Capítulo Único
Era mais um dia congelante. A temperatura não passava de zero grau há dias. A neve chegaria com certeza e com ela a temperatura cairia ainda mais.
Apesar disso, Olívia preferia dias assim. Havia um pouco de silêncio em dias frios, as pessoas se importavam mais em não congelar do que falar. E não tinha coisa que Olívia achasse mais irritante do que pessoas tagarelas.
Era um sábado e apesar da mulher ter uma grande simpatia por esse dia da semana, não era um dia nada interessante. Mais uma vez sua mãe obrigando-a ir em um encontro às cegas. Esse já era o décimo terceiro apenas esse ano. A moça já estava cansada de tudo isso, portanto havia decidido que, não importava quem fosse, ela iria se casar com esse só para ficar em paz.
Olhou-se mais uma vez no espelho antes de sair. Olívia estava, como sempre, deslumbrante. Vestia um vestido rosado e por cima havia colocado um casaco marrom claro, combinando perfeitamente com seu vestido. Calçou um par de botas brancas e tudo estava combinando, como ela sempre fazia.
— Sra. Smith, o carro está pronto? O novo motorista já está aqui? — perguntou Olívia à governanta da casa.
— Sim, srta. . O nome dele é e…
— Certo, certo. Diga à ele que estou esperando, por favor. — a moça disse, interrompendo a empregada. A mulher saiu para dar o aviso e alguns minutos depois, avistou o carro e caminhou até onde estava.
Quando a mulher se aproximou, o motorista saiu do carro e deu a volta para abrir a porta traseira para ela. Olívia o olhou da cabeça aos pés. O homem era extremamente bonito. Mordeu o lábio inferior e entrou no carro. A mulher estava curiosa a respeito do novo motorista. Quase todos os motoristas que seu pai contratava eram bem mais velhos, de meia idade e ela sabia que o motivo era a própria. tinha uma queda por homens de ternos.
Como a maioria dos motoristas contratados tinham a idade do seu pai, a mulher nunca prestou muita atenção nos empregados e quase nunca dirigia seu olhar a algum deles, mas agora a história era diferente. O recém chegado além de estar na casa dos 30 era extremamente bonito. Olívia continuava com seus olhos cravados na nuca do homem. Até essa parte do homem era sexy e esse pensamento a fez morder o lábio mais uma vez.
— Então, como é mesmo o seu nome? — a mulher perguntou quebrando o silêncio que havia. O motorista levantou o olhar e a fitou através do retrovisor do carro.
— , senhora. — o homem respondeu ainda a olhando nos olhos e manteve seu olhar fixo nos olhos dele também.
— Hummm… será que posso te chamar apenas de ?
— Não é apropriado, senhora. — ele respondeu baixo. Sua resposta fez a mulher dar uma risada frouxa. O jeito que o homem respondia, em submissão, a fazia sentir vontades obscuras com o homem. Pensamentos passavam por sua mente e ela pensou em provocá-lo.
— E o que seria apropriado, ? — disse a mulher. A forma como ela enfatizou o apelido novo do homem o fez dar um olhar profundo em direção à .
prendera a respiração quando viu a filha de seu chefe pela primeira vez. A mulher era incrivelmente linda e o simples movimento de seus quadris movimentando ao andar a deixava com um ar sexy que não tinha como passar despercebido por homem algum. chamava atenção apenas por ser quem ela era e o motorista engoliu seco ao imaginá-la completamente nua.
Afastou os pensamentos explícitos que rodeavam em sua mente e tentou manter postura e sua expressão impassível, pois seu papel ali era levá-la em segurança para seu destino. Também, quem era ele comparado aquela mulher? Ela jamais olharia para ele, principalmente pela posição social que ela ocupava.
O que não sabia é que a mulher estava o desejando, querendo romper qualquer barreira que pudesse haver entre eles.
— Não sei o que responder, senhora. — sua voz era grave ao sussurrar sua resposta. Foi ali que decidiu que teria aquele homem dentro dela e não podia esperar mais um minuto.
— Sabia que eu amo a forma como você me responde? — começou — Tão… submisso. — sussurrou ela.
— Não sabia, senhora.
— Posso te fazer uma pergunta?
— Claro, senhora. Estou ao seu dispor.
— Então, quer dizer que o que eu pedir você fará?
— O que a senhora quiser eu farei. A senhora que manda. — o homem disse e aquilo a fez ficar ainda mais excitada diante disso.
