07. Slut Like You
Finalizada em: 30/09/2018

Capítulo Único

Qualquer pessoa que batesse os olhos por mais de cinco segundos naquele vestido, o taxaria como vulgar, mas não era qualquer pessoa, e era por isso que ela usava o vestido vermelho sangue com o maior sorriso de todos. O modelo frente única amarrava em seu pescoço e deixava suas costas nuas, um decote generoso ocupava a parte frontal e deixava boa parte de seus seios amostra, além do cumprimento não ser recomendado. O vestido exalava promiscuidade, mas uma festa na casa dos Alpha Epsilon Pi pedia aquilo. A própria fraternidade exalava uma promiscuidade sem fim, uma festa lá não seria tão diferente.
- Caralho, você está muito gostosa. - , a melhor amiga e companheira de irmandade de , falou assim que entrou no quarto e encarou a amiga. - Não me responsabilizo se eu te beijar essa noite.
- Não me responsabilizo se eu corresponder. - piscou marota enquanto sorria maliciosa e se aproximava da amiga.
- Não me encara com esse seu olhar fatal, senão eu te agarro aqui mesmo. - o tom de voz de saiu divertido, mas as duas ali sabiam que a amiga estava sendo sincera.
riu, estava tão acostumada com o jeito da amiga que aquilo para ela já era normal. Enlaçou o braço no da amiga e apressou-se em sair Kappa Kappa Gamma, antes que outra irmã pedisse para que a esperassem. O relógio marcava pouco mais de onze da noite e bufou assim que o encarou ao passar pelo prédio central da universidade.
- Que foi, garota? - cutucou a amiga com o cotovelo após ouvir a mesma bufando.
- Já são onze e trinta e sete. - bufou novamente e franziu o cenho.
- E desde quando isso te incomoda? Você sempre chega tarde às festas. - rebateu e revirou os olhos, sem que a amiga visse.
- Isso me incomoda desde quando eu quero pegar uma pessoa e se eu chegar tarde, ele já vai estar com alguém. - bufou novamente, mas abriu um assim que viu a casa Alpha toda iluminada aparecer na esquina.
- Vai me dizer quem é a vítima da noite? - a amiga questionou e ouviu uma risada maliciosa de .
- Quando você me ver encarando ele, irá perceber. - virou na direção da amiga piscando de modo malicioso e virou para frente, subindo a pequena escada e entrando na casa lotada de gente.
não sabia como iria achar ele no meio daquele mar de gente, mas ela sabia que iria. Não seria difícil achar , era só procurar o máximo de garotas amontoadas e pronto, ele estaria no meio de todas elas. Com essa tática em mente, os olhos felinos de logo se cruzaram com os de , que a encarava fixamente. abriu um sorriso malicioso e virou de costas para o homem, voltando sua atenção para a amiga, que a encarava com uma sobrancelha arqueada.
- O ? Sério? - praticamente gritou para que a amiga pudesse escutá-la e apenas deu de ombros, piscando marota para a amiga. - Soube que ele estava ficando com a Liv.
- Estava. - frisou e voltou o olhar na direção de , vendo o mesmo afastando-se das garotas ao seu redor. - Usou o tempo certo.
- Você não se importa com isso? - a voz de saiu ofendida e riu com vontade, como era lerda às vezes.
- Não, querida, eu só quero usar ele. - abriu o melhor sorriso sujo que possuía e encarou dos pés a cabeça, mordendo o lábio, ato que não passou despercebido dos olhos do homem.
caminhava na direção de enquanto via os olhos da mulher analisando cada parte do seu corpo. não era estúpido, sabia muito bem quem ela era, as garotas de sua irmandade pareciam amá-la, e os garotos de sua fraternidade, bom, todos eles a achavam quente.
