Steps to a New Generation
Finalizada em: 21/12/2018

Capítulo Único

You’ll try everything you never thought would work before, when you live, when you love, and you give them your all, you can always give up some more. Baby nothing means anything unless you’re here to share with me, I can breathe, I can bleed, I can die in my sleep, cause you’re always there in my dreams. - Você vai tentar de tudo, você nunca achou que fosse dar certo antes, quando você vive, quando você ama, e dá tudo de si para as pessoas, você sempre se rende um pouco mais. Baby, não quer dizer nada, a menos que você esteja aqui para dividir comigo. Eu posso respirar, eu posso sangrar, eu posso morrer em meu sono, porque você sempre está nos meus sonhos. - Fall Again, Glenn Lewis


- Ah, finalmente em casa! – Chris falou, jogando as malas no corredor em frente à porta e eu suspirei, seguindo-o.
- A gente nunca mais vai fazer algo assim. – Falei, suspirando, seguindo para a cozinha e procurando por um copo.
- Ah, amor, foi legal! – Ele disse, se apoiando no balcão e eu enchi o copo com água.
- Sim, foi maravilhoso, Bora Bora é incrível, mas não é uma viagem para fazer em cinco dias. – Suspirei, apoiando os braços na bancada e ele segurou minhas mãos, sorrindo.
- Não é culpa minha que alguém não desapega do trabalho. – Ele falou e eu revirei os olhos, suspirando.
- Ei, quem tem compromisso antes de ir para Washington é você! – Falei e ele franziu a testa.
- Eu preciso dormir por uns dois dias seguidos antes de estar preparado para qualquer coisa. – Ri fraco, balançando a cabeça.
- Eu preciso ligar para o pessoal e ver como estão as coisas nas confeitarias. – Ele suspirou.
- Você precisa parar de trabalhar. – Ele disse, se levantando novamente e eu ri fraco, balançando a cabeça.
- Nem vem! – Ri fraco. – Eu estou na melhor fase da minha vida. – Ele balançou a cabeça.
- Olha quem voltou! – Sorri ao ver Matt entrando pela porta que dava para a varanda.
- Oi, Matt, tudo bem? – Perguntei ao nosso segurança.
- Tudo bem! – Ele sorriu. – Como foi a viagem?
- Maravilhosa, mas bem cansativa! – Ele assentiu com a cabeça sorrindo. – Cadê Jordan?
- Falando com o pessoal que está limpando a piscina. – Concordei, suspirando.
- Nem sei por que não esvaziamos a piscina, não vai ser nesse inverno que vamos usar. – Chris comentou, rindo.
- Para de besteira, você é o primeiro a querer nadar quando faz um calor exagerado. – Ele deu de ombros. – Quais as novidades, Matt? – Perguntei.
- Senhor Rupert enviou um vestido para você ir à premiere do senhor Evans e enviou o vestido para o casamento. Ele quer saber se você aprova, se não, falar com o pessoal do ateliê dele em Los Angeles. – Ri fraco.
- Eu posso ter ganhado alguns quilos nos últimos anos, mas ele sabe que eu sempre estou satisfeita com os trabalhos dele. – Ele riu fraco, balançando a cabeça.
- Foi o que eu disse. – Ele comentou. – Não sobre os quilos a mais... – Chris gargalhou.
- Eu sei querido! – Suspirei. – Não sou mais quem eu costumava ser, mas ainda sim...
- Meus patrões favoritos! – Jordan apareceu pela porta e eu ri fraco.
- Ah, meu Deus, o que você quer? – Chris falou rindo.
- Já prometemos dar férias para vocês dois enquanto estivermos em Washington, até o Ano-Novo. – Falei e eles riram.
- Que isso, só estou feliz em ver vocês bem! – Balancei a cabeça.
- Bem, senhores, foi muito bom ver vocês. – Falei, batendo a mão nos ombros de Chris. – Eu preciso tomar um banho, desfazer mala... – Balancei a cabeça. – Obrigada por ficar de olho em casa para gente. – Eles assentiram com a cabeça. – Não sei o turno de quem é agora, mas um de vocês precisa ir para casa. – Eles riram.
- Eu já vou. – Matt falou e eu assenti com a cabeça.
- Ah, , sua irmã ligou, ela quer saber se encontra vocês aqui ou em Washington. – Suspirei e cocei a cabeça.
- Ok, eu ligo para Lílian. E minha mãe?
- Tanto sua mãe, quanto a de Evans, disse que encontram vocês em Washington. – Suspirei.
- Bem, se uma senhora de quase oitenta anos consegue se virar sozinha, quem sou eu para dizer, certo? – Eles riram. – Até mais senhores. – Acenei com a cabeça.
- Eu vou aproveitar a deixa também. – Chris falou, e eu balancei a cabeça.
Passei pelo quarto de Larry e de e vi que ambos estavam do mesmo jeito que eu havia deixado e que eles haviam deixado depois das férias de meio de ano. Fazia algum tempo que era só eu e Chris nessa casa.
Eu havia chegado aos meus 50 anos no meio do ano e Chris aos seus 55, muita coisa havia mudado desde o último Natal com todos morando aqui. havia se mudado para Turim, na Itália, ela era goleira do time feminino de lá, agora com seus quase 21 anos, já estava realizando diversos dos sonhos que eu sei que eu demorei em realizar.
havia caído no lado mais artístico e cultural da coisa, como Chris. Larry havia ido para o meu lado. Após se formar com honras e um ano antes em Harvard, ele havia conseguido um emprego no Pentágono como advogado criminal, trabalhando ao lado do presidente dos Estados Unidos. Não me pergunte por que o Pentágono precisaria de um advogado, esse assunto é secreto e não é permitido nas reuniões de família. Só fico feliz do meu pequeno de 27 anos usar terno para ir trabalhar e não precisar usar colete à prova de balas e nem uma arma no bolso... Ainda.
Ambos estão muito bem. Apesar de tudo, nossos filhos haviam chegado no lugar que toda mãe sonha, no topo, e nem precisou com que a gente intervisse em nada, foi puro mérito deles. E agora, após sete anos de namoro, Larry e Liana finalmente se casariam, poucos dias antes do natal. A cerimônia seria em Washington, onde eles moram há alguns anos.
Ah, além disso, Liana havia se formado em Julliard pouco antes de Larry, e quando eles decidiram se mudar juntos para Washington, ela ingressou no grupo de balé de lá, tendo nós já assistido várias de suas peças e solos maravilhosos.
- Você quer companhia no banho? – Ri com a pergunta de Chris e balancei a cabeça.
- Não mesmo! – Falei, empurrando-o de leve. – Sabia que parece que você não mudou nada nesses 25 anos que a gente se conhece? – Ele abriu um largo sorriso.
- Posso estar velho, mas o espírito ainda é jovem. – Ri fraco.
- Pega as malas lá na sala e jogue tudo na cama, depois eu organizo. – Falei, entrando no banheiro e fechando a porta.

