A festa estava uma chatice. Bem do jeito que imaginou quando seu namorado a trouxe àquele lugar. Desde o começo ela não queria sair de casa, demoraram anos até achar o caminho do sítio e pra quando chegassem, a abandonar pra conversar com a prima. pôde jurar que ela estava dando em cima dele, mas ficou quieta. Não ia armar um barraco na casa dos tios do namorado.
Viu sorrir pra tal prima e amarrou a cara, achando aquela cena mais do que ridícula. Se levantou, tomando todo o cuidado pra não descer a mão na cara da garota e chamou pra conversarem a sós.
Ele não aguentava mais escutar ela tagarelando, estava muito chata ultimamente. Caminhava em direção à cachoeira do sítio de seu tio escutando, mais uma vez, ela brigando com ele.
- Mas que merda, ! Quer parar de palhaçada? Ela não estava dando mole pra mim.
- Ah não, imagina! Se aquilo não é dar mole, é ser oferecida mesmo. Você nem me deu atenção!
- Ela é minha prima, tinha uns dez anos que eu não a via, deixa de ser criança. – ele disse colocando a bolsa com toalhas e lanche em cima da pedra da bela cachoeira.
reclamava de falta de atenção na festa da tia de , no qual ele ficou a festa toda conversando com sua prima Anne, que não via desde quando tinha treze anos.
- Eu não agüento mais , você não muda, você nunca vai mudar.
- E você vai ser pra sempre uma criança mimada cheia de ciúmes. – ele se virou de costas pra ela colocando as mãos na cabeça após gritar e ver os olhos da garota se encherem de lágrimas.
- Realmente, talvez eu nunca mude, por mais que eu tente deixar nosso relacionamento sempre da melhor forma possível, VOCÊ que nunca tentou mudar, sempre fazendo as mesmas coisas.
- Você 'tá ouvindo o que está falando? Só pode estar brincando com a minha cara!
- Não aguento mais isso , NÃO AGUENTO MAIS!
- O que você quer dizer com isso?
- Não dá mais pra continuar. – ela abaixou a cabeça balançando negativamente, o olhou novamente e ele viu que ela chorava.
- Você esta brincando, PARA DE FALAR BESTEIRA! – ele se irritou profundamente, ficando extremamente vermelho.
- EU ESTOU FALANDO SÉRIO! EU QUERO TERMI... – ele não a deixou terminar de falar, a abraçou pela cintura com uma mão e a outra colocou na nuca da garota a beijando ferozmente.
passeava as mãos pelo corpo da garota tentando fazer com que ela cedesse aos seus carinhos, ele queria mostrar à que ela pertencia a ele e que nada do que ela pensasse estar acontecendo iria acabar com o amor que ele sentia por ela.
segurou na cintura de , levantando um pouco de sua blusa, finalmente cedendo aos seus beijos. Ele sorriu enquanto ainda a beijava e ela quebrou o beijo.
- Eu não estou achando graça nenhuma, . – ela se virou ficando de costas pra ele, porém ele segurou em sua mão com delicadeza, a puxando pra perto dele novamente.
- Nada aconteceu, . Entende isso. Nada nesse mundo vai mudar o que eu sinto por você.
- Huum – ela resmungou – Você jura, ? Jura que nunca vai sair do meu lado?
- Eu juro, princesa. É você quem eu quero do meu lado pra sempre. – ele sussurrou, como se aquilo fosse uma confissão e finalmente sorriu, convencida de que sentia o mesmo pelo namorado.
- Eu te amo , tenho medo de te perder. – ela disse o abraçando pela cintura.
- Isso nunca vai acontecer, minha linda. – ele passava a mão carinhosamente pelos cabelos dela. – Vamos esquecer isso agora por favor, e vamos entrar na cachoeira?
- Claro, isso aqui é muito lindo. – ela dizia olhando a paisagem em volta.
- Eu vinha muito aqui quando era pequeno. – ele dizia já tirando a blusa.
- Com a Anne? – disse ironicamente.
- Também, com a Anne também. – ele disse mergulhando. – Vem logo, a água 'tá gelada.
- Muito incentivador. – ela disse tirando a blusa e o short ficando apenas com seu biquíni preto com bolinhas rosa. Pulou na cachoeira e nadou até . – Aii... está me pinicando de tão gelada. Vamos sair.
