Seven -- Gluttony
autora: Izzie Darling || beta: Paah Souza.



P.UpInL. Mais uma maldita reunião de amigos do papai. Eba. null null até poderia dizer que era demais. Quando ela tinha nove anos, quem sabe. Agora, dez anos mais tarde, aquilo só era mais uma chatice de seus pais que ela tinha que aturar. Ela já deveria ter se acostumado.
P.UpInL. null null era a herdeira mais rica de Londres na lista Forbes dos Quarenta Mais (n/a: E! Entertainment é cultura, amores :B). Seu pai, o empresário mais rico do momento, Glenn null, não lhe negava nada, e null poderia ser considerada ainda mais mimada do que Paris Hilton.
P.UpInL. Essas herdeiras, pff.
P.UpInL. Aquela reunião não era mais nada do que uma festinha para Glenn mostrar o quão rico estava. Tudo para jogar na cara dos outros e inflar seu ego. Uma beleza, como a própria null diria.
P.UpInL. Mas, naquela noite, null achara outro motivo para aquela reunião.
P.UpInL. Para os herdeiros se exibirem para ela. É claro.
P.UpInL. E era o que null null fazia naquele momento. O atual astro de rock – e herdeiro ao mesmo tempo – vestia um paletó preto com uma camisa social branca com três botões abertos. Aquilo fez null morder o lábio, distraída.
P.UpInL. null se aproximou de null, que estava sentada na sala de estar, em uma cadeira de couro caramelo, de frente para a sala onde a “festa” estava rolando. A lareira estava acesa e a luz do fogo refletido no rosto de null a deixou ainda mais sexy.
P.UpInL. - Ei. – disse ele, numa voz rouca e sedutora.
P.UpInL. Ela o mediu. É, valeria a pena. null era o tipo de homem que você dorme e vale a pena ligar no dia seguinte. Dizem que cada um tem seu valor, certo? E null adorava dar um valor pessoal para cada homem que via. E dormia.
P.UpInL. - Ei. – respondeu ela, do mesmo jeito.
P.UpInL. null se aproximou um pouco dela. Apoiou suas mãos nos braços da poltrona, aproximando agora o rosto do dela. null riu maliciosa, roçando seu pé calçado num peep-toe na panturrilha de null. Ela sabia bem as intenções de null null.
P.UpInL. - Sabe, essa reunião está um pouquinho chata, sabe como é. Está a fim de subir para um quarto comigo? – ele sussurrou próximo ao ouvido da garota.
P.UpInL. - Claro.
P.UpInL. null se levantou, encarando null nos olhos profundos que faiscavam. Os rapazes de hoje em dia eram diretos demais. Ele, esperto, deslizou a mão por sua cintura, levando à bunda da garota, que até achou aquilo um tanto sexy. Ela olhou em volta. Ninguém perceberia sua falta mesmo.
P.UpInL. Subiu a escada com null em seu encalço, agarrando-a pela cintura. Já no corredor, ele a empurrou contra a parede, penetrando a língua na boca da garota sem lhe pedir permissão; null não queria que nada o impedisse, nem ela.
P.UpInL. null retribuiu o beijo à altura, agarrando os cabelos próximos à nuca do garoto, arrancando-lhe um gemido rouco e abafado. null a virou de costas para ele, a colocando contra a parede. A garota gemeu alto ao sentir o corpo do rapaz roçando no seu. null afastou os cabelos null do ombro dela e beijou-lhe o pescoço, apertando o quadril de null contra o seu.
P.UpInL. Ela riu maliciosa, fazendo movimentos circulares com o quadril ao sentir o membro do rapaz por cima da calça. null subiu as mãos pela lateral de seu corpo, procurando com urgência os botões da camisa branca e meio transparente de null. Apertou os seios das garotas com força, a fazendo gemer baixinho e pedir por mais. null sorriu por dentro. Abriu os primeiros botões da camisa dela, puxando-a em seguida, fazendo os botões voarem. A virou para frente novamente, agora reparando a lingerie de renda branca que usava com a saia justa de cintura altura, a deixando ainda mais sexy.
