Última atualização: 17/01/2021

Terceira aventura: Phuket, Tailândia

“Mas dessa vez você que aparece e eu fico atordoado. Eu descarto o meu orgulho, ‘tô nem aí, eu quero te ter. Meus pais podem até serem contra, meus amigos podem até me chamar de bobo, mas eu não ligo, eu quero te ter...”.

*Música tema desta fanfic: Solo – Jay Park

Prólogo


Dia da partida de Zico do Secret Cliff Resort, onde trabalha¹.


passava pelo corredor da ala de funcionários da lavanderia, e nem cumprimentou ao Bruno que estava dando um esporro em um funcionário. Passou discreta por eles e adentrou ao porão das caldeiras. Um maldito urso de pelúcia foi recolhido pelo funcionário que tomava o esporro de Bruno, e ele mais do que imediatamente a pediu para ir procurar antes que fosse destruído na lavagem. Ela entrou apressada observando por qual das caçambas iria começar a revirar: 67, 68 ou 69. Eram os números das caçambas que passaram na ala onde a família do garotinho estava hospedado.

— Tente o 69, você é boa nisso.

Ela ouviu a voz conhecida de Zico entrando pelo porão e se assustou.

— Zico! O que faz aqui? Essa ala é proibida para hóspedes!
— Eu só vim me despedir.
— Nos despedimos ontem.

falou risonha e ele imediatamente puxou a mulher para um último beijo.

— Poderia ter passado minhas férias todas com você.
— Pelo menos eu pude diverti-lo em suas últimas semanas. – ela falou com largo sorriso, mas desviando o olhar do dele.

O olhar dele era o mesmo e não era. Desde a primeira vez, os dois vinham se esgueirando fora do expediente dela, numa sequência de transas frenéticas.

— Foi bom te conhecer Zico. – ela falou envergonhada, mas feliz.
— Eu só não te fodo de novo, porque você está trabalhando, mas até com vergonha você é uma putinha sexy … – ele zombou.

Na verdade queria dizer o quanto ela era fofa, deliciosa e o quanto deixou marcas nas memórias dele. Na noite anterior, depois de transarem loucamente ele queria saber se poderia ver depois de tudo aquilo. Mas não perguntou, até que ela pediu a ele para manter contato quando desse. Manteve-se sério ao ouvir aquilo, mas queria sorrir. E agora estava ali, entrando escondido no lugar dos funcionários, buscando e seguindo a camareira brasileira pelos cantos do hotel, só para dizer que estava indo embora. Queria propor a ela ir com ele, mas sabia que não assumiria um compromisso com a mulher, então não fazia sentido a convidar para ir embora com ele apenas para transarem por onde fossem. Entretanto, queria.

— Você é uma boa garota .
— Você é um bom cara, também, JiHo.

Ele sorriu com a pronúncia dela ao seu nome mais íntimo. Zico se aproximou dela de novo, e beijou de uma forma calma, segurando seu rosto entre as mãos. De um modo quase… apaixonado.

— Eu vou te ver outras vezes . Pode esperar.

Ela sorriu concordando e ele logo deu as costas a ela, mas antes de sumir pela porta com sua expressão séria de sempre, Zico sorriu abertamente para ela, dizendo:

— É sério, começa pelo 69 que você é mesmo muito boa nele.

Os dois riram e ele saiu. suspirou sentindo assumidamente um pouco de saudade. Zico era o tipo de homem que podia não ter nada a oferecer, mas ela nunca diria não para estar ao lado dele. Seja numa foda ou só numa boa companhia.

Lembrou-se de uma breve conversa com ele pós-sexo, e sorriu. Zico iria mesmo fazer falta:

— Eu poderia foder com você sem parar Zico. – ela murmurou após se aconchegar nos braços dele.
— Você é como o Sol de Inverno, . – ele respondeu com as mãos abaixo da própria cabeça e olhos fechados.
— Como assim!?
— Quente de uma forma aconchegante. – abriu os olhos e a encarou antes de responder: — Do tipo que podemos nos adaptar facilmente.