- Não, vamos ficar, daqui a pouco você esquenta. – ele sorriu maldoso e a abraçou.
- É quem sabe... – ela sorriu pra ele o abraçando em seguida, ficaram um tempo nadando e conversando.
se encostou na borda da pequena lagoa que a cachoeira formava e ficava observando debaixo da queda d’água, ele a olhou e a chamou com o indicador, ela riu e negou com a cabeça. Viu ele saindo de debaixo da queda dando uma gargalhada gostosa e indo em sua direção. se apoiou na margem com os cotovelos e mantinha um sorrisinho de canto de boca, via se aproximar, sentiu um arrepio quando a mão dele pousou em sua cintura e mordeu o lábio inferior, ele passava as mãos pelas costas dela fazendo movimentos sensuais que a deixavam louca, fechou os olhos quando sentiu ele encostar os lábios em seu pescoço e passar levemente a língua pelo local fazendo com que ela fechasse os olhos tamanho desejo que sentia, pousou uma das mãos no glúteo da garota o apertando com força contra seu corpo que já demonstrava tesão através de sua ereção. gemeu baixo engolindo seco quando percebeu o que iria acontecer em seguida.
levou as mãos aos seios dela a olhando nos olhos. Ela mordia seu lábio com força, enquanto ele abria a cortininha de seu biquíni, revelando seus seios fartos, e os massageava, arrancando gemidos e suspiros dela enquanto fazia movimentos circulares com os dedos pelos mamilos da garota. Colocou a boca em um seio, o chupando e passando a ponta da língua pelo bico, enquanto sua outra mão continuava a massageá-la. sentia pressionar seu membro duro em sua intimidade enquanto a dava prazer, deixando-a a beira da insanidade. Enquanto ele beijava os seios ela levou a mão ao botão da bermuda dele fazendo com que ele se afastasse para poder retirá-la. Junto com a bermuda, ela arrancou a boxer dele, o deixando totalmente nu, mostrando o quanto ele estava excitado. voltou a beijar enquanto ela descia uma mão pelo corpo dele até seu membro, o tocando com as pontas dos dedos e o ouvindo gemer roucamente em seu ouvido. O apertava entre sua mão, fazendo movimentos pra cima e pra baixo o sentindo mexer o quadril pedindo mais agilidade em seus movimentos.
ficou por cima da menina, e lentamente puxou o laço da parte de baixo do seu biquíni, enquanto ela levantava as pernas para dar melhor acesso a saída de sua roupa. Ele deitou por cima de , e beijou toda parte alcançável de seu pescoço fazendo-a gemer baixo. Por sua vez, levou a mão até os cabelos molhados de e os afastou do rosto corado do garoto. Ele acabou de tirar a parte de cima do biquíni de e a puxou até a forte queda d’água imprensando-a contra uma parede de pedras atrás da queda. Ele segurou na cintura da menina e alisou suas curvas por debaixo d’água, apertou fortemente logo em seguida e a ergueu, sentindo as pernas da menina envolver sua cintura num forte enlaço. a afastou por um momento, abriu as pernas dela com os joelhos e a penetrou lentamente. jogou a cabeça pra trás, batendo-a devagar na parede de pedras e gemeu um pouco mais alto. aumentou o ritmo dos seus movimentos fazendo com que a menina segurasse forte nos cabelos do garoto. Ela gemia incontrolavelmente e esboçava um sorriso, gostando do fato de ter sua menina sob o seu controle. Ele retirava seu membro e o colocava dentro da menina em movimentos rápidos enquanto deixava marcas de suas unhas pelas costas fortes do namorado. segurou na cintura da menina de novo e não conseguindo se equilibrar, jogou o corpo pra trás, levando a menina consigo pra debaixo d'água.
Ele segurou delicadamente em seu rosto, beijando-a sem esperar. sentiu todo o corpo formigar, mesmo estando debaixo d'água. passava as mãos pela parte de dentro da coxa da menina enquanto ela tocava seu abdômen esculpido. Eles emergiram já sem ar e sorriram um para o outro, voltando à margem e deitando ali mesmo, sem se preocupar com o fato de que qualquer pessoa poderia aparecer ali e atrapalhar aquele momento.
- Você é perfeita, sabia? – ele começou, alisando os cabelos molhados da menina.
- Eu sei. Você também é, por isso que a gente combina.
- Eu te amo, .
