P.UpInL.O salto alto do scarpin de null null batia sem parar contra o chão. Ela estava ansiosa pela primeira vez naqueles três meses. Eram oito da manhã, quando seu expediente começava. Olhava para todos os relógios que tinham naquele espaço entre sua mesa e a sala de seu chefe, null null; o do celular, do relógio no pulso, o relógio da parede. Ela revirava papéis para se distrair, fingindo que estava lendo ou que o conteúdo lhe interessava. Por que o tempo não passava rápido quando ela mais precisava?
P.UpInL. null tinha apenas 22 anos; 1,76 de altura, cabelos loiros e os olhos verdes como esmeraldas. Ela tinha uma vida sedentária desde que decidiu largar a faculdade de Direito em Harvard e ir morar em Londres com sua melhor amiga, null null. null não tinha saco para ouvir ordens de ninguém, odiava que mandassem nela – pelo menos na sua vida profissional, e não sexual – e então decidiu ajudar null com tudo que podia na casa, já que ela quase não teria dinheiro para pagar as compras ou a conta de luz.
P.UpInL. Não que a amiga aceitasse isso.
P.UpInL. Há três meses, null havia se revoltado. Jogou uma almofada de seda tailandesa na amiga enquanto ela dormia e a ameaçou. “Se você não levantar essa bunda gorda do meu sofá para procurar uma porra de um emprego, eu te expulso da porra do meu apartamento, ouviu, null?”. Tudo bem que null ficou mais preocupada com o tamanho de sua bunda do que com a ameaça da amiga - pelo menos até null juntar os livros e roupas dela numa caixa e colocar na porta do apartamento, com um bilhete “Isso é só um aviso. S <3” preso. null quis socá-la por ainda colocar um coração.
P.UpInL. Num jeito desesperado de fazer a amiga entender que falava sério, null começou a ignorá-la. E, em menos de uma semana, null apareceu em casa com um jornal, para que a melhor amiga a ajudasse a escolher um emprego.
FLASHBACK –
P.UpInL. - Tem certeza de que eles vão me dar o emprego? Quero dizer, null, eu não tenho nada no meu currículo! – disse null, se concentrando em conversar com a amiga e tentando andar naquele sapato um número menor que o dela. – Droga, por que você tinha que calçar menos que eu? – resmungou.
P.UpInL. null bufou alto, segurando o braço da amiga e a fazendo parar bruscamente. Segurou null pelos ombros, olhando fixamente para o rosto dela. Falou pausadamente:
P.UpInL. - Confia em mim, tá legal? Você está apresentável, é bonita pra caramba e, se for o mesmo cara que me entrevistou, você passa com certeza.
P.UpInL. - Por isso você me botou com esse decote. – respondeu ela, pensativa, e voltou a andar.
P.UpInL. null sempre fora a pessoa mais confiante que qualquer pessoa jamais conhecera. Também, pudera. Ela era bonita o suficiente para fazer qualquer babaca comer na sua mão na hora que quisesse. Não que ela precisasse de homem para sobreviver; só pelo modo como null andava, ela demonstrava sua confiança. null a dizia isso sempre, e null falava que nem percebia que era tão confiante quanto aparentava - o que todo mundo acha que é só modéstia dela.
P.UpInL. As duas andavam por uma rua de prédios altos - que null nunca havia visto, enquanto null era obrigada a ver todo santo dia. Ao ver a porta giratória na entrada do edifício, null levantou a cabeça para observar a altura do mesmo. Respirou fundo. Aquilo parecia uma empresa muito séria para ela, e não um lugar que daria emprego para uma pessoa desequilibrada que largara uma das faculdades mais importantes da América para viver como uma sedentária no apartamento dos outros. null considerou a idéia de dar meia volta, correr para o sofá confortável de null e comer seus cookies integrais sem que ela soubesse.
P.UpInL. - Está pronta? – perguntou null, demonstrando o orgulho pelos olhos tão gentis.
P.UpInL. - Não. – suspirou.
P.UpInL. null grunhiu, puxando a amiga pela mão para a porta giratória.
P.UpInL.
P.UpInL. As duas estavam sentadas na sala de espera com mais duas pessoas. Uma delas era um cara que parecia um dançarino de break que aparece no clipe da Madonna. Ele ouvia um walkman amarelo preso na calça de moletom cinza, contrastando com o casaco azul Royal que vestia; e a outra pessoa era uma mulher de cabelos ruivos - que caíam em cachos nem um pouco definidos em seus ombros largos. null teve que observar bem para descobrir se ela era ou não um travesti. E se sentiu um pouco mais tranqüila ao reparar que, entre aqueles dois, ela era a mais bem arrumada, vestida numa camisa social branca com uma saia de cintura alta. Pelo menos, ela tinha cara de profissional.
P.UpInL. null relia seu currículo, que tinha boa parte exagerada. Ela não falava francês e alemão fluentemente, só sabia no máximo duas palavras. Roía a unha do polegar toda hora, recebendo um tapa de null na mão.
P.UpInL. - Quer parar? Você vai estragar a unha!
P.UpInL. - Só tem base aqui, null.
P.UpInL. - Não importa. Sossegue.
P.UpInL. - Eu preciso de água, vem comigo. – null se levantou, sacudindo o corpo para ficar mais relaxada.
