Fanfic finalidada.

Capítulo Único

A cerveja bem gelada descia pela garganta de do jeito que ele havia desejado o dia inteiro. Fazia um puta calor na cidade e mesmo que não fizesse, tinham lhe colocado para fazer uma porrada de exercícios físicos.
Ele já imaginava que a primeira semana no treinamento para a academia de polícia não seria nem um pouco tranquila. Os professores faziam questão de arrancar o couro de cada um, assim já podiam eliminar quem não aguentaria o tranco, e não foi surpresa alguma mais da metade da turma ter dado para trás.
Era uma sexta-feira à noite, o que significava que o futuro detetive fazia parte do grupo sobrevivente, então uma comemoração era mais do que justa.
Encostado no balcão de um pub local, agradeceu mentalmente porque ali ao menos a cerveja era gelada, por mais que o gosto não fosse lá aquelas coisas. Ele nunca tinha ouvido falar na marca que eles ofereciam, porém tinha prometido a si mesmo que ia curtir um pouco e deixar para resmungar depois.
Claro que as coisas não seriam assim tão fáceis para . Como uma grande piada do universo, desde o início do treinamento ele tinha sua paciência constantemente testada por quem ele tinha certeza ser o demônio em forma de mulher.
Naquela noite, não seria diferente.
Não sabia dizer o motivo de ela o irritar tanto, mas apenas a presença de era o suficiente para fazê-lo bufar a cada cinco segundos.
A mulher fazia questão de desfilar de um lado para o outro com o vestido absurdamente curto que havia escolhido para aquela noite. Sempre com seu copo de bebida na mão, ela passava o olhar pelo ambiente, vez ou outra direcionando-o até o homem, abrindo um sorriso provocativo que ele retribuía estreitando os olhos.
Ela sabia muito bem que o irritava e adorava aquilo.
Cansada de rebolar sua bunda quase descoberta pelo pedaço de pano que usava, ela decidiu parar do outro lado do balcão, escorando-se ao bar e ficando de lado. Sabia muito bem que aquela posição dava a ele a visão perfeita da abertura do vestido, que mostrava toda a curva de seu seio.
De forma quase inconsciente, apertou os dedos em volta da garrafa que segurava, percebendo tarde demais que havia passado a língua pelo lábio inferior.
Por mais insuportável que fosse, ele jamais poderia negar o quanto aquela mulher era deliciosa. E foi impossível não deixar que seus pensamentos fossem povoados por ideias do que ele poderia fazer se enfiasse a cara entre os peitos dela.
Puta merda, como ela o irritava!
Bebeu mais generosos goles da cerveja, desviando seu olhar da mulher e decidindo ignorar qualquer movimento dela pelo resto da noite. Certamente ele arrumaria algo melhor para fazer do que ficar olhando para , não é?
Mesmo do outro lado, ela conseguiu notar que o tinha atingido como pretendia. Deu um longo gole em sua bebida para terminá-la e então foi para o meio da pista, determinada a dançar até o sol raiar. O lugar não estava muito cheio, então não teve dificuldade alguma para chegar bem ao meio da pista que tinha no pub.
Por mais irritante que aquele homem pudesse ser, ela não conseguia desviar o olhar dele conforme dançava. era delicioso, podia nunca admitir isso a ele, mas em seus pensamentos o fez com certeza.
A mulher movia o quadril de um lado para o outro, desviando o olhar vez ou outra, mas aproveitou como ele estava distraído e o mediu por inteiro. Mordeu os lábios ao começar pelo rosto, imaginando a barba dele roçando sua pele e sentiu cada parte de seu corpo arrepiar, fazendo-a roçar uma perna a outra.
Precisava tirar aquelas ideias da cabeça. Aquele homem era um troglodita e ela jamais se deixaria levar daquela forma.
Mais uma fez foi traída pelos desejos carnais ao descer o olhar, reparando na camisa social que ele usava e desejou rasgar para poder ver aquele peito nu de perto mais uma vez, imaginando como deveria ser quente, delicioso e….
de repente deu-se conta de que estava quase parada no meio da pista, roçando as coxas e bem mais perto dele do que pretendia. Então desviou o olhar, voltando a mover o quadril e virou-se, ficando de costas para o homem.
Traindo a si mesmo, percebeu a proximidade dela. Na verdade, ele tinha a acompanhado pelo canto dos olhos e se perdido no balançar dos quadris da mulher, desejando apertar seus dedos na cintura dela e puxá-la para que colasse aquela bunda deliciosa contra o corpo dele.
Vê-la virar de costas não facilitou as coisas em nada.
Bufou mais uma vez e só se deu conta de que sua cerveja havia acabado quando foi virar mais um gole e nenhuma gota desceu aos seus lábios.
O bar não estava lá tão movimentado, porém apenas uma pessoa o atendia e o cara estava entretido batendo papo com uma ruiva. não o julgava por aquilo, mas revirou os olhos ainda assim porque precisava se ocupar com qualquer outra coisa que não fosse a bunda de bem à sua vista.
— Inferno — resmungou muito mais alto do que gostaria, esperando que o barman finalmente o visse ali antes que perdesse a mínima paciência que tinha.
abriu um sorriso tendencioso ao ouvir a irritação do homem. Aquilo só a incentivou a se empinar ainda mais, dançando ao ritmo da música de um jeito que fazia seu vestido subir. Ela movia o quadril embalada pelo som e sabia muito bem o showzinho que estava dando a ele, afinal estavam bem próximos.
O plano de não se deixar afetar por ele estava indo por água abaixo, porque a mulher sentiu que escorria ainda mais do que antes, mas não se importou. A ideia de ter os olhos dele queimando em suas costas a deixava louca para virar e agarrá-lo ali mesmo, mas não o fez, gostava daquele joguinho de gato e rato.
Pelo canto de olho, ela espiou e rebolou com afinco, sentindo que a polpa de sua bunda havia ficado exposta, mas não deu importância alguma àquilo.
Filha da puta gostosa do caralho.
Ela só podia estar fazendo aquilo de propósito e precisou repetir para si mesmo o quanto era insuportável, talvez assim ele conseguisse desgrudar os olhos dela.
Mais uma vez, o homem não se deu conta de suas próprias ações, porque virou o rosto na direção dela, deixando mais evidente que a observava.
Percebendo aquilo a mulher aproveitou o ritmo em que a música estava e abriu as pernas, rebolando com afinco, indo até o chão e subindo lentamente. Fez tudo aquilo sem deixar de olhá-lo de soslaio, adorando assistir cada uma das reações dele e repetiu o gesto algumas vezes, sorrindo safada.
