Capítulo Único
O salão da festa da Celine em Paris era um espetáculo de luzes douradas que se refletiam nos cristais pendurados no teto, criando um brilho quase mágico. A música suave preenchia o ambiente, misturando-se aos risos e conversas discretas dos convidados, todos impecavelmente vestidos. Park Bogum caminhava pelo salão com a elegância natural de quem parecia pertencer àquele mundo sem esforço. Cada passo era medido, cada gesto parecia uma extensão de sua personalidade encantadora.
Foi quando ele a viu. estava próxima ao bar, segurando delicadamente a taça de champanhe, o olhar curioso a percorrendo a festa. Os cabelos soltos sobre os ombros, o vestido leve que se movia com graça a cada gesto, e aquele sorriso espontâneo que iluminava o rosto dela — tudo nela parecia criar um contraste irresistível com a rigidez calculada da alta moda ao redor.
Bogum sentiu um impulso inesperado. Ele se aproximou, e o esbarrar casual foi suficiente para que um calor discreto percorresse sua espinha.
— Bonsoir — disse ele, com a voz calma e envolvente, os olhos presos nos dela.
— Bonsoir — respondeu , inclinando levemente a cabeça, com um sorriso que misturava divertimento e curiosidade.
Um silêncio leve pairou por alguns segundos, carregado de tensão. Bogum foi o primeiro a quebrá-lo, inclinando-se um pouco mais próximo.
— Você não é daqui, né? — Pergunrou, observando bem os traços da mulher, o que deixava ele ainda mais intrigado e curioso. — gosta de Paris? — completou, a mão segurando levemente a taça, mas os olhos fixos nela.
— Não, eu sou brasileira, conhece o Brasil? — respondeu ela, rindo baixinho — E sobre Paris, eu amo, mas acho que gosto mais de me perder pelos lugares que ninguém indica, longe do óbvio.
Ele sorriu, intrigado.
— Então acho que ainda podemos nos perder juntos — disse ele, com aquele toque de travessura na voz que só aparecia quando estava verdadeiramente interessado. arqueou uma sobrancelha, divertida com a audácia sutil do ator.
— Quem disse que eu quero me perder com alguém? — provocou, tomando um gole da bebida, sem desviar o olhar.
— Não é perder, é explorar — retrucou ele, aproximando-se o suficiente para que apenas eles pudessem ouvir, mantendo a discreção no meio da festa. — E garanto que vale a pena.
O ambiente parecia desaparecer ao redor deles. O brilho das luzes, os convidados, a música, tudo se tornava um pano de fundo irrelevante diante da presença da outra pessoa. Cada gesto, cada riso, cada toque acidental ao se aproximarem do bar carregava uma tensão silenciosa.
— Você sempre fala assim com estranhos? — perguntou , meio desafiadora, meio fascinada, ela sabia quem ele era, tanto pelos dramas coreanos, que o fizeram famoso pelo mundo, quanto no mundo da moda, ele era uma cara - linda por sinal - frequente naquele ambiente e ela já tinha o percebido em um ou dois eventos anteriores, é que como os outros ele estava sempre cheio de pessoas, de outros artistas e dos estilistas da marca ao redor, ele parecia aproveitar menos e se conter mais, aquele evento exclusivo, tinha uma quantidade mínima de mídia, então os artistas no geral estavam mais confortáveis.
— Não — respondeu Bogum, com um sorriso genuíno —, só com pessoas que despertam minha atenção.
Ela sorriu de volta, sentindo um calor inesperado crescer dentro de si. Havia algo em sua postura, na forma como olhava para ela, que ia muito além da superfície elegante de ator famoso. Ali, naquele instante, não existia ninguém mais no salão, apenas eles, dois mundos diferentes prestes a se entrelaçar.
A festa seguia seu ritmo, mas para e Bogum parecia que o tempo desacelerava. A música, os risos e os flashes das câmeras tornavam-se apenas um pano de fundo distante. Eles encontraram um canto mais isolado do salão, perto de uma grande janela que dava para a cidade iluminada de Paris.
