Contador:
Finalizada em 12/01/2021

Capítulo Único

Música tema da fanfic: Limousine - Jay Park (Aqui)
Flashback


— Lembra da primeira vez que transamos
Uhum. E não posso nem esquecer já que tem uma música sobre isso. – ela zombou.
— Foi louco né?
— Foi sim.
— Nestes últimos tempos em que temos nos encontrado… Você sentiu-se como daquela vez de novo?
— Não sei. Sinto como se nossos corpos já se conhecessem então não sei se posso dizer que são as mesmas sensações. Mas eu gosto da nossa foda. E você?
— Eu gosto também. Eu sinto que posso ser livre com você. – respondeu e fechou os olhos apoiando a cabeça na beira da banheira.

se acomodou mais sobre o corpo dele, e fechou os olhos recostando sua cabeça no peitoral de .

— Eu te entendo. – ela respondeu baixinho.


Fim do flashback


estava em seu apartamento com sua taça de vinho em mãos, exatamente na varanda de sua sala observando a noite iluminada de Seoul, recordando as semanas anteriores. Precisamente, recordando a última noite que estivera com o . Sabia que não tinham nada fixo um com o outro, e por isso não necessitava de um término oficial. apenas se afastou e passou a ignorar . Quanto à Purple, havia acordado com Okasian que ela seria administradora da boate e isso fazia que ela pudesse trabalhar em casa, ou da própria Insanity. pretendia aos poucos transformar a Purple e acabar com, pelo menos a venda das drogas. Quanto a Okasian, havia dado um tempo de paz a ela e nem mesmo frequentava tanto a Insanity. Ela desconfiava que tinha a ver com sua dançarina que não mais o interessava, afinal, ele descobriu que Lumiya vinha dormindo com Jackson frequentemente.
, nunca a procurava com constância, era apenas quando ele queria transar com ela, mas desde que passou a ignorar as chamadas dele depois da última noite juntos que ficou cismado. Do alto de seu prédio, ela observava um burburinho à portaria, mas não deu atenção até que o seu interfone tocou. O porteiro afirmava que um homem alterado a solicitava. Vestiu seu hobby e desceu até a portaria ainda com sua taça de vinho em mãos e uma expressão de tédio. Provavelmente era Okasian, o idiota descobriu o endereço dela e não teria outro para fazer aquele tipo de coisa. Só não imaginava porque Okasian estaria ali.

? – foi pega de surpresa.
— A senhora o conhece?
— Sim, Ahjussi². Pode deixar ele entrar.

abriu o portão do condomínio e entrou com uma expressão alterada. Seus olhos estavam avermelhados e o rosto demonstrava olheiras, cansaço e abatimento.

— Por quê está aqui? – ela o perguntou, mas foi ignorada.

cambaleava para o caminho do elevador, o porteiro certificou-se se estava tudo bem, apenas sorriu para ele o tranquilizando, e revirou os olhos com uma lufada pesarosa de suspiro, bebeu um gole de seu vinho e foi para o elevador, onde , muito alterado segurava a porta.

— Qual o andar ?

A voz arrastada dele e quase embargada a chamou atenção. Ela apertou o botão silenciosa e escorou-se na parede do elevador. sentou-se no chão.

— Você dirigiu neste estado?
— Não.
— E o que faz aqui?
— Só me deixa ficar, por favor…

O silêncio era ensurdecedor. foi a primeira a sair pela porta assim que ela abriu e sentia raiva. Estar perto dele não era o que queria, não era o certo, mas ela não conseguiria o mandar embora. Aquilo estava a destruindo: vê-lo naquele estado. Ela entrou em seu apartamento, confusa pela situação, pelo o que fazer, e voltou à varanda onde estava antes. um pouco depois encarava o apartamento desconhecido da mulher, e notou o afastamento dela. Mal o convidou para entrar, mal demonstrou algum humor em sua presença. Tinha ideia de que estava num péssimo estado, mas não esperava que ela fosse tão fria. Caminhou até ela e parou um pouco zonzo na grade da varanda. Sentiu vertigem ao olhar para baixo e escorreu como chuva até o chão. Ficou abaixado ali. Até que se sentou no chão de costas para a vista. o olhava de rabo de olho.