- O telefone está tocando. – Chris falou e eu suspirei, franzindo a testa.
- Eu sei. – Fiz uma careta, suspirando.
- Atende. – Chris falou e eu suspirei.
- O telefone está do seu lado. – Ele bufou e eu abri os olhos, vendo-o rolar para o lado contrário ao meu e soltar um suspiro alto.
- Alô? – Ele falou meio sonolento e eu respirei fundo, coçando os olhos. – O que você está fazendo ligando a essa hora, ? – Ele falou e eu arregalei os olhos.
- É ela? – Sentei na cama correndo.
- É sim. – Ele disse. – Nove horas de diferenças, aqui são cinco da manhã. - E eu saí correndo em direção a sala, procurando outro telefone e coloquei na orelha.
- Filha? – Gritei animada.
- Oi, mãe! – falou animada. – Como vocês estão? Como foi a viagem?
- Ah querida, foi bom demais, pena que foi muito rápido.
- Vocês sabem que ela está gastando com ligação internacional, não é? – Chris falou da outra extensão.
- Quem vai pagar é ela, então eu nem ligo. – Falei e minha filha riu do outro lado da linha.
- Eu cheguei em Roma faz pouco tempo, liguei para dizer que eu chego aí hoje à noite.
- Ah que bom, querida! – Falei feliz. – Mamãe está com saudades. – Ela riu.
- Eu sei mãe, eu também estou.
- Chega hoje do horário de Los Angeles, não é? – Chris perguntou.
- É pai! – Ela falou rindo.
- Filha, podem ser duas da tarde para você, mas são cinco da manhã ainda, eu não tô sabendo calcular. – Ele disse, me fazendo rir.
- Mas isso não é culpa do horário, pai! – Ela respondeu e eu segurei a risada, seguindo de volta para o quarto, me sentando na beirada da cama.
- Vou deixar você falando sozinha, hein?! – Chris falou e eu passei a mão em sua perna, negando com a cabeça, e ele colocou a mão na boca, tentando segurar a risada.
- Enfim, vocês podem me pegar? – perguntou.
- Claro, querida! – Suspirei. – Estaremos lá, não se preocupe. Estamos com saudades.
- Sim, querida. – Chris falou sorrindo.
- Ah, mãe... – Ela falou e eu notei que estava meio indecisa sobre o assunto.
- O quê? – Perguntei receosa.
- Pai, não me mate! – Ela disse e eu suspirei.
- O que foi, ? – Respirei fundo.
- Eu estou levando alguém. – Ela disse e eu abri um pequeno sorriso, suspirando.
- O quê? – Chris gritou e eu dei um beliscão em sua perna. – Ai.
- Sério? – Perguntei.
- Sim, Larry disse que eu podia levar. – Assenti com a cabeça.
- É aquela pessoa que você me contou? – Perguntei com um pequeno sorriso no rosto.
- É sim! – Assenti com a cabeça, suspirando.
- Quem? – Chris perguntou, olhando para mim.
- Faça uma boa viagem, querida, eu falo com seu pai. – Falei sorrindo. – Estaremos lá sim, manda por WhatsApp o número do voo para gente rastrear.
- Ok, mãe, pode deixar.
- Boa viagem, filha. Quem é essa pessoa? – Chris perguntou alto e eu ri.
- Tchau, até algumas horas. – Ela disse e eu desliguei o telefone, suspirando.
- O que está acontecendo aqui? Que máfia é essa? – Chris perguntou e eu ri fraco, abaixando o telefone e me virei na cama, rindo fraco.
- Você sabe que sua filha está namorando, certo? – Olhei para ele.
- Eu já suspeitava, pela forma que ela fala e tudo mais. – Ele deu de ombros. – Ela tem vinte anos, não é como se eu fosse me preocupar, mas queria saber quem é o tonto. – Ele bufou e eu suspirei.
- A tonta, você quer dizer. – Falei e ele arregalou os olhos.
- Ela é...
- Não sei. – Balancei a cabeça, erguendo as mãos. – Eu aprendi com seu irmão a não colocar rótulos em ninguém. – Suspirei. – Mas ela tinha me contado dessa menina, que elas estavam saindo e virou algo sério. – Ela deu de ombros.
- Ela é jogadora como a ? – Ri fraco.
- Não, eu não sei o que ela faz, na verdade, mas sei que ela não é italiana também. – Dei de ombros. – Amanhã a gente descobre.
- Ah meu Deus! – Ele soltou um suspiro alto. – Não é assim que se conta as coisas, nem que nossa filha é gay e nem que ela tem alguém. – Ri fraco, me levantando novamente.
- Você deveria voltar a usar seu Instagram, se for a menina que ela vive postando fotos juntas, eu sei quem é. – Dei de ombros, colocando o chinelo e ele passou a mão na cabeça.
- Isso é muito para um dia. – Revirei os olhos.
- Nem é, vai! Você tem algumas horas para processar até ela chegar. – Ele deu de ombros e eu ri fraco.
- Aonde você vai? São cinco da manhã.
- Minha filha está chegando, vou preparar várias coisas para ela comer, doces e tudo mais. – Dei de ombros.
- Coisas que se o treinador dela descobrir ele te mata. – Ri fraco.
- É só ele não descobrir. – Mandei um sorriso para ele e o vi jogar o rosto de volta no travesseiro.

- Você está vendo elas? – Chris me perguntou pela centésima vez e eu suspirei, olhando para a televisão no alto da parede.
- O avião acabou de pousar, Chris. – Ele suspirou, passando a mão no rosto.
- Eu estou com sono. – Ri fraco, balançando a cabeça.
- Não é mais tão jovem, hein?! – Ele franziu a testa.
- São 11 da noite, . – Ele virou para mim, me fazendo rir.
- É, amor, a vida não melhora com o passar do tempo. – Ele riu fraco, me abraçando de lado.
- Eu estou ficando preocupado. – Ele comentou e eu ri fraco, olhando para o lado.
- Dê atenção para as meninas que vem chegando.
- Chris Evans? – Ri ao ver algumas adolescentes aparecerem. – Pode tirar uma foto com a gente?
- Claro! – Chris falou e eu voltei a olhar para a TV em frente à saída de voos internacionais e suspirei, conferindo o relógio mais uma vez.
- Obrigada! – As ouvi dizer e sair puxando suas malas, me fazendo sorrir.
- Eu acho que vou ao banheiro! – Ele disse e eu suspirei, apertando o casaco no corpo.
- Mãe? – Virei o rosto, abrindo um largo sorriso ao ver minha menina com um largo sorriso, puxando uma grande mala e saindo da sala de desembarque.
Joguei minha bolsa para Chris e dei uma rápida corrida em sua direção, vendo-a vir muito mais rápido e abracei minha jovem adulta fortemente, passando meus braços pelo seu corpo e respirei fundo, sentindo que estava chorando e ri fraco, nos separando rapidamente e segurei seu rosto em minhas mãos, vendo seus olhos azuis chorando também. Passei a mão em seus cabelos, agora curtos e com mechas rosa no mesmo, me fazendo rir.
- Você pintou seu cabelo? – Perguntei rindo.
- É isso que você vai falar depois de ficar seis meses sem me ver? – Ela falou e eu ri fraco, estalando alguns beijos em seu rosto, apertando-a em meus braços novamente.
- Ah, minha querida. Senti saudades. – Falei sorrindo. – Como você está?
- Eu estou bem! – Ela sorriu. – Eu estou em casa. – Assenti com a cabeça.
- Como vai minha goleira favorita? – Chris falou e eu ri fraco, vendo-os se abraçarem fortemente.
- Ah pai! – Ela falou rindo. – Como vocês estão? – Ela tinha um largo sorriso no rosto.
- Bem, e felizes por você estar aqui. – Chris sorriu e eu observei um pouco longe uma loira meio tímida atrás de .
- Não vai nos apresentar? – Perguntei e ela bateu com a mão na cabeça, rindo fraco.
- Ah meu Deus! – Ela falou rindo. – Polly, vem cá! – Ela disse e eu abri um sorriso, a moça era loira e tinha a pele bem clara, contrastando com o bronzeado que tinha adquirido de ficar bastante tempo no sol. – Mãe, pai, essa é Polly, minha namorada. – Abri um largo sorriso e vi a menina ficar envergonhada um momento. - Polly, esses são meus pais.
- É um prazer te conhecer, querida! – Sorri, abrindo os braços para um abraço que ela aceitou rindo.
- O prazer é meu. disse muito sobre vocês. – Ela sorriu e eu a soltei, rindo fraco.
- Eu gostaria de dizer o mesmo, mas fiquei sabendo sobre você hoje de manhã! – Chris falou rindo e abraçou a loira, me fazendo rir.
- Desculpa, eu não sabia como você reagiria. – falou rindo.
- E minha esposa escondendo de mim. – Revirei os olhos.
- Vamos para casa, meninas? – Perguntei. – Eu fiz sua comida favorita, com muitos cookies para você largar a dieta um pouco. – Ela riu fraco, balançando a cabeça.
- Você fez lasanha? – Ela perguntou, arregalando os olhos e eu ri fraco.
- Três, para garantir que tenha o sabor que todo mundo gosta. – Ela riu fraco. – E sim, fiz com presunto cru e ricota.
- Ah mãe, obrigada! – Ela me abraçou de lado. – Sério, a melhor parte de estar na Itália é comer, mas também é a pior parte, eu não posso comer nada. – Polly riu do meu outro lado.
- Me deem suas malas, meninas. – Chris falou, pegando a mochila do ombro de Polly e a mala de puxar de .
- Então, Polly, me diga, o que você faz? – Ela riu fraco, olhando para o chão.
- Eu sou australiana e estudo moda em Milão...
- Ah, que legal! – Abri um sorriso. – Mais uma colega para fazer roupas maravilhosas para gente. – Ela riu fraco, colocando o cabelo atrás da orelha.
- Ela está fazendo estágio no estúdio da Marchesa. – disse.
- Isso é demais! – Chris falou surpreso.
- É, mas eu queria estagiar com o Van Sanders. – Polly falou tímida e eu ri fraco.
- Bem, deve ter dito que meu filho vai casar com a filha dele? – Ela riu fraco.
- Sim, ela mencionou. – Polly assentiu com a cabeça.
- Bem, pode arranjar um papo entre vocês. – Chris falou, piscando para nossa filha, me fazendo rir.
- E como vocês se conheceram? – Perguntei, destravando o carro e vi Chris abrir o porta-malas e eu abri a porta de trás para as meninas.
- Polly é Juventina também, então, um dia ela foi visitar o estádio e a gente estava treinando. – deu de ombros e eu ri fraco.
- Ah gente, estou feliz, mesmo! – Sorri. – Espero que você goste daqui, Polly. Que se sinta em casa. – Ela sorriu.
- Aposto que vou gostar, senhora Evans, vocês são ótimos. – Ri fraco.
- A senhora estará no casamento também, aqui é ‘tia’ ou , sua escolha. – Ela riu fraco, assentindo com a cabeça.
- Vamos para casa, que eu estou faminta. – falou, nos fazendo rir.

