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Finalizada em: 07/03/2021

Capítulo Único

Quando se trabalha com as artimanhas da luxúria, é esperado que nada realmente nos surpreenda, muito menos que isso acabe nos afetando muito mais do que o desejado.
Ser dono de um lugar como o Succubus, onde eu era contemplado diariamente com as mais variadas demonstrações de prazer, me trazia as mais inesquecíveis experiências. E, dentre todas elas, realmente é difícil escolher as que foram mais marcantes, no entanto, é impossível falar disso sem citar .
Sentado ali, em minha poltrona habitual, enquanto meus olhos permaneciam apenas observando os mais inusitados casais que se poderia imaginar, era praticamente inevitável que as lembranças de sua deliciosa visita me deixassem subitamente pouco interessado com o que acontecia ao meu redor. Não, eu não vou fazer aquele discurso clichê de que ela era diferente das outras ou qualquer coisa desse tipo. ia muito além disso. Talvez seja melhor que você, caro leitor, veja por si mesmo.

FLASHBACK ON


Naquela noite, o Succubus estava movimentado, o que não era uma grande novidade. Sempre era assim nos finais de semana.
Eu não culpava ninguém por vir gastar vários dólares no meu estabelecimento como uma forma de se divertir após uma semana estressante ou quem sabe procurar esquecer qualquer que fosse o problema. Muito pelo contrário, quanto mais fizessem isso, melhor para mim, que conseguia minha própria diversão com o lucro e, o mais interessante, boas fodas.
Conseguia sentir o olhar de uma morena bonita pra caralho desde o momento em que havia pisado meus pés no meio daquele grande salão e não vou negar que a minha imaginação já ia bem longe ao mesmo tempo em que ela parecia manter uma conversa com Mark, um dos meus clientes mais assíduos. Enquanto a mulher mordia a boca pra mim daquele jeito, era impossível não pensar nela rebolando no meu colo, mas eu não ia furar o olho do meu colega, não naquela noite.
Caminhei lentamente até o balcão, onde conseguiria uma bebida, e enquanto voltava a analisar cada um dos presentes, meus olhos pousaram sobre duas pessoas em especial. Ao reconhecê-las, um sorriso de canto automaticamente se moldou em meu rosto ao mesmo tempo em que observei sem fazer questão alguma de disfarçar.
À direita, estava , mas eu raramente o chamava pelo nome porque preferia e alguns anos de amizade foram o bastante para eu me acostumar com isso. era meu braço direito e mesmo que me tirasse completamente a paciência de vez em quando, honestamente, era uma das únicas pessoas que realmente eram de minha confiança. Isso sem mencionar, é claro, que ele era gostoso pra caralho.
Já à esquerda, a visão só melhorava. Não era a primeira vez que meus olhos passeavam de maneira quase sedenta por cada centímetro do corpo daquela mulher. Nós nunca havíamos trocado uma palavra sequer, porém eu sabia muito bem quem era ela.
.
Obviamente, quem havia me dado aquela informação era o homem ao seu lado.
Certamente atraído pelo meu olhar, me encarou de volta e num milésimo de segundo uma conversa entre nós foi estabelecida.
Ele murmurou alguma coisa para e não precisou de muito para que minha intuição me dissesse exatamente o que os dois pretendiam ali. No entanto, eu era do tipo que adorava ouvir que me dissessem as coisas que desejavam e foi por isso que eu peguei meu copo de uísque recém servido pelo garçom, tomei um gole sutil e voltei a caminhar, dessa vez em direção àqueles que seriam meus alvos da noite.
— soltei em um tom de cumprimento, esboçando um sorriso sutil quando o olhar de meu amigo se dirigiu a mim.
— Tá bom, eu confesso que eu sou mesmo daqueles que visitam o trabalho até no dia de folga. Mas como não fazer isso quando o próprio dono do cabaré vem te cumprimentar pessoalmente? — O tom de voz dele era descontraído, o que me fez abrir mais o sorriso. — Acho que você já conhece a , não é?
Mais uma vez meu olhar se direcionou para aquela mulher deliciosa sem disfarçar, então umedeci meus lábios.
— Apenas de vista — respondi, sem desviar meus olhos dela. — . É um prazer finalmente conhecê-la, .
A mulher levou o olhar na minha direção e o correu por todo meu corpo, para então voltá-lo ao meu rosto e deixou um sorriso sacana moldar seus lábios. E sem parecer nem um pouco intimidada, levantou-se, ficando inclinada e se aproximando para depositar um beijo quase perto ao canto dos meus lábios.
— Acredite, o prazer é todo meu — soprou, então voltou a se sentar, colando uma de suas mãos sobre a perna de , que passou a língua pela boca, claramente aprovando aquele gesto.
Foi inevitável que meu sorriso se alargasse um pouco mais e meu olhar demorasse alguns segundos nela enquanto pensamentos tão pecaminosos quanto o comprimento de suas roupas vieram à minha mente. Voltei a encarar , então levei o copo de uísque aos meus lábios, bebendo dois goles generosos.
— E então… Ao que devo a honra da visita? — questionei em um tom de voz que sugeria que eles poderiam pedir absolutamente qualquer coisa que desejassem e era exatamente isso que eu esperava.
— Fiquei sabendo que a andava entediada em casa. E eu seria um péssimo amigo se não fizesse nada para mudar isso, não acha? — Me lançou um olhar sugestivo, que não hesitei em retribuir. E o comentário arrancou uma risada leve por parte de .
Quem deixava uma mulher como aquela entediada? Certamente um idiota.
— Com certeza seria. Consigo pensar em uma forma ou mais de tirá-los do tédio — comentei, deixando mais uma vez que meus olhos se fixassem nela, algo que retribuiu prontamente.
— Ah, eu sei que consegue. — sorriu ainda mais. — Estava contando aqui que você nos dissesse, . — Então sua mão se direcionou até a de e ele pressionou seus dedos em cima dos dela, fazendo com que a mulher o apertasse um pouco mais, subindo devagar. Ela abriu um sorriso, mantendo os olhos fixados em mim, então subiu sua mão ainda mais, quase tocando o pau dele e o apertou bem próximo à virilha conforme mordeu os lábios.
Acompanhei aquele movimento, sentindo que de repente o gosto do uísque já não seria mais o suficiente para mim.
— Dizer? Não, eu vou fazer melhor do que isso. Vou mostrar — dei ênfase à palavra.
riu levemente do que eu havia dito e tombou a cabeça, ao passo que semicerrou os olhos. De repente, ela se levantou, mostrando o vestido absurdamente curto que usava e deu a volta na mesa. Seus olhos me encaravam como se fossem pegar fogo e ela se aproximou, mantendo o sorriso nos lábios.
— Parece — disse, conforme uma de suas mãos tocou meu ombro, onde ela passou as unhas levemente por cima da camisa que eu usava — que você está prometendo muito. E eu estou começando a ficar entediada de novo, então enquanto os meninos resolvem o que vão fazer com uma gostosa como eu… Estou indo dançar. — Estalou a língua após dizer aquilo e virou-se, seguindo em direção à pista conforme rebolava aquela bunda gostosa.
Aquele comentário fez com que meus olhos se estreitassem enquanto eu a acompanhava com meu olhar, permanecendo alguns segundos sem mover um músculo para acompanhá-la, mas resolvendo então segui-la vagarosamente.
Quem sabe umas belas palmadas na bunda iam lhe mostrar o quanto seu conceito de tédio não combinava comigo.
Imaginar sua bunda avermelhada me fez até apertar o copo entre minhas mãos, então senti se levantar ao meu lado e soltar um suspiro afetado.
— Eu conheço esse olhar — comentou enquanto me acompanhava e eu dei um jeito de terminar de beber meu uísque para me livrar do copo.
— Claro que conhece. E foi por isso mesmo que você a trouxe até aqui — retruquei, sem deixar de acompanhar o caminho que fazia até o meio do grande salão.
Ela parou quando achou ter encontrado um ponto que a agradava e seu corpo se movimentava conforme o ritmo da música que tocava. Seu vestido, que já era curto, subia ainda mais conforme os movimentos e ela ficou de costas por algum tempo, até que se virou, levando o olhar até nós dois e abriu um puta sorriso safado. Tombou a cabeça mais uma vez como quando tinha se aproximado de mim alguns minutos antes, então voltou sua atenção para um homem que estava ao seu lado. Bastou um olhar dela para que ele se aproximasse feito um cachorrinho.
Não precisou de muito para que praticamente fundisse o corpo dela ao dele e começasse a se esfregar com vontade, levando as mãos até os ombros do homem, que não hesitou em segurar na cintura dela bem próximo à sua bunda. E por falar naquela parte deliciosa do seu corpo, ela a todo momento a movimentava em nossa direção, se empinando toda e fazendo o tecido subir ainda mais em suas coxas. Como se não tivesse pressa alguma, ela foi dançando conforme a batida e ficou de costas para ele, mordendo os lábios e mostrando o quanto aquilo a dava prazer.
De soslaio, percebi que encarava aquela cena como se um ímã o prendesse ali. Seus olhos ardiam na direção de e ele engoliu a seco quase sem piscar. Certamente, eu não estava muito diferente.
— Parece que a sua amiga esqueceu que, em um jogo como esse, jogam três — comentei, erguendo uma sobrancelha e sorrindo de maneira travessa.
— Ah, não esqueceu, não. Ela adora brincar com fogo… Testar os limites. — A pausa em sua fala deixou bem claro o quanto ele ficava afetado com o que via.
— Não vejo a hora de mostrar a ela até onde isso irá nos levar. — Soltei mais uma risada baixa, tendo minha atenção completamente dividida naquele momento.
Era difícil manter a concentração em qualquer outra coisa que não fosse no jeito que rebolava contra ele porque me deixava agitado e ansioso para senti-la rebolar em mim também, porém com muito menos roupas do que naquele momento.
Sabia que meu olhar queimava em sua direção tanto quanto o olhar de porque, porra, aquela mulher era gostosa e ela sabia muito bem disso. Cada movimento seu era perfeitamente calculado para lançar qualquer despreparado ao inferno, o que eu faria de bom grado, bastava um olhar dela.
E como se quisesse aumentar as apostas, virou-se para o desconhecido, ficando de frente para ele, envolvendo os braços em seu pescoço, que pareceu até um cachorrinho domado por ela pela reação que esboçou ao gesto da mulher. Sem nenhuma hesitação, ela encaixou suas pernas entre a dele e começou a rebolar ao passo que ele desceu as mãos da cintura dela até sua bunda e apertou com vontade.
A vi nos encarar de canto de olho, só porque com certeza queria conferir como reagiríamos àquilo e se deliciar com a ideia de já estarmos levemente excitados, então virou-se novamente para aquele cara e levou os lábios ao pescoço dele, onde depositou um chupão generoso.
Meu olhar então seguiu na direção de e eu não me surpreendi nem um pouco ao descobrir que o homem também me encarava, então o vi lançar um sorriso sacana para mim, se aproximando até que nossos corpos estivessem praticamente colados um no outro.
Imediatamente, eu aprovei aquela proximidade, me deixando levar pelo ritmo da música e não contendo nem um pouco a vontade de esfregar meu corpo ao dele.
era simplesmente delicioso.
Conseguia sentir sua respiração quente bater contra meu rosto e fiz questão de roçar meus lábios aos seus, me afastando quando estávamos praticamente nos beijando. Escutei soltar uma risada rouca com aquilo, então fiz questão de levar uma de minhas mãos até a barra de sua calça, o puxando contra mim e me esfregando um pouco mais, direcionando mais uma vez meu olhar para enquanto fazia isso.
se encontrava virada na nossa direção de novo, com o cara roçando contra ela. Seus olhos estavam fixos no que fazíamos conforme o homem atrás dela afastava seu cabelo e lhe dava um beijo no pescoço e ela sequer piscava. Tive certeza de que a cena a estava afetando diretamente porque seu corpo parecia sequer reagir aos toques que recebia do desconhecido se deliciando por ter o corpo colado ao dela daquela forma.
Sua boca se abriu levemente conforme ela tombou um pouco a cabeça e rebolou, esfregando as pernas, deixando claro que não era pelo que acontecia entre os dois, mas sim pelo que eu estava fazendo com . E, com a mesma facilidade que se divertiu com ele, afastou-se, indo para o centro da pista de dança ao ritmo da música, deixando o pobre coitado quase sem ar.
Sem se preocupar se chamava atenção, ela levou uma de suas mãos até o meio das coxas e apertou com vontade conforme ainda nos encarava com fervor.
Umedeci meus lábios, sentindo então que as mãos de foram até minha bunda, apertando com vontade e fazendo com que eu exalasse baixo, mordendo o canto da boca e escorregando minha palma mais para baixo, tocando a ereção que eu sabia que se formava dentro das calças dele. Aquilo fez com que o homem se esfregasse um pouco mais contra mim e mais uma vez nossas bocas se roçaram.
De canto, eu ainda conseguia ver nos encarando com os olhos parecendo queimar cada vez mais diante de tudo que fazíamos. Ela abriu as pernas levemente e sua mão subiu um pouco mais, indo lentamente em direção à sua boceta, no meio daquela pista e sabendo muito que as outras pessoas veriam o que fazia ali. De repente, ela se moveu de forma um pouco mais brusca e eu soube que tinha chegado aonde queria.
nem piscava e seu corpo ainda se movia ao ritmo da música.
Um sorriso se formou nos meus lábios por saber que a atingimos da forma desejada, então fiz um pouco mais de pressão em meus dedos, o que fez com que exalasse contra minha boca.
— Porra, — soltou de uma forma afetada ao mesmo tempo em que eu também o senti pulsar contra minha palma e isso só fez com que eu sorrisse ainda mais, no entanto, não durou tanto porque a mão de se apertou em minha bunda mais uma vez e ele a trouxe para frente, também tocando meu pau por cima da calça, devolvendo a provocação.
