seu plebeu?!
Ok era bem mimada odeio isso.
– Eu moro aqui. – Disse seco – Qual o seu nome?Onde estão seus pais?Perguntei.
-Eu me chamo Aster-ae-Daeomonia ! Ela falou.
Ignorei parte do que ela disse:
-Então Aster, onde você mora?Perguntei, ela abriu a boca em forma de ó.
-Meu nome é !Aster-ae-Daemonia é meu nome de princesa!Eu sou uma princesa!Que plebeu mais idiota! disse.
-Ok , diga onde você mora. Estava perdendo minha paciência.
-Faz alguma coisa!Está chovendo e estou descalça! chorava.
-Venha - falei ríspido, e saí andando. Ela não se moveu,e deu um gritinho,quando voltou para a chuva –Vamos!
-Não tenho sapato, o chão tem pedrinhas e machuca! –ela fez um beicinho – Tem de me lavar no colo!E Isso é uma ordem! falou.
Sem paciência para mais mimos dessa pirralha!Eu a peguei no meu colo, talvez Aro se divirta com ela, ela se aproximou do meu pescoço para se proteger do vento forte, e senti suas mãozinhas agarrando minha gola do terno. Voltei para o castelo,ela continuava do mesmo jeito,peguei o elevador e desci até o grande salão.Lá encontrei Fátima,a recepcionista.
-Ahn! –ela disse toda doce – que menina linda!
-Eu não lhe dirigi a palavra! – disse petulante - Onde estamos plebeu?
Mais uma e eu ia torcer o pescoço dela!
-Vamos falar com meu chefe. Disse.
-Ahn!Então você possui um rei?! falou animada.
-Sim - Me aproximando, ouvia as fechaduras rangerem e Félix abrir a porta - Nem me pergunte o que é isso no meu colo. Falei para que só ele e não a menina ouvisse.
-Pelo que sei você nunca caçou crianças nem as que eram trazidas aqui. Felix disse,com um riso por debaixo da voz.
Aro, Marcus e Caius levantaram a cabeça assim que repararam na visitante, e quando eu ia falar, ela falou primeiro:
-Qual de vocês três é o rei?Quero falar com ele imediatamente, e de que províncias são?E quero roupas secas já! falou.
-Cala a boca!Disse com raiva. Ela me ignorou,vi que Aro ergueu as sombra- celhas divertindo-se.
-Você não manda em mim!Ela disse. Antes que eu retrucasse Aro falou.
-Qual é seu nome menina, e receio lhe informar que não temos rei nenhum. Ele juntou as mãos.
-Então quem manda aqui?Ela falou. Eu percebi que ainda a carregava e a soltei,pondo-a no chão, o que graças ela nem reclamou,senão seria suas últimas palavras.
-Eu, e mais aqueles dois senhores sentados atrás de mim, e meu nome é Aro. E como se chama?Aro estendeu a mão.
-Me chamo Aster-ae-Daemonia , Princesa de Aster. Aquela nojentinha se apresentou formalmente á ele, e ainda mantinha a cabeça inclinada como uma soberana!
Vi que Jane e Alec observavam e Jane tinha um sorriso falso (Típico dela), mas com olhos raivosos, pelo ultraje da criança se sentir superior á Aro (ela idolatra Aro).
-Mas que nome grande, posso chamá-la apenas de ? –Ela assentiu – Então minha querida onde fica Aster?
-Onde ela deve estar, acho... Onde eu estou?
-Na Itália meu anjo - Aro pega a mão dela - Oh!Que falta de cortesia a minha – Ele joga o próprio manto sobre ela –O que ouve com você?
-Bem agora só lembro-me de acordar aqui e com chuva!E antes umas vozes estanhas... –ela franze a testa – E meu pajem falando para eu correr para o espelho.
Aro estava com uma cara de ligeiro interesse no que estava vendo na mente da menina, pois ele acariciava a mão dela (o que significa que ele está curioso) ele soltou a mão dela. E andou até Caius e Marcus,falando para eles.
-Ou ela tem muita imaginação ou o que ela diz é completamente real.
-O que fará então? - Marcus pergunta.
-Ela é importante para mantê-la viva? - Caius pergunta – E essa história de princesa?
-Pode ser verdade, ela parece ter certa importância, talvez devamos esperar afinal alguém tem de vir buscá-la.
Aro voltou-se para nós.
-Esse pajem querida?Cuida de você o tempo todo?- Aro perguntou.
-Por enquanto... ele é assistente do primeiro ministro,mas minha Mamãe o reivindicou para ser minha babá.Certamente deve estar me procurando.
-Então deve esperar num lugar mais adequado, mais confortável, até que ele chegue. Aro falou.
-Eu fico grata. Foi só o que ela disse completamente altiva ( ”Céus deixe que ela nunca seja encontrada para eu beber dela!”)
-Então ficará aqui esta noite e até quando precisar –Baixo Aro se dirigiu a mim –E ela ficará no seu quarto, será o guarda dela, não quero que ela fique sozinha, e dormirá lá.
Aquilo me revoltou tirar-me de meu conforto!
-Temos vários lugares vagos aqui! Por que no meu?!
Jane, Alec e Félix riam de mim.
-Você a encontrou, você cuida. Entendeu Demetri?
-Sim. disse sem ânimo nenhum.
-Ele cuidará de você agora meu bem. Eu e meus caros amigos temos coisas a fazer.Podem ir,afinal deve estar cansada.Aro falou sentando-se novamente.
-Sim entendo. Só que depois de eu ir embora deveria ensinar bons modos á esse plebeu...
Aro gargalhou alto.
-Não me esquecerei disso minha princesinha!Ele falou.
-Venha –“Sua pirralha!” - Vou lhe mostrar o meu quarto. - Disse essa para provocar.
-Seu?! –ela fechou as mãos em punhos – Não quero!
Assim que a porta foi fechada, com Félix desse lado, Eu peguei no pulso dela, com uma força leve
-Pare de reclamar!Já está me irritando!Demetri disse. Félix me acompanhava quieto pelos grandes corredores.
-Aiaiai!Está doendo! - Ela reclamou.
-Desse jeito vai decepar a mão dela a qualquer momento. - Félix disse.
Infelizmente vi que ele tinha razão.
-Então ande sozinha! E rápido! Soltei a mão dela.
acariciava a mão que eu apertei (não me arrependo tanto assim) e me olhava com raiva, sem chorar. Então queria ser orgulhosa...
-Você vai ver só! – Como ela ainda estava com o manto de Aro ela tropeçou... E caiu...Sim meus caros ela caiu!E estava chorando,quando se levantou vi que em sua boca tinha um pequeno filete de sangue,o cheiro delicioso, Félix tapou a própria boca, estávamos um pouco famintos ultimamente, eu que não ia desperdiçar um pouco de sangue, mesmo vindo dela, eu a puxei pelos braços, erguendo-a até minha boca e sem hesitar eu lambi, ela cortou o lábio inferior, a fissura era pequena, e estava quente, sentia até mesmo o pulsar da ferida, que logo começaria a cicatrizar.
-Aiiii... –sentia sua lágrimas molhando meu rosto – aiaiai...
se jogou em meus ombros chorando. Me tirando aquele breve momento de prazer(O que eu estava pensando?ela tem uns sete ou oito anos de idade!Mas era bom...)
-Eu-e-eu quero minha mãe! (Pronto! Agora sim ela é uma criança!)
Félix agora estava longe, não estava nem no começo do corredor... Certamente ia caçar alguma coisa.
-Vem, vamos para o meu quarto. - Demetri disse.
Assim que cheguei a meu quarto eu a coloquei na cama, e a deixei sentada lá, esperando que acabasse de chorar, ela silenciou (agora chorava menos) e olhou á sua volta, meu quarto não era simples, eu admito sou extravagante gosto de conforto e luxo, meu quarto era inspirado no século XVII, com detalhes em dourados, cores vibrantes detalhes de flores, e o típico papel de parede com a flor - de - Liz, era um símbolo utilizado há muito tempo por monarcas, agora ele estava deitada, e me olhava:
-O que foi? - Perguntei.
-Aquilo que você fez: Lamber meu machucado... Sarou,obrigada. - Ela disse,com as bochechas vermelhas.
Eu sorri com aquilo. Estar sendo educada devia ser difícil para ela.
-Acredite, não deve me agradecer, se quiser dormir, fique a vontade.
Ia me levantar para sair do quarto, e ficar na porta.
-Não! gritou.
-O que foi? –Perguntei - Algum problema?
Ela levantou, se apoiando no cotovelo.
-Fica aqui... Não sei onde estou e não gosto de ficar sozinha. - Ela disse,corando ainda mais.
Respirei fundo, sentindo o cheiro dela me queimar
-Está bem. - Falei.
-E... O que aquele homem disse,sobre o que aconteceu comigo...
-Aro. Disse.
-Sim - concordou.
-Eu ouvi a voz do meu irmão... ele falava alguma coisa...era um feitiço. Ele sabe muito sabe?
Eu quase ia rir na cara dela. Mas continuei a ouvi-la.
-Você entendeu o que ele disse? - Demetri falou.
-Não, ele tem a própria língua para isso; aí meu pajem gritou para eu passar pelo espelho... ela fazia um esforço para se lembrar.
-Espelho? - Perguntei.
-È um portal... Daí eu vim até aqui...
Ela bocejou; ótimo o sono tava chegando. - deitou de novo.
-Sei, de qualquer forma, vamos esperar seu pajem. - Demetri falou.
-Sim... Uahhhhhh –Ela falou – Você não vai sair vai? - perguntou.
-Não. - Demetri respondeu.
Mais alguns minutos e ela dormiu, seu sono era pesado, ia dormir a noite inteira, eu apaguei a luz. E me sentei numa poltrona, olhando para ela dormindo.
CAPÍTULO 2
Demetri pov.
Ainda continuava do mesmo jeito, deitada dormindo seu “soninho de princesa, na minha cama!” Já eram cinco horas da manhã, a chuva deu uma trégua somente à noite, pois os ventos mais uma vez trariam tempestade, A menina se mexeu muito o noite inteira, eu estava com muita raiva dela, talvez tivesse sido bem melhor deixá-la na chuva, mas não a curiosidade mata... Até mesmo um vampiro.Eu soltei as cortinas de veludo vermelho do dossel, simplesmente para não olhar para ela e tentar matá-la.Mal piscava, começou a se mover,seu coração ficou mais rápido,sinal de que ia acordar.Mais um minuto e pelo som as cobertas foram retiradas (eu a cobri,na vã tentativa de reprimir minha vontade de matá-la)Ela parou por um instante,eu pensei que ela fosse chorar ou algo do tipo:
-Cadê você seu plebeu idiota?!Aquela garota gritou. (Como não estava de bom-humor hoje, não tive dúvidas voei até minha cama) onde uma adolescente estava me olhando, eu apertei seu pescoço.
-Mais um “Plebeu idiota” eu mato você!Demetri falou.
Olhei mais para meu objeto de desejo e vi uma garota de uns dezessete anos, com cabelos até a cintura, suas mãos tentavam me impedir. Seu ar agora estava escasso,ela já estava desmaiando.Seus olhos se fecharam lentamente,eu a soltei.Prestava atenção no que havia na minha cama,não era uma criança,e sim um corpo esbelto e com curvas,até sensual,e suas roupas?(Não sei onde estavam agora) senti suas mãos deslizarem em meus braços desfalecidos, sua boca levemente aberta, e no pescoço a marca de minha mão direita, roxa contrastando com a pele rosada. Seu perfume era ainda mais atraente assim com ela...Ela grande?(Mas o que esta havendo!) Me afastei dela, olhando horrorizado, como podia ser possível alguém mudar assim?Teria que chamar os três aqui. Mas antes precisava acordá-la.Precisava acordá-la, assim comecei a sacudi-la,dar tapinha no rosto dela, começou a abrir seus olhos e me deparei com profundo e intensos,com seus cílios em uma linha finamente preta,delineando-os.Fiquei fascinado.Ela abri
u a boca!
-Você está bem?Consegue falar? Interrompi-a, só para ter certeza de como ela estava. Porém não entendi o que ela disse.
-Aegis: að koma til mín til að vernda mig! ( tradução. Ègide! vinde a mim proteja-me!)
Foi isso que ouvi depois uma luz intensamente forte me lanço contra a parede do meu quarto, e só parei quando destruí a parede do quarto de Jonathan. quando olhei mais uma vez para o meu quarto estava no meio da cama,com a mão na cabeça.Ela gritava como se a tivesse ferido,as cortinas agora em frangalhos ondulava em volta dela.
Uma lufada passou diante de meus olhos provocada por um pássaro grande, e branco,quando ele chegou á garota,a criatura se transformou em um homem, Ele se postou ao lado de e a amparou em seus braços, passou a mão na testa dela acalmando-a. parecia meio adormecida, no colo dele. Quando olhei para o lado o corredor era inundado por vampiros atentos a qualquer invasão.Aro, Caius e Marcos estavam diante da cena olhando interrogativamente para mim.
-O que aconteceu?Caius perguntou raivosamente.
-Ela me jogou longe. disse (era fato)
-E quem é aquele em cima daquela mulher. Mulher? Não era criança?Aro perguntou.
-Ela acordou assim... Era só o que tinha que falar.
-Só nos resta perguntar Aro. Marcos se pronunciou.
-Bem... –Aro se virou para os estranhos – Quem é você?
Aro olhava. E o cara olhou para nós com a linda menina no colo.(que inveja,Ela era linda demais.)
-Me chamo Ezequiel Ripli. Tutor da Princesa e vocês são...- ele hesitou e disse num sussurro – Vampiros...
-Parece que alguém tem um vasto conhecimento sobre nós. Caius disse olhando para Aro.
-Aonde você veio parar; por que aqui?Ele falava sem dar atenção a nós.
-Ahn sim. Então você é o pajem de ? Aro perguntou.
-Claro. disse.
-Bem como você eu não entendo o que aconteceu apara os tijolos da parede estarem fora de lugar...
Aí todo mundo olhou para mim. (mais um pouco e eu morria)
-Ela simplesmente me lançou do meu quarto... Falei em tom monótono.
-Hunf – disse presunçoso – ela usou o Aegis...
-Aegis?Aro perguntou – O que é isso, do que se trata?
-Ahn... Não sabem mas somos Alquimistas.E há muito tempo separamos nossa vida deste mundo.
-Alquimistas?Aro refletia(Aposto que ele estava pensando em novas aquisições)
-Sim, mas, não quero fazer mal á ninguém, quero apenas levar a princesa de volta.
-Há quanto tempo foram embora deste mundo?Marcus perguntou.
-Quinhentos ou seiscentos anos. Agora se me permitem vamos embora sem mais problemas. falou.
Depois da pancada que levei!Dos mimos dessa mulher... Linda...(Argh!)
-Lögum hvað er að gerast á líkama mínum er brennandi, brjóst mitt Ég get ekki staðið! (tradução. que está acontecendo em meu corpo está queimando, meu peito, eu não agüento!) falou.
(Esse idioma dá uma charme)
-E quanto á nós, nosso segredo?Caius pergunta.
-Será como nunca tivessem existido. Aquele pajem falou.
Aquele cara disse algo estranho e de repente minha cama começou a brilhar, porém, Eles ainda estavam ali, e o cara ficou pasmo.
-Já estão indo?Aro perguntou, quando viu que permaneciam lá - algum problema?
-Não posso levá-la, está presa aqui. Seu irmão dessa vez passou dos limites – Ele pensou mais um momento –Quem a encontrou?
Todo me apontaram.
-Ele -Aro disse –Por quê?
Esse tal de ficou me olhando com cara de interrogação.
-Que é que foi?Perguntei.
-Você me lembra alguém... Qual seu nome?
-Demetri Volturi. Falei.
-Nada demais, deveria ter alguém das sete famílias aqui para prendê-la. falou.
Aro olhou.
-Como vamos saber quem é se existem sete famílias como você disse?Aro falou.
-Eu sempre sei quem é. Falou o carinha que ainda a segurava. se ergueu olhando a sua volta.Até me encontrar e disse:
-Insolente –Até o se impressionou –Deveria mandar te matar por simplesmente me tocar!
Nisso ela se levantou, e veio em minha direção (Detalhe: ela estava nua... Ainda!)
-Com você assim... Estou disposto a correr o risco de levar uma pancada...Á media de cima á baixo.
não entendeu. O pajem indignado tirou o próprio casaco e jogou sobre ela que se transformou num lindo vestido,de tecido leve quase(Disse quase!) transparente.
-Nossa... eu estou me sentindo meio alta...-Ela olhou para o busto,divinamente tocado pelo pano.E olhei de volta para o rosto dela e ela começou a chorar.
-!Meus peitinhos estão grandes!
-Huhuahuahua!Não me segurei. O resto olhava quietos.
-Iguais os da Baronesa Petúnia, que me afogam... E chorava que nem uma criança.Afinal parecia adulta por fora mas, por dentro ainda era uma criança.
-Pelo Amor de meus ancestrais!Se estivessem daquele jeito eu me mataria!De tanta feiúra!Você está linda, apesar do que seu irmão fez... Esta maravilhosa...
Ooowww!Ele olhava para ela com cobiça!
-Pode crer. Só não falo mais por que é inadequado!
-Voltando o foco!Caius gritou.
-Quero ir para casa!E Estou com fome, e o que o fez?!
-Alguma falcatrua dele, por ciúmes!Estamos tentando descobrir, e ao que entendi, ele queria que você virasse uma velha... Mas ele errou em algo.
-Além de ciumento é burro. disse.E olhou para Aro.
-Aro poderia me hospedar até que eu possa voltar para casa?Se não se ofender por todo esse ocorrido. Era impressionante como sabia ser normal, e aristocrata...(Chega de elogios)
-Não, minha cara, será um enorme prazer. Aro falou –Assim terei a oportunidade de conhecer seus costumes melhor.
Ela sorriu.
-Þakka þér! –Eu disse: Muito obrigada!
Aro sorriu.
-Não há de quê.
Aí o pajem safado...
-Virei visitá-la, para ter certeza de que está bem. disse.(Lógico era só para ter certeza de que não a mataríamos)
olhou para ele.
-Já que não tenho muito que fazer... E diga a Mamãe que estou bem.
O cara virou um pássaro de novo e sumiu num brilho esquisito.
(Familiazinha estranha... E será que tem alguém de lá aqui? )
-Alguém tem de limpar essa sujeira. Marcus falou.
-Eu arrumo!Crinelle falou.
Reverse tíma!(tradução. Tempo reverso!) Ela pronunciou e pedra por pedra. Foram voltando ao seu devido lugar nem um mísero pó.Ficamos estupefatos,Até minha cama estava arrumada.
-Céus!Aro exclamou - (Mal podia imaginar as idéias que passava na mente dele, com certeza faria de tudo para ter uma alquimista como ela na guarda)
-É uma menina bem talentosa, . O que mais pode fazer?
(Sabia!)
-Não sei, assim sinto que não tenho pleno controle sobre meus poderes. Ela falou andando até meu quarto.
Eu me levantei e fui me certificar que estava tudo ok!E ela estava deitada na minha cama de novo:
-Hey !Tá fazendo o que ai?
-?O que é isso? (Ótimo...)
-É um apelido. Ela sorriu.
-Você me deu um apelido?Que nem o meu?Plebeu idiota!
(Isso é um apelido ) continuou a falar.
-Então vou te chamar de Demetri!Disse toda orgulhosa.
-Demetri é meu nome. Ela olhava divertida.Eu olhava mas,com outros olhos...
-Mas é divertido te chamar de plebeu. só que vou te chamar de Demetri de agora em diante!
Melhor do que nada.
-E você vai fazer o que aí?Eu perguntei, pois ela estava jogada na minha cama.
-Estou cansada... E como fome.
Sem esperar sabia que ia pedir comida. Então liguei para Fátima e mandei trazer o café da manhã para ela.O café chegou,e o cheiro logo me deu náuseas. olhou o garçom vir e deixar o carrinho de comida.
-Isso é para nós dois?Ela perguntou.
-Não é tudo seu. permanecia na cama com pernas de índio,ela bufou.
-Não vou conseguir comer tudo!Vou dividir com você!Ela falou separando uma xícara para mim.
-Não como isso. Prefiro uma certa bebida quente.Olhei para o pescoço dela.imaginando o gosto da noite passada.
-Quer leite quente?Ela perguntou - Tem café preto também. Nisso ela entortou a cabeça para o lado.
-Não, eu quero sangue!Falei sem pensar na reação dela!(de preferência o seu se não se importa)
-Eca... Sangue tem gosto de ferrugem...Como você consegue?!Agora ela me olhava curiosa.
-Para mim, não. Ele é mais doce que qualquer coisa.Agora coma.
voltou-se para a comida, e até no gesto simples de erguer o garfo, ela era atraente.
(Mas ela é criança... Criança cresce!)
Melhor olhar para a janela.
Ouvi passos diante da porte e Félix entrava:
-Oi!Félix!Ela disse. Ele deu o sorrisinho básico.
-Bom-dia.
-Bom-dia! –ela disse - O que veio fazer aqui?
-Vim cuidar de Demetri. Ele disse e eu olhei.