- Olá, meus amores! – Falei empurrando a porta da confeitaria, ouvindo o sininho tocar e todas as pessoas atrás do balcão sorriram para mim.
- Olha quem voltou! – Joshua falou e eu sorri, me aproximando dos mesmos. – A viagem foi boa, é?! – Ri fraco, balançando a cabeça.
- Foi ótima, mas a felicidade é por outro motivo. – Sorri para eles, apoiando as mãos no vidro.
- Hum, deveria saber qual é? – Mary perguntou.
- Minha filha está em casa! – Eles abriram largos sorrisos.
- Ah que bom. – Nina sorriu. – Aproveitando bastante. – Ri fraco.
- Não tanto quanto eu gostaria, ela trouxe a namorada. – Eles arregalaram os olhos.
- Namorada? – Joshua perguntou. – Ela é das minhas é? – Ri fraco, balançando a cabeça.
- Aparentemente sim. – Dei de ombros. – Ela já havia me contado que tinha essa suspeita, mas Chris deu uma surtada um pouco, mas está tudo bem. – Ri fraco.
- Tô achando que ela descobriu meio tarde. – Joshua colocou a mão no queixo e eu ri fraco.
- Não vamos esquecer que até os 17 anos ela ficou jogando futebol aqui em Los Angeles mesmo e nunca focou em outras coisas, e aposto que na Itália ela deve sair só com as meninas do time.
- E ela é do time? – Balancei a cabeça.
- Ironicamente não, é uma aluna de moda, bem simpática por sinal. – Ri fraco e eles balançaram a cabeça.
- Manda um beijo para ela. – Joshua falou. – Quando vocês vão para Washington? – Ele perguntou.
- Em uma semana. – Suspirei. – Ainda temos muito que fazer. – Eles assentiram com a cabeça. – Cadê Eveline? Preciso falar com ela do bolo.
- Ela chegou cedo e não saiu mais do escritório. – Assenti com a cabeça.
- Eu vou falar com ela, depois volto para falar com vocês sobre o fim do ano. – Eles confirmaram com a cabeça e eu segui para o fundo da confeitaria, subindo na escada em espiral no fundo e empurrei a porta do escritório, sentindo o ar quente mais forte lá dentro. – Parece que alguém está com frio. – Entrei no mesmo, vendo os olhos grandes por trás dos óculos de grau de Eveline aparecer atrás do computador.
- Oi chefinha, tudo bem? – Ri fraco, me sentando na cadeira em frente a ela.
- Tudo bem e contigo? – Ela suspirou.
- Tudo bem sim. – Ela sorriu.
- Eu vim saber como estão as coisas do casamento de Liana lá em Washington? Não quero ter que resolver nada em cima da hora lá. – Ela assentiu com a cabeça.
- Liana já resolveu tudo e eles começaram a produção, ela escolheu o bolo de merengue com pasta americana branca com pérolas e flores comestíveis, o recheio de caramelo com nozes glaciadas e morango, e alguns doces básicos, para lembrança eles optaram por um par de cupcakes com cobertura preta e branca. – Assenti com a cabeça.
- Falou sobre a alergia de Liana à lactose? – Perguntei e seus olhos arregalaram bastante.
- Ah meu Deus! – Ela disse, correndo para pegar o telefone e eu suspirei, esticando as pernas na cadeira da frente e fiquei ouvindo a conversa. – Eu preciso falar com America agora! – Ela disse e esperou alguns segundos, soltando a respiração alta. – America, aqui é Eveline da matriz de Los Angeles, os bolos e doces do casamento Sanders Evans já começaram a ser produzidos? – Ela esperou pela resposta. – Cancela agora! – Ela gritou. – Todos eles precisam ser feitos com leite de soja. – Ela falou alto me fazendo olhar assustada para ela. – Como assim o carregamento chega só em três dias? Eu mandei faz tempo. – Ela falou alto e eu suspirei, segurando a risada. – Eu não ligo America, ela é a noiva, é a noiva do filho da nossa chefe que está casando, faça um milagre, compre aí e resolva isso. – Ela disse, colocando a mão na testa. – Eu vou ligar amanhã, se isso não estiver resolvido você receberá uma ligação da . – Ri fraco, vendo-a abrir um largo sorriso e ela desligou o telefone.
- Calma, Eveline! – Falei, colocando a mão em cima da sua. – Relaxa! – Ela riu fraco, suspirando.
- Desculpa, é que é muita coisa, eu estou trabalhando quatorze horas por dia e parece que não é o suficiente. – Arregalei os olhos.
- Espera aí! – Me levantei. – Eu não sabia dessa. Como você não me informa? – Ela suspirou.
- Ai , é que são 28 franquias, é muita coisa para administrar e tem os carregamentos também para as franquias. – Assenti com a cabeça.
- Então vamos fazer o seguinte, você saia daqui às seis da tarde, mesmo se tiver coisa pendente. Manda no meu e-mail as planilhas desse mês que eu vou dar uma olhada e ver se a gente pode contratar mais umas duas pessoas até Joana voltar de férias e ajudar vocês. – Ela assentiu com a cabeça.
- Obrigada! – Ela sorriu.
- E manda o telefone da America no meu WhatsApp, ela realmente vai querer falar comigo. – Ela riu. – Café? – Ela apontou para o computador. - É uma ordem. – Falei e ela sorriu, fechando a tela do notebook.

- Você está sempre arrasando, hein, mãe? – falou quando eu apareci na sala de estar e eu ri fraco.
- Você sabe que Rupert ainda deixa seus melhores desenhos para mim. – Dei uma volta e ela riu fraco, sorrindo.
- Vocês duas também estão muito bem. – Elas sorriram, se levantando.
- Obrigada! – Elas disseram juntas.
- Vamos, então? – Chris falou, saindo do quarto e eu sorri ao vê-lo, ajeitando sua gravata e ele sorriu, depositando um beijo em minha testa.
- Vamos, querido! – Falei e ele estendeu a mão para mim e caminhamos para fora de casa, com e Polly atrás de nós.
Seguimos para fora de casa e Henry nos esperava no carro com a porta aberta e eu sorri, entrando no banco de trás com as meninas e Chris foi na frente e logo o carro saiu.
- E aí, Henry, o que está achando de Los Angeles no inverno? – Ele riu fraco.
- Melhor que Boston, senhora . – Ele respondeu e as meninas riram.
- Saudades quando ele me chamava de senhorita. – Comentei e suspirei.
- Faz um tempo, amor. – Chris comentou e eu estiquei a mão, colocando em seu ombro.
- Pai, sobre o que se trata esse filme? – perguntou.
- Não fez a lição de casa, é? – Ele perguntou, me fazendo rir.
- Eu não vejo um filme no cinema faz quase um ano, pai, é só Netflix. – Ri fraco, balançando a cabeça.
- É o terceiro filme dos Super Táticos. – Ele disse. – Da Marvel, final da trilogia. Eu sou o diretor. – Ri fraco.
- Ah, esse eu gosto! – Polly comentou. – O que vai acontecer com a Mulher Magia? – Ri fraco, franzindo a testa.
- Vai ter que assistir para ver. – Chris comentou.
- Eu acho que eu parei de assistir após o segundo, quantos foram depois disso? – Ri fraco.
- Ah filha, é Marvel, você tem uma penca de filmes para ver. – Ela suspirou, cruzando os braços.
- Depois a gente assiste. – Polly falou. – O segundo da Mulher Magia é demais!
- Que bom que gostou, Polly! – Chris falou e eu revirei os olhos, olhando para que segurava a risada.
- Mas eu sinto saudades do senhor como ator. – Ela comentou.
- Você não é a única. – Comentei e Chris ficou quieto. – Ele não quer fazer filmes porque só dão papel de velho para ele.
- Não é só por isso. – Ele comentou, me fazendo rir.
- É sim! – Falei. – Nem vem! – Suspirei.
- Chegamos! – Henry falou e a porta ao lado de Polly foi aberta, fazendo com que as duas saíssem e eu fosse em seguida, vendo Chris esticar a mão para mim, e eu senti os holofotes do tapete vermelho me cegarem e abri um largo sorriso quando os fãs começaram a gritar por nós.
- Vamos, querido, depois a gente conversa sobre você voltar a atuar. – Ele riu fraco, afirmando com a cabeça e eu dei o braço para ele, ajeitando a barra do vestido e caminhei com Chris pelo tapete vermelho, sorrindo para os fãs e fotógrafos que ali estavam.

- Para, ! – Falei, batendo a mão na da minha filha.
- Ai mãe! – Ela reclamou, soltando o cookie. – Você fez para gente comer, caramba.
- Sim, comer, não se matar pela boca. – Polly riu ao meu lado. – Seu treinador vai me matar se você aumentar seu peso.
- Ah, eu perco de novo. – Ela falou, me fazendo revirar os olhos e voltei a olhar para a panela de molho vermelho que borbulhava.
- Cadê seu pai? – Perguntei.
- Escritório! – Ela disse, se sentando na bancada e abraçando Polly pelos ombros.
- Chris está no escritório e sua irmã está aqui! – Me assustei ao ver a louca da minha irmã entrando pela porta da frente de casa.
- Titia! – falou animada.
- Prima! – Eduarda falou e ambas sorriram, se abraçando correndo e eu desliguei o fogão, saindo de trás do balcão e abraçando minha irmã.
- Só um compromisso familiar para gente se ver, não é? – Ela falou, me apertando pelos ombros.
- Ah Lílian! – Sorri. – Faz tempo mesmo.
- Não sou eu que sou dona de 50 franquias da confeitaria mais famosa dos Estados Unidos e não tenho tempo nem para uma viagem com meu marido. – Lílian foi irônica e eu ri fraco.
- 28, mas você chegou perto! – Falei e ela riu. - Cadê Jonas? – Perguntei olhando para a porta.
- Sendo um cavalheiro e trazendo as malas das senhoritas! – Ele falou, colocando as malas no canto da porta e abriu um sorriso.
- Você está mais bonito a cada dia, hein?! – Falei, franzindo os lábios e ele riu.
- Igual um bom vinho! – Lílian disse, passando o braço ao redor do seu marido, me fazendo rir.
- E aí, querida? – Falei para a Eduarda de 16 anos, dando um beijo em sua bochecha.
- Tudo certo! – Ela sorriu.
- Então, quem é a intrusa? – Lílian perguntou e eu ri fraco, olhando para e ela assentiu com a cabeça.
- Essa é Polly! – Falei, segurando-a pelos ombros. – Namorada da .
- Nossa! Tá podendo, hein?! – Lílian falou, me fazendo rir. – Eu sou Lílian, Jonas e Eduarda, tios da sua namorada. – Ela falou, esticando a mão para Polly e eu ri fraco.
- Qual o motivo da bagunça aqui? – Chris entrou em casa e olhou direto para Lílian. – Ah, deveria ter imaginado! – Ele falou, franzindo os lábios e eu ri fraco.
- E aí, cunhado? – Ela falou animada e eu balancei a cabeça.
- Prontos para o casamento do ano? – Ele perguntou, e ela riu.
- O casamento do fim do ano, você quer dizer.
- Alguém já usou essa piada no meu casamento, então já está velha! – Comentei, voltando para trás do balcão.
- Ah que família de querer fazer tudo perto do Natal, existe outros dias no ano, sabia? – Lílian falou e eu balancei a cabeça.
- , leve eles para o quarto de Larry, e, Chris abra a cerveja, vamos comemorar! – Falei e ele riu, comemorando, me fazendo rir.
- Você fica com a gente, Duda! – falou.
- Eu não vou atrapalhar? – Ela perguntou e eu ri fraco.
- Não vai! – Chris falou. – Ela não tem coragem de fazer nada nessa casa. – Ele comentou e Jonas ficou vermelho para segurar a risada.
- Valeu pai, minha moral já era baixa, mas agora não existe. – Ri fraco, balançando a cabeça. - A gente pode conversar até mais tarde, ver Netflix. – falou, sorrindo.

