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Última atualização: 23/06/2021

Prólogo

O açúcar do chiclete já tinha acabado fazia um bom tempo, mas, mesmo assim, fazia questão de mascar, porque meus olhos estavam fixos e até mesmo... digamos que... hipnotizados em apenas um alvo; aquele que estava, em risadas, fechando mais um de seus negócios sujos como ele era. Sujos como eu também era. Aquele tipo de sujeira que eu adorava me lambuzar, esfregar todo meu corpo e dançar como um ritual de Dia das Bruxas.
Levei meus dedos até meus lábios, puxando o chiclete com o polegar e o indicador, enquanto meus dentes prendiam a outra parte do doce, então o estiquei, enquanto meus olhos eram guiados conforme o alvo ia se movimentando com aquela garrafa de champanhe em suas mãos. Tirei meus dedos do chiclete e o puxei com a minha língua, mascando mais um pouco até minha língua passar apertadamente entre meus lábios.
Comecei a caminhar entre as pessoas, sem tirar meus olhos da minha doce vítima, a diversão da minha noite que estava sendo precisamente muito especial devido a ele mesmo. Mordi levemente meu lábio inferior, enquanto o seguia meticulosamente até o banheiro. Assim que fui me aproximando, esbarrei em um casal que logo perdeu o equilíbrio e caiu bem em cima de um dos seguranças que estavam na porta do banheiro.
Obviamente que eu quis gargalhar daquilo, mas me contentei em apenas seguir meu próprio caminho.
O outro segurança foi ajudar a tirar o casal de cima do outro cara e aquilo virou uma verdadeira comédia. Adorava uma bagunça! Então, apenas sorri de lado, entrando finalmente no local e fechando a porta atrás de mim.
Isso atraiu a atenção da minha querida diversão, que estava com seu pauzinho escroto para fora. Fiz um biquinho com aquilo e em seguida pisquei um olho para ele, que tinha confusão em seus olhos.
— Quem é você? — Questionou, mas apenas levei meu indicador até meus próprios lábios pedindo silêncio.
— Seu presentinho... — respondi em um tom sussurrante, lambendo o canto de meus lábios, enquanto deslizava minhas mãos pela lateral do meu corpo, começando a rebolar conforme Gimme, da Banks, tocava lá fora. — Aproveite, docinho.
O homem ficou me encarando como se eu fosse mesmo seu prêmio. Seu banquete, preparado e servido apenas para ele se deliciar e aproveitar. Ah, mas era muito melhor do que isso. Porém, aquela mente fraca e inútil que ele tinha jamais iria pensar além disso.
Patético, eu diria.
Mas continuei rebolando, virando de costas para ele e empinando minha bunda. Bati nela com a direita. Rebolando bem gostosamente para ele se deleitar daquela visão.
A última que teria.
Deixei meu busto exposto, com a visão das minhas costas de fora, ameaçando tirar a parte debaixo também para enlouquecê-lo com meus rebolados que aumentavam a intensidade e eu até mesmo gemi para ele como se fosse o gostinho ou a aclamação para ele me devorar todinha.
Me fode, era o que meu corpo dizia. Pois o imbecil atendeu meu pedido como um patinho perdido.
Aproximou-se e quando foi tocar minha bunda, peguei seu pulso e o girei, torcendo seu braço em suas costas e quando ele foi gritar, coloquei meu sutiã todo em sua boca, abafando o som.
— Que menino afobado que você é, docinho... — sussurrei maldosamente, passando a ponta da minha língua em meu lábio superior.
Então fui para sua frente, passando minhas mãos em meus próprios seios, porém os bicos estavam tampados com estrelinhas douradas.
— Fofos, né? E deliciosos também. — Pisquei um olho para ele.
Então me aproximei dele e passei meus seios em seu rosto suado, enquanto ele gemia de dor, e quando vi que ele ia me atacar, chutei seu saco que estava levemente duro ainda, fazendo-o grunhir de dor.
Sabia que ele estava sem ar por estar com a boca tampada.
Aproximei de seu corpo contorcido no chão e afundei meu salto em seu braço esquerdo, rolando meus olhos com seus barulhos broxantes de dor.
Queria me divertir mais com ele, mas meu tempo não era tão longo naquele banheiro. O que era, de fato, uma pena.
— Se tivéssemos mais tempo, você iria até gozar, docinho. Mas, infelizmente, não temos. — Fiz um biquinho triste.
Então me abaixei, sentando em seu colo e levando minhas mãos até seu pescoço. Comecei a esfregar meu quadril no seu, roçando para frente e para trás, sentindo-o ainda duro contra minha região peniana. Soltei uns gemidos altos, quando esfreguei ainda mais minha região molhadinha em sua ereção, ao passo que minhas mãos se forçavam em seu pescoço. Ele já ia ficando mais vermelho, debatendo-se embaixo de mim, tentando usar sua força, mas por estar bêbado, machucado e sem ar, sua luta estava completamente inútil.
Rebolei com afinco em seu pau duro, até mesmo dando leves quicadas, roçando com tanta força e vontade, que gemi mais alto e o enforquei com ainda mais violência, já o ouvindo agonizar no chão, tentando tossir, batendo em meus braços.
— Vai, amor… ah, que delícia! Estou quase lá! Isso! Isso! — Gemi bem alto, jogando minha cabeça para trás, esfregando-me tanto, que até mesmo minha bunda passava em seu pênis completamente duro, mesmo que o homem estivesse quase sem vida já.
Acabei gemendo mais alto quando seus olhos foram se arregalando mais e sua boca se abriu mais também, tentando puxar o ar que não iria entrar. Sentei em seu colo com mais força, como se estivéssemos fodendo mesmo, mas aquilo era até mais gostoso que foder, de fato.
Então, quando ele simplesmente parou de se mover, eu parei de me esfregar, ainda o enforcando.
Abaixei meu tronco e lambi seus lábios sem vida, levantando-me em seguida, terminando de vestir minha roupa. No entanto, tirei meu punhal e desenhei meu símbolo em seu abdômen.
Não só meu. Um símbolo de todas as mulheres. O feminismo estampado na barriga de um porco que não hesitaria em fazer o mesmo conosco.
Em seguida, abri sua calça e amarrei seu pau com um araminho para mantê-lo ereto.
— Você tá lindo, baby. Sua sorte que hoje não tenho tempo de cortá-lo e enfiar na sua boca... — contei, rindo nasalado.
Peguei um papel e escrevi de batom:
“Saudades, amor!”
Então ri disso e saí do banheiro, como se nada tivesse rolado. Estava tão cheio, que ninguém me viu saindo. Mas assim que saí da boate, tirei a peruca que estava usando, os cílios enormes, limpei meus lábios e coloquei um casaco sobretudo preto por cima da roupa.
Como era bom estar de volta...



Continua...



Nota da autora: Sem nota.



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