Capítulo 1
O ronco do motor reverberava pelas paredes de concreto, misturando-se ao tilintar das correntes que sustentavam velhas lâmpadas industriais. O galpão parecia esquecido pelo mundo — ferro enferrujado, cheiro de gasolina e óleo queimado impregnando o ar. Mesmo assim, havia vida: vozes abafadas, risadas nervosas e o arrastar de cadeiras quebravam o silêncio pesado.
desligou o carro e respirou fundo. Até a noite passada, era só mais um corredor de rachas, dirigindo por dinheiro sujo e glória barata. Agora, estava prestes a entrar num mundo onde cada curva podia ser a última.
Um homem alto, de terno amassado e cabelo grisalho, aproximou-se com passos firmes. Sua expressão era cansada, mas os olhos transmitiam alerta absoluto.
— Então, você é o novato. — A voz grave cortou o ar. — Ouvi dizer que dirige como se tivesse nascido atrás de um volante. Aqui, vai precisar disso. Mas entenda uma coisa: nós não somos bandidos comuns.
O silêncio caiu pesado. Ao fundo, cartas batiam em mesas de metal, garrafas tilintavam, risadas surgiam e desapareciam.
— Não matamos por dinheiro fácil. — Ele fez uma pausa, medindo . — Eliminamos quem a justiça esquece. Políticos corruptos, assassinos que continuam impunes… Gente que destrói famílias e crianças. A lei não toca neles. Nós tocamos.
engoliu seco. Nunca havia cruzado uma linha tão definitiva. Parte dele sentiu medo; outra, adrenalina.
Uma gargalhada estourou ao fundo. Em volta de uma mesa iluminada por uma lâmpada solitária, o grupo jogava cartas, bebia e limpava armas com precisão quase ritualística.
E então ele a viu.
— KIG. Sentada numa cadeira giratória, corpo relaxado de maneira insolente. Uma perna cruzada, salto vermelho apoiado na borda da mesa, unhas escuras combinando com a pistola desmontada que girava entre os dedos ágeis.
Os cabelos presos num coque improvisado refletiam a luz, mas o que prendia de verdade eram os olhos: afiados, calculistas, capazes de atravessar qualquer máscara.
O homem ao lado de inclinou-se:
— Essa é ela. A mais letal daqui. Nunca errou um trabalho. O único rastro que deixa… — pausa dramática — é a marca do salto no asfalto.
Ela ergueu os olhos, encontrando os dele. Um sorriso lento se formou nos lábios vermelhos, mistura de provocação e aviso.
— O novato chegou? — a voz cortante. — Espero que saiba dirigir melhor do que encara.
manteve o olhar, respiração controlada.
— Dirigir é a única coisa que eu nunca errei.
O grupo explodiu em risadas, mas KIG permaneceu imóvel, girando a pistola entre os dedos antes de encaixá-la com um estalo seco.
As portas pesadas de ferro se abriram com um rangido. O burburinho cessou. O chefe, ao lado de , caminhou pelo galpão com presença imponente.
— Atenção, pessoal. Quero apresentar o mais novo membro da operação. — Olhar firme. — .
Os olhares se voltaram, curiosos e desconfiados. Alguns sorriram, outros franziram a testa. Ele permaneceu calado, firme, medindo cada reação.
No fundo, KIG observava em silêncio. Corpo relaxado, semblante impenetrável, postura que comandava respeito sem precisar de palavras.
— É a ela que você vai responder. — O chefe apontou discretamente. — KIG. Killin’ it Girl. Sempre na linha de frente. Sempre inteira.
Ela levantou o queixo, sorrindo com ironia, aproximando-se lentamente. Cada passo era calculado, cada gesto transmitia confiança absoluta.
— Então esse é o piloto que sobreviveu ao inferno do asfalto? — murmurou, voz firme, carregada de desafio. — Espero que saiba o que significa dirigir comigo.
não desviou o olhar. — Sei que não corro sozinho. E sei que, se estou aqui, é porque nenhum outro ficou no seu ritmo.
Ela sorriu de canto, quase imperceptível. Lentamente, girou a pistola entre os dedos, encaixando-a novamente.
— Veremos, . — Um desafio e uma promessa simultâneos.
O chefe, observando a tensão entre eles, esboçou um sorriso satisfeito. O jogo só estava começando.
desligou o carro e respirou fundo. Até a noite passada, era só mais um corredor de rachas, dirigindo por dinheiro sujo e glória barata. Agora, estava prestes a entrar num mundo onde cada curva podia ser a última.
Um homem alto, de terno amassado e cabelo grisalho, aproximou-se com passos firmes. Sua expressão era cansada, mas os olhos transmitiam alerta absoluto.
