À Sombra do Poder

Finalizada em: Setembro de 2024

Capítulo Único

Era mais um dia congelante. A temperatura não passava de zero grau há dias. A neve chegaria com certeza e com ela a temperatura cairia ainda mais.
Apesar disso, Olívia preferia dias assim. Havia um pouco de silêncio em dias frios, as pessoas se importavam mais em não congelar do que falar. E não tinha coisa que Olívia achasse mais irritante do que pessoas tagarelas.

Era um sábado e apesar da mulher ter uma grande simpatia por esse dia da semana, não era um dia nada interessante. Mais uma vez sua mãe obrigando-a ir em um encontro às cegas. Esse já era o décimo terceiro apenas esse ano. A moça já estava cansada de tudo isso, portanto havia decidido que, não importava quem fosse, ela iria se casar com esse só para ficar em paz.

Olhou-se mais uma vez no espelho antes de sair. Olívia estava, como sempre, deslumbrante. Vestia um vestido rosado e por cima havia colocado um casaco marrom claro, combinando perfeitamente com seu vestido. Calçou um par de botas brancas e tudo estava combinando, como ela sempre fazia.

— Sra. Smith, o carro está pronto? O novo motorista já está aqui? — perguntou Olívia à governanta da casa.

— Sim, srta. . O nome dele é e…

— Certo, certo. Diga à ele que estou esperando, por favor. — a moça disse, interrompendo a empregada. A mulher saiu para dar o aviso e alguns minutos depois, avistou o carro e caminhou até onde estava.

Quando a mulher se aproximou, o motorista saiu do carro e deu a volta para abrir a porta traseira para ela. Olívia o olhou da cabeça aos pés. O homem era extremamente bonito. Mordeu o lábio inferior e entrou no carro. A mulher estava curiosa a respeito do novo motorista. Quase todos os motoristas que seu pai contratava eram bem mais velhos, de meia idade e ela sabia que o motivo era a própria. tinha uma queda por homens de ternos.

Como a maioria dos motoristas contratados tinham a idade do seu pai, a mulher nunca prestou muita atenção nos empregados e quase nunca dirigia seu olhar a algum deles, mas agora a história era diferente. O recém chegado além de estar na casa dos 30 era extremamente bonito. Olívia continuava com seus olhos cravados na nuca do homem. Até essa parte do homem era sexy e esse pensamento a fez morder o lábio mais uma vez.

— Então, como é mesmo o seu nome? — a mulher perguntou quebrando o silêncio que havia. O motorista levantou o olhar e a fitou através do retrovisor do carro.

, senhora. — o homem respondeu ainda a olhando nos olhos e manteve seu olhar fixo nos olhos dele também.

— Hummm… será que posso te chamar apenas de ?

— Não é apropriado, senhora. — ele respondeu baixo. Sua resposta fez a mulher dar uma risada frouxa. O jeito que o homem respondia, em submissão, a fazia sentir vontades obscuras com o homem. Pensamentos passavam por sua mente e ela pensou em provocá-lo.

— E o que seria apropriado, ? — disse a mulher. A forma como ela enfatizou o apelido novo do homem o fez dar um olhar profundo em direção à .

prendera a respiração quando viu a filha de seu chefe pela primeira vez. A mulher era incrivelmente linda e o simples movimento de seus quadris movimentando ao andar a deixava com um ar sexy que não tinha como passar despercebido por homem algum. chamava atenção apenas por ser quem ela era e o motorista engoliu seco ao imaginá-la completamente nua.

Afastou os pensamentos explícitos que rodeavam em sua mente e tentou manter postura e sua expressão impassível, pois seu papel ali era levá-la em segurança para seu destino. Também, quem era ele comparado aquela mulher? Ela jamais olharia para ele, principalmente pela posição social que ela ocupava.

O que não sabia é que a mulher estava o desejando, querendo romper qualquer barreira que pudesse haver entre eles.

— Não sei o que responder, senhora. — sua voz era grave ao sussurrar sua resposta. Foi ali que decidiu que teria aquele homem dentro dela e não podia esperar mais um minuto.

— Sabia que eu amo a forma como você me responde? — começou — Tão… submisso. — sussurrou ela.

— Não sabia, senhora.

— Posso te fazer uma pergunta?

— Claro, senhora. Estou ao seu dispor.

— Então, quer dizer que o que eu pedir você fará?

— O que a senhora quiser eu farei. A senhora que manda. — o homem disse e aquilo a fez ficar ainda mais excitada diante disso.

