Friends Or Enemies?

Prólogo:

Você sabe quando duas pessoas se odeiam? Esse era o caso de e . Simplesmente foi criada para odiar e foi criado para odiar , mas será que isso pode mudar de algum modo?

Primeiro Capítulo:

estava num canto do colégio bem isolado e escondido do mundo. Ninguém a via lá. Ela apenas estava quieta lendo seu livro. Ela não queria ficar tendo de suportar aqueles garotos e garotas mimadas populares, principalmente ter que suportar a visão de . O garoto que ela que ela mais odiava neste mundo, e que é claro ele não pensava muito diferente dela. Eles e seus amigos eram, pra ela, as pessoas mais idiotas deste mundo, eles eram patéticos mimados e populares, simplesmente se achavam. Ela lia seu livro, tranqüila quando de repente entra correndo atrás do muro onde ela estava, ela olhou pra ele assustada. Ele estava encostado no muro e estava ofegante. Ela ficou o observando incrédula até ele perceber sua presença e virar o rosto para olhá-la. Ele a viu, mas continuou calado. se levantou irritada.
- , o que... – Ela disse mas ele não deixou terminar. Ele ajoelhou e pegou sua mão.
- , namora comigo? – Ele disse ofegante a olhando. ficou pasma e assustada, depois de um 5 segundos de susto ela caiu na gargalhada e franziu a sobrancelha. – Do que é que você está rindo, garota?
- Eu namorar com você? – Ela disse entre risos e ria ainda mais. – Ate parece! – rolou os olhos se levantando.
- Bom, então fingi que está namorando comigo? – Ele disse e o olhou irônica.
- Pra que você quer eu finja que estou namorando com você? – disse rindo cinicamente.
- Porque você é a primeira garota que eu vi na minha frente e se eu sair pra pedir outra em namoro ela vai me ver e aí não vai dar tempo e... – dizia rapidamente, mas o interrompeu.
- Ela quem? – disse arqueando uma sobrancelha.
- Lucy. Lucy Esteinson. – Ele disse e ficou confusa.
- Lucy Esteinson? O quê? Não vai dar tempo de quê? – dizia confusa.
- Lucy Esteinson, a choquito... - ia dizendo e o interrompeu.
- Eu sei quem é Lucy Esteinson, ! É aquela espinhenta chata lá. Mas o que ela quer com você? – perguntou.
- Ela não quer nada de mim, ELA ME QUER! – dizia desesperado e caiu na gargalhada.
- E eu com isso? – disse e foi saindo só que a puxou pelo braço.
- Me ajuda... Por favor! – dizia com uma cara de piedade.
- O que eu ganharia em troca? – Ela perguntou.
- Eu faço tudo o que você quiser. – disse.
- Por tempo indeterminado. – Ela disse e concordou. – Fechado!
olhou pela parede e se assustou.
- Ela tá vindo! – Ele disse chegando perto dela. – Pega minha mão! Anda! – Ele disse estendendo a mão pra ela.
- Eu não vou pegar na sua mão! – Ela disse.
- Pega, ! Namorados dão a mão um pros outros! – Ele disse e rolou os olhos, mas pegou a mão de e entrelaçou seu dedos nos deles. – Sorri!
- Você ta pedindo demais... – foi interrompida por Lucy que chegou e os olhou na hora e eles sorriram olhando pra cara um do outro. Lucy arqueou uma sobrancelha e puxou para mais perto e selou seus lábios, pedindo passagem com sua língua só que ela não concedia. mordeu o lábio dela fortemente e ela abriu sem querer e logo os dois estavam em um beijo quente na frente de Lucy. se afastou de que o olhava confusa e com raiva e ele beijou sua testa saindo logo depois, ela ficou lá enfezada enquanto Lucy a olhava com curiosidade.
- O QUE VOCÊ TA OLHANDO?! – disse e saiu marchando irritadamente deixando Lucy espantada. Enquanto andava, viu suas amigas sentadas num banco da praça e resolveu ir lá.
- ! A gente estava te procurando. O que aconteceu que você está irritada deste jeito? – perguntou.
- Gente, vocês me dão licença que eu preciso resolver algo. Tudo bem? – disse do jeito mais dócil que podia e elas concederam. se levantou e saiu marchando para mesa onde e seus amigos idiotas estavam sentados. – , eu preciso falar com você.
- O que é? – Ele disse se levantando impaciente e a olhando.
- A sós. – Ela disse com os dentes trincados e o puchou para um canto da praça. – O que foi aquilo? – Ela explodiu.
- Um beijo? – disse como se fosse óbvio.
- Não, ... FOI UMA LÍNGUA! – Ela berrou e um tanto de gente a olhou.
- ... A Lucy estava olhando. Eu precisava demonstrar que você realmente era minha namorada, ok? Ou você acha que eu tenho prazer de beijar uma insuportável? – Ele disse irritado.
- Cala boca, ! Eu não te dei permissão para aquilo! – trincou os dentes.
- Deixa de ser chata! - Ele disse. Ela estava encostada na parede e ele na frente dela, claro que afastadamente. Depois de dizer isso, levou um belo tapa na cara. se irritou profundamente e pegou os pulsos de , os levantando com força. Quando aparentou que ia dar um ataque ninja maldoso em , Lucy passou olhando a cena. Nessa hora, encurralou na parede e a beijou brutamente, de língua e tudo na frente de todo mundo da escola. Eles ficaram aproximadamente um minuto em um beijo ardente com todo mundo olhando. se afastou e o olhou. Ele podia ver o foguinho na pupila de , por isso a largou e saiu dali. ficou encostada na parede acompanhando os passos dele até a mesa dos amigos.
- UAU! O que foi aquilo? – disse enquanto sentava-se à mesa.
- Com a , cara? – disse com uma cara decepcionada.
- Vão pro inferno! Eu odeio aquela garota! – disse irritado.
- Então o que foi aquele beijo? – arqueou uma sobrancelha.
- PUTA QUE PARIU! NADA QUE INTERESSE VOCÊS! – explodiu, se levantando da mesa.

