Seven -- Greed
autora: Jules W. || beta: Paah Souza.


P.UpInL. Os gemidos altos de Tom null podiam ser escutados pelo outro lado das portas duplas da suíte imperial do edifício Palms, em Las Vegas. A cidade do pecado.
P.UpInL. Irônico, não?
P.UpInL. Os casais bêbados cambaleando pelo corredor encarpetado se assustavam com os ruídos; outros só riam. Assim como o casal presente dentro da suíte junto a Tom, cheio de risadas maliciosas. A mulher de cabelos negros chegando ao meio de suas costas, com grandes olhos null brilhando e transbordando luxúria, tinha o vestido preto de zíper frontal um pouco aberto, exibindo um nada discreto decote e o brilhante cordão de diamantes, enquanto sua mão tinha os dedos envolvendo o membro já rígido do milionário viciado em jogo.
P.UpInL. Os dois se encontravam sobre a cama de formato redondo forrada em lençóis de seda vermelha. Tom tinha as mãos presas em um par de algemas na cabeceira. A mão da mulher iniciava movimentos lentos para cima e para baixo. Enquanto isso, num pequeno sofá preto de frente para eles, se encontrava um rapaz de pele branquinha, cabelos null e olhos null famintos. A calça jeans preta estava aberta, abaixada até mais ou menos suas coxas. Ele imitava os movimentos de sua mulher, apertando os olhos quando as ondas de calor o atingiram num espasmo de prazer.
P.UpInL. - Onde está o dinheiro, null? – null null grudou rapidamente os lábios contra a orelha do rapaz, sussurrando provocante.
P.UpInL. - O que? Que dinheiro, Katherine?
P.UpInL. Ela riu maliciosa, diminuindo um pouco mais seus movimentos.
P.UpInL. - Assim você não colabora comigo, querido. – ela apertou o membro do rapaz em sua mão, mordendo o lábio inferior após passar a ponta da língua pelo contorno do lóbulo da orelha de null.
P.UpInL. - Mas que dinheiro? Você é alguma prostituta?
P.UpInL. Naquele momento, null null, que acabara de vestir suas calças, sacou a arma presa no cós da peça, caminhando na direção da cama, e a apontou na direção da testa de null. Este arregalou os olhos, engolindo em seco.
P.UpInL. - Olha como fala da minha mulher, null. – o rapaz preso na cama soltou um gemido aterrorizado ao ver o polegar de null ameaçar destravar a arma. – Meça suas palavras se não quiser que eu estoure seus miolos.
P.UpInL. null se sentou ereta na cama ao lado de null, que estava em pé. Puxou o zíper para cima, fechando completamente o vestido. Sorriu cínica para null null, arqueando uma sobrancelha. null passou um braço em volta do ombro da mulher, puxando-a para perto. Roçou os lábios macios contra a pele de null, soltando um ronrono baixo. Ela mordeu o lábio inferior quando ele lhe sussurrou algo obsceno em seu ouvido e beijou-lhe o rosto.
P.UpInL. - Você estava linda, Katherine. – ele sussurrou com os lábios colados em sua orelha.
P.UpInL. - Obrigada, Damon. – ela riu alto, jogando a cabeça para trás. Os lábios de null alcançaram ferozmente o pescoço da mulher ao ver a pele macia tão próxima e tão acessível à sua boca.
P.UpInL. Os gemidos nervosos de null fizeram null perder sua concentração e voltar a olhá-lo fulminantemente.
P.UpInL. - Agora, null, diga onde está a droga do dinheiro. – o tom de voz de null se tornou autoritário, grosso, fazendo o estômago de null revirar. Visto o medo claro em seus olhos e sua expressão, null revirou os olhos. null grunhiu, perdendo a paciência. – Um. Dois. Três.
P.UpInL. Click. null destravou a arma, o cano gelado encostando contra a testa do homem. Ele deu um sorriso meio irônico, meio satisfeito ao ver o pânico de null null - esse que sacudia os braços, tentando em vão se soltar do par de algemas. null sorriu malicioso, agora fazendo um carinho de leve na nuca de null. Ela riu da expressão de null, sem tirar aquele maldito sorriso malicioso e um tanto sedutor da cara de boneca.