-Como?
Ótimo agora tenho uma babá.
-Aro, mandou por que talvez você precise de freios, e quando sairmos Jane virá.
-Até a Jane?!Eu falei olhando-o indignado.
-Quem é Jane?Ela perguntou sua voz de Soprano.
-Sou eu. Jane entra n meu quarto.
olhou boquiaberta, apenas por um momento, por que se tornou altiva mais uma vez(Aquilo ia dar briga um dia desses)
-Ég held að ég muni eins og það(tradução: Acho que vou gostar dela)
-Vim por que aro quer saber como a garota está?Ela olhou para .
-Estou muito bem obrigada. Ela falou.
-então quando saírem, eu irei junto entenderam?
-Claro. (como água transparente!)
-Por favor, fale em nossa língua. Félix pediu.
-Quando falar em minha língua, não será nada importante. Ela falou abanando a mão em sinal de descaso.
Félix deu um sorrisinho cínico.
-Agora sei por que queria tanto matá-la. Ele olhou para .
(Onde ela está!)
-Para onde ela foi?Félix comentou.
-Juro que tenho um palpite. falei sarcasticamente.
Félix riu.
Jane pov.(n/a: Prometo fazer o máximo para parecer com a Jane galera)
(A-m-e-i o apelido novo do Demetri.plebeu idiota!hhahahaha.)
Aquela garotinha deveria ser morta...Que coisa inútil,o que faríamos depois que os pais viessem buscá-la?
Aro ficou curioso com o que deve ter visto na mente dela.Certamente tinha algum dom especial.O meu Mestre cuidou dela,até mesmo deu a própria capa para ela.assim que ela saiu reclamando com ele,por dormir na cama dele.Mandei Félix acompanhar,caso Demetri,provavelmente ele se irritaria coma guria.Depois a noite permaneceu calma.Ate umas cinco da manhã.O silêncio que tanto aprecio foi interrompido por barulho de muros sendo postos á baixo.Imediatamente ficamos em alerte e eu me dirigi até onde Aqueles dois imprestáveis estavam.e vi Demetri no chão e ela,agonizando na cama.Só que não era uma menina e sim uma mulher,que ameaça ela podia ser para nós.Depois vi um homem ao lado dela.e a situação foi explicada.depois que voltei ao grande salão ao lado de aro.Ele comentava.
-Alquimistas?Não me lembro de ouvir sobre eles e já vi muita coisa.ele falou olhando para Caius.
-Ele disse que ela está presa aqui,e nosso único trunfo caso sejamos atacados.Ele falou –E se for um emboscada?
-De quem Caius?Marcus perguntou.
-Talvez tenhamos matado um deles.Caius comentou.
-a menina é muito sincera no que fala,não creio que haja uma emboscada.porém,Jane?
-Você vigiará a menina,junto com Demetri,afinal,ele é um bom rastreador,e você uma excelente guarda.(Obrigada pelo elogio mas, me ofendi por uma tarefa tão pequena)Nenhum de nossos protegidos escapou de nossas mãos,querendo eles ou não.
Meu mestre deu um sorriso simpático para mim,se ele pedia era por que nunca falhava em suas observações.
-Vou avisá-los –Falei.
-Quero que sua atuação fique mais casa a mocinha queira sair,já que ela será minha hospede.Ela definitivamente tem Ares de realeza.
-Como quiser Mestre.Saí,e fui para o quarto de Demetri.
Félix estava lá como sempre ele acompanhava Demetri(Velhos amigos)A menina estava tomando café da manhã(Que cheiro nojento.)
Quando avisei,Eles não gostaram muito e aquela guria me olhava de um jeito que não gosto...O jeito que prefiro fazê-los sofre por me encararem assim.Quando saí,uns cinco minutos e ela me surpreende:
-Você deve ser alguma rainha para fazê-los abaixar a cabeça assim.Meus parabéns.Ela me encarava.
(Por que tudo para ela tem á ver com realeza...)
-Não,apenas aprendi com o tempo.O que você quer?Perguntei.
-Nada – ela deu de ombros –Só gostei de você.
-Hahahaha!Não deveria.Falei dando as costa para ela.
Senti o coração dela acelerar,e ela falou.
-Estou cansada de me dizerem o que fazer você não cansa não?Ela perguntou em voz alta.
Olhei para ela pensativa,(não é que ela tem certa razão)estendi minha mão para ele.
-Venha comigo.
-Para onde? –ela falou empolgada .
-Vou mostrar o que faço.
nota da autora: N/Autª: Oie! Fiquei muito feliz só de ver mais de 10 comentários no primeiro capitulo! Obrigada pelo carinho!
CAPÍTULO 3
Jane pov.
Desci com ela até o calabouço, onde tinha um vampiro da guarda que estava meio descontrolado, matando onde não devia e ainda se recusava a nos obedecer, o que complicava a sede dele.
-Jane? Isso é um calabouço? - falou.
-Sim. Não se preocupe não tem nada de mais a não ser um guarda que saiu da linha. - Disse,encontrando Alec na porta, afinal ele o impedia de fugir,a te o quarto dele ficava perto de lá.
-E você veio para soltá-lo? - Ele me perguntou.
-Não vim para convencê-lo. Olá Alec. Cumprimentei-o. - acenou para ele.
-O que acha que ele dirá hoje. - Alec me perguntou.
Eu abri a porta e ele continuava deitado, sem se mexer.
-Pode despertá-lo. - E observei o Jhonatan se erguer.
- E então Jhony. Tente se controlar,e sairá daqui. - Disse.
Jhony me olhou com raiva e falou:
- Por quê?! Não posso matar livremente? Não foi para isso que me transformaram?!
(Por que todos os recém criados tinham que ser assim?!)
-Não fomos nós que te transformamos. - Olhei para ele e o fiz sentir dor.
O vampiro gritou desesperadamente, mal podia avançar sobre mim. Não saía do chão, via os ferimentos se formando de dentro para fora. Eu sorri com isso; talvez assim ele aprendesse.
-Minha nossa! Ele está passando mal?! Como o faz sofrer sem ferramentas?! - perguntou. Quando a olhei ela estava de boca aberta,pendurada na grade do portão,com uma cara até animadora para mim,”Amedrontada”.
-Eu faço isso. - Expliquei.
-Co-como?! - Ela exclamou. Podia ouvir Alec rindo.
-È o meu dom. Não me pergunte como temos. Apenas sei fazê-lo.
-Isso está doendo muito?Ei você aí?!Estou falando com você me responda !È uma ordem!
Parei de torturá-lo.
-Responda para ela. - Disse suavemente.
-O que você acha?! Quando eu sair será a primeira que eu matarei! - Jhony gritou para .
-Faça isso e sofrerá a ira de minha -Ela deu ênfase à palavra – Corte seu insolente! Jane porque não corta a cabeça dele? - Ela perguntou olhando para Alec.
-Acho que será em breve...Jane acha que depois disso. –ele apontou para Jhony – Ela se comportará?Ele já enlouqueceu.
Alec tinha razão. Era melhor matá-lo.
Eu o deixei deitado agonizando.
-Vamos falar com Aro. Subi as escadas. Quando ia abrir a porta me deparei com um homem na minha frente de repente ele estava de costas para mim, e trombei com ele quase caindo da escada.
-Irmãzinha!
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!
gritou. Alec rugiu para o homem.
-Calma,não precisa se assustar...Sou eu!O príncipe que você mais A-m-a!Seu irmão!
(Oh não...Mais esquisitos)
-E o que você quer aqui!? - gritou.
-Vim te visitar oras... abriu a porta e saiu. Vi que ela se afastava conforme ele se afastava.
-Vo-vo-você! Estava preso!
-Há-há-há –ele riu pausadamente – Tenho minhas artimanhas minha irmãzinha querida.
-Não me chame de querida! Vá embora!
(o príncipe a analisava. E as costas dela vinha Demetri e Félix)
-Quem é esse cara?!Demetri perguntou tomando pelos ombros.
-Sou Aster-ae-Daeomonia- Eucaristia ,irmão da princesa.
-Irmão? - Félix perguntou.
-Ahn! Não mais um não!Já me basta essa! - Demetri apontou para .
-Chega! - Gritei e todos calaram a boca.
me olhou, de cima a baixo.
-Olááááá... - Ele disse todo derretido.
-Explique-se por que está aqui? - Perguntei para ele.
-Na verdade- Ele se inclinou para o lado – vim ver se minha irmã realmente virou uma jovem belíssima... E não uma velha caquética!
-Como vê estou grande e não velha! gritou.
-Não era essa aaaaa... Minha intenção. - Ele explicou para mim.
-Ah!Vamos voltar para cima...Saí puxando a .(não sei mas me identifico com ela)
Todos foram atrás.Exceto ele que colocou a mão em minha cintura e disse:
-Eu a acompanho querida.Me puxou mais...
-Dor.
Ele caiu ao chão gritando,fiz até ele cair no chão.
-há-haha-há!Continue Jane!Faz até ele desmaiar!Vai vai vai! - torcia.
-Acho que já lhe é o suficiente.
Parei e ele se levantou cambaleante.
-Rosas selvagens! - exclamou.
Jane pov.Fim.
Demetri pov.
Quando encontrei a Pirralha!Ela estava pendurada na grade da porta do Jhony,ele estava preso e pelos gritos Jane o torturava.Fui lentamente sem pressa de encontrá-la.Alec estava do lado de fora.
-Irmãzinha!
Mais uma voz estranha estava lá.
-AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!! gritou.
-Calma,não precisa se assustar...Sou eu!O príncipe que você mais A-m-a!Seu irmão!
(Irmão dela...Ai...Mais essa agora)
-E o que você quer aqui!? - gritou.
-Vim te visitar oras... - abriu a porta e saiu.
se afastava.
-Vo-vo-você!Estava preso! - Ela gaguejou
-Há-há-há –ele era arrogante – Tenho minhas Artimanhas minha irmãzinha querida.
(Querida?!)
-Não me chame de querida!Vá embora! A voz dela estava tremula.Mas ainda alta e histérica.
(Esse cara é mesmo irmão?Tava olhando demais...)
Peguei-a pelos ombros.
-Quem é esse cara?!Demetri perguntei.
-Sou Aster-ae-Daeomonia- Eucaristia , irmão da princesa. (Affffff!)
-Irmão? - Felix falou.
-Ahn! Não mais um não!Já me basta essa!Demetri apontei para ela. Que continuava imóvel perto de mim.
-Chega!Jane gritou e olhou com raiva.
O cara virou para ela e a olhou...Ele tava babando por ela!
-Olááááá... - Ele disse todo mole.
Puxei para perto de mim.
-Explique-se por que está aqui? - Jane perguntou.
-Na verdade- Ele se inclinou para o lado – vim ver se minha irmã realmente virou uma jovem belíssima... E não uma velha caquética! O cara tava decepcionado.
-Como vê estou grande e não velha! gritou.
-Não era essa aaaaa... Minha intenção.Ele explicou.
-Ah!Vamos voltar para cima...Jane (Isso mesmo) Saiu puxando a pelo braço.
(Que coisa é essa...Jane boazinha)
Todos fomos atrás menos o cara.
-Eu a acompanho querida. A puxou mais para perto...
(Nossa o Alec deve ta f*****!)
-Dor. Jane disse. Isso ia doer.
Ele caiu ao chão gritando, caiu no chão.
-há-haha-há!Continue Jane! Faz até ele desmaiar!Vai vai vai! - torcia.
(que tipo de irmã ela é,sei que ele aprontou mas, só quem sentiu o dor que a Jane provoca sebe que não é legal.)
-Acho que já lhe é o suficiente. - Jane ergueu o queixo.
Ela parou e ele se levantou meio tonto.
-Rosas selvagens! - exclamou.
(rosas selvagens?)
Jane olhou incrédula.e com cara de apaixonado...
-Lidíssima!Eu sabia por trás desse rosto suave e angelical,existe uma mulher atraente e selvagem!Minha bela Rosa selvagem...Com pétalas aveludadas e frágeis porém, com espinhos para se defender. - falou.
Alec rugiu.(Pronto vai sair briga.)
-Ahn... – lamentou – Pare de fazer qualquer ruma de suas prediletas .É vergonhoso.
E saiu,agora puxando a Jane,que continuava quieta,aí todos nós fomos atrás.
(E com o cantarolando)
-Ow ? - Chamei-a baixo.
-Hummm... - Ela respondeu.
-Quem são as prediletas dele? - Perguntei.
-B-bem...Ela dá esse nomes de flores para suas musas...Pupilas,mulheres em geral que ele ache bonita...Ahn! e forte candidata a concubina pois esposa ele já tem.
(Esse cara só pode ser louco!A Jane como musa)
-Calem a boca vocês dois. - Jane disse mais para mim.
-Se ele por as mãos em Jane... - Alec comentou.
-Eu sei me defender. - Jane disse.
Saímos do Calabouço, e já estávamos diante da porta onde ficava o salão.
Jane abriu a porta furiosamente,em silêncio se postou ao lado deles.Alec a seguiu e Félix..foi para o canto como sempre. E ficamos eu, e o irmão Dela que começou a olhá-la de novo.
-Bem o que é agora? - Aro perguntou.
-Mande meu irmão embora agora... - pediu.
-Irmão? - Caius
-Irmão? - Marcos.
-Sim!sou eu!Aster-Ae-Daeomonia- Eucaristia !
Ele fez uma reverência. bufou do meu lado e encostou a cabeça no meu ombro.
-minha querida? - Aro chamou.
-sim?
-Ele não estava preso? - Aro perguntou.
-Era o que deveria ser... –Ela disse chorosa – Mas ele,foge...
-Eu não sou nenhum fugitivo ok Mana! - olhou para ela.
-E o que você está fazendo aqui? - perguntou.
-É isso que ia perguntar. - Aro falou.
-Cooomo disse, ver minha irmã? - disse.
-Você não tem mais o que fazer príncipe ? -.
O babá dela surgiu do nada!
-Como por exemplo,assinar petições?Aprovar decretos em nome de seu pai?Ou ajudar no treinamento da guarda real?E tudo isso em seu cela.
O cara tinha a cara mais sinistra do mundo,fria até a aura do ambiente ficou fria.A tava começando a tremer.
-Só vim tirar uma folguinha...e por acaaaso...Já deu o recado para minha irmãzinha?
-Que recado?!Ela perguntou.
-Agora não...Vamos embora .
saiu puxando-o pelo braço.-Que recado ?!
Enquanto era arrastado disse.
-Nossa festa de aniversário!
-Foi cancelada? - se encheu de esperança.
-Não!Ficou louca!Será aqui com você!Afinal como comemorar seu aniversário sem você...
(Epa!A festa não vai ser aqui vai?) parou de arrastá-lo.
- Será aqui em Veneza!E estão todos convidados!A pedido de papai...Em agradecimento de hospedarem a Princesa.
-Ora...Eu não imaginava que estava tão perto o seu aniversário . - Aro disse.
-Ótimo agora vem! - gritou e eles desapareceram...
-Isso vai acontecer aqui? - Perguntei.
estava vermelha seu coração estava correndo feito louco no peito dela de tão rápido.
-hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!Ela falou,esganiçou sei lá...De um jeito fino e bonitinho. - Abafando um grito.
-Sim – disse rouca – E eu gostaria que fossem...
-Mas é claro que vamos meu anjo! - Aro exclamou.
-Assim do nada!Pense no que está decidindo Aro! - Caius falou.
-A segurança de vocês está tranqüila afinal,quando disse que vocês iam,significa que ficarei em um camarote apenas para vocês.Serão os meus convidados...Meu trono ficará com vocês.é um código de honra sei lá...estão provando que não farão nada a mim. - disse.
-Quase como uma refém? - Jane perguntou.
-Não é a única a ver por esse lado. - comentou.
-Estou como fome e cansada de ficar aqui...
Dizendo isso saiu pela porta sozinha.Eu fui atrás dela.
-Está tão desanimada com a festa? - Perguntei chegando ao lado dela.
-Só os adultos se divertem.Crianças não.
-Você não é tão criança agora.Está mais alta. - Falei.
- Para mim não faz diferença.Ainda mais na posição com o título de Soberana.Ela disse.
Estávamos no corredor do meu quarto.
-Como assim?Perguntei.
-Não sou só a princesa de uma família só...Sou princesa das sete famílias.
-Hein? - Falei.
-Devido a tantos casamentos entre as famílias, até chegar a meu pai eu carrego o sangue das sete em mim,sou herdeira de todas as famílias,chego a ter mais autoridade que meu pai se quiser,quando eu for realmente maior de idade.
(Nuss!Poderosa)
-Então você tem mais obrigação de estar lá. - Falei.
-Sim. - Ela apenas disse.
-Aí você leva o título de soberana?
-Exatamente.O olhar dela era triste.
-Deve ser difícil carregar um fardo desse. - Falei.
-Não faz idéia.Daria qualquer coisa para me ver livre disso -Ela comentou.
-Não há alguém que a livre disso lá? - Perguntei curioso.
-Somente um herdeiro direto da primeira família.O que é impossível...Estão todos mortos.Ela disse abanando a mão para o alto.
-Mortos?Por quê? - Eu quis saber.
-Traição.Mas, isso não sei o motivo,é proibido só os anciãos sabem.
se sentou na poltrona,cruzou as penas em forma de borboleta,encostou-se e fechou os olhos.Por incrível que pareça eu me sentia diferente ao lado dela.Era uma possessividade .Não á via como uma criança mimada,eu entendia o fardo dela.Havia uma carta na escrivaninha ao nosso lado (não saí de perto dela) eu olhei. E estava endereçada á ela.
-Tem uma carta para você.
Ela abriu os olhos,olhos para a carta e estendeu a mão.Entreguei-a. leu sem pressa,seus olhos de repente atingiram um brilho raivoso.Se levantou depressa e andava de um lado para o outro.
-O que era? - Perguntei mais uma vez.
Ela não me respondeu.Então peguei a carta e li.
“Honrada Princesa .
Eu o Príncipe Aster –Ae-Zelothia- Razard.
Tenho o prazer de lhe informar meu regresso.E ter a Ilustre sorte de comemorar seu sétimo aniversário.A viagem foi árdua,porém,prometo-lhe honrá-la com o presente mais belo dentre todos os outros,para assim conquistar a mais bela jóia de toda a Aster,nosso amado reino.E também minha futura esposa.
Príncipe Razard.
(Ela estava noiva?! Ela só tem Sete...Sete anos!)
-Você está noiva? - Gritei.
Ela me olhou surpresa.
-Sim e daí?Ela jogou a pergunta.
-Ele é seu noivo?Que merda hein?!
-Há! –Ela exclamou – É desde antes de eu nascer!Por que está ligando?Sempre é tão... Ignorante!
-Não sei!Mas quero saber por quê? – Encarei-a,seu olhar antes frio se quebrou em rendição –Fale.
-As Sete Famílias.O reinado é trocado a cada sem anos lunares.É a vez da família dele, e não tem como evitar,é praticamente uma benção eu ser esposa dele.È raro haver qualquer criança herdeira das setes famílias.Ser Soberana significa também abrir mão de sua próprio livre arbítrio.Enquanto eu for criança e solteira não tenho direito algum sobre mim mesma. E casada é o mesmo que nada!
(Pensei que ela fosse mimada,mas,era presa completamente a sua vida,era um passarinho numa gaiola,e ao redor da gaiola haviam expectadores,assistindo-a até talvez seu último suspiro de vida. ”E seu eu roubasse a princesa deles?” Não conheço nada sobre eles melhor não me intrometer. “Você a quer.Sente o que ocorre a sua volta quando ela está aqui.Sente que ela te pertence.Sente que ela quer o mesmo.” Não sei o que uma criança sente em relação á mim?! “No fundo de sua mente;em sua essência você sabe Aizen!Livre-a prendendo-a á você!Já tens uma parte necessária.Falta uma superior a qualquer magia deles” Nem mesmo minha voz em pensamento é a mesma,parece outra pessoa falando em meu ouvido!)
-Demetri! – Olhei para ela. – Está louco?! Não entendi nada do que falou!Umas coisas em língua diferente?!Você está bem?
Continuei observando-a,eu falei algo estranho?além de vampiro sou louco?!
-Esqueça o que eu disse...Ele irá a essa festa?
-Já disse que sim!É claro que ele estará lá. - falou.
Ela cobriu o rosto com as mãos,eu cheguei mais perto.enlaçando sua cintura.Depois aproximei nossos rostos,assim que ela sentiu minha pele fria abriu as mãos,mas não evitou o contato.
-Sua pele é fria... - ela sussurrou.
Rocei meus lábios na bochecha,senti seus olhos se fecharem.
-Você nunca se aquece? - Ela perguntou em voz baixa.
-Não,desde transformado,nunca mais minha pele foi quente.Isso te incomoda?
Dessa vez ela chegou mais perto.encostando seu nariz no meu.Sentia seu hálito quente batia lentamente em mim,seus lábios chegaram mais perto e permaneceram naquela distância.então eu a beijei.Os lábios eram macios e quentes,e seus movimentos confusos.Sem resistência ela deu passagem para minha língua que imediatamente se encontrou com a sua acariciando-se.Seu peso se intensificou em meus braços revelando toda a entrega .Minha garganta ardeu;era hora de me afastar.soltei-a e ela me olhava arfando.
