By: Carol, Jú Mattos, Tata e Minn.
Beta: Jú Mattos.



CAPÍTULO 1 - So much has changed

olhava para as gotas de chuva que batiam na janela do carro, pensando em como sua vida havia mudado após aquele ano novo inesquecível que tivera com seus melhores amigos. É, seis anos haviam se passado e agora ela estava de volta. Tudo parecia igual desde que se mudara de Londres para estudar no Japão, onde fez faculdade de moda em Tóquio.
E ela e o Danny? Bom, decidiu que era melhor eles terminarem. A distância era muito grande e a vida dela seria totalmente diferente agora. Claro que no começo os dois ficaram 'na fossa', mas nada que os dias e pratos de brigadeiro não fizessem.
Ah claro, provavelmente vocês devem estar se perguntando: "E porque ela está voltando justo agora, depois de seis anos?".

__Flashback:
estava em seu querido apartamento em Tóquio, tomando um belo banho de espuma, quando se dá conta que havia algum barulho interrompendo seus pensamentos.
- Aiii, puta merda viu! Porque essa droga tem que começar a tocar justo agora? ' - Ignorou o telefone e continuou seu banho, mas o aparelho continuava tocando insistentemente.
"Você ligou para . Agora nem posso atender, hein! Deixe seu recado após o bip!" - A secretária eletrônica fez o BIP e a garota começou a ouvir uma voz muito conhecida.
- !Atendeeee!!! É a ! Preciso MUITO falar com você pôiaaa!
saiu da banheira correndo, se enrolou numa toalha e foi molhando a casa inteira até chegar ao telefone.
- ? Você ainda ta ai???
- !!! Aleluia menina, achei que tava se afogando no banho! Hsuahushua
- Como você sabe que eu tava no banho, heeein?
- Ahh, você é previsível! Hahaha
- Vocêê que éééé!! Mas me digaa, o que você queria falar de tão urgente, hein dona ?
- Pois entãoo, sou tão previsível que tenho uma coisa pra te contar!!
- O quê?? Fala logo e não enrolaaa!
- EU VOU ME CASAR!!!
- ANH??? o.O - o susto foi tão grande que o telefone caiu no chão.
- ? Você ta bem? Hsuahsuhua
- Oi? Tô sim! Hsuahusuhsau... será que tem como você repetir isso?
- EU-VOU-ME-CA-SAR! E vê se a senhorita vem HOJE MESMO pra cá!!! Você precisa me ajudar a organizar as coisas junto com as meninas! Vou desligar porque já ta ficando caro! Hsuahus Beijomeligatchau! - E desligou o telefone sem nem ao menos a outra poder responder.
__End Flashback.

estava num táxi, indo até a casa onde a amiga morava, pensando na vida, quando o taxista a faz sair de seu transe:
- Senhorita, é aqui.
- Ah! Muito obrigada. - Ela observou o belo prédio à sua frente, sentindo-se ansiosa para reencontrar as amigas. Pegou suas malas com a ajuda do porteiro do prédio e se encaminhou para o elevador, subindo até a cobertura, onde ficava o apartamento da amiga.
Respirou fundo e apertou a campainha. Nada de alguém ir atender a porta. Ela ouviu barulho de coisas caindo no chão. Apertou a campainha de novo e dessa vez ouviu um barulho mais forte, como se alguém tivesse caído, começou a gargalhar, imaginando o que estaria acontecendo. Apertou a campainha mais uma vez e berrou:
- !!! VEM ME ATENDER LOGOOO, PORRA! - E escuta mais barulho de coisas caindo no chão.
- PERAAA ! JÁ VOU!!! - Mais e mais barulhos.
do lado de fora, olha o relógio e depois pra porta, assustada. "Meu Deus, tão colocando a casa de cabeça pra baixo! O.o"
- ? - Ela tenta de novo.
- Calmaeee ! Mais dois minutos.
vai pondo a roupa, tentando se equilibrar, caindo em cima dos móveis e derrubando tudo enquanto caminhava até a porta, deu uma ajeitadinha básica no cabelo e finalmente atendeu a porta.
- ! Que saudadeeeee!!! - E dá um daqueles abraços esmagadores na amiga. A garota, que não tinha falado nada até agora, resolveu se pronunciar:
- Err... ... Isso ai é uma camisinha grudada na sua blusa??? - As duas ficam vermelhas de vergonha e Tom aparece meio suado atrás de .
- Oi ! - ele dá uma risada sem graça.
- Oh my God! Acho que cheguei em má hora né?! - disse tentando se segurar para não rir da cara dos amigos. - Hahusahsuhaushuahushusa... desculpa gente! Prometo que não atrapalho mais!
- Ahhhh até parece ! - Tom falou.
- É, não viaja não garota! Deixa eu olhar pra você direito! - pegou na mão da menina e fez ela dar uma voltinha. - Você tá lindaaa!!!
- Aii, dexa eu dar oi pra vocês direito! - E se jogou em cima dos dois em um abraço. - Parabéeeens pelo casóriooo!! Tava MORRENDOOO de saudades!!!
- Entra , vou colocar suas malas no quarto de hóspedes.
- Obrigada Tom!
foi mostrar o resto da casa pra , e depois ficaram sentadas no sofá conversando um pouco, contando sobre suas vidas, de como estavam e tudo mais.
havia terminado sua faculdade de jornalismo junto com , e as duas trabalhavam juntas num dos maiores canais de TV londrinos, a BBC 1. Mostrou o anel enorme e brilhante e contou também como Tom havia a pedido em casamento.

__Flashback [da lembrando como foi]

- Hahahahahahaha foi muito boooooooooom! - dizia bêbada se atirando na cama do hotel.
- Foi mesmo! Precisamos de mais noites assim. - Tom também ria ao lado dela.
- Meu deus! O Jones tomou quase uma garrafa de tequila sozinho! Tava vendo a hora dele atacar o Simon.
- Sozinho nada! Tomou metade! A outra metade você ajudou a acabar! - ele disse, fazendo-a rir mais ainda.
- Tequila é bom demaaaaais! AHHHHHHHH! - ela pulou em cima dele e o beijou. - Amor, eu adoro o Simon e a Mikita! E eu acho que o Danny bêbado parece o Pippin do Senhor dos Anéis, e que a sofre de esquizofrenia, e que a é a pessoa mais retardada que existe.. - ela ia dizendo sem parar - pera, se bem que tem o Danny e o Dougie! - fez cara de pensativa, e Tom ria da menina. - Amooooooooooooooooooooooor... eu não sei qual deles é mais retardado! E agora?
- Eu acho que você é a mais mongol de todos eles. - ele respondeu, e ela levantou bruscamente de cima dele.
- Por que você acha?? - ela fez bico ajoelhada na cama. - Vou ligar pra eles e encher o saco. - ao dizer isto, pegou o telefone e saiu ligando pra todos os quartos dos amigos.
- Hahahahaha você ta muito bêbada, amor! - Tom apenas ria da cena.
- Limpêêêzaa!!! - ela gritava quando alguém atendia. - hsauhsauhsauhs Daaaaaaanny! Companheiro de Tequila! Vamos tomar umas agora? No corredor do hotel, uéééé! Ainda tem tequila aqui no quarto! Se não tiver, a gente pede no restaurante.
- O restaurante fica fechado às 4 da manhã, amor! Desliga isso.. - Tom dizia rindo.
- Okay! Até já! Vou chamar os outros. - desligou e voltou a ligar. - . Chama o Harry! .. não interessa! Quero falar com ele! Dá pra fazer o favor de chamar o seu namorado? Não interessa o que eu tenho pra falar... você não precisa saber que eu quero dar pra ele.
- O que?? ! Me dá esse telefone. - Tom tomou o telefone da namorada, que tinha crises de riso.
- Toooom! Ela ficou brava comigo! - enquanto o menino tentava explicar à o estado de embriaguez da namorada, esta já falava com Harry pelo celular. - Manda sua namorada desligar o telefone com o meeeu namorado e venham pro nosso andar. O Danny ta trazendo a vodka pra gente tomar. Tchau.
- , se controla! - Tom tomou o celular da garota.
- Ahhhhhh, amor! Deixa eu ser feliz! Você ofereceu I've got you pra mim no show de hoje! Isso merece comemoração. - ela pulou em cima dele. Tom a pegou no colo e a levou até um sofá que tinha no quarto deles.
- Claro, você merece! - ele sorriu pra ela e os dois ficaram se encarando por um tempo.
- Te amo, meu tesouro da covinha mais sexy, da bunda mais gordinha e do pinto mais gostoso. - ambos riram e foram se beijar.
- Você fica mais tarada quando bebe, sabia?
- Tá achando ruim? - ela mordeu o lábio e fez cara de safada.
- Eu? Claro que não! Imagina! - e foi beija-la novamente.
- AAAAAAAAH! - ela interrompeu o beijo! - esqueci de avisar ao tampinha e a namorada dele que vamos tomar vodka no corredor! - levantou-se e saiu correndo pro telefone.
- Tampinhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! - ela gritava. - Interrompi alguma coisa? Ah.. okay! Manda ver, Poyntão! Tchau!
- Você parece uma criança feliz. - Tom comentou ainda sentado no sofá.
- Eu sou uma criança feliz! Hahaha
- Por isso que eu te amo!
- Diz de novo, amor??
- Eu te amo! - ele repetiu e foi se sentar ao lado dela.
- Lindo. Lindo. Lindo. Lindo. Lindo. - a cada palavra, dava algum beijinho em cantos diferentes do rosto do namorado.
- Linda. Linda. Linda. Linda... - ele fez o mesmo. - Casa comigo??
- Hahahahahaha Tom... você viu na hora que o Simon foi apresentar o show de vocês, que uma men.. - ela parou do nada e olhou pra ele. - O que você disse?
- Perguntei se quer casar comigo. - ele repetiu sério.
- Se... espera.. tô meio bêbada. - ela parou uns segundos e perguntou de novo. - Casar?? Eu tomei muita tequila hoje ou você falou em casar?
- Nossa, é tão ruim assim pensar em casar comigo? - ele fez bico.
- Espera Tom... não se pede a mulher em casamento assim, seu idiota! Tem que ter um jantar a luz de velas, champagne, e camarão.
- Camarão? Tem isso também? - ele arqueou a sobrancelha.
- No meu caso tem! Eu amo camarão!
- Preciso de um manual de como pedir uma mulher em casamento. - ele brincou.
- Uma mulher não! - ela deu um tapa nele. - Eu não sou qualquer uma! Sou diferente.
- Eu sei! Por isso mesmo que fiz diferente. De surpresa é mais legal!
- Não tinha pensado por esse lado..
- Viu só?? Ainda sou criativo!
- Não é nada! Você não fez nada, só pediu! Não sei qual é a criatividade! O Seth Cohen ao menos deu uma aliança que brilha no escuro pra Summer. - ela cruzou os braços.
- Okay, farei melhor do que ele. Como sou um músico, tem que ter música na história. - Tom se levantou, abriu o armário e tirou o violão. Sentou-se novamente ao lado de , e começou a tocar. "If i promise to go church on Sunday, will you go with me on Friday night, if you live with me, i'll die for you and this compromise" (N/A: church on Sunday, green day)
- Meu deus.. - ela disse com os olhos cheios de lágrimas.
- E então? Casa comigo? - ele disse após deixar o violão no sofá, e segurar firme as mãos dela.
- Claro que caso! Caso agora, se você quiser! Amo você, Thomas Fletcher! Amo pra sempre! - ela se abraçaram, e então Tom levantou-se e a puxou pra ir com ele.
- Vem comigo.
- Quê? Como assim? Ir pra onde?
- Anda! Vem! Põe o casaco. - ele entregou o casaco que estava pendurado na cadeira, e foi a puxando pelo corredor do hotel.
- Heeeeey amigõoooooes! - Danny tinha acabado de sair do elevador, e abriu os braços para os amigos, segurando uma garrafa de vodka. - Amo vocês!!!
- Também te aaaaaamo, Jonão! - abraçou o amigo, mas logo foi puxada por Tom.
- Depois nos falamos! Tchau Danny! - Tom disse e entrou no elevador com a namorada.
- Eii, como assim? Não íamos beber? - o menino ficou sem entender.
- Íamos, não sei porque o Tom não quer mais! - deu de ombros. - Mas Jooooones, eu vou casaaaaar!
- Vai o quê? - ele não pôde ouvir a amiga falando, porque a porta do elevador já tinha se fechado. Resolveu então pegar o próximo e ir beber sozinho.

Enquanto isso, Tom e seguiam para outro quarto no 3º andar.
- Tom, sua mãe não está aqui? - ela estranhava.
- Sim! Espero que ela não acorde muito brava. - ele disse ao bater na porta pela quarta vez. Então a senhora Fletcher abriu e os olhou com dificuldade devido ao sono.
- O que fazem aqui uma hora dessas?
- Mãe, vim pegar aquilo com a senhora! E tem que ser agora.
- Aquilo? - entendia menos ainda.
- Ahhh Tom! Poderia ter vindo mais tarde. Mas está guardado em minha bolsa. Tem certeza mesmo? - ela o entregou um bonito potinho de veludo.
- Mais do que nunca! Obrigado mamãe. - deu um beijo na testa da mãe, e esta foi deitar-se novamente.
- Tom, o que é isso?
- Isso.. - ele abriu e mostrou um anel lindo, de ouro e brilhante. - É o anel que eu tinha escolhido com a minha mãe, quando pensei em te pedir em casamento. Ela disse que guardaria e que quando eu estivesse decidido, era pra te entregar.
- Meu deus, Tom, você pensava mesmo em me pedir em casamento? - ela ficou boquiaberta.
- Claro, meu amor! Cada dia que passa, eu tenho mais certeza de que você é a mulher da minha vida!
- Owwwww, meu amooor! Você também é o homem da minha vida! Meu potinho de nutella! Hahahahaha - ao dizer isto, Tom colocou o anel na menina, que olhou admirada e em seguida deu um beijo no namorado, daqueles de tirar o fôlego, no meio do corredor do hotel.
Foram interrompidos pela tossida de um homem que havia acabado de sair do elevador.
- Ops! Melhor ir pro nosso quarto, né? - ele disse sem graça.
- Claro!Vamos pro nosso quarto, meu noivo. Ainda tenho que ligar pra todo mundo pra contar que agora sou noiva.
- Ohhhhh meu deus...
E assim, ambos voltaram para o quarto, com Tom rindo da namorada ainda bêbada e ligando pra todo mundo, ao mesmo tempo em que tentava agarrar a menina e comemorar o pedido de casamento.
__End Flashback.

Já os meninos, continuavam com a banda, que agora fazia sucesso mundial e tinham acabado de voltar de uma turnê na América do Sul. Fizeram vários shows, principalmente no Brasil, e as meninas tiraram uma folga de seus empregos para visitar sua cidade natal e aproveitar para verem os meninos.

Como estava morrendo de saudade das outras meninas também, resolveu deixar Tom e terminarem o que ela havia interrompido e foi até a casa de , aproveitando pra matar um pouco as saudades da cidade também.

CAPÍTULO 2 - Back in town

Ding Dong [tá, isso é um projeto de campainha]

- Já voou! - berrou do outro lado da porta, indo atendê-la.
- Oooooiii !!!! - gritou e se jogou em cima da outra. - Que saudadeee!!!
- ?? AHHHHHHH!!! Que saudadeeee tambééém!!! Mas espera... - Ela se soltou da garota - Num era pra gente ter ido te buscar no aeroporto?
- Ahh, eu resolvi vir sem avisar, pra fazer surpresa pra vocês!
- Sem graça, devia ter avisado, ai a gente ia te buscar!! Mas que seja, foi uma ótima surpresa!!! - disse com um sorrisão no rosto e foi se sentar na sala para conversarem.
- Mas e aí, ... Como anda o trabalho?? Andei vendo umas fotos no seu site, estão muito foooda!
- Ahh, tá tudo ótimo!!! Nunca pensei que esses cursos de fotografia iriam me dar um futuro desses!

e haviam começado um curso de fotografia juntas, mas apenas continuou, pois se mudou para fazer sua faculdade de moda.
Após sair do emprego no pub, decidiu seguir seu sonho, e fez mais vários cursos de aperfeiçoamento em fotografia, e tudo o que tinha direito. Desde então, acabou se tornando uma das fotógrafas mais renomadas de toda a Europa.
- Ahh amiga, a gente nunca imagina que essas coisas realmente podem acontecer né! Também estou super feliz sendo a estilista mais fashion de Tóquio!
- Como você é convencida hein ! Vejo que não mudou nadinha! Hahaha
- Ahhh bobona - E deu língua pra menina. - Mas me contaaa! E você e o Dougie?
- Ahhh nós estamos super bem! Ele saiu agora pouco com os meninos pra planejar o presente de casamento da e do Tom.
- Falando nisso, a gente precisa planejar o nosso também né! - a lembrou - Você já tem alguma coisa em mente?
- É verdade... ainda num pensei em nada! E você?
- Huum, também não... mas tava pensando em algo que todos nós pudéssemos aproveitar! Hsuahsuhua
fez uma cara estranha e safada ao mesmo tempo.
- Eiii! Hsuahushaushus! Não era disso que eu estava falando! Já vai pensando besteira, como sempreee né! Vejo que seis anos também não mudaram isso em você, né sua pervaaa! Hahaha.
- Ahhh , você sabe como é né... imaginação fértil todas nós temos! Hahahaha.
- Sei seii.. hsuahus.. Mas entãoo , eu tava querendo dar uma passadinha na casa da também, você quer ir comigo?
- Claro, vou sim! Depois a gente aproveita e passa no supermercado pra comprar as coisas pra hoje à noite.
- Demorou! O que vai ter hoje à noite???
- Estávamos pensando em marcar um jantarzinho em comemoração ao casamento.
- Aii que lindo! - A garota abriu um sorrisão. - Mas vai ser onde?
- Ééé...boomm... na cobertura do Danny. - respondeu e sentiu o coração dar aquela acelerada bááásica, sabe?! Quanto tempo não ouvia falar nesse nome. - Você não se importa, não é?
- Ahh... éé... não, não... até parece! hehe - E ela deu um sorrisinho amarelo.
- Ok, vou trocar de roupa rapidinho e nós já vamos.
- Tá bom.

Saíram da casa de e foram conversando, rindo e relembrando os velhos tempos o caminho todo. Chegaram em frente à casa de e ligou no celular da menina, pedindo pra ela descer:
- , eu e a estamos aqui em baixo, desce logo pra gente ir pro supermercado! A vai te matar se você se atrasar!
- Ahhhhh, a já chegou??? Que emoçãooo!! Mas a gente num ia buscá-la no aeroporto?
- Aii, não enrola menina! É, a gente ia! Vai logooo, depois a gente conversa!
- Chataaa... tô indo!! - só ouviu o 'Tu, tu, tu, tu' - Aii que feia, desligou na minha cara, SÓ PRA VARIAR! ' Vou aproveitar e avisar o Harry que a já chegou! Quero ver a cara que o Danny vai fazer! Muahaha - E deu sua risada maléfica. - Chega de falar sozinha, !
A garota foi terminar de se arrumar, e quando chegou lá embaixo, começou um escândalo por causa de .
- !!! AHHHHHH QUE SAUDADEEEE!!! Nunca mais suma assim por tanto tempo, ouviu bem, mocinha?!?!
- Ahhhhhh que saudadonaaa de você também, !!! Pode deixar que eu não vou mais sumir nãooo!! - Ela dizia abraçada à amiga.
- Oooi pra você também dona !!! - dizia com as mãos na cintura.
- Ooooooooiiii !!! Também estava com saudade de você, apesar que a gente se viu antes de ontem, mas num precisa ficar com ciúmes! - falou dando risada das caras que fazia.
- Blehh sem graça, vamos logo pro supermercado!
- Vamos! - e disseram juntas e todas entraram no carro de .
- Entãoo , como anda sua vida amorosa com o Mr. Fit? Você ainda tá com ele, né?
- Ahhh, nem estou mais, ! Tô 'pegando' o Danny agora!!! - disse com uma cara de pervertida. - Afinal de contas, quem precisa de um Mr. Fit quando tem um Daniel-mãos-grandes-Jones?
A cara de passou de surpresa para meio triste e decepcionada, mas mesmo assim deu uma risadinha forçada para a amiga:
- Ahh... éé... Jura, ? Que ótimo! - Se esforçou pra dar um sorriso, que murchou logo em seguida.
- HAHAHAHAHAHAHAHA... Você viu isso ? , realmente, você não sabe forjar uma cara de feliz decentemente! Husahushuahushashusahusa.
ficou surpresa com a reação de e a única coisa que conseguiu pronunciar foi um:
- Anh?
- Hahahahahahahaha realmente foi ótimo ! - dizia entre gargalhadas.
- É ! É mentira sua boba! Clarooo que eu estou com meu Harry, e comooo viu! Hahahaha - fez sua melhor cara de perva.
- Ahhhhhh mas como vocês são sem graçaaaa!!! - ficou emburrada. - By the way , você pelo visto continua pervertida como sempreee né! - Deu uma risada escandalosa. - Mas mesmo assim não gostei da brincadeira! Hunff.
- Huuum, foi pega no flagra heein! Não gostou porque ? Ainda gosta dele né??? - provocava.
- Eu? Nada a ver gente! Já se passaram seis anos!!! Mas então... o que vamos comprar no supermercado?
- Não muda de assunto, pôia! - disse se virando para o banco de trás onde a amiga estava. - A gente sabe que você não gosta de japas. Confessa que você ainda é apaixonada pelo lesadinho.
não respondeu nada, apenas abaixou a cabeça pensando em como seria reencontrá-lo.
- Ele com certeza não te esqueceu, amiga. - falou e concordou.

As amigas chegaram no supermercado e compraram muita Tequila, Vodka, cachaça (claro!) e ainda alguns salgadinhos, petiscos e uma torta.
- Certo, meninas. Acho que já pegamos tudo. Os meninos também vão levar mais alguma coisa. Agora, a gente tem que ir pra arrumar tudo lá no Danny. - falou enquanto elas se dirigiam para o caixa e notou a expressão de .
- Ai, não sei não, gente. Acho que não devo ir não.
- Deixa de ser boba, .
- Ah, ... não sei né. Ele nem sabe que eu tô de volta... E depois a casa é dele e eu não fui convidada.
- , isso não tem nada a ver. Só porque vocês terminaram há 6 anos atrás não significa que deixaram de ser amigos. E a festa é para a e o Tom, ele só emprestou a casa por ser grande. - falou passando a mão no ombro da amiga.

estava com medo do que poderia acontecer nessa festa. Não tinha se preparado para encontrar Danny tão cedo e de repente assim. Ainda mais na casa que moraram e foram felizes por um ano. Mas sabia que tinha que ir, não poderia fugir pra sempre mesmo. No caminho foi pensando em todos esses anos com e sem Danny. Seu estômago revirava todas as vezes que lembrava do sorriso do ex-namorado. Podia não ter coragem de admitir, mas nunca conseguiu esquecê-lo.

- Caraca , temos que bolar um plano pra zoar com a cara dos pombinhos!
- Boa, ! A gente pode inventar alguma coisa com os meninos, eu tô sem idéias agora. Alguma idéia ? - perguntou pra menina olhando pelo retrovisor.
- Hun?!? Quê? - Ela acordou de seus pensamentos.
- Iiihhhh! Já tá sonhando com as mãos grandes é? - disse rindo
- Vai à merda . - e mostrou o dedo pras meninas que riam.
Quando elas pararam o carro em frente ao prédio congelou. Lembranças demais surgiram em sua cabeça. O dia da mudança dos dois, as muitas vezes que chegavam da balada bêbados e tropeçando nos degraus da entrada do prédio, dos amassos no elevador...
- Aloooouu, ! Você tá bem, amiga? - balançava a mão na sua frente.
- Ah... Tá! Tudo bem sim. Só pensando. - Deu um sorrisinho amarelo. e se entreolharam e entraram no prédio com algumas sacolas do mercado.
Chegaram na cobertura em alguns minutos e tocaram a campainha. Dougie veio atender e ajudar as meninas com as coisas.
- Nooossa quanta mulher bonita! E com tequila! Isso é o paraíso!
- Ai, amor, pára de conversa e ajuda aqui. Ainda tem mais lá embaixo no carro. - disse entrando e dando um selinho no namorado que deu um beijo em e se virou pra com cara de espanto.
- Eeeeeeeiii, olha quem resolveu visitar os amigos!! Achou o caminho de volta pra casa, foi? - Disse abraçando a menina que sorria olhando pra dentro do apartamento.
- Pois é Poynter. Senti falta de te chamar de pintor de rodapé todo dia.
- Eles riram e Dougie viu que ela olhava a casa inteira.
- Ele tá no banho... - Dougie piscou pra ela e foi na cozinha ajudar as meninas.
andou pela sala. Tudo estava igual. O mesmo sofá confortável, a mesa grande, fotos na estante, coleção de dvd. Tomou um susto quando sentiu alguém batendo no seu ombro. Se virou e sorriu. Harry.
- HARRY GEORGEEE!!!!!!! Oiiii!
- Nossa, há quanto tempooo não escuto alguém me chamando assim! Hsuahuas - Ele disse abraçando-a - Tá perdida é?
- Pois é. Me arrastaram para a festa. Acabei de chegar.
- Veio pra ficar? - Perguntou, mas nem teve tempo de ouvir a resposta. saiu da cozinha correndo e pulou no namorado.
- Moziiiiiiiiiiiiiin!!! Que saudade!! - ela disse no colo dele dando beijinhos nele.
- Meu Deus, vocês não mudaram nada meeeeesmo! - ria dos dois. - Pervertidos!
- Invejosa! - mostrou a língua para ela. - Só porque você não deve ter pego nem gripe depois do Jones.
abriu a boca pra responder, mas não conseguiu falar nada. Danny saía do banheiro com o cabelo molhado, com uma calça larga e sem camisa.
- Tá falando mal de mim aí, garota? - Ele vinha em direção à sala quando percebeu a presença de . O silêncio se instalou por uns segundos. Os dois apenas se olhavam. Seis anos, seis loooongos anos sem olhar naqueles olhos azuis ela pensou e sorriu pra ele, que ainda estava sem saber o que fazer.
- Oi Danny! - Ela foi cumprimentá-lo e ele a abraçou com força, deixando-a com as pernas bambas. Ele estava terrivelmente cheiroso e mais bonito do que ela se lembrava. Não conseguindo mais agüentar todo aquele contato pele com pele, ela partiu o abraço.
- Oi! Er.. Ahm.... Uau! Não fazia idéia de que você viria. - Ele disse ainda em choque.
- Pois é. Nem eu. Cheguei hoje de surpresa, resolvi tudo de última hora. A me ligou me intimando a ajudar com o casamento, e aí tava de férias mesmo...
Silêncio mais uma vez. sentia o rosto quente. Por que ele tinha que ficar ainda mais bonito? E pior, olhar pra ela desse jeito? Se continuasse esse clima, ela não ia agüentar mais. Droga! Mal chegou e já estava ela pensando em coisas que não devia. Depois desse tempo todo ele conseguia tirá-la do sério apenas com o olhar. Droooga de novo! Não podia pensar nessas coisas, tudo já era complicado o bastante.
- Entãaaoo... Meu amor você estava me falando que tem que pegar o resto das bebidas lá no carro né? Me ajuda?- Harry perguntou tentando quebrar o gelo.
- Claro amor! Vamos lá embaixo antes que a e o Dougie tomem tudo. - respondeu e saiu da casa com o namorado.
Perfeito! Era tudo que precisava agora... Ficar sozinha com Danny sem camisa e mais gostoso do que brigadeiro. Auto-controle! Era isso que ela não podia esquecer. É, só se lembre de se controlar!
- Você quer alguma coisa pra beber? - Ofereceu simpático.
- Ah, claro. Água, ta ótimo! - ela respondeu enquanto ele entrava na cozinha. Resolveu acompanhá-lo. - Nossa, o apartamento não mudou nada. Tá bem arrumadinho. Um milagre!
- Hahahaha! Eu bem que tento. - Ele colocou o copo na mesa onde ela estava sentada. - E aí? Muito papo pra botar em dia...
- É... Bastante... - afirmou olhando para o copo e batendo os dedos na mesa incomodada.
- Você veio pra ficar? - Danny perguntou num tom esperançoso.
suspirou. Não sabia ainda o que ia fazer, não tinha nem pensado nisso.
- Sabe que... não faço a mínima idéia. Lá em Tóquio tá tudo muito bem e a me ligou do nada. Até agora eu não parei pra pensar realmente.
- Seria legal se você ficasse... - ele murmurou olhando pro chão, mas ela ouviu e sorriu. Pelo menos ele não tinha raiva dela. Que alívio!
- Danny... eu...
- Quer brigadeiro? Eu que fiz! - Ele disse com carinha de criança feliz.
- Você? Nossa, e ficou bom?
- Ei!! Sou ótimo cozinheiro tá?
- Essa é boa... - Ela gargalhava enquanto ele pegava o prato da geladeira.
- Mesmo que não fosse, tive que aprender alguma coisa sabe... Quem mora sozinho tem que se virar. - O sorriso dela sumiu. Sentia-se culpada por tudo, mas nunca foi daquelas que simplesmente abandona tudo por causa de homem. Ela tinha escolhido seguir o seu sonho.
- Danny, a gente já conversou sobre isso. Você sabe...
- Não, tudo bem! Não tô reclamando. Juro! Eu te entendo... É só que... - Ele hesitava mexendo no prato de brigadeiro com a colher. - Eu sinto saudade poxa!
Putz! Ferrou!! Auto... auto... como que era mesmo? Pro inferno com o auto-controle!!! Ela queria mais era gritar pra ele que morria de saudade, agarrá-lo e dar milhões de beijos pra compensar o tempo perdido, e aquelas mãos... Aaahhh aquelas mãos. pensava em tudo isso olhando Danny de cima abaixo, brigando com ela mesma se devia ou não tomar alguma atitude. Se levantou de repente e quando ia até ele, e Tom entram na cozinha discutindo com os outros 4 que traziam o resto da comida para a festa. Com o "susto", deu um pulinho pra trás e suas bochechas ficaram instantaneamente rosadas, acabou mudando a direção. Quando os seis perceberam que tinham interrompido algo, um silêncio constrangedor se instalou no local.
- Oops... - começou.
- Err... , vamos até a sala comigo? - Harry perguntou puxando a menina pra fora da cozinha.
- Opa, parece que atrapalhamos... - Dougie disse.
- Atrapalharam o quê? - perguntou.
- Sei lá, você quem tem que falar. Tá aí vermelha que nem um tomate.
- Ahh... éé... não atrapalharam nada não, eu só ia pegar um copo de água. - A garota tentou disfarçar.
- Tem certeza, ? Não parecia não hein! - Dougie insistia, e discretamente deu um beliscão no braço dele. - Aii ! Porque você me beslicou? Doeu viu!!!
- Puta merda hein Poynter, ta mais lerdo que o Jones!!! - Tom falou dando risada da cara dele, quando deu um cutucão no garoto. - Aii... - ele falou baixinho, olhando meio de lado para .
Daniel, que tinha ficado quieto até o momento, resolveu se pronunciar:
- Err... vou lá colocar uma camiseta. - E saiu da cozinha.
- Éé, e eu... eu... preciso ir ao banheiro. - disse andando e largando os outros quatro na cozinha.
- Aii senhor!! Me diz, o que eu fiz pra merecer um namorado tãooo discreto assim??? - perguntava olhando pra cima.
- Mas o que eu fiz, amorzinhoo??? - Dougie perguntava com aquela carinha de gato do Shrek.
- Puutz, você é lerdo mesmo hein Dougie!!! - ralhou. - Mais discreto impossível, né menino! - E foi até a sala.
- Aiai Dougie, ninguém te merece! Hsuahushusa - Tom deu um pedala no menino e foi fuçar na geladeira.
voltou pra sala e chamou ela num canto:
- , desculpa mesmo! Foi sem querer, mas já valeu como vingança por você ter me atrapalhado hoje também! Husahushuahua
- Hashuahsuha... num tem problema não, foi melhor assim mesmo... não quero fazer nada precipitado, tenho medo de me machucar de novo, e além do mais, eu nem sei se ele tá namorando ou não...
- Aii fala sério hein! Até parece né ! Ele nem tá não! Com certeza tá é doidinho pra ficar com você de novo... Você já deveria saber que ele nunca te esqueceu.
- Ah... humm... a e a me falaram isso também, mas sei lá... não consigo acreditar muito.

As duas terminaram de conversar e foram pra cozinha, chamando e pra ajudarem com a comida, bebidas e arrumação da mesa na sala.

- Ecaaa, tira esse treco de perto de mim!!! - reclamava do sushi que elas haviam comprado no supermercado.
- Que isso menina? Você sempre gostou de sushi!!! - estranhou a reação da amiga.
- É, eu sei! Mas esse cheiro tá me embrulhando o estômago, acho que comi alguma coisa que não me fez bem hoje.
- Estranho hein... - comentou enquanto preparava as bebidas.

Na sala...

- Aiii meu Deus Danny, muda essa musica! Num agüento mais ouvir você jogando Guitar Hero com 'Take me out'!!! - Tom reclamava do menino.
- Ahhh larga mão de ser chatoo! Só porque você é ruim nessa música? Hsuaushua - Danny respondia mostrando a língua pro outro. - Cadê o Harry e o Dougie?
- Nem sei, devem estar aprontando alguma... Mas e aí, como foi o reencontro com a ?
- Uhn... foi estranho, mas uma bela de uma surpresa, literalmente, ela tá linda!
- É meu caro Jones, nisso eu tenho que concordar! Hahaha
- Eiii, tira o olho!!! - Daniel fazia cara de bravo.
- Iih, já tá com ciuminho, é? Huuummm - Tom zoava o outro. - Relaxa, ainda sou mais a minha noiva linda! - E deu seu melhor sorriso colgate.
- Acho bom mesmo... Aii tava com tantaaa saudade dela!!! - Danny suspirava. - Aliás, ainda tô né...
- Hsuahsuahsuasuhsuhausahua que adolescentezinha apaixonada você hein! Haaaahahahahahaha devia ter visto sua cara! - Fletcher gargalhava.
- Nossa, me contem a piada! Quero dar risada também! - apareceu de repente rindo da cara de Tom. - O que aconteceu, Danny?
- Err... nada, nada... só tava contando uma coisa besta pra ele. Hehehe
- Huum... - Ela arqueou a sobrancelha. - Então tá né... Vim avisar que já podemos comer, as coisas estão na mesa.
- Aii, até que enfim, tô morrendo de fome! - Tom falava pondo a mão na barriga.
- Ao invés de reclamar vocês deviam é ter ido ajudar!!! - chegou dando uma de mãe, batendo o pé no chão. - Anda, vamos logo!
- Estamos indooo, mamãe! - Danny falou e mostrou o dedo pra ele.
Todos se sentavam para começar o jantar quando percebeu que faltavam 2 pessoas.
- Ué, gente. Harry e Dougie não estavam aqui agora mesmo?
- Estavam mesmo. Espera aí que eu vou ver onde eles se meteram. - disse se levantando e indo procurá-los nos quartos. Quando abriu a porta do quarto de Danny encontrou a dupla rindo. - Iiiihhh, o que vocês estão aprontando hein?
- Naaaada meu amor. Só estávamos conversando. - Dougie disse se fazendo de inocente junto com Harry. não acreditou nem um pouco, mas resolveu não insistir já que estavam esperando por eles para começarem o jantar. Então, voltaram para a sala.

- Ai, até que enfim. Tô morrendo de fome e vocês somem bem na hora boa. - falou enquanto os três se sentavam na mesa. - Onde vocês foram?
- Ah, estavam se matando de rir no quarto por algum motivo secreto. - respondeu sarcasticamente olhando de lado para eles.
- Não é nada demais gente. Depois do jantar a gente conversa. - Harry respondeu dando um beijo na mão de que fazia cara de desconfiada.
- Huuumm, não tô gostando disso! Amor, pode ir me contando agora o que é! Sabe que não podemos ter segredos um com o outro! Vamos casar!
- , meu amor, eu não faço idéia do que esses dois patetas estão armando. - Tom tentou se defender.
- Ah, gente chega, vamos comer logo! - Danny se meteu.
- Iiihhh, já vi que ele sabe... - falou apontando pra Danny
- Eu sei que eu tô com fome. - Ele tentava desconversar.
Assim, eles jantaram com as meninas desconfiadas e Tom boiando no assunto. Por vezes falava sobre o casamento, mas curiosa como era estava se roendo pra saber que diabos tinha de tão engraçado dentro do quarto.
- Olha, que eu vou fazer vocês usarem ternos azul turquesa cheio de babadinhos e com calça boca de sino se ficarem me enrolando... - ela ameaçava.
- Até parece, . Você não vai ter coragem de estragar sua festa com roupas ridículas só porque a gente tem uma surpresa. - Dougie rebateu.
- E depois a gente não tá enrolando. Só queremos fazer um suspense. - Harry falou, ouvindo protestos de e . Mas nada adiantou mesmo. Comeram, beberam, comeram de novo, beberam de novo. Depois que todos estavam satisfeitos a dupla dinâmica voltava no quarto para finalmente poder contar seus planos e as meninas sentaram no sofá para fofocar junto com Danny e Tom.
- Ai, não aguento mais você mostrando esse anel e falando que é lindo... - falou com a boca cheia de torta.
- Isso é inveja, tá... Sua mal educada. Num sabe que é feio falar de boca cheia. - ela dizia enquanto a outra fazia cara feia.
- Caramba , tu vai engordar mulher! Três pedaços de torta!!
- , cala a boca! Essa torta tá boa pra caralho! Anoréxica!! - Elas riram e logo em seguida Harry e Dougie voltaram com um sorrisão.
- Conseguiram? - Danny perguntou e os dois afirmaram.
- Querem contar logo.... Já perdeu a graça! - protestava.
- Tá bom! Mas vocês dois - Harry disse e apontou para os noivos - nos ouçam antes de qualquer coisa.
- Entããão, estávamos pensando em que presente dar pra vocês... Só que não queríamos um presente qualquer, sabem. Claro que não vamos chegar no casamento de mão abanando ! - Dougie falou logo antes que ela pudesse argumentar. - Mas a gente queria mesmo um presente legal, que nós pudéssemos curtir juntos.
- Quanta enrolação....
- Ai amor como você é apressada. - Dougie riu da namorada. - Pra terminar então, nós organizamos uma despedida de solteiro para os noivos!! - ele falou animado vendo a cara de supresa dos outros.
- Mas espera.... Não vai ser uma festinha na casa de ninguém, não. Las Vegas, baby!!! - Harry contou fazendo uma dancinha acompanhado por Dougie e Danny.
- Duuuuudes!!! AMEI!!! - Tom se juntava a eles.
- Caramba, até que vocês tiveram uma boa idéia! - comemorava com .
- Mas peraí... - estava desconfiada. - Não vai ter stripper não né?
- Bom... vocês é quem sabem. Nós marcamos as passagens e o hotel, o resto da festa a gente faz na hora! Claro que separados né... Senão não é despedida de solteiro! - Danny explicou.
- E como vocês sabiam que a vinha?- perguntou mais uma vez.
- Nós não sabíamos. Por isso eu estava escondido com o Dougie lá no quarto tentando arrumar a passagem e o quarto no hotel pra ela. E conseguimos! Sairemos daqui a duas semanas!
- Aiii juura??? - falava com os olhinhos brilhando. - Então vamos aproveitar essas duas semanas pra ajeitar o que falta pro casamento!
- Claro, vamos sim amor! - Tom concordou.
- Mas peraí gente, isso não tá certo!!! - se pronunciou.
- Ué, isso o que ?! - Harry perguntava arqueando a sobrancelha [uii].
- Eu... estar aqui... agora... tô sentindo que atrapalhei a viagem de vocês!! - Ela falava com uma cara meio triste.
Todos olharam pra ela com uma cara estranha, e começou a contar nos dedos discretamente:
- 3, 2, 1... MONTINHOOOOO NELAAAAA!!!!
olhou com cara de assustada para , e de repente só sentia vários corpos pulando em cima dela.
- Ahhhhhh , num fala besteira nãoo meninaa!! - começou.
- Éééé... monguinhaaa, até parece que você vai atrapalhar a gente - continuou e todos concordavam, quando Danny solta um:
- Muito pelo contrário!! - Ele só depois foi perceber que todos já tinham ficado quietos - Ooops... acho que saiu alto demais... - Danny ficava corado e também.
Um minuto de silêncio se instalou no local... [cri, cri, cri...]
- Huuuuuuuuuuummm Danny pegadoooooorr!!! - Dougie começou a zoar e todos caíram na risada.
Danny deu um pedala no menino:
- Cala a boca seu idiota!!! Num tem nada a ver mais eu e a , né ?!
- Uhn? É... é... nada a ver!!! - foi só o que ela conseguiu responder na hora.
- Seeeei beeeeem viuuu, Jones!! - Dougie continuou zoando.
- Meu Deuss garoto, você não sabe a hora de ficar quieto mesmo, né?! Huashuahsuhusa - Tom ria da cara de Dougie. - Dona num te ensinou bons modos não??
- Huahsuhaushsua pelo visto não né! - continuou.
- Ahhh seus filhos da puta... tão me chamando de velha, ééé?!?! - reclamava com a mão na cintura - Tenho cara de mãe dele por acaso?! - Ela perguntou arqueando a sobrancelha.
- Nooossa, agora que você falou, bem que parece, num pareceee, gente?! - zoava também.
- Hahahaha nem acho, viu! Fica quieta ai ow piveta!!! - falou. - Olha só, até rimou! hsuahushuahsu
- Puutz, quanto tempoo num me chamam assim! Husahushua - Disse . - Mas confesso que nem senti falta viu! Hahaha
- Ahhh num sentiu falta é??? Tudo beeem, tudo bem... A gente também num sentiu sua falta, tá!! - falou mostrando a língua pra menina.
- Iiih que bobonaaa... claro que senti falta de vocêsss!
- Acho bom mesmooo!!! - falou fazendo cara de má. - Mas então gente, vamos pensar nos preparativos que a gente tem que arrumar essa semana?!
Ficaram mais um tempão conversando na sala sobre os preparativos para a viagem.
- Bom, gente foi muito legal! A comida tava boa! Mas acho que já vamos indo... O dia foi cansativo, né, amor? - Tom falou se levantando e não se agüentou e riu descaradamente.
- Eu hein... - os outros não entenderam nada.
- Hahahahahahahahahaha! Sem comentários gente...
- é tão engraçadinha. - falou dando um tapinha na amiga
- Tá, tá... chega! Vamos aproveitar a desculpa também, meu amor. - Harry falou dando a mão para .
e Tom foram embora com que ficaria na casa deles para o casamento. Harry e foram para casa também. Só e Dougie ficaram com Danny em sua casa conversando mais um pouco.

