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Finalizada em: 11/01/2021

Capítulo Único

Música tema da fanfic: I don't disappoint - Jay Park (Aqui)


estava mais do que apenas irritado, estava com ódio de . Não necessariamente dela, mas do fato de querer foder ainda mais com ela e saber que a mulher não iria dá-lo a chance. O errado da história era ele? Ao mesmo tempo que parecia ser, se perguntava se ambos não levaram à sério demais aquele papo de promessa. Caminhava pelo salão da Infinity vendo que Okasian se esforçava para agarrar uma das mulheres, que se apresentava no pole dance quando chegaram. E antes de ir finalmente até o amigo, parou no balcão e pediu uma bebida. Ela disse para ele gastar, não é?
Enquanto aguardava seu drinque, encarava a calcinha que acabara de puxar do seu bolso, e recordava as palavras que os dois trocaram aquele dia.

Flashback ¹


¹ trecho da história “All I Wanna Do” disponível no FFOBS.


De manhã, ao acordar, caminhava pelo quarto observando tudo de maneira calma e silenciosa. Avistou as anotações no papel e o lia, quando abriu os olhos devagar. Observava calado, a mulher quieta e curiosa sobre aquela letra. E ela sorria.

— Obrigado. – ele disse.
— Consegui te ajudar, então… – sorriu satisfeita.
— Você sabe cantar?
— Não.
— Que pena… Somos bons juntos.
— Somos… Você vai achar idiota, mas, eu nunca tinha vivido um sexo como o de ontem… Foi como ir às nuvens e não querer voltar.

Ele sorriu por entender a referência que ela fazia. Havia escrito aquilo.

— Você não pode se afastar do clube não é?
— Não, mas… Porquê pergunta isso? Quer me sequestrar?
— Quero.

Ela gargalhou, mas ficou calado. Ele levantou-se indo na direção dela. E ela ficou nervosa. Não sabia o motivo.

— Que tal um jogo? – ele perguntou.
— Topo.
— Quer ser minha stripper fixa?
— Como?
— Seja a minha inspiração insana.
— Eu ainda não entendi.
— Vem pra turnê comigo?
— Não posso.
— Como eu faço para conquistar essa mulher e levá-la comigo?
— Você não a conquista. Se deixa ser conquistado.
— E quando eu já fui?
— Volte da turnê e a procure, nem que tenha que atropelá-la. Se a música fizer sucesso, ela é sua.

Fim do flashback


Ainda observando aquela lingerie em sua mão, se indagava: havia sido conquistado por realmente, naquela noite?
Porque se recordava de dizer aquilo, com um sentimento estranho em si, mas principalmente como uma jogada de um homem que sempre dizia o que sabia que as mulheres gostariam de ouvir. Foi novamente perturbado pela decisiva resposta dela sobre “se a música fizer sucesso, ela é sua”... Quanta verdade havia ali? Ou era uma jogada também, de uma mulher que ele sabia que dizia e fazia o que um homem gostava de ouvir e receber? era esperta, tão sagaz na conquista quanto ele.
O barman observou a figura do homem concentrado na peça íntima em sua mão e lhe serviu a bebida:

— Se ela só te entregou isso, ela pretende te enlouquecer… – o funcionário riu baixo puxando assunto e chamando a atenção de .
— Ela costuma fazer isso, é?
— Desculpe senhor, mas de quem está falando? – o homem perguntou confuso com o tom de pergunta usado por .
— Da sua chefe gostosa. – respondeu e apontou com os olhos pequenos para o escritório de vidro acima do bar onde estavam.
— Uow! – o barman respondeu espantado não desgrudando o olhar da peça na mão de : — Se a senhorita deixou esta lembrancinha para você, já pode morrer, cara.
— Como assim!?
— Tem ideia de quantos homens disputam essa mulher e nunca conseguiram ao menos um sorriso sincero dela?