- Também te amo, . – ela respondeu no mesmo tom apaixonado do garoto. Sorrindo por dentro ao perceber que definitivamente ela era correspondida. Levantou-se e começou a se vestir.
- Nããão , fica assim. – ele deu um sorriso pervertido a fazendo revirar os olhos.
- Se eu fosse você também me vestiria, seu priminho tarado pode aparecer do nada. – ele colocou a língua pra fora se levantando e se vestindo, seguiu em direção a bolsa com comida que tinham levado como prevenção e pegou um cacho de uvas, enquanto observava terminar de vestir a parte de cima do biquíni. A garota foi em sua direção se sentou entre suas pernas, levantando a cabeça e depositando um beijo em seu pescoço. levou o cacho até a boca de e ela puxou uma, ficaram conversando por alguns minutos e rindo ao lembrar dos amigos que deixaram na cidade, a hora do almoço foi chegando e resolveram voltar para o sítio e terminar de arrumar as coisas para voltarem à cidade, para a grande felicidade de que não agüentava mais usar repelente para se proteger dos insetos.
- Filho, que bom que voltou, sua tia já está indo embora, vá se despedir. – a mãe de o empurrou até onde estava a tia dele.
- Como você cresceu meu querido, foi ótimo te rever. – ela o apertava em um abraço. – Anne ontem só sabia falar de você.
- Hum tia, foi ótimo rever você também. – ele olhou para e ela revirou os olhos. Anne saía de dentro da casa nesse exato momento.
- ! – ela pulou em cima dele. – Não esquece de me ligar quando chegar em Londres pra fazermos alguma coisa.
- Claro! – ele olhou novamente e ela estava extremamente vermelha, ela o encarou furiosa e entrou na casa. deu adeus para elas e entrou atrás de cantando seu mantra mentalmente para não se irritar com a garota. Foi em direção ao banheiro de empregadas que eles usavam quando estavam molhados para não sujarem o resto da casa e batia na porta.
- , abre a porta. – ela não emitia nenhum som lá dentro. - Anda , abre a porta, para de criancice.
- Sai . – ele riu ao escutar seu nome, sabia que ela estava extremamente irritada, e isso o deixava excitado.
- Vai, abre , não quer discutir assim pra todos escutarem quer? – ele ouviu o barulho do trinco da porta e viu uma totalmente vermelha de raiva.
- Entra. – ela disse indo em direção a pia e ficando de costas para ele.
- Uau, tenho pena da empregada dessa casa, isso aqui ta quase igual àquela barraca.
- Hum... – ela se encarava no espelho velho e manchado do banheiro.
- Vai ficar me ignorando? – ele disse se aproximando dela.
- Sai .
- Sabia que você fica extremamente sexy quando fala meu nome com raiva assim? – ele a abraçou pela cintura.
- Isso não vai adiantar , acha mesmo que sempre vai ficar tudo bem com sexo? – ele a pressionou contra sua ereção recém formada fazendo com que a garota desse um pequeno gemido.
- Bem que podia, seria extremamente prazeroso. – ele deu um risinho.
- Então porque não liga pra Anne? Aposto que ela adoraria dar pra você.
- Até que não é uma má idéia. – ele disse sorrindo de lado, sabia que a estava provocando, mas vê-la vermelha de raiva só o deixava com mais tesão. – mas meu celular não pega aqui.
- Vai se foder. – se soltou do abraço e entrou no pequeno box de azulejos encardidos e com um chuveiro velho de onde saia uma pequena quantidade de água, a cortina do box era de um plástico velho e mal cabia uma pessoa ali dentro.
se aproximou do pequeno lugar e entrou abraçando com força com um braço e com a outra mão livre a puxou pelos cabelos para trás, fazendo com que ela encostasse a cabeça em seu ombro e deixasse o pescoço dela livre, aproximou a boca do ouvido dela.
- Não fala isso assim que eu fico excitado. – ele pressionou seu quadril no da garota mostrando o tamanho de sua excitação. Ele deu um chupão no pescoço dela e a virou de frente para si, a prensando na parede de madeira improvisada para separar o box do vaso sanitário e fazendo-a dar um gemido. Beijou os lábios dela de uma maneira sagaz e quando estavam já ofegantes ela os separou.
- É isso que você vai fazer com a Anne quando chegar em Londres? - ela perguntou ainda ofegante e ainda demonstrando raiva.