Na casa de Harry e . Ele estava sentado na cama lendo um livro e ela no banheiro da suíte tomando banho.
- Amoooor, pega uma toalha limpa pra mim. - ela gritou debaixo do chuveiro. Ele levantou, foi no armário e abriu o box pra lhe entregar a toalha. Ela o puxou para um beijão e ele quase caiu. - Obrigada!
Ele saiu do banheiro rindo. Que namorada doida tinha arrumado. Mas uma coisa era certa: nunca foi tão feliz. Com o casamento, Harry, assim como os meninos, ficou pensando se Tom que estava certo em aproveitar o momento, em dizer ao mundo que tinha encontrado o amor de sua vida e se comprometer de vez, mas achou que não estava pronto ainda. Casamento era coisa séria e Tom sempre foi o mais sério de todos, a notícia não foi surpresa.

- Amor! - Ela chamou de dentro do banheiro, se olhando no espelho, enquanto ele havia voltado para o seu livro na cama. - Você acha que eu engordei?
- Claro que não, mozin!
- Você acha? Cara, tô me sentindo inchada! Olha o tamanho desses peitos! - Ela se reparava segurando os ditos cujos por cima da camisola vermelha.
- Eu gosto! - Harry respondeu e ela sorriu. Terminou de pentear os cabelos, apagou a luz do banheiro e subiu de joelhos na cama. Ficou parada olhando-o. - Oi!
- Oiee! - disse rindo. Aproximou seu rosto do dele e o beijou. Ficaram assim por uns segundos até que ela alcançou o nó da calça dele e o desfez.
- Heeyyy... Tá animadinha assim é?
- Aaahh, vai dizer que você não tá, amorzinhooo. - ela fez bico.
- Não é isso, mas ultimamente você tá que tá, minha linda. - Ele largou o livro na mesinha de cabeceira.
- Harold! Nunca vi homem reclamar pra fazer sexo... - cruzou os braços com cara de brava e sentou do seu lado da cama.
- Não tô reclamando. Tô só comentando... - ele falou passando a mão no braço dela que virou o rosto pro outro lado.
- Também não quero mais!
- Owwwwww, deixa de ser birrentinha, vai! Agora temos que terminar o que você começou, né! - dizendo isso ele pegou sua mão e foi distribuindo beijos por ela subindo pelo braço e a olhando a cada beijo. sorriu e se rendeu. Quem resistiria aquele olhar de "sou gostoso e sei disso"? Ela tratou se sentar no colo dele, beijando-o com paixão. Ele por sua vez passava as mãos pelas coxas da namorada, subindo para o bumbum, levantando a camisola e passeando pelas costas da menina, deixando-a arrepiada. Harry a deitou na cama e foi subindo a camisola com as mãos enquanto ela o ajudava. Jogou a roupa no chão e se preocupou em beijar a barriga, subindo para os seios agora desnudos dela. Levou seu tempo beijando, lambendo e dando mordidas de leve por ali, fazendo morder o lábio inferior e gemer ocasionalmente. Não querendo prolongar mais, ela o puxou beijando a boca com certa urgência e arranhando-o as costas até chegar na calça, um pouco larga com o nó desfeito. Harry entendeu os sinais, pois, claro, já estava acostumado e foi logo se livrando do resto de suas roupas e da calcinha da garota. Penetrou-a depressa de forma que os dois gemessem alto, mas logo fez um ritmo calmo e cuidadoso a fim de dar tempo para explorarem sensações. apertava o lençol com uma mão e passava a outra pela nuca do namorado agarrando os fios com força. Nunca partiam o beijo que se tornava mais profundo com a intensidade dos movimentos dele, até que chegaram quase juntos ao orgasmo.
Harry se largou em cima dela e encostou os lábios de leve nos de que sorriu entre o beijo.
- Obrigada! - ela falou respirando pesado abaixando o rosto para olhá-lo com a cabeça encostada em seu peito.
- Só porque eu te amo! - ele disse sorrindo e se ajeitando ao lado dela.
- Eu te amo mais!
Trocaram mais uns beijinhos e acabaram adormecendo abraçadinhos.

Ainda na casa de Danny, e Dougie conversavam com o amigo. Agora o assunto tinha chegado num ponto crítico, .
- É tão legal ter todo mundo reunido de novo, né? - falou
- Pois é... estava com saudades daquela piveta. - Dougie disse passando a mão pelos ombros da namorada.
- Nem me falem. Foi muito legal revê-la. - Danny comentou olhando pra baixo
- Ela também sente sua falta, Danny. - disparou
- Quê? Quem está falando de sentir falta aqui? - Danny retrucou
- Seus olhos, sorrisos e suspiros toda vez que o nome '' é pronunciado.
- É, Danny... você é péssimo em esconder seus sentimentos. - Dougie disse para o amigo sentado no outro sofá
- Cara... é tão complicado ter ela aqui... de volta a Londres... perto de mim... e... e não poder ficar com ela. - falou tristemente
- Ah, Danny. Não fica assim. - foi se sentar ao lado do amigo. Não sabia o que dizer, sabia que os dois se amavam, mas não queria dar opinião nenhuma, pois eles poderiam acabar se machucando. Ninguém sabia ainda se tinha vindo pra ficar ou se depois voltaria para o Japão.
- Cara, no fim vai dar tudo certo. E se não deu certo ainda, é porque ainda não chegou ao fim. - Dougie disse sério
- Nossa, como o seu namorado está filosofando hoje, . - Danny brincou pra quebrar um pouco o clima que tinha se instalado
- Pois é, eu sou muito mais do que apenas um corpinho gostoso e sexy. - Dougie passava a mão por seu peitoral
- Ai ai... eu mereço, viu?! - riu
- Relaxa, Jones... se vocês tiverem que voltar, vocês vão voltar. - Dougie falou - Ela vai estar aqui pelo menos até o casamento da e do Tom.
- É. E tem também a viagem a Vegas! - disse animada - Dizem que as pessoas ficam mais propícias ao amor em Vegas!
- Ah, é? E quem diz isso, ? - Danny riu da amiga
- Ah.. bom.. eu disse. Pronto! - concluiu ela e os outros dois riram
- Então está tudo bem... - Danny disse e bocejou
- Acho que está na hora da gente ir, amor. - Dougie levantou-se
- Mas já? - Danny protestou
- É, Jones. Já está bem tarde e você está ai bocejando. - disse se levantando também e dando um beijo na bochecha de Danny
- Ahhh... Então amanhã a gente se vê, certo? - perguntou ele
- Claro, dude. - respondeu Dougie se dirigindo à porta. Danny abriu a porta dando passagem para os amigos, depois foi levar a louça suja para a cozinha. Deixou tudo na pia, afinal, pra quê limpar as coisas se tem empregada pra limpar no dia seguinte? Depois foi logo se deitar, pensando na volta de e em tudo o que passaram juntos, inclusive naquela mesma cama em que ele se encontrava.

e Dougie desciam no elevador aos beijos.
- Amor, tem câmera aqui! - exclamou quando os beijos de Dougie começaram a percorrer seu pescoço
- Mas eu não tenho culpa... se quando eu estou perto de você... eu não consigo me controlar! - disse entre beijos
- Pelo menos espera a gente chegar em casa. - disse rindo e saindo do elevador puxando Dougie pela mão
- Vou tentar... - sussurrou no ouvido dela - Boa noite. - disse ao porteiro quando saiam do prédio
- Você viu a cara do porteiro olhando pra gente? - comentou - Ai que vergonha, ele deve ter visto a gente se amassando no elevador.
- Hahaha... um pouco de diversão pra ele. Aquele prédio é muito monótono. - Dougie brincou
- Dougie! - deu um tapinha no braço dele
- ! - ele imitou a voz dela enquanto abria a porta para ela entrar no carro
- Seu bobo!
- Dentro do carro pode? - perguntou ele já se inclinando para beijar a namorada
- Poder, pode... Mas já está muito tarde e é perigoso a gente ficar parado aqui dentro do carro. - respondeu a garota
- Poxa, você não quer ficar comigo hoje. - Dougie disse fazendo biquinho
- Awwww... meu fofinho... Você sabe que não é nada disso. É só que você está escolhendo os lugares errados. - falou dando um beijo nele
- E tem lugar certo pra isso?
- Lugar certo não sei... mas convenhamos que dentro de um elevador com câmera e em um carro estacionado numa rua deserta e escura às três da manhã não são as melhores escolhas. - ela riu da cara que o namorado fez
- Mas eu quero! - ele fez pirraça
- Douglas! - disse ela fazendo uma voz de brava - Liga logo esse carro e vamos pra casa! Ai ai ai, menino feio! - brincou
- Poooooxa... - respondeu fazendo cara de coitadinho
- Em casa eu te recompenso... - disse baixinho ao pé do ouvido dele, dando uma mordiscada em seu lóbulo.
- Obaaaa... - respondeu ligando o carro e dando um beijo na namorada, com um sorriso malicioso estampado no rosto
O caminho pra casa foi tranqüilo, eles moravam a quinze minutos da casa de Danny, e como a essa hora não tinha trânsito, chegaram em casa em menos de dez minutos.
- Você está animadinho hoje, hein? - disse entre um dos beijos que trocava com o namorado ainda no elevador que levava à seu apartamento.
- Está reclamando, é? Então tá... - disse se afastando dela - Parei. - e fez biquinho
- Não estou reclamando, estou comemorando. - disse com um sorriso safado no rosto - Acho que hoje a gente quebra o nosso recorde. - beijava Dougie e passava a mão por debaixo da camisa do namorado
- Opaaa... essa noite vai ser boa! - comemorou ele, pegando a garota no colo sem deixar de beijá-la.
O elevador chegou e eles foram até a porta do apartamento aos tropeços, sem se largar. Dougie abriu a porta com dificuldade, podia sentir a excitação do rapaz. Entraram na sala e trancaram a porta. Dougie já estava sem camisa e agora tirava o tomara-que-caia que a namorada usava. alcançou o zíper da calça dele e logo esta já estava jogada num canto da sala. Ele percorria o corpo dela com as mãos, ela agora apertava a bunda dele. Ele a pegou no colo e a colocou deitada no sofá, deitando-se por cima. Tirou a calça dela enquanto ela mesma tirava o sutiã. Ele estava só de boxers e ela de calcinha. pôde notar o volume embaixo das boxers do namorado, e que volume, pensava ela. Num movimento rápido, ficou por cima do namorado e abaixou as boxers dele, tocou com delicadeza em sua ereção e ouviu o menino dar um gemido. As mãos dele não paravam de percorrer o corpo dela. Ele apertava e lambia os seios da menina e ela também não parava de acariciá-lo e percorrer toda a extensão do corpo definido de Dougie com suas mãos. Dougie tirou a calcinha de e trocou de posição, estava por cima novamente. Ele massageava os seios dela e a beijava apaixonadamente, ela soltava pequenos gemidos entre um beijo e outro. Os dois estavam suando, o tesão só aumentava. Eles já estavam quase explodindo de tanto tesão, foi aí que Dougie finalmente penetrou a garota. Eles faziam movimentos rápidos e gemiam juntos, puxava Dougie pelos cabelos e a cada investida do namorado ela se apertava mais contra o corpo dele. Ficaram assim por mais um tempo, até que Dougie chegou ao orgasmo. Mas não parou, pois o tinha avisado que também estava quase lá. Pouco tempo depois ela chegava ao clímax e Dougie finalmente relaxava e deixava o peso de seu corpo todo em cima do corpo dela. Ficaram deitados no sofá trocando beijos e carícias.
- Preciso de um banho. - disse depois de passado um tempinho
- Deixa que eu ensabôo você. - disse com um sorriso safado
- Nossa... mas já? - ela riu notando que o menino já estava excitado novamente
- Se queremos quebrar nosso recorde temos que fazer pelo menos mais seis vezes hoje. - disse agarrando a menina e dando um chupão no pescoço dela
- Aiii, amor. Vai ficar marca. - disse dando um tapinha no peitoral dele
- Tomara que fique mesmo. - disse ele e logo em seguida riu da cara que a namorada havia feito. Puxou ela do sofá e foi andando em direção ao banheiro abraçando-a por trás. Ligaram o chuveiro e ficaram aos amassos debaixo d'água. Refizeram o que tinham acabado de fazer na sala. E assim foi durante a noite toda. Mas, felizmente, dessa vez ninguém foi parar no hospital.

, e Tom chegavam em casa e foram logo se arrumando para dormir. As meninas estavam no quarto de hóspedes arrumando a cama e conversando sobre o dia cheio de acontecimentos.
- E aí, , feliz por ter voltado? - perguntou estendendo um lençol na cama.
- Ai, amiga, sabe que estou! Era muita saudade pra matar.
- Aposto que nem deu pra matar tudo né? - disse piscando pra outra.
- deixa de ser pervetida.
- Aaaiii , nem falei nada! Você que tá aí pensando besteira já! Mas que seria bom você tirar o atraso seria...
- Que isso! Quem disse alguma coisa de atraso? - falou colocando as mãos na cintura.
- Pegou muitos japinhas, lá, Dona ?
- Que nada! Só pegava uns modelos de vez em quando! Hahaha Mas nunca foi nada sério.
- Não que você esteja ligando, sabe - rolou os olhos fazendo cara de impaciente - mas nem o Danny.
parou de colocar a fronha em um travesseiro e olhou pra , mas logo em seguida ficou um pouco desconcertada com a vozinha em sua mente gritando: "YES!!!! \o/" e voltou a fazer o que estava fazendo.
- Ele teve sim alguns casos, só que nunca iam pra frente. E a gente dava graças a Deus porque aquilo ali sem você, amiga, tava perdidinho. Só dava baranga!
- Ai . Pára. Não quero saber isso. - disse cabisbaixa. Só de lembrar o quanto sentiu falta de Danny, e de saber que com ele havia sido do mesmo jeito, fazia com que a menina sentisse uma pontada no coração.
- Tudo bem, então. Você mal chegou. Vamos deixar as coisas acontecerem. - ela abraçou a amiga e viu Tom aparecer na porta do quarto.
- Obrigada. Acho que vou dormir. Tô cansada. A viagem foi longa e o fuso tá me matando.
- É. Descansa, . Se precisar de mais cobertores tem aí dentro do armário. - apontou.
- Boa noite pra vocês, amores. - ao dizer isto, deu um beijo em e Tom. - Até amanhã.
- Até amanhã, . - Os dois disseram e saíram do quarto, fechando a porta em seguida.
- É... Ela sente mesmo falta do Danny, não é? - Tom perguntou quando os dois já andavam pelo corredor, abraçando-a por trás e dando um beijo na bochecha dela.
- Pelo que parece... Mas você sabe que ele também. Eles se gostam demais. Espero que voltem. - se virou e retribuiu o beijo na bochecha de Tom.
- Não fica assim tão animadinha, amor. Deixa que se tiver que se entenderem, fazem isso sozinhos. Pressionar é ruim demais. - Tom aconselhava.
- Eu sei, meu tesouro! Hehe Mas não custa nada dar uma ajudinha, né? - ela fez cara de santa e o levou pela mão até a sala. - Olha só isso, Tom. - pegou um porta-retratos que estava na estante.
- Olha! A Carrie tá linda! É na apresentação dela? - ele perguntou com brilho nos olhos ao ver a foto da irmã tocando piano.
- É sim. Ela mandou hoje pra gente e eu esqueci de te mostrar.
- Linda demais! Amanhã dou um telefonema. Saudades dela. - ele guardou de volta o porta-retratos em cima da estante. - Mas que tal deixar minha irmã de lado, e falar de assuntos mais interessantes? Tipo fazer um ensaio pra Las Vegas? - ele a puxou pela cintura, e ela o envolveu com os braços por trás da cabeça dele.
- Eu gostaria muito. - ela respondeu sussurrando no ouvido dele, e lambendo a orelha do menino, que se arrepiou. - Mas com a aí não dá, né? Tá maluco? - e começou a rir, saindo de perto dele só pra provocar. Ele a puxou de volta.
- Tá pensando que vai escapar de mim fácil assim? - ele a encurralou contra a parede.
- Hahaha!! Hoje não, Fletcher. Mas tenho uma surpresinha que vai gostar muito.
- Surpresa? Tô curioso demais agora.
- Vai ficar! Mas garanto uma coisa... - ela interrompeu pra dar um beijo no rapaz. - Você não vai se arrepender se esperar só até amanhã.
- Uaaaaaaau! Vou acordar de pinto duro de ficar sonhando com o que possa ser durante a noite. - deu uns tapas nele.
- Hahahahaha idiota! Como se você não acordasse todo dia. Ainda me pergunto por que os homens acordam assim. - ela fez cara de pensativa.
- No meu caso é porque durmo todo dia ao seu lado.
- Tom, meu amor, pára de lábia assim. Você ta parecendo um Dom Juan de meia tigela igual ao Poynter.
- Hahahahahaha Deus me livre ser igual ao Poynter. Eu não preciso de cantadas ruins pra conseguir mulher.
- Modéstia sua, hein? Haha mas devo concordar. Basta cantar que você me deixa arrepiada.
- Cada um com seu forte, né? Pensando pelo lado positivo, ainda bem que o Dougie tem seu charme com aquela lábia dele, porque se fosse depender dele cantar... - os dois caíram na risada.
- Realmente... a ia broxar, coitada. Hahahahaha Bom, vamos dormir, meu bem. Já ta ficando tarde.
- Ok.
Assim, os dois foram apenas tomar um leite antes de dormir, e em seguida, foram juntos para o quarto, que ficava ao lado do que se encontrava.


CAPÍTULO 3 - Memories

No dia seguinte, todos acordaram tarde. Afinal, não tinham nenhum compromisso e estavam cansados da noite anterior. foi a primeira a acordar na casa de e Tom. Ela levantou e foi preparar o café da manhã. Uns minutos depois aparece na porta da cozinha.
- Bom dia, piveta. - falou bocejando - O que faz acordada tão cedo?
- Bom dia, Flo. - respondeu - Já são meio dia e meia. Acordei agora a pouco e vim preparar algo pra comer. Estou morrendo de fome.
- Sua gulosa. - disse pegando uma torrada do prato de
- Eu que sou gulosa, né? Sei... sei... - olhou torto para a amiga roubando sua comida - Enfim... o que nós vamos fazer hoje?
- Ahhh... queria mesmo falar com você sobre hoje. - falou um pouquinho sem jeito
- O que foi, ?
- É que eu queria ver se hoje, só hoje, você não poderia ir dormir na casa de uma das outras meninas... - continuou
- Nossa, já cansou de mim? - fingia-se de magoada
- Óbvio que não! É só porque eu tinha preparado uma surpresinha para o Tom hoje. Se é que você me entende... - explicava a
- Como assim? Não entendi... - se fazia de inocente
- Ahh, ... você sabe... - estava corada
- Sei não...
- Ah... Então vai ficar sem saber, porra. - encerrou o assunto
- Hahahaha... vocês continuam os mesmos pervertidos de sempre. - ria
- E você é uma santinha, né? - deu um pedala nela
- Eu estou muito mais comportada do que antes. - se defendeu
- Isso porque estava longe do Danny. - provocou - Quero só ver agora que vocês estão próximos de novo...
- Vai continuar a mesma coisa, ele é só meu amigo! - exclamou
- Amigo... sei... sei... E o jeito que você fica suspirando quando falamos algo sobre ele é só coisa de amigo, né?
- Então... Que horas você quer que eu deixe vocês à sós? - mudou drasticamente de assunto
- Nossa, que mudança de assunto mais delicada. - riu - Enfim... a hora que você quiser, desde que nos deixe sozinhos à noite. - falou com um sorriso safado no rosto.
- Ai caramba, depois desse seu sorriso eu vou sair é agora mesmo. - brincou .
- Sua babaca! - deu um pedala nela.
- Sério, agora vou arrumar uma bolsa com uma muda de roupa e vou pra casa da , ela vai ter que me agüentar. - falou - É melhor eu ir logo, porque assim não dá tempo de ela marcar alguma coisa pra hoje e acabar eu não podendo ir dormir lá.
- Dormir aonde? - um Tom sonolento entrou na cozinha.
- Na casa da . - respondeu .
- E por que você vai dormir lá? - perguntou ele.
- Porque ela tinha me chamado... - disse rápido.
- Mas se ela te chamou, ela não vai marcar alguma outra coisa pra fazer... - Tom disse.
- Ah, amor... Você sabe que a é meio porra-louca. - falou - Podemos esperar qualquer coisa dela.
- Isso é verdade. - Tom disse sentando-se ao lado de e dando um selinho nela.
Eles tomaram café, e logo em seguida, pegou suas coisas e foi em direção à casa de e Harry.
- ! - Harry abriu a porta e abraçou a amiga.
- Harry! ! - cumprimentou os amigos.
- A que devemos a honra de sua ilustre visita? - perguntou ele.
- A me pediu um pouco de privacidade pra ela e o Tom hoje. - ela explicou.
- Uuuui, aqueles dois, hein? - brincou.
- Pois é... e por conta disso eu estou desalojada, então vim pedir abrigo aqui! - disse fazendo cara de anjinha.
- Putz, . - começou.
- Hoje não vai dar pra te dar abrigo... - Harry continuou.
- Sabe o que é... É que eu e o Harry estamos indo passar o dia em Portsmouth. E nós vamos dormir lá e voltamos só amanhã.
- Ah tá... tudo bem. - disse cabisbaixa - Vou ver se posso ficar na casa da então...
- Foi mal, . - Harry disse.
- Que isso. Está tudo bem. - ela deu um sorriso amarelo - Vou lá na casa da então. - se dirigiu a porta.
- Tudo bem então. - falou - Se você quiser dormir aqui qualquer outro dia será muito bem-vinda. Só num deu hoje porque já programamos isso há um bom tempo. - disse abrindo a porta para a amiga.
- Não se preocupem... eu entendo. - deu um beijo na bochecha de cada um e foi pra casa de Dougie e .

No caminho da casa de até a de , foi pensando em tudo o que estava acontecendo. Todas as suas amigas estavam em um relacionamento sério. ia se casar e e também viviam uma vida de casados, afinal, moravam junto de seus namorados há mais ou menos sete anos. Ficou pensando se tinha feito a escolha certa em ter ido para o Japão e terminado com Danny. Era fato que ela ainda o amava, mas será que ele ainda sentia o mesmo?
"Claro que escolhi certo", pensou ela. "Se não tivesse ido pra lá não teria feito minha faculdade de moda e não seria a estilista mais fashion de Tóquio! hsuahsu" e foi pensando nessas coisas que ela chegou ao apartamento de Dougie e . Tocou a campainha e Dougie atendeu a porta.
- Hey, Dougie. - deu um beijo na bochecha de Dougie.
- Oi, . Tudo certo? Entra. - disse dando espaço para a amiga entrar.
- Tudo ótimo. - disse sentando-se no sofá da sala.
- QUEM É, AMOR? - gritou lá de dentro.
- É A ! - Dougie gritou de volta.
- Oi, !! - chegou na sala vestindo um roupão de banho.
- Oi, . Tudo bom?
- Aham... e aí? O que faz aqui?
- A ... ela me pediu pra dormir na casa de uma de vocês hoje... - explicava a história novamente.
- Ué, mas por quê? - quis saber Dougie.
- Bom, ela me disse que tinha uma surpresinha para o Tom. - disse rindo.
- Aqueles dois tão que tão, hein? - riu.
- Pois é... - concordou - Por isso é que eu queria saber se podia passar a noite aqui hoje.
- Poxa... logo hoje... hoje não vai dar... - disse.
- É que a minha família está em Londres e vai dormir aqui hoje. - explicou Dougie.
- Pois é... aí não temos mais espaço disponível... foi mal, . - desculpou-se.
- Ah tá... Não se preocupem. Eu vou pra um hotel, ou algo assim.
- Por que você não vai pra casa da e do Harry? - perguntou Dougie.
- Eu já falei com eles, eles vão hoje pra Portsmouth e só voltam amanhã. - contou .
- E por que você não vai pra casa do Danny? - perguntou .
- Ahhh, pra casa do Danny não. - respondeu .
- E por que não? - Dougie perguntou.
- Ué... porque... porque... - ela tentava achar um motivo - Porque não.
- Fala sério, . - disse - Que besteira. Vocês deixaram de ser amigos por acaso?
- Não... É claro que nós somos amigos.
- Então vai dormir hoje lá. - Dougie falou - Tenho certeza que ele vai ficar muito chateado se souber que você preferiu ir dormir num hotel a dormir na casa dele.
- É mesmo... - concordou .
- Eu sei, gente... Mas sei lá. - disse ainda indecisa.
- , dormir na casa do Danny não quer dizer que vai acontecer alguma coisa. - falou.
- Só se vocês dois quiserem. - Dougie completou e levou um cutucão de - Mas é verdade ué... - disse ele.
- Tá bom então... vou lá na casa dele. - se convenceu - Mas será que não é melhor ligar primeiro?
- Fala sério, né? Deixa de enrolar e vai logo. - levantou-se e abriu a porta pra amiga.
- Nossa, fico impressionada de ver como meus amigos gostam da minha companhia. - disse fingindo chorar - Todo mundo me expulsa rapidinho de suas casas.
- Deixa de drama. - Dougie deu um beijo na bochecha de e depois fez o mesmo.
- Te amamos! - exclamou .
- Também amo vocês! - disse mandando beijinhos no ar para os outros dois e chamou o elevador.

Chegando em frente ao prédio de Danny, tomava coragem para entrar. Ela sabia que Danny ficaria muito chateado se soubesse que ela preferiu dormir em um hotel a ficar uma noite na casa dele.
"Aii, vamo lá sua lerda... Vocês dois num tem mais nada a ver!!!" pensava alto até demais, falando sozinha em português no meio da rua e andando de um lado para o outro parecendo uma barata tonta, recebendo olhares de quem passava por ali. "Ok, chega disso, daqui a pouco vão achar que você É realmente louca, mas não, você não é , você só parece! Haha."
Decidiu finalmente o que fazer. Respirou fundo e foi andando em direção ao saguão do prédio.
Quando tocou a campainha, a porta logo foi aberta, revelando um Danny só de boxers.
- Oi, ! Que surpresa boa. - ele disse dando um abraço apertado na menina
- Oi, Danny. Desculpa vir sem avisar... - falou pensando: "Puta que o pariu. Ele só pode estar de sacanagem comigo! Atender a porta só de boxers é golpe baixo." Enquanto o olhava de cima a baixo.
- Não precisa se desculpar de nada... - disse simpático - Bom, é melhor eu ir colocar um traje descente. - falou rindo quando percebeu os olhares de passearem por todo o seu corpo.
- Ahn? Ah, sim... hehe - disse corada.
- Senta ai, fica a vontade que eu já venho!
- Ok, brigada! - Ela sentou-se e ficou observando o lugar, relembrando de momentos que passaram juntos ali.

__Flashback__
e Danny lutavam pra tentar acertar a chave da porta no buraco da fechadura. Tinham acabado de voltar de uma balada, onde beberam um pouco mais do que deviam.
- Hahahaha Danny como você é lerdo! Hahahaha Você ta muito bêbado! - fazia escândalo, não conseguindo parar de rir.
- Shiuuu ! Vai acordar o prédio inteiro! - Danny disse rindo também.
- Aaaahhh que acordem! Tá cedo mesmo, tá na hora de acordar... - saiu se arrastando para o meio do corredor em direção as portas vizinhas. - Quem será que mora aqui? DANNY!!! Eu não conheço os nossos vizinhos, amoooor!!! Será que eu sou uma boa vizinha?? Vou perguntar... - Quando ela ia bater na porta, Danny veio correndo e segurou sua mão fazendo sinal de silêncio.
- Você é uma ótima vizinha, não precisa fazer uma pesquisa agora. Vamos entrar já consegui achar o buraco.
- Buraco??? Onde?? - Ela fez cara de quem não entendeu nada.
- Nada, amor... vamos. - Ele a pegou pela cintura e foram cambaleando para a porta já aberta do apartamento. - Amanhã você vai se odiar. Quem mandou beber tanto...
- VOCÊ - ela se virou bruscamente apontando para ele que estava em pé do lado do sofá - bebeu mais do que eu!
- Mas eu agüento mais do que você também. Você não, não sabe beber...
- Por que você não me ensinou? Meu pé de cana favorito... - ela disse se jogando no sofá e o puxando pela mão.
- Pra que? Adoro a bêbada... Ela é tão engraçada, - Danny sentou no braço do sofá e ia dando um beijo em partes diferentes do rosto dela - animada, bonita...
- Eeeiii, tá dizendo que eu bêbada sou mais bonita do que eu mesma? - perguntou rindo em seguida da cara que ele fez tentando pensar em uma resposta. - Tá maluco Daniel? - ela o empurrou e ele caiu do braço do sofá.
- Aaaii... esse sofá é do mal!
- Não fala mal do sofá... Eu gosto dele! Ele é bonzinho... macio... - falou passando a mão pelas almofadas. Danny se levantava passando a mão no bumbum, pois havia caído em cima do mesmo. - Ow, bebum profissional, já que você não me ensina a beber me ensina uma oooutra coisa?
- Claaaro! Adoro compartilhar minha sabedoria! - ele disse estufando o peito fazendo a namorada rir mais ainda. Ela o puxou pela camisa e o beijou, os dois caíram no sofá, jogando as almofadas todas no chão. ria de tudo e se divertia arrancando as próprias peças de roupa e as de Danny também.
__Fim Flashback__

- ? - Danny chegou na sala, já vestido, interrompendo os pensamentos da menina - Do que você tava rindo ai sozinha? Haha
- Oi? - A menina respondeu com cara de boba alegre, mas logo desfez o sorriso e foi ficando corada - Erm... hehe... Nem reparei que você já estava ai! Só estava aqui pensando numas coisas... nada de mais!
- Hahahahahaha, seei... mas num precisa ficar coradinha não tá! Hahahaha - Ele ria das caras que ela ia fazendo. - Mas entãoo, a que devo a honra da sua ilustre visita??? Não que eu esteja reclamando, muito pelo contrário. - E deu um beeelo de um sorriso Jones. *-*
- Ahhhh... pois é... é que assimmm sabee... Amedespejoudeláhojeeeuqueriasabersepossodurmiraqui - falou tudo de uma vez deixando Danny com cara de 'anh?' [o.O].
- Respiiiira! Husahsuhashu E agora repete... - respirou fundo e se preparava pra falar tudo de novo, quando ele interrompeu - Mas dessa vez repete devagar, tá?!
- Ai, droga... haha... entãoo, é que a me despejou de lá hoje - disse meio frustrada - Ela já rstava planejando fazer surpresinhas pro Tom, sabe?!
- Ahhh sei... pervertidos como sempre eles hein! Hahahaha
- Pra você ver né! O tempo passa e certas coisas não mudam...
- Erm... É, isso é... - Danny disse olhando pro chão.
- Bom, mas o resumo da história é que eu fui até a casa das meninas e elas disseram que também não dava pra eu ficar lá hoje, elas já têm compromisso com os "maridinhos".
- Huuum... então você veio ver se podia ficar por aqui?!
- Ah... É sim! Mas se eu não puder ficar eu entendo completamente... qualquer coisa eu vou pra um hotel... sem problemas!! - ela ia dizendo rápido - Se você já tiver compromisso...
- , deixa de besteira - Danny cortou - Claro que você pode ficar aqui... não tenho compromisso nenhum e mesmo se tivesse...
- Tem certeza?
- Claro que sim!!! - Disse sorrindo.
- Ahh então tá! Brigadaaaa viuu!!
- Até parece né , você é bem-vinda aqui sempre!! Afinal de contas, essa aqui também já foi sua casa... - ele disse - E podia ainda ser... Basta você querer - ele sussurrou e ela acabou ouvindo, mas fingiu que não.
- E o que a gente vai fazer agora? - falou pra tentar cortar o assunto.
- Você tá com fome? Eu tô morrendo de fome... na verdade acordei agora pouco.
- Puuutz, pode falar... eu te acordei né?! Aiin droga , você só veio pra atrapalhar os outros né! - falava mais pra si mesma do que outra coisa.
- Pára !!! - disse ele segurando nos braços da garota, fazendo com que ela olhasse em seus olhos - Você não tá atrapalhando ninguém, muito pelo contrário! Todo mundo tá muito feliz de te ter aqui, então pára de falar besteira! - ele terminou de falar e suspirou, fazendo abaixar a cabeça, sentindo-se culpada. - Hey, não faz essa carinha nãooo!! Vamos lá, vou preparar um almoço pra gente!!
- Ok, desculpaaa... prometo que não falo mais! E acho que é melhor eu fazer o almoço, sabe... porque você cozinhando, Jones? Hahaha... Boa coisa não vai sair! - Ela disse e mostrou a língua, já indo em direção à cozinha.
- Olha só! Tão abusadinha quanto antes! Hahaha... Mas tudo bem, você tem razão! Da última vez que eu tentei fazer ovo frito, virou cinza! Sou uma desgraça na cozinha. - ele ia dizendo se sentando na mesa da cozinha enquanto ela mexia nas panelas.
- Hahahaha, ainda bem que você admite né, Jones! E nossa, conseguir uma façanha dessas não é pra qualquer um, hein! Meus parabéns!
- Essa é a que eu conheçooo! Hahaha... Tempos que você não me chama de Jones!
- Sabe, vou ignorar esse comentário porque assim né, fofo... TEMPOOOS que a gente não se fala! - comentou enquanto pegava o macarrão.
- Huuuuuuuummm! Oba!! Macarrão da ! TEMPOOOS que eu não como isso!
- Hahahahaha!! Sim senhor! Meu macarrão ao molho branco mais do que especial e com brócolis!
- Bróooocolis, ?? Aahh não! - Danny fazia cara feia.
- Parece criança meu Deus! Faz bem, Jones! Quer viver só de pizza é? - ela falou colocando as mãos na cintura. Danny só olhou ficando vermelho.
A cozinha, assim como a sala, não havia mudado. já estava acostumada e sabia onde ficava tudo. Ou quase tudo.
- Danny, cadê o escorredor de macarrão? - perguntou fuçando os armários de cima.
- Ah é... Tá bem aí em cima. - ele disse olhando a garota abrir todas as portas, e se levantou pra ajudar a pegar. Na mesma hora em que ele colocou a mão no armário certo ela fez o mesmo e suas mãos se encontraram. olhou pra Danny que sorriu. Ficaram se encarando sabe-se lá por quanto tempo, ele acariciando a pequena mão dela, e meio que involuntariamente foram se aproximando, os rostos chegando ainda mais perto. a essa hora já não respondia mais pelos seus atos, sentia a respiração dele, o calor do corpo de Danny, e tudo assim juntinho dela era demais!! Quando ela se rendeu e pensou: "Foda-se", a atenção deles foi desviada pelo barulho da água pro macarrão que fervia e transbordava no fogão. Eles ficaram sem graça e fingiram que nada havia acontecido.
- Ai, droga! - ela disse indo em direção ao fogão - Danny põe os pratos na mesa.
- Certo. - ele falou abrindo o armário da cozinha e puxando dois pratos de lá. Quando ele fez isso, um dos pratos caiu fazendo um barulho de vidro partindo.
- Danny! Você se machucou?
- Não. Tá tudo bem.
- Ai meu Deus! Isso é sangue. - disse desesperada ao ver um pouco de sangue na mão de Danny.
- Calma, .
- Que calma nada. Como você vai tocar guitarra assim? - dizia correndo pro quarto, onde ela sabia que tinha uma caixa de primeiros-socorros.
- A banda está de férias, . - Danny a lembrava - E, depois, nós vamos viajar pra Las Vegas. Só vamos tocar de novo depois que o Tom voltar da lua-de-mel com a . E além do mais, foi só um arranhão. Relaxa. - ele agora ria da cara da garota que tinha voltado à cozinha com a caixinha de primeiros-socorros.
- Fica quieto aí, Danny. Deixa eu fazer um curativo. - ela disse pegando a mão dele e sentindo um calafrio instantaneamente.
- Só se você ficar calma.
- Vem aqui. - ela botou a mão dele debaixo d'água - Vamos lavar direitinho pra não infeccionar. - ela passava a mão na mão dele pra limpar o pouquinho de sangue que estava ali - Agora deixa eu colocar merthiolate e um band-aid. - disse concentrada - Que cara é essa? Tá doendo? - ela perguntou quando viu que o menino a encarava
- Não, não está doendo não. - ele disse - Estava só vendo como você fica linda toda concentrada. - ele disse e ela corou instantaneamente.
- Prontinho. - ela disse se afastando dele - Deixa eu limpar essa bagunça aqui.
- Eu te ajudo. - ele se ofereceu.
- Não precisa, você pode acabar se machucando de novo. Pega o macarrão e põe na mesa. Mas toma cuidado pra não cair. - falou rindo
- Certo, mamãe. - ele brincou e pegou a travessa em que tinha posto o macarrão e a levou à mesa. Eles almoçaram, conversaram um pouco, pra por a conversa em dia e depois foram pra sala.
- E então, o que quer fazer agora ?
- Ahhh não sei... o que você sugere?
- Huum... se você quiser, a gente pode ir dar umas voltas na cidade, ou você já foi passear por ai esses dias?
- Aii vamo siim!! Tô morrendo de saudade daqui... nem fui ainda não!
- Então vamos lá, deixa eu só trocar de roupa. - ele disse indo em direção ao quarto enquanto ela ficou encarando a sala. Depois de uns minutos Danny voltou pronto. Vestia sua camisa quadriculada, uma calça jeans larga e All Stars azuis.
Eles decidiram andar por aí e ver onde iam parar. A medida que iam passando pelos lugares, flashbacks vinham cada vez mais fortes para os dois. Eles se lembravam das pequenas coisas, da vez que compraram comida na padaria da esquina, de quando o Danny teve que pedir informação na banca de jornal da esquina porque não sabia o caminho de casa e estava muito bêbada para ajudar, entre outras lembranças. Decidiram por fim ir ao supermercado comprar leite condensado, na volta acabaram passando na porta da WALRUS, boate onde as meninas haviam trabalhado.
- Nossa, quanto tempo eu não passo por aqui! - exclamou Danny.
- Nem me fale. Mesmo eu não tendo trabalhado aqui eu sempre marcava presença. - ela riu.
- Uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida foi vir nesse lugar.
- É?
- Sim, foi aí que nós conhecemos vocês. - ele disse fazendo uma cara fofa.
- Foi aí que vocês conheceram as meninas, eu não trabalhava aí, e não estava no dia que elas convidaram vocês pro meu aniversário. - lembrou .
- Ah, mas foi por causa da WALRUS que nós acabamos nos conhecendo. E foram os melhores momentos da minha vida. - ele suspirou.
- Realmente, aquela foi uma ótima época. - e então os dois mergulharam no passado.

