Capítulo Único
Dohwan fechou a porta devagar, deixando o peso do dia para trás — as reuniões intermináveis com produtores, as conversas sobre roteiros e cronogramas. A semana vinha sendo intensa, os preparativos para o um novo drama sempre era aquela loucura, ele amava, mas era mesmo exaustivo.
O apartamento estava silencioso, exceto pelo leve som de música que vinha da sala de jantar. Ele franziu a testa, curioso, mas o ar carregado de algo diferente já denunciava que não estava sozinho.
Ao dar mais alguns passos, parou.
Ali, sentada à mesa de jantar como se fosse uma cena cuidadosamente arquitetada, estava ela, , sua namorada, a estrangeira que ele conheceu em uma festa, que estava no país para estudar relações internacionais e que agora tomava conta não só dos seus dias, como do seu coração. A pele iluminada pela luz suave do lustre, o contraste da lingerie preta rendada contra cada curva do corpo. Uma taça de vinho ao lado, um livro aberto em suas mãos. Ela ergueu o olhar devagar, como quem já o esperava há horas, e sorriu de forma lenta, provocadora.
— Finalmente em casa — disse , a voz baixa, carregada de intenção. — Estava com saudades. — Ela abriu um sorriso lindo, aquele que ele amava ver.
Dohwan inspirou fundo, sentindo um calor imediato percorrer-lhe o corpo. As palavras ficaram presas na garganta por alguns segundos, porque a visão à sua frente era mais tentadora do que qualquer fala ensaiada em um roteiro.
— E… por que exatamente você está assim? — perguntou, a voz grave, arrastada, enquanto caminhava até ela, sem desviar o olhar.
Ela apoiou o livro na mesa e deslizou a taça entre os dedos. Um gole lento, os olhos fixos nele.
— Você não gostou? — Perguntou provocando e estalando a língua. — Estou com calor … — emendou, com um sorriso travesso, como se fosse a coisa mais natural do mundo estar praticamente nua na sala dele. — E achei que seria uma boa forma de esperar por você.
Dohwan riu baixo, incrédulo, enquanto se aproximava. As mãos dele tocaram de leve a madeira da mesa, o corpo inclinado para frente, bem próximo ao dela. O perfume dela misturava-se ao vinho, criando uma atmosfera quase intoxicante.
— Eu amei. — Ele lambeu os lábios. — Você não tem ideia do que está fazendo comigo agora — murmurou, a voz rouca.
Ela se inclinou para frente também, os lábios quase encostando nos dele.
— Tenho, sim… — sussurrou, deixando o silêncio e a tensão falarem mais alto que qualquer palavra.
O ambiente parecia encolher.
Dohwan a encarava, o maxilar tenso, como se tentasse controlar o desejo que crescia a cada segundo. Mas já era inútil. Em um movimento rápido, ele fechou o livro que ainda estava nas mãos dela e o deixou de lado, sem desviar os olhos.
— Você veio para me provocar, não foi? — murmurou, a voz baixa e carregada de desejo.
— Talvez… ou talvez só tenha vindo porque precisava de você. — Ela arqueou uma sobrancelha, provocante.
Dohwan deslizou os dedos pela taça de vinho, empurrando-a para longe, até não restar nada entre eles. Depois, as mãos firmes agarraram a cintura dela, sentando-a em cima da mesa. O choque do corpo dela contra o dele fez o ar preso em sua garganta escapar em um suspiro audível.
— Então vai ter que aguentar as consequências — sussurrou ele, antes de colar os lábios nos dela.
O beijo começou intenso, urgente, como se ele quisesse recuperar cada minuto que esteve longe. As mãos dele exploravam a pele exposta sob a lingerie rendada, sentindo o calor que ela dizia ter. Ela arqueou o corpo contra ele, deixando escapar um gemido baixo, incentivando-o.
A boca dele percorreu a linha do maxilar dela até o pescoço, mordendo de leve, como quem queria marcar território. Uma das mãos deslizou pela coxa dela, subindo lentamente, até segurar firme sua perna e erguê-la para apoiar em sua própria cintura.
— Dohwan… — suspirou, a voz arrastada, cheia de desejo.
— Diga que sentiu minha falta — exigiu, os lábios roçando nos dela novamente.
— Senti… mais do que você imagina.
Ele sorriu de canto, satisfeito, antes de puxar o laço delicado da lingerie, fazendo o tecido deslizar sem pressa por sua pele. O barulho da renda sendo afastada parecia ecoar no silêncio carregado de tensão.