P.UpInL. - Onde está o dinheiro, null? – insistiu ela, num tom de voz tão calmo que chegava a irritar.
P.UpInL. - No cofre atrás do quadro, sobre o frigobar. – a voz do rapaz era trêmula, denunciando o pânico que se espalhava violentamente por todo o seu corpo.
P.UpInL. null desceu a mão do ombro e da cintura de null para a bunda. Ali lhe deu um tapa rápido e indolor, vendo-a se levantar e caminhar até o frigobar do outro lado do cômodo. Tirou o quadro de moldura dourada e bem trabalhada da parede, deixando-o no chão.
P.UpInL. - Senha. – disse ela, olhando o marido por cima do ombro.
P.UpInL. O rapaz armado somente ergueu as sobrancelhas, tombando a cabeça de lado. Pôde ver as lágrimas escorrerem desesperadas e sem controle pelo rosto de null. null não sabia se ele estava chorando por sua vida ou pela enorme quantia de dinheiro que ia perder em questão de minutos.
P.UpInL. - Dois direita, um esquerda, zero esquerda, um direita, um esquerda...
P.UpInL. null girava o segredo de acordo com os números que null ditava. Manteve a orelha encostada contra a porta gelada do cofre e esperou o barulho quase inaudível ao girar o último número da senha. Sorriu abertamente quando o ouviu. Abriu a porta com pressa, dando de cara com a valise prateada. Era como se aquela maldita maleta brilhasse para ela, como se pedisse para ser aberta. Ela não ia reclamar em abri-la. E assim o fez. A abriu devagar, como se quisesse manter o suspense. Lá estava, bolos e bolos de dinheiro preenchendo todo o acolchoado da valise. Revirando os bolos de dinheiro sobre o topo, null pôde imaginar a quantia de dinheiro ali presente. E que agora pertencia a eles.
P.UpInL. Em seu salto doze, a mulher caminhou de volta até o marido, este que ainda parecia se divertir como uma criança com todo o pânico de null null. Sussurrou-lhe alguma coisa com os lábios colados em seu ouvido e deslizou a mão pelo quadril do rapaz, beliscando-lhe a bunda. null sorriu divertido, piscando para ela. Ele travou a arma novamente, colocando-a no mesmo lugar invisível de antes. Passou direto pela porta enquanto null soprava um beijo para null, preso na cabeceira da cama e completamente nu.
P.UpInL. null fechou a porta, trocando a plaquinha de “Não pertube” para “Favor arrumar o quarto”. O marido lhe esperava a alguns passos de distância e lhe ofereceu o braço quando a esposa já se encontrava próxima. null pousou a mão sobre a dobra do mesmo, sorrindo abertamente para null.
P.UpInL. - Você foi ótima hoje. Só poderia ter me esperado um pouco, eu estava quase lá. – a encarou, erguendo as sobrancelhas repetidas vezes, sugestivo.
P.UpInL. - Você sabe como eu sou, amor. Eu mesma queria fazer isso. – murmurou com naturalidade, como se acabasse de desejar ‘bom dia’ a alguém. Um sorriso malicioso se esboçou no rosto do casal.
P.UpInL. null se inclinou para ela, beijou seu rosto e ameaçou descer os beijos para seu pescoço quando ela o parou. null resmungou, mas roubou um selinho quando null se virou para vê-lo enfezado. Sorriu torto para ela, que retribuiu com um sorriso radiante.
P.UpInL.- Eu te amo. – disse ele, animado. – Agora eu realmente estou te pedindo, implorando, para nós comemorarmos. Estamos milionários, precisamos comemorar como tal, null!