Acoplou a escadinha de apoio na caçamba 69, ainda rindo pelo palpite dele e começou a vasculhar nos lençóis. E encontrou, vinte minutos depois. Ficou pensando se Zico havia feito aquilo acontecer de alguma forma só para ter um momento só com ela, mas daí já era muita soberba. Encaminhou-se à sala de Bruno e logo que ele abriu, entrou sorrindo.

— E aí!?
— Aqui o ursinho fedorento, Bru. – ela respondeu risonha.
— Se eu não estivesse tentando pegar a Karoline eu beijaria sua boca agora !
— É melhor entregar logo, antes que os hóspedes reclamem na gerência.
— Vou imediatamente! – Bruno pediu o urso e beijou o rosto dela agradecido: — Você tem sido a melhor aqui! Obrigado!

riu satisfeita com o elogio que era real, e saiu logo depois de Bruno. Ele trancou a própria sala e antes de sair correndo pelo corredor e a deixando para trás, avisou:

— Agora corra para a suíte presidencial. Há um pequeno tumulto com isso, mas o senhor interfonou a mim solicitando sua presença imediatamente. E bem… Melhor se apressar, as notícias correm rápidas aqui e as fofocas também.

estagnou no corredor. O que o senhor queria com ela? Todos os dias desde que ele a flagrou com Zico, ela tomava o maior cuidado. Estranhou não ter sido repreendida antes por se encontrar com hóspedes, mas não acreditava que o seria agora. E se ele ou alguém tivesse visto Zico entrando na caldeira? E se alguém viu qualquer outra coisa ao longo daqueles dias? Suava frio de nervosismo, mas se controlou bem à porta da suíte presidencial do resort, aonde vinha morando desde que assumiu a direção. Tocou a campainha, teve seu acesso liberado, entrou e observou o homem silencioso e imóvel de frente para a grandiosa sacada com portas de vidro.

— Senhor , mandou me chamar?

Ela perguntou e viu o homem tranquilamente se virar em sua direção. Os olhos calmos, deslumbrados, inocentes e, um sorriso gentil em seu rosto.
Algo a assustava, não sabia se a aura bondosa dele, a beleza suprema como se fosse desenhado a pincel, ou o medo de ter sido pega em suas últimas aventuras.


— Olá . Precisamos conversar.

¹ Este prólogo é o final da minha outra fanfic “Oasis” escrita com o rapper Zico. A fic pertence a este especial, e é a segunda aventura desta personagem.


Capítulo 1


Alguns meses atrás…


A mesa oval lustrosa brilhava no tom mogno da madeira nobre, e era sem dúvida, o que mais estava interessando a ali. Todos os acionistas ao redor discutindo sobre mercado financeiro, não atraíram nem um pouco a sua atenção, embora fosse ele o futuro herdeiro de tudo. Também era apaixonado por aquele assunto, e por seu trabalho de business man, mas particularmente naquela manhã não se sentiu nada interessado em discutir negócios.
estava tão alheio a tudo, que mal se deu conta que era ele, o assunto do momento. Pensava em pedir licença e se levantar para fugir um pouco da reunião quando os aplausos se fizeram audíveis e ele encarou a variedade de olhos sobre si. Não apenas sorriam como os mais próximos, o parabenizaram com um aperto de mãos. Seu pai, o presidente, o olhava orgulhoso com um sorriso largo.

— Então, daqui a um mês, teremos como presidente do SCR a gerenciar o resort do grupo . Até lá, não iremos lançar ações do grupo no mercado, pois com a previsibilidade dada por Steve, as ações irão aumentar após a nova gestão anunciada. prepare-se até lá para se integrar ao que falta.

Disse seu pai se levantando e sendo acompanhado por todos. O rapaz apenas reverenciou ao pai respeitosamente, cumprimentou-o de volta e quando o mais velho saiu todos os outros vieram a ele com felicitações discretas. Então, finalmente o herdeiro assumiria sozinho uma das empresas principais do grupo .

