09/2025

Capítulo Único

O set de Bon Appétit, Vossa Majestade estava mais movimentado que o normal naquele dia. Lee Chaemin, impecável nas vestes reais de Lee Heon, caminhava entre câmeras e luzes, com o jeito descontraído de sempre, mas carregando o charme que fazia todos ao redor suspirarem. Até mesmo vestido de rei, com o manto pesado e a coroa perfeita, ele tinha aquele ar de "gostosinho” impossível de ignorar.
As gravações daquele episódio exigiam cenas em que Chaemin degustava pratos refinados enquanto mantinha a postura nobre de um rei. Mas, para quem observava de perto, era impossível não notar a tensão divertida entre a seriedade de sua atuação e o sorriso malicioso que escapava dos seus lábios sempre que alguém comentava algo engraçado nos bastidores.
Finalmente, após horas de takes, closes e risadas contidas, a gravação chegou ao fim. Chaemin suspirou, aliviado, e se dirigiu ao camarim, pronto para se livrar das pesadas vestes reais.
Ao abrir a porta, seus olhos se depararam com , que estava lá, parada entre a mesa de maquiagem e os tecidos espalhados, dedilhando os objetos e observando tudo, com aquele sorriso que sempre o desarmava. Ela não precisava de crachá ou funções formais, os agentes dele a conheciam bem, então, ela era uma figura autorizada a entrar em qualquer lugar no mundo em que ele estivesse; apenas a presença dela já fazia tudo parecer mais intenso.
— Achei que você viria amanhã… — ele disse, a voz baixa, carregada de tensão e um pouco rouca, mas animado lá no fundo.
— Eu não podia perder o meu rei hoje — respondeu ela, a provocação sutil no tom, enquanto se aproximava lentamente. — Dai vim fazer uma surpresa.
Chaemin soltou o manto azul que usava por cima das vestes brancas, com um gesto de desprezo aparente, mas seus olhos não desgrudavam dela. O calor do corpo dele parecia chamar pelo dela, e não precisou de mais nada: a distância diminuiu até que seus corpos se tocaram.
O primeiro beijo foi hesitante, quase experimental, mas a tensão acumulada explodiu rapidamente em mãos percorrendo costas e cintura. Chaemin pressionou-a contra a porta do camarim, deixando escapar um suspiro baixo que fez sorrir contra seus lábios.
— Você é impossível — ele murmurou, a respiração misturada com a dela, antes de afundar a mão nos cabelos dela, puxando-a para mais perto.
Ela riu, mordendo o lábio inferior, enquanto a outra mão explorava o peito dele, como as vestes estavam abertas, foi mais fácil o acesso para aquele toque, sentindo cada músculo. A parte de cima caiu ao chão sem que ninguém se importasse. Chaemin inclinou a cabeça, sentindo o corpo de encostar no dele de forma provocante, e sussurrou:
— Espero que tenha trazido paciência… Porque hoje, você vai aprender a diferença entre o rei no set e o rei fora dele.
O ar do camarim parecia mais pesado, carregado do perfume dela e do calor que já começava a se espalhar entre eles. Chaemin segurou pela cintura, sentindo o corpo dela se curvar instintivamente contra o dele. Seus dedos exploravam cada curva com uma mistura de urgência e cuidado, enquanto os lábios se encontravam novamente, mais famintos dessa vez. Ele passava as mãos por todo o corpo dela, subindo sua blusa e apertando sua bunda contra o corpo dele, para que ela sentisse que ele estava tão contente quanto ela com aqueles toques.
arqueou as costas, buscando mais contato, mordendo o lábio dele suavemente, provocando aquele arrepio que fazia Chaemin estremecer. Ele riu baixo, quase rouco, antes de deslizar uma das mãos pelo pescoço dela, sentindo o tremor que corria por todo o seu corpo.
— Você sabe exatamente o que está fazendo comigo… — ele sussurrou, a voz baixa e cheia de intenção.
Ela sorriu, mordendo a própria boca antes de responder com um suspiro:
— E você gosta… — disse, quase um gemido, aproximando-se ainda mais, pressionando o corpo contra o dele.
Chaemin aproveitou o espaço entre os suspiros para puxá-la contra si, guiando-a para a pequena poltrona do camarim. No meio do percurso, se livrou da parte de cima da roupa dela e ela tirou a calça também.
Ele deslizou as mãos por trás da cintura dela, sentindo a pele macia dela enquanto a aproximava ainda mais. O calor deles se misturava, cada toque provocando arrepios, cada beijo sendo mais intenso que o anterior. Chaemin inclinou a cabeça, os olhos encontrando os dela, e sorriu maliciosamente:
— Espero que esteja preparada para ser dominada hoje… Porque não estou com paciência para brincadeiras. — Entonou na voz do seu personagem, abrindo um sorriso sexy e brincalhão ao mesmo tempo.
Ele a fez sentar na poltrona, mas em vez de recuar, ajoelhou-se diante dela, as mãos deslizando pela parte interna de suas coxas, abrindo caminho com calma, como quem saboreia cada reação. O olhar dele estava fixo no dela, sério, predador, mas com aquele brilho divertido que sempre a deixava sem fôlego.
— Agora, você vai me chamar de vossa majestade — disse em um tom baixo, os dedos roçando de propósito sobre a pele sensível dela naquela região. — E só vou parar quando julgar ouvir o bastante.