Meu olhar se voltou na direção de , estreitando-se enquanto eu o sentia arder, observando atentamente a forma como ela se tocava e desejando que minha mão estivesse também no lugar da sua. correspondeu subindo ainda mais e movimentou os dedos de uma forma que eu soube que tocava o clítoris, apesar de eu não conseguir ver por conta do vestido que ainda cobria sua mão. A mulher se movimentou ainda mais, mantendo os olhos fixos em nossa direção, então abriu a boca de um jeito que eu soube que havia soltado um gemido.
Seus olhos se reviraram e ela intensificou o que fazia, então a vi descer a mão e escorregar um dedo para dentro de sua boceta, abrindo as pernas de um jeito que me deu uma visibilidade ainda melhor.
Movi meu quadril de encontro a , buscando ainda mais contato da mão dele enquanto a minha subia mais uma vez até a barra da calça e ameacei adentrá-la, sentindo que ele apertava ainda mais o meu pau de um jeito delicioso.
Eu estava absurdamente tentado a vencer a distância que nos separava daquela mulher, mas ao mesmo tempo eu estava adorando trocar aquelas provocações com ela porque tornava tudo aquilo ainda melhor.
Sem desviar meu olhar de sua direção, me inclinei um pouco, tocando o pescoço de com meus lábios, sentindo a mão livre dele se embrenhar em meus cabelos enquanto exalava mais uma vez. Passei minha língua em sua pele de forma lenta e movimentei meu quadril mais uma vez, gemendo abafado ao me sentir pulsar, então tornei a me afastar, umedecendo minha boca enquanto lançava a um convite mudo para que se juntasse a nós.
Ela movimentou o dedo e rebolou deliciosamente ao observar aquilo e então o retirou, passando sua mão por toda a extensão de sua boceta de uma forma que seu vestido subiu, mostrando que não usava calcinha, e aquilo me fez ofegar baixo. Rapidamente afastou a mão e abriu um sorriso sacana conforme caminhava vagarosamente até onde estávamos, ao passo que levou o dedo, que antes estava dentro dela, até a boca e o chupou lentamente.
— Delícia — soltou, tombando a cabeça levemente e mantendo os olhos fixos a nós.
Me desvencilhei de ao mesmo tempo em que o senti se afastar para que nos aproximássemos ainda mais de . Meus olhos tinham acompanhado seu gesto com avidez, então fiz questão de chegar ainda mais perto dela, quase exalando novamente ao sentir o calor de seu corpo. Levei uma mão até seu rosto, descendo até o queixo enquanto eu praticamente me colava a ela, vendo-a sorrir levemente com aquilo conforme me analisava com o olhar.
— Eu quero prová-la — soltei em um tom rouco, mantendo meu olhar fixo em sua boca e sem dar tempo para que me respondesse, juntei meus lábios nos seus, não hesitando nem um pouco em agarrá-la pela cintura e iniciar um beijo sedento.
não hesitou em levar suas mãos até minhas costas, cravando as unhas na minha pele por cima da camisa e me puxou para que seu corpo ficasse ainda mais colado ao meu. Sua língua explorou a minha boca com voracidade conforme uma de suas mãos desceu, fazendo desenhos abstratos até chegar à barra da minha calça e em resposta àquilo eu intensifiquei ainda mais as carícias de minha língua na sua, explorando cada canto de sua boca.
A mulher exalou em meio ao beijo, deixando que um gemido escapasse ruidosamente e seus dedos continuavam brincando ali. Ela diminuiu o ritmo de como nos beijávamos e mordeu meu lábio inferior conforme sua mão passeou, dessa vez com um pouco mais de pressa, indo para frente e tocando meu pau por cima da roupa sem pudor algum. Exalei completamente afetado por aquilo, sentindo que pulsava contra a mão de e apertando sua cintura com mais afinco.
Outro gemido escapou de sua boca e ela voltou a me beijar intensamente conforme me tocava. Então senti que também havia se aproximado de nós e se posicionava atrás de mim, exalando contra meu pescoço, levando suas mãos até meu abdômen e as descendo por ali quase como se fosse tocar o meu pau junto a . O gesto me fez abrir um sorriso sacana entre o beijo, me movimentando e aproveitando aquela proximidade toda para esfregar a minha bunda em ao mesmo tempo que também esfregava meu pau contra a mão de , que devolvia aquilo me acariciando ainda mais gostoso.
Não aguentei apenas segurá-la pela cintura e desci minha mão até a coxa da mulher, que se arrepiou instantaneamente, dedilhando a barra do vestido e subindo por sua virilha. Um grunhido mais alto escapou de meus lábios assim que subi minha mão, tocando sua boceta e sentindo o quanto ela estava molhada. se movimentou contra os meus dedos, gemendo baixinho contra o beijo e mais uma vez deixou uma mordida em meu lábio inferior.
— Além de deliciosa, você tá encharcada pra caralho. Dá vontade de abaixar e te chupar aqui mesmo, minha linda — rosnei contra sua boca e me esfreguei ainda mais contra a mão dela, mostrando o quanto meu pau pulsava com aquilo.
interrompeu o beijo e se afastou levemente conforme apertava as pernas e se esfregava de forma desesperada contra minha mão, o que me incentivou a mover meus dedos nela de uma forma deliciosa, explorando toda a extensão de sua boceta. Seus olhos quase se fecharam quando ela fez um movimento mais brusco e sua mão que estava na minha costas me apertou para que ela se apoiasse.
Ela abriu um sorriso sacana e sua mão atrás de mim desceu, indo até a minha bunda, que ela apertou com vontade, e então senti o exato momento em que a inverteu, apertando o pau de com vontade, arrancando dele um grunhido conforme seus lábios ficaram próximos ao meu ouvido quando ela ficou levemente na ponta dos pés.
— E você está esperando o que para me foder com a sua boca, ? — questionou baixinho, me apertando com vontade, então sua mão subiu e ela, sem cerimônia alguma, abriu o botão e enfiou a mão dentro da minha cueca e agarrou meu pau. Outro gemido escapou de sua boca e ela não hesitou em movimentar sua mão, me masturbando lentamente, fazendo com que eu o sentisse pulsar cada vez mais, movendo meu quadril contra ela com mais afinco. — A não ser que você queira me ver te chupando aqui no meio da pista, baby. Eu vou adorar te engolir inteirinho, seu pau é delicioso. — Sorriu sacana, com a boca roçando a minha, mas não me beijou.
A mulher exalou conforme se movimentou e senti sua mão atrás de mim se movimentar, denunciando que ela tocava com intensidade.
Abri um sorriso tão sacana quanto o dela, então esfreguei meus dedos com ainda mais afinco, trazendo dois deles até sua entrada e voltando ao clítoris, onde acariciei de forma lenta, o que arrancou dela um gemido sôfrego que a fez morder a própria boca.
— É exatamente o que eu quero te ver fazendo, minha querida. — Lhe lancei um olhar ardendo de tesão, ficando ainda mais louco porque conseguia ouvir gemendo de um jeito delicioso contra meu ouvido.
abriu um sorriso leve, mordeu meu lábio com força e sua mão deslizou por toda a extensão do meu pau lentamente conforme seus olhos se fixaram aos meus, demonstrando que ela queria assistir cada uma das minhas reações. Em nenhum momento desviei, fazendo questão de que visse mesmo. Ela me masturbava de uma forma torturante conforme sua boca desceu pelo meu queixo, percorrendo minha pele até chegar à altura do meu pescoço, onde ela deixou um chupão ao passo que subiu para a cabecinha e apertou deliciosamente, aquilo fez com que meu corpo estremecesse e eu soltasse um gemido baixo conforme o tesão e a vontade de sentir mais dela tomavam conta.
Em um gesto rápido, ela tirou a mão de dentro da minha calça, assim como de atrás de mim, e ficou abaixada na minha frente. Aquela visão fez com que eu tombasse minha cabeça levemente e mais um sorriso sacana se formou em meus lábios. Seu olhar permanecia em mim, me estudando atentamente e tinha um sorriso tendencioso em seus lábios conforme trouxe suas mãos até a barra da minha calça, onde brincou com a ponta das unhas ali, me arrancando mais um ofegar baixo, então a puxou de uma só vez, fazendo com que minha cueca fosse junto e minha ereção pulasse para fora.
agarrou meu pau sem demora, voltando a me masturbar da mesma forma torturante que fazia e aproximou a boca. Ela ficou tão próxima que eu achei que fosse me chupar de uma só vez, mas a mulher apenas soltou seu bafo quente contra a cabecinha e passou a língua em seguida conforme movimentava sua mão em um vai e vem lento, demonstrando que não tinha pressa alguma no que fazia. Pressionei um lábio no outro, contendo um gemido mais alto ao sentir que meu pau pulsava ainda mais com aquilo, estreitando meus olhos em sua direção.
— Assim, baby? — questionou manhosa, conforme rodou sua língua na cabeça do meu pau, ameaçou o colocar na boca e me masturbou com afinco.
— Puta merda. — Escutei a voz de externar o quanto aquela cena era deliciosa de se assistir, então fiz questão de me inclinar um pouco, envolvendo os cabelos de com uma de minhas mãos e movendo meu quadril contra a sua boca.
— Agora engole ele inteirinho. Não era isso que você disse que ia adorar fazer? — devolvi o que ela havia me dito momentos antes, arrancando dela um sorriso ainda mais sacana, então fiz questão de levar a outra mão para trás, tocando o pau de por cima da calça, subindo até a barra e a enfiando por dentro dela para poder tocá-lo de verdade.
Ele estava duro de um jeito que me fez querer arrancar suas calças ali mesmo também, mas por hora eu apenas deslizei minha mão por toda a sua extensão, ouvindo-o gemer e soltar algumas palavras desconexas.
Àquela altura eu não me importava nem um pouco com o showzinho que estávamos dando, afinal de contas, aquele lugar era meu.
diminuiu a forma como movimentava sua mão e então mais uma vez rodou a língua na cabeça do meu pau. Ela repetiu o movimento algumas vezes, mantendo o olhar fixo ao meu e então, lentamente, a colocou entre seus lábios e sugou, fazendo uma pressão deliciosa conforme foi me abocanhando. A sensação de estar cada vez mais dentro de sua boca fez com que eu quase revirasse meus olhos de tesão. Sua mão, então, foi em direção à minha perna, que ela segurou com força, fincando suas unhas na minha pele e me engoliu até eu estar por completo em sua boca, me arrancando um grunhido alto. Sem aviso, voltou para a ponta dele, sugando com vontade e fazendo uma pressão com a bochecha. Estremeci mais uma vez e apertei ainda mais minha mão em seus cabelos, os puxando enquanto impulsionava mais uma vez meu quadril em sua direção, contendo por hora a vontade de foder sua boca com vontade.
Seus dedos me apertaram ainda mais e ela subiu uma mão para minha bunda e deu uma revirada de olhos quando sentiu a forma que eu tocava e sua boca deslizou mais uma vez, me engolindo por inteiro e babando deliciosamente. Sem demora, ela começou a fazer um movimento de vai e vem, conforme brincava com a sua língua por toda a extensão e suas unhas se fincavam cada vez mais contra a pele da minha coxa. Passei então a me mover contra ela, indo mais fundo dentro de sua boca e jogando minha cabeça para trás, sentindo-a se apoiar contra os ombros de , que ofegou deliciosamente no meu ouvido. Ele trouxe suas mãos até a lateral de meus quadris, pressionando os dedos ali e seguindo com uma delas em direção à minha bunda, o que fez com que eu intensificasse os movimentos de minha mão em seu pau.
Eu sabia exatamente o que ele ia fazer, então me movimentei ainda mais, sentindo o tesão aumentar quando guiou sua mão até a entrada do meu cu, rodeando-a de forma lenta. Em resposta àquilo, eu atolei meu pau com mais afinco na boca de , me inclinando mais uma vez porque assistir aquela mulher me chupando era ainda mais delicioso e ela só facilitou o jeito que eu fodia ela daquele jeito, movimentando sua cabeça e me engolindo cada vez mais conforme o deixava absurdamente babado. Os olhos dela se reviraram com a forma que eu me atolava nela e não hesitou em me chupar com ainda mais vontade conforme sua mão apertou minha bunda com força e retirou a outra que estava na minha coxa para levar até sua boceta.
Sem fazer cerimônia, a mulher passou os dedos por toda sua extensão, abrindo bem as pernas e passou a fazer movimentos circulares em seu clitóris conforme me chupava com afinco. A visão dela se masturbando daquele jeito me deixou ainda mais louco e eu acabei mordendo minha própria boca com um pouco de força, guiando a cabeça dela de encontro ao meu pau enquanto me atolava com mais intensidade. Sem eu esperar, ela tirou meu pau de sua boca e sua mão, que antes estava na minha bunda, o agarrou e ela passou a língua por toda a extensão, rodando a cabecinha deliciosamente e foi descendo, me tocando apenas com a ponta até chegar às minhas bolas.
— Caralho — soltei, completamente afetado por aquilo e senti a risada rouca de bater contra meu pescoço, me fazendo gemer mais uma vez ao meter um dedo em mim. Eu mal tinha visto ele umedecê-lo em sua boca, no entanto, estava deliciosamente babado e foi escorregando de uma forma lenta que me deixou ainda mais insano. Meus olhos se reviraram nas órbitas com aquilo e custaram a voltar a se focar em qualquer coisa, mas quando o fiz novamente, eles estavam nela, .
Eu conseguia ver a forma intensa com que se tocava, mas ela não parou em momento algum o que fazia comigo, dividindo seu olhar entre captar cada reação que eu tinha e ver também como tudo aquilo afetava .
— Delicioso — soltou, e sem hesitar levou a boca até as minhas bolas e as sugou, conforme sua mão fez um vai e vem delicioso no meu pau.
As retirou de sua boca e brincou lentamente com a ponta da língua naquela região, conforme seus dedos apertavam toda a minha extensão, então mais uma vez voltou a abocanhá-las, repetindo seu gesto anterior, ao passo que ainda se tocava de um jeito delicioso.
Puta merda, eu estava louco para foder com aqueles dois e naquele ritmo faríamos aquilo ali mesmo, para todo mundo ver.
— Realmente delicioso. — Escutei a voz rouca de murmurar em concordância e em resposta eu apertei meus dedos na cabeça de seu pau, então subi minha mão, agarrando uma de suas coxas.
