Fanfic finalidada.

Capítulo Único

Se tinha uma coisa que deixava puto da vida era ver a porra de um criminoso conseguindo escapar das merdas que tinha cometido. Seu sangue até borbulhava nas veias e ele precisava muito se controlar para não esmurrar o júri por serem tão idiotas.
A voz do juiz anunciando mais uma pausa fez bufar porque ele só queria acabar com aquilo tudo de uma vez.
Já fazia vários dias que estava preso naquele caso, tendo que esperar recesso atrás de recesso porque eles não conseguiam decidir se aquele cara, que obviamente tinha matado o amigo por causa de grana, era inocente ou culpado.
não podia mudar a cabeça deles fácil assim, mas trazia tudo o que tinha de evidências. O problema era que a defesa era tão boa quanto.
E pode colocar boa nisso.
Puta merda.
Toda vez que desfilava por aquela sala, precisava se controlar para não secar o corpo todo daquela mulher de forma tão descarada.
Ele não saía com advogadas de defesa, era uma regra que tinha estabelecido, só que ela era tão gostosa que não se incomodaria nem um pouco em abrir uma exceção.
Merda, não podia ficar pensando em foder aquela mulher assim, no meio do tribunal.
Ela também não facilitava muito. Ao mesmo tempo em que alfinetava o trabalho da polícia o tempo todo, também o olhava e provocava.
Pensando bem, o intervalo cairia muito bem a naquele momento, e um cigarro também.
Trocou algumas palavras com o promotor de justiça e a situação não era boa, eles estavam praticamente perdendo a causa e ver lhe lançar um olhar presunçoso de longe o deixou puto.
Foi por isso que caminhou meio desesperado quando todos foram dispensados, procurando pelos corredores onde ficava o banheiro e lembrando que alguém tinha dito ser no andar de baixo.
Por que a porra do banheiro era no mesmo andar dos arquivos? Eles queriam que roubassem aquela merda?
bufou ao descer as escadas porque não estava com paciência para esperar um elevador, então entrou na primeira porta que parecia com a de um banheiro, porque estava com uma luz acesa.
Caçou o celular nos bolsos e bateu a porta com força, se virando então para uma das pias e só aí se dando conta de que não havia pia nenhuma. Era a porra de uma sala de arquivos.
— Caralho — resmungou puto da vida, então caminhou até a porta fechada e girou a maçaneta para sair dali de uma vez.
E foi isso, ela não girou.
Porra, a maçaneta não girou.
O que caralho estava acontecendo?
Ele estava mesmo preso na porcaria de uma sala de arquivos porque os caras não podiam nem colocar uma fechadura decente?
— Puta que pariu — bufou alto, passando a mão nos cabelos, sem acreditar.


Para , era mais um caso, mais um criminoso para defender, e ela preferiu manter a mesma tranquilidade e cara de paisagem de sempre, como fazia em todas aquelas situações. A única diferença, porém, era que naquele dia tinha uma presença deliciosamente especial para aquele julgamento.
.
nunca tinha ido a nenhum julgamento em que ele ficaria ao lado da acusação, enquanto ela estava lá como advogada de defesa, mas era bem conhecido e sabia por colegas que seu pavio não era dos melhores. O cara se irritava facinho e não fazia questão alguma de esconder aquilo.
não perdeu a oportunidade de lhe lançar umas boas olhadas sempre que podia e abrir sorrisos com intenções que não fazia questão nenhuma de esconder, porque, porra, aquele homem era uma delícia. E pelo jeito que a olhava e parecia impaciente com seu jeito de agir, falar e ser até um pouco petulante — era preciso em sua profissão às vezes —, tinha certeza de que estava o atingindo diretamente.
a olhava como se ela estivesse fazendo algo de errado, porém aquele era o trabalho de . E ela não se importava com julgamentos.
— Vamos precisar de um arquivo em específico, na seção B69. — escutou seu colega informar e sabia o que aquilo queria dizer, então de imediato revirou os olhos, porque aquilo significava ter que ir à sala de arquivos.
Aquela droga ficava no subsolo e era completamente isolado.
apenas assentiu e saiu de lá apressada, seguindo para o elevador que a levaria mais rápido. Sua sorte era que aquela coisa já estava parada no andar e chegou aonde queria num instante.
— Não podia ser um lugar menos bizarro? — a mulher questionou baixinho, conforme empurrou a porta pesada, e logo acendeu a luz.
O lugar tinha um cheiro de papéis velhos e também era levemente frio. Então se apressou mais para que pudesse sair de lá o mais rápido possível, procurando pela sessão que era de seu interesse.
já estava ali dentro há alguns minutos, quando escutou a porta bater e acabou nem se importando muito, porque outros advogados poderiam estar em busca de algo para outros casos. Então se inclinou ainda mais, para que pudesse alcançar uma das pastas que estava no fim da gaveta.
Porém, de repente, escutou uma voz praticamente berrar em completa irritação. Ela estava quase lá, mas não queria parecer indiferente.
— Você precisa de ajuda? — gritou, mas se manteve na mesma posição, tentando alcançar o maldito arquivo.


já tinha uma noção de que o sinal do celular ali devia ser uma merda, mas, quando olhou para o aparelho, ainda em mãos, e comprovou isso, teve vontade de jogar aquela merda longe.
Tinha como as coisas piorarem? Ele duvidava muito que fossem checar aquela sala tão cedo.
Como é que deixavam aquela merda de fechadura estragada daquele jeito?
Bom, a porta não estava completamente fechada quando entrou.
Mil vezes merda.
tomou um puta susto ao ouvir uma voz feminina de repente falar com ele, e embora tivesse a achado familiar, estava mais preocupado com o fato de que havia prendido mais alguém ali naquela sala.
Não bastava foder consigo mesmo, tinha que foder os outros também.
Franziu o cenho, então caminhou na direção de onde achava ter vindo o som.
— Preciso, mas duvido que você vai conseguir me ajudar — resmungou frustrado, parando de andar para tentar localizar a dona da voz quando falasse novamente.
continuou em busca do seu arquivo, esperando que a pessoa a respondesse e aquela merda de gaveta parecia que não tinha fundo. Como odiava ter que procurar aquelas coisas.
Por que não podiam manter aqueles arquivos em computadores e ter ali só para o caso de problema no sistema? Inferno!
Ela se atentou quando a voz respondeu e dessa vez teve certeza de que a conhecia, então virou o rosto levemente, em busca de alguém, mas como ninguém apareceu, preferiu se pronunciar novamente.
— Por que duvida disso? — questionou, já que não tinha exatamente noção de que tipo de ajuda o homem precisava.
Então, como a pessoa não apareceu, voltou a atenção para o arquivo, afinal, ainda teria que voltar lá para cima.
conseguia ouvir também o barulho de papéis, então deduziu que a pessoa procurava alguma coisa nos arquivos. Se aproveitou disso e do som de sua voz novamente para procurar com mais atenção, chegando diante do corredor em que estava e mal acreditando em quem era quando seus olhos bateram na mulher.
A primeira coisa que reparou foi que estava inclinada, mexendo numa gaveta, o que fazia com que sua bunda ficasse empinada.
E precisou se conter muito para não reagir àquela visão.