Sabendo que já tinha deixado as coisas chegarem àquele nível, ela se virou, ficando de frente para ele. não parou de mover seu quadril, ainda dançando, e aproveitou que estavam de frente para olhá-lo fixamente, dessa vez sem se importar que ele assistiria cada uma de suas feições desejando-o.
O tesão estava falando mais alto e ela só conseguia pensar nas mãos dele passeando em sua cintura, dançando colada a ele, de preferência sem roupa.
não desgrudou os olhos dela por um minuto sequer e por hora ignorou o fato de que não podia se deixar levar por aquela mulher, afinal, ela era o demônio na terra.
A forma como dançava, lhe provocando, só deixava aquilo mais evidente para ele.
não resistiu e acabou se virando de costas para o bar, se encostando no balcão e se ajeitando em uma posição confortável o suficiente para que continuasse observando dançar. Seu olhar percorreu cada centímetro da mulher de forma descarada e ele umedeceu os lábios, imaginando ela rebolando daquele jeito em outro lugar, mais especificamente no colo dele.
A mulher adorou aquilo e diminuiu um pouco o ritmo com que dançava para ele poder captar cada um de seus movimentos. Passou as mãos por suas curvas, delineando a região da cintura conforme mordia os lábios ao encará-lo, adorando poder olhá-lo nos olhos enquanto fazia aquilo tão perto dele.
Não era a primeira vez que o desejava daquela forma, mas nunca havia feito tão de perto e descaradamente.
estava adorando aquilo.
Ignorando qualquer controle ainda existente em seu corpo, ela aproximou-se um pouco mais, o suficiente para conseguir sentir o cheiro delicioso do perfume que usava. Agora não estavam tão distantes assim e ela subiu a mão por sua cintura, mais uma vez percorrendo seu corpo e fez questão de passá-las em seus seios, apertando-os para que ficassem bem marcados naquele tecido.
Soltou sonoramente um gemido afetado, adorando a ideia dele escutar aquele som.
Porra, aquilo mexeu com ele. Foi inevitável não imaginar o quão delicioso seria ouvi-la gemer o nome dele daquele jeito.
Se agarrando a um último fio de sanidade, desviou o olhar, procurando qualquer conhecido à sua volta, porém o universo realmente podia ser uma vadia de vez em quando. Todos pareciam ter evaporado e só restava ali.
Maldita .
voltou a encará-la, sentindo que seus olhos ferviam em sua direção e ignorando o fato de que ele estava sóbrio o suficiente para não ter a desculpa do excesso de bebida, endireitou sua postura e seguiu para o lugar onde ele sabia ser seu inferno particular.
Com o esboço de um sorriso em seus lábios, porém, fingiu que passaria reto pela mulher, fazendo questão de esbarrar seu corpo no dela. Ela tombou levemente a cabeça ao notar aquela atitude, estampando uma expressão sacana e não fez questão alguma de se afastar, virando-se para roçar sua bunda nele enquanto dançava ao ritmo da música.
Não ia perder a oportunidade de senti-lo daquela forma. Já tinha se lançado e nem fodendo que voltaria atrás.
adorou mover o quadril, empinando-se toda para ele, sentindo que ficava cada vez mais excitada com a expectativa dele tocá-la.
sabia muito bem que não cumpriria seu objetivo.
Ao sentir o quadril dela roçando nele daquele jeito, foi impossível não desejar mais contato, ainda mais quando ele levava em conta o quão fino era o tecido daquele vestido, sem falar que era realmente curto e o jeito que se empinava fazia a peça subir, deixando mais uma vez à mostra a polpa de sua bunda.
Caralho. A quem ele estava tentando enganar?
Honestamente, ele ainda podia odiá-la enquanto ela rebolava gostoso em cima dele.
Soltando um grunhido resignado, permitiu que sua mão seguisse até a cintura da mulher, apertando e puxando-a contra si, removendo qualquer distância que ainda existia entre os dois. As costas de se chocaram contra o peitoral dele e automaticamente a respiração irregular de atingiu o pescoço de .
Adorando a brutalidade com que ele a puxou, foi inevitável sentir como o pau dele estava duro roçando contra sua bunda. A mulher fez questão de se esfregar ainda mais ao sentir o quanto aquilo era delicioso, jogando a cabeça para trás, apoiando-se no ombro de , facilitando para senti-lo com mais afinco arqueando suas costas.
Mais uma vez, ela gemeu, fazendo o homem arfar com aquilo e apertar ainda mais os dedos contra sua cintura.
— Gostoso do caralho. — Levou uma de suas mãos para trás, cravando as unhas contra a bunda dele por cima da calça e sorriu sacana.
era irresistível e ela mal podia esperar para se livrarem daquelas malditas roupas.
Uma risada sacana ecoou dos lábios dele, perigosamente próximos ao ouvido dela, e fez questão de mover o quadril um pouco mais, aumentando a fricção entre seus corpos e se encaixando bem no meio da bunda de , que reagia se esfregando ainda mais nele.
Ele estava cada vez mais louco para vê-la rebolar com seu pau todinho atolado nela.
— Eu sempre soube que você era o demônio na terra, . — Sua voz ecoou rouca e claramente afetada.
sorriu sacana, adorando que o afetava aquele ponto. Diminuiu um pouco os movimentos contra o quadril dele, determinada a torturá-lo, mal podendo esperar para perder a paciência e a foder como já havia imaginado tantas vezes.
— Sou, é?
Aproveitou a pergunta retórica para virar-se, queria olhar para ele e deixá-lo ver como estava ardendo de tesão pelo pau dele naquele momento. Passou um de seus braços pelo pescoço de , embrenhando os dedos contra os fios dos cabelos do homem sem delicadeza alguma e levou a outra mão até o rosto para sentir sua barba.
sequer piscava, grudando o quadril ao dele para dessa vez sentir a ereção de contra sua boceta. Ela ainda se movia ao ritmo da música, então levou a boca até próximo ao seu ouvido.
— E eu sempre soube que você se renderia ao inferno, . — Sua voz era manhosa e ela desceu sua mão conforme dizia aquilo, passando pelos braços dele e a percorreu pelo peitoral, mordendo o lábio com o quanto era delicioso senti-lo daquele jeito.
De repente foi como se o ar condicionado daquele pub estivesse quebrado, porque seu corpo parecia ferver de tão quente.
Pela milésima vez, ignorou o controle que deveria ter e continuou percorrendo o caminho até chegar onde tanto queria, tocando o pau de com afinco por cima da calça. Acabou não resistindo, deixando escapar um gemido contra o ouvido dele ao constatar que era como havia imaginado tantas vezes.