- Aqui, meninas! – Coloquei as roupas em cima da cama dela. – As roupas que vocês pediram para passar.
- Como a gente vai levar os vestidos do casamento? – Ela perguntou.
- Como bagagem de mão, como eu e seu pai fazíamos sempre. – Ela assentiu com a cabeça.
- Beleza! – Ela assentiu, voltando a colocar suas roupas na mala.
- Polly está no banho? – Perguntei.
- Sim, está! – Ela assentiu com a cabeça.
- Você parece feliz, querida. – Falei, colocando a mão em sua cabeça.
- Eu estou, mãe. – Ela sorriu. – É um pouco novo para mim, porque eu nunca namorei e nunca pensei que gostaria de mulheres, mas está sendo legal descobrir isso com a Polly! – Ela disse e eu dei um beijo em sua testa.
- Que bom, querida! – Sorri. – Só quero te ver feliz. – Ela sorriu, assentindo com a cabeça.
- Ah mãe, sabe se o Larry convidou o Joseph, a Megan? Aquele povo lá? Faz tempo que eu não os vejo. – Ela falou e eu suspirei.
- Há quanto tempo vocês não conversam? – Perguntei e ela deu de ombros.
- Acho que desde a última vez que eu vim. – Assenti com a cabeça, suspirando.
- O marido de Megan foi transferido para Austrália. – Ela fez uma careta. – Foi todo mundo.
- Como assim? – Ela falou, se sentando na cama. – Ah, mancada! – Ri fraco.
- Você realmente anda com pouca vida pessoal, não é? – Ela assentiu com a cabeça.
- É! – Ela suspirou. – E o que eu tenho livre eu uso para sair com a Polly.
- Mas você está bem lá? – Perguntei.
- Estou sim, é bem legal, os dormitórios são ótimos, seis refeições por dia, seis horas de treino e duas de exercícios, além de ganhar em euro, o que é muito bom. – Ri fraco, assentindo com a cabeça.
- Como se você precisasse desse dinheiro. – Ela deu de ombros.
- Não preciso, mãe, mas é bom não ter que prestar contas contigo. – Ri fraco, dando um beijo em sua cabeça.
- Vai dar um jeito nesse rosa, está muito desbotado! – Ela riu fraco.
- Amanhã eu vou retocar, tá tudo certo. – Assenti com a cabeça.
- Termina de arrumar as malas logo e não durmam tarde, vamos acordar antes das cinco. – Ela fez uma careta engraçada.
- Tá quase pior que acordar em Turim! – Ri fraco.
- Suas escolhas, meu amor! – Falei, saindo do quarto dela, dando de cara com Polly.
- Opa, desculpa! – Ri fraco.
- Você também, Polly, finaliza as malas, já coloquei as roupas que pediram para passar no quarto e vão dormir, amanhã vamos acordar cedo. – Ela confirmou com a cabeça.
- Obrigada, tia , vocês são legais. – Ri fraco.
- A gente tenta! – Dei de ombros, entrando no meu quarto, vendo Chris focado no celular e não na mala aberta no meio da cama. - Vamos se mexer? – Falei e ele se assustou, me fazendo rir.

- Larry vai matar a gente por não ir na casa dele. – Revirei os olhos.
- Eu não vou ficar na casa deles, Chris. – Suspirei, colocando minha mochila no chão. – Eles vão querer aproveitar a lua de mel depois.
- No nosso casamento...
- Amor, isso já faz 22 anos. – Falei e ele suspirou, nem se preocupando em continuar a fala. – Não adianta ficar pensando no que houve e o que não houve, e nossos irmãos foram muito legais em pagar uma bela suíte para gente, enquanto eles ficavam em casa. – Ele riu fraco e eu apoiei no balcão do hotel.
- Larry está ferrado, então! – Ele riu e eu balancei a cabeça.
- Boa noite! – Falei para a atendente.
- Olá, boa noite! – Sorri.
- Temos reservas de três quartos para o casamento de Larry Evans e Liana Sanders. – Dois para duas pessoas e um para três. – Falei e ela confirmou com a cabeça.
- Documentos, por favor! – Ela disse e Chris tirou o seu da carteira e entregou para ela e Lílian entregou seu passaporte.
- Então serão dois para Evans e um para ? – A atendente perguntou e eu confirmei com a cabeça. - Um segundo. – Ela falou.
- O que vocês estão fazendo aqui? – Eu e os outros seis viramos nosso rosto para trás e eu abri um largo sorriso ao ver meu filho e sua noiva entrando no hotel.
- Ah querido! – Larguei as coisas em cima do balcão e segui em sua direção, apertando em meus braços fortemente e estalando alguns beijos em sua bochecha. – Que saudades, amor!
- Mãe, eu estou passando vergonha! – Ri fraco, me afastando dele e passei a mão em sua bochecha, limpando o batom.
- Como vocês estão? – Sorri, seguindo para abraçar Liana. – Você está cada dia mais linda, querida! – Ela riu fraco.
- Obrigada, tia . – Ela sorriu e eu assenti com a cabeça.
- E aí, filhão? – Chris falou, abraçando o filho e eu suspirei.
- E o que vocês estão fazendo aqui? – Liana perguntou. – Vocês deveriam ficar em casa.
- Não, querida, ficaremos aqui e vocês ficarão bem lá! – Pisquei para ela que riu.
- Ai, meu irmão vai casar! – falou animada e Larry a abraçou, girando-a no ar, me fazendo sorrir. – Isso é demais! – Ela falou rindo. – Meu presente está na mala, depois eu entrego.
- Ah, baixinha, obrigado! – Larry sorriu. – Fala aí, gente? – Ele acenou para Lílian, Jonas e Duda, fazendo-os se cumprimentarem fortemente, fazia tempo que eles não se viam.
- Olha o que o vento trouxe de volta! – Virei o rosto, abrindo um largo sorriso ao ver meu moreno e meu ruivo favorito entrando atrás deles no hotel, claro que atualmente, as cores dos cabelos eram cobertas por alguns cabelos brancos, como o meu era coberto por loiros tingido.
- Ah vocês! – Ri fraco, seguindo em direção a Rupert e Derek e abracei os dois, sentindo-os me abraçarem forte, me fazendo sorrir.
- Quanto tempo a gente não se vê? – Derek perguntou e eu ri fraco.
- Um ano? – Perguntei rindo. – Com certeza batemos nosso recorde. – Eles riram e eu suspirei.
- E nossos filhos vão se casar. – Rupert falou animado e eu olhei para Larry e Liana de mãos dadas e suspirei.
- Estou velho! – Chris falou e eu ri fraco.
- Eu vou chorar! – Falei, passando as mãos embaixo dos olhos.
- Ah querida! – Chris falou e eu suspirei.
- Eu não vou falar nada, porque estou igual! – Derek falou, fazendo sua filha rir.
- Então, o que vamos fazer? – Larry falou e ele virou o rosto para o lado. – Ei, você é Polly! – Larry falou, se afastando de Liana e se aproximando da loira, me fazendo rir.
- Você sabia? – Chris perguntou e eu dei de ombros.
- Sabia! Acho que eu fui o primeiro a saber. – Ri fraco.
- Cara, mancada, , só eu não sabia! – Chris falou, cruzando os braços em seguida e eu suspirei.
- Desculpe, pai, eu não sabia como você reagiria. – falou e Larry abraçou Polly rapidamente.
- É bom, finalmente, te conhecer. – A loira sorriu.
- Eu sou teu pai, eu te amo não importa o quê. – Chris falou. – Você pode ser dançarina de boate que eu não ia ligar. – Ele parou. – Bem, eu ia ligar por ter vários caras te olhando seminua. – Ri fraco.
- Gente, onde tem uma ótima pizzaria aqui? Acho que merecemos! – Falei rindo.
- Eu vou chamar os táxis, acho legal vocês levarem as malas lá para cima. – Assenti com a cabeça.
- E a vovó, mãe? – Larry perguntou.
- Chega amanhã com o resto do pessoal do Brasil. – Ele assentiu com a cabeça.
- Polly, Rupert Van Sanders; Rupert, essa é a minha namorada. – Ouvi falar e virei o rosto, notando um largo sorriso nos lábios de Polly.