Segundo Capítulo:

- ! O QUE FOI AQUELE BEIJO? – perguntou para que entrava pelo portão do colégio.
- Menina, que beijo quente... – disse.
- Pena que foi com o ! O ! O que deu em você? – perguntou escandalosamente.
- Ai, gente, cala a boca! Eu to com dor de cabeça! – disse e se afastou do grupo.
- ! – Alguem a chamou e ela percebeu que era a voz de . Então continuou andando. – PORRA... !
- O que você quer, ?! – se virou irritada dando de cara com .
- , me desculpe por ontem, mas a Lucy estava passando e, bem, casais se beijam, porra! Eu não gosto de te beijar tanto quanto você não gosta de me beijar, mas você fez um combinado comigo! – Ele disse.
- Tudo bem, ... Eu exagerei, eu aceitei fingir que sou sua namorada e acho que eu não to fazendo isso direito. – abaixou a cabeça.
- Bom, então o combinado ainda tá de pé? – perguntou.
- Tudo bem, . – disse.
- Acho melhor agente parar com esse negocio de e . Afinal, nós estamos “namorando”. - disse fazendo aspas no ar.

’s P.O.V:

- Ok, ... . – Eu concertei. Realmente era bem estranho falar o nome "". Bom, seria realmente bastante difícil me acostumar com isso, não só com isso, com TUDO isso. Eu não sabia por que não poderia pedir pra outra menina namorar ele.
- Então a gente se vê depois. – disse e eu apenas concordei com a cabeça. Logo ele saiu.
- , deixa de ser puta e conta logo o que está acontecendo entre você e ! – chegou perto de mim mordendo uma maçã.
- Isso está realmente muito estranho! – Bia disse, dando ênfase no "muito".
- Há dois dias vocês se odiavam... E agora estão se beijando por aí? CONTA LOGO! – obrigou e eu olhei pra elas com cara de gatinho do Shrek e elas continuaram me olhando seriamente.
- Como é que eu posso explicar pra vocês uma coisa que nem eu entendo? – Eu disse e saí andando apressadamente, mas logo elas correram até mim.
- , , ... Você não nos engana! – Bia falou e eu rolei os olhos.
- Bom... Eu... E ele... Bem... – Eu me embolava com as palavras.
- FALA LOGO, DESGRAÇA! – berrou, fazendo eu me calar a olhando assustada.
- Eu e ele estamos namorando! Pronto! – Eu disse e saí andando novamente e logo elas foram atrás.
- Não! - disse pondo a mão na boca com uma expressão de surpresa.
- Sim! - Eu disse fazendo o mesmo gesto que ela.
- Não pode ser. – falou arregalando os olhos.
- Mas é. – Eu disse olhando pro chão.
- Fala que você está mentindo! – disse manhosa.
- É a mais pura verdade. – Eu disse.
- Como? O que? Quando? ONDE?! – perguntava espantada.