Sentindo-se pulsar deliciosamente contra o toque de , tornou a arfar de forma sonora e não conteve a vontade de levar suas duas mãos à bunda da mulher, apertando com afinco e não ligando nem um pouco se estaria expondo mais do que devia naquele momento. O desejo de adentrar o vestido dela gritava com cada vez mais intensidade e ele estava tão duro que sabia bem que não aguentaria ali naquele lugar por muito tempo.
— Não só me render. Eu vou me atolar todinho em você — não poupou o tom sacana de suas palavras porque sabia que não era preciso.
afastou-se para poder encará-lo, aquelas palavras foram o suficiente para arrancar toda a sanidade que lhe restava. Roçou as pernas mais uma vez e colou os lábios aos dele, adorando o cheiro de cerveja misturado à nicotina que ele exalava.
— Então se atola, . — Colocou o lábio inferior dele entre seus dentes, puxando-o sem delicadeza alguma. — Estou louca para você me arrombar todinha.
Só conseguia pensar na imagem do pau dele deslizando todo para dentro dela.
Qualquer resquício de controle que tinha se esvaiu quando ele ouviu aquelas palavras.
— Puta que pariu — grunhiu completamente afetado e apertou a bunda de com mais força, trazendo uma das mãos até a dela e a segurando, fazendo a mulher parar de tocá-lo.
Ele precisava sair dali, não aguentaria nem mais um minuto sem foder aquela mulher do jeito que ela estava implorando para ser fodida.
Então o homem afastou sua boca da dela, puxando-a pela mão para que seguisse consigo em direção a um lugar que conhecia bem.
Não conseguiu dizer uma palavra sequer durante o trajeto. Seu pau chegava a latejar dentro das calças e ele tinha certeza de que se parasse no meio do caminho, ia acabar se atolando em ali mesmo.
Apenas um olhar na direção do dono do pub foi o suficiente para que o homem entendesse o que pretendia quando passou por ele, seguindo para trás do balcão do bar, em direção a uma porta, que levava para uma cozinha, onde havia a escada que os levaria ao segundo andar.
Talvez o universo não fosse uma vadia tão suja assim, já que ele havia ido justamente ao pub do cara que tinha um loft no andar de cima e era um velho conhecido.
E assim que ambos adentraram o ambiente, não conseguiu nem ao menos esperar a porta se fechar às costas de .
No instante seguinte, sua boca procurava a dela de forma ávida enquanto o corpo dele imprensava o da mulher contra a parede ao lado.
Ele uniu seus lábios aos de , esperando que ela lhe cedesse passagem e um grunhido de satisfação ecoou quando sua língua finalmente tocou a dela. Não muito diferente dele, a mulher explorou a boca de com desespero ao passo que enroscou os dedos em seu cabelo. Um gemido afetado escapou dos lábios dela, que revirou os olhos ao intensificar o beijo e puxar os fios dele com brutalidade.
não resistiu e enlaçou uma de suas pernas à de , doida para senti-lo ainda melhor, adorando como seu pau roçava deliciosamente contra a boceta dela.
Não tinha ideia do quanto realmente tinha desejado aquilo, até ter seu corpo colado ao dele daquele jeito.
Demonstrando não ter calma alguma, ela desceu suas mãos, brincando com a língua dele conforme fazia aquilo. Explorou cada músculo, dessa vez com a ponta de seus dedos, exalando cada vez mais contra o beijo, porque aquele homem era gostoso pra caralho. Desesperada para sentir sua pele contra a dele, ela usou as duas mãos e rasgou sua camisa, fazendo todos os botões estourarem.
Um sorriso se formou em seus lábios, afastando-se para olhá-lo conforme puxou o pedaço de pano para trás, arrancando do corpo de e jogando-o em qualquer canto.
Não importava o quanto ele poderia ficar puto com aquilo, porque a cena era simplesmente deliciosa e acabou mordendo o canto da boca com avidez.
No entanto, ao contrário do que ela imaginava, deixou um meio sorriso se formar em seus lábios, aprovando a brutalidade dela, e assim que estava livre de sua camisa, voltou a colar seu corpo ao de , fazendo questão de guiar suas mãos para a bunda da mulher, sentindo-a estremecer.
Sem precisar se preocupar com nada ao seu redor, ele não hesitou em adentrar o vestido, acariciando cada centímetro dela, apertando com vontade e trazendo seus dedos até o meio da bunda de , enroscando os dedos na calcinha e puxando como se estivesse determinado a arrebentar o tecido, o que fez com que a parte da frente se enfiasse na boceta dela. Então ele desgrudou seus lábios dos de , se inclinando um pouco como se quisesse assistir o que estava fazendo.
A mulher arfou com aquilo, voltando a levar as mãos até os cabelos dele, dessa vez na região próxima à nuca, na intenção de apoiar-se. Ela o encarou sem piscar, mantendo a expressão sacana, desceu as mãos pelas costas dele, cravando as unhas contra a pele de e o arranhou sem delicadeza alguma.
Determinada a fazer ele assistir o que havia feito com ela, a mulher enlaçou as duas pernas às de e deslizou-as até que estivesse com o quadril encaixado ao dele. Daquela forma conseguia ter a visão perfeita da calcinha minúscula que usava socada bem no meio de sua boceta.
Ele segurou na bunda dela com mais firmeza, de forma que ela tivesse um pouco mais de apoio, então grunhiu alto com o quanto aquela visão lhe afetava. Além da boceta dela estar quase toda exposta para ele, conseguia ver o quanto estava molhada.
— Porra… — foi a única coisa que conseguiu dizer ao sentir seu pau pulsar dolorosamente mais uma vez, então ele moveu o quadril contra o dela.
sorriu com o quanto ele estava afetado e correspondeu empurrando o quadril ao dele e dando uma rebolada gostosa. O problema é que aquele gesto se voltou contra ela e a mulher afundou o rosto na curva do pescoço de , gemendo baixinho sem se refrear conforme suas unhas se fincaram na pele dele.
estava deliciosamente quente e ela não resistiu em deixar um chupão contra a pele dele e deu outra rebolada que o fez estremecer.
— Me come de uma vez, ... — implorou, mas sua voz saiu tão baixa que ela foi sequer capaz de reconhecer.
Ele a encarou com os olhos fervendo de tesão, então deixou outro sorriso de canto se formar em seus lábios e tornou a pressionar sua ereção contra , trazendo sua boca bem próxima a dela.
— Você quer que eu te coma, é? — questionou, com a voz rouca. — Fala mais alto enquanto esfrega essa bocetinha gostosa em mim.
queria dar uma resposta atravessada diante daquela tortura, mas o tesão que lambia seu corpo era avassalador e ela rebolou bem gostoso, fazendo exatamente o que ele havia dito. Era uma delícia sentir sua boceta roçando contra o pau dele por cima da calça daquele jeito e um gemido afetado foi arrancado dela.