P.UpInL. - Eles podem te chamar, .
P.UpInL. - Não estou nem aí, que esperem por mim!
P.UpInL. null puxou a amiga pelo braço, saindo da pequena sala e indo até o final de um corredor estreito e totalmente branco, que, por sinal, parecia bem mais longo do que ela imaginava. O galão de água do bebedouro estava vazio, fazendo a garota arregalar os olhos e sacudir o objeto encaixado perfeitamente.
P.UpInL. - Como assim não tem água num momento como esse? null, me ajuda! Eu preciso de água! ÁGUA! – disse ela, mais desesperada impossível.
P.UpInL. Olhou para a amiga com um olhar assustador. A amiga estava com a cabeça tombada para o lado, mordendo o lábio inferior enquanto enrolava uma mecha de seu cabelo no dedo, como uma adolescente de 15 anos. null semicerrou os olhos, na vontade enorme de envolver o pescoço de null com as mãos e apertá-lo até quebrar em dois pedaços. Se controlou – por pouco – e seguiu o olhar da amiga, esperando que houvesse um ótimo motivo para deixá-la tão aérea.
P.UpInL. E lá estava ele. null, por um instante, se sentiu num filme, no qual aquele homem caminhava lentamente enquanto a câmera o filmava, desde o andar elegante até seus olhos incrivelmente null e perfeitos. Ele estava vestido com um terno cinza de corte perfeito para o corpo tão bonito, sapatos pretos e uma gravata branca perolada. Com certeza, só podia ter uma esposa bonita para ajudá-lo a se vestir bem daquele jeito. Pensar que o deus grego tinha uma esposa fez com que null bufasse. Mordeu o lábio quando ele abriu um baita sorriso, acenando com a cabeça para as outras mulheres que ali estavam. Ele era um típico londrino, mas aquilo não importava. Era lindo demais para existir.
P.UpInL. O rapaz de aparência não muito nova - mas nem tão velha assim -, passou pelas duas moças com aquele mesmo sorriso, que deixou null no mesmo estado de null.
P.UpInL. - Bom dia, senhorita null. – O rapaz sorriu para null, que riu, boba como um macaco. Ele olhou para null, a medindo da cabeça aos pés. Mordeu o lábio ao parar os olhos perfeitos nas pernas grossas da moça. Aquilo provocou um sorriso e uma risada maliciosa vinda de null. O rapaz alto parou de fixar o olhar em suas pernas e olhou diretamente em seus olhos verdes como esmeraldas, entrando em um transe rápido. Balançou a cabeça rapidamente e sorriu. – Senhorita. – acenou com a cabeça.
P.UpInL. E, em seguida, se retirou.
P.UpInL. null abriu a boca rapidamente e agarrou o braço da melhor amiga, segurando um grito. Segurou null pelos ombros, a virando de frente. Sacudiu a amiga rapidamente, fazendo null a encarar como quem estava prestes a matá-la.
P.UpInL. - Quem. É. Ele? – perguntou null pausadamente.
P.UpInL. null riu alto, segurando o rosto de null e apertando suas bochechas. Era simplesmente irritante como null a tratava como uma criancinha idiota de vez em quando. Ok, sempre que elas falavam sobre homens, null a tratava como uma mamãe e null era a filhinha com seu primeiro namorado. Por sorte, null sabia que a amiga era bem mais forte e tinha medo de cair na briga com ela. Pois é.
P.UpInL. null puxou a amiga até o caminho que o rapaz alto e muito gostoso fizera. Ele estava do lado de fora de uma sala – a maior de toda a empresa, claro –, conversando com uma mulher de cabelo castanho avermelhado cortado em chanel. Ela tinha um rosto rabugento, o nariz apontando para cima e um olhar de superior. null bufou alto. De superior já bastava ela.
P.UpInL. - Esse é o herdeiro da empresa toda, amor. O nome dele é null null e, obviamente, ele é um tesão. null tem um histórico de galinha, dizem que ele sempre fica de abraços e beijos perto da copiadora, só que nada é realmente comprovado. Mas não se anime tanto, : ele é casado. Com aquela nariz empinado ali.
P.UpInL. null revirou os olhos, vendo como null fazia um carinho de leve no queixo da Senhorita Nariz Empinado antes de aproximar o rosto do dela e beijar seus lábios de forma terna e claramente romântica. Ah, se fosse ela ali...
P.UpInL. - O nome dela é Victoria. Ela tenta se fazer de Audrey Hepburn, mas não se passa de uma versão ainda mais chata da Selma Blair em Legalmente Loira. – disse null, repetindo o discurso que sempre fazia quando alguém queria saber quem era aquela mulher. - Olha, elas são até parecidas.
P.UpInL. null olhou para as roupas da mulher quando ela se levantou da cadeira giratória para beijar novamente o marido antes desse mesmo entrar em sua sala. Ela vestia uma blusa de manga comprida e gola alta xadrez, bege e marrom. A saia combinava com o tom de marrom, ficando um pouco apagada com a meia calça de um tom da mesma cor, um pouco mais escuro. Nos cabelos cortados retinhos com as pontas viradas para dentro, ela usava um arco bege. Victoria combinava demais, cruzes.
P.UpInL. - Mas vamos logo, sua entrevista é daqui a pouco.
