Fanfic finalizada

Capítulo Único

— O que você acha, ? — Jake perguntou, chamando a atenção do seu amigo.
— Claro! — Disse ainda disperso, fazendo seus três amigos rir.
Eles estavam sentados na grama, debaixo de uma árvore do pátio do colégio, observando a praça de alimentação.
— Então você concorda que a Mrs. Smith é gostosa?
— Que?! Para de ser piadista, August, ela deve ter uns sessentas anos.
O rapaz observou seus amigos gargalharem, o que o fez ficar levemente irritado.
— Qual é, , você não para de olhar para a novata do segundo ano!
— Mas ela está bem no meio do meu campo de visão. — Se defendeu.
— Aham, ‘tá bom! — Jake disse antes de voltar sua atenção para a garota.
Ele a observava durante uma semana já, e lá estava ela sentada em uma das mesas da cantina sozinha, lendo, talvez, seu segundo livro em cinco dias. reparou bem na moça, usava uma saia branca e uma blusa folgada referente a uma série que ele não sabia identificar, e o que mais destacava era o all star cano alto, já que noventa e nove por cento da população do colégio usava salto, deixando de fora somente as losers.
— O nome dela é . — Jake falou baixo depois de dar um pequeno empurrão em . — Vai lá falar com ela!
— Não sei se devo...
— Que foi? Está com medo de se apaixonar pela nerdzinha?
— Não fala assim dela. — Sua voz saiu arrastada.
— Olha lá, já está defendendo! — August caçoou do amigo.
— Ah, vão se fuder! — levantou da grama às pressas.
— Ihhh, calma, cara, estávamos brincando! Vai lá falar com ela. — Jake encorajou mais uma vez. apenas concordou com a cabeça. — Só cuidado para não se apaixonar!
Foi a última que ele ouviu seus amigos dizerem enquanto se afastava. — Eu nunca me apaixono!
Aquilo era verdade, o garoto já tinha ficado com várias e nunca tinha se apegado, por que com a novata seria diferente?
Começou a cruzar o pátio em direção da mesa em que estava sentada, e quanto mais se aproximava, mais sentia seu corpo queimar dos olhares que recebia. Aquilo deveria ser mais clichê que ela estava lendo, um garoto popular indo falar com a "nerd" do colégio. Mas, porra, a garota era muito bonita e tinha chamado muito a sua atenção, assim como de outros caras também. Ele riu com seus pensamentos.
Nesse momento, já estava perto da mesa e sua risada chamou a atenção dela. ergueu os olhos para ele por cima dos óculos de armação preta que usava, mas logo voltou sua atenção para o livro. , por sua vez, sentou-se ao lado da garota e reparou no nome do livro, "Geek girl". Riu novamente.
— Gosta de romances? — Perguntou, sem saber do tema principal do livro.
— Não muito. — Ela respondeu sem tirar atenção do livro. O garoto se surpreendeu com a voz dela, era doce e suave.
olhou em direção aos amigos, que o observavam, e deu os ombros. Jake fez um sinal com a mão para que ele continuasse.
! — Disse, se apresentando.
A garota suspirou, dando-se por vencida, colocou o marca página no livro e o fechou, olhando para o rapaz.
Frigga! — Sorriu ao se apresentar.
reparou no sorriso, podia se apresentar mais cinco vezes para vê-la sorrir novamente. Mas o que ele estava pensando?
— Então, que tipo de livro você gosta? — Tentou puxar assunto.
— Suspense! — Respondeu, ainda sorrindo. — Você gosta de ler?
— Não é muito minha praia, sou mais o cara dos esportes. — Disse fazendo graça, fazendo-a rir. — Mas gosto quando falam dos livros para mim!
Sorriu para ela.
— Sobre o que fala esse livro?
— Aham... Uma garota geek que chama atenção de um agente de modelos. — Comentou do tema superficialmente.
— Não parece ser muito com suspense. — colocou a mão no queixo, fazendo cara de pensativo, fazendo a garota rir novamente.
— Às vezes é bom ler algo mais leve! — Disse, sorrindo mais ainda.
Ouviram o sinal tocar e ficaram um olhando para outro, sem saber exatamente o que fazer.
— Sabe, você poderia topar ir comigo até uma sorveteria depois da aula e poderíamos continuar conversando sobre livros! — sugeriu.
A garota pareceu pensar, sem saber se deveria ir ou não, mas ele estava a convidando, certo?
— Tudo bem, mas não posso demorar muito!
— Sem problemas!
depositou um beijo na bochecha da garota e levantou, juntou—se com seus amigos, caminhando em direção a sala de aula.