P.UpInL.null riu. Adorava esse efeito que causava no marido, o fato de ele nem sequer precisar olhar para uma outra mulher - pois sabia que tudo que null precisava, tinha nela. Ela era a mulher perfeita para ele. Claro que reclamava, tinha ciúmes, em TPM ficava insuportável, mas null o apoiava como ninguém, adorava o mundo do crime tanto quanto ele, era linda, carinhosa e uma esposa dedicada... E a melhor parte: era tão apaixonada por sexo quanto ele e qualquer outro homem por aí.
P.UpInL.Ela viu o marido desvencilhar os braços e se pôr de frente para ela, agachando-se um pouco para não precisar se ajoelhar, e juntar as mãos, fazendo um biquinho. null inclinou-se para frente, sem esconder uma risadinha divertida. Levantou um pouco mais o rosto do marido com a ponta dos dedos e aproximou seu rosto do dele. Sentiu a respiração de null um pouco falha e sussurrou:
P.UpInL.- Não precisa me implorar por nada. Além do mais, estou te devendo por hoje.
P.UpInL.Encostou os lábios nos de null rapidamente num selinho, afastando-se antes que ele aprofundasse o beijo. null colou as bocas novamente, se levantando de sua posição não muito confortável. null ainda o provocou um pouco, passando a ponta da língua verticalmente por seus lábios, ouvindo-o gemer baixinho. Suas mãos pousaram firmemente na cintura da mulher, puxando-a contra seu corpo. O beijo se tornou mais intenso e excitante no instante em que ele invadiu a boca da esposa com sua língua, o toque quente fazendo todo o corpo de null tremer. Suas línguas se moviam lentamente, aproveitando cada centímetro, cada sensação excitante. Os dedos de null, entrelaçados nos cabelos null do marido, puxaram os mesmos com certa força e, enfim, terminou o beijo sem muita vontade.
P.UpInL.- Mas não agora. – sussurrou ela, os lábios ainda colados contra os de null.
P.UpInL.null grunhiu no mesmo instante, insatisfeito. Ela se afastou, caminhando, confiante como sempre, na direção do elevador de portas douradas que a refletia nitidamente. O marido gemeu, seguindo null. Ficou atrás dela, puxando-a para mais perto com as mãos firmes em sua cintura. Levou as mãos até os cabelos de null, colocando-os para frente pelo ombro e beijou-lhe o pescoço, deslizando a língua quente e provocativa pela pele. Desceu a ponta dos dedos pelas costas da mulher e continuou o caminho sem interrupções até seu quadril. Com as mãos firmes em suas pernas, voltou todo o caminho antes percorrido, levantando devagar o vestido justo de null, deixando à mostra as meias 7/8 pretas. Grudou os lábios contra a orelha da menor, soltando um gemido abafado.
P.UpInL.Todo o corpo de null tremeu com aquele toque, todas aquelas provocações de uma vez só. Deitou a cabeça no ombro do marido, entrelaçando seus dedos nos de null com um sorriso maroto e os olhos fechados. Ele passou a ponta da língua pelo lóbulo da orelha de null, subindo suas mãos até o busto da mesma. Ela já se sentia extremamente úmida naquela lingerie de renda que sabia que null adorava. Passou a ponta da língua pelo lábio superior quando null apertou-lhe os seios.
P.UpInL.- Estou tão maluco por você. – sussurrou.
P.UpInL.Os quadris de null iniciaram movimentos lentos para trás, roçando contra o volume sob a calça do marido. Ela levou a mão até os cabelos de null, puxando-os devagar. Colou a boca em seu ouvido, soltando gemidos baixinhos.
P.UpInL.- E eu estou louca pra sentir você dentro de mim. – sussurrou ela, entre os gemidos.
P.UpInL.O elevador chegou e, por sorte deles, estava vazio. Entraram correndo, se esmagando contra a parede. null atacou o pescoço de null, esta que tinha uma das pernas na altura da cintura dele. Uma das mãos delicadas se encontrava no caminho de sua virilha, procurando o tão esperado lugar. Encontrou a ereção de null, apertando esta com certa força e iniciando uma massagem de leve. Fixou os olhos nos do marido, trincando os dentes e sorrindo satisfeita ao vê-lo com o prazer estampado no rosto angelical. Os gemidos roucos de null foram acompanhados pelos gemidos altos de null, o fazendo estremecer com o espasmo só de ouvi-la gemer.