Segurei os cabelos de com firmeza, de forma que nada atrapalhasse minha visão dela chupando minhas bolas daquele jeito.
— Isso, minha linda. Que gostoso te ver me chupando desse jeito. — Senti o tesão nítido em minha fala enquanto escorria de uma forma que meu pau ficava ainda mais melado e a forma como socava seu dedo no meu cu só intensificava tudo.
se afastou levemente e abriu um sorriso conforme passou a língua pelos lábios, demonstrando o quanto meu gosto a agradava. Sua mão deslizou no meu pau mais uma vez, indo até a cabecinha, onde ela apertou os dedos, me fazendo prender a respiração momentaneamente, então sua língua tocou minhas bolas de novo, brincando com a ponta ali e me masturbando intensamente. Seus olhos estavam fixos aos meus e eles pareciam pegar fogo enquanto eu retribuía seu olhar sem desviar.
— Gostoso é te olhar daqui duro desse jeito, — devolveu, conforme passou os dedos por toda a extensão de sua boceta e os levou em direção à sua entrada. Pela forma que ela abriu ainda mais as pernas e sua boca se abriu, eu soube que tinha os atolado dentro dela e eu passei a língua por meus lábios, desejando que fosse eu ali socando bem gostoso em sua boceta.
sorriu sacana, conforme moveu o quadril, rebolando em seus próprios dedos e então voltou a me abocanhar com vontade. Dessa vez, ela não hesitou em me engolir até que meu pau tocasse o fundo de sua garganta, fazendo um vai e vem, o deixando ainda mais melado do que antes, provocando até sons conforme subia e descia.
Segurei em sua nuca, empurrando meu quadril contra ela com intensidade, sentindo que ficava até tonto do tanto que aquilo era gostoso e aumentei a força do aperto na coxa de , que respondeu girando seu dedo de uma forma enlouquecedora dentro de mim.
— Tá gostoso, é? Eu não vejo a hora de ver você rebolando assim nele, . — Passei a língua pelos lábios, sentindo meu olhar ferver ao se fixar na forma como ela socava os dedos em si mesma.
Os olhos dela se reviraram nas órbitas com as minhas palavras e a mulher me chupou intensamente, me retirando de sua boca, mas não sem antes fazer uma pressão na cabecinha. Retirou os dedos que estavam em sua boceta e levantou, mas ao invés de ficar na minha frente, se colocou ao nosso lado, mas mantendo seu quadril colado a mim de uma forma que sua perna ficou entre a minha, sua boca ficou próxima ao meu ouvido e perto o suficiente a de , que retirou seu dedo de dentro de mim, o que teria me feito gemer em protesto se eu não estivesse totalmente envolvido pelo que fazia. Sem aviso, sua mão agarrou meu pau, deslizando lentamente e vi o exato momento em que tomou a boca dele com voracidade, demonstrando que queria dividir meu gosto com ele. A visão dos dois se beijando daquela forma fez com que eu pulsasse ainda mais contra a mão de . O ato entanto, não durou muito, pois logo vi de canto de olho o jeito que ela mordeu o lábio inferior dele e o puxou com intensidade, conforme seus dedos pressionaram meu pau, fazendo com que eu ofegasse, aproximando meu rosto dos dois, como se estivesse prestes a beijá-los também.
— Vocês dois estão uma delícia no meio dessa pista — sussurrou, abrindo um sorriso sacana. — Mas também acho que deveríamos sair daqui. E ir aproveitar em um lugar com mais espaço. Eu vou adorar rebolar e sentar bem gostoso. — Piscou, dessa vez me olhando fixamente e vi como se movimentou empurrando o quadril contra o meu corpo.
— Eu poderia deixar você continuar se esfregando assim em mim por mais um tempo, mas não acho que há como recusar um pedido como esse seu. — Pisquei de volta para ela, que sorriu tendenciosa, trocando um olhar com e percebendo que ele também estava louco para sair dali.
Era nítido o quanto o homem estava afetado por tudo o que nós fazíamos e eu estava adorando tudo aquilo.
Me afastei ligeiramente para que pudesse me recompor, subindo a cueca e a calça para depois estender minha mão, entrelaçando meus dedos aos de e esperando que ela puxasse também para que eu pudesse guiá-los entre as pessoas.
Durante o caminho, percebi alguns olhares em nossa direção, ao que eu correspondia com um sorriso safado e quando chegamos ao segundo andar do Succubus, segui até o meu quarto, abrindo a porta para que os dois adentrassem o ambiente.
A luz em um tom avermelhado dava exatamente o ar que eu desejava ao local e ao ver que ambos já estavam ali comigo, meu olhar imediatamente pousou naquela mulher deliciosa.
— Espaçoso o bastante para você, minha linda?
A mulher sorriu da forma sacana de sempre, então levou a mão até a alça do vestido e o tirou, deixando que caísse no chão. Lancei um olhar intenso por todo o seu corpo, umedecendo meus lábios e aprovando de imediato aquela visão. , então, aproximou-se, ficando colada em mim como tinha feito minutos antes, só que dessa vez completamente nua, e sua boca ficou bem próxima à minha. fez questão de esfregar o corpo ao meu e levou uma de suas mãos até a minha bunda, apertando com vontade e me fazendo exalar de forma rouca.
— O bastante para fodermos a noite toda — respondeu de forma direta, fixando o olhar ao meu, ao que eu correspondi abrindo um sorriso sacana, levando minhas duas mãos até o pescoço da mulher e puxando seu rosto em direção ao meu para grudar meus lábios aos dela com intensidade. correspondeu àquilo levando sua outra mão até a minha bunda e apertando-a de modo que me puxou para que nossos corpos se colassem ainda mais conforme explorou minha boca com a sua língua de um jeito voraz.
Se antes eu já estava sedento por ela, naquele momento eu estava muito mais. Senti-la se esfregando em mim daquele jeito estava me deixando completamente louco.
também não hesitou em se aproximar de nós e notando aquilo vi o exato momento em que ele se colocou atrás de , que prontamente se empinou na direção dele demonstrando o quanto aprovava sua proximidade, grudando seu corpo ao dela e aproximando sua boca do pescoço da mulher quando afastei minhas mãos dali e as desci até a cintura de , o que fez com que ela se arrepiasse aos nossos toques. Os dedos dele vieram por cima dos meus, então apertamos a pele de com afinco, eu intensifiquei o beijo e se esfregou com vontade contra ela.
Porra, aquilo estava delicioso.
A mulher se esfregou de um jeito delicioso, empinando-se cada vez mais para que sua bunda roçasse em , mas ao mesmo tempo acabava fazendo aquilo comigo também. Suas mãos me apertaram de uma forma desesperada, conforme ela me puxou ainda mais e brincou com a minha língua, enroscando-a na minha e explorando cada vez mais minha boca. Um gemido escapou por parte dela em meio ao ato e, então, subiu uma de suas mãos até meus cabelos e os puxou com intensidade.
Suguei seu lábio inferior, ouvindo-a soltar a respiração ruidosamente, prendendo-o entre meus dentes com uma certa força, então desci minha boca pela parte frontal de seu pescoço, seguindo até próximo de onde a beijava, trocando um olhar ardente com o homem e sorrindo quando o senti juntar meus lábios aos dele também. Acariciei a língua de com afinco e fui subindo minhas mãos da cintura de , percorrendo com meus dedos até os seios dela e grunhindo contra a boca de ao envolvê-los e aquela foi a deixa para que ela enfiasse a mão livre na minha calça, agarrando meu pau, logo fazendo movimentos de vai e vem. A pele dela estava quente de um jeito delicioso e eu não resisti à vontade de separar minha boca do homem só para voltar a percorrer a pele de com meus lábios, vendo que se arrepiava a cada toque, seguindo para o meio de seus seios e passando a língua de forma vagarosa no vão entre eles.
A mulher jogou a cabeça para trás e gemeu sôfrega, movendo o quadril em busca de mais contato pelo que fazíamos com ela. Sua mão deslizava pelo meu pau deliciosamente, me masturbando com vontade, mas ao mesmo tempo de um jeito quase torturante.
Pelo canto de olho, notei que voltou a beijar o pescoço de , seguindo para o lóbulo da orelha da mulher enquanto as mãos dele seguiam para as coxas dela, não hesitando em se colocarem entre suas pernas, subindo para tocar sua boceta e a vi abrir as pernas para facilitar os movimentos do homem. Sorri ladino com aquilo e me inclinei para abocanhar um dos seios dela com vontade, o envolvendo de um jeito delicioso e passando minha língua em toda a sua extensão para me concentrar depois no mamilo endurecido, lambendo com afinco e o sugando, fazendo um pouco de pressão enquanto assistia às reações de . Ela mais uma vez jogou a cabeça para trás, de modo que dessa vez ficou apoiada em e sua boca se abriu emitindo um gemido alto.
fez com que ela abrisse ainda mais as pernas, se esfregando na mulher com mais vontade enquanto seus dedos passaram a acariciá-la com afinco, fazendo movimentos circulares ao encontrar seu clitóris inchado. rebolou com vontade, deixando que gemidos escapassem cada vez mais audíveis e sua mão passou a me masturbar com intensidade, conforme seu corpo tremia em reação ao que fazíamos com ela e se empurrava cada vez mais contra minha boca.
— Caralho — soltou baixinho, o que soou mais como um gemido e estremeceu.
Abri um sorriso de canto ainda com seu seio em minha boca, adorando ouvir aquela reação dela e voltando a abocanhá-la com intensidade, fazendo questão de raspar meus dentes em seu mamilo antes de trazer minha boca até o outro seio, chupando de um jeito delicioso e sentindo que meu quadril se movia em direção à mão dela. Porra, o jeito que ela me masturbava estava me deixando louco.
— Isso, minha linda, geme bem gostoso pra gente — mandei, descendo uma mão também até sua boceta, grunhindo ao sentir o quanto estava encharcada. — Porra, como você está molhada.
gemeu ainda mais alto, mesmo que seu olhar demonstrasse que tinha a intenção de me desafiar pela minha forma de mandar, mas não conseguia. intensificou os movimentos no clitóris dela e eu não hesitei em meter um dedo em sua entrada, sentindo que deslizava facilmente e fazendo questão de socá-lo bem fundo. Dessa vez, sua cabeça foi para frente, apoiando-se no meu peito e ela estremeceu violentamente, conforme rebolava com vontade contra minha mão e gemia de forma contida, mantendo o ritmo com que me tocava.
— Gostosa pra caralho — escutei sussurrar no ouvido dela, que ergueu a cabeça e abriu um sorriso sacana, vendo que ele também se esfregava com vontade contra a bunda de , encaixando-se totalmente no meio dela e a mulher não hesitou em momento algum em rebolar com afinco, buscando por mais contato.
ficou levemente na ponta dos pés, conforme tentava controlar os espasmos que percorriam seu corpo e sua boca se colou ao meu pescoço, onde ela deixou um chupão. Sua mão deslizou toda a extensão do meu pau de um jeito delicioso, em um vai e vem gostoso conforme eu a escutava gemer cada vez mais. Suas reboladas contra o meu dedo eram intensas e eu conseguia sentir sua boceta o apertando.
— gemeu baixinho, ao passo que sua mão foi até a cabecinha do meu pau, passando a ponta dos dedos e depois apertou aquela região fazendo uma pressão, o que me fez grunhir mais uma vez contra sua pele. — Gemer bem gostoso assim? — indagou manhosa, então sua outra mão foi até minha camisa, fazendo um pedido silencioso para que eu a tirasse.
Fiz questão de prender seu mamilo entre meus dedos enquanto o outro se atolava inteiro em sua boceta e eu o movimentava com intensidade, lançando a ela um olhar ardendo de tesão, que foi correspondido conforme suas reações eram cada vez mais intensas e ela se contorcia.
Troquei um olhar com , que entendeu perfeitamente o que eu queria naquele momento, então o homem forçou seu quadril contra a bunda dela com mais intensidade, como já estivesse a fodendo ao passo que meti um segundo dedo em , que soltou um gritinho de surpresa conforme moveu o quadril quase que involuntariamente. Ela até diminuiu os movimentos no meu pau, demonstrando o quanto tinha sido intenso e o jeito que se movimentava deixava claro que estava desesperada para foder.
— Mais alto. — Ergui minha cabeça até a altura de seu rosto, aproximando minha boca dela, mas desviando de seus lábios para deixar uma lambida vagarosa em seu queixo e senti como sua pele se arrepiou deliciosamente.
Soquei meus dedos bem fundo, girando-os dentro dela, que correspondeu gemendo alto como eu havia pedido e vi seus olhos revirarem nas órbitas conforme deu uma rebolada brusca, então subitamente me afastei para me livrar da camisa como ela tinha pedido. Atrás dela, fez o mesmo e nós passamos a trocar olhares intensos enquanto nossas roupas faziam companhia às dela no chão.
Seu peito subia e descia, seus lábios estavam vermelhos e inchados, assim como sua pele, e seus olhos me fuzilaram.
— Filho da puta! — xingou, esfregando uma perna na outra, deixando transparecer como estavam trêmulas. Mas não hesitou em passar seu olhar pelo meu corpo, mordendo o lábio inferior, aprovando silenciosamente o que via.
Arqueei uma sobrancelha com aquilo, então levei minhas mãos até a barra da minha calça, tirando-a e abaixando sem hesitar enquanto um sorriso sacana se formava nos meus lábios, algo que ela acompanhou com o olhar e eu imaginava algumas maneiras de fazê-la pagar por aquele xingamento.
— O que disse? — indaguei, sentindo meu pau pular para fora da cueca, então o segurei pela base, acariciando-o lentamente e dando alguns passos para perto de novamente.
abriu um sorrisinho de canto sem mostrar os dentes e sustentou meu olhar, sem hesitar nem um pouco com a minha proximidade. A mulher tombou levemente a cabeça, então deu mais um passo e colou o corpo ao meu conforme levou uma mão até meu rosto.
— Que você é um filho da puta — frisou o xingamento, conforme sua unha arranhou levemente minha pele e sorriu, esfregando o corpo ao meu, roçando sua boca à minha.