__Flashback do Danny:
- É aqui. - Danny disse apontando a porta do apartamento à frente dele.
- E o que você está esperando pra tocar a campainha? - Harry deu um pedala nele.
- Por que eu sempre acabo levando porrada?
- Porque você é sempre lerdo. - Tom respondeu se colocando na frente de Danny e apertando a campainha.
- Acho que ninguém vai vir atender. - Dougie falou após se passar um tempo.
- É uma festa, vamos abrir e ir entrando. - sugeriu Harry,
- É! Vamos. - Tom disse tomando a iniciativa, abriu a porta e foi entrando no apartamento sendo seguido pelos outros três.
Uma música que eles não conseguiam entender nenhuma palavra do que se falava tomava conta do ambiente. Várias pessoas comendo, bebendo e se divertindo estavam espalhadas pela sala. Mas o olhar dos garotos parou em quatro meninas que dançavam animadas no meio do apartamento.
As meninas estavam tão empolgadas dançando a Dança da Bundinha que nem perceberam que quatro garotos recém-chegados à festa estavam vidrados nelas. Danny só tinha olhos para a menina que ele descobriria mais tarde ser . Quando elas finalmente perceberam a presença deles, vieram os cumprimentar.
- Olá... eu sou a , a aniversariante. E vocês são?
- Ahhh, eu sou o Daniel, mas me chama de Danny. Não sabia que era festa de aniversário... se soubesse tinha trazido presente. - disse Danny fazendo uma carinha fofa. Ele apresentou os outros meninos e depois disso ele não ouviu mais nada do que as outras meninas falaram. Ficou hipnotizado por .
__End Flashback.

__Flashback da :
e Danny chegaram na varanda e ficou um silêncio meio esquisito do nada. Ela olhava pra cara dele esperando alguma atitude, e ele só olhava pra baixo, procurando as palavras certas pra dizer a ela.
- Então senhor Jones, vai me dizer por que você me trouxe até aqui ou não?
- Ahhh... Sabe o que é ... - Ele enrolava pra falar - É que tipooo... gostei muuuito mesmo de te conhecer... de ficar com você... E...
- E o quê?
- E... assim... em tão pouco tempo, você já se tornou uma pessoa muitoo especial pra mim! E eu... Eu tava pensando se... - Ele pegou na mão dela.
- Ahh que lindo! - ela dizia com os olhinhos brilhando - Você também já é uma pessoa mais do que especial pra mim viu!!
- Jura? - Danny abriu um sorriso enorme - Bom, e eu... Eu tava pensando se... - Ele pegou na mão dela.
- Tava pensando o quê?
- Ermm... sevocênãoquernamorarcomigo? - O garoto falou tudo de uma só vez, deixando com cara de interrogação(?).
- Anh?
Daniel respirou fundo e falou mais calmamente:
- Você quer namorar comigo, ?
- É claro que eu quero, meu lerdinho! - E deu um beijo apaixonado no menino. - Já te falei que você fica muito fofo quando ta envergonhado?!
- Hsuahusha... ainda não! - Ele disse corando.
- Fica sim! E não é pouco! Hehehe... Agora vamos voltar lá pra sala? Ta frio aqui e eu quero brigadeirooo! - Ela falava empolgada.
- Vamos sim, namorada! Vamos logo antes que eles acabem com o brigadeiro.
__End Flashback.

CAPÍTULO 4 - Preparativos

Depois de um momento parecendo dois retardados olhando pro nada e sorrindo, voltaram a andar em direção ao apartamento de Danny. Chegando lá, foi para a cozinha preparar brigadeiro enquanto Danny estava na sala escolhendo um filme para eles verem.
- Olha o brigadeirooooo. - chegou com um prato cheio de doce.
- Obaaaa. Faz tempo que eu não como brigadeiro feito pela brigadeira. - ele falou, mas se arrependeu, pois nunca mais tinha chamado a ex-namorada pelo apelido que ele havia lhe dado.
- Pois então vamos comer logo. - ela fingiu que nem percebeu, mas sentiu algo diferente ao ouvi-lo chamá-la assim - Qual filme você escolheu?
- Alice no País das Maravilhas. - Ele sorriu.
- Mas você odeia esse filme!
- Quem te disse isso? - Daniel se fez de ofendido.
- Você!
- Mas agora eu gosto! E vamos ver logo isso. - aquele passou a ser um dos filmes preferidos de Danny desde quando havia se mudado, pois fazia com que ele se lembrasse dela e das vezes que ela o pentelhava para verem esse filme juntos.
- Então tá bom, não sou eu quem vai reclamar. - falou sentando-se ao lado dele no sofá. Eles assistiram ao filme e ficaram conversando um pouco, depois decidiram ir dormir. No dia seguinte teriam que acordar cedo, pois havia marcado com todos para experimentarem as roupas que vão usar no casamento. E se eles se atrasassem daria um ataque.
No dia seguinte acordaram com o som do telefone tocando.
- Claro que a gente não esqueceu, . - Danny dizia com voz de sono - Ainda são SETE horas da manhã. Você marcou lá às NOVE! - dizia irritado - É óbvio que eu sei chegar lá. Você já me falou umas quinhentas mil vezes. - ele fazia cara de tédio enquanto ouvia o que falava, nesse momento apareceu na sala - Porra, . Acalme-se. Nós não vamos chegar atrasados... Tá bom... eu sei... Se você continuar me prendendo no telefone eu não vou poder tomar café da manhã e aí sim vou chegar atrasado! - ele perdia a paciência, quem poderia culpá-lo? Acordar cedo com uma mulher histérica ao telefone não é fácil. - Tchau, . - ele disse e desligou o aparelho - Essa sua amiga está ficando louca. - falou para que havia se sentado no sofá ainda com cara de sono. O telefone tocou novamente. - Eu que não vou atender isso. Deve ser a pra reclamar de mim por ter desligado na cara dela, mas ela não calava a boca!
- Alô. - atendeu para que o barulho irritante parasse - A ligação caiu, ... Ninguém desligou na sua cara... Certo... Eu sei... Pode deixar... Nossa, esse telefone está ruim, tenho que desligar. O apartamento está passando por um túnel, iiiiiiiiiiirrrrrrrrrrriiiiiiiiiiiiiiirrrrrrrrrr (N/A: isso é uma tentativa de chiado)... a ligação vai cair... iiiiiiiiiiirrrrrrrrrrriiiiiiiiiiiiiiirrrrrrrrrr... - falou e bateu o telefone - Realmente, a fica histérica pela manhã! Eu não agüento, tenho dó do Tom! hahaha
- Vamos tomar café. Se chegarmos atrasados ela vai nos matar.
- Verdade. - e falando isso ela o seguiu até a cozinha para tomarem café. Comeram, se arrumaram e foram logo em direção ao ateliê onde haviam marcado com e Tom. Chegando lá puderam ver Tom sentado em um sofá com cara de sono, com e Harry a seu lado e andando de um lado pro outro falando ao telefone.
- Oi, pessoal. - cumprimentou.
- Oi pra vocês também. - Harry disse e os outros acenaram com a cabeça.
- Com quem ela está falando? - perguntou Danny apontando pra .
- Com a . Ela e o Dougie estão oficialmente dez segundos atrasados. - falou entediada.
- Nossa, a tem estado muito nervosa. - Harry comentou.
- Nem me fale. - Tom se pronunciou.
- Mas não tiro a razão dela não. - comentou - Se fosse o meu casamento eu estaria assim, ou até pior. - ela riu e concordou.
- Onde você está, pôia? - falava com .
- Eu estou bem aqui! - exclamou entrando pela porta do ateliê com Dougie em seu encalço.
- Vocês estão atrasados! - brigou - Aposto que ficaram se pegando e perderam a hora!
- Pelo amor de Deus, . Não estamos nem dois minutos atrasados. - Dougie se defendeu.
- Então, podemos fazer a prova dos vestidos das damas de honra? - Pierre, o estilista perguntou.
- Podemos sim! - respondeu prontamente empurrando as amigas para perto do estilista. Elas entraram nos provadores que tinham ali e cada uma recebeu seu vestido. Depois de alguns minutos elas saíram prontas.
- Uau. Você ficou linda, amor! - Dougie exclamou quando apareceu vestindo um lindo vestido rosa bebê, com um decote grande na frente e que deixava as costas nuas.
- Só achei o decote grande demais. - Harry deu sua opinião ao ver aparecer com um vestido idêntico ao de
- Deixa de bobagens, Harold. Elas estão MA-RA-VI-LHO-SAS! - os olhinhos de brilhavam.
- O meu precisa de uns ajustes. - apareceu mostrando que o seu vestido estava bem mais longo do que o das outras duas.
- Não se preocupe, darling. - Pierre falou com seu jeito ultra gay - Vamos ajeitar tudo, é que foi a quem me passou suas medidas, já que você estava fora do país. Mas hoje mesmo eu ajeito tudo. - ele dizia olhando atentamente as meninas à procura de coisas que deviam ser consertadas - Sweetie, você está comendo demais! - ele exclamou olhando de perto - Seu vestido estava perfeito na outra prova, como pode agora estar apertado?
- Isso você quem tem que me dizer. - reclamou - Acho que você trocou meu vestido por outro!
- Calma, mozin. Ele vai dar um jeito. - Harry a tranqüilizou - Aí pode aproveitar e diminuir um pouco o decote. - ele sugeriu.
- Sossega aí, cara. - Danny sussurrou pra ele - Olha a cara de assassina da , se você ficar dando muito palpite é capaz de não estar vivo para o casamento. - ele riu.
- Bom, pode deixar que vou ajeitar seu vestido hoje mesmo, fofinha. - Pierre disse à - Vou também colocar o seu vestido na altura certa, honey. - falou dirigindo-se à - E o seu parece perfeito, gorgeous! - falou segurando a mão de e fazendo ela dar uma voltinha para conferir o vestido da garota - Deixa eu marcar o que deve ser feito pra vocês poderem se trocar e os gatões poderem experimentar seus ternos. - disse piscando para os meninos.
Pierre terminou de checar o vestido das meninas e as mandou para o provador para trocar de roupa. Uns minutos depois elas lhe entregavam os vestidos e se aproximavam dos outros.
- Aiiii, vai ser tudo tãããããoooo perfeito! - estava que era só alegria.
- Vai sim, amiga! - concordava.
- Só não entendi ainda por que você não me deixou fazer o seu vestido! - disse indignada - Afinal, sou uma estilista muito famosa em Tóquio! - Ela disse com cara de convencida.
- Ah, ... não fique brava comigo. Mas é que eu quero que todo o tempo que você passe aqui seja com a gente, me ajudando com os preparativos, zoando com a galera. Não quero ver você trabalhando! - explicava.
- Mas mesmo assim. - ainda não se conformava.
- Ah, piveta. Deixa de drama. - interrompeu - Meninos, o Pierre está chamando vocês. - ela disse dirigindo-se aos garotos. A prova de roupas deles foi mais rápida. Poucos ajustes foram necessários, só a manga do terno de Danny que estava curta demais e a calça de Dougie estava muito larga. Tudo bem que ele usa calças duas vezes maiores que ele no dia-a-dia, mas no casamento teria que usar roupa de gente normal. Quando eles terminaram de se trocar, foram dar uma volta pela rua, afinal, iria provar seu vestido e Tom não poderia estar presente.
- Meu Deus do céu! - exclamaram as três amigas ao ver saindo do provador.
- Você está perfeita! - estava boquiaberta.
- Nossa, parece um personagem de contos de fada. Arrasou, amiga! Está maravilhosa. - se empolgava.
- Que bom que você escolheu esse estilista. - falou - Esse é o vestido de noiva mais lindo que eu já vi! - ela admirava todos os detalhes do vestido de . Era um vestido tomara-que-caia, o busto era todo trabalhado, e a saia também tinha uns detalhes bordados. Não tinha cauda e a saia não era muito cheia, era perfeita.
- Aiiiii gente! Vou chorar.. - dizia emocionada ao se olhar no espelho. - Será que o Tominus vai gostar?
- Se ele vai gostar? Ele vai amar, Sweetie! - Pierre opinou também.
- Apesar de que ele vai gostar mais de tirar o vestido logo após o casamento. - comentou, e todos riram.
- Sem dúvidas. Esses homens.. tsctsc - disse com as mãos na cintura.
- Bom.. acho que as medidas estão certinhas, não é honey? - Pierre perguntou analisando novamente o vestido, e pedindo pra menina dar mais uma volta.
- Estão sim! Não está mais frouxo aqui na cintura. Ta ótimo, Pierre. Vou me trocar pra não ficar gastando muito o vestido, gente. Mas se bem que nem dá vontade de tirar mais. - os olhos da garota brilhavam.
- hahaha vai logo, poia. To morrendo de fome. Vou ligar pros meninos e avisar pra passarem aqui pra gente ir almoçar lá no UK Cheers. - avisou, já discando o número de seu namorado no celular.
- Ihhh, cuidado pra não engordar mais e termos de tirar as medidas de novo. - Pierre disse em tom de bronca.
- Pode deixar. - bateu continência e foi chamar os meninos pra pegarem elas. Enquanto foi trocar de roupa.
Quando todas já estavam nos carros dos namorados, e no carro de Danny, foram ainda discutir se iriam mesmo para o UK Cheers.
- Lá tem mais privacidade pra gente, dude. - Tom argumentava com o carro parado ao lado do de Harry.
- Mas eu quero hamburgeeeeeeeeeer. - bufava. - Poxa Tom, faz tempo que a gente não come essas porcarias de Burger King ou McDonald's. Só vamos nesses restaurantes chiques.
- Meu amor, se a gente for num Burger King, vamos ser massacrados. Não é querer ser modesto ou coisa assim, mas você sabe que somos conhecidos. - Harry tentava convencer a namorada, e ouviram a buzina do carro de Dougie atrás do deles.
- Qual é, gente?? Vamos logo pro Cheers, e mais tarde a pede Burger King em casa. - Dougie gritou.
- E é melhor irmos logo, porque o Dougie tá com fome. - gritou também.
- Puts! O Dougie tá com fome, cara. Melhor irmos logo mesmo! - Tom disse com um certo receio, fazendo , Harry e darem risada.
- Tá bom! Vamos pra lá então. Mas já vou avisando que a noite teremos HAMBURGER! - ela pôs a cabeça pra fora da janela. - HAMBURGER À NOITE, OUVIU BEM, POYNTER?
- Hahahahahahaha à noite você manda, ! Mas vamos looooogo! - ele implorava.
- Estranho como o Jones ainda não xingou a gente. Será que ele não tá com fome? - Harry comentou com assim que ligaram o carro e foram em direção ao restaurante.
- Ele deve ta muito bem com a do lado. Quer comer é outra coisa.. - ela brincou.
- Devo concordar com você. Haha
Assim foram todos os oito, como há muito tempo não iam, juntos para almoçar. Quando chegaram, foram muito bem recebidos pelo já conhecido gerente da casa, que os guiou até uma ala de mais privacidade mais na parte de trás do restaurante. O lugar era conhecido por ser freqüentado por pessoas da alta sociedade e artistas tanto de Londres, como os que visitavam a cidade.
Se acomodaram na grande mesa com lugar já marcado para todos, pois havia ligado no caminho para reservar.
- Que tal pedirmos alguma massa? - Danny sugeriu olhando o cardápio.
- Eu estava afim de comer camarão. - também sugeriu.
- Ai como vocês pensam demais pra escolher o prato. - Dougie disse impaciente.
- Amor, se comporta. - deu um tapinha no braço do namorado.
- Escolhe você, Poynter. - pediu. - Eu não tô com muita fome mesmo, por mim topo qualquer coisa.
- Vamos pedir lasanha de camarão ao molho alfredo? - Danny propôs, antes que Dougie abrisse a boca.
- Hmmmmm. Boa pedida, Jones. - Tom comentou quase babando ao ver a foto no cardápio.
- Concordo! - fechou o cardápio e colocou na mesa. - Por mim podia ser isso.
- Então ótimo! Vamos pedir. - Dougie disse impaciente novamente e chamando o garçom, que logo enviou o pedido deles para a cozinha.
- Moço, vem aqui.. - sussurrou pro garçom e este abaixou para ouvi-la melhor. - Será que vocês não teriam como fritar um hamburger aí pra mim? - o garçom olhou com cara de espanto.
- Não temos pratos com hamburger aqui, senhora. - ele respondeu um pouco alto, o que fez com que Harry e pudessem ouvir, já que estavam ao lado da menina.
- , se controla! - Harry deu bronca na namorada. - Não precisa de nada disso, Charlie. - Harry disse ao garçom.
- Precisa sim. Amor, sou eu que to pedindo. Não custa nada só um hamburger pra mim. - ficou indignada.
- Ele já disse que não tem, . Você não vai morrer se esperar até de noite. - também se meteu.
- Ai, que saco! - a menina bufou e cruzou os braços. O garçom saiu um pouco constrangido, e Harry foi tentar consolar a namorada, dizendo que fecharia o Burger King pra ela mais tarde.
O almoço foi normal. Quer dizer, o normal que costumava ser para eles. Com Dougie fazendo caras e bocas junto de Danny, Tom e Harry bebendo e fazendo planos sobre Vegas, , e rindo dos meninos e comendo o tempo todo.

CAPÍTULO 5 – Las Vegas, here we go!

Os dias se passaram bem rápidos, e quando menos esperavam, faltava apenas um dia para irem pra Las Vegas. As quatro amigas combinaram de ir comprar biquínis novos e algumas roupas, enquanto os meninos confirmavam hotel, vôo, e aproveitaram tempo livre juntos para discutir sobre o próximo CD, que começariam a gravar quando voltassem das férias.
O horário do vôo era às 3 da manhã, eles deveriam chegar nos Estados Unidos mais ou menos meia noite, assim teriam tempo para dormir um pouco e então poderiam aproveitar desde o primeiro dia. Haviam combinado de se encontrar lá mesmo no aeroporto, na área vip, meia hora antes. E todos foram de táxi.
Danny e foram os primeiros a chegar, mas encontraram com e Harry no caminho para a área Vip.
- Hey! – gritou animada pulando nas costas de .
- Eita! Que animação. – Danny riu junto com Harry.
- Claro! Nós estamos indo pra LAS VEGAS!!! LAS VEGAS!!! – gritava.
- E eu não quero chegar lá surda, sua pôia! – reclamava com as mãos nos ouvidos.
- Será que descobriram que nós estamos aqui? – Harry comentou ao ver flashes sendo disparados do lado de fora da sala VIP.
- Não acredito... – Danny disse preocupado – Eu quero um pouco de sossego!
- Relaxa, Danny. É só o casal retardado tirando foto de tudo. – disse apontando pra e Dougie que chegavam tirando foto de tudo e todos.
- Porra, . Que susto que vocês nos deram. – Harry falava dando um pedala em Dougie.
- Qual foi, Harry! – reclamava o menino – Deixa a gente curtir a viagem! – e dizendo isso virou a câmera pra Harry e bateu uma foto – Ficou com cara de retardado! – ele ria mostrando a foto pra .
- Me dá a câmera aqui, amor. – e puxou a máquina das mãos do namorado – Vamos tirar uma foto fazendo o check-in! – e foi em direção ao balcão para fazer seu check-in e o do namorado.
- Ai, ai... Esses dois aí não vão crescer nunca. – falou.
- A época de crescimento deles já passou! O Dougie vai ser esse tampinha pra sempre! – Danny comentou.
- Não, Danny. Eu estou falando de amadurecimento e não de altura! – riu e deu um pedala no Jones.
- Aaaaiiii... Por que todo mundo sempre tem que me bater? – perguntou inocente.
- Porque você merece! – responderam os outros. Logo depois chegou toda sorridente acompanhada de Tom, que vinha equilibrando suas malas e as da noiva.
- Oi, pessoal! – quase gritou, eufórica – Nem acredito que estamos indo pra Las Vegas!!
- Cadê a e o Dougie? – perguntou Tom ao ver que só tinham quatro pessoas sentadas ali.
- Estávamos fazendo o nosso check-in. – disse voltando com Dougie a seu lado.
- E é bom vocês irem fazer o de vocês logo... – Dougie tirou uma foto da bochecha de Tom – Daqui a dez minutos começa o embarque para o nosso vôo.
- Ô, tampinha! Cuidado com esse flash aí. Quase fiquei cego agora. – Tom reclamou.
- Ah, qual foi? – Dougie bateu outra foto – Entra no clima! – mais uma foto – Estamos indo pra VEGAS!! – E bateu agora foto de .
- Vem, meu tesouro vamos logo fazer nosso check-in antes que fiquemos cegos! – ela riu e puxou o noivo pela mão, indo até o balcão fazer o check-in.
Depois de uns minutos, todos estavam se dirigindo ao portão de embarque. Ajeitaram-se nas poltronas e ficaram conversando. Estavam animados e ansiosos para chegar logo nos EUA. Ficaram especulando como seria o hotel, o cassino, aonde iriam fazer a festa de despedida de solteiro dos noivos entre outras coisas. As horas de vôo passaram bem rápidas. Eles assistiram filmes, conversaram, namoraram e jogaram STOP. Quando o avião pousou em Nevada (N/A.: Pra quem não sabe, Nevada é o estado americano onde Las Vegas se localiza.) por volta da meia noite. Eles estavam bem cansados, devido ao fuso horário, que era oito horas a menos do que em Londres. Eles ficariam hospedados no Bellagio Hotel, um prédio imenso que tinha a estrutura diferenciada: na frente possui um lago com show de águas e luzes 24 horas por dia, um enorme cassino na parte de baixo, spa, piscina, sauna, sala de massagem entre outros confortos dignos de um hotel cinco estrelas em Las Vegas.
- Uau. Que hotel liiindo! – dizia olhando para todos os lados do saguão de entrada.
- Foi aqui que filmaram o filme “Onze Homens e Um Segredo”! – Danny contou com os olhinhos brilhando.
- Que foda, dude! – Harry exclamou.
- Vamos nos registrar logo que eu estou morrendo de sono. – bocejou.
- Isso, vamos sim! – concordaram todos e se direcionaram ao balcão de recepção.
- Boa noite. Bem-vindos ao Bellagio. Como posso ajudá-los? – perguntou a recepcionista muito simpática.
- Nós temos reservas para quatro quartos. – respondeu Dougie – Cada quarto para duas pessoas..
- Quatro quartos? – perguntou fazendo as contas e temendo o que aconteceria a seguir.
- Sim, . Quatro quartos. E você vai dividir um quarto com o seu amigo. Qual é o problema nisso? – brigou.
- Problema nenhum... Eu não falei nada. – disse meio sem graça.
- Tudo bem, amiga. Vamos resolver logo quais serão os nossos quartos, porque eu to morreeeeendo de sonoooo. – disse toda meiguinha.
- Nossa, o humor da tem variado bastante, né? – sussurrou no ouvido de Dougie que concordou.
- Então. – a recepcionista disse chamando a atenção deles – Todos os quartos são no décimo quinto andar. O 1507, que é em frente ao 1508, e ao lado do 1509, que por sua vez fica em frente ao 1510. Aqui estão as chaves. – disse entregando tudo na mão de Harry – Por favor, um de vocês assine aqui. –colocou um papel e uma caneta em cima do balcão.
- Prontinho. – Tom havia assinado o papel – Boa noite e obrigado.
- Vamos, pessoal. O elevador chegou. – Danny segurava a porta do elevador aberta para que os amigos entrassem. Cada casal foi para seu quarto e todos combinaram de estar às nove horas da manhã no restaurante do hotel para tomarem café juntos.
- Ah, não. Só tem uma cama de casal aqui. – disse ao entrar no quarto e constatar que não tinham duas camas de solteiro, e sim somente uma de casal.
- Eu vou ligar pra recepção pra ver se a gente pode mudar de quarto. – Danny disse prestativo.
- Obrigada, Danny.
- Bom, eles disseram que estão completamente lotados... – Danny disse após alguns minutos ao telefone - Então não tem como mudarem a gente de quarto.
- Uhnn.
- Não se preocupe. Você dorme na cama que eu durmo no chão. – ele se ofereceu.
- Não precisa. Essa cama é grande. Cabe nós dois. – disse já de camisola se deitando na cama.
- Não, . Você vai ficar mais confortável se eu dormir no chão.
- Daniel Alan David Jones! Não me faça falar de novo. – ela fingiu estar brigando com ele.
- Certo então. – disse rindo e tirando a camisa. “Ai meu Deus, me ajude.” pensava. Danny ficou só de boxers e foi se deitar. “Puta que o pariu. Como eu vou agüentar dormir na mesma cama com ele desse jeito?” tentava se controlar.
- Boa noite. – ela desejou a ele e se virou para encarar a parede.
- Boa noite. – ele retribuiu se virando pro lado contrário. O que os dois mais queriam agora era se abraçarem e se beijarem, mas estavam inseguros.

No dia seguinte às nove horas em ponto todos se encontraram para tomar café da manhã. Estavam muito animados e doidos para curtir Vegas.
- Nem acredito que estamos aqui. – disse dando um selinho em Tom.
- É tudo tão lindo, tão colorido. – dizia enquanto se sentava a mesa, ela parecia uma criança.
- E o que nós vamos fazer hoje? Alguém já fez planos? – Tom perguntou.
- Claro! – Dougie respondeu prontamente – Agora pela manhã vamos aproveitar o spa, tem piscina aquecida, hidromassagem, sauna... – ele ia contando as coisas nos dedos – Depois podemos ir no salão de jogos, tem sinuca, ping-pong...
- E mais tarde vamos fazer algumas apostas! Óbvio! – Danny completou.
- Afinal, estamos em VEGAS! – Harry disse feliz.
- Animadinhos eles, não? – brincou.
- Pois é... calma aí meninos. A gente não precisa fazer tudo no primeiro dia. – falou.
- Ah, hoje a gente faz as coisas que o hotel tem pra oferecer, amanhã tem as festas de despedida de solteiro dos pombinhos e depois de amanhã podemos dar uma volta por algumas das casas de shows e alguns dos cassinos que tem por aqui. – dizia.
- Yeah! Vegas é tão legal! – Dougie dizia com os olhinhos – Vamos vir morar aqui, amor? – ele praticamente implorava.
- Dougie, você ainda nem viu nada de Las Vegas. A gente só chegou, dormiu e está comendo agora. – a namorada riu.
- Então... Tem uma cama boa e boa comida! O que mais eu posso querer? – ele se defendeu.
- Ai meu Deus... ninguém merece você, nanico. – Harry deu um pedala nele.
- Ei, comportem-se! – ralhou.
- , você está bem? – perguntou – Está tão quieta hoje.
- Está tudo bem. Só estou com sono ainda. E um pouquinho enjoada. Ainda deve ser o efeito de muito tempo no avião. – explicou ela.
- Se você quiser a gente pode ir deitar um pouco depois do café. – ofereceu Harry.
- Não. Eu quero aproveitar também. Não quero ficar só no quarto. – ela disse.
- Tudo bem, mas se você quiser...
- Se eu quiser eu falo. – disse e deu um selinho nele.
- Então vamos comer logo! – Danny disse levantando-se e indo até o buffet para se servir de comida. Os outros o seguiram e depois de mais ou menos meia hora eles estavam indo em direção ao salão de jogos do hotel, todos de barriga cheia.
Eles jogaram sinuca, totó, e depois fizeram campeonato de Guitar Hero no videogame que tinha lá. Só pararam de brincar quando ficaram com fome novamente. Foram almoçar e depois foram todos para o spa do hotel.

- Nossa, as diárias daqui podem até ser caras, mas vale a pena. – Danny comentou de dentro da imensa hidromassagem, onde também estavam , Harry, , e Dougie. fazia massagem nas costas de Dougie, e brincavam de jogar água uma na outra. Harry e Danny conversavam. e Tom estavam deitados nas mesas de massagem, cada um recebendo massagem completa de excelentes massagistas.
- Vale muito a pena. – Dougie comentou – Ainda mais com essa massagista gostosa aqui. – riu malicioso.
- Dougie! – Danny exclamou – A está bem atrás de você. Como você tem coragem de falar da mulher que está fazendo massagem na ?
- Só podia ser o Jones mesmo! – disse rindo.
- Como assim? – ele fez cara de “anh?”.
- Nada não, Danny. Nada não. – Harry encerrou o assunto.
- Oops. – falou – Vou sair daqui, gente.
- Por que, ? - perguntou .
- Acho que fiquei menstruada. – sussurrou para que só ouvisse.
- Ah, Ok. – disse e na hora um pensamento veio em sua cabeça: “Nossa, minha menstruação está atrasada a bastante tempo.” Ela fez as contas. “Puta merda. Os enjôos, o sono, o atraso. Eu só posso estar grávida!”. Ela foi recapitulando. “Fudeu!” pensou por último.
- Que foi, mozin? – Harry perguntou ao ver a namorada parada, estática com o olhar perdido.
- Hã? Que? – ela despertou de seus pensamentos – Ah... nada não, mozin. Nada não. – e deu um selinho nele. Harry não ficou muito convencido com a resposta dela, embora achasse que se fosse algo importante ela ia acabar contando pra ele mais tarde, então se despreocupou.
- Então, gente o que nós vamos fazer hoje à noite? Alguém já pensou em alguma coisa? – chegou e sentou-se na beirada da hidro. – Uhh, delícia de massagem! Haha Vocês deviam ir fazer depois!
- Aii com certeza que eu vou! Hahaha... – riu – Ahh, a gente podia sair por ai ou então ficar aqui no cassino mesmo né... o que vocês acham?
- Hum, acho que a gente podia deixar pra sair nos outros dias, vamos ficar por aqui mesmo! – Danny falava.
- Tudo bem então... demorou!!! Huhu – Dougie começava a se empolgar.
Eles ficaram mais um tempo por ali até que decidiram sair e se arrumar para de noite. Depois de tomarem banho, se encontraram no saguão do hotel para irem fazer algumas apostas.
Os meninos ficaram bebendo, jogando Pôquer e Black-Jack (Vinte-e-um), enquanto as meninas se divertiam nos caça-níqueis e nas roletas, claro que bebendo também.
- , dexa eu experimentar um pouco dessa sua batida aí?! – pedia à .
- Claro, toma aqui – disse ela entregando o copo.
- Aiii, mas isso ta sem álcool!!! Que treco mais sem graça! – fez cara feia.
- Sério? Que merda, me entregaram errado!
- Vai lá reclamar então...
- Ah, deixa quieto, até que ta gostoso!
Eles ganhavam algum dinheiro, mas depois apostavam de novo e perdiam tudo. No final todos já estavam meio alegres e alterados pela bebida e acabaram ficando no prejuízo, mas isso não importava muito, o que importava era que eles se divertindo muito, então tudo valia a pena. Quando já passava das duas da madrugada, resolveram que era hora de fazer outra coisa. [hahahahaha]
- Vamos pro quarto, Tesouro? – perguntou dando um selinho em Tom.
- Opaaa... a coisa vai ser boa hoje, hein? – zoou.
- É, . Conversa com o Danny. Quem sabe a noite não vai ser boa pra você também. – agora foi a vez e zoar.
- Boba! – deu língua.
- Vamos pro quarto também, amor. – Dougie abraçou por trás.
- Vamos todos logo de uma vez. – Harry pegou na mão da namorada.
- Ai, vocês dormem muito cedooo!! A noite é uma criança! – Danny reclamava - Vamos bebeeeeer! Bora, ?
- Ahh demorou! Também não tô com sono ainda! Boa noite gente... e juízo viu! Hahaha – E mandou beijo para os outros seis, indo em direção ao elevador com Danny.
- Éé, juízo vocês dois ai hein!!! Não façam nada que eu não faria! Hsuahsuhaus – Dougie riu da cara deles e o elevador se fechou.
- Putz, não quero nem ver no que vai dar isso ai... literalmente! Ahushaushusahusa – disse lembrando-se que quando aqueles dois bebiam não dava boa coisa.
- Ahhh, o máximo que acontece é eles nos darem sobrinhos! Hahahahaha – Harry falou com sua cara de bêbado alegre, e engoliu em seco.
- Erm... vamos dormir, gente?!?! Tô cansadona! – ela falou tentando mudar o assunto.
- É, vamos sim amor! – Judd concordava. E assim todos se dirigiram à seus quartos, enquanto e Danny já estavam no bar.


CAPÍTULO 6 – A walk to remember

Chegando no bar, Danny pediu uma tequila e o acompanhou. Eles ficaram conversando e fazendo comentários sobre as pessoas que passavam. Depois de mais algumas doses (eles não sabiam dizer quantas) Danny não conseguia parar de encarar .
- O que foi, Danny? – disse a menina rindo
- Você está mais linda do que nunca. – a bebida fazia efeito e Danny não conseguia mais controlar o que falava
- Ah, pára com isso. – ela disse corada – Você também está maravilhoso. – uma coisa impressionante é o efeito da bebida nas pessoas, é como dizem: a bebida entra e a verdade sai.
- Eu não consegui parar de pensar em você um dia sequer. – ele disse passando a mão no rosto dela
- Danny, você está bêbado. Não sabe o que está falando. – ela disse se aproximando dele e quase caindo do banquinho [o que a bebida não faz, hein!]. Ele segurou no braço dela para que ela não caísse.
- Posso até estar bêbado. Mas não estou mentindo. – ele chegava seu rosto perto do dela
- É melhor a gente parar por aqui. – ela disse e selou seus lábios nos do rapaz
- É melhor mesmo. – Danny falou entre um beijo e outro – Nós não queremos nos machucar. – eles se beijavam intensamente agora
- Amanhã a gente vai acabar se arrependendo disso. – ela disse passando a mão pela nuca de Danny
- Temos que ser responsáveis. – ele agora a segurava pela cintura. Eles já estavam de pé, ele agora a conduzia em direção ao elevador.
- É sério, Danny. Nós não podemos fazer isso. – bem que tentava se controlar, mas era impossível resistir a Danny Jones e suas mãos passeando por todo o seu corpo.
- Shhhh... não fala nada. – ele disse colocando um dedo nos lábios dela e a puxando pra dentro do elevador. Ele apertou o botão do andar deles com certa dificuldade e agradeceu por estarem sozinhos no elevador, assim poderia continuar beijando sem ninguém pra interromper. Danny a encurralou em um canto do elevador e a beijava com vontade. deu um impulso e entrelaçou suas pernas na cintura de Danny. O elevador chegou ao décimo quinto andar e ele foi em direção a porta do quarto deles ainda segurando a garota em seu colo. Demorou um pouco para achar o buraco da fechadura e conseguir abrir a porta, mas quando finalmente conseguiu, fechou a porta com o pé e foi direto em direção a cama, onde deitou e se deitou por cima dela. ia beijando a boca de Danny e passando as unhas em suas costas por baixo da camisa, o que fazia ele se arrepiar inteiro e gemer de vez em quando. Devagar, ela segurou na barra da blusa e foi puxando para cima, só parando de beijá-lo quando a camisa teve que passar pelo pescoço pra sair. Daniel por sua vez, começou a beijar o pescoço dela, passando suas mãos [e que mãos!] por baixo de sua blusa, e por toda a extensão do corpo da garota, puxando rapidamente a blusa para cima e jogando-a em um canto qualquer do quarto. abriu o zíper da calça dele e abaixou-a junto com as boxers, deixando o garoto completamente nu. Danny, que ainda a beijava com desejo, estava tendo dificuldade em abrir o sutiã dela:
- Aii , ajuda aqui! Seus sutiãs me odeiam! Hahahaha – enquanto isso, foi tirando a calcinha dela.
- Depois te dou umas aulinhas tá, baby?! – ela disse tirando seu sutiã rapidamente e tomando um impulso, ficando por cima dele, fazendo-o sentar encostado na parede e sentando-se no colo dele, com uma perna de cada lado. Ia se mexendo vagarosamente, arranhava a barriga dele só pra provocar, enquanto ele ia beijando-a com desejo, puxando os cabelos dela e passando a mão em seus seios. A cabeça dos dois ainda rodava um pouco por causa da bebida, o que tornava tudo mais interessante e emocionante.
Danny não estava mais agüentando essas provocações da menina, e a puxou pela cintura, podendo assim penetrá-la. Ele apertava a cintura e quadris da garota, enquanto ela fazia os movimentos de sobe e desce, soltando alguns gemidos. Ele resolveu dar um impulso na menina, empurrando-a pra trás e deitando-se em cima dela, ainda continuando com os movimentos que foram se intensificando até que chegaram quase juntos ao orgasmo.
encostou sua cabeça no ombro de Danny, abraçando-o, e ele fazia carinho no cabelo dela.
- Tomara que eu não esteja tão bêbado assim, porque quero me lembrar direitinho disso amanhã. - Danny disse no ouvido de , fazendo-a se arrepiar com aquela voz meio rouca e ela simplesmente deu um beijo nele como resposta.
Os dois acabaram dormindo ali mesmo, do lado contrário da cama.