-Tem certeza que tem sete anos? - Falei.
-As crianças como eu assista cada coisa. - sorriu.
-Então acho que vou roubar uma princesa em breve.
-Não brigue por mim Demetri.ela abaixou a cabeça.
-Não sabe que quanto mais negar,mais me provoca?Vai haver um jeito.E você será minha.Menina mimada.
Saí deixando-a no quarto.Eu precisava caçar.E logo antes que eu volte para lá.
CAPÍTULO 4
Demetri pov.
Cacei o primeiro que vi.Foi uma garota de programa saindo de um bar, mal precisei seduzi-la de tão chapada que estava.Andei pela cidade pensando em .Três dias que ela estava comigo e virou minha existência de cabeça para baixo.Ela me confundia, afinal ela era ao mesmo tempo adulta e criança,sua aparência mudava a mente mudava também ou não; parece que ela teve de crescer muito antes do tempo. Não tinha domínio sobre si mesma,e pior ( o que me revoltava) um noivo.Isso me era tão ultrapassado que chega a ser absurdo!(Também não tinha idéia de como ele era se um velho ou um jovem,feio ou bonito) Quanto mais pensava pior era a minha obsessão por .Admito que meus pensamentos eram diferenciados entre puros e os mais secretos que só devem ser dito e, feito entre quatro paredes .Eram três horas da manhã e pela atmosfera sentia que o dia ia ser quente e ensolarado.Quando voltei estava tudo na mesma,cada um para o seu lado,estava passando pelo corredor das esposas.Cada uma tinha seu quarto e uma grand
e sala para se reunirem; havia algumas delas por ali e ia justamente passando por lá que encontrei Heidi.Ela vinha sorrindo em minha direção,e andando de um jeito sexy.
- Fiquei sabendo que virou babá de uma menina. - Ela disse,passando a mão pelo meu ombro e se enroscando no meu pescoço.
-Não sou babá,só estou responsável por ela;que aliás não é tão menina.Pus a mão na cintura dela.
-Está livre? - Ela me olhou insinuante.
(Sempre direto ao ponto)
-Sempre transparente – eu ri – Mas, livre para quê?
- Não se faça de bobo.
Heidi chegou mais perto da minha boca,e roçou os lábios. - Eu retribuí o carinho.
- Já que seu quarto deve estar ocupado... É melhor usarmos o meu quarto.
- Ele é mais perto também não esqueça. - Lembrei-a.
Ela me puxou pelo braço adiante no corredor.
Chegamos ao quarto e ela nem deu tempo de ao menos fechar a porta direito, abriu minha camisa e começou a deslizar as mãos enquanto nos beijávamos,apertei sua cintura levantando-a e fui em direção a cama,deitei por cima e deslizei minhas mãos na lateral de seu corpo, Heidi e eu nos conhecíamos bem (a tempo de mais) conhecíamos o corpo um do outro.Deixei-a apenas de lingerie e quando ia me deleitar...
Toc...toc...toc...
-Ahn! – Heidi reclamou - Quem é?
-Saia daí Demetri – era Jane – Tem mais – Ela forçou a palavra – Visitas.
-Desculpe -sussurrei para ela e saí me vestindo com Jane do meu lado (Todos sabiam de mim e Heidi )
-Quem é que está aí dessa vez. - Perguntei.
-Três velhos e uma mulher mais jovem. - Ela disse.
- E o que eles querem? - Falei.
- Não sei,e chame a . Jane saiu na minha frente.
- Ok. Saí de volta para meu quarto.
ressonava tranquilamente;quando cheguei até a cama e a olhei... Era criança.
( De novo?)
- ? – Passei a mão no ombro dela – ,acorda...
Ela se remexeu um pouco e resmungou.
- ! – ela deu um pulinho – Acorda.
- O que você quer? Plebeu idiota.
(Não vou nem comentar)
- Parece que tem mais gente do seu castelo aqui. Querem falar com você.
Ela se levantou devagar e saiu na minha frente cambaleando tonta pelo sono.Jane estava do lado de fora; e quando viu criança me olhou.
- Criança de novo? - Jane perguntou.
-Não fiz nada,ela tava assim quando vi. - Disse.
-Eu hein...Não entendo mais nada dela Demetri.
-Nem eu.
- Vão ficar aí parados...Vamos.Estou com sono. - saiu reclamando.
(Que lindinha ! ...É melhor me controlar)
Voltamos para o grande salão e havia mais do que três pessoas ali.Os três velhos que Jane disse,e mais o pajem dela e o irmão que estava na porta,todos sérios.
- Saudações alteza. - Disse o mais velho de todos eles.
(Se é que tem como isso)
-Sim.Querem falar o que comigo?
se dirigiu para o lado de Aro,que permanecia lá junto com Caius e Marcus.
- Posso sentar no seu colo? pediu... Para Aro! – Estou...wuaaaaa!...Com sono.
Aro pensou por alguns instantes e a pegou no colo.
- Não sabia que tinha essa consideração por mim querida! - Aro falou de repente (obviamente lendo a mente dela)
sorriu.No mínimo alguém falou o que ele podia fazer.
- Viemos aqui para que a senhora decidisse algo muito grave majestade.
O segundo velho ( segundo mais velho) se pronunciou.
- Não é meu pai e irmão quem decidem isso? - Ela perguntou.
-Seu pai está mais ocupado alteza.E seu irmão esta impossibilitado ainda.
-Ahn sim,de castigo não é mesmo. abanou a mãozinha em sinal de que se lembrara.
(Ou para provocar o irmão)
- Vamos direto ao assunto senhores. – o falou – Nos deslocamos até aqui para isso.
- Do que se trata? - perguntou.
Quando olhei para ela sua expressão era um disparate em relação á como ela ficava aqui conosco,era mais simpática,mas para eles era sem emoção,com um olhar frio e parado,sem brilho algum,quase como outra pessoa.
- Tragam a testemunha aqui, e a ré . - O segundo velho falou.
Três pessoas entraram:
Entrou um homem ligeiramente magro,rosto fino e com ossos no lugar das maçãs do rosto,ao lado uma mulher um pouco acima do peso,de meia idade,porém,fazia você ter noção do quanto bela ela fora quando jovem. E por ultimo uma criança, uma menina um pouco mais nova que ,sua roupa estava suja e não passava de um trapo praticamente, e ela choramingava, de certo já havia chorado bastante. veio à frente e se curvou e falou.
- A mãe da menina pede sua clemência, é o nome da criança.
A criança olhava assustada para nós, e a mãe interrompeu.
- Por favor – ela fez uma mesura – Majestade... Ela não teve intenção nenhuma! Ela mal poderia carregá-lo.
- Silêncio! – o homem que devia ser testemunha falou.
- Quem deve ficar quieto aqui é você. - apenas mandou.
- foi acusada de mexer em um livro dos Reis,estava levando-o para fora da biblioteca.No mínimo para vendê-lo. - disse.
- Ou para levá-lo a alguém que saiba usá-lo Senhora. - O homem falou.
- Em que lugar você trabalha? - Ela perguntou.
- Sou da terceira ala do castelo.Ele disse.
- E o que fazia na primeira? Qual sua função? - disse.
- Fui entregar um objeto,majestade e a encontrei saindo com o livro. E eu sou um valete.
- Que livro era? - Ela perguntou aos velhos.
O segundo que falava mais que o outro mostrou um livro grosso e pesado,maior que uma bíblia,e se aproximou para dar a ,que saiu do colo de Aro.
- Não é um livro fácil de ler. - falou.
- De fato,mas não justifica o porquê de estar não mão de uma menina. O segundo - Velho disse.
- Ela deve ser executada por tal ato impuro,jamais deve- se retirar um livro tão sagrado!
A mãe da menina ao ouvir a possível sentença da filha se desesperou e tentou correr até a filha mas,misteriosamente ela foi contida e ajoelhada ao chão permaneceu ali gritando.
-NÃO MAJESTADE!É MINHA ÚNICA FILHA!NÃO A MATE!LEVE Á MIM NO LUGAR DELA EU IMPLORO!TENHA PIEDADE DEL...
A Mãe foi calada,e o que vi foi o fazer um movimento e a voz da mãe cessar.Ela continuou a chorar em silêncio.
examinava o livro
- ? Este aqui tem muitos selos á serem abertos,é capaz de se levar mais de um ano para se quer ler o primeiro capitulo dele.Você já o olhou? - perguntou ao irmão.
chegou mais perto e olhou (uma olhadela rápida)
- É difícil de lê-lo para qualquer um. Eu levei um mês para abri-lo por completo.
-Se você é capaz de fazer em menos tempo,não é?- Ela perguntou.
- Esse foi um pouco complicado,o que acho é que ia levá-lo a alguém. - O irmão afirmou.
- Além de que ele é pesado. - Ela respondeu com dificuldade,e ele pegou o livro.
-Para mim,Vossa alteza ela o carregava como uma pena. - O valete falou.
- Deixe que a fale então.
-Ela não deve lhe dirigir a palavra.Majestade. - O segundo velho falou.
- desfaça o silêncio dela. - ignorou o velho.
Voltei a olhá-los de maneira divertida afinal, estavam obedecendo a uma criança,quando reparei que o primeiro Velho me olhava,me analisando desconfiado. fez o mesmo gesto que calou a mãe e só agora pude ouvir os soluços da criança.
- O que houve para você achar esse livro ? - perguntou.
A menina ainda soluçando e se esforçando disse:
-N-não q-quero m-m-morrer...
- Ninguém aqui vai matá-la a não ser que seja necessário.
- Diga-me o que aconteceu. - pediu.
chorava sem parar.Não conseguia se controlar,ouvia seu coração batendo assustado.
-N-não fique zangada p-pri-princesa! - pediu.
- Calma... Calma não estou zangada. - subitamente passou a mão nos cabelos da menina.
ficou mais calma.
- Conta o que aconteceu.- pediu fazendo a menina olhá-la nos olhos, se acalmou lentamente e mais controlada explicou.
- Eu estava pegando as almofadas,para tirar o pó e eu achei o livro atrás de uma delas. parou enxugando o rosto.
- E o que fez em seguida? - encorajou-a a continuar falando.
-Eu vi o livro. E o peguei para levar á mamãe.Ela sempre diz que se eu achar algo estranho é para dar a ela que saberá o que fazer.Ela devolveria aos guardas.
-Ahn sim. - disse.
- E o Valete me pegou! - voltou a chorar.
-É claro que sim! Você estava com um livro muito importante;o livro dos báculos!
- Você sabe o que está escrito nele... - Ela constatou.
-Então foi você que leu. - disse
-Para quem você o levava?De certo não sabe ler,somente os membros da família real podem entender o que há nele.
- E-eu n-ão sei do que se trata o li-livro. - O valete tentava se justificar.
- Bem acho que não será executada.Mas por tocar num livro desse.Deverá ser expulsa do castelo.
Olhei e a mãe começou a chorar.
- Isso é realmente necessário? - perguntou.
- Não há nada que se possa fazer. - disse.
- Vamos levá-los agora majestade. - O segundo velho disse.
- Esperem um momento! – falou. – , quero falar com papai!Mostre-o no seu espelho.
tirou um colar minúsculo do peito e o jogou no chão. E lentamente o reflexo de foi tomando forma tremulando até atingir o tamanho do espelho de uns dois metros de altura,refletindo o nosso ambiente. Depois de uns minutos a imagem de foi sumindo e de pouco em pouco surgiu uma mesa,dentro de um escritório apinhado de livros espalhados pelo local,e atrás dela havia um homem sentado,de cabeça baixa escrevendo com uma pena dourada,algumas sombras passavam pelo espelho,e paravam diante dele,e depois sumiam. olhou para a imagem e chamou.
- Papai?
O homem olhou a sua volta até encontrar com a suposta imagem da filha,o rei(Claro não sou tonto assim se ela é princesa ele é o rei) tinha os cabelos bem escuros,e uma barba relativamente comprida.Seus olhos tinham pé de galinhas,e seu olhar era severo até se suavizarem ao ver a menina.
- Sim?O que deseja ,á essa hora da noite.
- Já me decidi sobre meu presente de aniversário! - Ela disse ao pai contente.
- E o que é? - Ele perguntou parando de escrever.
- Você disse que podia ser qualquer coisa... - Ela lembrou.
O pai levantou as sombras celhas desconfiado.E esperava que continuasse.
- Bem... Eu quero uma Dama de companhia. - Ela pediu.
- Você já tem vinte damas...
- Mas quero mais uma. - Ela insistiu.
- Está bem convocarei mais uma para você. - O pai dela disse voltando-se para os papeis sobre a mesa.
- Não! Não é bem uma Dama que eu quero! - Ela gritou.
- E o que é então? - Ele perguntou.
- É uma menina de companhia!
(Ahn ia pegar a menina,para ela não ficar sem a mamãe!)
- Uma menina? - O pai perguntou.
- Sim.Essa aqui!Ela apontou para .
- Está bem.Peça para providenciar o necessário para a menina.
-Está bem!Obrigada.
-É só isso? - Ele perguntou.
-Sim! - Ela disse sorrindo!
- Então boa noite.- O pai dela disse e tudo sumiu.
- , de agora em diante será minha dama de companhia!
A menina olhava sem entender.
- Se é assim que deseja princesa.Mas enquanto ao Valete? - Perguntou o velho.
- Interroguem-no.- Decretou a pirralhinha esperta!
- Você é uma menina bem esperta,não ? Falei para ela – Até que será uma grande governante um dia.
Ela me olhou espantada... Não só ela,mas como todos á minha volta.
- Como você entendeu o que eles conversaram? - Aro perguntou.
-Ué? – falei agora perdido – e não era para entender?
- Não – falou – Estávamos falando em nossa língua o tempo todo.Até Aro foi avisado de que ele não entenderia nada...Vocês avisaram não é?
- Sim avisamos. - falou.
De repente o Velho (Mais velho,o primeiro que saudou a me olhou de cima abaixo )
- Svo það er þér að hún festist hér ... Sýna hver þú ert! Hvað fjölskyldu ert þú?(Então é por você que ela está presa aqui... Revele quem é você!De que família és?)
- Presa comigo?Perguntei,o que o fez se espantar ainda mais!
Ele levantou seu cajado,no qual se apoiava,e apontou para mim.
- Sýndu mér línur af blóði!(Mostre-me as linhas de seu sangue!)
- Þú ert brjálaður! Ég hef ekkert að gera með það!(Você é louco! Eu não tenho nada a ver com isso!)
( Eu mesmo me assustei como as palavras soaram,mas, eu entendia perfeitamente o que disse e o velho também entendeu)
Por que o que senti a seguir,foi meu corpo enrijecendo,e não conseguia mais me mover.Meus pés saíram do chão.E ele inclinou aquele cajado até mim,e a dor foi intensa,mais do se tivesse sob o poder da Jane.
- Engin leið! A Latlheia! Óhreint! Svikari(Não pode ser! Um Latlheia! Imundo!Traidooorrr!)
- Pare o que está fazendo agora!Eu ordeno que pare! - gritava.
A voz dela foi se distanciando e tudo o que podia ver era eu ser engolido por sombras e vento,o chão não existia mais sobre meus pés.
Jane pov.
Quando Voltamos apareceu mais gente,e começaram a falar numa língua estranha...eu não me importei muito com isso,era fácil de entender que queriam a autoridade de para julgar uma criança.Que no final apenas deveria estar no lugar errado e hora errada.Depois o valete passou a ser preso.E não sei como,estou ignorando qualquer coisa de anormal que veja,vinda deles, que ela começou a falar com um espelho,onde tinha a imagem dela mesma.
(Falava sozinha?ou com alguém?)
Ela gesticulava para a menina e depois o espelho sumiu.Quando ia dizer algo aos outros que estavam na sala Demetri falou na mesma língua que ela,para o espanto de todos nós.Um dos Velhos que desde o começo não parava de encarar Demetri começou a discutir com ele,e depois apontou o cajado no qual ele se apoiava,causando uma dor...ou não sei o que em Demetri,sombras começaram a surgir do chão aos pés de Demetri, que começou a cair através dele, gritava para o velho.Que a ignorava.Os outros que eram da laia dela se surpreenderam também, e nós nos prontificamos a atacar.
- Tragam-no de volta!Onde o levaram!Respondam. - exigia
- Devemos protegê-la a qualquer custo!Ninguém deve chegar perto de você princesa.Ele será julgado como todos os traidores.
- Traidor?Ele não é nada disso. - gritou.
- Do que se trata tudo isso? - Aro perguntou.
- Parece que tinham uma ovelha desgarrada da família – disse – E ele descende do sangue mais puro de toda a família...Porém como ele disse,são traidores.
- Pelo quê? - Aro perguntou.
- Eu avisei que íamos ter problemas Aro!Eles deviam saber disso o tempo todo! - Caius falou -Jane!
Quando ia obedecê-lo Aro pediu que eu esperasse.
- para onde o mandaram. - perguntou.
-Provavelmente para a sala do Último julgamento. De lá ninguém sai.
- É o melhor a ser feito princesa. - Um dos Velhos falou.
-A porta não pode ser aberta ,lá é ou prisão eterna ou morte.
estava arfando de raiva,andava de um lado para o outro,sua camisola ondulava, e ao passar por uma sombra da pilastra,ela voltou a ser uma mulher,e acho que o poder que ela tinha,ficara mais forte.Ela parou e o chão começou a rachar a sua volta.
- Portas .Foram feitas para serem abertas! - Ela gritou.
estendeu a mão e o pequeno espelho do irmão foi parar na mão dela,em seguida o jogou contra a parede,e ele grudou lá.Barulhos de fissuras se abrindo foram se formando e diante de nós agora havia uma porta,não! Um grande arco,com detalhes em prata.
- Aster I-AE-Daeomonia altarissakramentið, Guð allra fjölskyldna undir vald allra Bloods hlaupandi í æð minn, ég vil fara og vera heyra frá fyrrverandi segir núna!(Eu Aster-ae Daeomonia- Eucaristia ,Soberana de todas as famílias,sob o poder de todos os Sangues que correm em minhas veias,Irei passar e serei ouvida pelos antigos Soberanos!Agora!)
As grandes portas se abriram e adentrou.Com um grande estrondo as portas se fecharam.
Fim Jane pov.
CAPÍTULO 5
Demetri pov.
Caí no chão. Levantei minha cabeça lentamente. Era um lugar extremamente branco, com uma névoa que crescia a minha volta formando um grande circulo, me levantei e ouvi passos.Um vulto vinha correndo e tomando forma.
-Demetri! – Era – Demetri onde você está?
Ela estava desesperada. Eu corri até ela.
- O que está acontecendo aqui?! - Perguntei pegando-a pelos braços e sacudindo com força.
-A-ai!Pa-para!Demetri! – ela tentou se soltar dos meus braços e eu a apertei mais. Seus olhos encheram de lágrimas.
-Por que estamos aqui?! - Eu queria respostas.
olhou para mim com uma expressão de dor.
-Meu corpo... - Ela não conseguiu dizer.
-O QUE É?! - Gritei.
-Eles estão fazendo... Ahn!Aaaaaaaa!
gritava sem noção alguma. Mas ela disse “eles”,olhei de novo e não estávamos mais sozinhos.Havia sombras a nossa volta,com apenas os olhos á vista.
- Fleiri tvö hundruð ár, og enn eru Lathleias!- Slag Þú verður að hafa sama markmið að öll
(Mais de duzentos anos! E ainda existem Lathleias! Escória – Um deles falou mal – Terá o mesmo fim que todos!)
Uma dessas sombras se aproximou de e a puxou de meus braços.
- Barnið mitt ... Það er hatur í hjarta þínu! Og þú munt vera okkar! Will tengja okkur! Enginn hefur mátt nema við, hinn alvaldi! (A minha criança...Há ódio em você no seu coração! E você será nossa!Se juntará a nós!Aqui ninguém tem poder, a não ser nós;os Soberanos!)
Eles ergueram pelos braços, ela estava completamente desmaiada.Não respondia ou reagia.
- Hvað ætlar þú að gera með það! Láttu hana fara! - Rosner - Það er minn! (O que farão com ela?Soltem-na! – Rosnei – Ela é minha!)
Eles abriram a camisola dela, até deixar á mostra os seios, aquelas sombras nojentas a bulinavam sem ela ao menos poder reagir. Quando tentei fazer algo por ela, não consegui. Meu corpo ficou tão pesado como se tivesse toneladas em mim. Fazia força e era atacado com violência no chão. Eu gritei! Queria me soltar, mas era impossível, quanto mais esforço eu fazia, mais parecia que ela era tirada de mim.
- Þú verður nossa.Nó eru líkur til the mikill alchemist af família.aqui mun paz.Aqui erum við mun ríkja! Enginn stoppar okkur! (Você será nossa. Nós somos semelhantes ao grande Alquimista da família. Aqui terá paz. Aqui seremos nós á governar! Ninguém nos impede!)