P.UpInL. null não ligava para quem era Victoria Nariz Empinado null. Ela nem ligava se null era casado! Sentiu sua respiração ficar mais pesada só de lembrar da cena do beijo de null e de sua mulher. Ela queria aquele homem para si. E ela teria.
P.UpInL. /FLASHBACK –
P.UpInL.
P.UpInL. Ela se lembrava bem daquele dia. Era impossível se esquecer de como ele a olhara. Esquecer daqueles olhos incrivelmente lindos, ou até do jeito que ele se vestia. Mordeu o lábio, batucando a caneta contra o pequeno caderno cheio de anotações que ela fazia para seu chefe, null null. Depois daquele dia, ela fizera de tudo para entrar naquela empresa e ganhar a vaga de secretária número dois de null. null teria de agüentar aquela chata de roupas combinadas 24 horas por dia, mas o que não fazia por null, não é? Até deixar seu decote mais evidente para um velho de 65 anos na sua entrevista fora capaz de fazer. Não que ela nunca tivesse mostrado os peitos para alguém, né.
P.UpInL. Ela sorriu maliciosa ao se lembrar de seu primeiro mês na empresa, enlouquecendo só de ver null passando no corredor, ou até mesmo parando em sua mesa para matar o tempo, jogando o papo fora com ela enquanto Victoria se contorcia de ciúmes na outra mesa. O desejo por aquele homem crescia a cada minuto em que ficava no mesmo ambiente que ele. Ela queria sentir o corpo suado de null contra o seu, sentir seus lábios contra os dela enquanto ele sussurrava seu nome com a respiração ofegante. Meu Deus, era impossível se controlar pensando nele.
P.UpInL. FLASHBACK –
P.UpInL.
P.UpInL. null estava sentada em sua mesa, terminando de responder alguns emails e qualquer coisa que pudesse ajudar null a ficar menos tenso durante uma reunião que começara quase seis horas atrasada. Pela porta de vidro, ela conseguia vê-lo correr a mão pelos cabelos pela milésima vez em cinco minutos. Ele a olhou como quem pedia ajuda. Naquele primeiro mês na empresa, ele e null haviam criado uma cumplicidade que era totalmente imprevisível. Eles eram amigos, mais até do que null era de Victoria. null sorriu para ele, lhe avisando que faltava pouco tempo para tudo acabar.
P.UpInL. E foi quando ela viu todos aqueles senhores engravatados, carecas e ricos se levantarem com sorrisos enormes no rosto e cumprimentarem null com um aperto de mão. Ele abriu a porta e imediatamente null foi até seu lado para acompanhar os senhores até o elevador. Era ainda pior do que ele imaginava ser herdeiro de uma empresa sem ter o apoio de seu pai naqueles tempos. Maldita viagem para Genebra.
P.UpInL. Eles acenaram para os senhores que conversavam entre si em outro idioma que eles desconheciam e assim que a porta do elevador fechou, null suspirou fundo, jogando a cabeça para trás e fechando os olhos. Ele ficara ainda mais gostoso do que antes. null passou a ponta da língua pelos lábios, o olhando. Ele sorriu para a menina e foi até o outro corredor beber água.
P.UpInL. - Vou demorar um pouco, null. Estou muito tenso. – disse, meio seco.
P.UpInL. E lá se foi ele. Ela respirou fundo, entendendo que a reunião ainda tinha alguns assuntos pendentes. null ficara daquele jeito cinco vezes naquele mês, tendo uma reunião atrás da outra, e null já se acostumara com o jeito que ele ficava. Foi até a sala do chefe, tirando os copos de whiskey e cinzeiros espalhados pelas mesas e levando tudo até a cozinha, que era instalação da sala. Aquele era o trabalho de Victoria. De acordo com null, null gostava de mostrá-la durante suas reuniões. Mas, naquela noite, null dispensara Victoria, pois ela estava de TPM e sempre começava a chorar por qualquer coisa. Ele não agüentaria aquilo tudo de novo. Não tinha mais ninguém naquele lugar, a não ser os dois.
P.UpInL. null olhou para o paletó cinza posto na cadeira maior na cabeceira da mesa e o tirou dali, sentindo o perfume masculino que ela adorava sentir todo dia. Mordeu o lábio, uma mania que pegara desde que conheceu null. Ela vestiu o paletó do rapaz, sentindo aquele cheiro viciante e hipnótico. Fechou os olhos rapidamente, sentando-se na cadeira que null costumava sentar-se durante as reuniões. Tudo ali a fez se lembrar do sonho que tivera alguns dias antes. Lembrou-se perfeitamente da imagem de null a segurando firmemente pela cintura enquanto eles tiravam suas roupas e transavam, em cima daquela mesa mesmo.
P.UpInL. Levantou da cadeira de seu chefe, agora se sentando sobre a mesa, na qual ela tanto queria estar com null. Deitou o corpo no móvel, levando as mãos aos seios volumosos por cima da camisa social com um decote chamativo. Abriu devagar os botões da peça de roupa, deixando a faixa de cetim preta presa embaixo do busto. Vestia um sutiã de renda preta que a deixava ainda mais sexy que o normal. null acariciou seus seios lentamente, sentindo o corpo arrepiar com suas próprias mãos gélidas. Sabia que estava fazendo uma coisa completamente louca, mas não conseguia se segurar – como se ela fosse uma santa que nunca fez uma coisa dessas a vida, fala sério. E seria ainda mais divertido se null a pegasse no flagra. Ele não resistiria, e então ela não tinha ameaças de perder seu emprego.