__Enquanto isso, no quarto de Dougie e ...

- Acho que é hoje que a tira o atraso, viu? – zoou
- É, eles já estavam meio alegres... E ainda foram beber mais. – Dougie colocou as chaves em cima da mesa e tirou a camisa
- Ai, estou com vontade de tomar banho de espuma! – falou ela com os olhinhos brilhando – Vaaaamos?
- Banho de espuma, amor? Agora? – Dougie não tinha se animado muito – A gente pode fazer outras coisas... – sorriu malicioso
- Meu taradão preferido. – ela colocou uma mão no peitoral dele, a outra na nuca e o beijou – A gente pode fazer isso na banheira. – ela disse com um sorriso igual ao dele
- Obaaaa... Se é assim. – Dougie se convenceu – Deixa eu ligar a água. – falou enquanto entrava no banheiro. foi tirando sua roupa, quando Dougie voltou do banheiro ela estava só de calcinha e sutiã. – Eu sou um cara muito sortudo mesmo! – disse comendo a menina com os olhos
- Vem cá, meu sortudo. – ela disse puxando-o pra perto e o beijando. Ela passou os beijos para o pescoço. Ele acariciava os cabelos dela com uma mão e com a outra tentava tirar o sutiã da namorada. Ela alcançou o zíper da calça dele e o abriu fazendo com que a calça caísse no chão, já que ele sempre usa calças largas. Ele foi empurrando ela pra trás e ela foi andando de costas até que sentiu a cama bater em sua perna. Devagar, ela se sentou e o puxou junto. Ele a fez se deitar e ficou por cima dela, dava beijos e mordiscadas no pescoço da garota que soltava alguns gemidos de vez em quando. colocou as mãos na barra das boxers do namorado, puxando-a pra baixo, deixando-o completamente nu. Depois de uns segundos, ele também já havia tirado a calcinha dela. Ficaram explorando os corpos um do outro durante um tempo até que notaram um barulho diferente.
- Que barulho é esse? - perguntou ele
- Não sei... – ela disse prestando atenção no barulho – Está vindo do banheiro...
- A banheira está transbordando! – ele exclamou correndo pra desligar a água da banheira – Só molhou um pouquinho o chão. – disse aparecendo na porta do banheiro – Você está rindo, né? Vai ver só... – falou pegando , que ainda ria, no colo e a levando para o banheiro
- Você pelo menos colocou água quente, né? – perguntou receosa
- Claro. Ou você acha que eu ia querer ver o meu amorzinho sentindo frio? – perguntou galanteador – Se bem que a gente vai começar a sentir calor já já. – ele agora entrava na banheira e se abaixava aos poucos ainda com a namorada no colo.
- Onde nós paramos? – ela perguntou com um sorriso malicioso quando já estava submersa na água
- Uhnnn... deixa eu ver... – ele fingia pensar – Acho que bem aqui. – e falando isso puxou a namorada para sentar em seu colo, a beijando apaixonadamente. Ele a segurava pela cintura dando impulso para ela fazer o movimento de sobe e desce. Ela o segurava pelos cabelos, gemendo ocasionalmente. Não importa quantas vezes eles já tinham transado, toda vez sentiam sensações diferentes. Toda vez era uma nova aventura. Ela aumentou o ritmo e ele chegou ao clímax, gemendo prolongadamente. Ela largou seu peso sobre o corpo dele e eles ficaram mais um tempo na banheira curtinho o banho de espumas trocando carícias.

__Enquanto isso, no quarto de Harry e ...

- Hey, mozin. – Harry disse chegando perto da namorada e dando um selinho nela – Você está estranha desde hoje à tarde. O que aconteceu?
- Não aconteceu nada, mozin. – deu um sorriso tentando disfarçar – Eu só estava meio indisposta.
- Uhnn. Ok. Mas você sabe que pode falar tudo pra mim, né? – disse olhando nos olhos dela – Tudo meeeesmo. – e a beijou
- Claro que sei, mozin. – ela disse se sentindo culpada por não estar jogando limpo com ele. Mas não tinha razão para ela preocupá-lo, afinal, nem tinha certeza mesmo se estava grávida, era só uma desconfiança.
- Que bom. – ele falou esquentando um pouco mais os beijos que dava na namorada
- Ai, amor. Sabe o que é? – o parou – É que eu ainda não estou me sentindo muito bem. Então acho melhor hoje a gente ficar mais calmo. – disse acariciando o rosto dele
- Awww... – ele fez cara de coitadinho – Vai me deixar na mão?
- Literalmente. – ela respondeu e não pôde deixar de rir da cara de sofredor que ele fez. trocou de roupa e foi se deitar. Harry logo fez o mesmo e deitou-se ao lado dela. Passou a mão por cima da namorada e a abraçou, puxando-a pra perto dele. Ficaram trocando carinhos. não conseguia parar de pensar em todas as possibilidades do que poderia acontecer. Ela poderia estar tendo um alarme falso e não estar grávida, ou ela poderia estar grávida e Harry adorar a notícia, ou ela poderia estar grávida e Harry não gostar da notícia. Harry poderia terminar com ela por causa disso, “Não, ele não seria tão cafajeste!” pensava ela. Enquanto isso, Harry tentava imaginar por que estaria tão estranha desde hoje à tarde. E depois de muito tempo pensando em mil e uma coisas, eles acabaram adormecendo assim, de conchinha.

__Enquanto isso, no quarto de Tom e ...

- Não quero nem ver no que vai dar amanhã essa bebedeira dos dois retardados. – referia-se ao casal que estava no bar
- Esquece eles, vai. – Tom pedia dando um selinho na noiva – Pra quê pensar neles agora se você tem Thomas Fletcher aqui na sua frente todinho pra você?
- Como você é convencido, meu Tesouro! – ela riu
- Ah, quer dizer que é assim? Só porque ficou noiva agora vai me dispensar, é? – fez beicinho
- Você sabe que não é isso, meu fofiiiiiinho. – disse apertando a bochecha dele – É que eu estou naqueles dias.
- Naqueles dias? – perguntou sem entender – Awwww.. sim.. naqueles dias. – finalmente havia entendido o recado – Poooxa, eu queria taaaanto aproveitar essa cama maravilhosa desse hotel chiquérrimo de Vegas. – ele disse sentando-se na cama e batendo no espaço vazio a seu lado para que fosse até lá
- Mas a gente ainda vai ter tempo de aproveitar essa cama maravilhosa! – ela sorriu maliciosa sentando-se ao lado do noivo
- Ah, é? E como vai ser isso? – ele perguntou esperançoso
- A gente pode assistir a um filme bem legal nessa TV grandona! – disse animada
- Ah, isso... – ele disse meio decepcionado
- Que foi? – ela perguntou – Ahhhh, já sei. Você pensou que eu estava falando de outra coisa, né seu safadiiiiiiinho. – ela riu da careta que ele fez
- Não estava pensando em nada.
- Sei, sei... Mas depois eu posso te dar uma mãozinha... – ela disse maliciosa – Literalmente.
- Que noiva maravilhosa que eu arranjei. – ele disse dando um beijo nela – Obrigado, Deus. – ele disse olhando pro teto, como se falasse com os céus
- É bom agradecer mesmo! – ela riu beijando-o novamente. Eles viram um filme qualquer que passava em um dos canais a cabo da TV do hotel e ficaram aos amassos depois, até pegarem no sono.

No dia seguinte todos se encontraram novamente para tomar café da manhã. e Harry foram os primeiros a chegar, cinco minutos depois chegaram Tom, , Dougie e juntos. Eles esperaram um tempo para ver se e Danny apareceriam.
- É, acho que a noite ontem foi realmente boa! – Harry exclamou
- Vamos comer logo, estou morrendo de fome. – Dougie se pronunciou
- Ai ai... eu bem que tento dar educação pra esse garoto... – suspirava
- Amôôôôr... eu sou bem educado! – ele se fez de ofendido
- Claro, baby, claro... – ela deu uns tapinhas na cabeça dele
- Vamos comer logo gente... aqueles dois vão acordar tarde e de ressaca! – disse se levantando e indo em direção ao buffet
- Fato! – concordaram os outros. Eles então foram tomar café sem esperar por e Danny.

__Enquanto isso, no décimo quinto andar...

- Puta que o pariu. Que dor de cabeça! – Danny acordava colocando a mão na cabeça
- Hã? – acabou acordando com os resmungos de Danny
- Ah, foi mal, . Te acordei, né? – Danny disse e finalmente percebeu que ainda estava abraçado a . Tirou rapidamente o braço de cima dela, o que fez com que ela percebesse que também tinha o braço por cima dele.
- Ahhh... o que aconteceu aqui? – perguntou. Ela tinha uma vaga lembrança do que acontecera na noite anterior, mas não queria falar nada. Pois isso podia ser só fruto de sua imaginação.
- Eu... eu não sei direito. – Danny disse sentindo um frescor em suas partes – É.. , não é por nada não, mas por acaso você está vestida? – ele perguntou temendo a resposta
- Claro! – ela respondeu de imediato
- Sério? – ele perguntou. “O que será que aconteceu noite passada pra eu acordar pelado, já que ela está de roupa?”
- Ahnnn... – olhou debaixo dos lençóis – Não. – respondeu corando
- Então quer dizer que nós... – Danny começou – Que eu... e você... é... você... e eu... que a gente...
- Transou? – ela terminou por ele – É, eu tenho uma vaga lembrança, mas achei que fosse só minha imaginação.
- Eu também me lembro vagamente. E agora?
- Como assim? “E agora?” – ela perguntou
- Como a gente fica?
- Não fica. – foi a resposta imediata dela, o que fez com que ele abaixasse a cabeça – É complicado...
- Eu sei...
- Não é que eu não queira... – ela explicava – Mas eu estou confusa. Não sei como vai ser minha vida daqui pra frente. Ter voltado do Japão me fez perceber como eu sentia falta de tudo...
- Entendo.
- Falta dos amigos... Falta da cidade... – ela falava pausadamente – Falta de você. – disse por fim
- Eu também senti muita falta de você. – ele disse, dessa vez olhando nos olhos dela
- Mas eu ainda acho melhor a gente ir com calma, ontem nós estávamos bêbados. Não sabíamos o que estávamos fazendo. – ela foi racional, mesmo com seu coração implorando pelo contrário
- Certo. – Danny disse meio triste – Então... Amigos?
- Amigos! – ela disse dando um abraço nele – Ahh, Danny...
- O que foi?
- Acho melhor a gente se vestir. – ela disse sem jeito, pois o ‘amiguinho’ de Danny estava à mostra
- Oops, certo... Certo... – ele disse se cobrindo com o lençol e indo até o banheiro. Depois de uns quinze minutos eles estavam dentro do elevador, devidamente vestidos, para encontrarem-se com seus amigos para tomarem café da manhã.

- Olha quem chegou! – disse de boca cheia apontando para o casal que entrava no restaurante
- Eca, . Come direito. – Dougie falou, igualmente de boca cheia, fazendo cara de nojo
- Poynter. Eu não vou falar de novo! Olha a educação! – brigava como se ele fosse um menininho de sete anos
- Dicupa, mamãe. – ele disse imitando voz de criancinha
- Oinnn. Você é tããão fofo! – disse apertando as bochechas do namorado e dando um selinho nele
- Vocês são dois retardados, isso sim. – Tom comentou
- Você que é bobo! – Dougie deu língua pra ele
- Vocês nem esperaram a gente pra tomar café. – disse ao ver os pratos quase vazios à frente dos amigos
- Vocês demoraram muito a descer! – Harry se defendeu – Nós estávamos com fome!
- A noite deve ter sido muito boa, hein? – zoou
- Vamos lá no buffet pegar nosso café, Danny. – falou ignorando o que havia dito
- Opa, parece que alguém não quer falar sobre o que aconteceu ontem. – comentou quando o casal já não podia mais os escutar
- Pois é. Mas pelos menos eles estão se falando. O que quer que tenha acontecido já foi discutido, pelo menos. – Tom concluiu
- Verdade. – concordaram os outros. Eles já tinham terminado de tomar café e ficaram esperando e Danny terminarem também. Enquanto isso foi pegar mais comida. “Ai meu Deus. Essa minha fome. Eu tenho que comprar um teste de farmácia!” ela pensava. Depois de mais uns vinte minutos todos estavam de barriga cheia. Harry, Dougie e Danny foram confirmar uns detalhes sobre a despedida de solteiro de Tom, que seria logo mais à noite. , e também foram acertar algumas coisas pendentes, já que também teria sua despedida de solteira. e Tom, que não podiam saber nada sobre as festas resolveram ir para o quarto descansar um pouco para hoje à noite e assistir TV, já que Vegas só funciona mesmo à noite, eles não tinham muitas opções.


CAPÍTULO 7 – Começa a diversão

Quando finalmente chegou a hora da festa, todos foram ao quarto de Tom e e os vendaram. As meninas seguiram com para um lado do hotel enquanto os meninos conduziam Tom para o lado contrário.
ia guiando , para evitar que a menina batesse em alguém, pois estava vendada. Mas isso não ajudou muito. Já que andava rápido e sem nem se lembrar que a amiga estava vendada.
- Porra, ! – reclamava após dar a quinta topada em alguma coisa no caminho que ela não podia ver – Sabia que eu estou vendada?
- Eu sei, . Por isso que estou andando com cuidado! – respondeu fazendo cara de santa, que não pôde ser vista por , mas que fez as outras duas meninas rirem.
- Sua anta! , ! Me salvem!!! – praticamente implorava, esbarrando em alguma pessoa, que acabou deixando sua bebida cair na blusa dela – Porra, agora além de ficar dando topadas em tudo, estou com a blusa toda molhada. – disse parando de andar
- Vamos, ... – a puxava pelo braço – A sua despedida de solteira está te esperando!
- Não! Eu não dou nem mais um passo enquanto outra pessoa não vier me conduzir. – ela disse ameaçando tirar a venda dos olhos
- Calma, eu te guio agora. – disse se aproximando e passando o braço por cima do ombro da amiga
- Certo, mas vai com calma. Não anda rápido. Não seja demente como aquela ali.
- Eeeii. – protestou
- Vamos, vamos... deixa de besteira. – estava impaciente – Não faltam nem dez passos pra chegar! – e falando isso ela se adiantou e abriu uma porta vermelha que tinha no fim do corredor. A porta dava para um local nem muito grande nem muito pequeno. Tinha um palco na frente e umas mesas espalhadas no salão. Bolas decoravam o local, além de faixas com mensagens para . As meninas tiraram a venda dos olhos dela e ela ficou olhando embasbacada por todo o ambiente. Tinha um pôster com uma foto dela onde se podia ler “Fora do mercado!”, e faixas escritas “Florinda e Kiko 4ever”.
- Suas loucas! – os olhinhos de brilhavam – Ahhh, obrigada! – e se jogou em cima delas para um abraço grupal
- Calma, você ainda não viu nada. – deu um sorrisinho malvado
- Aiii, me deu até medo de você, . – disse se encolhendo atrás de
- Ai, sua anta. – deu um pedala na amiga
- Enfim... vamos comer? – perguntou já se aproximando da mesa cheia de comida que estava encostada em uma parede. Elas tinham encomendado todas as guloseimas que gostava, tinha cachorro-quente, bolo de chocolate, salgadinhos e até brigadeiro. Contrataram também um bartender que preparava os mais diversos tipos de drinks. Ficaram bebendo e zoando até que se lembrou de uma coisa:
- HORA DOS PRESENTES! – ela gritou
- Ah, não acredito! Vocês fizeram uma festa e ainda me compraram presentes? Vocês são uns amores! Por isso que eu AMO vocês! – dizia com lágrimas nos olhos, o álcool já mostrava seu efeito na garota
- Nós também te amamos! – as outras gritaram e deram um abraço em
- Mas antes dos presentes... – disse fazendo suspense – A gente precisa apagar um pouco o seu FOGO. – ela gritou a última palavra e logo em seguida a porta do salão onde elas estavam se abriu revelando dois caras altos, um moreno, de olhos verdes e outro loiro de olhos azuis, ambos bem musculosos e vestidos de bombeiros.
- Alguém falou em fogo? – o loiro disse ao entrar
- Uhuuuuuuuuuuullllll... – gritaram as quatros garotas, histéricas
- Acho que vocês precisam de nós. – o moreno disse se aproximando delas e dando sinal para que o bartender colocasse a música combinada. Segundos depois “Lose my mind” (N/A.: Quem canta é ‘DMX’) começava a tocar – Quem é a solteira que está com fogo?
- ELA! ELA! ELA! – , e gritavam apontando pra
- Uhnn... Acho que eu posso ajudar. – o loirinho disse tirando o chapéu que usava e o jogando longe
- Ai meu Deus. Não quero nem ver no que vai dar se o Tom descobrir que vocês chamaram strippers pra minha despedida de solteira. – comentou
- Até parece que ele e os outros são santinhos e não chamaram strippers pra despedida do Tom. – disse como se fosse óbvio
- Só espero que eles se comportem. – falou e concordou. estava muito ocupada olhando pros saradões a sua frente que já não escutava mais o que as amigas diziam. Os dois rebolavam no ritmo da música e iam desabotoando as camisas devagar. O moreno terminou de tirar a camisa e a jogou em cima de enquanto o loirinho jogou a camisa pra . Eles estavam começando a desabotoar as calças quando um barulho de porta batendo é escutado. Dois caras vestidos de policiais com cacetetes na mão abriram a porta com voracidade e gritaram:
- Foi daqui que chamaram a polícia? – eles tinham caras de muito safados, um era ruivo e o outro moreno, de olhos castanhos
- Ai ai... É hoje que eu morro do coração! – exclamou se abanando. Os policiais se juntaram aos bombeiros e agora os quatro rebolavam e provocavam as meninas. Eles se revezavam, cada hora um estava mais perto de uma menina. Eles as provocavam e acabaram puxando elas para dançarem junto com eles. Com a ajuda de todo o álcool ingerido, elas entraram no clima e foram dançar. Os strippers estavam só de cueca e elas não podiam deixar de olhar os corpos bem definidos deles. Depois de mais ou menos meia hora de show dos strippers, eles se despediram e as meninas voltaram a ficar sozinhas no salão.
- Caraca. O que foi isso? – disse pegando um drink e se sentando
- Eles são demais! – exclamou e as outras concordaram
- Gente... esquecemos dos presentes! – lembrou
- Verdade! A gente acabou se distraindo com os rapazes que nem lembramos... – falava – Mas sem problemas, vamos aos presentes agora! – ela foi até sua bolsa pegar um embrulho, e também pegaram seus presentes para .
- Olha, a gente faz assim. Você tem que adivinhar o que é, se acertar, a pessoa que deu o presente paga uma prenda, mas se errar quem paga a prenda é você. – explicou
- Certo. – concordou estendendo as mãos para pegar o primeiro presente
- Adivinha o meu primeiro! – estendeu para garota um pacote comprido, embrulhado em papel vermelho
- Ai meu Deus. O que será isso? – apalpava o embrulho para tentar descobrir o que era.
- Chuta alguma coisa. – dizia rindo
- Anda, . Não temos a noite toda. – e diziam impacientes
- Ahhh, acho que é um perfume! – chutou e gargalhou
- Não! Não é... – disse e ia abrindo o embrulho enquanto as outras só conseguiam rir
- ! Não acredito que você me deu um vibrador de presente! – agora ria junto com as amigas
- Ah, . Não que eu já tenha visto, mas o Tom não tem cara de quem é tão bem dotado, e agora que você vai casar com ele pode acabar precisando disso aí! – já estava vermelha de tanto que ria
- Para a sua informação, eu dei muita sorte, viu? – disse séria
- Tá bom, ... Tá bom... Mas agora você tem que pagar uma prenda, já que você errou o presente da . – lembrou
- Ai meu Deus. Diz logo o que eu tenho que fazer, vai... – ela se rendeu
- Calma... Calma... Pra quê a pressa? – disse dando um sorriso malvado – Bom, você vai ter que ir lá fora e gritar “Meu noivo tem um pinto pequeno!”. – disse gargalhando – Três vezes seguidas!!
- Mas eu já disse que isso não é verdade. – a garota respondeu indignada
- Foda-se... Vai ter que gritar! – colocava pilha
- Vocês são foda... vão ver só se eu acertar o presente de vocês! – ameaçou e saiu do salão seguida pelas amigas. O lado de fora estava cheio de pessoas passando. tentou fugir, mas as amigas a seguraram. Então ela tomou fôlego e gritou de uma só vez: “MEU NOIVO TEM PINTO PEQUENO! MEU NOIVO TEM PINTO PEQUENO! MEU NOIVO TEM PINTO PEQUENO!” As pessoas que passavam olhavam pra cara de e faziam comentários tipo: “Que garota sem vergonha!” ou então “Tadinha dela, é isso aí é falta...”. Depois de gritar voltou correndo pro salão onde elas estavam anteriormente. As outras meninas tiveram dificuldade de voltar devido à crise de risos em que se encontravam.
- Agora é a vez do meu presente! – exclamou contente – Duvido que você acerte. – disse entregando o embrulho a
- Estou até com medo do que seja. – disse ela tentando identificar o que poderia estar embrulhado ali
- Só pode soharegrafanhdiejeakj. – disse alguma coisa muito rápido, o que fez com que as outras meninas a olhassem estranho.
- Puta que o pariu! Você tem passado muito tempo perto do Jones, está até falando com o sotaque caipira de Bolton dele. – disse dando um pedala em
- Nossa, o dia que eu for a Bolton e entender tudo o que as pessoas de lá falam vai ser o dia mais feliz da minha vida. – comentou
- É! E nem vai precisar de diploma nenhum de curso de inglês! – deu sua opinião
- Você vai chegar em uma entrevista de emprego e quando te perguntarem se você tem diploma de curso de inglês, você responde: “Não, mas eu já fui a Bolton e entendi tudinho!” – representava – Aí o entrevistador vai dizer “Nossa! Está contratada!” – elas riam sem parar
- Pra quê prova de inglês? Se você já entende o sotaque de Bolton? – completou
- Verdade! – estava vermelha de tanto rir
- Tá bom, já entendemos. Agora dá pra parar de sacanear? – defendeu as pessoas de Bolton (N/A. Seriam as pessoas de Bolton, ‘Boltenses’? Hahaha...)
- Olha a pivetaaaaa... defendendo o Dannyzinho! – as outras zoaram
- Bobas! – deu língua – Mas voltando ao assunto principal... Adivinha logo isso, .
- É mesmo... – disse voltando sua atenção para o embrulho quadrado em suas mãos – Bom, dá pra sentir alguma coisa que parece com uma pulseira... uhnnn.... Bom, vindo da perva da pode-se esperar tudo, né? Então eu acho que é um par de algemas! – riu
- Acertou metade só! – deu língua – Vai ter que pagar prenda mesmo assim!
- Se eu acertei metade então quer dizer que você também vai ter que pagar uma prenda. – rebateu
- Então eu acho que ninguém precisa pagar prenda. – disse fazendo cara de santa
- Ai ai... essas crianças. – suspirou
- Olha quem fala. – deu um pedala nela
- Abre logo, . Vamos ver qual é a outra coisa além das algemas. – disse alegre
- Calma, calma... – falou abrindo o pacote e vendo um par de algemas e uma cuequinha de elefante – Cara, já vi que todos os presentes vão se só de sacanagem, né?
- Literalmente! – exclamaram as outras três rindo
- Bom, agora só falta o meu! – disse entregando uma caixinha pequena embrulhada em papel colorido
- Poxa, presente dentro de caixa é impossível descobrir. – reclamou sacudindo a caixinha
- Vai ter que tentar! – disse – E se errar vai pagar prenda! – ela tinha aquele sorriso malvado no rosto
- Você é má, . – disse com medo da cara de
- Eu acho que são aqueles dadinhos eróticos. – chutou
- Dado erótico? – perguntou
- É, aqueles que tem escrito a parte do corpo em um e o que fazer no outro. Aí você joga e tem que fazer o que aparecer. – explicou calmamente
- Está entendida no assunto, hein? – a olhou espantada
- Fazer o que, se o Dougie é insaciável e gosta de inovar... – ela disse normalmente
- Olhaaaaa... Little Poynter mandando ver! – zoou abrindo a caixinha que havia lhe dado – Um chaveiro de Las Vegas! – disse pegando na mão um chaveiro prateado com um desenho do Hotel Bellagio, que era onde elas estavam hospedadas – Era tudo o que eu mais queria! – disse irônica
- É que eu não sabia que a gente tinha que te dar presentes! – se defendeu – Essas pôias só me falaram isso hoje! – disse apontando para e – Então tive que me virar e comprar alguma coisa na loja de souvenires do hotel mesmo.
- Mas eu gostei! – abraçou
- O que vale é a intenção! – disse
- Nossa, meninas... Adorei a festa! Adorei meeesmo! – falava se levantando
- Nem tão depressa assim, . – fez com que ela se sentasse – Você ainda tem uma prenda a pagar.
- Droga, achei que fosse escapar dessa. – ela disse dando um sorrisinho
- Mas não vai! Vamos ver... – pensava – Você vai ter que...
- Por favor, não me faça gritar coisas estúpidas... – implorava
- Pensa bem , acho melhor você gritar do que ter que fazer outra coisa que a possa inventar. – aconselhou
- E o que você quer dizer com isso, dona Gil? – perguntou
- Meu Deus! GIL!! Há quanto tempo não me chamavam assim. – ria
- Diz logo o que ela tem que fazer! – estava impaciente
- Certo, você vai ter que colocar sua calcinha e sutiã pro lado se fora da roupa, no melhor estilo Super-Homem e sair dançando balé lá fora! – disse rindo, e riram junto e fez cara de desesperada, mas aceitou a prenda. Ela foi ao banheiro e colocou a calcinha e o sutiã por cima da roupa normal. Ela passou correndo em direção à porta para poder pagar a prenda logo e voltar ao normal. As outras três a seguiram rindo. dançava uma espécie de balé dos macacos, ela mais pulava do que qualquer outra coisa. Fazia uns movimentos estranhos, mas muito engraçados. Depois de mais umas macaquices ela voltou correndo pro banheiro para voltar ao normal. Depois de mais uns drinks e muita conversa elas decidiram ir para o quarto, pois já estava tarde e elas estavam cansadas.


CAPÍTULO 8 – Everybody wants to party

Os garotos levaram Tom também vendado para um clube ao lado do hotel onde eles haviam alugado uma mesa mais reservada para os quatro, afinal nunca se sabe no que daria uma despedida de solteiro. O lugar tinha jogos de todos os tipos, um bar enorme recheado de garrafas com diferentes bebidas e no meio com muitas luzes em cima um palco com cortinas de veludo vermelho. Entraram e tiraram a venda de Tom.
- Dudes, strip-club? - ele perguntou olhando o local e vendo as garçonetes com modelitos ousados servindo alguns frequentadores.
- Claaaaro! Que graça tem vir pra Vegas e fazer uma despedida de solteiro se não for em um strip-club? - Dougie respondeu todo animado.
- Hahahahahahahahaha!! Adorei! - Tom falou e foi levado para a mesa.
- Certo rapazes, por onde começamos? - Harry disse esfregando as mãos.
- O que vocês acham de rodadas de cachaça para o nosso noivinho aqui?
- Aaah, não Danny. Qual é? Sabe que eu detesto aquilo... Fora que é muito forte pô. – Tom reclamou.
- Nada que misturado com algumas coisas não fique bom. Além disso, hoje é seu dia, meu caro. A intenção é não ter nada de fraco. – Dougie disse batendo nas costas do amigo. – Garçom, trás pra começar oito doses de tequila. – ele gritou em seguida.
- Com licença, rapazes. – uma loira peituda apareceu acariciando o ombro de Tom. – Ouvi dizer que tem um loirinho que está querendo diversão aqui hoje. – ela mordeu os lábios.
- Opa! Ouviu certo. – Danny disse com um sorrisão, claramente babando nos peitos dela.
- Então vamos começar a festa. – ela piscou o olho para eles, e subiu no palco junto com outras três mulheres. Duas outras loiras e uma morena. Todas peitudas e com tops e micro saias.
- Ao primeiro casado do McFLY. – Harry fez brinde pegando a dose de tequila. Os amigos imitaram o gesto, erguendo o pequeno copo e em seguida tomaram de uma vez só.
- Duuuude. Esse lugar é incrível. Meus amigos, Las Vegas, mulheres e tequila. – Tom dizia sorridente.
- É! Devíamos ter feito isso enquanto estávamos solteiros também, dudes. Porque não tivemos essa idéia? – Dougie disse gritando, devido a música alta que tocava.
- Eu estou solteiro. – Danny deu seu melhor sorriso para fazer inveja.
- Mas nós aproveitamos muito bem nossa fase de solteiro. – Harry declarou e todos concordaram.
- Mais que o Jones. Não éramos tão retardados que nem ele. – Tom disparou.
- Eiiiii! Eu sempre tive mulheres correndo atrás de mim, tá? – ele cruzou os braços ao se defender.
- Pena que não sabia como aproveitar isso, né Ratlag? – Dougie zoou o amigo. – Só pra pedir a em namoro foi uma luta. – ele lembrou.
- Tempos passados, ok? Vamos esquecer isso e comemorar o dia de hoje, vendo essas gostosas peitudas. – ao dizer isto, Danny se aproximou das mulheres e uma delas puxou o menino pela gola da blusa como se fosse o beijar, mas logo o soltou, como provocação.
- hahahahaha o Danny parece um adolescente. – Harry zuava ao ver a cena.
Eles beberam mais umas doses de tequila e drinks com cachaça, e ficavam conversando bobeira e dançando. Já estavam sentados quando o telefone de Dougie tocou.
- É a , dude. – ele fez uma cara murcha.
- O quê que tem? – Harry disse. – Atende, ué.
- Mas eu não quero... – o menino respondeu.
- Ela é sua namorada, cara. Não quer atender por quê? – Tom perguntou.
- Ah, sei lá. Fico com medo dela implicar com a música e ver que eu to bêbado e ficar reclamando. – ele se explicou.
- Ela deve estar do mesmo jeito que você, senão pior, Poynter. – Danny deu até risada ao comentar.
- Mesmo assim... ah.. vou atender. – ele se levantou e se afastou um pouco dos amigos, para que não ouvissem. – Oi . Desculpa, não tô te ouvindo direito. É que tem música alta. Já acabou? Depois você me conta, os meninos estão me esperando. Ahhhh .. depois você conta, tá amor? Vou ter que desligar que tão me chamando! Beijo. – desligou e voltou para seu lugar.
- E aí, cara? – Harry perguntou ao ver Dougie se aproximar.
- Ahh, ela queria dizer que já estava no quarto. – Dougie deu de ombros e foi se juntar à Danny, que estava dançando junto com as meninas no palco, e fazendo graça para os amigos rirem. Eles ficavam se agarrando e fingindo que iam agarrar as meninas.

De presente, deram à tom um pacote de camisinha e lubrificante para sacanear. Se despediram das peitudonas, e em cerca de duas horas mais tarde voltaram para seus respectivos quartos. As meninas já estavam dormindo quando chegaram, Dougie estranhou ao ver que não estava no quarto, mas estava tão bêbado que desmaiou na cama. E Harry estranhou ao ver dormindo no sofá do seu apartamento, mas como as meninas já estavam ferradas no sono, preferiu não acordá-las para perguntar o que havia acontecido.


CAPÍTULO 9 – Fight!

Na manhã seguinte, foi a primeira a acordar, e tomou banho e se trocou com o maior cuidado para não acordar o casal. Logo saiu do quarto e foi tomar café. Encontrou Danny e saindo ao mesmo tempo, e foi cumprimentar os amigos.
- Bom diaaa. – disse pulando na amiga.
- Bom dia... – respondeu desanimada.
- Ihh, o que houve? Depois dos strippers de ontem, você deveria estar animadinha também. – Danny estranhou.
- Ah... nada não. – a menina forçou um sorriso.
- Amiga, sério! Por que você está assim? – insistiu.
- , eu fui tentar avisar que a não estava se sentindo bem e que ia acompanhá-la até o quarto dela, mas o Dougie além de não ter me dado o mínimo de atenção, ainda desligou o telefone na minha cara. – ela explicou.
- Nossa... ah , ele devia não estar ouvindo. Dá um desconto. – tentou consolar a amiga.
- Ah claro! Eu tava falando séria com ele. Já pensou se tivesse acontecido algo mais grave com a ? Se dependesse dele, estaríamos na mão, né? – disse bastante chateada.
- , depois você conversa com ele. Ele estava bêbado demais também. – Danny tentou amenizar.
- Ele nunca me tratou tão mal. Mas depois veremos isso. Vamos tomar café? – ela encerrou o assunto.
- Vamos sim! – sorriu e a abraçou, indo abraçada com a amiga até o elevador.
- E o que a tinha? – Danny questionou ao chegarem no restaurante do hotel para tomar café.
- Ela vomitou muito. E nem foi bebida, porque ela não tomou álcool.
- Não tomou álcool? Espera, estamos falando da mesma ? – Danny ficou sem entender, e as duas riram.
- Pra você ver.. ela anda estranha demais.. – comentou, e eles concordaram.
Foram se sentar para comer, quando viram os outros amigos se aproximando com caras de sono e ressaca. Dougie vinha mais atrás, de óculos escuros, boné pra trás, e todo quieto.
- Bom dia, gente. – Tom e disseram juntos e foram se servir.
- E como vai a ressaca, Poynter? – Harry brincou com o amigo, ao ver o estado em que ele se encontrava.
- Dude, me lembre de nunca mais tomar tequila e misturar com cachaça. Essa coisa brasileira é braba. – ele riu. – Bom dia, . – ele foi dar um beijo na bochecha da menina, que virou o rosto e levantou-se para se servir novamente com e Tom. – Nossa.. viram isso? Mas o que foi que eu fiz?
- Depois vocês conversam, Dougie. – propôs pra não ficar clima chato.
- Vamos nos servir também. Estou com fome. – disse levantando-se com Harry.
- Vamos. Estou faminto. Acho que preciso de muita glicose hoje. Haha – Dougie foi se juntar aos amigos, e pôde notar um cara moreno conversando com e .
- Erm.. até mais. – deu tchau para o cara, puxou e elas foram para perto dos namorados.
- Quem era aquele? – Dougie perguntou às meninas.
- Não te interessa. – foi curta e grossa.
- Como não interessa? Um moreno altão conversando com minha namorada? Claro que interessa. – ele retrucou.
- Não se garante, Poynter? Dizem que os baixinhos são bem dotados. – brincou, vendo o amigo se irritar mais ainda.
- Claro que me garanto, oras. Só queria saber. – Dougie respondeu tentando conter a raiva.
- Também queria saber, na verdade. – disse Tom, que até então estava calado, e preocupado em pegar pão e presunto.
- Ele se garante, . – começou em tom de ironia. – Mas acho que está com a bola muito cheia. Tem que ter cuidado pra não estourar. Porque aí pode ser muito tarde... – ela ameaçou e em seguida, foi se sentar. Dougie, e Tom ficaram com cara de tacho e sem saber o que dizer. Terminaram se de servir em total silêncio, e voltaram à mesa.
- E então, o que vamos fazer hoje? – Danny perguntou.
- Podemos ir ao musical “New York, New York”. – surgeriu.
- Boa pedida. Almoçamos em algum restaurante por lá mesmo. – disse, e todos concordaram.
- Preciso checar se minha mãe mandou um e-mail com uma lista de coisas que ela me pediu pra comprar aqui. – falou levantando-se. – Vou lá olhar rapidinho no laptop e depois podemos ir.
- Vou com você. Também quero olhar e-mails. – disse acompanhando a amiga.
Os outros foram esperar na recepção do hotel, enquanto as meninas subiram para o quarto de e Tom.
- Vou olhar aqui rapidinho, . Daí você pode vir anotar as coisas da sua mamãe. – .
- Sem problemas. – a amiga sentou ao lado.
- Vou só ver o myspace. Bulletin do McFLY Addiction “Despedida de solteiro”? Como assim? Eles sabem de que??
- Também queria saber. Abre aí. - falou curiosa
Ao abrirem, se depararam com fotos da despedida de solteiro dos meninos. Mostrava Danny dançando no palco, Dougie e Tom com as peitudas pegando nos ombros deles, e Harry bebendo e observando.
- O que é issoooo?? – olhava sem reação.
- Essas vacas estão agarrando nossos homens!! – gritou. – Quem bateu essas fotos??
- Não sei, mas elas conseguiram do vip area. Disseram aqui que alguém que estava lá no bar que bateu e disponibilizou na internet. Que invasão de privacidade! – estava irritada – Que porra é essa? – agora tinha visto uma foto que mostrava uma das peitudas no colo de Dougie, ele estava com uma mão na bunda dela e tinha um sorriso bem bêbado no rosto.
- Chega de ver isso, vem... vamos descer. Não quero mais olhar porcaria nenhuma. – fechou o laptop e as duas desceram bufando.
Ao chegarem na recepção, foram ao encontro dos amigos. Mas mal deu tempo de e se levantarem, elas já começaram a discutir.
- Quem eram aquelas peitudas que vocês estavam se esfregando? – perguntou de braços cruzados.
- O que? – Tom ficou com os olhos arregalados.
- Peitudas? – e perguntaram ao mesmo tempo.
- Calma, . Vamos conversar direito. – Tom puxou a menina para andar no hotel e explicar, antes que ela fosse dar escândalo ali.
- ... não começa aqui. Não tô bem hoje. – Dougie cortou a namorada.
- Vem cá, Dougie Poynter. – ela o puxou para o elevador, e os outros ficaram estáticos ao verem os amigos saírem desse jeito.
- Que cena vocês estão fazendo. Coisa patética. – Dougie reclamava.
- Patético foi você desligar na minha cara ontem. – retrucou.
- Poxa , nós estávamos numa despedida de solteiro do Tom. Tinha música, bebida..
- MULHERES PEITUDAS. – ela o interrompeu. – E você estava bêbado e deslumbrado demais pra me dar atenção, né Poynter?
- Afffff . Como se na festa de vocês não tivesse ido homem nenhum. Pensa que não sei que aquele cara era um stripper? O morenão lá?
- Mas ele não ficou me agarrando, e nem eu fiquei pegando na bunda dele! E você sabia que sua amiga passou mal? Eu liguei pra avisar que ia ajudá-la. Queria ver se tivesse acontecido algo mais grave.
- Nossa, dude. Eu não agarrei ninguém. – ele já estava irritado.
- ‘Dude’? Agora eu sou seu ‘dude’? – tinha perdido a paciência - E você ainda tem a cara de pau de dizer que não agarrou? Depois vê as fotos que estão rolando na internet, Dougie. – ela deu uma risada irônica.
- . Eu to sem saco pra falar disso, ta? É bobeira demais pra mim. – ele disse indiferente.
- Não tem como se defender.. pelo menos admite que fez merda. – ela insistia.
- Caralho, ! Porque você ao invés de conversar, fica brigando e discutindo? Odeio quando sou acusado de coisas que não fiz. Não quero falar sobre isso. Se você quiser continuar discutindo, discuta sozinha. Porque eu vim pra me divertir em férias, e é isso que vou fazer. – ao dizer isto, Dougie abriu a porta do elevador que ainda estava ali, e voltou para a recepção. começou a chorar sozinha e foi para o quarto. Ligou para a recepção e mandou avisar aos amigos que não queria sair, e ia ficar pelo hotel mesmo.
Enquanto isso, Tom conversava com .
- Meu amor, os meninos contrataram aquelas dançarinas. Foi pra brincar. – ele se explicou.
- Eu sei disso, Tom. Mas poxa, precisava ficar se agarrando?
- Eu não as agarrei, . Elas que vieram pra cima da gente, mas era de provocação, não iria acontecer alguma coisa de fato. E aposto que também tinham homens na sua. – ele ficou meio emburrado.
- Aiiiiii que raiva! – ela bufou.
- Não fica assim.. – ele fez cafuné nela.
- Mas não consigo me conter. Na hora da festa, tava me divertindo com as bobeiras das meninas, e não tinha parado pra pensar que você também estaria numa festa cheia de mulheres gostosonas. – a menina disse parecendo um pouco triste.
- Nem eu, pra ser sincero. Não gosto de pensar que você estava com vários morenos daqueles semi nus.
- Elas eram mais bonitas do que eu? – fez bico, e o namorado riu.
- Se eu achasse alguma mulher mais bonita e mais especial, por que iria querer casar com você? – ele a olhou com aquela covinha linda aparecendo em seu rosto.
- Owwwwwwww! – a garota o abraçou forte. – Eu amo você, Tominus. Foi só uma crise de ciúme. Não precisamos de mais despedidas de solteiro, né??
- Não precisamos mesmo! Festinhas assim agora, só quando estivermos juntos, certo? – ele quebrou o abraço e foi beijá-la.
- Certo. – ela sorriu. – Vamos voltar então??
- Vamos sim! Mas depois quero saber direitinho quem bateu essas fotos e saiu divulgando na internet.
Quando chegaram e tiveram a notícia de que não queria mais ir, todos ficaram desanimados e resolveram novamente passar o dia no hotel. Foram então para a piscina e iam sair apenas na hora do almoço, para comer fora.
Depois de um tempo, viu que ficar trancada no quarto não estava fazendo nenhum bem, então decidiu dar uma volta pelas ruas de Las Vegas para espairecer um pouco. Pegou sua bolsa e foi passear, não avisou ninguém. Queria ficar sozinha. Ela andou pelas ruas, viu as lojas, mas não comprou nada. Estava muito chateada e quando ficava assim não tinha ânimo nem pra fazer compras. Parou numa sorveteria. “Um sorvetinho nesse calor com certeza vai me animar.” pensou ela. Comprou um sorvete de baunilha com frutas vermelhas. “Uhnn, que delícia. O Dougie tem razão em amar esse sorvete.” essa foi a primeira coisa que veio a sua cabeça. “Que merda, por que eu não consigo parar de pensar naquele idiota?” Terminou seu sorvete e voltou para o hotel, achou estranho quando chegou perto e viu que tinha um pequeno aglomerado de pessoas na porta, sendo barradas pelos seguranças. A maioria eram meninas, adolescentes. Quando chegou mais perto pôde ouvir os gritos de “McFLY! McFLY!”, “Ah, não. A última coisa que eu precisava agora era de um bando de fãs histéricas dos meninos.” Ela foi andando de cabeça baixa, na esperança que ninguém a visse passar, mas ela percebeu que não foi bem sucedida quando ouviu uma voz irritante dizer:
- Olha lá! Aquela não é a namorada do Dougie?
- É sim! É sim! – disse uma outra menininha
- Vocês viram as fotos? Ele bem botou chifres nela! – uma esquisitinha falou
- Eu vi! E com uma loirona bem mais bonita que ela! – a da voz irritante concordou
- Pois é... Não sei o que ele viu nessa garota sem sal aí! Sou muito mais eu! – uma outra baixinha disse. tentava ao máximo se controlar. Já não estava mais agüentando. Sua raiva só aumentava. Estava quase alcançando a porta do hotel. Quando ela achou que tinha se livrado das groupies pentelhas, sentiu algo gelado em suas costas. Se virou e viu que a esquisitinha com óculos fundo de garrafa tinha acabado de jogar água nas suas costas.
- SEGURAAANÇAS! SOCOOOORRO! TEM UMAS LOUCAS AQUI BARRANDO A ENTRADA DO HOTEL! CHAMEM A POLÍCIA! – não se conteve e gritou, assustando as groupies
- O que houve, senhora? – um dos seguranças veio perguntar
- O que houve? O que houve? – disse impaciente – Essas loucas paradas aí na porta, estão atrapalhando a entrada do hotel e jogando água nos hóspedes!
- Não se preocupe, providenciaremos a retirada imediata deles. – ele disse sério e se dirigiu à porta. subiu até o seu quarto chingando até a última geração de todas as teenies e groupies do mundo inteiro. Foi para seu quarto botar uma blusa seca.
havia comprado um teste de farmácia para saber se estava realmente grávida. Decidiu que o faria no banheiro do quarto de , pois se fizesse no do seu quarto, Harry podia acabar vendo o teste no lixo e ela não queria que ele soubesse de nada, pelo menos por enquanto. Ela chegou na frente do quarto de e Tom e bateu na porta. atendeu.
- Hey, . Que cara é essa? – perguntou a amiga
- É que eu preciso usar o banheiro e o Harry está ocupando o nosso. – pensou rápido nessa desculpa, não queria falar sobre isso com ninguém
- Entra aí. Só não vai empestear meu banheiro! – que estava trocando de roupa, zoou
- Não é nada disso. Só estou apertada pra fazer xixi. – “Pelo menos não estou mentindo. Vou fazer xixi mesmo. Só que em um palitinho!” pensou . Ela entrou no banheiro, pegou o teste de gravidez na bolsa, respirou fundo, e fez xixi no local indicado. Ficou olhando a fitinha mudar de cor. Tinha que esperar um minuto. “Que minuto mais demorado” ela pensou. Quando o tempo havia finalmente passado ela ficou com medo de olhar a cor que tinha aparecido. Quando criou coragem viu que tinha ficado rosa. Ficou desesperada. “Mas espera aí... rosa é positivo ou negativo?” pensou sem saber. Estava tão nervosa que se a fita tivesse ficado cor de burro quando foge ela teria a mesma reação. Olhou com receio a embalagem e constatou, a cor rosa era positivo. Sim, ela estava grávida. “Meu Deus, e agora?” ela não conseguia parar de olhar do palitinho para a embalagem, para conferir a cor de novo, e do novo, e de novo.
- Está difícil aí, ? – zoou – Comeu alguma coisa estragada? Sai logo daí!
- Já vou. - respondeu.