Escutei a risada rouca de ecoar no ambiente, então o homem tornou a se aproximar de nós dois, também acariciando seu pau lentamente.
Segurei na cintura de com firmeza, apertando sua pele e descendo pela lateral até chegar à sua bunda, onde não hesitei em deixar um tapa sonoro e delicioso, arrancando dela um gritinho de surpresa.
— Você não faz ideia do quanto. — Sorri enviesado. — Agora deita na cama, minha linda — mandei mais uma vez, sem desviar meu olhar do seu, sentindo que nossos lábios roçavam um no outro enquanto eu apertava sua bunda com vontade, o que ela aprovou, já que se movimentava contra a minha mão.
permaneceu no mesmo lugar, então um sorriso perverso tomou conta de seus lábios.
— Se você pedir com jeitinho, eu deito, baby — soprou, então passou a língua nos meus lábios, fazendo um biquinho. — Está muito mandão para o meu gosto.
Estreitei meus olhos, então grudei minha boca na sua, acariciando sua língua com fervor, algo que ela correspondeu explorando a minha com vontade, enquanto minhas mãos apertaram sua bunda com mais força e escutei o gemido sôfrego que ela soltou, puxando-a na minha direção e fazendo com que ela ficasse bem aberta. Prendi seu lábio inferior entre meus dentes, o puxei lentamente e soltou o ar ruidosamente.
— É porque sou eu que mando aqui mesmo — rosnei contra sua boca, então fui levando uma das mãos até o meio de sua bunda, rodeando a entrada de seu cu e trazendo os dedos até sua boceta, onde voltei a socar dois de uma vez. Ela rebolou com vontade contra a minha mão e mordeu o próprio lábio, fazendo força para manter os olhos abertos e conter os gemidos. — Deita na cama, — repeti, ganhando um tom de impaciência na voz.
Ela sorriu levemente com aquilo, então rebolou bem gostoso, fazendo com que eu girasse meus dedos dentro dela intensamente e gemeu, dessa vez sem se conter.
— Eu ia deitar, só gosto de ver você pedir, baby — soprou baixo, então se movimentou de um jeito que meus dedos saíram de dentro dela e se virou, já caminhando em direção à cama.
— Não, minha linda. Você gosta de me ver mandar — frisei a palavra, observando atentamente ela se mover e notando que estava tão encharcada que escorria pelas pernas. Aquilo fez com que eu umedecesse meu lábio, louco para prová-la.
lançou um olhar para conforme fez questão de rebolar sua bunda gostosa ao andar. Ela então virou o rosto levemente, deixando um puta sorriso sacana tomar conta de seus lábios e deu uma piscadela em nossa direção. Sem dizer nada, a mulher se apoiou, ficando de quatro na cama e engatinhou até para o meio dela.
— Deitar assim? — questionou, conforme abriu bem as pernas ao se empinar e a filha da puta ainda fez questão de levar os dedos até a boceta, passando por toda sua extensão.
Mais uma vez meu olhar foi de encontro ao de e ele sorriu sacana para mim.
— Mostra pra ela como é — me dirigi a ele.
Então o vi se aproximar de , subindo na cama também e se colocando por cima dela. Uma mão dele foi em direção à bunda de , fazendo com que ela se movesse em expectativa, apertando com vontade enquanto sua boca se direcionou ao ombro direito da mulher, deixando ali um chupão delicioso para logo em seguida puxá-la para um beijo sedento. correspondeu àquilo, tomando a boca dele com vontade e o beijando intensamente.
foi se sentando na cama e, num movimento rápido, puxou para que ela caísse no colo dele e escutei o gritinho de surpresa que ecoou dos lábios da mulher, então ele parou de beijá-la, levando as duas mãos aos seios dela para acariciar com vontade.
— Abre as pernas, — soltou contra o ouvido da mulher e se movimentou embaixo dela, esfregando seu pau na bunda de , que prontamente rebolou com vontade conforme seus olhos se mantinham fixos em mim.
Deslizei minha mão por toda a extensão do meu pau enquanto assistia, fazendo um pouco de pressão na cabecinha e aumentando a intensidade aos poucos. Ela assistiu ao que eu fazia ainda rebolando no colo de e passou a língua nos lábios, quase como se fosse capaz de sentir meu gosto de novo em sua boca.
— Se queria ver minha boceta encharcada aberta pra você — falou baixinho, tombando a cabeça levemente e abriu as pernas, levando uma de suas mãos até a boceta e passou os dedos com vontade por toda a extensão —, era só ter pedido. — Sorriu conforme subiu para o clítoris e iniciou movimentos circulares.
deixou bem claro o quanto estava gostando daquilo pela forma que esfregou a bunda ainda mais no homem abaixo dela e gemeu bem gostoso, se contorcendo toda e aumentando cada vez mais os próprios movimentos.
— Abre bem ela pra mim então, minha linda. — Continuei movendo minha mão pelo meu pau, sentindo o tesão aumentar absurdamente enquanto eu assistia àquela cena. — Me mostra o que você quer que eu faça com essa boceta gostosa enquanto rebola no pau do — completei, ouvindo o homem grunhir afetado ao mesmo tempo em que o vi apertar os seios dela com mais força, se movendo contra a bunda de .
— Sim, senhor — respondeu, com os olhos fixos aos meus e só por ter me respondido daquela forma eu quase joguei toda aquela brincadeira para o alto para puxá-la pelas pernas e fodê-la bem gostoso de uma vez.
Meu pau pulsou intensamente e eu exalei baixo, voltando a subir minha mão até cabecinha e apertando, deslizando mais uma vez porque tinha ficado ainda mais melado e seu olhar me acompanhou com avidez.
Ela sorriu com aquilo e rebolou ainda mais gostoso conforme seus dedos percorreram mais uma vez toda a extensão de sua boceta e ela abriu mais as pernas, me dando uma visão tão deliciosa que eu passei a língua pelos lábios, salivando. Repetiu o movimento algumas vezes, então meteu logo dois dedos de uma vez, os atolando bem gostoso e rodando conforme gemia de uma forma contida e todo seu corpo se contorcia. Sua outra mão, então, foi para a coxa de , fincando as unhas nele com vontade, que soltou um grunhido e levou uma mão até uma das coxas de , apertando quando um espasmo se espalhou por seu corpo e ele moveu o quadril mais uma vez contra a bunda dela, arrancando um sorriso da mulher.
— Porra. — A voz dele ecoou rouca, deixando tudo ainda mais excitante e claro que ela fez questão de rebolar ainda mais.
— Isso, se esfrega bem gostoso contra a minha bunda, honey — gemeu, roçando nele com afinco.
— Desse jeito eu vou me atolar todinho nela, respondeu completamente afetado e meu pau pulsou ainda mais porque eu mal podia esperar para ver aquilo acontecer.
Mesmo fazendo aquilo, ela não desviava o olhar de mim um minuto sequer, mordendo os lábios a todo momento e demonstrando o quanto era prazeroso para ela me assistir.
— Assim, baby? — questionou com a voz saindo absurdamente manhosa e afetada, então retirou os dedos e voltou a massagear seu clítoris. — Quero a sua língua fazendo isso, , enquanto rebolou no pau do .
— Assim mesmo, minha linda. — Meu olhar oscilava entre seus olhos e os movimentos que ela fazia em sua boceta. De onde eu estava, eu conseguia ver que ela estava molhada a ponto de seus dedos deslizarem facilmente por toda a sua extensão e ouvi-la pedir daquele jeito tão manhoso só me atiçou ainda mais. — Quer minha língua fazendo o que, ?
Era claro que eu não atenderia sem provocá-la mais uma vez.
— Filho da puta — soltou, mas sua voz estava completamente afetada e sua mão fazia movimentos ainda mais intensos. Então, em um gesto rápido, ela pegou a mão de que estava em sua coxa e levou até sua boceta, substituindo para que ele a masturbasse conforme ela o guiava e desceu, forçando para que ele enfiasse um dedo nela. Prontamente, começou a movimentar sua mão, fazendo questão de atolar seu dedo com vontade e girá-lo intensamente, de forma que o quadril de se movia junto.
gemia descontroladamente, fazendo com que seus olhos se revirassem e jogou a cabeça para trás conforme rebolava com afinco.
— gemeu, voltando a me encarar, ainda guiando a mão dele. — Por favor. Eu quero sua língua chupando minha boceta todinha! — implorou com a voz absurdamente afetada.
Passei a língua pelos lábios com aquilo, então sem parar de me tocar eu fui me aproximando da cama até subir em cima dela, me ajoelhando e me inclinando em seguida. se moveu em expectativa e seus olhos me analisavam minuciosamente.
Cessei meus movimentos para pegar uma das pernas dela, subindo a mão por sua panturrilha de uma forma vagarosa, fazendo com que sua pele se arrepiasse, e trocando um olhar ardente com , voltando minha atenção para o jeito com que ela o fazia socar em sua boceta.
Quando alcancei a parte interna de sua coxa, fiz questão de substituir os toques da minha mão pelo de meus lábios, deixando um beijo casto e sorrindo enviesado, aproveitando para soprar o ar quente em sua pele, analisando cada reação de . Aquilo fez com que ela movesse o quadril na minha direção, claramente implorando por mais e rebolando deliciosamente.
— Abre bem ela pra mim então. Eu quero socar nela e te ouvir gemer meu nome bem gostoso. — Beijei sua pele de novo e passei a língua devagar.
estremeceu com o toque e se jogou ainda mais contra mim, gemendo sofregamente e fez o que eu pedi, abrindo ainda mais as pernas. Seus olhos estavam semicerrados e sua boca entreaberta devido aos gemidos que escapavam dela, os cabelos levemente bagunçados e sua pele já suava um pouco.
— Por favor — implorou mais uma vez, mordendo o lábio e se movendo. — Eu preciso sentir sua boca na minha boceta, . — Dessa vez seus olhos ficaram fixos aos meus e um sorriso leve estampou seus lábios, o qual eu retribuí de maneira enviesada antes de beijar a parte interna de sua coxa mais uma vez.
— Só aqui eu já consigo sentir o quanto você é doce, deliciosa — murmurei, sentindo que pulsava ainda mais com a forma como ela implorava. Era gostoso demais ouvir o tom manhoso ecoar de seus lábios.
Vagarosamente, fui subindo a minha boca em sua pele, dando outro beijo, dessa vez bem em sua virilha e fazendo com que ela se mexesse ainda mais, vendo que parava de tocá-la, trazendo suas mãos mais uma vez para os peitos deliciosos de . A mulher aprovou aquilo, pois levou suas mãos junto a dele, fazendo com que ele os apertasse ainda mais.
Soltei uma risada rouca ao ver a forma como o corpo dela reagia, sem deixar de observar a maneira deliciosa como rebolava no pau de , então finalmente caí de boca em sua boceta com vontade, ouvindo-o soltar um gemido baixinho com aquilo.
Meus dedos seguraram em suas coxas com firmeza, fazendo pressão e mantendo ela bem aberta para mim enquanto minha língua foi explorando toda sua extensão e não hesitou em levar uma de suas mãos até meus cabelos, os segurando com força ao embrenhar seus dedos nos fios e se abriu mais, empurrando o quadril contra a minha boca. Passei pelos grandes lábios, chupando devagar, então ameacei socar em sua entrada para depois voltar até o clitóris e iniciar movimentos circulares. Conforme eu intensificava o que fazia, seus gemidos saíam com cada vez mais frequência, mas ela os estava mantendo baixo e eu sabia que fazia aquilo de propósito pela forma sacana que me encarava.
Fiz questão de observar cada uma de suas reações enquanto isso, deixando que grunhidos escapassem de meus próprios lábios porque aquilo também me afetava. correspondeu o olhar, mordendo a parte interna da boca e puxando meus fios com vontade conforme rebolou contra a minha boca, demonstrando o quanto gostava do que eu fazia.
massageou os seios de com ainda mais vontade, levando seus lábios até o pescoço da mulher e chupando de um jeito delicioso enquanto meus lábios esboçaram mais um sorriso ladino em resposta à provocação da mulher.
Parei o que fazia para soltar o ar quente contra sua boceta, vendo a forma deliciosa que ela se contorceu, repetindo o gesto uma ou duas vezes até tomar seu clitóris em minha boca, sugando de forma lenta e subindo uma mão até tocá-la, esfregando meus dedos e brincando com sua entrada, subindo para usá-los para deixá-la mais aberta pra mim.
Me aproveitando daquilo, trouxe minha língua até ela, não hesitando em atolá-la por inteiro, girando um pouco assim que me senti bem fundo dentro dela. jogou a cabeça para trás, de modo que suas costas arquearam e rebolou com vontade contra o pau de , em resposta jogando sua boceta ainda mais em direção à minha boca. Seus olhos se reviraram nas órbitas conforme puxou os fios do meu cabelo e um gemido um pouco mais alto escapou de seus lábios.
Seu olhar fervia na minha direção e ela não se conteve em rebolar ainda mais, implorando silenciosamente para que eu a chupasse cada vez mais, o que eu não hesitei em fazer, socando minha língua com mais afinco e tocando seu clitóris com o polegar, fazendo um pouco de pressão e o movimentando em um vai e vez no mesmo ritmo que eu a chupava, o que arrancou mais gemidos contidos da mulher.
O gosto de era delicioso e eu estava louco para provar mais. Eu queria ouvir ela gemendo meu nome e sentir ela gozando bem gostoso na minha boca.
Senti o quadril dela se movimentar de uma maneira brusca e mais intensa e percebi que havia sido , que se esfregava com mais afinco em , que rolou os olhos jogando os quadris na minha direção.
— Mais alto, minha linda — soltei em um tom rouco, então voltei a passar minha língua por toda a extensão dela, descendo mais, ameaçando rodear a entrada de seu cu e quase tocando nas bolas de bem abaixo dela, então voltei a subir e socar em sua boceta com vontade. estremeceu com aquele meu gesto e seus olhos se fecharam por um breve momento conforme mordeu os lábios.
A mulher apertou os dedos nos meus fios de cabelo e de uma forma desesperada puxou minha cabeça em sua direção ao passo que se inclinou e colou a boca na minha. De um jeito sedento, ela explorou a minha boca, sugando minha língua com vontade e eu retribuí com intensidade ao passo que sua mão tocou meu ombro e ela desceu por toda a extensão do meu tórax.