P.UpInL.- Três. – null agora olhava para o painel eletrônico que marcava os números dos andares. – Dois. – contava ela, divertida. Aos poucos, cessou os movimentos sobre a ereção de null. – Um. – sussurrou, o empurrando devagar para o lado, com um sorriso vitorioso no rosto. Puxou o vestido para cima, ajeitando-o no busto. – Controle o pequeno null, amor.
P.UpInL.Ela riu baixinho, beijando-lhe o rosto. null cruzou os braços, aborrecido como uma criança. Passou as mãos pelos cabelos do marido, puxando-o pela mão enquanto, com a outra, pegava a valise no chão. Estavam no térreo do hotel, andando de mãos dadas na direção do balcão. Colocaram a valise sobre o balcão de granito e pediram para guardarem o dinheiro no cofre mais uma vez. Já não era a primeira vez que eles davam seus sorrisos de casal recém-casado, dizendo que tiveram sorte no cassino naquela noite. Ao contrário de null null, o casal null sabia o risco de roubo em Las Vegas. E era incrível como aquelas recepcionistas conseguiam ser burras de cair nisso. Coitadinhas.
P.UpInL.Após dar um último sorriso para as recepcionistas, null se virou para null. Ele estava de braços cruzados, as costas apoiadas no balcão e ainda emburrado. Ela teve de rir mais uma vez, recebendo um olhar enfezado. Passou os braços pelo pescoço do marido enquanto este gentilmente levava as mãos por sua cintura, apertando-a. null beijou o queixo do marido, levando em seguida a boca até seu ouvido.
P.UpInL.- Agora nós podemos ir para a nossa suíte, tirarmos nossas roupas e comemorarmos por sermos tão bons quanto Bonnie e Clyde. – ela sorriu, maliciosa. null riu, mordendo de leve o pescoço da menor. Grudou seus lábios aos dela quando seus olhares se encontraram e então caminharam juntos, trocando olhares cúmplices.
P.UpInL.Eles finalmente iam poder comemorar a noite, sem segurar o entusiasmo.

P.UpInL.null tentava inutilmente se concentrar em encaixar a chave do quarto em sua fechadura enquanto null o provocava descontroladamente. As mãos da mulher estavam por dentro de sua camisa, as unhas agarradas em seu abdômen definido e a língua contornando o lóbulo de sua orelha. Sussurrava coisas obscenas para null enquanto deslizava suas mãos delicadas à ereção já indiscreta por sobre a calça. A ansiedade consumia null por inteiro, soltava grunhidos de insatisfação e gemidos de puro prazer na tentativa de abrir a porta com null lhe provocando do jeito que ele mais gostava.
P.UpInL.Quando finalmente conseguiu abri-la, null empurrou null na direção da cama de casal impecavelmente arrumada. Passou a ponta da língua pelo lábio superior, apoiando-se rapidamente com as mãos nas laterais do corpo de null e lhe dando um leve selinho em seus lábios, esses que ansiavam pelo gosto de sua mulher. Ela se afastou, indo em direção ao cofre sem disfarce, local onde deixavam a menor quantia de dinheiro que conseguiam – “menor”, entre aspas. Abriu a porta pesada do cofre e de lá retirou alguns sacos de dinheiro, jóias e tudo que conseguiram naquela rápida viagem à Las Vegas.
P.UpInL.Voltando à cama onde seu marido em extremo prazer se encontrava, despejou o conteúdo de cada saco sobre a cama. O sorriso de null se alargou aos poucos, segurando o dinheiro e apertando as cédulas entre os dedos com tanto amor. Sorriu satisfeito e malicioso quando null se ajoelhou ao seu lado na cama. Num movimento rápido, ele envolveu sua cintura e a jogou na cama do outro lado de seu corpo, se colocando por cima. Seus lábios se grudaram automaticamente, as mãos de null apertavam os pulsos de null contra o colchão macio. Suas línguas se encontraram, provocando fortes arrepios em seus corpos, estes sedentos um pelo outro.