… — Cravou ainda mais as unhas contra a pele dele, gemendo o nome de mesmo contra vontade. — Arromba minha bocetinha, vai.
Fez questão de dar uma rebolada mais brusca, afastando-se para ele poder ver como gemeu manhosa, revirando os olhos de tão gostoso que era aquilo.
Dessa vez o homem acabou gemendo junto a ela. As palavras dela mais uma vez foram certeiras e o jeito que a calça dele ficava ensopada só deixava claro o quanto estava excitada.
Então ele grudou sua boca na dela mais uma vez, iniciando um beijo voraz e pressionando o corpo de contra a parede para que ele pudesse dar um jeito de se livrar das calças. Quando viu que não ia conseguir fazer isso sem que ambos se desequilibrassem, se afastou com um grunhido, olhando para tendo certeza de que sua expressão era sedenta ao passo em que ele fazia sua calça ir para longe de seu corpo, seguida da cueca para que ele pudesse vestir a camisinha.
Seu pau estava tão duro que apontou imediatamente na direção de e, devidamente protegido, ele levou uma mão até a base, acariciando toda a sua extensão e voltando a se aproximar da mulher, o encaixando bem na altura de sua boceta e puxando a calcinha dela toda para um lado só, dando liberdade pra que esfregasse seu pau com vontade, grunhindo de novo ao sentir ela o melar bem e a escutando gemer bem gostoso.
— Repete o que você quer, .
tremeu com o que ele havia feito com ela e esfregou sua boceta contra o pau dele completamente entregue. Àquela altura ele poderia pedir qualquer coisa para a mulher que ela provavelmente cederia.
Precisava dele todo socado dentro dela.
— Quero seu pau todo socado na minha bocetinha, me arrombando bem gostoso, . — Forçou-se contra ele, revirando os olhos e gemendo bem manhosa.
Era evidente o quanto ela estava entregue.
— Gostosa do caralho — ele rosnou, fazendo questão de esfregar a cabecinha de seu pau por toda a extensão da boceta de até chegar à sua entrada.
Ela estava tão molhada que ele deslizou todo de uma vez, chocando seu quadril contra o da mulher e soltando um gemido afetado, fazendo-a o acompanhar. O tesão de sentir a bocetinha dela o engolindo todo era indescritível.
— Puta que pariu.
E sem esperar que ela se recuperasse, ele saiu todo de dentro dela e voltou a socar com força, dando um tranco e iniciando movimentos fortes, completamente dominado pelo prazer.
precisou segurar-se com firmeza a ele, pois seu quadril estremeceu e ela sentiu as pernas falharem, conforme gemidos prolongados escapavam de sua boca. Seus olhos se reviraram nas órbitas e ela nem quis se recuperar, logo passou a rebolar bem gostoso no pau dele.
Sua respiração saía cada vez mais entrecortada e era uma delícia sentir o pau dele abrindo-a a cada estocada forte que dava.
Subiu uma de suas mãos, puxando os cabelos dele com força conforme a outra o arranhou e a ideia de deixá-lo marcado a fez gemer ainda mais alto. Deu mais uma rebolada, fazendo ele rodar dentro dela e se atolar ainda mais.
…— gemeu manhosa, levando a boca até os ombros dele e chupou sua pele, dando em seguida uma mordida forte.
Não tinha controle de suas ações, mas não se importava. Tudo naquele momento era sobre ter o corpo quente de fundindo-se ao seu.
Ele a segurou com ainda mais firmeza, apertando sua bunda com vontade e até a abrindo de um jeito delicioso, fazendo a mulher quicar em seu colo enquanto se atolava cada vez mais, arfando ao sentir cada centímetro da boceta dela o envolvendo.
Aquela mulher era deliciosa demais e quanto mais o controle se esvaía, mais ele se afundava nela.
Ouvi-la gemer seu nome só o atiçou mais. levou a boca até o pescoço de , deixando um chupão forte e seguindo para o ombro dela, onde deixou o ar escapar sem controle algum.
— Continua gemendo o meu nome bem gostoso que eu vou esfolar essa bocetinha toda, — ele nem fez questão de medir o que falava de tão delicioso que aquilo estava.
Aquelas palavras a atingiram diretamente e ela deu uma rebolada mais brusca. O jeito que ele a fodia era simplesmente delicioso, fazendo-a gemer cada vez mais alto desejando que aquilo não acabasse.
era intoxicante, e quanto mais provava, mais ela queria.
Seu corpo estava suado, o coração batendo cada vez mais forte e a respiração entrecortada. Tudo aquilo era uma delícia de sentir, principalmente misturado ao som dos gemidos sendo espalhados pelo ambiente.
— Se me quer gemendo seu nome gostoso assim… — Afastou o rosto do pescoço dele, levando a boca até próximo de seu ouvido. — Vai ter que me esfolar todinha, .
Fez questão de rebolar lentamente, quase fazendo-o sair de dentro dela, dando um tranco para ele se atolar todo e gemeu sonoramente. Suas unhas o arranharam ainda mais e ela estava adorando aquilo.
estremeceu com aquilo, então levou as mãos até a barra do vestido de , decidindo que não queria mais aquela peça os atrapalhando, dando um jeito de deslizar pelo corpo dela para depois atirar em um canto qualquer, deixando à mostra os peitos da mulher, que tinha um piercing em cada mamilo já duro pelo tesão.
Aquela visão o deixou ainda mais descontrolado porque, porra, era sexy pra caralho. Então ele voltou a agarrar a bunda da mulher com força, subiu pelo quadril, deu outro tranco e socou seu pau bem fundo. Colocou mais firmeza na forma como a segurava e foi se atolando tão intensamente que o corpo de pulava em seu colo, fazendo sincronia aos seios dela balançando deliciosamente. O som de seus quadris se chocando ecoava de um jeito intoxicante pelo ambiente.
— É assim que você quer, ? Quer meu pau bem socado, arreganhando gostoso essa bocetinha? — soltou descontrolado enquanto continuava a se movimentar com intensidade.
Ela revirou os olhos ao escutar aquilo, pois seu corpo todo tremeu de excitação. As palavras de a atingiam certeiramente e ele parecia saber disso.
— Eu quero seu pau socado arreganhando cada pedacinho meu.
Desejando vê-lo perder a sanidade, travou as pernas na cintura dele passando a ter controle da situação. Ela afastou o rosto para olhar , segurando-se nele com firmeza quando passou a rebolar lentamente, movimentando o quadril bem gostoso. O homem estreitou os olhos com aquilo, arfando ruidosamente. O calor fazia o suor escorrer pelas costas dele, mas não importava. Na verdade, só tornava tudo ainda mais delicioso.