— Delicioso — soltou completamente afetada conforme sua mão descia chegando ao meu baixo ventre, onde ela brincou com a ponta das unhas. Abri um sorriso enviesado com aquilo, percebendo pelo canto de olho que estremecia, olhando atento cada movimento de . Ela seguiu o caminho, deixando um sorriso se formar com a boca ainda colada na minha e gemeu, assim que seus dedos tocaram meu pau. — Você está tão duro pra mim, baby. Estou doida pra te sentir todo atolado na minha bocetinha — despejou as palavras conforme sua mão explorou toda a minha extensão com voracidade e ela mordeu meu lábio inferior com força, rebolando com vontade em .
— É mesmo, minha linda? — Minha voz saiu entrecortada enquanto eu me sentia pulsar ainda mais. — Eu quero me atolar na sua bocetinha desde que te vi do outro lado do salão. Quero tanto fazer isso que não vou conseguir mais parar. — Não escondi o quanto estava afetado por ela naquele momento.
continuou me masturbando deliciosamente e então afastou o rosto levemente e nossos olhos se encontraram quando puxou os fios do meu cabelo, me lembrando que sua outra mão continuava ali e fazendo com que um grunhido rouco escapasse de meus lábios.
— gemeu meu nome propositalmente e levou a boca até o meu ouvido. — Vai ter que fazer mais do que isso pra me ouvir gemer alto. — E mesmo que eu não pudesse ver, sabia que sorria. Seus dedos deslizaram até a cabecinha do meu pau, apertando com vontade e outro gemido baixinho escapou de sua boca, fazendo coro ao som que escapou de meus lábios e mais se assemelhava a um rosnado.
Senti meu olhar queimar em sua direção, a audácia dela aflorou ainda mais aquele meu lado que estava louco para que me provocasse apenas para que eu pudesse puni-la do jeito que imaginava.
Então meus olhos se encontraram aos de e mais uma vez uma conversa silenciosa foi travada entre nós. Ele sabia muito bem o que viria a seguir antes mesmo que eu falasse.
— Vira ela de bruços. Eu quero ela de quatro, com essa bunda deliciosa bem empinada do jeito que eu sei que ela tá doida pra ficar. — Me afastei logo em seguida às minhas palavras.
Vi um sorriso sacana se formar nos lábios de e prontamente ele me atendeu, colocando suas mãos ao redor dela e a virando em um movimento brusco que fez com que a mulher soltasse um gritinho de surpresa, dando um tapa delicioso em sua bunda e fazendo com que ficasse bem empinadinha para mim.
Aquela visão era ainda melhor do que eu imaginava.
Os olhos de se acenderam em expectativa, que permaneceu parada esperando pelo que iríamos fazer.
— Vai me punir, baby? — perguntou manhosa, se empinando ainda mais ao virar o rosto para me encarar.
— Ah, eu tenho certeza de que ele vai — foi quem respondeu com uma voz totalmente afetada, passando uma das mãos pelas costas de e usando as duas para apertar a bunda da mulher com vontade, abrindo pra mim de um jeito delicioso e um gemido escapou dos lábios dela.
Eu quase me aproximei de novo para lamber aquela bunda gostosa. Puta merda.
— Diz pra ela o que você tem em mente, — o homem me instigou, me lançando um sorriso sacana enquanto eu passava a língua pelos meus lábios com aquela visão.
— O que eu tenho em mente? — Oscilei meu olhar do rosto dele até a bunda de , então me distanciei, caminhando de forma paciente até o armário onde eu guardava alguns brinquedos que deixariam aquilo tudo ainda mais delicioso.
Avaliei minhas opções como se tivesse todo o tempo do mundo, até que meu olhar pousou na peça que eu sabia que seria perfeita para aquele momento. A seleção sempre era feita com base no grau de audácia e, pela expressão de expectativa de , a punição que ela tanto desejava seria ainda mais severa.
Voltei com o objeto em mãos, fazendo questão de revelar o cinto de couro preto e trançado assim que me coloquei diante dos dois novamente.
Uma expressão séria então tomou minhas feições ao mesmo tempo em que eu sentia o tesão aumentar ainda mais em expectativa pelo que aconteceria a seguir.
— Agora eu vou te ensinar, doce , o que acontece quando se brinca com fogo. — Me aproximei devagar e sem cerimônia toquei em sua nádega direita, deslizando a mão por ali e a apertando levemente. — Mas antes eu preciso saber. Você quer ser punida, minha linda? — Completei minha fala.
— Sim, eu quero — disse manhosa, e a prova de que realmente queria ficou clara quando ela se empinou ainda mais, movimentando aquela bunda deliciosa e mordeu a boca com vontade. — Eu mal posso esperar para ser punida por você, .
— Ótimo. — Meu olhar queimou ainda mais intensamente em sua direção. — Você vai contar até seis junto comigo — comecei, passando mais uma vez a mão em sua bunda e ela se moveu, na intenção de aumentar aquele contato. — Se errar, ou deixar de falar em algum momento, nós voltamos ao início. Se sair da posição em que está, nós também voltamos e seu castigo vai dobrar. Fui claro?
se movimentou, demonstrando o quanto aquilo a deixava nervosa e um sorriso leve se formou em seus lábios enquanto seus olhos permaneciam fixos aos meus.
— Sim, senhor — respondeu, dessa vez com uma expressão mais séria.
— Além disso — acrescentei, trocando mais um olhar com —, você vai dar prazer ao gostoso do enquanto isso.
Ouvindo minhas palavras, ele levou uma das mãos ao seu pau, acariciando toda a extensão, ficando ajoelhado na cama e se posicionando de uma forma que o rosto dela ficasse bem a altura dos quadris de . Grunhindo de forma rouca, ele fez uma leve pressão na cabecinha e eu passei a língua pelos lábios mais uma vez enquanto observava aquilo.
não hesitou em dar uma última piscadela para mim, voltando sua atenção para depois disso e levou uma de suas mãos até o pau do homem, afastando-a dele. De forma lenta e torturante, tocou a cabecinha dele com a ponta da língua, rodando toda aquela região e se empinou ainda mais na minha direção. Seus dedos percorreram toda a extensão conforme repetia o ato algumas vezes e elevou um pouco a cabeça, me dando a certeza de que queria ver cada uma das reações dele.
— Realmente, gostoso — soprou baixinho, masturbando-o lentamente e aproximou sua boca mais uma vez.
Demonstrando que não tinha pressa alguma, colocou a cabeça do pau dele entre seus lábios e sugou tão deliciosamente que o barulho de sucção ecoou no ambiente. Fez uma pressão com as bochechas naquela região e sua mão desceu até a base, percorrendo aquela parte de sua pele e seus dedos tocaram as bolas dele, que ela massageou lentamente. Aquilo fez com que estremecesse e levasse uma mão até a nuca de , enlaçando seus cabelos e guiando os movimentos da boca dela em seu pau.
Era simplesmente delicioso ver a forma como ela o chupava. Cada reação de aos toques dela se refletia em mim também, então voltei a apertar a bunda de , dessa vez com mais força, trazendo o cinto para frente e deslizando-o em sua pele em uma provocação lenta que a fez estremecer.
Segurei uma ponta do cinto com uma mão, contendo uma vontade absurda de acariciar meu pau com afinco, firmando bem a outra.
Sem nenhuma delicadeza, levei a cinta de couro para trás e, num gesto preciso, trouxe a até sua pele, ouvindo o estalo delicioso ecoar pelo quarto assim que atingi sua bunda, escutando-a gemer contido em resposta. Sua pele imediatamente ficou vermelha e eu lambi meus lábios com aquilo enquanto esperava iniciar a contagem.
— Um — contou, então voltou a aproximar seus lábios do pau de , dessa vez o colocando por inteiro em sua boca e o chupando até o final.
Fez um movimento de vai e vem lento, explorando toda a extensão dele, deixando a baba escorrer para poder deslizar ainda melhor. Suas mãos passaram a acariciar ainda mais as bolas dele e eu consegui ver quando rodou a língua conforme o chupava com cada vez mais intensidade.
estreitou um pouco os olhos enquanto ficava vidrado no que acontecia e em resposta ele movimentou seu quadril em direção à boca de , soltando grunhidos cada vez que seu corpo estremecia mais.
Não tardei a estalar o cinto em sua pele mais uma vez, atingindo sua outra nádega e apertando meus lábios com força porque fazer aquilo com ela me afetava.
Emendei mais uma cintada e sem conseguir me controlar me abaixei para aproximar minha boca de sua bunda, dando aquela lambida que eu estava louco e passando meu nariz devagar por sua pele, sentindo como se arrepiou ao meu toque, roçando minha boca até chegar à entrada de seu cu, onde rodeei com minha língua, ameaçando socar ali e ela se contorceu com aquilo, abrindo ainda mais as pernas e se empinando deliciosamente. Baforei o ar quente, então a lambi com gosto, descendo até sua boceta e chupando ela bem gostoso antes de me afastar, esperando para ouvir a voz deliciosa de .
se movimentou bruscamente, se jogando contra a minha boca e virou o rosto para me encarar ao parar o que fazia em . Seus olhos estavam levemente arregalados e ela se esfregou com ainda mais vontade, gemendo desesperadamente ao demonstrar o quanto queria que eu continuasse o que fazia.
— soltou, e seu corpo se moveu para frente como se tentasse de alguma forma se recuperar do que acontecia, mas não respondeu à contagem.
— Não estou te ouvindo contar, — resmunguei no mesmo tom sério e autoritário, parando subitamente de chupá-la, que resmungou em protesto. — Será que vou ter que trocar o cinto por um chicote? — questionei, batendo mais uma vez com o cinto contra sua bunda.
ainda mantinha uma mão nos cabelos dela e tinha os erguido de um jeito que era possível ver parte da pele do pescoço de . Não pude deixar também de notar o quanto seus lábios já estavam inchados e vermelhos com aquela chupada intensa que dava no homem e eu senti meu corpo estremecer por aquilo.
Uma risadinha escapou dos lábios dela e em seguida engoliu a seco.
— Quatro — contou, com os olhos fixos aos meus, demonstrando não ter certeza se tinha acertado.
— Quatro? — repeti o número em um tom de voz muito mais calmo do que se esperaria, então soltei um muxoxo em negação ao mesmo tempo em que continha um sorriso travesso. — Parece que alguém se perdeu na contagem, não é, minha linda? Vamos começar de novo.
Não poderia negar que era exatamente isso que eu desejava ao provocá-la daquela forma antes. Então caminhei com calma mais uma vez até o armário, trocando o cinto por um chicote de três pernas. Aquele ali com certeza a deixaria mais marcada, do jeito que eu adorava.
— Por causa da sua insolência, vou pensar ainda se vou deixar você gozar, .
Então estalei o chicote com uma força moderada em sua bunda, pressionando meus lábios um no outro porque aquilo me dava um tesão do caralho. — Pode voltar a contar.
, à minha frente, usou a mão livre para acariciar seu pau com intensidade, claramente afetado por tudo o que acontecia ali.
— Puta merda — escutei o homem murmurar sem controle.
tinha ficado em completo silêncio por alguns segundos, mas logo a escutei soltar a respiração ruidosamente conforme seus olhos me encaravam.
, por favor — implorou mais uma vez, mesmo que não deixasse claro exatamente o que ela queria. — Um — contou, então voltou seu rosto para a direção de .
Dessa vez ela se inclinou um pouco e levou sua boca até as bolas dele, aproveitando para dar uma atenção àquela região conforme o homem se tocava. começou passando a ponta de sua língua por toda a região vagarosamente e então as colocou em sua boca, dando uma sugada e repetiu o gesto algumas vezes, fazendo com que grunhisse mais alto, segurando os cabelos dela com mais força e aumentando a intensidade com que se masturbava. Aquilo ficava cada vez melhor de assistir.
Como a audácia daquela mulher não tinha limites, ela usou a outra mão para levar até sua boceta, passando os dedos por toda a extensão conforme se abria cada vez mais para mim e passou a fazer movimentos circulares em seu clítoris. Não parou o que fazia em nem por um minuto, conforme dava prazer a si mesma e estremecia com seus toques que arrancavam dela gemidos contidos.
Eu sentia meu pau latejando de tesão só de ver o quanto a bunda dela estava vermelha e o jeito que se empinava definitivamente pedia para que eu atolasse meu pau inteiro naquela boceta encharcada.
Acabei não resistindo à visão dela se tocando e levei uma de minhas mãos para junto a dela, intensificando os movimentos que ela fazia ainda mais e fazendo questão de trazer dois de seus dedos de forma que ela os escorregasse para dentro de si mesma e com isso fiz com que o chicote estalasse mais uma vez em sua pele. Um gemido misturado a um gritinho escapou de seus lábios e estremeceu violentamente.
— Dois. — Dessa vez sua voz saiu falha e mais como um gemido, então mais uma vez ela virou para me encarar. — Por favor — implorou, revirando os olhos e intensificando os movimentos de sua mão.
Os espasmos percorriam cada vez mais seu corpo e o jeito que ela se empinava toda deixava claro o que queria. Não tinha nem como não ficar absurdamente afetado com aquilo. Meu pau a cada segundo pulsava mais e eu acabei fazendo com que ela parasse de se tocar, tirando minha mão dela para segurá-lo pela base e trazer até sua bunda. Fiz questão de passá-lo por ali, brincando com a entrada de sua boceta e ameaçando meter a cabecinha. Estalei o chicote mais uma vez, atingindo a lateral de sua coxa, arrancando um gritinho dela.
— Por favor, o quê? — questionei, querendo que ela dissesse mesmo já sabendo o que era.
gemeu em protesto se empurrando contra o meu pau e rebolou levemente.
— Me fode — pediu com a voz manhosa, mas ao mesmo tempo firme. — Eu preciso do seu pau todo atolado na minha bocetinha — disse, com o olhar quase fervendo e deu outra rebolada.