— Linda… só minha. — Ele lambeu os labios mais uma vez, enquanto a admirava.
A resposta dela veio em um beijo faminto, puxando-o para mais perto, até que ele já não pensava em nada além do calor dos corpos, do vinho esquecido na mesa e da forma como ela se entregava a ele sem reservas.
Dohwan a beijava com urgência, como se cada segundo longe dela tivesse sido um castigo. A boca de se moldava à dele, quente, faminta, enquanto suas mãos deslizam pelas costas dele, puxando-o para mais perto, subindo a blusa dele de leve, para que ele entendesse a intenção dela com aquele carinho.
Ele afastou os lábios apenas o suficiente para encarar os olhos dela — intensos, brilhando à luz suave do lustre.
— Você sabe o quanto me torturou com a saudade, não sabe? — ela sussurrou, a respiração já pesada.
— Eu também sofri, mas por como te encontrei hoje, acho até que o sofrimento valeu a pena. — Ele sorriu provocativo e sustentou um olhar de tesão e desejo. Um suspiro rouco escapou da garganta dele. Dohwan não resistiu mais: puxou o corpo dela de vez para a beira da mesa, espalhando o que estava sobre ela sem se importar. O vinho quase tombou, o livro caiu no chão, mas nada importava além da pele quente de contra a sua. Aproveitou para se despir também e voltou à posição inicial.
Ele percorreu o colo dela com beijos quentes, descendo pela curva dos seios ainda cobertos pela renda. Com movimentos lentos, os dedos dele desfizeram os últimos detalhes da lingerie, deixando-a exposta, vulnerável e, ao mesmo tempo, mais confiante do que nunca.
— Tão gostosa… — murmurou, a voz rouca, antes de abocanhar um dos seios dela, sugando e mordendo de leve. arqueou o corpo, os dedos cravando nos ombros dele.
— Dohwan… — gemeu, a voz embargada de prazer.
As mãos dele desceram por suas coxas, separando-as com firmeza. Ele a observava, respirando fundo, como se quisesse gravar aquela visão para sempre. Então, sem demora, deslizou os dedos por sua intimidade já molhada, arrancando um gemido mais alto dela, retirou os dedos e os enfiou na boca, sentindo o gosto do tesão dela, e antes de retornar os dedos para lá, abriu um sorriso sacana.
— Já pronta para mim… — ele provocou, aproximando o rosto do dela.
— Eu estou sempre pronta para você — respondeu sem hesitar, puxando-o pelo pescoço para mais um beijo profundo. Para sentir seu gosto enquanto os dedos dele trabalhavam em movimentos de vai e vem, de maneira rápida e frenética.
Quando o ar faltou, ele parou tanto com o beijo, quanto com os movimentos dos dedos. E voltou a sorrir. estava ofegante e deliciosa na sua visão. Não demorou muito até que voltassem a se beijar.
Em um movimento decidido, Dohwan a penetrou de uma só vez, fazendo-a arfar contra seus lábios. A sensação de preenchimento fez soltar um gemido agudo, agarrando-se ao corpo dele com força.
Ele se moveu ritmado, firme, o som dos corpos se chocando ecoando no ambiente junto com os gemidos dela. arranhava as costas dele, incentivando-o a ir mais fundo, mais rápido.
— Droga, … você vai me enlouquecer — ele arfou, enterrando o rosto no pescoço dela enquanto acelerava os movimentos.
Ela, perdida no prazer, só conseguia gemer o nome dele, os olhos semicerrados, a boca entreaberta.
O ritmo foi aumentando até que os dois já não conseguiam conter os sons que escapavam. O corpo dela tremia contra o dele, e explodiu em prazer primeiro, gemendo alto, sentindo cada onda de prazer percorrer seu corpo. Dohwan a seguiu logo em seguida, enterrando-se fundo dentro dela, os gemidos roucos se misturando ao dela até que os dois se rendessem ao ápice juntos.
Ofegante, ele apoiou a testa na dela, ainda dentro dela, como se não conseguisse deixá-la ir.
— Nunca mais me torture assim… — murmurou, sorrindo entre respirações pesadas.
riu baixo, ainda sem fôlego, passando os dedos pelos cabelos úmidos dele. — Não prometo nada.
Dohwan a beijou de novo, dessa vez devagar, como quem queria prolongar aquele momento para sempre.
O apartamento estava silencioso, exceto pelo leve som de música que vinha da sala de jantar. Ele franziu a testa, curioso, mas o ar carregado de algo diferente já denunciava que não estava sozinho.