✩✩✩


tentava prestar atenção na aula, mas estava impossível. Um grupo de garotas, que estavam atrás dela, passou a aula inteira conversando, pior, falando sobre ela. Sentia suas costas queimarem. Respirou fundo e tentou prestar atenção na aula de álgebra, mas ouviu risos, o que a irritou mais ainda!
Tinha sido assim desde dia que ela entrou, há duas semanas, e só piorou depois da sua breve conversa com .
Ouviu risinhos novamente e rolou os olhos, achava aquilo tão infantil. Decidiu voltar sua atenção somente para os números, eles valiam mais a atenção dela!

✩✩✩


— Gatinho, meus pais vão cismar nesse final de semana, você deveria dar uma passadinha lá. — Ruth, a capitã do time de vôlei feminino, disse, colocando os braços ao redor do pescoço de , que foram retiradas logo em seguida pelo mesmo.
— Passo! — Respondeu, já indo em direção da sala de um dos segundos anos, de onde estava saindo. — Vamos? — Perguntou quando já estava perto o suficiente da garota.
Ela apenas sorriu.
Não demoraram muito para chegar na sorveteria, já que era quase na esquina da rua, o rapaz optou por uma mesa redonda com sofá, um pouco mais afastada da população presente. Até então, ele não tinha segundas intenções, mas preferia algo mais reservado já que o colégio em que estudavam estava ali em peso e notara como a garota ficava desconfortável com olhares.
— Frigga, huh? — O garoto cutucou-a de lado, fazendo rir pela terceira vez naquele dia.
— Foi escolha da minha mãe. — Ela deu os ombros enquanto lia o cardápio.
— Qual a história? — passou o braço pelos ombros da garota, trazendo-a mais para perto. Ela, por sua vez, relaxou os ombros, abaixando o menu.
a observou retirar um colar com cordão preto de dentro da blusa.
— Ela é uma grande fã da mitologia nórdica e teve muita dificuldade para conseguir engravidar, então disse que se tivesse uma menina colocaria o nome de Frigga, deusa da fertilidade. — Disse, brincando com o cordão.
— O que desejam? — O garçom chegou atrapalhando o momento.
— Eu quero um milkshake de ovomaltine. E você, ? — Perguntou, sorrindo.
— O mesmo. — Disse e observou o copeiro se afastar.
Ele voltou a prestar atenção no colar que ela ainda segurava, até que reconheceu o pingente. — É o martelo do Thor?
não soube o porquê, mas ela riu com vontade dessa vez, achou até que tinha dito algo errado.
— Sim! Ele é um Deus nórdico.
— Deus do Trovão? — Perguntou incerto e ela concordou. — Deveria ser algo relacionado a Frigga, não?
— Deveria, mas foi a última coisa que minha mãe deu antes de partir. — Falou naturalmente.
— Ah, desculp... — Ela o interrompeu.
— Ela não morreu! — riu do suspiro de alívio que soltou. — Só se mudou para outro país.
— Aqui está. — O garçom disse ao entregar as bebidas, agradeceram.
Antes da garota sugar o conteúdo do copo, disse: — E você, , quanto clichê você é?
O garoto gargalhou.
— Deixa-me ver. — Fez cara de pensativo. — Bem, não sou capitão do time de futebol, apesar de jogar, e tenho menos foco popular que meus amigos.
— Mas não em relação às mulheres. — Provocou.
— Sabe como é, né?
Riram e continuaram conversando enquanto se deliciavam com o milkshake.
observava os sorrisos que a deusa da fertilidade o dava e ficava cada vez mais encantado, por mais que não quisesse assumir isso. Ele nunca fora de reparar tanto em uma garota, mas se mostrou ser uma pessoa totalmente diferente em apenas alguns minutos de conversa, despertando seu interesse, no qual o fazia pensar em conhecê-la mais.
A conversa, e os pensamentos, foi interrompida pelo telefone da moça, que começou a tocar.
— Merda! — Murmurou depois do susto que levou. — Tenho que trabalhar! — Fez bico, lugar o qual desejou morder, mas se conteve.
— Trabalha onde? — Perguntou interessado.
— Em uma locadora.
— Locadora? — Ficou confuso.
— Sim, em pleno século 2017. — Ela riu. — É a minha deixa. — Balançou o celular, que tocava novamente.
— Não mesmo! Vou te deixar lá. — Disse, se levantando.
— Mas é só duas ruas daqui.
— Ótimo, vamos a pé!
Ele estendeu a mão para ela — Acompanha-me, my lady?
— Você não existe, ! — Disse, pegando mão dele, levantando!