“Isso machuca não? Está revoltada minha criança? O teu poder pode estar latente, mas basta um simples gesto e pode mudar a sorte de ambos. Pois agora ela será sacrificada! Hahahahahaha! – Essa misteriosa voz falava comigo, era de um homem, arrastada, com um ar de tédio – Basta apenas selar sangue com sangue! Você é mais que qualquer um aqui dentro.Você é da primeira linhagem,é primogênito!”
Eu nem me lembrava de meu pai para saber quem eu fui?!
“Sinta o coração dela bater...Sinta o perfume dela.Sei de sua sede por sangue.Que criatura és!E o que isso é para um alquimista como você!haha!”
Alquimista...eu queria apenas sair dali!
“Quer sair?Quer se livrar disso?!Beije o peito dela. Deixe seu veneno correr,impedindo qualquer chance de liberdade dela.Ela é a sua chave para sair!Beije o peito dela faça-a tua...Muahahhahahahahahah!”
Eu estava chocado com a voz.Olhei de volta para . Ela estava pálida;seu coração ia diminuindo o ritmo lentamente.Aquelas sombras a sugavam;uma por uma tirava o que podiam dela.A tiravam de mim! A deixavam pálida.O meu desejo assassino agora pedia para ser libertado... Apenas uma fagulha,e eles veriam o que eu realmente era!Todos eles iam pagar.Os daqui de dentro como os de fora!Minha obsessão com ,era insuportável,faminta.
- ELA ME PERTENCE...SOMENTE Á MIM! E DE MAIS NINGUÉM! – Gritei pausando palavra por palavra.
O chão,estava rachado em baixo,agora eu me sentia mais leve,tinha minha força de volta...Já estava imaginando o que fazer com eles (Cada uma daquelas almas penadas e filhas de uma BOA MÃE!) Me levantei e senti que agora elas me olhavam,corri até em questão de segundos,elas se afastaram de nós com medo.Ela estava de volta em meus braços,ela não teve nenhuma reação,continuava na mesma.O calor e intensidade do sangue dela dominavam meus sentidos, sentia cada célula de seu corpo.
“Prove-a” A voz pediu,e eu obedeci (Mais aos meus desejos do que á ela) Fui exatamente ao meio do peito,nem mais para a esquerda ou mais para a direita.Quantos mais chegava ao objetivo mais me parecia que o coração dela estava dentro do meu peito.Sentia um calor de vida;fraco,mas ainda estava ali.Senti meus lábios roçarem a região.Sentia a carne macia dos seios,se suavizando quando ia ao centro do tórax.Ali o coração era mais alto,vivo;quente.
Eu a mordi.
Jane pov.
As portas estavam fechadas.O silêncio predominava o lugar.
-Como? – se perguntava.
-Vocês vão pagar por isso! - Caius gritava.
- Eles irão sair de lá? - Aro perguntou.
Todos nós não entendíamos,comecei a ouvir o farfalhar de folhas e o livro que estava na mão de um dos velhos brilhou e se desfolhou;formando um arco em volta da porta,Jelie continuava de boca aberta e então;ele exclamou.
-Não! Não pode ser! é o báculo de sacrifício dos Soberanos! Ela não sairá!
Uma espada surgiu do chão e ele golpeava a porta sem sucesso. também possuía uma e as duas juntas faziam um barulho de tempestade.Podia sentir as paredes ruírem á minha volta nenhum de nós sabia o que fazer,Olhávamos esperando que eles dessem a solução.Eles pararam cansados,ajoelhados no chão.
-Acho que devemos comunicar o rei. - disse.
olhou para trás com raiva.
-É melhor estarem preparados para serem executados velhos!Se ela não sair,não será pela mão do rei que irão sofrer!Será pela minha!
O grupos de velhos estremeceu com o comunicado,enquanto isso falava sozinho e depois de uns dois minutos.Um homem surgiu irrompendo pela porta!
-O que significa isso onde está ?
-Atrás da porta.Não há saída... não terminou de dizer.
-E enquanto a Demetri!Eu perguntei provocando olhares raivosos do Rei.
-Também ficará lá – Explicou – Não é apenas vocês que se sentem traídos.Nós fomos traídos.Alguém armou tudo isso.Um plano muito meticuloso.
-O que acontecerá agora com eles? - Marcus perguntou.
- Nada mais além do vampiro ser morto e unida á eles.
-Unida? - Aro perguntou.
- Se tornar um espectro;é isso o que é aquele lugar.Um santuário.Apenas de soberanos como ela;morrem pelo “bem da família” “O bem da justiça” É isso o que são.Juízes supremos. disse com pesar.
-Então acho que teremos certas “Pendências”. Caius disse.
-Sua pendência... Não é conosco. Mas com alguém da família. Que irá pagar. - O Rei falou.
Olhava para a porta agora.Esperando que alguma coisa acontecesse.E vi que lentamente as linhas e desenhos luminosos que definiam a porta,iam se apagando.
-Está se apagando.Acabou.Ela está morta. - O rei disse.
- Isso é um absurdo! - Caius gritava raivoso.
O rei se voltou para o grupo.Quando ele fez isso,todos se curvaram. mandou que a mãe e a menina se afastassem.Elas fizeram isso rapidamente.Ficou apenas,o Valete e os três velhos.Ele ergueu a mão para o céu e falou algo estranho e um raio destruiu o teto e caiu sobre eles.Fazendo-os gritar e desaparecer.
Jane pov. fim.
Demetri pov.
Seu coração corria forte e resistente,tentando sobreviver,mas inesperadamente senti que se continuasse,eu me mataria,como se o coração dela estivesse batendo por mim e dentro de mim.Eu parei respirando por hábito,ela estava caída em meus braços, levantei meu olhar para as sombras e estavam todas quietas apenas olhando de repente elas sumiram como uma neblina,e tudo voltou a ficar branco e deserto.
“Muito bem Demetri, estará apenas começando.”
Senti respirar forte buscando ar,permanecendo ruidosa,depois continuei esperando que a voz voltasse a falar mas, nada aconteceu,o silêncio prevalecia,e pela primeira vez percebi uma porta; peguei no colo e segui até ela,como estava com meus braços ocupados eu chutei a porta,despedaçando-a e vendo o grande salão dos Volturis.Eu passei e todos me olhavam espantados principalmente a gente da laia dela.Eu sentia um ódio profundo de tudo o que acontecia de ,de aquela família vir toda hora,até mesmo dos Volturis por me darem a responsabilidade dela, de sentir que ainda não á tenho em meu total alcance;alguma coisa me dizia que muita água ia rolar. E pior a obsessão de tê-la. Sem paciência para levá-la até o quarto,me sentei nos degraus que fica diante do trono dos três.
- Demetri? - Aro chamou por mim.
- O que houve?! - Caius grita bem perto do meu ouvido.
-Deixem que ele fale... - Marcus comenta.
-Calem a boca por favor... - Pedi.
,o irmão apaixonado por ela,veio vê-la.
-Ela não está nada bem,está fraca.E...E o que é isso?!
Ele exclamou olhando uma mancha no peito de . Eu olhei.Realmente não era uma mancha.Era uma tatuagem em formato de circulo com alguns caracteres nele,era vermelho sangue e tinha um brilho dourado. se aproximou e ficou com cara de horrorizado.Depois um homem que não sei quem era a olhou de longe.Sua expressão ficou séria ele me encarou por um longo tempo e depois sumiu.
- Isso é o selo da primeira linhagem de união eterna... – comentou num sussurro – Você realmente é herdeiro da primeira família.Razu vai ‘amar’ isso. E apontou para a marca. – Vou falar com o Rei.
Depois ficou apenas a menina e .
-É melhor estar preparado.
-Preparado para o quê? - Perguntei.
-Não é de você que terão qualquer raiva,é dela.Para eles será ela a errada da história,afinal ela é preciosa demais para ser perdida para um príncipe traidor e primogênito da primeira família.Será quase vista como uma vadia...E você com muito ódio...Uma história de amor proibida.
-Eu não amo . - Disse.
me deu as costas e foi até . Entregou um pena negra,depois falou algo no ouvido dela e ela imediatamente se transformou em uma mulher,Todos olhamos.
-Ela é uma dama de companhia,precisa ter altura para isso.
-Ahn! Demetri...sobre o que acabou de dizer...Será apenas por enquanto.
-Por enquanto o que? - Falei irritado.
-Espere até a nossa festa e verá...Se isto está aí – ele apontou para o símbolo –Não é á toa.
-Vai se Fo der,principezinho Gay do cacete! - Xinguei com gosto.
Ele Riu da minha cara e sumiu.
olhava assustada.Jane séria,Aro Caius e Marcus me fitavam,Félix olhava a mais nova adulta... E Alec...sei lá... ainda estava apagada no meu colo.Reuni forças que ainda tinha para controlar a sede, e a levei de volta ao quarto,com Félix e atrás de mim.
Entramos e Eu á pus na cama ficou em pé.Félix me olhou e disse.
-Vai falar o que houve? - Perguntou.
-Não sei o que aconteceu,e é loucura Félix,Eles – apontei pra elas – são doidos.
-Fico surpreso ter saído de lá... afinal disseram que seria morto. - Felix falou.
Olhei para ele e pensei. - Depois disse.
-Você me conhece há anos Félix! Seria difícil fazerem isso comigo.
Ele riu relaxado.
-Teimoso do jeito que é...Não sei como te agüento ainda.
-É amor –zoei conosco – é mais profundo agora...
Ele me olhou com nojo.
-Depois o príncipe que é o Gay!
Nós rimos e estava de pé.Ao lado da cama de e pela aparência estava muito exausta.
-Deita aí. - Falei. negou com a cabeça e disse.
-Não posso,sou apenas uma criada.
Felix falou antes de mim.
-Aqui nós damos as ordens,Durma aí com ela,Você está cansada também.Disse naquela voz de locutor de radio,pude ver se arrepiar com isso.Depois ela relutantemente se deitou e fechou os olhos quieta.
-É... Não vou mais reclamar do tédio Demetri,olha só no que deu.
-Sei muito bem o que é isso. - Disse.
-Vai falar com Aro? - Ele perguntou.
-Agora não. Amanhã eu falo.
-Ficaremos de vigia.Félix se levantou e saiu.
e agora dormiam tranquilamente. Como se nada tivesse acontecido.C ris se mexeu um pouco á noite mas se virou a abraçou a outra menina.Os dois corações eram bem diferentes um do outro,o de batia com um humano qualquer assim como o da ,porém, mais intenso forte e sentia como se ela estivesse abraçada á mim.
Pensando nisso,eu reparei numa carta na escrivaninha.Era em nome de (mais uma vez, se intrometendo.)
Querida Irma .
Por causa do ocorrido desta noite,Esqueci-me de avisar,amanhã será levada á Veneza com seus hospedes e convidados para a nossa festa de aniversário.Convide quantos quiser!
Atenciosamente Príncipe .
(Ainda essa agora...Que meerrrda!)
Saí de onde estava e fui falar com Aro.(Muito a contra gosto)
-Vamos ter uma festa.disse monotonamente.
-É mesmo?Ele perguntou – Pensei que não fosse falar conosco hoje.
- E não vou. - Falei.
Mostrei a carta a ele. Aro leu e se impressionou.
-Partiremos amanhã? Depois do que houve é seguro?
-Não sei...Leve quantos quiser, talvez Chelsea...Por via das dúvidas.(N/a :É aquela vampira que tem o dom de estreitar os laços ou rompe -los)
- Bem a melhor maneira de sabermos o que acontecerá é irmos.Aro disse.
-Ok.Vou avisar os outros.Saí e falei com Jane,que saiu emburrada e espalhou a noticia para o resto de nós.
Bateram á nossa porta às sete horas,as duas na minha cama nem se mexeram.
- ?! – chamei alto de uma vez só.
levantou assustada, já a demorou uns segundos e adivinhem (reclamando)
- O que é isso agora!Não posso mais dormir... - Ela reclamou.
-Vamos! Nós temos de ir a sua festa de aniversário e estão todos esperando!
Ela me olhou fazendo bico, permaneceu em pé e trocada.
- Hummmmmmmmmmmmm! (ela deu o chilique de novo)
-Levanta! - Gritei.
Depois disso ela saiu emburrada para o banheiro.
-Aff menina mimada...Não sei como me controlo depois de ontem á noite!
Ela me ouviu.
-O que houve ontem á noite?!
(Eu tava sem paciência para responder)
-Anda logo depois eu conto!
Depois disso,fomos os Três para fora da casa com todos esperando.
Um homem vestido de chofer,a cumprimentou com uma reverência, e disse.
-Bom dia Querida Princesa,Nós iremos de carro,até o porto e de lá a levaremos de iate.Para que tenha todo o conforte que merece.
-O que é um iate?
Como o chofer não respondeu, eu falei.
-È uma espécie de barco.
A cara dela que estava rosado,ficou branco,os lábios roxos, levou as mãos á boca espantada.
O que foi?
não respondeu.
-A princesa tem medo de água,qualquer coisa que flutue...
-Ahn! Para!Que medo idiota você quase morreu ontem á noite!
Ela não respondeu,o chofer gesticulou para ela, entrou no carro.
E lá vamos nós a doce e linda e romântica Veneza.
CAPÍTULO 6
Assim que chegamos ao porto, descemos. Todos menos ,ela ficou no carro.Esperamos e esperamos e nada,a barca já havia chegado.
-Você vem ou não?! - Perguntei.
-Não! Plebeu idiota!
(Já falei que eu odeio isso?) Saí de onde estava e entrei no carro; peguei-a pela cintura e levei-a para fora, com ela gritando atrás. Ela esperneava chutando minha barriga,coisa que nem me machucava.
-Me solta!Eu ordeno! Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh! - Gritava.
-Para de chatice menina! - Gritei, minha paciência estava no ultimo nível!Falei com raiva.
-Não gosto de barcos!Não gosto! - Ela falou.
Depois a coloquei na ponta da barca.
-Entra! - Mandei.
-Não! - Ela respondeu.
-Agora! - Mandei de novo.
-Você não manda em mim!Plebeu idiota!
Mais uma vez sem papas na língua. Peguei-a de novo, e pulei,o mais alto que me permitia,e aterrissei na barca,fazendo-a balançar,aí e levei para dentro.
-Eu quero sair! – Ela chorava – Agora!
-Fica aí!Só sai quando chegarmos. - Falei,saí e fechei a porta.
começou a bater na porta. Mandando que eu abrisse.E todos estavam ali esperando,a barca começando a partir.Só deixei a entrar e ficar com ela, de resto... Ela estava de castigo. Não a perdoei pela última noite (Se é que ela teve culpa)Depois de um tempo não havia mais ruídos no quarto,apenas a respiração das duas.Elas dormiram.
Umas três horas depois, nós chegamos ao castelo, e ele era grande, imponente. Havia inúmeras janela, e a sacada ia de ponta a ponta.Na porta havia muitas pessoas esperando.Mais de perto via que eram muitas mulheres.Vestida iguais,da mesma altura e muito belas.Assim que paramos,o vassalo colocou a prancha para que passássemos. E o pajem estava diante de nós.
-Antes de saírem, a Princesa dever ser a primeira.
(Argh! essa coisa de realeza me mata!)
estava lá agora com atrás. Nós relutantemente demos passagem,ela se postou na prancha e andou lentamente.Chegou na escada e esperou.Todos se curvaram.Falaram algo, e depois ao sinal de mão dela se levantaram.
-Vamos? – O chamou – Quer descansar não é?
-Sim. - Ela disse e andou,com as damas atrás dela.Lá dentro esperamos os criados fazerem reverência. Provavelmente estávamos todos com sede.Só que nós não podíamos sair pois,ainda era dia. Assim que anoitecesse...Eu faria a festa,minha sede era muita! foi resolver assuntos de princesa. Depois fomos dirigidos a nossos quartos.Assim que o sol se pôs,saímos.
Cacei uns turistas bêbados. Dois homens e uma mulher,o sangue tinha uma textura diferente.estavam drogados, o que me facilitou a economia da lábia.Os outros que vieram caçaram quem quiseram.Eram umas onze e meia da noite quando voltei,e encontrei o palácio vazio.Ninguém nos corredores,nem uma alma viva.Queria ver como estava e não sentia nem mesmo o cheiro dela.O silêncio imperava no local,comecei a ter noção de que o palácio era menor por fora,mas por dentro era enorme.Isso era estranho.
(Tudo era estranho, bastava vir dela.)
-! - Comecei a chamá-la.
Chamava e chamava e chamava, e nada dela. Comecei a ouvir passos se aproximando,um vulto tomando forma e era uma rapaz incrustado de jóias em suas roupas,azuis e negras.Ele não me encarava,continuava como quem não quer nada.
-Hey! – chamei – Você sabe onde está a .
- E quem é você para querer saber da princesa? - Ele falou arrogante.
-Sou hóspede dela. - Falei.
(Tá querendo levar uma pancada...)
-Não vou falar onde ela está. - Ele falou.
Minha cara só não era de indignado e de nervos á flor de pele, por eu ser um vampiro muito talentoso.
-Só diga onde ela está. - Disse num tom audível e educado.
-Não. - Ele respondeu.
-Por favor. - Pedi com meus últimos resquícios de paciência.
-Quer realmente encontrá-la? - Ele me perguntou com uma sombra celha erguida.
-Quero. - Só falei isso,antes que eu avançasse.
-Então... Se vire pois, ninguém aqui é quadrado.
Depois disso ele deu o sorriso mais sarcástico,e sumiu,evaporou.
-MAS QUE DROGA DE LUGAR É ESSE? - Gritei irritado, e ouvi uma voz feminina.
-Deseja encontrar a princesa?
Era uma de suas damas, ela me olhava com um sorriso simpático, e era linda.
-Quero. - Respondi.
Ela me mediu de cima a baixo. Mordeu o lábio inferior.
-Posso dizer onde está, mas, ela está ocupada. Talvez possa lhe fazer companhia?
(Naoum... A guria tava dando em cima de mim... Até que não é nenhum desperdício.)
-Não ficaria cansada, afinal eu não durmo. - Falei parecendo gentil.
-Imagine, é uma honra acompanhar os hospedes da princesa. Ela disse se aproximando mais.
-Sim, realmente não gostaria de ficar sozinho. - Falei fazendo doce.
Eu cheguei mais perto. Próximo de enlaçar sua cintura.
- Se for vista perdendo sua linda virtude – A voz, mais reconhecível para mim soou, deleitosa - (n/a: Virgindade ok?) Será expulsa do séquito de minha irmã, isso significa parar em algum prostíbulo por aí.
(Eu odeio esse cara.)
A garota se virou,assustada e se curvou,estava completamente ruborizada.
-P-Principe ... Ela olhou-o com medo,mas era evidente a atração dela por ele – Alteza.
-Afinal, alguém que é dama de honra dela é quase uma santa. Até mesmo outros príncipes se casariam com qualquer dama dela,isso é posição garantida.Imagine se souberem...O escândalo que seria....Não não não...
Os olhos da garota se encheram de lágrimas.
-Também, eu vi o que se passou nesse breve momento. É certo que eu deva informá-la...
-Não!Sua Alteza!Eu imploro!
-Venha Demetri, eu levo você até minha irmã.
Saímos e fomos andando, deixando a garota aos prantos.
-Quem me dera ter uma delas... - Ele falou. (Safado.)
-Tava botando medo na garota? - Perguntei incrédulo.
-Não... Adoraria ser parte do escândalo! - Ela falou com olhos brilhantes.
Chegamos a uma grande porta. - Ele abriu,e esperou que eu passasse.
-Irmãzinha!Tens visitas! - Ela comunicou a todos (todas eram apenas mulheres ali)
Todas se curvaram diante dele.
-Obrigado meninas... Ooobriigaadoo. - Falou observando cada uma.
A dama que encontramos lá fora entrou correndo, fez uma reverência rápida a e se juntou às outras, depois entra seminua, e molhada. Estava tomando banho... continuava olhando as meninas.
-Irmão -Ela disse – Saia, todas vocês! - Ordenou.
Todas se levantaram rápido. Saindo por uma porta,apenas algumas ficaram,as que vieram,com ela do banheiro.A Dama que encontramos ia se retirando quando chamou.
-!
Ela se assustou e se curvou.
-Sim, majestade... A - voz soou rouca.
-Por que estava chorando? - perguntou.
-E-eu...E-eu...
-Nós a encontramos no meio do caminho... - Falei.
A menina olhou desesperada para nós. olhou,de , eu e para ela.
-Estava se engraçando de novo...Aposto que nem com meu irmão foi desta vez!
gritou,fazendo a menina encolher os ombros.
-Você adora carne nova! - continuou –Não se faça de santa,isso você não é!Enxugue essas lágrimas agora!
A menina fez isso, e por um momento eu vi seu olhar mudar para um ódio mortal.
-Não seja tão autoritária. - Falei.
-Não se meta em como tenho de cuidar de minhas damas. - respondeu (Doeu essa...)
-Agora saia! - Ordenou.A menina se levantou e saiu.
-Majestade,não gostaria de voltar para o banho.
Uma das damas que ficaram falou. nos deu as costas e foi para a outra porta,onde a três damas acompanharam. foi até lá e entrou.