P.UpInL. - Eu gostava da camisa. – murmurou, erguendo uma sobrancelha e sorrindo, maliciosa.
P.UpInL. - Pois é, eu não.
P.UpInL. null a beijou novamente e sentiu as mãos de null percorrerem seu peito, abrindo botão por botão de sua camisa social. Suas mãos desceram até o cinto do garoto, abrindo-o rapidamente, fazendo o mesmo com os botões e zíper de sua calça.
P.UpInL. null o empurrou para a porta do outro lado do corredor. Era o quarto de seus pais. Aquilo seria melhor ainda. null caiu na cama de casal com null em seu colo, piorando ainda mais sua ereção. Ela o provocava, fazendo movimentos circulares com o quadril, sentindo a ereção de null em sua intimidade. “Meu Deus”, pensaram os dois.
P.UpInL. Fazia movimentos agora para frente e para trás, como se null já a penetrasse. O membro rígido do rapaz roçava contra a garota, arrancando dos dois um gemido alto que invadiu o cômodo.
P.UpInL. Palmas lentas e altas fizeram o casal parar seu momento de pura luxúria e procurassem os donos das tais palmas tão indesejadas. null rapidamente olhou na direção da porta, o lugar mais provável onde o dono estaria. E lá estava seu querido e amado primo, null null.
P.UpInL. null e null eram os típicos adolescentes com seus hormônios à flor da pele. Aos 17 anos, numa reunião de família, quando os dois ficaram sozinhos num quarto, já bebendo champanhe, null contou à null como foi perder sua virgindade com todos – todos – os detalhes, automaticamente fazendo null excitar-se e quase implorar para que null a tocasse, e foi o que aconteceu. Desde então, eles costumavam transar em reuniões de famílias ou qualquer reunião que o pai de null decidisse fazer e aquela era uma delas.
P.UpInL. - Decidiu largar a tradição, prima? – disse ele, com sua típica voz sedutora que null tanto amava ouvir. Andou em passos lentos em direção ao casal seminu em cima da cama.
P.UpInL. A garota sorriu maliciosa, descendo do colo de null, que os olhava, confuso. Aproximou-se do primo, espalmando as mãos em seu peito por dentro do paletó que ele usava. null beijou levemente o pescoço de null, que estremeceu. Levou as mãos aos quadris da prima, apertando contra o próprio.
P.UpInL. - Quis fazer uma coisa diferente hoje. – sussurrou ela ao pé do ouvido do mais velho. Gemeu baixo quando null apertou-lhe a bunda, a fazendo rir em seguida. – Gostaria de se juntar à nós, primo?
P.UpInL. null fez uma cara pensativa para a prima, olhando-a de cima a baixo. Ela só estava de sutiã de renda branca e com aquela saia que a deixava sexy demais; null sabia muito bem que ela quase nunca usava calcinha. “Marcava a roupa” era uma ótima desculpa para uma ninfomaníaca. A vontade de sentir aquele corpo quente contra o dele foi mais forte quanto qualquer outra vontade que tinha em sua cabeça.
P.UpInL. As mãos de null percorreram o peito do rapaz à sua frente. Desceu por seu abdômen até a virilha e chegou ao seu destino tão desejado. Provocava o primo, massageando seu membro por sobre a calça, e o encarava com aquele típico olhar inocente, exatamente igual ao da primeira noite que passaram juntos; o “olhar de uma virgem”, como null mesmo dizia.
P.UpInL. - Por favor? – pediu ela, a voz sexy.
P.UpInL. Ele envolveu os ombros da prima, a prendendo contra seu peito e a beijou, penetrando a língua em sua boca sem permissão, assim como null havia feito. null mordeu o lábio inferior de null, puxando-o com uma certa força que sabia que ela gostava.
P.UpInL. - Já sabe qual é minha resposta. – murmurou, o rosto ainda próximo do dela.