✩✩✩


— Desculpa, Fred! Fui na sorveteria e perdi a noção do tempo. — disse assim que entrou na locadora, sendo acompanhada por .
— Não tem problema, minha linda. — O rapaz disse, indo abraça-a. — Ainda mais quando seu motivo é bonito que nem esse. — Disse assim que percebeu a presença de uma terceira pessoa. — Fred!
! — Se apresentou, apertando a mão que lhe fora estendida.
— Tira o olho desse, Harws! — Frigga disse, o empurrando de leve pela barriga.
— Ui, possessiva. — Brincou. — Estou indo embora, cuidado com que vocês vão fazer aqui, é público!
— Fred! — a garota o repreendeu, enquanto apenas ria da cena.
Harws pegou suas coisas atrás do balcão e se despediu dos dois, pegando seu rumo para casa.
— Ele é hilário! — A garota falou assim que se sentou no banco do atrás do balcão.
Silêncio.
— E então, o que você faz por aqui? — perguntou, se aproximando da garota.
— Leio! — Disse meio óbvia. — Quase nunca vem gente aqui. — Deu os ombros. — E quando vem é só pra pedir alguma informação.
— Hum. — Foi tudo que disse antes de se aproximar mais ainda da moça, aproveitando a proximidade para passar os braços pela cintura da novata. — Então quer dizer que estou conversando com a Deusa da fertilidade?
— Tecnicamente, sim! — Disse, passando o braços ao redor do pescoço do rapaz, puxando-o para perto de si, mais especificamente, para o meio das pernas dela.
— Isso é interessante. — se inclinou em direção da garota.
— É?! — Roçou seu nariz no de , ele apenas concordou com a cabeça — também acho!
Dito isso, ela grudou seus lábios no do garoto em um selinho. Apenas esse gesto foi o suficiente para que ambos sentissem uma onda eletrizante percorrer pelo corpo de ambos. não hesitou em aprofundar o beijo. Ele apertou a cintura da mesma, fazendo-a arfar contra seus lábios. Era um beijo calmo e intenso. podia jurar para si que o sabor dos lábios novata era o melhor que ele já tinha provado, e ela também podia dizer mesma coisa. Não queriam parar agora e nem nunca, mas a maldita falta de ar teve que os separar. Finalizaram o beijo com selinhos e foram se afastando aos poucos.
— Por que demorou duas semanas para falar comigo? — perguntou ainda com a boca próxima à do garoto.
— Também gostaria de saber! — Ele disse antes de juntar os lábios com os dela novamente.

✩✩✩


Quando chegou em casa estava quase anoitecendo, decidiu tomar um banho e deitar. Passara a tarde toda com a novata, e não podia ter feito coisa melhor! Conversaram sobre a vida, opiniões, descobriu que a garota amava futebol, mas não o americano, e que ela era geek e não nerd, a qual teve que explicar pra ele a diferença. estava encantado com a garota e queria conhece-la mais e mais.
— Mano, mãe 'tá chamando para jantar. — fêmea, Elize, ou feminina menor, disse, entrando no quarto e reparando no belo sorriso que o irmão carregava. — Alguém teve uma ótima tarde, huh?
— Vai se foder, Lize! — Disse, atirando o travesseiro na porta e ouviu a mais nova gargalhar do lado de fora.
— Vem jantar!