— soltou, tombando levemente a cabeça de lado. — Uma surpresa te encontrar aqui. Achei que estava lá em cima já contando vitória com seu cliente — alfinetou, sem conseguir se conter, esquecendo completamente do que estavam falando, enquanto se aproximava devagar.
havia escutado o barulho de passos se aproximando, mas não fez questão alguma de sair de onde estava e seguiu procurando o arquivo, constatando que não estava ali. Se viu pronta para soltar um xingamento, se não fosse pela voz que reverberou, a chamando pelo sobrenome.
Deixou que um sorrisinho sacana se formasse nos lábios e então se virou para ele ao escutar a última coisa que dizia.
— soltou baixo, conforme abriu um sorrisinho de canto. — Não preciso contar vitória para ninguém quando sei que sou boa o suficiente para fazer ele ganhar. — Deu uma piscadela para ele.
conteve uma revirada de olhos e soltou uma risada irônica.
— E assim temos mais um filho da puta livre nas ruas. Devo te parabenizar? Porque se é o caso, não vou — soltou, puto com aquela ideia do cliente dela realmente se safar.
revirou os olhos com a resposta dele, porque aquela não era a primeira vez que alguém lhe dizia aquilo e respirou fundo para não ser grossa.
— Não precisa me parabenizar, estou apenas fazendo meu trabalho. — Se deteve ao óbvio.
bufou ao ouvir aquela resposta. Típico mesmo.
— Eu não vou mesmo — repetiu em um tom teimoso e poderia ficar discutindo aquilo com ela, mas não estava com a mínima paciência.
Então se virou para poder fechar a gaveta e fez questão de empinar bem a bunda na direção dele. A mulher estava com uma saia, então sabia que ficaria bem marcado.
Foi impossível para não descer o olhar até a bunda dela e sua imaginação foi bem longe.
Seria uma delícia fodê-la daquele jeito, por mais que fosse literalmente sua inimiga naquele momento.
— Então… — falou calmamente, ao se virar para encará-lo sem fazer cerimônia alguma, passando os olhos por ele e mordendo o lábio levemente, o que o fez precisar de mais autocontrole ainda para resistir. — Precisa de ajuda com o quê?
Aquele homem era delicioso. E o jeito mau humorado dele só deixava as coisas ainda mais interessantes.
— Vai me dizer que não sabe como procurar arquivos por aqui? — provocou, só porque aquilo o deixaria realmente sem paciência.
— Não preciso procurar nada aqui, . O que rolou foi que a porta bateu e ficou emperrada. Estamos presos aqui — falou de uma vez.
Suas palavras fizeram realmente querer xingá-lo.
Como assim estavam presos naquela sala?
Ela já tinha pedido para que mudassem aquela fechadura um zilhão de vezes, ou que pelo menos avisassem as pessoas sobre o problema.
— Você só pode estar de brincadeira comigo — resmungou irritada.
— Eu tenho cara de quem fez brincadeira com isso? — ergueu uma sobrancelha para ela e quase riu de sua reação, embora ele mesmo estivesse sentindo vontade de derrubar aquele prédio naquele momento.
— Vai sonhando. Essa porta vai abrir nem que eu tenha que derrubar esse prédio. Me deixa ver isso. — Então passou por ele, já seguindo para a direção onde ficava a porta.
Não perdeu a oportunidade de dar uma boa rebolada enquanto caminhava, mesmo que não tivesse certeza se estava a seguindo.
O jeito que aquela mulher rebolava ao caminhar devia ser proibido. Puta que pariu!
não conseguiu controlar a vontade de lamber os lábios com aquela visão, então negou com a cabeça.
A ideia de ficar presa com ele ali não era tão ruim, se não fosse pelo caso que a esperava.
Por um momento, até achou que fosse algum tipo de brincadeira de , mas constatou que não era ao levar a mão até a fechadura e se inclinar para ver se alguém passava do outro lado. De qualquer forma, não adiantaria muito, aquela porcaria era resistente e, se bobeasse, as pessoas não conseguiriam sequer os ouvir direito.
Então, depois de algumas tentativas, se virou, constatando que se encontrava bem atrás dela.
— Você podia canalizar esse mau humor todo para a sua força e abrir essa porta, não acha, ? — Deu um passo em sua direção, enquanto abria um sorrisinho e passou a ponta dos dedos levemente em seus ombros, descendo para os braços, onde arranhou levemente, e depois as retirou.
Então ficou o encarando, esperando por uma resposta.
— Eu canalizo para usar minha força em outras coisas — respondeu, prestando atenção no que ela fazia e erguendo mais uma vez a sobrancelha. Aquele não era o momento para aquilo e ao mesmo tempo era o momento perfeito. — Mas eu já tentei de tudo, espertinha. Essa porra de porta não quer abrir e nós dois estamos ferrados aqui dentro.
acabou dando uma risadinha com o jeito que perdia a paciência fácil e tombou a cabeça levemente, escutando atentamente o que ele havia respondido sobre sua energia e mordeu o lábio quase que involuntariamente, procurando por seu celular, que estava em um bolso da saia.
Sem sinal. Constatou, quando desbloqueou a tela e aquilo a fez bufar em frustração.
— Sem sinal — comentou, voltando o aparelho para onde estava antes.
— O meu também — informou, com uma careta. — Não sei que ideia idiota foi essa de fazerem uma sala dessas e não fazerem a droga da manutenção nas portas — bufou mais uma vez, porém tentou se acalmar um pouco. O mau humor de fato não ia ajudar em nada, então prestou um pouco mais de atenção na mulher.
— Realmente, ideia mais estúpida possível — ela comentou, sem acreditar que estava concordando com ele.
sorriu de canto, mesmo que aquela ideia o deixasse mais puto ainda. Bando de gente inútil do caralho.
ainda precisava procurar pelo arquivo, porque quando finalmente encontrassem um jeito de sair de lá — talvez houvesse um telefone na sala —, precisaria dele. Mas então decidiu que não sairia dali sem antes provocar mais um pouco.
Aquele homem era gostoso demais e a ideia de ficar presa ali com ele nem parecia tão ruim, principalmente depois do que havia respondido.
Caminhou para perto dele, levando a boca até seu ouvido.
— Talvez você devesse canalizar sua energia para me mostrar então. — Sorriu safada, sem se importar nem um pouco de flertar com ele daquela forma, e se afastou. — Se bem que você parece muito estressadinho pra conseguir fazer isso, .
Ele arfou baixo e negou com a cabeça, afetado por suas palavras.
— Muito pelo contrário, — frisou seu nome, adorando pronunciá-lo. — Quanto mais estressado, mais forte. — Piscou, esperando que a mulher tivesse entendido do que ele falava.
Ela estremeceu com o jeito que ele pronunciou seu nome e virou o rosto levemente ao ouvi-lo falar daquela forma em seguida. Não precisava que o homem dissesse aquilo. Só de olhar para , ficava bem óbvio que em uma foda ele socaria bem forte.
Aquela brincadeirinha estava deliciosa, mas realmente precisava encontrar um telefone e seu arquivo.
— Vem, vamos procurar por um telefone. — Então passou por ele, caminhando da mesma forma que havia feito antes.
assentiu, então seguiu andando atrás dela, procurando por aquela porcaria, mas ao mesmo tempo sentindo que ficar trancado com ali poderia ser bastante interessante.
caminhou na frente dele, ao passo que passou os olhos para ver se encontrava alguma outra gaveta que lhe saltasse aos olhos.