O barman disse aquilo e foi chamado em seguida, deixando com mais aquela fase na cabeça. Se soava ou era tão inacessível assim, por que não teve resistência a ele em nenhum momento? E se ela realmente era, aquilo explicaria porquê o fato de tê-la deixado sem ao menos um agradecimento tinha irritado tanto a mulher. Foi uma grande desfeita de ! E agora ele aparecia como se não tivesse feito nada demais, pedindo a ela para se unir ao seu inimigo em negócios… guardou a peça no bolso novamente, pegou seu copo e caminhou até Okasian.

— Ainda tentando? A mulher já não deixou claro que não quer, Oka? – perguntou ao vê-lo novamente puxar a mão da dançarina que se preparava para voltar ao palco e receber uma resposta mal dada por ela.
— A porra da deu ordens nesse lugar pra nenhuma mulher me dar chance. Acredita?
— Acredito. Você é um lixo mesmo man, ela está certa…

se jogou no sofá ao lado dele e observou o palco. Estava perturbado de novo, em poucas horas, e por culpa dela.

— Se você está dando razão a ela então não conseguiu convencer a fera… O que você fez para entrar na lista de ódio da ?
— Não sei se estou na lista de ódio. Mas com certeza ela não está feliz comigo.
— O que rolou lá em cima?
— Quase perdi dinheiro e o bom humor.
— Dinheiro?
— Uma dívida que ela impôs, mas não é possível que estivesse falando sério.
— Vindo de ? Ela falou sério sim,
— Mas quer saber? Que se foda! Vamos para a Purple. Você não vai pegar ninguém aqui mesmo!

Okasian não via tão irritado daquele jeito desde o dia em que Liu e Gray foram no jantar beneficente como representantes da AOMG juntos. Mas compreendia, tirava qualquer um do sério.

Dias depois, estava concentrado nos trabalhos com a AOMG, e ainda tentava lidar com as confusões que havia se metido em topar atravessar drogas por Seoul, tendo na própria Purple uma fachada para aquele lance sujo. Mas não bastando, toda a merda de sua vida: drogas, Akemi e sua gravidez que cada vez mais estava difícil de fazê-la esconder… Gray e Liu já não estavam o incomodando tanto quanto antes, pelo menos não quando ele se deparava com a calcinha de , limpa e arrebentada por ele, no meio das suas coisas. O fato é que Okasian o perturbava constantemente com a parceria na Purple. Ele não podia aceitar aquilo, já começava a se arrepender de ter se metido com as drogas, mas para cada arrependimento havia um gatilho que o puxava ainda mais para dentro de tudo.

estava sentada na sua própria cama observando o amontoado de papéis espalhados e xingando até a décima geração de Okasian.

— Filho da puta! Me meteu em tantas dívidas!

Pegou o celular e telefonou ao Pietro:

— Pietro, preciso que você peça para a Angel rever os contratos da Insanity, que eu já havia comentado com ela. Agende uma reunião com ela para mim, por favor.
, isso é andar para trás, você sabe!
— Eu não consigo pagar essa merda toda com o faturamento da Insanity, Pietro! A Purple tá fodendo a gente com a merda da prostituição!
— Precisamos arrumar outra fonte de grana então, mas espera! Me deixe pensar em algo, e se não conseguirmos, vamos aceitar a proposta do Okasian.
— Nunca! Eu não vou me humilhar para aquele lixo humano!
— Eu que não vou permitir você jogar o seu patrimônio suado no ralo depois de fazer o seu nome, por causa de um merdinha que acha que pode manipular você! Me dê um tempo, eu vou arrumar um jeito!
— Pietro, talvez eu possa ter uma solução…
— Então tente! Mas você não vai fechar a Insanity! Nem que eu tenha que vender o meu corpinho na Purple!

riu da decisão de seu fiel escudeiro, e desligou a chamada. Jogou-se em sua cama e encarando o teto praguejava-se pelo o que tentaria fazer. Vasculhou o endereço de um lugar pelo aplicativo de buscas de seu celular e levantou-se pronta a se arrumar para o que der e viesse.