’s P.O.V:
- E foi assim. Eu dizia olhando para os lados.
- Bom, pelo menos ela é gostosa. – disse tomando um gole da sua coca.
- Bom nada, ! Isso é o maior babado do ano! Não é normal! e namorando! Não entendeu? Eles se odiavam e agora se amam! UI, UI, UI! – disse com gestos e vozes gays.
- Depois eu digo que o mundo está acabando e ninguém acredita! – disse.
- Eu sei que você baba pela tal da . – Eu disse com um sorriso cínico no rosto.
- BLASFÊMIA! – disse se levantando e apontando o dedo para mim.
-Sei... – Eu disse rolando os olhos ele continuou apontando o dedo para mim.
- Esse dedo... Vira uma mão e acerta o meio das suas fuças! – disse com um olhar maligno.
- Se não fosse a palavra “fuças” essa frase seria bem gay. – disse pensativo.
- Não enche, ! Pensa que eu não sei... – disse o olhando com uma cara de safado.
- Sabe do quê? – perguntou confuso.
- , né... – disse e arqueou uma sobrancelha.
- Isso é verdade, . – disse com uma cara de sapeca.
- PENSA QUE VOCÊ ME ESCAPA, CARO, ? – Eu disse batendo com as mãos fortemente na mesa e ele me olhou assustado.
- Do que você tá falando? – perguntou arqueando uma sobrancelha.
- Você acha que eu nunca reparei seus olhares pervertidos pra ? – Eu falei e ele deu um leve sorriso.
- Olhares pervertidos é uma coisa, paixão é outra. – disse me olhando com um olhar desafiador.
- Mas toda paixão começa com seus olhares pervertidos. – Eu disse também o desafiando.
- Eu... erm... – ficou sem fala e eu, e caímos na gargalhada.
- Que bonitinho... Ficou sem fala... – disse apertando as bochechas de que tirou as mãos dele agressivamente nos olhando com raiva.
- PORRA! CALEM A BOCA! – Ele berrou com fúria e nós rimos.
- Olha o que o amor faz. – Eu disse apontando pra e ele me deu um peteleco (leia-se: tapa bem forte) que me fez bater a cabeça na mesa. – OU! FILHO DE UMA ÉGUA!
- Minha mãe não é égua, ok? – disse mordendo com uma delicadeza de elefante seu hamburguer.
- Porra, você é muito chato e... – Eu ia dizendo mais fui interrompido com uma voz irritante chamando meu nome virei meu rosto para olhar quem e dei de cara com um monstro espinhento com a cara bem perto da minha, nota mental: levei um susto.
Gritei e logo caí da cadeira, caindo de cara no chão. Meus amigos não riam, apenas olhavam para as espinha de Lucy com nojo.
- Tudo bem, ? – Ela perguntava com uma expressão de preocupação, magoa e raiva.
- Tudo sim. – Eu disse me levantando e a olhando. – O que você quer?
- Eu só queria ver você... Ouvir sua voz... Ver você me olhar... - Pirou garota?
- Bom já que você já fez isso tudo, é melhor ir, não? – Falei me sentando na cadeira.
- Ok... Tchau. – Ela acenou e saiu correndo.
- Lucy Esteinson? – perguntou arqueando uma sobrancelha. Merda não tinha contado para eles! Parabéns, eu sou o macho man! Não.
- Erm... Ela é obcecada por mim. – Eu disse olhando para eles.
- What the fuck? – disse arqueando uma sobrancelha.
- Não sei. – Dei de ombros olhando para a abelinha voando.
- Esse já é o cúmulo, cara! – disse negando a cabeça.
- Cala essa boca de merda, ! Eu já tenho namorada! – “Que infelizmente é a ” Pensei revirando os olhos.
- What a fool in Love… - disse negando com a cebeça.
- Vocês são os piores amigos que alguem poderia ter, sabiam? – Eu disse olha pra eles incredulamente. Que vontade de ir apertando o pescoçinho um por um.
- Soltamos a fera! UI! - disse num gesto gay.
- Caga mato, vocês três! [N/A: Gíria interna, ok?] - Eu disse e me levantei da mesa.

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