P.UpInL. null o puxou pela camisa, caminhando na direção de null, que ainda estava excitado com a cena que vira. Ela piscou para ele e se debruçou sobre a cama, fazendo os olhos azuis e faiscantes de null corressem para seus seios. Ela afastou as pernas do rapaz lentamente, acariciando seu membro rígido do mesmo jeito que fizera com null. Esse mesmo acariciava as pernas e os quadris da prima, que se movimentava de um jeito sexy somente para provocá-lo. Ele sabia bem disso.
P.UpInL. null passou a ponta dos dedos pela parte interna das coxas de null, a fazendo arrepiar, enquanto essa puxava a calça e boxer de null até os tornozelos. O primo levantou devagar a saia justa da garota, conseguindo finalmente ver a intimidade dela. Sorriu malicioso quando a tocou e a viu arquear as costas, gemendo baixinho.
P.UpInL. null agora abusava da excitação de null, provocando-o enquanto o masturbava devagar, aumentando os movimentos por poucos segundos e parando. Via o garoto apertar os olhos e urrar de prazer, era divertido demais provocá-lo daquele jeito. Passou a ponta da língua na glande, o encarando com o tal olhar de virgem por qual null era apaixonado.
P.UpInL. Ao sentir o toque de null em sua intimidade, arqueou as costas, mordendo o lábio, o que fez null se excitar ainda mais, sentindo seu pênis pulsar na mão da garota. Ele queria implorar para que ela o fizesse chegar ao prazer extremo, mas se sentiria um total idiota depois.
P.UpInL. null rodeou a glande do pênis de null com a língua, agora dando-lhe um sorriso malicioso, porém divertido. Passou a língua por toda extensão do membro, notando cada movimento de null. Ela finalmente o colocou na boca; primeiro só a glande e depois, o membro todo. O rapaz entrelaçou os dedos pelos cabelos null de null, aumentando a velocidade da estimulação. Já sentia falta de um bom sexo oral como aquele.
P.UpInL. null assistia o sexo oral de null, ficando cada vez mais excitado com a situação. Ainda somente massageando o clitóris da prima e sentindo-a ficar molhada, ele quis algo mais. Penetrou lentamente dois dedos na vagina na garota, vendo-a afastar um pouco mais as pernas e arquear as costas. O gemido abafado de null soou como música para os ouvidos de null. Retirou os dedos de sua intimidade, colocando-os novamente segundos depois e continuou assim, aumentando a velocidade.
P.UpInL. null não conseguia mais manter a concentração entre masturbar e chupar null ao mesmo tempo com null a satisfazendo daquele jeito. Seus gemidos, vezes abafado pelo membro em sua boca, vezes já num volume normal, agora eram mais altos e ela quase gritava, do jeito que null gostava.
P.UpInL. Ela apoiou-se na cama, deitando o tronco na cama enquanto null a penetrava cada vez mais rápido, a fazendo gritar do jeito que sempre fez. null chegou ao orgasmo rápido, sentindo aquela onda de calor que tanto gostava e que chegava a sua mente como se dissesse: “eu preciso de mais”.
P.UpInL. null encostou o quadril contra a bunda da prima, que sentiu o volume por sobre a calça social, e se inclinou sobre ela. Beijou-lhe o ombro, o mordendo em seguida e deixando uma marquinha. Ele sentia saudades daquele poder louco que tinha em null quando estavam naquela sintonia deles.
P.UpInL. Ela se levantou, encostando seu corpo contra o de null. O primo a puxou para mais perto, apertando sua cintura. Levou suas mãos dos quadris da garota até seus seios, os apertando. null sorriu ao ver null ali mordendo os lábios enquanto se satisfazia, olhando para ela. null abriu o fecho na parte da frente escondido e discreto do sutiã de renda branca com toda a habilidade e com uma mão só. Ele desceu as alças da lingerie lentamente pelos ombros de null, beijando todo o caminho traçado.
P.UpInL. - Vai me dizer que não sentiu falta disso... – ele sussurrou, com a boca colada contra a orelha de null.