O olhar de também estava atento, mas, vez ou outra, o balançar dos quadris de lhe chamava atenção. Dava vontade de senti-la balançando daquele jeito em seu colo.
Passaram por alguns corredores em completo silêncio, até que a mulher avistou uma mesa, onde havia um telefone em cima e caminhou apressadamente até lá.
— Parece que encontramos nossa salvação — comentou, porém quando o colocou no ouvido, estava completamente mudo. — Merda — bufou completamente irritada.
— Não funciona, né? Parece que Murphy nos odeia, hein! — Riu sem humor algum.
Então se virou para encarar , que tinha uma expressão nada satisfeita, e seus olhos correram para a mesa. Foi aí que notou que o fio parecia desconectado de alguma forma, ou ao menos era o que ela esperava.
Sem pensar duas vezes, porque o espaço não era muito grande, então seria mais complicado para o homem que a acompanhava fazê-lo, se debruçou sobre a mesa para que pudesse alcançar o fio. Dar a volta seria uma opção, se aquela merda não fosse mal projetada.
— Merda — exclamou mais uma vez, então virou seu rosto para . — Será que pode me ajudar? Segura minha perna ou a minha cintura para eu não cair — pediu, quase rindo da situação porque ficariam em uma posição bem complicada ali.
arregalou os olhos. Ele mal podia acreditar que ela estava se debruçando sobre a mesa e deixando aquela bunda totalmente vulnerável.
Passou a língua pela boca de forma pouco discreta dessa vez.
— Com o maior prazer, eu seguro. — Então ele levou as duas mãos até a cintura de e a apertou com firmeza, trazendo seu corpo para bem perto dele.
As palavras do homem fizeram abrir um sorrisinho sacana, então ela se viu perdendo o ar com o gesto dele.
Puta que pariu! Precisava se concentrar em arrumar aquele telefone, mas se viu paralisada por um momento com todo aquele contato. Engoliu a seco e respirou fundo, para então se recompor.
Por que aquele homem tinha que ser tão gostoso? Puta merda!
Aquilo o fez abrir um sorrisinho de canto, embora aquele contato lhe afetasse da mesma maneira.
Porra, a bunda dela era deliciosa, aquela mulher toda era deliciosa. Como não se imaginar puxando aquela saia pra cima pra socar seu pau bem gostoso nela?
se impulsionou para que pudesse ir mais para frente, sua bunda acabou roçando nele de uma forma não intencional e ela se viu grunhindo involuntariamente. Como resposta, apertou sua cintura com mais força, o que fez a mulher arfar.
— Hm — pigarreou com aquilo. — Não me deixe cair, — tentou falar firme, mas sua voz saiu falha e ela se praguejou por aquilo.
Então se projetou ainda mais para frente, o que fez sua bunda se empinar mais um pouco. Ela até se praguejou novamente, mas àquela altura simplesmente tentou ignorar o quadril de , que roçava contra o seu.
Precisava alcançar aquele maldito fio.
Caralho! estava pronto para dizer alguma coisa, mas acabou perdendo um pouco do controle e moveu seu quadril contra o dela, se esfregando de leve e se inclinando sobre ela, como se estivesse procurando o tal fio.
mordeu o lábio diante daquilo e jogou a cabeça para frente, tentando se recompor, mas, em vez disso, pressionou seu quadril contra ele, buscando por mais contato. Isso fez com que se pressionasse um pouco mais contra a bunda dela, arfando contra a sua pele.
Puta merda. Aquele homem era uma delícia e ela só conseguia pensar em foder com ele em cima daquela mesa.
— soltou o mais firme que conseguiu, para chamar sua atenção. Então respirou fundo, tentando recuperar o pouco de sanidade que lhe restava. — Se você ficar se esfregando desse jeitinho em mim e com seu corpo sobre o meu… eu não consigo alcançar o fio — avisou, tentando parecer preocupada com aquilo, mas era difícil.
Então virou o rosto para encará-lo e um sorriso sacana se formou sutilmente em seus lábios.
retribuiu, sorrindo da mesma forma.
— É mesmo? — murmurou, aproximando a boca do ouvido de , apertando de novo sua cintura e então deslizando as mãos pela lateral de seus quadris.
estremeceu e sentiu seu corpo se arrepiar inteirinho com o jeito que se esfregava nela, ainda mais quando sussurrou em seu ouvido e ela pôde sentir seu bafo quente. Senti-lo pressionar seu quadril e deslizar as mãos por ele só fez com que ela se esfregasse ainda mais contra seu quadril e respirasse de forma mais descompassada.
Aquele homem estava a levando a loucura só de fazer aquilo.
— Será que vou ter que te dar um empurrãozinho, ? — provocou, dando um tranco contra a bunda da mulher e a pressionando de forma que fosse mesmo mais pra frente. Seu pau se encaixou direitinho nela e o homem não conseguiu esconder que estava duro com toda aquela história de se esfregar.
tentou respondê-lo, mas perdeu completamente o eixo, jogando a cabeça para frente mais uma vez e sua mão alcançou o fio, que ela puxou involuntariamente.
— gemeu baixinho em descontrole ao sentir o pau de já duro contra sua bunda. Ele se forçou ainda mais gostoso, então ela se movimentou com vontade, se empinando toda pra ele. — O fio está cortado… — informou, tentando manter a voz o mais normal possível.
De novo, ela só conseguia se imaginar fodendo com aquele homem naquela mesa.
exalou com aquilo, mordendo a boca e dando mais um tranco forte contra o quadril da mulher como se estivesse a fodendo de roupa.
— Puta que pariu, que se foda esse fio — rosnou, subindo as mãos até os peitos de e os agarrando com força, massageando enquanto movia o quadril mais uma vez, se atolando nela o máximo que conseguia.
Ela arfou com aquilo, porque não usava sutiã nenhum, já que a sua blusa não marcava, e a mulher sentiu seus bicos ficarem imediatamente duros. Ele os apertou com ainda mais força, então fez questão de usar os dedos para acariciá-los, fazendo movimentos circulares, esfregando bem gostoso e adorando cada reação do corpo dela. Porra, estava louco para chupá-los.
estava a ponto de revirar os olhos, imaginando como seria delicioso ter a boca de ali, se esfregando ainda mais contra ele.
— O único fio que eu me importo agora, é o da sua calcinha — soprou mais uma vez em seu ouvido, então levou os lábios até o pescoço da mulher, passando a língua pela região, enquanto ainda apertava seus peitos.
— Vai rasgar ela, ? — provocou e mordeu o lábio com a ideia.
Ele soltou uma risada rouca e excitada e deixou uma mordida em sua pele, lhe arrancando mais um grunhido.
— Quer que eu rasgue pra socar meu pau nessa bocetinha? — devolveu a pergunta, sentindo, no entanto, que faltava muito pouco para que nem esperasse uma resposta. Seu pau estava latejando de tanto que estava duro. Aquela mulher estava realmente acabando com ele.
— Eu quero, estou louca pra ter seu pau todo atoladinho nela — respondeu, com uma expressão sacana.
Sem conseguir se controlar mais, ela abriu as pernas para que pudesse se expor melhor para ele, mas sua saia era apertada e não conseguia fazer aquilo.
Em completo descontrole, levou as mãos até a barra dela e a puxou para cima, empurrando um pouco para que pudesse pudesse fazer aquilo.