Os boatos que rondavam a universidade eram que era lésbica. Essa foi a única opção que os enxeridos de plantão acharam para explicar o motivo de nunca ser vista beijando um garoto, apenas ficando com a amiga, . era um verdadeiro enigma para todos da Universidade de Vanderbilt.
aproximou o corpo do da amiga, ainda não estava bêbada para perambular por ali sozinha, e puxou a amiga para a direção contrária, indo até uma roda onde as pessoas observavam os homens bebendo a cerveja pela mangueira ligada ao barril. Assim que viu a cena, um sorriso alegre brotou em seus lábios. Ela iria encher a cara, mas seria no estilo das kappas. Soltou a mão da amiga e furou a pequena fila que tinha, sorrindo marota para os homens.
Ela empurrou o homem com uma mão, enquanto a outra puxava a mangueira para si. Os homens mantinham o olhar fixo na garota, que bebia todo líquido da mangueira por mais tempo do que qualquer homem que havia tentado antes. sentiu a cabeça rodar e parou de beber, jogando a mangueira para o cara mais próximo. Ela sabia que se extrapolasse seu limite bebendo, não poderia aproveitar a festa como realmente queria.
- Todo dia surpreendendo os machos da universidade por motivos diferentes. - riu ao ver a amiga aproximando-se.
- É super normal surpreendê-los, eles acham que somos um casal lésbico. - riu lembrando de todas as vezes que perguntaram se ela era lésbica, e deu um selinho rápido na amiga. - Mesmo você ficando com metade do campus inteiro.
- Então, consequentemente, você é corna. - riu ao ver a cara fechada da amiga. - Vamos dançar, tenho certeza que você não veio vestida desse jeito para ficar jogando conversa fora.
agarrou a mão da amiga e seguiu para os fundos da casa, ali era o melhor local nas festas das universidades. Ao chegarem à área externa, a música era totalmente diferente da que tocava no interior da casa. O quintal dos Alpha estava lotado, cheio de jovens das universidades e fraternidades. largou a mão de , despedindo-se da amiga com um aceno de mão enquanto caminhava na direção dos garotos da Beta Gamma Phi. riu fraco e foi até o grupo das garotas de sua fraternidade.
- Olhem quem veio vestida para matar. - Carly, a presidente das Kappas, falou com um sorriso no rosto ao observar aproximar-se. - É até um pecado você vir vestida desse jeito para festa e não ficar com ninguém.
- E quem disse que eu não vou ficar com ninguém? - riu ao ver a cara de descaso das amigas.
- Com a não conta, . - Lily rebateu.
- Mas eu não estou falando da . - falou fazendo pouco caso. - Vamos dançar, não saí da nossa casa pra ficar batendo papo com vocês aqui.
já tinha perdido a conta de quantas músicas já tinha dançado e de quantos copos já tinha virado, mas ela se sentia ótima. A parte de fora da casa já não estava mais tão cheia, e boa parte das pessoas que estavam ali, estavam se agarrando. já tinha desistido de encontrar com , ele provavelmente já estava aproveitando muito bem a sua noite.
Ela afastou-se das poucas garotas que ainda estavam por ali e adentrou a casa novamente, esbarrando nas pessoas que esbarravam em seu caminho. bufou, inconformada por não ter amizade com nenhum garoto da Alpha para que pudesse dormir ali naquela noite.
- Espero que não esteja indo embora. - a voz rouca e embolada tirou dos devaneios quando ela se aproximava da porta.
- Eu estava indo embora, não tinha mais nada de interessante para que eu ficasse aqui. - virou, ficando de frente para e retribuindo o sorriso que o rapaz lhe lançava. - Mas acho que agora eu vou ficar.
abriu um sorriso arteiro e passou pelo rapaz, segurando sua mão e indo para perto do aparelho de som. Ela logo começou a mexer o corpo no ritmo da batida que ecoava por toda a casa e parou de andar ao chegar a uma parte mais vazia da sala. Soltou a mão de e começou a dançar no ritmo da música, sendo acompanhada por que seguia seus movimentos com os corpos colados. dançava sensualmente e apertava cada vez mais forte a cintura da garota. Ele não sabia mais quanto tempo aguentaria sem avançar nela, e ela muito menos.