- Não, pode apostar, só com VOCÊ que eu faço isso, e sempre só vai ser você.
o puxou pela nuca e juntou seus lábios novamente, ele passou a língua pelos lábios da garota a fazendo abrir a boca e começar um beijo mais intenso. fazia movimentos circulares com a língua dentro da boca da garota e movia seu quadril cada vez mais pra perto dela. retirou suas mãos da nuca dele e foi descendo pelo peitoral definido, pousou as mãos nas 'entradas' definidas dele e as juntou abrindo o botão da bermuda dele. Se separaram apenas para ele retirar a bermuda e voltaram a se beijar, ofegavam constantemente e gemeu mais alto quando sentiu os dedos de o tocarem devagar fazendo carinho, ela foi descendo e passando a ponta da língua pelo caminho até ficar de frente para o membro duro dele, encostou os lábios depositando beijinhos pela glande dele, o torturando. Ele a pegou pelos cabelos e empurrou a cabeça da menina para que o colocasse na boca, e assim ela o fez.
Fazia movimentos alternados, e passava a língua pela glande do garoto enquanto com a mão livre o apertava pelas nádegas, sentiu o gosto do pré-gozo dele em sua boca e apenas o masturbava mais rápido, sentiu seu orgasmo e levantou com um sorrisinho nos lábios. Ele a abraçou contra seu corpo e a beijou, puxou a cordinha da parte de cima do biquíni dela e o tirou, colocou a boca em um dos seios e o mordeu de leve fazendo com ela ofegasse, sabia que ela ainda estava excitada, e faria que ela gozasse com prazer do mesmo jeito que ela tinha feito com ele. Chupava com desejo o seio dela enquanto a outra mão desamarrava a parte de baixo do biquíni fazendo com que ele saísse facilmente.
Ela encostava a cabeça na parede com os olhos fechados e a boca entreaberta a ajudando a respirar, sentiu quando tocou sua intimidade com os dedos e fazia movimentos circulares por seu clitóris, ele sabia onde era seu ponto G, sabia como dar prazer, e fazia isso com muita agilidade. Gemeu quando ele a penetrou com um dedo e foi calada pelos lábios dele em um beijo ferroz.
desceu, afastou as pernas dela e passou a língua pelo órgão dela, a ponta de sua língua passava pela entrada dela como se fosse a penetrar, voltou suas atenções para o clitóris dela e ouviu ela gemer mais alto, a essa altura sua ereção já estava a mostra novamente, ele levantou devagar e encostou suas intimidades.
- Sente como você me deixa . Só você me deixa louco assim.
- ...
- Quero entrar em você, mais forte do que hoje de manhã. – ele dizia roçando seu pênis na vulva da menina que delirava.
- Anda logo , não agüento por muito tempo.
a penetrou de uma só vez a fazendo gemer alto, mordeu o lábio da garota quando retirava seu órgão de dentro dela devagar. Deu outra estocada mais forte e bateu com as costas da garota na parede. gemia no ouvido de , quando estava se preparando para fazer mais forte e com mais intensidade, ouviram uma batida na porta.
- Está tudo bem aí dentro, ? – perguntou seu primo de quinze anos que cismava que assistia filme pornô à noite. revirou os olhos e cravou as unhas nos ombros do namorado.
- Só pode estar brincando. – ela disse irritada.
- ? – o garoto o chamava.
- Está tudo bem porra, só a que escorregou, agora vaza pirralho. – voltou a beijar o pescoço da garota, mas ela o afastou.
- Para , esse moleque me broxou.
- Puta que pariu! – ele entrou debaixo da pouca água que caia do chuveiro e se tocou com movimento de vai e vem até que pôs seu orgasmo reprimido pra fora, enquanto ainda estava ofegante encostada na parede.
- Impressionante como nesse lugar adoram nos interromper! Quando não é uma cadela, é um tarado. quero ir embora daqui, quero voltar pra nossa casa!
- Já vamos , se enxuga e termina de arrumar as coisas. Comemos pela estrada mesmo, nem eu agüento mais esse lugar.
já estava arrumada e esperava acabar de falar com todos os seus parentes. Ela tinha se arrumado rápido, como se num piscar de olhos, fosse retornar à sua casa em Londres. O tio de passou por ela, carregando a Lauren e ela sorriu pra ele, que retribuiu, deixando a menina passar a mão no pêlo fofo da pug em seu colo.