P.UpInL.null cessou o beijo, terminando-o com selinhos demorados. Desceu a boca para seu queixo, para seu pescoço. As mãos deslizavam por seus braços, as pontas dos dedos tocando sua pele e encontrando o zíper frontal do vestido. A língua quente de null deslizou por seu busto, encontrando o cordão de diamantes que ele havia lhe dado. Bem devagar abriu o zíper, puxando-o até o final. Uma de suas mãos foi por dentro do vestido, empurrando-o para o lado e expondo os seios de null. Acariciou os mesmos devagar, de forma delicada, enquanto distribuía beijos molhados por todo seu busto.
P.UpInL.null tinha todo o corpo arrepiado, soltando um gemido baixinho com o toque de null. Ele foi puxando seu vestido para baixo, deixando-a somente de calcinha preta, suas meias 7/8, o cordão de brilhantes e os sapatos de salto 12. O marido jogou a peça de roupa longe, abocanhando o seio da esposa, enquanto esta arqueava as costas. Continuou as carícias por sua barriga, beijando levemente seu ventre, enquanto os dedos puxavam a calcinha de null para baixo. Ela riu maliciosa com isso, levantando as pernas para ajudá-lo a se livrar da peça.
P.UpInL.Ao ver null ajoelhado em sua frente, null afastou suas pernas, levando sua mão até sua intimidade e iniciando uma estimulação lenta, mordendo o lábio inferior. Pôde ver a expressão de null tornando-se agoniada, ela sabia bem que ele ficava maluco com aquilo. Fazia movimentos circulares sobre o clitóris, trincando os dentes na esperança de abafar um gemido alto. Com a delicadeza da mão de fada, ela penetrou dois dedos em sua intimidade, apertando os olhos com o espasmo de prazer atingindo seu corpo violentamente. null tinha as mãos apoiadas nos joelhos da mulher, os dedos pressionados, mordendo o lábio inferior. Os gemidos de null eram como música aos ouvidos do marido. Devagar e sem tirar a concentração dela, null ajoelhou-se no chão na ponta da cama. Pela cintura, puxou null para mais perto de forma brusca, a fazendo soltar um gritinho alto e uma risada em seguida.
P.UpInL.Continuou seus movimentos até sentir a língua de null lamber-lhe a intimidade já úmida. Iniciou com lambidas pausadas, provocando-a. Viu os movimentos de null perdendo o ritmo certo de antes e decidiu tomar conta do controle, afastando a mão da menina. Ela rapidamente se sentou e seus olhos fixaram-se nos de null, ambos com sorrisos maliciosos. Ele chupou os dedos da mulher, sentindo seu gosto tão familiar. Após lançar uma piscadela para null, null voltou a tocar-lhe a intimidade com sua língua ágil. Movimentava-a rapidamente sobre o clitóris, ouvindo os gemidos da esposa já altos. Ela tinha um sorriso satisfeito no rosto, agarrando o cobertor embaixo de seu corpo junto com todo o dinheiro jogado. Agarrou o dinheiro, levando as mãos até seus seios, apertando-os com certa força. Deslizou o dinheiro pelo corpo, afastando um pouco mais as pernas. Sexo e dinheiro deixavam null muito feliz.
P.UpInL.Por entre os gemidos, a esposa implorava por mais – implorava por null. Mordia o lábio inferior, abafando os altos grunhidos de prazer. A língua de null mantinha os movimentos rápidos, os dedos ameaçando penetrá-la, mas nunca o fazendo. null xingou baixinho com suas pernas trêmulas ao que null lhe chupava o clitóris.