— Ah, … — gemeu descontrolada, revirando os olhos e jogando a cabeça para trás.
Os movimentos dela faziam ele quase sair de sua boceta, voltando a tocar seu pau bem fundo sempre que ela dava um tranco forte contra o quadril dela. Aquilo arrancava gemidos cada vez mais altos de sua boca, trazendo a consciência de que ainda estavam de frente para a porta do loft, que se encontrava aberta.
Mas ela não se importava com aquilo. Gostava da adrenalina de uma foda perigosa.
Sua boceta o engolia cada vez mais e os espasmos espalhando-se pelo seu corpo só a incentivaram a foder com cada vez mais vontade. Quanto mais o sentia dentro dela, mais o queria.
— Tá gostoso deixar minha bocetinha arrombadinha, ? — Estava desesperada para ouvir aquilo da boca dele.
Então deu um tranco, fazendo mais uma vez ele quase sair e se atolar inteiro dentro dela. A mulher não resistiu e grudou a boca a dele, dando início a um beijo voraz conforme gemia completamente torturada.
Os olhos de se reviraram nas órbitas e ele retribuiu sem hesitar, enroscando sua língua à de , explorando cada canto da boca da mulher enquanto fazia questão de mover o quadril contra o dela como podia. Cada vez que seu pau a tocava bem fundo era como se ele fosse entrar em combustão. O tesão que despertava nele era de um nível absurdo e foi impossível para o homem não grunhir contra os lábios dela.
— Caralho, você é gostosa pra porra, . Te arrombar é uma delícia — acabou respondendo e sua voz estava tão afetada que ele gemeu mais alto, cravando as unhas curtas na bunda dela e arrastando, salivando só com a ideia de que a qualquer momento alguém podia aparecer ali e ver aquela mulher quicando no seu colo.
Era simplesmente delicioso saber que o homem pensava aquilo sobre ela.
A mulher revirou os olhos repetidas vezes, sentindo o corpo estremecer de tanto tesão que lambia seu corpo. Ela precisou segurar-se com mais força em quando sua boceta o engoliu e ela soube que gozaria a qualquer momento, ainda mais com a forma que ele a fodia tão intensamente.
Não sabia explicar o que era, mas a forma voraz com que se beijavam a fazia querer mais daquilo e explorou a boca dele com vontade, gemendo cada vez mais durante o ato. Ela então chupou a língua dele com afinco, pensando como seria delicioso fazer aquilo em outro lugar e diminuiu o ritmo.
, eu vou gozar — avisou manhosa, com a boca colada à dele conforme sua boceta o apertou mais uma vez e gemeu bem gostoso.
Nem fez questão de tentar esconder o quanto estava afetada por todas as coisas que ele havia dito, deixando que os tremores tomassem cada vez maia conta de seu corpo e passou a rebolar com vontade no colo do homem.
Outro grunhido intenso ecoou dos lábios de e ele voltou a segurar a mulher com firmeza, guiando os movimentos dela de forma que se atolasse com ainda mais intensidade.
Conseguia sentir suas bolas se chocando contra a bunda de e aquilo o deixava louco de tesão, porém nada havia o afetado mais do que ouvir as palavras dela.
— Então goza pra mim, . Eu vou adorar meter a minha cara nessa boceta e chupar tudo — incentivou, sem parar de se mover, mantendo seus lábios praticamente grudados nos dela. Era como se um ímã o mantivesse ali e ele não tinha intenção alguma de se afastar.
Ela estremeceu ainda mais ao ouvir aquelas palavras saírem da boca dele e cravou as unhas contra a pele do homem, o arranhando e tendo plena consciência que o deixaria marcado. Naquele momento nada mais importava.
Aproveitou que as suas bocas estavam praticamente se fundindo para morder o lábio inferior dele, conforme deu uma rebolada lenta fazendo o pau de rodar dentro dela.
— Ai, caralho!
Segurou-se o máximo possível sentindo sua boceta o engolir e tremores passarem a lamber seu corpo conforme o orgasmo a atingiu. Sua respiração ficou ainda mais entrecortada e a mulher gemeu prolongadamente, achando que nunca mais iria parar de gozar de tão intenso que tudo aquilo era.
Ela conseguia sentir como melou o pau dele e aquilo a afetou ainda mais, principalmente por saber que ele enfiaria a cara no meio de suas pernas.
— Porra! — rosnou, se sentindo pulsar tanto que ele mesmo quase atingiu o ápice só pela forma como ela estremeceu e apertou seu pau.
Então ele guiou suas mãos para as pernas de , segurando embaixo das coxas dela e apoiando com firmeza, se abaixando e a fazendo se enroscar nos ombros dele. atendeu ao seu pedido, acompanhando com o olhar tudo que fazia.
Gemeu, afetado ao ver o quanto ela estava melada e, xingando baixo, deu um jeito de arrancar a calcinha dela em um puxão porque o tecido só ia atrapalhá-lo naquele momento.
E quando ele finalmente abocanhou a boceta de , seus olhos se reviraram nas órbitas, sua língua deslizou por toda a extensão da mulher e ele foi chupando com gosto, se deliciando com o quanto ela escorria. De novo, aquilo estava tão gostoso que ele quase gozou.
Ela segurou os cabelos dele com força, empurrando-se contra a boca de e gemeu sem conseguir segurar os gemidos altos que escapavam de sua boca. Era simplesmente delicioso ver ele entre suas pernas daquela forma e aproveitou a posição para prendê-lo com suas coxas. O gesto o incentivou a sugá-la com mais vontade, socando a língua na entrada da boceta da mulher e grunhindo de satisfação. estava adorando vê-la tremer daquele jeito.
A ideia de como a cara dele deveria estar toda melada com seu prazer fez o coração dela acelerar. Estremeceu com o jeito que era chupada então puxou os cabelos dele, fazendo o homem afastar o rosto para poder olhá-lo.
— Eu quero sentir o gosto da sua boca, .
Seus olhos ferviam e era uma delícia olhar para ele daquele ângulo.
deixou sua cabeça pender para trás e a encarou de um jeito sacana, passando a língua pelos lábios e só conseguindo pensar no tesão que era ver aquela mulher montada nele daquele jeito.
Guiou as duas mãos até a bunda de , espalmando uma de cada lado com força, fazendo um estalo delicioso ecoar e arrancando um gritinho por parte dela, então se abaixou para colocar a mulher no chão, voltando a se levantar e imprensando o corpo de ao atacar seus lábios com vontade.
Compartilhar o gosto dela só o atiçou mais.