Logo depois, eles saíram e acenaram pra todos. esboçava um sorrisinho falso no rosto e andava mais rápido do que seus pés podiam agüentar. Assim que entraram no Alfa Romeo vermelho de , suspirou alto, jogando a cabeça pra trás no banco do carro.
- Esse cansaço todo é por minha causa, amor? – ligava o carro e sorria maliciosamente para namorada.
- Digamos que parte dele é por sua causa. – ela retribuiu o olhar da mesma forma e deu a partida, retomando a longa viagem de volta pra casa.
Algumas horas depois, a impaciência de já estava clara e percebia isso, devido a sua expressão tensa enquanto segurava no volante com demasiada força.
- ... – ela começou.
- Huum?
- Nós nos perdermos de novo?
- Não, amor, que isso. Eu guardei o caminho, é impossível esquece-lo novamente.
- Não é o que parece, . Estamos andando há horas nesse fim de mundo. – levantou um pouco a voz e cruzou os braços impaciente.
- Fica calma, amor. Demorou pra chegar no sítio e vai demorar pra voltar pra casa. Mas não se preocupe, vamos chegar lá, sã e salvos. – tentava arrumar argumentos pra acalmar a namorada, e com sua mão livre, segurou na mão dela e a viu sorrir serenamente, fazendo-o suspirar de alívio por não ter que brigar com ela mais uma vez.
deslocou sua mão para a coxa desnuda de , devido à mini-saia que usava. Ele diminuiu seu passeio pelas pernas da menina, pousando a mão na parte interna da coxa dela e tocando sua intimidade por cima da roupa de baixo.
- Tira a calcinha. – ele falou, em momento algum pedindo a menina para fazer tal ato. Sua voz ordenava que ela fizesse isso. virou o rosto pro namorado, encarando seus olhos, que transbordavam malícia. Não pensou duas vezes e fez o que ele pediu, jogando a calcinha no banco de trás do carro.
Por um momento, voltou a prestar atenção no caminho reto e interminável a sua frente e logo em seguida retomando com as passadas de mão pela perna da garota, a deixando arrepiada. alternava momentos de atenção na pista à sua frente e ao que estava fazendo com a namorada ao seu lado. Ele levou a mão até o órgão da menina e introduziu dois dedos, fazendo com que os gemidos de preenchessem o carro em andamento. Ele aumentou os movimentos com os dedos enquanto a menina se contorcia no banco implorando por mais velocidade.
fechou os olhos por um instante e perdeu a direção do carro, virando o volante todo pra direita e fazendo o carro dar uma volta na pista totalmente deserta pra aquela hora da manhã. soltou um berro, que logo foi abafado pelas mãos fortes de sobre sua boca. Ele parecia não se importar com a curva que o carro tinha feito e saiu do banco onde estava, pulando por cima de e a beijando com vontade.
, por sua vez, colocou a mão na alavanca do lado do banco onde estava e puxou, fazendo com que o encosto do seu banco batesse no de trás. O casal riu por um momento e a menina puxou o namorado pela camisa e a arrancou numa questão de segundos. levantou a saia de enquanto parecia ter dificuldade em tirar sua própria bermuda devido a posição em que se encontrava. o olhava divertida e acabou cedendo as risadas também. Ele deitou por cima dela e com os pés, ela o ajudou a acabar de descer a bermuda. Ele voltou a beijá-la avidamente, dessa vez conseguindo retirar sua boxer em tempo recorde enquanto ela o arranhava nos ombros, deixando marcas extremamente vermelhas ali. encostou a cabeça na curva do pescoço da menina, enquanto sua mão procurava pela entrada dela outra vez, ele se posicionou na frente da namorada e a penetrou com força e rapidez fazendo com que ela quase gritasse de prazer. levantou a blusa e o sutiã da menina ao mesmo tempo e começou a dar chupões de leve em seus seios enquanto aumentava os movimentos de vai-e-vem. estava com a boca entreaberta e não conseguindo se agüentar mordeu o próprio lábio inferior, gozando logo em seguida.