Eu poderia continuar ali apenas a provocando, fazendo com que contasse as chicotadas até o fim como tinha mandado ela fazer, mas a forma como implorou me deixou louco e a verdade era que eu desejava aquela mulher há muito mais tempo do que ela imaginava.
Esfreguei meu pau em sua entrada mais uma vez, aproveitando a forma como ele estava melado de tesão e se misturava ao mel que escorria dela para fazê-lo deslizar com mais facilidade. Subi um pouco, pincelando a entrada de seu cu também e me inclinei um pouco para deixar um chupão forte em suas costas e trazendo meu rosto para próximo de seu ouvido e vi como se arrepiou, gemendo sofregamente em seguida.
— Na bocetinha, é? — perguntei mais uma vez, apenas para provocá-la, deixando uma mordida leve no lóbulo de sua orelha que a fez estremecer.
— Uhum — respondeu, respirando fundo como se precisasse recuperar os sentidos. — Você quer comer meu cuzinho, é? Porque vou adorar ter você atolado nele, baby — falou manhosa, se movimentando e revirando os olhos enquanto fazia aquilo.
Soltei uma risada rouca e excitada com aquilo, vendo que estava adorando assistir nós dois enquanto se masturbava com afinco.
— Pelo jeito que você tá rebolando essa bunda deliciosa, eu tenho certeza de que você vai adorar que eu coma o seu cuzinho, doce .
Eu já tinha deixado o chicote de lado, então dessa vez foi a minha mão que fiz questão de espalmar em sua bunda, apertando com afinco e mais uma vez a abrindo bem para mim. rebolou deliciosamente, deixando claro o quanto estava gostando do que fazíamos ali e seu olhar era de puro tesão.
Meu lado mais perverso repetia que eu deveria levar a brincadeira para um outro nível e eu tinha uma forte tendência a ceder a esse outro lado.
E foi seguindo exatamente a perversão de meus pensamentos que segui com a mão até minha boca, chupando meus dedos, os deixando bem melados para depois seguir até seu cu, metendo um deles de forma bem vagarosa apenas para ver quais seriam as suas reações. Obviamente, os pedidos de não seriam atendidos tão prontamente. Uma safada abusada que nem ela merecia mais um pouco de punição.
Um gemido alto ecoou dos lábios dela dessa vez e ela rebolou de uma forma desesperada. Demonstrando o quanto aquilo a tinha afetado, a mulher apoiou a cabeça na cama, ficando com a bunda perigosamente empinada e abriu bem as pernas, levando as mãos de volta à sua boceta e passou a se tocar conforme rebolava nos meus dedos e gemia bem gostoso.
Aproveitei aquilo para socar meu dedo bem fundo, sentindo que ela se alargava cada vez mais para mim e movi minha mão com intensidade quando o senti todinho dentro dela, fazendo com que o corpo da mulher até tremesse um pouco, gemendo ainda mais alto.
Dessa vez estava claro que por mais que quisesse controlar os gemidos, não conseguiria.
Olhei na direção de , notando a intensidade com que ele se tocava, então umedeci minha boca, em um convite mudo para que o homem viesse até mim. Ele não hesitou em fazer menção de que me atenderia, mas acabei levando a mão livre até sua nuca e o puxando para mim para beijá-lo com vontade antes.
Explorei toda a extensão de sua boca, ouvindo-o grunhir contra meus lábios, então nos separei, deixando que ele finalmente se aproximasse de mim.
não hesitou em tocar a bunda de , apertando-a com força para deixá-la ainda mais aberta e exposta e escutei a respiração da mulher sair ruidosamente, dando a visão perfeita do meu dedo se atolando em seu cu e ela rebolava cada vez mais contra minha mão, se empinando toda e gemendo deliciosamente. Eu não tardei então a meter mais um e girar dentro dela de um jeito delicioso e escutei ofegar com aquilo. estremeceu, jogando seu corpo para frente como se tentasse se livrar daquilo para recuperar as forças e seu quadril deu um tranco em sincronia a um gemido absurdamente afetado que escapou por parte dela.
Ele desceu sua mão segundos depois, indo de encontro à mão de e a tirando dali para que ele pudesse tocar sua boceta com vontade, movimentando os dedos de forma circular no clitóris da mulher enquanto eu não parava de meter em seu cu. Seu corpo estremecia violentamente e seu quadril parecia se mover quase que de forma involuntária com o que fazíamos com ela.
Meu pau pulsava de um jeito torturante, mas naquele momento eu estava concentrado em dar prazer àquela mulher. Ela gemia tão gostoso que eu estava louco só de ouvi-la.
gemeu manhosa, então seu cu apertou meus dedos com força e eu soube que sua boceta havia se contraído também.
Mais gemidos altos escaparam da boca dela, conforme a mulher rebolava cada vez mais demonstrando que seu orgasmo estava próximo pelos espasmos que percorriam seu corpo violentamente.
Contive um grunhido com aquilo, fazendo questão de intensificar ainda mais a forma como meus dedos se moviam dentro dela e vi o exato momento em que escorregou dois dos seus para dentro da boceta encharcada da mulher. A cada segundo o ritmo foi aumentando mais e eu sabia que ela estava cada vez mais próxima porque seu corpo denunciava pelo jeito que estremecia e gemia sem controle algum.
Em resposta a tudo que eu via, meu pau pulsava com ainda mais intensidade e eu precisei conter a vontade de tocá-lo até chegar ao meu limite.
Outro pensamento perverso cruzou minha mente e subitamente eu parei os movimentos mesmo sabendo que ela estava prestes a gozar, escutando a mulher grunhir em protesto.
Trocando um olhar significativo comigo, fez o mesmo, então dessa vez senti que ele me puxava para um beijo intenso, levando sua mão até meu pau e me fazendo estremecer ao acariciar toda a sua extensão, segurando pela base e então intensificando seus toques.
Nós dois podíamos ver o quanto estava escorrendo e a ideia de puni-la mais um pouco tornava tudo ainda melhor.
ficou novamente de quatro e virou seu rosto em nossa direção para então dizer:
— Filho da puta!
Ainda assim, conseguia ver o tesão estampado em seu olhar.
Soltei uma risada rouca com aquilo ao mesmo tempo em que erguia uma sobrancelha e separava minha boca de . Eu já tinha previsto aquela reação da mulher e na verdade era isso mesmo que eu queria. Mais motivos para que eu pudesse puni-la mais.
— Tão insolente — soltei um muxoxo, então, com calma, busquei o preservativo e o lubrificante e voltei para ela mais uma vez. Devidamente protegido, estalei um tapa forte em sua bunda e me inclinei para deixar uma mordida deliciosa na nádega direita. se movimentou, deixando sons e palavras desconexas escaparem de sua boca demonstrando o quanto aquilo tudo estava lhe afetando.
continuava me masturbando de um jeito delicioso, pegando o frasco da minha mão para despejar o líquido e esfregá-lo em toda a minha extensão. Gemi de propósito contra a pele da mulher, que em resposta se arrepiou todinha, então lambi sua bunda vagarosamente, subindo com a minha boca por toda a extensão de suas costas. Quando cheguei bem próximo ao seu ouvido, ofeguei mais uma vez. Ela gemeu em resposta ao som que escapou da minha boca e virou o rosto para que eu pudesse ver o sorriso que se formou em seus lábios, conforme rebolou bem gostoso, se esfregando em mim.
— Eu poderia ficar horas aqui te torturando, doce — murmurei em um tom de voz rouco, fazendo sinal para que despejasse um pouco do lubrificante na bunda dela e eu mordi os lábios só de ver o líquido entrando em seu cuzinho. — Mas a vontade de te foder é ainda maior.
Levei uma mão até meu pau, fazendo com que Garry afastasse a dele e o segurei pela base, esfregando a cabecinha na boceta de , melando-o bem gostoso e ameaçando meter ali para logo em seguida subir e ir me atolando bem devagar em seu cu. Ela gemeu instantaneamente, jogando a cabeça para trás e moveu o quadril em um espasmo involuntário que percorreu todo seu corpo.
Senti o ar faltar conforme fui me sentindo cada vez mais dentro dela, que se alargou de um jeito delicioso e assim que me senti inteiro dentro da mulher, um gemido rouco ecoou de meus lábios em uníssono ao dela. Deixei uma mordida no ombro de , então comecei a me mover, adorando sentir meu pau todinho atolado em seu cu.
Atrás de mim, senti acariciar minha bunda e fiz questão de abrir bem minhas pernas.
Pelo canto de olho, então eu o vi se abaixar, ficando de joelhos e instantes depois senti sua língua rodear a entrada do meu cu de um jeito delicioso. Aquilo me incentivou a rebolar de encontro ao quadril de e eu joguei minha cabeça de encontro à curva do pescoço dela, gemendo sofregamente.
rebolou bem gostoso em resposta àquilo, movendo o quadril de um jeito quase torturante que fez com que eu conseguisse sentir meu pau tocar cada parte de seu cu. Seus gemidos ecoavam cada vez mais altos no ambiente e o jeito que estremecia deixava claro que não tinha mais controle algum sobre o próprio corpo.
então diminui a forma com que se movia, descendo uma de suas mãos até a boceta e passou a se masturbar. Sem aviso, iniciou reboladas bem lentas, apertando seu cu com vontade e gemendo descontroladamente.
Senti meu corpo estremecer com aquilo e segurei em sua cintura com força, dando um tranco delicioso, tocando bem fundo dentro dela e sentindo socar sua língua em mim, o que me fez gemer ainda mais.
A cada estocada que eu dava dentro de , mais seu cu me apertava, mais enterrava sua língua e mais eu queria daquela sensação.
— Caralho, , você é gostoso demais. — Escutei soltar afetado e eu me movimentei com mais afinco.
— E você tá esperando o que para parar de brincar então, ? — rosnei, erguendo meu tronco e aproveitando para segurar os cabelos de pela nuca, puxando a cabeça dela e deixando um tanto inclinada, o que fazia sua bunda se empinar ainda mais e ela não hesitou em rebolar lentamente, dessa vez soltando gemidos sôfregos e deixando palavras desconexas, implorando por mais.
A risada de ecoou logo atrás de mim e ele parou de me chupar para então se erguer também, agarrando minha bunda com força, a abrindo do mesmo jeito que eu havia feito com momentos antes, para então despejar o lubrificante e pincelar meu cu com a cabeça de seu pau, que ele também havia protegido com a camisinha. Quando finalmente eu o senti meter de forma lenta, um grunhido mais alto ecoou de meus lábios.
Parei de me movimentar dentro de por alguns segundos apenas para me acostumar enquanto sentia me invadir, se colocando inteiro dentro de mim e me fazendo gemer quando suas bolas bateram contra minha bunda.
Escutei um grunhido ecoar de seus lábios, então voltei a rebolar, me enterrando bem gostoso em e sentindo começar a se movimentar em sincronia.
— Puta que pariu! — a mulher gemeu, estremecendo violentamente e seu cu apertou meu pau com força conforme seu quadril se movimentava de um jeito brusco.
Sem aviso, ela aproveitou o jeito que eu segurava seu cabelo para se inclinar ainda mais, ficando com as costas encostadas em mim e aquilo fez com que eu fosse ainda mais fundo dentro dela. Uma de suas mãos foi para trás e ela cravou as unhas na minha bunda com vontade, gemendo sofregamente e me arrancando um grunhido alto. gemeu prolongadamente e mais uma vez me apertou, demonstrando que seu orgasmo estava próximo de novo.
Intensifiquei as estocadas dentro dela, sentindo que ia cada vez mais fundo e o tesão era tanto que meu corpo estremecia toda vez que eu me atolava inteiro nela. socava seu pau em mim de um jeito delicioso e eu fazia questão de rebolar para sentir cada centímetro dele dentro de mim.
O barulho de nossos corpos se chocando e os gemidos ecoando naquele quarto era simplesmente delicioso, fazendo com que a cada segundo o ar me faltasse ainda mais e meus olhos se revirassem nas órbitas. O calor era absurdo e o suor escorria de nossos corpos, tornando tudo ainda mais delicioso.
Dei mais um puxão nos cabelos de , usando a outra mão para deslizar pela barriga da mulher, subindo e acariciando seus peitos para depois chegar ao seu pescoço e apertá-lo de um jeito delicioso, grunhindo cada vez mais descontrolado contra seu ouvido e ouvindo atrás de mim também gemer da mesma forma, apertando minha bunda, se enterrando cada vez mais em mim.
rebolou bem gostoso, então sua mão que antes estava na minha bunda percorreu o caminho até a minha que segurava o pescoço dela e a mulher a apertou, dando a entender que gostava daquilo e queria que eu intensificasse o jeito que a apertava ali. Outro gemido escapou de seus lábios, seu cu mais uma vez me apertou, arrancando dela um gemido alto e de soslaio pude ver que seus olhos se reviraram conforme seu corpo estremeceu violentamente.
— gemeu manhosa, se contorcendo toda conforme seus olhos se reviraram cada vez mais.
Porra, eu estava ficando louco com a forma como ela me apertava. E ouvir meu nome ecoar daquele jeito de seus lábios só me atiçou ainda mais.
Aumentei o aperto em seu pescoço, movimentando meu quadril de uma forma que quase saí de dentro dela, então voltei em um tranco forte, ofegando ruidosamente contra seu ouvido.
— Mais alto, minha linda — soprei de forma afetada e acabei gemendo de novo ao sentir uma das mãos de descer até minhas bolas, acariciando de um jeito delicioso enquanto ele ainda estocava em mim com intensidade.
Joguei minha cabeça um pouco pra frente, chupando a pele do ombro de e trazendo de novo o rosto bem ao lado do seu para continuar gemendo sofregamente. Sua pele arrepiou e seu quadril deu um tranco forte fazendo com que eu praticamente girasse dentro dela e ela levou a outra mão livre até a boceta, fazendo movimentos circulares de vai e vem conforme rebolava ainda mais.
— Continua me comendo desse jeitinho, baby, que vou gemer do jeito que você quiser — jogou as palavras, demonstrando que não queria fazer joguinhos dessa vez, gemendo ainda mais alto, revirando os olhos e seu cu mais uma vez me engoliu violentamente. — Eu vou gozar — avisou, movimentando sua mão com afinco e rebolando com vontade conforme espasmos se espalharam pelo corpo dela.