Meses seguintes…


Quando seus olhos repousaram em pela primeira vez, no jantar de recepção aos novos funcionários, sentiu-se extremamente atraído pelos traços ocidentais e largo sorriso da mulher. Contudo, sua postura de CEO não lhe permitia sair do protocolo, afinal, ela era uma funcionária.
Por mais que às vezes se pegasse pensando nela, não a via frequentemente e era melhor assim. Se não poderiam ficar juntos, por variadas questões desde o trabalho até o status de família, ao qual ele pertencia não encontrar a funcionária era o melhor. Uma única vez que a viu diretamente, e agora estava pensando constantemente nela. Soava absurdo! Mas ainda pior foi encontrar a mulher em um jantar pessoal com uns dos hóspedes VIPS do resort.
Cansado do dia exaustivo, e ainda mais entediado de ficar na suíte presidencial – já que seu chalé de luxo na propriedade do resort ainda não havia ficado pronto –, decidiu jantar no lounge bar do próprio resort ao invés de comer no quarto. Vestiu-se despojadamente e recebia os cumprimentos atentos de seus funcionários, quando a viu. Não tinha certeza se era ela à mesa com o rapper, mas logo que ela se levantou ele soube. A tentativa de ir cumprimentar ao hóspede não foi uma afronta, apenas uma estratégia de aproximação. Contudo, não tivera tempo suficiente de chegar à mesa antes que ela saísse para o toalete. Precisou fingir o cumprimento ao rapper, que sabia que a situação era estranha e notou-se constrangido. Pelo menos até voltar, atônita, surpresa e assustada por seu chefe, e presidente da empresa em que trabalhava estar conversando com Zico e perceber sua funcionária ali, como uma hóspede. Não estava cometendo nenhum crime, mas o constrangimento e nervosismo dela falavam muito para : ela sentia-se flagrada.
não fazia nada errado, aparentemente estava de folga jantando com um hóspede, e por mais que o regulamento avisasse que relacionamentos íntimos com os hóspedes fossem estritamente proibidos, não iria prejudicar a mulher. Até porque, era apenas um jantar. Aparentemente era, e ele notou estar errado quando viu o desejo por , transbordar dos olhos e expressões de Zico que guiou a mulher para fora.
Então, sua funcionária atraente estaria envolvida com um hóspede? não tinha certeza, mas sentiu-se frustrado. Dias seguintes, ele tivera a confirmação pelas câmeras de segurança, que por mais que não houvessem flagrado nada, deram ao homem alguma certeza. sempre limpava o quarto de Zico. E aquilo era tudo para ele saber que a mulher que ele desejava estava com outro, e também era nada perante o olhar dos outros.


Capítulo 2

Claramente, com o passar das semanas e dos meses, as fofocas com o nome de foram cessando. Assim também, o senhor em nenhum momento havia “dado em cima dela” ou a feito se sentir mal em estar ali. Ele também não havia dito se sabia ou não do deslize ético da camareira. já estava habituada a cuidar da residência, que era um chalé em estilo de loft, amplo, bonito, isolado do resort – o que ela adorava, pois podia trabalhar sem observações – e sempre organizado, já que o próprio pouco bagunçava. Na maioria das vezes ele estava no escritório do resort, ou entre uma viagem e outra para sede da família. Ela realmente achou que ele iria morar ali, mas a residência era uma forma de dar a ele mais privacidade do que a suíte presidencial. não tinha mesmo do que reclamar sobre aquele trabalho extra, das poucas vezes em que estiveram juntos ali, onde ela trabalhava e ele apenas habitava ao chalé, os dois conversavam cordiais, e se tratavam com respeito, mas uma certa... Leveza.