Estava louca para senti-lo melhor e para que visse a calcinha minúscula que usava.
— Merda — resmungou, ao sentir que não conseguiria terminar de puxá-la e virou o rosto, olhando-o de um jeito completamente descarado.
Ver aquilo atiçou ainda mais e ele precisou se conter para simplesmente não rasgar aquela porcaria de peça.
— Caralho de mulher gostosa. Quer tirar essa merda, né? Eu ajudo você. — Então soltou os seios dela para levar as mãos até sua bunda, parando de se esfregar nela e vendo o fecho da saia.
Quando ele se afastou, aproveitou para se empinar o máximo que conseguia e abriu as pernas. Sabia que ele tiraria sua saia e queria que tivesse a visão de sua boceta dividida pelo fio.
não hesitou em abri-lo e descer o zíper, passando as mãos pela lateral do corpo de enquanto puxava a peça para baixo.
Assim que a saia foi atirada ao chão, no entanto, ele soltou um grunhido alto vendo a calcinha que vestia e o quanto aquela bunda era ainda mais gostosa do que o homem imaginava.
Porra, precisava abrir mais as pernas dele jeito? Mostrar o quão gostosa era a visão da boceta dela dividida pelo fio da calcinha?
— Gostou, foi? — ela perguntou manhosa, ao escutar o grunhido que saiu dos lábios dele. E a forma como falou que era gostosa a afetou diretamente.
— Se eu gostei? Eu tô vendo a baba escorrer da tua boceta, . — Ele delirava de excitação. — Isso tudo é tesão pelo meu pau? — Não perderia a oportunidade de ouvi-la falar daquilo.
— Sim. Ela está toda melada pelo seu pau desde que te vi mais cedo. Pensei em foder com você várias vezes, no meio do tribunal mesmo — provocou, abrindo um sorrisinho sacana.
estremeceu ao ouvir a resposta dela. Porra, ele estava louco para atolar seu pau nela desde que havia lhe visto naquele tribunal. Era impossível não querer. Ela era gostosa demais e o provocava a todo o momento.
— Tá mesmo? Porque eu tô pensando em socar nessa sua bocetinha desde que vi você rebolando pelo tribunal, puta merda — respondeu, completamente rouco de tesão.
— Do jeito que você está deslizando bem gostoso na minha boceta, responde bem sua pergunta — falou sacana, então rebolou ainda mais em seu pau. — Devia ter me fodido lá então, imagina só a cena… Eu gemendo com seu pau todo atolado pra todo mundo ver — provocou, porque a ideia a fazia ficar ainda mais excitada.
Realmente, seria um espetáculo e tanto.
exalou ao ouvir a provocação dela. Pensar em foder aquela mulher na frente de todo mundo fazia com que o tesão aumentasse ainda mais e isso se refletia nos meus movimentos.
— Vou lembrar disso da próxima vez. — Soltou uma risada rouca contra seu ouvido e retribuiu, tão atordoada por suas palavras que sequer conseguiu responder.
Ele não ia perder tempo de novo se afastando, então aproveitou para abrir a calça e se livrar da peça, tirando a cueca também.
Voltou a se encaixar em , fazendo questão de atolar seu pau no meio da bunda dela, esfregando bem gostoso e a fazendo sentir melhor o quanto estava duro. Ela revirou os olhos, rebolando de um jeito gostoso para que ele deslizasse em um vai e vem e usou a mão livre pra levar até a base de suas costas, segurando com firmeza sua cintura e se encaixando em sua entrada, forçando a cabecinha de seu pau por cima do fio da calcinha e fazendo-a gemer, rebolando com ainda mais vontade.
— Porra, falou sofregamente, sentindo até uma dorzinha do tanto que desejava foder com aquele homem de uma vez.
queria socar nela com força, mas estava adorando provocá-la também.
O jeito que ela gemeu seu nome lhe deu ainda mais vontade de continuar com aquilo.
Levou uma mão aos cabelos daquela mulher deliciosa e os enroscou para que pudesse puxar sem muita delicadeza, fazendo com que a cabeça dela se virasse para ele para que finalmente pudesse atacar seus lábios com voracidade.
— Ai — soltou, acompanhada por um gemido sôfrego. Então correspondeu ao beijo, explorando a boca dele de um jeito gostoso e chupando sua língua com intensidade e fazendo-o pulsar ainda mais contra sua bunda.
Ela se esfregava cada vez mais no pau de , sentindo que sua boceta escorria cada vez mais, desejando senti-lo mais e mais. Ele a sentia escorrer e melar a cabeça de seu pau, que latejava mais a cada segundo.
— Vai me foder onde primeiro, ? — a mulher perguntou manhosa, ao interromper o beijo, então mordeu seu lábio inferior com força e se esfregou nele com afinco.
grunhiu de novo, não se contentaria em apenas falar o que queria.
Levou a mão que segurava a cintura de para uma de suas coxas, alisando-a e fazendo-a erguer para cima da mesa, o que deixou sua boceta bem aberta para ele, e a mulher mordeu o lábio dele mais uma vez, rebolando.
Aquilo estava torturante, porque queria que se afundasse todo de uma vez só para que ela pudesse rebolar com ele todo atolado nela.
Ele segurou seu pau com firmeza, então o guiou até a entrada, puxando o fio da calcinha pro lado e esfregando-o por toda a extensão, desde sua bocetinha até seu cu.
ficou se esfregando ali, ameaçando meter, querendo ouvi-la implorar, mas acabou não aguentando e deslizou seu pau para dentro de num tranco tão forte que fez a mesa tremer. Ela soltou um gritinho em meio a um gemido alto que ecoou por toda a sala.
— Caralho — gemeu ao sentir que tocava bem fundo em sua bocetinha, então deixou mais um beijo ávido na boca da mulher, mordendo seu lábio inferior e a fazendo arfar. — Quero primeiro sentir meu pau deslizando gostoso nessa bocetinha babada. Depois eu soco ele onde mais você quiser — respondeu, por fim, voltando a socar seu pau com força para dentro dela, começando a se movimentar intensamente, sem nem se importar com o barulhão que estava fazendo porque o móvel arranhava o chão. se movimentava de volta para que pudesse sentir cada parte dele a tocando bem fundo.
— Boceta gostosa do caralho, porra!
O barulho dos nossos corpos se chocando, misturado aos gemidos que emitia em cada vez mais descontrole e suas respirações descompassadas eram evidentes naquela sala, e aquilo era como música para seus ouvidos.
Ela sentia que todo seu corpo estava tomado por um tesão incontrolável. Poderia foder por horas com aquele homem.
— Que pau delicioso, puta que pariu — soltou, em resposta ao que ele havia dito, e seus olhos reviraram nas órbitas.
Diante daquilo, se abriu ainda mais, se empinando.
Então levou uma das mãos para trás, segurando na bunda de e fincando as unhas em sua pele, o que o fez gemer alto. Aquela foda estava tão gostosa que nem se importava com o estardalhaço que estavam fazendo.
Sem hesitar, começou a rebolar no pau dele, sentindo-o tocá-la cada vez mais fundo, a fazendo gemer cada vez mais alto e seus olhos reviraram nas órbitas repetidas vezes.