Minhas unhas curtas até arranharam um pouco a pele de seu pescoço quando eu o apertei mais uma vez, girando meu quadril e sentindo o tesão aumentar tanto que eu estremecia de forma involuntária, o que fazia com que meu cu apertasse o pau de com intensidade. Em resposta, ele massageou minhas bolas com mais afinco.
— Puta merda, que delícia — rosnou contra meu ouvido.
Desci a outra mão até a boceta de , me unindo à sua e acariciando intensamente, dando uma atenção especial ao seu clítoris e descendo os dedos até sua entrada, onde meti dois deles com vontade, atolando de um jeito delicioso e estocando em seu cu com ainda mais velocidade, arrancando dela um gemido alto e outra revirada de olhos.
— Goza pra mim então, . Goza gemendo o meu nome — soltei as palavras em completo descontrole.
intensificou os movimentos em seu clítoris, conforme rebolou deliciosamente diante das minhas palavras. O jeito que ela se movia no meu pau deixava claro que não tinha controle algum sobre seu corpo naquele momento e, mais uma vez, seu cu me apertou com força.
O jeito que ela se movimentava fazia com que meus dedos fossem ainda mais fundo dentro de sua boceta e eu me atolasse ainda mais em seu cuzinho. Seu corpo estremeceu e o quadril de deu um tranco, conforme sua mão apertou a minha, fazendo com que eu apertasse ainda mais seu pescoço.
— gemeu sofregamente, ao passo que seu corpo todo estremeceu em um espasmo forte. Sua boceta primeiro se alargou, então apertou meus dedos com força, fazendo com que seu cu me engolisse e seus gemidos saíram absurdamente prolongados, misturados aos tremores de seu corpo que a consumiam, denunciando que ela estava gozando.
Fiz questão de mover meus dedos com intensidade dentro dela, girando-os e os curvando um pouco, sentindo-a me apertar tanto que acabei gemendo junto a ela. O jeito que gemeu meu nome me deixou tão louco que estremeci mais uma vez, então virei o rosto dela na direção do meu, a puxando para um beijo intenso, parando de me mover dentro dela, mas me mantendo bem atolado em seu cu. se movimentou, então explorou minha boca com a sua língua, fazendo com que se enroscasse na minha e soltou um gemido contra ela.
grunhiu intensamente, segurando meus quadris com as duas mãos e estocando de uma maneira intensa que me fez gemer contra a boca de . E pela forma como ele se movia, eu sabia que estava bem perto de gozar também.
ainda movimentava os dedos em seu clítoris e a forma como me beijava era desesperada, conforme alguns espasmos ainda percorriam seu corpo fazendo com que ela mexesse o quadril e meu pau tocasse cada partezinha de seu cu.
— Porra — ela soltou manhosa, ao afastar nossas bocas e mordeu meu lábio inferior, ao que correspondia com um gemido mais alto, sentindo que havia encontrado meu ponto de prazer.
Apertei meus olhos com força, ouvindo-o grunhir rasgado e sentindo arrepios quando sua boca se aproximou da pele de meu pescoço.
Esfreguei bem meus dedos na boceta de e com a respiração sôfrega de tesão eu os tirei de dentro dela para levá-los até meus lábios, chupando com intensidade e adorando sentir o gosto dela.
— Você é deliciosa demais, doce — murmurei, gemendo mais uma vez e rebolando com afinco, vendo um sorriso em seus lábios como resposta.
— Caralho, . Eu vou gozar — grunhiu contra meu ouvido, então um pensamento cruzou minha mente de forma quase instantânea, me fazendo abrir um sorriso de canto.
— Goza na boca dela. — Mais uma vez, aquilo não era um pedido. — Tenho certeza de que ela vai adorar.
estremeceu com aquilo, então olhou para como se pedisse permissão.
não hesitou em abrir um sorriso para ele, então ela fez com que eu saísse de dentro dela e ficou de quatro com o rosto em nossa direção. Apenas com o olhar, ela sinalizou que queria gozando em sua boca e não hesitou em levar sua mão até meu pau, me livrando do preservativo e me masturbando lentamente, mantendo um olhar sacana em nossa direção.
Retribuí o olhar dela da mesma forma e movimentei meu quadril de encontro à mão de , rebolando ainda mais no pau de e apertando mais uma vez meu cu.
— Caralho. Puta que pariu — ele gemeu mais alto, estocando com mais velocidade e estremecendo intensamente até não aguentar mais, saindo rapidamente de dentro de mim, se livrando da camisinha e aproximando seu pau da boca de .
não hesitou em movimentar sua mão por toda a sua extensão com intensidade, fazendo com que a cabecinha batesse contra os lábios de em um pedido mudo para que ela abrisse a boca.
Assim que ela o fez, um gemido mais prolongado ecoou dos lábios de e eu vi o exato momento em que ele gozou de um jeito delicioso, tremendo por inteiro e se derramando na boca de .
— Porra, olha só pra isso. — Soltei uma risada rouca ao ouvi-lo falar daquela forma, mantendo meu olhar em , ansioso para ver o que ela faria então.
A mulher não hesitou em abrir a boca e engolir tudo, conforme me masturbava com vontade e ele tinha gozado tanto, que até escorreu um pouco no canto dos lábios dela, que logo tratou de levar a mão livre até ali pra limpar e chupou os dedos com vontade. Um sorriso sacana se formou em seu rosto e ela se ergueu, aproximando-se de e mantendo os movimentos em mim.
— Você é delicioso, — soprou, com a boca colada a dele e passou a língua nos lábios do homem.
Sem controle algum, tomou seus lábios com voracidade e deu início a um beijo intenso entre eles. Sua mão livre foi até a nuca de , o puxando pra que intensificasse ainda mais o ato e deslizou a outra por toda a extensão do meu pau, me apertando deliciosamente ao chegar à cabecinha.
Umedeci meus lábios assistindo àquela cena e movi meu quadril contra a mão de mais uma vez, de forma que intensificou um pouco a sensação do toque dela.
não tinha hesitado em retribuir o beijo da mulher, acariciando sua língua com vontade e levando uma mão até a nuca dela, embrenhando os dedos em seus cabelos, adquirindo cada vez mais voracidade durante o beijo.
Com a outra mão ele fez questão de apertar a bunda de com força, gemendo contra a boca da mulher. O homem havia acabado de gozar, mas o tesão continuava bem evidente ali.
, então, interrompeu o beijo com ele, mordendo seu lábio com força e o puxando. Sua mão, que antes se encontrava na nuca do homem, foi parar no meu rosto, que ela puxou sem nem um pouco de delicadeza, fazendo com que nos beijássemos também e eu correspondi sem pestanejar. Sua mão se movimentou ainda mais no meu pau e ela gemeu contra minha boca, demonstrando que, apesar do orgasmo, ainda queria mais.
Ela retirou a mão que tinha usado para puxar meu rosto e, de soslaio, a vi levar até o pau de para também bater uma para ele de um jeito bem gostoso. Esse gesto fez com que eu a beijasse com mais vontade, completamente afetado por aquilo.
Desci uma mão até a bunda de e lhe dei um tapa sonoro, arrancando dela um gritinho misturado a uma risada baixa, apertando com vontade e levando meus dedos até sua boceta por trás mesmo, acariciando de um jeito mais lento do que realmente desejava. Ela gemeu de forma contida e se movimentou, buscando por mais daquele contato.
Do outro lado, vi agarrar na bunda dela também, mantendo um olhar ardendo de tesão em nossa direção. interrompeu o beijo, mordendo meu lábio com força e passou a língua sobre eles conforme apertou a cabecinha do meu pau mais uma vez com vontade, fazendo o mesmo com , o que fez nós dois grunhirmos em resposta.
— Deliciosos — soprou manhosa, dividindo o olhar entre a gente e se esfregou contra a minha mão, ao que correspondi a tocando com mais vontade, massageando seu clítoris de uma forma mais intensa.
Seu olhar ainda pegava fogo e ela o dividiu entre nós dois enquanto nos masturbava lentamente.
De forma súbita, parou o que fazia e se afastou levemente na cama, deitando-se e abrindo as pernas deliciosamente, expondo sua boceta, que se encontrava absurdamente melada. Seus olhos nos estudavam com um tesão nítido e ela levou as mãos aos próprios peitos, os apertando e brincando com seus mamilos ao usar a ponta dos dedos. Ela arfou ao repetir o gesto algumas vezes, revirando os olhos e demonstrando o quando estava ficando excitada por fazer aquilo para assistirmos.
Um sorriso de canto brotou em seus lábios e uma de suas mãos desceu por toda a extensão de seu abdômen até chegar ao baixo ventre, onde ela brincou com as unhas, fazendo com que sua pele se arrepiasse, até finalmente chegar à sua boceta. Brincou com os dedos em seu clítoris, abrindo-a e se expondo cada vez mais conforme suas costas se arquearam, então deslizou um dedo para dentro dela com facilidade.
gemeu sem se refrear, conforme nos olhava para ter certeza de que captamos cada uma de suas reações e o jeito que se masturbava tão gostoso na nossa frente.
Assisti-la daquele jeito estava me deixando louco. sabia muito bem como nos afetar porque eu conseguia ouvir ofegando ao meu lado enquanto estávamos os dois vidrados no que ela fazia.
Filha da puta gostosa.
Senti uma mão de tocar meu baixo ventre e gemi rouco quando ele tocou meu pau, o acariciando lentamente. Sorri enviesado e me virei de frente para o homem de forma que ainda conseguisse ver tudo o que fazia e não hesitei em retribuir quando buscou meus lábios com os seus.
Trocamos um beijo sedento e eu deslizei uma mão até ele, também tocando seu pau e apertando a cabecinha, separando o beijo para gemer mais uma vez enquanto meus olhos queimavam na direção de . Ela se masturbava com cada vez mais afinco, não se contendo em gemer bem gostoso conforme atolava os dedos em si.
A visão daquela boceta deliciosamente aberta e encharcada fazia meu pau pulsar ainda mais.
Aproximei minha boca da orelha de e exalei sonoramente. Então me afastei, caminhando na direção de e subindo na cama, lançando um olhar significativo para , vendo ele fazer o mesmo do lado oposto e seu olhar nos seguiu, praticamente faiscando.
Não demorei a me colocar à esquerda de , me inclinando um pouco sobre ela e levando uma mão até seu seio, segurando-o inteiro, massageando para depois brincar com seu mamilo, exatamente como ela havia feito pouco antes. imitou meu gesto, acariciando o outro seio dela, então eu levei meus lábios até o rosto de , dando um beijo e descendo minha boca até seu pescoço, onde deixei um chupão delicioso, movendo meu quadril e fazendo meu pau roçar em sua coxa. Ela arqueou as costas, deixando um gemido alto preencher o ambiente conforme socou os dedos ainda mais fundo e estremeceu.
Não deixei de assistir os movimentos da mão dela em sua boceta por um minuto sequer.
— Isso, minha linda. Soca bem gostoso nessa bocetinha. Eu quero atolar meu pau inteiro dentro dela — sussurrei ao levar meu rosto para bem próximo de sua orelha e a vi arfar, gemendo sofregamente demonstrando que aquilo a tinha afetado.
— Você tá tão meladinha, . Que delícia de boceta — murmurou do outro lado e eu sorri enviesado mais uma vez, adorando provocá-la daquele jeito. Ela mais uma vez gemeu, então passou a rebolar bem gostoso nos próprios dedos.
A respiração de estava acelerada, seus cabelos colados ao rosto e seu corpo exalava tesão. A mulher não hesitou em continuar se dando prazer conforme seu olhar se dividia entre nós em meio à revirada de olhos que ela dava vez ou outra.
— Eu quero os dois me comendo bem gostoso — pediu manhosa, estremecendo mais uma vez e sua mão passeou até seu clítoris, que ela passou a massagear com vontade. — Quero seu pau atolado na minha bocetinha, , enquanto o fode meu cuzinho. — Sua voz era completamente afetada, mas ela pareceu não se importar com aquilo, pois continuou o que fazia.
ofegou alto com aquilo, inclinando-se sobre e envolvendo o seio dela com a boca, lambendo devagar e sugando o bico de uma forma deliciosa que arrancou uma sequência de gemidos da mulher. Ele havia ficado nitidamente afetado pelas palavras dela, porque também começou a se esfregar.
— Vai rebolar esse cuzinho delicioso no meu pau, ? — O tom rouco dele também me atingiu diretamente e fez com que eu me movimentasse com mais afinco, descendo a mão até a bunda dela e a apertando com vontade.
soltou a respiração ruidosamente, rebolando contra a minha bunda e seu olhar se direcionou a , ao passo que abriu um sorriso de canto.
— Vou rebolar bem gostoso até você encher meu cuzinho delicioso com essa sua porra quente — soltou sacana, mordendo o lábio com força e aumentando os movimentos em seu clítoris. — Por favor — implorou, estremecendo pela milésima vez ao soltar um gemido sôfrego que preencheu o quarto, fazendo coro ao grunhido que soltou com as palavras dela.
— Quero você sentada em mim, doce . — Atraí sua atenção para mim mesmo que estivesse adorando aquilo. Só de imaginar a porra de escorrendo pela bunda dela eu sentia meu corpo estremecer.
A mulher abriu um sorriso ao ouvir aquilo e passou a língua nos lábios, então parou o que fazia e ficou de joelhos bem próxima a mim.
— Então deita, baby — pediu manhosa, com a boca colada à minha e sua mão agarrou meu pau —, que eu vou rebolar bem gostoso nesse seu pau delicioso até gemer seu nome do jeito que sei que você gosta. — Sorriu sacana, mantendo os olhos fixos aos meus conforme apertou minha cabecinha de forma torturante.
Sem conseguir me conter, aproveitei a proximidade de nossas bocas e iniciei um beijo intenso, gemendo contra os lábios dela pela forma como acariciava o meu pau.
Num movimento rápido, me deitei por completo na cama, fazendo com que ela parasse de me tocar para colocar outra camisinha, puxando para cima de mim de forma que seu quadril ficasse bem encaixado no meu e levei minhas duas mãos até sua bunda, a estapeando e agarrando com força.