— Eu não esperava encontrar alguém tão... diferente nesta festa — disse , olhando-o de lado, os olhos brilhando com curiosidade.
— Diferente? — Bo-gum arqueou uma sobrancelha, divertido. — Diferente como?
— Você sabe — ela respondeu, sorrindo de forma enigmática. — Aquele tipo de pessoa que parece… real, mesmo estando cercada por glamour.
Ele se aproximou um pouco, reduzindo a distância entre eles sem perder a elegância.
— Então estou feliz por ter me aproximado e você ter notado isso. — murmurou, e por um instante, o sorriso travesso que aparecia apenas em momentos íntimos surgiu em seu rosto.
sentiu um arrepio, involuntário, mas gostoso. Cada gesto dele parecia medido, mas carregava um magnetismo quase impossível de ignorar.
Eles continuaram conversando, trocando risadas leves, mas o toque ocasional de mãos ou braços, mesmo que casual, fazia o ar entre eles ficar mais pesado, carregado de desejo contido. Bogum encostou-se suavemente ao parapeito da janela, e inclinou-se um pouco, os olhares se encontrando e mantendo uma tensão silenciosa.
—Você gosta de festas assim? — perguntou ele, observando o movimento da cidade à noite.
— Gosto do que posso observar e do fato de conseguir contatos para fazer o meu trabalho e pagar os boletos — respondeu ela, a voz baixa dando uma risada suave. — Mas acho que prefiro momentos como este… mais privados.
Ele sorriu, entendendo a indireta.
— Concordo. — Bogum se inclinou um pouco mais, a voz quase um sussurro —. Momentos onde ninguém mais importa.
O contato visual tornou-se mais intenso, e os sorrisos leves começaram a se transformar em algo mais profundo. percebeu que cada gesto dele parecia dizer o que as palavras ainda não ousavam.
— Sabe — começou ela, brincando, mas com uma pontada de expectativa —, você tem um jeito de fazer qualquer pessoa esquecer que está cercada por centenas de olhares.
— É um talento que tenho — respondeu ele, aproximando o rosto do dela o suficiente para que ela sentisse o calor dele, mas ainda mantendo aquele ar de mistério que a deixava ansiosa por mais.
O tempo parecia escorrer entre eles, a festa terminando lentamente, mas ninguém se afastava. Cada momento era carregado de antecipação, cada sorriso e cada toque leve preparando o terreno para algo mais intenso, algo que só aconteceria a portas fechadas.
—Talvez… — murmurou , baixinho, quase inaudível —, possamos continuar essa conversa em outro lugar?
Bogum sorriu, entendendo a sugestão sem necessidade de palavras. O olhar dele era firme, confiante, mas ainda carregava aquele charme de príncipe que o mundo conhecia. Um príncipe que, naquele momento, parecia prestes a se transformar completamente na presença dela.
O elevador subia em silêncio, o único som era o leve zumbido do motor. No espaço reduzido, os dedos de Bo-gum roçaram de leve nos de — um toque quase inocente, mas que incendiou os nervos dela como se fosse uma faísca lançada sobre pólvora. Ele mantinha a postura impecável, o ar de príncipe que todos conheciam, mas seus olhos… ah, aqueles olhos denunciavam algo muito mais profundo. Não havia nada de dócil ali, apenas uma chama ardente, crua, prestes a se soltar.
Quando a porta do quarto do hotel se fechou atrás de , o coração dela já batia como um tambor. O ambiente, elegante e minimalista, parecia pequeno demais para conter a tensão que vibrava entre eles. A luz suave do abajur criava sombras que desenhavam seus corpos, transformando o espaço em um refúgio íntimo, quase secreto.
Bo-gum deu um passo à frente, e o calor que emanava de sua presença fez prender o ar. O sorriso gentil, o mesmo que derretia multidões, cedeu espaço a algo mais denso, intenso, quase predatório.
— Então… — murmurou ela, a voz falhando ao tentar soar firme — … é aqui que tudo acontece?