✩✩✩


Assim que o garoto entrou no colégio na manhã seguinte, ele foi logo procurando a novata. A avistou sentada debaixo de uma árvore com a bolsa no colo e um livro aberto, sem pensar duas vezes, foi em direção da garota, sentando do lado dela.
— Bom dia! — Ela disse, virando-se para ele.
— Bom dia, linda! — Roubou um selinho da menina, que sorriu.
Ele não sabia por que estava agindo assim, mas tava gostando e era isso que importava.
O sino tocou indicando início das aulas, e ambos levantaram.
— Vamos? — Perguntou e a garota concordou. não hesitou em entrelaçar sua mão com a dela e a arrastou pelo pátio, indo deixá-la na porta da sala.
E a semana toda foi assim, ele a acompanhava até a sala, e ia com ela até a locadora, vez ou outra ficar por lá. No intervalo, vez ele ficava com ela, e outras vezes com seus amigos, tentava arrastá-la para ficar com eles, mas não gosta de estar entre muitas pessoas, não se sentia tão confortável, então ele respeitou.
Na quarta, Frigga não trabalharia, então a convidou para assistir um treino, mesmo achando que ela não iria, lá estava a garota sentada na arquibancada, com mais uma das suas saias rodadas, que deixavam suas belas coxas amostra, o que mostrava o quão gostosa a novata era, uma das suas blusas de série e all star canela alta.
— Cara, ela está na sua cola! — Jake disse se aproximando dele, achando aquilo algo totalmente ruim. Para ele, se uma garota gruda, não tem mais como soltar.
— E eu na dela! — Completou, sorrindo.
Jogou um beijo no ar para a garota, que mandou outro, e se apressou para começar o treino.
Naquele mesmo dia, depois de toda correria no campo, convidou a novata para assistir um filme em sua casa.
— Tem um canto aqui que você vai amar, vem! — arrastou a mais nova até o escritório da casa, onde tinha estantes e mais estantes lotadas de livros.
— Que paraíso! — disse assim que entrou no cômodo, colocando a mão na boca. O garoto apenas riu da reação, colocando as mãos no bolço da calça que usava. — Sempre soube que seu interesse por livros não era à toa.
— Eu nem leio muito. — Disse, dando os ombros.
— Aham — A garota se aproximou, passando os braços pelo pescoço de . — Finjo que acredito.
O rapaz sorriu antes de grudar seus lábios no dela.
Ele não sabia dizer o porquê, mas o que ele estava sentido com ela nos últimos dias era incrível, nunca tinha sentindo a necessidade de manter uma garota na sua vida como precisava manter a perto de si. Estava desenvolvendo um sentimento bom pela moça e estava deixando se permitir.
Foram interrompidos por algum ser que entrou rapidamente no escritório.
— Olha só quem chegou em... — A irmã mais nova de parou de falar assim que viu a presença de outra pessoa na sala. — Ah, olá! — Sorriu amarelo.
— Oi! — A novata sorriu de volta. — Frigga! — Se apresentou, soltando-se do rapaz e indo em direção a cópia feminina dele.
— Elize ! — A menor deu um beijo na bochecha da . — Olha, mano, você acertou em cheio dessa vez! — Disse, deixando a menina envergonhada.
— Para, Lize. — puxou a Deusa da fertilidade para perto de si novamente, abraçando-a. — O que você quer?
— Estudar, então vaza!
— 'Tá, tá, já estávamos saindo.
— Sei bem esse saindo, viu?! — Lembrou ao mais velho da cena que presenciou segundos atrás.
— Qualquer coisa estamos na sala de tv!
O resto da tarde foi tranquilo, colocaram um filme qualquer para assistir, mas na verdade passaram a tarde dando amassos no sofá cama da sala, só pararam quando a irmã mais nova do rapaz se juntou para acompanhá-los, o que deixou frustrado. E depois de preparar algo para os três jantarem, os foram deixar a novata em casa.
— Meu mano 'tá apaixonado, que lindo! — Elize disse, observando seu irmão, que assistia alguma coisa na tv da sala.
— Eu não 'tô apaixonado.
— Ah, qual é, ?! Quantas garotas você trouxe aqui pra casa para assistir um filminho?
— Nenhuma. — Respondeu baixo, mas mesmo assim a menina escutou.
— Pois é!
— Onde você quer chegar, Eliza? — Perguntou, prestando mais atenção na conversa.
— Quero que você pense: depois de tudo, você quer que ela vá embora como as outras? — Millions fêmea deixou no ar e saiu, deixando seu querido mano pensar.

