O que pode acontecer dentro de uma garagem da Fórmula Um quando as câmeras não estão filmando?
Michael é um piloto estreante, disposto a tudo para mostrar seu potencial e provar seu valor, mas é engolido pela pressão de ser um piloto de Fórmula Um, as cobranças e seus próprios dilemas familiares. Louise é uma veterana no esporte, mas que após anos em clausura, fechada para o mundo depois de uma grande perda, precisa seguir em frente, deixar todo o luto, medo e dor para trás e guiar a escuderia da família de volta aos tempos de glória. Quando a vida e suas dificuldades cotidianas batem à porta, Michael e Louise descobrem que precisam um do outro para que, ele encontre a sabedoria e segurança que precisa e, ela se reencontre consigo mesma e enfim tenha paz.
Esta fanfic pode conter gatilhos emocionais, como:descrições de crises de ansiedade/pânico, violências, uso de álcool e outras drogas, além de conteúdo sexual.


Escrita e revisada por: Carmen
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Prólogo ao 9

- Eu vou vencer e você vai ter que me engolir junto com essa sua empáfia. – Anthony disse e deu um sorriso torto.
- Engolir você? – Louise confirmou se aproximando mais alguns centímetros do piloto e dirigindo a ele um olhar inocente.
- Sim. – Ele respondeu, o ritmo de sua respiração estava completamente descontrolado.
- No final das contas é o que todos querem, não é?

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Capítulos 10 ao 13 part.01

Impossível, pensei. Seria estranho não ver Louise em todas as corridas, não contar com o sorriso educado e com seu humor de aristocrata. Enquanto eu assistia Will receber seu troféu, pensava sobre isso, tentando me acostumar com a ideia de que ela não estaria mais entre nós para que eu a procurasse caso precisasse.

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Capítulos 13 part.02 ao 17

Devagar, abrimos os olhos e algo havia mudado, no olhar dela e talvez no meu também. Como se tivéssemos acabado de nos conhecer, nos vendo pela primeira vez. Ainda estávamos em silêncio, talvez por não sabermos o que dizer ou porque não havia o que ser dito, somente sentir. Afastei nossas testas alguns centímetros, apenas para que fosse possível para mim beijar seu lábios com delicadeza e depois sua testa, demoradamente, como se quisesse transmitir o que sentia através do toque e ela fechou os olhos de novo.

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Capítulo 18 em diante

- Você sabe que eu ainda posso te demitir, não é? – Ela mordeu o interior das bochechas, fingindo estar impaciente. Ah, como ela é adorável, pensei.
- Eu. Tenho. Um contrato. – Enfatizei estalando a língua e ela rolou os olhos. – Não pode me demitir, megera.
- Megera? – Sorriu surpresa. – Você tem quantos anos? Nove?
- Sabe como é...- Projetei o lábio inferior rapidamente, dando de ombros enquanto saia do carro. – É importante manter viva a criança que vive em nós. – Falei e ela balançou a cabeça negativamente, rindo incrédula.
- Existem coisas que você só escuta convivendo com Você .
- E esse é um privilégio que só você pode ter.

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