Dirigiu estressada, mas com uma placidez tão grande em seu rosto que poderia facilmente despertar calmaria em quem a olhasse. não era de explosões, era de ventanias sutis e raios hipnotizantes. Uma mistura caótica dentro de um terror controlável.
Assim que chegou à fachada do lugar, estacionou no local indicado e atravessou a rua rumo à recepção. Mal percebeu a BMW conversível vermelha atrás de si, na avenida em direção ao caminho oposto.

— Boa tarde, o senhor , por favor. – direcionou-se à secretária da AOMG, com seu olhar direto e matador.
— Desculpe senhorita, mas o senhor só atende com agendamento e mesmo assim, ele acabou de deixar a empresa.
— Às quatro horas da tarde? Que tipo de trabalho ele faz aqui? – ironizou com irritação , que recebeu uma resposta e um sorriso de provocação da secretária.
— Ele está aqui desde ontem pela manhã, e não saiu do escritório em momento nenhum. Dormiu na empresa e por isso saiu mais cedo hoje, senhorita.
— E você é quem? A advogada dele?

O olhar cortante de fez a secretária estremecer e se indagar quem era aquela mulher.

— Tanto faz. – murmurou , abanando a mão e olhando com desdém perguntou para a mocinha: — Eu suponho que você não vai me passar o endereço dele, não é?
— Eu não posso senhorita.
— Até pode. Mas não vai por que está esperando o dia em que o vai foder com você.

soltou após sua análise rápida da mulher na sua frente. Havia notado nela o sadismo de quem não iria facilitar para uma mulher interessante, encontrar-se com o chefe ao qual ela desejava todas as noites. Deu as costas e saiu dali, deixando o seu rebolado, o som de seus saltos ecoando e o seu rabo de cavalo longo e balançante como última visão da recepcionista.
Atravessou a rua até seu carro novamente estressada por ter que se contradizer ainda mais. Encostou à porta do seu carro, e discou o número que mais odiava. Enquanto a chamada estava em espera, um homem passou por ela de terno indo até o próprio carro estacionado ao lado do seu, e a comeu com os olhos e com um sorriso atrevido. lhe deu o dedo médio e suspirou ao ouvir a voz que atendia sua ligação.

— O que a mulher que mais me odeia quer comigo?
— Poupe-me do desnecessário Okasian, eu quero o endereço do .
— Do ?
— Você mandou outro até mim para tentar o que você não tem competência de conseguir?
— O assunto com ele é sobre o nosso acordo?
— Se for você saberá, agora anda Okasian! Eu quero o endereço dele, agora e bem rápido!

chegou em casa exausto, não só trabalhou como um escravo de si, mas usou das drogas para ficar acordado. Então aquela ressaca química era comum ao seu corpo. Puxou a gaveta de cuecas e jogando a toalha que enxugava seu cabelo sobre a cama, pegou a roupa íntima e vestiu. Mas antes de fechar a gaveta, viu a peça de . Imediatamente lembrou-se do corpo dela dentro daquela calcinha preta de tule transparente e rendas finas, tão finas que foi possível arrebentar com facilidade.
sorriu com suas lembranças, mas fechou com força sua gaveta e pegando a toalha em sua cama, caminhou pela sua cobertura seminu, chacoalhando os cabelos novamente. Ao voltar da lavanderia para a cozinha, pegou uma bebida na geladeira e abriu-a virando de uma só vez. Mas, a campainha de sua cobertura o fez estranhar a presença de alguém que não foi anunciado.
Assim que abriu a porta mal acreditou que era em sua frente, com os seus olhos apreciando cada milímetro do corpo dele sem nenhuma reação aparente, uma maldita saia curta colada ao corpo, as pernas longas e brilhantes, os saltos vermelhos altíssimos, e aquela blusa de alças finas, em tecido de linho. Um linho caro e fino o suficiente para ele saber que ela não usava sutiã. era feminista demais para os padrões da Coréia e o suficiente pra deixar louco.
Ao notar que ele não falava nada, e apenas se mantinha sério, sonolento ou cansado, com os olhos avermelhados e certas olheiras a observar a presença dela, a mulher entrou após o empurrar delicadamente e o cumprimentar.