P.UpInL.O marido cessou seus movimentos, lançando um sorriso malicioso para a menina. null puxou null pela camisa social branca, jogando-o na cama. Passou uma das pernas para o outro lado do corpo do rapaz, vendo-o se deliciar com sua esposa nua por cima de si. Inclinou-se para frente, os seios fartos próximos ao seu rosto, enquanto pegava a garrafa do champanhe mais caro do hotel dentro do balde de gelo sobre a mesinha de cabeceira. Sem muita dificuldade, abriu a garrafa verde - esta com a rolha já solta - e virou o líquido gelado pela garganta. null viu algumas gotas deslizando pelo pescoço, descendo por entre seus seios e parando devagar em sua barriga reta. Levantou-se rapidamente para lamber a trilha feita pela bebida.
P.UpInL.null o puxou gentilmente pelos cabelos e ele encarou seus olhos transbordando de luxúria. Trocaram um beijo urgente, enquanto as mãos delicadas da menina passeavam pelo peito do marido, abrindo com rapidez cada botão. Beijou-lhe a pele macia do pescoço, o peito nu, arranhando-o de leve. A menina o empurrou de volta à cama, derramando um pouco da bebida gelada sobre o peito quente. null se arrepiou por inteiro, pressionando os dedos contra suas coxas.
P.UpInL.Ela mantinha um sorriso divertido no rosto, rindo maliciosa com cada reação corporal de seu marido. Os quadris começaram a se movimentar sobre a ereção de null. Fazia movimentos circulares, ora rápidos, ora lentos. Soltava longos gemidos, como se já lhe penetrasse.
P.UpInL.E ele estava louco por isso.
P.UpInL.Deixou novamente a garrafa sobre a mesinha. Voltou toda sua atenção ao peito molhado de null, lambendo cada pedacinho, limpando cada vestígio do champanhe. Descia a língua quente pelo peito, pelo abdômen definido. Abriu bem devagar os botões e o zíper da calça, deixando um gemido ansioso escapar ao ver a ereção de null pela boxer. Massageou-a por cima da peça de roupa, vendo o marido apertar os olhos. Puxava a peça para baixo, vendo-a deslizar com facilidade pelas pernas de null. Mantinha um sorrisinho sapeca no rosto, enquanto o via levar as mãos até o rosto, demonstrando uma agonia e certa pressa por aquilo.
P.UpInL.Assim que a boxer estava jogada no canto do quarto, os dedos finos da esposa envolveram o membro de null devagar, provocando um gemido trêmulo da parte do mesmo. A ponta da língua quente de null passou bem lentamente pela glande, circulando-a. Colocou a cabeça na língua, chupando-a devagar, provocante, enquanto mantinha a mão ocupada com movimentos de cima para baixo.
P.UpInL.Não tardou a colocar todo o membro de null na boca, deixando gemidos baixos saírem abafados sempre que ouvia a voz do marido lhe pedindo para não parar. Mantinha seus movimentos, agora mais rápidos, tanto com a mão quanto com a boca, levando a mão livre até o abdômen de null e cravando as unhas no mesmo.
P.UpInL.O rapaz sentou-se sobre a cama, levando imediatamente uma das mãos até os cabelos null de null, controlando assim seus movimentos, tornando-os mais rápidos, precisos e urgentes. Ela sabia que ele queria chegar até o final, mas é claro. Logo o empurrou de volta para a cama e os movimentos de sua boca macia cessaram.
P.UpInL.Ele insistiu em se sentar e lançar-lhe um olhar enfezado, mas a única reação de null foi sorrir, mordiscando o lábio inferior. Ficou de joelhos sobre a cama, por cima de null. Apontou para o pênis ereto de null e, logo em seguida, apontou para sua intimidade. Somente com o movimento dos lábios disse “Eu quero você aqui” e soltou uma gargalhada.
P.UpInL.null agarrou-a pela cintura, pressionando-a para baixo. Apoiando-se sobre os ombros do marido, null deixou que null se introduzisse em seu corpo. Os olhos se reviraram e ela tombou a cabeça para trás quando o sentiu dentro de si. As mãos do marido estavam firmes em seus quadris, puxando-a ainda mais para baixo, deixando a penetração ainda mais forte.
