09/2025

Capítulo Único

O grande auditório estava tomado por uma energia elétrica. Fãs gritavam e agitavam lightsticks coloridos, segurando cartazes e sorrisos que refletiam a empolgação do momento. Jung Haein subia ao palco, com aquele sorriso encantador e a presença que fazia corações dispararem instantaneamente. Era seu primeiro fansign no Brasil, e ele podia sentir cada olhar, cada suspiro vindo da plateia.
Enquanto cumprimentava os fãs e distribuía autógrafos, seu olhar encontrou um em particular. Uma fã de cabelos castanho-escuros, sorriso tímido e olhos que brilhavam com uma mistura de nervosismo e admiração. Ele sentiu algo diferente, um puxão inesperado que ia além do que ele sentia por qualquer fã.
— Alguém pode pedir para ela esperar mais um pouco antes de sair? — murmurou ele para o assistente ao lado, quase sem acreditar que estava fazendo aquilo. O assistente assentiu rapidamente, pegando o contato da fã e prometendo que ela ficaria por alguns minutos a mais.
Enquanto o público continuava animado, foi discretamente guiada até o camarim de Haein. O lugar estava silencioso, iluminado apenas por luzes suaves que destacavam o charme do espaço. Ele a recebeu com um sorriso caloroso, que fez o coração dela acelerar imediatamente.
— Oi… eu sou… — ela começou, mas ele interrompeu com um gesto gentil, mas seguro.
— Jung Haein. Não precisa se apresentar agora. — sua voz era baixa, firme, quase íntima. — Eu queria falar com você antes que fosse embora.
A proximidade dos dois fazia o ar parecer mais denso, carregado de algo que nenhum dos dois conseguia ignorar. Conversaram sobre a viagem dele ao Brasil, sobre os fãs, e sobre pequenas curiosidades da vida de cada um. Mas, a cada risada, a cada toque acidental de mãos, a tensão entre eles só aumentava.
Num instante, sem planejar, sem perceber exatamente como, estavam tão próximos que o contato parecia inevitável. O espaço entre eles desapareceu, e o que começou como olhares curiosos se transformou em algo muito mais intenso…
O camarim era pequeno, mas acolhedor, com luzes suaves que projetavam sombras delicadas nas paredes. Haein estava encostado na mesa, observando com aquele olhar que parecia decifrar cada emoção dela antes mesmo que ela percebesse. Ela sentiu a temperatura do corpo subir, o coração batendo mais rápido a cada segundo.
—Pode se sentar aqui — disse ele, apontando para a poltrona em frente à mesa. A voz dele era baixa, rouca, e carregada de algo que fazia cada palavra pesar mais do que deveria. hesitou por um instante, mas cedeu, sentindo o toque do assento nos dedos e o calor da proximidade dele quase a sufocando de forma deliciosa.
Ele se inclinou levemente, pegando um objeto que ela tinha trazido, e seus dedos tocaram os dela por um instante, apenas um toque sutil, mas suficiente para enviar arrepios por todo o corpo dela. engoliu seco, tentando não demonstrar o efeito que aquilo causava.
—Então… você gosta do Brasil? — ele perguntou, tentando soar casual, mas o jeito como ele a olhava fazia a pergunta parecer muito mais íntima do que qualquer conversa de fã poderia ser.
—Sim… é incrível — respondeu ela, sentindo a voz falhar quando ele manteve o olhar firme sobre ela, como se pudesse enxergar cada pensamento dela.
A cada risada que compartilhavam, Haein se aproximava um pouco mais, diminuindo a distância entre eles. sentiu a respiração dele misturar-se à sua, o cheiro dele, levemente adocicado, invadindo seus sentidos. Quando ele passou a mão por cima de uma mecha de cabelo que caíra sobre o rosto dela, o toque foi suave, mas impossível de ignorar.
—Você tem um sorriso… que é difícil de esquecer — murmurou ele, quase um sussurro, e sentiu um calor subir às faces.
O silêncio caiu sobre eles por um instante, mas não era um silêncio vazio. Cada movimento parecia amplificado: o leve tremor da mão dela ao tocar a poltrona, o jeito que ele se inclinava para frente, aproximando os ombros, o contato ocasional das pernas, tão próximo que parecia acidental, mas ninguém ousaria chamá-lo assim.
Quando ele finalmente encostou o rosto mais perto do dela, sentiu que o tempo desacelerou. Cada batida do coração parecia sincronizada com a respiração dele. Seus olhos se encontraram, e naquele instante, a tensão entre eles era palpável, quase elétrica.
Um gesto natural levou Haein a tocar os lábios dela de forma breve, primeiro com hesitação, depois com certeza. correspondia, hesitando apenas por um instante, antes de se render àquele toque que parecia roubar toda a consciência e o mundo ao redor.
O camarim, silencioso e iluminado por uma luz amena, se tornou o cenário de algo mais profundo do que simples atração. Cada movimento, cada toque e cada olhar construíam uma conexão intensa, íntima, quase proibida, deixando ambos conscientes de que nada seria mais como antes.
O ar no camarim parecia mais denso do que o normal, carregado de algo que os dois não conseguiam nomear. Cada passo de Haein em direção a era medido, deliberado, e ainda assim natural, como se fosse impossível não se aproximar dela. Ela sentiu o calor dele antes mesmo de perceber que estava prestes a acontecer algo.