P.UpInL. Desceu as mãos pela barriga reta, levando até suas coxas. Puxou um pouco a saia social curta e preta, expondo a calcinha rosa escura de renda preta e as meias 7/8. Sentou-se rapidamente na mesa, tirando a calcinha e deixando-a na cadeira de null. Abriu devagar as pernas incrivelmente bonitas, ainda acariciando seus seios. Abriu o fecho na frente do sutiã, agora podendo sentir sua pele arrepiada e os mamilos rígidos. Arqueou as costas, deslizando uma das mãos até sua intimidade e iniciando um carinho devagar em sua entrada com o dedo do meio. Soltou um suspiro baixinho ao sentir um espasmo de prazer se espalhar por seu corpo.
P.UpInL. A imagem de null a tocando em sua cabeça a mandava continuar. Ela não queria parar. Era a décima segunda vez no mês que ela se masturbava pensando em null e em como ele devia conseguir deixar uma mulher completamente louca. Fez movimentos rápidos e circulares, estimulando-se no clitóris enquanto mordia o lábio inferior com força, impedindo que um gemido alto ecoasse na sala. Penetrou-se rapidamente, não agüentando mais se provocar daquele jeito. Xingou alto ao sentir um calor louco invadindo seu corpo. Fazia movimentos rápidos de vai e vem, sorrindo maliciosa. Fez movimentos com o quadril, aumentando os movimentos aos poucos. Já não tinha como null segurar os gemidos e soltou um alto e longo.
P.UpInL. Um barulho alto a fez parar rapidamente e olhar na direção da porta. Viu exatamente o que queria ver: null null se deliciando com a imagem de sua secretária se masturbando em sua mesa. Ela respirou pesadamente, ficando extremamente nervosa de repente, mesmo querendo que aquilo acontecesse há tempos.
P.UpInL. - Desculpe, sr. null...
P.UpInL. - Continue.
P.UpInL. Como é?
P.UpInL. null franziu o cenho, tentando controlar sua respiração. Olhou rapidamente para o volume na calça de null, rindo por dentro por conseguir aquilo dele. Ele se aproximou, sentando-se em sua cadeira habitual.
P.UpInL. - Eu te pedi para continuar.
P.UpInL. Ela deu um sorriso de lado, voltando a se deitar na mesa. null a olhava com um olhar de desejo, de uma fome sedenta por ela. null arqueou as costas mais uma vez ao sentir seu próprio toque em sua intimidade. Agora fazia movimentos mais tímidos no clitóris, se estimulando novamente aos poucos. Sentiu os dedos úmidos e apertou os lábios, movimentando devagar seu quadril. null levara uma das mãos até as pernas de null, fazendo um carinho com a ponta dos dedos, subindo desde sua canela até seu joelho e beijando o caminho que fazia.
P.UpInL. Pôs sua própria mão por cima da de null, aumentando seus movimentos e arrancando um grito da mulher. null apoiou a testa em seu joelho, a encarando enquanto sussurrava baixinho palavras provocantes para ela. null segurou a mão de null, afastando-a de sua intimidade e a acariciou com o polegar. Encarou-a com uma sobrancelha arqueada.
P.UpInL. - Me permite? – perguntou, a voz soando rouca e sexy.
P.UpInL. null riu maliciosa, balançando a cabeça. null levou a mão até a vagina da moça, estimulando rapidamente no clitóris, os mesmos movimentos circulares que null fizera. E, em pouco tempo, penetrou dois dedos dentro dela, sorrindo abertamente ao ouvir o grito de null na sala. Ela afastara um pouco mais as pernas, arqueando as costas ainda mais, descolando as mesmas da mesa. null debruçou-se sobre seu corpo, beijando de leve a barriga da menina, enquanto esta sorria maliciosa para ele enquanto entrelaçava seus dedos nos cabelos perfeitos do rapaz. Ele aumentou os movimentos, xingando ainda mais alto e sentindo o orgasmo mais próximo. Puxou devagar os cabelos de null, o pedindo com a respiração ofegante para que não parasse.
P.UpInL. - Continue, null, mais forte...
P.UpInL. Assim ele fez, a penetrando ainda mais rápido e mais forte, a fazendo sentir uma pontinha de dor prazerosa. E quando chegou ao orgasmo, soltou um grunhido alto, cravando as unhas no ombro e na nuca do rapaz. Ela fez mais alguns movimentos rápidos com o quadril, ainda sentindo null dentro de si. Tombou o corpo cansado na mesa, sorrindo satisfeita. null faturara naquela noite. null pôs-se entre as pernas dela, apoiando os braços ao lado do corpo de null e a beijou, encostando o volume por cima da calça em sua intimidade. Ela soltou um gemido longo durante o beijo, sentindo a língua quente de null explorando sua boca. Eles sorriram maliciosos e cúmplices um para o outro ao se separarem. Ela levou a mão à nuca de null, arranhando-a de leve, e roçou os lábios nos dele antes de mordiscar seu lábio inferior, puxando-o de leve. null sorriu malicioso para ela e eles se separaram lentamente em seguida.