- Vamos começar com os brindes, pessoal? – A organizadora do casamento falou e eu sorri, assentindo com a cabeça. – Quem gostaria de começar? – Ela falou e eu vi se levantando.
- Eu vou! – Ela falou, pegando seu copo e seguiu para a ponta da mesa.
- Vai lá, maninha! – Larry gritou, me fazendo rir e minha mãe se virou para trás, sorrindo para mim e eu segurei sua mão em minha perna.
- Oi, pessoal! – começou. – Eu sou , irmã mais nova barra mais velha de Larry. – Ri com ela. – Eu nasci antes, ele chegou depois... Enfim, se vocês estão aqui, vocês sabem dessa história. – Ri fraco, vendo-a abanar a mão. – Eu conheço Liana desde que eu nasci, a conheço há mais tempo que meu próprio irmão, para falar a verdade, então, imaginem a minha felicidade, e de meus pais, do tio Rupert e tio Derek ao ver que a família Evans e Sanders se juntaram? – Ela sorriu. – Era meio óbvio que quando eles se conhecessem, ou ficassem mais tempo juntos, eles acabariam compartilhando experiências e teriam algo em comum. – Ela suspirou. – Além de outras coisas! – Ela ficou quieta por um segundo. – Eu ainda lembro o dia que Larry apareceu em casa, ele tinha o cabelo grande e cacheado. – Ela riu fraco. – Diferente desse look James Bond dele de hoje. – Ele balançou a cabeça, sorrindo. – E Liana, bem, Liana estava lá no dia no meu nascimento, ela prometeu ser minha amiga. – Ela sorriu. – E ela é, até hoje. – Liana sorriu, assentindo com a cabeça. - Eu não tenho muito o que dizer, só que esses dois são o casal mais perfeito que vocês vão encontrar na vida. – Ela se virou para os convidados. – E eu desejo a vocês muito mais amor, felicidade, sucesso e que continuem sendo essas pessoas maravilhosas, mesmo após alguns desastres na vida. – Eles riram, esticando o copo. – À Larry e Liana. – Ela sorriu e esticou sua taça, bebendo um gole de champanhe e eu sorri para eles.
- Obrigado, maninha! – Larry falou e eu sorri, sentindo Chris beijar meu ombro.
- Você quer ir antes? – Derek falou para mim e eu e Chris nos entreolhamos, assentindo com a cabeça e nos levantamos.
- Ah, agora vai. – Larry falou e eu ri fraco.
- Se for para te fazer chorar, acho que eu ganho! – Comentei e ele riu, segurando minha mão por alguns segundos, antes de eu e Chris chegarmos a ponta da mesa.
- Oi, pessoal! – Chris falou, acenando para os convidados e eu ri fraco. – Somos e Chris, pais de Larry. – Ele disse e virou para mim.
- Oh, é isso o que vai falar? – O pessoal riu. – Ok! – Balancei a cabeça. – Eu acho que não posso falar de Larry e Liana sem falar sobre mim, sobre Chris, Rupert, Derek, Ruth e outras pessoas aqui presentes. – Sorri. – A história chega a quase 25 anos, quase 30 para Derek e Rupert, mas ela é incrivelmente cheia de amor e paixão. – Suspirei. – Um dos dias mais felizes da minha vida, foi em dezembro de 2013, creio eu, quando meus dois melhores amigos me avisaram que seu pedido para pais havia sido aprovado e que eles adotariam uma linda menina, o qual tinha o nome de Liana. – Sorri. – Liana cresceu muito bem, algumas corridas ao hospital por sua alergia e pela falta de atenção de dois pais inexperientes. – Eles riram. – Ela teve uma vida plena. – Sorri. – Alguns anos depois, eu e Chris casamos, tivemos nossa primeira filha, mas não conseguíamos ter outro, então, por que não adotar? Chris tem uma irmã adotada, então eles foram os maiores incentivadores. – Sorri para Shanna que assentiu com a cabeça. – Fomos com a intenção de querer um bebê, afinal, éramos novos ainda e podíamos trocar muitas fraldas ainda, mas Larry entrou em nosso caminho e foi outra melhor coisa que nos aconteceu. – Sorrimos cúmplices. – Alguns traumas de sua vida passaram como um raio, afinal, ele estava bem. Alguns anos se passaram e ele nos surpreendeu ao passar na melhor faculdade do país, depois nos surpreendeu ao namorar Liana. – Sorri para ambos. – Uma coisa levou à outra e estamos aqui hoje...
- Para celebrar o casamento... – Chris continuou, me fazendo rir e segurei sua mão.
- Para celebrar não só esse amor, mas também celebrar todas as lutas e diversidades que esses dois passaram. – Sorri. – Então, ergam suas taças, para celebrar o casal mais de propaganda de margarina que eu já vi. – Os dois riram. – 27 anos, com suas vidas feitas, empregos incríveis e muitos sonhos pela frente. – Eles sorriram. – A eles, que eu considero ambos meus filhos, que eles sejam muito feliz. – Sorri.
- A eles! – O pessoal falou e eu sorri, ouvindo-os nos aplaudir e o casal levantou, nos abraçando e eu apertei meu mais velho forte nos braços.
- Eu tenho muito orgulho de você. – Cochichei em seu ouvido e ele sorriu.
- Obrigado, mãe, por causa disso eu sou grato a vocês! – Ele disse e eu assenti com a cabeça, sorrindo.

- Deixa eu ver você! – Falei, colocando as mãos em seus ombros e a girando devagar. – Você está linda, querida! – Ela sorriu, me apertando em seus braços e eu suspirei.
- Ainda bem que ela escolheu algo claro. – falou, ajeitando a barra do vestido, me fazendo rir.
- Apesar de ser difícil te ver, você é uma mulher agora, filha. Apesar de jogar bola, andar suada o dia inteiro, você é uma mulher, vai fazer vinte e um anos em alguns dias. – Ela sorriu. – Eu tenho orgulho dos meus filhos, sabia? – Ela sorriu, assentindo com a cabeça.
- O casamento nem começou e eu já vou chorar. – falou e eu ri fraco.
- Vamos, quero ver como os dois estão antes de começar. – Falei, segurando em sua mão e caminhamos juntas pelos corredores do hotel fazenda, no interior de Washington, onde seria o casamento, e vi Chris puxar a porta de um dos quartos devagar.
- Olha minhas meninas aí! – Ele disse e eu sorri. – Você está incrível ele falou e eu sorri, esticando a mão para ele.
- Rupert! – Sorri. – Ele sabe fazer com que eu fique bem! – Ele riu fraco, estalando um pequeno beijo em meus lábios e eu não me contive em ajeitar sua gravata que estava torta.
- Você está lindo, meu amor! – Ele sorriu, passando a mão no paletó do smoking.
- E eu? – falou e Chris riu, estalando um beijo em sua bochecha.
- Você também, querida! – Ele falou.
- Estava com Larry? – Perguntei.
- Sim, ele está bem! – Ele balançou a cabeça. – Acho que eu estou mais nervoso que ele! – Ri fraco. – Dei um pouco de vodca para ver se acalma ele. – Balancei a cabeça.
- Ah, homens! – Suspirei. – Não vá deixar meu filho bêbado! – Ele riu fraco.
- Pode deixar! – Ele falou animado.
- A gente vai dar uma olhada em Liana, nos encontramos no pé da escada? – Perguntei e ele confirmou com a cabeça sorrindo.
- Vamos casar esses dois! – Ele disse e eu ri fraco, passando uma mão nos ombros de Chris e colando meus lábios nos seus rapidamente.
- Eu te amo! – Falei e ele abriu um largo sorriso.
- Eu também! – Ele disse.
- Eu ainda estou aqui, sabia? – falou e eu ri fraco.
- A gente também te ama, querida! – Chris falou, me fazendo rir e eu voltei a caminhar pelo corredor com , dando alguns toques na última porta e uma moça, provavelmente amiga de Liana, abriu a porta.
- Li, é sua sogra e a ! – A moça falou e Liana desviou o olhar do espelho e se virou para nós, sorrindo.
- E aí, sogrinha, o que você acha? – Ela me perguntou e o choro subiu à garganta, me fazendo engolir em seco, e eu suspirei.
Como eu sempre conheci Liana, ela não escolheu algo super espalhafatoso para o seu casamento. Seu vestido era simples, um tomara que caia trapeado nos seios, uma pequena faixa em sua cintura e a saia abria até o chão. Seus cabelos estavam presos para trás e ela usava uma maquiagem simples em seu rosto, com um batom quase cor de pele. Seu colo e seus braços estavam livres, somente com o anel de noivado que Larry havia lhe dado e pequenos brincos nas orelhas.
- Você está incrível, querida! – Segurei suas mãos, apertando-as contra meu peito. – Como você está? – Ela respirou fundo.
- Surtando, para falar a verdade! – Ri fraco, fazendo um leve carinho em seu rosto.
- Isso é normal! – Falei e ela sorriu. – Pensa que só vai acontecer uma vez, então você tem o direito de querer que isso seja perfeito. – Ela assentiu com a cabeça, sorrindo.
- Obrigada, tia ! – Ela sorriu e eu suspirei, puxando-a para um forte abraço. – Já disse que meu pai deixa os melhores vestidos para você? – Ela falou e eu ri fraco.
- Eu fui a primeira modelo dele, eu posso! – Falei e ela riu fraco, balançando a cabeça.
- Foi mesmo! – Rupert falou, entrando no quarto e eu ri fraco. – Ela pode, querida! – Ri fraco, dando um rápido beijo nele e Derek chegou logo depois.
- Vamos? – Derek perguntou sorrindo. – Está na hora! – Abracei meu amigo de lado e observamos as madrinhas começarem a se levantar, todas com o vestido igual de e suspirei. - Tendo um déjà vu? – Derek perguntou a mim e eu ri fraco.
- Um pouco. – Afirmei com a cabeça. – Faz tanto tempo. – Falei e ele riu fraco, dando um beijo em minha cabeça.