— Eu fiz alguma merda contigo? – ele perguntou confuso por ela.
— Não, apenas não temos alguma ligação. Está puto por isso?
— Podemos não ter nada. Mas temos sim uma ligação , meu pau já entrou diversas vezes em você.
— Isso não nos torna o tipo de pessoas que aparece na casa um do outro, drogados por sabe-se qual motivo.
— Eu não tinha para onde ir.
— O que você pretendia ao vir aqui ?
— Por que você está forçando que a gente se afaste?
— O que esperava?
— Porra, ao menos que pudéssemos ter alguma amizade?

ponderou.

— Eu não sei se posso ser sua amiga e foder contigo, porque é intimidade demais para mim.
— Então eu terei que escolher entre o sexo e a sua amizade?

bebeu seu vinho sem fazer menção a resposta, então subiu apoiando na grade e de pé, puxou o rosto dela com delicadeza para olhá-lo.

— Neste momento, escolho a amizade.

Ficou surpresa. Não imaginava que ele queria tanto ficar por perto, ao ponto de negar o sexo com ela só para poder ter de alguma forma.

— Em que merda você se envolveu para ficar assim, hein?

riu com escárnio de si.

— Eu sou um merda, baby.
— Não, não é. Mas tem tentado ser. E por qual motivo?
— É uma história longa…
— Você veio até aqui, então vai contar.

indicou o banheiro para tomar um banho, e deixou-o só. Ela foi preparar um lámen para ele, e um chá forte de ginseng. Provavelmente ele ficaria acabado no dia seguinte. Quando terminou o seu banho, estava bem menos “baqueado” e voltou à sala apenas de cueca, sacudindo seus cabelos na toalha, o rosto ainda pálido e os olhos vermelhos. A boca estava muito seca, não avistou na sala, mas ao mencionar explorar o apartamento até onde era a cozinha, a mulher veio tranquila com um grande copo de água em mãos. O hobby de seda colava em sua silhueta e sacudia-se elegantemente aos passos que ela dava. ficou louco para, naquele corredor mesmo, agarrar de novo, mas aparentemente ela não o queria mais. Por isso, ele soube que só poderia ficar perto se fossem amigos.
Ela o entregou a água e caminhou até o sofá de sua sala e sentou-se, bebeu a água, se aproximou dela e viu o alimento à mesa de centro.

— Coma. – ela ordenou, e ele sentou ao lado dela largando a toalha por ali.
— Não precisava se incomodar.
— Não foi incômodo, relaxe. Beba todo o chá, e coma tudo. Isso vai evitar que você fique totalmente acabado quando acordar.
— Então não se importa que eu durma aqui?

perguntou curioso, comendo com certa pressa o lámen. Nem sabia que estava com tanta fome até a larica surgir pelo odor do tempero.

— Não, até por que você me deve uma explicação.
— Eu… Só não queria ir pra casar ficar remoendo os meus problemas…
— Entendo. Mas coma antes, depois conversamos.

fez menção de se levantar, mas pegou em seu punho e a encarou com gratidão e seriedade.

— Obrigado.