✩✩✩


— Que lugar mais chato! — disse, totalmente exausta.
Era sábado à noite e eles estavam e um jantar beneficente produzido pelo colégio, para ajudar uma instituição carente, mas o ambiente estava tão parado que dava sono.
— Podemos ir para outro lugar... — disse sugestivo no ouvido da garota.
— Hum… — Parou para pensar. — Tem um parque de diversões aqui perto. Você me concederia essa honra?
— Claro, mademoiselle!

✩✩✩


— Em qual prefere ir? — disse enquanto andavam de mãos dadas entre os brinquedos do parque.
A menina tentava se decidir olhando para o lado e para o outro, até que um chamou sua atenção.
— Carrossel! — Disse animada!
— Sério?
— Sim!
— Eu não vou nisso, não!
— Vai, ! — Deu um selinho nele. — Só uma volta!
— Não sei, não fiquei convencido. — Sorriu malicioso.
A garota entrelaçou os braços ao redor do pescoço do rapaz e roubou-lhe um beijo quente.
— E agora? — Disse, sorrindo, assim que se separaram.
— Uma volta! — Fez o número um com o dedo e ela riu, o puxando em direção ao brinquedo.
Millions sentou-se em um dos cavalinhos, sendo acompanhado por , logo já estavam girando.
olhou bem para garota, estava com um daqueles sorrisos que só ela sabia dar, se sentia tão confortável com a Deusa da fertilidade.
Parou para fazer uma analogia com o brinquedo a qual estava. Sempre que ele ficava com uma menina, sentia que o relacionamento estava em um carrossel, um ciclo, dando voltas e voltas para chegar no mesmo lugar, algo repetitivo e enjoativo, e quando voltavam para o ponto inicial, seguiam caminhos diferentes. Talvez sua irmã tenha feito a pergunta certa. Não, respondeu Elize mentalmente. Não queria que ela fosse embora, precisava dela ali, com ele. Talvez ele ainda não estivesse apaixonado, mas não queria seguir direções distintas.
Depois do Carrossel, puxou a garota para a pequena montanha russa que tinha lá. Era assim que ele imaginava o relacionamento com a , cheio de emoções, mas que de preferência não tivesse fim, e sim recomeços. Mas na verdade, bem lá no fundo estava mesmo se apaixonando. Só que ele já havia comprado o bilhete, não havia? Agora não há como voltar atrás!

Round and round like horse on a carousel, we go
(Rodando e rodando como um cavalo em um carrossel, nós vamos)
Will I catch up to love? I can never tell, I know
(Eu vou me apaixonar? Eu nunca posso dizer, eu sei)




Fim



Nota da autora: Opa, tudo bom? Para mim, a pior parte é fazer a nota da autora, nunca sei ao certo o que dizer fsgsgfg Mas, queria agradecer a Isabella, pessoa quem organizou a ficstape, pela oportunidade! Quando eu peguei a musica, eu tinha uma ideia inicial, mas não sabia o que fazer com o final. Carrossel para mim sempre foi algo enjoativo e repetitivo, mas eu não queria que os pps terminassem assim, então como no clipe e na música não tem um final propriamente dito, eu mesma inventei um! Espero que tenham gostado, é minha primeira ficstape aqui no ffobs :3





Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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