A posição dela fazia com que ele fosse mais fundo em sua bocetinha. Seus gemidos só o incentivaram mais e não hesitou em continuar socando com força dentro dela, aproveitando o quanto rebolava e ficando completamente louco ao sentir cada pedacinho dela o engolindo.
Seu quadril batia contra a bunda de com intensidade, o barulho do choque se misturava ao da mesa balançando, mas ainda mais excitante do que aquilo eram os sons que ecoavam da boca da mulher.
O corpo dela chacoalhava violentamente e o barulho da mesa era evidente, mas não se importou nem um pouco. Também não ligou para os próprios gemidos, que ficavam cada vez mais intensos e altos, queria que soubesse como estava sendo uma delícia foder com ele daquele jeito.
— Cacete! — Ele voltou a enrolar a mão nos cabelos dela, puxando com força de forma que sua cabeça se apoiou em seus ombros, metendo tão fundo que seus olhos também se reviraram nas órbitas, tamanho era o tesão que sentia. Suas bolas batiam na bunda dela de um jeito delicioso e aquilo o enlouquecia mais.
— Puta que pariu — a mulher soltou, ficando curvada. Então só porque queria levá-lo ao limite e ouvi-lo soltar seu nome daquela forma, diminuiu o ritmo das reboladas. Seu quadril se movia lentamente e ela sentia o pau de lhe tocando de uma forma intensa.
Ele grunhiu. Conseguia sentir aquela boceta inteira tocando em cada centímetro do seu pau.
! Ah, porra! — Se atolou com mais força, levando a outra mão até aquela boceta gostosa e acariciando o clítoris dela com intensidade, esfregando os dedos ali de forma circular, sem parar de socar intensamente.
— Ai, caralho… — gemeu manhosa.
O gesto de a fez apertar sua bunda.
— Gostosa do caralho! — o homem soltou entredentes porque estava completamente louco de tesão, então intensificou os movimentos em seu clítoris, gemendo ainda mais.
estava levando ao limite e ela sentia seu corpo estremecer cada vez mais, conforme rebolava bem gostoso no pau dele. Os grunhidos e gemidos que ecoavam daquele homem só a deixavam ainda mais excitada e a incentivaram a foder com ainda mais força com ele.
— Meu deus — gemeu alto, apertando os olhos quando ele intensificou os movimentos em seu clítoris e ela sentiu sua boceta escorrer ainda mais, melando-o todo, de um jeito que só melhorava como entrava e saía.
Então continuou rebolando lentamente em seu pau, gemendo a cada vez que ele atingia seu ponto máximo de prazer. Sua outra mão livre foi para trás e ela puxou seus cabelos.
— Isso, rebola assim... Porra! — não conseguia se conter e desceu a mão dos cabelos da mulher até sua perna sobre a mesa, apertando forte em sua coxa.
Sem aviso, afastou seu corpo um pouco do dele, ameaçando quase tirar seu pau de dentro dela, então chocou a bunda contra seu quadril, sentindo-o invadi-la de uma forma intensa.
— Ai, isso. — Rebolou bem gostoso, sentindo sua boceta apertá-lo. — Me fode, — pediu, completamente tomada pelo tesão.
Ele gemeu alto em seu ouvido, ficando completamente fora de si, o que a fez estremecer e sua boceta o apertar com intensidade. Era uma delícia ver como estava saindo dos eixos com aquela foda e ela poderia ficar fazendo aquilo por horas.
— Vou te foder até você gritar. — Levou a mão livre até a outra perna da mulher, segurando em suas duas coxas com firmeza e tomando impulso para levantar da mesa, pegando-a no colo e a fazendo quicar bem gostoso.
Naquela posição, ele conseguia fazer seu pau se atolar com mais intensidade e seu corpo suava, tremendo de prazer.
Ela soltou um gritinho, dando uma rebolada quase involuntária, fazendo o pau de praticamente rodar dentro dela e tocar bem fundo. Aproveitou as quicadas então para continuar rebolando, já sabendo como aquilo atingia .
levou uma mão para trás, puxando o cabelo dele, e a outra até seu clitóris, começando a massageá-lo de um jeito delicioso. Sua respiração estava descompassada e sentia como se fosse perder o ar a qualquer momento. Aquilo facilitou os movimentos dele, que foi se movendo com cada vez mais afinco, se atolando bem gostoso dentro dela e delirando quando ela o apertava.
— Caralho — soltou, em um gemido extremamente alto. — — sua voz ecoou manhosa e seus olhos se reviravam do tanto que ela conseguia senti-lo ir bem fundo. Ouvi-la chamar seu nome só o incentivava a meter bem forte.
Então diminuiu o ritmo mais uma vez, rebolando lentamente e tocando cada partezinha de seu pau, especialmente a cabecinha bem no fundo.
— E eu vou foder bem gostoso com você até me preencher com essa sua porra quente — a mulher disse, completamente sem controle, e mordeu o lábio com força. — Que pau gostoso, puta que pariu! Me arromba todinha, — implorou por aquilo, sem se importar com mais nada, e um grito ecoou de seus lábios.
Os dedos dele apertaram com mais força as coxas de , o que o fez imaginar que até a deixaria marcada com aquilo, mas não se importou. A rebolada lenta e deliciosa que ela iniciou mais uma vez o deixou completamente fora de si.
gemia sem controle contra o ouvido de , então ele passou a língua no lóbulo de sua orelha, sugando a região e gemendo ainda mais.
— Onde você quer a minha porra, ? — Seu tom era totalmente rouco e falho de tesão. — Isso, rebola gostoso. Caralho! — Não conseguia parar de soltar todos os tipos de palavrões em seu ouvido, completamente dominado pelo prazer que sentia.
O corpo de estremeceu todo, e segurando com mais firmeza ainda, o homem voltou a socar com força, aumentando a velocidade e a fazendo quicar em seu colo de uma maneira deliciosa, enquanto conseguia ver seus peitos pulando e ouvia o barulho de seus quadris se chocando intensamente.
revirou os olhos repetidas vezes, conforme palavras desconexas saíam de sua boca.
Aquele homem estava a levando à loucura.
Não sabia como era possível, mas parecia ficar cada vez mais molhada para ele.
Então a mulher intensificou os movimentos em seu clitóris, se masturbando cada vez mais e rebolando bem gostoso para , adorando a forma como o homem apertava suas coxas, porque a ideia de que ele a deixaria marcada a excitava ainda mais. Sua boceta o engoliu com mais afinco e seu corpo até estremeceu, se arrepiando por inteiro e a fazendo puxar o cabelo de mais uma vez.
Cada rebolada dela o fazia ver estrelas e ele grunhiu mais alto, totalmente dominado pelo tesão.
— Porra, que delícia — gemeu descontroladamente, praticamente gritando, conforme quicava cada vez mais, sentindo-o entrar e sair. — Quero sua porra todinha quando estiver metendo bem gostoso em mim. — Tentou manter seu tom de voz, mas sua respiração estava falha demais e ela sentia que a qualquer momento gozaria..
Suas palavras atingiram diretamente, mas não tinham respondido sua pergunta, o que o fez grunhir de impaciência.
— Em você onde? — ele tornou a perguntar e soltou um risinho com aquilo. Ele queria ouvi-la falar, o que só a excitou ainda mais.