— Então, você é o novato. — A voz grave cortou o ar. — Ouvi dizer que dirige como se tivesse nascido atrás de um volante. Aqui, vai precisar disso. Mas entenda uma coisa: nós não somos bandidos comuns.
O silêncio caiu pesado. Ao fundo, cartas batiam em mesas de metal, garrafas tilintavam, risadas surgiam e desapareciam.
— Não matamos por dinheiro fácil. — Ele fez uma pausa, medindo . — Eliminamos quem a justiça esquece. Políticos corruptos, assassinos que continuam impunes… Gente que destrói famílias e crianças. A lei não toca neles. Nós tocamos.
engoliu seco. Nunca havia cruzado uma linha tão definitiva. Parte dele sentiu medo; outra, adrenalina.
Uma gargalhada estourou ao fundo. Em volta de uma mesa iluminada por uma lâmpada solitária, o grupo jogava cartas, bebia e limpava armas com precisão quase ritualística.
E então ele a viu.
— KIG. Sentada numa cadeira giratória, corpo relaxado de maneira insolente. Uma perna cruzada, salto vermelho apoiado na borda da mesa, unhas escuras combinando com a pistola desmontada que girava entre os dedos ágeis.
Os cabelos presos num coque improvisado refletiam a luz, mas o que prendia de verdade eram os olhos: afiados, calculistas, capazes de atravessar qualquer máscara.
O homem ao lado de inclinou-se:
— Essa é ela. A mais letal daqui. Nunca errou um trabalho. O único rastro que deixa… — pausa dramática — é a marca do salto no asfalto.
Ela ergueu os olhos, encontrando os dele. Um sorriso lento se formou nos lábios vermelhos, mistura de provocação e aviso.
— O novato chegou? — a voz cortante. — Espero que saiba dirigir melhor do que encara.
manteve o olhar, respiração controlada.
— Dirigir é a única coisa que eu nunca errei.
O grupo explodiu em risadas, mas KIG permaneceu imóvel, girando a pistola entre os dedos antes de encaixá-la com um estalo seco.
As portas pesadas de ferro se abriram com um rangido. O burburinho cessou. O chefe, ao lado de , caminhou pelo galpão com presença imponente.
— Atenção, pessoal. Quero apresentar o mais novo membro da operação. — Olhar firme. — .
Os olhares se voltaram, curiosos e desconfiados. Alguns sorriram, outros franziram a testa. Ele permaneceu calado, firme, medindo cada reação.
No fundo, KIG observava em silêncio. Corpo relaxado, semblante impenetrável, postura que comandava respeito sem precisar de palavras.
— É a ela que você vai responder. — O chefe apontou discretamente. — KIG. Killin’ it Girl. Sempre na linha de frente. Sempre inteira.
Ela levantou o queixo, sorrindo com ironia, aproximando-se lentamente. Cada passo era calculado, cada gesto transmitia confiança absoluta.
— Então esse é o piloto que sobreviveu ao inferno do asfalto? — murmurou, voz firme, carregada de desafio. — Espero que saiba o que significa dirigir comigo.
não desviou o olhar. — Sei que não corro sozinho. E sei que, se estou aqui, é porque nenhum outro ficou no seu ritmo.
Ela sorriu de canto, quase imperceptível. Lentamente, girou a pistola entre os dedos, encaixando-a novamente.
— Veremos, . — Um desafio e uma promessa simultâneos.
O chefe, observando a tensão entre eles, esboçou um sorriso satisfeito. O jogo só estava começando.
Capítulo 2
O relógio marcava 1h47 quando o portão do galpão se abriu, revelando a escuridão úmida da madrugada. O ronco dos motores que aguardavam do lado de fora misturava-se ao som distante da cidade — sirenes, pneus, o eco de um mundo que dormia.
vestia uma jaqueta preta simples, o rosto parcialmente coberto pela sombra do capuz. Ao lado dele, KIG fechava uma maleta com o som seco do metal encaixando.
— Nada de música, corredor? — ela perguntou, a voz baixa e cortante, enquanto conferia o pente da pistola. — Achei que pilotos precisassem de trilha sonora pra se sentirem vivos.
— Só preciso do som do motor. — Ele deu um leve sorriso. — E do silêncio de quem confia em mim.
Ela riu com desdém. — Acha que já ganhou minha confiança, novato? — Não. — Ele abriu a porta do carro. — Mas você vai me dever uma depois de hoje.
— Veremos. — Ela ergueu uma sobrancelha, divertida.
