09/2025

Capítulo Único

O carro deslizava pelas ruas silenciosas de Seul, sob a luz amarelada dos postes, o ronco baixo do motor preenchendo a madrugada. Lee Soo Hyuk segurava o volante com firmeza, mas era o celular na outra mão que prendia toda sua atenção. Hesitou por um instante antes de discar, sabendo que cada toque aproximava-o não apenas da cidade, mas de algo muito mais perigoso: o desejo de sentir perto, de ouvir cada suspiro que apenas ele podia provocar.
… — sua voz grave, lenta, firme, cortou o silêncio. Um arrepio percorreu sua própria espinha ao imaginar o efeito que causaria do outro lado da linha.
— Hyuk… — ela murmurou, trêmula, quase sussurrando. — Eu… estava esperando você ligar.
Mesmo sem vê-la, ele sorriu. O som da respiração dela já fazia seu coração disparar, cada pausa dela era uma provocação silenciosa.
— Hoje é meu dia de folga — disse ele, arrastando cada sílaba, sentindo o efeito que tinha sobre ela — e decidi que vou até você. Não quero esperar mais.
— Você sabe que me enlouquece… só de falar assim. — A voz dela saiu rouca, carregada de expectativa, e ele sentiu um aperto de desejo crescer no peito.
— Eu sei — murmurou ele, o riso grave e contido vibrando no telefone — e gosto disso. Gosto de saber o que posso fazer com você só com palavras.
O carro avançava, cada curva aumentando a antecipação. Soo Hyuk sentia cada vibração do asfalto, cada reflexo nos retrovisores, cada farol refletindo sobre o seu rosto. E, enquanto conduzia, sua mente desenhava cada detalhe do que faria quando finalmente estivesse com ela.
— Me diga… o que você está pensando agora? — provocou ele, deslizando a voz lentamente, deixando cada sílaba carregada de intenção.
Ela engoliu em seco, a respiração saindo mais rápida, quase falhando. Ele podia ouvir o coração dela acelerando através da linha.
— Hyuk… — murmurou, hesitante, tremendo — Eu… você sabe que eu…
— Eu sei — interrompeu, rindo baixo, sentindo o calor subir — você não consegue resistir a mim. E eu também não consigo resistir a você.
A chuva fina começava a cair sobre o para-brisa, pequenas gotas refletindo a luz dos postes, dançando sobre o vidro como se marcassem cada segundo de espera. Cada reflexo parecia arrastar o momento, tornando o desejo deles ainda mais insuportável.
— Eu… estou imaginando você agora — ela sussurrou, quase trêmula — tocando… me provocando…
Um arrepio percorreu Soo Hyuk. Ele inclinou o corpo levemente para frente, segurando o volante com mais firmeza, e respondeu com voz baixa, grave, quase um rosnado:
— Então me diga… onde você quer que eu comece?
Ela gemeu baixo, abafando o som com a mão, mas não conseguiu impedir que o calor subisse em seu corpo.
— Em mim… em todo lugar… agora mesmo… — a voz saiu quase um gemido, o desejo evidente, cada palavra um convite.
— Você é tão perigosa — murmurou ele, mordendo o lábio inferior — e eu adoro isso. Cada palavra sua me deixa mais louco. Mais perto de você.
A voz de Soo Hyuk ecoava pelo telefone, baixa e rouca, cada sílaba carregada de promessa.
… feche os olhos e imagine minhas mãos percorrendo cada curva sua… — murmurou ele, deslizando os dedos pelo próprio peito, sentindo cada músculo tenso, cada arrepio provocado pela simples menção dela. — Está sentindo isso? Cada pensamento seu está me fazendo perder o controle…
— Hyuk… — ela arfou, a mão deslizando entre as próprias pernas, lenta, provocativa — sinto você… me tocando… cada palavra sua me faz mais quente… quero mais…
Ele riu baixo, o som grave preenchendo os ouvidos dela como uma carícia.
— Eu quero ouvir cada gemido seu… cada suspiro… descreve para mim como você está… — ordenou, sentindo a excitação subir em ondas, a respiração curta. — Está quente… molhada… sentindo-se deliciosa só de pensar em mim?
Ela gemeu alto, segurando o celular contra o ouvido, imaginando a mão dele em cada centímetro de seu corpo.