Soltei uma risada sacana com aquilo, afastando meus lábios dos dela e usando uma mão para segurar meu pau pela base, pincelando em sua boceta e esfregando seu clítoris com a cabecinha, o que a fez gemer baixinho e estremecer. Fiz ela erguer um pouco o quadril para deslizar até sua entrada e eu teria provocado a mulher mais um pouco se não estivesse tão louco para foder aquela boceta.
Voltando a agarrar sua bunda com as duas mãos, dei um tranco forte, fazendo meu pau se atolar por inteiro nela e grunhindo com a sensação de estar todinho dentro dela. gemeu alto e colou a boca à minha, mordendo meu lábio com força, mas não demorou em começar a rebolar, levando uma de suas mãos até meus cabelos e puxando os fios com força conforme movimentava o quadril bem gostoso. A mulher, então, se mexeu de um jeito que quase saí de dentro dela, deu um tranco, fazendo com que eu a preenchesse bem fundo, e gemeu deliciosamente ao revirar os olhos.
Eu guiava seus movimentos, fazendo com que meu pau tocasse cada centímetro dela, que gemia cada vez mais, e vendo que havia se levantado e parado atrás dela enquanto se tocava de uma forma sedenta, louco para fodê-la também.
Trazendo seu corpo para junto do meu, estapeei a bunda de com as duas mãos novamente e a abri bem, vendo um sorrisinho safado tomar conta de seus lábios, deixando seu cuzinho bem exposto para , que lambeu os lábios.
Levei um dedo até a entrada de , rodando de forma lenta, provocando o homem e vendo ele aumentar a velocidade com que se acariciava. estremeceu e rebolou ainda mais gostoso, gemendo deliciosamente.
— Olha que delícia de cuzinho, . Vem aqui. Se atola bem pra ela gemer feito a filha da puta gostosa que ela é — chamei descontrolado e não demorou muito para que ele finalmente se juntasse a nós dois. Aquilo arrancou de um sorrisinho safado.
Voltei a segurar na cintura dela, sentindo os dedos de a tocarem por cima dos meus, então nós a apertamos com vontade enquanto ele guiava seu pau já devidamente protegido até a bunda da mulher, esfregando-o ali e o trazendo até a entrada dela. Ela não hesitou em momento algum, prontamente esfregando a bunda contra o pau dele, soltando palavras desconexas e pude ouvir sua respiração saindo ainda mais descompassada.
Deslizei meu pau para fora da boceta de para que ele então a preenchesse de uma forma faminta, bombando para dentro dela de uma forma sedenta, socando bem fundo, arrancando da mulher um gritinho misturado a um gemido manhoso de prazer, para depois sair. Não hesitei a me atolar todinho naquela boceta mais uma vez e deslizou a mão por toda a extensão de seu pau, aproveitando a lubrificação de para então forçar a cabecinha em seu cu, começando a penetrá-la de forma lenta até que estivesse totalmente socado dentro dela.
estremeceu violentamente, jogando a cabeça para trás para então colocar o rosto entre a curva do meu pescoço conforme gemia sem interrupção. Seu quadril até parou de se mover por um momento, como se ela tentasse se recuperar e então voltou a rebolar com afinco.
O corpo dele deu tranco forte, fazendo com que um gemido alto ecoasse de seus lábios e eu movi meu quadril com vontade, sentindo meu corpo até tremer de tanto tesão. Acabei gemendo junto e o barulho naquele ambiente não poderia ser mais delicioso.
respondeu àquilo gemendo ainda mais alto e movimentando o quadril. Suas reboladas ficavam cada vez mais intensas conforme os nossos movimentos, então ela aproveitou que sua boca estava próxima ao meu pescoço e deu um chupão forte em minha pele, logo em seguida subindo até meu ouvido, passando a ponta da língua no lóbulo da minha orelha e logo em seguida o chupando.
Seus dedos puxaram meus fios de cabelo e ela gemeu bem manhosa contra o meu ouvido, e mesmo que eu não pudesse ver, tinha certeza de que estava sorrindo.
— gemeu meu nome de um jeito completamente afetado e sua boceta me apertou, de forma que eu soube que com certeza seu cu havia engolido . — Seu pau é uma delícia. Vou melar ele todinho — soprou, com o mesmo tom de voz e afastou o rosto para que eu pudesse ver suas expressões. Meus olhos se estreitaram em sua direção enquanto eu sentia o tesão aumentar de uma maneira absurda com aquelas palavras. sabia muito bem como eu reagiria àquilo.
Estalei um tapa forte em sua coxa, sentindo a pele dela ficar ainda mais quente quando a agarrei com força, então subi minha mão até um de seus seios, acariciando e fazendo uma leve pressão em seu mamilo endurecido, fazendo sua pele arrepiar e ela grunhiu sofregamente.
— Mela bem gostoso, minha linda. Mela ele com o pau do atolado nesse cuzinho delicioso. Você é uma gostosa do caralho — soltei completamente descontrolado.
Ela não conseguiu falar muita coisa, pois mais gemidos saíram de sua boca e vi perfeitamente como seus olhos reviraram nas órbitas. Todas as suas reações deixavam bem claro o quanto ela estava gostando daquilo e queria cada vez mais.
Fiz com que ela erguesse um pouco o quadril e aumentei a intensidade de minhas estocadas, bombando de um jeito tão delicioso que o som dos corpos se chocando só não se sobressaía ao dos nossos gemidos. Eu sentia meu corpo literalmente pegando fogo e quanto mais essa sensação me lambia, mais eu queria dela.
não estava muito diferente, ele se movimentava com cada vez mais afinco, apertando a cintura de com força e gemendo bem alto a cada vez que socava bem dentro dela.
— Isso, , aperta meu pau com esse cuzinho delicioso. Eu vou gozar tanto dentro dele, puta merda. — As palavras dele me deixaram ainda mais descontrolado e eu aumentei a intensidade das estocadas de uma forma que o corpo dela tremia no meio de nós dois.
— Enche meu cuzinho com essa sua porra, honey — pediu manhosa e socou com ainda mais intensidade dentro dela, de uma forma que dava pra sentir suas bolas batendo contra mim.
gemeu ainda mais alto e colou a boca à minha, iniciando um beijo voraz entre a gente, algo que era difícil de se manter devido aos movimentos, mas eu tentei retribuir de forma intensa, então rebolou lentamente conforme gemeu contra a minha boca.
Sua boceta me apertou mais uma vez e ela estremeceu violentamente, demonstrando que estava perdendo totalmente o controle de seu corpo. Suas reboladas continuavam em um ritmo torturante e ela puxou os fios do meu cabelo, de modo que minha cabeça se inclinou levemente e seus olhos se fixaram aos meus quando separou nossas bocas minimamente. Deixei um grunhido rouco ecoar de meus lábios, sem parar de estocar nela com intensidade, sentindo meu pau pulsar de um jeito enlouquecedor.
— Quero te ver gemendo meu nome bem gostoso, baby — disse sorrindo sacana, então deu um tranco, fazendo com que eu rodasse dentro dela. — Que delícia! — gemeu, fechando os olhos minimamente.
Sem deixar muito tempo para ela se recuperar daquilo, foi a minha vez de dar um tranco contra seu quadril, e outro, e mais outro, fazendo os peitos dela pularem deliciosamente e com certeza aumentando a intensidade com que se atolava nela. Aquilo acabou fazendo com que revirasse os olhos repetidas vezes, estremecendo violentamente.
… — gemi, totalmente entregue ao prazer que sentia naquele momento, levando a mão ao pescoço dela e apertando com vontade, soltando mais palavras desconexas porque eu nem fazia questão de me controlar e ela gemeu deliciosamente, levando uma de suas mãos até a minha e ajudando para que eu a apertasse conforme a outra puxou meu cabelo com força. — Isso, , rebola gostoso no meu pau. — Rebolei de encontro ao seu quadril, fazendo meu pau girar dentro dela e sentindo que estremecia violentamente, um sinal de que meu ápice estava muito próximo, então ela fez o que eu havia pedido, rebolando deliciosamente.
— Porra, eu vou gozar de novo — soprou contra os meus lábios, gemendo deliciosamente e colocou o inferior entre seus dentes e o mordeu com força. — Rebolar bem gostoso assim, ? — questionou, sorrindo sacana.
As reboladas dela ficaram ainda mais intensas e os espasmos se espalhavam continuamente conforme ela movia o quadril, puxando cada vez mais meus cabelos. Sua boceta me apertou e um gemido alto escapou de sua boca. Eu já nem sabia mais quem estremecia mais, mas aquilo não importava naquele momento. O tesão era tão grande que eu não conseguia focar em mais nada, as coisas pareciam girar ao meu redor e meus olhos reviravam nas órbitas.
Apertei mais forte seu pescoço, como ela havia pedido, socando meu pau com mais intensidade, aproveitando aquelas reboladas deliciosas para sentir cada centímetro da boceta dela me engolindo.
— Assim mesmo, minha linda. Porra, que delícia — soprei com a voz tão rouca que quase não soou inteligível e ela abriu um sorriso sacana.
Mordi meus lábios ao ver segurar a bunda de com força, a abrindo de um jeito que mesmo eu não conseguindo ver já imaginava o quão gostoso devia estar. Dali ele tinha a visão perfeita de seu pau se atolando no cuzinho de enquanto o meu se enterrava gostoso na boceta dela.
— Goza gostoso, . Deixa eu ver você melar o pau do inteiro — soltou, sem diminuir a intensidade de suas estocadas e pela forma como ele se movia eu soube que estava bem próximo de gozar também.
aumentou as reboladas, fazendo com que fossemos ainda mais fundo dentro dela e seus gemidos se intensificaram absurdamente. Mais uma vez ela apertou minha mão em seu pescoço, sorrindo sacana, algo que logo se desfez pois sua boca se abriu conforme seus olhos rolaram. A mulher deu uma rebolada mais forte e sua boceta apertou meu pau com força, seguido de espasmos, denunciando que ela havia gozado pela segunda vez.
— Puta que pariu, — gemeu manhosa, dando um puxão nos meus cabelos.
— Caralho, — exalei de volta, movendo meu quadril intensamente, sentindo o ápice ir tomando conta e fazendo meu corpo estremecer violentamente. — Ah, porra!
Deixei minha cabeça pender para frente, adorando a sensação de prazer extremo com a leve dor causada pelo puxão em meus cabelos. Ela os puxou ainda mais e rebolou bem gostoso. Apertei o pescoço de com mais força e um gemido mais prolongado escapou dos meus lábios quando de repente tudo girou ainda mais. Meu corpo parecia entrar em ebulição naquele momento e senti meu prazer jorrar de forma tão intensa que por um momento achei que não ia parar de gozar.
Fiquei atordoado por alguns segundos de tanto prazer que havia sentido, mas ainda assim pude ver que aumentou a intensidade de suas estocadas ainda mais, apertando a bunda de com força e soltando um grunhido alto, estremecendo por inteiro de uma forma que eu até vi suas veias saltadas. Ela gemeu descontroladamente e deu uma rebolada bem gostosa.
Porra, aquilo era uma delícia de assistir.
Espasmos tomaram conta do corpo de , ele apertou os olhos com força e gemeu mais uma vez, denunciando que também havia gozado intensamente, enchendo o cuzinho de como eu fiz com sua boceta.
— Puta merda — soltou com sua voz totalmente falha, parando para se recompor um pouco antes de sair de dentro dela.
Ela abriu um sorriso fraco e rebolou mais uma vez no meu pau, colando a boca à minha conforme seus dedos afrouxaram em meus fios de cabelo e iniciou um beijo intenso entre nós.
Retribuí sem pestanejar, subindo a mão até o rosto de , sentindo como a bochecha dela estava quente e abrindo um sorriso entre o beijo, que foi retribuído por ela ao me olhar com um certo brilho no olhar, mas logo o desviou e levou a mão até meu rosto, fazendo um carinho leve com as unhas.
— Você é ainda melhor do que imaginei, doce — murmurei, sentindo minha voz voltar ao normal aos poucos.
— Sou é? — indagou, com os olhos fixos aos meus. — Pois você também, . — Dessa vez, tinha um sorriso estampado em seu rosto.
— Sem sombra de dúvida — respondi sem desfazer meu sorriso, então vi o exato momento em que desabou ao lado de com uma expressão tão satisfeita quanto a nossa.
— Vocês dois são uma delícia mesmo. Eu concordo — comentou, o que me fez soltar uma risada, que foi acompanhada por ela ao olhar o amigo.
A mulher então saiu de cima de mim, me dando espaço apenas para que eu me livrasse da camisinha, e ao invés de se afastar como achei que faria, deitou ao meu lado de forma que ficou entre nós dois, com a cabeça no meu peito. Sua mão desceu até meu abdômen, onde ela passou a ponta dos dedos conforme sorriu.
— Você também é uma delícia, honey. — Ela olhou para de soslaio, ainda sorrindo. — Me considere não entediada. — Riu fracamente.
— Ótimo. Você já sabe onde vir então quando se sentir assim novamente. — Pisquei para a mulher, enlaçando sua cintura com uma das mãos.
também descartou o preservativo, então se aconchegou atrás dela e nós nos permitimos descansar ali por algum tempo. Afinal, ainda tínhamos o resto da noite para começar tudo outra vez.


FLASHBACK OFF


Desde aquela noite, algo me dizia que eu nunca encontraria nenhum outro alguém que se comparasse a . Aquela mulher era capaz de incendiar qualquer um com apenas um olhar, mas, mais do que isso, ela havia despertado coisas em mim que jamais eu havia imaginado que realmente existissem.
E, honestamente, se fosse para sentir todas aquelas coisas outra vez, eu não me importaria nem um pouco em me deixar queimar.


FIM



Nota das autoras: Versão nova de Cabaret pegando fogo para vocês! Nós estamos muito ansiosas para saber as opiniões de vocês. Venham contar para a gente nos comentários. Ouvimos dizer que isso aqui é só o começo da história desses personagens hehehe.
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Beijos e até a próxima.
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