— Aqui — respondeu ele, o timbre baixo e firme, carregado de desejo contido. — E eu prometo… você vai gostar do que está por vir.
Antes que pudesse formular uma resposta, os lábios dele tomaram os dela. O beijo começou suave, investigativo, mas logo se aprofundou, urgente, como se ele tivesse esperado tempo demais para finalmente tocá-la assim. Cada movimento era um convite, um comando, um pedido e uma rendição ao mesmo tempo.
As mãos dele deslizaram por suas costas, firmes, trazendo-a para mais perto, encaixando o corpo dela ao seu como se fossem feitos para se moldar. sentiu, então, a diferença brutal entre o Bo-gum das telas e o homem diante dela. O ator era luz, sorrisos e encanto. O homem, agora, era fogo — intenso, seguro, faminto.
— Você é… — sussurrou ela, entre beijos, sem fôlego — … tão diferente do que eu imaginava.
— E você… — murmurou ele contra o pescoço dela, a respiração quente arrepiando sua pele — … desperta em mim algo que não consigo controlar.
O quarto parecia encolher a cada beijo, a cada toque, a cada respiração entrecortada. O ar carregado de perfume e desejo, o calor dos corpos, o som abafado dos suspiros — tudo conspirava para que a realidade lá fora desaparecesse.
Bogum segurou o rosto dela entre as mãos, os polegares acariciando sua pele delicadamente, contrastando com a intensidade que vibrava em seu corpo. Seus olhos se fixaram nos dela, escuros, vulneráveis e famintos ao mesmo tempo.
— Com você… — sussurrou, a voz grave e confessional — … eu posso ser tudo o que o mundo nunca me permite mostrar.
As palavras dele ficaram presas na mente de , latejando junto ao coração acelerado. Bo-gum ainda a segurava pelo rosto, os olhos cravados nos dela, a respiração quente preenchendo o espaço entre seus corpos.
mal teve tempo de responder antes que ele a puxasse com firmeza, colando seus lábios nos dela em um beijo voraz, faminto, que não deixava espaço para dúvidas.
Ele a guiou até a cama, o corpo dele pressionando o dela contra os lençois frios e impecavelmente esticados. A sensação do contraste entre o tecido gelado e o calor da pele em chamas arrancou dela um suspiro que ele fez questão de saborear com outro beijo profundo.
As mãos de Bo-gum exploravam-na sem hesitar — deslizando pela cintura, apertando suas coxas, subindo sob a blusa como se cada segundo fosse precioso demais para desperdiçar. Em um gesto firme, ergueu o tecido até arrancá-lo por completo, deixando-a apenas de lingerie. Os olhos dele percorreram cada detalhe do corpo exposto, e o sorriso suave, conhecido por milhões, se transformou em algo escuro e carregado de desejo.
— Linda… — murmurou, quase um gemido, antes de baixar a cabeça e mordiscar lentamente a curva do pescoço dela.
O toque dos lábios descendo pelo colo a fez arquear as costas, entregando-se ao ritmo que ele ditava. Com destreza, abriu o fecho do sutiã, deixando os seios livres para serem tomados pelas mãos e pela boca dele, que alternava beijos e sucções provocantes. gemeu, puxando os cabelos dele com força, implorando silenciosamente por mais.
— Você não faz ideia do que está despertando em mim… — ele disse, a voz grave, vibrando contra a pele sensível dela.
As calças de Bo-gum foram abandonadas às pressas, e o peso dele sobre ela deixava claro o quanto já a desejava. , tomada pela mesma urgência, puxou-o ainda mais contra si, sentindo a ereção dele roçar por cima da calcinha fina que já estava completamente úmida. A fricção arrancou gemidos entrecortados dos dois, aumentando ainda mais a tensão no ar.
Em um movimento ágil, ele se livrou da última peça que a cobria, e seus dedos logo deslizaram entre suas pernas, explorando a umidade que já se acumulava ali. arqueou, mordendo os lábios, enquanto ele a tocava com precisão, provocando-a com movimentos lentos e depois mais rápidos, até que ela quase implorasse para que a penetrasse.