(Eu fiquei alguns instantes mas...Eu tinha que ir.Não gostava de imaginar o que ele poderia olhar)
,estava imersa na grande banheira.As damas esfregavam suas costas e lavavam seus cabelos.depois saíram deixando-a lá,Vi mergulhar,e voltar sem xampu.O perfume da água era delicioso,assim como a parte de sua nuca.Sentia vontade de tocar aquela parte do corpo dela (E outras mais). pegou a ponta de uma toalha e levantou se enrolando nela,e saiu.Depois voltou com uma camisola.Saiu,e nós a seguimos,ela olhou para um canto:onde tinha uma escrivaninha,com um monte de papeis em cima.
-Mais acordos a assinar? - Ela falou mal humorada.
-Deixei aqui – falou – me pediu para não esquecer.
-Odeio papeis.
reclamou. As damas estavam num canto,e quietas,Na escrivaninha dela havia um guiso,com uma fita verde e dourada.Ela sacudiu fazendo-o vibrar, e chamou:
-Fofinho!Cadê você? - Ela chamou.
Fofinho era um gatinho. Bem pequeno.
(Pequeno uma ova!) Era um tigre Branco,enorme.Com uma coleira de jóias,com garras de metal e esmeralda,os olhos eram azuis,e Fofinho ficou todo manso e brincalhão ao lado dela.Ele se deitou no tapete felpudo,e ela foi junto levando os papeis,onde passou a lê-los e assiná-los.Ela lia com preguiça e de vez em quando Fofinho esfregava o focinho na cabeça dela.Fazendo-a rir.Aos poucos começou a sentir sono.,adormeceu.E Fofinho também.Fui até ela e a peguei no colo.Quando cheguei ao pé da cama,ela acordou.
-Você é muito gelado! - Ela falou sonolenta e com tom de quem se divertia.
-Eu sou um vampiro. - Disse olhando para ela.
começou a esfregar sua bochecha na minha.
-Mas é gostoso...Hihihihihi! - Ela riu.
(Ok... Só minha bochecha é gostosa...)
-Só isso? - Perguntei.
-Isso o quê? - Ela perguntou de volta.
-Minha bochecha. - Falei. Ela entendeu.
-Quer saber se eu acho você bonito? - Ela disse.
-Sim. - Respondi.
-Hummm...Sim você é bonito,muito sério,estranho,e um plebeu.Mas é bonito no final das contas.
Era melhor nem ouvir o comentário. A larguei na cama.
-Não!Fica, ta muito quente.
-E eu vou resfriá-la?
-Fiicaaa. - Ela pediu mimada.
Deitei-a e comecei a fazer carinho no rosto dela.
-Deita. - Ela pediu.
-Não abusa. - Falei.
Ela começou a me puxar, e com o perfume dela subiu.Delicioso,inebriado pelo perfume não percebi quando me puxou.Fazendo com que deitasse junto,ela enroscou os braços na minha cintura e ficou quieta.E eu parei de respirar.
Suas mãos agora brincavam de subir e descer em minhas costas.
-Vai dormir ou não? - Perguntei.
riu,e continuou. Separei-a ficando por cima.
-Dorme. - Disse seco. não se abalava,ela me olhava sem tremer o olhar.Passou a mão em minha bochecha.
-Não quero,estou cansada demais para relaxar.
-Quer que eu te ajude? - Perguntei.
-Querer...
Ela hesitou mas,sua mão deslizava em meu pescoço.ia descendo e abrindo minha camisa, se levantou e se aproximou do meu pescoço.Inspirando o meu perfume.
-Não provoca. - Pedi.
Em seguida começou a beijar-me,descendo os beijos até meu peito,deixando um rastro quente e hálito suave,ela abria minha camisa.Joguei minha cabeça para trás tentando evitar o cheiro quente do sangue dela. parou em meu tórax.E beijou demoradamente,segurando-me pela cintura.Seus lábios descolaram devagar,seu cabelo fez cócegas em mim.Voltei a olhá-la.Ficamos em silêncio.
-Olho por olho, dente por dente. - Ela se levantou.
-O quê! - Perguntei.
-Acha mesmo que não me lembro da ultima noite? - sorriu.
-Como? - Falei esperando por mais.
-O símbolo... – Ela mostrou-o –Eu vi assim que acordei.Não é nada legal.Afinal,minha reputação foi para o espaço.
Olhei para mim,e agora meu peito começava a arder.E a queimação corria por meus braços e pernas,depois dominando minha mente.
-Mas não se preocupe. Eu cuido de você Demetri.
CAPÍTULO 7
Acordei do transe cansado e com sede. não tava na cama.Levantei com a cabeça rodando e a vi na ponta com duas damas,vestindo-a com um vestido de zibelina,com bordados em verde esmeralda,e outra mostrando jóias para ela escolher.Assim que as damas me viram, curvaram levemente a cabeça:
-Senhor. - Disseram juntas. olhou para trás.
-Até que enfim. Temos uma festa para ir,mas, antes eu vou a um conselho e você ficará com os outros Volturi.
Fiquei olhando-a lembrando da noite passada... Olhei meu peito. Tinha um símbolo avermelhado...Bem no meio!
- o que você aprontou comigo?! - Gritei.
Ela se virou, e falou.
-Apenas o que deveria ser feito, afinal... Não espere que só você se saia bem não é mesmo.Esse símbolo – Ela apontou para o peito dela – Não é qualquer um.É de união eterna.
(União eterna... União eterna... Eu sou um imortal... Um vampiro... Ela é uma Princesa mágica alquimista)
-Que...
-Isso é... Uma espécie de casamento.Só que mais perigoso.
-CASAMENTO! - Rugi, fazendo as damas se assustarem.
Fomos interrompidos por valetes. Que falaram ao ouvido dela.
-Tenho que ir, levante-se. - Ela mandou.
-Me explique isso agora! - Falei.
-Acho melhor falarmos com todos reunidos não?
-Isso diz respeito a mim e a você! - Gritei.
-Já está feito agora pare de gritar! - Ela pediu num tom de suplica. Enquanto saia pela porta eu fui atrás.
Seguimos pelo grande corredor, uns dez minutos, eu bufando de raiva. Ela quieta.Entramos numa sala ampla onde estavam todos os Volturi.
Jane pov.
Quando disseram que podíamos caçar, eu fui faminta. Matei até ficar entediada,provoquei-lhes dor,adiei a morte o mais tardar possível...Depois voltei ao castelo!Feliz!Fiquei com Alec, todos olhávamos a decoração. Félix voltou um pouco mais tarde sem Demetri.
-Onde está o Dimetri? - Perguntei.-Saiu atrás de . - Ele disse.
-Me parece que está rolando um affair com eles dois não? - Aro invade a conversa.
-Haha mestre só agora que você viu? - Perguntei.
-Sim, eles têm algo. Félix comentou.
Depois fomos cada um para um canto. A noite passou tranqüila e quente.Já passava das dez da manhã quando entra com Demetri atrás,emburrado feito louco.
-Bom dia. - comentou.
-Bom dia. - Disse.
-Jane onde está Aro, Marcus e Caius? - Demetri falou grosso. Lancei um olhar para ele.Não entendi como não desviou,a coisa devia ser BM incomoda para ele ta assim.
-Estamos aqui, querida. - Aro anunciou – Dormiu bem?
-Sim. Tenho algo a comunicar-lhes. - Ela falou.
-E o que seria? - Caius pergunta.
-Algo que diz respeita a Demetri e eu. - Ela falou.
Demetri soltou um grunhido.
-Não me olhe assim!Nem eu faço idéia!
-Se não fizesse não teríamos isso no peito. - rebateu.
-Não compreendo. - Aro falou.
-Mostre a ele Demetri. Eu não posso fazer isso. - disse.
-Tá não tem jeito mesmo! - Ele estava muito bravo. Demetri rasgou a camisa.
Olhamos para ele e no tórax havia um símbolo avermelhado.
-Você fez um tatuagem? - Alec perguntou.
-Não!Isso é uma merda!
-Cuidado com o linguajar! - Gritei ameaçadora.
-Isso é um símbolo de união eterna!Proibido há mais de 1000 anos!Que você usou em mim, e em você!Plebeu idiota!Um símbolo que só os primogênitos faziam!Pois é com sangue!Por isso o vermelho!É para sempre, ligados com a alma Eternamente.
Um casamento!Casamentos assim mataram muito da família por descobrirem amar outros e não poderem ficar juntos, eles morrem se quebrar o juramento!Plebeu idiota! - gritou.
Todos olhavam agora, com gritando com ele e andando em volta com raiva, enquanto Demetri arfava de ódio.
-Bem... - Alec tentou dizer algo.
Eu fiquei quieta como a maioria. Já Aro.
-HAHAHAHAHAHAHAHAHAAAA!CASAMENTO!Casado?O Demetri!CASADO!QUE MARAVILHA!EXPLÊNDIDO!
-Isso não tem graça! - Demetri gritou.
-Enfim. Era só isso que queria comentar.Tenho um conselho agora.Vou anunciar ao meu pai,apesar de estar ciente que ele saiba. - falou com indiferença.Ela se virou para ir embora.
Demetri a pegou e girou pelos ombros.
-Desfaça isso!Eu sei que você sabe! - Ele gritou.
sem se abalar disse. Com a voz triste e baixa.
-Esse símbolo é antigo demais, não há encantamento que o impeça. Não há saída.Está feito.Eu cuidarei de algumas coisas agora.Ficará tudo bem.
Ela passou a mão no topo da cabeça dela, pegando-o desarmado, ela a soltou e ela saiu.
-CASSSSSAAAAADOOOOO!O SOLTEIRÃO DA ITALIA!CASADO! - Aro falava.
Heide estava num canto e olhava-o muito, mas, muito magoada.
-O QUE AQUELA PIRRALHA É CAPAZ DE FAZER POR MIM?! - Demetri gritava.
-Não esqueça que você foi chamado de traidor pela família dela. Ela tem que salvar seu pescoço. - Caius disse.
-Para mim. Não parece odiá-la tanto quanto fala. - Marcus disse.
-A calem a boca! - Demetri disse.
Eu irritada lancei-lhe meu poder, fazendo-o gritar com a dor e cair no chão. Ele se contorcia.Talvez isso o acalmasse.
Jane pov. Fim.
pov.(n/aut: é um pov breve gente só o ar da graça!)
“Minha irmãzinha vai casar olé olê olá! Ela vai ta de arrasar olé olê olá! Vou ter flores pra dar olé olê olá!”
Fui chamado aos aposentos dela no meio da noite (Ar de mistério) Eu entrei e me anunciei. Olhei o quarto,sem nenhuma daminha dela...Olhei na cama com a vã esperança de ter alguma fazendo companhia a ela e o que eu olho?(Adivinhem?!) Aquele vampiro branco transparente!Deitado lá lesado, e ela?! De camisola!Voei para ela pegando seu rosto em minhas mãos.
-O que ele fez?!Ela a insultou!Machucou-a?! - Perguntei. Minha pobre irmãzinha mal falava – Vou matá-lo!Ele irá pagar!
-Não foi nada disso! - Ela falou.
-foi o que então?! - Perguntei.
-Isso. - Ela abriu a camisola.
O símbolo de união eterna. Isso eu já sabia...
-Ele também tem uma agora...
Corri para a cama, subi em cima do cara gelado (Até que é um gelado legal. Isso deve deixar as mulheres “Arrepiadas”) Olhei-o e a marca estava lá.
-Meus parabéns!Você agora é uma menina casada! - Falei dando palminhas.
-Eu sei!Pense !O que acontecerá agora?! - Ela me pergunta.
-Uma cerimônia? - Falei.
-Não!Teoricamente, eu estou noiva!
Ahn!Sim, esse casamento entre famílias...
-Sim e daí?Disse.
-O que farei agora. Temo por Demetri...
-Ahn claro afinal ele é um traidor e tal... Você que difamou a família.Mas isso não importa...Você é Soberana.Eu tenho uma solução.
-Qual? - Ela diz.
-Anuncie a união o quanto antes. Saberão de qualquer jeito.Porém tome-o para nossa família.Isso é pode arsenal.Afinal ele é primogênito,e perdoado por você seria uma façanha!Casado então nem me fala!Disse excitado pelo escândalo!
-É... E quanto ao...
Ela gesticulou o fulano.
-É parece que ter esposas roubadas é um mal de família dele não acha?Eu ri com meu comentário.
-Não seja ridículo. Razu não é qualquer um. - Ela falou.
-É qualquer um diante de você e dele. Só terei de ensinar Demetri a como agir com ele...
Depois da nossa conversa eu saí. Fui dormir com minha flor Angélica...Linda de cabelos loiros como raios de sol....
“lálálálálá lálá... olêolêolá! lálálálálá lálá OLÊOLÊOLA!”
pov. Fim.
Demetri pov.
Fazia mais de três horas (Três horas que aquela PIRRALHA, MIMADA, CHATA, E LINDA! NÃO!PRINCESA INFAME!) Que não voltava.Os convidados Volturi dela...Estavam fazendo o que lhes convinham e eu?Aqui andando de um lado para o outro,me sentia nervoso,às vezes acuado e depois de dentro de mim surgia uma coragem violenta,como se houvesse alguém tentando me dominar e eu não permitisse isso.Em minha mente,em questão de segundos eu visualizava diante de todos os seus súditos,diante de um rei,tentando escapar de suas garras pegajosas e asquerosas.
-Calma Demetri,ela vai se sair bem.
Tomei um susto ao ver o irmão dela sentado numa cadeira em baixo de um espelho reclinado para baixo.
-Tá fazendo o que aqui?! - Perguntei.
-Tomando conta de você ué?Minha irmão não quer que eu te deixe sozinho. - Ela falou calmamente.
-Não preciso de ninguém atrás de mim. Dá o fora! - Gritei.
-Nananina não!Ela não quer afinal eu sou o general da guarda real.Recebi ordens para isso.Sinto muito,é bem constrangedor eu sei.Já passei por isso.
-Duvido!Joguei na cara dele.
me olhou surpreso,por alguns minutos ele manteve o olhar mas, ele olhou para cima com um sorriso babaca na boca,vi suas bochechas ficarem vermelhas e ele soltar um risinho.
-Pode acreditar foi...Emocionante! - Ela ficava cadê vez mais vermelho.
Decidi não levar esse assunto adiante,estava cansado. Por fim eu me sentei.
-O que significa tudo isso? - Perguntei.
-Tudo isso o que?Ele disse.
-Eu!Esse negocio de sangue real, e família traidora, e isso tudo ai!
-Ai ai... reclamou com certa impaciência – Vamos lá.
-Já sabe que sua família descende do primogênito certo? - Ele me olhou.
-Sim. - Afirmei.
-Um dos Alquimistas desse ramo da família,ele era o mais poderoso de todos os tempos,até hoje!Muitos encantamentos, maldições e báculos, foram inventados por ele,O nome de era Aizen Aster .E Também considerado um dos príncipes mais belos do reino!Sabia que eu sou depois dele,eu sou magnífico demais,minha beleza é mais delicada já ele era mais....
-Volta para a história! - Mandei.
-Ahn claro... Toda mulher o queria,não importasse como.Era o a era romântica da nossa história,todos jovens e fortes...Meu pai era criança na época,mas dizia que as mulheres desmaiavam aos pés dele quando ele passava.Venha comigo vou mostrar um retrato dele.
Saímos da sala e fomos alguns andares acima,onde havias inúmeros retratos.De homens e mulheres,crianças e velhos. Ele parou num grande,onde havia um homem vestido informalmente demais para ser um retrato.
-Olhe ele aí.Fala se não seria de matar as mulheres?! - me perguntou.
-Não é esse o meu forte. - Comentei estranhando.
-Agora venha aqui – ele chamou e fomos ao retrato de uma mulher.Muito bonita por sinal.Uma princesa de contos de fadas,você não tinha nenhum defeito para botar.
-Quem é ela? - Perguntei.
- Gabrielle Daeomonia. A primeira da minha família. Primeira mulher quero dizer. Ela tinha um irmão mais velho.
-E o que ela fez? - Pedi que me explicasse.
-Nada.Até atrair o olhar do Príncipe Aizen, por um retratinho mínimo!Ele ficou de quatro que nem cachorro!A princesa era uma menina muito inocente na época,ainda não sabia amar, mal saia para as festas da corte pois pai e irmão não permitiam,ela ainda era muito nova,só tinha 13 anos!E se apaixonar por ele era a ultima coisa que ela pensava.Aizen não tinha mais olhos para ninguém,tentava arranjar alguma maneira de fazer se notar á ela.O príncipe esperou por dois anos!Dois anos até ela ser levada oficialmente até sua poderosa corte,onde todas a damas debutantes deveriam se apresentar ao Rei e ele!Quando ela entrou com a família,todo homem,do príncipe até o vassalo observou-a andando como um lindo anjo.Diziam que ela foi moldada pela lua e sua alma tocada pelo sol...
(Essa coisa ta poética demais...)
-Aizen levantou de seu lugar,ficou parado diante dela, mal sabia o que fazer,ficou estática,até seu pai mandar que ela se curvasse.O príncipe não permitiu,segurou sua mão,disse que em nenhum mundo ou tempo haveria criatura mais bela do que ela.Aizen pediu sua atenção para conversarem e ele lhe explicou,o quanto esperava por vê-la.O quanto a amava...
-E a princesa? - Perguntei meio curioso.
-Ficou sem palavras no momento,Disse que não era digna do amor do primeiro príncipe de Aster. Ele insistiu que ela o aceitasse,pressionou-a a revelar seus sentimentos. acuada pelo olhar suplicante e cheio de amor e desejo,revelou-lhe que tinha medo por amá-lo,pois ela sabia de sua inconstância... Tinha medo de sofrer uma grande decepção.Depois ela correu para longe do Baile da corte,o príncipe atordoado passou 100 dias dentro de sua torre,sem falar com ninguém,O Rei preocupado pediu a presença de para fazê-lo sair,a princesa ao saber do parecer,correu de volta ao castelo,Ela não respondia e com todas as forças que tinha conseguiu abrir a porta,e entrar,ela imediatamente se fechou.Trancando-os. procurou-o na torre.Até encontrá-lo no divã,desfalecido,ela correu até ele, e sacudiu-o,Ela sentia o corpo do príncipe frio, gritava por ele,pedindo que não se fosse.No chão próximos aos dois havia um bilhete.Que dizia:
Matei o coração de muitas pelo meu amor efêmero,destrocei-lhes suas almas,Agora pago por isto,tendo o meu destroçado por um anjo,Um anjo que temia pelo seu,e aqui no submundo de minha alma esperarei por ela,somente ela me acordará.
trancada,chorou ,fez de suas roupas frangalhos.Rasgou seu rosto comas unhas de seus dedos,ele tentou decifrar seus documentos,o príncipe tinha sua própria língua escrita,o que ele tinha feito e nada o faria voltar,ela não podia fazer nada,ela não podia pedir ajuda,Então fez um encantamento em si,um símbolo,onde ela dividiria sua vida e sua alma com a do príncipe para fazê-lo despertar,dividir uma alma era encurtar a vida.Ela sacrificaria seu poder pela vida dele.em troca mesmo pela infidelidade do príncipe,ela nunca o abandonaria,nenhum homem poderia amá-la ela não amaria mais ninguém,se o fizesse,seu coração pararia de bater.
-Ahn meu pai!Auto- sacrifício!Ela saiu do porre pelo menos?! - Perguntei,tirando uma cara feia do .
-Ele acordou sim.A princesa e ele ficaram muito felizes e tal.Até...O irmão de saber disso.Ela a amava secretamente.Ele odiou Aizen por isso,não suportava saber da união dos dois.Um dia o reino soube que a princesa concebeu um filho do príncipe,os messe se passavam a princesa ansiosa pelo nascimento do primeiro filho.E o dia esperado chegou,a princesa entrou em trabalho de parto,durante a tarde inteira o no andar da noite,ela se esforçava para dar a luz,ela começava a enfraquecer.Ela não tinha mais forças,ninguém sabia mais o que fazer para ajudá-la.O príncipe angustiado chamou o irmão,Afinal o Grande Curandeiro! O Razard!E também conhecido secretamente como A grande Víbora Real.Ele tirou as esperanças de ter a princesa de volta mas poderia salvar o filho.Aizen não respondeu ao ouvir outro grito de dor da princesa.O irmão entrou, e a examinou e sabia que podia salvá-la facilmente,mas , não ele não fez isso,disse que ela e o bebê morreriam,revelou-lhe que a amava e não os salvaria,ele mataria os dois
, implorou-lhe qualquer coisa para salvar o filho.E ele disse que queria o amor de sua irmã.Razard não sabia do encantamento,ela pediu um momento a sós,e disse que primeiro ele tinha que salvar a criança.Razard esperançoso pelo amor dela realizou o parto da criança.Então olhando pela primeira e última vez para seu filho, entregou o filho ao pai,e Deixados a sós,ela pediu que o irmão beijasse-a no coração,como prova sua palavra,ávido por ela,Razard tomou-a nos braços e beijou-a,imediatamente com um ultimo suspiro deixou nosso mundo.Apenas Aizen sabia da condição do encantamento,ele sentiu sua partida,um pedaço dele se fora com ela, e ele correu de volta ao quarto,onde a encontrou morta nos braços do irmão...
