Dizem que quando algo está destinado a acontecer, não importa quanto tempo passe ou o quão difícil seja, o destino se encarrega de se cumprir. Os anos não significam nada, o tempo é completamente relativo e num piscar de olhos você vai e volta, passado, presente e futuro. O destino é tudo.
Num dia você é uma mulher firme e com total confiança em que é e cheia de certezas. Tem um marido bonito e amável, uma carreira de sucesso, uma pequena fortuna e um filho exemplo. Conseguiu tudo que sempre quis, tudo que todas queriam...ou quase tudo. Aquele buraco continua lá, coberto por camadas e camadas de maquiagem, mas ainda está ali. E não importa o quanto você o ignore, na primeira oportunidade vai doer, doer o suficiente para que você se lembre e para que seja como se o tempo nunca tivesse passado, como se o estrago tivesse acabado de ser feito.
Depois de quinze anos você o vê, o inesperado reencontro depois de todos aqueles meses, dias, horas e segundos. E então, é como se não tivesse passado um instante sequer.


Escrita e revisada por: Carmen
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Prólogo ao Capítulo 7

Eu havia prometido não deixar que aquele amor voltasse ou acontecesse novamente, mas quando ele me deixou entender que não queria que eu fosse, apenas quebrei de vez todas as promessas e tudo que havia passado, só queria ficar ali até que mundo acabasse. Agora eu sentia, de uma forma torta, que tudo estava bem e ao mesmo tempo, que tudo estava mal por causa de sua doença. Estava completamente feliz, secretamente triste e em negação quanto a sua possível morte eminente.

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Capítulo 8 em diante

- Sabe, Ian... – Taron inclinou sutilmente a cabeça sobre o ombro e estreitou o olhar. – Vai perceber que sou extremamente competitivo. – Disse, desviando o olhar de Ian e direcionando-o a mim novamente.
[...]
- Pode apostar, a recíproca é verdadeira. – Ian devolveu, estreitando o olhar e Taron fez o mesmo.

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