espalmou as mãos no peito do namorado e ele a olhou sem entender, ela levantou e na intenção de ficar por cima dele, virou o corpo pro lado, para que ele se sentasse no banco onde ela estava antes. esboçou um sorrisinho e deixou a menina ficar por cima dele. se ajoelhou no mínimo espaço entre o banco do carona e a frente do painel do carro e abocanhou o membro do namorado sem ele esperar, fazendo-o gemer baixinho. Ela aumentou os movimentos, enquanto alternava os chupões entre lentos e rápidos. sabia que dessa vez não seriam interrompidos como antes, e o desejo falava mais alto naquela hora. segurou nos cabelos da menina e a puxou pelos ombros, na intenção de faze-la voltar a ficar em cima dele. já não agüentava mais e queria ter a sensação de invadir sua menina outra vez.
balançou a cabeça e o indicador em negação e sorriu com malícia para o garoto a sua frente. Ele ficou sem entender, enquanto ela voltava a lamber a glande do pênis do namorado. fechou os olhos, aproveitando cada sensação que provocava nele e gozou na boca da menina, que engoliu o líquido levemente salgado dele. estava com a cabeça virada pra cima e mal percebeu quando ela já estava em cima dele de novo e o beijou fortemente, compartilhando o gosto do menino com ele próprio.
depositava vários beijos na região do pescoço do menino, enquanto suas intimidades se tocavam. Ela sorriu involuntariamente ao perceber o membro duro do namorado e ao saber que aquilo tudo era graças a ela. Sem agüentar mais, ela jogou o peso de seu corpo em cima de e respirou profundamente, já totalmente exausta.
- Você é louco, sabia? – ela falou segundos depois, ainda deitada no colo dele, enquanto ele afagava seus cabelos.
- Claro que sei. Louco por você. – a voz dele saiu rouca e se excitou ao ver o namorado falar daquele jeito.
- Sabia que sou eu que fico louca quando você fala com a voz rouca assim?
- O que eu não faço pra te ver desse jeito – ele agora depositava beijinhos pelo lado do rosto da garota
- Você gosta de me provocar, .
- É que você fica uma coisa toda irritadinha e isso é totalmente excitante.
Ela resmungou fazendo um bico, sorriu e a beijou apaixonado. abriu a boca, deixando com que a língua de se encontrasse com a sua e as duas se explorassem numa sincronia perfeita.
Eles se levantaram ao mesmo tempo ainda se beijando e só pararam quando bateu com a cabeça no teto do carro e com o rosto no dela, fazendo-os gargalharem. abriu a porta e saiu do carro, com a saia levantada até o busto e sem cerimônia nenhuma a abaixou, pegando a calcinha no banco de trás e a recolocando do lado de fora do carro.
recolocou suas roupas dentro do carro mesmo e pulou para o banco do motorista enquanto já estava sentada no banco do carona e passava um gloss olhando seu reflexo no retrovisor do carro. Ele ligou o carro e voltou para o lado certo da estrada rindo da sua menina, mesmo sendo uma mulher feita e ser boa demais na hora do sexo, ainda tinha um ar de criança, que era o que o deixava extremamente apaixonado por ela.
- Vai demorar muito?
- Não, daqui a pouco a gente entra na estrada principal e rapidinho chegamos em casa.
- Graças a Deus, não quero voltar nunca mais aqui. – pousou uma mão na coxa de e fazia um carinho gostoso ali como sempre fazia. Começou a ver sinais de civilização e ficou tranqüila, sabia que não estavam perdidos. Passaram por um restaurante de beira de estrada e sentiu seu estomago dar um reviravolta, estava com fome.
- Estou com muita fome.
- Quer parar para comer? – ela assentiu com a cabeça e encostou o carro no estacionamento do restaurante.
Entraram no local que não era muito chique e nem muito moderno, mas não fazia mal, ela só queria comer. Sentaram em uma mesa de dois lugares e escolheram os pratos. Comeram enquanto conversavam e as vezes ela passava o peito do pé na perna, o fazendo a olhar no olhos balançando a cabeça negativamente enquanto dava um risinho de canto de boca. Voltaram para o carro e seguiram viagem em silêncio, ela observava a paisagem do lado de fora do carro, levou o pensamento para o sítio e lembrou das horas boas que passou sozinha com o namorado. Uma luz piscou em sua mente, transaram todas as vezes sem camisinha. Um filho era o que ela não queria no momento.
- Para na farmácia perto de casa?
- Por que? 'Tá com dor de cabeça? – ele a olhou rapidamente voltando a atenção pro trânsito mais movimentado da cidade.
- Não. Pra comprar pílula, já que transamos todas as vezes sem camisinha.