— Olá .

fechou a porta e observou as costas da mulher. O rabo de cavalo alto, lateral ao ombro dela deixando sua nuca à mostra, e descendo o olhar, não foi difícil para saber que sem sair de casa, havia se metido em mais problemas porque certamente o que levou até ali não foi a mesma saudade que se apossou do corpo dele ao encarar a bunda dela tão perto.

— Então esta é a sua outra casinha. – ironizou a garota andando no cômodo e observando aos detalhes. — Deveria ter me trazido aqui antes.

Jogou sua bolsa no sofá e sentou-se dando uma cruzada de pernas certeira, que não escapou ao olhar de . O rapaz retornou atenção à sua bebida e sentou-se no outro sofá de frente ao que ela estava. Aquela sala era uma recepção do hall, tamanho extensa era sua cobertura.

, eu estou surpreso. Como entrou aqui?
— Okasian pode ser útil para uma merdinha ou outra, como me passar o seu endereço e liberar a minha entrada sem anunciar.
— Pra você vir até aqui por mãos do Oka, seu assunto deve ser urgente. – ele concluiu mordendo o lábio para segurar um bocejo.

já havia notado a exaustão em todo o corpo dele. Jogaria a seu favor.

— Me pague.

Falou direta ao encarar suas unhas com falsa preocupação.

— Está falando sério? Se me lembro bem não fizemos um acordo sobre isso.
— Você sabe que eu não me importo de ir à imprensa e contar tudo sobre o sucesso por trás de um grande bloqueio, não é?
— Você não é mulher de se expor, e isso é o que eu mais gosto .
— Tudo bem, eu posso fazer um acordo agora . Se você me pagar um terço da grana toda da turnê, eu posso atender a um pedido seu.
— Por que quer tanto este dinheiro?
— Justiça.
— Não… – ele se levantou brevemente para apoiar os cotovelos nos joelhos.

As pernas abertas de vestido em uma única cueca também estava fazendo ser difícil para se controlar. Maldito homem que deixava ela de quatro facilmente!

— Você não está insistindo por conta do seu ego…
— Não, não estou realmente. Mas eu quero esse dinheiro . Angel fez um levantamento de quanto você lucrou comigo.
— Com a minha música, você quis dizer.

se levantou e caminhou lenta de forma a circular o sofá onde ele estava sentado. Em suas costas, ela puxou bruscamente os ombros de para trás e aproximou a boca da orelha do homem, sussurrando:

— Com a música que a minha bucetinha te inspirou a compor. Depois de fodidos meses sem escrever uma única sílaba, baby! – disse e soltou um riso rouco, que arrepiou o corpo de .

— Um terço não vai ser nada para você e de certa forma nem para mim, . – sussurrou de novo.
— Por que insiste nisso então?
— Porque talvez eu só esteja buscando uma desculpa para me vender a você.

pegou a mão dela que massageava o seu ombro e beijou dizendo:

— Eu te fodi de graça.
— Pois é, … – riu e zombou: — Nunca ouviu falar em amostra grátis? A minha é tão boa que olha você pensando em quantos milhões desembolsaria para me comer de novo!

fez menção de se afastar dele, mas segurou sua mão mais uma vez:

— Só um pedido?
— Exatamente, pense com carinho no que vai pedir .
— Vem comigo.

Ele respondeu e se levantou caminhando para dentro do apartamento de fato, já que estavam só no hall. sorriu satisfeita e o seguiu. Sabia exatamente o que pediria, e não era nada contra aquilo, na verdade era o que ela queria.
levou até seu quarto, e enquanto ela observava a tudo ele foi ao escritório e voltou com um cheque em mãos. Depositou o cheque na mesa de vidro ao lado da cama.

— E o seu pedido?
Eu trabalhei o dia inteiro garota, e tem tanta merda acontecendo na minha vida que eu só quero que você leve meu estresse embora… Sempre.
— Own… Tadinho… – ela ironizou e fez biquinho o olhando: — Mas você está tão acabadinho hoje

Ela se aproximou devagar com o olhar dele incendiando sobre ela.