P.UpInL. - Até amanhã, chefe.
P.UpInL. /FLASHBACK –
P.UpInL.
P.UpInL. Ela riu sozinha ao lembrar-se daquilo, e não podia negar que ficara excitada só de se lembrar do toque de null e das obscenidades que ele sussurrava. Seus sonhos se tornaram literalmente reais – null sabia bem como deixar uma mulher louca. Ela sentiu um calor extremo subir pela sua espinha enquanto mordia loucamente a ponta de sua caneta com um baita sorriso malicioso no rosto.
P.UpInL. null se orgulhava de tudo isso. Não estava nem aí se null era casado; ela queria o maldito lugar de Victoria, de ser inteiramente de null. Era ela que ele deveria beijar e fazer aquele carinho tão gentil em seu queixo. Era por ela que ele devia chamar em todas as noites de prazer extremo – o que ela não duvidava que ele já fazia. null se lembrava de quantas vezes eles transavam no escritório de null e ele lhe dizia o quanto Victoria parecia um cadáver quando eles faziam amor, só reproduzindo sons que ele nem considerava gemidos. Ou quando null dizia que até a amizade que eles dois tinham era bem melhor, que Victoria ainda brigava com ele por null deixar a toalha de rosto em cima da pia. Mas que porra de mulher chata!, era o que ele sempre dizia.
P.UpInL. Quando escutou o barulhinho do elevador ecoar pelo pequeno espaço, null pôde sentir seu estômago dar mil voltas. Logo a mão de null apertaria levemente seu ombro, ele piscaria para ela quando seus olhares se encontrassem e ele daria o mesmo beijo em Victoria, como fazia todas as manhãs. Ela estranhara pelo chefe ter demorado duas horas para chegar, mas esperava que fosse mesmo uma coisa boa. null já se preocupava com ele como se eles já estivessem juntos de verdade.
P.UpInL. Então sentiu a mão de null em seu ombro, apertando-o um pouco mais forte e ela logo olhou pra ele. null jogou disfarçadamente um post it amarelo na mesa da mulher, piscando para ela como sempre. Em seguida foi até a mesa da esposa, vendo Victoria se levantar com um sorriso idiota brincando nos lábios, o que era hábito sempre que ela via o marido gostosão. Eles não se falavam toda manhã antes dela sair? Pra que porra precisavam se exibir daquele jeito? Mas então null tomou o rosto delicado de Victoria entre as mãos grandes e penetrou a língua por entre os lábios da esposa sem permissão alguma. Enquanto a mulher o puxava para mais perto pelo paletó, null mantinha os olhos null abertos, encarando null com o mesmo olhar de desejo de sempre.
P.UpInL. Ela então olhou o post it brevemente amassado sobre uma folha de agenda. Lá estava a letra elegante de null que ela conhecia bem.
P.UpInL. “Me encontra no escritório? Não consegui parar de pensar em você ontem a noite, pequena. Com amor, null.”
P.UpInL. Era o que estava escrito. null nunca havia se referido daquele jeito à ela, de forma tão carinhosa. null se lembrava de que null sempre a chamava de “gostosa” em qualquer recadinho que deixasse e nunca “pequena”. Não que ela estivesse reclamando, pois não podia mais negar que seu coração batia forte na presença dele. Talvez fosse a suposta discussão que tiveram na noite anterior.
P.UpInL. FLASHBACK –
P.UpInL.
P.UpInL. As luzes baixas deixavam o ambiente ainda mais bonito do que o normal, as velas deixavam os olhos de null extremamente lindos, como null gostava. Ela não entendia o porquê daquilo tudo, talvez null só quisesse agradá-la por usá-la somente como uma diversão sexual, o que ela quase considerava o mesmo. Eles estavam na pequena sacada da casa que ele tinha afastada de Londres, mais para o lado interior. Uma mesa redonda estava posta com talheres e pratos, arrumados como o manual de etiqueta indicava. Um castiçal no meio da mesa com duas velas acesas davam um clima mais romântico ao jantar.
P.UpInL. Eles comiam tranqüilamente o prato diferente que a empregada de null fizera, mas que fora desnecessário. Até para null, que queria tanto agradá-la, sabia que ela gostava mesmo era de um bom hambúrguer e uma garrafa de cerveja. A cadeira de null já estava bem mais próxima da de null e ela constantemente passava o pé calçado em um peep-toe pela perna de null enquanto ele levava discretamente da coxa da menina até um pouco adentro de seu vestido preto justo.
P.UpInL. - Não precisava me agradar desse jeito. – disse ela, baixo, tomando um gole pequeno do vinho tinto.
P.UpInL. - Claro que precisava, cala a boca. – ele riu, a fazendo rir.
P.UpInL. null levou uma das mãos até o joelho de null e aproximou seu rosto do dele, beijando-lhe de leve os lábios. Ela sorriu maliciosa para o homem, deslizando a mão pela perna de null, esperando chegar ao encontro do lugar tão esperado. null não gostava muito de enrolar para chegar aos finalmentes. Beijou a mandíbula do rapaz, arranhando de leve a parte interna da coxa de null e sorriu ao ouvir um grunhido baixo vindo de null. Ela riu maliciosa, descendo os beijos pelo pescoço, mordiscando a pele quente. E quando tocou levemente a ereção de null, um toque estridente os fez pular em suas cadeiras.