- Huuum - ele resmungou - Se for pra você ficar grávida, já era. Mas vamos parar lá.
Seguiram até virarem na esquina da rua onde ficava a farmácia, a garota desceu do carro e foi ate o balcão onde pediu sua pílula e uma cartelinha com duas pílulas do dia seguinte. Voltou para o carro e viu ao celular.
- Ah, claro, sexta à noite esta ótimo. Certo, outro pra você. Tchau. - ele desligou o celular com um sorrisinho no rosto.
- O que é sexta-feira?
- Jantar.
- Com a pessoa do telefone?
- Isso. – ele sorriu, sabia que ia a deixar irritada.
- E quem era no telefone?
- Anne.
o olhou com o olhos arregalados, se fosse possível, ele sabia que estariam saindo faíscas deles, sorriu ladino, adorava a provocar.
- Ótimo! – ela disse dando um sorrisinho irônico e pegando o celular e ligando para alguém. – Alô Luke, é , tudo bem? - ela olhou pra que abria o portão da garagem do prédio e viu que ele arregalou os olhos, sorriu satisfeita. Luke era o ex-namorado de que andava ligando pra ela ultimamente.
- , o que você esta fazendo? – ele perguntou estacionado o carro na sua vaga e o desligando.
- Tudo ótimo também, sabe, eu estava pensando, o que você acha de sei lá, a gente ver um filme sexta-feira? – ela olhava para com risinho irônico no rosto e ele balançava a cabeça negativamente a achando totalmente infantil. – Ótimo então, vou te esperar aqui em casa, o não vai estar em casa, pode ficar tranqüilo. Ok então, beijos. – ela finalizou desligando o telefone o jogando dentro da bolsa e olhando pro namorado com um sorriso cínico.
- O que foi isso ?
- Nada demais, apenas um filme sexta à noite.
- Você é ridícula garota, não acredito no que eu acabei de ouvir. – ele riu saindo do carro e batendo a porta com força.
- Você que é ridículo , depois de tudo que você me falou tem a cara-de-pau de marcar um jantar com a Anne. – ela o seguiu e quase deu de cara na porta do elevador. – SEU GROSSO! A PORTA QUASE BATEU NA MINHA CARA!
- GAROTA VOCÊ É ESCROTA, A ANNE É MINHA PRIMA! – ele apertou o botão do décimo oitavo andar.
- QUE DÁ EM CIMA DE VOCÊ DESCARADAMENTE E VOCÊ FICA DE RISINHO. – ela apontava o dedo na cara dele com raiva.
- ESTÁ TOTALMENTE ERRADA, ELA É LÉSBICA , LÉSBICA!
- NÃO É PORQUE ELA É LÉSBICA QUE NÃO TIRA O FATO DE VOCÊ ESTAR DANDO EM CIMA DELA, !
- EU DANDO EM CIMA DELA? ELA GOSTA DAS MESMAS COISAS QUE EU!
- Cala a boca , só está me deixando mais nervosa. – disse ela abaixando o tom de voz, falando entre os dentes, extremamente vermelha. a puxou pelo braço com força fazendo com que ela o olhasse nos olhos. – Me solta, você esta me machucando.
- Ela me ligou e chamou a gente pra jantar junto com a namorada dela, de quem ela falou aquela festa infernal inteira, deu pra entender agora? – ele a segurava pelos braços fazendo com que os olhos delas enchessem de lágrimas.
- Eu .. , eu...
- Cala a boca! Você é infantil demais, ciumenta demais, e não acredita em mim. Quando eu digo que eu te amo, é porque eu realmente amo você, acha mesmo que eu falaria isso só pra transar com você três vezes por dia ? Se fosse só isso não estaria com você há cinco anos!
- Me desculpa. – ela abaixou os olhos e ele a abraçou com força.
- Vê se entende dessa vez, vai ser a última vez que eu vou te falar. – ela concordou com a cabeça. – Eu te amo e vou sempre te perdoar, mas você tem que confiar em mim, e não bancar a criança, você tem vinte anos, não acha que já esta velha demais pra fazer isso? – sentiram o elevador parar e olhou pro painel vendo que já tinham chegado.
- Eu vou, vou mudar.
a afastou e a beijos os lábios com força, a encostando na parede do elevador.
Ele segurou na barra da blusa da menina e a levantou parcialmente, alisando a barriga dela. Encostou ainda mais seu corpo no de e ela sorriu com sua recente ereção descoberta.