Chaerin substituiu os dedos que a tocavam suavemente, pela boca, começou dando beijos suaves em toda região, nunca tirando os olhos dela, mordeu o lábio, arqueando a coluna para frente, desafiando-o, mas o gemido suave escapou antes mesmo que ela conseguisse fingir indiferença. Depois, quando encontrou a intimidade já molhada de tesão, passou a língua quente. Fazendo se segurar nos braços do móvel e quando ele começou a chupar com maestria, os gemidos foram ficando mais intensos e um pouco mais altos, a boca dele sabia exatamente o que fazer para levar a mulher a loucura, conhecia cada cantinho e terminação nervosa que a estimulavam ali. Depois de mais alguns gemidos desconexos entre seu nome e coisas que ele não conseguiu identificar, Chaemin sorriu satisfeito, parando de trabalhar a língua ali, pois não queria que ela gozasse ainda e inclinando-se para frente, beijando lentamente a parte interna da coxa dela, deixando pequenas mordidas, como se quisesse marcar cada pedacinho.
Ela entrelaçou os dedos nos cabelos dele, puxando-o com urgência, mas ele segurou os pulsos dela, pressionando-os contra a poltrona novamente.
— Hoje, você não manda em nada — sussurrou, antes de se entregar a ela com a língua, beijando seus labios, enquanro deslisava dois dedos para dentro da mulher, arrancando um gemido alto, que ecoou no camarim silencioso.
gemeu seu nome entre suspiros, o corpo se arqueando, completamente entregue ao ritmo que ele impunha. Chaemin a devorava com fome e precisão, cada movimento mais intenso que o anterior, até que ela não conseguiu mais conter os gemidos, chamando por ele, implorando sem perceber.
Só então, satisfeito, ele parou com os movimentos de vai e vem e a puxou para cima novamente, os lábios dela vermelhos e inchados de tanto beijar, os olhos marejados de prazer. Sem perder tempo, a girou para sentar em seu colo, arrancando os últimos tecidos que ainda restavam entre eles.
O contato pele contra pele foi eletrizante. Ele a penetrou em um só movimento firme, fazendo-a arfar alto contra sua boca. agarrou os ombros dele com força, enquanto ele a guiava, segurando firme sua cintura, impondo o ritmo forte e preciso.
— Vossa Majestade… — ela gemeu, perdida entre o prazer e a rendição.
O sorriso malicioso dele surgiu no mesmo instante.
— Assim está melhor.
Os gemidos dela se misturavam à respiração dele, abafados contra os beijos intensos que trocavam, mas cada movimento de Chaemin era firme, calculado para arrancar dela exatamente o que ele queria ouvir.
Ele segurava a cintura de com força, guiando-a em seu colo, fazendo-a cavalgar sobre ele em um ritmo acelerado, sem dar espaço para controle. A cada estocada, ela se apertava mais contra ele, a boca entreaberta, o corpo em um tremor constante.
— Isso… — ele murmurou contra o ouvido dela, a voz grave e rouca, — geme mais alto pra mim. Quero que todos saibam quem é o seu rei.
O arrepio percorreu a espinha dela, fazendo-a gemer mais forte, perdida entre prazer e submissão. Chaemin mordeu seu pescoço, sugando até deixar uma marca visível, enquanto intensificava ainda mais os movimentos.
As unhas de arranhavam os ombros dele, tentando se agarrar a qualquer coisa que a mantivesse no controle da própria respiração, mas era impossível. O corpo dela já pulsava em antecipação, cada segundo a levando mais perto do limite.
— Chaemin… eu não vou aguentar… — ela arfou, a voz entrecortada.
Ele riu baixo, sádico e sexy.
— Vai, sim. Vai gozar só quando eu disser. — Ele segurou mais firmemente na cintura dela, fazendo com que o corpo diminuísse a frequência em que subia e descia.
Um gemido manhoso escapou de , implorando, mas antes que ela conseguisse responder, ele a segurou com ainda mais força e a penetrou fundo, com estocadas rápidas e intensas. O som dos corpos se chocando ecoava pelo camarim, misturado aos gemidos deles, agora incontroláveis.
— Agora… — ele sussurrou contra sua boca, e foi o suficiente.
se desfez nos braços dele, o corpo tremendo, a cabeça tombando para trás enquanto um grito de prazer escapava dos lábios dela. Chaemin não a deixou cair; continuou firme, aproveitando cada segundo do orgasmo dela até que o próprio corpo dele também se rendesse, explodindo dentro dela em um gemido grave e rouco, enterrando-se fundo uma última vez.
O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelas respirações ofegantes dos dois. Chaemin manteve a testa colada à dela, o sorriso satisfeito curvando seus lábios, enquanto ainda tentava recuperar o fôlego.
— Agora sim… — ele disse baixo, beijando-a devagar. — Você entendeu quem manda aqui.
riu, sem forças, mordendo o lábio inferior.
— Só se for o rei fora do set… porque no set, eu ainda roubo a sua atenção.
Ele riu junto, puxando-a para mais perto, selando os lábios dela outra vez, já ansioso para a próxima rodada.




Fim



Nota da autora: Olá Jiniers, como estamos? Ai ai eu nem ia participar dessa att, mas vocês sabem do meu espírito obsessor por projetinhos do site e aqui estou eu, dai esse dorama apareceu na minha vida e eu estou completamente apaixonada pelo rei, e vocês vão ter que se apaixonar comigo. Espero que goste e não esquece de comentar, ok?

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AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.