P.UpInL.Os lábios de null procuraram urgentemente pelos de null e, num beijo demorado, eles abafavam seus gemidos. Ela conseguia ver seus olhos tão lindos de perto, como há muito tempo não os via. Suas respirações aos poucos se tornavam ofegantes, as testas levemente úmidas pelo suor, os fios de cabelos colando pela região.
P.UpInL.Logo null a puxou com delicadeza para a cama, deitando-a. Girou null até que esta ficasse de costas para si e logo agarrou sua cintura tão curvilínea e puxou seu quadril para trás, vendo-a afastar levemente as pernas para facilitar a penetração. Os movimentos de null tornaram-se ainda mais fortes, mais rápidos e brutos, do jeito que sua mulher gostava. Podia escutá-la gritando seu nome, os grunhidos saindo por entre os dentes trincados, daquela maneira que ele gostava. Distraía-se com beijos pelo pescoço de null, sentindo toda aquela onda de calor se espalhar por todo seu corpo, enquanto deslizava sua mão que antes se encontrava no quadril da mulher até sua intimidade, estimulando-a durante toda sua penetração.
P.UpInL.Ele aumentou um pouco mais os movimentos, sentindo seu corpo no seu máximo. Os gritos de null – ele tinha certeza – já podiam ser escutados pelo corredor. Ele se sentia no céu sempre que estava com ela, transando com ela, estando dentro dela. Naquele momento, null null fez sua mulher chegar ao orgasmo junto com ele e pressionou seus lábios contra a orelha de null.
P.UpInL.- Oh, merda... Eu te amo. – gemeu ele.
P.UpInL.Seus movimentos foram parando devagar, porém com força. E logo o casal se encontrava ofegante, os corpos grudados um ao outro. null virou a cabeça para encarar um null nu e suado ao seu lado e logo soltou uma risadinha sem graça. Ele levou sua mão até a nuca de sua menina e a beijou sem hesitar. Ela correspondeu com um leve sorriso.
P.UpInL.- Eu também. – ela sussurrou quando os lábios se separaram.
P.UpInL.Ele se levantou um pouco sem vontade de deixá-la ali na cama, mas sentia que precisava de um banho frio. Ele sempre sentia um aperto no peito quando null fazia manha pedindo para que ele ficasse na cama. Mas ela simplesmente ficou quietinha debaixo dos finos lençóis, fumando o Marlboro de null enquanto o encarava com um sorriso de lado e desviava o olhar quando seus olhos se encontravam.
P.UpInL.No momento em que null fechou a porta do banheiro e null pôde ouvir o barulho da água, ela se levantou da cama num pulo e vestiu-se o mais rápido que pôde, fazendo o máximo de silêncio que fosse possível. Juntou o máximo do dinheiro úmido de champanhe em cima da cama, as jóias caídas no chão e colocou tudo no saco que antes se encontrava. Logo embaixo da cama, null tirou uma enorme mala preta, enfiando o saco de dinheiro ali dentro, fazendo o mesmo com os inúmeros sacos cheios que estavam dentro do cofre da parede.
P.UpInL.Arrancou seu colar de diamantes, encarando por uma última vez. null null deveria ser somente mais um golpe que ela sempre aplicava em qualquer homem muito bobo pra cair em sua lábia, mas algo nele fez com que ela se prendesse mais um pouco. Mais do que o normal. Mas não era só mais um carinha maravilhoso e bom de cama que ia mudar seus planos de vida intocáveis. Ela só sentia pena por fazer isso com null. E só. Era necessário para sua sobrevivência e null era esperto, esqueceria logo.
P.UpInL.Deixou a jóia sobre o travesseiro dele, mordiscando o lábio inferior antes de caminhar até a porta. Ao pensar que tudo que tinha com null era uma farsa, lhe assustava um pouco em quão longe ela tinha ido dessa vez. Foi mais de um ano com ele ao seu lado, num suposto casamento que já tinha sido anulado há seis meses sem que ele soubesse. E, naquela noite, quando ele lhe disse que a amava e null pôde ouvir seu coração bater com toda a força no peito definido, ela soube que estava na hora de partir. Era sua deixa.