— Quero sua porra preenchendo a minha boquinha, enquanto seu pau toca bem fundo na minha garganta — falou descontroladamente, gemendo só de imaginar aquilo e deu um tranco com seu quadril. — É isso que queria ouvir, ? — provocou, sabendo que aquilo o deixava ainda mais fora de controle.
ignorou a risadinha, sustentando com uma mão por tempo o suficiente para estalar um tapa forte em sua coxa, arrancando dela um gritinho de aprovação, sentindo a região esquentar imediatamente e voltando a segurá-la, fechando os olhos e apertando seus lábios.
— Era. E eu vou te fazer engasgar com a minha porra quentinha, pode deixar — respondeu ainda com um tom que misturava irritação e tesão, fazendo arregalar seus olhos em surpresa e excitação.
Não se importava com nada naquele momento, nem mesmo se alguém poderia desemperrar a porta e os encontrar ali.
Quanto mais ele a fodia, mais ela o queria. E não estava diferente, sentia que podia comer aquela mulher o dia todo.
— chamou seu nome, em forma de aviso, e diminuiu as reboladas, na intenção de torturá-lo também e aquilo o fez socar seu pau dentro dela com força, tocando cada centímetro daquela boceta deliciosa. — Quero você fodendo meu cuzinho desse jeitinho gostoso — pediu manhosa, virando seu rosto para encará-lo de um jeito puta sacana.
Mais um gemido escapou de seus lábios quando rebolou lentamente de novo, fazendo com que mais uma vez o pau dele rodasse bem fundo.
— Então goza pra mim, . Goza bem gostoso e deixa o meu pau bem melado com o teu mel pra eu meter gostoso no teu cuzinho — respondeu, louco para senti-la se derramar, aproveitando as reboladas dela para se atolar bem fundo mais uma vez.
Aquilo a atingiu diretamente e a mulher não conseguiu se controlar mais. Seu quadril rodava com intensidade, tocando cada parte de seu pau, ela estremeceu violentamente, então aumentou o ritmo com que massageava seu clítoris absurdamente inchado.
— Ai, caralho, ! — gemeu sofregamente quando sua boceta o apertou com força, engolindo-o com intensidade enquanto gozava descontroladamente e ele se atolava ainda mais fundo.
Puxou seus fios com intensidade, conforme sua cabeça foi para trás e seu corpo tremeu violentamente em espasmos, fazendo-a sentir o pau de deslizar de uma forma deliciosa.
simplesmente não parava de gemer e soltar palavrões.
precisou de todo o autocontrole do mundo para se manter ali em pé. O líquido dela escorreu pelo seu pau, melando toda a sua extensão, mas ele continuou metendo, diminuindo a intensidade conforme os espasmos dela iam se acalmando.
O homem caminhou com de volta até a mesa e saiu de dentro dela, fazendo-a grunhir, sem tirar os olhos dele um minuto sequer. Então a colocou sentada, dessa vez de frente para ele.
Tocou seu queixo, puxando o rosto de em sua direção e deu início a um beijo voraz, explorando sua boca com voracidade e colando seu corpo ao dela, não hesitando em apertar seus peitos com intensidade, tratando de se livrar de uma vez da blusa que a mulher vestia.
Desceu os beijos por seu pescoço, chupando sua pele com vontade e deslizou as mãos pela lateral de seu corpo, envolvendo o elástico de sua calcinha com uma mão de cada lado e dando um puxão forte, rasgando o tecido.
— Pode levar ela para casa, eu tenho mais uma coleção de calcinhas que você pode rasgar. — sorriu sacana.
se afastou minimamente para trazer a peça até o rosto, cheirando lentamente enquanto lhe lançava um olhar cheio de tesão antes de atirá-la em qualquer canto dali, rindo da mesma forma sacana dela em seguida. Seu pau ainda latejava de tesão e estava louco para foder o cuzinho de , que mordia a boca em aprovação.
Sem ter o que impedi-lo, o homem passou a língua pelos lábios, encarando o corpo dela sem nenhum pudor e sorrindo sacana.
— Deita pra mim, . E abre bem as pernas pra eu ver essa bocetinha melada, vai — falou em um tom quase manso, totalmente dominado pelo tesão.
Sem hesitar, ela atendeu o pedido e se deitou na mesa, sorrindo com aquele tom manhoso de falar. Abriu bem as pernas para que ele pudesse ver sua boceta e se curvou levemente, tocando-a com os dedos e os levando até a boca, chupando-os.
Então voltou a se deitar, ficando bem exposta.
— Assim? — perguntou manhosa e levou seu pé até a coxa de , tocando-o levemente.
Aquele homem era delicioso.
— Porra, assim mesmo — aprovou, então mais uma vez segurou as coxas dela, puxando-as em sua direção para encaixá-las ao redor de sua cintura.
Então soltou uma mão para levar até o seu pau, o guiando até a boceta encharcada de , metendo a cabecinha em sua entrada e o esfregando gostoso em toda a sua extensão, deixando-o mais melado, para então descer e pincelar seu cu. Ficou brincando com a entrada, ameaçando meter seu pau dentro dela, mas por hora não o fez porque queria ver suas reações.
estremecia cada vez mais, se contorcendo, mordendo os lábios e implorando com o olhar para que o homem se atolasse nela de uma vez.
Sem conseguir resistir mais, foi metendo a cabeça de seu pau naquele cuzinho apertado, pressionando os lábios ao senti-lo se abrindo para ele aos poucos até que estivesse totalmente atolado nele, ouvindo um gemido alto e sôfrego escapar dos lábios da mulher.
— Caralho! — Estremeceu todo de tesão, usando a mão, que antes segurava seu pau, para direcioná-la até o clítoris inchado de , iniciando movimentos circulares, enquanto se retirava quase todo de dentro de seu cu, voltando a bombar devagar, mas colocando um pouco mais de força.
Ela ofegava, sentindo seus olhos se revirarem nas órbitas e passou a mover o quadril como dava. Aquela posição tornava difícil para que se movimentasse muito, e teve a sensação de que ele havia a escolhido por aquela razão, porém não se importava, gostava de tê-lo no controle.
— Caralho, que delícia — soltou em delírio, sentindo seus olhos se revirarem mais uma vez e levou as mãos até seus peitos, passando os dedos nos mamilos e se empurrando contra o pau dele. — Ai, isso, fode meu cuzinho — pediu manhosa, sentindo que explodia em tesão.
— Delícia de cuzinho, gemeu, metendo com força mais uma vez e bombando sem diminuir a intensidade, ouvindo a mesa ranger a cada estocada que dava nela.
Puta merda. Aquele cuzinho o apertava de um jeito delicioso e ele segurava as pernas dela com força, tornando ainda mais difícil para a mulher se mexer.
— Tá gostando, é? — perguntou manhosa. — Então abre ele todinho. — Sorriu sacana, tentando se movimentar conforme ele metia com mais intensidade, na tentativa de sentir mais seu pau.
— Puta merda, eu tô adorando — o homem respondeu ofegante. Toda vez que ela falava manhosa daquele jeito, ele sentia mais vontade de socar dentro dela só pra ouvir mais. — Quer que eu arrombe o seu cuzinho?
— Quero, arromba meu cuzinho todinho — ela devolveu manhosa, porque notou que ele perdia o controle quando falava daquele jeito, então fez uma cara sacana em sua direção.
fez com que as duas pernas dela se apoiassem em seus ombros, o que lhe deu mais liberdade para se atolar bem fundo, sentindo-a se abrindo cada vez mais e não conseguindo decidir se assistia o seu pau entrando e saindo do cuzinho dela, ou ela tocando os peitos daquele jeito.