Ela explorou a boca de Hyperon com avidez, adorando como seu gosto misturado ao dele era delicioso. A mulher levou as mãos até os ombros de cravando as unhas ali, arrancando mais um grunhido dele, então desceu uma delas em direção ao seu peitoral nu e não resistiu a um gemido que escapou ao senti-lo daquela forma.
Tinha acabado de se derramar toda e queria mais.
a enlouquecia.
Continuou seguindo o caminho, fazendo um desenho abstrato com a ponta de suas unhas e interrompeu o beijo para poder encará-lo, mantendo a boca colada à dele ao agarrar seu pau de um jeito desesperado. Ele estava deliciosamente duro e a mulher não se refreou em iniciar movimentos lentos de vai e vem, adorando sentir como seu pau estava melado pelo seu prazer.
— Que pau delicioso. — Seu tom era manhoso e ela deslizou os dedos por toda a extensão, repetindo o gesto algumas vezes até parar na cabecinha e apertá-lo, brincando com a ponta de seus dedos naquela região sensível.
sequer piscava, queria ver cada uma das reações do homem.
manteve o contato visual, fazendo questão de levar as mãos até a cintura dela, apertando com vontade e subindo seus dedos até um pouco abaixo dos seios, ensaiando algumas vezes que iria tocá-los enquanto a respiração falha dele escapava de seus lábios entreabertos.
— Gostou, é? Vai fazer o que com ele, ? — provocou em um tom sacana.
Ela precisou respirar para não se entregar àquela provocação dele de tocá-la naquela região, abrindo um sorriso logo em seguida com as palavras do homem. Mais uma vez, explorou o pau dele todo, deslizando sua mão conforme fazia uma pressão com os dedos, adorando ver como ele ficava todo afetado com seus toques.
Adorava quando falava com ela daquele jeito sacana.
— Vou engolir ele todinho. — Apertou mais uma vez a cabecinha de seu pau, aproveitando que estavam com suas bocas coladas para passar sua língua na dele. — Dessa vez com o meu cuzinho apertadinho.
Fez questão de soltar um gemido afetado, o arranhando na região dos ombros. então parou o que fazia nele e levou os dedos até seus lábios, chupando-os com afinco e sorriu safada.
— Porra — ele deixou escapar, então levou a mão até o seio esquerdo de , brincando com o piercing no mamilo e puxando o bico, assistindo a reação dela com uma expressão afetada.
Seu pau havia pulsado intensamente só de se imaginar fazendo o que ela havia acabado de dizer.
— Me mostra então como você quer que eu esfole esse cuzinho. — estava tão afetado que podia simplesmente virá-la de costas para ele e a enrabar bem gostoso, mas a ideia dela se abrindo toda para ele, mostrando como queria, o deixava louco.
Um gemido escapou da boca da mulher com o jeito que ele brincava com seu seio e ela sorriu sacana. Não precisou nem pensar muito, sabia exatamente como queria ser fodida por ele. Rapidamente, empurrou o ombro do homem, virando-se para ficar colada à parede.
Parou por um momento, virando seu rosto e encarando o olhar dele para acompanhar o que fazia, porque aquela visão era tão deliciosa que ficaria gravada em sua memória.
Levou as mãos até sua bunda e abriu bem, empinando-se toda para ter a visão perfeita de seu cuzinho todo arreganhando para ele.
— É isso que você queria, ? — provocou em um tom de voz manso. — Me enrabar para todo mundo assistir?
mordeu o próprio lábio com força, sentindo seu corpo inteiro reagir com a visão daquela mulher toda aberta daquele jeito. A bunda dela era deliciosa e o cuzinho parecia ser tão apertado que ele não se aguentou.
— Filha da puta gostosa do caralho — resmungou tão excitado que seu pau chegava a latejar, então levou uma mão até a base e acariciou toda a sua extensão, batendo uma bem gostoso enquanto assistia ela aberta daquele jeito. — Atola o dedo nesse cuzinho, vai. Me deixa ver como você quer. Arreganha mais ele pra mim.
prontamente atendeu ao seu pedido, abrindo-se ainda mais conforme apertou sua bunda, fincando a ponta das unhas contra a própria pele. Ver ele se masturbar daquele jeito na sua frente era gostoso demais.
Sorriu sacana ao dar um tapa em si mesma, fazendo aquele rabo delicioso balançar.
Estava uma delícia provocá-lo ainda mais.
Sem conseguir mais adiar, ela deslizou sua mão direita até a entrada de seu cuzinho, mas antes de enfiar um dedo, como ele havia pedido com tanto gosto, os melou bem gostoso com sua boca. Enquanto fazia aquilo, jogou o quadril para trás, encostando a bocetinha na cabecinha do pau de .
Rebolou lentamente conforme deslizou um dedo para dentro de seu cuzinho, sem conseguir conter o gemido escapando de sua boca. Saber que ele conseguia ver exatamente como se alargava a incentivou a movimentá-lo dentro de si, metendo bem gostoso, saindo e voltando a socar mais dois.
— gemeu o nome dele, dando uma rebolada contra seu pau e atolou os dedos bem fundo.
O homem assistia a tudo sem piscar, aumentando a intensidade com que movimentava a mão em seu pau. O tesão fazia o corpo dele estremecer e ele fez questão de esfregar a cabecinha na boceta de , movimentando o quadril enquanto sua respiração escapava de forma cada vez mais ruidosa. Ouvi-la gemendo o nome dele daquele jeito com os dedos socados em seu cu era uma visão tão gostosa que ele tinha certeza de que não esqueceria tão cedo.
— Porra, … Que cuzinho gostoso, puta que pariu. — Não conseguia parar de xingar, se masturbando com mais afinco, pulsando de um jeito alucinante e pressionando os lábios com força.
O jeito afetado dele a incentivou a socar os dedos bem fundo em seu cuzinho, rebolando deliciosamente para poder se esfregar ainda mais nele, adorando a sensação que causava em seu corpo.
— Tá gostando, é?
Determinada a levá-lo ao limite, a mulher retirou os dedos e levou sua mão até o pau dele, fazendo o homem parar os movimentos e o agarrou com vontade. Sua cara de safada era evidente, deixando bem claro o quanto estava gostando de tudo aquilo. Deslizou toda a extensão dele, adorando sentir como estava melado e empinou-se toda em sua direção.
Sua respiração ficou acelerada porque aquilo tudo também a afetou e se aproximou ainda mais, roçando bem gostoso contra ele conforme guiava o pau de em direção ao seu cu.