- Cheguei! – Virei para trás, sorrindo ao ver meu filho aparecer na ponta da escadaria e eu sorri, suspirando.
- Você vai casar de branco? – Ele riu fraco.
- Eu gosto! – Ele disse e eu o abracei fortemente, suspirando.
- Eu quero que você seja muito feliz, ok? – Falei e ele me apertou contra seus braços. – Eu sei que você e Liana estão morando juntos faz tempo, tem suas vidas ajustadas, mas casar é um grande passo, ok?! – Ele assentiu com a cabeça sorrindo e eu dei um beijo em sua testa. - Vamos lá? Eu vou ser a mãe de um cara casado agora! – Ele riu fraco. - Ah, eu estou velha! – Fiz careta e ele riu.
- Não, mãe! Você não está! – Ele disse. – Você é jovem para ter um filho de 27 anos. – Ri fraco.
- Talvez você esteja certo! – Ri fraco, esticando a mão para ele, que entrelaçou os braços em mim e eu suspirei, olhando para frente.
- Como está Liana? – Ele perguntou e eu ri fraco.
- Eu não vou te contar! – Disse, começando a descer os degraus do hotel fazenda, vendo lá embaixo as cadeiras dos convidados colocadas dos dois lados e o juiz de paz no meio do arco de folhas feito lá embaixo.
- Qual é! – Ele disse, enquanto descíamos as escadas e eu ri fraco.
- Você aguenta dois minutos, querido! – Falei e ele suspirou, rindo fraco e assentiu com a cabeça.
- Acho que sim! – Ele disse e eu sorri, continuando o caminho, até que as escadas terminassem e seguissem para o caminho de pedras com o tapete branco colocado no meio delas.
Reconheci várias pessoas. Tirando as famílias de dois lados, os filhos e netos, namorados desses filhos e netos, ainda existia os amigos de Liana e de Larry, o pessoal que trabalhou comigo na ID, alguns amigos de Chris da época de ator e de infância, todos estavam lá para celebrar o casamento do meu pequeno.
Dei um beijo em sua testa ao deixá-lo em frente ao arco de folhas e ele sorriu, retribuindo com um grande abraço e eu sorri, assentindo com a cabeça e eu o deixei ali, seguindo para o primeiro banco, me colocando ao lado de Chris, que segurou minha mão rapidamente, me fazendo sorrir.
Não demorou muito e comecei a ouvir a marcha nupcial sendo tocada no violino, da mesma forma que foi quando eu me casei. Todos nos colocamos de pé e lá no topo das escadas, já pude ver Liana, de braço dado com Rupert e Derek, nesse momento tive vontade de chorar, respirando fundo para despistar. As madrinhas e padrinhos também desciam a sua frente.
Chris me abraçou pela cintura, me fazendo respirar fundo e suspirei, colocando minhas mãos em cima das dele. Liana atravessou aquele corredor graciosamente, afinal, ela era uma bailarina, então tudo o que ela fazia era de forma graciosa. Virei o rosto para o lado contrário e olhei para Larry em cima daqueles dois degraus. Ele tinha as mãos no rosto e os olhos cheios de lágrimas, me fazendo sorrir e sentir uma lágrima escorrer pela bochecha. Ela é o amor da vida dele.
Larry desceu os degraus e deu um forte abraço em Rupert e em Derek, mantendo aquele largo sorriso no rosto. Observei os lábios de Rupert falarem para ele cuidar dela e sorri, mesmo sabendo que era mais graça deles, afinal, eles namoravam há quase dez anos, era bastante tempo.
Meu filho segurou sua noiva pela mão e deu um beijo na sua mão, fazendo-a sorrir e ambos voltaram a subir no pequeno degrau, em frente ao arco de flores, fazendo o juiz de paz se aproximar.
- Boa tarde! – Ele falou. – Estamos aqui reunidos para celebrar a união de Liana Van Sanders e Lawrence Evans. – Suspirei. – No momento em que um casal vem marcar a data de casamento, nós passamos um tempo com eles para conhecer um pouco sobre eles e a trajetória que os levou até esse momento. – Ele sorriu. – Larry e Liana tem uma vida bem parecida, tiveram outra família e acabaram sendo adotado por pais famosos. – Ri fraco, piscando para Rupert. – Mas algo que eles também têm em comum, é o cuidado e o carinho que eles têm por todos ao seu redor. – Sorri, entrelaçando o braço no de Chris, que também sorria. – Com carreiras tão distintas, mas vidas tão parecidas, eles escolheram se amar e, agora, passar a vida toda juntos. – Ele sorriu. – As alianças, por favor! – Ele falou e se aproximou com a pequena almofada em suas mãos, e cada um pegou uma aliança e ela logo se afastou para o lado do irmão, sorrindo. – A dama primeiro. – O juiz virou para Liana. – Liana Van Sanders, você aceita esse homem como seu legítimo esposo, para amar e respeitar, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, todos os dias da sua vida, até que a morte os separe?
- Sim. – Ela abriu um largo sorriso, deslizando a aliança no dedo de Larry, me fazendo sorrir.
- Lawrence Evans. – O juiz se virou para meu filho sorridente. – Você aceita essa mulher como sua legítima esposa, para amar e respeitar, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, todos os dias da sua vida, até a morte os separe?
- Sim! – Larry sorriu, colocando a aliança no dedo de Liana e eu sorri, vendo Chris esticar o lencinho para mim e eu agradeci, passando-o levemente embaixo dos olhos.
- Pelo poder investido em mim pelo distrito federal de Washington, eu vos declaro marido e mulher! – Ele disse e começamos a aplaudir animados. – Você pode beijar a noiva! – Ele disse para Larry que depositou uma mão no rosto de Liana e tocou seus lábios levemente, fazendo com que gritasse animada ao lado de Larry, me fazendo rir e Chris me apertou em seus braços, estalando um beijo em minha bochecha.