P.UpInL. Ela sorriu maliciosa, piscando para null, e o chamou com o dedo. Ele se aproximou como um cachorrinho e beijou a barriga de null. Ela contraiu a mesma, entrelaçando seus dedos nos cabelos do garoto. Ele passava devagar os dentes pela superfície macia que era a pele da garota, arrancando dela suspiros baixinhos e risadinhas maliciosas.
P.UpInL. null sabia o quanto era divertido saber que null a olhava e a tocava ao mesmo tempo. O primo puxou, agora mais agressivo, a saia justa dela e encarou null com uma sobrancelha erguida e um sorriso malicioso estampado no rosto. Enquanto null apertava com força os seios da garota com as mãos, null se deliciava com a intimidade da mesma. Ele agora se sentara na cama com null entre suas pernas, sendo “molestada” pelo próprio primo, como ele mesmo pensara.
P.UpInL. Apostava todo seu dinheiro que null se excitaria com aquele pensamento.
P.UpInL. null gemeu baixinho ao sentir a carícia de null em sua intimidade, puxando os cabelos do rapaz de leve, se excitando mais ainda ao ouvir provocações da parte de null em seu ouvido. null a penetrava com calma, diferente de null, provocando-lhe arrepios fortes atrás da nuca.
P.UpInL. null abriu rapidamente o botão e o zíper de sua calça, se deitando na cama. null franziu o cenho enquanto null sabia muito bem o que ele queria. Ela apoiou os joelhos na cama, afastando um pouco as pernas. Colocou as mãos uma de cada lado do corpo de null, beijando-lhe o peito. Ele levou suas mãos aos cabelos da garota. null levantou a cabeça e mordeu o queixo do primo, lhe beijando, um beijo rápido e puxou seu lábio inferior. null sorriu malicioso para ela.
P.UpInL. null apertou o quadril de null, com força. A penetrou devagar, a ouvindo gemer alto. Ele riu baixo, retirando o membro rígido de dentro dela e a penetrando novamente, aumentando um pouco mais a velocidade, cada vez mais forte. null a encarava, gemendo baixinho junto com ela, deixando null cada vez mais excitada. Ela arranhou a lateral e o peito de null, deitando a cabeça ali. Ele afagava o cabelo de null, murmurando palavras provocantes enquanto os gemidos da garota alteravam o volume com o tempo.
P.UpInL. null aumentava a força que a penetrava, ouvindo null soltar um gritinho. Ele jogou a cabeça para trás, urrando baixo. null distribuiu beijos pelo peito de null, gemendo baixo, deixando suspiros escaparem por entre a boca semiaberta. Arranhou de leve a virilha do primo, mordendo-lhe o abdômen.
P.UpInL. Passou a língua por toda extensão do pênis do primo, o colocando por completa na boca em seguida. Fazia movimentos lentos com a língua enquanto o chupava. null a penetrou um pouco mais forte. Mais forte. Mais rápido. Assim como null, null também aumentou os movimentos. Ela encarava seu primo morder o lábio para impedir que um gemido escapasse por entre eles. null jogou a cabeça para trás, relaxando um pouco mais o corpo ao sentir que estava preste a gozar. Ele sabia que null pararia só para provocá-lo. Ele teria que gozar dentro dela. Do jeito que ela gostava.
P.UpInL. Ela cravou as unhas na coxa de null quando o sentiu o estado pré-gozo do primo. Passou a língua por toda extensão do pênis novamente, assim como a boca, dando uma mordida de leve na lateral. null mordeu o lábio quando null apertou-lhe a bunda, a penetrando agora mais devagar.
P.UpInL. null afastou null gentilmente e se ajeitou, chegando perto do rapaz e espalmando uma mão em seu peito. Ele levou uma das mãos a cintura de null, abrindo devagar o zíper discreto da saia na parte de trás da peça. Ela mordeu o lábio, beijando os lábios de null em seguida.
P.UpInL. - Se importa se eu me divertir um pouco com null? É uma tradição. – ela ergueu as sobrancelhas, o olhando com aquele olhar inocente. – E... Eu gosto que você se masturbe olhando para mim. – ela riu, maliciosa.