Ao dar mais alguns passos, parou.
Ali, sentada à mesa de jantar como se fosse uma cena cuidadosamente arquitetada, estava ela, , sua namorada, a estrangeira que ele conheceu em uma festa, que estava no país para estudar relações internacionais e que agora tomava conta não só dos seus dias, como do seu coração. A pele iluminada pela luz suave do lustre, o contraste da lingerie preta rendada contra cada curva do corpo. Uma taça de vinho ao lado, um livro aberto em suas mãos. Ela ergueu o olhar devagar, como quem já o esperava há horas, e sorriu de forma lenta, provocadora.
— Finalmente em casa — disse , a voz baixa, carregada de intenção. — Estava com saudades. — Ela abriu um sorriso lindo, aquele que ele amava ver.
Dohwan inspirou fundo, sentindo um calor imediato percorrer-lhe o corpo. As palavras ficaram presas na garganta por alguns segundos, porque a visão à sua frente era mais tentadora do que qualquer fala ensaiada em um roteiro.
— E… por que exatamente você está assim? — perguntou, a voz grave, arrastada, enquanto caminhava até ela, sem desviar o olhar.
Ela apoiou o livro na mesa e deslizou a taça entre os dedos. Um gole lento, os olhos fixos nele.
— Você não gostou? — Perguntou provocando e estalando a língua. — Estou com calor … — emendou, com um sorriso travesso, como se fosse a coisa mais natural do mundo estar praticamente nua na sala dele. — E achei que seria uma boa forma de esperar por você.
Dohwan riu baixo, incrédulo, enquanto se aproximava. As mãos dele tocaram de leve a madeira da mesa, o corpo inclinado para frente, bem próximo ao dela. O perfume dela misturava-se ao vinho, criando uma atmosfera quase intoxicante.
— Eu amei. — Ele lambeu os lábios. — Você não tem ideia do que está fazendo comigo agora — murmurou, a voz rouca.
Ela se inclinou para frente também, os lábios quase encostando nos dele.
— Tenho, sim… — sussurrou, deixando o silêncio e a tensão falarem mais alto que qualquer palavra.
O ambiente parecia encolher.
Dohwan a encarava, o maxilar tenso, como se tentasse controlar o desejo que crescia a cada segundo. Mas já era inútil. Em um movimento rápido, ele fechou o livro que ainda estava nas mãos dela e o deixou de lado, sem desviar os olhos.
— Você veio para me provocar, não foi? — murmurou, a voz baixa e carregada de desejo.
— Talvez… ou talvez só tenha vindo porque precisava de você. — Ela arqueou uma sobrancelha, provocante.
Dohwan deslizou os dedos pela taça de vinho, empurrando-a para longe, até não restar nada entre eles. Depois, as mãos firmes agarraram a cintura dela, sentando-a em cima da mesa. O choque do corpo dela contra o dele fez o ar preso em sua garganta escapar em um suspiro audível.
— Então vai ter que aguentar as consequências — sussurrou ele, antes de colar os lábios nos dela.
O beijo começou intenso, urgente, como se ele quisesse recuperar cada minuto que esteve longe. As mãos dele exploravam a pele exposta sob a lingerie rendada, sentindo o calor que ela dizia ter. Ela arqueou o corpo contra ele, deixando escapar um gemido baixo, incentivando-o.
A boca dele percorreu a linha do maxilar dela até o pescoço, mordendo de leve, como quem queria marcar território. Uma das mãos deslizou pela coxa dela, subindo lentamente, até segurar firme sua perna e erguê-la para apoiar em sua própria cintura.
— Dohwan… — suspirou, a voz arrastada, cheia de desejo.
— Diga que sentiu minha falta — exigiu, os lábios roçando nos dela novamente.
— Senti… mais do que você imagina.
Ele sorriu de canto, satisfeito, antes de puxar o laço delicado da lingerie, fazendo o tecido deslizar sem pressa por sua pele. O barulho da renda sendo afastada parecia ecoar no silêncio carregado de tensão.
— Linda… só minha. — Ele lambeu os labios mais uma vez, enquanto a admirava.
A resposta dela veio em um beijo faminto, puxando-o para mais perto, até que ele já não pensava em nada além do calor dos corpos, do vinho esquecido na mesa e da forma como ela se entregava a ele sem reservas.