- Você se excita tão facilmente.- ela sussurrou no ouvido no namorado
- Pra tu ver que é somente você que me deixa desse jeito. – ele disse ofegante
ainda imprensava na parede do elevador e a porta do mesmo se abriu, revelando um casal de velhinhos que saíam do décimo oitavo andar e os observava com os olhos arregalados. deu um pulo se afastando de , enquanto esta tentava arrumar sua blusa e corava quase que instantaneamente.
- Errrm... boa tarde, sr. e sra. Adams – os cumprimentou e o sr. Adams retribuiu apenas com um aceno de cabeça, enquanto sua mulher estava na dúvida se entrava ou não no elevador com eles dentro.
- Vamos indo amor. – pegou na mão de e saindo de uma vez do elevador, sem deixar de ouvir o comentário da sra. Adams:
- Não existia uma coisa dessas no nosso tempo, Arthur. Esses casais de hoje em dia... - e a porta do elevador se fechou. estava vermelho e não conseguiu segurar a risada, fazendo com que o acompanhasse, quase perdendo o ar de tanto rir.
- Para, . Que vergonha. Com que cara eu vou olhar pra eles outra vez?
- Com a mesma que você sempre teve, amor.
- Ai, como você é engraçadinho. – ela comentou e ele riu mais ainda.
- E o Luke? – perguntou do nada.
- Huum. Acho que ele vai levar mais um bolo. - Ela respondeu e ele gargalhou
- Você não presta, , sabia? – falou e ele concordou ainda rindo
- Ei, aonde você está indo? – parou no meio do corredor – Acho que nosso apartamento é pra esse lado! – ela apontou na direção atrás dela.
- Porque eu sempre erro a direção quando estou com você? – ele perguntou divertido, não acreditando que tinha errado o caminho da própria casa.
- Você é desatento, . Mas é uma das coisas que eu mais amo em você.
- Me desculpa por te fazer passar por essa confusão toda durante esses dias?
- Claro, amor. Se eu estou aqui com você, é porque te quero do meu lado pra sempre. – falou, largando a mão do namorado pra abrir a porta – Só me promete que não vai se perder em algum lugar estranho da próxima vez.
- Se for pra me perder com você no meio de uma estrada deserta e fazer o que a gente faz sempre, vou querer me perder pro resto da vida. – ele comentou malicioso e sorriu retribuindo o mesmo olhar que lançara à ela.
- Vamos, meu amor. Hoje a noite você é só minha. – ele afastou a porta, dando passagem a namorada.
- Sem dúvidas eu serei só sua. Só não erre o caminho da cama dessa vez. – eles sorriram e entraram na casa, fechando a porta logo em seguida.
FIM
Isa: Amoures.. Ahhh, nem acredito que estou fazendo a n/a de Wrong Road II.. Só tenho que agradecer a Van, que me incentivou e ajudou a fazer essa fic, por mim nem teria parte dois QQQ .. e ao Dougie por ser minha fonte de inspiração, ainda mais pra essas coisas.. (6)
Podem esperar que mais fics nossas vão aparecer por ai.. haha.. Sem muitos prolongamentos, obrigada a todas que leram e ahn.. comeentem, é sempre bom saber o que acharam o/
Beijos:*
Van: Primeiramente, eu queria agradecer a Isa por me deixar escrever a segunda parte com ela, de uma fic que eu simplesmente SEMPRE amei. Mesmo tendo lido ela com o Poynter. Não me joguem pedras, é que eu sou Jones, erm. HIUASDHSAIUD Eu particularmente nunca escrevi uma fic tão rápido na vida, sim, eu sou lerda e tenho problemas de criatividade instantânea, enfim.
Espero que vocês gostem da segunda parte o/ E comentem, viu?
Ah é, obrigado Danny, apesar de ter escrito com o Poynter [de novo ._.] minha inspiração não existe sem vc iauehiuahei, ao Jared e Matt Followill, enfim ao KOL inteiro, algumas das cenas picantes eu só conseguia escrever ouvindo eles ;x Ivi e Anna, amoreeees o que seria de mim sem vcs?! Brigado por lerem antes e terem aprovado essa coisinha que eu e Isa fizemos com tanto carinho, hehe.
Ok, calei... era isso. Bjsmil povo e comeeentem o/ ;****