Já devia ser a terceira música que eles dançavam, ou talvez fosse a quarta, quando ficou de frente para . Ela levou as mãos para a nuca do rapaz, deixando-as ali e aproximando ainda mais seus corpos. Um regaeton começou a tocar e abriu um sorriso sujo enquanto via morder os lábios. Ele aumentou a pressão que sua mão fazia na cintura de e levou a outra até as costas nuas da mulher, enquanto ela prendia a perna de entre as suas enquanto rebolava na coxa do homem.
- Não sabia que você dançava tão bem. - ele sussurrou próximo ao ouvido da mulher, começando uma trilha de beijos da orelha até o ombro dela.
- Eu sou boa em tudo que eu faço. - levantou o rosto do homem, fazendo com o que ele a encarasse e aproximou seus lábios dos dele, roçando-os levemente. - Tudo.
- Talvez você queira me mostrar. - colou ainda mais seus corpos e arqueou a sobrancelha enquanto encarava a mulher.
- Com todo prazer. - sorriu suja e embrenhou a mão nos cabelos da nuca do rapaz, juntando seus lábios rapidamente.
não esperou uma resposta ou confirmação de , ela apenas colou seus lábios e aproveitou a boca entreaberta do homem para aprofundar o beijo. não perdeu tempo, segurando firmemente a cintura da mulher e apertando sua bunda com a outra mão. O beijo era apressado, cheio da luxúria e do tesão que exalava dos dois.
- Acho que seria uma boa se nós dois subíssemos. - sussurrou após cortarem o beijo, porém com os lábios separados por míseros milímetros, enquanto passava as unhas pelo peitoral coberto do homem.
- Eu acho uma ótima ideia. - a voz de saiu maliciosa acompanhado com um sorriso do mesmo gênero.
beijou-a novamente, dessa vez com um beijo ainda mais intenso e rápido que o primeiro. Separaram seus lábios, suspirando fortemente e sorriu, enquanto comemorava internamente sua pequena vitória. segurou nas mãos da garota e caminhou até o segundo andar, parando em uma das últimas portas e adentrando ao quarto vazio.
- Eu não divido o quarto com nenhum dos outros garotos, não vamos ser interrompidos. - falou após trancar a porta e virar-se para , vendo-a sentada na cama.
logo tratou de ficar descalço igual a mulher e encaminhou-se para cama, sentando ao lado da mulher e puxando-a pela nuca, começando outro beijo. Não demorou muito para que estivesse sentada no colo de , arranhando suas costas por baixo da camisa, enquanto as mãos do homem passeavam por todo o corpo da mulher.
- Essas roupas só estão atrapalhando. - murmurou ao final do beijo e desamarrou o laço do vestido de , fazendo o pano cair e deixar o busto nu.
selou seus lábios novamente e reprimiu um gemido ao sentir a mãos de apertar o bico de seu peito rijo. As pernas da mulher estavam uma de cada lado do corpo do homem, enquanto ela rebolava calmamente em seu colo, causando pequenos atritos em suas partes intimas. cortou o beijo e afastou o tronco do de , tirando rapidamente sua blusa e jogando em um canto qualquer do quarto. saiu do colo do homem e sentou-se ao lado, retirando o vestido e vendo ficar apenas de cueca.
- Você não sabe o tamanho da minha vontade de te foder. - falou, deitando por cima de e roçando seus íntimos, sentindo o bico rijo do peito da mulher contra seu peitoral.
- Você não sabe o tamanho da minha vontade de ser fodida por você. - sussurrou com a voz encharcada de luxúria e tesão e levou uma das mãos até o membro de , passando as unhas levemente por toda a extensão por cima do pano da boxer.
- Você não deveria brincar com fogo. - falou enquanto apertava o bico do peito da mulher e acariciava sua intimidade por cima do pano úmido.