Ela esboçou um sorriso fraco e se soltou indo até a cozinha. observou a mulher até que ela sumisse. estava estranha, era como se ela não o quisesse mesmo por perto, e aquilo o incomodou. Olhou para o alimento que ela lhe preparou rapidamente, e pensou a respeito de como poderia encarar o acolhimento dela, já que era visível no rosto dela que algo a incomodava, talvez sua presença.
puxou a rolha de sua garrafa de vinho e encheu a taça. Levou as mãos até seu cabelo, e fechou os olhos pesarosa. tão vulnerável e quase nu em sua casa não seria fácil resistir. Mas ela precisava. Não queria se afundar, e estava disposta a se auto enganar também: apesar de tudo, quando o viu à sua frente aquela noite, sentiu o peito acelerar por ter sido para ela que ele veio pedir ajuda.
Ficou ali por um tempo, na cozinha, até que retornou para sala, e terminava seu chá. Ele gemeu um murmúrio de cansaço, e se jogou no sofá despojadamente. observou o homem deitado de qualquer jeito, aquele corpo todo tatuado, a cueca azul escuro evidenciando o que ela amava nele. não sabia se era o vinho, mas sentiu muito calor. Caminhou por trás do sofá até a varanda da sala, desamarrando seu hobby e pegando uma corrente fria de vento em seu corpo seminu, ela retornou a amarrou a peça em seu corpo. Massageou a própria nuca, e notou sua movimentação desde a sala. Ergueu-se sobre os cotovelos no sofá, e olhou para a varanda mordendo os lábios.
Quando já estava praticamente atrás de , ele tocou a cintura dela virando o corpo da mulher para si, colando seus corpos. Os dois passaram longos segundos encarando os olhos um do outro, até de repente levar a mão ao cabelo da nuca dela, puxá-lo e beijar a mulher. correspondeu, mas tão de repente quanto foi beijada afastou-se.

— Você escolheu a minha amizade, . Então vamos nos conter e…
— Por que? A gente estava curtindo, não é?
— Eu funciono assim. Ou um ou outro, não dá pra tornar isso mais íntimo.

Ela respondeu séria e entrou sendo seguida por ele. Indicou o sofá para ele sentar e começou a contar o que acontecia na vida dele. Contou-lhe que após a turnê de Everything You Wanted ele foi para a Tailândia descansar. Que lá se envolveu com Akemi a namorada de Gray, por engano, e quase perdeu o amigo. Mas que lá também se apaixonou por Liu, precisou vir embora, e reencontrou a camareira depois de armar para ela participar do seu clipe, já que era também dançarina. Depois que Liu veio para AOMG eles se envolveram, mas Gray também se apaixonou por ela, e Liu escolheu ficar com seu amigo. E no meio de tudo isso, Akemi surgiu grávida.

— Uau… Se você não tivesse fugido de mim indo para Phuket, talvez estivesse melhor agora… – ela zombou.
— Melhor, eu não sei. Mas certamente eu não teria me metido em tantas coisas.

pensou a respeito. Se ele não tivesse ido para Phuket, ela não teria comprado a Purple, – nem pagado as dívidas como ainda não pagou –, e não teria se envolvido nas drogas. E talvez a única coisa certa do destino ali, naquilo tudo, era que eles teriam se envolvido como vinham fazendo, já que seus caminhos se cruzaram de novo. De qualquer forma, havia sido destinado que ela e se relacionassem de alguma forma.

— Qual é a dificuldade de largar tudo? Okasian e eu já somos sócios, você pode seguir o seu caminho. – ela informou diretamente.
— Meu problema não é largar tudo , é não me afundar.
, talvez você precise de ajuda. Você sempre usou estas porras?
— Não nessa frequência.

não compreendia a dificuldade dele. Levantou indignada por ele, de alguma forma se manter naquilo.

— Qual é a porra da merda que te prende então, ? A gravidez de Akemi?
— O filho não é meu. Eu sei disso!
— Certo. Então quando essa criança nascer você terá a certeza! Próxima desculpa! Liu? Está se afundando em drogas pela desculpa de se desestressar do pé na bunda que levou?
— Ela simplesmente não podia! Não com o Gray! Ele… ele tem tantas chances mais de ser o pai, do que eu, e é de mim que ela se afasta!? Ele quem ela escolhe?

levantou-se alterado.

— Já parou para pensar que isso pode ser desculpa dela? Ela pode muito bem não te amar, não te querer e ter usado você! Seja lá qual for o motivo, ela escolheu ao Gray! Vai ficar tentando parecer o rapper fodão e dono do mundo até quando? Não percebe que isso é só um personagem que você inventou e que está te destruindo?

andava de um lado para o outro, e a encarou mais calmo. Não tinha pensado em nada daquilo, e se sentia burro por fazer uma leitura tão melhor da situação do que ele. A garota respirou calmamente e o encarou mais contida. que a observava com certa dúvida, por não entender o que estava fazendo ali agora, se aproximou devagar, e puxou o laço do hobby dela, deixando seu corpo dentro da lingerie rosada, visível.