-E aí? - Falei (Agora que tava bom ele para...)
-Deu-se uma bela briga Razard morreu,o príncipe nunca mais amou ninguém,e o filho cresceu forte e saudável.Razard deixara filhos também,que só se mantém na corte pelo dom de cura.De resto eles são um pé no saco.E você se odeiam,Os Razard nunca agüentaram vocês,vai se cuidando amigo.E a propósito,A festa é amanhã à noite.Você será apresentado à corte como o escolhido por ela.
-Como sabe disso? - Perguntei.
deu tapinhas nas minhas costas. Depois saiu andando,e eu continuei observando os dois quadros,esperando por .Pela minha princesa (MIMADA).
Capítulo 8
Demetri pov.
Depois de permanecer sozinho no corredor por , fiquei admirando os retratos de família, e via que era mais parecido com a mulher, só que meu porte era o do homem, meu suposto tatara-tatara avô, sei lá, ninguém passava até ouvir os passos conhecidos de C, ela estava com um vestido lilás.
(Link do vestido: http://1.bp.blogspot.com/_eiDu6My-eJw/TDj2zLkqOYI/AAAAAAAAAZ8/T8oNgB7_J2M/s1600/0061345660.jpg),
Não era nada de época, era até moderno, mas nunca deixando a realeza de fora.
-Você é mais parecido com ela, mas a altura é dele.Ela disse ma comparando com as imagens.
-hunf!Nem sei que sou direito além, de saber que sou vampiro.Falei.
Ela deu um sorriso que repuxava o canto dos lábios.
-É bem, de qualquer jeito, amanhã será a festa de aniversário, então não se atrase.
-Como bem disse é amanhã.Não sei por que a pressa.
-Aihn.Ainda tenho que voltar e ler um monte de papeis...
Ela reclamou fazendo beicinho, não resisti e me joguei até seu lábio inferior e mordendo-o de leve, não sei o que ela me provocava, irritação, ódio, euforia, curiosidade, paixão, e tudo isso conciliando com sua imagem infantil e adulta ao mesmo tempo.
-Aiê!Humm... - Ela reclamava enquanto sugava-o. Ela segurou-me pelos ombros, para esperar que eu terminasse, depois de uns segundos ele retribuiu, senti sua língua roçar meus lábios e me fez abrir a boca, segurei-a pela nuca aprofundando o beijo.Ela me apertou nos braços, até se afastar.
-Preciso de ar! - E inclinou a cabeça para trás, isso me fez rir, há muito tempo não tinha que parar um beijo por causa de ar, assim rindo eu senti um cheiro humano.
-K-ham...
Havia um serviçal, atrás dela. Ele se curvou.
-O que quer? - Ela perguntou impaciente.
-Vossa Alteza, a Rainha, sua mãe deseja lhe ver, pede-lhe que vá a seus aposentos, afinal não se vêem a nove meses, Alteza.
sai de meu abraço e parou diante dele, fazendo um sinal para que se levantasse.
-Quando? - Ela perguntou.
-Bem, imediatamente, diz, que se sente com o ventre vazio, sem tua presença.
-Sempre dramática...Vou mas, não irei ficar muito, tenho que treinar, com meu irmão, o que já me deixa sem paciência.
-Avisarei imediatamente. - E ele saiu, voltando pelo corredor.
-Sua mãe?Come ela é? - Perguntei curioso.
-Você a verá já já...
Ela saiu, á minha frente, me chamando com o dedo.Seu vestido lilás esvoaçando.Segui-a por diversos corredores.Seu perfume de um gosto floral e marinha invadia meus sentidos até pararmos num grande portal, onde á sua aproximação as portas foram abertas, e lá eu vi de onde vinha o gosto por tigres, a mãe dela tinha uns seis só á minha vista, mas pelo cheiro tinha mais uns nove no local, havia mais damas ali, saiu sem falar com nenhuma delas todas fazendo reverência, quando ela passava, saímos para um jardim com plantas baixas, e no centro havia uma mesa grande de chá, na ponta uma mulher muito bem vestida, de meia idade talvez, uns trinta anos, estava com uma xícara na mão, ela sorriu ao vê-la e se levantou, se curvou.
-A não minha querida, levante-se...
Observei a rainha. Ela seria muito parecida com , se fosse da idade dela e o contrario.Olhar dela, se movia antes do corpo, sempre atenta.Ela abraçou a filha, senti-a apertá-la, como qualquer mãe faria.
Então ela me olhou, sorriu lentamente, sem mostrar os dentes.
-Então esse é o herdeiro primogênito...Ahn!E olhe a semelhança dele, o porte de Áster, com a delicadeza da mulher – Ela disse isso com um tom de inveja, parece que sou realmente a cara deles... – muito bonito, e com esse dom de vampiro... Completamente misterioso. Que deleite...Se aproxime querido eu não mordo, nem tenho garras, como um de meus tigres.
Sorri polidamente, e caminhei até as duas.
-O único perigo para mordidas aqui sou eu Majestade. Curvei-me para ela.
Ela riu, contido, mas com grande prazer, olhei , ela apenas olhava com o mesmo sorriso da mãe, Ela saiu de meu campo de visão e foi se sentar.
A rainha fez, o mesmo, e eu acompanhei. Assim, todos sentados ela falou comigo.
-Então querido, tens a jóia mais preciosa, de toda Áster, não se sente ameaçado?Por que afinal, não é o único a desejá-la. - Ela tomou um gole do chá. permanecia calada.
-É por isso que vampiros tem a fama, de serem tão assustadores, sempre queremos o melhor, o mais belo, o mais rico, maior conforto, mais quente e vivo.
-É por isso que é difícil fugir de mãos tão poderosas quanto as de um vampiro. Ela ponderou.
-E você meu amor como está? - Ela se virou para
-Cansada, estava conversando com , ele disse que os poderes latentes de Demetri se refletem em mim, para se libertarem... E confesso que sinto cada vez mais forte, é quase como um peso.Queima.
Ela suspirou, como se até falar fosse cansativo.
-É claro, você ainda não estudou isso, talvez nunca irá mas, isso é comum, com esse feitiço, ele é uma troca, uma vida pela outra, como você – ela apontou em minha direção - é imortal, ela, não morrerá tão cedo, mas tudo o que sente, ela sentirá.Tudo.
-Vou me policiar, para não fazê-la sofre...
-Não me fará sofrer tanto, posso usar o seu poder em meu beneficio...
Ela sorri debochadamente.
-Ora meu anjo, não fique zangada, é melhor que ele. Se controle, pelo seu bem...
-Vou dar uma volta...
saiu.Fiquei conversando com a rainha, enquanto ela me explicava sobre a vida do reino alquimista, da corte, das famílias, de certos poderes, tragédias, fiquei fascinado e com ciúme, queria esse poder também.
-Então quando ele irá se libertar dentro de mim?O meu poder?
-Não sei, talvez nunca, ou daqui a algum tempo...Quem sabe.Ela disse...
Observei a rainha tomar chá, quando ouço passos e surge correndo, para a porta sem mais nem, menos, ante sua mãe a chama.
- o que houve?!
-Pergunte ao Razu!Não sei por que insiste que ele venha até aqui!Eu o odeio! - Ela gritou e saiu andando.
Esperei pacientemente,afinal queria saber quem era o tal de Razu...
E ele veio,despretensioso,arrogante,debochado e mesquinho,era o mesmo rapaz que me tirou no corredor quando estava atrás de ,com a roupa de modelo diferente,mas no mesmo tom,escuro com dourado e azul.
-O que você disse Razard? - A rainha perguntou.
-Nada demais minha querida tia –O garoto é sobrinho dela,primo da ! –Só que sei a relação que ela tem com essa coisinha, -ele apontou para mim – mas que nosso casamento continuará mesmo assim,ele não passará de nada insignificante.
-Insignificante! Você verá moleque!Xinguei.
-Olhem o linguajar diante de mim,a Rainha de Áster!E Razu não o provoque! - A rainha disse.
-Só disse a verdade,os Latleias,não param de roubar o que não lhes pertencem,nojentos e carniceiros...
Minha raiva cresceu,eu queria matá-lo ali mesmo, cortar cada pedaço,mas queria,saber o que aconteceu com .
-Não chegue perto do que é meu! - Ameacei antes de sair.
-Não esqueça de estar pronto á meia-noite!
A rainha disse.Virei-me para ela.
-Por que? - Falei.
-O aniversário,começa sempre á meia-noite,afina é onde o um novo dia começa,é a tradição.Esteja pronto...
Saí de lá correndo seguindo o cheiro dela,assim,somente assim,eu era capaz de encontrá-la,por segundos o cheiro dela mudava de rumo,até tomar um curso reto por um corredor nada chamativo,era de mármore rosa,me senti no templo e Afrodite,tinha estatuas de amantes,mulheres nuas...Mais amante e muita rosas,de todas as cores...
-Olá...
Uma voz doce ecoa pelo recinto.
-Deve ser o vampiro Demetri... –disse outra – o elo com a princesa.
-Ahn... –suspirou uma –Que belo ele é...Demetri...Ohn Demetri!Pena que ele é da princesa...
Senti uma mão percorrer meu ombro,depois a voz soou em meu ouvido.
-Não quer descansar um pouco...Um massagem?Perguntou uma loira,quando eu olhei-a estava de camisola branca.
-Ou não quer se deitar apenas,e relaxar,posso fazê-lo ter bons sonhos...
Disse uma ruiva,na minha frente.
-Oh não não!Talvez ele queira algo mais quente...Sussurrou uma de cabelos castanhos...
Perfeita estava sendo seduzido...Por boas e linda mulheres...
-Meninas!
Todas se afastaram o mais rápido que puderam,envergonhadas.
-O que pensam que estão fazendo!Disse que ele é um convidado,não HOSPEDE!
apareceu com raiva,ou será que era ciúme?
-Ahn...Demetri venha,deixe minhas lindas flores em paz....
-Flores...Disse sem entender.
-É como eu chamo cada uma de minha damas de companhia,todas tem um nome de flor.
Esquisito até morrer esse aí!
-Vamos venha sentar em meu escritório, está lá também venha...
Ele saiu voltando por onde veio.Segui atrás ouvindo os muxoxos das garotas,quando entrei no escritório,achei estranho ele ter usado o termo,afinal,aquele era o quarto dele,nada demais,com camas (pelo menos três) divãs, cadeiras e almofadas gigantes,Vi reclinada no divã,seu peito subia e descia furiosamente,seu braço cobria os olhos,seus cabelos antes num penteado estavam soltos pelo estofado,ela sem olhar e sem se dar conta de que eu estava ali disse:
-Como ela ainda tem a esperança de que eu fique com ele?!Como?! é impossível,você sabe disso,esse selo não será rompido jamais!Razu é um...Um...
-Bonito ele é,pense... Já pensou em ter dois amantes...
-Ahn!-ela exclamou com nojo-Como pode dizer isso?Eu e ele somos primos!Primos!
-Não teria dois amantes ,por que não divido nada com ninguém,vampiros são egoístas....
Ela tirou o braço da frente do rosto,me olhou apertando os olhos (sinal de raiva) balançou a cabeça e voltou o braço o lugar.
-Compatibilidades sanguíneas não é um problema para nós,é até melhor do que casar com outros,adoraria me casar com você até cogitei essa idéia com papai.
Credo!
-Não !Nunca!Mesmo!Nem pensar!Ela reclamou.
-Sua mãe e nosso pai são primos,é normal que a madrasta tenha esse desejo de tê-la casada com nosso primo,apesar dele ser um Razard.
-Você conhece a mamãe, ela está armando alguma eu sinto -ela botou a mão no peito – ela está armando....
-Sua mãe parecia bem inocente...Comentei sentando na ponta do divã
-Não é aí que engana,ela é um pássaro preso numa gaiola,e estes apreciam qualquer coisa para se divertirem.
Olhei em volta pra ver se o irmão esquisitão estava mas nem o vi mais,me inclinei para mais perto.
-Vampiros tem a pior sensação do mundo o tédio,procurar diversão é conosco,adoramos nos divertir até onde não se vê graça.Falei em seu ouvido.
Vi seus pelos da nuca se arrepiarem,ela suspirou.Em sorriso tímido saiu de seus lábios.
-Estou com tédio agora,não tem nada para me entreter...Alguma sugestão? - Ela perguntou.
(Ahn,sim tenho muitas) Ela passou a mão pelos meus cabelos,amassando-os.Encostei meus lábios na curva do pescoço,sentindo a pulsação do sangue acelerar,o corpo esquentar.Sua mão acariciava minha nuca,sentia suas unhas cravarem na minha pele.
-Meu corpo está queimando tanto por dentro,sua pele fria alivia...
Eu ri baixo,puxei o rosto dela em direção ao meu.Seus olhos estavam meio sonolentos.Inspirei seu perfume, cheguei mais perto e a beijei,imediatamente abriu a boca,buscando minha língua com a sua,uma acariciando a outra,cada vez mais eu não me via longe dela,cada vez mais eu queria ser um predador apenas saboreando a caça e desejando que ela nunca terminasse. suspirou,se entregando ao beijo,puxei-a para meu colo,apertando minhas mãos nos quadris, se enroscou no meu pescoço,de repente aquele divã já estava pequeno demais,eu queria mais espaço,como já tinha memorizado onde tava uma das camas,e a maior delas é claro,assim que senti minha perna bater na cama,eu a joguei de costas,e fiquei por cima,parei o beijo para olhá-la,ela respirava ofegante seu calor vinha em ondas até mim,minha garganta gritava por sangue, me puxou de volta,para mais um beijo,minha mãos correram até a barra do vestido puxando-o para cima até as coxa,onde pude senti-las firmes e rijas com meu contato,empu
rrei para os lados,ficando entre suas pernas, parou o beijo buscando por ar enquanto eu ia até o pescoço novamente,para morder de leve,apenas sentir a textura da pele e sua maciez,apertava a mordida. gemeu.O veneno molhou minha boca rapidamente,agora eu via o pulsar vermelho e dourado do sangue dela,sentia o coração dela dentro do meu peito,a vontade de sugar até a ultima gota.
(Eu iria matá-la,eu queria seu sangue mais do que nunca,)
Sai o mais depressa que me permiti, se ergueu num sobressalto,sua face tingida de rosa pelo sangue,eu avancei novamente,como um predador, não se moveu,mas uma força sobrenatural ma lançou de volta ao chão,novamente a sensação de toneladas em cima do meu corpo.Ouvi passo lentos até nós,era o irmão dela.
-Odeio ser estraga prazeres,mas você tem limites,Demetri cuidado com sua sede,ela está maior por causa do selo,da ligação dos dois –ela apontou de mim,para ,que agora estava deitada na cama –Você tem que voltar aos seus aposentos,tem que se arrumas para a cerimônia.
Ela se levantou cambaleante,e saiu antes parou na porta e me chamou
-Você não vem?Perguntou.
-Não –falei rouco –É melhor ficar aqui.
Ela deu de ombros,mas seus olhos diziam que queria que eu fosse e saiu.
Capítulo 9
(n/a: Gente neste capitulo tem cenas mais fortes...Só avisando!Leia quem achar melhor.)
Demetri pov.
Estava em silêncio enquanto me arrumava para a festa de aniversário dela, pensava em sua pele quente e rosada contra a minha, em seus lábios macios, em seus carinhos, o quanto ela retribuía meus sentimentos, pensava no perigo de matá-la por causa da minha sede. A propósito, estava nos aposentos dele ainda, me vestindo enquanto ouvia os risinhos das pupilas dele. Respirei fundo pedindo paciência... Depois de terminar eu sai para voltar à ala Volturi. Todos estavam á caráter,vestidos para um festa mas, de vermelho sangue.
-Olá Demetri, está sumido, mal aparece aqui, esqueceu de seus deveres?- Aro me pergunta assim que chego.
-Não, é só complicado cuidar de você e ao mesmo tempo. Sou vampiro, mas tenho meus limites. Disse soltando o ar.
Aro me analisou.
-Bem, não lembro de ver o seu passado tão bem. Há mais mistério nele do que qualquer outro vampiro que já li a mente, de todos; você é que menos se lembra de sua vida humana, meu caro, um conselho; viva agora apreenda tudo o quer e se vire, seja esperto. Aro abotoava os últimos botões de sua camisa.
Jane estava com um vestido de veludo preto que era composto por fios vermelhos; dando um levo toque vermelho ao preto, com sua presença marcantemente sombria.
-Onde está a princesa?-ela me pergunta – já faz tempo que não a vejo.
-Ela está se arrumando Jane. Ela irá nos encontrar no baile.
-Então vamos. Já está na hora .Jane anunciou aos outros vampiros. Todos com detalhe vermelho exibindo o brasão da nossa família.
Saímos todos como para uma guarda com os três, Jane e Alec nas laterais externas eu e Félix ao lado deles, mas próximos de Aro, Caius e Marcos, representando a força, após isso vinha os outros vampiros, mas todos ao redor para protegê-los. estava numa nave diante de uma grande porta, com um belo vestido, ela usava jóias com pedrarias pesadas e brilhantes e uma coroa, suas damas estavam ao seu lado formando uma fila. Todas inclinaram a cabeça, cumprimentando, um serviçal surgiu curvando-se diante dela. olhou:
-Já está na hora?- ela perguntou – Irei entrar sozinha e com minhas damas e meus convidados.
-Como desejar senhora. Ele saiu, se aprontou diante da porta, as damas se aprontaram e depois nós ficamos atrás.
Depois de um minuto houve um baque surdo, um báculo bateu no chão de mármore ecoando por todo o local, as portas se abriram diante dela, os guardas da porta se curvaram e ela caminhou a passos calmos e planejados, suas damas a seguiam com orgulho por serem observadas com inveja, isso era evidente, os convidados olhavam-na de relance, como se fosse proibido mirar em seus olhos por mais de 5 segundos, depois curvaram-se, após a sua passagem e de suas damas, éramos o foco, isso sim eu adorei, a curiosidade brilhava nos olhos incrementados por fascínio e o principal...O medo. Nós Volturis, nunca nos curvaríamos diante de ninguém por redenção, nós Volturis nunca temeríamos a nada, poderíamos até perder uma luta, mas esperem nossa volta, nem mesmo deve piscar, destruiremos vocês. Sorri a uma mulher que devia estar com o marido, ela suspirou provavelmente pensando o que eu poderia fazer com ela sozinha, seu marido colocou-a atrás de si mas ela não deixou de me olhar:
-Hum tinha me esquecido como era “um banquete na corte” Demetri. - Félix sussurra para que só nós ouvíssemos.
parou diante de uma elevação do salão, ali era o trono dos Reis. Havia vários, contei sete no total, havia um oitavo trono, este era mais elevado dos outros, indicando uma posição maior, o Rei se levantou erguendo uma mão e todos se levantaram, as Damas saíram do centro e nos conduziram a lateral, onde havia uma espécie de camarote, uma sala dentro dele onde permanecemos assistindo a celebração de Aniversário, o irmão dela estava do outro lado, com uma veste mais militar e uma espada embainhada, por fim o rei se pronunciou:
-Hoje nos reunimos mais uma vez, para celebrar a vida de meus filhos e de nossa Soberana a Princesa Áster - ae- Daeomonia- Eucaristia- , onde o meu presente será algo sagrado á ambos, o mais importante de suas vidas, dar-lhe-eis, ao meu filho ater-Ae- Daemonia- Eucaristia- ...
Não era necessário que eu me vira-se para ver que alguém se aproximava, um homem velho e uma moça de uns 15 anos no máximo.
-Aster-Ae- Eucaristia – Elanor – Ripli, herdeira da família Ripli!
A menina se adiantou do homem e seguiu adiante curvando-se para o rei, eu olhei , que estava mais branco que papel, Elanor se aproximou e se curvou, e seus lábios sussurraram:
-Meu príncipe, eu irei amá-lo e segui-lo até o fim de meus dias, minha alma e meu ser agora lhe pertencem.
não respirava, comecei a ouvir um choro coletivo, era a suas damas, com lenços e abraçadas.
Jane ria do meu lado:
-Parece que alguém tem horror de casamento...
-Ela é uma moça bela- Aro comentou- dará uma boa mãe, só não sei dizer o mesmo para uma amante, ele terá de ensiná-la talvez.
não aguentando mais o olhar da menina nos seus saiu correndo pelos fundos, atrás do trono, a pobre menina. Elanor ficou vermelha mas o homem logo tranquilizou-a, assim que o rei deu uma jóia representando a família deles, a multidão bradou de felicidade. Por fim mais um silêncio tomou a multidão de convidados, saiu de seu lugar e sentou-se no trono mais alto (Aquele devia então ser o trono do soberano, acima de qualquer um) Olhei novamente para baixo e a rainha misteriosamente estava lá. Ela olhou-me e sorriu, piscou um olho para mim, e pude ouvir seu riso contido, como se estivesse armando uma. O rei tomou ar a falou:
-Agora meus súditos!Meu povo!Meus irmãos!Olhai para um novo mundo agora!Onde as sete famílias viverão em paz e harmonia!Com uma união jamais vista desde o inicio dos tempos!Nossos anciãos verão!Nossos jovens viverão e testemunharão!A união de Áster-Ae-Daeomonia-Eucaristia- com Áster-ae-Eucaristia-Zelothya-Razard!