- Talvez eu queira ser queimada. - mordeu levemente o queixo do homem e abaixou a boxer, começando a masturbá-lo.
uniu seus lábios aos de em um beijo desesperado, tentando dispensar todo o tesão preso em seu corpo. Ele afastou a calcinha da mulher para o lado e penetrou-a de uma vez com dois dedos, enquanto o dedão fazia movimentos circulares no ponto inchado de prazer da mulher, fazendo afastar seus lábios e grunhir em prazer.
- , não faz isso. - a voz da mulher saiu fraca, enquanto encarava de modo suplicante o homem com um sorriso malicioso nos lábios.
- Você vai dizer que não gosta de uma preliminar? - a voz saiu debochada, enquanto encarava a expressão de prazer da mulher ao sentir os dedos de indo mais fundo.
- Não nesse momento. - resmungou com a voz falhada e jogando a cabeça para trás, enquanto a penetrava com mais um dedo. - Agora eu só quero que você me foda.
- Mas eu já estou fazendo isso, gata. - falou usando o melhor tom inocente e segurou-se para não apertar forte demais o pau que masturbava, aliás ela precisaria dele.
- , você me entendeu. - ela murmurou manhosa e aumentou a velocidade dos movimentos que fazia, seguindo o ritmo dos dedos do homens, vendo soltar um palavrão. - Eu quero que você me foda, agora, com o seu pau.
sentiu seu pau pulsar ao ouvir aquele pedido e levantou o travesseiro, pegando uma camisinha de dentro da fronha. Tirou os dedos da intimidade molhada de e livrou-se da boxer, vendo fazer o mesmo com a calcinha. Ao perceber que estava sendo observada, fixou seus olhos nos de e abriu um sorriso malicioso, enfiando dois dedos em sua intimidade, vendo o homem retribuir seu sorriso sujo enquanto vestia rapidamente a camisinha em seu membro.
- Acho que eu nunca estive tão excitado em toda minha vida. - murmurou entredentes e deitou por cima de , fazendo a mulher parar de masturbar-se e penetrando-a de uma vez.
O gemido de prazer de , ao sentir todo o membro de penetrando-a de uma vez, ecoou pelo quarto sendo acompanhado pela exclamação de prazer de ao sentir o interior de apertando seu pau. levantou as pernas, enlaçando-as na cintura de e arranhando as costas do homem a cada estocada mais forte que ele dava, enquanto ele lhe distribuía beijos e mordidas por seu colo, ombro e pescoço. Sem dúvidas, um deixaria marcas no outro, e não seriam apenas físicas.
- Minha vez. - sussurrou e mordeu o lóbulo do homem, afastando seus corpos e empurrando o homem para o lado, fazendo-o cair na cama.
levou sua mão até o pau de , alisando-o da base até a glande, sentando em seguida no homem. não pôde evitar um palavrão e sorriu, começando a cavalgar. As mãos de seguravam firmemente a cintura de , causando um impacto ainda maior em seus corpos, enquanto rebolava com vontade e arranhava o abdômen de sempre que ele dava uma estocada mais firme, sentindo o tão conhecido nó se formar em seu íntimo.
aumentou ainda mais o ritmo, fazendo o barulho bruto de seus corpos entrando em atrito ecoar pelo quarto, estocando cada vez mais fundo, fazendo fincar as unhas no braço do homem, enquanto gemia cada vez mais alto. retirou quase todo o seu membro e penetrou-a o mais rápido e fundo que pôde, levando ao ápice e sentindo todo o corpo da mulher relaxar, enquanto ela gemia ainda mais alto que das outras vezes e jogava a cabeça para trás.
inverteu a posição, deitando o corpo da mulher no colchão e penetrando-a o mais rápido que podia, enquanto puxava seus cabelos e gemia. Não foi preciso muito mais tempo para que gozasse enquanto admirava a maravilhosa visão de entregue aos seus braços após um orgasmo.