- Agora somos realmente uma família? – Derek se aproximou de mim e de Chris e eu ri fraco, suspirando.
- Parece que sim! – Sorri, observando nossos filhos andarem por entre as mesas, cumprimentando os convidados.
- Demorou um pouco para isso acontecer, mas realmente aconteceu! – Ele disse, me fazendo rir.
- Só avisando que os Natais serão comigo! – Disse e Chris riu ao meu lado.
- Ah, começou! – Ele falou e eu ri fraco.
- Tudo bem, eu gosto do Natal da família Evans! – Derek deu de ombros, me fazendo rir e eu suspirei.
- Perfeito! – Falei rindo.
- É hora da valsa! – O mestre de cerimônia falou e eu abri um sorriso ao ver nosso casal favorito caminhar até o meio da pista de dança, se colocando frente a frente. – Eles gostariam da participação dos seus pais nesse momento.
Eu e Derek nos entreolhamos e franzimos a testa e vi Rupert colocar a mão na testa, me fazendo rir. Chris estendeu a mão e eu sorri, segurando-a firme e ele me conduziu até a pista de dança, nos colocando ao lado de Larry e Liana.
- Esse é para vocês! – Larry falou piscando para mim e eu ri fraco, franzindo a testa.
- O que isso quer dizer? – Chris perguntou e eu dei de ombros, me colocando na posição de valsa, agora realmente sabíamos dançar.
- Eu não tenho ideia! – Falei e eu soltei um suspiro quando soltaram a música Fall Again, do Glenn Lewis, fazendo com que meus olhos e enchessem de lágrimas automaticamente, me fazendo virar o rosto para Larry e Liana novamente. – Obrigada! – Falei e meus filhos sorriram, começando a dançar pelo salão.
- É a nossa música! – Chris cochichou e eu assenti com a cabeça, apoiando a cabeça em seu ombro, soltando um suspiro alto.
- Feels like a fire that burns in my heart, every single moment that we spend apart. I need you around for every day to start, I haven’t left you alone. There’s something about you, I stare in your eyes, and everything I’m looking for I seem to find. All this time away is killing me inside... – A música tocava devagar, fazendo com que Chris me conduzisse pelo salão, fazendo com que eu tentasse segurar as lágrimas de meu rosto, vendo como meu marido ria de mim, assentindo com a cabeça.
- I need your love in my life. – Cantei baixo, erguendo o rosto para observar Chris que movimentava os lábios no ritmo da música.
- I wanna spend time till it ends, I wanna fall in you again, like we did when we first met, I wanna fall with you again.
Chris fez da mesma forma que no dia de nosso casamento, ele me rodou pelo salão, fazendo com que eu girasse, mas que sempre voltasse para suas mãos, fazendo com que meu vestido rodasse pelo meu corpo, me fazendo sorrir. Dessa vez era diferente, a gente sabia o que estava fazendo.
Ele encostou os lábios em minha bochecha, me fazendo fechar os olhos e eu suspirei, ajeitando a mão em cima de seu ombros, virando o rosto para o lado, observando Larry e Liana rodopiando pelo salão como nós, me fazendo abrir um largo sorriso e observei Rupert e Derek, dançando quase parados, me fazendo rir fraco, depois de tanto tempo, eles ainda tentavam ser discretos, mesmo que o mundo já soubesse sobre eles.
- You’ll try everything you never thought would work before, when you live, when you love, and you give them your all, you can always give up some more. – Chris cantou baixo em meu ouvido, me fazendo sorrir. - Baby nothing means anything unless you’re here to share with me, I can breathe, I can bleed, I can die in my sleep, cause you’re always there in my dreams. – Erguei os olhos para olhá-lo e notei que estava chorando novamente, fazendo-o rir, balançando a cabeça e ele soltou uma mão de minha cintura, erguendo-a para meu rosto, secando as lágrimas que escorriam pela minha bochecha.
- I wanna spend time till it ends, I wanna fall with you again. – Cantei baixo, sentindo minha voz falhar. - Like we did when we first met, I wanna fall with you again. – Suspirei, escondendo meu rosto em seu ombro novamente, mantendo os movimentos mais devagar e no local, enquanto a música acabava.
O pessoal voltou a aplaudir e eu e Chris nos separamos enquanto eu ria fraco, passando os dedos embaixo dos olhos e suspirei. Larry e Liana sorriram entre si e se separaram, fazendo com que meu filho viesse em minha direção e Liana em direção a seus pais.
- Pai, você deixa eu dançar com a mamãe um pouco? – Chris abriu um sorriso, dando um beijo na cabeça de Larry e ele estendeu minha mão para nosso filho, me fazendo rir.
- Não se esqueça de que eu ainda sou o par número um dela! – Ele falou, me fazendo rir.
- Sempre! – Eu e Larry falamos juntos e eu ri fraco, me colocando na posição de valsa novamente, sentindo meu filho começar a me movimentar devagar.
- Eu gostaria de saber por que você escolheu essa música tão velha! – Falei e ele riu fraco, dando de ombros.
- Porque eu acompanhei meus pais durante onze anos. – Ele sorriu para mim. – Vocês brigam, são super ocupados, mas daqui a pouco estão sorrindo, se beijando. – Ele deu de ombros. – Vocês são a melhor demonstração de amor que eu tive, mãe. – Ele sorriu e eu senti meus olhos embaçarem novamente. – A gente passou por bastante coisa, mas vocês nunca deixaram de se amar. – Suspirei.
- Eu fico feliz em saber que você nos vê assim, acho que nunca pensei em como nosso casamento afetaria você e a . – Ele riu fraco.
- Mas pode ficar tranquila que afetou de forma positiva. – Ele sorriu e eu dei um beijo em sua bochecha, sorrindo.
- Que vocês sejam muito felizes, viu?! – Falei e ele sorriu. – Estamos em costas diferentes, mas se for preciso eu venho correndo! – Ele confirmou, me fazendo rir.
- Obrigado, mãe! Por tudo! – Ele disse e eu sorri.

- Esse casamento está me deixando muito com déjà vu. – Falei e Chris riu ao meu lado, abaixando o pote de mousse.
- Pois é! – Ele disse, me fazendo rir. – Com uma diferença de mais de vinte anos, mas ainda sim! – Ri fraco, dando um tapa em seu braço, fazendo-o rir.
- Cadê ? – Perguntei.
- Lá fora com a Polly. – Assenti com a cabeça sorrindo.
- O que está achando disso? – Me virei para Chris.
- O quê? Polly e ? – Ele perguntou e eu assenti com a cabeça. – Eu não vou negar que fiquei surpreso quando você me contou. Mas foi meio igual o Scott, eu já tinha aquela suspeita lá dentro. – Assenti com a cabeça. – Se ela estiver feliz, eu estarei feliz, não tem nem o que falar. – Assenti com a cabeça, suspirando.
- Quem está falando de mim aqui? – Scott apareceu, me fazendo suspirar.
- Vocês têm uns timings perfeito! – Falei, suspirando e ele bebeu um gole do que estivesse em sua taça.
- Estamos falando da sua sobrinha. – Chris falou e eu bocejei, colocando a mão na boca.
- Pois é, que surpresa, não? – Ele falou e eu ri fraco.
- Até parece que foi surpresa para você. – Falei e ele arregalou os olhos.
- Eu juro que não sabia de nada! – Ele ergueu as mãos. – Não se esqueçam que fazia uns três anos que eu não a via. – Ri fraco, balançando a cabeça e bocejei novamente.
- Ok, está perdoado.
- Alguém está com sono! – Chris comentou e eu assenti com a cabeça.
- Já não tenho mais idade para ficar até tarde nessas festas. – Ele riu ao meu lado.
- Mãe, pai! – Vi Larry se aproximar e me levantei da cadeira. – Estamos indo! – Ele disse e eu afirmei com a cabeça.
- A gente se vê ainda? – Perguntei e ele assentiu com a cabeça.
- Sim, a gente se vê no Natal. – Larry falou. – Fiquem, vamos fazer o Natal aqui! – Assenti com a cabeça.
- Ok, só converse com o resto da família. – Falei e eles riram.
- Pode deixar! – Ele disse e eu o abracei fortemente, sorrindo e depois segui para Liana.
- Que vocês dois sejam muito felizes, viu?! – Falei sorrindo e olhei para os dois. – Vocês vão se dar bem. – Eles riram fraco.
- Já aprendemos a lidar com toalha molhada em cima da cama e abaixar a tampa da privada nesses três anos. – Liana falou. – A gente vai se ajeitando.
- Vão sim! – Derek falou, abraçando os dois. – Tendo amor, o resto se ajeita. – Ri fraco.
- Vocês viram ? – Larry perguntou. – Quero dar tchau para ela. – Assenti com a cabeça.
- Ela está lá fora com Polly. – Chris falou, após abraçá-los.
- Não quero atrapalhar. – Ele disse e eu ri fraco.
- Não se preocupe, vocês ficam muito tempo sem se ver, vai lá! – Falei e ele sorriu, me abraçando rapidamente.
- A gente se vê no Natal? – Ele perguntou e eu confirmei com a cabeça.
- Com certeza! – Sorri e eles deram as mãos se afastando.
- Mais um dever cumprido. – Rupert falou suspirando e eu ri.
- Mais um, meninos! – Sorri. – E eu acho que vamos aproveitar a deixa e ir também. – Suspirei. – Eu estou cansada.
- É a idade chegando! – Derek falou, me fazendo rir.
- Ela já chegou faz tempo, querido! – Falei, dando um leve tapa em meus ombros. – A gente se vê?
- Com certeza! – Eles sorriam.
- Vamos que ainda tem muita água para rolar. – Chris falou e eu dei a mão para ele.
- Vamos falar com a , aí a gente já vai. – Falei e Chris assentiu com a cabeça.
- Tchau, galera! Até mais! – Ele falou e eu ri fraco, acenando para os dois.

- Eu não acredito que a gente casou um filho! – Falei, suspirando, tirando os grampos do meu coque.
- Daqui a pouco casamos outro. – Ri fraco.
- Não começa a apressar as coisas. A tem só vinte anos. – Ele riu fraco, puxando sua gravata para cima.
- É, mas ela faz 21 em alguns dias, tem uma namorada. – Ele deu de ombros. – Ela está começando a caminhar sozinha. – Balancei a cabeça.
- Não começa, Evans! – Falei, soltando os cabelos. – Ela ainda é meu bebê.
- Ah, você com isso de novo. – Ri fraco, suspirando.
- Para você ver como as coisas andam rápidas, amor. – Ele disse, tirando a camisa e jogando em cima da poltrona do hotel.
- Me ajuda com o vestido? – Perguntei e ele riu fraco.
- Sempre! – Ele disse e eu sorri, sentindo suas mãos no zíper de trás do meu vestido e o pano se alargar rapidamente.
- Obrigada! – Falei, mas ele não se afastou, depositando um beijo em meus ombros descobertos e eu suspirei, rindo fraco.
- Nada mudou, não é? – Perguntei e ele me abraçou pela cintura.
- Nada! – Ele disse, beijando meus ombros e subindo pelo meu pescoço. – Talvez alguns quilos a menos, mais cabelos brancos. – Ri fraco, virando meu corpo. – Mas é só isso. – Sorri, assentindo com a cabeça e passei meus braços ao redor do seu pescoço, colando meus lábios nos dele, soltando um suspiro quando ele me apertou pela cintura novamente.
- Estamos muito bem para quem já passou dos 50. – Ele riu fraco.
- Você me obrigou a ficar em forma de novo, aqui estou! – Ri fraco, colando nossos lábios novamente e ele me puxou em direção à cama, puxando meu vestido para baixo, permitindo que ele deslizasse pelo meu corpo e eu deitei na cama, sentindo-o se colocar em cima de mim.
Ele passou a mão em meu corpo, puxando a cinta para baixo e jogou para o lado, e seguiu para me encarar nos olhos novamente, me fazendo sorrir. Ergui uma das mãos para seu rosto, relembrando seus traços, tirando algumas rugas, nada havia mudado. O cabelo e a barba escura, os olhos azuis, a boca que eu adorava, o nariz levemente torto, sorri com isso. Realmente, nada havia mudado.
Chris colou os lábios nos meus novamente e eu deslizei a mão pelas suas costas, dando leves apertões na mesma, sentindo-o suspirar contra minha pele, e eu abri um pequeno sorriso, mordendo seu lábio inferior e ajeitando a cabeça novamente contra os travesseiros.
Ele se ajoelhou sobre a cama, puxando seu cinto e se livrando das meias, voltando a se colocar em cima de mim e eu suspirei, sentindo-o começar a distribuir beijos pelo meu corpo e fechei os olhos, sentindo-o descer pelo meu corpo e puxar minha calcinha para baixo e eu apertei as mãos no lençol da cama, suspirando alto. Chris se ajeitou em cima de mim novamente e colou nossos lábios, agora de forma mais gentil, fazendo com que eu voltasse as mãos para suas costas, deslizando por ela inteira.