Quando ele se inclinou para pegar algo na mesa, a mão dele tocou a dela de forma leve, quase acidental. sentiu um arrepio percorrer todo o corpo, um choque gostoso que a deixou sem palavras. O olhar dele a mantinha presa, profunda e intensamente, como se cada gesto dela fosse importante demais para ser ignorado.
—Você… é diferente de tudo que eu já vi — murmurou Haein, a voz baixa, carregada de uma sinceridade quase dolorosa. sentiu o rosto esquentar e desviou o olhar por um instante, apenas para perceber que ele estava tão próximo que podia sentir a respiração dele sobre sua pele.
Ele se inclinou ainda mais, e o espaço entre eles desapareceu. O toque do braço dele na poltrona, o leve encostar do corpo no dela, a mão que passou suavemente pelo cabelo, tudo parecia amplificar o efeito que tinham um sobre o outro. Cada gesto era carregado de intenção, de uma atração silenciosa que crescia a cada segundo.
Quando finalmente seus lábios se tocaram, foi um choque de calor e eletricidade. fechou os olhos, absorvendo o momento, cada respiração, cada toque, cada detalhe dele. O beijo começou suave, curioso, mas logo se tornou mais intenso, como se ambos precisassem sentir a presença do outro de forma completa.
O camarim, pequeno e silencioso, tornou-se um mundo à parte, onde a tensão e a intimidade podiam existir sem limites. Cada gesto, cada toque, cada olhar prolongado criava uma conexão que ia além do que qualquer palavra poderia explicar. E ali, naquele instante, e Haein descobriram algo inevitável: estavam completamente tomados pelo desejo de se aproximar, de se sentir, de existir apenas um para o outro.
O beijo que começou suave logo se transformou em algo voraz, urgente, como se ambos tivessem esperado tempo demais por aquele momento. Haein segurou firme a cintura de e a puxou contra si, fazendo-a sentir a ereção latejante pressionando o corpo dela. O choque de realidade fez o coração dela disparar ainda mais — estavam no camarim, podiam ser descobertos, mas nada parecia forte o suficiente para quebrar aquele desejo.
Ele a girou com firmeza, encostando-a contra a mesa. As mãos deslizaram pelas curvas dela com avidez, explorando cada centímetro como se não tivesse tempo a perder. arfou quando os lábios dele desceram por seu pescoço, mordiscando e chupando, deixando marcas quentes na pele delicada.
— Você não faz ideia do quanto eu te desejei desde o primeiro olhar… — murmurou contra a pele dela, a voz rouca, carregada de fome.
gemeu baixinho, puxando os cabelos dele com os dedos, incentivando-o. A respiração dela já estava acelerada quando sentiu as mãos dele se infiltrarem por baixo da saia, subindo pela pele nua até alcançarem sua calcinha. Ele não hesitou — afastou o tecido com os dedos e deslizou um deles pelo sexo dela, já úmido e quente.
Ela arfou alto, mordendo o lábio para não soltar o gemido que ameaçava escapar.
— Tão molhada pra mim… — ele sussurrou, com um sorriso satisfeito, pressionando mais forte enquanto a beijava de novo, devorando cada som que ela soltava.
Mas a pressa era maior do que a paciência. Haein desabotoou a própria calça com mãos ávidas, libertando a ereção rígida e pulsante. Sem pensar duas vezes, ergueu pela cintura e a sentou sobre a mesa, abrindo as pernas dela de forma faminta. Os olhos se encontraram por um segundo, e ela assentiu com um olhar ansioso, implorando silenciosamente por mais.
Ele se posicionou e, num único movimento, a penetrou fundo. arqueou o corpo, soltando um gemido abafado contra o ombro dele, agarrando-se à camisa dele com força. O prazer os atingiu como um choque elétrico, fazendo ambos se moverem com urgência, ritmo rápido e intenso, como se o tempo fosse inimigo.
Cada estocada fazia a mesa ranger sob o peso, cada investida mais forte arrancava dela sons que ela tentava, em vão, controlar. Haein gemia baixo em seu ouvido, o som grave e rouco que a deixava ainda mais perto do limite.
— Você é perfeita… — ele arfava, pressionando-a contra si, os corpos suados se chocando sem parar. — Não vou conseguir esquecer isso.
O clímax se aproximava rápido, inevitável. sentia o corpo inteiro tremer, a boca entreaberta em gemidos contidos, enquanto ele acelerava os movimentos, segurando-a com força como se não quisesse soltá-la nunca.
E então, juntos, chegaram ao ápice — ela se desfazendo em ondas de prazer, o corpo arqueando contra o dele, enquanto ele enterrava-se fundo, gemendo seu nome em um tom rouco e intenso.
Por alguns segundos, só existia o som da respiração ofegante dos dois, misturado ao silêncio cúmplice do camarim. Quando finalmente se afastaram, ainda com os corpos trêmulos e sorrisos cúmplices, a realidade voltou a pesar. Mas nada tiraria deles o sabor daquela explosão proibida, rápida e arrebatadora.


Fim



Nota da autora: Olá Jiniers, como estamos? Ai ai eu nem ia participar dessa att, mas vocês sabem do meu espírito obsessor por projetinhos do site e aqui estou eu, eu não fui ao Fanmeeting mas queria muitoo ter realizado o sonho dessa fic kkkkkk. Espero que goste e não esquece de comentar, ok?

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AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.