— Bo-gum… por favor… — a voz dela saiu trêmula, carregada de desejo.
Ele sorriu, aquele sorriso malicioso e perigoso que ninguém jamais imaginaria ver no príncipe das telas, e posicionou-se entre suas pernas. A penetração foi profunda, intensa desde o primeiro instante, fazendo-a agarrar os lençóis com força e soltar um gemido alto, sem controle.
O ritmo começou compassado, provocador, mas logo se tornou mais urgente, cada investida carregada de fome, como se ele quisesse marcar na pele dela a diferença entre o homem público e o homem real. Seus corpos se chocavam em perfeita sincronia, o quarto preenchido apenas pelo som das respirações ofegantes, dos gemidos e do impacto ritmado de seus corpos.
Bo-gum a puxou pelas pernas, mudando de posição para penetrá-la ainda mais fundo, arrancando dela sons que ela nem sabia que era capaz de emitir. O suor escorria pela testa dele, caindo sobre a pele quente dela, enquanto suas bocas se encontravam em beijos desesperados, molhados, quase brutais.
— Você é minha agora… — ele arfou contra os lábios dela, o tom possessivo e ao mesmo tempo suplicante.
cravou as unhas nas costas dele, o prazer subindo em ondas intensas até que o clímax a dominou por completo, fazendo seu corpo estremecer sob o dele. Bo-gum a seguiu logo depois, enterrando-se fundo uma última vez antes de perder o controle, gemendo o nome dela enquanto se deixava levar pelo êxtase.
Eles ficaram ali, colados, corpos ainda pulsando de prazer, o silêncio preenchido apenas pelas respirações descompassadas. Bo-gum a olhou, os traços suavizados de novo, e acariciou os cabelos dela com ternura, como se quisesse mostrar que, além de toda a intensidade, havia também uma devoção escondida.
— Com você… eu posso ser real. — murmurou, antes de beijá-la novamente, agora com doçura.
Foi quando ele a viu. estava próxima ao bar, segurando delicadamente a taça de champanhe, o olhar curioso a percorrendo a festa. Os cabelos soltos sobre os ombros, o vestido leve que se movia com graça a cada gesto, e aquele sorriso espontâneo que iluminava o rosto dela — tudo nela parecia criar um contraste irresistível com a rigidez calculada da alta moda ao redor.
Bogum sentiu um impulso inesperado. Ele se aproximou, e o esbarrar casual foi suficiente para que um calor discreto percorresse sua espinha.
— Bonsoir — disse ele, com a voz calma e envolvente, os olhos presos nos dela.
— Bonsoir — respondeu , inclinando levemente a cabeça, com um sorriso que misturava divertimento e curiosidade.
Um silêncio leve pairou por alguns segundos, carregado de tensão. Bogum foi o primeiro a quebrá-lo, inclinando-se um pouco mais próximo.
— Você não é daqui, né? — Pergunrou, observando bem os traços da mulher, o que deixava ele ainda mais intrigado e curioso. — gosta de Paris? — completou, a mão segurando levemente a taça, mas os olhos fixos nela.
— Não, eu sou brasileira, conhece o Brasil? — respondeu ela, rindo baixinho — E sobre Paris, eu amo, mas acho que gosto mais de me perder pelos lugares que ninguém indica, longe do óbvio.
Ele sorriu, intrigado.
— Então acho que ainda podemos nos perder juntos — disse ele, com aquele toque de travessura na voz que só aparecia quando estava verdadeiramente interessado. arqueou uma sobrancelha, divertida com a audácia sutil do ator.
— Quem disse que eu quero me perder com alguém? — provocou, tomando um gole da bebida, sem desviar o olhar.
— Não é perder, é explorar — retrucou ele, aproximando-se o suficiente para que apenas eles pudessem ouvir, mantendo a discreção no meio da festa. — E garanto que vale a pena.
O ambiente parecia desaparecer ao redor deles. O brilho das luzes, os convidados, a música, tudo se tornava um pano de fundo irrelevante diante da presença da outra pessoa. Cada gesto, cada riso, cada toque acidental ao se aproximarem do bar carregava uma tensão silenciosa.