- Acho que agora posso admitir que só me aproximei de você porque queria um local para hoje. - falou rindo fraco enquanto deitava ao seu lado após livrar-se do preservativo. - Estava com preguiça de voltar para casa.
- Você estava com preguiça de ir até a casa das kappas, mas acabou de transar? - perguntou rindo ao encarar a mulher.
- Prioridades né. - sorriu maliciosa e selou seus lábios novamente. - Que tal mais um round?
- Só se for agora. - puxou a mulher para seu colo e devorou seus lábios.

(...)


O sol já estava alto no céu e entrava pela cortina, esquentando os dois corpos nus que dormiam na cama. Quando os raios solares alcançaram o rosto de , a mulher remexeu-se na cama resmungando e abrindo os olhos, contra vontade, e vendo dormindo agarrado a si.
fez todo o esforço do mundo para sair do aperto do homem de modo sutil, para que ele não acordasse, mas não deu muito certo. Assim que o braço de roçou no edredom, e não na pele quente da mulher, ele abriu os olhos, vendo o encarando com um sorriso culposo nos lábios.
- Não era minha intenção te acordar. - assumiu e levantou-se da cama, começando a rodar o quarto em busca de sua roupa.
- Eu tenho um sono muito leve. - deu de ombros e descobriu-se, achando a calcinha da mulher ali.
Pegou a calcinha e levantou-se da cama, seguindo até e segurando fortemente a cintura da mulher enquanto beijava seus lábios, pela primeira vez, sem pressa. rompeu o beijo e afastou seus corpos, entregando a calcinha para .
- Muito obrigada, eu ia acabar desistindo de procurar e ia sem. - admitiu pegando a calcinha e a vestindo, fazendo o mesmo com o vestido logo em seguida. - Pode amarrar aqui?
- Claro, por mais que eu prefira tirar sua roupa. - sussurrou na nuca da mulher, vendo os pelos da mulher eriçarem.
- Acredite, eu também prefiro ficar sem roupa estando com você. - admitiu virando-se de frente para o homem e sorriu. - Mas eu não avisei nenhuma das garotas que não ia para casa, elas devem estar loucas.
- Tudo bem, depois nos vemos pelo campus. - bateu na bunda de , fazendo-a prender a respiração e encarar o homem com os olhos arregalados. - Ou no meu quarto, fique à vontade para voltar.
sorriu maliciosamente para e o puxou para um último beijo, antes que ela desistisse da ideia de ir embora e tirasse novamente a roupa, para passar o resto do dia com o homem. As mãos de começaram a explorar todo o seu corpo e quando sentiu seu corpo começar a esquentar, e a excitação do homem começar a dar sinais, ela decidiu que era hora de partir o beijo e ir embora.
- Sabe, acho que você pode ser meu amiguinho. - falou enquanto calçava a sandália e riu ao ver a careta que o homem fez ao escutá-la pronunciar a palavra no diminutivo. - Não precisa me olhar com essa cara, eu sei que você não tem nada no diminutivo.
- , cara, está todo mundo lá em baixo, só falta você. - a voz masculina do lado de fora estava acompanhada por batidas na porta.
encarou , perguntando com o olhar se a mulher se importava e ela apenas deu de ombros. O homem foi até a cama e pegou a boxer que usava, vestindo em seguida uma bermuda qualquer. Caminhou apressado e ao passar por , recebeu um tapa na bunda, fazendo-o encarar ultrajado a mulher, que apenas ria.
- Boa tarde, Len. - murmurou ao abrir a porta.
- Hm, desculpa, não sabia que estava acompanhado. - Len murmurou incomodado e rolou os olhos. – Oi, .
- Oi Len, tchau . - passou pelos dois e perto do fim do corredor pôde escutar a voz de Len novamente.
- Puta que pariu, eu não acredito que você dormiu com a . - o homem falou, fazendo segurar a risada e apressar o passo para sair daquela casa lotada de macho.