A multidão soltou uma exclamação de “Oh!” em coro, imediatamente se levantou, depois olhei onde seus olhos miravam, ele vinha do mesmo jeito, arrogante, cínico, mesmo jeito de vestir e confiante. Ele se ajoelhou,olhou-a nos olhos e abriu mais o sorriso, e disse o juramento.
(n/a: Olhem o Razu!)
“Aqui hoje diante de nosso povo e irmãos
Juro ó minha Soberana, absoluta, a vida
De nosso povo, e minha fonte de luz
Seguir-te, ouvir-te, protegê-la e
Amá-la, acima de qualquer coisa.
Acima de meu ser.
Acima de minha alma.
Acima de tudo.
Acima do desconhecido.
Eu juro-te”
tomou ar para falar:
-Eu o... Eu o... – ela gaguejava ,ela suspirou forte, pondo a mão na garganta – Eu...
Jane pov.
Essa é a coisa mais bucólica, mais maçante, mais inútil!Mais horrível de assistir!Que desperdício de tempo!Esse “romantismo”atrás de todo um interesse de poder e riqueza!Pior é fingir gostar disso!Que nojo!Apesar de estar elegante para essa cerimônia, até que o priminho dela era de se admirar pela beleza, é claro que ela o odiava só de saber que ele respirava no mesmo recinto que ela. Ela se levantou para dizer algo mas não conseguiu, ela gaguejava sem voz, Demetri estava apreensivo, a rainha apenas sorria, ouvi-a dizer:
-Eu, , Soberana de Áster o aceito.
Foi baixo, mas o impressionante foi ela responder:
-Eu, , Soberana de Áster o aceito.
Um grunhido surdo subia pela garganta de Demetri. O grunhido saiu ameaçador, crescendo pelo salão, ninguém o notou a não ser nós, a rainha olhou-o sorrindo feito uma “vadia de bordel”, o príncipe sorria também, feliz se exibindo para nós, Demetri por fim falou.
-Ela é minha... Não ouse tirá-la de mim, sua vaca!
(Adoro o Demetri com raiva!ele xinga tanto!)
-Oh!-ela disse baixo- eu acho que posso sim...
Então baixo apenas para nós volturis ouvirmos ela pronunciou.
- minningar hans af eldur er neytt, það verður aska, ekkert sem maður á að nú munu lifa með það, allt verður að fara burt
(Do fogo suas memórias se consumirão, de cinzas ela se tornarão, nada do que viveu até agora com ela viverá, tudo irá se apagar.)
Demetri paralisado, pôs as mãos na cabeça como se eu estivesse provocando-lhe dor. Então caiu no chão, ele se contorceu de dor, agarrava sua cabeça, percebendo que ele não estava bem veio até nós,falando baixo na sua língua para acalmá-lo, lentamente ele parou, respirou fundo, levantou-se sem olhar , olhou-me e disse:
-Quantas vezes tenho de dizer que não sou seu passa-tempo para o tédio Jane, pare de me provocar dor!Não sou um palhaço!Use Alec!
-Demetri você está bem? - perguntou.
-Claro, por que se importaria?-ele disse frio.
-Por que sim, não confio neles, eles não gostam de você lembra?
-Ahn sim. Mas e daí; não transei com ninguém importante ou será que fiz tão cheio de tédio que nem registrei.
ficou chocada com a forma que ele falou com ela, na verdade era assim que Demetri era antes de conhecê-la, arrogante, chato e sarcástico, impossível de conviver com ele por mais de 15 minutos!
-Não fale assim comigo, pode ter se unido a mim Demetri mas não me tratará assim, se não quiser perder a língua.
respondeu. Aro estava próximo agora.
-Por que? -Demetri perguntou- Vai ficar chocada gracinha?
-Demetri- Aro chamou- Não se lembra do que ela é?Ela é praticamente sua mulher...
Aro ajudou-o a se levantar, segurando a mão por um tempo.
-HAHAHAHAHAHAHAHAHA! Nós casados? de onde tirou essa balela!Ahn, já sei, dela!
Ele apontou para , está apertou os olhos, seu rosto ficando vermelho, seu coração acelerado, ela se levantou num rompante e virou-se para a mãe.
-O que fez?! - ela falou o mais baixo que pode apesar de sua irritação.
-O que fiz?Oras,nada... Eu acho,ultimamente ando tão esquecida querida...-ela disse. E riu saindo andando.
-Isso não ficará assim! - gritou, mas ela não deu atenção.
-Uau!Estamos num velório? Quanta mulher chorando –ele disse para as meninas de .-Elas precisam de consolo.
Se me lembro bem esse é o tipo de caça que Demetri mais ama, sedução e morte.
-Ahn sim é um velório!Seu velório!
gritou;
- Asríel!- e seu tigre veio,com garras de metal,e uma coleira para proteger o pescoço.Ao lado dela ele aumentou de tamanho,seus olhos tomaram um azul e vermelho como fogo- Asríel! Tag!(Asriel pega!)O tigre de animal de comum não tinha nada, ele era veloz e forte, as pessoas fugiam o mais longe que podiam, e enraivecida gritava:
- Hvernig dirfist þú! Rascal þín, er ekki betri en mig Vampire hálfviti hans Það er bara algengari! Aldrei aftur ...
(Como ousa!Seu patife,não é melhor do que eu seu vampiro idiota!É apenas um plebeu!Nunca mais...)
Ela parou e por um momento achei que ia continuar,ela se deu conta da presença de Razu,acho que comentou dele um dia...
- O que está armando Razu?!
-Nada...ele fez sina com as mãos para cima se rendendo- Ainda...Eu vou me divertir muito prima...vou desfrutar cada momento de seu sofrimento,essa maldição que meu ancestral lançou,nunca descansar até ter um Daeomonia sob seu poder...É odioso!E vingança é um prato que se come frio...Serei mais frio que o frio... ele chegou perto dela que por incrível que pareça não se afastou, ele ergueu seu rosto pelo queixo, ele ficou próximo de beijá-la...
-Mal posso esperar... -ele sorriu, agora percebi sua beleza, cabelos negros, pele olivácea, corpo definido, alto, seu sorriso apesar de perverso, era cativante.
-Hei! Cara! Quem eram as mocinhas chorando? -Demetri pergunta para Razu.
-Pupilas do , as mais belas do reino e ele nem terá tempo para todas elas... -Razu suspirou.
-Que pena... -Demetri disse- Mas eu tenho e você?
Razu riu com um prazer enorme.
-Acho que posso arranjar... -ele saiu até Demetri puxando-o pelos ombros e saíram em direção a porta.
-Hei princesinha...-Demetri a chamou- Se quiser posso aquecê-la a noite, posso ser frio por fora mas por dentro, sou como o inferno!
-Hei! - ela é minha esposa!Razu falou.
-Desculpa!Ela é novinha... Deve ser bem firme...
Razu ficou pasmo...
-Brincadeira!Sei respeitar a mulher dos outros! Calma.-depois ele disse em italiano - Naturalmente dopo che il marito esce di casa, è ciò che mi chiamano o vengano a me ... Chiamami quando vuoi principessa ...( Claro depois que o marido sai de casa,é por mim que elas chamam,ou me procuram...Chame-me quando quiser princesinha...)
suspirou profundamente, depois as portas se fecharam.
-Algo estranho aconteceu... -Aro comunicou –Não vejo nada sobre você e ele em sua memorias. Demetri não lembra de você querida.
-É claro que não, minha mãe fez algo com ele e Razu está envolvido nisso!Ele está perto de Demetri,quer mantê-lo sob vigia...ONDE ESTÁ !
Ela gritou e andou até um grande espelho, colocando sua mão na superfície lisa e fria, pressionou as pontas dos dedos e seu braço passou por ele, atravessando-o.
(n/a: Esta parte vocês só saberão no final da fic.Ok? Beijos)
- JEIL! Hvar er það?! Komdu nú, skipa ég þér!! hún er að spila með okkur! Viltu sjá hver er sterkari! Hún þurrkast út minningar af Demetri! Jeil það mun eyðileggja allt!
-Easy-Crisnelle.Eu vissi að ástvinur móðir hans var ekki tilbúin ... bara ímynda sér að eyðileggja minningar af honum, þetta er stafa af henni, gerði það með föður minn hún, jafnvel reikna hvað hefði alið dóttur fullvalda, sem algerlega breytt caminhos.Só gæti ekki segja þér og ég myndi vera svo sameinuð bræður, þú vilt ekki að vera fullvalda ...
-"Að hún þekkir ekki, en ég bið Razu! Að hún veit!
- "Hvað hún veit ekki ... Er að blóð Demetri's, blóð Lathleia, er sá sem þú getur tengil eterno.Ela stimpill tortryggni ... get bara ekki vita veikburða lið ...
- Hvaða veikleiki?
-Þú ættir ekki að vera kysst af einhverjum manni í brjósti, eða þú deyrð.
-Ég gleymdi því atriði í áætluninni Jeil ... Og nú er máttur hans! Nota mig sem flýja loki! Það verður að vera leið til að snúa stafa hana
"Ég er að rannsaka ...
Jeile se virou de costas para ir embora mas antes disse;
-"Hún mun ekki eyðileggja mitt ráð til konungs .. Það er það sem ég vil mest, fólk mun elska, The King og systir segir úrskurð hans
Ele sumiu no espelho.
-O que disseram?Aro perguntou se aproximando,ele queria tocar a mão dela.
Ela estendeu a mão...
(n/a: Como disse essa parte fica sem pé nem cabeça!Daqui se passará alguns dias.)
Os dias se passaram Demetri havia sumido,nem eu via, por fim voltamos para minha amada Volterra. ia e voltava, Demetri saía para caçar a noite e sempre trazia uma garota para cá... Irritante! aprendeu a como se vestir como um humano comum ou como um vampiro elegante,o que lhe caia muito bem. Ela até começou a cohecer Volterra. Emissários do mundo dela vinham-lhe trazer suas correspondências, contratos e etc. hoje ela resolveu se dar uma folga;saiu pelas lojas de Volterra.
Quando anoiteceu hoje, Demetri trazia uma loira completamente plastificada, literalmente era apenas para se alimentar, Demetri brincava com ela até sentir o ápice da sede. Ouvi os passos conhecidos de e um que não reconheci, eram de um homem. Eles andavam juntos e abraçados, o cara riu mais alto chamando atenção de Demetri. Pela primeira vez eles se viam, depois de tantos dias,e les se encararam... Félix estava comigo e sussurrou.
-É agora que as coisas esquentam. Ele gesticuou para os dois.
- Ma belle princesse agradeço a companhia.
-Oh! Não quer finalisá-la com uma taça de ‘vinho de seiva lótus silvestre’? Safra preparada pelo meu irmão. Ainda está quente.
-Ahn !Ainda quente! Com a vida da flor ! Como ele consegue ? -o cara disse.
Ele sorria sedutoramente para . - Sabe Crisnelle…adoraria vêla como uma criança…Afinal não vi seu nascimento, por ter sido banido…
Ele disse vagamente triste.
-Não perdeu muita coisa…Essa travessura meu irmão retirou-a…O que me é um alívio!Agora posso ser apenas adulta…
Félix não contendo a lingua pois sabia a verdade…Disse.
-Quando?Para mim, você era uma criança de verdade.
-Não ! E melhor Chéri ! Trarei a garrafa para cá !E sairemos novamente !Para a noite !
-O que é essa garrafa ? -perguntou a humana.
-Experimente… - disse. De trás de suas costas saiu com sua mão escondida uma garrafa, rosa e com um líqüido ora vermelho ora violeta…
-Hahaha ! -Chéri ria…
-Não guria - Demetri interrompe - ela tem algo mais importante.
Demetri puxou a menina, que ficou desanimada.
-Ah !Não seja ruim!- disse.
-É Demetri um gole só… -a garota pediu.
-Não sei ‘Ma belle’ talvez ela não aguente… -Chéri sorriu.
-Eu não sou muito forte também Chéri, talvez até nós duas sejamos irmãs depois disso. - riu, e Chéri se deliciou…
-Ah! preciso chamá-lo! se diriugiu ao espelho mais proximo e fez o feitiço para chamá-lo.
-O que é minha irmã? Estou ocupado e você deveria estar ocupada !
Pela primeira vez o vi agir serio com ela.
-Ahn !Estou entediada! E cansei de mentir para esse plebeu idiota! Ele nem lembra o nome da propria mãe! apontou Demetri,que sentiu uma raiva imediata, ao ouvir o apelido.
-Mentir para mim?-ele se levantou.
-É- ela abraçou Chéri- quero me divertir, ele não me entrete em nada, o que era sua obrigação !De que me adianta um serviçal,se ele não faz nada. Isso por que ele é meu marido por assim dizer…Por que fazer…
-Vem aqui sua…- Demetri puxou-a pelo braço- Que vou te mostrar…
-Não precisa…Chéri pode fazer isso…E sua amiguinha….Vai querer um drinque ?!
-QUEM MANDOU VOCÊ PEGAR ? ¬ - gritou.
-Eu sou a Soberana, e só pelo cheiro da bebida estou com cada idéia !
-Se eu puder ser útil nessa ideia…-Chéri disse.
Já a menina olhava ávida para a garrafa.
- o que está fazendo? -ela se aproximou do irmão.
-Hummm Eu estou treinando o nosso exército…Por que ?
-Hum quero comer lótus fresca com o vinho …
-Hummm…
não sabia o que responder, Chéri esperava e Demetri apenas ouvia.
-Que história de mentira é essa ?! -ele gritou por fim.
-É que eu não quero ser Soberana e você é o único que pode me livrar disso, o que já fez mas agora só preciso me livrar desse casamento…O meu com você, e o meu com Razu.
-Eu não sou casado com você !
-É claro que é…E …O que acha de uma festa ?
-Não, estou ocupado…-ele disse saindo de perto dela.
-Ahn não faça isso !Pense, é só você achar um aposento vazio,bloqueá-lo e a …AAAAAAAAAAAAAAAA !Já sei! No seu jardim !E vou chamar todos os principes !você irá juntar o jardim daqui com o seu, um portal ! UMA FESTA NO JARDIM !Avisarei o Aro !
E ela saiu pelo grande salão atrás dele.
-O que deu nela ? Chéri mandei ficar de olho nela !e não dar emcima !
-Foi mal meu amigo…ela é irresistivel. Afinal eu sou o Duque de Cardia…
-Meu rival, não tentando ser meu cunhado!
-Hahaha !Calma amigo !
-CALMA !Ela está de bom humor e festeira !Isso não é dela !
-Eu sei,eu sei…É tudo culpa do vampiro ai. -Chéri apontou para Demetri.
-Eu não tenho nada com ela ! -ele disse a Chéri.
-Então venha para a festa dela…e descubra. - Chéri disse cara a cara com Demetri.
-Eu quero ir ! -a menina disse.
-É claro ! -Chéri disse.
E mais uma festa para me atormentar ! Claro que com mais essa tivemos que roubar um belo hospital, para pegar bolsas de sangue e abrandar nossa sede, estava empolgadíssima demais… Até mesmo mudou de idéia e a festa seria do pijama no jardim, tudo o que mudava nela era da seguinte maneira, se Demetri estava feliz,o que era raro,ela por outro lado estava triste,se ela estava feliz ou fora de sí como agora,é como se fosse o Demetri antes de conhecê-la,pois Demetri era muito chato!Acho que mostrava o que Demetri sentia verdadeiramente,(Isso foi muito romântico,esqueçam isso.) Demetri mal dava atenção a sua humana agora,ele observava e Chéri juntos organizando a festa,quem iam chamar,que não ia ficar com quem, estava com ela, mal me lembrei da coitadinha, ela era muito boazinha. E também ajudava só que de vez em quando percebia seu olhar em Félix...
-Está tudo pronto! - gritou – Vamos lá!Jane vem comigo?
Ahn! Não!
-Agora não,depois. -disse me virando de costas.
-Vai sim senhora e Alec também.E de pijama!
Não mesmo!Ela saiu me puxando,eu queria muito provocar dor nela agora...
Ela me fez cruzar a porta que dava para o jardim,quando sai,estava num outro enorme,digno de palácios,com árvores em forma de estatuas,flores de todos os tipos,lidas e é claro a plebe passeando de PIJAMA!E agoraa eu via varias garrafas que roubara do irmão e as pessoas estavem muito felizes e bobas,riam á toa ,seus corações batiam mais rápido,era uma euforia. parou diante de mim. Ela usava um corset rosa com apenas uma bata branca por baixo. Ela me olhou avaliando alguma coisa ou sei lá.
-Você não pode ficar assim –ela disse isso e apenas balançou a mão e senti minhas roupas se agitarem e quando olhei para baixo,para minhas roupas o que vi?
(n/a: para as duas imagens é só clicar em cima)
-Tire isso de mim agora! -gritei chamando a atenção de alguns dos convidados.
-Não combina com seus olhos vermelhos, está linda!
E ela saiu me deixando sozinha, apareceu do nada me elogiando a roupa dela era muuuuiiiitttttoooo mais simples do que a minha.
-Jane você está muito bonita, e os rapazes também,eles estão bem vestidos,Alec e Félix.
-Eles estão aqui?! -perguntei
Antes mesmo que eu falasse algo mais eles aparecem... De pijama,mais clássico,mais recatado e não tão o meu estilo.
-Jane... -Alec abriu lentamente um sorriso, Félix segurava o riso, e Demetri que veio junto disse:
-OW nunca te imaginei tão...Tão hot!
-Cale a boca!Eu não tenho culpa, me transformou!
-Ok! Não precisa gritar,e além do mais não viu nada ainda espere para ver as mocinhas do ...
As pessoas riam,cantavam e dançavam,recitavam poemas e corriam para todos os lados,minha sede foi aplacada por aquele liquido que me obrigou a beber, me sentia extasiada,até feliz, queria torturar alguns por diversão, até fazia escondidos, principalmente quando um casalsinho se beijava, eu os fazia sentir dor, e ria na cara deles! Que corriam assombrados!
Avistei e os outros rindo embaixo de uma confortavel tenda,ela estava agarrada a Chéri que segurava uma taça de vinho de lótus, Alec e Félix estavam rindo de alguma piada entre eles,e Demetri estava com a humana,mal-humorado,com cara de tédio,louco para fugir dela,e ela,estava quase de calcinha e sutien, falava alto e se jogavam em cima dele dizendo promessas de amor.
-Leah! - chama a humana pelo nome- Aqui não é lugar para isso,se agarrar em publico...
-Não !Eu não quero saber de caretisse!-Ela foi até ,e a abraçou, retribuiu,mas ela olhou para Demetri,provocando-o,ele percebeu.
-Acho que esta noite terei companhia a mais...
-Acho que essa noite alguém irá dormir sozinho. - rebateu.
-Não quero perder a companhia de Ma belle... -chéri enlaçou pela cintura.
-Não quero perder minha ESPOSA. -esta voz deu muita enfase a palavra.
E lá estava o tal de Razu outra vez, presunçoso como sempre, elegante.
-Quem disse isso?!Quem disse que tinha de vir?!
gritou, todos ficaram quietos
-Sobre nossa união... O rei e os sabios -ele disse ironicamente pensativo- Sobre a festa foi você,disse ‘todos os principes e nobres virão’.
revirou os olhos e quando ia sair Demetri a segurou.
-Hey! Vai sair só por que ele chegou? -ele perguntou fazendo-a se sentar perto dele.
-Vou. -ela fez menção de se levantar.
-Fique aqui. -Demetri mandou.
-Não. -ela tentou sair de novo.
-Vamos, a festa é sua! Sente-se. -ele puxou-a para mais perto- E do meu lado.
-Não, ela tem que ficar do eu lado... -Razu ameaçou.
-Calma,não vou roubá-la...Ela é fresca demais...
-FRESCA! - gritou.-Eu não sou fresca plebeu idiota!
Assim que ela xingou Demetri, o fez sentir raiva, ele a apertou.
-Fale outra vez... -ele ameaçou.
‘Isso vai dar em outra coisa,bem mais do que briga’
Ouvi Chéri comentar.
- PLEBEU IDIOTA! -Demetri rosnou e arrastou em velocidade vampirica de lá,na direção que foi,ele voltou para nosso castelo. Que num passe de magica Razu se levantou, ele ia atras, e por sorte ou algo que Chéri disse a humana o fez cair e ficar lá, tentando sair de perto dela, eu por outro lado resolvi fazê-lo sentir dor. O que o atrazou mais...
Demetri pov.
Aquelasinha! Patética e que morreria por mim se eu estalasse os dedos, esperneava incessantemente, assim que entrei no meu quarto a joguei na cama.
-Agora que estamos sozinhos, diga-me que mentira é essa que me envolve. Que traição é essa?!