— Sim… — ela sussurrou, os dedos explorando-se com mais urgência. — Estou… me tocando… cada vez mais rápido… pensando em você… Hyuk… me faz perder a cabeça…
Ele arqueou o corpo, sentindo o próprio prazer subir, os dedos deslizando entre si enquanto imaginava o corpo dela, entregue, tremendo sob o toque.
— Eu posso imaginar — murmurou, rouco — cada curva sua, cada gemido, a boca entreaberta, os olhos fechados… me mostrando o quanto está perto de explodir…
— Hyuk… eu… não aguento mais… — ela arfou, segurando o celular como se fosse ele, os dedos deslizando mais fundo, acelerando o ritmo. — Quero você… mesmo assim… mesmo distante…
Ele engoliu em seco, a mão firme no próprio corpo, sentindo a excitação quase insuportável.
— Então me mostra… me conta… descreve cada toque, cada sensação… eu quero sentir cada parte sua, mesmo sem estar aí — sussurrou, a voz baixa, grave, possuindo cada palavra. — Me enlouqueça completamente.
Ela gemeu, palavras e gemidos se misturando, narrando cada movimento, cada arrepio, cada sensação de prazer que o toque imaginado de Hyuk despertava.
— Estou… quase… — ela arfou, a mão tremendo, o corpo inteiro estremecendo — cada toque seu, mesmo na minha mente… é demais… Hyuk… eu…
O som da porta se fechando atrás de Soo Hyuk não era apenas um clique comum; era a promessa de tudo o que eles haviam imaginado durante a ligação. o esperava, corpo ainda aquecido pelos dedos que a provocaram na call, o perfume misturado à excitação, cada curva iluminada pela luz suave do quarto.
— Hyuk… — murmurou ela, a voz ainda trêmula, carregada de expectativa — você finalmente chegou…
Ele não disse nada, apenas a observou por alguns segundos, absorvendo cada detalhe. O vestido leve que ela usava caía pelo corpo, e ele sabia exatamente como cada centímetro dela reagiria ao toque que ele sempre sonhara em dar. Cada curva que ele imaginou agora estava ali, real, ao alcance das mãos.
O quarto estava iluminado apenas por uma luz suave, refletindo sombras que dançavam sobre os corpos de Soo Hyuk e . Cada centímetro dela, que ele havia imaginado durante a sexcall, estava agora diante dele, real e vivo, e ele não perdeu tempo.
… — murmurou ele, a voz rouca, carregada de desejo — cada curva sua… tudo o que imaginei… está ainda melhor do que pensei.
Ela arqueou o corpo, os dedos já deslizando pelo peito dele, provocando arrepio e gemidos que faziam o coração dele disparar.
— Hyuk… eu quero sentir você… agora… cada toque, cada beijo… — ela sussurrou, os olhos brilhando de necessidade, o corpo quente, tremendo de antecipação.
Ele deslizou as mãos por cada curva dela, sentindo o calor subir por sua espinha. Os lábios seguiram o caminho das mãos, do pescoço aos ombros, descendo devagar até os seios, onde provocou gemidos baixos com a boca e língua, alternando mordidas suaves e chupadas precisas.
— Você… me enlouquece — ele murmurou entre beijos, segurando a cintura dela firme, pressionando o corpo contra o dele — cada gemido seu… cada suspiro… é meu agora.
Ela respondeu com urgência, pressionando-se contra ele, explorando cada ponto sensível, cada músculo, cada curva.
— Hyuk… mais… por favor… — gemeu, os dedos percorrendo o peito dele, deslizando pela pele quente, sentindo a ereção dele reagir a cada toque. — Não pare…
Ele riu baixo, rouco, deslizando uma mão por dentro das coxas dela, sentindo a pele quente e úmida, enquanto a outra mão segurava o quadril, controlando o ritmo. Os lábios dele não descansavam, explorando, provocando, fazendo cada gemido dela mais alto, mais urgente.
… você é perfeita… — murmurou, a língua traçando linhas pelo corpo dela, cada toque meticulosamente planejado, cada pressão calculada para fazê-la perder o controle — cada segundo da nossa ligação… cada suspiro seu… estava me deixando louco… agora posso sentir tudo de verdade.