Como diz o ditado, vergonha só passa quem tem, e naquele exato momento descobriu que não tinha nem um pingo. Ao descer as escadas, ela deu de cara com a enorme sala da casa dos alpha totalmente bagunçada, porém com todos os membros da fraternidade. Todos eles encaravam como se perguntassem o que ela fazia ali, por mais que eles soubessem muito bem o que ela fazia e com quem. Ao chegar à porta, virou para os homens, dando um tchau com a mão e saindo da casa, rindo da reação deles.
O caminho até a casa das kappas foi rápido, e agradeceu mentalmente ao avistar a casa de sua fraternidade. Ela estava louca para tirar aquele vestido apertado e tomar um banho revigorante, para devolver-lhe todas as energias que gastou na madrugada. praticamente jogou-se para dentro da casa e fechou a porta, atraindo atenção das amigas que estavam por ali.
- A noite de alguém foi muito boa. - Lily foi a primeira a se pronunciar ao ver a situação da amiga.
- Acho que é a primeira vez que a dorme fora. - Carly falou para as amigas. - Quer nos contar onde você dormiu?
- Na Alpha Epsilon Phi. - riu ao ver a expressão chocada das amigas.
- Quer nos contar com quem você dormiu? - Carly questionou novamente e deu de ombros, fingindo não estar louca para contar para as amigas.
- Ah, foi com o . - falou fazendo pouco caso, mas o sorriso de lado mostrava que ela não achava aquilo pouca coisa.
- ? O ? - Lily perguntou chocada e concordou com a cabeça. - Falam que ele transa muito bem.
- Querida, bem é pouco para classificar a foda daquele homem. - riu e a porta da casa foi aberta, fazendo aparecer logo em seguida.
- Quem fode muito bem? - perguntou assim que aproximou-se das mulheres.
- . - Liv murmurou e encarou .
- Não acredito que você realmente transou com ele. - encarou a amiga dos pés a cabeça analisando seu estado. - Na verdade eu acredito sim, olha o seu estado.
afastou-se das amigas e foi até o espelho preso à parede. Ao encarar seu reflexo, a mulher entendia do que as amigas falavam e o motivo pelo qual os homens da fraternidade a encaravam. Seu cabelo estava uma bagunça e ela nem tinha se dado o trabalho de prender, o pescoço possuía algumas marcas de chupões e mordidas.
- Acreditem, a situação dele está pior. - riu e deixou a sala, seguindo para o segundo andar.

(...)


deitou o corpo suado e cansado ao lado do de e sorriu. Como aquele homem conseguia fazer com que ela chegasse tão fácil ao prazer. riu, lembrando-se da sua conversa de mais cedo com .
- Aonde você vai? - questionou ao entrar no quarto da amiga e ver a mesma se arrumando na frente do espelho.
- Vou à casa dos Alpha, não tem aula hoje à noite. - virou-se para a amiga e sorriu.
- De novo? Você nunca ficou tanto tempo assim com um garoto. - resmungou e arqueou a sobrancelha ao encarar a amiga. - Já faz mais de um mês que vocês estão ficando.
- E o que têm? - questionou não entendendo aonde a amiga queria chegar.
- Você está gostando dele, ? - perguntou e a amiga riu.
- Você está brincando, né? - perguntou assim que o riso cessou e viu o semblante sério de . - Ah, você está falando sério.
- É claro que eu estou, . - resmungou.
- Nós apenas somos amigos que transam sempre que querem. - passou pela amiga e lhe deu um selinho. - Sem ciúmes, ainda sou sua.
- Que foi? - questionou e saiu dos devaneios, sorrindo para o homem ao seu lado.
- Falaram que eu estou apaixonada por você. - riu enquanto arranhava suavemente o tronco nu de .
- E você está? - perguntou enquanto a encarava nos olhos.
- Por você, não. Pelo seu sexo, sim. - admitiu piscando para que a encava com uma falsa expressão de choque enquanto colava ainda mais seus corpos.