Não se conteve e revirou os olhos, tremendo a um ponto em que foi preciso se apoiar melhor contra a parede. , então, empurrou sua bunda contra ele, forçando seu cuzinho contra a cabecinha do pau dele. Um gemido foi arrancado e ela continuou pressionando, fazendo-o penetrá-la só com aquela região sensível.
Poderia facilmente ter deslizado para se atolar todo, mas em vez disso afastou-se, voltando a masturbá-lo. Enquanto fazia aquilo, ela se apoiou bem contra a parede e usou a outra mão, se arreganhando toda e atolou dois dedos em seu cuzinho, ainda batendo uma bem gostoso para .
Ele grunhiu alto, pulsando de um jeito tão intenso que seu abdômen chegou a estremecer. O olhar do homem escureceu na direção da mulher e ele usou uma mão para estalar um tapa na nádega direita de , enquanto a outra foi guiada até o seio dela, apertando-o com vontade e subindo até o pescoço, puxando-a para si sem fazer muita questão de ser delicado.
Porra, aquela mulher estava pedindo para ser enrabada com força e era exatamente aquilo que ele ia fazer.
Afastando a mão dela, voltou a tocar em seu pau, se masturbando com afinco e logo o trazendo até a bunda de e o esfregando em sua pele avermelhada. Estremeceu de novo com aquilo de tão afetado que estava e o guiou até o meio, afundou o rosto na curva do pescoço de e exalou de forma sonora. Seus lábios tocaram a pele da mulher em um chupão forte e ele pincelou na boceta dela mais uma vez, subindo e fazendo com que afastasse seus dedos para que ele pudesse se atolar naquele cuzinho delicioso.
o fez de forma lenta, fazendo questão de assistir enquanto seu pau a invadia, a abrindo de um jeito delicioso e quando estava por fim todo socado dentro dela, aproximou a boca do ouvido de , exalando fortemente.
— Gostosa. — A voz dele estava tão rouca que aquilo ecoou como um sussurro.
Ele tirou seu pau por inteiro, então usou a mão para abrir bem a bunda da mulher e voltou a se atolar, dessa vez com mais intensidade, dando um tranco contra ela.
— Era isso que você queria, ? Meu pau arreganhando todo esse cuzinho? — rosnou, louco para ouvi-la gemer bem alto. Não estava nem aí com quem poderia ouvir. Na verdade, a ideia de alguém aparecer só o deixava com mais tesão.
precisou se segurar contra a parede quando um gemido alto foi arrancado de seus lábios, exatamente como desejava, acompanhado por um tremor lambendo todo o seu corpo.
Ela estava adorando ver ele fora de controle daquele jeito. Levou então uma de suas mãos até a dele em seu pescoço e pressionou para aumentar o aperto, não era segredo que gostava daquela brutalidade.
— É isso que eu sempre quis, — admitiu manhosa, revirando os olhos e moveu seu quadril lentamente, sentindo cada partezinha do pau dele a invadir.
Também não era segredo algum que já havia fantasiado o que faziam ali com aquele homem gostoso.
Então ela passou a bater a bunda contra o quadril dele com força, fazendo seu pau entrar e sair com velocidade, achando uma delícia o som que o barulho de seus corpos se chocando causava no ambiente e ficando ainda mais com a possibilidade de alguém aparecer ou estar escutando tudo aquilo.
Fez questão de gemer bem alto, revirando os olhos e virou o rosto na direção de para ele poder ver o que fazia com ela.
aumentou o aperto no pescoço dela, estocando cada vez mais forte e fazendo com que os seios de pulassem de um jeito delicioso de assistir.
— E eu sempre quis te ouvir gemendo o meu nome com meu pau socado no seu cuzinho — retrucou, se atolando tão fundo que ele podia jurar estar vendo estrelas.
A sensação de ser engolido daquele jeito era tão alucinante que não conseguia parar de estocar e a cada segundo também ficava mais difícil controlar os gemidos.
Sua outra mão continuava na bunda da mulher e ele a arreganhou ainda mais, sentindo tanto tesão em assistir seu pau a arreganhando daquele jeito que as pernas dele até tremeram, o que o fez se desequilibrar um pouco e puxar pelo pescoço para mais perto de si.
— Você é tão gostosa, . Isso... Engole o meu pau todo com esse cuzinho. Eu quero todo mundo ouvindo que eu to esfolando você inteira. — As palavras foram ecoando em completo descontrole.
Um sorriso perverso se formou nos lábios da mulher porque a ideia de provocá-lo era deliciosa.
Seus gemidos saíam cada vez mais alto e ela aproveitou o quanto estava atolado para rebolar bem gostoso. Só a ideia dele vendo seu cuzinho todo aberto a fez revirar os olhos de prazer e satisfação. Os apertos dele em seu pescoço eram simplesmente deliciosos e a faziam querer mais daquela brutalidade.
Aproveitou como ele a tinha puxado para si e levou a mão livre para trás, tocando a bunda do homem e fincou suas unhas, fazendo-o grunhir bem alto de tesão. Aquilo foi tão gostoso que ela diminuiu as reboladas, gemendo manhosa.
— Está me pedindo pra gemer seu nome, ?
Ela sabia que sim, mas queria ouvir da boca dele.
Puta merda.
Ele sabia muito bem quais eram as intenções dela. Sabia o quanto aquela mulher era filha da puta e adorava provocá-lo e levá-lo ao limite da mesma forma que fazia com ela.
daria tudo o que queria.
Aproveitando a forma como ela diminuiu as reboladas, o homem também diminuiu a velocidade das estocadas, fazendo questão de socar de forma lenta e forte, dando um tranco contra a bunda dela toda vez que seus quadris se chocavam. Suas bolas batiam na bocetinha de de um jeito delicioso e ele revirou os olhos mais uma vez, aumentando o aperto no pescoço dela conforme o tesão triplicou.
— Bem alto, . Mostra pra mim o quanto tá gostoso rebolar com o meu pau socando nesse rabo delicioso. — Então ele a puxou de forma que o rosto de virasse em direção ao seu, mantendo a boca bem próxima dos lábios dela, arfando mais a cada estocada forte e lenta que dava, adorando sentir cada centímetro daquele cuzinho se alargando com o pau dele.
não conseguiu fazer nada além de gritar o nome dele bem manhosa.
!
A mulher apertou bem forte a mão contra a dele em seu pescoço e fincou as unhas contra a bunda de , rebolando com cada vez mais afinco naquele pau delicioso.
Ele estava tirando a sanidade dele e ela não parava de gemer e revirar os olhos.
— Caralho… Puta que pariu, me esfola todinha — pediu desesperada, movendo o quadril com cada vez mais vontade.
Sem controle algum, a mulher apertou o pau de com seu cuzinho, adorando ver a reação dele diante daquilo. Não tinha dúvidas de que ele a faria gozar de novo porque o tesão lambia seu corpo todo.