— Você sempre fala assim com estranhos? — perguntou , meio desafiadora, meio fascinada, ela sabia quem ele era, tanto pelos dramas coreanos, que o fizeram famoso pelo mundo, quanto no mundo da moda, ele era uma cara - linda por sinal - frequente naquele ambiente e ela já tinha o percebido em um ou dois eventos anteriores, é que como os outros ele estava sempre cheio de pessoas, de outros artistas e dos estilistas da marca ao redor, ele parecia aproveitar menos e se conter mais, aquele evento exclusivo, tinha uma quantidade mínima de mídia, então os artistas no geral estavam mais confortáveis.
— Não — respondeu Bogum, com um sorriso genuíno —, só com pessoas que despertam minha atenção.
Ela sorriu de volta, sentindo um calor inesperado crescer dentro de si. Havia algo em sua postura, na forma como olhava para ela, que ia muito além da superfície elegante de ator famoso. Ali, naquele instante, não existia ninguém mais no salão, apenas eles, dois mundos diferentes prestes a se entrelaçar.
A festa seguia seu ritmo, mas para e Bogum parecia que o tempo desacelerava. A música, os risos e os flashes das câmeras tornavam-se apenas um pano de fundo distante. Eles encontraram um canto mais isolado do salão, perto de uma grande janela que dava para a cidade iluminada de Paris.
— Eu não esperava encontrar alguém tão... diferente nesta festa — disse , olhando-o de lado, os olhos brilhando com curiosidade.
— Diferente? — Bo-gum arqueou uma sobrancelha, divertido. — Diferente como?
— Você sabe — ela respondeu, sorrindo de forma enigmática. — Aquele tipo de pessoa que parece… real, mesmo estando cercada por glamour.
Ele se aproximou um pouco, reduzindo a distância entre eles sem perder a elegância.
— Então estou feliz por ter me aproximado e você ter notado isso. — murmurou, e por um instante, o sorriso travesso que aparecia apenas em momentos íntimos surgiu em seu rosto.
sentiu um arrepio, involuntário, mas gostoso. Cada gesto dele parecia medido, mas carregava um magnetismo quase impossível de ignorar.
Eles continuaram conversando, trocando risadas leves, mas o toque ocasional de mãos ou braços, mesmo que casual, fazia o ar entre eles ficar mais pesado, carregado de desejo contido. Bogum encostou-se suavemente ao parapeito da janela, e inclinou-se um pouco, os olhares se encontrando e mantendo uma tensão silenciosa.
—Você gosta de festas assim? — perguntou ele, observando o movimento da cidade à noite.
— Gosto do que posso observar e do fato de conseguir contatos para fazer o meu trabalho e pagar os boletos — respondeu ela, a voz baixa dando uma risada suave. — Mas acho que prefiro momentos como este… mais privados.
Ele sorriu, entendendo a indireta.
— Concordo. — Bogum se inclinou um pouco mais, a voz quase um sussurro —. Momentos onde ninguém mais importa.
O contato visual tornou-se mais intenso, e os sorrisos leves começaram a se transformar em algo mais profundo. percebeu que cada gesto dele parecia dizer o que as palavras ainda não ousavam.
— Sabe — começou ela, brincando, mas com uma pontada de expectativa —, você tem um jeito de fazer qualquer pessoa esquecer que está cercada por centenas de olhares.
— É um talento que tenho — respondeu ele, aproximando o rosto do dela o suficiente para que ela sentisse o calor dele, mas ainda mantendo aquele ar de mistério que a deixava ansiosa por mais.
O tempo parecia escorrer entre eles, a festa terminando lentamente, mas ninguém se afastava. Cada momento era carregado de antecipação, cada sorriso e cada toque leve preparando o terreno para algo mais intenso, algo que só aconteceria a portas fechadas.
—Talvez… — murmurou , baixinho, quase inaudível —, possamos continuar essa conversa em outro lugar?