— O alvo sai do cassino em quinze minutos. Vocês interceptam o comboio na rodovia velha. Discrição máxima. Nenhum erro.— O chefe se aproximou, entregando a eles um envelope preto.
— E se der errado? — perguntou, ligando o carro.
— A gente não erra.— KIG respondeu antes mesmo que o chefe pudesse abrir a boca.
O motor rugiu, cortando o ar. O carro disparou na noite, o asfalto refletindo a luz dos faróis como uma lâmina molhada.
Dentro, o silêncio era tenso. KIG mantinha o olhar fixo na estrada, conferindo a arma com movimentos precisos, enquanto calculava curvas de cabeça.
— Já fez isso antes? — ela perguntou, sem desviar os olhos do mapa digital no painel.
— Depende do que é “isso”. — Ele respondeu. — Roubar carros? Correr da polícia? Derrubar gente armada? Já fiz de tudo um pouco.
— Mas não comigo. — A voz dela saiu baixa, quase um aviso.
— Ainda. — Ele sorriu.
Ela bufou uma risada curta. — Arrogante.
— Confiante. — corrigiu.
— O comboio saiu. Três veículos. Dois de escolta, um principal. Nenhum civil. Boa caça.— O rádio chiou. Voz do chefe
— Vamos ver se você é tudo isso que dizem.— KIG guardou o rádio e se ajeitou no banco.
acelerou. O rugido do motor cortou o vento. A estrada era um risco escuro entre árvores, o farol iluminando fragmentos de asfalto e fumaça.
Quando as luzes do comboio apareceram ao longe, KIG olhou de canto de olho. — Mantém distância. Quero ver como eles se movem.
— Eu sei o que estou fazendo. — ele retrucou.
— Espero que saiba mesmo, porque eu não volto pra buscar você.
— Então é melhor se segurar. — Ele riu.
— Acha que me impressiona com velocidade? — O carro arrancou com brutalidade, o corpo dela sendo lançado levemente contra o banco. KIG olhou de lado, o sorriso de desafio voltando.
— Ainda não comecei a tentar. —Os faróis do comboio ficaram enormes diante deles. girou o volante com precisão, o carro deslizando pelo acostamento e se alinhando ao veículo principal. KIG abaixou o vidro, ergueu a arma e disparou duas vezes, certeira nos pneus traseiros.
O veículo balançou, saiu da pista e capotou. O som metálico do impacto ecoou na noite.
— Merda… — murmurou, desviando por centímetros.
— Tá respirando? — ela perguntou, fria.
— Melhor do que nunca.
— Segura firme! — O segundo carro veio logo atrás, metralhadora brilhando. KIG abaixou-se, gritando
girou o carro em um drift seco, o som dos pneus rasgando o asfalto. Ela atirou enquanto o veículo girava, acertando o capô do inimigo. Chamas e fumaça.
O carro inimigo derrapou, e o silêncio voltou, cortado apenas pelo som do motor deles.
Respiração acelerada. Adrenalina. Silêncio.
— Nada mal, corredor. — ela disse, ainda olhando pra frente. — Achei que fosse morrer.
— Achei que você não voltava pra buscar ninguém.
— Fiz uma exceção.— Ela virou o rosto, o sorriso de canto surgindo de novo.
— Sorte minha.
— Ou azar. Ainda vai descobrir.— Ela riu, sincera dessa vez.
— Alvo neutralizado. Boa caça. Voltem.— O rádio chiou de novo
relaxou o volante, o carro deslizando em velocidade constante. Ele lançou um olhar rápido para ela — cabelos soltos, olhos brilhando no reflexo do painel, respiração ainda acelerada.
— Então… — ele murmurou. — O que acha do novato agora?
— Ainda prefiro ver você provar de novo.— KIG demorou um segundo antes de responder.
— Amanhã à noite? — Ele sorriu.
— Se estiver vivo até lá.
E o som da risada dela se misturou ao ronco do motor enquanto desapareciam na estrada, dois vultos fugindo da lei e da própria sorte.
vestia uma jaqueta preta simples, o rosto parcialmente coberto pela sombra do capuz. Ao lado dele, KIG fechava uma maleta com o som seco do metal encaixando.
— Nada de música, corredor? — ela perguntou, a voz baixa e cortante, enquanto conferia o pente da pistola. — Achei que pilotos precisassem de trilha sonora pra se sentirem vivos.
— Só preciso do som do motor. — Ele deu um leve sorriso. — E do silêncio de quem confia em mim.
Ela riu com desdém. — Acha que já ganhou minha confiança, novato? — Não. — Ele abriu a porta do carro. — Mas você vai me dever uma depois de hoje.