P.UpInL. null apenas concordou com a cabeça, roubando-lhe um beijo rápido, que a fez abrir um sorriso ainda mais malicioso para o rapaz. Voltou sua atenção para o primo na cama de casal dos pais. null a encarava com o melhor olhar de desejo que ela já vira. Aquilo era um bom sinal.
P.UpInL. Apoiou os dois joelhos na cama, se aproximando do primo. Ele apoiou-se nos cotovelos, o olhar intenso de desejo arrepiando cada centímetro do corpo da garota. Puxou a prima pela nuca de forma mais violenta que o normal, encostando a testa na da mesma, vendo-a morder o lábio. null aproximou os lábios dos do primo e ele recuou, rindo malicioso.
P.UpInL. - Está tentando me provocar? – ela sussurrou, arranhando a coxa do primo.
P.UpInL. - Quem sabe. – null apertou os lábios contra os dela, finalmente. Ele sabia que null não agüentaria as provocações dele por tanto tempo.
P.UpInL. Ela se aproximou mais um pouco, arqueando as costas de forma sexy ao se lembrar de null observando o casal em seu momento de luxúria. A mão livre da garota percorreu a virilha do primo, agora o provocando com gemidos baixinhos durante o beijo. null se aproximou ainda mais do primo, agora ficando de joelhos na cama. null a puxou pela cintura, a fazendo sentar em seu colo, que logo sentiu o membro rígido do rapaz tocar-lhe a intimidade. Ela desencostou os lábios dos de null e jogou a cabeça para trás, num reflexo, e gemeu alto.
P.UpInL. O mais velho a posicionou ali em seu colo, a penetrando devagar, do jeito que ela mais gostava, fazendo com que seu gemido falhasse instantaneamente. Forçava o quadril da menor com a mão em sua região lombar. null passou os braços pelo pescoço de null quando o mesmo lhe roubou um beijo. Ele mordiscava o lábio inferior da garota, rindo maliciosamente para ela.
P.UpInL. As estocadas desajeitadas, graças à posição do casal, aumentaram, agora fazendo null gemer junto. Ele a puxou junto de seu corpo e a deitou na cama, se posicionando melhor entre as pernas de null. O rapaz apoiou os braços ao lado do corpo da menor, dando um impulso maior ao seu movimento para penetrá-la. E quando o fez, sentiu seu corpo se arrepiar com o gemido longo e alto da menina.
P.UpInL. Ela vezes xingava, vezes pedia por mais, cravando as unhas longas nos braços musculosos de null. null apertou os olhos quando o primo aumentou seus movimentos, a penetrando de forma mais violenta e mais forte. Sentia o orgasmo por vir. Cravou as unhas fortemente nos braços musculosos de null e gritou, arqueando as costas e tombando a cabeça.
P.UpInL. Sentiu o corpo relaxar quando o calor envolveu todo o mesmo, passando a ponta da língua pelo lábio inferior e apertando os olhos quando sentiu o orgasmo finalmente chegar e null gozar junto, gemendo tão alto quanto ela. Ouviu null urrar junto aos sons deles. Ele havia gozado também.
P.UpInL. null sorriu ao sentir null ainda penetrá-la de leve, como sempre fazia depois que gozava. Riu baixinho quando o corpo do primo despencou sobre o dela, tão quente quanto o seu. Ela o abraçou pelo quadril, fazendo carinho com as unhas em suas costas largas. Ele levantou a cabeça e sorriu abertamente pra ela, roubando-lhe um beijo em seguida.
P.UpInL. - Eu te amo. – ele murmurou.
P.UpInL. - Eu também te amo.
P.UpInL. Ela corou, mordendo o lábio e o beijou, segurando gentilmente seu rosto. Ele, em seguida, se apoiou nos cotovelos, aprofundando o beijo ao sentir a língua da prima procurar pela a dele. Mordeu o lábio de null, ainda de olhos fechados, e sorriu maliciosa quando o ouviu soltar um gemido baixo.