Bogum sorriu, entendendo a sugestão sem necessidade de palavras. O olhar dele era firme, confiante, mas ainda carregava aquele charme de príncipe que o mundo conhecia. Um príncipe que, naquele momento, parecia prestes a se transformar completamente na presença dela.
O elevador subia em silêncio, o único som era o leve zumbido do motor. No espaço reduzido, os dedos de Bo-gum roçaram de leve nos de — um toque quase inocente, mas que incendiou os nervos dela como se fosse uma faísca lançada sobre pólvora. Ele mantinha a postura impecável, o ar de príncipe que todos conheciam, mas seus olhos… ah, aqueles olhos denunciavam algo muito mais profundo. Não havia nada de dócil ali, apenas uma chama ardente, crua, prestes a se soltar.
Quando a porta do quarto do hotel se fechou atrás de , o coração dela já batia como um tambor. O ambiente, elegante e minimalista, parecia pequeno demais para conter a tensão que vibrava entre eles. A luz suave do abajur criava sombras que desenhavam seus corpos, transformando o espaço em um refúgio íntimo, quase secreto.
Bo-gum deu um passo à frente, e o calor que emanava de sua presença fez prender o ar. O sorriso gentil, o mesmo que derretia multidões, cedeu espaço a algo mais denso, intenso, quase predatório.
— Então… — murmurou ela, a voz falhando ao tentar soar firme — … é aqui que tudo acontece?
— Aqui — respondeu ele, o timbre baixo e firme, carregado de desejo contido. — E eu prometo… você vai gostar do que está por vir.
Antes que pudesse formular uma resposta, os lábios dele tomaram os dela. O beijo começou suave, investigativo, mas logo se aprofundou, urgente, como se ele tivesse esperado tempo demais para finalmente tocá-la assim. Cada movimento era um convite, um comando, um pedido e uma rendição ao mesmo tempo.
As mãos dele deslizaram por suas costas, firmes, trazendo-a para mais perto, encaixando o corpo dela ao seu como se fossem feitos para se moldar. sentiu, então, a diferença brutal entre o Bo-gum das telas e o homem diante dela. O ator era luz, sorrisos e encanto. O homem, agora, era fogo — intenso, seguro, faminto.
— Você é… — sussurrou ela, entre beijos, sem fôlego — … tão diferente do que eu imaginava.
— E você… — murmurou ele contra o pescoço dela, a respiração quente arrepiando sua pele — … desperta em mim algo que não consigo controlar.
O quarto parecia encolher a cada beijo, a cada toque, a cada respiração entrecortada. O ar carregado de perfume e desejo, o calor dos corpos, o som abafado dos suspiros — tudo conspirava para que a realidade lá fora desaparecesse.
Bogum segurou o rosto dela entre as mãos, os polegares acariciando sua pele delicadamente, contrastando com a intensidade que vibrava em seu corpo. Seus olhos se fixaram nos dela, escuros, vulneráveis e famintos ao mesmo tempo.
— Com você… — sussurrou, a voz grave e confessional — … eu posso ser tudo o que o mundo nunca me permite mostrar.
As palavras dele ficaram presas na mente de , latejando junto ao coração acelerado. Bo-gum ainda a segurava pelo rosto, os olhos cravados nos dela, a respiração quente preenchendo o espaço entre seus corpos.
mal teve tempo de responder antes que ele a puxasse com firmeza, colando seus lábios nos dela em um beijo voraz, faminto, que não deixava espaço para dúvidas.
Ele a guiou até a cama, o corpo dele pressionando o dela contra os lençois frios e impecavelmente esticados. A sensação do contraste entre o tecido gelado e o calor da pele em chamas arrancou dela um suspiro que ele fez questão de saborear com outro beijo profundo.
As mãos de Bo-gum exploravam-na sem hesitar — deslizando pela cintura, apertando suas coxas, subindo sob a blusa como se cada segundo fosse precioso demais para desperdiçar. Em um gesto firme, ergueu o tecido até arrancá-lo por completo, deixando-a apenas de lingerie. Os olhos dele percorreram cada detalhe do corpo exposto, e o sorriso suave, conhecido por milhões, se transformou em algo escuro e carregado de desejo.