- Alivia na bebida, você não vai conseguir aguentar nem até meia-noite! – Falei para ele que riu, me puxando pela cintura para sentar em seu colo.
- Relaxa, isso é só gemada. – Ele falou rindo. – Essa é a gemada mais sem uísque que eu já tomei. – Ri fraco.
- Sua mãe já está bem velhinha para fazer isso, vai ver ela está aliviando. – Ele riu fraco, me apertando pela cintura.
- Oh, não, foi outra pessoa que fez isso, dona Lisa tá tacando a mão na bebida esses dias. – Ri fraco, aproximando meu rosto do dele e depositando um beijo em seus lábios.
- Vou perguntar para Larry cadê a garrafa de uísque! – Ele falou e eu me levantei de seu colo, rindo.
- Ah meu Deus, parece criança de novo! – Comentei e ele piscou para mim rindo.
- O tempo passa, mas algumas coisas não mudam! – Derek se aproximou de mim e eu sorri, confirmando com a cabeça.
- Nem fala! – Suspirei. – Acho que eu nunca tive tantas lembranças como essa semana! – Ele me abraçou de lado.
- Ah, querida! – Ele passou o braço em meu pescoço. – É Natal, um momento para relembrar.
- Você continua sendo dramático, Derek! – Ele riu fraco, suspirando.
- Bem, há coisas que nem o tempo se dá ao trabalho de mudar. – Sorri, abraçando-o de lado. – E Megan, hein? Tem falado com ela? – Dei de ombros.
- Na verdade não! – Suspirei. – Depois que Chris decidiu largar a Megan, ficou um clima meio tenso em casa, sabe? – Dei de ombros. – Então, eu tentei ser a esposa que apoia e ficar de fora. – Ele assentiu com a cabeça, suspirando.
- Bem, ele não estava errado em largá-la. – Derek deu de ombros. – O que ela fez foi mancada. – Suspirei, assentindo com a cabeça.
- Você não precisa tomar partido, Derek! – Ele riu fraco.
- Não, mas eu fiquei com o trabalho dela, e agora mando em tudo! – Ele deu de ombros e eu ri fraco, balançando a cabeça.
- Mãe, pai, vocês querem falar algo? – perguntou e eu sorri.
- Por que a gente? – Chris perguntou.
- Porque vocês estão completando 22 anos de casado, mamãe completou 50, vocês não...
- Ei! – Falei rindo. – Não precisa ficar anunciando para todo mundo que eu cheguei nessa idade. – Falei e o pessoal riu.
- É, mas seria legal se vocês disserem algo. – Larry disse sorrindo e eu suspirei.
- Eu sou péssimo com as palavras. , é com você. – Chris disse, atravessando a sala e se colocando ao meu lado.
- Disse o ator. – Falei e o pessoal riu. – Eu não sei, gente, só tenho que agradecer por tudo que está acontecendo. – Sorri. – Chegar aos 50 sempre pareceu algo desesperador, complicado e nada realista. – Eles riram. – Mas parece que tudo está muito bem. – Sorri. – Minha família está mais unida do que nunca, meus dois filhos são um sucesso, meu mais velho casou com alguém que eu vi chegar e acompanhei crescer. – Balancei a cabeça. – Eu tenho o casamento perfeito, minha confeitaria só cresce. – Dei de ombros. – Então é isso, obrigada, gente! – Suspirei. – Minha mãe, minha irmã e sua família, a família do Chris. – Sorri. – Perdemos Marcus recentemente. – Carly assentiu com a cabeça. – Mas tudo ficará bem, se continuarmos juntos. – Sorri. – Feliz Natal! – Falei sorrindo.
- Feliz Natal! – Dissemos juntos.
- Vamos para o amigo secreto, então? – Larry falou animado e eu ri fraco, olhando para Eduarda que corria de um lado para o outro e rezei para que ela gostasse do meu presente.

- De volta para casa! – Chris falou, abrindo a porta de casa e e Polly entraram após ele e eu vim em seguida.
- Deus, tá quente aqui! – Minha filha reclamou e eu ri fraco, dando de ombros.
- A piscina está limpa, tem refrigerante e cerveja na geladeira, só ligar o som e aproveitar! – Chris falou e eu ri.
- E você queria deixar zoneada. – Comentei e ele riu.
- Eu topo! – Polly falou e eu ri, vendo as duas seguirem para o quarto e eu apoiei minha bolsa na bancada, sentando em um dos bancos.
- , o que você vai querer de aniversário? – Gritei.
- Ah mãe... – Franzi a testa ao parar de escutar.
- Não estou escutando! – Gritei novamente, suspirando.
- Sei lá, mãe! – Ela apareceu na porta do quarto. – Acho que um bolo de cookies com creme e comemorar na noite de Ano-Novo mesmo. – Ela deu de ombros e eu confirmei com a cabeça.
- Então está fácil! – Falei e ela riu. – Vocês querem algo para comer?
- Eu tô bem! – falou e olhou para dentro do quarto. – Polly também.
- Beleza! – Suspirei. – Aproveitem a piscina, eu vou deitar um pouco. – Falei e Chris confirmou com a cabeça.
- Descansa, mãe, parece que você foi atropelada por um trem! – falou e eu ri fraco.
- Até quando você vai ficar aqui? – Perguntei.
- Até fevereiro! – Ela sorriu. – Tem tempo! – Sorri, assentindo com a cabeça.
- Vamos que eu vou contigo! – Chris disse e eu me levantei do banco e ele me abraçou pelas costas, me levando em direção ao quarto.
- Você deve estar cansado também! – Falei e ele riu, fechando a porta do quarto.
- Vamos dizer que eu bebi por uma semana inteira, dormi mal e ainda tive que ficar de olho em muitas crianças... – Ri fraco.
- Nem temos mais criança, Chris, todo mundo é velho já. – Ele riu fraco. – Nem o Christian é mais criança. – Ele riu fraco.
- Bem, Shanna está enlouquecendo com ele, então acho que é sim, ele ainda é uma criança. – Balancei a cabeça.
- Ok, o Christian sim, mas ninguém é mais bebê. – Ele sorriu e eu deixei os sapatos no canto do quarto e puxei minha blusa para cima, jogando-a em um canto e tirei a calça também, deitando na cama.
- Eu não posso falar de crianças com você assim. – Ele disse e eu ri fraco, vendo-o fazer o mesmo e se deitar ao meu lado.
- Então vamos falar de nós. – Disse, virando o corpo e apoiando meu queixo em seu peito.
- Você está pronta para o próximo passo, senhora Evans? – Ele me perguntou e eu ergui o rosto para ele.
- Qual seria o próximo passo? 25 anos de casado? – Perguntei e ele riu fraco.
- Também. – Ele disse. – Mas talvez sermos avós. – Fiz uma careta e ele riu em seguida.
- Oh não! – Falei rindo. – Eu aguento chegar aos 50, eu aguento casar meu filho, mas sou jovem para ser avó. – Ele riu fraco, fazendo carinho em minhas costas.
- Lembre-se de que quando nós casamos, o primeiro bebê veio rapidinho. – Sorri.
- Sim! – Balancei a cabeça. – Ainda parece como se fosse ontem.
- Deus, parece uma eternidade! – Chris falou e eu gargalhei, voltando meu corpo para a cama.
- É, um pouco! – Virei o rosto para ele, abraçando o travesseiro.
- Só podemos continuar fazer o que a gente fez bem, criar nossos filhos. – Ele falou, acariciando meu rosto e eu assenti com a cabeça, sorrindo.
- É, acho que, pelo menos nisso a gente acertou. – Ele assentiu com a cabeça.
- Dorme, meu amor. – Ele falou, dando um rápido beijo em minha testa. – Seus olhos estão pequeninos. – Ri fraco, suspirando.
- Só me acorde quando for Ano-Novo. – Ele riu fraco, descendo a mão pela minha cintura.
- Sei que você vai dormir por cinco dias. – Ele foi irônico e eu ri fraco. – Daqui a pouco já vai estar preocupada com o que vamos jantar, com as roupas que precisam ser mandadas para lavar, com o que eu como de certo e errado. – Abri um sorriso.
- É amor, nem quando eu desligo, eu aquieto! – Ele encostou sua testa na minha.
- Eu sei! – Ele disse. – É por isso que eu te amo! – Ele disse e eu só consegui sorrir, minha cabeça já estava longe.




Fim.



Nota da autora: Eu penso em STALT e vejo toda a importância que essa história tem na minha vida e pensar em continuar ela para sempre é algo bom, mas vamos seguindo conforme as ideias vão surgindo.
Nessa short vocês pegaram um pouco do futuro dos nossos personagens principais e viram como eles estão! Além de outro Natal que já é de praxe para essa família, hahaha.
Espero que tenham gostado e não se esqueçam de comentar aqui embaixo!
Beijos e até a próxima!






Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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