Os gemidos de se intensificaram ainda mais e ela se contorcia e revirava os olhos cada vez que ele entrava e saía, metendo com cada vez mais força.
Apertou seus seios com vontade quando um espasmo percorreu seu corpo, então levou as mãos até sua bunda, na lateral, e a abriu ainda mais. Ela sabia que aquilo tornaria ainda mais intenso a forma com que poderia entrar e sair, e apertou seu cuzinho contra o pau dele, repetindo o gesto algumas vezes e gemendo descontroladamente.
— Caralho, você é muito gostosa. Olha esses peitos — ele soltou sem pudor algum, então socou em seu cu com ainda mais força, sentindo seus olhos se revirarem nas órbitas ao ir bem fundo.
Ela estava delirando com a forma como a fodia. O barulho da mesa só tornava aquilo ainda mais excitante e a forma como os corpos se chocavam era cada vez mais gostosa.
— Caralho, que delícia — gemeu ao dizer aquilo, apertando seus olhos de tão intensa que era a sensação.
gemeu o nome dela completamente enlouquecido, então largou suas pernas para se curvar um pouco e tocar os seios da mulher como queria tanto fazer.
se viu perdendo qualquer sanidade quando o escutou gemer seu nome e não ia perder a oportunidade de provocá-lo com aquilo.
— O que, ? — questionou manhosa e aproveitou o gesto dele para envolver a perna em sua cintura e rebolar contra o seu pau com gosto, depois diminuindo a velocidade, se movendo lentamente, sentindo seus olhos se revirarem e os gemidos saírem intensamente de seus lábios.
até tentou formar alguma frase coerente para responder sua pergunta, mas tudo o que saiu de seus lábios foram gemidos e palavras desconexas.
Em uma vontade descontrolada de tocá-lo, levou a mão até a barra da camiseta dele e a puxou para cima. Depois de se livrar daquela peça, passou as unhas lentamente em seu abdômen, sentindo que ele se arrepiou e o contrário. Então cravou as unhas em suas costas, arranhando-o com vontade.
Aquele homem era gostoso demais e ela queria provar cada parte dele.
Espasmos tomavam conta do corpo de . Ele gemeu alto ao sentir as unhas dela se cravando em sua pele e espalhando uma dor prazerosa que o fez voltar a socar seu pau com força.
— Você é tão deliciosa. Caralho! Desse jeito eu vou gozar — soltou, movendo o quadril como se rebolasse contra ela só para seu pau ir mais fundo.
A boceta de estava ficando cada vez mais molhada e ela sentia seu corpo estremecer, então, buscando mais da sensação, a mulher rebolou lentamente, de um jeito delicioso que podia senti-la por inteiro.
se movimentou de um jeito que o pau dele quase saiu, dando um tranco e fazendo com que a penetrasse intensamente e aquilo lhe arrancou um gemido misturado a um grito, que ecoou junto a um grunhido alto dele.
Seus olhos se reviraram e sua respiração ficou ainda mais pesada.
abriu um sorrisinho sacana ao assimilar as palavras dele e aquilo só a instigou a provocá-lo.
— Vai gozar, é? — perguntou manhosa e levou a boca próxima à dele, conforme o sentia tocá-la ainda mais fundo, gemendo contra seus lábios. — Parece que vai ter que escolher se vai encher meu cuzinho com a sua porra quente, ou minha boquinha.
Então ela passou o lábio em sua boca, arranhando-o com afinco e dando mais um tranco contra seu quadril.
— Porra, ! — soltou completamente fora de si.
Ele retribuiu seu sorriso sacana, aproveitando suas bocas próximas para mais uma vez levar a mão à boceta dela, onde socou dois dedos com intensidade, movimentando a mão com afinco, ao passo que metia em seu cu, e os gemidos dela se tornaram ainda mais intensos, assim como a forma que seus olhos se reviravam.
— Eu vou gozar na sua boca, . Tô louco pra ver sua boquinha cheia com a minha porra — rosnou contra os lábios dela, então atolou seus dedos com ainda mais força, girando-os dentro de sua boceta e fazendo a mesa tremer mais intensamente ao dar outro tranco nela em resposta.
— Caralho — soltou sôfrega e apertou os olhos.
Aquilo só a incentivou a rebolar ainda mais gostoso, conforme suas unhas arranhavam as costas dele com ainda mais força. Ela tinha certeza de que aquela brincadeirinha o deixaria com marcas, mas não ligava.
— gemeu de um jeito desesperado e diminuiu ainda mais as reboladas, sentindo os dedos dele girarem dentro de sua boceta e se contorceu. Se ele continuasse fodendo seu cuzinho naquele ritmo, ao passo que a dedava, ela acabaria gozando de novo.
exalou alto. A boceta de estava encharcada, facilitando seus movimentos de forma que ele conseguiu até mesmo escorregar um terceiro dedo para dentro dela. Ele foi socando bem fundo, movendo a mão intensamente e grunhiu quando ela apertou seus dedos violentamente, gemendo ainda mais alto.
— Goza pra mim, vai — pediu manhosa, passando a língua nos lábios e dando uma rebolada forte. — Eu vou adorar engolir toda a sua porra — provocou ainda mais, sentindo que explodiria de novo a qualquer momento também.
Porra, estava louco para vê-la gozar de novo e o jeito que pediu para que ele também o fizesse o incentivou mais.
— Então aperta meu pau com esse cuzinho gostoso até você escorrer nos meus dedos, — devolveu a provocação e voltou a socar com força em seu cu sem parar de mover os dedos, sentindo espasmos por seu corpo que entregavam que ele estava mesmo quase gozando.
praticamente gritava de tesão com a forma que ele socava seus dedos e fodia seu cu com intensidade. Aquilo estava delicioso e os sons que reverberavam pela sala eram ainda melhores.
— Caralho, ! — gemeu, se contorcendo toda quando ele socou os dedos ainda mais fundo. A sensação era indescritível e ela tinha certeza de que se não estivesse na mesa, desabaria ali mesmo.
— Tá gostoso, ? Goza com meu pau atolado no seu cu, vai. — O homem continuou socando seus dedos bem fundo e com intensidade, sentindo o corpo dela estremecer todo e aumentando ainda mais a velocidade dos movimentos.
Os corpos se chocavam com intensidade, o suor escorria pelas costas de e o barulho da mesa batendo o irritaria para caralho, só que ele não estava nem aí naquele momento. Só queria ver aquela mulher gozar pra depois encher a boca dela com sua porra.
— Caralho, isso tá muito gostoso! — respondeu manhosa e rebolou com ainda mais vontade, sentindo-o meter cada vez mais em seu cu conforme seus dedos rodavam em sua boceta.
Ela estava delirando no pau daquele homem e seus gemidos e gritos eram cada vez mais intensos. Melhor do que aquilo era ver as expressões de cada vez que o apertava com seu cuzinho e rebolava com vontade. Sua pele estava pegando fogo e normalmente se sentiria incomodada com o suor, mas naquele momento nada daquilo importava.
O prazer que estava sentindo era intenso demais.