Ela arqueou o corpo, quase sem fôlego, sentindo cada onda de prazer subir, enquanto os dedos dele a exploravam com destreza, provocando cada gemido, cada suspiro.
… — murmurou ele, rouco — você é minha agora. Cada segundo que imaginamos, cada toque que desejamos… tudo está aqui, comigo.
Ela arqueou o corpo, sentindo o calor dele pressionando contra o dela. A mão dele não se limitava mais a explorar curvas; o corpo inteiro o buscava, a ereção erguida pressionando contra o quadril dela, cada movimento um convite silencioso para que ela sentisse o quanto ele precisava dela.
— Hyuk… — ela arfou, deslizando as mãos pelo peito dele, sentindo o músculo duro sob a pele — você… está… tão duro… me tocando assim…
Ele sorriu, pressionando o corpo contra o dela, deixando que a ereção dele se ajustasse ao corpo dela, provocando um arrepio profundo que subiu pelo corpo dela. A boca dele não parava, descendo dos seios ao abdômen, mordendo, lambendo, enquanto uma mão segurava firme a nádega dela, aproximando-a ainda mais.
— Você está pronta para mim, ?
Ela gemeu alto, sentindo a pressão dele, o corpo reagindo automaticamente, cada toque dele enviando ondas de prazer.
— Hyuk… sim… me sinto sua… quero você… agora… — ela arfou, os dedos explorando seu próprio corpo enquanto ele usava o corpo inteiro, pressionando-se contra cada ponto sensível. — Por favor… não pare…
Ele não parou. Cada empurrão do quadril, cada aproximação, cada toque da ereção dele contra a dela intensificava o desejo, transformando o quarto em um espaço de prazer absoluto. A boca dele subia de volta aos seios, mordiscando, sugando, enquanto a mão controlava cada movimento dela, sincronizando o corpo dela ao dele.
— Eu quero sentir você completamente — murmurou, a respiração quente sobre a orelha dela, o corpo pressionado contra o dela — cada gemido seu me enlouquece… cada suspiro é meu para sentir…
— Eu… estou… — ela gemeu alto, tremendo, os dedos deslizando mais fundo — Hyuk… não consigo… não vou aguentar…
Ele a segurou firme, colando o corpo ainda mais ao dela, sussurrando baixinho:
— Eu também… você me enlouqueceu… cada gemido seu, cada toque imaginado… está tudo aqui, agora… comigo…
O ritmo aumentou, as mãos dele percorrendo cada ponto sensível, os lábios atacando cada curva, enquanto respondia com urgência, gemidos e respirações entrecortadas enchendo o quarto. Cada toque, cada fricção, cada sussurro aumentava a intensidade, até que ambos cederam a uma onda de prazer avassaladora, corpos tremendo, gemidos misturados, totalmente entregues um ao outro.
Após o ápice, ainda ofegantes, com sorrisos tortos e corpos colados, Soo Hyuk segurou o rosto dela entre as mãos, os polegares acariciando suavemente as bochechas, e murmurou:
— Eu nunca vou me cansar de você… nem de sentir cada gemido, cada toque, cada segundo que imaginamos…
— Nem eu… — respondeu ela, tremendo ainda, mas sorrindo, sentindo cada centímetro dele contra o corpo dela — agora sei que cada fantasia… cada espera… valeu completamente a pena.
Eles permaneceram assim, colados, ainda sentindo a eletricidade e o calor que a sexcall tinha iniciado, mas agora transformados em realidade, cada toque, cada suspiro, cada beijo, ainda mais intenso e real.



Fim



Nota da autora: Olá Jiniers, como estamos? Ai ai eu nem ia participar dessa att, mas vocês sabem do meu espírito obsessor por projetinhos do site e aqui estou eu, Eu não sei vocês, mas eu estou umida com essa fic kkkkkk. Espero que goste e não esquece de comentar, ok?

ps: Se quiser conhecer mais fanfics minhas vou deixar aqui embaixo minha página de autora no site e as minhas redes sociais, estou sempre interagindo por lá e você também consegue acesso a toda a minha lista de histórias atualizada clicando AQUI.
AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.