— Veremos. — Ela ergueu uma sobrancelha, divertida.
— O alvo sai do cassino em quinze minutos. Vocês interceptam o comboio na rodovia velha. Discrição máxima. Nenhum erro.— O chefe se aproximou, entregando a eles um envelope preto.
— E se der errado? — perguntou, ligando o carro.
— A gente não erra.— KIG respondeu antes mesmo que o chefe pudesse abrir a boca.
O motor rugiu, cortando o ar. O carro disparou na noite, o asfalto refletindo a luz dos faróis como uma lâmina molhada.
Dentro, o silêncio era tenso. KIG mantinha o olhar fixo na estrada, conferindo a arma com movimentos precisos, enquanto calculava curvas de cabeça.
— Já fez isso antes? — ela perguntou, sem desviar os olhos do mapa digital no painel.
— Depende do que é “isso”. — Ele respondeu. — Roubar carros? Correr da polícia? Derrubar gente armada? Já fiz de tudo um pouco.
— Mas não comigo. — A voz dela saiu baixa, quase um aviso.
— Ainda. — Ele sorriu.
Ela bufou uma risada curta. — Arrogante.
— Confiante. — corrigiu.
— O comboio saiu. Três veículos. Dois de escolta, um principal. Nenhum civil. Boa caça.— O rádio chiou. Voz do chefe
— Vamos ver se você é tudo isso que dizem.— KIG guardou o rádio e se ajeitou no banco.
acelerou. O rugido do motor cortou o vento. A estrada era um risco escuro entre árvores, o farol iluminando fragmentos de asfalto e fumaça.
Quando as luzes do comboio apareceram ao longe, KIG olhou de canto de olho. — Mantém distância. Quero ver como eles se movem.
— Eu sei o que estou fazendo. — ele retrucou.
— Espero que saiba mesmo, porque eu não volto pra buscar você.
— Então é melhor se segurar. — Ele riu.
— Acha que me impressiona com velocidade? — O carro arrancou com brutalidade, o corpo dela sendo lançado levemente contra o banco. KIG olhou de lado, o sorriso de desafio voltando.
— Ainda não comecei a tentar. —Os faróis do comboio ficaram enormes diante deles. girou o volante com precisão, o carro deslizando pelo acostamento e se alinhando ao veículo principal. KIG abaixou o vidro, ergueu a arma e disparou duas vezes, certeira nos pneus traseiros.
O veículo balançou, saiu da pista e capotou. O som metálico do impacto ecoou na noite.
— Merda… — murmurou, desviando por centímetros.
— Tá respirando? — ela perguntou, fria.
— Melhor do que nunca.
— Segura firme! — O segundo carro veio logo atrás, metralhadora brilhando. KIG abaixou-se, gritando
girou o carro em um drift seco, o som dos pneus rasgando o asfalto. Ela atirou enquanto o veículo girava, acertando o capô do inimigo. Chamas e fumaça.
O carro inimigo derrapou, e o silêncio voltou, cortado apenas pelo som do motor deles.
Respiração acelerada. Adrenalina. Silêncio.
— Nada mal, corredor. — ela disse, ainda olhando pra frente. — Achei que fosse morrer.
— Achei que você não voltava pra buscar ninguém.
— Fiz uma exceção.— Ela virou o rosto, o sorriso de canto surgindo de novo.
— Sorte minha.
— Ou azar. Ainda vai descobrir.— Ela riu, sincera dessa vez.
— Alvo neutralizado. Boa caça. Voltem.— O rádio chiou de novo
relaxou o volante, o carro deslizando em velocidade constante. Ele lançou um olhar rápido para ela — cabelos soltos, olhos brilhando no reflexo do painel, respiração ainda acelerada.
— Então… — ele murmurou. — O que acha do novato agora?
— Ainda prefiro ver você provar de novo.— KIG demorou um segundo antes de responder.
— Amanhã à noite? — Ele sorriu.
— Se estiver vivo até lá.
E o som da risada dela se misturou ao ronco do motor enquanto desapareciam na estrada, dois vultos fugindo da lei e da própria sorte.
Continua...
Nota da autora: Olá Jiniers, como estamos? Vamos viver um Jhope extremamente gostoso nessa fic? VAMOOOOS. Espero que tenham gostado da att de Viloes, eu amei. Espero que goste e não esquece de comentar, ok?
ps: Se quiser conhecer mais fanfics minhas vou deixar aqui embaixo minha página de autora no site e as minhas redes sociais, estou sempre interagindo por lá e você também consegue acesso a toda a minha lista de histórias atualizada clicando AQUI.
AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS. BEIJOS DA TIA JINIE.
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