CAPÍTULO 10 – Bab’s uvula who?

estava passando pela porta do quarto de quando ouviu a voz das amigas vindo lá de dentro. Nem bateu na porta, abriu e foi entrando. As meninas estavam conversando
- Cara, mal posso esperar para ter logo um filhinho com o Tom. – comentava
- Vai ser a coisinha mais fofa do mundo! – exclamou apertando as próprias bochechas
- Fato. Ainda mais se tiver as bochechas do Tom. – riu
- Oi meninas. – disse desanimada
- Oi, . – responderam as outras – Conversou com o Poynter? – perguntou preocupada
- Eu bem que tentei... Mas a conversa não foi exatamente o que eu esperava... Aliás, nem sei se podemos considerar aquilo uma conversa.
- Não fica assim, amiga. – tentava consola-la
- É, . Vocês vão acabar se acertando. Você vai ver. – dava força
- Sei lá... Não sei o que fazer.
- Vocês dois estão de cabeça quente! Isso não dá boa coisa. Esfrie a cabeça e depois vai falar com ele de novo. – aconselhou
- Cadê a ? – perguntou , notando que a amiga não estava presente
- Ela está no banheiro. Eu vou lá no quarto da , pra ela poder trocar de roupa e nós vamos descer pra piscina. – falou saindo com do quarto – Não esqueçam de fechar a porta ao sair.
- Pode deixar. – disse sentando-se na cama para relaxar um pouco. Ela odiava brigar com Dougie, mas não podia ficar guardando tudo para si. Ela era muito ciumenta, mas sempre se controlava ao máximo. Afinal, ele era famoso e ela sabia que tinham milhares de garotas que corriam atrás dele, mas ela sempre confiou nele. Não é que ela tinha deixado de confiar, mas ver aquela foto dele com a mão na bunda daquela stripper peituda mexeu demais com ela. E o que ela sempre se controlou para não fazer acabou acontecendo, ela explodiu. Estava pensando no acontecido e não pôde segurar, lágrimas começaram a cair de seus olhos. De dentro do banheiro ouviu alguém chorando. Resolveu sair pra ver o que tinha acontecido. Abriu a porta e encontrou jogada na cama do quarto chorando.
- . O que houve? – perguntou preocupada
- Nada não. Besteira minha. – disse enxugando as lágrimas
- Oh, amiga. Não fica assim. – a abraçou – Vem, lava o rosto e nós vamos dar uma volta pra distrair. – disse levantando a amiga e a conduzindo ao banheiro. “Eu também estou precisando de uma volta pra distrair.” Pensava consigo mesma.
- Obrigada! – agradeceu e foi lavar o rosto
- Mas me conta o que aconteceu.
- O Poynter aconteceu! Você acredita que quando eu estava voltando para o hotel, tinham umas fãs aí na porta, que me chamaram de corna e tudo!
- Meu Deus! Que absurdo!
- Pois é... elas tinham visto as fotos da despedida de solteiro do Tom. Viram a bendita foto do Dougie com a mão na bunda daquela vadia!
- Cara, a gente não tem sossego... Que saco!
- Ahh, vamos mudar de assunto. Por favor.
- Certo...
- Vamos falar de coisas alegres! – deu um sorriso amarelo
- Isso! – concordou
- O que é isso? – perguntou ao ver algo que estava na lixeira do banheiro, quando ia jogar fora um pedaço de papel higiênico – É um teste de gravidez!?
- Teste de gravidez? Tem certeza? – perguntou com um pouco de medo
- Aham... E a fita está rosa! – disse ainda analisando o palitinho jogado no lixo – Sabe o que isso quer dizer? – perguntou
- Que alguém está grávida? – falou com mais medo ainda
- Que dizer que a e o Tom vão ter um bebê! – disse se animando um pouco
- Nossa! – foi a única coisa que conseguiu falar. “Não vou concordar nem discordar. Deixa ela pensar o que quiser, pelo menos assim tenho um pouco mais de tempo pra decidir o que fazer.” Pensava ela.
- Bem que ela e a estavam conversando sobre filhos quando eu cheguei aqui! – lembrou-se da conversa das amigas
- Vamos dar uma volta, .
- As meninas foram pra piscina.
- Então vamos lá também, pra relaxar um pouco.
- Isso! Aí a gente aproveita e dá os parabéns pra nova mamãe.
- Acho melhor não falar nada. – disse apreensiva
- Por quê?
- Porque ela ainda não contou pra gente. Vamos esperar ela dizer alguma coisa primeiro. – disse incerta
- Verdade. Você tem razão. – concordou.
Elas foram para seus quartos, trocaram de roupa e se encontraram no corredor para irem à piscina juntas. Quando chegaram lá, todos já estavam na água. Quando Dougie viu chegar, ficou a encarando, mas ela não o olhou nenhuma vez. tirou sua roupa, ficando só de biquíni e se deitou em uma espreguiçadeira para tomar um pouco de Sol. fez o mesmo.
- Vamos entrar na água? – perguntou passados uns minutos – O Sol está queimando muito!
- Vai lá que daqui a pouco eu vou, vou aproveitar um pouco mais o Sol. – disse ainda deitada, mas quando olhou pra frente viu que Dougie estava saindo da água e estava vindo em sua direção – Pensando melhor, espera aí, . – falou para a amiga que já estava de pé indo em direção à piscina. Passou por Dougie como se ele não estivesse ali.
- , vem cá. – ele segurou-a pelo braço
- Espera sentado, DUDE! – respondeu dando ênfase à última palavra, soltou seu braço da mão dele e pulou na piscina, nadando para longe da borda
- Você não acha que está pegando muito pesado não, ? – perguntou quando a amiga emergiu a seu lado
- Ele que pegou pesado! – disse indignada – Ele nunca nem tenta me entender, fica só dizendo que está sem saco pra conversar, e que eu fico de babaquice. Então se é assim, agora quem está sem saco sou eu. E como ele diz que eu fico de babaquice, vou fazer jus à minha fama.
- Eu só queria ajudar. – disse meio sem graça
- Está tudo bem, vamos esquecer o Poynter e curtir essa água que está maravilhosa! – disse mergulhando – Ah, você não sabe da maior! Eu e a encontramos um teste de gravidez no banheiro da !
- Sério? – respondeu surpresa
- Aham, e era positivo!
- Nossa! A vai ser mamãe!
- Pois é... emocionante, não?
- Muito! Vamos lá pra perto do pessoal, a gente se afastou bastante nadando. – disse apontando para os amigos que estavam do outro lado da piscina
- Cara, nunca vi a tão puta assim. – comentou com Harry e . Dougie, Tom e Danny haviam saído da piscina e tinham ido para a sauna.
- Mas eu acho que ela pegou um pouco pesado. – Harry deu sua opinião – Era só uma festa de despedida de solteiro. Aquelas mulheres só estavam fazendo o trabalho delas, que é entreter os homens.
- Vocês podiam até ver as mulheres, como a gente também viu os homens. Mas ficar se esfregando nelas é uma coisa totalmente diferente. – deu sua opinião
- Verdade. – concordou
- Tudo bem, o que ele fez foi errado. – Harry também concordou – Mas ele estava bêbado!
- Pior ainda! Aí sim que ele faria qualquer coisa... A gente viu fotos dele com a mulher sentada no colo e ele estava com a mão na bunda dela! – não se conformava
- A é uma das pessoas mais ciumentas que eu conheço. – disse – Não sei como ela consegue se controlar com o bando de fãs que vivem correndo atrás do Dougie. Uma hora eu sabia que ela ia acabar explodindo.
- Fato. Uma coisa é você saber que tem mulheres que fariam de tudo pra ter uma noite com o seu namorado, mas você sabe que isso nunca aconteceria. Ou pelo menos você espera que nunca aconteça. – dizia – Outra coisa é você ver uma foto onde o seu namorado está apalpando outra mulher.
- É pra qualquer uma pirar. – completou
- Eu sei... Mas vamos encerrar o assunto por aqui porque a está vindo aí. – Harry disse ao ver e nadando pra perto deles.
- Hey. O que vocês estavam falando? – perguntou ao se aproximar
- Nada de interessante. – respondeu – Só estávamos pensando no que faremos hoje à noite.
- E o que será isso? – quis saber
- Podemos ir naquele musical que você sugeriu. – falou
- Ou então em algum show. – Harry disse – Tem um folheto lá na recepção só com as programações de shows que tem aqui por perto.
- Então depois a gente dá uma olhada. – finalizou o assunto
- Ai, acho que vou ao banheiro. – disse
- O que foi ? – perguntou
- Não sei... acho que foi alguma coisa que eu comi.
- Não liga não, . Isso é normal nos primeiros meses de gravidez. – deixou escapar esse comentário e gelou
- Quê? – fez cara de quem não entendeu
- Ah, nós vimos o teste no seu banheiro.
- Teste? Que teste? Eu não fiz teste nenhum.
- Ué, se não foi você... – olhou pra cara de , desconfiando de alguma coisa.
Ao mesmo tempo, fez cara de pensativa, e depois olhou pra com cara de quem tinha entendido tudo. Lembrou-se dos enjôos da amiga, da fome exagerada, do vestido que teve que ser alargado, juntou os fatos e concluiu que a grávida na verdade era , mas sua cara de desespero fez com que ficasse quieta, pra depois responder:
- É porque na verdade o teste era meu.
- Como assim? – perguntaram e Harry ao mesmo tempo. havia confirmado sua desconfiança.
- Você está grávida? – voltou pra perto dos amigos, até se esquecendo que estava passando mal
- O Dougie já sabe? – foi a vez de Harry perguntar
- Ainda não. E por favor, não falem nada pra ele! Por favor! – pediu, sabendo que tinha se metido numa fria, mas foi por uma boa causa. agora dava um sorriso cúmplice à em agradecimento – Eu não quero que ele saiba ainda. Como vocês devem ter percebido nós não estamos tão bem nesse momento. Então acho melhor ele não saber de nada enquanto eu não me decidir o que vou fazer.
- Certo. Pode deixar que isso não vai sair daqui! – disse
- Caramba, . Que notícia! – estava boquiaberta
- Nossa, um filho agora? – Harry não sabia o que dizer – Que doidera.
- Doidera, amor? – perguntou receosa
- É... é muita responsabilidade. – ele disse – Eu, por exemplo, não sei se conseguiria. – quando ele disse isso deu um sorriso amarelo, então disse:
- Mas tenho certeza que se fosse com você e a vocês dariam conta sim. Ainda mais porque poderiam contar comigo pra tudo! – disse olhando diretamente pra , que entendeu o recado de apoio da amiga
- Assim como você pode contar com a gente pra tudo. – abraçou , se juntou e depois vieram e Harry transformando aquilo num abraço grupal
- Gente, vou subir pra dormir um pouco. – falou indo pra beirada da piscina
- Eu vou também. – disse
- Vai dormir, mozin? – Harry deu um selinho na namorada
- Vou, estou com soninho. – disse dando outro selinho
- Eu vou ficar aqui mais um pouco, depois eu vou.
- Okay. – deu um beijo nele e saiu da piscina. , ficaram conversando na piscina. Harry foi se juntar aos garotos na sauna.
Enquanto isso, na sauna, Tom, Dougie e Danny fofocavam sobre os acontecimentos recentes.
- Mas conta aí, Danny. Como estão as coisas com a ? – Tom perguntou
- Ah, eu ainda não sei... Aquele dia que a gente ficou no bar, acabamos transando...
- Sabia que isso ia acontecer. – Dougie o interrompeu
- Dude... vou te dizer. Estava com saudades daquilo. – disse com um sorriso safado
- Nossa, quem olha assim até parece que você estava na seca a seis anos! – Tom comentou
- Não estava... Mas era como se fosse... Sei lá... Com ela é diferente. – Danny contava – Mas não sei como vamos ficar. Ela disse que era melhor ir devagar, porque ainda não sabe se voltou pra ficar ou se ela vai voltar pro Japão. Então ela quer pegar leve.
- E você? – perguntou Dougie
- Eu quero que ela fique. Eu quero ela pra sempre! – disse com um sorriso bobo nos lábios
- Olha o Dannyzinho! Parece uma adolescentezinha apaixonada! – Dougie disse apertando as próprias bochechas
- Opa, quem está apaixonado aí? – Harry chegou na sauna perguntando
- O Jones. – Tom contou
- Olha só quem fala. – Danny riu – Fica todo bobo falando da , do casamento. Que achou a mulher da sua vida...
- É mesmo, cara. Você também é uma adolescentezinha apaixonada! – Dougie zoou
- E você parece um imbecil! Com essas babaquices com a . – Tom deu um pedala em Dougie
- Verdade! – Danny concordou
- Ah, não começa... Até vocês! – Dougie reclamava
- Dude, tenta se colocar no lugar dela. O que você faria se ela estivesse agarrada com um cara e com a mão na bunda dele. – Danny falou
- E nem é só isso. Você ficou sabendo que hoje, quando ela estava voltando da rua, umas fãs da gente chamaram ela de corna e jogaram água nela? – Harry contou
- Quê? – Dougie se assustou – Por isso que ela estava mais puta ainda, agora há pouco na piscina!
- Pois é... E você ainda fica de babaquice... Eu acho que ela agüenta muita coisa. Tudo bem que todas as nossas namoradas têm que agüentar as nossas fãs, mas a é a que mais sofre. – Tom dizia – Não sei porque, mas sempre tem mais gente se jogando em cima de você. Os cartazes pervertidos têm, na maioria, o seu nome...
- Fazer o que se sou irresistível. – Dougie disse convencido – Mas sério. Eu entendo. Eu sei pelo que ela passa.
- Cara, nenhum de nós sabe o que elas passam. – Danny disse sabiamente
- Você tem que ter mais paciência com ela, nesse estado elas sempre ficam mais sensibilizadas. – Harry deixou escapar sem nem se dar conta
- Que estado? – Dougie não havia entendido
- TPM? – Tom perguntou
- Não, pô... Na gravidez. – disse naturalmente, só se tocando quando viu a cara que Dougie havia feito – Puta que o pariu! Que merda de boca grande que eu tenho! A vai me matar! – Harry disse batendo na própria testa
- Como assim? – Danny perguntava
- A está grávida? – Tom quis ter certeza. Dougie não dizia nada. Estava parado, estático.
- É, ela acabou de dizer isso pras meninas lá na piscina... Ela pediu pra não falar nada com o Dougie...
- Mas parece que você deu uma de Jones e falou mesmo assim. – Tom disse balançando a cabeça
- Ei, por que tudo de ruim é culpa minha? – Danny disse indignado
- Porque sim. – Tom disse como se fosse óbvio
- Dougie? Dougie? – Harry chamava – Dougie? Você está bem?
- Duuuuude... Eu... eu vou... vou ser... – Dougie não conseguia falar direito – Vou ser pai?
- Parece que sim. – responderam os outros
- Você tem certeza que ouviu certo, Harry? – Tom perguntou
- Claro que ouvi. Ela fez um teste de gravidez e deu positivo.
- Caras, eu vou ser pai! – Dougie agora tinha um sorriso no rosto – PAI! EU VOU SER PAI! – ele agora estava de pé e gritava na sauna.
- Que bom que você está contente. – Danny disse
- Como poderia não estar? – disse com um sorriso de orelha a orelha – Eu vou ter um filho, com a mulher que eu amo! Quer coisa melhor?
- Bom, você podia não estar brigado com a futura mãe do seu filho. – Tom disse lembrando Dougie desse pequeno contratempo
- Meu Deus! É mesmo! Eu preciso conversar com ela! – Dougie parou e apoiou a cabeça nas mãos – O que eu falo?
- O que quer que seja, não diga que fui eu quem te contou... – Harry disse tentando se salvar
- Você não pode chegar dizendo que já sabe. – Tom aconselhou – É melhor conversar primeiro, aí você vê se ela mesma te conta. Se ela não contar aí sim, você diz que já sabe.
- É, dude. É melhor assim. – Danny e Harry concordaram com Tom
- Certo... – Dougie disse pensativo
- Caramba, o Dougie vai ser pai! – os outros três comentavam ainda sem acreditar. Ficaram na sauna ainda algum tempo especulando sobre os novos acontecimentos.
e saíram da piscina para ir dormir, mas não ia deixar descansar sem antes conversar com ela. Elas foram para o quarto de . Assim que a menina fechou a porta, falou:
- Meu Deus! Você vai ter um bebê! – e abraçou a amiga
- Eu sei! E muito obrigada por ter mentido por mim! Não sei o que faria se o Harry descobrisse ali, naquela hora.
- Tudo bem. Mas me conta... Como isso aconteceu? – queria saber de tudo
- Bom, deixa eu te explicar... – falou séria – O homem tem relações com a mulher, aí... a sementinha do homem...
- Sua idiota! – ria da amiga – Eu sei como isso acontece! Você entendeu o que eu perguntei. Cara, um bebê! Isso vai ser um grande passo!
- E você acha que eu não sei? Por que você acha que eu quase morri quando achei que você fosse falar que era eu a grávida?
- Ahh, mas vocês se darão muito bem. – incentivou.
- Não sei, . Tô com medo. Ainda mais depois de ouvir o Harry dizendo que não sabe se conseguiria. – ela disse preocupada.
- Não fica assim, . Todos nós ajudaremos. Além disso, ninguém acha que será fácil assim, mas quando não é planejado, acontece ué. – e assim, as duas se abraçaram mais uma vez.
- Obrigada, pôia. – respondeu. – Não sei como vou contar ao Harry.
- Vamos lá. Eu te ajudo. Acho que você deveria parar de esconder isso dele. Ele vai ficar tão feliz!
- Aiiii ! – ela estava visivelmente nervosa.
- Deixa de bobeira, ! – ficou séria, fingindo que ia brigar. – Vamos logo. Levanta daí. – e assim, as duas se dirigiram até a sauna onde os meninos estavam. O percurso foi um tanto quanto difícil, pois tentava fugir várias vezes, e tinha que ir puxando a amiga.
Quando chegaram, perceberam que os meninos estavam rindo à toa, mas ao notarem a presença das duas, ficaram calados e estáticos.
- Nossa, estavam falando mal da gente? – brincou.
- Ahh . Até parece, a gente fala mal de vocês na frente mesmo. – Danny retrucou, e levou um beliscão da amiga.
- Meu amoooooooor. – Dougie se atirou em cima de . A menina ficou tão sem reação, que nem se moveu. – Porque você não me disse antes??
- Erm... mas... que? – era só o que conseguia dizer.
- É!! Vamos ter um filhinho! Até esqueci das nossas discussões, de tão feliz. – ficou sem saber o que dizer, e olhou para , que estava quieta e com um sorriso sem graça.
- Foi mal, . Acabou escapando.. – Harry se desculpou, sem graça.
- Dougie. Você acha que pode chegar me chamando de meu amor, como se nada tivesse acontecido? – apesar dela ter ficado até emocionada ao ver a reação do namorado de pensar que teriam um filho, ela ainda estava magoada.
- Ahhhh !! Me perdoa! Não gosto de ficar brigado com você. Eu sou um merda, um imaturo que parece mais idiota quando bebe, mas nunca teria coragem de fazer nada. Você sabe que é a mulher da minha vida. – ele se desculpava. E todos assistiam rindo.
- Opaaaaa! Que declaraçããããão, hein? – e se aproximaram batendo palmas.
- Você ficou sabendo das groupies malucas?? Poxa, Dougie.. – pulava por dentro, mas por fora ainda fazia um charme.
- Ahhhh! Depois eu mando bulletin no Myspace brigando com quem fez isso. Isso não se faz! Nunca devem fazer isso com nenhuma de vocês. – Dougie parecia bravo com a história.
- Isso eu concordo. Todos vamos mandar bulletin reclamando sério sobre isso. – Tom deu apoio.
- Me perdoa, ?? Eu prometo que serei melhor namorado e ótimo pai. – ele deu seu melhor sorriso, que deixou a garota toda derretida.
- Seu boboooo! Você já é o melhor namorado. – ela o abraçou e deu um beijo, ao som das palmas e zoações dos amigos.
- Que pombinhoooos. – Danny dava pedalas nos dois, que ainda se beijavam.
- Meu amor, de quanto tempo você está?? – Dougie perguntou ansioso.
- O que você quer dizer? – havia se esquecido da história da gravidez por um momento.
- Como assim, sua lerda? Da gravidez, ué. Depois falam de mim. – Danny riu da amiga.
- Gravidez? Ah... erm... bem... – não sabia o que dizer. – Bom.. – ela respirou fundo. – Acho lindo saber que você ficaria assim se soubesse que teríamos um filho, meu tampinha. É tão lindo, que fico até com dó de tirar sua felicidade... – ela pôde notar que estava mais nervosa do que antes. – Mas não vamos ter um filho. – disse por fim.
- Como não?? – todos perguntaram ao mesmo tempo.
- Mas .. e o teste de gravidez?? – Harry perguntou confuso.
- Não entendo... – Dougie disse todo triste.
- Sim.. tinha um teste de gravidez no quarto da , e tinha dado positivo. – ela começou a explicação.. – Mas não era meu.
- Nem meu. – se apressou em dizer, quando viu que Tom olhou para ela apreensivo.
- Mas se não era seu, nem da .. de quem era?? – Danny ficou curioso, e ao mesmo tempo preocupado. Ele olhou para esperando alguma resposta..
- Jones.. fazia um certo tempo.. erm.. que eu não fazia sexo. – a menina estava corada, mas falou docemente, pois já tinha entendido tudo. – Não teria dado tempo de antes de ontem pra hoje, né?
- Mas espera... – Harry tinha entendido, mas estava tão nervoso, que não conseguia acreditar. – Se não é você, nem você, nem você... – ele apontou pra cada uma das amigas - Então... então... – ele olhou para , que continuava calada e olhando pro chão. – Mas... isso significa..
- Que você vai ser pai, Judd. – Tom completou a frase para o amigo.
- Meu deus.. – Harry pôs as duas mãos na cabeça. – ... como? Quer dizer.. é verda..? quer dizer.. meu amor... nós dois? – ele se enrolava nas palavras, o que fez todos rirem, inclusive .
- Sim.. vamos ter um mini Judd. – a menina respondeu com um sorriso no rosto meio ansioso, esperando alguma reação do namorado.
- Duuuuuude. Ainda não tô acreditando... – ele ria nervoso agora. – Vamos ter um bebê?? Vocês ouviram, seus gays?? – ele gritou com os amigos. – EU VOU SER PAI! Olhem, olhem. – Harry levantou a blusa que vestia e deu um beijo na barriga dela. – Meu filho tá aqui.
- Ai Judd, seu imbecil. Vou chorar... – disse limpando as lágrimas.
- Só se for de felicidade, amor. – ele a abraçou.
- Estava tão nervosa, pensei que você não fosse gostar. Quase que a contou lá na piscina, mas ela entendeu e me ajudou. Se passou por grávida. Desculpe, Poynter. – explicou a todos.
- Mas tem quanto tempo?? – Danny disse após cumprimentar os dois.
- Não sei ainda. – ela disse. – Só fiz aqueles testes de farmácia.
- Vamos agora pro hospital fazer o exame de sangue. – Harry pediu.
- Yeaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh!!! O primeiro McJr a caminhooooooo!!! – vibrou, abraçando Danny. Os dois pulavam felizes.
- Precisamos tomar todas pra comemorar!! – Tom sugeriu.
- YEAAAAAH! – Harry aprovou a idéia, mas logo se virou para . – Menos você, amor!! Não pode!
- Hahahahaha Não se preocupe.
- Todos estamos ao seu lado, pôia. – deu um pedala nela.
- É mesmo! Que injustiça! Eu que vou casar e a que vai ter bebê. – cruzou os braços.
- Minha linda, não precisamos de bebê por enquanto, né? – Tom perguntou com medo de que a noiva pudesse não gostar.
- Claro que não. Primeiro vamos aproveitar nossos primeiros meses de casados.. depois pensamos nisso. Até porque, já teremos um sobrinho pra cuidar! – a menina respondeu.
- Então vamos lá no hospital, gente. – Harry foi colocar a camisa.
- Vamos sim. Também quero ir. – Danny se animou, também vestindo a camisa.
- Eu vou também. – se juntou aos amigos.
- Gente,não fiquem chateados, mas ainda estou passando meio mal. Vou subir e descansar pra ver se melhora. – se desculpou.
- Eu te acompanho então. Não precisa de todo mundo no hospital, né? – Tom deu as mãos pra ela.
- E nós também vamos ficar. Afinal... Sabem como é, né? Fizemos as pazes agora há pouco... – Dougie fez cara de santo, e deu um tapa nele, com vergonha.
- haha Certo. Mais tarde ligamos pro quarto de vocês, pra marcar de sair. – encerrou a conversa. Ela, Harry, Danny e foram para o hospital fazer exame de sangue. Enquanto Tom, , Dougie e foram para seus respectivos quartos.

- Então quer dizer que nós não vamos ter um mini Poynter? – Dougie fez uma carinha triste quando entraram no quarto.
- Ahh, meu lindo. Ainda não foi dessa vez. – disse acariciando o rosto do namorado – Além do mais você não acha que é muito cedo pra um bebê não?
- Não! Temos que começar a fabricar logo. Quero ter pelo menos cinco. Três meninos e duas meninas. – ele foi dizendo com os olhinhos brilhando
- Nossa, tá me achando com cara de parideira? – ria
- Ahh, amor. Cinco filhos não é nada, vai. Por favooor. – ele dizia juntando as mãos, suplicante – Vão se chamar Dougie Jr., Dougie Jr. Jr, Dougie III, Jr. e Jr. Jr. – ele disse animado
- Tá, pode até ser. Desde que você não escolha os nomes! – ela riu - Mas mais pra frente. Por enquanto a gente vai só treinando. – falou dando um sorrisinho safado
- Obaaaa... – Dougie deu um beijo apaixonado em – Ah, mas eu quero um filhinho!! – disse fazendo pirraça
- Calma, amor. Por enquanto o máximo que podemos ter é um cachorro. – disse divertida
- Sério? A gente pode ter um cachorro? – Dougie parecia uma criancinha feliz
- Ai meu deus, onde eu fui me meter... – ria das caras que o namorado fazia – Sim, a gente pode ter um cachorro. – ela se rendeu
- Oba! – ele disse e deu outro beijo apaixonado na namorada
- Estava com saudade disso. – ela falou quando partiram o beijo – Eu acho que sou viciada em você. – ela disse e ele riu
- You’re addicted to me, don’t you know that I’m toxic? [Você é viciada em mim, não sabia que eu sou tóxico?] (N/A. letra de ‘Toxic’, ligeiramente modificada) – ele cantou dando uma gostosa gargalhada depois
- Ai, amor... Britney Spears? Que broxante... – ela brincou
- Vem cá então que eu vou recuperar o clima. – e dizendo isso ele a puxou para mais perto ainda e começou a passar a mão por debaixo da blusa dela.
Ela segurava nos cabelos da nuca dele e os puxava de leve. Suas bocas não se desgrudavam, eles já estavam ofegantes quando Dougie deitou na cama e se deitou por cima dela. Ela puxou a camisa dele pra cima e a atirou longe, ele alcançou o zíper da saia dela e o abriu, tirando-a em seguida. Ela nem precisou abrir a bermuda dele, só puxou e ela logo saiu. empurrou Dougie para o lado, fazendo com que ele rolasse e deitasse a seu lado, logo ela se colocou por cima dele. Ela tirou sua própria blusa, ficando só de calcinha e sutiã. Dougie já estava só de boxers. começou a fazer um caminho de beijos pelo corpo do namorado, conforme os beijos iam descendo, Dougie ficava mais excitado. Ele gemia ocasionalmente, o que fazia com que ficasse cada vez mais excitada também. Ela agora havia chegado com seus beijos na barra das boxers dele. Parou e olhou pra cima, ele estava de olhos fechados e mordia o lábio inferior. Ela então passou a mão por cima das boxers, apertando de leve a ereção do namorado. Ele deu um gruninho de desejo, ela continuou com a mão onde estava, mas ele a puxou pra cima. Beijou-a com vontade, tirou o sutiã dela o mais rápido que pôde e colocou a mão em seus seios, massageando-os. Depois ele colocou seus braços em volta da cintura dela, a apertando contra seu corpo, ela pôde sentir o membro ereto do menino contra seu corpo, livrou-se das boxers dele enquanto ele se livrava da calcinha dela. Ele fez um movimento rápido e mudou as posições. Estava agora por cima. Ele beijava, lambia e mordiscava os mamilos dela, ela tinha suas mãos na nuca dele, puxava seus cabelos sem piedade. Ela gemia baixinho e ele não agüentava mais, penetrou-a rápido e com força, o que fez com que ela desse um pequeno grito. Ele aumentava a velocidade do movimento, se forçando cada vez mais forte contra o corpo da namorada, que gemia um gemido abafado pelo ombro dele. Depois de mais um tempo nesse vai e vem, pôde sentir o peso do corpo de Dougie todo sobre o seu, ele havia atingido o orgasmo e relaxado por cima dela. Ela o abraçou forte e o puxou mais contra seu corpo indicando que era pra ele ficar ali, como estava. Ficaram se beijando por longos minutos e só então Dougie finalmente saiu de dentro dela. Estavam exaustos, ficaram abraçados e acabaram caindo no sono.

CAPÍTULO 11 – Nice guys finish last

e Tom chegaram no quarto e a menina foi direto tomar banho. Tom ligou a tv e pôde ouvir o barulho do chuveiro sendo ligado. Ela havia deixado a porta aberta, e ele resolveu dar uma espiadinha.
Após uns 15 segundos, percebeu que o namorado estava parado em pé na porta e levou um pequeno susto.
- Que susto, meu amor. – ela riu
- Desculpe, não era essa a intenção... – ele sorriu. – mas é que eu não resisti quando vi você entrando no chuveiro.
- Assim você me deixa sem graça. – ela disse claramente constrangida.
- Você deveria ficar sem graça se fosse uma gorda feiosa. Mas gostosa desse jeito... – Tom deu seu sorriso mais malicioso, mordendo os lábios. – Tô começando a ficar animado... – comentou ao notar que seu ‘amiguinho’ estava de pé.
- Ah é? Vem aqui então... – ela respondeu também mordendo o lábio. – Deixa eu brincar com ele.
Ao ouvir a namorada falar com tesão na voz, o rapaz rapidamente tratou de tirar a roupa e se juntar a ela no banho.
- Posso te ensaboar? – ela perguntou pegando a esponja.
- A vontade... pode fazer o que você quiser.. – ele sussurrou em seu ouvido, deixando-a arrepiada. começou a passar a eponja nas costas de Tom, e ao mesmo tempo que a água enxaguava, ela ia dando beijos e lambendo as costas do menino. Foi repetindo isto até a bunda, quando resolveu dar uma mordida de leve.
- Vira aqui.. agora a parte da frente. – ela disse virando-o. Fez o mesmo no peito dele, até encontrar o pênis do garoto já bastante excitado. Não demorou muito para que ela começasse a chupar com bastante vontade, fazendo rápidos movimentos com a boca pra cima e pra baixo. Tom segurou-a pelos cabelos, como se a estivesse obrigando. Ao ouvir gemidos do menino, ela tirou a boca e começou apenas a lamber em volta, não só o pênis como também o saco dele. E ouviu gemidos mais altos ainda.
- Vem aqui – ele a levantou. – quero te ensaboar também. – e então ele tomou a esponja da mão dela, para ensaboá-la. Ficou bastante tempo passando a esponja nos seios da menina, até que começou a chupá-los. No começo foi delicado, lambendo devagar os mamilos, até que começou a chupar com mais força e vontade, também arrancando gemidos da namorada. Desceu mais um pouco as mãos, e começou a enfiar o dedo na vagina dela.
Eles se olharam com tesão e se abraçaram, correndo para um beijo bastante molhado. Suas línguas pareciam não querer se separar mais, tamanho era o desejo um pelo outro.
Tom a segurou no colo, passando as pernas da menina por entre sua cintura, para que pudesse penetrá-la. Ele a encurralou contra a parede, e a menina ajudava com os movimentos. Ambos gozaram rapidamente, mas continuaram se beijando.
- Uaaaau! Adoro transar com água. – comentou quando estavam realmente apenas tomando banho.
- hahahaha eu sei que você gosta. Lembra daquela vez que transamos na piscina da casa da minha mãe, quando ela tinha saído com a Carrie? – ele disse tirando o xampu da cabeça.
- Aham... foi muito bom. – ela deu um sorrisinho ao lembrar.
- Que bom que pelo menos no banho, sua menstruação não atrapalha.
- hahahahahahahaha males de ser mulher. Mas a gente sempre dá um jeito. – ela piscou pro namorado e deu um selinho nele.
Quando terminaram de tomar banho, trocaram de roupa, e foram descansar vendo tv.