P.UpInL. - Mas que porra. – murmurou ela, insatisfeita.
P.UpInL. null pegou o celular no bolso de trás de sua calça, soltando um rosnado baixo pela garganta ao ver o nome de Victoria no display. Já era a quarta vez que ela ligava e sempre nos piores momentos. Por um instante os dois acharam que Victoria poderia estar observando-os com um binóculo da casa em frente à de null. null revirou os olhos e sentou-se, comportada como antes. Bufou alto, deixando null ciente de sua falta de paciência com a esposa de seu amante. Mas que merda.
P.UpInL. - Oi, amor. – disse ele, forçando um sorriso.
P.UpInL. null preferiu se desligar da conversa melosa. Voltou a comer o jantar delicioso e tomou um gole maior de vinho. Seria muito melhor encher a cara naquele dia do que ter que escutar briguinha de marido e mulher e ficar sem sexo. E a conversa demorou, e demorou. E demorou mais um pouco. null tirou o guardanapo de linho do colo, jogando-o na mesa e levantou-se irritada. Pisou firme no salto 7 do scarpin, voltando para dentro do cômodo, que era o quarto de null – e de Victoria, mas ela preferiu esquecer que ela já dividira a cama com seu null.
P.UpInL.Parou bruscamente assim que ia abrir a porta e sentiu um puxão forte em seu braço, imediatamente virando o rosto na mesma direção. E lá estava null com sua expressão serena, que, naquele momento, a estava irritando. Respirou fundo antes que o empurrasse pra longe e falasse umas verdades pra ele. null aproximou a mão áspera do rosto de boneca de null, na intenção de acalmá-la. A pequena afastou a mão do amante, o encarando séria.
P.UpInL. - Ei, o que foi? – começou ele, deslizando a mão pela cintura fina da mulher.
P.UpInL. - Não me venha com “o que foi”. – disse, seca.
P.UpInL. Afastou-se de null, virando-se novamente e abrindo a porta. Continuou pisando firme, no seu andar confiante como de uma gata pelo corredor estreito até o alto da escada em espiral. Desceu degrau por degrau com pressa. null com certeza daria um escândalo e acordaria os três empregados daquela casa se ouvisse o nome de Victoria novamente. Como se já não bastasse que a mulher tivesse propriedades perfeitas – como aquela -, roupas perfeitas, o emprego perfeito, ela ainda tinha que ter o homem perfeito também?
P.UpInL. Ouviu os passos de null e percebeu em seguida que este estava em seu encalço. Porque ela tinha que estar de salto? Era uma coisa terrível para se correr. Se perguntou se aquele era o objetivo real do salto alto.
P.UpInL. - null! Espera. – null a segurou pela mão, fazendo com que null sentisse como se uma corrente elétrica se espalhasse da palma de sua mão pelos braços e depois para o resto do corpo todo. Aquele maldito efeito que aqueles malditos olhos null lhe causavam. Sentiu sua respiração falhar rapidamente.
P.UpInL. Ela bufou, soltando sua mão no mesmo momento.
P.UpInL. - Por que não liga pra sua mulher? É sempre ela mesmo! – sua voz tinha um tom hostil assustador que nem ela sabia de onde vinha.
P.UpInL. Ouviu uma risada baixa e divertida de null e aquilo a irritou ainda mais. Ele queria apanhar de uma garota com quase 10 centímetros a menos que ele? Seria constrangedor quando ela contasse para todos do escritório.
P.UpInL. E antes que pudesse andar em direção a porta, sentiu um puxão forte na cintura e o corpo sendo girado. Suas costas bateram com força contra a porta de madeira da frente da casa. Assim que seus cabelos caíram de seu rosto, ela viu a face sedutora e o sorriso malicioso de null a poucos centímetros do seu. Ofegou baixinho, sentindo-se totalmente entregue a ele naquele estado. null segurou seu rosto firmemente pelo queixo com uma mão só, a olhando com uma cara má. Ela imediatamente sentiu que sua calcinha ficaria úmida em breve. Ele beijou seus lábios de leve e mordeu o lábio inferior quando ela não correspondeu ao beijo. Riu sarcástico, levantando o rosto de maneira violenta. Lambeu toda a extensão macia do pescoço de null, dando leves chupões. Ele gemeu baixinho ao ouvir o suspiro alto dela. Colou a boca contra a orelha de null, sussurrando com sua voz sedutora.
P.UpInL. - Está com ciúmes, é? – beijou-lhe a orelha e riu baixinho, subiu sua mão pela cintura da menina, puxando-a contra a dele. Correu a mão pelas curvas de sua cintura até a bunda, puxando com os dedos o vestido da menina para cima.
P.UpInL. null podia abusar dela naquele instante que null não faria nada a não ser corresponder às suas provocações. Levantou uma das pernas quando null apertou sua coxa. Movimentou o quadril, sentindo o volume na calça social de null crescer devagar. Ele gemeu baixinho, acompanhando os movimentos da amante, como se a estivesse penetrando de verdade. Ele sorriu malicioso quando ela tombou a cabeça contra a porta de madeira, ofegando. A ereção de null a tocava na intimidade por cima de suas roupas.
P.UpInL. - É assim? É isso que você quer que eu faça com você? Do mesmo jeito que eu faço com a Victoria? – ele disse, a voz abafada.