Os relacionamentos de não davam certo porque ela gosta de dominar, gosta de ter poder em suas mãos e a maioria dos homens não aceitavam, achavam que isso afetava a masculinidade. Ela sabia que era difícil encontrar alguém que a satisfizesse dessa forma e era por isso que preferia viver sua vida de uma maneira livre, sem se prender no quadrado de um relacionamento frustrado.

A mulher mordeu o lábio diante da resposta dada pelo motorista e ela queria descobrir se o homem só aparentava submissão ou se era realmente. Então, iria arriscar, até porque ela não perderia nada com Isso, não é mesmo?

— Eu quero que você chupe minha buceta. — ela disse com uma voz aveludada e o que a mulher disse o fez frear bruscamente. O homem virou-se rapidamente para e ela percebeu que seus olhos estavam em uma tonalidade mais escura e havia algo ali que parecia ter um desejo.

— Não entendi, senhora.

— Ah, . Você entendeu bem. — ela começou e viu o motorista engolir seco. — Quero que você faça tudo que eu mandar. Você fará?

— Sim, senhora. A senhora quem manda.

— Você vai me obedecer mesmo? — ela perguntou e ele balançou a cabeça em afirmativa. — Você tem que ser um bom garoto, tá? Tudo que eu mandar você tem que responder “sim, senhora”.

— Sim, senhora.

— Você vai continuar dirigindo até aquele parque onde fica aquele condomínio de luxo na avenida 21. Quando chegarmos lá você vai estacionar por detrás daquele jardim, pois lá é deserto.

— Sim, senhora.

O homem dirigiu rapidamente até o local ordenado por e como ela disse, o parque estava completamente deserto. O que se ouvia era apenas o som dos passarinhos que sobrevoavam o lugar.
estacionou atrás do jardim e esperou as ordens da sua patroa.

— Agora, você vai baixar seu banco, vai tirar minha calcinha com a boca e vai chupar minha buceta até eu gozar, pois eu quero gozar nessa sua boquinha linda.

— Sim, senhora.

E assim o homem fez. Baixou o banco do motorista e se aproximou de .
Levantou o vestido da mulher e expôs a calcinha vermelha de renda que ela usava, que era quase transparente. Ele percebeu que ela estava totalmente molhada e aquilo o encheu de prazer ao vê-la daquele jeito para ele.

Ele fez como ela ordenara e começou a tirar a calcinha da sua patroa com a boca, deixando a buceta molhada de à mostra.
A mulher abriu as pernas e passou os dedos em seu clitóris, passando pelo seu líquido que escorria, deixando seus dedos encharcados.

— Venha cá e prove do meu gosto. — a mulher passou os dedos com seu líquido nos lábios do homem, que passou a língua no local logo em seguida. Aquele gesto fez a buceta da mulher pulsar de tesão. Ela abriu as pernas e disse: — agora, quero que você me chupe bem gostoso.

O homem começou a chupá-la, movimentando a língua com avidez por todo o clitóris dela, fazendo a gemer de prazer. Ele alternava os movimentos com a língua e sugava o local também, a fazendo morder com força os lábios.
passou os dedos entre os cabelos do homem e empurrava a cabeça dele ainda mais para sua buceta.

— Agora, eu quero que você deite aqui no meu lugar, pois eu vou sentar gostoso nessa sua cara linda.

— Sim, senhora.

Ele fez como foi mandado e logo em seguida sentava no rosto do motorista. O homem voltou a chupar a buceta da mulher que agora gemia mais alto.

– Deixa a língua bem dura que eu vou quicar nela. — o homem obedeceu e começou a se movimentar ali, despejando ainda mais líquido na boca do homem, que engolia tudo. — me chupa bem gostoso, lambe minha bucetinha, seu puto! Vai, eu estou mandando!

O homem fazia da forma como a mulher mandava e isso a deixava mais excitada, ao saber que ele se submetia aos seus comandos.

— Continua passando essa língua gostosa! — ele fez e enquanto ele movimentava a língua em sua buceta, ela começou a quicar no rosto do homem com força.

Continuou com os movimentos até sentir que estava prestes a gozar. Aumentou ainda mais os movimentos até sentir que o ápice vinha e gritou alto de prazer.

— Estou gozando, não pare. — ela gritou e o homem continuou a chupá-la até seu corpo parar de tremer. — Agora, você vai passar a língua, lambendo meu gozo todinho.

obedeceu mais uma vez e engoliu todo o líquido da mulher. Ela saiu de cima dele e deu dois tapas em seu rosto.

— Gosto assim, quando é bem obediente. Depois, quero mais. Agora, precisamos ir.


Fim



Nota da autora: Sem nota.





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