Faltavam três minutos para bater o seu ponto, mas ainda estava terminando de dobrar as roupas que havia lavado e passado, do presidente. Então pediu ao Bruno que lhe fizesse aquele favor de bater seu ponto, se não, ela teria problemas depois com o RH. Terminou de dobrar a última peça e de guardá-la ao closet, e fechou a porta. Estava exausta. Esticou os braços e a coluna, num alongamento rápido e pronunciou preguiçosa e alegre:

— Finalmente, começa agora a minha folga! – sorriu com as mãos aos quadris e se olhou no espelho do closet falando para seu reflexo: — , você foi ótima esta semana! Parabéns!

A risadinha discreta que ouviu a fez pular de susto e olhar para trás, dando de cara com de braços cruzados encostado, à porta.

— Senhor ! Desculpe não tê-lo visto! – rapidamente ajeitou sua postura — Eu já acabei aqui por hoje.

Hm... – ele murmurou sorrindo, afirmando com a cabeça e a olhando de forma encantadora — Eu não entendi o que você disse para o espelho, mas espero que não tenha xingado ao seu chefe.

riu e disfarçou a vergonha olhando para o chão.

— Eu estava me parabenizando pelo meu trabalho esforçado.

— Ah... Isto é mesmo bom. Se não formos os primeiros a nos motivar, quem mais, não é?

— Sim, sim... O senhor precisa de mais alguma coisa?

— Preciso. Preciso que pare de me chamar assim quando estivermos sós aqui no chalé, eu realmente me sinto mal. Pode me chamar pelo meu nome ou sobrenome se preferir.

— Bem... Se o senhor... – ela mordeu os lábios e sorriu corrigindo-se: — Se você prefere assim, o chamarei por .

— Obrigado.

— Então... Se não tiver mais nada que deseja, eu já acabei...

— Ah, claro. Já é sua folga não é? – ele perguntou curioso.

De repente descruzou os braços, endireitou a sua postura e coçou a nuca um pouco tímido, ao notar que ela acenou que sim, e decidiu perguntar algo que há meses vinha ponderando:

— O jantar ficou pronto e a cozinheira também já foi... Eu não gosto muito de comer sozinho... Você se importaria de me acompanhar no jantar?

— Eu? Ah...

também ponderou. Ele sempre a convidava para tomar um café rápido antes de eles começarem a trabalhar quando ela chegava cedo, ou dividir um copo de suco como uma pausa do trabalho dela, mas... Nunca havia pedido aquilo: comerem juntos, jantar ou almoçar juntos. Imediatamente se lembrou de Zico. Será que depois de meses era o momento da armadilha do presidente?

— Por favor, é só um jantar. A partir de agora você está de folga não é? Não é a camareira, é a minha convidada.

— Eu não sei senhor, eu não gostaria que nos interpretassem mal.

— Não há nada de mal para ser interpretado aqui, e não há mesmo ninguém além de nós dois. Vamos lá, ... Você merece um bom jantar, vai! Trabalhou duro, a semana toda, e eu realmente odeio comer sozinho. Eu vou apenas trocar de roupa e te encontro lá na cozinha, tudo bem? Pode tirar o avental também, e ficar à vontade.

Sem saber como negar e consciente de que sair fugindo era uma péssima ideia, apenas concordou sorrindo e foi na direção da cozinha. A sala de jantar sempre ficava inutilizada. Era um pouco estranho chamar o loft de chalé, já que ele tinha uma sala de jantar. Mas, quando olhava para a mata ao redor, percebia que mais estranho seria chamá-lo loft. Ela foi ao banheiro social e lavou as mãos e o rosto. Retirou o seu avental o dobrando, e deixando próximo à porta de saída. O uniforme agora lhe parecia só um vestido discreto.

No balcão da cozinha, a cozinheira havia deixado o prato e talheres postos, assim como a taça, e no cooktop a refeição pronta. era um homem simples apesar de todo o império que sua família tinha. Ele era simpático, gentil, cavalheiro e ainda não tinha certeza, mas sabia que ele era um excelente amigo dos seus amigos. Procurou outras louças para se servir, e as arrumava no balcão frente à outra.