Dohwan a beijava com urgência, como se cada segundo longe dela tivesse sido um castigo. A boca de se moldava à dele, quente, faminta, enquanto suas mãos deslizam pelas costas dele, puxando-o para mais perto, subindo a blusa dele de leve, para que ele entendesse a intenção dela com aquele carinho.
Ele afastou os lábios apenas o suficiente para encarar os olhos dela — intensos, brilhando à luz suave do lustre.
— Você sabe o quanto me torturou com a saudade, não sabe? — ela sussurrou, a respiração já pesada.
— Eu também sofri, mas por como te encontrei hoje, acho até que o sofrimento valeu a pena. — Ele sorriu provocativo e sustentou um olhar de tesão e desejo. Um suspiro rouco escapou da garganta dele. Dohwan não resistiu mais: puxou o corpo dela de vez para a beira da mesa, espalhando o que estava sobre ela sem se importar. O vinho quase tombou, o livro caiu no chão, mas nada importava além da pele quente de contra a sua. Aproveitou para se despir também e voltou à posição inicial.
Ele percorreu o colo dela com beijos quentes, descendo pela curva dos seios ainda cobertos pela renda. Com movimentos lentos, os dedos dele desfizeram os últimos detalhes da lingerie, deixando-a exposta, vulnerável e, ao mesmo tempo, mais confiante do que nunca.
— Tão gostosa… — murmurou, a voz rouca, antes de abocanhar um dos seios dela, sugando e mordendo de leve. arqueou o corpo, os dedos cravando nos ombros dele.
— Dohwan… — gemeu, a voz embargada de prazer.
As mãos dele desceram por suas coxas, separando-as com firmeza. Ele a observava, respirando fundo, como se quisesse gravar aquela visão para sempre. Então, sem demora, deslizou os dedos por sua intimidade já molhada, arrancando um gemido mais alto dela, retirou os dedos e os enfiou na boca, sentindo o gosto do tesão dela, e antes de retornar os dedos para lá, abriu um sorriso sacana.
— Já pronta para mim… — ele provocou, aproximando o rosto do dela.
— Eu estou sempre pronta para você — respondeu sem hesitar, puxando-o pelo pescoço para mais um beijo profundo. Para sentir seu gosto enquanto os dedos dele trabalhavam em movimentos de vai e vem, de maneira rápida e frenética.
Quando o ar faltou, ele parou tanto com o beijo, quanto com os movimentos dos dedos. E voltou a sorrir. estava ofegante e deliciosa na sua visão. Não demorou muito até que voltassem a se beijar.
Em um movimento decidido, Dohwan a penetrou de uma só vez, fazendo-a arfar contra seus lábios. A sensação de preenchimento fez soltar um gemido agudo, agarrando-se ao corpo dele com força.
Ele se moveu ritmado, firme, o som dos corpos se chocando ecoando no ambiente junto com os gemidos dela. arranhava as costas dele, incentivando-o a ir mais fundo, mais rápido.
— Droga, … você vai me enlouquecer — ele arfou, enterrando o rosto no pescoço dela enquanto acelerava os movimentos.
Ela, perdida no prazer, só conseguia gemer o nome dele, os olhos semicerrados, a boca entreaberta.
O ritmo foi aumentando até que os dois já não conseguiam conter os sons que escapavam. O corpo dela tremia contra o dele, e explodiu em prazer primeiro, gemendo alto, sentindo cada onda de prazer percorrer seu corpo. Dohwan a seguiu logo em seguida, enterrando-se fundo dentro dela, os gemidos roucos se misturando ao dela até que os dois se rendessem ao ápice juntos.
Ofegante, ele apoiou a testa na dela, ainda dentro dela, como se não conseguisse deixá-la ir.
— Nunca mais me torture assim… — murmurou, sorrindo entre respirações pesadas.
riu baixo, ainda sem fôlego, passando os dedos pelos cabelos úmidos dele. — Não prometo nada.
Dohwan a beijou de novo, dessa vez devagar, como quem queria prolongar aquele momento para sempre.
Fim
Nota da autora: Olá Jiniers, como estamos? Ai ai eu nem ia participar dessa att, mas vocês sabem do meu espírito obsessor por projetinhos do site e aqui estou eu, Tirem os olhos do meu namorado, eu escrevi com ele mas tenho ciumes kkkkkk. Espero que goste e não esquece de comentar, ok?
ps: Se quiser conhecer mais fanfics minhas vou deixar aqui embaixo minha página de autora no site e as minhas redes sociais, estou sempre interagindo por lá e você também consegue acesso a toda a minha lista de histórias atualizada clicando AQUI.
AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.
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AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.