P.UpInL.E foi isso que ela fez. Com todas suas coisas colocadas de qualquer forma dentro da mala preta, ela saiu do quarto, fechando a porta sem fazer barulho, deixando mais um rapaz apaixonado para trás. Um sorriso vitorioso se estampou em seus lábios em pensar na quantidade de grana que tinha na mala, no cofre do hotel... Estava tudo ótimo. E ela sabia que não teria conseguido tudo aquilo sem null – na verdade, ela conseguiria, mas estava cheia de compaixão naquele dia. Logo, a pena por null foi esquecida de sua mente e, enquanto a recepcionista a ajudava a retirar o dinheiro do cofre, null pediu que ela deixasse um único recado para quando seu “marido” descesse. Algo como “ops, my bad”.
P.UpInL.Alguns minutos depois, aquela mulher de cabelos null e olhos null estava a caminho de Los Angeles, com a única coisa com a qual ela teria se casado de verdade: seu dinheiro.




EVERYBODY KNOWS THE END.

nota da autora: Acho que demorei mais ou menos uns... hm, loooongos meses pra postar outra Seven, né? Mas nãaao, Seven não morreu. E bem, espero que tenham gostado muito dessa, porque demorou pra sair uma idéia decente e perdi as contas de quantas vezes tive que reescrever. E ó, acho que pelo jeito que as coisas tão, já tenho todas as idéias para TODAS as Sevens – viram, fãs de Seven que ficaram me desafiando sobre a Seven de preguiça. -]

Ah, fiquei um pouco chateada com o fato de algumas pessoas não terem curtido o final da Seven da ira, mas o aviso é que: TODAS as minhas Sevens terão um final inesperado, completamente imprevisível. E admito também que tinha pensado em desistir dessa série porque eu não tava conseguindo mais me concentrar pra escrever, já que além das críticas – coisa que sou péssima pra aceitar ): - não tinha curtido muito a crítica do FanFic Reviews sobre Seven e fiquei meio pra baixo. MAAAS depois que Seven foi escolhida short fic do mês, MAAAANO, foi como um prêmio. Um trofeuzinho invisível que fica na minha estante e que meus olhos brilham só de lembrar. *-* E bom, a pessoa que eu mais tenho que agradar são os fãs que sempre esperaram TANTO pela série e principalmente, a minha beta, Paah-muito-linda que não me deixou desistir. <3
P.S.: E oooolha, não sei se ninguém reparou, mas eu não geralmente conto meu nome quando preciso informar o nome da autora, mas nesse eu praticamente me entreguei. Meu apelido é Jules, hehe. Pronto, parei de me entregar. Q

nota da beta: Não tem nada dessa de SEVEN ser ruim não. Todo mundo sabe o xodó que tenho por essas fics, porque sei reconhecer algo bom assim que o vejo.
E, vamos comentar, o que foi essa fic? HAHAHA GEN-TE, morri. Super me vi saindo correndo com a mala cheia de dinheiro. Foda-se o homem – se eu quisesse paixão, ia pra de luxúria, sei lá.
Mentira, não sou tão má assim. mas realmente foi boa. E não fugiu do tema – o que geralmente é o ponto principal das Seven’s. A maneira como ela consegue inventar uma história com uma coisa que vivemos diariamente... Né?
Então é isso. Vocês, pessoas que já estão com os dedinhos coçando pra escreverem alguma coisa ruim, vão todos tomar um BOM copo de champanhe e apenas se deixem levar pela emoção... É sempre melhor!
Erros na fic? Me avisem por aqui e eu corrigirei!

Cometer sete pecados nunca foi tão prazeroso...
Beijoquinhas molhadas, Paah Souza.

Another Seven's fanfics:
Gula || Inveja || Ira


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