— Podia ser você…
— Do que está falando?
— Eu deveria me apaixonar por você,

A voz sussurrada era pecaminosa e um tanto quanto excitante. cederia, mas lembrou-se de que ele não amava a ela, que ele precisava esquecer outra. Aquilo a deu forças suficientes para amarrar novamente seus trajes e se afastar de , o deixando de olhar baixo e minucioso sobre si.

— Não deveria não. Agora venha, tenho um quarto de hóspedes para você.
— Vai dormir?
— Vou! Tenho trabalho amanhã cedo na Purple.
— Vamos dormir juntos.
— Não, já fomos muito longe. Eu fiz o possível pra me afastar naturalmente, mas você simplesmente aparece na porta da minha casa não é?
— Se livrar de mim não é tão fácil para a inalcançável ?
— É o que parece. – ela respondeu e riu.
, responde vai: por que você deu brechas antes, para de repente me afastar?
— Porque eu não quero mais.

ouviu as palavras secas e frias dela, sem acreditar. Alguma coisa nos olhos falsos de deixavam claro que ela se afastava por outros motivos. Eles foram para seus respectivos aposentos, mas não dormiram tão logo quanto queriam. Na manhã seguinte, simplesmente saiu sem deixar vestígios. Quando acordou, havia apenas um vestígio, um bilhete na sua geladeira que dizia:

“Você deveria ter me dito que aquela era a última noite, como não disse, não aceito como despedida. Vista-se com o vestido vinho, que está em seu armário, de costas nuas. Quero tirá-lo de você. Esteja pronta hoje à noite, às 22hrs virei te buscar para uma despedida de verdade. Com carinho, .”


se direcionou para a Insanity no começo da tarde e, na Purple não conseguiu esquecer o bilhete por toda a manhã. Pietro foi avisado de que ela sairia mais cedo, e mesmo insistindo ela não explicou o motivo. Foi para casa, e pensou em desistir, mas a quem enganaria? Estava louca para tê-lo de novo. E exatamente como ele pediu colocou o seu vestido vinho, de costas nuas, abaixo uma lingerie na mesma cor, transparente como ele gostava. Preparou exatamente o tipo de lingerie que ele poderia ficar, afinal, ela despediria-se dele.
Estava pronta quando recebeu a ligação dele, às 22 horas em ponto. desceu de seu apartamento e encontrou-o na portaria recostado à uma limousine, estava vestido como um verdadeiro empresário. As tatuagens que ela amava, todas cobertas.

— Para que isso?
— É uma noite especial, eu vou levá-la a um passeio, entra aí...

entrou e em seguida, estava logo atrás dela. Havia champagnes na porta e ele logo os serviu. Em alguns minutos a janela do motorista fechou, assim que o pediu e ordenou que aumentasse a música. não acreditava que seria diferente: era a voz dele ali.

— Quem disse que eu gosto das suas músicas?
— Isso não me afeta. Porque eu sei que você gosta das coisas indecentes que fazemos.

riu, bebeu seu champagne e logo pegou a mão dela entrelaçando a dele. encarou suas mãos dadas, e percebeu a malícia no rosto de quando ele colocou a mão dela acima da coxa dele, bem perto de sua virilha. arqueou a sobrancelha e virou todo o resto de sua taça, então começou a apertar a perna de , numa massagem provocante e o perguntou:

— Para onde é este passeio?
— Para uma nova decisão sua.
— O que?

Ela estranhou a pergunta e retesou o corpo em distância, cautelosa. no entanto chegou mais perto dela, passou a mão de forma leve no rosto dela e puxou o palito que prendia o cabelo de em um coque, e ele sorriu ao ver os cabelos se soltando.