Então ela sorriu, atendendo o pedido de , passando a apertar o pau dele com seu cu intensamente. O problema foi que aquilo também lhe atingiu em níveis absurdos e um tremor percorreu todo seu corpo, fazendo sua boceta ficar ainda mais encharcada e se apertar com força contra os dedos dele.
— Ai, porra — soltou manhosa e seus olhos se reviraram nas órbitas pela milésima vez. Outro tremor a atingiu e ela arqueou as costas, conforme sua boceta se contorceu toda. — Eu vou gozar, . Mete gostoso, vai — pediu descontroladamente, sentindo o segundo orgasmo vir como em uma avalanche.
E sabendo que ele também estava quase gozando, apertou seu pau ainda mais, rebolando descontroladamente. Aquilo fez delirar, girando os dedos na boceta dela com intensidade e se contorcendo enquanto se movia porque ela os apertava com força.
— Goza gostoso, . Que delícia arrombar esse cuzinho, puta merda — respondeu as palavras dela, não controlando os gemidos porque o tesão era tanto que mal conseguia manter a boca fechada.
Ouvir o que ele disse fez estremecer e gemer ainda mais, se contorcendo toda, e ela levou a mão até seu clítoris, massageando-o de um jeito delicioso.
— Ai, porra, eu to gozando — gritou, sentindo suas costas se curvarem, tamanho foi o choque que percorreu seu corpo, e seu cu apertou ainda mais o pau dele, de um jeito que a fez delirar. Seus olhos se reviraram nas órbitas e ela rebolou descontroladamente, sentindo que os dedos dele tinham ficado absurdamente molhados.
estava literalmente tonto de tesão.
O cu dela engolia seu pau com vontade e ver como se alargava toda vez que saía de dentro dela o levava ao delírio.
Vê-la massagear seu clítoris o fez mover meus dedos de forma violenta dentro de sua boceta. não precisava nem dizer que estava gozando porque ele conseguia sentir, mas ouvir aquele grito dela o levou completamente ao limite.
socou mais fundo em seu cu, sentindo-o apertar seu pau intensamente enquanto ela revirava os olhos e se tremia inteira, gozando e ensopando os dedos dele com seu prazer.
Porra, ela tinha gozado tão gostoso que ele simplesmente não conseguia mais se segurar.
Rapidamente, saiu de dentro dela, retirando também os dedos de sua boceta e subiu um pouco na mesa para levar seu pau até perto do rosto de , usando uma das mãos para segurá-la pela nuca enquanto usava a outra para se masturbar intensamente.
— Ah, porra! — Apertou os olhos com força, estremecendo violentamente enquanto o gozo foi subindo. — Abre a boquinha, gostosa — pediu, mal se aguentando, e ela o fez, abrindo bem a boca enquanto seu coração batia mais forte.
Então se derramou todo na boca daquela mulher, explodindo de forma intensa, gemendo alto e sentindo todo o ar fugir de seus pulmões. Os olhos de brilharam com a cena.
Puta merda, ele tinha gozado pra caralho e o resultado daquilo foi que realmente a boca dela se encheu com sua porra, de um jeito que até escorreu pelo canto de seus lábios.
não sabia o que era mais delicioso, se era ver aquilo, ou o cuzinho dela todo alargado pelo seu pau.
— Caralho — soltou de maneira ofegante, enquanto diminuía os movimentos de sua mão, parando para se recuperar.
fechou a boca para engolir o gozo que a tinha preenchido, então ela levou a boca até o pau de e o chupou até o talo de uma só vez, fazendo uma pressão para retirá-lo com os olhos fixados em nele, assistindo sua reação. Ele grunhiu alto, acariciando a nuca dela e movendo seu quadril para ir mais fundo. Então abriu um sorriso sacana e levou os dedos até a lateral da boca, limpando o gozo que havia escorrido ali e os chupou com afinco.
— Delicioso, — falou sorridente.
Meu Deus. Aquela era a cena mais deliciosa que já tinha presenciado.
— Sua safada gostosa do caralho. Se eu soubesse que ia te foder gostoso aqui dentro, tinha arrumado uma desculpa pra sair do tribunal antes — ele soltou, completamente afetado.
— Eu provoquei, não é minha culpa se você estava focado em ficar putinho comigo. — Ela riu alto e ele ergueu uma sobrancelha, revirando os olhos em seguida.
— Eu vivo puto, . Não deu pra perceber isso ainda? — constatou o óbvio e acabou cedendo, dando um sorriso de canto.
Então saiu de cima dela e fez sinal que se aproximasse.
— Deixa eu ver — falou, a puxando para um beijo, onde poderia compartilhar de seu próprio gosto, o que foi gostoso até demais. — Você é toda deliciosa, — devolveu o elogio dela, então abriu um sorriso sacana antes de retomar o beijo e ela levou a mão até a nuca dele, puxando-o e explorando sua boca de uma forma deliciosa.
Eles haviam acabado de transar e já queriam foder de novo.
Sem hesitar, passou a perna pela cintura de , brincando com a sua língua, ao passo que puxou seus cabelos levemente. Ele retribuía com vontade, juntando seus braços ao redor da cintura dela, pressionando-a contra seu corpo e moveu seu quadril, procurando mais contato e intensificando a puxada de cabelo.
Um sorriso sacana se formou nos lábios de .
— Querendo foder de novo? — Arqueou uma sobrancelha para ela, como se ele mesmo não estivesse doido para fazer aquilo também. Os dois estavam trancados mesmo e pelo jeito iam ficar assim até alguma alma resolver desemperrar a porta.
— Com certeza. — passou a língua em seus lábios e desceu a mão para as costas dele, arranhando-o levemente.
— Te confesso que aquela chupada me deixou louco — acabou soltando sugestivo e, sem pudor nenhum, subiu a mão até os peitos dela para acariciá-los lentamente.
— Ah, deixou, é? — ela provocou, descendo uma das mãos e levando até seu pau, o massageando levemente e arfando com as carícias em seus peitos.
— Deixou — ele respondeu imediatamente, exalando e movendo o quadril na direção dela, a apertando um pouco mais.
não hesitou em beijá-lo novamente, de uma forma mais voraz. Estava pronta para puxá-lo para que ficasse em cima dela, quando escutou um barulho como se uma porta estivesse sendo aberta e arregalou os olhos, afastando sua boca da dele.
Ela deveria ter ficado desesperada, mas a vontade de sorrir sacana porque ele ficaria na vontade foi maior.
quis explodir aquela merda de porta na cara de quem abriu.
— Filho da puta — resmungou, notando a feição quase de risos de e sentindo uma súbita vontade de rir também, embora estivesse puto pela interrupção.
Os caras provavelmente estavam procurando por eles ali e iam dar de cara com a bunda dele.
soltou uma risadinha baixa e acabou sorrindo com a reação de em rir também, não era aquilo que estava esperando.
Ele catou a primeira roupa de que encontrou, então a cobriu antes que de fato alguém chegasse até a mesa, um tanto longe da porta, e os visse.
O sorriso permaneceu no rosto da mulher quando viu aquela reação.
— Parece que chegou a hora de você me foder na frente de todo mundo, . — Então ela piscou para ele, esboçando uma puta expressão sacana.


FIM



Nota das autoras: Pegou fogo aí também? Sem condições para esses dois! S.O.S. define mesmo, hein!
Venham nos contar o que acharam!
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Beijos e até a próxima.
Ste e Van ♥.

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