- Todo esse tempo e você só estava me usando. - o tom de voz saiu abafado pois os lábios de não desgrudavam do pescoço de .
- E vou usar novamente, nesse exato momento. - falou e riu.
- Mulher, você não cansa? - questionou encarando-a.
- Na verdade, eu espero que você não canse, pois eu vou te propor algo. - falou rápido e pulou da cama, começando a vestir-se rapidamente. - Vai, se veste logo.
- Aonde nós vamos, ? - perguntou enquanto vestia-se.
- Para a Kappa Kappa Gamma. - falou e agarrou a mão do homem, enquanto sussurrava em seu ouvido o motivo dos dois estarem indo até a irmandade.
O caminho até a casa das kappas foi rápido, e rezou para que as meninas estivessem na sala, isso lhe pouparia tanto trabalho. Ao abrir a porta e ver as mulheres sentadas na sala, reprimiu o grito de animação e sorriu, puxando para entrar.
Ao ouvirem o barulho na porta, as kappas que estavam na sala logo viraram a cabeça para ver quem havia chegado, e ficaram surpresas ao ver e parados perto da porta encarando-as.
- Certo, o que foi? - Carly foi a primeira a se pronunciar, fazendo sair da conversa particular que tinha com .
- Eu e estamos escolhendo quem vamos deixar entrar. - falou como se as garotas entendessem.
subiu as escadas e as garotas estavam com o olhar confuso encarando . Quando sumiu de sua vista, caminhou até o sofá e segurou a mão de , saindo dali com a amiga.
- Hoje mais cedo você perguntou se eu estava gostando do , e quando eu neguei, você não acreditou. - falou enquanto subia as escadas com a amiga.
- Certo, e o que tem? - perguntou.
- Eu quero te mostrar que isso não é verdade, . - sorriu para a amiga que a encarava confusa.
- Eu não estou te entendendo, . - falou enquanto abria a porta do quarto, revelando jogado na cama.
entrou no quarto, sendo acompanhada por , e fechou a porta. parou nós pés da cama e parou a sua frente. O semblante de era confuso, enquanto sorria maliciosamente para a amiga. direcionou a mão para a nuca da amiga e aproximou seus rostos, vendo um sorriso brotar nos lábios de , que logo colou seus lábios e a puxou para um beijo. A mão de puxava os cabelos da nuca da amiga enquanto a outra apertava a bunda de , que tinha uma mão apertando a cintura de enquanto a outra passeava pelo corpo da amiga.
- Hm, o está ali. - murmurou após romper o beijo.
- A intenção é nós duas também irmos até ali, junto com ele. - falou enquanto apontava a cama com a cabeça.
- Você está insinuando um ménage? - perguntou de olhos arregalados enquanto revezava o olhar entre e .
- Eu quero que você entenda que eu não estou apaixonada por ele, minha relação com é igual minha relação com você. - encarou a amiga e sorriu. - E aí, você topa?
- Se eu não topasse, vocês poderiam me internar. - riu e foi até a cama, sentando-se no colo de e começando a beijá-lo.
Se tinha alguma dúvida de que nutria algo por além da atração sexual, elas morreram assim que viu o homem beijando sua melhor amiga. não sentia ciúmes, raiva ou qualquer sentimento que indicasse que ela estava apaixonada por . A única coisa que ela sentia era o desejo queimando sua pele e seus poros liberando todo o tesão que seu corpo sentia ao ver os dois, já seminus, se pegando a sua frente.
livrou-se rapidamente da roupa que vestia, ficando apenas de roupa íntima e indo até os dois na cama, fazendo-os pararem de se beijar e entrando no meio, começando um beijo triplo.




Fim.



Nota da autora: E aí galera, tudo bom? Quando eu vi esse hino de música, eu logo pensei em uma história na universidade e saiu esse neném aqui. Me desculpem qualquer coisa, mas foi a minha primeira cena restrita, então peguem leve. Espero que vocês tenham gostado da história e dos personagens.



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Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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