— Ei, você não está pondo a mesa não é? Você é minha convidada . – adentrou a cozinha estilo americana e foi até a adega de armário pegar um vinho e o saca-rolha.

— Não, senhor ... – sorriu ao dizer, mas assim que ele a encarou com a sobrancelha arqueada ela se desculpou: — Desculpe, é o hábito... Eu só estava colocando um prato a mais já que Latisha deixou tudo pronto para uma pessoa.

— Ah sim! Você prefere comer aqui mesmo? Não precisa ser se não quiser, podemos ir à sala se preferir.

— Não, aqui está bem. Obrigada.

— Ok! Vamos fazer um combinado? – ele perguntou retornando ao balcão e já abrindo o vinho e lhes servindo: — Você esquece que eu sou o presidente agora, e eu esqueço que você é a minha funcionária. O que acha?

— Não acho que seja assim tão fácil.

— Ah, mas podemos tentar, até porque eu gosto de conversar e creio que você também, mas por alguma razão não está falando.

— Isso é sério? Eu posso mesmo relaxar? – perguntou diretiva.

Agora sim ele estava tendo um traço autêntico da mulher.

— Mas é claro! Por que não relaxaria?

— Vou confessar então que... Eu não estava muito segura com a sua justificativa para eu trabalhar aqui, e com isso tenho andado atenta às suas intenções. Este jantar também é um pouco confuso então...

deixou no ar sua questão e apertou os olhos analisando o que ela dissera, ele suspirou e sorriu se explicando:

— Não estou tentando punir você por nada, e nem mesmo usar o fato de que você saiu com um hóspede para te assediar . Eu realmente só quero... Ser seu amigo.

A surpresa pela forma como ele também foi direto, quase não deu para esconder.

— Então você sabe...

— Eu vi pelas câmeras de segurança. Não estou realmente interessado em te punir por isso, e não tenho o direito de te exigir uma retratação. Não foi nada ético, foi contra as regras, mas você é bem grandinha, não é? E depois, eu percebi que havia uma razão para aquilo acontecer com aquele hóspede. Vocês se conheceram antes, não é?

— Como soube?

— As notícias correm. Eu não sou um cara ligado no politicamente correto como meu pai seria num caso como esse. Quer dizer... Você não foi obrigada a nada, foi?

— Não de forma alguma.

— Sendo assim, não tem porque você ser chamada a atenção. Sua consciência é o seu guia. Mas é claro que, nossa empresa não tolerará assédios e abusos, entende ?

— Eu posso garantir que não acontecerá de novo, como não aconteceu. Foi um erro meu, mas... Eu também não tive muito como evitar. Eu não quis evitar, mas...

— Tudo bem! – ele a interrompeu — Não precisa se explicar, eu sei de tudo. Sei que o rapper manipulou situações para você vê-lo, então, vamos esquecer este assunto.

— Me desculpe . Desculpe-me, de verdade.

Ela desculpou-se com veemência e vergonha, e ele notando quis mudar o assunto:

— Isso! , já é bem melhor! Podemos ser amigos, ? – ele perguntou a estendendo uma mão.

— Mas é claro.

Os dois trocaram um aperto de mão e um sorriso e jantaram juntos, um jantar carregado de conversas amenas e interessantes, um bom vinho e muita risada. Ao final da noite, se despediu o agradecendo e pegou seu avental. Descia a trilha do topo do chalé para o acampamento dos funcionários, pensativa sobre a noite agradável que havia tido. ficou da varandinha da piscina a olhando descer pela trilha iluminada. Ele havia dado um passo para perto da mulher que não saia de seus pensamentos desde que a vira, e torcia para que se contentasse apenas com a amizade dela.


Continua...



Nota da autora: Terceira aventura de nossa personagem! Espero que vocês gostem! E por favor, não deixe de comentar! Comentários são muito importantes! ♥



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todos links se encontram na página de autora acima.

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