-Ahin!É isso de novo?!eu menti!Não sou criança, não sou indefesa e nem burra,usei você apenas para atrazar meu casamento,o que não esperava era que você! Me casaria com você!E que ainda por cima é um traidor mequetrefe!E pior fez uma maldição que durará para o resto da vida!Arruinando meu plano de colocar meu irmão no tronoe ficar apenas como a boa soberana,agora a vaca da minha mãe apaga sua memoria de peixinho dourado!Nem lembra quem eu sou!Arriscando a minha vida e a sua por que o que não falta é tentação de beijar a marca!
Ela apontou para o proprio peito, observando melhor visualisava uma mancha avermelhada, onde coincidentemente eu tinha uma no mesmo lugar...
-VOCÊ FEZ ISSO! -apontei para a minha marca,que Leah arranhou até não poder mais.
-Não entendeu nada!eu não fiz isso!FOI VOCÊ!
Ela veio até mim, agora batendo a mão no meu peito.
-Você é um plebeu idiota! Que não sabe o que faz nem com quem se mete, perdeu a memoria, e ainda me insulta!
-Cala a boca garota!
Madei.
-Garota uma ova!A ainda tem essa maldita ligação...
-Calada!
-que me incomoda,dói,queima cada parte do meu corpo,e principalmente no coração!
-Fecha essa boca!
-A soluçao mais fácil e violenta para me livrar disso seria matar Razu,e deixar você aqui!Mas não,não não!Temos que ficar proximos,um não vive sem o outro!Isso é tão repugnante!
-Per la ragazza l'amor di Dio. -disse,como se o cara ia me ouvir...
-E o que mais me mata!Eu não posso pensar na ideia de me afastar de você!
-Zitto! Per . -mandei-a pela ultima vez. Aquela começou a me bater,como se fosse doer de verdade.
Impaciente do jeito que eu estava joguei-a na cama e a segurei.
-Você não tem noção do quanto isso é odioso!O quanto é sufocante saber que não posso me afastar, eu não sei o que é...
Ela passou a mão em eu rosto, sua mão era macia e quente, sentia o sangue correr na ponta dos dedos, sua mão descia até a tatuagem, sinceramente não compreendo como posso ter uma marca se sou imortal ,sua mão quente a tocou e foi como se meu coração estivesse vivo novamente, mas ouvindo-o melhor ele vinha de ,aquela estranha, será?As vezes me dava a sensação de ser mais intima do que conhecidos.
-Hum... –ela murmurou e um sorriso surgiu nos lábios rosas- Que tolice achar que ela sumiria,que até meso ela se apagaria...Faz apenas alguns meses, mas não sabe o quão dificil está. Justo quando eu...
-Você o que? -perguntei.
-Esqueça... Não fará diferença.
Ela deixou a mão cair sobre o peito,fechou os olhos... A minha foi para seu rosto,era absurdo o quantoeu sentia que... Que algo faltava, que era algo que me deixava ao mesmo tempo irritado e queria cada vez mais me afundar nessa raiva, algo me iria ser recompensado.
-Deixe-me levantar... -ela se moveu abruptamente tentando sair, antes que ela pulasse da cama a puxei dessa vez colando nossos corpos, suas mãos se enroscaram em meu pescoço, ela respirava forte agora, seu hálito quente tomando conta do ar mais proximo de nós, ela mordeu a boca e eu me aproximava mais juntanndo seu tronco contra o meu e apertando-o mais, fazendo o ar dela sair rarefeito, e avançou e mordeu minha boca de pedra, eu a afastei e a beijei invadindo sua boca, lambia seus labios, acariciava sua lingua, suas mãos se afundavam nos meus fios de cabelos puxando-o, as minhas brincavam de ir e vir em suas coxas, desnudas pela festa de pijama, ela desabotoava a minha camisa, deslizando suas mãos quente pelo meu torax e braços. se afastou para respirar deixando o colo a mostra, onde eu deixei beijos, sentindo o sangue correr veloz, minha sede aumentou afinal aquela humana me enjoou, percebeu e me olhou nos olhos, lentamente a vi morder a boca, vi carne rosa ser rasgada pelo canino, cerrando a pele, até o sangue fluir, o cheiro metálico e quente chegou ao meu ollfato e seguiu para o paladar,quado eu quis avançar para a fonte desse liquido ela me segurou.
-Sem arrancar meus lábios, plebeu idiota...
Eu rosnei á menção desse apelido estranho, sempre me despertava essa coisa dentro de mim, ela me deixava saborear cada gota e quando a ferida coagulou, eu mordi mais fundo, ela gemeu pela dor. Eu virei-a de costa na cama novamente, sem ouvir protestos. O corset me atrapalhava e comecei a tirá-lo, ela me arranhava, pedindo por mais, minhas mãos deslizava por cada parte do corpo,ela se afastou pedindo ar, já que eu não separava o beijo, senti sua peça intima bem ertrelaçadas em meus dedos, ela já estava brincando com os botões da minha calça, puxando-o para sí. Eu me levantei para encarar seus olhos, sorrindo como um belo anjo de mãos frias que tenho mas, que deixam fogo na pele delicada de qualquer mulher, seja ela uma prostituta ou princesa, com meus dedos levemente tocando sua pele eu retirei-lha a peça ,desde o baixo ventre até as pernas deixando cair em qualquer canto do quarto, ela tentava me despir mas eu segurei suas mãos, eu queria brincar, e eu vou, minhas mãos subiram para o corset, abrindo fecho a fecho onde deixava uma mordida leve ou um beijo, ela susprivava, finalmente cheguei ao ponto mais esperado,d eslizando meus dedos de leve causando-lhe arrepios... Ela arqueava as costas, lentamente toquei sua intimidade úmida e quente...
-Hummmm... -ela se contorceu mordendo a boca, e voltei a beijá-la,ela estreitou as pernas em minha cintura.
Acariciava suavemente deixando-a reclamar, sentindo preça sentindo prazer, seu pulso acelerava cada vez mais, ela começava a pedir por fôlego, mas com minha outra mão e soltando meu peso sobre ela, cravava suas unha em meu pescoço, pedia cada vez mais pelo precioso ar de uma vida humana, ela contraiu todos os musculos do corpo, seu sangue correu veloz até numa interrupção brusca, voltar a correr no ritmo comum, seu fôlego finalmente liberado por mim, deixando entrar e sair em grande haustos ,observava seu rosto lânguido de prazer, seus olhos se abrindo lentamente sombreados e sem foco...
Minha cabeça e minha mente queimaram furiosamente, voltou-se para mim.
-Demetri... Demetri o que é? Deixe isso consumi-lo... É apenas o seu subconsciente forçando-o a ver o que realmente é verdadeiro... - suas palavras eram um eco em meio a dor,Céus era como se Jane estivesse me torturando.
-Aprederá, Vampiro, a não se meter com o que é meu.
-Razu! Eu vou acabar com você! -acho que era a voz de ,mas já estava distante...minha visão ficou escura....
Até esse ponto, a fic foi betada por Raphinha
CAPÍTULO 10
PDV.
Andei... Andei... Kham!...
‘Inspira e expira’ estava entorpecido, pela minha própria bebida afrodisíaca de lótus, está tudo tão rosa! Tão cheio de amor e paixão! Andei atrás de minha irmã, não sei onde a meia pirralha estava!Alguém sabe onde ela se meteu?! Afinal a idiota quase estraga nosso plano de dominar o trono de Aster! (MUAHAHAHAHA!) Desabafando em seu amor não correspondido por Demetri; o coitado tá esquecidinho. Bem, no mínimo ela foi atrás do vampirinho sexy dela! (Sexy... Hummm, aquele tanquinho) Fui até o quarto dele e, o que vejo?! Aquela pouca vergonha! agarrando Demetri; essa minha irmã sem noção, devia ser mais recatada... Sei que ela é um pouco mundana... Ok, mundana demais!Ouvi passos no corredor de pedra sinistro, do castelo Volturi! Quem será?! Hora de me esconder!
‘Sumi!’
Era o esquisito do Razu... O que ele veio fazer aqui? Ahn é! Ele gosta da minha princesinha... Vixi, vai cortar o barato deles, e o meu! Tesoura que ele é.
Razu simplesmente invade o quarto dos dois pombinhos! De repente um clarão... Ele some. Estavam Demetri no chão e desacordada, como criança, seu espartilho folgado como uma armadura para gordinhos. Ela dormia febril. O vampiro se levantou atordoado, olhou a sua volta e fitou minha irmã com raiva... Eu te entendo, amigo, sei bem o que é uma greve... Imagine mais de cem damas de companhia fazendo isso?! Terror!
Entrei no quarto, como bom moço que sou; as mãos nas costas. O vampiro me olhou:
-Está tudo bem? - perguntei sorrindo.
Num piscar de olhos ele some e está diante de mim, quase me agarrando pelo pescoço... Quase! Eu sou o melhor! Com um encantamento secreto meu, num gesto de mão o ergui no ar, ele ficou latindo feito um cachorro e rosnando...
-Relaaaxa, amigo! Estou preocupado com minha irmã... - Apontei o pacotinho na cama.
-Que se dane a vadia da bruxa! - Ele cuspiu.
-Olha o respeito! Você adora a guria ali. - apontei para a cama. - Agora...
Avaliei-os mais a fundo; notando um defeito pequeno no meu feitiço; o fluxo vital deles, entre eles. estava fraca, era como uma tênue luz dourada; um fio; pensei... Pensei... E pensei...
-Oh não! Não isso! Você está se alimentando? - Ele não falou nada. Então o sacudi no ar. - Fale!
-Não estou com sede... Estou ótimo! Coloque-me no chão.
Eu sou estúpido! Como não vi isso! O selo é uma troca, recíproco, se um não faz a sua parte; se Demetri não retribuir o amor a , se não nutri-lo, ou se cuidar fisicamente... Só irá sugá-la, como um vampiro que ele é, por isso não sente sede, ele nem matou a garota ainda! Por isso o surto de poder dela, imaginei que fosse um chilique, mas não era isso, é o próprio corpo dela lutando para viver! Joguei Demetri de qualquer jeito de volta no chão:
-Chéri! Seu traste! Chéri! Eu falei para você observá-los!
Demetri PDV.
Sabe? Eu odeio essas visitas do Aro, que galera esquisita! Essa garota me faz sentir como se estivesse queimando por dentro, ou será o cara que eu vi ontem que me faz dormir... Enfim, são estranhos, meu corpo parecia uma pedra, (Eu sei,sou uma pedra) estava no meu quarto no chão, tinha cobertas em cima de mim me cobrindo, pois estava seminu, me levantei devagar; tinha uma coisa dormindo na minha cama! Era um bolinho meio rosado, cabelos ondulados, pés pequenos, era uma criança, que horror, será que eu? Eca! Ela suspirou feito um anjinho cansado, seu coração batia moderado e lento, cadê a garota de ontem? Fiquei de pé, eu estava sem camisa, ela usava um corselete de adulto com uma bata crua, estava tudo largo! Que bizarro! Tudo bizarro, preciso falar com a Jane... Deixei a filha de não sei quem por lá...
Andei até o quarto dela. A porta estava entreaberta e eu abri... Eu a vi.
-Jane!- ela estava com um lingerie muito fora do estilo dela, não sabia que ela era tão bonitinha assim, menina fatal; imediatamente fui jogado no chão, morrendo de dor, não enxergava nada. - P-Pára... J-a-ane! - Era insuportável essa dor.
O alivio súbito veio segundos depois...
-Da próxima vez que entrar aqui sem bater, eu te arrebento! Vai sentir dor o resto da sua eternidade! - Ela se cobria com um manto Volturi.
-Belas pernas. - disse sentado no chão, me recuperando. - Brincadeira! - disse quando ela ameaçou de novo. - Preciso de ajuda.
-Pessoa errada. - ela disse, entrando no closet dela.
-É serio, qual é? Somos companheiros... - falei do chão, encostado na cama.
-Fale antes que eu mude de idéia... - Sua voz veio de lá dentro.
-Quem é a mulher que estava comigo ontem á noite?
-... É complicado, Demetri, se você não fosse tão demente, saberia quem ela é. - ela disse.
-Ok, onde ela está e o que ela é para mim, o quanto é importante? - perguntei.
-Muito, ela é sua mulher, que fez o favor de se esquecer...
A porta é aberta num rompante e vem o pacotinho que estava na minha cama... Segurando o espartilho para não cair.
-Jaaaaannnnneeeee! Eu to com fome! - falou manhosa.
-Juro que se não fosse criança, te matava... - Jane disse. Apesar de ela ser assassina de criancinhas, sim.
-Quero comida! - E para mim ela vira e fala, depois de soltar um gemido histérico de boca fechada - Plebeu idiota! Deixe-me a sós com ela, agora!
-Hahahahaha! Quem vai mandar? - eu disse.
-Eu mando em você! Sai! - ela gritou
Ela batia o pé, birrenta, eu dei risada, ela ficou vermelhinha, me fez rir mais ainda...
-Jaaaaaaaaaneeeeeeeeee! - ela gritou.
-Ok, Demetri, meu quarto, caia fora, senão...
Levantando rápido, eu saí do chão, passei pela garotinha, que estava com a mesma roupa, e um roupão longo demais para seu tamanho, então eu saí, não sem antes olhar em seus olhos profundamente magoados, ela desviou os olhos bocejando de sono, eu fechei a porta. Credo, que peso é esse no meu peito? Fui até o grande salão Volturi, como sempre, eles estavam lá: Aro, Caius e, Marcus. E uma mulher bem atraente no colo do Marcus...
-Bom dia... - falei.
-Olá, esquecidinho! - Aro disse.
-Esquecidinho? - disse confuso.
-Oh! Marcus ele não se lembra da nossa adorada princesa! Que insolente. - Aro disse, sorrindo cínico.
Marcus suspirou.
-Que princesa? A garota de ontem á noite?
-Sim ela mesma! - A loira no colo dele disse.
-Nova aquisição? - falei baixo demais, só para ele ouvir.
-Sim, sim...
-Nós também. - Disse Aro.
-Hunf! Incorrigíveis! - falei, entediado.
-Aquela bebida da princesa, que mel dos deuses, quero guardar um garrafa! - Caius comentou. - Lembra sangue!
Os outros dois concordaram.
Eles riram, as meninas acompanharam e riram sem entender... Ahn, mulheres fúteis, mal sabem!
Assim continuei com minha vida, parado; de guarda, olha a partícula de pó... Pensando no sol... Voa... Voooaaaaa...
-Onde está minha dama, Anna Belle! Marie! E Flora!
Fui despertado pela voz infantil, a garota no colo de Marcus saiu rápido de cima dele, se arrumando e ajudando as outras duas, e ficaram a postos na porta. Ela disse alguma coisa, uma prece sei lá na língua dela, e a entrou, Anna Belle fez uma reverência. A criança o olhou:
-O que pensa que faz aqui á essa hora? A vozinha de autoridade reverberou até o teto.
-E-Eu... Eu... - Flora gaguejava.
-E as outras duas?! E vocês aí?! - Ela apontou para os três...
-Pensam que não sei o que aprontaram com elas! Se eu não soubesse da conduta delas... - olhou para as damas. - Saiam daqui! E leve as duas para o castelo, AGORA!
As damas saíram assustadas. respirou fundo.
-Ai ai... Sempre mandona. O que faço com minha noiva? - Razu, o coleguinha, amiguinho meu e maluco disse.
se virou tão rápido que quase tropeçou no tecido que sobrava.
-‘Saiam daqui AGORA!’ - ele imitou. – Qual é, priminha, a gente tem que viver! Deixe esse ódio do coração ir embora... - Ele fez drama.
-Só se eu for louca! Esquecer do ódio por você! Imagine!
-Você é pedófilo... - eu falei. - Casar com uma pivete...
-Se ela vem com um pacote grande, como o dela, por exemplo, uma coroa, casava duas vezes!
-Eca! - ela falou. - Como pode falar assim, e NÃO SOU CRIANÇA!
-Sorte para você. - Eu falei.
-Sorte, porque se você está casado comigo?! Pode ter esquecido, mas o corpo não mente! - Ela mostrou um sinalzinho no peito, eu olhei aquilo... Era familiar, mas não tinha importância assim, senti um formigamento no meio do meu peito. Senti-me mal, com uma sede intensa, como se só ao estar com ela, a vontade passaria. Ignorei a sensação, devia ser sede e estou catando qualquer coisa... Que não é suficiente.
-Eu, casado? - falei para o vento.
-Hunf! - ela disse, me dando as costas.
-Ok amorzinho... - O cara esquisito do Razu, falou. - Podemos conversar? Só você e eu....
-Não... - disse.
-Por que não? – ele perguntou.
-Por que, não tenho que conversar a sós com ninguém... Pode falar aqui mesmo.
-Certeza? Então ta... Não esqueça que este mês teremos a coroação, e eu, como futuro soberano ao seu ladinho, isso significa... Casamento!
-Casamento? - ela disse, assustada.
-Casamento? - eu disse, curioso.
-Ahn é, será junto com o do seu irmão, e o rei deixou que o casamento fosse aqui...
-Aqui?! - ela disse.
-Ah! Que maravilha! Faço questão de dar a festa! - Aro disse, rindo alto para valer.
-Não se preocupe com o público, será uma cerimônia só para convidados...
-Hummm! - Ela começou a dar pití... De punhos fechados, ela não parava, batia o pé, mexia a cabeça de um lado para o outro. Isso começou a me irritar.
-Para com isso, pivete... - Mandei.
Ela aumentou a voz, e os movimentos.
-Estou avisando...
Ela continuou...
-Por favor? - Pedi.
Ela bateu o pé em sinal de determinação; respirei fundo e num segundo estava diante dela, pegando-a pelos ombros e a chacoalhei. tentava me bater, mas só arranhava.
-Te odeio! Te odeio! Te odeio! Te odeio! - ela dizia.
-Por quê? - Gritei
-Por que você disse que eu era... Eu sou a burra da historia, você era só um joguete!
Razu tomou-a de meus braços, fazendo-a gritar mais e sumiu com ela pela porta, todos nós ficamos olhando, e vi que todos me olhavam agora.
-Onde você vai levá-la? - Gritei.
Todos á minha volta estavam quietos, eu saí atrás. Sentindo o cheiro dela e ouvindo seu coração numa angústia desesperadora.
Cheguei ao porão onde eles estavam. Razu estava numa parte, de frente para , que estava com raiva.
-Seu insolente! Vai pagar pelo que fez!
-A culpa não é minha se o seu vampirinho tem memória de peixinho dourado. E afinal eu não vou revelar muita coisa, quero me divertir...
-O plano era você negar a união! Renunciar-me! Assim você seria chefe dos anciãos, teria de mão beijada os limites de nossa família! Seria um Juiz supremo! Ao meu lado e de ! Agora esqueça seu sonho, Razard.
-Ahw! Priminha, não chora... Você é a Soberana! Manda em qualquer coisa! Pode ter o vampirinho de amante, já disse, é claro que só quando precisarmos de um herdeiro ele terá de ceder lugar...
-Ecaaa! - ela disse com asco.
-Ahn! Pare! Sabe que eu dou conta do recado, você me adora em baixo dos seus lençóis, e eu amo esse corpo de mulher, pena que está escondido nesse aí de tampinha... Você é uma Deusa, e tenho que admitir; caprichou no encanto,está até agindo com infantilidade,acho que não consegue repelir esse lapsos de infância... Não é?
-Cala a boca! Eu sei me cuidar! - ela disse
-Tanto que deixou seu vampiro perder a cabeça... Ficar Lelé... Bllrlrlrlrlrlr!
Ele fez cara de louco, senti as paredes vibrarem e começarem a tremer, estava vermelha e tremia.
-E o pior; ele é o primogênito da família, meu arquiinimigo, dono de todos os poderes das sete famílias! Imagine o poder que ele tem, seria pior do que você, isso se ele não fosse vampiro, afinal ele libera o poder latente através de você, pobre princesinha... Mal posso esperar para ele se ferrar de vez, ver-me com você na sua cama... Beijar você, tocar.
Razu chegava mais perto, , numa exaustão inesperada, caiu em seus braços, ele a ergueu no colo.
-Mas acho você melhor como me lembro atualmente. - ele sussurrou no ouvido dela.
Das vestes de Razu, uma sombra se alastrou ao redor dele, e tomou conta dos dois, mas antes pude ouvi-lo dizer.
-Já que a escuridão revela sua alma, mostra-me você... - ele se inclinou para um beijo, e quando a vi estava nos braços dele, desmaiada, a roupa cabia perfeitamente, eu a conhecia, de algum lugar... Sentia que sim. Razu a apertou mais em seus braços, de uma forma possessiva ‘Minha’ era só o que pensei, e num instante estava perto dos dois, dei um soco no Razu, que mataria um humano se ele não fosse um bruxo ou sei lá o que, ele caiu no chão desacordado, seu perfume me invadiu, o cheiro do sangue, seu coração batendo; a marca no peito, a pele... Minha. Levei-a para meu quarto desviando de todos até de uma tal de Chéri, onde a joguei na cama observei-a desacordada ávido por tocá-la, mas sabia que se fizesse isso agora iria parti-la ao meio, afastei-me até a porta e olhei-a uma última vez e sai para caçar em plena luz do dia. Qualquer alma viva que me aparecesse. Eu tinha sede, tinha fome, estava faminto por ela. O que está havendo comigo?