P.UpInL. - Você acaba comigo assim. – ele sussurrou. – Mas eu preciso ir, assim como seu amiguinho. – null riu ao olhar para null, que acabara de fazer joinha para os dois.
P.UpInL. null sorriu abertamente, rindo junto a eles. Afagou o cabelo de null e o beijou pela última vez antes desse se levantar, de má vontade. null sentou-se na cama, observando tanto o primo quanto null vestirem suas roupas. Ela definitivamente tinha faturado naquela noite. null, ainda com a camisa aberta e as calças sociais, pousou uma mão sobre a coxa de null e a beijou, um beijo sexy e urgente. Do jeito que ela adorava que ele fizesse. Beijou a pescoço da menor e passou a ponta do nariz em sua bochecha de olhos fechados.
P.UpInL. - Eu venho de novo mais tarde, prometo. – sussurrou.
P.UpInL. - Estarei te esperando desse mesmo jeito.
P.UpInL. Ela segurou a mão de null que estava em sua coxa, levando-a até sua intimidade. null mordeu os lábios quando null suspirou, provavelmente detestando a idéia de ter que sair dali.
P.UpInL. - Se comporte.
P.UpInL. A voz sexy de null a excitou novamente, do mesmo jeito que sempre fazia. null soprou um beijo para o primo, que cumprimentou null com a cabeça, como se nada tivesse acontecido. null fez o mesmo e foi até null, beijou-lhe a boca de forma gentil e sorriu de lado para ela, dizendo em seu ouvido o quanto aquilo tinha sido bom.
P.UpInL. Foi até a porta do quarto com null e beijou-lhe tão sexy quanto da primeira vez que aqueles lábios se encontraram. Fora a vez dela de aprofundar o beijo sem permissão. Acenou para null, que piscou para ela. Ele saiu andando pelo corredor, deixando que null olhasse sua bunda. Ela riu daquela coisa boba. E finalmente reparou num rapaz alto que passava pelo corredor e parou para olhar quem era a gostosa nua na porta de um quarto.
P.UpInL. - Oi. – ele disse, com a voz embargada. null apostou mentalmente com si mesma que mais de 10 doses de vodca ele havia tomado.
P.UpInL. Ela apoiou-se no batente da porta, enrolando os cabelos null e naturalmente ondulados nas pontas no dedo indicador enquanto mordia o lábio. Fez uma cara pensativa, deixando que o bêbado alto e gostoso ficasse com cara de paisagem enquanto esperava por sua resposta.
P.UpInL. E como num reflexo, ela o puxou pela camisa social preta para dentro do quarto, trancando a porta em seguida.
P.UpInL. Ah, como as noites demoravam a acabar para uma herdeira. Ter uma vida como aquela era difícil demais. Quer dizer, não para uma ninfomaníaca.
P.UpInL. Não que ela estivesse reclamando. Afinal, a noite é uma criança.
P.UpInL.




EVERYBODY KNOWS THE END.

nota da autora: Aeee. *-* Minha primeira fic restrita, to morrendo de vergonha. D: Pois é, pois é. Vou explicar qual é a verdadeira história de Seven. :D Quem realmente se interessar por n/a’s, vai saber, quem não se interessar, se fode, aeee /atoron. AHUAHAUHUA Enfim, eu pensei em fazer uma série de fics restritas, cada parte baseada em um pecado. *-* E GULA FOI O PRIMEIRO love* Então comentem, me deixem felizes que vou pensar ou não em fazer scripts para filmes pornôs –NNNN Amo vocês. <3

nota da beta: Heey, galerinha!
Revisando a fic, fui me lembrar de como ela é boa! Abriu um legado sobre a Série Seven... E só vai melhorando!
Enfim, erros? Me avisem por aqui e eu os corrigirei!

Cometer sete pecados nunca foi tão prazeroso...
Beijoquinhas molhadas, Paah Souza.

Another Seven's fanfics:
Avareza || Inveja || Ira


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