CAPÍTULO 12 – Satisfaction guarantee to you

No caminho até o hospital, Harry não conseguia parar de falar. Ele estava nervoso e feliz ao mesmo tempo.
- Cara, tem certeza mesmo que está grávida? – ele perguntava pela milésima vez à
- Porra, Harry. Ela está grávida mesmo! – Danny respondeu por – Não importa quantas vezes você pergunte, a resposta não vai mudar! Sossega o facho aí. – e deu um pedala nele
- Tadiinho. Ele só está feliz, Danny. – disse e deu um selinho no namorado
- Pronto. Esse é o hospital mais próximo. – o taxista disse ao parar o carro
- Vem, . Vamos logo! – Harry disse abrindo a porta e puxando a namorada pela mão.
- Sempre acaba sobrando pra mim. – Danny disse pegando sua carteira e pagando o taxista
- Tadinho do Danny boy. – disse saindo do carro e indo com Danny em direção à porta do hospital, e Harry já estavam entrando sem nem esperar por eles.
- EU VOU SER PAI! – Harry gritou à mulher do balcão de emergência - Boa tarde, senhor. Meus parabéns. – respondeu a mulher rindo. - Nós viemos fazer um exame de sangue. – Tata falou rindo de Harry
- Posso ver a requisição? – pediu ela
- Bom, nós não temos requisição... – respondeu. Nesse momento e Danny se aproximavam – É que como acabei de descobrir que estou grávida, queria saber de quanto tempo.
- Certo, mas isso não se descobre por exame de sangue. O exame só serve pra confirmar a gravidez. – explicou a enfermeira – Pra saber isso você precisa fazer uma ultra-sonografia...
- Então é isso que queremos! – exclamou Harry animado
- Calma, mozin. – ria do namorado
- Certo. Vou precisar que vocês preencham essa ficha, enquanto isso vou ver se tem algum médico disponível para ultra-sonografia e já chamo vocês.
- Ok. – responderam eles
- Senhora... – a enfermeira chamou pouco tempo depois
- ! – disse seu nome
- Senhora , por favor, me acompanhe. – a enfermeira pediu – Já preencheu a ficha?
- Ainda não deu tempo. – disse Harry
- A gente pode ir preenchendo enquanto vocês vão fazendo a ultra. – ofereceu
- Certo então. Depois de preencherem entreguem no balcão. E você por favor, me acompanhe. – disse à
- Eu posso ir junto, certo? – Harry perguntou incerto
- Claro. – respondeu a enfermeira e e Harry sorriram um pro outro. Ele segurou na mão de e eles seguiram a enfermeira. preencheu a ficha de e foi com Danny até o balcão entregar.
- Aqui está a ficha da , a menina que foi fazer a ultra. – disse entregando a mulher atrás do balcão.
- Ok, obrigada. Quer dizer que ela descobriu a gravidez em Vegas? – comentou a atendente
- Pois é... – e Danny disseram
- Geralmente as pessoas concebem em Vegas e só descobrem a gravidez depois de voltarem pra casa. – a atendente comentou
- É verdade! – e Danny riram
- E vocês? Não vão fazer um teste pra ver se vão ser pais não? – brincou a mulher
- Nós? Ahh, não... – disse
- Nós somos só amigos. – Danny disse e concordou
- Ah, sim. Desculpe. É que como vi seus amigos juntos achei que vocês também estavam. Me desculpem.
- Tudo bem. – deu um sorriso sem graça
- Nós vamos esperar sentados ali. – Danny disse indo em direção aos bancos que tinham na emergência e foi junto.
e Harry foram levados para uma sala pequena, onde tinha uma maca, uma máquina de ultra-sonografia e algumas outras coisas que nenhum dos dois sabiam pra que servia.
- Você pode trocar de roupa, colocar o avental e se deitar aqui, o doutor Geller já virá fazer o ultrason. – a enfermeira falou mostrando onde se encontrava o avental e onde ela deveria ficar depois
- Certo, obrigada. – disse indo se trocar, após alguns segundos ela já estava com o avental e deitada na maca.
- Acho que a ficha ainda não caiu direito. – Harry disse segurando a mão de – Eu só sei que estou muito feliz.
- É tão bom ouvir isso. – sorriu pra ele – Você não sabe como eu fiquei pensando em mil e umas possibilidades do que poderia acontecer quando eu te contasse.
- Ah, meu amor. Eu nunca te deixaria sozinha nisso. – disse dando um selinho nela – Eu te amo! Muito!
- Também te amo muito. – ela disse e eles ouviram uma batida na porta. Logo em seguida um homem gordinho e grisalho entrou pela porta e disse:
- Boa tarde, eu sou o doutor Jack Geller. Você deve ser a . – disse lendo o nome na prancheta que segurava
- Sim, sou eu mesma.
- E eu presumo que este rapaz deve ser o pai?
- Certo. Harry, prazer. – Harry apertou a mão do médico
- Bom, nós vamos fazer então um ultrason pra ver de quantas semanas é a sua gestação. – o médico disse ligando o aparelho de ultrason e pegando um objeto fino e comprido
- O que é isso? – perguntou com receio da resposta
- Isso é o sensor. Como a gestação ainda está no início, não conseguiremos ver nada se fizermos um ultrason abdominal, temos que fazer um endovaginal. – ele explicou colocando uma camisinha na ponta do aperelho – Não fique com medo, é um procedimento super normal. – ele falou ao olhar a cara de insegura de
- Certo. – ela disse, Harry segurou na sua mão e beijou o topo de sua cabeça. O médico introduziu o sensor e sentiu um pequeno desconforto. O médico apertou alguns botões na máquina e de repente uma imagem escura apareceu.
- Bom, se vocês observarem bem aqui. – disse após alguns segundos, apontando para um pequeno ponto na tela – Aqui está um bebê de vocês.
- Nossa, como é pequenininho! – disse com lágrimas nos olhos
- Muito pequenininho... – Harry estava vidrado na tela da máquina
- E se vocês olharem aqui do lado. – o médico apontou para outro pontinho – Esse é o outro.
- OUTRO? – e Harry disseram juntos
- Exato. São gêmeos! – o médico disse sorrindo – E pelo tamanho e fase de desenvolvimento você está grávida de dez semanas, dois meses e meio.
- Gêmeos? – estava boquiaberte e com lágrimas nos olhos
- Gêmeos! – Harry ainda olhava a tela da máquina
- Parabéns. – disse o médico, colocando as fotos do ultrason para serem impressas – Vou deixar vocês à sós, depois podem ir ao balcão lá da frente e pegar as fotos do ultrasom. Parabéns mais uma vez. – e dizendo isso saiu da sala deixando-os sozinhos
- Meu Deus do céu! – exclamou – Dois bebês? E agora?
- Como assim? E agora? – Harry sorria que nem besta – Agora vamos ser mais felizes ainda. – ele falou tirando toda a insegurança de
- Você acha?
- Tenho certeza! – disse dando um beijo nela. Ela se trocou e eles foram encontrar Danny e e contar a novidade.
- Heeeey! – Danny disse se levantando ao ver os amigos voltarem
- E aí? Como foi lá? – perguntou ansiosa
- Eu estou grávida de dois meses e meio. – contou
- Nossa! – exclamou
- E não é só isso... – Harry continuou
- Como assim? – Danny perguntou confuso
- São gêmeos! – e Harry falaram juntos
- Gêmeos?! – Danny e também falaram juntos
- Pois é... eu sou poderoso. – Harry se gabava – Tudo que eu faço é demais!
- Convencido! – disse e deu um selinho nele. Eles pegaram as fotos do ultrasom e voltaram para o hotel para contar aos outros sobre os gêmeos. No caminho e Harry tentavam mostrar a e Danny os bebês, não conseguiu ver de jeito nenhum e Danny cismou em dizer que eles pareciam o Mr. Potatoe Head (Sr. Cabeça de Batata!). O que não deixou os pais muito contentes.
Chegando no hotel, Danny e foram chamar e Tom para se encontrarem com os outros no quarto de Dougie e . Enquanto isso e Harry foram em direção ao quarto de e Dougie. Bateram na porta, mas ninguém abriu. Depois de mais umas batidas um Dougie com cara de sono e só de boxers abriu a porta. Eles nem pediram licensa e já foram entrando. Puderam ver a cama desarrumada e a luz do banheiro acesa. Certamente era trocando de roupa.
- Foi mal, Poynter. Não queríamos interromper, mas é que temos grandes notícias. – sorria de orelha a orelha
- Tudo bem... – disse ele bocejando
- Poynter, tem uma grávida no recinto, olha o respeito. – Harry o repreendeu – Vai colocar uma roupa, e vê se coloca as boxers do lado certo dessa vez. – Harry riu ao ver que Dougie havia vestido suas boxers do lado avesso.
- Certo. – Dougie disse entrando no banheiro, segundo depois saiu de lá com a mesma cara de sono do namorado
- Quais são as grandes novidades? – perguntou ela
- Espera os outros chegarem. Ai a gente conta pra todo mundo junto! – disse
- Ok. – disse arrumando a cama e sentando-se nela. Logo em seguida a porta do quarto se abriu e por ela entraram e Danny seguidos por Tom e .
- O que aconteceu? – chegou perguntando
- Calma, não é nada demais. – explicou
- Esses dois retardados chegaram gritando no nosso quarto dizendo que vocês tinham que falar algo urgente com a gente. – Tom disse dando um pedala em Danny
- Digam logo o que foi. – Dougie saiu do banheiro e sentou-se ao lado de , a abraçando
- Bom, nós fomos ao hospital... – começou
- Disso a gente já sabe. – cortou a amiga
- Você vai me deixar falar? – disse jogando uma almofada na amiga – Então, fomos ao hospital e eu fiz um ultrasom.
- Certo. – falou – E?
- E aí que estou grávida de dois meses e meio. – ela continuou contando
- Que legal! – os outros disseram
- Mas a parte mais legal não é essa. – Harry falou
- Eles vão ter gêmeos! – e Danny falaram juntos, e Harry olharam pra eles com uma cara nada boa
- Vocês estragaram a surpresa! – Harry brigou
- Vocês que enrolaram muito! – Danny se defendeu
- Gêmeos! – e disseram ao mesmo tempo com os olhinhos brilhando
- Gêmeos! – falou e as amigas vieram a abraçar
- Isso não é justo! – Dougie bufou
- Que foi, Dougie? – Tom perguntou
- O Harry vai ter dois filhos e eu não vou ter nenhum! NENHUM! – disse fazendo bico – Ele vai ter dois! DOIS! – falou apontando pra Harry e olhando pra
- Ai meu Deus! – disse indo pra perto do namorado – Tá vendo só o que vocês fizeram? – disse olhando pra Harry e – Amorzinho, prometo que nós ainda vamos ter quantos filhos você quiser tá? – disse dando um selinho nele
- Podemos ter gêmeos também? – ele disse fazendo charminho
- Isso não depende de mim, mas se depender... podemos sim. – disse dando um abraço nele
- Deixa de ser criança, Poynter! – Harry falou – Só porque eu consigo engravidar a minha mulher e você não? – ele provocou
- Harry, não começa, pelo amor de Deus. Senão eu vou ficar ouvindo a noite inteira. – pedia
- Então... Parabéns ao casal! – Tom disse cumprimentando os dois novamente – Mas o que vamos fazer hoje?
- Pooo, tem a boate aqui do hotel. Estavam dizendo que ia um DJ famoso tocar lá hoje. – Danny sugeriu
- Podemos ir pra lá então! – concordou
- Acho melhor não. A está grávida! – Harry disse
- Exato! Estou grávida, não estou inválida! – ela disse meio emburrada – Não vou deixar de sair com meus amigos!
- Certo, certo. Então vamos nos arrumar logo, já são oito horas. – Tom disse se levantando e puxando com ele
- Vamos nos trocar também. Vem Danny. – disse saindo do quarto segurando a mão de Danny, que, assim como os outros, ficou surpreso com a atitude da menina.
- Vamos lá, mozin. – disse
- Claro, mas espera aí. – Harry disse se abaixando e pegando a namorada no colo – Você não pode se cansar, mozin. – disse e deu um selinho nela
- Aproveita enquanto você ainda agüenta. Porque daqui a pouco ela vai estar com um barrigão imenso. Dois bebês! – disse rindo
- Verdade! – concordou, já passando pela porta no colo de Harry. fechou a porta e foi se trocar, assim como Dougie. Quando o relógio marcou nove e meia, todos estavam no saguão de entrada do hotel e foram juntos para a boate. Chegaram e se sentaram em uma mesa, pediram drinks, cervejas e um suco de morango para .
- Aos mais novos pais do grupo! – Tom ergueu seu copo sorrindo para e Harry e todos fizeram o mesmo
- Cheers! – gritaram todos
- Ao casamento mais badalado do mundo! – Harry disse sorrindo pra Tom e
- Cheers!
- Às melhores namoradas do mundo! – Dougie disse olhando pra , que sorriu
- Cheers!
- À Vegas! – Danny também queria brindar
- Chega de brindes, né? – falou fazendo Danny fazer bico
- Awww... tadiinho do Danny. – apertou a bochecha dele – eu brindo com você! – disse levantando seu copo e um sorriso surgiu no rosto de Danny
- Awww... Olha só que fofo o casalzinho! – os amigos zoaram e eles ficarm corados instantaneamente.
- Então , como andam os preparativos para o casamento? – perguntou mudando o foco da conversa
- Está tudo adiantado... ainda faltam dois meses, mal posso esperar. – disse e deu um selinho em Tom
- Vai ser tudo tão lindo! – disse animada
- Vai mesmo! – concordou com os olhinhos brilhando
- Alguém quer mais bebida? – Danny ofereceu – Estou indo pegar mais.
- Eu quero. – respondeu Dougie – Vou lá com você. Você quer alguma coisa, amor?
- Quero uma Piña Colada! – respondeu e ganhou um selinho
- Eu quero outro suco! Só que de abacaxi dessa vez! – respondeu
- Eu quero uma cerveja! – falou
- E eu uma batida de morango! – Harry disse
- Calmae... não tenho tantas mãos assim! – Danny reclamou – Harry e Tom, venham ajudar também, né? – e assim os meninos foram ao bar pegar bebidas e as meninas ficaram fofocando.
- O Harry ficou tão contente em ser pai... – comentou
- Ele está todo superprotetor com você, né? – perguntou
- É, ele é tão fofo! Mas cara, foi um alívio quando eu vi que ele tinha gostado da notícia. – contava
- Imagino. – comentou – Eu só fiquei com peninha do Dougie, vocês não viram a carinha de decepcionado que ele ficou quando descobriu que não era eu a grávida.
- Tadinho, fiquei com pena também. – disse – Ele ficou todo enciumado.
- Nem me fale. Sabia que ele me fez prometer ter cinco filhos? – contava e as outras riam – Vocês estão rindo porque não é o namorado de vocês que fica o tempo todo falando de filhos, ele agora cismou que quer trigêmeos! Disse que se o Harry pode ter gêmeos, então ele quer trigêmeos!
- Ai meu Deus. Ele é um crianção. – comentou ainda rindo
- Nem me fale. Estou até com medo de ele furar as camisinhas pra ver se eu engravido. – disse com cara de assustada e todas explodiram em risadas. Nesse momento os meninos vinham de volta à mesa com os drinks, mas foram parados por algumas pessoas, na maioria mulheres, que os reconheceram.
- Ah, não. Pelo amor de Deus! Groupies não! – falou desanimada
- Nem me fale! – exclamou irritada, olhando para Dougie, que quando viu a cara de falou alguma coisa para as pessoas em volta e saiu de lá bem rápido.
- Como elas acharam vocês aqui? – perguntou a Dougie que se aproximava e entregava a bebida de , sentando-se ao lado dela
- Parece que também estão hospedadas aqui no hotel. – ele contou
- Olha só que bando de piranhas! Olha como estão dando em cima do Danny! – disse se levantando, indignada
- Aonde você vai, ? – perguntou em vão, pois agora se aproximava de Danny e o puxava para um beijo.
- Que menina de atitude! – os outros comentavam, Danny ficou surpreso com a atitude de , mas não pôde negar que gostou, e muito.
- Quem é essa, Dannyzinho? – uma ruiva nojenta perguntou colocando a mão no ombro dele
- A namorada dele! – respondeu
- Eu perguntei pro Dannyzinho! – disse com aquela voz irritante
- E a minha namorada respondeu. – Danny disse entregando a bebida de e a abraçando pela cintura – Agora se vocês nos dão licença, temos que voltar pros nossos amigos, né amor? – disse ele dando um selinho nela
- Claro, meu bem. – ela disse sorrindo
- Como eles disseram, precisamos ir garotas. – Harry disse
- Foi um prazer conhece-las. – Tom disse, educado como sempre
- O que foi aquilo, dona ? – as amigas perguntaram ao vê-la chegar abraçada a Danny
- Foi... foi... – ela estava vermelha de vergonha – Sei lá... deu vontade!
- Eu gostei. – Danny disse – Só quero saber de uma coisa. O que você falou é verdade?
- O que ela falou? – perguntaram as amigas curiosas
- Como vocês são curiosas, hein? – Tom brincou
- Você só não está curioso porque estava perto e ouviu o que ela disse! – exclamou
- É verdade sim. – respondeu e logo em seguida Danny a beijou
- Uhuuuuuulll... – os amigos zoavam e batiam palmas
- Quero apresnetar vocês à minha NAMORADA! – Danny gritou a última palavra – Minha brigadeira! – disse e deu um selinho nela
- Já estava na hora, né? – Harry se pronunciou, nessa hora começou a tocar um remix de “Don’t stop Until You Get Enough” e logo disse:
- Michael Jackson!! Vamos dançar! Vamos, vai!! Vamos! – disse com os olhinhos brilhando e puxando Dougie pela manga da camisa – É o Michael Jackson!
- Vamos. – Dougie não estava muito animado, mas a animação de era tanta que o contagiou
- Vamos dançar também, mozin? – chamou e Harry ia falar, mas antes que ele pudesse dizer qualquer coisa ela completou – Eu estou me sentindo ótima, está tudo bem, dançar não vai me fazer mal.
- Eu não ia dizer nada disso. – ele disse se levantando – Só ia dizer que adoro essa música. – disfarçou e foi andando com pra pista de dança.
- Vamos também, Tominus? – chamou e ele logo se levantou
- Vamos. Vocês não vêm? – Tom perguntou à e Danny
- Acho que nós vamos dar uma volta, né brigadeira? – disse abraçando a menina
- É, quero tomar um ar fresco.
- Aham, ar fresco... sei, sei. – zoou. Ela e Tom foram se juntar aos outros e Danny e saíram da boate pra comemorar a volta do namoro.


CAPÍTULO 13 – Let's get drunk and ride around...

e Dougie pulavam que nem dois macacos na pista, ele tentava fazer o ‘moonwalk’, mas sem muito sucesso e ela ria das palhaçadas dele. Harry e dançavam mais calmamente, Tom fazia uns movimentos estranhos, misturados com a dança do robô e tentava faze-lo parar. Ficaram dançando mais um pouco, até que um tempo depois olhou pro lado, viu um grupo de meninas secando Harry.
- Mozin, vamos sair daqui? – ela falou perto do ouvido dele, devido à música alta
- Você está sentindo alguma coisa? – ele perguntou preocupado
- Não. Está tudo bem. Mas aquelas garotas ali não tiram os olhos de você! – disse apontando pras garotas
- Awww, que fofa. Com ciúmes. – deu um beijo na boca dela – Vamos, vamos sair daqui sim.
E dizendo isso eles se despediram dos amigos que estavam na pista, procuraram Danny e , mas eles já tinham saído dali. Começou a tocar uma música mais lenta, então os casais se aproximaram. As groupies que estavam perseguindo os meninos vinham se aproximando da pista de dança.
- Ai, não acredito! – disse irritada
- O que foi, minha linda? – Dougie perguntou ao pé do ouvido dela
- Aquelas garotas que me jogaram água e me chamaram de corna estão bem ali!
- Onde? Vou dar um fora nelas. – ele disse procurando as tais garotas
- Não, amor. Deixa pra lá. Se você for elas vão ficar super contentes de terem falado com você e não vai adiantar nada.
- Tudo bem, esquece elas. – ele disse acariciando o rosto da namorada e a puxando mais pra perto. As mãos de estavam apoiadas na nuca de Dougie e as mãos dele na cintura dela
- Ai, elas estão vindo pra cá! – disse e eles puderam ouvir um gritinho de “DOUGIE!”, nesse momento Dougie baixou as mãos, apoiando-as na bunda de , e a puxou para um beijo desentupidor de pia. Quando as groupies viram, olharam torto e foram se afastando deles.
- Wow! – exclamou ao chegar perto do casal – Vocês precisavam ter visto a cara delas, dude!
- Mandou bem, tampinha. – Tom bateu no ombro de Dougie
- Eu sempre mando bem! – disse convencido
- Vou ter que concordar. – disse maliciosa
- Viram? – disse e beijou a namorada
- Bom, nós estamos indo. Já cansamos daqui. – disse ainda dançando abraçada a Tom
- É, vamos no cassino um pouco. Querem vir? – perguntou Tom
- Você quer ir, amor? – Dougie perguntou
- Quero sim! – disse dando um selinho no namorado. E assim os quatro pararam de dançar e foram para o cassino.
Danny e haviam saído da boate para terem um pouco mais de privacidade.
- Onde você quer ir, minha brigadeira? – Danny não conseguia parar de sorrir
- Quero ir a um lugar onde a gente tenha privaciade. – disse a menina com um sorriso malicioso
- Obaaaa. – ele a beijou e a puxou pela mão, entrando no elevador. Apertaram o botão do andar deles e ficaram aos amassos, de repente o elevador parou.
- O que aconteceu? – perguntou o olhando assustada
- Sei lá, acho que devemos ter esbarrado em algum botão aqui. – Danny disse se virando para os botões do elevador – De repente se eu apertar esse botão aqui... – ele disse apertando um botão qualquer e imediatamente as luzes do elevador se apagaram – Oops.
- O que você fez, Danny?
- Acho que apaguei as luzes. – respondeu inocente
- Isso eu percebi. Mas o elevador ainda está parado!
- Então vamos aproveitar! Vem cá minha brigadeira. – e dizendo isso Danny a puxou para perto e a beijou, os beijos iam esquentando e agora Danny percorria o corpo de com suas mãos
- Aiii, que saudade que eu estava dessas mãos. – ela disse ao pé do ouvido dele
- Elas também estavam com saudade de você... – ele disse tirando a blusa dela. Ela desabotoava a camisa xadrez dele enquanto ele tirava o sutiã dela com facilidade
- Aprendeu, hein? – ela riu
- Uma hora tinha que dar certo. – disse distribuindo beijos pelo colo dela. A sorte deles era que o elevador estava com as luzes apagadas, assim a câmera não conseguia captar as imagens do que estava acontecendo ali. já estava só de calcinha e agora tirava a calça de Danny. Ele continuava apalpando a garota e dando chupões por todo o corpo dela. Ela terminou de se livrar das boxers dele e ele rapidamente tirou a calcinha dela, a encurralando no canto do elevador. Abriu as pernas da garota sem constrangimento e ela as entralaçou na cintura dele. Ele a penetrou com desejo. Eles sentiam falta um do outro e todo o tesão e saudade que estavam um do outro estavam concentrados naquele momento. Ela dava gritinhos abafados no pescoço dele, o que o deixava mais excitado ainda. Os movimentos aumentavam de velocidade e eles chegaram quase juntos ao clímax. Estavam trocando carícias sentados no chão do elevador, quando de repente a luz se acendeu e o elevador começou a se mover. Eles levaram um susto danado e colocaram suas roupas rapidamente. Deram sorte de o elevador não ter parado em nenhum andar antes de chegar no andar do quarto deles.
Saíram rindo do elevador, todos descabelados. Entraram no quarto e disse:
- Vou tomar um banho. Já venho.
- Eu vou com você.
- Já está animadinho do novo? – perguntou ela sorrindo maliciosa
- Seis anos sem você... Temos que tirar o atraso. – ele riu e foi com ela para dentro do banheiro e assim refizeram o que tinham acabado de fazer no elevador.
e Harry saíram da boate e foram direto pro quarto. Os dois tinham sorrisos idiotas desde cedo. Estavam felizes, ansiosos, nervosos, assutados, surpresos... Tudo isso junto e ao quadrado.
- Que dia, hein mozin? – falou se jogando na cama.
- Que louco, dude! – ele se jogou na cama ao lado dela com as mãos na cabeça. – Como se não fosse surpresa o bastante ter um filho, vamos ter dois! DOIS!
- Meninos ou meninas?
- Não sei... seria legal um de cada. Já pensou um bebezinho com seus olhos, seu narizinho... – Harry dizia todo bobo passando a mão no rosto da namorada.
- Sou mais um mini Harry com essa mesma sobrancelha sexy! – falou beijando-o. Ficaram se beijando até que ela ficou se virou e subiu nele com uma perna de cada lado da cintura.
- Será que pode? – Harry perguntou preocupado
- Claro seu bobo! Ouvi dizer que é altamente recomendado. – respondeu com um sorriso pervertido.
- Não sei não amor, pode fazer mal. – Harry segurou pela cintura e a tirou de cima dele – Pode traumatizar as crianças.
- Traumatizar as crinças, Harry? – riu – Que idéia!
- É, amor. Vai que eu bato com meu pinto na cabeça delas, elas vão se assustar. – ele disse sério
- Amor, eu estou grávida de dois meses, as cabeças delas não estão nem formadas!
- Pior ainda, vai que eu bato em uma delas, machuco e ela morre? – ele dizia cada vez mais paranóico – Não! De jeito nenhum!
- Como assim? Quer dizer que a gente vai ficar na seca até os bebês nascerem? – ela perguntou incrédula
- Não! – ele respondeu – A gente vai ficar sem transar até que os bebês tenham nascido e estejam crescidinhos. Vai que a gente transa e acontece alguma coisa e o seu leite seca? Não! Não podemos correr risco.
- Ai, mozin. Assim você vai me deixar louca.
- Calma, mozin. Vai dar tudo certo.
- Eu estou falando sério. Pode transar durante a gravidez. Não tem problema. – a menina insistia
- Acho melhor não arriscar.
- Aiii, amoooor. Onde já se viu isso, a mulher ter que praticamente implorar por um pouco de sexo.
- Oh, minha linda. Calma, vai passar rápido, você vai ver!
- O que eu posso fazer, né? – ela disse levantando da cama
- Vai aonde, mozin?
- Tomar um banho gelado!
- Isso, vai lá, vai que faz bem. Enquanto isso eu vejo se tem algum filme legal passando e peço pra trazerem comida pra gente aqui no quarto. – ele disse pegando o telefone e ligando pro serviço de quarto. “Ai meu Deus, vou precisar marcar um ginecologista pra dizer pra ele que pode transar!” pensava enquanto tomava banho “Enquanto isso vou tomando banho gelado”. terminou seu banho e Harry estava deitado comendo um pedaço de bolo de chocolate que ele havia pedido. Eles comeram e ficaram assistindo filme até pegarem no sono.
Enquanto isso, Tom, , e Dougie se divertiam no cassino. Os meninos estavam jogando pôquer, as meninas estavam de pé ao lado deles. Elas estavam apoiadas nos ombros dos namorados, eles estavam perdendo feio, mas nem se importavam. Estavam se divertindo.
- Cara, eu não sei jogar pôquer! – exclamou Dougie
- Nem eu! – Tom contou
- Senhores, é proibido conversa durante o jogo. – disse o dealer, sério
- Foi mal. – disseram os dois. Eles acabaram perdendo mais essa rodada e decidiram parar. Ficaram bebendo e jogando nos caça-níqueis por um tempo até que disse:
- Estou ficando com sono, Tominus. – falou rindo bocejando
- Você já está bem alegrinha, né? – Tom disse vendo a menina sorrir à toa pelo efeito da bebida – Vamos pro quarto então.
- Obaaaa! – ela disse e se jogou nos braços dele – Me leva no colo? – fez cara de pidona e ele cedeu
- Ai meu Deus, o que eu não faço por você. E vocês? Não vão subir ainda não?
- Não! Vamos ficar mais um pouco, né lindo? – , que também já estava alegre disse
- Vamos fazer o que você quiser, amor! – ele disse e ela riu maliciosamente
- Calma ae, gente. Se quiserem fazer alguma coisa arranjem um quarto. – Tom zoou e saiu com em direção a seu quarto. Dougie e foram em direção ao bar.
- Meu liiindo! – dizia rindo, eles estavam dentro do elevador – Você está tããão lindo, meu tesouro!
- E você está tããão bêbada, minha pirata! – ele disse rindo
- Num estou nada bêbada! – ela disse séria e se desencostou dele, e quase caiu. Só não caiu porque Tom foi rápido e a segurou – Você é meu herói! Me salvou da queda! – ela disse com os olhos cheios de lágrima [o que a bebida não faz!] e o beijou apaixonadamente
- Ai, ai... você fica tão tarada quando bebe! – ele disse – Adoro isso! - completou
- Adora é? – ela disse sorrindo e pulou no colo dele dando chupões em seu pescoço
- Calma, amor. Vamos chegar no quarto.
- Que chegar no quarto o quê. – ela dizia puxando a blusa dele pra cima – Eu te quero agora!
- Ai meu Deus, assim eu fico louco. – ele disse já excitado
- Uuii... ficou animadinho, né? – ela falou colocando a mão no pênis dele, por cima da calça
- Agora é que eu não consigo abrir a porta. – ele tentava abrir a porta do quarto, mas não tinha concentração para tal. Depois de algumas tentativas, conseguiu abrir a porta e foi direto em direção à cama. Começou a tirar a roupa da noiva, ela fazia o mesmo com ele. Estavam cada vez mais excitados.
- A camisinha amor. – lembrou quando já estavam nus.
- Está no banheiro. - Tom disse foi correndo ao banheiro, voltou vestindo a camisinha
- Pronto, minha fofa! Agora você não me esca... – ele nem pôde terminar a frase, ao chegar no quarto, viu que estava desmaiada por causa da bebida e até roncava. Ele ficou com cara de tacho e voltou pro banheiro pra fazer o trabalho sozinho.
Enquanto isso, e Dougie estavam cada vez mais bêbados. Decidiram sair do bar e dar uma volta pelo hotel. Estavam passando pela recepção e viram um cartaz onde se lia “Visite a capela do Hotel. Onde mais no mundo você seria casado por Elvis, o Rei do Rock?”
- Vamos na capela? – Dougie perguntou com cara do gatinho do Shrek
- Vamos! – disse rindo
- Por que você está rindo, amooor? – Dougie dizia com a voz mole de bêbado.
- Não sei. – disse e riu mais ainda, o que fez Dougie se juntar a ela. Eles foram andando e rindo que nem dois malucos, as pessoas olhavam pra eles e faziam caras estranhas, mas eles nem ligavam. Chegaram na tal capela, ela um lugar pequeno, na frente tinha um altar, com dois bancos de cada lado, onde ficariam os supostos convidados para os casamentos ali realizados. Perto da porta da capela tinha um balcão, preso à parede tinha uma tabela de preços. Dougie e chegaram perto e se concentraram para tentar ler aquelas letrinhas que não paravam de se mexer.
- Casamentos realizados por Elton John –> 50 dólares... – Dougie lia – Realizados por John Travolta -> 40 dólares, por Elvis -> 100 dólares.
- Nossa, casamento realizado pelo Michael Jackson!! – os olhos de brilhavam – Melhor que isso só se fosse realizado pelo Mark Hoppus!
- Dá pra ser casado pelo Mark? – Dougie perguntou sorrindo
- Infelizmente, não. Só temos esses celebrantes aí, mas no momento o único disponível é o Elvis mesmo. – a mulher sentada atrás do balcão falou
- Uau, ser casado pelo Elvis deve ser legal. – Dougie disse e olhou pra
- Verdade. – ela disse e quase caiu – Aiiii amooor, faz as coisas pararem de girar! – pediu ao namorado
- Estou tentando, minha linda! – ele disse abraçando-a
- Alguém me chamou? – um cara vestido de Elvis Presley chegou perto dos dois e falou
- Uau. Amor, é o Elvis! – Dougie disse
- Viu? Eu te disse que ele não morreu! – ela falou fazendo cara de sábia
- Bom, meu turno já acabou, mas se vocês quiserem eu posso casar vocês antes de sair. – ofereceu Elvis. e Dougie se olharam e responderam juntos:
- Queremos!
- Bom, vocês têm que pagar primeiro. – a mulher do balcão disse
- Certo. – Dougie pegou sua carteira e deu os 100 dólares à mulher. Enquanto isso Elvis se posicionava no altar. A mulher entregou à um pequeno bouquet de rosas de plástico.
- O rapaz pode vir aqui na frente! – Elvis chamou Dougie, que foi andando meio torto e se posicionou ao lado do rei do rock. A mulher do balcão colocou a marcha nupcial para tocar e fez sinal para que se encaminhasse ao altar. Ela foi andando a passos lentos e tortos, claro. Rindo à toa e olhando para todos os lados daquela capela inusitada, pôde ver vários quadros de artistas renomados vestidos com roupas de santo e encenando passagens bíblicas.
- Estamos hoje aqui reunidos... – Elvis começou a cerimônia quando havia chegado ao altar – Para celebrar a união de...
- Dougie Poynter – o rapaz disse
- E... – Elvis continuou
- falou
- Bom, Dougie Poynter, você aceita como sua legítima esposa, e promete amá-la e respeitá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias de suas vidas, até que a morte os separe?
- Aceito! – Dougie disse sorrindo
- E você, , aceita Dougie Poynter como seu legítimo esposo e promete amá-lo e respeitá-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias de suas vidas, até que a morte os separe?
- Aceito! – ela também sorria abertamente
- Pelos poderes em mim investidos pela Comissão de Covers de Elvis do Estado de Nevada, eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva. – Elvis terminou a cerimônia e Dougie puxou para um beijo que começou calmo e foi esquentando. Eles já estavam aos amassos quando Elvis os imterrompeu. – Ei, aqui pode até ser Vegas, mas ainda estamos numa capela! Olha o respeito. Vocês têm que assinar um papel lá no balcão e pegar o seu vale-pizza na Pizza Hut, cortesia dada a todos que são casados por Elvis.
Dougie e foram até o balcão, assinaram um papel que nem sabiam o que era, pegaram seu vale-pizza e seguiram para um jantar nupcial na Pizza-Hut. Eles comeram pizza de calabresa e frango com catupiry e beberam cerveja. Depois disso voltaram para o hotel e foram direto para o quarto, consumar o casamento.
No dia seguinte, Dougie e acordaram com uma baita dor de cabeça.
- Ai, amor. Acho que bebemos demais noite passada. – Dougie disse ainda deitado ao lado da mulher
- Nossa, nem me fale. Minha cabeça está explodindo. – disse com os olhos fechados e a mão na cabeça – Você não vai acreditar no sonho que eu tive essa noite. Eu sonhei que nós tínhamos nos casados numa capela, e o celebrante era o Elvis Presley! – ria
- Nossa, que estranho! Eu também sonhei isso! – Dougie disse confuso – E depois nós ganhamos um vale-pizza...
- Na Pizza Hut. – os dois terminaram de dizer juntos
- Ai meu Deus! A gente casou? – disse assustada
- Acho que sim. – Dougie disse ainda confuso
- Não acredito! Nós estávamos muito bêbados! Eles não podem casar pessoas tão bêbadas como a gente estava! – tentava pensar em maneiras de aquilo ser só uma alucinação dos dois
- Bêbados? Nós já tínhamos passado desse estado. Éramos duas garrafas de vodka ambulantes! – Dougie falava
- Puta que o pariu! Olha isso... – agora segurava o papel que eles haviam assinado na noite anterior
- Isso é uma certidão de casamento? – Dougie perguntou incerto
- Acho que sim! Ai minha cabeça! – reclamou
- Vamos descer pra comer alguma coisa, depois a gente vê isso direito. Estou morrendo de fome. – Dougie disse colocando uma roupa, e só aí percebeu que eles ainda estavam nus. Ela também colocou uma roupa, pegou a certidão de casamento e colocou na bolsa, veriam aquilo depois de estarem de barriga cheia.