— Tão destruidinho das drogas que eu sei que usou ontem, sem falar que não dormiu… Será que não serei eu a sair estressada?
Eu não desaponto garota, e você sabe disso.

Ele disse e puxou para um beijo ardente colando os seus corpos. As mãos pesadas dele a apertarem a nuca dela enquanto a outra mão espalmava a bunda dela apertando-a cada vez mais em seu corpo. O sexo de roçando em si, era perceptível no corpo de e mordendo o lábio dele ela se afastou e caminhou até a cama parando em pé ali. Desabotoou a blusa de linho revelando os seios nus, e pôde sorrir abertamente por saber que logo teria aquelas gracinhas em sua boca. Quando desceu sua saia lápis curta, e mostrou-o que não tinha nada por baixo, zombou:

— Uooow! Olha quem já estava na maldade!
— Eu vim preparada! E não deixaria você destruir outra Victoria Secret.

riu e sentou na ponta da cama dele, com as pernas arreganhadas e os braços apoiados para trás. Antes, juntou seu longo rabo de cavalo, no aplique que ela sabia que precisaria colocar aquele dia para matar ainda mais, e o apoiou ao longo do corpo de modo a esconder sensualmente seu seio. Em seguida, piscou para e mordeu os lábios.
Como um vampiro sedento, se aproximou de e sorria alucinado, a ponta de sua língua tocou ao clitóris dela, e descobriu a imensidão de movimentos que a língua ágil de podia fazer. Quando ela não aguentava mais segurar-se por todas as provocações dele, e seus dedos já faziam-na soltar gemidos sôfregos, enroscou o cabelo de em suas mãos, como se fosse uma corda e a puxou o rosto dela para sua boca. Depois enfiou os dedos com o gozo dela dentro de sua própria boca e abocanhou o seio da mulher o chupando apenas para dar tempo de se tranquilizar.

— Agora eu quero brincar de verdade dentro de você, minha cadelinha.

Ele puxou o rosto de para perto do seu pau, e ela puxou-o para fora, mas não estava falando de oral, até porque estava excitado o suficiente. Soltou o cabelo dela a empurrando para se deitar e colocando uma das pernas de em seu ombro, penetrou-a com vontade. As estocadas, gemidos e palavrões que os dois emitiam, podiam ser ecoadas pela grande cobertura.

Na manhã seguinte, acordou mais relaxado e descansado, mas sozinho. Não estranhou que ela não estivesse ali, o cheque também tinha sumido, então ela sabia que agora tinham um acordo: fazer sexo sempre que um ou outro quisesse. Mas o que ele estranhou foi um bilhetinho deixado no lugar do cheque, que dizia:

“Não se preocupe, diferente de você eu tenho palavra. Farei bom uso do meu pagamento, obrigada. Ah! E levei sua cueca. Nada mais justo já que destruiu a minha calcinha, seu puto gostoso!”


sorriu satisfeito e percebeu que só de ouvir mentalmente a voz de , seu pau já latejava. Urrou de raiva por ela não estar ali, e foi em direção a uma ducha gelada. Ainda tinha todos os outros problemas da sua vida pra resolver.



Script feito pela pupila Ells.



FIM



Nota da autora: Mais uma short do especial! Deu para notar que a saga do casal iniciado em All I Wanna Do, não parou não é? E ainda temos mais a resolver entre esses dois provocantes! Se tu não leste antes as histórias passadas, não perde tempo! Espero que gostem dessa também! Deixem comentários, por favor e até a próxima! 😍





Outras Fanfics: todos links se encontram na página de autora acima.
Fanfics Deste Especial

• Run It • Ensaio Sobre Ela • Castelo de Cartas • Teoria da Branca de Neve • Oasis •

Saga Jay Park (na seguinte ordem abaixo)

Replay • I Don't Disappoint • Feature • Limousine • Alone Tonight •

Qualquer erro no layout dessa fanfic, notifique-me somente por e-mail.


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