Os relacionamentos de não davam certo porque ela gosta de dominar, gosta de ter poder em suas mãos e a maioria dos homens não aceitavam, achavam que isso afetava a masculinidade. Ela sabia que era difícil encontrar alguém que a satisfizesse dessa forma e era por isso que preferia viver sua vida de uma maneira livre, sem se prender no quadrado de um relacionamento frustrado.
A mulher mordeu o lábio diante da resposta dada pelo motorista e ela queria descobrir se o homem só aparentava submissão ou se era realmente. Então, iria arriscar, até porque ela não perderia nada com Isso, não é mesmo?
— Eu quero que você chupe minha buceta. — ela disse com uma voz aveludada e o que a mulher disse o fez frear bruscamente. O homem virou-se rapidamente para e ela percebeu que seus olhos estavam em uma tonalidade mais escura e havia algo ali que parecia ter um desejo.
— Não entendi, senhora.
— Ah, . Você entendeu bem. — ela começou e viu o motorista engolir seco. — Quero que você faça tudo que eu mandar. Você fará?
— Sim, senhora. A senhora quem manda.
— Você vai me obedecer mesmo? — ela perguntou e ele balançou a cabeça em afirmativa. — Você tem que ser um bom garoto, tá? Tudo que eu mandar você tem que responder “sim, senhora”.
— Sim, senhora.
— Você vai continuar dirigindo até aquele parque onde fica aquele condomínio de luxo na avenida 21. Quando chegarmos lá você vai estacionar por detrás daquele jardim, pois lá é deserto.
— Sim, senhora.
O homem dirigiu rapidamente até o local ordenado por e como ela disse, o parque estava completamente deserto. O que se ouvia era apenas o som dos passarinhos que sobrevoavam o lugar.
estacionou atrás do jardim e esperou as ordens da sua patroa.
— Agora, você vai baixar seu banco, vai tirar minha calcinha com a boca e vai chupar minha buceta até eu gozar, pois eu quero gozar nessa sua boquinha linda.
— Sim, senhora.
E assim o homem fez. Baixou o banco do motorista e se aproximou de .
Levantou o vestido da mulher e expôs a calcinha vermelha de renda que ela usava, que era quase transparente. Ele percebeu que ela estava totalmente molhada e aquilo o encheu de prazer ao vê-la daquele jeito para ele.
Ele fez como ela ordenara e começou a tirar a calcinha da sua patroa com a boca, deixando a buceta molhada de à mostra.
A mulher abriu as pernas e passou os dedos em seu clitóris, passando pelo seu líquido que escorria, deixando seus dedos encharcados.
— Venha cá e prove do meu gosto. — a mulher passou os dedos com seu líquido nos lábios do homem, que passou a língua no local logo em seguida. Aquele gesto fez a buceta da mulher pulsar de tesão. Ela abriu as pernas e disse: — agora, quero que você me chupe bem gostoso.
O homem começou a chupá-la, movimentando a língua com avidez por todo o clitóris dela, fazendo a gemer de prazer. Ele alternava os movimentos com a língua e sugava o local também, a fazendo morder com força os lábios.
passou os dedos entre os cabelos do homem e empurrava a cabeça dele ainda mais para sua buceta.
— Agora, eu quero que você deite aqui no meu lugar, pois eu vou sentar gostoso nessa sua cara linda.
— Sim, senhora.
Ele fez como foi mandado e logo em seguida sentava no rosto do motorista. O homem voltou a chupar a buceta da mulher que agora gemia mais alto.
– Deixa a língua bem dura que eu vou quicar nela. — o homem obedeceu e começou a se movimentar ali, despejando ainda mais líquido na boca do homem, que engolia tudo. — me chupa bem gostoso, lambe minha bucetinha, seu puto! Vai, eu estou mandando!
O homem fazia da forma como a mulher mandava e isso a deixava mais excitada, ao saber que ele se submetia aos seus comandos.
— Continua passando essa língua gostosa! — ele fez e enquanto ele movimentava a língua em sua buceta, ela começou a quicar no rosto do homem com força.
Continuou com os movimentos até sentir que estava prestes a gozar. Aumentou ainda mais os movimentos até sentir que o ápice vinha e gritou alto de prazer.
— Estou gozando, não pare. — ela gritou e o homem continuou a chupá-la até seu corpo parar de tremer. — Agora, você vai passar a língua, lambendo meu gozo todinho.
obedeceu mais uma vez e engoliu todo o líquido da mulher. Ela saiu de cima dele e deu dois tapas em seu rosto.