P.UpInL. - Canalha! – gritou, a voz imediatamente falhando quando null levou sua mão por entre as pernas de null, pressionando dois dedos contra seu clitóris por cima da calcinha de renda.
P.UpInL. - Diga pra mim, é isso que você quer? – sussurrou ele, a provocando.
P.UpInL. Ele a pegou no colo antes que null o respondesse. A beijou, passando a língua pelos lábios da menina e gemendo baixo quando suas línguas se encontraram, numa sintonia incrível. A jogou no sofá, deitando-se por cima dela. null levou as mãos até os cabelos de null, entrelaçando seus dedos nos mesmos. Descendo as mãos por seu pescoço e ombros, levando-as por dentro do paletó, a fim de tirá-lo. null a ajudou, jogando a peça de roupa cara longe. null desceu os beijos pelo colo de null, procurando em suas costas o zíper do vestido justo e tão provocante que ele ficara a noite toda louco para tirar. Puxou o vestido para baixo, expondo os seios de null e os beijando em seguida. Os segurou firmemente, lambendo os mamilos já rígidos. null arqueou as costas, roçando a perna na de null. Sorriu maliciosa, empurrando null gentilmente. Ele sentou-se no sofá, as pernas afastadas uma da outra, fazendo null olhar diretamente para a ereção evidente e morder os lábios.
P.UpInL. Sentou-se no colo de null de costas para ele, encostando suas costas contra o peito de null. Suas mãos correram para as pernas já descobertas de null, subindo pela cintura e indo direto para seus seios. Os apertou com força, gemendo baixinho ao sentir o movimento dos quadris de null sobre sua ereção, sentindo como se ela já pulsasse ali dentro de suas calças. A menina deitou a cabeça em seu ombro, olhando para ele, passando a língua pelo lábio superior. Ela afastou as pernas devagar, segurando as mãos de null e as levando para suas pernas, na parte interna de sua coxa. Ele entendeu o recado, continuando o caminho até sua calcinha. Pressionou novamente os dedos contra seu clitóris, movimentando-o em círculos.
P.UpInL. null levou a mão a nuca de null, puxando os cabelos na base da mesma. A medida que os movimentos dos dedos de null aumentavam, a menina afastava ainda mais as pernas, sentindo sua calcinha já úmida. Já conseguia ver o sorriso metido de null naquele rosto perfeito. Os gemidos de null eram como música para os ouvidos do rapaz, o fazendo beijar o pescoço da mesma quando ela sussurrava seu nome e pedia por mais.
P.UpInL. - Mais, null, por favor...
P.UpInL. Ele a botou no sofá num empurrão rápido, sorrindo malicioso quando ela parara com as pernas levemente dobradas e o tronco apoiado nos dois braços. Ele tirou sua própria camisa, abrindo botão por botão e fez que não com o dedo toda vez que null ameaçava sair daquela posição. Assim que jogou sua camisa no chão, apoiou os joelhos no sofá, levando as mãos à bunda da menina. Ela riu maliciosa, jogando a cabeça para trás. null puxou o zíper do vestido finalmente, puxando-o para baixo. null livrou-se das mãos de null, o empurrando sentado no sofá novamente.
P.UpInL. Abriu devagar o zíper da calça social de null, abaixando-a até os tornozelos. Acariciou a ereção de null por cima da boxer enquanto procurava seus lábios, mordendo o lábio inferior. Puxou a boxer um pouco para baixo, segurando firmemente o membro do rapaz com a mão delicada, iniciando o que ele chamaria de a melhor punheta de sua vida. null fazia um movimento rápido de cima para baixo, enquanto null jogava a cabeça para trás e ela beijava, lambia e chupava seu pescoço. Continuou os movimentos, vezes mais rápido, vezes mais lento.
P.UpInL. Ao parar os movimentos, null tirou a calcinha, chutando os sapatos altos. Ela segurou a mão de null, levando-a até entre suas pernas e o fazendo sentir o quão úmida ela estava por ela. Ele imediatamente tirou suas calças, chutando os sapatos com os próprios pés. A menina riu, voltando a posição que null antes a impedia de sair. Ele a puxou pela cintura, procurando a entrada de sua intimidade. A penetrou devagar, jogando a cabeça para trás e provocando um gemido alto de null. Ela riu maliciosa, arqueando um pouco mais as costas. Ele fazia movimentos rápidos, investindo com um pouco de violência.
P.UpInL. Os braços de null falharam e ela teve de se apoiar nos antebraços, gemendo mais alto de acordo com os movimentos de null. Ela o olhava pelo canto do olho, se sentindo ainda mais excitada só de vê-lo com aquela cara de quem estava se satisfazendo. Ela adorava vê-lo com tanto desejo e tanta luxúria no olhar. Era provocante demais. Mordeu o lábio inferior para abafar um grunhido alto. Xingou quando null a penetrou com força e pausadamente. Ela lhe pedia por mais numa voz suplicante, sentindo uma pequena pontada de dor.
P.UpInL. null a puxou de leve pelo cabelo, a fazendo apoiar suas mãos no braço do sofá. Ele colou a boca contra a orelha dela, gemendo alto em seu ouvido. A puxava para si com uma das mãos espalmadas em sua coxa, fazendo movimentos de cima para baixo com o quadril. Ela gritava, sentindo o orgasmo mais próximo. null sentiu-a se contrair em volta de seu pênis e investiu um pouco mais, sentindo que chegaria ao seu ápice.