— Depois de hoje, eu espero fazer você minha, baby.
, isso é uma despedida.
— Me responda no final. – afirmou ele e avançou sobre a boca dela, com delicadeza, carinho e vontade.

puxou para o seu colo, e como um homem sensível e delicado, que ela ainda não conhecia, ele beijava e tocava a pele dela. Seus olhos sempre tão maliciosos não passavam a ela, agora, o sentimento de fogo, mas de carinho, admiração. E o sorriso que esboçou mostrava uma alegria que ela nunca havia visto nele. A expressão confusa de só aumentava. O que ele estava fazendo?!
começou a retirar a própria roupa, começando pelo blazer, em seguida desabotoou a camisa social branca. deslizou suas mãos macias por seu peitoral, abdômen e tatuagens que ela amava. Beijou devagar o mamilo de , e ele fez carinhos circulares nas costas nuas dela. O vestido de já bem acima das coxas, por ser justo, e estar ela com as pernas abertas sobre o colo dele. apertou as coxas da mulher e levou as mãos deslizantes para dentro da roupa, de forma a tirar o vestido e deixar ela apenas de lingerie. Ele sorriu mordendo o lábio ao ver o corpo nu dela por baixo das rendas transparentes.
delicadamente manipulou o corpo de , numa transa quase tântrica entre eles, e que desarmou a mulher completamente. sentou no colo dele de costas, rebolou sobre seu membro e recebeu inúmeros tapas de em sua bunda, o que a fazia gemer com mais desejo. A cada tentativa dela de fazer sexo selvagem, mostrava-se controlado o suficiente para ser um falso romântico. Ele pediu para sentar ao lado dele no banco, mas quando ela achou que ele seria rápido e feroz, passeou as mãos sobre o abdômen e entre os seios dela, deitando-a no banco e trazendo seu corpo por cima. Beijou cada parte do rosto dela com carinho, abraçou e afundou beijos molhados em seu pescoço, e ditou o ritmo naquela noite: lento e quase romântico. Se não soubesse que não havia amor, acreditaria.
No final, quando sentiu-se gozar com o corpo de sobre o seu, e abriu os olhos percebendo a mesma sensação de sua primeira transa com ele, os olhos dele falavam o mesmo. Os dois se encaravam de uma forma perturbadora.

— Eu quero ir de novo, e de novo, e de novo… Enfim… Eu quero mais , não se afasta vai…
— Você… você se sentiu como…
— Exatamente como aquela vez. Não foi só um sexo sem sentido, não é?
— O que isso significa ?
— Não faço ideia, mas não acha que devemos continuar?

não respondeu nada, ela apenas começou a se levantar, fazendo sair de cima de si e sentar-se o banco, então ela foi para cima dele, e o abraçou forte, e foi abraçada de volta.

— Não devemos. Mas eu quero continuar .
— Então, gostosa! Nós podemos ser amigos e foder também, eu quero isso e você?
— Talvez, sim… Mas você vai me mostrar tudo o que você tem.
— Eu me dou todo pra você, gostosa.

não fazia a menor ideia das intenções de , nem mesmo reconhecia os reais sentimentos dele, mas sabia uma coisa: estava caminhando rumo à própria perdição.



¹ Referência a minha outra fanfic: “All I Wannna Do”.
² Pronome coreano que se usa para referir-se aos senhores mais velhos.



FIM



Nota da autora: Mais uma short do especial! Eu acho que toda mulher no mundo deveria ter um Jay Park clone para si! Se tu não leste antes as histórias passadas, não perde tempo: Replay, I don't Disappoint, e Feature! Espero que gostem dessa também! Deixem comentários, por favor, e até a próxima! 😍



Outras Fanfics: todos links na página de autora.
Deste Especial: Ensaio Sobre Ela, Castelo de Cartas, Teoria da Branca de Neve e Nevasca.
Deste Especial (Saga Jay Park): – exatamente nesta ordem: Replay, I don’t disappoint, Feature, Limousine, Alone Tonight e I Hope You Stay With Me.
Deste Especial (Saga Aventura na Ásia): – exatamente nesta ordem: Run It, Oasis e Solo.


Qualquer erro no layout dessa fanfic, notifique-me somente por e-mail.


comments powered by Disqus