CAPÍTULO 14 – Motion in the ocean

Chegando no restaurante do hotel eles encontraram todos os amigos já sentados em uma mesa com pratos de comida a sua frente.
- Nossa, pela cara de ressaca de vocês a noite foi boa, hein? – Harry zoou
- Diferente da minha... – murmurou pra si mesma – É bom saber que pelo menos um casal aqui faz sexo toda noite.
- Que foi que você falou, mozin?
- Falei que ainda estou com fome... – ela disfarçou
- Mas o que aconteceu com vocês? – perguntou – Essa cara não é só da ressaca.
- Puta que o pariu! – disse sentando-se – Nós ficamos ultra mega bêbados ontem e fizemos a maior merda! NOS CASAMOS! – ela disse com cara de desesperada, apoiando os cotovelos na mesa e a cabeça nas mãos.
- Pois é! – Dougie disse e se virou pra – Nossa, é tão ruim assim casar comigo, amor? – terminou fazendo cara de maior abandonado
- Não é isso, meu amor. O que eu mais quero é me casar com você. Mas eu quero que seja tudo bonitinho. – explicava segurando a mão do, agora, marido – Eu quero que a minha família esteja presente, que a sua família esteja presente, nossos amigos... Quero poder escolher meu vestido de noiva e ter um bouquet de lírios brancos, não um de rosas de plástico, e quero que você esteja maravilhoso em um terno impecável. E quero comemorar com todos que eu amo num lugar chique e não comendo com um vale-pizza na Pizza Hut. – ela ia dizendo isso e os amigos olhavam para os dois rindo – E eu quero me casar com você porque você pediu, e não porque o Elvis propôs nos casar antes que o turno dele acabasse.
- Awwwww, amor. Eu também quero que seja perfeito. Vamos comer alguma coisa e depois a gente vai à capela ver se isso é válido mesmo. – disse e beijou a ‘esposa’
- Vocês foram casados pelo Elvis? – perguntou rindo
- Fomos. - responderam eles.
- Que maneiro! – disse Tom com um sorriso no rosto
- Nem pense nisso, Thomas! – alertou-o
- Eu não falei nada, linda. – e deu um beijinho nela, mas seu sorriso havia murchado. Eles tomaram café e decidiram ir à um show de mágica que aconteceria pela manhã no cassino do hotel. Dougie e comeram e depois se dirigiram à capela, para ver se o casamento era válido mesmo. Iriam se encontrar com os amigos depois.
- Ai, amor. E se o casamento for legítimo mesmo? – perguntou preocupada
- Aí você não vai ter saída. Vai ter que ser minha mulher pra sempre. – ele disse sorrindo
- Eu não estou reclamando de ser sua mulher, só estou dizendo que esse não foi o casamento que eu tenho em mente pra gente.
- Você pensa sobre o dia do nosso casamento? – perguntou ele intrigado
- Ah, amor... – ela reposndeu meio envergonhada – Toda mulher pensa sobre o dia do casamento dela.
- Que liiinda! – disse e deu um beijo nela. Chegaram na porta da capela e leram uma placa ao lado da porta “Todos os casamentos realizados nesta capela são reconhecidos pelo cartório do Estado de Nevada, e, portanto, legítimos.” Eles ficaram com um frio na barriga ao ler esse aviso.
- Vem, vamos entrar. – puxou Dougie pela mão
- Mas, amor. Está dizendo ali que é legítimo mesmo, não há o que fazer.
- Às vezes a placa está errada. – disse indo falar com um cara que estava no balcão ao lado da porta – Bom dia.
- Bom dia. Em que posso ajudá-los? – ele perguntou simpático – Querem se casar?
- Não. Nós já nos casamos ontem. E é por isso que viemos aqui. – Dougie falou
- Exato. Queremos saber se essa certidão é realmente válida. – disse pegando a certidão de casamento na bolsa e mostrando ao cara do balcão.
- Todo o casamento realizado aqui é legítimo. Mas deixa eu dar uma olhada na certidão. – disse pegando o papel da mão de – É, sinto informar que o casamento de vocês não é válido.
- Não? – perguntaram os dois juntos, estavam aliviados
- Não, porque o Elvis que nós tínhamos como celebrante aqui não estava em dia com o pagamento da mensalidade da CCEEN. – ele explicou
- CCEEN? – perguntaram os dois confusos
- É, Comissão de Covers dos Elvis do Estado de Nevada. E por isso os poderes dele como celebrante foram cortados, então todos os casamentos que ele realizou foram anulados.
- Aiii que alívio. – disse sorrindo
- Obrigado então. – Dougie disse meio tristonho e foi andando pra fora da capela
- Me espera, amor. – disse alcançando ele – O que foi?
- É que eu tinha esperança que a gente tivesse casado de verdade. – falou fazendo bico
- Você é o cara doceiro mais lindo que eu conheço, sabia? – disse colocando as mãos no rosto do namorado e o puxando para um beijo – Relaxa, amor.
- Ah, você gostou da notícia. Não quer ter um filho meu e nem casar comigo. – disse meio bravo
- Ai meu Deus, pára de falar merda. – ela ria – Eu quero muito tudo isso. Mas pra tudo tem a hora certa. – ela tentava pôr juízo na cabeça do namorado – E sem falar que a nos mata se a gente casar antes dela. – terminou de falar e deu um beijo nele
- Tá bom. Mas nós seremos os próximos a casar! – ele disse se conformando
- Ai meu Deus... Tá bom, amor. Tá bom. – ela se rendeu pra ver se ele sossegava um pouco
- E também os próximos a ter filho! – disse sorrindo
- Que tal a gente aproveitar os nossos últimos dias em Vegas? – disse mudando de assunto
- Vamos encontrar com o pessoal então. – ele disse puxando-a pela mão e indo em direção ao tal show de mágica onde os amigos estavam.

Os dias foram se passando bem rápidos e logo as duas semanas de diversão em Vegas já tinham terminado e eles voltavam pra casa.
e Dougie dormiam em suas poltronas. Danny e estavam muito ocupados se “pegando” e os outros dois casais conversavam.
- , quer dizer então que a mãe do Tom que sugeriu que vocês casassem na casa de campo deles?
- Foi! Minha sogrinha é a melhor, né? Ameeei a idéia dela. Aquela casa é linda e o casamento no quintal vai ser lindo.
- Sorte a sua... Não quero nem ver a cara da minha sogra quando a gente contar dos bebês. – comentou meio apreensiva.
- Ai, amiga que isso! Os Judds te adoram. E depois os primeiros netinhos da família. A Emma vai pirar.
- Eu sei, mas é que foi tudo tão de repente. Tenho medo do que as pessoas podem pensar sabe...
- , vocês estão juntos há mais de seis anos, se dão suuuper bem, aliás, você e o Harry nunca brigam são todos perfeitinhos mesmo depois de todo esse tempo. Acha mesmo que alguém não vai ficar feliz com essa novidade? – encorajava a amiga.
- Ai, sei lá... Eu tô meio paranóica mesmo. Muitos acontecimentos nessa viagem... Quem diria que Vegas iria juntar aqueles dois pôios ali. – apontou pra e Danny abraçadinhos na poltrona do lado.
- Pois é menina! Até e Dougie ficaram mais próximos ainda nessa viagem. Imagina que comédia não deve ter sido esses dois caindo de bêbados, na capela com o Elvis falso. – elas riram pensando na cena. – Mas que foi tudo lindo, foi. Estamos voltando mais unidos e mais felizes ainda. Não vejo a hora de subir no altar e ver os meus melhores amigos lá pra me apoiar no dia mais feliz da minha vida.
- Ai, sua pôia! Assim eu vou chorar! – falou já limpando as lágrimas. – Malditos hormônios. – e as duas se abraçaram.
- Eeiii !! O que você fez com a mãe dos meus filhos? Ela estava bem quando a deixei aqui... – Harry disse beliscando .
- Aaaiiii... Judd!! Que cara chato! Tá pensando que pode mexer comigo é? Meu noivo te pega, hein!! Tooooom! – gritou por ele que estava sentado atrás delas. – Ele me beliscou, amor!! Bate nele.
Os dois começaram uma briga de pedalas e soquinhos enquanto as meninas riam sem parar. O resto o vôo foi bem tranqüilo e eles logo chegaram de volta a Londres.
Desembarcaram e foram pegar táxi. e Danny estavam em lua de mel. Mais felizes e melosos do que nunca.
- Brigadeira, vamos pra casa! – Danny falou com os olhinhos brilhantes abraçado à namorada.
- Vaaamos, amorzinho! Não preciso mais da casa dessas ingratas! – falou dando um beijinho no namorado.
- Eca! Nem nós queremos hospedar pervertidos. E depois se não deixássemos o Danny tirar o atraso, ele provavelmente me bateria. – Dougie falou ganhando tapas de e .
- Certo seus pervertidos. Eu e meu noivinho vamos pra casa descansar. Amanhã teremos uma reunião de família. A Debby quer saber detalhes da festa...
- Xiiiii!! Vai querer ser madrinha também... Hahahahahahahaha! – zoou recebendo olhares nada amigáveis de e Tom. – Brincadeirinha!
- O papo tá bom, mas eu quero é ir logo, dá pra ser?
- Ihhhh a tá de mau humor de novo... Se você for uma grávida assim, não quero mais não, amor. – Dougie disse e levou tapas mais uma vez, agora de .
- Se você não tem vida, Poynter, eu tenho! Tenho médicos para ver.
- Porque, mozin? Tá sentindo alguma coisa? – Harry perguntou preocupado.
- Não é pra mim Harold! É pra você! Ver se você pára de paranóia... Grávidas também fazem sexo. – falou brava e cruzou os braços enquanto os outros morriam de rir.

Foram todos para suas respectivas casas, mas não tiveram muito descanso depois da viagem. Os preparativos para o casamento ainda estavam em seus últimos retoques e mais estressada ainda, afinal faltavam pouco menos de dois meses para a cerimônia.


CAPÍTULO 15 – I’ve been waiting a long time for this moment to come

Já haviam feito a última prova dos vestidos, o que deixou Pierre a beira de um ataque, pois até o dia do casamento com certeza iria engordar um pouquinho e ele teria que deixar o vestido mais largo. e Tom já tinham fechado o Buffet, as meninas tinham ajudado a noiva com as flores e com o buquê, que seria de lírios cor de rosa, o local da cerimônia estava praticamente todo preparado. Como seria na casa de campo da família de Tom, a casa foi arrumada, o gramado foi aparado e a cerca foi pintada. Todos os detalhes já estavam acertados.

Depois de tantos compromissos resolvidos, as meninas decidiram tirar um dia para fazer compras e relaxar um pouco, queriam aproveitar um dos poucos dias em que todas estavam livres para poderem se divertir e botar a fofoca em dia.
- Até que enfim, . – deu bronca na amiga atrasada.
- Desculpa gente. Foi um pouco difícil sair de casa...
- Olha ela já toda ocupada... Tá botando ordem naquela casa é? Deus sabe a bagunça que era aquilo lá... – comentou.
- Bom, pra falar a verdade, a gente quase não sai do quarto. – comentou ficando vermelha.
- Nooooooooossa! Já tá pervertida assim? O que um homem com mãos habilidosas não faz. – zoou e elas entraram no shopping.
Não tinham planejado nada, então ficaram rodando, olhando vitrines e conversando, até a hora do almoço. Sentaram-se na praça e começou a fofoca.
- Girls, vocês precisam conhecer minha filhinhaaa! – falava com os olhinhos brilhando.
- Quem? – as amigas perguntaram sem entender nada.
- A Phoebe! – as amigas ainda estavam com cara de “ahn?!” então pegou o celular e mostrou uma foto. – Elaaaaa! Minha filha labradora!
- Hahahahahahaha! Não acredito ! O Dougie comprou mesmo? – ria.
- Claro!! Tem duas semanas já! Foi lindoooo! Ele trouxe ela numa caixinha toda furada com um laço, aí quando eu abri ela pulou em cima de mim! Tomei um susto, só vi uma coisa marrom pulando, mas depois eu ameeeeeeii!
- Meu Deus! Coitada da cachorrinha... Que pais ela foi arrumar. – comentou.
- Hahaha. Verdade, hein! Mas por falar em pais, como estão as coisas, mamãe? – perguntou passando a mão na barriga ainda pequena de .
- Ah, tudo ótimo. A família do Harry tem sido ótima! Estão sempre ligando querendo saber como estamos, já que a minha família mesmo não pode estar presente o tempo todo. A mãe do Harry então está me ajudando muito. Já me deu várias dicas, livros... Ela até fez sapatinhos de tricô.
- Ahhh que fofa!! – elas falaram e sorriu.
- Pelo visto o período de seca da grávida aí também passou... – falou rindo.
- Ai graças a Deus! Quase que ele não acredita nem no médico! Homem teimoso...
- Disso eu entendo! – se pronunciou. – O Danny não quer que eu volte pro Japão nem pra resolver minhas coisas por lá. Diz que tem medo que eu vá e não queira mais voltar.
- Aaaawwww! Tadinho!! Ele tava mesmo morrendo de saudades, né ... Tenta entender.
- Eu entendo, . Mas eu preciso voltar. Não tem como eu simplesmente largar minha vida toda lá parada e começar do nada aqui.
- É nisso ela tem razão, . Se ela vai mesmo voltar de vez, precisa resolver tudo lá. – apoiou.
- E o casório amiiiiga? Tá nervosa? – perguntou.
- Sabe que não... Estou curtindo e muito! Já tá tudo bem esquematizado, já planejei a festa inteira milimetricamente! Tenho certeza que vai ser perfeito. – falou convencida.
- E ai de quem não deixar que seja... – murmurou pras amigas, mas ouviu.
- Aaaaii MESMO! Eu mato se alguém fizer besteira. Outro dia o Tom queria rearrumar as mesas e acabou indo dormir no sofá!
- Ai, é má! – falou com peninha de Tom.
As amigas ficaram ainda mais um tempo pelo shopping comprando besteiras como: mais brinquedinhos no sex shop para e alguns para também, coisas caninas para a “filha” de e Dougie e várias roupinhas de neném.

Um mês já havia se passado desde que eles chegaram da viagem à Las Vegas e os oito amigos iam passar o fim de semana na casa de campo de Tom.
- Wow! Tinha esquecido como essa casa era maneira! – Harry disse ao olhar a fachada branca e imensa da casa, na frente tinha a garagem e o imenso jardim onde seria realizada a cerimônia de casamento. Tinha uma equipe de pessoas colocando tendas e armando mesas pelo jardim para o almoço de ensaio do casamento, que seria no dia seguinte e reuniria a família do noivo e a da noiva, que tinha chegado do Brasil fazia poucos dias.
- Linda mesmo! – disse saltando do carro.
- Ai, tesouro! Estou tão nervosa! – dizia de mãos dadas com Tom.
- Por quê? – ele perguntou rindo e mostrando a monocova.
- Será que vai dar tudo certo? – ela perguntava apreensiva.
- Relaxa, meu bem. Claro que vai dar tudo certo. – disse dando um selinho nela.
- Tom, obrigado por deixar a gente trazer a Phoebe. – Dougie chegou perto deles.
- E eu tive escolha? A disse que se a cachorra não viesse ela não sabia o que ia fazer, e talvez não viesse também. Aí a praticamente me obrigou a deixar a cadela vir, porque quer a aqui. – Tom disse meio emburrado.
- Enfim, valeu Tom. Você é O cara. – Dougie disse batendo no ombro dele e indo pegar sua mala e a de no carro.
- Nossa, está tudo tão lindo! – disse descendo do carro – PHOEBE, volta aqui! – ela gritou e saiu correndo atrás da labradora saltitante.
- Cara, não sei por que vocês trouxeram essa peste! – reclamou – Se ela roer mais algum sapato meu, eu juro que mato!
- Ei, se você fizer alguma coisa com a minha bebê você vai ver só. – Dougie ameaçou.
- Porra, Poynter. Pára de chamar a cachorra de bebê! – Danny deu um pedala nele.
- Só não te bato porque estou carregado de malas. – Dougie disse indo na direção onde estava com a “filhinha” deles no colo.
- Olha! Minha mãe! – disse apontando para um carro que estava estacionando.
- Pessoal, vão entrando e se acomodando. Garotos, vocês lembram onde ficam os quartos, né? Vão indo cada casal pra um quarto. Que nós já vamos. – Tom disse aos outros enquanto ia ajudar a futura sogra com as malas. Todos os outros foram para dentro da casa e se instalaram nos quartos.
- Mãe! Pai! Lucas! Pedro! – corria e abraçava os pais e os irmãos. Tom vinha logo atrás dela e também cumprimentava a família da noiva. Ele e Lucas, irmão mais velho de , pegaram as malas e se encaminharam para a casa, enquanto a garota vinha conversando com a mãe e o pai, dando a mão pro irmão mais novo. Todos se ajeitaram nos quartos e depois foram para o quintal, onde teria um churrasco. Hoje o almoço seria só para a família próxima dos noivos e os padrinhos. No dia seguinte teriam o almoço de ensaio, onde o resto das famílias, inclusive dos outros McGuys, também estaria presentes.

e Harry estavam relaxando na piscina, enquanto e Tom conversavam com os pais dela e Danny e se amassavam nas espreguiçadeiras que tinham no quintal. Dougie e estavam brincavando com Phoebe, quando a cachorrinha saiu correndo, pulando no meio de e Danny.
- Cara, eu vou matar essa cachorra!
- Relaxa, brigadeira. É só um filhotinho! Ela quer brincar. – Danny fazia carinho na pequena cachorrinha alegre.
- ! Tira esse animal daqui! – gritava e se levantou e foi em direção ao casal.
- Ai , não fala assim. Vai magoar o coitado! Vem Danny vamos embora... Huahuahauahauahua - disse rindo fingindo dar a mão à Danny.
- Seu senso de humor me fascina... Piadinha da “Praça é Nossa”, hein... - respondeu não achando a mínima graça.
- Essa foi a melhor, tá. Sua chata! - pegou a filhinha no colo – Vem meu amor, vamos lá brincar com o papai. Deixa a tia pra lá, ela não sabe o que fala. – dizia falando como se a cadela entendesse – E vocês dois aí... tem criança no recinto! Olha o respeito. – apontou pro irmão mais novo de , que estava observando os amassos do casal.
- Achei que ela ia falar do cachorro também. – Danny falou fazendo rir.

e Tom estavam na sala com a família dela.
- Essa casa é muito bonita Tom. Sua mãe é realmente uma pessoa de bom gosto. – A mãe de comentou.
- Obrigada! Meus pais devem estar chegando já para o churrasco. Mas se vocês já quiserem beber alguma coisa...
- Não, muito obrigado, meu rapaz. Estamos bem por enquanto. – disse o sr. .
- Mãe você trouxe a roupa do Pedro do jeito que eu pedi? – perguntou vendo o irmão voltar correndo lá do quintal e sentando-se em seu colo.
- Claro, filha. Ele vai ficar lindo de pajem.
- Até que o pirralho serviu pra alguma coisa, hein? – Lucas o mais velho brincou com o menino que não gostou e começou a bater no irmão.
- Pedrinho! Pare de bater no seu irmão! Olha os modos menino! Estamos na casa dos outros! E Lucas, não provoca. Parece que tem 4 anos também.
- Ai papai, você não sabe que mentalmente ele tem?
- Falou a madura... Tom, cunhadinho, temos muito o que conversar sobre essa menina. Preciso te contar uns podres pra ver se você cai na real, meu amigo. – Lucas continuou provocando.
- Cala a boca! Amoor, não escuta ele. É Tudo mentira! – falou desesperada e Tom ria abraçado a ela.
- Mas me conte, meu filho. Qual a cor do vestido que sua mãe vai usar na cerimônia? Não quero ficar igual. – A sra. disse e na mesma hora eles puderam ouvir a porta da casa se abrindo e os Fletchers entrando.
- Mãe! Hey! – Tom foi cumprimentá-los.
- Oi, meu bem. – Debby deu um beijo na bochecha do filho – , você está mais linda do que nunca.
- Oh, Debby. Obrigada. Você lembra dos meus pais, né? – disse apontando para os pais
- Claro que sim. Como vão? – disse cumprimentando os pais da menina seguida pelo Sr. Fletcher.
- Tudo ótimo. – responderam os pais de .
- Cadê a Carrie? – perguntou Tom ao notar que a irmã não acompanhava os pais.
- Está lá fora. Ela se encantou com o filhotinho do Dougie e da .
- Aqueles dois parecem duas crianças com aquele cachorro. – Tom riu.
Eles ficaram mais um tempo batendo papo até que sentiram o cheirinho do churrasco e decidiram se juntar aos outros no quintal para poderem almoçar juntos.


CAPÍTULO 16 – Platypus

Comeram, beberam, conversaram, riram, comeram mais, beberam mais, conversaram mais e riram mais; até que os pais de Tom e de entraram para assistir a um jogo na TV e a mãe de Tom chamou a de para ver uns álbuns de fotos antigas. Carrie tinha saído com Pedro para passear com Phoebe e Lucas estava distraído no computador. Os oito amigos ainda estavam no quintal conversando.
- Nossa, acho que comi demais. – Danny disse esfregando a mão na barriga.
- Agora conta a novidade! – Harry sacaneou.
- Ih, esquecemos de pegar o sorvete, tesouro. – lembrou-se da sobremesa.
- Sorvete? – Danny exclamou interessado.
- Você não disse que tinha comido demais, Jones? – disse rindo.
- Sempre há espaço pra sorvete, ! – Danny disse como se aquilo fosse óbvio.
- Certo então, alguém mais vai querer? – ofereceu, recebendo vários ‘sim’ como resposta e logo em seguida foi buscar o sorvete. Todos comeram e ficaram rindo de Danny e Dougie se lambuzando feito crianças. Depois de estarem finalmente satisfeitos, começaram a conversar sobre o casamento, que estava cada vez mais perto.
- Nossa, mal posso esperar! Vai ser tudo tão perfeito! – falava aquilo pela trilhionésima vez.
- Ai, amiiiga. Estou tão feliz por vocês. – disse com lágrimas nos olhos.
- Não chora, mozin. – Harry deu um beijo na bochecha dela.
- Aiii... – ela disse abanando os olhos – São esses malditos hormônios! – completou e todos riram.
- Vai ficar tudo lindo! – dizia.
- Vai mesmo! As coisas mais lindas de todas são as nossas alianças! – dizia ela com os olhinhos brilhando – Elas são de ouro branco, com um diamante no meio e nossos nomes gravados.
- As alianças mais lindas pra mulher mais linda! – Tom disse dando um selinho nela.
- E por falar em alianças, onde elas estão, tesouro? – disse se lembrando.
- Estão com o Dougie. – disse apontando pro amigo.
- Comigo? – Dougie fez cara de assutado.
- É, eu te pedi pra passar na loja e buscar.
- Não pediu não! – rebateu Poynter.
- Então você só pode estar surdo, porque eu pedi sim!
- Não estou nada surdo. Tanto que ouvi muito bem quando você pediu pro Harry pegar as alianças! – disse apontando pro amigo.
- EU?! – Harry exclamou – Você não me pediu nada! A gente tava na casa do Dougie quando você pediu a ELE pra pegar as alianças! – defendeu-se Harry.
- É CLARO QUE EU PEDI PRA VOCÊ, DOUGIE! – Tom se exaltou.
- PEDIU PORRA NENHUMA! – Dougie gritou de volta. As meninas e Danny só olhavam para a cena, não sabiam se riam ou se ficavam assustados.
- Poynter, seu irresponsável. Era só isso que você tinha que fazer...
- Irresponsável?! EU?! Me desculpe senhor eu-sei-de-tudo, sou-o-mais-velho-e-único-responsável-do-grupo. – Dougie debochava.
- Vê se cresce, mané.
- Tá tão velho que nem lembra que pediu pro HARRY pegar as alianças. – Dougie disse fazendo as meninas rirem.
- PORRA DOUGIE! NÃO TÁ COMIGO! – Harry gritou pronunciando devagar as palavras.
- Caralho, vocês não servem pra nada mesmo! Com quem tá essa merd... – Tom ia dizendo mas lhe deu um beliscão – Aaaaaaiii... Quer dizer, as alianças?
- Comigo que não tá! – Dougie e Harry disseram ao mesmo tempo.
- Seus imbecis!! Nunca fazem nada direito!
- Vai à merda, Tom! – Dougie disse e cruzou os braços.
- É! Não sou seu empregado! – Harry fez a mesma coisa. – Porque você não pediu pro Danny?
- Eeeiii! Não me mete no meio...
- Se eu pedisse, ou ele ia esquecer de pegar, ou ia esquecer o que era pra fazer com aquilo e ia acabar vendendo. – Tom falou dando um pedala em Danny que devolveu o gesto. Tom então virou-se para Dougie e deu um soquinho no braço dele que também devolveu e ainda bateu em Harry.
As meninas ficaram rindo, mas vendo que a troca de carinhos não terminava, resolveram se meter:
- Hey, meninos! Chega! – mas eles nem deram atenção.
- Oooww! Parem crianças! – abanou as mãos, mas eles continuavam se estapeando.
- Geeeeente, olha a rainha da Inglaterra! – falou apontando pro nada enquanto Danny mordia o braço de Harry.
- Já sei! Eeeiii! Nós vamos ficar peladas aqui hein... – falou fazendo sinal para as amigas. Tom gritava algo junto com Harry e Dougie que virava o braço de Danny pra trás.
- Tá bom então... Bora tirar a roupa e sair correndo peladas por aí! – disse desabotoando a blusa junto com as meninas. Quando chegaram na altura dos seios, instantaneamente eles pararam de brigar e olharam pra elas.
- Ow! Ei... Amorzinho, pode se cobrir! – Harry segurou a mão da namorada.
- , coloca essa roupa de volta! – Dougie meio que gritou.
- Tá doida ? Nossos pais tão ali dentro.
- É , não pode ficar se expondo!
Elas começaram a rir sem parar, mas eles não acharam graça e ainda estavam putos uns com os outros. Cada um foi pra um canto com cara de criança emburrada e as meninas foram atrás pensando “ninguém merece!”.

- Tominus!! Oh, tesouro, pára de bobeira. Vai ficar chateado com seus amigos por causa disso? – ela dizia subindo as escadas da casa atrás dele.
- Claro! Eles são uns crianções! Cansei... – Tom respondeu entrando no quarto.
- E você agiu de forma muuuuito madura, hein...
- Ah, não gostei! Parecia que não estavam nem aí pro que eu pedi...
- Tesouro, ainda falta um mês pro nosso casamento. Se nem o Dougie ou o Harry, ou menos ainda o Danny tiverem com as alianças a gente vai lá e pega, ué!
- Mas não é só a questão das alianças. Isso é sobre tudo. Eu sempre peço as coisas e eles sempre fazem pouco caso, aí eu cobro e eles ficam me chamando de chato. – Tom disse chateado.
- Ah, Tom. Fica tranqüilo. Você só está nervoso... – fazia carinho nos cabelos do rapaz – Vamos lá pra baixo. Vocês sentam, conversam e se resolvem. Vocês são melhores amigos!
- Eu não quero conversar com nenhum deles agora. – ele disse indo ao banheiro da suíte.
- Então vamos descer e tomar alguma coisa, relaxar... Sei lá...
- Vamos lá ficar um pouco com os nossos pais. – ele propôs e foram em direção à sala

Enquanto isso, seguia Dougie pelo imenso quintal.
- Dougie, pára! – dizia quase correndo para alcançar o namorado – Espera! Não fica assim. – disse finalmente o alcançando.
- Ah, eu não agüento mais o Tom ficar mandando e desmandando na gente!
- Amor, se acalma... Você está de cabeça quente.
- Ele sempre faz isso, ele sempre acha que ele é o dono da verdade. Tudo o que ele quer tem que ser feito e pra ontem. – Dougie desabafava.
- Dougie, você tem que tentar relevar... Ele está nervoso porque o casamento está chegando. Então qualquer coisinha ele transforma em algo gigante.
- Ele pode até estar nervoso, mas não precisa sair descontando nos outros.
- Não fica chateado, amor. Foi uma briga boba. Todos dois disseram coisas que não agradaram. Você devia pedir desculpas a ele.
- Pedir desculpas? Eu? – Dougie olhava a namorada, incrédulo – Ele que me deve desculpas, me xingou sem nem pensar duas vezes.
- Mas ele também vai pedir desculpas. Vocês têm que conversar, esclarecer as coisas. – disse segurando a mão do namorado
- Ele que venha falar comigo, porque eu não vou atrás dele.
- Aiiii, que namorado teimoso que eu tenho! Vem, vamos voltar lá pra dentro então. – disse dando um beijinho nele e puxando-o pela mão em direção à casa.

e Harry continuavam sentados à mesa onde a discussão aconteceu.
- Eu não agüento mais essas discussões idiotas. E ainda me colocam no meio. – Harry reclamava.
- Eles sempre brigam por nada e cada vez é mais engraçado. – disse rindo.
- Eles são muito imaturos. Estão sempre brigando por bobagens, “Quem deixou as meias suja no meio do ônibus de turnê?” “Quem pegou o controle do PlayStation?” – ele imitava a voz dos amigos.
- São umas crianças mesmo! Cara, quando o Danny te mordeu e o Tom deu uma chinelada no Dougie, eu ri tanto... Achei que fosse morrer! Hahahahahahaha
- Eu estou falando sério, mô! Estou de saco cheio deles sempre discutindo e arranjando confusão a troco de nada! – ele disse sério.
- Meu amor, isso foi só mais uma briguinha à toa. O Tom já é pavio-curto e com o casamento tão perto ele tá pior. Você sabe que o Dougie acaba caindo na pilha também... Eles iam acabar brigando com todo esse stress. Daqui a pouco eles fazem as pazes e amanhã já vão estar arranjando outra coisa pra brigar. Eles são assim. Você sabe disso. Mas todos se amam.
- É, né... Você tem razão, mozin. Só queria que eles me deixassem fora disso e se resolvessem logo. Detesto essas brigas e, porra, o Danny me machucou!
- Aaaawww! Tadinhooo! – deu um selinho no namorado encerrando o assunto.

e Danny foram pra uma espreguiçadeira na beira da piscina.
- Nossa, ultimamente só tem tido discussão idiota e todos os dias!
- Pois é, o Tom está todo nervosinho, e qualquer um que fale uma coisinha ele já se estressa todo. – concordava.
- E sempre acaba sobrando pra mim. Eu que sou o lerdo, o idiota, o irresponsável... – Danny dizia chateado.
- Não é verdade, amor. Você sabe que o Tom não quis dizer aquilo que ele falou. Ele disse da boca pra fora. Ninguém acha que você é idiota de verdade.
- Ah, mas mesmo sendo da boca pra fora, estou cansado de ouvir essas coisas. – disse emburrado.
- Se bem que você é meio lerdinho às vezes mesmo. – brincou.
- Lerdinho, é? Vamos ver quem é o lerdinho... – ele disse chegando mais perto de .
- O que você vai fazer? – ela perguntou com medo da cara de maníaco que ele fazia. Ele a pegou no colo e foi em direção à piscina.
- Não, amor. Você não é lerdo! Não é não! Me põe no chão! – ela gritava, mas ele acabou pulando na piscina ainda com ela nos braços.

Os casais acabaram indo dormir sem se falar direito naquela noite. Acordaram no dia seguinte e só se encontraram quando as famílias dos outros garotos começaram a chegar.

- Mãe! – Dougie a abraçava – Paul, Jazzie... Que saudade!
- Meu filhinho! Como você está bonito! Quem é essa coisinha fofa? – perguntou Sam reparando na cadelinha que abanava o rabo.
- É a minha filha! – Dougie disse sorrindo – , MINHA MÃE CHEGOU! – ele gritou pra namorada que logo em seguida apareceu na sala.
- SAM!
- Minha norinha preferida! – ela disse toda simpática abraçando .
- Eu sou sua única nora! – disse rindo.
- E é a preferida! – ela riu também.
- Certo, certo. Oi Jazzie, oi Paul. – cumprimentou os outros recém-chegados e eles logo foram falar com os Fletchers. Nem dez minutos depois as famílias de Harry e Danny chegaram juntas.
- Onde estão meus netinhos? – Emma chegou perguntando e logo veio falar com ela – Nossa, como cresceram!
- Pois é... – disse com um sorriso imenso passando a mão pela barriga de quatro meses.
- Ei, estou com ciúme! Agora todo mundo chega perguntando da , esquecem até que eu existo. – Harry chegou fazendo biquinho.
- Tadinho dele! – disse passando a mão no rosto do namorado.
- Nossa vez já passou, Harry. – a irmã dele disse – Agora a atenção é toda pros netinhos.
- Como são ciumentos esses dois! – Emma disse apertando as bochechas dos filhos.
- E cadê o Danny? – Kathy perguntava pelo filho.
- Hey, mãe! – ele chegou e deu um beijo estalado na bochecha dela.
- Oi, filho. ! Quanto tempo, querida! – a mãe dele exclamou puxando para um abraço apertado.
- Muito tempo mesmo! – ela correspondeu o abraço.
- Espero que dessa vez você não suma e deixe meu Danny aqui de coraçãozinho partido. - Kathy falou passando a mão pelo rosto dos dois, visivelmente envergonhados.
Depois de mais uns cinco minutos de cumprimentos, todos já estavam colocando as fofocas em dia. As sogras, assim como as famílias, gostavam bastante das noras, e vice versa. Ficaram batendo papo quando Tom se levantou e chamou os outros três amigos para conversar. Eles ficaram uns quarenta minutos conversando sozinhos no quintal da casa. Esclareceram as coisas, pediram desculpas, desabafaram e no final das contas todos voltaram rindo pra dentro de casa como se nada tivesse acontecido. As meninas se olharam aliviadas, sabendo que agora tudo havia voltado ao normal. E as alianças? Bom, não estavam com ninguém mesmo. Nem prontas estavam!
A tarde foi bem divertida e passou muito rápido. As mulheres conversavam sobre o casamento, que roupa iriam usar, davam opiniões sobre os retoques finais da cerimônia e ficavam fofocando. Enquanto os homens discutiam sobre o jogo que passava na TV, falavam também sobre o casamento, trabalho e faziam piadas. O assunto delas agora era sobre acessórios que combinassem com suas roupas e disse que tinha um cordão que seria perfeito para a roupa de Jazzie.


CAPÍTULO 17 – Welcome to paradise

O fim de semana passou rapidamente, e quando menos esperavam, já estavam em Londres se preparando para a cerimônia. O ensaio para o casamento que rolou no domingo saiu tudo bem. Apenas um pouco irritada com a “filha” de e Dougie marcando presença e tirando a atenção de todos, mas como o casal garantiu, depois de muita insistência e gritos, que iriam deixar a cachorra presa durante o casamento, a noiva estava mais confiante com relação ao grande dia.

Buffet confirmado, convites entregues, famílias e amigos confirmados, vestidos e ternos prontos, alianças recuperadas (Dougie prometeu ao amigo que iria buscá-las após a confusão). Tudo estava certo, e pronto. A espera dos noivos e convidados. E a cerimônia estava causando tanta polêmica, que todos estavam bastante ansiosos.
Alguns repórteres que acabaram se tornando amigos dos meninos estariam presentes, e foram autorizados pelos noivos de fazerem pequenas coberturas e reportagens.
O dia acordou favorecendo a todos. Amanheceu com um lindo sol, coisa rara de se acontecer em Londres.
- Uaaahh.. – Harry bocejava ao entrar na cozinha e encontrar a namorada de pé, e já fazendo café. – Bom dia amor.
- Bom dia, lindo.
- Bom dia, bebês! – ele falou com a barriga de , acariciando-a. – O que faz de pé já às oito da manhã? Logo você? – o garoto estranhou.
- Pois é, meu despertador ambulante, leia-se , já ligou lembrando do cabeleireiro que marcamos hoje às nove horas. – ela explicou.
- E ela te acordou que horas?
- Sete e meia.
- hahahahahaha. Se a não ficar maluca de vez até a hora do casamento, não fica nunca mais. – ele disse se servindo de um copo de leite.
- Coooom certeza! – concordou. – E eu deixei o despertador pra te acordar às oito, porque ela também lembrou que vocês têm que pegar o terno e nossos vestidos lá no ateliê.
- Ué, mas a gente tem que pegar oito da manhã? – Harry estranhou.
- A loja abre às oito e meia, e a quer que vá pegar assim que abrir, porque podem acabar esquecendo.
- Eu hein... como vamos esquecer da roupa que iremos usar? Ela acha o que? Que pretendemos ir pelados? – ele se irritou.
- Amor, é a ... se não fizermos isso por ela uma vez na vida, ela morre de gastrite. – dizia conformada.
- Fazer o que, né? Tenho escolha? – Harry disse também se conformando e rindo. – Vou me trocar também pra sairmos, ou você vai com ela?
- Vou com a , ela vai passar aqui em meia hora.
- Ok, os meninos vão estar lá no ateliê as oito e meia também?
- Acho que não. Pelo que eu entendi, o Tom foi resolver umas paradas com a mãe dele e já vai ficar pro casamento lá na casa de campo, o Danny não acorda nem por um decreto, porque a já tentou de tudo, e o Dougie vai deixar eu e a no salão e vai lá te encontrar.
- Beleza então. Vou tomar banho, amor.
Alguns minutos mais tarde, todos já estavam ocupados com alguma coisa. , , e foram para o salão, que havia sido fechado para elas, as mães delas, e as irmãs dos meninos. Dougie e Harry pegaram os ternos e vestidos, e logo após, foram na casa de Danny tentar acordá-lo, pois Tom ligou os lembrando de ir mais cedo para a casa de campo, pois tinham de dar uma entrevista à revista Poplovers, já que um dos repórteres convidados havia combinado com eles.
- Não sei se gostei desse salmão. – comentou ao ver as unhas feitas.
- Nem eu do vermelho. – também fazia cara feia ao ver as unhas.
- Ahhhhhhhhhhhh, suas pôias! Vocês já fizeram as pobres das manicures repintarem umas três vezes. Estão ótimas as cores, agora vamos que quero almoçar. – brigou com as amigas.
- E temos que deixar a mãe da e a Sam fazerem as unhas delas. Só tem quatro manicures aqui, e ainda tem mais gente pra fazer unha. – completou.
- Mas eu vou ficar de unhas feias no dia do meu casamento? – fez bico.
- Não estão feias, ! Ai senhor, daí-me paciência. – não agüentava mais.
- Tá bom! Vocês venceram! Vamos almoçar. Mas voltamos em no máximo uma hora! Ainda tenho que decidir meu penteado. – ela avisou.
- Ok ok ok! Vamos indo. – saiu puxando a amiga, antes que ela lembrasse de mais alguma coisa.

O casamento estava marcado para começar às 19 horas. Como demorava cerca de meia hora para chegar à casa de campo, as meninas se apressaram no salão. fez um penteado com coque, e com algumas presílias de borboletas prateadas pelo cabelo, fez uma trança totalmente diferente, também com presílias de borboletas, fez um coque um pouco mais fashion, com algumas pontas propositalmente para fora, e iria ser a última a sair do salão, portanto não iria com elas. Diferente das meninas, seu vestido ainda estava no ateliê. Ela só ia pegar com o motorista que contrataram para levá-la ao local da cerimônia.
Já eram quase 5 horas da tarde, quando os cabelos, unhas e maquiagem de , e ficaram prontos, as meninas foram pra casa de tentar tomar banho sem molhar nada, e partiriam correndo com os pais de .
não demonstrou estar nervosa em nenhum momento durante a tarde no salão. Seu penteado demorou bastante para ficar pronto, pois a menina queria fazer cachos no cabelo. Chegou ao ateliê às exatas 18 horas, super preocupada, pois não queria ser daquelas noivas que atrasam demais.
Quando terminava de colocar seu vestido, o telefone tocou insistentemente.
- Ajuda aqui, . – implorava por ajuda, pois o vestido era bem justo na parte dos peitos, e ela estava com dificuldade.
- Ok. , atende o telefone aí. – pediu e foi ajudar a amiga.
- Certo. – terminou de colocar os brincos rapidamente e foi atender. – Alô??
- ...
- ?? Que?? O que houve??
- Caaaaaaaaaaaaaara! – a menina dizia com voz de choro.
- , tá maluca?? O que houve? Porque tá chorando?? – ficou preocupada.
- Estou com o meu vestido, ! – ela estava aos prantos.
- E o que aconteceu, porra? To ficando nervosa. Estava rasgado??
- Nããããão. Tá tão lindo! São quase 19 horas, . – soluçava. – Tá chegando a hora.
- Eu sei que está, . Não vá se atrasar.
- Amiiiiiiiiga! Lembra de quando a gente se conheceu??? Éramos adolescentes ainda, e nos mudamos pra Londres e morávamos juntas. E íamos sempre pras baladas, e pegávamos carinhas gatos, e sonhávamos com o nosso príncipe encantado... e... – não conseguia parar de falar. – E conhecemos os meninos, e pensávamos que eles eram gays, e aí ficamos com eles... e aí descobrimos que eles eram do McFLY, e eles ofereceram uma música linda pra gente.. – ela parou pra tomar fôlego e depois continuou. – E agora cada uma já está com seu namorado fixo há anos, e morando com eles, e com nossa profissão, e a vai ter filhos, GÊMEOS, dude.. e eu vou me casaaaaaaar...
- Owwwww meu deus, . Não me faz chorar, sua vadia. – tentava se controlar, mas estava com a voz chorosa.
- A ficha só caiu agora, !
- , minha pôia querida, esse vai ser o dia mais feliz da sua vida. Não é pra chorar assim, é pra ficar feliz.
- Mas e se der alguma coisa errada? E se o Tom quiser fugir na hora de dizer o sim??
- OMG! ! O Tom não vai fugir do casamento dele. Vão ter convidados, e até imprensa lá.
- Ele não vai fugir só por isso? Ele não me ama??
- PQP! , pensa só... você saiu do salão... se você continuar chorando, vai borrar toda a maquiagem. – percebeu que e se aproximavam prontas.
- Vamos ! Estamos atrasadas. – gritou.
- É a , . Ela tá chorando! – explicou.
- Mas porque diabos ela está chorando? – perguntou um tanto brava.
- Disse que só agora caiu a ficha.
- Passa isso pra cá. – tirou o telefone da mão de . – , o que está havendo??
- ! É o meu casamentoooooo! Daqui.. daqui....
- Daqui no máximo uma hora, se você jurar que não se atrasará mais do que isso. – terminou a frase por ela.
- Preciso de abraço. – a menina disse já mais calma.
- Abraça o Pierre, pega o vestido, e vamos logo com isso. Você estará linda, fará sucesso, deixará as groupies morrendo de inveja, e vai arrasar. Então anda logo, pôia.
- Ok, você venceu com a parte das groupies morrendo de inveja. – as duas riram. – Obrigada. Amo vocês. Diz pra que eu a amo?
- , ela ta dizendo que te ama. – deu o recado.
- Ela tá bêbada? – perguntou sem entender.
- Não, tá noiva. – retrucou.
- Hein? – entendeu menos ainda.
- Ahh.. talvez quando a gente for casar, a gente entenda. – deu de ombros. – , estão nos esperando. Boa sorte com tudo. Nos falamos lá na casa de campo. Também de amamos.
Desligaram o telefone e foram se juntar à família de , que esperava no carro. A mãe dela dirigindo um, e o pai digirindo outro. Já que não caberiam todos em um carro só.