P.UpInL. null deu um grito longo ao sentir o orgasmo chegar e null gozar em seguida. Ela caíra sobre o sofá com null sobre seu corpo. Ele deitou a cabeça em seu ombro, a respiração ofegante, sentindo o corpo quente e suado de sua menina. Apertava forte sua cintura cheia de curvas contra a dele, soltando um gemido baixinho em seu ouvido. null girou o corpo para o lado, caindo deitado de barriga para cima no sofá.
P.UpInL. Ela respirou fundo e o olhou, soltando uma risada baixinha e foi acompanhada de null logo em seguida. Aproximou-se do corpo do rapaz, deitando sua cabeça no peito suado. Ele mexeu em seu cabelo, entrelaçando os dedos num cafuné relaxante. Mas alguns minutos de carícias e sorrisos bobos um para o outro, null se pronunciou:
P.UpInL. - Sabe que não precisa ter ciúmes algum de Victoria. Ela não é você.
P.UpInL. null sentiu seu estômago ter uma reação quase que automática com as palavras do rapaz. O olhou com um sorriso terno no rosto como quem diz own, que meigo. Aquela fora a melhor sensação que já tivera em toda a sua vida. Melhor do que seu primeiro beijo aos 13 anos. Melhor do que quando se formou no colégio e se viu livre daquela prisão. Melhor até do que a primeira vez que null a tocou de forma íntima. Aquela sensação era difícil de ser barrada.
P.UpInL. Levou uma das mãos até o rosto de null, acariciando com o polegar e o aproximou seu rosto. Moldou levemente seus lábios nos de null iniciando um beijo calmo e sem segundas intenções – o primeiro beijo puro deles. Sentiu seu estômago revirar, mas de uma forma boa, como aquela expressão clichê, como borboletas no estômago. Sentiu a língua quente de null tocar-lhe a sua e o seu corpo tremeu, fazendo seus lábios se repuxarem num sorriso.
P.UpInL. Considerou a idéia de estar apaixonada por ele, mas o tempo em que eles estavam juntos era tão pouco...
P.UpInL. /FLASHBACK –
P.UpInL.
P.UpInL. null estava tão absorta em seus pensamentos que perdera a hora. Sempre relembrava a noite anterior. Fora a melhor de toda a sua vida. Ouvir aquelas palavras saindo da boca de null fora como música para seus ouvidos. E ela precisava lhe dizer a verdade, precisava deixar seus sentimentos bem claros para não ter dúvida alguma depois. Se ele a chutasse, talvez ela chorasse por duas noites, se entupisse de Häagen Dazs e depois pedisse demissão, mas ela superaria. null era forte o bastante e homem nenhum conseguia lhe deixar mal – por pelo menos três dias.
P.UpInL. Olhou rapidamente para um dos milhares de relógios e viu que, em poucos minutos, null sairia para uma reunião em que fora convocado numa empresa não muito longe. Mordeu o lábio, arrancando um dos post its que estava em sua mesa e escreveu uma frase não muito grande com lápis na superfície amarela. O dobrou no meio e contou no relógio o tempo em que null sairia da sala, piscando para ela como sempre fazia.
P.UpInL. E lá estava ele, empurrando a porta e mexendo no cabelo. Foi até a mesa de Victoria e somente fez um carinho em seu queixo como se ela fosse uma gata mimosa e gorda pedindo atenção. Girou o corpo para null quando voltou a andar e ela o fez parar no meio do caminho, segurando sua mão e lá deixando o post it com sua mensagem. Fora o dia dela de piscar.
P.UpInL. E no post it dizia:
P.UpInL. “Estou completamente apaixonada por você”.
P.UpInL.
P.UpInL. Talvez eles ficassem juntos. Na saúde ou na doença. No amor ou na inveja.
EVERYBODY KNOWS THE END. nota da autora: FALAE, TARADONAS! Como estão vocês? *-* Bom, só pra dizer que adorei cada comentário da Seven – Gluttony e agradeço mesmo o apoio de vocês! *-* Acho que só escrevo mesmo por causa de vocês porque ultimamente ando muito ocupada. –NNN Mas enfim, mesmo eu sabendo que vocês não vão ler, é só pra constar que as histórias de Seven não são continuações e é bem provável que nem tenham. São histórias diferentes a cada fic, e sim, eu adoro deixar vocês na curiosidade. :D Mas de qualquer forma, a minha série Seven não foi feita para ter continuações, portanto, me desculpem mesmo. .-.
Agradecer à Natália Rodrigues Quatrucci por todo seu apoio e por acompanhar cada fic minha. Eu sei que em breve você estará longe, mas mesmo assim, meu amor por você não muda, coisa linda da Julez. *-* Te amo, quase irmã. Onde quer que você esteja. <3
nota da beta: Claro que essa fanfic foi ainda mais sensacional, né?
Elas são tão boas que me esqueço de betar e fico lendo... Aí me distraio.
Portanto, se virem qualquer erro, me avisem por aqui e eu o corrigirei!
Cometer sete pecados nunca foi tão prazeroso... Beijoquinhas molhadas, Paah Souza.