Ouvir a forma como gemia só atiçava ainda mais e ele fez questão de se atolar com ainda mais força, sentindo tanto tesão com aquele cuzinho lhe apertando que precisou atacar os lábios da mulher, numa forma de conter os grunhidos que escapavam de sua boca.
Ele iniciou um beijo desesperado, sugando o lábio inferior dela com vontade e girando o quadril para fazer seu pau rodar dentro do cuzinho de . E percebendo que não conseguiria manter o ritmo do beijo por muito tempo, separou sua boca da dela, descendo os lábios até o ombro da mulher e deixando uma mordida gostosa.
Abriu um sorriso de canto e se inclinou para trás, de forma que conseguisse assistir melhor seu pau se atolando todo dentro da mulher, então o retirou por inteiro, trazendo as duas mãos até a bunda de e se deliciando com a visão do cuzinho dela bem aberto pra ele.
— Porra, que cuzinho delicioso — grunhiu, não se importanto com quantas vezes já havia dito aquilo. Juntou uma boa quantidade de saliva e babou bem gostoso, cuspindo e assistindo-a escorrer para dentro da mulher antes de voltar a socar seu pau por inteiro.
tremeu com aquilo, gemendo bem alto e entregando-se ao prazer que estava sentindo. Ela se empurrou ainda mais, adorando o jeito que o pau dele se atolava todo dentro dela, sentindo que escorria cada vez mais.
… — gemeu o nome dele, revirando os olhos e se empinou toda para ele.
Se o homem continuasse mais um pouco naquele ritmo, ela sabia que acabaria gozando de novo, de tanto que suas pernas estremeciam.
revirou os olhos mais uma vez. Aquele movimento fez com que seu pau fosse ainda mais fundo, então ele voltou a tirá-lo por inteiro, repetindo o gesto anterior e metendo de novo. Mais uma vez, ele o fez, então segurou com firmeza, passando a socar com intensidade, adorando senti-la tremer inteira enquanto esfolava aquele cuzinho.
! — gemeu de volta, mantendo os lábios próximos ao ouvido da mulher e sentindo que o ápice dela estava próximo, guiou uma mão para sua boceta, massageando o clitóris de com intensidade.
Um sorriso brotou nos lábios da mulher e ela intensificou o ritmo com que rebolava, fazendo-o se atolar nela e fez questão de apertar seu cuzinho, engolindo o pau dele com intensidade.
— Caralho, — soltou afetada. — Eu vou gozar de novo.
O jeito que ele a masturbava era delicioso e ela sentiu sua boceta se contrair, fazendo suas pernas estremecerem de tão intensa que foi a sensação.
— Goza no meu cuzinho, . Enche ele com essa sua porra quente.
Mais uma vez, ela o apertou, se tremendo toda, e levou uma mão até um lado de sua bunda, abrindo bem e a outra colocou por cima da dele, fazendo-a se abrir ainda mais para ele.
— Puta que pariu — soltou completamente descontrolado, se atolando com cada vez mais força, adorando os sons de seus corpos se chocando que ecoavam junto aos gemidos deliciosos de .
Seu abdômen se contraía cada vez mais e ele sabia que logo acabaria se derramando dentro dela, então aumentou a velocidade, também movimentando sua mão com mais afinco, deslizando seus dedos pelo clitóris da mulher.
Com mais um sorriso sacana, deslizou dois dedos para dentro da boceta de , socando com a mesma intensidade que se atolava em seu cuzinho.
— Então goza de novo pra mim, . Eu quero sentir você escorrendo pelos meus dedos enquanto encho o seu cuzinho com a minha porra.
A mulher gemeu torturada conforme estremecia e precisou usar uma de suas mãos para se apoiar na parede. Então sentiu sua boceta apertar os dedos dele e ela rebolou bem gostoso, adorando que estava esfolando ela todinha como havia pedido.
Sentiu mais uma vez as pernas falharem e jogou a cabeça para trás quando o engoliu ainda mais, gemendo sem parar quando a sensação do orgasmo atingiu seu corpo todo e escorreu nos dedos dele.
— Caralho, eu to gozando… — disse manhosa, virando ainda mais o rosto conforme revirava os olhos.
— Puta merda — gemeu, enquanto seu corpo tremia de um jeito enlouquecido.
havia apertado seus dedos de um jeito tão gostoso que ele não conseguiu mais aguentar, se atolando mais uma vez em uma estocada forte e por fim explodindo alucinado dentro dela.
Enquanto sentia o prazer de escorrer pelos seus dedos, exatamente como ele havia pedido, ele gozou tanto que chegou a pensar que não fosse mais parar. Suas pernas tremeram absurdamente, seu abdômen se contraiu em espasmos e o homem levou a mão livre à cintura de , a segurando com força, impedindo que os dois desabassem contra a parede.
— Caralho de mulher gostosa — sua voz ecoou falha, então ele deixou seu rosto se afundar na curva do pescoço da mulher, ofegando enquanto absorvia todas aquelas sensações.
De uma forma um tanto inconsciente, o homem deslizou os lábios pela pele do pescoço de e deixou um beijo na região, não fazendo ideia do motivo daquilo e também não ligando a mínima naquele momento.
sentiu a pele arrepiar e abriu um sorriso casto conforme relaxou seu corpo, tentando recuperar o fôlego. O gesto de não tinha passado despercebido, então ela se virou, fazendo-o sair de dentro dela e levou os braços até o pescoço do homem.
Sem saber muito bem como reagir àquilo, ela tomou os lábios dele, explorando sua boca com voracidade conforme brincou com a língua do homem. O corpo dele estava quente e ela adorou grudar-se a ele, gemendo sonoramente durante o ato.
não hesitou em retribuir com vontade, envolvendo-a ao colocar seus braços ao redor da cintura de e pressionando o corpo dela contra o seu, deixando um meio sorriso se formar ao ouvi-la gemer daquele jeito delicioso.
— Eu sabia que você fodia gostoso e dava carinho depois, . — sorriu sacana, tombando a cabeça levemente conforme mordia o próprio lábio.
a encarou rapidamente, estreitando os olhos, então negou com a cabeça, deixando uma risada rouca ecoar de seus lábios antes de arquear uma sobrancelha para ela.
— E pelo jeito é disso que você gosta, .


FIM



Nota das autoras: Ai ai, o que falar sobre e ? A química entre esses dois é absurda e, não sei vocês, mas nós duas estamos bem abaladas aqui.
Se vocês gostaram desse casal, aguardem porque logo vem muuuito mais sobre eles!
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Beijos e até a próxima.
Ste e Van.

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