— Gosto assim, quando é bem obediente. Depois, quero mais. Agora, precisamos ir.
Apesar disso, Olívia preferia dias assim. Havia um pouco de silêncio em dias frios, as pessoas se importavam mais em não congelar do que falar. E não tinha coisa que Olívia achasse mais irritante do que pessoas tagarelas.
Era um sábado e apesar da mulher ter uma grande simpatia por esse dia da semana, não era um dia nada interessante. Mais uma vez sua mãe obrigando-a ir em um encontro às cegas. Esse já era o décimo terceiro apenas esse ano. A moça já estava cansada de tudo isso, portanto havia decidido que, não importava quem fosse, ela iria se casar com esse só para ficar em paz.
Olhou-se mais uma vez no espelho antes de sair. Olívia estava, como sempre, deslumbrante. Vestia um vestido rosado e por cima havia colocado um casaco marrom claro, combinando perfeitamente com seu vestido. Calçou um par de botas brancas e tudo estava combinando, como ela sempre fazia.
— Sra. Smith, o carro está pronto? O novo motorista já está aqui? — perguntou Olívia à governanta da casa.
— Sim, srta. . O nome dele é e…
— Certo, certo. Diga à ele que estou esperando, por favor. — a moça disse, interrompendo a empregada. A mulher saiu para dar o aviso e alguns minutos depois, avistou o carro e caminhou até onde estava.
Quando a mulher se aproximou, o motorista saiu do carro e deu a volta para abrir a porta traseira para ela. Olívia o olhou da cabeça aos pés. O homem era extremamente bonito. Mordeu o lábio inferior e entrou no carro. A mulher estava curiosa a respeito do novo motorista. Quase todos os motoristas que seu pai contratava eram bem mais velhos, de meia idade e ela sabia que o motivo era a própria. tinha uma queda por homens de ternos.
Como a maioria dos motoristas contratados tinham a idade do seu pai, a mulher nunca prestou muita atenção nos empregados e quase nunca dirigia seu olhar a algum deles, mas agora a história era diferente. O recém chegado além de estar na casa dos 30 era extremamente bonito. Olívia continuava com seus olhos cravados na nuca do homem. Até essa parte do homem era sexy e esse pensamento a fez morder o lábio mais uma vez.
— Então, como é mesmo o seu nome? — a mulher perguntou quebrando o silêncio que havia. O motorista levantou o olhar e a fitou através do retrovisor do carro.
— , senhora. — o homem respondeu ainda a olhando nos olhos e manteve seu olhar fixo nos olhos dele também.
— Hummm… será que posso te chamar apenas de ?
— Não é apropriado, senhora. — ele respondeu baixo. Sua resposta fez a mulher dar uma risada frouxa. O jeito que o homem respondia, em submissão, a fazia sentir vontades obscuras com o homem. Pensamentos passavam por sua mente e ela pensou em provocá-lo.
— E o que seria apropriado, ? — disse a mulher. A forma como ela enfatizou o apelido novo do homem o fez dar um olhar profundo em direção à .
prendera a respiração quando viu a filha de seu chefe pela primeira vez. A mulher era incrivelmente linda e o simples movimento de seus quadris movimentando ao andar a deixava com um ar sexy que não tinha como passar despercebido por homem algum. chamava atenção apenas por ser quem ela era e o motorista engoliu seco ao imaginá-la completamente nua.
Afastou os pensamentos explícitos que rodeavam em sua mente e tentou manter postura e sua expressão impassível, pois seu papel ali era levá-la em segurança para seu destino. Também, quem era ele comparado aquela mulher? Ela jamais olharia para ele, principalmente pela posição social que ela ocupava.
O que não sabia é que a mulher estava o desejando, querendo romper qualquer barreira que pudesse haver entre eles.
— Não sei o que responder, senhora. — sua voz era grave ao sussurrar sua resposta. Foi ali que decidiu que teria aquele homem dentro dela e não podia esperar mais um minuto.
— Sabia que eu amo a forma como você me responde? — começou — Tão… submisso. — sussurrou ela.
— Não sabia, senhora.
— Posso te fazer uma pergunta?
— Claro, senhora. Estou ao seu dispor.
— Então, quer dizer que o que eu pedir você fará?
— O que a senhora quiser eu farei. A senhora que manda. — o homem disse e aquilo a fez ficar ainda mais excitada diante disso.