— Linda… — murmurou, quase um gemido, antes de baixar a cabeça e mordiscar lentamente a curva do pescoço dela.
O toque dos lábios descendo pelo colo a fez arquear as costas, entregando-se ao ritmo que ele ditava. Com destreza, abriu o fecho do sutiã, deixando os seios livres para serem tomados pelas mãos e pela boca dele, que alternava beijos e sucções provocantes. gemeu, puxando os cabelos dele com força, implorando silenciosamente por mais.
— Você não faz ideia do que está despertando em mim… — ele disse, a voz grave, vibrando contra a pele sensível dela.
As calças de Bo-gum foram abandonadas às pressas, e o peso dele sobre ela deixava claro o quanto já a desejava. , tomada pela mesma urgência, puxou-o ainda mais contra si, sentindo a ereção dele roçar por cima da calcinha fina que já estava completamente úmida. A fricção arrancou gemidos entrecortados dos dois, aumentando ainda mais a tensão no ar.
Em um movimento ágil, ele se livrou da última peça que a cobria, e seus dedos logo deslizaram entre suas pernas, explorando a umidade que já se acumulava ali. arqueou, mordendo os lábios, enquanto ele a tocava com precisão, provocando-a com movimentos lentos e depois mais rápidos, até que ela quase implorasse para que a penetrasse.
— Bo-gum… por favor… — a voz dela saiu trêmula, carregada de desejo.
Ele sorriu, aquele sorriso malicioso e perigoso que ninguém jamais imaginaria ver no príncipe das telas, e posicionou-se entre suas pernas. A penetração foi profunda, intensa desde o primeiro instante, fazendo-a agarrar os lençóis com força e soltar um gemido alto, sem controle.
O ritmo começou compassado, provocador, mas logo se tornou mais urgente, cada investida carregada de fome, como se ele quisesse marcar na pele dela a diferença entre o homem público e o homem real. Seus corpos se chocavam em perfeita sincronia, o quarto preenchido apenas pelo som das respirações ofegantes, dos gemidos e do impacto ritmado de seus corpos.
Bo-gum a puxou pelas pernas, mudando de posição para penetrá-la ainda mais fundo, arrancando dela sons que ela nem sabia que era capaz de emitir. O suor escorria pela testa dele, caindo sobre a pele quente dela, enquanto suas bocas se encontravam em beijos desesperados, molhados, quase brutais.
— Você é minha agora… — ele arfou contra os lábios dela, o tom possessivo e ao mesmo tempo suplicante.
cravou as unhas nas costas dele, o prazer subindo em ondas intensas até que o clímax a dominou por completo, fazendo seu corpo estremecer sob o dele. Bo-gum a seguiu logo depois, enterrando-se fundo uma última vez antes de perder o controle, gemendo o nome dela enquanto se deixava levar pelo êxtase.
Eles ficaram ali, colados, corpos ainda pulsando de prazer, o silêncio preenchido apenas pelas respirações descompassadas. Bo-gum a olhou, os traços suavizados de novo, e acariciou os cabelos dela com ternura, como se quisesse mostrar que, além de toda a intensidade, havia também uma devoção escondida.
— Com você… eu posso ser real. — murmurou, antes de beijá-la novamente, agora com doçura.
Fim
Nota da autora: Olá Jiniers, como estamos? Ai ai eu nem ia participar dessa att, mas vocês sabem do meu espírito obsessor por projetinhos do site e aqui estou eu, Eu to na minha era artores coreanos e o Bogunzinho não ficaria de fora, porque eu estou e sou obcecada por esse homem. Espero que goste e não esquece de comentar, ok?
ps: Se quiser conhecer mais fanfics minhas vou deixar aqui embaixo minha página de autora no site e as minhas redes sociais, estou sempre interagindo por lá e você também consegue acesso a toda a minha lista de histórias atualizada clicando AQUI.
AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.
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AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.