CAPÍTULO 18 – Pulling teeth

Enquanto isso, Tom estava arrumado, e recebendo os convidados que estavam chegando. O padre já estava lá, assim como as mesas da festa que iria rolar depois, preparadas uma foto dos noivos, que os convidados ganhariam depois, muitas fotos dos meninos já haviam sido batidas pelas pessoas da imprensa, e era apenas o momento de esperar as meninas que seriam madrinhas, e a noiva.
- Dude, tem um carro chegando. – Harry anunciou ao ver de longe do farol. Tom levantou-se rapidamente para olhar.
- Chegaram?? – perguntou apreensivo.
- São as meninas, guys. – Dougie abriu um sorriso ao notar que eram as namoradas, e foi lá fora para cumprimentá-las. Danny foi logo atrás, seguido pelos outros dois. Antes que eles pudessem falar com as meninas, flashes eram disparados em direção à elas, e familiares, amigos e imprensa as prendiam assim que desceram do carro.
- Gente, até parece que somos celebridades. – resmungou .
- Mas vocês são, oras. – um dos repórteres respondeu.
- Somos namoradas das celebridades. – lembrou.
- Ah, isso faz de vocês celebridades. – o mesmo repórter retrucou.
- Meu deus, que gente louca. Vai entender esse mundo da fama. – cochichou para as amigas, parecendo assustada. E elas concordaram.
- Genteeee, com licença. Queremos falar com nossas namoradas. – Danny pediu, passando apertado por todos, e se aproximando de . – Duuuude, você tá linda, meu amor.
- Brigada, meu Jones.
- Vai ser a madrinha mais linda de toooodas. – ele elogiou.
- Só se for depois da minha . – Dougie disse ao amigo, após dar um beijo na bochecha da namorada, que não quis dar na boca pra não tirar o batom ainda.
- Owww, que amor esse meu pequeno. – abraçou forte o garoto.
- Ahh, vocês não sabem de nada. A minha madrinha que é a mais linda e encantadora, ainda mais com a barriguinha fofa dos meus filhos. – foi a vez de Harry dizer, se abaixando novamente para dar um beijo na barriga de . Tudo ainda sob os flashes dos convidados.
- Hey meninas. – Tom disse apenas, dando um beijo na bochecha de cada uma delas.
- Tominus, como você está? – perguntou ao sentir a mão gelada dele.
- Ansioso. – ele respondeu com um suspiro.
- Imagino! Mas vai dar tudo certo, viu? – a menina tentou tranqüiliza-lo.
- Espero que sim. – Tom deu um meio sorriso, mas que já deixava a covinha de fora. – Devo admitir que meu casamento terá as madrinhas mais bonitas da Inglaterra. Vocês estão ótimas nesses vestidos. – comentou por fim.
- Owww, obrigada, Fletcher. – disse. – A já ta chegando. Agüenta firme.
- Juntem-se pra bater fotos. – o fotógrafo oficial que havia sido contratado para o casamento pediu.
Danny e Dougie batiam algumas fotos se agarrando, outras agarrando Tom. As meninas bateram algumas fotos individuais, com seus namorados, e das três juntas. E quando tirando fotos de todos os sete juntos, puderam ouvir o barulho de um carro se aproximando.
- É a noiva. – alguém gritou, e Tom sentiu que seu coração ia sair pela boca.
- Duuuude. – ele disse de nervoso.
- Ela chegou, Tom. – Danny bateu no ombro do amigo.
- Felicidades, cara. – Harry e Dougie foram abraçá-lo.
- Sua noiva está te esperando. Vai lá, Tominuus. – gritou também emocionada.
Tom fez o que a menina disse, e saiu correndo até o carro, que havia acabado de estacionar. A porta se abriu, mas demorou alguns segundos para sair do carro, pois estava ansiosa. A menina nunca gostou muito de ser o centro das atenções, e além disso, aquele era o dia mais especial de sua vida.
saiu de mansinho, encolhida e olhando para todos. Até que seu olhar parou sob Tom, que a olhava estático, com uma cara de bobo apaixonado.
- Mas o que aqueles dois idiotas estão fazendo? – perguntou baixinho para os amigos. Eles estavam há uns 20 metros de distância do casal, já posicionados para a cerimônia.
- Sei lá, não se movem. – Dougie respondeu no mesmo tom.
- Esses dois são os noivos mais melosos e cagões que eu já conheci. – sussurrou.
- Isso é porque não é o Danny que está casando. – Harry disse sabiamente.
- Idiota. – e Danny disseram juntos.
- Tom, meu querido, vá para o seu lugar próximo ao padre. – a sra Fletcher pediu carinhosamente, quando viu que todos já estavam se posicionando. Tom sorriu e obedeceu. Logo após, o pai de se aproximou da menina e ofereceu seu o braço para que pudessem ir até o altar.
- Você está linda, filhinha. Meu maior motivo de orgulho. – o sr. comentou no ouvido da menina, que se controlou para não chorar.
- Obrigada, paizinho. – ela respondeu dando um beijo na bochecha do pai. Conforme foram andando até o altar, acompanhados pelos fotógrafos, começou de fundo a tocar a música Church on Sunday, do Green day.

Today is the first day of the rest
of our lives
Tomorrow is too late to pretend everything's all right now

I'm not getting any younger
as long as you don't get any older
I'm not going to state that yesterday never was

Bloodshot deadbeat and lack of sleep
Making your mascara bleed
tears down your face
leaving traces of my mistakes

If I promise to go to church on Sunday
will you go with me on Friday night?
If you live with me, I'll die for you
and this compromise

I hereby solemnly swear to tell
the whole truth
And nothing but the truth is what
I'll ever hear from you
"trust" is a dirty word that comes
only from such a liar
but "respect" is something I will learn...
If you have faith


- Meu amor. – Tom finalmente tomou atitude de dizer alguma coisa, ao ver se aproximando.
- Hey Tom. – respondeu com a voz falha.
- Cuide bem dela, Tom. – o pai da menina disse ao ‘entregar’ a filha pro rapaz. E foi para o seu lugar.
- Eu não acredito nisso. Você está... está maravilhosa. Linda demais. – ele deu o melhor de seus sorrisos.
- Obrigada, amorzinho. Você também está divino. – ela respondeu. – E nunca pensei que colocariam essa música.
- “I’ll die for you and this compromise” (Eu morrerei por você e por este compromisso). – ele repetiu as palavras da música, e ela sorriu mais ainda, se é que tinha como.
Ambos então se viraram para o padre, para que a cerimônia pudesse finalmente começar. Todos atentos a todas as palavras já bastante conhecidas pelo padre. Enquanto os convidados assistiam em silêncio, e alguns familiares emocionados, como os pais dos noivos, Tom por um momento pareceu olhar torto para os amigos que estavam próximos, por serem padrinhos.
- Cala a boca, Danny. O Tom já olhou feio pra gente. – sussurrou, batendo na mão do menino, que a cutucava o tempo todo.
- Só mais essa, . Olha só pra avó do Tom, dude. Parece que tem um furão enrolado no pescoço. – ele começou a rir baixinho, mas quando deu uma risada mais alta, e notou o olhar maléfico do pai de e do amigo que estava no altar, se recompôs e ficou sério.
- Agora aprende. – não pôde deixar de rir do namorado.
- Amor, não chora. – Harry cochichou para , que estava com uma caixa de lenço de papel no colo.
- Mas mozin, olha só.. a . Nós dublamos as Spice Girls quando tínhamos 12 anos. – ela enxugava as lágrimas. – e ficávamos sonhando em dar uns pegas no Luiz Fernando de la Veja, e agora ela está casando, e..
- Eu sei, mozin, eu sei. – ele tentava consolar a namorada, fazendo carinho em seu rosto.
- A não pára de chorar. Tá chorando mais do que a mãe da . – Dougie olhou assustado.
- São esses malditos hormônios. – explicou. – Vamos prestar atenção, lindo.
Logo após dizer isto, Carrie e Annie, irmã e priminha de 6 anos de Tom (N/A: prima inventada! xD) estavam indo entregar as alianças para os noivos. Preparadas as alianças, era o momento da pergunta crucial de todo casamento.
- Thomas Michael Fletcher, você aceita , como sua legítima esposa, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias se suas vidas, até que a morte os separe? – tanto Tom quanto , sentiram um frio na barriga quando ouviram o padre falar.
- Pensa bem, hein Tom. – Danny gritou de longe, e todos riram.
- Até a morte é muito tempo, dude. – Dougie também gritou, e todos riram novamente. As namoradas deram pedalas neles, e novamente ficaram quietos.
- Sim, com toda certeza. – Tom disse ainda rindo das bobeiras dos amigos, e colocou a aliança na noiva.
- E você, , aceita Thomas Michael Fletcher, como seu legítimo esposo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias se suas vidas, até que a morte os separe?
- , na pobreza vai ser difícil de agüentar, né? – gritou, e dessa vez foi ela quem recebeu pedalas, mas todos riram novamente.
- Aceito sim. – a menina disse.
- Então, pelos poderes em mim investidos, eu vos declaro marido e mulher. Como manda a tradição, Thomas, pode beijar a noiva.
Eles foram se beijar aos aplausos e gritos de todos, com Church on Sunday tocando novamente. E depois, pulou para abraçar o menino.
- Te amo, Tom. Pra sempre.
- Também te amo, minha linda. – ele respondeu a beijando novamente.
- E nós temos os padrinhos mais mongóis do mundo. – ela comentou, lembrando dos comentários dos amigos.
- Sem dúvidas. Mas também são os melhores.
- YAAAAAAAAAAAAAAAAY. – Harry chegou pulando nos dois.
- CUIDADO COM O MEU PENTEADO, FDP. – saiu de perto, antes que pudesse estragar seu cabelo.
Ficaram batendo mais algumas fotos, dessa vez com todos juntos, e mais uma meia hora só dos noivos, para que então, pudessem conversar.
- Foi lindo, gente. – abraçou os amigos.
- Tudo deu certo! YAAAAAY. – comemorava.
- Agora você é a sra Fletcher, . Hahahaha – também abraçou a amiga.
- É mesmo! Agora sou definitivamente uma Fletcher. Hahaha
- Vamos dançar pra comemoraaaaar? – animou.
- Vamos! Mas antes preciso falar com todos os convidados. – lembrou a amiga. – Apareço já lá na pista de dança! Haha
- WOW, dançaaa! – também se animou.
- Amor, você não vai dançar muito. Lembre-se que os bebês... – quando Harry ia começar, a menina o interrompeu.
- Blábláblá. Vamos comemorar, meu galã. – puxou o menino pela gravata e foram em direção à pista de dança, seguidos por .
- Você não vem, amoooor? – gritou de longe.
- Comidaaaaa! – ele gritou de volta.
- Comidaaaaa! – Dougie acompanhou o amigo para pegarem o jantar, já que estavam esperando por isso há horas. Enquanto os noivos foram falar com os convidados, e bater fotos com os mesmos em suas mesas, foi ver a “filhinha”, para depois ir jantar também, Danny e Dougie não paravam de comer, e , Harry e se divertiam na pista de dança, pegando todas as taças de champanhe que passassem por eles nas bandejas dos garçons.
Depois de muitas fotos, brindes, danças e zoação, a festa chegou ao fim e os noivos partiram em lua-de-mel. Os pombinhos passariam duas semanas no Brasil, mais especificamente em Pipa, no Rio Grande do Norte. Os outros seis amigos ficaram com vontade de ir ao Brasil também, mas os noivos os proibiram, afinal, lua-de-mel é só do casal, os amigos chatos que fiquem em casa!


CAPÍTULO 19 – It’s something unpredictable

Durante essas semanas, os casais que ficaram em Londres não fizeram muita coisa, queriam um pouco de sossego, curtir os momentos a sós. No fim de semana seguinte, estavam os seis amigos reunidos na casa de e Dougie quando escutam a campainha tocar, Phoebe saiu correndo pela casa e ficou latindo ao lado da porta.
- Calma, Pheebs. – Dougie chegou fazendo carinho na “filhinha” e abrindo a porta.
- DOUGIE! – gritou e abraçou o amigo
- ! Tom! Caraca, como vocês estão bronzeados! Ou melhor, está bronzeada. Tom está vermelhasso!
- Pois é, o sol brasileiro é muito forte! Não foi culpa minha!
- Eu disse que era pra você usar protetor, meu branquinho!
- Vamos lá pra sala, está todo mundo aí. – Dougie disse indo pra sala. Chegando na sala, só se podia ouvir os gritos das meninas falando de como estava com um bronzeado perfeito. E os meninos zoando Tom por estar tão vermelho.
- Como se vocês também não ficassem vermelhos assim! – rebatia ele.
- É, mas no momento só você está assim, camarãozinho! – Danny zoava.
- Deixando os comentários de lado. Contem, como foi lá? – perguntou.
- Foi perfeito! – dizia com os olhinhos brilhando – Nós mergulhamos com os golfinhos, passeamos na praia...
- Tomaram banho de sol! – Harry completou
- Sim, tomamos banho de sol. Água de coco, cachaça... Foi perfeito. – Tom disse dando um beijo na bochecha de .
- Aiii, que saudade do Brasil! – suspirou
- Nem fala... – e concordaram
- E o nosso hotel tinha uma vista pras falésias... PER-FEI-TO! – contava animada.
- Ahh, vamos mudar de assunto. Estou ficando depressiva. – falou.
- A gente vai passar as próximas férias no Brasil, tá amor? – Dougie disse pra animar a namorada.
- Eba! – ela disse sorrindo e dando um selinho nele. – Mas e aí? O que a gente vai fazer hoje? Estou cansada de ficar dentro de casa!
- Qualquer coisa, desde que não exija muito esforço! – pediu – Não é fácil carregar duas crianças de cinco meses dentro de você!
- Falando em bebês... – abriu sua bolsa e tirou um embrulho de presente – Comprei pra eles... ou elas... – e entregou o embrulho à . Ela abriu e encontrou dois macacões, um branco e um amarelo. No branco tinha escrito “Eu amo o Brasil!” e no amarelo tinha “Papai chega tarde? Mamãe estressada? Ligue 0800 - Titia. Satisfação garantida!”.
- Que lindos, ! Obrigada. – e deu um abraço na amiga.
- Por nada! – a menina sorriu. – Então, já sabem o sexo?
- Ainda não, a ultra está marcada pra amanhã. Não sei como o Harry vai agüentar. – respondeu.
- hahahahahaha Harry é o mais ansioso, precisa ver. – comentou, e Harry olhou feio.
- Estou curioso, tá? – ele se defendeu.
- Quero ir juntooooo! – se animou com a notícia.
- Ela não deixou ir ninguém. – apontou pra , parecendo brava.
- Como assim? – Tom perguntou.
- Pô, todo mundo quer ir! Se eu for deixar um, tenho que deixar todos. – se explicou.
- Pode deixar que ligaremos assim que soubermos. – Harry disse com um baita sorriso no rosto, parecendo criança feliz.
- Mas agora conta mais do Brasil. Alguém reconheceu o Tom por lá? – Dougie se virou para curioso, e o casal voltou a contar as histórias de suas pequenas férias no Brasil.

No dia seguinte, bem cedinho, Harry deu uma de namorado cuidadoso, levantou cedo, fez o café para , levou na cama e a estava tratando com muito mais carinho do que o normal. Eles estavam bem mais unidos depois que tiveram a notícia da gravidez da menina.
Os dois se arrumaram rapidamente, e partiram para o hospital, ansiosos para descobrir o sexo dos bebês.
- Olha mozinnnnnnnnnnnnnnnnnn!!! – gritava com os olhos cheios de lágrimas ao ver seus filhos na tela. Ela segurava forte a mão de Harry, que também estava emocionado.
- Então serão dois meninos mesmo, Doutor? – ele perguntou ao médico, que confirmou. – Dois meninos, mozinnnnnnn!! Já to conseguindo imaginar eles montando uma banda de rock, e seguindo a carreira do pai. – o garoto beijou as mãos da namorada, e foi dar um selinho em seguida.
- Ah mas é ruim hein!!! Nem que a vaca tussa! – largou as mãos dele. – Meus filhos vão ter uma carreira decente, ok Harry Judd? Nada de Influenciá-los mal! Já estou até vendo: um advogado e um médico. Um de terno, todo chique, e outro de branco, com aquele jaleco. – sonhava acordada.
- Ahhhhhhhh, mas nem podem ter uma banda de passatempo mozin? – Harry fez bico.
- Pra eu ter que agüentar barulho dentro de casa? Nem pensar. – ela disse ao se levantar.
- Eles ensaiam no estúdio. – Harry pedia enquanto acompanhava a namorada para saírem do consultório.
- Pensarei na possibilidade. – a menina não deu o braço a torcer.
Eles agradeceram o médico, e saíram do hospital em direção à gravadora dos meninos, pois eles teriam reunião depois do almoço, e combinaram de se encontrar lá às 11 horas.
- E aí??? – perguntou animada ao ver os amigos chegando.
- MENINOS! – gritaram juntos.
- WOOOOOOOOOOOOOOOOOW! – foi abraçá-los. – Parabéns, dudes.
- E alguém me deve um baixo nooovooo. – Dougie cantarolou, após cumprimentá-los.
- Deve um caralho! – Danny retrucou.
- Claro que sim. Você disse que seria menina. – Dougie disparou.
- Uma menina, e um menino. Não vale. – Danny cruzou aos braços, e todos riram.
- Então me deve pelo menos um violino, porque eu ganhei! – o menino batia no peito.
- Heeeeeeey! Parem de apostar coisas sobre os meus filhos, seus manés. – deu pedala neles.
- E já pensaram nos nomes? – Tom finalmente deu o ar da graça.
- Ai! Nem me fale nisso... Uma confusão só! – respondeu, sentando-se na cadeira ao lado de , que ficou passando a mão na barriga da amiga.
- Mas quero que um se chame Clive. – Harry disse.
- Quer nada. Meu filho não vai ter nome feio. – disse, arrancando risadas de todos.
- E que nome você já pensou? – Harry perguntou a ela, de cara feia.
- Sei lá, William é legal. – ela disse pensativa.
- Sou mais Billie. – opinou.
- Larga de ser groupie do Green Day, . – deu um pedala na menina.
- Pois é, ! Chega de Green Day! – Dougie concordou com a namorada, e se virou para Harry e . – Coloca Mark, muito melhor.
- Duuuuuuuuh, Poynter. – foi a vez de e Tom darem pedalas nele.
- Mark é melhor do que Billie. – refletiu. – Mas não fui com a cara de nenhum dos dois pra chamar meus filhos. Parem de pensar em nomes de caras de bandas que vocês curtem.
- Falar em bandas que vocês curtem, souberam que terá Arctic Monkeys no Astoria? – comentou, ao notar o pôster da banda na parede.
- Sério? Vamos, amor? – Danny se animou.
- Aham! – respondeu.
- Celular, dudes. Já volto. – Tom anunciou, mostrando o aparelho, e foi atender um pouco longe.
- Bem lembrado, . – disse.
- Você não pode ir em show no Astoria com 5 meses de gravidez, mozin! Eu não deixo. – Harry foi firme.
- Não, seu pateta. Estou falando por causa do nome. Alex Turner... Alex é legal! Adoro esse nome.
- Também acho legal. – Harry apoiou.
- Aaaahhh! Acho que escolhemos um... – ficou feliz.
- É, Alex é um nome bonito mesmo. Legal pra neném, nome forte, de artista...Tá aprovado, mozin! – Harry apoiou e a namorada comemorou.
- Quem era, Tominus? – perguntou, ao ver que o namorado se juntou à eles novamente.
- Era o James perguntando se estávamos por aqui, porque ele está aqui perto, e vai dar uma passada. – Tom respondeu.
- ciumentaaaaaaaaaa. – começou a zuar a amiga.
- Cala a boca, ! Só curiosa, oras. – ela cruzou os braços, e Tom riu da cara que a garota havia feito.
- Que tal James, gente? – Danny sugeriu.
- James? Ecaaaa! Horrível. – tratou de descartar.
- Também acho. Mas Dave é legal. – foi a vez de Harry opinar.
- Dave? É mesmo! Curti esse também, mozin.
- Juuuura? – Harry vibrou quando a namorada afirmou. – Finalmente acho que chegamos num acordo. Dave e Alex.
- YAAAAAAAAY. Serei a madrinha do Alex. – comemorou junto.
- E eu do Dave. – foi logo dizendo.
- Heeeey! Mas e eu?? – fez bico.
- Você se ferrou! Falamos primeiro. – deu tapinhas nas costas de , como se fosse de consolo.
- Hahaha. Engraçadinha! Também quero ser madrinha, oras.
- Pode ser madrinha da Phoebe, se quiser. – Dougie propôs, e teve como resposta o dedo do meio de .
- Seu ridículo. – a menina disse brava.
- Ei, tá desmecerendo minha filha? – fingiu se irritar.
- Acho que essas meninas estão esquecendo de quem são os pais das crianças. – Harry disse numa tentativa de parar a discussão.
- É mesmo. E que, portanto, quem escolhe padrinho e madrinha somos nós. – apoiou.
- Me escolham!!! – levantou a mão.
- Bom, acho justo cada um escolher um. Não vou nem te escolher, e nem escolher a , porque seus namorados seriam os padrinhos, e eles APOSTARAM SOBRE O SEXO DOS MEUS FILHOS. – resmungou. – Então quero e Tom.
- Yaaaaaaaaaay. – os ‘escolhidos’ comemoraram, e estiraram a língua pros outros.
- Injusto!! Só por causa do mongol do meu namorado? – tentou argumentar.
- Pois é, só por causa do... eiiiiiiiiiiiii... – Danny ia dizendo. – Eu não sou mongol.
- Hahahahahaha. Só um pouco lerdinho, né Jones? – Dougie riu do amigo.
- Olha quem fala. Não fui eu que disse que o Brasil ficava na América do Norte, ok? – Danny entregou o amigo.
- Ahhhhh, mas é tudo América. Pelo menos eu sabia o que era monárquico quando fui conhecer a rainha. – Dougie disse, fazendo todos rirem mais uma vez.
- Ninguém supera essa, amor. – fez carinho no namorado.
- Chega, chega, chega! – Harry bateu na mesa. – A escolheu os padrinhos do Alex, nome sugerido por ela. Então eu vou escolher os do Dave. – ele começou seu discurso. – Já que o critério da foi escolher o que não participou da aposta, então eu uso o critério oposto, e escolho o que ganhou, e sua respectiva namorada.
- YAAAAAAAAAAAAY. – e Dougie começaram a fazer a dancinha do caldeirão pra comemorar.
- Por que por issooooooo? Que injustiça!! – Danny gritou.
- Porque eu amo todos vocês, dude. Não sei como escolhê-los. – Harry disse.
- Achei justo. – falou.
- Droga, Jones! Tudo por sua culpa! – deu um peteleco no namorado. Depois das escolhas de padrinhos e madrinhas, os meninos tiveram uma reunião. As meninas ficaram fofocando e pensando em decorações para o quarto dos bebês. Depois da reunião foram todos almoçar fora, inclusive James, que não gostou nada de saber que seu nome foi descartado por ter sido considerado feio. A vida continuou normal, os meninos estavam começando a fazer um novo CD.


CAPÍTULO 20 – I’ve got you to make me feel better

Eles estavam bem ocupados dando retoques finais em composições, gravando músicas, passando som, fazendo sessões de fotos, que nem tinham muito tempo pra sair juntos. Chegavam do trabalho esgotados. As semanas se passaram rápido. A barriga de crescia cada vez mais, ela estava com oito meses e meio agora e eles estavam cada vez mais ansiosos para a chegada dos bebês.
Harry tinha ido para o estúdio com os meninos para uma reunião com os produtores. estava na casa de fazendo companhia para a amiga, elas estavam vendo O Senhor dos Anéis. Frodo tinha acabado de ser picado pela aranha gigante quando grita:
- Aiiii!
- Eu sei... É horrível! – disse olhando fixamente para a TV.
- !!! Está doendo! – reclamava.
- Eu sei... Deve estar doendo mesmo! Olha o tamanho dessa aranha! Que nojo!
- Não, sua anta! Minha barriga está doendo! Acho que estou tendo contrações!
- Contrações?! Não pode ser! Contrações querem dizer que os bebês vão nascer!
- JURA?! NEM TINHA PENSADO NISSO! – gritou irônica.
- Calma, . Respira fundo. Ainda faltam pelo menos mais duas semanas! Deve ser um alarme falso.
- É, pode ser. – se acalmou um pouco – Está passando. – dizia enquanto respirava fundo.
- Não pode ser já... Tá cedo ainda!! Ai Jesus, e se for mesmo agora?!? – se desesperava.
- Calma! Vamos esperar mais um pouco. O médico disse que gravidez de gêmeos costuma adiantar um pouco. Mas agora não sinto nada...
- Vai ver eram gases.
- Gases, ?!?! Vá se ferrar! Porque não foi você que sentiu né....
- Nossa a grávida estressadinha tava muito tempo quieta. – murmurou.
Elas voltaram a ver o filme quando pouco depois grita de dor novamente.
- AAAAAAAIIII! PUTAQUEOPARIU!!!! Que dor do cacete!!! – estava desesperada.
- Ok! Ok! Calma, . Vamos pegar suas coisas e ir direto pro hospital, é melhor! Assim podemos ir com calma.
- E o Harry?
- Eu ligo pra ele no caminho. Vamos. – disse pegando sua bolsa e a malinha de que Harry já havia arrumado desde o sétimo mês, por precaução, segundo ele. Elas saíram do apartamento e pegaram um táxi. estava ficando nervosa junto com e, portanto não quis dirigir. De dentro do táxi pegou seu celular e discou o número de Harry. começava a sentir uma nova contração.
No estúdio, os meninos estavam começando a ensaiar uma música nova, quando o celular de Harry começa a tocar.
- Porra, Harry! Desliga isso! – Tom ralhou.
- Óbvio que não. Pode ser a ! Ela pode estar precisando de mim. - o garoto disse indo em direção à sua mochila e pegando seu celular. Olhou no visor e viu o nome de na tela – É a .
- Por que ela está te ligando? – Dougie perguntou curioso.
- Sei lá.
- Atende logo essa droga! – Danny ‘pediu’.
- Alô. ?
- Harry! Ainda bem que consegui falar com você. AAAAAAAAAAIIIIIIIIII!! – gritou porque estava apertando sua mão, e como as contrações estavam mais fortes, ela quase quebrou a mão da amiga. O grito pôde ser escutado por todos no estúdio e Dougie fez uma cara de desespero.
- O que houve, Harry? – perguntaram os meninos preocupados.
- O que foi isso, ? – ele perguntou também preocupado.
- A ! Ela está tendo contrações. Nós estamos indo pro hospital. E ela está quase quebrando a minha mão! Então faça o favor de ir direto pro hospital encontrar com a gente, aí ela quebra a sua!! – e dizendo isso desligou o telefone para olhar seus dedos esmagados.
- O que ela falou, Harry? – perguntaram todos.
- Ela... ela dis... disse que está indo... pro hospital. – ele falava devagar, tentando absorver as informações – A está tendo contrações... meus filhos vão nascer! – Harry estava parado estático.
- E você vai ficar aí? – perguntou Dougie dando um pedala nele – Vamos, eu te levo pro hospital. Tom, avisa as outras meninas e depois você encontram com a gente. – disse pegando seu casaco e puxando Harry pelo braço.
- Meus filhos vão nascer... eles vão nascer... – Harry tinha um sorriso imenso no rosto e não parava de repetir isso. Dougie foi dirigindo enquanto Harry olhava pro nada com cara de bobo. Tom havia ligado para , que avisou e então ele e Danny foram buscar as duas para irem ao hospital.
Harry e Dougie chegaram ao hospital e foram direto à ala de maternidade. Chegando lá puderam ver a menina já vestida com aquele avental de hospital em pé se apoiando na cama. estava em pé ao lado dela, passando a mão pelos cabelos da amiga, dando apoio. Quando viu Harry começou a chorar.
- Haaaaaaaaaaaaaaarry!!! Até que enfim! Acho que tá na hora! – ela disse ganhando um selinho dele.
- Nossos bebês, mozin! Finalmente. – Harry falou ainda meio extasiado.
- Nem acredito que já vão nascer. – Dougie comentou chegando perto de e dando um selinho nela.
- Passou bem rápido mesmo, parece que foi ontem que estávamos em Vegas e a descobriu que estava grávida. – disse lembrando da viagem.
- Passou rápido pra vocês que não tiveram que carregar pra lá e pra cá duas pessoas dentro de vocês, nem tiveram que ir ao banheiro 10 vezes por dia e muito menos ficaram com uma barriga como se tivessem engolido duas bolas de basquete! AAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIII– reclamou e começou a sentir uma nova contração.
- Nossa, ela tá com a macaca hein... – Dougie falou baixinho pra .
- Imagina ter que ouvir isso e ainda sentir seus ossinhos da mão serem triturados enquanto ela berra no seu ouvido!
- Eu ouvi isso, sr. e sra. Nanico! – rosnou pra eles enquanto Harry a ajudava a se sentar na cama.
- Calma, mozin! Não se estressa! Fica calma, tenta relaxar...
- Relaxar COMO HAROLD?!?! Não é você que vai ter que dar à luz DUAS crianças e ainda tem que suportar uma dor INFERNAAA... AAAAAAAIIIII!
- É, gente melhor deixarmos vocês a sós. – Dougie disse puxando para saírem.
Eles foram e o médico entrou no quarto.
- Boa tarde! Vamos ver quanto de dilatação nós temos? – perguntou e se posicionou para verificar – Sete centímetros...
- E o que isso quer dizer? – perguntou Harry
- Quer dizer que já podemos nos encaminhar para a sala de parto.
- Já? – perguntou assustada.
- Não se preocupe, vai dar tudo certo. Vou mandar as enfermeiras virem buscar a senhora. O senhor vai querer assistir ao parto?
- Claro! – Harry respondeu prontamente.
Logo depois ele já estava vestindo a roupa apropriada para entrar na sala de parto e duas enfermeiras vieram para levar e Harry.
e Dougie chegaram na recepção para esperar e lá encontraram , Tom, Danny e sentados com caras de emburrados.
- O que foi? – perguntou Dougie.
- Aquela mulher da recepção! Uma escrota! – reclamou apontando pra uma velha atrás do balcão.
- Ela não quis deixar a gente entrar no quarto pra falar com a , disse que já tinha gente demais lá dentro e blábláblá. – falou imitando a voz da mulher.
- A gente só queria desejar sorte! – Danny fez beicinho.
- Pois é, só os VIPs puderam entrar. – Dougie se gabou.
Eles ficaram conversando durante um tempo, até que os meninos sentiram fome. Então foram todos em busca de comida.

Enquanto isso, na sala de parto...
- AAAAAAAAIIIII!! Eu não estou mais agüentando! – reclamava da dor.
- Eu preciso que você empurre mais um pouco. Estamos quase lá. – o médico disse.
- Vamos, mozin. Você consegue, eu sei que consegue. – Harry encorajava a namorada.
- Você fala isso porque não tem duas coisas gigantes tentando sair pela sua vagina! Você ficou com a parte mais fácil do trabalho! Pois fique sabendo Harry Judd sexo com você NUNCA mais!!
Mulheres em trabalho de parto nunca eram seres amáveis, mas estava se superando pensou Harry. “Que essas crianças saiam logo! Que essas crianças saiam logo!” ele repetia mentalmente.
- Estou vendo a cabeça do primeiro! – o médico anunciou – Preciso que você empurre mais forte agora.
- Eu não consigo! – ela chorava
- A gente consegue, meu amor! Eu tô aqui com você. – Harry encorajava estendendo a mão dolorida com cara mais de dor do que de confiança.
- Vou contar até três, você vai reunir toda a sua força e empurrar o máximo que conseguir! 1... 2... 3! Agora!
- AAAAAAAAAAAHHHHHH! – ela fez força e logo depois o choro do bebê recém-nascido invadiu o local. Harry ria e chorava (de dor?) ao mesmo tempo. Apertava a mão de e dava beijos em sua testa. O médico mostrou aos pais o pequeno menininho e entregou-o a enfermeira para limpá-lo.
- Ele é lindo! – Harry exclamou com os olhos brilhando – Obrigado, amor! Eu te amo!
- É igualzinho a você! Te amo. – ela disse chorando abertamente e ganhou um selinho do namorado. A enfermeira tirou o bebê dos braços dela e o levou para ser limpo e para que se concentrasse em dar a luz ao segundo filho.
- Vamos lá, agora vai ser mais fácil! – o médico chamou. Depois de muitos gritos do casal, xingamentos e Harry quase perder os dedos, puderam ouvir o choro do segundo bebê na sala de parto. A felicidade do casal era indescritível. Choravam e sorriam, ao mesmo tempo que trocavam carinhos e babavam em suas crias.
Depois de os bebês já estarem devidamente limpos e cuidados, assim como a mãe, todos foram levados para o quarto, e Harry foi à recepção contar aos amigos. Eles estavam lá comendo salgadinhos e conversando. Quando viram Harry chegar, todos começaram a sorrir e dar os parabéns a ele. Ele nem precisou falar nada, seu sorriso dizia tudo. Todos o seguiram para o quarto.
- Façam silêncio. Eles devem estar dormindo. – Harry alertou os amigos, que estavam animados e ansiosos para ver os sobrinhos. Ele abriu a porta com cuidado pra não fazer barulho, os amigos entraram sorrindo e olhando para , que estava deitada com os gêmeos no colo.
- Qual dos dois é o Dave? – perguntou querendo conhecer seu afilhado.
- Esse aqui. – entregou o bebê nas mãos de , que segurou com muito cuidado.
- Eles são tão lindos! – e falavam com os olhinhos brilhando. pegou Alex no colo.
- São mesmo! – Harry disse dando um beijo na testa de e segurando a sua mão. Ficaram ali um tempo em silêncio, só observando os dois bebês que estavam no colo de suas respectivas madrinhas. quebrou o silêncio dizendo:
- Mas eu ainda quero um afilhado. – falou fazendo bico.
- Calma, . Você vai ser a madrinha do meu filho. – disse sorrindo e todos olharam pra ela. Tom estava com os olhos arregalados, tentando entender o que a mulher tinha dito.
- Como assim, do nosso filho, meu amor? – ele perguntou ainda um pouco espantado. apenas sorriu e confirmou com a cabeça. Tom estava boquiaberto, mas visivelmente feliz. Queria gritar, mas não podia, apenas abraçou e beijou a esposa.
- Parabéns, dudes! – Danny abraçou Tom e os dois ficaram pulando juntos.
- Que liindo! – estava emocionada – Agora nossos filhinhos vão ter amiguinhos!
- Isso não vale! – Dougie reclamou – Todo mundo casando, tendo filhos... Amor, casa comigo? – disse de repente olhando pra .
- Quê?! – ela o olhou assustada.
- Casa comigo? – ele fez cara de pidão – Eu não tenho alianças aqui... mas... Quer casar comigo?
- Claro que quero! – ela disse dando um beijo nele.
- Eeei! Meu filho é muito pequeno ainda pra ver cenas explícitas! – Harry brincou e pegou Dave do colo de , que logo que teve os braços livres puxou Dougie pra um abraço e lhe deu um beijo apaixonado.
- Vamos comprar as alianças, vem! – Dougie saiu puxando pela mão, sem dar chance de ninguém falar mais nada.
- Caramba! Eles vão casar! – falou olhando pra porta que se fechava.
- E vocês vão ter um bebê! – comentou.
- É seus lerdos... só faltam vocês hein... – Harry zoou o casal que ficou sem graça.
- Falta nada! Nós estamos morando juntos de novo! – Danny disse abraçando .
Eles ficaram mais um tempo curtindo os bebês até que acharam que já era hora de deixar descansar, afinal, dar a luz a dois bebês não é mole não! Nem tudo dura para sempre. As pessoas mudam, crescem, começam a correr atrás de seus sonhos e a seguir sua vida. Mas sem dúvidas, com amizades fortes e verdadeiras ao lado, e amores inesquecíveis, é bem mais prazeroso compartilhar todos os momentos.
Todos foram para suas casas pensando em como a vida deles tinham mudado desde o dia que as meninas encontraram os supostos ‘gays’ na boate. Sem dúvidas, eles eram as pessoas mais felizes do mundo.

FIM?



N/A Jú: Bom, pessoal... a parte 2 chegou ao fim... e Aí? Gostaram? Querem mais? Já estão de saco cheio?
Nos digam ae o que acharam e quem sabe a aventura não continua?
Quero agradecer a Biia, que me lembrou que ainda falatava o último capítulo da fic!
Obrigada a todos que leram!

N/A Tata: Olá criooonças!!!!! acabou!! fim!! the end!! it's over!!! obrigadotchau

N/A Minn: Heeey peopleS!!
Tempoooos que não postamos por aqui né!! Desculpem mesmoo a demora, mas estamos todas ocupadas ultimamentee... sabe como é né... Equipe Flyers e tal... *faz propaganda* husahushsausha [by the way... www.flyers.mcfly.com.br =D].
Mas enfiiim, aí está o último capítulo!! Realmente esperamos que vocês tenham gostado e se divertido com ela!!
Obrigada por todo o apoio que vocês nos deram durante esse tempo!
Tata está mandando dizer que não somos pervas não, viu! hahaha [só a Nina xP]
Obrigada de novo, em nome de todas nós! =D
See ya!!! We love you all and another guys!! [haaa]
Very kizes,
Minn.
[Ju, Tata e Carol (preguiçosas) também.]




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