Os relacionamentos de não davam certo porque ela gosta de dominar, gosta de ter poder em suas mãos e a maioria dos homens não aceitavam, achavam que isso afetava a masculinidade. Ela sabia que era difícil encontrar alguém que a satisfizesse dessa forma e era por isso que preferia viver sua vida de uma maneira livre, sem se prender no quadrado de um relacionamento frustrado.
A mulher mordeu o lábio diante da resposta dada pelo motorista e ela queria descobrir se o homem só aparentava submissão ou se era realmente. Então, iria arriscar, até porque ela não perderia nada com Isso, não é mesmo?
— Eu quero que você chupe minha buceta. — ela disse com uma voz aveludada e o que a mulher disse o fez frear bruscamente. O homem virou-se rapidamente para e ela percebeu que seus olhos estavam em uma tonalidade mais escura e havia algo ali que parecia ter um desejo.
— Não entendi, senhora.
— Ah, . Você entendeu bem. — ela começou e viu o motorista engolir seco. — Quero que você faça tudo que eu mandar. Você fará?
— Sim, senhora. A senhora quem manda.
— Você vai me obedecer mesmo? — ela perguntou e ele balançou a cabeça em afirmativa. — Você tem que ser um bom garoto, tá? Tudo que eu mandar você tem que responder “sim, senhora”.
— Sim, senhora.
— Você vai continuar dirigindo até aquele parque onde fica aquele condomínio de luxo na avenida 21. Quando chegarmos lá você vai estacionar por detrás daquele jardim, pois lá é deserto.
— Sim, senhora.
O homem dirigiu rapidamente até o local ordenado por e como ela disse, o parque estava completamente deserto. O que se ouvia era apenas o som dos passarinhos que sobrevoavam o lugar.
estacionou atrás do jardim e esperou as ordens da sua patroa.
— Agora, você vai baixar seu banco, vai tirar minha calcinha com a boca e vai chupar minha buceta até eu gozar, pois eu quero gozar nessa sua boquinha linda.
— Sim, senhora.
E assim o homem fez. Baixou o banco do motorista e se aproximou de .
Levantou o vestido da mulher e expôs a calcinha vermelha de renda que ela usava, que era quase transparente. Ele percebeu que ela estava totalmente molhada e aquilo o encheu de prazer ao vê-la daquele jeito para ele.
Ele fez como ela ordenara e começou a tirar a calcinha da sua patroa com a boca, deixando a buceta molhada de à mostra.
A mulher abriu as pernas e passou os dedos em seu clitóris, passando pelo seu líquido que escorria, deixando seus dedos encharcados.
— Venha cá e prove do meu gosto. — a mulher passou os dedos com seu líquido nos lábios do homem, que passou a língua no local logo em seguida. Aquele gesto fez a buceta da mulher pulsar de tesão. Ela abriu as pernas e disse: — agora, quero que você me chupe bem gostoso.
O homem começou a chupá-la, movimentando a língua com avidez por todo o clitóris dela, fazendo a gemer de prazer. Ele alternava os movimentos com a língua e sugava o local também, a fazendo morder com força os lábios.
passou os dedos entre os cabelos do homem e empurrava a cabeça dele ainda mais para sua buceta.
— Agora, eu quero que você deite aqui no meu lugar, pois eu vou sentar gostoso nessa sua cara linda.
— Sim, senhora.
Ele fez como foi mandado e logo em seguida sentava no rosto do motorista. O homem voltou a chupar a buceta da mulher que agora gemia mais alto.
– Deixa a língua bem dura que eu vou quicar nela. — o homem obedeceu e começou a se movimentar ali, despejando ainda mais líquido na boca do homem, que engolia tudo. — me chupa bem gostoso, lambe minha bucetinha, seu puto! Vai, eu estou mandando!
O homem fazia da forma como a mulher mandava e isso a deixava mais excitada, ao saber que ele se submetia aos seus comandos.
— Continua passando essa língua gostosa! — ele fez e enquanto ele movimentava a língua em sua buceta, ela começou a quicar no rosto do homem com força.
Continuou com os movimentos até sentir que estava prestes a gozar. Aumentou ainda mais os movimentos até sentir que o ápice vinha e gritou alto de prazer.
— Estou gozando, não pare. — ela gritou e o homem continuou a chupá-la até seu corpo parar de tremer. — Agora, você vai passar a língua, lambendo meu gozo todinho.
obedeceu mais uma vez e engoliu todo o líquido da mulher. Ela saiu de cima dele e deu dois tapas em seu rosto.
— Gosto assim, quando é bem obediente. Depois, quero mais. Agora, precisamos ir.